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Análise: FAR CRY 3 Brasil bate record de Overclock Prévia: ASSASIN’S CREED IV: BLACK FLAG

Abril/2013

R$16,90


Análise

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Anállise do game FAR CRY 3

lancamentos

08 Prévia: ASSASSIN’S CREED IV: BLACK FLAG 11 Prévia: RESIDENT EVIL REVELATIONS 12 THE LAST OF US(capa) 16 Novos detalhes: BATTLEFIELD 4 Consoles/ PC

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Brasil bate record em overclock AMD anuncia nova placa gráfica Radeon HD 8000 series Novidades das placas gráficas do mercado ASUS anuncia nova ARES II Rumor: Nova Geforce GTX 780

Expediente

Arthur Mendes

Editor Chefe / Diagramação

Pedro Hagah

Direção de arte / Diagramação

Henrique Aleixo Edtor de imagens

Claudino Junior Identidade visual

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Consoles/ PC

Análise

S

obreviver nunca foi uma tarefa fácil. A lei do mais forte, que prega apenas a sobrevivência dos mais aptos tenta se fazer presente em todo o momento da experiência de Far Cry 3, o último dos grandes de 2012. Uma ilha gigantesca, um grupo de playboys californianos, piratas mercadores de escravos, um tantinho de drogas, alucinações, animais selvagens e você no meio de tudo isso.

Belezas naturais Imprevisibilidade. A sensação de não saber o que vai acontecer entre a caminhada da vila Rakyat mais próxima até o seu ponto de destino é de colocar qualquer um na beirada do sofá. Rook Island, localizada no pacífico, é palco de uma vasta vegetação, terrenos irregulares e animais selvagens, muitos deles. De cobras a “ursos zumbis”, esteja preparado para o inesperado. A sua missão pode ser prejudicada por causa de um tigre ou de um tipo sem noção de 4

avestruz carnívoro que resolveu aparecer no campo de batalha e se arriscar em um self service de carne humana. A ilha é dividida em dois grandes blocos, sendo um deles liberado ao jogador apenas depois da metade do jogo. A vegetação tropical não interfere muito na mecânica de jogo. Não vão existir cipós para serem cortados, plantas venenosas e nada do gênero. Mas prepare-se para uma exploração como poucos jogos podem oferecer. Montanhas, encostas, oceanos, lagos, cachoeiras e cavernas escondidas estão à sua disposição. Como fica claro logo no início da aventura, a locomoção pela ilha pode ser bastante perigosa aos menos preparados. Da mesma forma como aconteceu em Far Cry 2, a ilha de Rook conta com veículos que podem ser utilizados a qualquer instante. É possível escolher entre carros velhos, quadriciclos, buggies de corrida, barcos e até asa deltas. E não há

complexidade alguma na pilotagem dos mesmos. Acelerador, ré e freio de mão (para os veículos) e você vai conseguir subir até as montanhas mais íngremes com jeitinho. Para os barcos, se encalhar em alguma pedra ou banco de areia, basta descer e dar um empurrãozinho mágico. O esquema de pilotagem segue a linha do seu antecessor, sem melhorias. Herói bunda, vilão maneiro Através dos olhos de Jason Brody, um coxinha viciado em esportes radicais, você vai vivenciar momentos de muita tensão, principalmente quando estiver frente a frente com Vaas Montenegro, rapaz simpático, líder dos piratas da ilha e com um pouco de dificuldade em se importar com o que é errado e o que é muito errado. Jason e seus amigos foram capturados pelo grupo de


“O maior problema fica por conta do ritmo dos textos, que não obedecem a regra das legendas dos filmes”

Vaas, que pretendia arrecadar o dinheiro do resgate para si e depois vender a galerinha saudável a quem quisesse pagar mais. Devido a alguns problemas de logística (e capangas incompetentes), Jason e seu irmão mais velho conseguem escapar da jaula que os prendia, arriscando suas próprias vidas pela liberdade. Infelizmente, apenas um deles consegue fugir - e a crueldade de Vaas dá as caras de forma competente na sequência que dá início ao jogo. Salvo por Dennys, um dos moradores da ilha, Jason tentará, com todas as suas forças, resgatar seus amigos e seu outro irmão das garras dos piratas. Para isso, ele contará com a ajuda dos nativos da tribo Rakyat, cheios de tatuagens em seus corpos, cujo intuito delas é extrair seus “poderes

dormentes”. Esse também será o elo de ligação com Citra, líder do clã, personagem misteriosa apresentada com o decorrer da trama e com um interesse peculiar em Jason. A narrativa tenta localizar o jogador sempre que possível. Mas por se tratar de um jogo em mundo aberto, facilmente sua atenção pode vacilar e, ao invés de correr contra o tempo para salvar sua namorada, você pode preferir caçar um Tapir para costurar uma bolsa nova para suas coisas. Prioridades, prioridades. As atuações competentes dos dubladores também chamam a atenção. A preocupação do encaixe da fala com a boca do personagem agrada bastante, assim como a escolha dos atores para as vozes. Buck, por exemplo, com seu sotaque londrino, Dennys com um inglês enrolado

