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P E DRO CA MP O S A LTO Z A NO

architect

pedrocamposaltozano@gmail.com Ayala 60, 28001 Madrid, Spain +34 616 31 11 90


P E D R O C A M P O S A LT O Z A N O Architect C/ Ayala 60, 28001 Madrid, Spain (+34) 616 31 11 90 pedrocamposaltozano@gmail.com Recently graduated architect with experience working in international offices within multi-cultural teams. With all the necessary skills to succesfully carry out design and managemente of architectural projects. Travelled and lived around the world extensively. Also interested in business and entrepreneurship. Arquitecto recién graduado, con experiencia trabajando en estudios internacionales con equipos multiculturales. Con todas las habilidades necesarias para llevar a cabo el diseño y gestión de proyectos arquitectónicos. También interesado en emprendimiento y negocios.

E DUCA TI ON EDUCACIÓN

Madrid 2017 - 2018

ETSAM (Universidad Politécnica de Madrid) Master in Architecture (M.Arch / Part II equivalent) Máster habilitante en Arquitectura Madrid 2010 - 2016

ETSAM (Universidad Politécnica de Madrid) Bachelor in Architecture (B.Arch / Part I equivalent) Grado en Arquitectura

W OR K E X P E R IE N C E

D IGITA L

Berlin, Aug - Dec 2016

2D

EXPERIEN C IA LAB ORA L

Sigurd Larsen Architecture Internship

Tokyo, Sep - Nov 2015

Junya.Ishigami + Partners Internship

Seoul, Aug 2015

Atelier Lion Seoul Internship

Seoul, Jan 2015

Lifethings Architects Internship

Bachelor in Architectural Engineering Madrid 2008 - 2010

Rhino Sketchup Vray BIM

Revit GRAPHIC

Madrid, Jan 2014; Mar 2017

OTHERS

Workshop

Proyeco S.A. Collaboration

Adobe AfterEffects Microsoft Office

EXPOSIC ION ES SKILL

5/5

IFAC

OTH E R S

Madrid, Jan 2013

Madrid. Oct. 2017 - ongoing

Bardón Artacho Arquitectos Collaboration

5/5 4/5 3/5

ID IOMAS

ENGLISH - Proficient INGLÉS - Competente SPANISH - Mother tonge ESPAÑOL - Idioma Nativo

Award for Academic Excellence

FRENCH - Advanced FRANCÉS - Avanzado

Seoul, Dec 2014.

HBC Creative Community Myeondong Cathedral,Prof. Hangman Zo Madrid, Jan 2014.

2/5

5/5 5/5 4/5

3/5 4/5

OTR OS

The Power MBA

Business and entrepreneurship course Curso de negocios y emprendimiento

LA N GU A GE S

From Pattern to Space

Atlas of Emulations of the Informal II ETSAM, Madrid. Prof. Federico Soriano Madrid, Dec 2012.

Un Arquitecto es una Plaza ETSAM, Madrid. Prof. Campo Baeza

PUBLI CATI O NS PU B LIC A C ION ES Jul 2015

(Int’l Festival of Arts & Construction) Workshop

Seoul, Jun 2015.

GLocal Hall, SNU. Prof. Yumi Lee

Covarrubias, Aug 2014

Nuestra Señora del Pilar High School Colegio Nuestra Senora del Pilar Premio a la Excelencia Académica

3D

RCR Arquitectes

Seoul, South Korea 2014 - 2015

Exchange at Seoul National University (SNU) Intercambio en Universidad Nacional de Seúl

Autocad

Illustrator Photoshop InDesign

Olot, Aug 2014

EXHI BI TI O NS

PROGR A MAS

Madrid, 2013. CBA (Círculo de Bellas Artes)

Project for the change Proyectando el Cambio

Course directed by E. Souto de Moura Curso dirigido por E. Souto de Moura Chiang Rai, Thailand. August 2013

Volunteering at Mirror Foundation Voluntariado en Mirror Foundation

Diversity for Creativity Library Youth (www.library.it) Seoul, Jun 2015

Zambia: a new space for knowledge Seoul National University Seoul, Jan 2014

HBC Creative Community Seoul National University Madrid, Sept 2014

Atlas of Emulations of the Informal II Ed. Mairea. ETSAM Olot, Sept 2014

2012-2014 Arch. and Landscape RCR Arquitectes - LabA Espai Barberi


INDEX

M A S T E R , F I N A L TH ESIS

TRABAJ O D E FIN D E MÁ ST ER (T F M)

ÍNDICE

Madri d. 2017-18

01

El Antiguo Hospicio Valcárcel B A C H E L O R , F I N AL TH ESIS TRABAJ O D E FIN D E G R A D O (T F G )

Madri d. 2017

02

Retrato de la Ciudad Archipiélago

(Un análisis en cuatro escalas del Berlín Occidental)

B A C H E L O R I N AR C H ITEC TU R E GRAD O E N ARQU ITE CT U R A

Madri d. 2012

03

House for a Painter

C ovarrubi as. 2013

04

La Gardenia de Pepa

Madri d. 2013

05

Little Dogs

Seoul . 2014

06

Bring’em All Together

Madri d. 2015

08

The Type Tower

Single Family House / Vivienda Unifamiliar

Built Prototype 1:1 / Prototipo Construido 1:1

Construction System / Sistema Constructivo

Residential and Mixed Use / Residencial y Uso Mixto

High Rise Housing / Vivienda en altura

PROFESSIONAL EXPERIENCE PRÁCTICAS PROFESIONALES

B erl i n. 2016

09

Felleshocker

B erl i n. 2016

10

The Lake House

Tokyo. 2015

11

Doha Museum

Ol ot. 2014

12

Olot Master Plan

Sigurd Larsen Architects

Sigurd Larsen Architects

Junya.Ishigami + Partners

RCR Arquitectes


01 E L A N T I G U O H O S P I C I O VA L C Á R C E L MASTER FINAL THESIS

TRABAJO DE FIN DE MÁSTER

ETSAM. Prof. Tuñón pedro campos altozano Madrid, 2017-18


T h e o l d V a l c á r c e l H o spi c e , bu i l t i n 1 7 6 3 , i s o n e o f th e m o st r e pr e s e n t a t i v e b u i l d i n gs o f C á di z. L o c a te d be tw e e n L a C a l e ta a n d L a V i ñ a , t h e v o l u m e i s a r e c ta n gu l a r pr i sm o r ga n i se d a r o u n d th r e e c o u r t y a r d s . A f t e r be i n g u se d a s a h o spi c e fo r a l m o st tw o c e n tu r i e s , a t r a n s f o r m a ti o n ta ke s pl a c e i n th e 1 9 6 0 s: th e i n sti tu ti o n tu r n s i n t o a s c h o o l , a n d a c o m pl e te L - sh a pe d pi e c e o f th e bu i l di n g i s r e c o n s t r u c t e d u s in g m o de r n te c h n i qu e s ye t a h i sto r i c i st a ppe a r a n c e . A f e w y e a r s l a te r , i n th e 1 9 9 0 s, i t i s fo r sa ke n . N o w , a fte r y e a r s o f a b b a n d o nm e n t, Va l c á r c e l l i e s i n a sta te o f r u i n . T h i s i s t h e s t a n d po i n t w h e r e th e pr o j e c t be gi n s, w i th th e go a l o f g i v i n g t h e b u i l d i n g ba c k to th e c i ty. T h e str a te gy ta ke s a du a l pe r s p e c t i v e : o n t h e on e h a n d, th e o r i gi n a l pa r t o f th e bu i l di n g, w h i c h h a s a n u n d e n i a b le a r c h i te c tu r a l va l u e , w i l l be r e sto r e d. On th e o t h e r h a n d , t h e L -sh a pe d pi e c e th a t w a s r e bu i l t o n th e 1 9 6 0 s w i l l b e r e d o n e f r o m sc r a tc h , ta ki n g th e c o n di ti o n o f th e r u i n a s a po ss i b i l i t y t o r e t h i n k th e w h o l e fr o m a c o n te m po r a r y pe r se c ti ve . Bo th p a r t s w i l l m a k e a c o m pl e te pi e c e w h e r e , th r o u gh th e m a te r i a l i ty a n d t h e s y m b o l i c , th e h i sto r i c a n d th e c o n te m po r a r y o ve r l a p to g i v e C á d i z b a c k a pi e c e o f i ts m e m o r y a n d, to th e c i ti ze n s, a l o st f r a g m e n t o f t h e i r c i ty.

