Page 1

portfรณlio pedro augusto teixeira 2019


_educação

_experiência acadêmica

2009//2011 escola técnica estadual polivalente de americana, sp técnico em edificações

2015 monitoria da disciplina concepção da forma arquitetônica II orientador: pedro engel

2014//presente fau ufrj

2017 monitoria da disciplina teoria da arquitetura I orientadora: maria cristina cabral

pedro augusto teixeira natural de são paulo sp 24 anos endereço rua barão de ipanema, copacabana, rj telefone

21 9 6551-5408 inglês fluente (certificado toefl ibt)

_softwares autocad sketchup vray revit rhinoceros grasshopper photoshop illustrator _experiência de mercado 2012 pedra grande mármores e granitos em paulínia, sp cargo: técnico em edificações; projetista de peças concepção de pisos, bancadas, lavatórios e lareiras

2018//presente bolsista no laboratório de modelos e fabricação digital LAMO PROURB orientador: andrés passaro pesquisa: impressão 3D e suas devidas tecnologias, concepção de modelos paramétricos e investigação da forma e das possibilidades da 4°revolução industrial para habitação de baixo custo 2018//presente integrante do grupo “peri” PROURB orientador: cauê capillé pesquisa: propõe-se analisar espacialmente o desempenho urbano das infraestruturas urbanas e equipamentos públicos – estações de transporte, espaços de cultura e lazer, espaços esportivos e de eventos, postos de saúde e segurança, etc. – nas periferias metropolitanas, a fim de construir um repertório para projeto e gestão de planejamento urbano integrado. atualmente, a pesquisa está investigando sobre as infraestruturas metropolitanas em São João de Meriti _workshops 2017// tropical gridshell experience - LAMO PROURB em parceria com ABK-Stuttgart, com gonçalo castro henriques e tobias wallisser investigações e concepção pavilhonar a partir da construção paramétrica com bambu 1:1 2018// inflável ex.vazio - LABIT PROURB em parceria com Penique productions, com adriana sansão e sergi arbusa preparo e confecção de um inflável no mezanino que comportava a biblioteca lucio costa


projetos selecionados _rj local _sp

sesc largo do machado

museu da criatividade

cultural

galeria da reexistência

programa

educação

habitação híbrido

edificio paissandú

moldado in loco

território educativo bento ribeiro

processo construtivo inflável ex.vazio

pré moldado

misto


sesc largo do machado flamengo, rio de janeiro rj _concepção estrutural processo construtivo: moldado in loco partido estrutural: pórtico material: concreto armado(pilares e laje chapa) _categoria: trabalho acadêmico orientação luiz felipe cunha equipe: gabriel mesquita, yan santos e ellen zózimo

anti-quadra urbana após a apresentação de elisha otis na ilha de manhattan do elevador, a cidade partiu para outra conformação. o advento do elevador permitiu que o lote, demarcado em seus eixos x e y, tivesse agora a possibilidade infinita de compor-se no eixo z, os lotes tornaram-se dessa forma um condensamento de massas e fluxos, conformando dessa maneira o adensamento o status quo da condição metropolitana. desde então, fez-se objetos arquitetônicos norteados por acomodar e adensar o utilitarismo dos espaços de forma desenfreada, as torres em sua complexa articulação de lote a lote, de quadra a quadra, replicam-se na simples formologia de retângulos e quadrados. as plantas desse objeto que não vê o fluxo finito até alcançar o céu apresentam-se tímidas, retículadas. o programa dos edifícios, principalmetne comerciais, obedecem a máxima da maior acomodação possível por m², em detrimento de uma arquitetura de qualidade. seria, então, a arqutietura um simles álibi da especulação do capital e parte do sistema que aliena seus usuários? seria o pavimento tipo, limpo e anti-sinestésico, influenciador do seu usuário imediato? os planos e planos idênticos entre si, vazios, produzem o homem vazio; a cidade posta como uma sucessão de linhas verticais e horizontais feitas pelo homem, de maneira extremamente sintética, apenas atendem a sociedade alienada e rotineira, cartesiana. a complexidade dos fluxos urbanos são tão necessárias para compor o objeto arquitetônicos a fim de conter os anseios de uma sociedade urbana condensada e cega perante a espacialidades e espaços. a simples sobreposição do plano do caminhar dos usuários sobre o plano edificado garante isso. o lote traduz o simples gesto da cidade em sua volumetria, os planos distribuem-se conforme o programa do sesc de forma que a multiplicação de eventos casuais, de atividades sociais não planejadas capaz de mixar programas rígidos em fluxos, intensidades e sucessos indeterminados.