e, claro, Vaas, que se esforça em demonstrar toda a sua insanidade com gritos, sussurros e passagens como o monólogo referente a insanidade, já destaque em alguns trailers do game. As legendas em português estão muito bem colocadas. Com suas devidas adaptações em relação ao palavreado de baixo calão, a maioria das ofensas proferidas durante a trama estão presentes, devidamente traduzidas. O maior problema fica por conta do ritmo dos textos, que não obedecem a regra das legendas dos filmes (número ‘X’ de caracteres, duas linhas por fala, etc). Em diálogos mais logos, os quais o suspense é fundamental, a tradução está aparente desde a primeira fala, estragando um pouco a surpresa. A história foca no desespero dos jovens, em como o herói precisa 5


Consoles/ Análise PC

mudar para sobreviver e também em uma busca interior repleta de alucinações e sentidos figurados. A tentativa foi boa, mas olhando para a obra como um todo, a transformação do herói proposta pelo jogo acontece apenas em alguns momentos isolados da trama e que não dão a ênfase necessária para um dos finais do game (o bad ending). A importância do vilão principal perde-se em uma escolha duvidosa de continuidade do roteiro por parte dos desenvolvedores, mas discutir além disso seria expor quem quer que esteja lendo esse texto a spoilers indesejados.

Um acerto aqui, um erro ali O que começa como um jogo inspirado basicamente no estilão sobrevivência (poucas armas, itens e munição), aos poucos vai se transformando em um jogo de ação normal, com mais liberadade e menos aquela sensação de “escolha errada” e peso na consciência. Jason inicia a aventura com uma pistola simples e logo de cara precisa eliminar todos os piratas de um posto de comando avançado. A tensão de manter-se escondido, eliminando um a um os adversários com suas balas contadas é regra apenas na primeira hora de jogo. Isso por causa do sistema de evolução de equipamentos de Far Cry 3, mal distribuído pela campanha principal. Para carregar mais armas (quatro no total) é preciso caçar certos tipos de animais e confec6

cionar seus respectivos coldres. O mesmo vale para sua mochila de itens, granadas, munição e até mesmo o seu dinheiro. Acontece que é possível - e sem muito esforço - alcançar o nível máximo de cada um dos seus pertences antes da metade do jogo. Bem antes. Depois disso, a caça de animais deixa de manter um propósito na história - além da arrecadação de grana por suas peles. E a medida que você vai encontrando certas antenas espalhadas pela ilha, escalando e desligando cada uma delas (liberando parcialmente a visibilidade do mapa), todo o arsenal da loja vai se tornando gratuito, fazendo com que seu dinheiro seja gasto apenas com munição ou apostas em jogos de azar. A inteligência artificial do jogo não é tão marota também. O game vai sim, lhe porporcionar uma experiência desafiadora como um todo, mas ao caçar uma pantera negra por exemplo, basta subir em uma rocha que ela não o incomodará. Acertar um inimigo com uma sniper e não matá-lo no primeiro tiro também não disparará o alarme de um posto de comando avançado. A menos, é claro, que ele consiga descobrir a sua posição. O melhor são os inimigos deliberadamente enfileirados, de costas para você e na exata medida para uma sequência de mortes com seu facão (uma habilidade chamada Chain Kill). O sistema de ervas para a criação de seringas especiais o coloca numa posição de vantagem em

relação ao restante dos moradores da ilha. Tudo que você precisa para a elaboração de uma seringa que cure seus ferimentos é uma folha verde. Além dela, existem folhas amarelas, vermelhas, brancas e azuis, cada uma responsável por um tipo de coquetel. Seringas de adrenalina, que aumentam a sua percepção e habilidades de combate, repelem animais, deixam você ficar mais tempo embaixo d’água, elas podem ser criadas em qualquer lugar, basta que você tenha espaço em sua bolsa. O arsenal à sua disposição é bem diversificado e engloba as principais ferramentas de causar dor já famosas em outros FPS. Muitos tipos de SMG, LMG, rifles, bazucas e até um ferro de solda que garante um troféu, se for usado de maneira indevida (é, acerta a cabeça de alguém). É possível ainda a personalização de cada uma das armas com miras, pentes e tinturas. Não há atualizações para o combate melee fora da árvore de habilidades do personagem. Definitivamente, o pior de Far Cry 3 são as batalhas contra chefes. Não são muitas, e com exceção de uma, tudo não passa de um QTE chatíssimo e que destrói por completo a imagem de vilão ‘pica grossa’ que o jogo passa. Tudo se resume a uma conversa fiada, algumas alucinações e uma sequência de botões entediante. Visualmente muito bonito, mas uma falha abissal, principalmente quando os vilões são tão importantes dentro da história do game. Por fim, o sistema de evolução das


