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PÁSCOA 2010 E mais que uma onda, mais que uma maré... Tentaram prendê-lo, impor-lhe uma fé... Mas, vogando à vontade, rompendo a saudade, vai quem já nada teme, vai o homem do leme... E uma vontade de rir nasce do fundo do ser. E uma vontade de ir, correr o mundo e partir, a vida é sempre a perder… O HOMEM DO LEME

HAITI

MADEIRA CHEIAS

ISHTHIA CHILE MUDANÇAS CLIMÁTICAS? OU O HOMEM QUE NADA TEME … ?

EDITORIAL DA PÁSCOA

NESTE NÚMERO:

A primavera de Botticelli

ACONTECEU NA ESCOLA

ONDE TE LEVA A IMAGINAÇÃO

FAÇA LÁ UM POEMA

ESCREVER É COMO TER VONTADE DE COMER

HISTORIETAS DA HISTÓRIA

PASSA O TEMPO

ÚLTIMA PÁGINA


O MENINO JESUS DE FERNANDO PESSOA

Num meio-dia de fim de primavera Tive um sonho como uma fotografia. Vi Jesus Cristo descer à terra. Veio pela encosta de um monte

Corre atrás das raparigas pelas estradas Que vão em ranchos pela estradas com as bilhas às cabeças E levanta-lhes as saias.

Tornado outra vez menino, A correr e a rolar-se pela erva E a arrancar flores para as deitar fora E a rir de modo a ouvir-se de longe. Tinha fugido do céu. (…) Um dia que Deus estava a dormir E o Espírito Santo andava a voar, Ele foi à caixa dos milagres e roubou três. Com o primeiro fez que ninguém soubesse que ele tinha fugido. Com o segundo criou-se eternamente humano e menino. Com o terceiro criou um Cristo eternamente na cruz E deixou-o pregado na cruz que há no céu E serve de modelo às outras. Depois fugiu para o sol E desceu pelo primeiro raio que apanhou.

A mim ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as cousas. Aponta-me todas as cousas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas Quando a gente as tem na mão E olha devagar para elas. .................................................................... Ele mora comigo na minha casa a meio do outeiro. Ele é a Eterna Criança, o deus que faltava. Ele é o humano que é natural, Ele é o divino que sorri e que brinca. E por isso é que eu sei com toda a certeza Que ele é o Menino Jesus verdadeiro. [...] Esta é a história do meu Menino Jesus. Por que razão que se perceba

Hoje vive na minha aldeia comigo. É uma criança bonita de riso e natural. Limpa o nariz ao braço direito,

Não há de ser ela mais verdadeira Que tudo quanto os filósofos pensam E tudo quanto as religiões ensinam?

Chapinha nas poças de água, Colhe as flores e gosta delas e esquece-as. Atira pedras aos burros, Rouba a fruta dos pomares E foge a chorar e a gritar dos cães. E, porque sabe que elas não gostam E que toda a gente acha graça, Alberto Caeiro. In O Guardador de Rebanhos VIII - Num Meio-Dia de Fim de Primavera


DEIXO QUE ME LEVES...

Esta actividade consiste na colocação de 10 títulos diversificados na Sala de Professores, todas as semanas, a fim de permitir a requisição destes livros por parte dos professores, para leitura durante o fim-de-semana. Pretende-se dar a conhecer o fundo documental da Biblioteca Escolar junto da comunidade de docentes proporcionando, de forma prática, a requisição e

PARLAMENTO DOS JOVENS

devolução das obras disponibilizadas. Esperamos, com esta iniciativa, aumentar o volume de requisições de obras

Decorreram na nossa Escola no passado dia 19 de Janeiro as eleições ligadas à actividade do Parlamento dos Jovens que, este ano, tinha como tema «Educação Sexual» e que levou às urnas alunos dos 2º e 3º Ciclos da nossa Escola.

para leitura domiciliária, promovendo o livro e a leitura, como propostas para o fim-de-semana dos professores e das suas famílias.

Existiam seis listas concorrentes (A, B, I, K, V e Z), formadas por alunos do 6ºC, 7ºA, 7ºC, 9ºA e 9ºB. Durante o início do segundo período, os alunos envolvidos deram a conhecer o seu programa eleitoral, durante o período de campanha, que decorreu de forma ordeira e responsável.

As listas mais votadas elegeram deputados, em número de 31, que estiveram presentes na Sessão Escolar que se realizou no dia 20 de Janeiro, na Biblioteca da Escola. Aí foram analisadas e debatidas as propostas das várias listas, a partir das quais se elaboraram três medidas que irão ser defendidas pelos deputados eleitos à Sessão Distrital a decorrer em Cantanhede, no próximo dia 1 de Março. Os alunos que irão representar a Escola nesta sessão foram eleitos pelos seus colegas e são: João Miranda da turma A do 9ºano, David Cardoso, da turma B do 9ºano e Ana Beatriz Ferreira, do 9ºano, turma B. As professoras envolvidas no projecto:

Paula Dias e Isabel Roque


CARNAVAL NA ESCOLA… À semelhança de anos anteriores, a Biblioteca acolheu uma exposição de trabalhos elaborados pelos alunos do 2º Ciclo e do 4º ano que frequentam a Escola EB 2,3/Sec João Garcia Bacelar, animando o espaço com máscaras e mascarilhas de Carnaval. Esta actividade proposta para o Plano Anual de Actividades da Escola pelo Departamento de Expressões, esteve a cargo dos professores de Educação Visual e Tecnológica e de Oficina de Artes. Os trabalhos executados pelos alunos apresentam grande variedade de motivos, cores e formas e contribuem para "animar", de uma forma apelativa a Biblioteca, onde são sugeridos também alguns títulos / livros alusivos a esta quadra festiva.

Dia Europeu da Internet Segura Num momento em que é muito difícil (senão mesmo impossível) conceber a sociedade sem Internet, são cada vez mais os riscos a que estamos expostos, sem o saber, quando recorremos a ela. Conhecer os perigos que espreitam por trás da "rede" e saber utilizar a Web e o computador de forma mais segura e crítica, torna-se essencial para sobreviver

no

ciberespaço

e

não

só...

O Dia Europeu da Internet Segura, que é assinalado a 9 de Fevereiro, é uma iniciativa da Comissão Europeia e do INSAFE (uma rede de organizações nacionais que coordenam projectos de sensibilização para a segurança da Internet em toda a Europa) visa chamar a atenção para aspectos fundamentais para uma navegação responsável, informada e em segurança. O lema escolhido para este ano é: "Think before you post" - Pensa antes de colocares inform a ç ã o

o n l i n e .

A Biblioteca Escolar sugere a consulta dos seguintes sites: - SeguraNet (com informação e actividades para assinalar este dia nas Escolas / Biblioteca); - Internet Segura.pt (informação sitematizada sobre diversos perigos e modos de prevenção relacionados com Blogues, Telemóveis, Vírus, Redes Sociais Virtuais, Chats e IMs, Peer-to-Peer, Correio Electrónico, Cyberbullying, Phishing, ... Oferece, ainda, materiais diversos, links úteis e um glossário) - MiúdosSegurosNa.Net (artigos e conselhos muito úteis para pais e educadores); - O Uso Responsável da Internet (vídeo de animação brasileiro que apresenta, de forma engraçada e apelativa, cuidados a seguir face aos riscos que a navegação na Internet coloca. O vídeo é promovido pela operadora brasileira GVT - Global Village Telecom (projecto Educar) e pelo CDI - Comité para Democratização Informática) - 68% dos jovens portugueses já recebeu mensagens de estranhos via internet (estudo europeu realizado online pela Microsoft através do portal MSN salienta novos riscos para adolescentes num mundo de redes sociais) A lista de sites, artigos de jornal e vídeos poderia ser muito maior, já que se encontra muita informação sobre esta problemática na Internet.... Deixamos aqui algumas sugestões, na perspectiva de podermos contribuir para uma Internet + Segura!


