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Minimal Design

Dennis Calvert

e suas maravilhas fotográficas

Ligh Paint

A Arte de pintar com a luz

Lorem Ipsum

Não é só um texto de encher linguiça


Editorial - Sumário

Capa - Pag 16 Dennis Calvert “No Digital Manipulation”

Expediente Projeto grafico: Pedro Marques Diagramação e Redação:

Pedro Marques Revisão e Coordenação:

Rangel sales Grafica: AsterGraf Numero de exemplares: XXXXX

Saiba mais e tenha muito mais conteúdo acesse: www.facebook.com/minimaldesign www.twitter.com/minimaldesign www.minimaldesign.com.br

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Tipografia Pag. 04 Tipografias para Web Arte Urbana Pag. 08 Interfência Urbana Lorem Ipsum Pag. 11 Você sabe o que significa? Portfólio Pag. 16 Ligth Paints de Denis Calvert Processos de Impressão Pag. 22 Impressão Offset Fechar arquivo?

Ilustração Pag. 06 Ilustrações de Denis Zilber UI Design Pag. 10 Design de Interface de Aplicativos Tecnologia Pag. 14 IPad 2 Públicidade Pag. 18 Pôneis malditos? Não para a nissan


Tipografia - Web

Tipografia Web

“O CSS3 veio para salvar a internet” Tipografia na internet sempre foi uma coisa meio problemática. Apesar dos diversos métodos existentes hoje em dia, até bem pouco tempo atrás as opções eram realmente limitadas. Navegadores que não renderizavam direito, regras CSS pouco conhecidas e usadas, layouts feitos em tabelas. Tudo isso atrapalhava a informação que dificilmente era apresentada de uma forma aceitável. E, na minha opinião, a tipografia é o maior alicerce do webdesign. Quando apresentamos conteúdo numa página, na grande maioria dos casos estamos trabalhando com alguma forma de texto. Lidamos sempre com palavras. E por isso eu considero uma das habilidades mais louváveis de um bom webdesigner, fazer bom uso da tipografia. Este artigo é sobre algumas técnicas para facilitar o seu trabalho na hora de criar/desenvolver uma boa tipografia na web. A começar pelas fontes. Web-safe fonts

eracional. Alguns softwares (como o Adobe Dreamweaver) até montaram stacks de fontes para ajudar. Image Replacement Isso é usado geralmente em sites estáticos quando queremos que um título (por exemplo) dê lugar a uma imagem. Em resumo basta definir o elemento como block, aplicar a imagem de background e empurrar o texto 9999px para a esquerda com text-indent. Uma dica: se o elemento for um link, overflow:hidden; previne que uma caixa pontilhada que some no lado esquerdo da tela apareça quando clicado.

#logo{ display:block; background: url(logo.png) transparent; width:100px; height:100px; text-indent:-9999px; overflow:hidden; } Substituição por Javascript/Flash/PHP Essas são técnicas (bem elaboradas eu diria) para se resolver o problema das web-safe fonts. Mas nenhuma é perfeita. As mais comuns são Sifr, Cufón e FLIR.

SIFR basicamente utiliza Flash para renderizar as fontes e javascript para colocá-las no lugar correto. Infelizmente requer que o usuário tenha javascript e flash habilitado. Cufón utiliza o elemento Canvas do HTML5 e VML no Internet Explorer para renderizar

Na época em que o CSS2.1 foi desenvolvido, não havia muita necessidade de uma especificação para usar fontes no CSS que não as do sistema operacional (na verdade até havia o rascunho do @font-face, mas acabou não indo pra frente). E com isso em mente foi convencionado o que se chamou de web-safe fonts. Um grupo de fontes que… mais ou menos… estavam nos sistemas operacionais mais comuns. Mais ou menos porque as fontes eram parecidas, mas não as mesmas. Felizmente a propriedade font-family (ou apenas font) aceita substitutos caso a fonte específica não seja encontrada. Por isso quando declaramos uma fonte da maneira convencional, precisamos da versão windows, Mac e uma genérica caso as duas primeiras não existam.

o texto com a fonte selecionada, mas o texto não pode ser selecionado. FLIR envia uma request ao servidor (PHP apenas) para criar uma imagem com o texto de marcação usando a fonte que você quer. Mas denovo… nada de texto selecionável.