E l A n t i g u o H o s p i ci o Va l c á r c e l , c o n str u i do e n 1 7 6 3 , e s u n o de l o s e d i f i c i o s m á s r e p r e se n ta ti vo s de C á di z. Si tu a do e n tr e l a C a l e ta y e l b a r r i o d e l a V i ñ a , se tr a ta de u n pr i sm a r e c ta n gu l a r o r ga n i za do e n t o r n o a t r e s p a ti o s. T r a s se r u ti l i za do c o m o h o spi c i o pr o vi n c i a l , y a e n l o s a ñ o s 6 0 de l si gl o XX e l e di fi c i o se tr a n sfo r m a e n c o l e gi o . E s t e c a m b i o v i e n e a c o m pa ñ a do de u n a tr a n sfo r m a c i ó n fí si c a de l e d i f i c i o : u n a L c om pl e ta de l vo l u m e n fu e r e c o n str u i da c o n té c n i c a s m o d e r n a s p e r o a spe c to h i sto r i c i sta . Ya e n l o s a ñ o s 9 0 e l e di f i c i o s e a b a n d o n a . T r a s a ñ o s de de su so , e l e di fi c i o h o y e stá e n u n e s t a d o p r á c t i c a m en te de r u i n a . C o n e s t e p u n t o d e pa r ti da n a c e e l pr o ye c to , c o n e l o bj e ti vo de de v o l v e r V a l c á r c e l a l a c i u da d. L a e str a te gi a de a c tu a c i ó n e s do bl e : p o r u n a p a r t e , s e r e h a bi l i ta r á l a pa r te o r i gi n a l de l e di fi c i o , de g r a n v a l o r a r q u i t ec tó n i c o . Po r o tr a , se r e pl a n te a r á l a pa r te qu e d a t a d e l o s a ñ o s se se n ta , to m a n do l a c o n di c i ó n de r u i n a c o m o u n a o p o r t u n i d a d de r e pe n sa r e l c o n j u n to de sde u n a pe r spe c ti va a c t u a l . A m b a s f o r m a r á n u n a pi e za c o m pl e ta do n de , a tr a vé s de l a m a t e r i a l i d a d y l o s i m bó l i c o , l a h i sto r i a se su pe r po n e a l o c o n te m p o r á n e o p a r a d e vo l ve r a C á di z u n fr a gm e n to de su m e m o r i a y a s u s h a b i t a n t e s , u n tr o zo pe r di do de c i u da d.


THE HISTORY

THE ORIGINAL BUILDING

T H E S T R AT E G Y

LA HISTORIA

El EDIFICIO ORIGINAL

L A E S T R AT E G I A

Bui l t i n the l a te XVI I I c e ntur y, Va l c á rc e l i s o ne o f the m o st re p re se nta ti ve bui l di ngs o f C á di z .

Bu ilt in 1763, t he or igin al bui l d in g is a pr ismat ic v olu me. It m easu r es 85x45 met er s an d has f o u r st or ies.

T h e oPriL AgiNnTal p Iart o fS th EAM E N TO I N IeC Ib Au L Ei lSd i n g h as an u n d en i ab l e arc h i tec tu ral v al u e. Ho w ev er, th e p art reb u i l t i n th e 1 9 6 0 s l ac k s i t. A n d b o th are i n a s tate o f r u i n .

C o nstr ui do a f i nal e s de l si gl o XVI I I , Va l c á rc e l e s uno de l os e di f i c i o s más re pre se ntati vo s de C ádi z . 85

Con stIFr uICid el ed if i c i o EL ED IOoO Ren IG IN 1763, AL or igin al es u n v olu men pr imáti c o Construido en 1786, se trata de un prisma rectangular de 85x45 en planta y met cuatro alturas. dmetros e 85x45 r os en plan t a y c u at r o alt u r as.

m

4

5

m

S i b i en l a p arte o ri gi n al d el ed i f i c i o R UcIuN Aen ta c o n u n v al o r arq u i tec tó n i c o i n n egab l e, l a p arte Si bien la parte original cuenta con un valor arquitectónico innegable, rec o nlas tr u ireconstruida d a en enl oloss años 6 060ccarece arecdeeeste.d Yeambas se parte la ruina. es te. encuentran Y ambenasun estado s e cercano en c uaen tran en u n es tad o c erc an o a l a r u i n a.

AÑOS 60

Transformación

ogar de la cárcel. Estos son conocido, desde su e los edificios más

Thr ee cou r t y ar d s organ ise th e space of t he whole v olu me: o n t he n or t h en d , Santo D omi n g o; on t he sou t h, L as Camp an as ; an d , in t he cen t er, T h e Ch urc h ’ s Courty ard.

On the 1 9 6 0 s, a L - sha pe d pi e c e of the bui l di ng w as to r n do w n and re bui l t w i th m o de r n te c hni ques ye t a hi sto ri c i st l o o k. E n l a dé c ada de 1 9 6 0 una L c o mpl e ta de l e di f i c i o f ue re c o nstr ui da c o n té c ni c a s m o de r nas y a spe c to hi sto ri c i sta.

del ma de

nte más de 0, Valcárcel se ando, y ya hoy se ente de ruina.

RECONST RUCCIÓN

ENTORNO

Una L completa del volumen original fue reconstruida con técnicas modernas pero aspecto historicista

Se añadieron también una serie de cobertizos, adosados directamente a la nueva fachada al este, y un muro perimetral que On el conjunto. the 1 9 9 0 s, rodea

the bui l di ng is abbando ne d and, a s f o r to day, it re m ai ns unuse d and i n a r ui no us sta te . E n l o s 9 0 e l e di f i c i o se a bando n a y, ya ho y, se e nc ue ntra e n un e s ta do prá c ti c ame nte de r ui na.

T h e p ro jec t takes o n a d u al p ers p ec ti v e: th e o ri gi n al p art o f th e b u i l d i n g w i l l b e res to red i n o rd er to b ri n g b ac k b o th c h arac ter an d f u n c ti o n al i ty.

en torno a tres patios:al norte, el de Santo Domingo; ElOrganizado edel deificio se yorgan iza ende lat Iglesia. or n o a al sur, las Campanas; en el centro, el Patio t r es pat ios: al n or t e, el d e San t o D oming o; al su r, el d e L as C am p anas; y, en el cen t r o, el Patio de la I g le sia.

E l p ro y ec to ad q u i ere u n a d o b l e I L I TA C I Ó N p ers pRecE HtiAvBa: en l a p arte o ri gi Así, laed manera estas adquiere n al d el i f i cdei ointervenir s e l sobre l ev ará a c abunaodoble perspectiva: en la parte original se acometerá una obra de rehabilitación que le u n a odevuelva b ra dtanto e lares tau raccomo i ó nel carácter. que le funcionalidad d ev u el v a tan to el c arác ter c o mo l a f u n c i o n al i d ad .

The Chu r ch’ s Cou r t y ar d r ecei v es su ch n ame becau se it is clos ed , on it s east sid e, by t he facade o f a chu r ch whose bod y was n ev er bu ilt .