DIA DA NÃO-VIOLÊNCIA ESCOLAR E DA PAZ (30 de Janeiro de 2010)

História sobre não-violência O Dr. Arun Gandhi, neto de Mahatma Gandhi e fundador do MK Gandhi Institute, contou a seguinte história sobre a vida sem violência, numa palestra proferida em Junho de 2002 na Universidade de Porto Rico. “Eu tinha 16 anos e vivia com meus pais, na instituição que meu avô tinha fundado, e que ficava a 18 milhas da cidade de Durban, na África do Sul. Vivíamos no interior, no meio dos canaviais, e não tínhamos vizinhos, por isso eu e as minhas irmãs ficávamos sempre entusiasmados com a possibilidade de ir até a cidade visitar os amigos ou ir ao cinema. Certo dia, o meu pai pediu-me que o levasse até a cidade, onde participaria numa conferência durante todo o dia. Fiquei radiante com esta oportunidade. Como íamos até a cidade, a minha mãe deu-me uma lista de coisas que precisava do supermercado e, como lá passaríamos o dia todo, o meu pai pediu-me que tratasse de alguns assuntos pendentes, como levar o carro à oficina. Quando me despedi do meu pai, ele disse-me: - Encontramo-nos aqui, às 17 horas, e voltaremos para casa juntos. Depois de cumprir todas as tarefas, fui até o cinema mais próximo. Distraí-me tanto com o filme (um filme duplo de John Wayne) que me esqueci das horas. Quando dei conta, eram 17h30. Corri até à oficina, peguei no carro e apresseime a ir buscar o meu pai. Eram quase 6 horas. Ele perguntou-me ansioso: - Porque chegaste tão tarde? Eu senti-me mal pelo ocorrido e não tive a coragem de dizer que estive a ver um filme de John Wayne. Então, disse-lhe que o carro não estava pronto, e que tive de esperar. O que eu não sabia era que ele já tinha telefonado para a oficina. Ao perceber que eu estava a mentir, disse-me: - Algo não está certo no modo como te tenho criado, porque não tiveste a coragem de me dizer a verdade. Vou reflectir sobre o que fiz de errado. Caminharei as 18 milhas até à nossa casa para pensar sobre isso. Assim, vestido com as suas melhores roupas e calçado com os seus sapatos elegantes, começou a caminhar para casa pela estrada de terra sem iluminação. Não pude deixá-lo sozinho. Guiei por 5 horas e meia atrás dele, vendo o meu pai sofrer por causa de uma mentira estúpida que eu tinha dito. Decidi ali mesmo que nunca mais mentiria. Muitas vezes me lembro deste episódio e penso: “Se ele me tivesse castigado da maneira como nós castigamos os nossos filhos, será que teria aprendido a lição?” Não, não creio. Teria sofrido o castigo e continuaria a fazer o mesmo. Mas esta acção não-violenta foi tão forte que me ficou impressa na memória como se fosse ontem. Este é o poder da vida sem violência”.


AULA JACQUES DELORS A convite da Biblioteca Escolar e das Professora Edite Pina e Alice Gesteiro, realizaram-se no dia 22 de Janeiro de 2010, duas sessões intituladas “Aula Jacques Delors – O tratado de Lisboa”, destinadas aos alunos das turmas A e B do 9º ano. Esta actividade patrocinada pelo Centro de Documentação Europeia Jacques Delors (CIEJD) foi dinamizada pela Dra Isabel Valente, especialista em assuntos europeus. Recorrendo aos conhecimentos prévios dos alunos em matéria de construção europeia e apelando para assuntos trabalhados nas disciplinas de Geografia e de História, a formadora fez uma abordagem retrospectiva da evolução da União Europeia, desde a sua génese até aos nossos dias, clarificando o alcance pretendido com o Tratado de Lisboa, que recentemente entrou em vigor. Com o apoio de uma apresentação em PowerPoint e através da interpelação contínua aos alunos, estas sessões permitiram clarificar alguns conceitos e perceber melhor o rumo que a União Europeia tem vindo a seguir na sua evolução, bem como o impacto do mesmo na vida dos cidadãos. A realização desta actividade permitiu, ainda, enriquecer o fundo documental da Biblioteca Escolar no que diz respeito a publicações actualizadas sobre a Europa (mapas, folhetos, desdobráveis e livros), graças à oferta que o CIEJD fez à Escola.

DIA INTERNACIONAL DA TOLERÂNCIA *** DIA INTERNACIONAL DA NÃO VIOLÊNCIA E DA PAZ Assinalou-se a 16 de Novembro de 2009 o “Dia Internacional da Tolerância”. A Biblioteca Escolar associou-se a esta efeméride através da afixação de trabalhos evocativos elaborados por alunos da Professora Paula Parreira, projecção de alguns videoclips e, ainda, exibição de uma história de Luísa Ducla Soares (em PowerPoint) “Meninos de todas as cores‖. Com um objectivo idêntico promoveu -se ―O Dia da não-violência escolar e da paz‖ (30 de Janeiro). Entre as propostas lançadas pela Biblioteca Escolar, destaca-se o inquérito aos alunos, a reflexão em torno de uma história sobre não violência (vide página anterior) e, ainda, a proposta de pesquisa sobre alguns Prémios Nobel (com o apoio da Professora Irene Gandaio e respectivos alunos de E.M.R.C., que expuseram os trabalhos na Biblioteca) . Pretende-se com este tipo de actividades sensibilizar a comunidade escolar para a importância de valores essências à vida em sociedade.

1ªs COMUNIDADES AGRO– PASTORIS Com a organização da professora Paula Dias foi realizada uma exposição, na Biblioteca, sobre as primeiras comunidades agro-pastoris, através de trabalhos dos seus alunos. ***

Exposição de castelos: os primeiros tempos da Monarquia Alunos do 5º B da professora Ana Pedreiro elaboraram castelos que, com livros da Biblioteca, evocaram os primórdios da monarquia em Portugal


ENCONTRO COM A ESCRITORA ELISA PEDROSA No passado dia 23 de Fevereiro, a escritora local Elisa Pedrosa veio à nossa escola, a convite da Biblioteca Escolar, para um encontro com os alunos das turmas 5º B, 5º D e 5ºE, que decorreu na Sala A2. As professoras de Língua Portuguesa Eneida Alferes, Emília Silva e Maria João Martins trabalharam, no contexto das aulas com as suas respectivas turmas, o livro “O Malmequer e outros contos”, no sentido de permitir que os alunos se familiarizassem com a escrita, personagens e valores patentes nesta obra de Elisa Pedrosa. Um grupo de alunos do 5ºB surpreendeu com a dramatização do conto – “O Malmequer e a BemTeQuer”, com a qual teve início a sessão. A seguir, os alunos tiveram oportunidade de colocar questões à autora (muitas das quais previamente elaboradas, outras mais espontâneas) sobre aspectos relacionados com a sua vida e o(s) texto(s) que estudaram. Elisa Pedrosa, no seu peculiar registo afectuoso, respondeu a todas as perguntas que lhe foram sendo feitas. Tratou-se, assim, de uma iniciativa com elevado interesse para os alunos, uma vez que o contacto com escritores constitui uma das propostas sugeridas pelo Plano Nacional de Leitura e permite aproximar os leitores da escrita e do universo dos seus criadores, contribuindo para a desmistificação do processo de elaboração de textos. Deste contacto com a escritora, a Biblioteca Escolar espera, ainda, ter resultado uma maior sensibilização dos educandos para o mundo dos livros – como leitores e potenciais escritores.