habilidades do seu personagem facilita bastante a sua vida na floresta. Aumento da vida, habilidades stealth, corrida infinita, mergulhos mais prolongados,’loot’ duplicado e maior resistência contra os ataques de animais estão entre os upgrades. Dessa vez não houve deslizes, e é possível uma constante atualização das habilidades de Jason durante a história, sem que soe muito apressado como no caso do seu equipamento. No multiplayer, a Ubisoft cuidou para que a experiência fosse a mais interessante possível. Para o co-op temos uma história paralela com novos personagens, que acontece seis meses antes de Jason e seus amigos chegarem à ilha. O modo conta com capítulos próprios, sistema de nível dividi-

do com o multiplayer competitivo e a possibilidade de dividir a tela com um amigo offline. No modo competitivo, além do criador de mapas, a novidade fica por conta do sistema de humilhação dos derrotados. A cada partida, os primeiros colocados da bateria se unem para escrotizar o último colocado. Assim como acontece quando Vaas tortura e humilha seus cativos, o multiplayer de Far Cry 3 dá a chance de você também torturar os derrotados da partida. E vale tudo, soco na cara, cuspe, espancamento e ‘tea bagging’. Desnecessário? Talvez. Mas muito divertido. E é preciso lembrar que essa humilhação deve ser contextualizada à experiência, caso contrário sua visibilidade torna-se negativa e não é a ideia que o jogo

quer passar. Quem nunca enfrentou um adversário que no final do round veio tirar uma com a sua cara? E quem nunca fez isso, mesmo entre amigos?

Concluímos Far Cry 3 é uma boa surpresa de fim de ano. Trabalha muito bem os aspectos de mundo aberto, conta com bons mecanismos de exploração e deixa o jogador bastante confortável em relação a isso. Apesar de algumas escolhas erradas no andamento da trama, definitivamente, Vaas, Hoyt e Citra devem se tornar personalidades famosas no mundo dos games. E o Jason, charmoso herói, será esquecido facilmente, certeza.

Teste de gameplay do game 7


lancamentos

Lançamentos

Prévia: Assassin’s Creed IV: Black Flag “Assassin’s Creed 4” aposta no pirata Edward para recuperar o carisma da série

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Guillemot disse ainda que a agilidade da Ubisoft tem uma explicação: o estúdio de Montreal da Ubisoft já trabalhava em “Black Flag” antes mesmo de “Assassin’s Creed III” ser lançado, há aproximadamente dois anos. “Esse é um dos benefícios de ter várias equipes trabalhando em diferentes capítulos do produto”, disse o CEO da Ubisoft. “Cada time ganha vários anos para desenvolver sua versão de ‘Assassin’s Creed’”.

pós a recepção abaixo do esperado de “Assassin’s Creed III”, era natural que a Ubisoft se mexesse para virar a página o quanto antes. Assim, pouco mais de três meses depois, “Assassin’s Creed IV: Black Flag” é anunciado, renovando as esperanças dos fãs para mais um bom jogo da franquia.

De filho para pai

“Com um novo time e ambientado em um novo período do tempo, o próximo ‘Assassin’s Creed’ representará mais um grande avanço para a franquia”, declarou Yves Guillemot, CEO da Ubisoft durante o anúncio para investidores.

Em “Assassin’s Creed IV” o jogador assumirá o papel do pirata Edward Kenway, avô de Connor, herói de “ACIII”. Antes de virar um bucaneiro, Edward serviu à Marinha Real da Inglaterra. Já na Ordem dos Assassinos, ele é muito conhecido nas águas do Car-

ibe do século XVIII, sendo respeitado até pelo temível Barba Negra. No primeiro trailer divulgado pela Ubisoft (esse logo abaixo), Barba Negra chega a enaltecer o quão terrível e destruidor é o marujo. De acordo com a Ubisoft, outros piratas notáveis ao longo da história também estarão na trama, como Charles Vane, Calico Jack, Anne Bonny e Ben Hornigold, em recriações de eventos históricos que incluem o assalto de Bartholomew Roberts a uma frota de 42 navios portugueses e a destruição da armada espanhola. Nos sete mares, Edward não se preocupa muito com os outros nem mesmo com a Ordem dos Assassinos -, mas tem adoração pelo seu navio. E isso refletirá na mecânica, que permitirá decorá-lo como quiser.


produção global

O desenvolvimento de “Assassin’s Creed IV: Black Flag” é liderado pela Ubisoft Montreal, veterana da série, mas conta com a colaboração de 7 outros estúdios ao redor do mundo: Annecy (França), Bucareste (Romênia), Kiev (Ucrânia), Quebec (Canadá), Singapura e Sofia (Bulgária).

