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TAXA PAGA

4520 Santa Maria da Feira

PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

Desde 11 de Abril de 1897

Ano CXVIII

Semanário

Direcção: Sandra Moreno

14 Abril 2014

Nº 5860

€0,60 (iva inc.)

“Às vezes, erradamente, transparece que este é um negócio muito chorudo” Eduardo Marques, director geral da Indaqua Feira P. 04 e 05

Natação

Pais e escolas têm um novo espaço para partilhar P. 08 e 09

Lob‹ o

Moinho da Casqueira abriu portas para reavivar tradições pág. 03

Sim‹ o Capit‹ o e Alexandre Amorim festejam t’ tulo nacional com as cores do Clube ColŽ gio de Lamas p‡ g. 26

Futsal Feirense garante subida ˆ 2.» Divis‹ o Nacional a quatro jornadas do final do campeonato. P. 23 a 25


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Editorial

A importância de Bruxelas A 25 de Maio, os portugueses s‹ o chamados a participar em mais um acto eleitoral, desta feita, para eleger os deputados que representar‹ o Portugal no Parlamento Europeu, em Bruxelas. Estima-se que a absten• ‹ o ser‡ em grande nœ mero, primeiro, porque Ž conhecida a descren• a que vamos sentindo pela pol’ tica e pelos pol’ ticos e, por outro lado,

porque… Bruxelas… fica muito longe. Mas ser‡ que est‡ assim t‹ o distante de n— s? Ser‡ que esta n‹ o ser‡ uma elei• ‹ o que merece de n— s uma maior participa• ‹ o? Ser‡ que n‹ o ser‡ l‡ longe, em Bruxelas, que grande parte das nossas vidas Ž decidida? A ver pelo que aconteceu nos œ ltimos tr• s anos, com a chegada da Troika a Portugal, talvez o que

nos Ž pedido a 25 de Maio seja bem mais importante do que ˆ primeira vista pare• a. A verdade Ž que o pedido de resgate de Portugal ˆ Uni‹ o Europeia veio simplesmente trazer ˆ tona aquilo que h‡ muito era verdade, mas estava escondido. ƒ l‡ , no Parlamento Europeu, que as grandes decis› es s‹ o tomadas. ƒ de l‡ que saem as directrizes que me-

xem directamente com as nossas vidas, com o nosso dia-a-dia, com a nossa casa, com o nosso emprego. Por isso, digo eu, talvez seja melhor pensar duas vezes, antes de simplesmente ignorar o que acontece no pr— ximo dia 25 de Maio. E Ž , tambŽ m nessa perspectiva, que o Correio da Feira se prepara para dar destaque, todas as

semanas, atŽ Maio, ˆ s elei• › es para o Parlamento Europeu, dando aos partidos pol’ ticos locais a oportunidade de se expressarem e explicarem aos feirenses as suas raz› es e as raz› es porque devem ir às urnas. O desafio já foi lan• ado.

sen•a , colabora•‹ o e amizade. Um especial agradecimento ˆ Redac• ‹ o do Jornal, que se tem mantido unida na labuta, sempre dispon’ vel ao nobre

servi• o da Informa• ‹ o.

Sandra Moreno Directora do Correio da Feira

Correio da Feira festeja 117 anos Um ano mais passou pelo Centen‡ rio CORREIO DA FEIRA completando os 117 anivers‡ rios e por essa raz‹ o est‡ o Jornal de parabŽ ns.

Queremos partilhar este momento de Felicita• › es com todos os Feirenses que com o jornal t• m partilhado viv• ncias e t• m contribu’ do para que, ano a ano, o

CORREIO DA FEIRA festeje mais um anivers‡ rio. Leitores, Anunciantes e Colaboradores a todos o nosso Muito Obrigado pela vossa sempre pre-

A Administração Paulo Fonseca Jorge de Andrade

Em roma

Vai encontrar-se um mar de gente

NUMA BANCA PERTO DE SI

Se assina o Correio da Feira e não recebe o jornal à segunda-feira, contacte-nos. Queremos prestar-lhe o melhor serviço. Telefone: 256 36 22 86

