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As minhas mãos são grandes para o meu tamanho. A esquerda é mais habilidosa, mas de nada valeria sem o auxílio da direita. Uso as unhas curtas e raramente as faço, esmalte é coisa de dia de festa, no dia a dia as colas e tintas o deixariam emporcalhado. Nestes últimos tempos adquiri dois pequenos calos, um no dedo do meio e outro no dedão, onde a tesourinha apoia. Não sei bem como minhas mãos tornaram-se tão ágeis. As vezes acredito que elas pensam por si só, tamanha a rapidez que respondem às ideias. São mãos do fazer. Gostam de sentir novas texturas, vêem com as pontas dos dedos, matam a curiosidade pelo tato, são ansiosas por novas experimentações, ainda mais quando se trata de novas ferramentas. Jamais poderia ser apenas uma projetista, minhas mãos não admitiriam estar fora do processo e com certeza fariam greve e se recusariam a levar o garfo à boca. Há um espírito forte que anima minhas mãos e as fazem sorrir todas as vezes que têm a chance de participar de um fazer artesanal, desta forma, e pelo grande agradecimento às minhas mãos é que me apresento. Muito prazer.

artesanato contemporâneo


Charlotte


“Je m’appelle Charlotte” Foi assim, em francês mesmo e com biquinho, que a tiarinha se apresentou... melindrosa na delicadeza e no charme... faz a diferença em qualquer cabelo, nos de festas ou nos casuais, soltos ou presos... Despojada, moderninha e ainda com carinha de retrô. Esta foi a primeira que surgiu do encontro, ao acaso, com uma estante de fitinhas de cetim.


Brigitte


Este modelo surgiu com um pequeno passo adiante no processo criativo. É mais elaborada na organização de sua estrututa simétrica; por este motivo é um pouquinho mais ousada, quem sabe até mais sofisticada, no entanto, a fita de cetim mantém o ar retrô. As tiaras vão surgindo com personalidades próprias: são minhas “meninas”, a exaltação da feminilidade... podem variar na cor, mas não na essência... são inteiras e não sentem pela metade.


Brigitte mignon


Esta menina é a caçula, a queridinha, a menorzinha, é também mais tímida, não anuncia a sua presença, mas está ali para ser percebida; gosta da simplicidade, de andar descalça e sentir as superfícies sob os pés. Este modelo é uma versão menor da Brigitte, é a praticidade que se deseja para o dia a dia, muito fácil de combinar com qualquer produção.


Marie


Surgiu da ousadia de procurar novos materiais e novas possibilidades. Apresentou-se como uma mocinha que cultiva sonhos e amores, que vive entre a saudade do passado e as expectativas do futuro, flutuando no presente. Tanto pode ir a uma festa quanto acompanhar a leitura despretenciosa de uma revista num cafĂŠ.


Marietas


Estas surgiram como uma pequena coleção de inverno, a vontade de dias frios com céu azul, perfeito para se estar ao ar livre. O aconchego de tecidos mais quentinhos, a lã xadrez e o veludo, uma xícara de chocolate quente e um banco ao sol. São companheiras, gostam de andar de braços dados e conversar olhando nos olhos. Muito versáteis, podem ser usadas tanto em dias que precisam de um cachecol, quanto em dias em que o vento não sopra frio.


Georgette


Esta é a mais cocotinha de todas, chega até ser melindrosa e os anos 20 são sua inspiração. É sonhadora e gosta de dançar com a música que inventa quando solta a imaginação. A verdade é que adora uma festa, um encontro especial. É completamente livre e para ela não há limite de materiais.


Bellinhas


Estes grampinhos surgiram para enfeitar aquelas que gostam de um toque especial, que só será encontrado por quem as olhar com atenção. As presilhas são delicadinhas e de uma alegria sem fim, mostram-se como uma surpresa para quem as encontra e abrem um grande sorriso sincero. A matéria-prima são os botões, muito divertidos, alegres e coloridos para ficarem apenas em casas de camisas. Eles mereciam outros horizontes.


Colares


O pescoço já andava tristonho com toda a atenção dada à cabeça, por este motivo os colares precisavam ser alegres, espontâneos e terem movimento. Surgiram como mistura entre o rústico e o delicado. E, como característica, são imperfeitos por essência, mas aquele tipo de imperfeição charmosa, que conquista por ser real. Carregam também uma feminilidade latente, escondida na flor que desabrocha das amarrações ou nas pérolas que brotam dos fios-raízes.


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Catálogo Ju Padilha  

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