ENTRE PALAVRAS O 6º fórum de leitura e debate de ideias é uma iniciativa do Jornal de Notícias e, na presente edição, propõe o tratamento por parte das escolas / turmas de um dos seguintes temas: ―Res Pública‖, ―Emprego / Desemprego‖ e ―Redes Sociais‖. Pretende-se que, numa primeira fase, se efectue a pesquisa, leitura e análise de artigos de imprensa (ou outros), a discussão no seio de pequenos grupos e da turma e, em seguida, a realização de debates interturmas, nos quais os alunos possam esgrimir argumentos a favor ou contra determinada questão. Os alunos elaborarão, após esta fase, um texto que será submetido à apreciação do júri nacional. Na nossa escola, as turmas 9ºA e 9ºB trabalharam durante o segundo período, no âmbito da Área Curricular não disciplinar de Área de Projecto, o tema ―Redes Sociais‖, tendo decorrido no passado dia 9 de Março o debate interturmas. Os secretários e moderadores, escolhidos de entre os presentes, coordenaram os trabalhos, dando a palavra a uma ou a outra facção, que expôs argumentos muito válidos e fundamentados a favor ou contra as redes sociais. Este debate constituiu uma oportunidade privilegiada de discutir uma temática bastante actual e, também, de desenvolver competências associadas à comunicação oral. Os alunos puderam ainda exercitar o discurso argumentativo e familiarizar-se com questões de ordem formal inerentes à dinamização de um debate. A actividade é da responsabilidade das professoras Celeste Barbosa e Isabel Teixeira, docentes de área de projecto do 9ºA e do 9º B, respectivamente, e conta com o apoio da Biblioteca Escolar.


FOMOS AO CINEMA …. No dia 24 de Março e com a organização da professora Irene Gandaio, as turmas da nossa escola foram ao cinema. Para uns foi “ A Princesa e o Sapo” e para outros “ A Bela e o Papparazo”. Foi

O estudo, a busca da verdade

uma tarde divertida com diversão e com compras pelo Dolce Vita.

e da beleza são domínios em

Foi um dia diferente e, por vezes, merecemos um dia diferente.

que nos é consentido sermos crianças por toda a vida. (Albert Einstein)

A NOSSA ESCOLA RESPEITA AS REGRAS DE SEGURANÇA E ... GOSTA DE FORMAR CIDADÃOS RESPONSÁVEIS!

PASSEIO À QUINTA DAS LÁGRIMAS No dia 20 de Janeiro de 2010, a minha turma e o 6º B fomos a uma visita de estudo ao Europaradise, em Montemor-oVelho, Quinta das Lágrimas e ao Exploratório em Coimbra, acompanhados pela Professora de Ciências da Natureza,

Não julgues nada pela pequenez dos

Celeste Moitinho, pelo Professor de Português, Vítor Salva-

começos. Uma vez fizeram-me notar

dor e a professora de História, Maria Regina.

que não se distinguem pelo tamanho as

Tudo começou às nove horas em ponto, na escola. Estáva-

sementes que darão ervas anuais das

mos à espera do autocarro. Finalmente o autocarro chegou

que vão produzir árvores centenárias.

e , mal toda a gente se acomodou nos seus lugares, o auto-

(Josemaria Escrivá)

carro partiu. Fomos, para começar, ao Europaradise , em Montemor-o-Velho. Não gostei! Foi horrível ver todos aqueles animais enjaulados a olhar-nos, olhos nos olhos, como se tivessem lágrimas tristes no canto do olho. Era como se chorassem, e ver aquelas expressões tristes de amargura, foi horrível.


Quando regressámos para o autocarro, depois de ter acabado a visita àquela ― prisão‖, voltei a pôr os ―phones‖, como já tinha antes feito e arrancámos em direcção a Coimbra. Parámos. Observei pela janela e vi um grande relvado verde de um belo campo de golfe. Estávamos na Quinta das Lágrimas. Isso sim foi lindo, maravilhoso, esplêndido, inacreditável! O enorme jardim do antigo palácio, os mistérios do palco de um dos mais trágicos amores da história de Portugal… Tudo aquilo foi para mim fascinante. As fontes, as plantas e as magníficas raízes da maior árvore do jardim… Verdadeiramente extraordinário, era como um sonho. Foi sem dúvida nenhuma o que gostei da visita de estudo. Tenho pena de não ter ficado mais tempo e descoberto mais e mais segredos da Quinta das Lágrimas. Mas tivemos de voltar para o autocarro. Voltámos a partir… Desta vez para o Exploratório. Parámos num parque, a uns metros de Exploratório e depois de termos ido buscar as nossas mochilas sentámo-nos nos bancos do parque e almoçámos. Depois demos uma volta pelo parque e fomos para o Exploratório a pé. Mal entrámos, fomos atendidos por alguns monitores que nos dividiram em grupos. O meu grupo foi para o autocarro que está lá perto e fizemos algumas experiências sobre luz e cor. Quando terminámos a monitora levou-nos para uma sala repleta de inúmeras experiências. Fizemos algumas actividades e depois encaminhou-nos até ao exterior para participarmos numa engraçada experiência sobre a força da gravidade. A partir daí ficámos por nossa conta. Voltámos para dentro e eu e as minhas colegas fomos descobrir mais actividades. No final os professores deram-nos a oportunidade de comprarmos uma lembrança. Regressámos ao autocarro que nos trouxe de volta à escola. Todos regressaram a casa mas eu fiquei até mais tarde com uma colega e amiga e só fui para casa por volta das seis e meia. Gostei especialmente da Quinta das Lágrimas e tenciono lá voltar. Foi um dia criativo e do qual gostei muto. Catarina Neves, nº 6 – 6º C


SEMANA DA LEITURA… De há quatro anos a esta parte, o Plano Nacional de Leitura (PNL) tem vindo a propor, a todas as Bibliotecas Escolares, a celebração da Semana da Leitura, no início do mês de Março. Mais uma vez, a nossa escola associou-se a esta festa em redor do livro e da leitura, cabendo à Biblioteca Escolar a programação, participação e apoio a iniciativas de natureza diversa, com o objectivo de fazer chegar, a toda a comunidade escolar do Agrupamento Gândara Mar, uma mensagem de incentivo à leitura. Dado o número elevado de iniciativas e os espaços em que estas tiveram lugar, a Biblioteca Escolar decidiu prolongar, neste ano lectivo, a Semana da Leitura, celebrando esta proposta do PNL, durante a quinzena de 1 a 12 de Março. Com actividades previstas para cada um dos dias, a Biblioteca Escolar marcou presença em vários espaços e contextos, abrangendo, pela primeira vez, a totalidade das escolas que integram o Agrupamento, dinamizando diversas sessões de Hora do Conto nas EB1 e Jardins-de-Infância. Só no Pré-Escolar e 1º CEB estiveram envolvidos mais de 300 alunos e respectivos professores / educadores. O Professor Bibliotecário, João Paulo Martins, levou o “Zbiriguidófilo” (conto de Pitum Keil do Amaral), às Escolas do 1º CEB de Cochadas, Gesteira e Sanguinheira. As EB1 de Taboeira e Fervença receberam a visita da Biblioteca Municipal de Cantanhede, com várias histórias e muitos livros. Na Escola EB1 de Tocha, teve lugar o encontro com a escritora, ilustradora e contadora de histórias Helena Roso, que, nas duas sessões que dinamizou, encantou as crianças com os contos dos livros “A Fada e a Nuvem” (“A Nuvem que não sabia chover” e “A Fada Nebulosa vai à Lua”) ou “D. Cegonha Onha e o Sr. Pato Real Cardal”.