FICHA TÉCNICA

Talvez o maior acontecimento dos œ ltimos 50 anos, vai dar-se no pr— ximo dia 27 deste m• s, em Roma, depois do Cons’ lio Vaticano II e das exŽ quias de Jo‹ o Paulo II, em 2005. Com a canoniza• ‹ o de Jo‹ o XXIII e Jo‹ o Paulo II, nessa data, ninguŽ m ser‡ capaz de poder quantificar os peregrinos que ir‹ o a Roma. Consta j‡ que as autoridades da cidade falam em milh› es de peregrinos, vindos de todo o mundo. Embora, pela parte do Vaticano se note uma certa prud• ncia, ao dizerem que ser‡ Ò muit’ ssima genteÓ e que, n‹ o h‡

convites para ocupar os lugares na Pra•a de S‹ o Pedro. Quanto se sabe, desde h‡ bastante tempo, os alojamentos na cidade de Roma est‹ o esgotados para essa altura, independentemente dos pre• os exorbitantes praticados. A Missa de canoniza• ‹ o ser‡ ˆ s 10,00 horas, (9,00 horas em Portugal), presidida pelo Papa Francisco, e concelebrada por grande nœ mero de Cardeais e centenas de Bispos. E vai haver lugar assegurado tambŽ m para 5.000 Padres. Das v‡ rias particularidades que constam no programa, destaca-se o facto de onze igrejas do centro da cidade, que vão ficar abertas aos fiéis, a partir das 21,00 horas de S‡ bado, para Domingo, terem confessores dispon’ veis para atender os penitentes, em diversas l’ nguas. Para os peregrinos da lusofonia est‡ reservada a igreja de Santa Anast‡ cia, (perto do Circo M‡ ximo, por detr‡ s do

Directora Sandra Moreno sandra.moreno@correiodafeira.pt

Administração Jorge de Andrade administracao@correiodafeira.pt

Redacção Daniela Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

Albino Santos

Foro Romano e da Colina do Palatino). A Liturgia da Missa vai ter o esquema de uma vig’ lia com textos b’ blicos pr— prios do Domingo, e extratos de interven• › es dos dois Papas a canonizar. A anima• ‹ o litœ rgica em cada uma das igrejas, vai ser da responsabilidade de pessoas da l’ ngua que ali vai ser usada. Tudo indica que este vai ser um dos grandes momentos vividos em Roma, nos œ ltimos 50 anos, de amplitude de difus‹ o muito pouco comum, a n’ vel de comunica• ‹ o mundial, com uma qualidade de som e de imagem, em crescimento. A vis‹ o deste acontecimento ser‡ assegurada pelo Centro Televisivo do Vaticano, (com o som da RV), e com a colabora•‹ o da Sky e Sony, com alta definição (HD) e em 3D. A celebra•‹ o vai ser transmitida para milh› es de pessoas, em grande parte do mundo, com a

sensa•‹ o de presen•a na Pra•a de S‹ o Pedro, gra• as ˆ utiliza• ‹ o de Nexco Digital. V‹ o ser instaladas esta•› es televisivas em casas e em cinemas de diversos pa’ ses, (120 s— em It‡ lia). Será usado nas filmagens, efetuadas em 4K, o material mais moderno dispon’ vel, (DBW Communication), que permitir‡ arquivar imagens com a m‡ xima nitidez. A Eutelsat It‡ lia vai utilizar 9 satŽ lites para transmiss‹ o em mundovis‹ o, das cinco horas de reportagem, que cobrir‹ o todo o globo. A Diocese de BŽ rgamo, terra natal de Jo‹ o XXIII, decidiu assinalar a canoniza• ‹ o do seu Ò Papa BomÓ , com o que designa como Ò um monumento ˆ caridadeÓ , desprendendo-se de alguns bens para os partilhar com comunidades eclesiais mais carecidas. E assim, destinou 800 mil euros para a manuten•‹ o de uma escola que a diocese construiu h‡

tempos no Haiti; 600 mil euros para a constru•‹ o de uma igreja e um centro pastoral na Alb‰ nia; 500 mil euros para obras num exquartel de BŽ rgamo, destinado a acolher pessoas sem-abrigo. E a atitude mais original vai estar no facto de 900 padres de BŽ rgamo, que se v‹ o desprender do ordenado dum m• s, para o Fundo para o trabalho, que apoia desempregados. E ainda, a diocese vai vender im— veis no valor de tr• s milh› es de euros, destinados a bolsas de estudo de jovens de pa’ ses pobres, que desejem fazer trabalhos de investiga•‹ o e dedicar teses de doutoramento à figura do Papa Roncali. Todo o mundo vai dar aten•‹ o a este acontecimento, que Ž œ nico na hist— ria da Igreja Cat— lica, segundo creio: - a canoniza• ‹ o de dois Papas contempor‰ neos, no mesmo dia Alberto Gilde