Rei dos sete mares Em “Black Flag”, além do Caribe, várias ilhas poderão ser visitadas, como Jamaica, Cuba, a parte sul da Flórida, Nassau e as Bahamas, totalizando cerca de 50 locais que poderão ser visitados em um vasto mundo aberto. Essa imensidão azul promete convidar o jogador a caçar baleias, visitar gruas, ir à pequenas cidades e ilhas separadas por centenas de quilômetros do oceano e da selva para buscar tesouros. Nem todos os trechos, porém, estarão abertos e só serão liberados com atualizações no navio. O perigo, entretanto, está nos grupos piratas rivais, que atacarão em barcos leves e rápidos e outros mais pesados, mas

com armamento mais poderoso. Para combatê-los, um arsenal de armas como canhões do navio e muita estratégia naval poderá ser usada, mas pouco sobre isso foi revelado.

Novos controles Apesar de boa parte do jogo rolar na água, algumas características de títulos anteriores estarão de volta, como a ação furtiva, que será importante para se infiltrar e explorar as ilhas, e os assassinatos. Cenas de escalação em edifícios também foram confirmadas pela Ubisoft, reforçando os elementos de parkour que acompanham a franquia desde o primeiro jogo. De novidade, a habilidade de mergulhar para explorar o fun-

do do mar, contemplar as belezas da vida aquática e explorar navios naufragados em busca de tesouros, pistas e relíquias, algo que nunca foi visto na série. O diretor do jogo na Ubisoft Montreal, Ashraf Ismail, disse ao site Joystiq também que “Assassin’s Creed IV” voltará para “a velha filosofia da série”, apontando o objetivo das missões para o jogador, mas dando liberdade para você executá-la como quiser. Por fim, um objeto muito usado por piratas, a luneta será usada para enxergar navios locais ou ilhas. E como à época não havia grandes aparatos tecnológicos de localização, Edward terá de olhar para o céu e se localizar pelas estrelas e posição do sol.

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lancamentos

De olho na nova geração. Em um aspecto, “Black Flag” já está em vantagem sobre seu antecessor: além do Playstation 3, PC, Xbox 360 e Wii U, o jogo já está confirmado também para o PlayStation 4, o que aumentará ainda mais a expectativa sobre o visual, que sempre foi um ponto alto da série. Segundo declaração do diretor Ashraf Ismail ao site Joystiq, “Black Flag” roda no motor gráfico AnvilNext, o mesmo de “Assassin’s Creed III”, de 2012 e, segundo ele, este motor gráfico foi desenhado para rodar “em outras plataformas além dos consoles atuais”. Nos consoles atuais, “Black Flag” estará disponível em 29 de outubro. Já as versões de PC e PlayStation 4 ainda não tem data de lançamento definida. Nas plataformas da Sony, o game terá 60 minutos de “conteúdo exclusivo” - e nada mais foi dito sobre esse material.

Sobre a possibilidade de o jogo ter legendas e dublagem em português, a exemplo de “Assassin’s Creed III”, a Ubisoft diz que ainda não tem nada para declarar, mas faz questão de ressaltar que todos os seus principais títulos nos últimos meses têm chegado com, no mínimo, legendas em nosso idioma. Quanto a uma eventual versão para o sucessor do Xbox 360, nada foi dito. Porém, convém refrescar a memória: até agora o próximo console da Microsoft não foi revelado oficialmente, então ficaria difícil para a Ubisoft confirmar um jogo para uma plataforma que sequer foi confirmada.

MÃO NO BOLSO Decorar e melhorar o navio e seus tripulantes é necessário para enfrentar os perigos do oceano. Porém, para isso é necessário colocar a mão no bolso. As armas também podem ser melhoradas, mediante singelos pagamentos, é claro. 10


Prévia: Resident Evil-Revelations

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m dos jogos mais cultuados do Nintendo 3DS e considerado por muitos como o melhor "Resident Evil" dessa geração, "Revelations" deixará a telinha do portátil para ganhar visual em alta definição nos consoles PlayStation 3, Wii U, Xbox 360 e no PC. "Revelations" equilibra momentos de puro terror e suspense com trechos de muita adrenalina e tiroteios intensos, mas pende mais para o estilo 'survival horror' que tanto agrada os fãs veteranos de "Resident". O jogo faz a ponte entre os acontecimentos de "Resident Evil 4" e "RE5" e tem como protagonista Jill Vallentine. Personagens novatos engrossam a lista, mas o antigo parceiro de Jill, Chris Redfield também está no jogo. Boa parte de "Revelations" se passa no navio Queen Zenobia. O confinamento nas câmaras do navio amplificam a sensação de 'horror de sobrevivência' e remetem à mansão do primeiro jogo. Há passagens em flashback em outras locações, que aos poucos explicam os acontecimentos do jogo.