font-family: Helvetica, Arial, “sans-serif”; Seria um trabalho cansativo ficar descobrindo qual fonte combina com qual em cada sistema op-

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Ilustração - Denis Zilber

Ilustração - Denis Zilber

Ilustrações de Denis Zilber

Ilustração

Eu já havia visto suas ilustrações há muito tempo, até fiquei de postá-las aqui, mas acabei esquecendo. Sorte a sua que em uma das minhas vasculhadas no Behance eu trombei novamente com elas e agora tenho o prazer de mostrar o talentoso trabalho desse israelense que vive na cidade de Ramat Gan. As ilustrações do Denis Zilber tendem para o cartoon e a caricatura, dando um aspecto bem interessante na composição final. No seu portfolio você pode ver algumas caricaturas de personalidades pops, como o Dr. House, da série House (Dãr ^^). É interessante notar a variação de estilo da pintura em algumas imagens. Por: Pedro Marques

Onde Encontra-lo? Blog: http://deniszilber.blogspot.com/ Site: http://www.deniszilber.com/ Video: http://vimeo.com/deniszilber MinimalDESIGN

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Arte Urbana - IInterferência Urbana

Arte Urbana - IInterferência Urbana

“Inspirando-se nas falhas, manchas e rachaduras de paredes antigas e calçadas mal cuidadas,”

As princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Graffiti ao Estêncil, passando por stickers, cartazes lambe-lambe (também chamados poster-bombs), intervenções, instalações, flash mob, entre outras. São formas de pessoas sozinhas, expressarem os seus sentimentos através de desenhos.

Espaços degradados, sujos e abandonados. Para muitos, locais como esses não possuem qualquer ligação com a arte. Mas para Richard Vermaak, essas são as locações ideais para desenvolver sua série de desenhos, intitulada Skelewags.

Arte Urbana

no conceito de arte pública, assiste-se a um ressurgimento da designação de “Arte Urbana” que passou a incluir todo o tipo de expressões criativas no espaço colectivo. Esta designação adquiriu assim um novo significado e pretende identificar a Arte que se faz no contexto Urbano à margem das instituições públicas.

Inspirando-se nas falhas, manchas e rachaduras de paredes antigas e calçadas mal cuidadas, o artista cria cenários fantasiosos para seus personagens, que ora lutam próximos a montanhas de sujeira, navegam em peçados de latas ou são tragados por um redemoínho vindos da tampa de bueiros. As princípio, um movimento underground, a street art foi gradativamente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Graffiti ao Estêncil, passando por stickers, cartazes lambe-lambe (também chamados poster-bombs), intervenções, instalações, flash mob, entre outras. São formas de pessoas sozinhas, expressarem os seus sentimentos através de desenhos. A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas culturalistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo culturalista de Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação “culturalista” tem o cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido

A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas culturalistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo culturalista de Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação “culturalista” tem o cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido lato) para identificar o “refinamento” de determinados traços executados pelos urbanistas ao “desenharem” a cidade. Da necessidade de flexibilidade no desenhar da cidade surgiu a figura dos planos­­de gestão. Este facto fez cair em desuso o termo Arte Urbana, ficando a relação entre Arte e cidade confinada durante anos à expressão Arte Pública. Dada a dificuldade de enquadramento das inscrições murais feitas à revelia das autoridades e proprietários no conceito de arte pública, assiste-se a um ressurgimento da designação de “Arte Urbana” que passou a incluir todo o tipo de expressões criativas no espaço colectivo. Esta des-

lato) para identificar o “refinamento” de determinados traços executados pelos urbanistas ao “desenharem” a cidade. Da necessidade de flexibilidade no desenhar da cidade surgiu a figura dos planos­­de gestão. Este facto fez cair em desuso o termo Arte Urbana, ficando a relação entre Arte e cidade confinada durante anos à expressão Arte Pública. Dada a dificuldade de enquadramento das inscrições murais feitas à revelia das autoridades e proprietários

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ignação adquiriu assim um novo significado e pretende identificar a Arte que se faz no contexto Urbano à margem das instituições públicas.