VENDO MORADIA EM BANDA EM CONDOMINIO FECHADO (Rua Vila Boa- Feira) Amplos espaços comuns, cobertos, jardins e campo de ténis T3 com suite, 3 casas de banho, cozinha equipada, sala de jantar e sala de estar, aquecimento central, garagem, varandas e quintal. EXCELENTE PREÇO (PARTICULAR) 913 939 114

Colaboradores: Alberto Soares, Luís Higino, Roberto Carlos, Serafim Lopes Desporto: Paulo Ferreira, AndrŽ Pereira, AmŽ rico Azevedo, å ngelo Resende, å ngelo Pedrosa, Preço Assinaturas: Artur S‡ , Carlos Melo, Jorge Costa, Manuel Silva, Armandino Silva, JosŽ Carlos Macedo, Ant— nio Santos, Bruno Godinho, Dinis Silva, Filipe Freixo, Jorge Silva, Nacional - € 25 Paulo SŽ rgio Guimar‹ es, Orlando Soares, Orlando Bernadino Silva, Paulo Neto, Pedro Castro, Maria Celeste Rato Europa - € 50

Propriedade: Trazer Noticias, Lda. Registo na C.R.C.de S. M. Feira, n.¼ 507619269 Contribuinte n.¼ 507 619 269 Capital Social 5.000 Euros Detentores de mais de 10% do Capital Social Trazer Noticias, Lda.

Registo de Empresa n.¼ 200537 Registo no N. R. O. C. S., N.¼ 100538 Dep— sito Legal n.¼ 154511/00 Tiragem: 5.000 exemplares (Tir‡ gem mŽ dia) Impressão: Gráfica Diário do Minho Pre• o Avulso: 0,60€

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Correio da Feira 14.ABR.2014

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Lobão // Propriet‡ rio come•o u a restaurar o moinho h‡ dois anos

Moinho da Casqueira abre-se à comunidade para reavivar a tradição Adultos que revisitavam o moinho e crian•a s que o viam pela primeira vez. Estavam l‡ todos, circundando o milho a ser mo’ do, que depois daria origem a uma bela fornada de broas. O propriet‡ rio, Joaquim Silva, acompanhado pelo filho, contava histórias sobre a importância do espaço nos tempos antigos. Daniela Castro Soares