As crianças das cinco salas do Pré-Escolar de Tocha e Sanguinheira tiveram oportunidade de assistir à apresentação de diversas histórias da Biblioteca de Livros Digitais (“O bebé que não gostava de televisão”, “O dia em que o galo não acordou” e “A Joaninha Vaidosa”, acessíveis em http://e-livros.clube-de-leituras.pt/ ). Esta iniciativa decorreu, também, na EB 2,3/Sec João Garcia Bacelar, com actividades direccionadas a turmas específicas (e.g. Debate inter-turmas no âmbito do fórum Entre|palavras e ida à Biblioteca Municipal, para assistir à Representação do “Auto da Barca do Inferno”, nas quais participaram as turmas 9º A e 9ºB; Concurso de Ortografia “Ortografíadas”, destinado ao 2º Ciclo; “Casting de Leituras”, concurso de leitura aberto à participação do 7º e 8º anos) e outras de âmbito mais geral, abertas à comunidade escolar: concurso “SMSPoema”, actividades de escrita criativa, “Poemas à Mesa” (poemas na Cantina), “A Poesia anda no ar” (intervenção poética, com declamação em vários espaços – biblioteca, sala de professores, secretaria e salas de aula – com o apoio directo de alunos do 8º A) e o projecto de leitura da responsabilidade da Biblioteca Escolar dedicado aos alunos dos Apoios Educativos “Árvore das Histórias” (com a exploração de dois contos, um de Alice Vieira (O Rato da Campo e o Rato da Cidade) e outro da autoria de Sophia de Mello Breyner Andresen (A Árvore). A colaboração de professores e alunos, o apoio gentilmente concedido pela escritora Helena Roso e o patrocínio da Biblioteca Municipal, tornam este projecto possível.

A nuvem coitada não sabia chover

Nunca sentiu alegria de viver Um dia pediu às suas irmãs: Vão á terra e tragam-me lágrimas de criança! Em pouco tempo já tinham muitas lágrimas Muitas, o suficiente para a nuvem ter esperança. Que vou fazer agora? – perguntou a nuvem. Um sítio especial para chover e sentir a alegria! Então, irmãs dêem-me uma ideia, mais parece que não me ouvem! Nuvem, irmãzinha não te esforces mais para pensar. As tuas irmãs já têm o sítio ideal, o sítio não é muito belo Onde as crianças que te deram lágrimas estão a brincar! São crianças com fome, que não param de chorar. As mães não lhe podem dar comida Bem, as suas terras estão secas, onde vão crescer os cereais? Imaginem tudo seco, sem nada para comer! As meninas e os meninos estão a sofrer. Chegou a nuvem, carregada, vendo o campo tão feio… Hortaliças, nabos, batata… Tudo seca Oh! Até dá pena e com fome as crianças só sabem chorar. Vêem-se os ossos dos meninos, tão magrinhos que eles estão. E choram desesperados, vou mas é dar-lhes água! Reguei tudo, estou feliz, mas não fiquem tristes que eu vou voltar! Trabalho dos alunos do 3º e 4º anos da EB1 da Tocha sobre o conto de Helena Roso


AUTO DA BARCA DO INFERNO No dia 12 de Março, decorreu no auditório da Biblioteca Municipal de Cantanhede, a representação do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, pela companhia de teatro Casa dos Afectos. A turma A, do 9º ano, esteve presente na sessão realizada pela manhã e, à tarde, foi a vez do 9º B assistir à peça. Juntamente com as turmas da nossa escola estiveram alunos do 9º ano, provenientes de outras escolas do Concelho – Eb2,3 de Cantanhede, EB 2,3 Carlos Oliveira (Febres), Secundária de Cantanhede, Centro de Estudos Educativos de Ançã e Escola Profissional Pedro Teixeira. Numa e noutra sessão, os alunos viram-se perante uma representação caracterizada pela economia de actores mas que não compromete o cortejo de personagens / tipos sociais, que mestre Gil Vicente criou. Antes pelo contrário, os actores desdobram-se em representar várias personagens, com uma entrega total e incorporando bem a figura que desempenham. Perante o Parvo e o Barqueiro (meio anjo, meio demónio), sempre presentes, desfilam por esta ordem, o Fidalgo, o Onzeneiro, o Sapateiro, o Frade, Brízida Vaz, o Judeu, o Juiz/Corregedor e o Cavaleiro, todos eles acompanhados de elementos caracterizadores, que ajudam na “leitura” da personagem. Os adereços, a música e a coreografia, num cenário sóbrio, em que apenas se destacam as indumentárias usadas e a vela da nau / barca, a adaptação de algumas figuras aos tempos modernos (no modo de vestir, na dança, no ritmo e na linguagem) trouxeram ainda mais actualidade a um texto que, apesar de escrito há alguns séculos, continua absolutamente intemporal. A Biblioteca Municipal e a Biblioteca Escolar, apoiados pela docente Berta Santos, encarregaram-se dos aspectos de ordem logística, tendo a actividade decorrido dentro do previsto e permitido alcançar o objectivo principal da iniciativa: possibilitar o contacto dos alunos com uma peça trabalhada no âmbito do Programa de Língua Portuguesa e, consequentemente, sensibilizá-los para a leitura e compreensão do “Auto da Barca do Inferno”.

O que é a vida se não o sentir que você existe? O que é o tempo se não o esperar que você chegue? O que é o amor se não o viver? O que é a espera se não a fé? O que é você se não a vida, o tempo, o amor, a minha fé?


