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ESMORIZ (BARRINHA) EM FOCO

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Edição: Associação Ambiental e de Lazer de Esmoriz Setembro de 2011 http://www.aalesmoriz.blogspot.com http://issuu.com/pedrodredd/docs/aale16 e-mail: aalesmoriz@gmail.com

BARRINHA DE ESMORIZ - LOCAL DE HABITATS NATURAIS A Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos é uma lagoa costeira de média dimensão, que apresenta uma cintura de vegetação ripícola bem desenvolvida e bancos de lodo, comunicando com o Atlântico através de um canal. Esta área é alimentada por águas de duas ribeiras - a vala de Silvalde, que tem a sua foz no lado norte da lagoa e a vala de Maceda, que desagua no seu lado sul - que devido ao cordão dunar litoral originam o corpo central da lagoa. A Barrinha de Esmoriz/Lagoa de Paramos é a zona húmida mais significativa no litoral Norte de Portugal, entre a ria de Aveiro e o estuário do Rio Minho. Na zona envolvente da Barrinha de Esmoriz existem áreas de pinhal (a Sul), bosques ripícolas/húmidos (a Este e Sul), praia e dunas (a Oeste), campos agrícolas (a Norte, Leste e Sul), planície com vegetação rasteira/arbustiva (a Norte) e construções (a Norte, Este e Sul). Habitats: Florestas e matas (floresta de coníferas, floresta aluvial, floresta com espécies de folhas persistente; Matos (matos esclerófilos); Prados (prados húmidos); Zona húmida (bancos de vasa ou areia, dunas e praias, lagoa costeira, águas paradas doces, águas paradas salobras, cursos de água, vegetação ribeirinha); Áreas marinhas (mar, zonas costeiras); Zonas artificiais (terra arada, campos e pomares perenes, zona urbana e industrial); Vegetação exótica. Fonte: http://ibas-terrestres.spea.pt/

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A diminuta fuinha-dos-juncos chama a atenção pela sua peculiar vocalização, geralmente acompanhada por voos de exibição. Quando não canta, esconde-se entre a vegetação e pode ser muito dificil de observar.

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Esta ave insectívora é bastante pequena, podendo ser confundida com outros pequenos insectívoros. É mais facilmente identificável pelas vocalizações que emite enquanto executa os voos territoriais, que fazem lembrar um insecto. A espécie tem bico fino e curto, cor castanho claro, os olhos envolvidos por uma tonalidade mais clara como se estivesse maquilhada e não possui listas na cabeça e na nuca. A fuinha-dos-juncos é residente no nosso território, mas a sua detectabilidade varia muito ao longo do ano, podendo ser difícil de detectar quando não canta. É bastante comum em habitats óptimos, nomeadamente searas, pastagens de erva alta, charnecas e baldios. Pode ser encontrada com facilidade, mesmo em terrenos abandonados em zonas fortemente humanizadas. Distribui-se de norte a sul do país mas é claramente mais comum em zonas de baixa altitude, sendo bastante rara acima da cota dos 800 metros.

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O RELACIONAMENTO DO TREINADOR COM OS PAIS DOS PRATICANTES

No processo de formação desportiva o papel exercido pelos pais dos atletas é determinante nos efeitos que o mesmo pode exercer sobre os jovens praticantes. Todavia, não chega participar na vida desportiva dos filhos, na medida em que a forma como actuam com eles, tanto no seio familiar como no envolvimento competitivo, vai ter implicações positivas ou negativas na forma como os próprios filhos encaram a prática desportiva. Ora é precisamente a este nível que o treinador pode exercer um papel fundamental ao ser o elo de ligação dos pais com a actividade desportiva que os filhos praticam e os próprios filhos. Para tal compete-lhe fornecer aos pais dos atletas toda a informação acerca da prática desportiva, enquanto “mais valia” para o jovem praticante, bem como indicar “pistas” acerca da forma como se devem comportar os seus filhos. Assim é fundamental que os pais compreendam que a prática desportiva á antes de tudo um meio de formação do seu filho. A aquisição de valores correctos podem ser promovidos pela prática desportiva desde que os resultados das competições e os possíveis comportamentos de conflito entre colegas ou treinadores recebem por parte dos pais o tratamento adequado quando são analisados pelos mesmos. Tal significa que o esforço desenvolvido pelo atleta na competição deve ser sempre entendido como o mais importante, independentemente do resultado do jogo e que as situações de conflito devem ser resolvidos no seio da equipa devendo os pais junto dos atletas ausentarem-se de ajuizar acerca de situações que desconhecem. Sempre que os pais queiram compreender situações que lhes parecem problemáticas, o treinador deve estar disponível para conversar desde que seja sempre em privado. A participação dos pais na vida do clube também deve ser considerada desde que eles compreendam que é importante a sua participação sem pretenderem ser protagonistas de “coisa alguma”. A participação de todos no projecto colectivo é fundamental, pertencendo ao treinador a liderança principal do processo e a participação de todos os outros que o envolvem quer directa ou indirectamente. O envolvimento no seio familiar constitui algo fundamental, devendo o treinador fornecer aos pais informações acerca das condutas a ter com os filhos nesse envolvimento. É inquestionável a influência exercida pela intervenção dos pais em casa no equilíbrio afectivo dos filhos. Isto assume particular destaque no plano desportivo, na medida em que o atleta experimenta frequentemente fases de grande oscilação, que vão desde a euforia ao descontentamento; tal requer um ambiente familiar que o auxilie no entendimento e aceitação dos desaires e fracassos, mas também na gestão e enquadramento sensato dos êxitos. Isabel Mesquita