Apesar de tudo, Joaquim Silva A popular lembra-se de quando acredita que a popula• ‹ o est‡ vinha buscar o milho ao moinovamente a dar valor ao que nho. Ò Usava-se para fazer p‹ o, Ò Este moinho existe h‡ muitos Ž antigo. Ò Houve uma fase em papasÓ Ð conta, sublinhando anos, era propriedade do meu que as pessoas se afastaram que o Ò sabor do p‹ o de milho pai. Eu, como herdeiro, fiquei destes meios, mas agora co- Ž diferenteÓ . Ò ƒ muito melhor e com ele h‡ dois anos. Estou a me• am a dar valor, a ver que o mais saud‡ vel do que os p‹ es tentar preserv‡ -lo, porque esta- p‹ o Ž muito mais saboroso, que que se compram no mercadoÓ Ð va em ru’ nas, mas restaurando a alimenta• ‹ o Ž mais saud‡ vel, real• a. A Ò curiosidadeÓ levou-a sem fugir ao estilo antigoÓ Ð con- aperceberam-se que Ž œ tilÓ Ð a visitar o moinho, no passado ta o propriet‡ rio do Moinho da diz Joaquim Silva, que por isso dia 6 de Abril, e a levar a filha Casqueira, em Lob‹ o, Joaquim come• ou a recuperar o moinho. junto com ela. Ò Mostrei-lhe que Silva. Ainda faltam alguns Ò Estou a tentar conservar isto funciona com ‡ gua, que sai melhoramentos, que porque talvez, quem do rioÓ Ð diz. s— n‹ o acontecem sabe, isto tenha “No passamais r‡ pido porfuturo. N‹ o digo Fornadas de broa que Ò tem de ser do, era um modo para mim, mas a sair do forno tudo artesanalÓ . para os meus. Joaquim Silva est‡ satisfeito de vida das pessoÒ N‹ o podem ser N‹ o se sabe a ades‹ o a esta iniciativa. as. As padarias e os o dia de ama- com pe• as que n‹ o Ò As pessoas t• m vindo e adoram, se usassem anque faziam a moagem nh‹ e o tempo principalmente os mais novos, tigamenteÓ Ð frique estamos a que n‹ o est‹ o habituados a ver viviam à custa do sa Joaquim Silpassar hoje n‹ o moinhos. O meu neto, com dois moinho” va, lembrando-se Ž f‡ cil. Um dos anos, ficou admirado e delirou perfeitamente dos m e u s t r • s f i l h o s quando viu o moinho a funciotempos de inf‰ ncia est‡ no desempre- narÓ Ð conta Joaquim Silva. Para passados no moinho. Ò No go. Se quiserem ter outro alŽ m de poderem ver o moinho passado, era um modo de vida modo de vida, t• m aqui um meio a exercer a sua fun• ‹ o original, das pessoas. As padarias e os de subsist• ncia, que d‡ , pelo os visitantes desfrutaram ainda que faziam a moagem viviam menos, para comerÓ Ð explica deste Ò dia de lazerÓ com forˆ custa do moinho. O meu pai Joaquim Silva, que quer passar nadas quentinhas de broas de sempre viveu disto e, quando o Ò testemunhoÓ aos rebentos. milho, cozinhadas num espa• o precisava, pedia-me aux’ lio. Ò O mais novo gosta e pode con- adjacente. Deliciados, provavam Como eu gostava de trabalhar no tinuar a preservar esta obra que a broa e lembravam os tempos moinho, estava sempre pronto a tem o seu valor para as Terras antigos. Ò H‡ dois anos que estou ajudarÓ Ð refere. de Santa Maria, que precisam de a restaurar o moinho, a p™ -lo ˆ O pai de Joaquim Silva come• ou ter espa• os assim para mostrar minha maneira, com boas condia trabalhar no moinho ainda como era nos tempos antigosÓ • › es, para que o pœ blico o possa enquanto c aseir o . Ò Qu a n d o Ð real• a. ver a funcionar a 100 por cento. veio para c‡ , era caseiro. Foi Nesse sentido, Joaquim Silva Todos os anos vamos alterando ganhando a vida, para sustentar adere, h‡ tr• s anos, ˆ iniciativa alguma coisa e para o ano vou os seis filhos, e, quando p™ de, Ò Moinhos AbertosÓ , colocando procurar ter isto muito melhorÓ comprou o moinho e depois o Moinho da Casqueira ˆ Ð refere Joaquim Silpreservou-o atŽ morrerÓ Ð afirma disposi• ‹ o da comuniva, acrescentando: Joaquim Silva. As pessoas da dade, para que esta Ò N‹ o h‡ dinheiro “Houve aldeia vinham comprar-lhe milho o possa conhecer. que pague isto, para poderem cozer o seu p‹ o. Uma iniciativa da Ž algo que se uma fase em Ò Ainda t’ nhamos alguns clientes. Rede Portuguedeve conserque as pessoas se var para toda Pediam Ò Oh Sr. Joaquim, moa- sa de Moinhos me aqui este saquinho de milhoÓ . em que, para coa vidaÓ . afastaram destes Queriam fazer o p‹ o em casaÓ Ð memorar o Dia da meios, mas agora COaMoinho conta. Mas n‹ o s— . O milho que Nacional de Moisqueira sa’ a do moinho servia tambŽ m nhos (7 de Abril), continuar‡ a começam a dar para alimentar os animais. Ò Eram se abrem mais de abrir ˆ comuvalor” tratados com milho e n‹ o com duas centenas desnidade, todos os ra• ‹ o. Era tudo ˆ base do cereal tes Ò museus vivosÓ pelo anos, num evento cultivado nos camposÓ Ð explica. pa’ s. As pessoas chegam, divulgado pela associaEram outros tempos e Joaquim curiosas, acompanhadas pelos • ‹ o Reino da Folia, que pretende Silva constata as mudan• as. filhos pequenos, e mostram-lhes valorizar Ò as riquezas do nosso Ò Agora Ž quase tudo elŽ ctrico. as rodas a girar e o milho a sair territ— rioÓ . Ò Serve para os jovens A n’ vel da Feira, haver‡ poucos completamente mo’ do. L‡ em perceberem a import‰ ncia dos espa• os como este. Antes era baixo, ouve-se a ‡ gua, o motor recursos h’ dricos e o produto o dia-a-dia de qualquer pessoaÓ deste equipamento. Ò Vinha c‡ , que sai daqui, que Ž muito bomÓ Ð declara. em pequena, mas j‡ n‹ o me Ð diz o filho, Joaquim Silva, que lembrava como era, ent‹ o vim herdou o nome do pai. Para ele, Valorização das dar uma espreitadelaÓ Ð diz Ž essencial Ò preservar estas escoisas antigas uma lobanense, Estrela Pinto. truturasÓ porque Ò j‡ ninguŽ m faz daniela.soares@correiodafeira.pt