VISITA A LISBOA No dia 10 de Março e com a organização da professora Irene Gandaio, deslocaram-se a Lisboa as turmas do 7º e 8º anos e 9º B da nossa Escola às comunidades islâmica, judaica e budista, em Lisboa. A actual comunidade judaica de Lisboa tem a sua origem nos grupos de judeus sefarditas que se instalaram em Portugal no inicio do séc. XIX. Eram na sua maioria negociantes, provenientes de Gibraltar e Marrocos e alguns dos nomes ainda exprimiam uma ligação às suas terras de origem ibérica, antes do período da expulsão. Eram pessoas com nível cultural acima da média, sabendo ler e escrever e falando, para além do hebraico litúrgico, o árabe ou o inglês e o Haquitia, dialecto judeuhispano-marroquino. Tinham numerosos contactos internacionais, devido não só às actividades comerciais mas também aos laços familiares espalhados pelo mundo. Estes factores explicam o rápido florescimento económico e cultural não só, aliás, dos judeus de Lisboa mas também dos grupos que se foram instalando nessa primeira metade do séc. XIX, nos Açores e em Faro. Até aos anos 60 a comunidade manteve-se demograficamente estável, mas a criação do Estado de Israel e a eclosão da Guerra Colonial levaram á partida de algumas famílias. Hoje, embora mais reduzida em número e com tendência para uma assimilação progressiva, a comunidade mantém os seus serviços essenciais a funcionar: Sinagoga, Cemitério, Centro Social, Associação de Beneficência Somej Nophlim. A palavra Islão deriva da raiz árabe “Saláma” que significa paz, pureza, submissão e obediência. No sentido religioso significa submissão voluntária à Vontade de Deus e Obediência à Sua Lei, que foi revelada ao Profeta Muhammad, abençoado seja o seu nome, último dos Mensageiros de Allah (Deus), há 1427 anos, através do Alcorão, Livro Sagrado do Islão. A Comunidade, no seu início, era maioritariamente constituída por famílias provenientes das ex-colónias que vieram para Portugal a partir de 1975, nomeadamente Moçambique e Guiné-Bissau, bem como algumas pessoas oriundas do Norte de África (Marrocos e Argélia), Paquistão, Bangladesh e membros das diversas embaixadas de países Árabes acreditados em Portugal. Há que ter em conta que uma parte significativa de jovens que compõem a Comunidade, são já naturais de Portugal, havendo hoje uma importante segunda e terceira geração aqui nascida. Estima-se em cerca de 40.000 pessoas a população Islâmica em Portugal, que se estende por várias zonas do País, nomeadamente área da Grande Lisboa, Porto e zona do Algarve. Ao contrário do pensamento comum, o budismo não é uma religião, pois não existe um deus criador, porém também não será correcto denominá-la como uma filosofia, pois aborda muito mais do que uma mera absorção intelectual. O Budismo não tem uma definição, tendo aquela que qualquer praticante lhe queira atribuir, contudo poderemos denominá-la de caminho de crescimento de espiritual, através dos ensinamentos dos Buddhas. Ensinando que a nossa vida humana é extremamente preciosa e rápida para nos preocupar-mos com actividades fúteis e malvadas. Para contrapor tais actividades devemos desenvolver paz, calma e sabedoria, para nos abstrairmos dos três venenos (ignorância, auto-apego, e raiva), de modo a eliminar o nosso mau karma, sairmos de samsara, e atingir felicidade permanente, e a verdadeira cessação de todos os nossos sofrimentos.


Um dia estava a escrever uma carta. Uma carta que há muito tempo desejava escrever. Entreguei-me a ela de corpo e alma de tal modo, que fiquei preso dentro, do selo do seu envelope. Passado algum tempo, não sei quanto. Abriram o envelope e vi uns monstrinhos verdes, com pés de galinha, e com duas antenas. Ia morrendo de susto. Caí no chão e fui enchendo enchendo como se fosse uma bola. Por estranho que pareça neles riram-se e acolheram-me numa espécie de hotel de 5 estrelas. Comecei a fugir como se fosse um cão que não queria ir para o canil. Sentia -me como um estranho num sítio estranho. Fui parar a uma suite de luxo. Aí me apanharam e explicaram -me que era normal casos como o meu acontecerem. Achei inacreditável estapafúrdio. Belisquei -me para verificar se estava a sonhar, mas não estava.

Ao que parecia as cartas sentidas e sem destino iam para aquele sítio. Porque aquele era o coração de terra. Onde se vê… sente…. e ouve TUDO…. A única maneira de voltar para casa era escrever outra carta sentida, que olhasse bem para o meu interior, sem nunca mentir, o que para mim era o mais difícil. Fi-lo e consegui, mudei o meu interior. Hoje acho que todas as pessoas deviam passar por esta situação Escrever e ir dentro do selo, viajar no seu mais íntimo e partir de novo para uma vida nova. Andreia Raquel—6º A


Um dia, estava eu sentada no sofá e, como por magia, um selo veio aterrar ao pé de mim. Talvez tenha entrado pela janela aberta atrás de mim. Vou-vos agora contar a história desse selo a quem eu dei o nome de “Ideia Fixa”. Provavelmente acham este nome esquisito, mesmo para um selo, mas… Vocês já vão perceber. A minha irmã ia escrever uma carta e comprou um selo, mas que selo!!! Era dele que eu vos falava. O “Ideia Fixa” (aquele selo que a minha irmã comprou) parecia não querer ir para o destinatário da carta da minha irmã. Um dia, apeteceu-me escrever uma carta. Eu escrevi que aquela carta iria seguir para França e o “Ideia Fixa” veio a correr para ao pé de mim e deitou-se sobre a carta. Eu perguntei-lhe se ele queria ir para França. Depois fiquei muito espantada. Agora o “Ideia Fixa”… também falava! Ele disse-me que na França estava uma menina selo de quem gostava muito mas, há muito tempo que não estava com ela. Assim, se eu o mandasse para França, ele poderia ir à procura da sua querida selo. Eu assim fiz e passadas 2h aí estava ele rumo a França. Passado algum tempo o “Ideia Fixa” regressou a Portugal, pois veio numa carta que a minha amiga Teresa me tinha escrito. Ele contou-me que namorava com a menina selo que se chamava “Carinhosa” e que em breve ela viria numa carta. Quando ela chegasse iriam passear para um sítio longínquo daqui e seriam muito felizes. Assim, com muita felicidade, acabo a minha pequena história.

Ana Rita —6º A


EVA—6º A

RAQUEL - 6º A


JÉSSICA—6º A

EVA—6º A

TRABALHOS DA TURMA DO 6º ANO, TURMA A QUE PARTICIPAM NO CONCURSO “ ONDE TE LEVA A IMAGINAÇÃO”, PATROCINADO PELOS CTT. ESTES TRABALHOS CORRESPONDEM Á PRIMEIRA FASE DO CONCURSO: “ONDE TE LEVA O SELO”


OS OLHOS DOS MENINOS

Quando olho para o céu,

A graciosidade de uma princesa… A fragilidade de um cristal… A beleza de um mar de Verão… O exterior cobre o seu interior…

Vejo as estrelas cintilar, Parecem os olhos dos meninos.

Na hora de brincar. Gosto muito do recreio

Um interior mar perigoso como fogo descontrolado…

Para lá poder brincar Com jogos e brincadeiras

Cãs capazes de manipular…

Diversão até fartar.

Uma beleza perigosa… Por baixo de uma bela luz… Esconde-se um veneno fatal…

Quando toca a campainha

Andreia Raquel - 6ºA

Está na hora de entrar Vamos todos a correr

Para assinalar o Dia Mundial da Poesia 2010, que se realiza no CCB no dia 21 de Março, o Plano Nacional de Leitura e o Centro Cultural

À espera da hora chegar.

de Belém, numa iniciativa conjunta, lançaram um desafio às escolas, convidando-as a participarem num Concurso de Poesia. O Concurso Faça Lá um Poema procura incentivar o gosto pela leitura e escrita de poesia e destina-se a quatro níveis de ensino, desde o 1º Ciclo ao Ensino Secundário, e nele puderam participar quaisquer alunos de escolas públicas e privadas. Os trabalhos produzidos pelos nossos alunos do 1º, 2º e 3º Ciclos foram submetidos a concurso… Resta-nos esperar pelos resultados!