On th e reb u i l t 1 9 6 0 s L-s h ap ed p art o f th e b u i l d i n g, a reth i n k i n g f ro m s c ratc h w i l l take p l ac e, tak i n g th e r u i n o u s c o n d i ti o n as an o p p o rtu n i ty.

último se llama precisamente porquese se cierra, en su cara ElEste Patio deasíla I g le sia llama aseste, í por la fachada de una iglesia cuyo cuerpo nunca se llegó a construir. pr ecisamen t e por qu e se cie r ra, en su car a est e, por la fachad a d e u n a iglesia cu y o cu er po n u n ca s e llegó a con st r u ir.

E n l a EnLla rec o n s tr u i d a s e l l ev ará a L reconstruida se llevará a cabo un replanteamiento arquitectónico tomando la condición comouuna c ab o desde u n cero, rep l an teami endetoruinaarq i - oportunidad para repensar este fragmento desde una perspectiva contemporánea. tec tó n i c o d es d e c ero, to man d o l a c o n d i c i ó n d e r u i n a c o mo u n a o p o rtu n i d ad .

N

RECONSTRUCCIÓN


N

N

P L A NTA P RIME RA

PL ANTA BAJ A

escala 1/250

escala 1/250

N

N

P L A NTA TE RCE RA

PL ANTA SEG UNDA

escala 1/250

escala 1/250


A LZ A D O N ORT E

A L Z A DO E S T E A L Z A DO E S T E

A LZ A D O N ORT E

A LZ A D O S U R

A L Z A DO OE S T E A L Z A DO OE S T E

A LZ A D O S U R

+ 17,25 m

+ 17,45 m

+ 13,10 m

+ 12,75 m

+ 12,75 m

+ 9,00 m

+ 8,00 m

+ 8,00 m

+ 4,75 m

+ 4,00 m

+ 4,00 m

5.00

2.00

6.00

6.00

6.00

SEC C IÓ N TR AN SVER SAL escala 1/150

6.00

2.10

7.60

4.00

4.00

6.00

4.00

1.75

6.70

3.91

17.97

SECCIÓN LONGITUDINAL Escala 1/150

3.90

6.89 6.89

9.33

5.57

7.24


D E S P I EC E D E EN VO LV E N T E pla n ta q u in ta - l a te r r a z a

1

1 - Panel sandwich cubierta (1,5% incl.) 2 - Perfil rectangular lamas cubierta (orientación sur) 3 - Perfil rectangular subestructura cubierta (eje X) 4 - Perfil rectangular subestructura cubierta (eje Y ) 5 - Piezas vidrio cubierta (1.5% incl.) 6 - Tubo rectangular arriostramiento diagonal 7 - Soporte doble UPN 8 - Chapa plegada forjado colaborante 9 - Correa perfil IPE 10 - Viga perfil IPE 11 - Perfil vierteaguas remate 12 - Travesaño soporte fachada de lamas 13 - Montante soporte fachada de lamas 14 - Pletina metálica lamas (20% incl.) 15 - Perfil remate superior fachada u-glass 16 - Vidrio fachada tipo u-glass

3

2

4 5

11 12 6 13

7

14

8

15

9

16

10

1 2 3 4 5 6 7 8 9

D E S P I E C E D E E N V OLV E N T E p la n t a s i n t e r m e d i a s 1 - Chapa plegada forjado colaborante 2 - Falso techo tipo Pladur 3 - Correa perfil IPE 4 - Solado continuo de hormigón 5 - Viga perfil IPE 6 - Pletina soporte fachada 7 - Perfil vierteaguas y soporte fachada 8 - Placa de fachada tipo aquapanel 9 - Vidrio fachada tipo u-glass

1

2

U N I ON E S D E E S T R U C T U R A Escala 1 / 20

UNI ÓN 1

UNI ÓN 2

U N I ÓN 3

U N I ÓN 4

U N I ÓN 5

Encuentro de viga y correa

Encuentro de viga y pilar

Encuentro de viga y pilar, dos direcciones

Encuentro de diagonal con pilar y viga

Encuentro de viga y pilar

alzado

alzado

alzado

alzado

alzado

planta

planta

planta

planta

planta

3

4

5

6

7

alzado

8

MONTAJE DE PASARELAS escala 1/20 1 - Cable 2 - Pasador 3 - Tensor 4 - Cáncamo 5 - Chapa metálica superior 6 - Rigidizador 7 - Viga IPE 8 - Chapa metálica inferior 9 - Tensor inferior

9

planta


02 PORTRAIT OF THE ARCHIPELAGO CITY

R E T R AT O D E L A C I U D A D A R C H I P I É L A G O

Bachelor Final Thesis. ETSAM. Prof. Roig

Tr a b a j o d e F i n d e G r a d o . E T S A M . P r o f . R o i g

A N A N A LY S I S O F O C C I D E N TA L B E R L I N I N F O U R S C A L E S

U N A N Á L I S I S D E L B E R L Í N O C C I D E N TA L E N C U AT R O E S C A L A S

E l B er l í n O es t e, c o nf i na do por e l famo s o M ur o de Be r l í n e ntr e 1961 y 1989, s e pue de ex pr es a r c o m o a r c h i p i é l a go : s e tr ata de un c o nj unto de is l a s , que s o n núc l e o s de po b l a c i ó n de i dent i da des di f er ente s y r e c o no c i bl e s , c o ne c tadas e ntr e s í po r va cío s ; e n g ener a l es pa c i o s v er des q ue al be rgan di fe r e nte s ac ti vi dade s . E n R e tr ato de l a Ci udad Ar c h i pi él a g o s e ex pl o r a n l o s c o ndi c i o nante s que dan l ugar a e s te mo de l o ur bano tan pa r t i c ul a r y l a s c a r a c t er í s t i c as que l o de fi ne n. P ar a e l l o, l as i nve s ti gac i o ne s de O. M . U ng er s y R . K o o l h a a s en A C i t y i n th e Ci ty s o n uti l i z adas c o mo punto de par ti da. Wes t B er l i n, s ur r o unded b y t h e Be r l i n Wal l be twe e n 1961 and 1989, c an be de fi ne d as a n a r c h i p e l a go : a c o l l ec t i o n o f is l a nds , wh i c h ar e po pul ati o n nuc l e i wi th var i e d and r ec o g ni s a b l e i dent i t i es , c o nec te d to o ne ano th e r by vo ids ; ge ne r al l y gr e e n s pac e s th at c o nt a i nt di f f er ent a c t i v i t i es . In Po rt r a it o f t h e A r ch ipel a g o Cit y, th e c o ndi ti o ns th at m a ke t h i s pa r t i c ul a r m o del t ake pl ac e , as we l l as th e c h ar ac te r i s ti c s th at de fi ne i t, ar e ex pl o r ed. I n o r der t o do s o, t h e i nve s ti gati o ns o f O. M . Unge r s and R . Ko o l h aas i n A Cit y i n t h e C i t y a r e t a ken a s a s t a r ti ng po i nt. fig. 17

fig. 6

Vacío

Frontera

Pedro Campos Altozano Madrid, 2017-18


INTRODUCCIÓN Seis planteamientos previos

Retrato de la Ciudad Archipiélago INTRODUCCIÓN: seis planteamientos previos

Un análisis en cuatro escalas del Berlín Occidental

pág. 9 pág. 11 pág. 13 pág. 13 pág. 15 pág. 17

INTENCIÓN

Intención Motivación Una definición de Archipiélago Acotación Estado de la cuestión Método

El 13 de Agosto de 1961 tropas y trabajadores de la Alemania Oriental1 levantan el Muro de Berlín. Un nuevo episodio comienza en la historia de la ciudad. 120 kilómetros de muro rodean al Berlín Occidental que, a modo de isla, ha quedado confinado dentro del espacio de la RDA. Esta separación física implica una nueva lectura del espacio urbano: Berlín, configurada históricamente como una ciudad de ciudades, se transforma al quedar rodeada por el Muro. La combinación de ambas características da lugar al modelo que se pretende definir en este trabajo: el de la Ciudad Archipiélago. Esto no es más que una construcción mental, una manera de entender el singular conjunto urbano que resulta de las condiciones históricas y políticas. A través de ella se pretende dar al lector las herramientas para comprender la situación única que representó, durante sus 28 años de existencia, Berlín Oeste como ciudad.