as curvas do relevo

rebatem-se nos fluxos

que configuram o edifĂ­cio


o lote de esquina propricia o aproveitamento do volume silhuoso

os fluxos são abstraídos afim de garantir certa coesão volumétrica centro das curvaturas , tangências e linhas guia geratrizes da volumetria


garagem o edifício conta com a distribuição dos carros ao longo de sua projetção vertical por meio do elevador de veículos, que vai do subsolo ao 8° pavimento; dessa forma a ocupação do térreo é otimizada, antítese dos conhecidos conjuntos de edifícios presentes na cidade que utilizam 100% de ocupação do térreo para garagem


PISCINA

HOSTEL

ACADEMIA

15

DANCA

14

HOSTEL1013

ATELIE

RESTAURANTE

BIBLIOTECA

9

8

7

6

5

DENTISTA

CAFE

COMERCIO

TERREO

4

3

2

1


B

rua do catete

A

A

rua machado de assis

B


corte AA


fachada rua machado de assis


corte BB


fachada rua do catete


museu da criatividade barra funda, são paulo sp _concepção estrutural processo construtivo: pré moldado partido estrutural: pórtico material: aço e concreto categoria: concurso equipe: paulo soares, ynae bonfim e lucas dias

a cidade como verbo intervir em uma paisagem como a da cidade de são paulo requer compreender a necessidade do vazio para os olhos humanos, a cidade como verbo é uma constate transformação de construção e descontrução, de si mesma por seus agentes socioculturais. a barra funda berço do operariado paulista é multipla, nordestina, italopaulista e diversificada, por muito tempo, ponto de desembarque de quem chega na metrópole. edifica-se um museu verbo, reconhecendo valor no passado (ruínas da C&A Litographica Ypiranga) que sustenta o novo, composição dada principalmente pelo vazio e a leveza dos planos e visadas que configuram o museu. a arte como ação imaculada do homem é materializada nas galerias, a caixa pura e branca, intocável, como nas obras de oscar niemeyer no memorial da amércia latina -porém a verdade estrutural que permite as caixas flutuarem; a partir do balanço com os escombros do galpão industrial passado, içado pelas gruas, mostra a verdade que o sustento da arte é simbolizada no operariado e no seu passado ainda vívido no bairro da barra funda.


volume originário da gráfica

aglomeração dos escombros de parte da gráfica

içamento dos escombros pela grua

museu estruturado

balança dos escombros com as galerias


cortes diagramรกticos


galeria da reexistência são cristovão, rio de janeiro rj _concepção estrutural processo construtivo: pré moldado partido estrutural: pórtico material: aço(andaimes) madeira (volumes) categoria: concurso de estudantes equipe: oscar tanomaru

tempo tendo o ponto principal de articulação do projeto o tempo - em suas reminiscências traduzidas em objetos e memórias, constrói-se um pavilhão efêmero para acomodar e expor o acervo do maior e mais antigo museu do Brasil, o Museu Nacional (MN). peter eisenman (1984) cita que enquanto a arquitetura não passar de um dispositivo destinados ao uso e abrigo, associados a funções programáticas, ela jamais passara de um efeito. Refere-se aqui supostamente a uma entidade adjetiva, levando assim a arquitetura como dispositivo meramente prático, um espaço do qual transitará entre o passado do museu nacional em chamas, e o futuro do MN, restaurado. lidando dessa diretamente com o tempo, de abrigar o passado, que transitará para o futuro; o que confere a celebração da galeria da reexistência é o presente, a sua mais pura e cruel condição -preservar e expor um acervo que foi salvo e reencontrado meio as cinzas. a condição irrefutável do presente deve compor e edificar a galeria. a estrutura de andaimes permite que se visualize dentre as barras de ferro e os encaixes a arquitetura por si só, desprendida de significados, apenas reafirmando o carácter efêmero e temporário do acervo e das exposições. o tempo presente é tanto visto nos andaimes e estruturas espalhadas nas obras pela cidade e expressam exatamente o carácter mais puro do presente: o de transformar, de tirar algo da inércia previamente estabelecida. o andaime tem a conotação de mudança. os volumes não iconográficos estabelecem a função de distribuir o programa frente a sua estruturação pelos andaimes; e no transitar do equipamento efêmero, nos fluxos, que se lida também com a presente; esse que nos evidencia a condição atual do MN e nos permite ver entre uma galeria e outra, na rampa aberta para a quinta da boa vista, visualizar os reflexos do estado do Museu Nacional entre tapumes e marcas pretas o sinistro ocorrido naquela noite de setembro.