Sobre o Artista: Para ver mais trabalhos acesse: http://www.skelewags.com MinimalDESIGN

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Design - UI Design

U S E R I N T E R FA C E

DESIGN

Design - Lorem Ipsum

Com a popularização dos Smart Phones empresas investem em Aplicativos.

Design de interação é uma área do design especializada no projeto de artefatos interativos, como websites, PDAs, jogos eletrônicos e softwares. O foco do Design de Interação são as relações humanas tecidas através dos artefatos interativos, que funcionam também como meios de comunicação interpessoal. v Perfil do Profissional Competências e Habilidades O designer de interação, na visão de Dan Saffer (USA), deve possuir sete atitudes: 1) Focar sempre no usuário – Saber entender o usuário é a chave do sucesso no design de interação, e a melhor forma de entendê-lo é questionando suas escolhas e observando suas ações. 2) Encontrar boas soluções – Desenvolver novos produtos e serviços implica criar as escolhas. Quando se tem duas opções, deve-se buscar sempre uma terceira. 3) Gerar muitas idéias e buscar uma prototipação rápida – Designers encontram suas soluções através da geração de muitas idéias. Para tangibilizar essas idéias, devem procurar montar protótipos rápidos, pois assim péssimas idéias são descartadas rapidamente após os primeiros testes. 4) Saber trabalhar de forma colaborativa – O design como ciência não está só, ele dialoga com vários campos do conhecimento humano. E o designer, da mesma forma, não deve se isolar. Ele deve trabalhar de forma colabora-

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tiva e utilizando vários recursos tecnológicos de comunicação. 5) Criar soluções apropriadas – O designer deve criar soluções apropriadas para determinado contexto em que os

Não, o lorem ipsum não é um texto qualquer que alguém inventou para “encher linguiça”.

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Não entendeu nada? Nem eu. Aposto que você desistiu na primeira frase e veio direto para o segundo parágrafo, ou simplesmente desistiu de ler e focou sua atenção para toda a parte mais visual do nosso blog. Missão cumprida então, porque é exatamente para isso que os designers, editores e outros usam esse texto. Na maioria das vezes para desviar sua atenção exatamente para o que eles querem, ou em outras vezes para fazer testes de layout, tipografia ou formatação, antes de ser aplicado o texto real. Acontece que o “lorem ipsum” é um texto em latim que é muito útil por possuir palavras de variados tamanhos, sinais de pontuação e, também, uma distribuição normal de letras, permitindo que vários testes sejam realizados fazendo uso do mesmo. Se você copiar parte do texto e realizar uma pesquisa com ele irá encontrar inúmeros websites ainda em construção. A sua utilização demonstrou maior eficácia do que o simples uso de textos legíveis, pois é fato comprovado que um leitor pode facilmente se distrair pelo conteúdo legível de uma página. O estranho é que muitas pessoas o utilizam, sem nem ao menos saber o que significa. Não, o lorem ipsum não é um texto qualquer que alguém inventou para “encher linguiça”. Alguns até hoje insistem em dizer que o texto não está em Latim, apesar de parecer muito, mas que são apenas palavras que na verdade não significam nada. Não se engane com isso. O texto não só parece com Latim, mas de fato é, e foi retirado de uma famosa fonte.

usuários estão inseridos. O contexto de uso do objeto ou do serviço deve estar em conformidade com o contexto histórico-social em que o indivíduo está inserido. 6) Desenvolver com um amplo campo de influências – A interdisciplinaridade deve fazer parte do dia-a-dia do designer de interação e com isso ele deve se inspirar na busca por novas soluções. 7) Saber incorporar a emoção para seus projetos – O aspecto emocional dentro do desenvolvimento de um produto é o elo de ligação entre as pessoas e os aparatos tecnológicos. Produtos sem o componente emocional estão desconectados das pesssoas e são produtos sem-vida.