Adaptado para plataformas

novas

A adaptação do game para as plataformas domésticas terá personagens mais detalhados, cenários com texturas melhores e novos efeitos de luz e sombra. Em entrevista ao site 1Up, o produtor do jogo, Tsukasa Takenaka afirmou que personagens como Chris Redifield ganharam novas texturas em suas roupas e até porta-objetos extras em suas cinturas. Na versão HD, "Revelations" utilizará o mesmo sistema de controle do recente "Resident Evil 6". Você anda e atira ao mesmo tempo e pode mirar em qualquer alvo enquanto se movimenta. A disposição dos inimigos no cenário será diferente da vista no Nintendo 3DS, para pegar de surpresa os jogadores que conhecem o título original do 3DS. Além disso, o jogo terá um novo nível de dificuldade, que torna as coisas ainda mais similares aos "Resident" de antigamente: a munição será limitada e não será possível caminhar e atirar ao mesmo tempo.

Partidas multiplayer "Resident Evil: Revelations" não

terá suporte ao jogo cooperativo em sua campanha principal que se divide em 12 estágios e não é tão longa quanto a de "RE6". Para prolongar a vida útil do jogo, há o modo Raid, em que dois jogadores podem unir forças em partidas online, detonando monstros em uma corrida contra o tempo através de fases já vistas na campanha principal. Ao longo do 'Raid', os participantes podem desbloquear melhorias para as armas. É possível jogar a modalidade sozinho e escolher entre vários personagens, inclusive Hunk, o popular mercenário mascarado que fez sua estreia em "Resident Evil 2".

eM pT br

"Revelations" terá legendas em português no PC, PS3, Xbox 360 e Wii U. 11


lancamentos

T

he Last of Us é dos mesmos criadores da série “Uncharted” e é fortemente ligado na narrativa – mas essas são todas as semelhanças entre os dois títulos. Um dos mais aguardados jogos exclusivos do PlayStation 3 em 2013, o game da Naughty Dog promete mudar a forma que vemos os jogos de sobrevivência. Antes de qualquer coisa é preciso esclarecer que “The Last of Us” não é um jogo de tiro. Atirar é a última coisa que você vai querer fazer, pois apenas o som

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do disparo pode ser sua sentença de morte – e isso ficou bem claro na demonstração que jogamos durante a PAX East. A demonstração pode ser dividida em duas partes: a exploração e a fuga dos infectados. A primeira parte mostra como Joel guia Ellie e Tess pelos escombros da cidade de Boston. O grupo tem uma discussão sobre qual caminho a ser seguido e Joel decide seguir por dentro de um prédio de escritórios caindo aos pedaços. Nesta parte vemos que o trabalho em equipe é muito útil: Tess en-

contra itens e os entrega para Joel, escala paredes com a ajuda do coroa e coisas do tipo. Ellie não faz muita coisa, na verdade a garota parece muito assustada, dando a impressão que este é o início da jornada dos dois – o produtor da Naugthy Dog que nos acompanhou na demonstração não disse em qual altura estava.

“Tensão e medo são as principais armas de The Last of Us”


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lancamentos

o jogo

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reste muita atenção no que encontrar pelo caminho: tesouras, fitas e outros materiais são essenciais para a sobrevivência. Em certa parte, Joel consegue itens suficientes para fazer uma arma branca – mais silenciosa e mortal do que uma pistola. Na verdade, criar itens é uma tarefa especial e obrigatória, não uma tarefa paralela descartável. Com essa ferramenta de jogo você cria não só armas brancas, mas também outros itens como bandagens de primeiros socorros e até ferramentas para fugir de uma situação perigosa Medo do inimigo Em um determinado momento, Joel encontra um Clicker, um dos mais letais infectados de “The Last of Us”. Neste monstro, o fungo salta pelos olhos, deixando o seu hospedeiro cego, porém muito mais letal. Essa fera se guia pelo som, ou seja, qualquer barulho vai atrair sua atenção. Ao chegar à estação de metrô, encontramos uma dezena de Clickers e infectados. O som que esses monstros fazem causa aflição e

desespero. Mas, claro, um Clicker nunca está sozinho, outros infectados também estão na sala e conseguem usar seus olhos para tudo, até mesmo para ver Joel chegando na surdina. Morri todas as vezes que optei pelo combate. Atirar na cabeça não adianta de nada: eles já não usam o cérebro pra nada. Além disso, a pontaria de Joel não é tão boa quanto a de Drake (de “Uncharted”) e os inimigos são muito mais rápidos do que o velhote. Andar devagar é sempre a melhor alternativa – e foi assim que consegui sair da estação. Se conseguir fazer um ataque surpresa, melhor. Caso contrário, siga seu caminho. Proteja sua vida. Esse é o sentimento que sempre vem em “The Last of Us”. A partida durou exatos 30 minutos, mas isso foi o suficiente para dizer: este é um dos melhores games que você vai jogar em neste ano – “The Last of Us” chegará ao PS3 em 14 de junho. Este é um jogo de sobrevivência, por isso, tire o dedo do gatilho e se prepare para uma das aventuras mais assustadoras desta geração.

instinto apurado Joel e Ellie lutam pela sobrevivência em mundo devastado por praga misteriosa

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Lutando pela sobrevivência

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s personagens Joel e Ellie vivem em um mundo pós-apocalíptico (inspirado em cidades dos Estados Unidos) devastado pela vegetação selvagem e por um vírus letal que matou toda a população. Para piorar a situação, os que lá existem são seres macabros e assustadores.