Finalmente a hora chegou Já podemos ir brincar Os nossos olhos parecem

Jéssica Ferreira— 5 º B– Nº 8


ODE

SENTIR O QUE SENTE

Viver a vida é amá-la de forma intensa! É amarmos para viver, É existirmos para amar!

Sentir solidão É sentir uma dor

Só assim podemos passar o rio da vida

Sentir amizade

E no fim saber que realmente o passámos.

É sentir amor

Ah! O amor, o amor...

Andar cabisbaixa

Que vício ardente e insaciável. De tantas artes a mais divina, única, simplesmente!

É sentir um sofrimento Sentir-se feliz É um sentimento

De paixões está o mundo feito, mas amores... Amores há poucos porque verdadeiros. O coração traz dois grandes amores consigo que andam sempre de mãos dadas,

Se te sentes triste É porque sentes tristeza Se te sentes bela

guiando-nos pelo caminho da nossa existência. Pela Pátria lutamos com orgulho E com determinação lutamos por aqueles que nos são mais desejados.

É porque tens beleza

Se te sentes feliz É porque tens felicidade

O mais puro dos sentimentos é como uma rosa, Quando floresce, a suave brisa leva consigo o seu intenso e contagiante aroma

Se te sentes sozinho É porque tens saudade.

E a louca vontade de lhe tocar e de a ter nas nossas mãos faz-nos esquecer que, até mesmo a rosa, tem espinhos.

João Pedro Teixeira—9º A

Patrícia Bento—4º Ano


ESCREVER É COMO TER VONTADE DE COMER …

MÚSICA A música,

A MELHOR ÁRVORE QUE JÁ TIVE….

É calma,

Era pequena quando no meu dia de aniversário me entregaram uma

Porque nos soltamos,

árvore. Era a árvore da Liberdade, flores brancas, folhas eram verde muito florescente. A minha árvore era lindíssima, a minha mãe disse-me que era a árvore da Liberdade e eu achava que ela tinha razão. Quando estava

Relaxamos, E sonhamos… Lembramo-nos de alegrias,

triste e precisava de um ombro amigo, ia ao pé da minha árvore e era

Das fantasias,

como ela me levasse para o pé de um amigo que me ajudasse a ultrapassar os meus problemas.

E magias…

A minha árvore era a minha amiga muito especial. Eu passava tardes a

A música é um luar,

falar com ela e ela percebia-me. Tive sempre a certeza que ela era a árvore da Liberdade, porque eu estava presa nos meus problemas e era

De sonhos a pairar,

com ela que me ia libertar.

De estrelas a cintilar, Para mim, Foi a melhor árvore que já tive!

De imaginação… A música,

Jéssica—6º A

É um pôr-do-sol,

O PESSEGUEIRO AZUL A árvore que agora vou descrever é muito bonita e parece estar um bocadinho triste, porque as crianças não vão brincar para lá e assim ela vai ficando cada vez mais triste seca. Assim algumas das suas folhas estão

Um girassol, Que está a brilhar, Com a cor amarela, E o mundo está a salvar…

a ficar secas por causa de não haver felicidade ao pé dela. Assim como ela não e uma arvore de fruto ninguém a visita, porque pensam que ela não dá nada. Quando era uma árvore pequena as crianças brincavam ao pé dela, na esperança que ela desse frutos. Depois foi crescendo aos pou-

Calculam o valor? A música ajuda o amor, Dá o sonho a uma flor,

cos e poucos e as crianças foram-se embora porque não dava frutos e assim não a criam para nada.

E não tem lugar para a dor…

As crianças nunca mais a visitaram porque sabiam que ela não dava frutose assim não servia para nada. RAFAEL ABRUNHEIRO

Rita Oliveira – 6º C


A ÁRVORE MUNDO Uma nova espécie de árvores tinha nascido em belas paisagens. A árvore cinzenta Esta árvore tinha várias cores. Era azul, verde, castanha e amarela.

A árvore cinzenta tem muitos ramos e é muito cinzenta. A árvore cinzenta parece transmitir tris-

É uma árvore muito bonita, é redondinha e, por incrível que pareça, ela tem sempre um grande e bonito sorriso na sua grande cara.

teza como estivesse numa guerra. A árvore cinzenta como é a única árvore no meio daquela tristeza,

Tem sentimentos, é uma boa companhia e uma árvore que transmite muita paz e alegria. A árvore-mundo como o seu próprio nome indica, é uma árvore que tem no seu coração todo o mundo guardado. Ela sente quando há alegria e quando há tristeza. Ela ri, ela chora!

jardim ao seu lado, não tem aque-

a dar-lhe alegria, não tem sequer É uma árvore diferente… É a minha árvore!

O cinzento. A cor do medo, da guerra, da desgraça. Uma árvore com esta cor, tão sofrida não pode ser bonita, cheia de flores, ou folhas. Mas tem outras coisas, que aquelas árvores cheias de flores, folhas e frutos não têm. Retrata cenas tristes mas reais. A guerra, a dor, a amargura de não ter liberdade. A árvore é um exemplo. Uma razão talvez seja ter sido desenhado num ano de desgraça. Eu sinto a falta de liberdade, o estar preso uma armadilha sem retorno, a tentativa de se salvar, em vão. Pergunto-me, porquê retratar uma coisa, maravilhosa como saída de um conto de fadas, quando a vida real é totalmente diferente. sofrida,

folhas. Esta árvore não parece ter

le verde muito bonito ao seu lado

Uma DÁDIVA DIVINA!

Obscura,

não consegue dar frutos nem

com perigos em cada esquina!

uma flor ao seu lado.


A MÃE NATUREZA UMA MATA VIVA... No fim-de-semana passado estava a passear e de repente a mãe Natureza criou uma grande rajada de

vento e perguntei-lhe:

-Porque tens feito tantos estragos? Porque destruíste a Madeira que era tão linda, considerada a pérola do Oceano Atlântico, que tinha tantas ribeiras. Porque destruíste ao cultivo da banana e do vinho? Os Açores já não vêm Sol o há tanto tempo e têm tanta beleza junta. No Haiti morreram tantas pessoas, tanta gente

Uma mata, uma história Vidas passadas por lá Um sítio de sonho. Histórias de amor, de tristeza,

ficou desalojada e os feridos nem se contam. No Chile porque aba-

de angústia.

laste a terra tão fortemente? Porque fizeste isto?

Todas com um final, finais diferen-

-O ser humano anda-se meter comigo! A China e o resto do mundo anda a poluir o ar que eu respiro, toda a gente tem andado a despejar lixo na água que eu bebo. Estão a mexer nas coisas que são minhas como por exemplo estão e destruir os meus pulmões para e qualquer dia não tenho pulmões para respirar. – respondeu a Mãe Natureza.

tes, Mas de alguma forma iguais. Sou a água, A água que cá se movimenta. Todas as histórias, aqui passadas

-E como posso ajudar? – Perguntei-lhe. -Primeiro pedes autorização ao Ministério da Educação para fazeres uma palestra nas escolas sobre a poluição. Fazer um comunicado às autarquias para colaborarem mais com ecopontos. Assim fiz. Nas escolas as crianças pareciam ter ficado com esta ideia e as autarquias não se importaram de colocar mais ecopontos.

Para mim são atiradas Para sempre em mim hão-de ficar. Pessoas de diferentes raças, culturas… Ser diferente é normal, Mas o Homem não aceita,

Estava eu na rua e encontrei a mãe Natureza e disse-lhe: -Fiz tudo como disse agora só falta toda a gente respeitar as regras.