RETRATO: cuatro escalas de análisis del Berlín Occidental 1. Frontera: la escala del territorio pág. 23 pág. 27 pág. 31 pág. 35

1.1 - Alivio: “Domingo del Alambre de Espino” (Contexto) 1.2 - Confinamiento (el Muro como límite) 1.3 - Secuencia (el Muro como objeto) 1.4 - Identidad (el Muro como símbolo)

2 Vacíos: la escala urbana

“Donde no hay nada todo es posible. Donde hay arquitectura nada (más) es posible”

pág. 45 pág. 53

2.1 - Construcción (La Ciudad Verde más grande del Mundo) 2.2 - Reconstrucción (El debate urbano)

INTRODUCCIÓN

seis planteamientos previos

3 Islas: la escala del barrio

Rem Koolhaas

pág. 65

3.1 - Glienicke (Conceptualización a través del paisaje de Schinkel)

pág. 69 pág. 73

3.2 - Multiplicidad (Berlín como ciudad de ciudades) 3.4 - Marginalidad (El caso de Kreuzberg) fig. 1

4 Objetos: la escala del edificio pág. 81 pág. 87

RETRATO DE L A CIUDAD ARCHIPIÉL AGO Un análisis en cuatro escalas del Berlín Occidental

pág. 93 pág. 95

Escrito por Pedro Campos Altozano como Trabajo de Fin de Grado de Arquitectura en la Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid. Tutelado por José Manuel García Roig, profesor del Departamento de Composición.

Herramienta (El archipiélago como concepto) Retrato (Berlín Occidental como ciudad archipiélago)

1 Tras el fin de la Segunda Guerra Mundial, Alemania queda dividida en dos partes: la zona oriental, controlada por la URSS, y la zona occidental, bajo el tutelaje conjunto de Francia, Estados Unidos y Reino Unido. En 1949 se forma como estado la República Democrática Alemana (RDA) en el sector oriental y, para diferenciarse de este, se conoce como República Federal Alemana (RFA) a la parte occidental. En 1961 ambos estados se reconocen mutuamente. La situación de coexistencia permanece hasta la unificación de ambas partes tras la caída del Muro de Berlín en 1989. De aquí en adelante se utilizarán los términos mencionados, así como la expresión “Berlín Occidental” o “Berlín Oeste” en referencia a la parte de la ciudad que pertenece a la RFA y, análogamente, “Berlín Oriental” o “Berlín Este” para el sector perteneciente a la RDA. Asimismo se utilizará simplemente “El Muro” en referencia al Muro de Berlín.

REFERENCIAS

El trabajo ha sido realizado durante el cuatrimestre de primavera de 2017 y se ha impreso para su entrega el 12 de junio de ese año.

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Bibliografía Índice de Imágenes

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INTRODUCCIÓN Seis planteamientos previos

INTRODUCCIÓN Seis planteamientos previos

MOTIVACIÓN

UNA DEFINICIÓN DE ARCHIPIÉL AGO

ESTADO DE L A CUESTIÓN

El interés por este tema surge de la lectura de The City in the City: Berlin, A Green Archipelago2. Se trata de una recopilación de textos basados en los trabajos de la Summer School de 1977, dirigida por Oswald Matthias Ungers como profesor y en la que participan, entre otros, Rem Koolhaas y Hans Kollhof. El proyecto del Archipiélago Verde propone un acercamiento teórico al Berlín Occidental a través de “dos opciones diametralmente opuestas: el refuerzo de partes de la ciudad que lo merecen y la destrucción de aquellas que no”3. El conjunto de textos contiene, por tanto, un acercamiento proyectual a la situación singular de esta ciudad a finales de la década de los 70. Para ello, se toma como base una lectura contextual de Berlín: el hecho de que, históricamente, este conjunto urbano se ha desarrollado, hasta 1961, como una Ciudad de Ciudades. Y a partir de este año, por el efecto que tiene la construcción del Muro, se puede entender como Ciudad Archipiélago.

El Berlín oeste, como conjunto urbano, se puede expresar como archipiélago: se trata de un conjunto de islas, que son núcleos de población de identidades diferentes y reconocibles, conectadas entre sí por vacíos; en general espacios verdes que albergan diferentes actividades.

El Berlín dividido ha sido objeto de estudio desde su comienzo. Y, de la misma manera, su trascendencia como espacio urbano a estudiar ha dado lugar a un debate que aún hoy sigue en pie.

fig. 3

Mapa del Archipiélago de Indonesia en 1893

“Mi primer conocimiento de un archipiélago fue en Indonesia, de niño. Estaba fascinado de que allí hubiera más de 400 islas... La palabra siempre ha tenido una resonancia increíble. Simboliza la individualidad, pero también una entidad mayor de algo. Es el modelo poético de un sistema al mismo tiempo cerrado y separado. Parece tener gran relevancia en condiciones donde el conjunto se ha roto. Se convirtió en un modelo identificable para mí, digamos, lo más cercano a la entidad y la unidad en el mundo contemporáneo.” Rem Koolhaas

2 Ungers, Oswald Mathias {y otros}. The City in the city: Berlin, a green archipelago (Zurich: Lars Müller Publishers, 2013). Para más información sobre el contenido del libro, consultar la bibliografía comentada. 3 schrijver, Lara. “The archipelago city: piecing together collectivities”. (OASE Journal for Architecture. Rotterdam, número 71. Noviembre de 2006). Pág. 18. Traducción propia

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11

Cuando la ciudad queda confinada por el Muro, sus condiciones cambian de forma radical. Es en este contexto cuando el concepto de archipiélago se expresa y opera de forma más clara. La ciudad de ciudades se ha transformado por efecto del límite físico: lo que fueron conexiones verdes, tras perder su identidad, aparecen ahora como vacíos. Y, entre ellos, esas áreas con identidades propias se entienden más que nunca como islas. ACOTACIÓN

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13

1. FRONTERA la escala del territorio

En este trabajo se recogen tanto las reflexiones urbanas en torno a la ciudad archipiélago como el material que se refiere puramente a la división de Berlín, así como los textos específicos la historia de la ciudad que complementan su lectura.

fig. 5

8 fotogramas de la película Powers of Ten. Charles y Ray Eames, 1977.

fig. 6 fig. 7

Mapa de la división de Alemania En azul, la RFA; en rojo, la RDA; en verde, Berlín.

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FRONTERA la escala del territorio

Este, afirma que “nadie tiene la intención de construir un muro”6. Pero dos meses después, el 13 de Agosto de 1961, soldados y población civil levantan el Muro de Berlín de la noche a la mañana. Este día aún se recuerda como el “Domingo del alambre de espino” (Stacheldrahtsonntag). Las tropas aliadas están a la espera de instrucciones: esa misma noche Kennedy da la orden de no evitar, en manera alguna, la construcción del Muro. Esta maniobra resulta en una solución eficiente para ambos bandos: Alemania Occidental finalmente reconoce la división, que había rechazado oficialmente hasta ese momento. Por otra parte, Alemania Oriental cesa en su intento por reclamar Berlín Oeste. Secretamente, ambas partes respiran aliviadas. Para el presidente Kennedy “no es una solución muy agradable, pero un muro es mucho mejor que una guerra”. De esta manera, el Muro pone fin al problema político que plantea la libre circulación de un Berlín Occidental situado dentro del territorio de la RDA.