De idade não divulgada, Joel é um ex-contrabandista de armas e drogas que sabe bem como se livrar no meio do caos. Já Ellie é uma garota orfã de 14 anos que morava em uma zona de quarentena militar e sequer se recorda da sua vida antes do apocalipse que se instaurou no mundo.

Os dois acabam se encontrando de uma forma nada convencional, já que Joel é encarregado de 'contrabandear' Ellie para um local seguro. De acordo com a Naughty Dog, a relação entre os dois será desenvolvida ao longo da trama.

Controles intrigantes O game promete diferentes tipos de mecânicas. O diretor geral do jogo, Bruce Staley, diz que o jogo terá uma arma e pancadaria."Como traçar a estratégia com isso será o mais intrigante", avisou. 15


lancamentos

BATTLEFIELD 4: Novas informações

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cabou de "vazar" informações fresquinhas referentes ao Battlefield4. E segundo o sitezing.cz Battlefield 4 aparecerá já em Novembro de 2013.

Detalhes técnicos: Battlefield4 sairá para consoles da próxima geração, bem como para os consoles atuais e PC. Battlefield4 rodará na resolução 720p nativo a 60 quadros por segundo. | Suportará 60 jogadores para consoles da próxima geração e PC, 24 jogadores para outras plataformas. |Battlefield 4 utilizará a engine Frostbite 2.5. | A versão para PC suportará apenas DirectX 11 | Efeitos climáticos dinâmicos: chuva aleatória, tempestades de poeira e neblina. | Destruição 4.0 - garante terreno destrutível

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ao máximo. |

Detalhes específicos: Battlefield 4 se passará na China, no ano de 2020. | Duas frações (China e EUA) | Meio Ambiente e fundo do conflito serão o foco. O modo single player está projetado para fornecer cerca de 5 - 6 horas de jogo. | Mais armas, armas mais modernas, mais gadgets e sistemas de armas. | No modo de jogo multiplayer, haverá modos de jogo tradicionais. | O modo comandante retornará a série. | Controle do veículo melhorado. Dois veículos previamente conhecidos M1A2 TUSK e PLA Type 99 | Combate aéreo será muito melhorado.| Aeronaves como a J20, Y20 e Xianglongdeverão estar presente. Maior espaço aéreo para guer-

ra de aviões. | Battlelog 2.0 sistema do Antigo melhorou muito - incluindo ajustar o seu soldado e seu equipamento. O sistema também deve permitir micro-transações. As micro-transações não devem ter nenhum efeito sobre a jogabilidade. Primeiros mapas multiplayer: Diaoyu Island, Tiananmen, Shanghai Bund, Xizhimen, Xizhimen Rush. Primeiro DLC e o nome dos mapas: Power station in Dalian, Daqing oil field, The great wall of China, Wake Island. Data de lançamento: novembro 2013 Como sempre, as informações não são oficiais e não foram comentadas pela DICE. Poderemos ter certeza e saber mais detalhes na GDC 2013, durante os dias 26 e 27 de março.


Consoles / PC O Brasil bate mais dois Recordes Mundiais de Overclocking

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3DTeam X5, time oficial da Corsair, bateu hoje dois importantes recordes mundiais de performance 3D. Ronaldo Buassali (rbuass) e Jacson Schenckel (schenckelbros), realizaram modificações extremas nos componentes de sua Zotac GTX Titan e com isso, conseguiram a impressionante frequência de 1777 / 1851 Mhz de frequência.

Isto representa mais do que 100% de overclocking, o que equivale a dizer que com apenas uma placa, conseguiram performance maior do que se estivessem utilizando duas placas. O detalhe principal é terem literalmente “destruído” completamente uma placa de altíssimo custo, modificando-a complet-

amente para isto. Com este resultado, eles obtém, junto com as equipes da EVGA e da ASUS, os resultados mais valiosos e importantes do “mundo overclocker” com a diferença de realizarem os resultados de maneira “caseira”, enquanto os competidores de outras empresas contam com total suporte dos fabricantes.