Por isso pune e castiga. Afinal de contas, todos somos diferentes!

-Obrigado por tudo o que fizeste. -De nada, foi um prazer. Despediu-se a Mãe Natureza Luís Oliveira

Nº 9 6ºA


Em algumas cidades, Descobri que… As mulheres eram mal tratadas. Os homens maltratavam as mulheres, Usavam-nas como se fosse um brinquedo. As mulheres eram batidas, humilhadas, Espezinhadas…

Nossa querida liberdade… Presa e magoada ficou. Ninguém sabe o que sente, Mas sozinha, amargurada… se deve sentir! Para muitas mulheres, esta realidade ainda dura… Sofreram e passaram maus momentos. Mas… Nunca deixaram de ser o que são Mulheres que têm um futuro diferente…

Obrigavam as mulheres a ficarem

Será que algum dia, a liberdade

Caladas não contarem à policia que,

Solta, livre irá estar?

Eram mal tratadas. Prendiam as mulheres,

A liberdade das mulheres Um dia, quem sabe… Será? Porquê

Muitas vezes sem comer,

Porque será que isto ainda acontece?

Sem beber.

Para que estes tristes momentos

Os homens usavam as mulheres

Passem a bons momentos?

"A esperança.

Porque é que ninguém nada faz para isto parar?

Dança na corda ba

Porquê?

Como bonecos, escrevas.

De sombrinha

Obrigavam-nas a fazer as

Pois é, porque será que tudo isto acontece.

Refeições como escravos.

Agora (no século XXI) as mulheres já têm a sua liberdade

Usam-nas para fazer relações,

Vivem bem e são felizes… mas só algumas…

Brincam com os seus sentimentos Como bonecos. Por isso há o dia mundial das mulheres! Jéssica Alves Nº7 6º A

Penso que um pouco, eu sei contar-vos

E em cada pas

Dessa linha

Bem, agora tu, tenta dar mais carinho, mais amor Às mulheres da tua vida. Às mulheres que já sofreram

Pode se machuc

Mas vos amam… Asas!

Ana Rita—6º A

A esperança equili

Sabe que o sho


Querida

família,

esta

poderá ser a última vez que falo convosco. Sei que estão a passar

A FAMÍLIA DOS “S”

por dificuldades, eu também não escapo a esta amargura.

Eu sou a Sandra Salgueiro. Tenho 11 anos, e vivo na San-

Esta aliança com Inglater-

guinheira.

ra só está a causar pro-

Todos dizem que sou sabedo-

blemas, não percebo a

ra, sensata, simpática, sere-

razão pela qual não con-

na, simples, solidária, sociá-

seguimos encontrar solução para este problema. Soube pelos jornais portugueses que a situação económica,

vel, saudável, e sensível. Às vezes sou safada, sedentária, e quando estou de mau -

financeira e social agravou bastante; que os preços dos produtos

humor fico solitária, pois

essenciais aumentaram; provocou a carestia de vida. Há falta de ali-

afasto todos. Gosto de como

mentos, e menor poder compra. As pessoas estão cada vez mais des-

sou.

contentes, estão a tornar-se cada vez mais agressivas, principalmente

Não gosto de pessoas sno-

nas zonas urbanas. Sei que os políticos já apresentaram propostas mas

bes, e sonsas.

nenhuma solução. Acho que qualquer dia a República vai abaixo, e

Devem estar a achar estra-

tudo poderá mudar.

nho que tudo o que escrevo começa por “S”. Mas, como

Houve uma recente batalha, contra os alemães. Foi na cidade

tudo, tem uma explicação.

de La Lys. Devíamos ser uns 7500 portugueses, desses mais de 1000

Na minha família todas as

morreram. Muitos outros ficaram feridos gravemente, por sorte eu

pessoas têm um nome come-

apenas tive uns arranhões. Ganhamos mas perdemos muitos camara-

çado por “S”. Como por

das.

exemplo Sandrina, Sara, Junto com esta carta envio todo o dinheiro que consegui arran-

jar, para que vocês, a minha família não caiam na miséria. Independentemente do que possa acontecer, quero que saibam que vos adoro e que estão sempre no meu coraç…

P.S: esta carta foi encontrada junto de um soldado já sem vida. Nº 4 e 9 – 6º A

Susana, Salete, Sérgio, etc. Gosto da letra “S”, que faz parte de mim e da minha família.


Cara ,esposa! UM CRAVO—UMA CRIANÇA

Data:30/05/1915

A alegria da criança

Espero, que tu e os nossos A delicadeza de uma flor

filhos estejam bem, por-

Uma revolta para a liberdade

que eu estive internado e quase morri, ainda mais

Para o direito a ser cidadão.

difícil é pensar que não

Força bruta da revolta

vos vejo há quase dois

Desgraça de um tiro sem destino

anos.

De vidas acabadas

Por aqui as coisas estão

De lágrimas derramadas

muito complicadas

por-

que a Itália está aliada aos Impérios Centrais na Tríplice, mas,

OU

considerando que a aliança tinha carácter defensivo (e a guerra

Uma revolta no coração

havia sido declarada pela Áustria) e a Itália não havia sido pre-

Em corações presos por amarras

ventivamente consultada sobre a declaração de guerra, o gover-

Que não deixam libertar-se

no italiano afirmou não se sentir vinculado à aliança e que, portanto, permaneceria neutro. Mais tarde, as pressões diplomáti-

Para mostrarem o que sentem

cas da Grã-Bretanha e da França fizeram-na firmar em 26 de Abril de 1915 um pacto secreto contra o aliado austríaco, chamado Pacto de Londres, no qual a Itália se empenharia a entrar em

Uma criança cheia de alegria Contra uma guerra pesada.

guerra decorrido um mês em troca de algumas conquistas territoriais que obtivesse ao fim da guerra: o Trentino, o Tirol Meridional, Trieste, Gorizia, Ístria (com excepção da cidade de Fiu-

Mas uma criança, uma flor

me), parte da Dalmácia, um protectorado sobre a Albânia, sobre

A alegria e o amor

algumas ilhas do Dodecaneso e alguns territórios do Império Tur-

Juntos vencem tudo

co, além de uma expansão das colónias africanas, às custas da

Vencem as amarras

Alemanha (a Itália já possuía na África: a Líbia, a Somália e a Eri-

Que prendiam o coração…

treia). Espero que por aí as coisas continuem como quando eu

Raquel—6º A

saí. Aqui te envio esta fotografia de minha e dos meus companheiros!

ALGUNS DESTES TEXTOS SÃO PRODUZIDOS DENTRO DE CONTEXTOS HISTÓRICOS—NESTE CASO: O DIA DAS

Espero receber, notícias vossas dentro em breve! Beijos para ti e para os nossos filhos, Roberto!

MULHERES, PORTUGAL NO SÉC. XIX, A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL….