isto ˆ m‹ oÓ pois implica Ò muitas horas de servi• oÓ . O pai, carpinteiro de profiss‹ o, dedica hoje o seu tempo ˆ agricultura e, claro, ao moinho. Ò Vivo em Vila Maior mas tenho aqui os meus animais. Venho todos os dias, ponho isto

a trabalhar, embora n‹ o precise. Mas gosto de ver a moer, nem que seja para a alimenta• ‹ o dos animaisÓ Ð conta. Para alŽ m do Moinho da Casqueira, tambŽ m esteve aberto o Moinho Ch‹ o do Rio, localizado em Rio Me‹ o.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Santa Maria da Feira // Eduardo Marques, director geral da Indaqua Feira

“Às vezes, erradamente, transparece que este é um negócio muito chorudo”

Garante que a água consumida pelos feirenses Ž de Ò excelente qualidade”, devido a todos os investimentos realizados pela Indaqua Feira. Eduardo Marques, director geral da empresa concession‡ ria da ‡ gua e saneamento do concelho da Feira, desvaloriza, por outro lado, as conclus› es do Tribunal de Contas relativamente aos onerosos encargos do neg— cio com o município feirense e lembra que a contrariar essa vers‹ o est‹ o os pesados prejuízos da empresa, em cerca de tr• s milh› es de euros. Entretanto, a taxa da ‡ gua dever‡ aumentar, mas, para já, ainda Ž prematuro falar em valores. Texto: Sandra Moreno Fotos: Albino Santos Que comentário faz ao Relatório do Tribunal de Contas que conclui que a concessão da água à Indaqua foi a que implicou mais encargos públicos? O Tribunal de Contas tem a sua forma de ver as coisas, o relat— rio Ž abrangente, n‹ o Ž especificamente para a Indaqua Feira. Relativamente ˆ nossa empresa, nalguns pontos atŽ elogia. Diz, por exemplo, que foi a única concessão que teve um estudo econ— mico anterior ao lan• amento do concurso. Depois, h‡ alguns aspectos com os quais não concordámos e daí a existência do contraditório, que não está logo disponível. Mas, no fundo, não se pode dizer que há grandes diverg• ncias. E h‡ um aspecto que não podemos deixar de referir que é o facto de o contrato inicial e os tr• s aditamentos terem sido todos enviados para o Tribunal de Contas que, na sua análise, não levantou quaisquer problemas. Há quem, suportado por este relatório, considere que a concessão da água, ou seja, o contrato celebrado entre a Câmara e a Indaqua foi um negócio ruinoso e que os feirenses estão já a pagar essa factura… Isso é completamente descabido. Não podemos esquecer que a Indaqua Feira já investiu no Concelho qualquer coisa como 110 milhões de euros, que têm de ser pagos e ser‹ o os consumidores a pagar, como Ž normal.