diagrama estrutural para compor a estrutura, utiliza-se o andaime como pórtico, que sustenta as vigas treliçadas que envolvem o equipamento proposto(volume arquitetonico). vigas treliçada superiores

pórtico de andaimes equipamento proposto pórtico de andaimes

vigas treliçadas inferiores


diagrama esquemático de circulação

acesso visitante serviço/apoio estudantes/professores funcionários/adm caminhão(docas)


corte AA

corte BB


setorização planta térreo 1 foyer 2 recepção 3 sanitários 4 área expositiva 5 salas de arquivo 6 lab análise acervo 7 sala de restauro 8 sala de reparo de estruturas 9 sala de digitalização 10 doca 11 portaria 12 almoxarifado 13 HVAC 14 salas de aula 15 sala de trabalho 16 secretaria 17 reunião 8 pessoas 18 reunião 16 pessoas 19 sala da coordenação 20 diretoria 21 sala dos professores 22 sala dos funcionarios

A

11 10

6 9

7 8 12 5

13

22

21

14

14

20

3

19

16 14

17

3

18

14

3

14

2

B

1

4

4

A


planta segundo pavimento

15

14

14

3

14

13

15

14

14

B 4

4

4


habitação social largo do paissaundú centro, são paulo sp processo construtivo: pré moldado partido estrutural: pórtico material: aço categoria: concurso equipe: luan schueler e lívia cipriani

memórias e lutas verticalizadas o incêndio e desabamento do edifício Wilton Paes e Almeida, torre de 20 andares no qual residiam 455 pessoas, 117 famílias, durante a ocupação do MLSM (Movimento Social de Luta por Moradia) representa a negligência da administração pública para com o crescimento exponencial da condição precária de moradia em São Paulo e a morfologia da urbe que estimula a segregação espacial segundo fernando sampaio, nas últimas décadas a verticalização da região central de são paulo desacelerou e perdeu sua relevância econômica, social e cultural, manifestação da necessidade de reocupar e suprir o déficit habotacional e reconfigurar a cidade como local de trabalho e moradia o projeto ergue-se sobre a cidade como símbolo de resistência, cujo memorial localizado no térreo manifesta uma homenagem aos perdidos na tragédia e aos seus familiares; e se nutre no desejo de gerar um espaço heterogêneo com qualidade intrinseca, que atraia usuários e relaciona-se com seu entorno, de forma a abarcar as complexidades das demandas locais. para isso, ergue-se duas lâminas: habitação e circulação vertical separadas; o convívio coletivo permitiu com que aplica-se a lavanderia coletiva, presente em todo pavimento; os espaços livres rasgam a volumetria no intuito do direito da vista da cidade.


traça-se a malha quadriculada modular de 0,75cm, valor mínimo divisor comum entre as áreas das unidades do MCMV,

projeta-se as áreas de circulação e habitação no lote,

LARGO DO PAISSANDÚ

verticalização exacerbada em confronto com a relação de descaso e impotência do Estado frente as habitações sociais


diagrama entorno

N

trajetรณria solar

ventos predominantes

espaรงos coletivos


perspectiva isométrica explicativa

painel metálico (proteção solar)

9° ao 11° pavimento

pilar metálico perfil em “i”

5° ao 7° pavimento

espaço coletiva

de

vivência

bicicletário coletivo

térreo, 1° e 2° pavimento

Acesso


1 dorm.

2 dorm.

0,75m 0,75m

1.50m

1.50m

3,00m

3,00m

distribuição das unidades com área máxima segundo os padrões do programa federal MCMV: sala dormitório cozinha banheiro

9m² 7,5m² 3,75m² 1,5m²

3 dorm.

4 dorm.