Tras el Fin de la Guerra

FRONTERA la escala del territorio

fig. 8

Plano de la división de Berlín en sectores En rojo, el sector soviético. .En azul, respectivamente de más claro a más oscuro: sector francés, sector inglés y sector americano.

“Berlin son los testículos del Oeste. Cuando quiera hacerles gritar, sólo tengo que apretarlos.” Nikita Kruschev

fig. 9

Esquema de Berlín Oeste, levantado sobre el plano del territorio

Construcción del Muro 6 Dicho públicamenteel 15 de junio de 1961 en una conferencia de prensa en Berlín Este. 7 Ladd, Brian. Ghosts of Berlin: confronting the german history in the urban landscape, (Chicago: The University of Chicago Press, 1997) pág. 22. Traducción propia.

El efecto más indudable de la irrupción del Muro es su presencia física. Los límites de la ciudad han quedado fijados y, por ello, ya no depende de un “planeamiento urbano a gran escala” 9. Su situación es única: ha dejado de responder al esquema tradicional de ciudad que reduce su densidad en relación proporcional a su distancia al centro. El límite ya no se disuelve; ahora es tan fijo como evidente. La discontinuidad define dos caras: hacia fuera, el territorio de la Alemania Oriental, en el que la ciudad se pierde en una red de conexiones. Hacia dentro, el Berlín Oeste, sólo conectado con el resto del Mundo Occidental por las pistas de aterrizaje y los contadísimos puntos de acceso fronterizos. Su independencia como elemento es casi absoluta: ha aumentado de forma inversamente proporcional a su capacidad de expansión (o reducción). En 1961 se han establecido siete puntos de acceso entre los dos Berlines. Hasta ese momento, la circulación era prácticamente libre; un pasaporte válido era el único requisito para cruzar de la zona oriental a la occidental y viceversa. La situación se ha invertido: ahora cruzar es virtualmente imposible. Atravesar la frontera se ha convertido en una experiencia que muchos berlineses de ambos lados tendrán ocasión de vivir. El paso al lado contrario implica mucho más que cruzar la estrecha franja que los separa: traslada a los viajeros a un mundo completamente diferente del suyo propio.

El Muro ha dividido todo lo lo que encuentra a su paso: no sólo las partes físicas de la ciudad, también a sus habitantes. Las tiendas de óptica han vendido todos sus telescopios y binoculares: mirar desde ambos lados del Muro es la única manera en la que las familias divididas pueden encontrarse. El radical cambio perjudica a la población incluso de maneras insospechadas: en 1973, el doctor Dietrfried Müller-Hegermann publica La enfermedad del Muro de Berlín (Die Berliner Mauerkrankheit). Se trata de una recopilación de casos clínicos de personas afectadas por depresión y otras enfermedades psicológicas y física atribuibles a la repentina imposición de límites físicos. Comparada incluso con los traumas analizados en épocas de posguerra, esta enfermedad es el reflejo más descarado de que, en palabras de Koolhaas, “el Muro de Berlín fue una demostración gráfica del poder de la arquitectura y algunas de sus consecuencias más desagradables”10.

Efecto físico del Muro

Independencia

Puntos de control

fig. 10

Berlineses saludando a sus familias desde el lado Oeste. 1961.

9 aUreLLi, Pier Vittorio. The possibility of an absolute architecture (Cambridge: MIT Press, 2011) pág. 178. Traducción propia.

El Muro se revela como una secuencia: la línea definida más por política que por lógica urbana no discrimina ninguna situación. Al mismo tiempo atraviesa el río Spree, tranforma avenidas en fondos de saco, convierte fachadas delanteras en fachadas ciegas, fantasmagoriza la vida de calles comerciales y revitaliza espacios antes obsoletos. “Tiene 165 kilómetros de longitud y confronta todas las condiciones de Berlín, incluyendo lagos, bosques, periferia. Algunas de sus partes son intensamente metropolitanas, otras suburbanas.”11 Pero el Muro no sólo confronta las situaciones de Berlín, también las ha transformado. Lo que antes tenía un sentido ahora adquiere uno nuevo.

La “enfermedad del Muro de Berlín”

Las consecuencias del Muro va más allá de las condiciones que impone: como en un dominó, cada efecto es causa de otro. Divide en diferentes escalas: separa, de mayor a menor, el Mundo en dos bandos, Alemania en dos Alemanias, Berlín en dos ciudades, las familias en dos partes.

fig. 11

Ventanas tapiadas en Bernauerstrasse, frente al Muro. (1963)

29

A lo largo de su recorrido, el esquema varía para absorber los elementos que encuentra a su paso. En ocasiones el Muro se estrecha, otras veces crece en altura. Es un fenómeno completamente arquitectónico: compromete su esquema básico para incluir todos los elementos contextuales. El conjunto de actividades que participan del Muro definen su geometría; el tiempo la sofistica. Si el primer muro es poco más que bloques de hormigón apilados, poco después se añaden nuevas capas. Su orden revela que, más que un objeto, es un vacío definido por las actividades que tienen lugar en su interior. Inmediatamente después de la tapia de hormigón rematada por alambre de espino, una franja de arena esconde minas antipersona. Después hay una segunda franja, esta vez de asfalto, en la que los vehículos hacen patrullas rutinarias. En tercer lugar, los

Desconexiones

10 KooLhaas, Rem. ”FieldTrip”. S,M,L,XL (New York: The Monacelli Press, 1995) pág. 226. Traducción propia.

28

24

FRONTERA la escala del territorio

El Berlín Oeste ha quedado rodeado, pero la imposición del límite va más allá de un dentro y un fuera. Si hay algo que tienen en común los habitantes de los dos lados es que ambos se sienten confinados dentro del Muro.

8 Ungers, Oswald Mathias {y otros}. The city in the city: Berlin, a green archipelago. (Zurich: Lars Müller Publishers, 2013). Pág. 12. Traducción propia

27

Las conexiones de la ciudad han perdido su sentido: las vías históricas de comunicación mueren en contacto con el muro; ya no conectan nada. La falta de naturalidad impuesta da lugar a situaciones insólitas: el metro que conecta dos partes del Berlín Oeste lo hace pasando bajo territorio oriental. Durante años atraviesa, sin detenerse, las fantasmagóricas estaciones que se encuentran en territorio soviético.

23

25

26

FRONTERA la escala del territorio

perros guardianes. Y, de nuevo, alambre de espino. La mayor virtud del vacío es la visibilidad: las torres de vigilancia dispersas por el recorrido tienen la perspectiva suficiente para avistar el menor signo de intrusión. Su misión es doble: desde fuera, es difícil saber si hay alguien controlandolas, pero su aura es suficiente para que los potenciales escapistas se lo piensen dos veces antes de intentar una huida.

1.3 SECUENCIA (El Muro como objeto) El “Palacio de las lágrimas”

Alivio

“El Muro, eliminando a Berlín como centro de la Guerra Fía, pone de manifiesto la irrelevancia de la ciudad. Pero también le da al Berlín dividido un significado visible.”7

División

5 Walter Ulbritch (1893-1973) fue Secretario del Partido Socialista Unitario desde 1950 a 1971 y, como tal, encargado de la toma de decisiones en Alemania Oriental.