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Vem das seções 1.10.32 e 1.10.33 do “De finibus bonorum et malorum” (Os extremos do bem e do mal), uma obra filosófica de Cícero, composta por 5 livros e escrita em 45 A.C.. O trecho original retirado da passagem diz: Neque porro quisquam est qui dolorem ipsum quia dolor sit amet, consectetur, adipisci velit… (“There is no one who loves pain itself, who seeks after it and wants to have it, simply because it is pain…”). Traduzindo: Não há ninguém que ame a dor, que a procure e que queira tê-la, simplesmente porque é dor. Deve-se tomar cuidado pois existem muitas variações do “lorem ipsum” disponíveis, que sofreram alterações, e contém brincadeiras ou palavras soltas que não fazem sentido algum. Se for fazer uso do trecho é bom se certificar que não há nada de estranho inserido nele. Um bom gerador, livre de repetições ou brincadeiras encontra-se no http://www.lipsum.com/, que também foi uma das fontes da minha pesquisa. Nele você também encontrará a passagem completa, com a tradução para o inglês.

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Capa - Ligth Paint

Capa - Ligth Paint

Ligth Paint A beleza e técnicas avançadas de se desenhar com a luz

Alguém já desenhou com lanternas ou simplesmente movimentou a lanterna em movimentos rápidos? Se fizeram devem ter reparado no rastro de luz que vemos brincando com isso. Os movimentos de quem está desenhando podem parecer coisa de maluco, mas se você registrar isso com uma câmera fotográfica vai ter como resultado um efeito muito legal. Deste principio surgiu o “Light Painting” que tem sido muito explorado por artistas ou mesmo curiosos, principalmente nos dias de hoje pois quase todo mundo tem uma câmera digital. A técnica é muito interessante, mas a parada é a criatividade de quem faz. Pra demonstrar um pouco deste trabalho veja no cadero Portóflio de Dennis Calvert na pág. 16. É muito interessante isso porque o desenho não existe se não existir a foto. É até meio confuso de fazer porque você pode se perder no meio do traçado, pois não esta vendo nada, apenas tem que marcar isso na sua cabeça de alguma forma.

Quer Aprender esta técnica? Acesse: http://meiobit.com/16008/light-painting-para-iniciantes/ MinimalDESIGN

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É divertido fellas, tentem isso em casa. Vocês irão precisar de uma lanterna ou isqueiro, um tripé e uma maquina digital que faça foto manual, pra conseguirem ajustar o tempo de exposição da foto. Se sua maquina tem o recurso de fazer uma foto como esta logo acima então você irá conseguir fazer seu light painting. O obturador na lente funciona como os nossos olhos, quando abrem estão registrando a foto, quanto menos luz mais abrimos os olhos e quando existe mais luz abrimos menos os olhos. Desta mesma forma trabalha o obturador pra capturar a foto, quando existe luz o obturar abre e fecha rápido como um piscar de olhos e quando esta escuro ele se mantém aberto durante um certo tempo, conforme você ajusta a velocidade. Com essa velocidade ajustável é que o Buia faz essas intervenções por ai, tempo ajustável esse que possibilita alguns segundos pra ele poder desenhar com a lanterna.


Tecnologia - Ipad2

Tecnologia - Ipad2 Steve Jobs, mesmo de licença médica, subiu ao palco do Yerba Buena Center nessa quarta-feira para anunciar o sucessor do primeiro tablet bem-sucedido do mundo. Com o iPad 2, a Apple pretende manter a liderança do mercado, que agora se mostra muito mais competitivo do que quando o iPad redefiniu a categoria, há cerca de um ano. iPad 2: novo processador de dois núcleos. Para tanto, o iPad 2 contará com um processador mais rápido, o Apple A5 dual-core (a geração anterior era o A4, de um núcleo apenas). Jobs prometeu uma performance até duas vezes mais rápida para processamento comum e até nove vezes mais rápida para gráficos. Os gamers também irão se beneficiar da presença do giroscópio no iPad 2, assim como já acontecia no iPhone e iPod Touch de quarta geração. O iPad também contará com câmeras frontais e traseiras (incluindo gravação de vídeo em HD) e outras melhorias trazidas pela nova versão do sistema operacional, o iOS 4.3. Outra grande diferença vai ser o tamanho. De maneira um tanto quanto impressionante, o iPad 2 vai ser mais fino que o iPhone 4, com 8,8 mm de espessura do tablet contra 9,3 mm do smartphone. Ele será cerca de 33% mais fino que o primeiro iPad, que tem 13,4 mm de espessura. E com cerca de 590 g, o iPad dois também será ligeiramente mais leve que o seu antecessor de 680 g.