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Consoles/ PC

Deixamos abaixo os comentários de Ronaldo e as fotos do acontecimento Depois de termos matado e ressuscitado uma GTX Titan na semana passada, tivemos a oportunidade de trocar por um exemplar um pouco melhor. A placa anterior, que fez excelentes resultados, tinha capacidade de chegar a apenas 1175 / 1710 Mhz (GPU/RAM) em sua refrigeração original stock, e esta nova, chegamos a 1211 / 1736 Mhz (GPU/RAM), o que nos dá uma esperança maior de melhores resultados. Assim que esta placa chegou, começamos imediatamente a pensar em uma estratégia a ser utilizada para as modificações e também para a utilização. Foram muitas horas de trabalho, muitas possibilidades diferentes tentadas e também muitos problemas que tivemos que enfrentar. Uma vez que decidimos colocar uma placa com fases modificadas (zombie), em uma posição inclinada de forma a permitir a colocação de outra, a soldagem das peças e o risco também foi muito maior. Por este motivo, resolvemos proteger a superfície com fita isolante líquida, pois os restos de solda e fios soldados, causam alto risco de curto circuito nas placas. Também, após tudo realizado e testado, um capacitor cerâmico

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quebrado quase colocou fim ao nosso trabalho, que por sorte pode ser corrigido sem a desmontagem de tudo que havíamos feito. O resultado não poderia ter sido mais gratificante. Com apenas poucas horas de overclocking e somente alguns litros de nitrogênio líquido, quebramos mais 2 Recordes Mundiais Globais muito importantes. Desta vez, corremos o benchmark oficial da liga mundial UnigineHeaven e o novo 3DMarkFireStrike em sua versão extrema, o que nos deu a liderança no Campeonato Mundial da liga profissional. Gostaria de creditar metade do trabalho ao meu parceiro de equipe schenckel. Nós estudamos, modamos, preparamos, soldamos, isolamos, bencheamos, nos preocupamos e comemoramos juntos, e portanto também merece os créditos nesta hora de felicidade. Também queria agradecer à Corsair, por acreditar no meu trabalho, na Zotac Brasil e na Infsite por disponibilizarem esta placa para que eu tentasse o máximo. Aguardem nos próximos dias, pois acreditamos que teremos ainda muitos resultados fantásticos.


AMD anuncia linha Radeon HD 8000 A AMD mostrou na feira CES suas novidades para este ano: novos chips que reúnem CPU e processamento gráfico; e sua linha de placas de vídeo e chips gráficos da série Radeon HD 8000. Os chips gráficos Radeon HD 8000M serão encontrados em laptops, e terão AMD AppAcceleration para aceleração gráfica por hardware de apps do Windows 8, além de AMD Enduro para economia de energia em menor uso, e suporte a DirectX 11.1 e 3D. A família de chips - 8800M, 8700M, 8600M e 8500M - já está sendo produzida para ASUS e Samsung, e outras fabricantes devem adotá-la em breve. Para desktops, a AMD anunciou as placas de vídeo Radeon HD 8000, com suporte a DirectX 11.1 e PCI Express 3.0. Elas também oferecem AppAcceleration, mas para economizar energia usam a

tecnologia ZeroCore Power. Por enquanto, elas só estarão disponíveis para fabricantes, e devem chegar ao mercado americano no final de janeiro. Além disso, a AMD anunciou a sua nova linha de APUs: aqueles híbridos de CPU e chip gráfico, que reúnem as duas funções em um só pedaço de silício para economizar espaço e energia. Os grandes destaques são o Temash e o Kabini, apontados pela AMD como “os primeiros sistemas-em-um-chip x86 quadcore da indústria”. O Temash é voltado para tablets e notebooks híbridos, enquanto o Kabini foi desenvolvido para ultrabooks. Eles devem chegar ao mercado ainda no primeiro semestre deste ano. Outra APU apresentada é chamada Richland, que tem “desempenho visual melhorado entre 20% e 40% em relação à geração

anterior e APUs A-Series da AMD”. O grande destaque destes chips é que eles acompanham um software de reconhecimento facial e de controle por gestos (vídeo abaixo). Por fim, a empresa também vai lançar ainda neste ano uma APU de 28nm chamada Kaveri - será uma atualização do Richland. Os novos chips da AMD serão usados em diversos Sleekbooks da HP, e também em aparelhos da Vizio, fabricante americana de TVs que recentemente criou belos PCs com estilo sci-fi. Ultrabooks, desktops e tablets da Vizio serão lançados já usando as APUs da AMD. Ainda há poucos detalhes sobre o desempenho desse novo hardware - tanto APUs como chips gráficos - mas saberemos ao certo quando eles chegarem ao mercado e pudermos ver os benchmarks.