0,75m

0,75m

1.50m

3,00m

1.50m

3,00m


corte AA

diagrama estrutural


planta do térreo

planta 9° pavimento

A

A acesso da garagem

loja

loja

loja

loja

loja

lavanderia coletiva

loja

loja loja

memorial do incêncio

loja

loja

A

loja

loja

Acima

A


terrirório educativo bento ribeiro

conectar para educar

bento ribeiro, rio de janeiro rj

a proposta do território educativo em bento ribeiro surge da necessidade do bairro por equipamentos públicos, dos quais sua população possa usufruir e ocupar.

_concepção estrutural processo construtivo: pré moldado partido estrutural: pórtico material: aço categoria: trabalho acadêmico orientação: vera tângari equipe: paulo soares

pulverizar as arquiteturas pelo bairro permite maior dinâmica entre os estudantes e o bairro. para isso foram escolhidos três possiveis áreas de intervenção, das quais compõe o programa do território educativo: salas de aula, complexo esportivo, complexo cultural, ateliers de arte e laboratórios

bento ribeiro apresenta seu território cortado por um rio, do qual existe total negligência sobre sua importância; além de dividir o bairro em duas manchas, com poucas passagens de um lado para outro. o equipamento principal -a escola, junto ao complexo esportivo, surge em um lote do qual tagencia o rio, com grande diferença de nível, dessa forma se propõe uma praça-ponte, do qual permite que as crianças e os usuários atravessem o rio, conectando dessa forma o bairro com um pontente marco em sua paisagem. a biblioteca foi proposta junto a um cmapo de futebol, do qual eleva-se do térreo, criando um espaço cultural único, e de uso híbrido -tanto os esportistas quanto os usuários do equipamento cruzam-se em fluxos, histórias e concretizam a proposta maior do território educativo, que é de integrar a comunidade frente as benesses dos complexos estudantis, podendo essa utiliza-los em horarios distintos.


rio

terrenos do territรณrio educativo

rio

N


escola e complexo esportivo, junto a ponte-praça que conecta o bairro e garante maior integração entre os pedestres e a cidade


perspetiva aĂŠrea da escola


complexo esportivo/vivência

salas de aula

serviços gerais

administração/apoio pedagógico


espaço público espaço privado

dias letivos funcionamento 7h - 16h

fins de semana e feriados funcionamento 7h - 23h


Acima Acima

plano de massas


planta de cobertura


la o layout do mobiliário visa potecializar as relañóes de troca de saberes dos estudantes, de modo que se crie um aspecto coletivo nos métodos de aprendizado, entendendo o ensino como processos compartilhados de alcances humanos

coletividade

concetração


área de intervenção - complexo cultural


complexo cultural


workshop inflável ex.vazio cidade universitária, rio de janeiro rj _concepção estrutural processo construtivo: moldado in loco partido estrutural: inflável material: polietileno de baixa densidade categoria: workshop//fotografia supervisão: andriana sansão e sergi arbusa

ex.vazio após o incêndio ocorrido em 2016 no edifício jorge machado moreira(JMM), que abriga a fau, eba e reitoria da ufrj, o descaso e falta de investimentos do poder público culminou em um sucateamento e degradação brutal do edifício. o espaço mais importante na formação dos estudante, a biblioteca lucio costa, sofreu com as infiltrações e alagamentos. Seu acervo foi retirado do mezanino do JMM, gerando um espaço livre, desocupado, tão diferente do passado que abrigava livros, estudantes, professores e conhecimento. o workshop ex.vazio tem a conotação de re-ocupação do mezanino e resignificação do espaço, com sua materialidade simples de polietileno, o volume rosa ao se inflar entrou em confronto com a ruína moderna. no momento exato antes do plástico tocar as superfícies mofadas e degradadas, cabe a reflexão das inumeras formas de re-ocupação pela simples intervenção no espaço que é um dos maiores ícones da arquitetura brasileira do séc 20 o ensaio fotográfico foi realizado com uma câmera semi-profissional, e as imagens foram tratadas no lightroom posteriormente.


ex.vazio


vista externa da intervenção


vista da escada da intervenção


vista externa à intervenção


Profile for Pedro Augusto Teixeira

pedro augusto teixeira portfolio 2019  

pedro augusto teixeira portfolio 2019  

Advertisement