Apple IPAD2

Mais uma novidade: saída HDMI. Através de um adaptador (que custará nos EUA US$ 39, sem preço divulgado no Brasil ainda) será possível ligar em uma televisão ou monitor de alta definição o iPad 2 e ter a telinha do tablet espelhada na telona, porém com resolução de 1080p, ainda que a tela do iPad 2 mantenha a resolução do original, 1024 x 768. Mesmo com todas as melhorias no processador e redução de medidas, o iPad 2 continuará a ter a mesma duração de bateria, estimada em 10 horas. Ao menos na primeira geração a estimativa era cumprida em testes em condições reais de uso, e Jobs promete que o iPad 2 permanecerá assim, além de poder ficar até um mês em stand-by — por que alguém compraria um iPad 2 para deixar um mês stand-by eu já não sei…

Mais fino, mais leve, mais rápido, tudo muito melhor.

Mais fino, mais rápido e com câmeras: esse é o iPad 2, também disponível na cor branca. O novo tablet da Apple será vendido em duas cores: preto e branco. Apesar das dificuldades que fizeram com que o iPhone 4 branco nunca tenha chegado às lojas, Steve Jobs garantiu que o iPad 2 branco estará disponível desde o primeiro dia. O primeiro dia, no caso, será 11 de março nos EUA e mais 26 países na Europa, Ásia e Oceania receberão o duas semanas depois, dia 25 de março. Como era de se esperar pelo histórico do primeiro iPad, o Brasil nem foi citado e ainda não temos previsão da chegada do iPad 2 por aqui. Os preços continuarão os mesmos, a partir de US$ 500, o que corresponde, no câmbio de hoje, a cerca de R$ 912 — mas sabemos que chegará por um valor bem superior, provavelmente próximo dos R$ 1650 praticados atualmente.

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Portfólio - Dennis Calvert

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uz é o principal fator na nossa capacidade de interpretar e definir o universo. Captação de luz em exposições longas quebra nossos entendimentos convencionais de tempo e espaço. Tempo não é mais linear. Vemos momentos diversos de uma só vez. Nós nos tornamos viajantes do tempo. Todas as fotografias de Dennisão feitas “Direto da Câmera” sem manipulação digital. Os efeitos são todos criados na câmera durante a exposição. Dennis Calvert é um artista e vive como web designer em Cullman, Al, com sua esposa.

Dennis Calvert

“Eu percebi que a arte não é algo que realmente pode ser ensinado.”

Atualmente trabalhando como designer de interface de usuário para uma empresa de software David tem interesse na arte desde que era uma criança e, inicialmente, entrou na faculdade de arte.

“Eu dominei desenho com lápis e tinta, aprendi pintura a óleo, e ainda tentei escultura e gravura. Após um ano de faculdade, decidi obter um diploma em Ciência da Computação. Eu percebi que a arte não é algo que realmente pode ser ensinado. O processo técnico de criação pode ser ensinada, mas o indivíduo é responsável pelo seu próprio progresso artístico”

Para conhecer mais sobre david Acesse: Flickr: http://www.flickr.com/photos/denniscalvert/ Devian Art http://dennis-calvert.deviantart.com/

“No digital manipulation” MinimalDESIGN NomeRevista

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Publicidade - Poneis Malditos

Publicidade - Poneis Malditos

Poneis Malditos?

Após “Pôneis Malditos”, vendas da Nissan crescem 81%. A Picape Frontier alcançou o maior volume de vendas desde sua entrada no mercado brasileiro. As queixas de cerca de 30 consumidores contra o comercial “Pôneis malditos”, criado pela Lew´Lara / TBWA para a Nissan, foram o suficiente para que o Conselho de Autorregulamentação Publicitária (Conar) abrisse um processo para julgar o caso. A denúncia foi aceita no início desta semana e é aguardada para esta quinta-feira, dia 4, a escalação de um relator entre os 200 membros do conselho de ética para avaliar o mérito das reclamações. Segundo informações do Conar, todos os consumidores manifestaram ao Conar insatisfação com a associação do termo “maldito” a pôneis, um “símbolo

do universo infantil”, considerada por eles como “desrespeitosa”. A questão estará na pauta da reunião do Conar marcada para o dia 1º de setembro, mas o relator, cuja a identidade é revelada apenas aos executivos do anunciante, tem o poder de solicitar a suspensão da veiculação a qualquer momento caso entenda que exista de fato alguma violação ao Código de Autorregulamentação Publicitária.