Linhas anteriores

Série HD 5000 - HD 5970

Série HD 6000 - HD 6990

Série HD 7000 - HD 7990

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Consoles/ PC

NOvidades das placas MSI GeForce GTX 650 Ti Boost OC

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site WCCFTech possui fotos e algumas especificações da próxima GeForce GTX 650 Ti Boost da MSI. A placa usa o sistema de refrigeração TwinFrozr III. A MSI GeForce GTX 650 Ti OC BoostEdition é uma parte da MSI’sGaming Series, que foi anunciado na CeBIT não muito tempo atrás. A nova placa de gama média da fabricante possui 768 núcleos CUDA, juntamente com 2GB de memória GDDR5 através de uma interface de 192 bits. A placa da MSI tem clock de 1033 MHz, aparentemente este é o clock de base, de modo que o boost clock será ainda mais rápido. Além disso, a memória da placa tem clock de 6Gbps efetivos. A placa de vídeo vem também equipada com um design personalizado do TwinFrozr III, a qual é muito semelhante a outros produto da MSI. Ela também possui componentes da MilitaryClass III. Trata-se de uma placa acessível para jogos com um preço perto de U$190.

Far Cry 3

Battlefield 3

20

60 %

60 %

70 %

80 %


placas do mercado Asus - Radeon HD 7790 Directcu II

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Dual-FanDirectCU II possui um projeto térmico que garante temperaturas 20% mais frias e desempenho muito mais silencioso do que as placa de referências. A ASUS anunciou hoje a HD 7790 DirectCU II, que vem com overclock por parte da AMD e usa uma refrigeração Dual-Fan para alta performance e uma operação silenciosa. A HD 7790 DirectCU II oferece DirectX 11.1 para jogos e desempenho multimídia com eficiência energética devido a sua tecnologia de 28nm, e suporta os mais recentes jogos de PC com configurações gráficas que variam do médio para o alto em full HD. Ela possui clock de 1075 MHz em sua GPU e 1GB de memória GDDR5 rodando a 6400 MHz. Com seu preço atraente, oferece um desempenho sólido em todos os jogos de PC atuais e futuros, mantendo os requisitos de energia modestos com dois conectores de 6 pinos de energia.

Assassin`s Creed III

Crysis 3

50 %

50 %

60 %

80 %

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Consoles/ PC

Asus anuncia ARES II a sua nova Dual GPU

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lacas de vídeo com duas GPUS não são novidade,mas ha muito poucas companhias que fazem isso no mesmo nível que a ASUS(e dizem que arrasam),alem de seus produtos que são padrão de referencia derivada como a GTX690 e a HD 6990,a companhia também produz um ou outro produto de ultra luxo ,que arrasam em termos como performance consumo a tamanho. Essas placas foram lançadas sob as marcas ARES(AMD) e MARS (NVIDIA) que teve seu ultimo lançamento ,a MARS II DUAL-GTX580 em 2011. Na CES 2013 que está acontecendo em Las Vegas a Asus anun-

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ciou a sua ultima placa Dual GPU , a Asus ARES II,assim como a ARES I que era baseada na Radeon HD 5870 a ARES II é baseada na Radeon HD7970 GHz Edition ,trazendo duas overclocked 7970GE GPUs e 6gb de memoria (3GB por GPU)em uma unica placa as velocidades ficaram em 1050MHz para o núcleo e 6.6GHz para a memoria, 50Mhz(5%) e 600MHz (10%) a mais que uma 7970GE respectivamente. Como o esperado,os requer-

imentos de energia e resfriamento para esta placa são bem elevados,onde a experiência em customização da Asus entram, para alimentar a fera serão 3 conectores de 8 pinosPCie,e com mais 75w do slot de PCie chegando na casa dos 500w (quase o dobro de uma 7970GE). ASUS ainda não anunciou a data de lançamento nem preço estimado ,mas baseado nas placas anteriores o preço deve ficar em torno dos US 1500,00.


RUMOR: GeForce GTX 780 chegará em Março

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pesar de ainda faltarem vários meses para o seu lançamento, já começaram a surgir informações sobre a próxima topo da gama da Nvidia, a GeForce GTX 780. A placa será baseada no GPU GK114 ou GK114 GX, tal como o SemiAccurate revelou. Ainda não é exato o nome do GPU, pelo que este pode também vir a ser chamado de GX114. Fontes do SemiAccurate usaram ambos os nomes para o GPU topo de gama, GK114 e GK114-GX. Dado a semelhança entre os nomes não descartamos o nome GX114. Tal como as placas AMD Radeon HD8000, o GK114 sofreu uma ligeira optimização, com foco no consumo de energia e tamanho do die. Embora não seja certo que esta supere a AMD, o consumo global de energia é idêntico. Quanto ao desempenho, rumores indicam que o GK114 irá superar o GK104 em 15%. O GK114 está previsto para Março no melhor caso, mas dado o registo de atrasos da Nvidia esta data de lançamento pode ser muito otimista. Fontes informaram que o GPU da Nvidia só deverá estar disponível em grande número a partir do final de Abril. 23



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