“La superficie total de la ciudad es finita y dada, y no puede, por razones políticas obvias, reducirse (…)” 8 Rem Koolhaas

4. OBJETOS la escala de edificio

17

FRONTERA la escala del territorio

4 Los datos varían según su la fuente, en un rango desde 1,5 hasta 3 millones de habitantes.

22

Los puntos de acceso fronterizos no son los únicos que se utilizan para ir al otro Berlín, también es posible atravesar utilizando el tren elevado. La parada de Friedrichstrasse se convierte, quizá junto al famoso Checkpoint Charlie, en uno de los accesos más simbólicos. Situada en la zona oriental, desde aquí parten los berlineses del Este que han conseguido un visado temporal para visitar a sus familiares. Y es aquí a donde regresan. Muchos la conocen como el “El palacio de las lágrimas”.

2. VACÍOS la escala urbana

3. ISLAS la escala de barrio

Así, con todas las piezas sobre el tablero, en la siguiente página empieza el retrato de la ciudad archipiélago.

1.1 ALIVIO: “DOMINGO DEL AL AMBRE DE ESPINO” (Contexto)

Entre 1950 y 1961 más de un millón y medio de habitantes4 de la Alemania Oriental ha huído, a través de Berlín, hacia su vecino occidental. La población del país comunista se reduce y su economía está está al borde del colapso: la RDA no puede permitirse que su fuerza de trabajo siga desapareciendo. Walter Ulbritch5, al mando de la Alemania del

FRONTERA la escala del territorio

La definición de archipiélago hace referencia a los elementos urbanos que componen el Berlín Oeste: las islas y los vacíos, en relación al Muro, conforman un todo. Además, aparecen en la ciudad objetos de especial relevancia: ciertos edificios y otros elementos de pequeña escala que, por su significado, tienen la capacidad de influir en su entorno. Estos cuatro elementos físicos son representativos de cuatro escalas: el Muro, de la escala territorial; el vacío, de la escala urbana; las islas, de la escala de barrio; y los objetos, de la escala arquitectónica. El contenido del trabajo describe una escala en cada uno de sus capítulos. De esta forma, se pretende dar una visión global de este modelo de ciudad entendiendo la manera en la que opera cada una de sus partes. Un capítulo final - la conclusión - dará una lectura de conjunto a esta observación por escalas. El título del libro - Retrato de la Ciudad Archipiélago - es una descripción de la intención: es un retrato porque interpreta lo que existe. Y su subtítulo hace explícita la herramienta a la vez que acota espacio y tiempo : cuatro escalas de análisis del Berlín Occidental.

15

Alemania se ha dividido y el Berlín Occidental se encuentra, inconvenientemente para ambas partes, aislado dentro de la zona oriental. La ciudad es un problema político y Stalin está decidido a solucionarlo: el 24 de junio de 1948 el ejército ruso bloquea las carreteras y líneas de ferrocarril. Esperan que los aliados abandonen la ciudad a su suerte. Sin embargo, es demasiado valiosa como enclave diplomático: durante nueve meses aviones americanos y británicos llegan, a una media de seis minutos por aterrizaje, para llevar la comida, medicamentos, ropa y material de construcción que tanto se necesita. Moscú acaba cediendo y el bloqueo se levanta. Berlín Oeste ha aguantado, pero también se ha revelado como el punto débil del bando contrario:

Frontera

1.2 CONFINAMIENTO (El Muro como límite)

1. FRONTERA la escala del territorio

MÉTODO

Dejando a un lado la teoría arquitectónica-urbana relacionada con la ciudad archipiélago, se han producido infinidad de textos, documentales y películas sobre la división de Berlín. Una parte importante de este contenido es el que se realiza “desde dentro”: la proganda de ambos bandos, los testimonios sus habitantes y todo el material de archivo que se conserva de la época. La otra parte es la reflexión posterior sobre el conflicto, tras la unificación alemana, que toma distancia para realizar una labor comparativa.

Los berlineses salen de su refugios. Es 8 de mayo de 1945 y la guerra ha terminado. Y, con ella, la ciudad: lo que fue la metrópolis más viva de Europa ha quedado reducida a escombros. Han sido soldados rusos quienes han tomado la ciudad. Sin embargo, la Unión Soviética se ve forzada a compartirla con otras tres potencias ganadoras: Francia, Inglaterra y Estados Unidos se hacen cada una con un cuarto del territorio. Berlín será punto de encuentro de ambos bandos durante toda la Guerra Fría.

RETRATO

INTRODUCCIÓN Seis planteamientos previos

fig. 4

Portada del libro Das steinerne Berlin (el Berlín de piedra)

Si el Muro es el objeto que da sentido al concepto de archipiélago, su contexto histórico y físico es en el que opera la ciudad que se pretende describir. Por eso este trabajo está acotado a ese tiempo y espacio: el Berlín Occidental, aquel que queda rodeado por el Muro desde su levantamiento en 1961 hasta su caída en 1989. No obstante, el interés de esta radica en parte en el análisis de los condicionantes históricos que dan lugar a esta situación. Por ello, referencias, datos e incluso capítulos enteros se referirán a otras épocas.

Cuatro escalas de análisis del Berlín Occidental

10

9

Aunque el centro de esta investigación es el Berlín Oeste, las referencias a la historia de la ciudad son de especial importancia para comprenderlo. Por eso, se han utilizado las fuentes que explican claramente distintos aspectos de su historia: los textos de Julius Posener, las publicaciones en el Cuaderno de Notas del departamento de composición de la ETSAM y otras obras especializadas.

Quizá el primer momento relevante en el que el urbanismo de la ciudad se discute es durante la Exposición Internacional de Arquitectura (IBA) de Berlín en 1987. Aquí, el trabajo de reconstrucción de Paul Kleihues se enmarca dentro de la conversación sobre la renovación urbana que había dado comienzo en los 70. Partícipe de ella, Ungers define a Berlín como Ciudad Archipiélago y propone un proyecto en base a este concepto tan arraigado en la historia de la ciudad. Esta visión de Berlín no parte de cero: Julius Posener (refiriéndose a Berlín como la ciudad verde más grande del Mundo) y Martin Wagner, en el primer tercio del siglo XX, ya había tratado el asunto de los espacios verdes de la ciudad; un tema central en esta definición de archipiélago. De la misma manera, el asunto de los núcleos de población de identidades claramente diferenciadas (lo que Ungers llama islas) era un tema tangible desde la conurbación del Gran Berlín de 1920. A él se han referido Giorgio Grassi, hablando específicamente sobre Berlín, y Pier Vittorio Aureli, tratando el concepto de archipiélago de manera más general en su libro The possibility of an absolute architecture. Además, el trabajo de Ungers sobre Berlín ha ganado popularidad en los últimos veinte años, produciendo toda una serie de reflexiones académicas y teóricas al respecto.

Esta condición urbana proviene del desarrollo histórico de la ciudad. Su origen, en el siglo XIII, es el de dos villas cercanas que se irán consolidando hasta llegar a convertirse en la ciudad industrial más potente de Europa a mediados del siglo XIX. En este contexto se hacen los primeros planes de expansión, que culminan ya en 1920 con su versión más ambiciosa: el Gran Berlín. Se integran así 8 ciudades y 59 municipios rurales, conformando un gran área metropolitana. Y precisamente por este proceso de integración radical las diferentes zonas mantienen personalidades distintas y reconocibles. Berlín es una ciudad de ciudades.

Aunque el carácter propositivo del libro es de gran interés y ha sido influyente como texto teórico, para el desarrollo de este trabajo esta parte se ha dejado de lado. En cambio, se toma como base precisamente esa lectura de archipiélago como manera de expresar la condición urbana de la ciudad occidental en la época del Muro. Y, a partir de aquí, se pretende dar una visión del conjunto urbano único que aparece bajo las condiciones de este contexto histórico.

fig. 2

Portada de The City in the City: Berlín, a Green Archipelago

CONCLUSIONES: dos lecturas del conjunto

Pedro Campos Altozano

INTRODUCCIÓN Seis planteamientos previos

Este texto no es una guía histórica ni un análisis urbanístico. Se trata más bien de la lectura personal de una situación particular, dando nombre a las ideas y condiciones sociales, políticas y arquitectónicas que la conforman.