Correio da Feira 14.ABR.2014

Há financiamento dos accionistas, há financiamento externo, portanto, bancário, e todo esse investimento tem de ser revertido nas tarifas. E basta comparar com a ADrA (Águas da Região de Aveiro) para percebermos que temos tarifas significativamente mais baixas. Portanto, comparando com o que se pratica no país, dizer que foi um negócio ruinoso está completamente errado, pelo contrário, foi a única maneira dos feirenses passarem a ter um serviço que não tinham. Como seria possível a Câmara dispor de orçamento camarário de 110 milhões de euros? Era completamente impossível. Portanto, foi um negócio muito bom para os feirenses. Neste momento, está em discussão um novo reequilíbrio financeiro do contrato que poderá implicar um aumento da taxa da água. Fala-se na possibilidade de um aumento na ordem dos 40 por cento… Não. Não estão em causa valores desses. Efectivamente, está em curso um quarto aditamento ao contrato de concessão que até já estava previsto no terceiro aditamento. Portanto, no contrato há riscos que ficam alocados à concessionária, há riscos que ficam alocados ao concedente e há riscos que ficam alocados aos consumidores. E, aliás, na nova legislação, a matriz de riscos é bem mais favorável aos concessionários. E é com base nesta matriz de riscos que surgem situações que obrigam arbitral. Eventualmente, vamos ao reequilíbrio do contrato. Por ceder, ainda não está decidido. exemplo, se tiver uma previsão Tem significado expressivo neste de 50 mil clientes e só tiver 40 contrato, mas já estamos há mais mil e, por isso, uma receita muito de dois anos… inferior ao estimado, o risco é da concessionária, não tenho direito Estamos a falar exactamente a qualquer reequilíbrio. Por outro de que pontos? lado, o risco das capitações do Tem a ver com o risco das capitaconsumo já não é da conces- ções. O contrato diz claramente sionária. Há uma projecção de que há direito ao reequilíbrio consumo, se houver variações quando há variações de capisignificativas isso obriga a um tações, ou seja, consumos superiores a 10 por cento, reequilíbrio. Essa é uma para mais ou menos. das situações que A Indaqua No nosso entenestá a ser estudadimento, quando da. EfectivamenFeira já investiu há essa variate andamos em no Concelho qualção, há direito negociações quer coisa como 110 ao reequilíbrio, com a Câmara milhões de euros, que e é preciso conMunicipal há siderar todos os pouco mais têm de ser pagos e seefeitos, ou seja, de dois anos. rão os consumidores se tenho uma Devo dizer que a pagar, como é variação de oito têm sido negocianormal por cento, não tenho ções muito difíceis. direito a reequilíbrio, A Câmara tem tido uma mas se tiver de 15 por cento, atitude de intransigência e inflexibilidade muito grandes. já temos direito a uma comissão Há certos pontos já de conver- por esses 15 a menos de capigência, há outros, até de mais tação. O nosso entendimento é significado, que ainda não foi que temos direito a 15, a Câmara possível chegar a acordo, porque considera que só temos direito a Câmara tem um entendimento a 15-10, ou seja, a cinco. Não e não tem demonstrado qualquer são estes os valores em causa, tipo de flexibilidade em se apro- mas é este ponto que está em ximar das nossas posições. Por- questão. tanto, não diria que estamos num impasse, mas quase. Das duas Nesta altura, consegue dizer uma: ou vamos ter que ceder ou qual é a margem possível de teremos que ir para um tribunal aumento da água?

Não consigo. Mas mesmo que conseguisse não seria ético estar a avançar valores sobre uma negociação que ainda não está fechada. Mas serão, com certeza, valores muito diferentes daqueles que me falou. Um aumento na ordem dos 40 por cento está fora de questão? Completamente. A Indaqua tem sido acusada de ter uma das mais elevadas taxas de água do país … Depende do que estamos a comparar. Se estivermos a falar só de água, direi que estamos numa média das mais elevadas do país, mas se tivermos a falar de saneamento, já estão em causa valores muito mais baixos relativamente a outros municípios. Portanto, se somarmos os dois serviços, e é assim que se deve estabelecer a base de comparação, estamos na média nacional. Os ramais de ligação… A Entidade Reguladora recomenda que os custos iniciais de ligação deixem de existir. Se estivermos a falar de água e saneamento, aqui na Feira, estamos a falar de mil euros. Esse valor não será cobrado aos consumidores, mas reflectir-se-á na factura?