OS GINÁSIOS E/OU OS RECINTOS DESPORTIVOS OS ATLETAS E OS OUTROS

O desporto hoje exige espaços adequados para a sua prática. Tanto os ginásios como recintos fechados ou quaisquer outros desportivos ao ar livre, devem preencher todos os requisitos para que se faça sentir a evolução de quem pratica, atleta de competição ou não. Em trinta anos, Portugal saiu do desporto de rua para a prática em ginásio, ou em recintos delimitados, com medidas legais e regras universais. Algumas modalidades ou clubes dão-se até ao luxo de ter centros de estágio a alguma distância do seu habitual local de competição . Neste aspecto, as modalidades que mais evoluíram foram o basquetebol, andebol, voleibol, e tem recebido um grande impulso o futebol dito de salão. É positivo terem saído da rua porque passaram de modalidades de “pé descalço”, para modalidades muito perto do rigor cientifico que preserva o corpo das agressões empíricas. Na natação passamos dos recintos em rios mar ou lagos, delimitados com flutuadores, existentes há mais de quarenta anos, para as piscinas de 25 metros e depois para as de 50 metros. As chamadas piscinas olímpicas. Deixaram de se percorrer as tradicionais descidas de rios, começou-se a nadar duas ou três horas duas vezes por dia em treinos fraccionados. Mas a saída daquilo que era pobre, não significa que tivesse tido a passagem do pior para o melhor porque existem os excessos e mesmo o completo abandono dos trechos naturais. Mesmo estas modalidades deveriam servir-se de outras no seu preparo quotidiano, como por exemplo corridas em bosques ou zonas arborizadas, em rios ou lagos e mesmo na praia com banho no mar, montanhas, ou seja, em pleno contacto com a natureza. Os desportos de ar livre utilizam na sua preparação qualquer meio natural e o próprio ginásio para musculação. Toda esta evolução deveria ser acompanhada com um maior número de pessoas a praticar. Mas não! Como os recintos desportivos são onerosos, o número de praticantes no desporto é menor. Quem quer cultura física, paga bem caro, muitas vezes em ginásios de engorda, que procuram somente o lucro, são duvidosos quanto ao resultado final para quem usa esses espaços. Há quem trabalhe só para o espelho, dividindo demais os exercícios, com máquinas demasiado perto umas das outras, sem espaço para descontraírem um pouco na passagem de uns para outros aparelhos. Se utilizam produtos complemento alimentares, e porque utilizam, precisam de ter junto de si especialistas em alimentação. Isto para não se envenenarem com doses erradas. Ainda nas modalidades de ar livre, há muito tempo que se usam pistas próprias para a sua prática. Em Portugal só foi construída uma em Montemor-o-Velho, para remo e canoagem, que tem apenas dois anos, com poucas condições e fracos acessos. É o drama de um país do extremo da Europa, com reduzidos recursos financeiros, e com administradores políticos que deviam tratar todas as modalidades igualmente. Qualquer modalidade dá o lucro que dá, e esse lucro pode reflectir-se na saúde da população, que, recorrendo à prática desportiva evita o consumo de medicamentos, prevenindo-se assim contra as doenças. A prática desportiva com medição de tempos ou testes adequados, feitos aos atletas ou outros, são auxiliares perfeitos para o bem estar e para uma vida óptima, livre de medos, com a coragem a que a natureza obriga e ensina.Se os recintos desportivos forem adequados e as suas portas estiverem abertas a todos, seremos felizes. António Rocha (Treinador)


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