El Muro de Berlín en construcción. 1961

4.1 - Historia (La Puerta de Brandenburgo) 4.2 - Fragmento (El Graffiti)

A un lado, el occidental, el Muro es altamente permisivo. Aunque oficialmente está prohibido acercarse a él, la realidad es otra: los graffitis y las improvisadas plataformas para mirar al otro lado lo testifican. Al otro lado, el oriental, el Muro es restrictivo. Las pintadas de protesta se sustituyen en la zona soviética por solemnes actos de conmemoración. Aparte de eso, el Este continúa su vida sin acercarse mucho a la frontera. La palabra Muro (Mauer) está prohibida. Las hileras de casas que lindan con él están vacías.

Situaciones a lo largo del Muro

Como objeto, el Muro es extremadamente eficiente: con sólo treinta metros en sus zonas más estrechas, su efecto es igual de implacable para un solo berlinés como para el conjunto de naciones más poderoso del Mundo.

Escala y división

Bandas

Las dos identidades del Muro

Eficiencia

Adaptabilidad fig. 13

fig. 12

Ilustración de Rosenthaler Tor, uno de los accesos a través de la cerca histórica de la ciudad. 1800.

Una franja del Muro de Berlín

El Muro como conjunto de actividades

11 KooLhaas, Rem. ”FieldTrip”. S,M,L,XL (New York: The Monacelli Press, 1995) pág. 219. Traducción propia.

30

31

32

33

34


+ 16.10 m maximum height

03 H O U S E F O R A PA I N T E R S I N G L E FA M I LY H O U S E

V I V I E N D A U N I FA M I L I A R

+ 12.7 m bedroom and garden

Th e P a i n te r i s o bses s e d w it h t r ee s . H e ca n only pa i n t tr e e s , o n c e a nd a ga in. T h e h ous e is a t r e e : made of trees, it frames the trees. Tree inside a tree. El p i n to r e s tá ob s es iona do con los á r b ole s . Sól o p u e d e p i n ta r á r b oles , una y ot r a ve z . L a cas a e s u n á r bol: h ech a de á r b ole s , enm a rca l o s á r bo l e s . Un á r b ol dent r o de ot r o á r b ol.

+ 9.70 m guestroom and patio

ETSAM. Prof. Capitel Pedro Campos Altozano Madrid, 2012 + 6.60 m living room

+ 3.6 m kitchen and library

+ 0 m acces s

0m

1 m2

m

-2.50 m studio and courtyar -3.10 m photography room

5m

d


04 L A G A R D E N I A D E P E PA

B U I LT P R O T O T Y P E 1 : 1

PROTOTIPO CONSTRUIDO 1:1

L a Garde ni a de Pe p a i s an urb an p ro t o t yp e t hat f ram e s t he in for mal an d t he c o m m o n. It c o m e s f ro m t he q ue st i o n w h at doe s th e vi llage n eed? The answ e r i s si m p l e : no t hi ng. It ’s al re ady a b e aut i f ul p l ac e. Neig hbou rs gro w p l ant s o n t he i r garde ns. and go o ut f o r a c o f f e e . They d on’t n eed m uc h m o re . That ’s w hy w e p ro p o se a m i c ro -st r uc t ure w hi ch ser ves that p urp o se : a p l ac e f o r p l ant s and f l o w e rs, a shado w f o r t he sun n y su mmer. L a Garde ni a de Pe p a e s un p ro t o t i p o urb ano q ue e nm arc a lo in for mal y l o c o m ún. Surge de p re gunt arse q ué ne c e si t a e l p ue b l o. L a respu esta es se nc i l l a: nada. Ya e s un l ugar b o ni t o do nde l o s ve c i no s c ul t i van plan tas en sus jardi ne s y sal e n a t o m ar c af é . N o ne c e si t an m uc ho m ás. Por eso, prop o ne m o s una m i c ro -e st r uc t ura q ue si r ve a e se p ro p ó si t o : un lu g ar para las p l ant as y l as f l o re s, una so m b ra p ara e l ve rano c al uro so.

Mireia Car rasco Fer ri, Gonzalo Tor res Bollullos, Jesús Meseguer Cortés, Cristina Batista Flores, Pedro Campos Altozano Covar r ubias, 2013


05 LITTLE DOGS

CONSTRUCTION SYSTEM SISTEMA CONSTRUCTIVO

Li t t le Dogs is a con str u ction system for emerg en cy situ ation s. Based on mod u lar pieces, it can be rappid ly assembled an d is d esig n ed to withstan d seismic movemen ts. Li t t le Dogs es u n sistema con str u ctivo para situ acion es d e emerg en cia. Se basa en piezas mod u lares fácilmen te en samblables. Su estr u ctu ra ha sid o d iseñ ad a para resistir accion es d e sismo.

ETSAM. Constr uction L ab Clara Alvariño, Andrea Bardón, Pedro Campos Madrid, 2014


clip de unión

All the elemen ts are d e s ig n e d t o e n s u r e t hre e g o a l s : a n ea s y a nd rap id assembly, maximu m t he r ma l e f f ic ie n c y a n d s e c u rit y i n a r ea s with high seismic a c t iv it y.

cerramiento exterior

1

tornillo calibrado unión montante-fachada L = 3cm

4

5

PERFILES EN L, T y U

subestructura de listoncillos que sujeta el acabado final aislante térmico y acústico

3

100

forjado prepabricado que encaja en los perfiles de los marcos

L de unión montante-cerramiento interior 2

montante

7,50

25

montante

5

Tod os los elemen to s ha n s id o d is e ñ a d os p a ra a s e g u r a r t r es o b j etivos: u n mon taje rá p id o y s e n c ill o, má xima e f ic ie n c ia t ér m i c a y u n a estr u ctu ra segur a e n zon a s c on a l t a a c t iv id a d s ís mic a .

6

cerramiento interior

planta

alzado marco estructural

tornillo calibrado unión montante-marco L = 5 cm

25 100

planta y sección

marco estructural

5

catálogo de perfiles de unión

30

aislamiento térmico lana mineral L de unión montante-cerramiento exterior

tensor de arriostramiento

3. ESTRUCTURA MODULAR

MONTAJE DE FORJADO zona de forjado para un marco de 3 módulos

2,5

50

ENCUENTRO MARCO-ESTRUCTURA

sección

montaje

perfil vertical en ‘L’

Materiales

PROCESO MONTAJE

montaje

forjados

ENCUENTRO 1 1

ENCUENTRO 1

106

2

planta

detalle axonométrico

grava para exterior aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

alzado

hormigón pulido aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

6

alzado

moqueta gris claro aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

perfil vertical en ‘T’ detalle axonométrico

3

112 4

que tuviesen continuidad lineal

* unión horizontal de encuentro tipo de dos marcos en continuidad lineal

planta

alzado

panel de madera de roble aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

panel de madera de cedro aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

panel de madera de alerce aislante térmico de lana mineral 15+25 mm

50 planta

perfil horizontal ‘U’

cerramiento exterior sobre perfiles de arriostramiento 90 85

90

2750

2750

2750

2750

2750

2750

6 6

6

112

6

6

265

270 265

112 2750

6 106

50

montaje por pasos de 2 pisos 2 ALTURAS

106

50

50

3 colocación de cerramiento exterior e interior

2 arriostramiento entre montantes

50

Encuentros. Perfiles tipo

e1 e2 e3 e4

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

XI

TOTAL

0 4 1 4

0 4 0 4

0 2 0 4

0 10 4 4

0 0 0 4

0 0 0 4

0 4 2 4

0 6 2 4

0 8 4 4

0 4 0 4

0 0 0 4

0 42 13 44

Marcos estructurales

1. montaje del primer marco de tres módulos

2. montajede otro marco 0ade90tres módulos con pieza en 't' de unión entre ambos

3. montajede cuatro marcos de tres módulos y sus respectivas piezas de uníon en 't' y en 'l'