Massada de peixe UMA VIAGEM AO PASSADO ( PORTUGAL NO SÉCULO XIX)

De Lisboa até ao Luxuoso Café Majestic (Porto), fomos nós os jornalistas do Jornal Maçada de peixe á procuram do chamado louco. Esse louco ficou com a fama de dizer que veio de Portugal no futuro. Diz que veio do século XXI de uma máquina que se chamava maquina do tempo. Com ele trouxe máquinas nunca imaginadas como: a maquina pequenina que se ouvia as vozes das outras pessoas, que se chamava telemóvel; o mapa dos mundos imaginários, que era o computador; uma maquineta de jogos que era uma PSP. Eu o jornalista deste jornal Maçada de Peixe assisti a uma cena do louco, e entrevistei uma senhora que estava ao meu lado: -Minha senhora, que acha do louco? -Eu acho que é um maluco, que nos veio destabilizar a nossa vida! Ele ate trouxe umas máquinas que nunca vi, era uma máquina pequenina que se ouvia as vozes das outras pessoas, um mapa dos mundos imaginários e uma maquineta de jogos. Isto e uma grande maluquice! -Obrigado minha senhora, pelo comentário. Agora vou entrevistar este senhor: -Meu senhor, que acha deste louco? -Eu não acho nada. Com licença, quero ir comer. Pelos vistos, fui rejeitado. Agora o momento mais esperado… A entrevista ao louco: -Olá, meu senhor. Os portuenses acham que o senhor é louco, pois trás máquinas estranhas, veste-se de maneira esquisita… -Eu sou o que sou. Venho do século XXI e nesse século as pessoas são livres de pensar e de agir. E ninguém goza. Por isso não são vocês que vão gozar!


Os habitantes da cidade do Porto, receberam uma carta… que era para nós. A carta do louco! Dizia: Caros jornalistas: Mando a carta porque vocês não têm telemóvel para mandar SMS. Aqui no século XXI é tudo muito fixe. Quero vos convidar para virem cá para ver como isto é giro. Tem milhares de coisas que vocês não têm ai nesse século pobre. Ou melhor, paupérrimo! Mesmo assim foi uma aventura divertida. O meu objectivo ao mandar esta carta é para as pessoas desse século não pensarem que eu sou um louco e verem como isto é verdadeiro! Juntamente com a carta veio as maquinas todas que o louco nos tinha mostrado!

Os telemóveis! As PSP! O Computador! Os habitantes do nosso século ficaram admiradíssimos com aquelas máquinas extraordinárias. Fomos logo para a rua entrevistar 1 casal: -Bom dia. Meus senhores. Como foi a sua reacção ao ver aquelas máquinas que o louco enviou? -Nos vamos já para esse tal século, estamos muito entusiasmados! -Como pensam que vai ser o vosso futuro? -A partir de agora vou ser moderna, pois já estou farta de usar estes vestidos compridos. -Eu quero um Ferrari. E também ouvi dizer que á uma máquina que passa imagens a mexer uma…televisão! -E uma máquina que tira as imagens para onde nós a apontamos. É a máquina fotográfica. Á, não podemo-nos esquecer de pedir um autógrafo ao louco!

Fim

Trabalho realizado por: Ana Filipa e Rita Oliveira 6ºC.


TESTE DE OLHOS DE ALZHEIMER

Conte todos os ' F ' no seguinte texto:

INTERESSANTE… O que vê aqui?

Esta é difícil!

FINISHED FILES ARE THE RE SULT OF YEARS OF SCIENTI FIC STUDY COMBINED WITH THE EXPERIENCE OF YEARS... (VEJA ABAIXO)

Mais do que provavelmente você disse, 'A bird in the bush,'! e. ........ se isso É o que VOCÊ disse, então você não viu que a palavra THE está repetida duas

A palavra TEACH reflecte como LEARN.

vezes!

QUANTOS ? ERRADO, TEM 6 -- sem brincadeira. LEIA NOVAMENTE ! Realmente, Volte e Tente encontrar o 6 F's antes de rolar para baixo. A razão por trás disso está mais abaixo. O Cérebro não consegue processar 'OF'. Incrível não é? Volte e olhe novamente!! Qualquer um que contar todos os 6 'F's' de primeira é um gênio. EU SOU UM GÉNIO !!! Contei-os todos à primeira...isto, génios é outra coisa...

Olhe novamente. Três é normal, quatro é bastante raro.

Agora, vamos brincar com algumas palavras. O que vê? Em preto pode ler a palavra GOOD, em branco a palavra EVIL (dentro de cada letra preta tem uma letra branca). Agora, o que vê?


Figuras impossíveis

O que vê?

Quantas patas tem esse elefante?

A ÁGUA ESTÁ SUBINDO OU DESCENDO ?

A palavra ME em castanho, mas....... quando olha através de

ME você vê YOU!

Só pssaoes epsertas cnsoeugem ler itso. Eu não cnogseui acreidatr que relmanet pidoa etndeer o que etvsaa lndeno. O pdoer fnemoeanl da mntee huamna, de aorcdo com uma psqueisa da Unvireisadde de Cmabrigde, não ipmrota a odrem em que as lteras em uma plavara etsão, a úcina cisoa ipmotratne é que a piremira e a útimla ltreas etseajm no lguar ctreo. O rseto pdoe etasr uma ttaol bnauguça e vcoê adnia pdoreá ler sem perolbmea. Itso pruqoe a mtene haunma não lê cdaa lreta idnvidailuemtne, mas a pvrlaaa cmoo um tdoo. Ipessrinaonte hien? É e eu smrepe pnenesi que slortaerr era ipmorantte! Se vcoê pdoe ler itso pssae aidntae!!


PÁSCOA 2010 ESCOLA E. B. 2 E 3/ SEC. JOÃO GARCIA BACELAR — TOCHA Frase de Comenius: "Deve-se começar a formação muito cedo, pois não se deve passar a vida a aprender , mas a fazer"Johann Amos Comenius (1592 - 1670) foi educador e bispo protestante checo. Já naquela época, Comenius pensava

em

educar

crianças

menores

de

seis

anos

e

de

diferentes

condições

sociais.

Foi um dos primeiros a pensar na educação das crianças e a reconhecer o valor da educação para elas. A primeira educação da criança era introduzida pelo "colo da mãe" sendo desenvolvido dentro dos lares, defendendo então a importância da tarefa dos pais quanto à educação dos seus filhos. Comenius defendia que o cultivo dos sentidos e da imaginação precedia o desenvolvimento racional. Para o desenvolvimento da criança eram necessários materiais diversos que seriam internalizados, tornando assim a experiência mais concreta e a possibilidade do brincar e do aprender pelos sentidos. 

Eis as razões pelas quais para o autor de um só método se justifica: o fim é o mesmo: sabedoria, moral e perfeição: todos são dotados da mesma natureza humana, apesar de terem inteligências diversas; a diversidade das inteligências é tão somente um excesso ou deficiência da harmonia natural; o melhor momento para remediar excessos e deficiências acontece quando as inteligências são novas.

FICHA TÉCNICA EDIÇÃO E LAYOUT—PROFESSORA REGINA TEIXEIRA 1ª PÁGINA—MENINAS DO 6º C ACONTECEU NA ESCOLA - PROFESSOR JOÃO PAULO E PROFESSORA REGINA TEIXEIRA AGRADECEMOS A TODOS OS PROFESSORES QUE COM AS SUAS ACTIVIDADES CONTRIBUEM PARA O SUCESSO DESTA NEWSLETTER. AGRADECIMENTOS ESPECIAIS AOS ALUNOS DO 6º C E 6º A.

Eventos não incluídos nesta edição serão divulgados na próxima Onda de Ideias. Aguardamos a colaboração de mais leitores. Comentários / sugestões: biblosblogue@gmail.com

Onda de Ideias de Marco de 2010  

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