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Evidente. Se há um conjunto de por cento. Com os investimenreceitas que estão previstas e tos da Indaqua e da Câmara, deixam, a partir de um determi- a taxa de cobertura da água nado momento, de serem efec- ultrapassa os 97 por cento e do tivas, tem de haver uma com- saneamento, com estas obras, pensação. Mas os valores serão a cargo da Câmara, que estão muito diluídos, estaremos a falar praticamente concluídas, a taxa de meia dúzia de cêntimos. Para de cobertura será na ordem dos a concessionária será muito pior, 92 por cento. porque uma coisa é receber de imediato esse dinheiro, outra Quais são as perspectivas de coisa é recebê-lo diluído ao longo futuro para a empresa? de 50 anos. Às vezes, Neste momento, a emerradamente, transpresa está muito deparece que este é sequilibrada, com A Câmara um negócio muito prejuízos muito chorudo. Efectielevados. Tetem tido uma vamente, basta mos muitas atitude de intran- esperanças de ver os relatórios de conta da que com este sigência e infleIndaqua. Nos reequilíbrio xibilidade muito possamos equiúltimos quatro anos, os resullibrar as contas e grandes tados são de 3,7 andar em velocimilhões de prejuízo. dade cruzeiro, sem De facto, é um negócio grandes sobressaltos. que não é assim tão rentável e que justifica, à luz do contrato Haverá espaço para uma tarifa e da sustentabilidade da empre- social? sa, um reequilíbrio económico- Um dos aspectos que está já financeiro. acertado com a autarquia é ter uma tarifa diferente para famílias Esse prejuízo deve-se essen- numerosas, porque a tarifa social cialmente a quê? podemos dizer que já a temos, Diria que este prejuízo muito porque o primeiro escalão de significativo dos últimos quatro água é muito reduzido. anos é um reflexo directo da crise, porque houve uma redução E para a Indaqua, o que será muito significativa dos consu- uma família numerosa? mos. Portanto, há uma redução Uma família com cinco ou mais da capitação média na ordem elementos. dos 35 por cento. A Indaqua tem feito algum inE em termos de número de vestimento em termos de tecclientes… nologia, nomeadamente, para Neste momento, não está muito evitar ligações indevidas. Em diferente do que o previsto. Está tempos de crise, aumentaram um pouco abaixo, mas é risco da o número de ligações indeviconcessionária. das e clandestinas? Infelizmente, tem havido algum Nesta altura é mais difícil an- aumento da fraude, ou seja, de gariar novos clientes? ligações ilícitas ou adulteração As pessoas aqui do Concelho dos contadores. Qualquer uma consciencializaram-se de que, destas situações é passível de não é só porque é obrigatório uma contra-ordenação e procesestar ligado, é porque é melhor so-crime. Temos equipamento estar ligado. sofisticado para detectar essas anomalias, pelo que diNo que se refere ria que a fraude não Este prejuíao saneamento, compensa. o presidente da zo muito significaCâmara, Emídio E que apostas tivo dos últimos quaSousa, diz que tem feito a tro anos é um reflexo andamos na Indaqua para directo da crise, porque a u m e n t a r a fase de apertar parafusos… qualidade da houve uma redução Acho que já água? Os feimuito significativa apertamos os renses podem dos consumos parafusos quase ter a certeza de todos. O investimenque abrem a torneito da Indaqua Feira está ra e consomem água concluído há cerca de dois de qualidade? anos. O que falta concluir são Temos implementado várias as obras nas bacias de Laje e tecnologias. Temos em todos Cáster e penso que, dentro de os reservatórios um sistema de dois ou três meses, estarão com- telegestão e tele-informação, o pletamente concluídas. que nos assegura a possibilidade de controlar e medir, a todo o Qual é a taxa de cobertura do momento, a qualidade da água. saneamento no Concelho? Foi um investimento de cerca de Quando a Indaqua começou a meio milhão de euros. A nível da fazer investimento, havia uma qualidade da água, os feirenses taxa de cobertura de água na podem estar 100 por cento tranordem dos 25 por cento e de quilos. É uma água de excelente saneamento na ordem dos 15 qualidade.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Orçamento para 2014 (Junta da União C. S. Jorge/Pigeiros) Foi presente ˆ Assembleia de Freguesia, na reuni‹ o de 23 de Dezembro de 2013, ao par do Plano de Actividades, este j‡ parcialmente abordado noutra nota. Foi pena que, sendo o primeiro Or•a mento da Uni‹ o, n‹ o tivessem sido isolados os valores relativos a cada comunidade. Do mesmo passo, e ainda por se tratar do primeiro or•a mento, foi pena que certas verbas n‹ o tivessem sido decompostas. Est‡ no gene n‹ o informar cabalmente. Antes ainda de comentar algumas verbas, Ž capaz de ser œ til divulgar duas ou tr• s normas da Lei 73/2013, para conhecimento de alguns que n‹ o conhe•a m. ART¼ . 7¼ . N¼ . 1 Ð A actividade financeira das autarquias locais est‡ sujeita ao princ’ pio da transpar• ncia, que se traduz num dever de informa•‹ o mœ tuo entre estas e o Estado, bem como no dever de DIVULGAR aos cidad‹ os, de forma acess’ vel e vigorosa, a informa• ‹ o sobre a situa• ‹ o

financeira; ART¼ . 55¼ . N¼ . 8 Ð O montante das d’ vidas or• amentais das freguesias a terceiros, excluindo as relativas a contratos de emprŽ stimo de curto prazo ou abertura de crŽ dito, NÌ O PODE ultrapassar 50% das receitas totais arrecadadas no ano anterior; ART¼ . 74¼ . N¼ . 2 Ð A contabilidade das entidades referidas (aut. locais, entidades intermunicipais) no nœ mero anterior respeita o Plano de Contas em vigor para o sector local, podendo ainda dispor de outros instrumentos necess‡ rios ˆ boa gest‹ o e ao controlo dos dinheiros e outros activos pœ blicos, nos termos previstos na lei. A primeira falha Ž a aus• ncia do mapa de pessoal (pessoal eleito - membros do executivo - e contratado) com a remunera• ‹ o individualizada. Do mesmo passo, faltou falar, escrevendo, com detalhe, da legi‹ o de pessoas dispensadas pelo IEFP, faltou relatar a posi•‹ o actual dos € 81.000,00 inclu’ dos