4. montaje del segundo piso de marcos de tres módulos, primer marco

5. montaje del segundo piso de marcos de tres módulos, marco a 90

0

6. montaje

7. montaje unión entre primer y segundo piso

8. montaje de tableros para el forjado salvando una luz de 2,70 m

9. VISIÓN FINAL del montaje de dos alturas con marcos de 3 módulos

tipo m aa M AA M aa M aa m ab m ab m ab m ab

1 2 3 4 1 2 3 4

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

XI

TOTAL

2 2 2 2 1 1 1 1

0 3 1 2 0 1 1 2

1 0 0 2 1 0 0 3

0 11 9 2 1 2 0 1

0 0 0 0 0 2 2 0

0 0 0 0 2 0 0 2

2 0 8 3 1 0 3 0

0 4 6 3 0 2 1 1

0 9 11 0 0 3 1 0

0 1 2 3 0 1 0 3

0 0 0 0 0 2 2 0

5 30 39 17 6 14 11 13


06 BRING ‘EM ALL TOGETHER RESIDENTIAL AND MIXED USE RESIDENCIAL Y USO MIXTO

The c r e a ti v e c o mm u n it y is b a s e d upon t h e pos s ib ilit y o f th e d i v e r s e : c o mple m e nt a r y t o t h e init ia l pr ogr a m (hous i n g fo r 4 0 0 p e ople) , w e pr opos e a s e r ies of pub li c pr o g r a m s a n d br i n g t h e m t oge t h er on a m ix t ur e of archi te c tu r a l s tr u c tur es . N o cr e a t ivit y ca n h a ppen in bo red o m . L a co mu n i d a d c r e a ti va s e b a s a e n la pos ib ilida d de los d i ver s o : a d e m á s d e l pr ogr a m a inicia l ( vivienda pa r a 400 p e r s o n a s ), p r o p one m os una s er ie de pr ogr a m a s pú b l i c o s y l o s l i g a mos m e dia nt e una m ez cla de e s t r uctu ras a r qu i te c tó n i c a s . L a cr ea t ivida d nunca a pa r ece e n el abu r r i m i e n to.

REFERENCE

SNU. Prof. Hangman Zo Hee Joon L ee, Pedro Campos Altozano Seoul, 2014


07 THE TYPE TOWER

H I G H R I S E H O U S I N G V I V I E N D A E N A LT U R A

T he tower typically represen ts architectu ral mon oton y: its log ic, based on stackin g , is of ten over-simplified in to repetition . T he proposal tries to g et rid of this con d ition by g en eratin g a n u mber of stackable types. Each on e of these is lin ked to on e str u ctu ral situ ation on the tower, thu s provid in g a variety of situ ation s. L a tor re represen ta, típicamen te, la mon oton ía arqu itectón ica: su lóg ica, basad a en la apilación , tien d e a simplificarse en u n a con d ición d e repetición absolu ta. Esta propu esta in ten ta alterar esta situ ación g en eran d o u n n ú mero d eter min ad o d e tipos apilables. C ad a u n o d e ellos está lig ad o a u n a situ ación estr u ctu ral, provocan d o así u n a varied ad d e situ acion es en altu ra.

ETSAM. Prof. Gallegos Pedro Campos Altozano Madrid, 2015


08 FELLESHOCKER

SIGURD LARSEN ARCHITECTS

D e si gne d f o r t he Nord ic Embassies in Berlin , Felle sh ock e r i s a f am i ly of fu r n itu re d esig n ed to in spire c asual m e e t i ngs. Mad e of a laser-cu t steel str u ctu re and an o ak-w o o d seat, the ben ches an d stools are m anuf ac t ue d b y l o cal craf tsmen . D i se ñado p ara l as Embaj ad as Nórd icas d e Berlín ; Felle sh ock e r e s una f amilia d e mobiliario d iseñ ad a para i nsp i rar e nc ue nt ros in for males. C ompu esta d e u n a e st r uc t ura de ac e ro cortad a con láser y u n asien to d e ro b l e , l o s b anc o s y tabu retes d e esta familia ha sid o m anuf ac t urado s p or artesan os locales.

Sigurd L arsen, Guiller mo Fer nández, Vanessa Clem, Pedro Campos Berlin, 2016


09 B L U E C L AY C O U N T R Y S PA SIGURD LARSEN ARCHITECTS

T he spa takes the for m of a hou se by the lake: a series of small hu ts, con n ected to on e an other, break d own the space to provid e a hu man scale. T hey are orien ted to maximize the su n con d it ion s as well as to overlook the lake. El spa toma la for ma d e u n a casa en el lag o: u n a serie d e cabañ as, con ectad as en tre sí, f rag men tan el espacio para ad aptarlo a la esc ala hu man a. Toman su s orien tacion es con el d oble obj etivo d e maximizar las con d icion es d e soleamien to al tiempo qu e per miten ver el lag o.

Sigurd L arsen, Guillermo Fernández, Vanessa Clem, Pedro Campos Berlin, 2016


10 DOHA MUSEUM

J U N YA . I S H I G A M I + PA R T N E R S

The m use um c o nc e i ve d as a p ub l i c sp ac e i n t w o di f f e re nt l e ve l s: below, a g ard en w he re t he p i l l ars t hat sup p o rt t he b ui l di ng o n t o p b l ur w i t h t he veg etation ; above, a c o nt i nuo us p l aza w he re t he c o urt yards o rgani ze t he di f f e re nt exhibition spaces. E l m use o se c o nc i b e c o m o un e sp ac i o p úb l i c o e n do s ni ve l e s di f eren tes: d ebaj o, u n jardí n do nde l o s p i l are s q ue so p o rt an e l e sp ac i o c o nst r ui do p o r en cima se con fu n de n c o n l a ve ge t ac i ó n; e nc i m a, una p l aza c o nt i ua do nde l o s p atios org an izan los di f e re nt e s e sp ac i o s de e xp o si c i ó n.

J. Ishigami, W. Shinji, J. Meseguer, P. Campos, K. Hedqvist and others. Tokyo, 2015


11 OLOT MASTER PLAN RCR ARQUITECTES

An acti o n p l a n fo r th e cit y of O lot : r e ga r ding it s indust ri al he ri tage an d th e p o s s i bi l i t ies of it s e nvir onm e nt , a new c o nne c t i o n li n ks to g e th e r th e o l d Tow n a nd t h e volca nic a r ea . T he m at e ri ali ty r e l i e s o n th e l o c a l r es our ces in or der t o r ege ne rat e a c i t y where th e u r ba n a n d t h e la nds ca pe b lur. Un pla n d e a c c i ó n p a r a la ciuda d de O lot : cr ea r una nue va c o nexi ó n e n tr e e l c a s c o h is t ór ico y la z ona volcá nica t eni e ndo e n cu en t a l a h e r e n c i a i n dus t r ia l y la s pos ib ilida des de s u e nt o r no. L a mate r i a l i d a d u ti l i za da s e b a s a e n los r ecur s os local e s c o n e l ob jeti v o d e r e g e n e r a r una ciuda d donde lo ur b a no y e l p ai saje se con fu n d e n .

Jesús Meseguer, Pedro Campos, Guilher me Pardini, Giorgos Chatzopoulos Olot, 2014


P E D RO CAM POS ALTOZANO

architect

p e dro c am p o sal t o zano@g mail.com A yal a 60, 28001 M adrid , Spain +34 616 31 11 90

Pedro Campos Altozano / Portfolio CV  
Pedro Campos Altozano / Portfolio CV  
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