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Trabalho realizado por: 

António Galguinho

Nº5

Fernando Pires

Nº8

Francisco Lameiras

Nº9

Pedro Santos

Nº27


•Introdução •A reforma protestante •A igreja católica em crise •A rebelião de Lutero •O reformismo protestante •A reacção da igreja católica •A europa divida •Contra-reforma e reforma católica •Contra-reforma •O caso peninsular •Conclusão


Neste trabalho vamos abordar o tema sobre a reforma e a Contra-RefoRma. Vamos falar da reforma Protestante, da reacção da Igreja Católica á RefoRma e do Caso peninsulaR. Nós realizamos este trabalho nas aulas de Área de Projecto e fora das mesmas. Aprendemos muito com este trAbAlho e espero que aprendam também.


Até meados do séc. XVI, a Igreja Católica executava uma importante influência predominante sobre a sociedade europeia. Muitos membros do alto clero viviam na magnificência e na abundância em confronto com o ideal de pobreza fixado por algumas ordens religiosas. A corrupção e a imortalidade eram constantes entre os clérigos. Alguns humanistas cristãos, como Erasmo de Roterdão, recorreram a uma profunda reforma da igreja, que edificasse a vida eclesiástica e reconduzisse o Cristianismo á sua pureza original. No entanto, os papas não se queriam aceitar as critica.


Em 1513, o papa Leão X enviou missionários a muitos lugares, pedindo aos fiéis que cooperassem com dinheiro para as obras da basílica de S. Pedro. Em troca desse donativo, o Papa concedia-lhes uma bula de indulgências, isto é, um documento em que afirmava perdão da penitência devida pelos pecados das almas do purgatório ou do próprio crente. Em 15717, Martinho Lutero, um monge alemão. Tomou uma orientação pública contra a doutrina em que se fundamentavam as indulgências, numa aclamação famosa como as Noventa e Cinco teses. Acabaria por ser amaldiçoado pelo Papa e só a protecção de alguns príncipes alemães impediu que fosse castigado á morte na fogueira.


Mais tarde, Lutero alargou as suas críticas á teoria da Igreja Católica. Esta demonstrava que o crente não deveria alcançar a salvação perpétua sem intervenção do clero e a pratica de boas obras. Para Lutero, no entanto, o indispensável era a fé. O homem salva-se se tivesse fé, isto é, se acreditasse em Cristo e na sua opinião. Para isso, Lutero traduziu a Bíblia para alemão, de forma que cada crente a consegui se ler e decifrar livremente, sem necessitar de ter o clero como representante. O culto devia resumir-se á leitura da bíblia e ao cântico de hinos. Lutero abreviou os sacramentos, mantendo somente o baptismo e a comunhão e anulou o culto dos santos e da Virgem Maria. Protegeu a extinção das ordens monásticas, do celibato eclesiásticos e determinou que a Igreja não deveria conter propriedades. Isto conduziu muitos príncipes alemães a proteger o luteranismo, cativado pela oportunidade de se adaptar dos bens da Igreja Católica. As concepções reformistas de Lutero dera estreia á Reforma Protestante.

Reforma Protestante Interpretação livre da Bíblia

Salvação pela Fé

Abolição do clero e do culto dos santos


No século XVI, o Luteranismo tinha sido implantado em quase toda a Alemanha. Na Suiça, Calvino decidiu implantar uma regra mais rígida que a Luterana que defendia que cada pessoa estava destinada a salvar a sua alma ou a perdê-la. O calvinismo espalhou-se sobre a Holanda, a Escócia e algumas regiões de França. Em 1534, na Inglaterra, o rei Henrique VIII fundou a Igreja Anglicana. O anglicanismo procurava aliar princípios católicos e calvinistas Contudo, a grande fractura que se abriu foi entre a Europa católica e a Europa protestante. Esta divisão transportou a violentos confrontos do mesmo país, ou a guerra de religião, abrangendo vários países.


Contra-reforma  combate às ideias protestantes Reforma católica  renovação interna De 1545 a 1563 os bispos do Concílio de Trento analisaram as críticas protestantes e não aceitaram estas propostas de mudança. Reafirmaram os dogmas da fé católica e mantiveram os sete sacramentos. O concílio apenas reformou os costumes do clero e a organização da igreja. Inácio de Loyola nascido em Espanha em 1491, criou em 1539 uma ordem religiosa chamada Companhia de Jesus que defendia o catolicismo e promovia a sua expansão. Os membros desta ordem eram os Jesuítas que se dedicavam à missionação, e foram muito importantes ao impedir o avanço do reformismo protestante com a pregação e o ensino. A igreja utilizou dois instrumentos no combate ao reformismo: Index catálogo de livros proibidos aos católicos sob pena de excomunhão. Inquisição tribunal eclesiástico que se destinava a: •Vigiar, perseguir e condenar os suspeitos de praticar outras religiões •Defender a fé católica •Censura da produção cultural


Criticas constantes de humanistas levaram á:

Inquisição Índex

Companhia de Jesus Reforma do Clero

Reafirmação dos dogmas da igreja


Os que pertenciam a outra religião e foram convertidos recentemente eram chamados cristãos novos e os que tinham já sido cristãos ou os que tinham pais cristãos eram os cristãos velhos, mas, no entanto continuavam a ser investigados pela inquisição. No reinado de D. João III foram torturados montes de cristãos-novos e condenados em cerimónias públicas chamadas autos-de – fé A cultura também foi abalada pela inquisição e, muita humanista foi perseguida pelas suas obras literárias.Por sua vez em Portugal e em Espanha, a companhia de Jesus foi a principal organização na defesa do catolicismo construindo novas escolas e uma universidade. Os jesuítas contribuíram não só para as reformas protestantes não entrarem na península ibérica e para uma acentuada estagnação cultural.


Na península ibérica a influência da religião protestante era quase nula por causa da distância aos grandes focos de protestantismo e também porque a igreja católica tinha uma presença muito importante em Portugal e Espanha. Mas nestes países existia ainda o problema das grandes comunidades judaicas. Em Espanha os reis expulsaram os judeus (1492) e reanimaram a inquisição. Aconteceu o mesmo em Portugal em 1946 D. Manuel I expulsou os judeus do território nacional e baptizou todas as crianças com menos de 14 anos e todos os que não partiam para o estrangeiro.


Os que pertenciam a outra religião e foram convertidos recentemente eram chamados cristãos novos e os que tinham já sido cristãos ou os que tinham pais cristãos eram os cristãos velhos, mas, no entanto continuavam a ser investigados pela inquisição. No reinado de D. João III foram torturados montes de cristãos-novos e condenados em cerimónias públicas chamadas autos-de – fé A cultura também foi abalada pela inquisição e, muita humanista foi perseguida pelas suas obras literárias.Por sua vez em Portugal e em Espanha, a companhia de Jesus foi a principal organização na defesa do catolicismo construindo novas escolas e uma universidade. Os jesuítas contribuíram não só para as reformas protestantes não entrarem na península ibérica e para uma acentuada estagnação cultural.



Reforma e contra-reforma