desde que o modelo foi lançado no país, em 2002. A montadora japonesa vendeu 5.375 unidades em agosto, 81% a mais que o mesmo período de 2010. Já a Frontier registrou 1.488 picapes vendidas, ou 110% a mais que em agosto de 2010, segundo dados divulgados pela empresa. As vendas da Nissan aumentaram expressivamente em outros modelos, além da Frontier. O Sentra viu suas vendas subirem 127%, com 1.161 unidades; enquanto o Tiida acumulou alta de 120%, a 1.470 unidades. Já o Livina teve alta de 15% nas vendas, com 1.245 carros vendidos. Com os resultados, a Nissan aumentou sua participação de mercado para 1,8% em agosto. As metas para a empresa, no entanto, são adquirir 3% de participação em 2012. A Nissan é reincidente no Conar, já tendo tido comerciais suspensos por conta de queixas de marcas concorrentes, como no case do rap “Ouro de Tolo”, alvo inclusive de um processo na Justiça movido pela Ford. Ser julgada por queixas de consumidores, no entanto, é uma novidade para a marca.

Após a polêmica propaganda “Pôneis Malditos”, que chegou a receber mais de 30 reclamações no Conar, a Nissan do Brasil terminou agosto com recorde de vendas para sua picape Frontier,

Após processo da Ford o comercial foi excluído até do serviço de videos do You Tube, sendo exibida a mensagem: “Este conteúdo não está disponível em seu país devido a uma solicitação de remoção pelo governo.” Outra campanha veiculada pela Nissa foi a Railuque & Maloque, que faz referência às concorrentes dizendo que sua picape é a melhor do mercado.

Ainda não viu o comercial? Acesse:

http://www.youtube.com/user/nissanoficial

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Com os resultados, a Nissan aumentou sua participação de mercado para 1,8% em agosto. As metas para a empresa, no entanto, são adquirir 3% de participação em 2012.


Processos de Impressão - OffSet

Processos de Impressão - Off-Set

Impressão Off-set

O mais famoso processo de Impressão!

Hoje veremos então outro Processo de Impressão de acordo com a matriz da Planografia, (onde a matriz é plana), falado no último post, e esse processo é um dos mais importantes do mundo, e um dos mais usados pelos Designers, pela sua alta qualidade, usado em quase todos os tipos de papéis e com a possibilidade de variadas tiragens, conhecido como Off-set.

Off-set O sistema de off-set funciona com matrizes produzidas com as mesmas características da litografia e usando chapas de alumínio como meio de gravação e transferência de imagem. É o principal processo de impressão desde a segunda metade do século 20, e o mais usado no mundo, tanto para embalagens como para impressos, garantindo boa qualidade para médias e grandes tiragens e praticamente em qualquer tipo de papel e alguns tipos de plástico (especialmente o poliestireno).

outro), o cilindro de pressão (que pressiona o papel contra a blanqueta), a tinta e a água. A figura mostra, de maneira simplificada e assumindo uma vista lateral da impressora, a disposição destes seis elementos. A chapa com tinta imprime a imagem na blanqueta e esta a transfere para o papel. A transferência é garantida porque o papel é pressionado contra a blanqueta graças ao cilindro de pressão. A blanqueta é o grande segredo da qualidade da impressão obtida: a imagem impressa no papel fica mais nítida porque a blanqueta trata de conter excessos de tinta; a chapa tem uma durabilidade maior porque seu contato direto é com a superfície mais flexível da borracha; finalmente, o papel resiste bem ao processo porque não tem contato direto nem com a umidade nem com a maior quantidade de tinta da chapa (por ser viscosa, a tinta tenderia a fazer o papel aderir à chapa, rasgando-a). Embora possibilite uma excelente qualidade de impressão, o mecanismo como um todo é em realidade frágil. Ele é instável: são necessários reajustes freqüentes durante a impressão, para manter níveis adequados de tinta e umidade, tanto para evitar falhas e borrões quanto para manter a maior uniformidade possível nos tons das cores ao longo da tiragem.

Cuidados! O excesso de carregamento da tinta, já citado anteriormente, leva à decalcagem: a imagem impressa numa folha mancha ou cola o verso da folha seguinte pelo excesso de tinta, que, como observado, é viscosa, O excesso de umidade, por sua vez, poderá atrasar a secagem dos impressos (especialmente em nosso clima, que é naturalmente úmido). Retirar o material da gráfica sem que ele esteja devidamente seco é garantia de decalcagern e, conseqüentemente, de perda da tiragem. Um bom operador e um bom acompanhamento gráfico, todavia, têm como evitar estes problemas.

O off-set faz uma impressão indireta: há um objeto entre a matriz e o papel, que é chamado de blanqueta. A imagem que está na matriz (que é metálica e é simplesmente chamada de chapa) é transferida para um cilindro coberto com borracha (a blanqueta) e, daí, para o papel. Em resumo: a matriz imprime a blanqueta e esta imprime o papel. Como mostra na imagem, cada “parte” da impressora possui somente uma cor, ou seja é impressa de cor em cor. Na segunda metade dos anos 1990, o offset passou a contar com um aperfeiçoamento fundamental: as máquinas dotadas de sistemas CTP (computer-to-press), que permitem a entrada dos dados de arquivos digitais diretamente na impressora, onde é feita a gravação das chapas e dispensando fotolitos. Apesar de pouco adequado, esta modalidade do processo tem sido chamada de offset digital. Ele será abordado mais à frente, em tópico separado. Há seis elementos básicos no mecanismo do offset: a chapa, a blanqueta, o suporte (seja papel ou

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Processos de Impressão - Fechar Arquivo

Fechar Arquivo?

“Espero que coloquem essas dicas em prática para evitar eventuais dores de cabeça na gráfica” Quem nunca enviou um arquivo para a gráfica e ele foi impresso de modo irregular? Quem nunca chingou até a 5° geração do impressor por um corte que matou todo seu trabalho? Apesar de sempre acharmos que a culpa é da gráfica, o que raramente é, a culpa muitas vezes é do Designer. Então o que fazer para que tudo ocorra dentro dos conformes? Estes são alguns cuidados que o designer deve ter antes de entregá-lo para a gráfica. Esta matéria é muito importante, deixará seu trabalho mais bonito, bem feito e evitará problemas na produção do seu material. • • • •

Sangria de no mínimo 3 mm para todos os lados; Elementos a pelo menos 3 mm longe do corte; Todas as imagens e vetores precisam estar em CMYK; Quando usar uma cor pantone, usar um referência impressa, pois os monitores não reproduzem as cores exatamente iguais as impressas, e pode ter uma grande variação; • Sempre transforme os arquivos em curvas, ou anexe as fontes no arquivo; • Sempre deixar as páginas centralizadas, para não correr o risco de na hora do • corte, a página ser cortada errada; • Vernizes, auto-relevo e clichês dos impressos devem ser feitos sempre em uma cor só (preto), e sempre adicionar uma página com esses arquivos; • Não copie e cole elementos de um programa para outro (Photoshop para Corel, por exemplo), pois este elemento, devido a essa diferença dos software, não sairá no fotolito ou terá problemas na criação do mesmo, e o fotolito terá que ser refeito; • Evite utilizar imagens de baixa qualidade no desenvolvimento de seu layout. Recomendamos imagens com 300dpi no mínimo, para que a imagem na i mpressão fique sem pixels; • Quando utilizar em seu layout algum fundo preto, use sempre 20% das outras cores, como mostra a seguir: Cyan: 20%, Magenta: 20%, Yellow: 20% e Black: 100%, para que a tonalidade do fundo preto saia mais escura e fique com uma aparencia mais bonita; • Sempre que utilizar transparência ou sombreado em qualquer fonte, imagem ou vetor de seu arquivo, converta em bitmap o objeto que sofreu a transparência ou sombreado, pois estes efeitos geram muitas falhas na revelação do fotolito.

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Minimal Design #1  

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