em Caixa e objecto de or•a mento rectificativo. Quantos são, afinal, os desempregados enviados pelo IEFP e quanto pesam nas despesas gerais? AlŽ m destas quantas pessoas mais a Junta contratou, suportando as respectivas remunera•› es? E por fim, seria necessário, nesta freguesia (falo no singular porque o contrato Ž anterior ˆ jun• ‹ o), arrebanhar tanta gente? Para fazer o qu• durante um ano? E h‡ na autarquia capacidade para gerenciar cerca de 20 trabalhadores? Ou trata-se de algum programa nacional para diminuir desemprego nas estat’ sticas? Mesmo que me acusem de gastar a mesma tecla, insisto que nestes anos todos de governan• a, o executivo nunca informou, nem cidad‹ os, nem os eleitos locais, o que estava em d’ vida a fornecedores, nem a quais fornecedores, ouvindo-se com insist• ncia que alguns credores faziam plant‹ o junto da sede a fazer escarcŽ u na

procura de algum ˆ conta. Em 23/12/2013, como anexo ao or•a mento, foi apresentada uma listita com nomes de credores e respectivos crŽ ditos. S— que, logo, foram detectadas falsidades. Um fornecedor, de crédito confirmado (de pouca monta, diga-se) foi omitido. O valor apresentado como crŽ dito do maior credor foi desmascarado como representando s— cerca de 20% do total em dŽ bito. Detectou-se que haveria um credor de v‡ rios milhares de euros e que nem sequer tinha facturado o trabalho que executara. E a quem vai facturar agora? Quem encomendou o trabalho e dele beneficiou já não existe e ser‡ que a nova autarquia ir‡ aceitar um dŽ bito que n‹ o Ž seu? N‹ o falando, agora, na fraude de índole fiscal que anda pelo meio. E tambŽ m se diz que ninguŽ m cr• que a obra do Quiosque tenha sido paga e admite-se mesmo que poder‡ n‹ o estar facturada. Pelo menos em parte.

Imagine-se que a Assembleia entendia os valores como certos e viesse a deliberar n‹ o autorizar qualquer pagamento para alŽ m daqueles credores, nem para alŽ m dos valores exibidos? Mais, se os valores das d’ vidas forem corrigidos para o que parece ser o real, fica claramente ultrapassado o limite do endividamento poss’ vel previsto no artigo 55¼ . da lei 73/2013. S— mais uma nota para esta primeira refer• ncia ao primeiro or• amento anual da autarquia Caldas de S. Jorge/Pigeiros. ƒ referenciada uma receita de capital de € 25.000,00 por aliena•‹ o de terreno(s). Seria mais do que leg’ timo exigir-se a informa• ‹ o sobre que terreno, ou terrenos, est‡ em vista ser vendido. Pelas raz› es j‡ expostas e v‡ rias outras ainda n‹ o explicitadas, EU n‹ o teria votado favoravelmente o documento.

percorrer. ƒ por ele onde passam pais com os filhos pequenos que lhes dizem que t• m fome e recebem por resposta um solu• o de amargura. N— s testemunhamos algumas dessas situa• › es. Estamos quase a festejar a P‡ scoa da Ressurrei• ‹ o de Jesus. Foram os grandes que

O condenaram ˆ morte porque Ele queria acabar com estas desigualdades. Quando vestirmos o nosso fato domingueiro para assistirmos ˆ solenidade da Ressurrei• ‹ o de Jesus, prometamos-lhe que vamos fazer esfor• os para acabar com a miséria no Mundo. Que este artigo

n‹ o fa• a parte da p‡ gina banal que ninguŽ m l• . A solidariedade para os que t• m fome e sede de justi• a Ž o peso da balan• a no julgamento final. Votos de uma feliz Páscoa para todos.

José Pinto da Silva

A página banal que ninguém lê A dificuldade de vida que bate à porta de muitos Ž escrita numa p‡ gina banal de um jornal que ninguŽ m l• . N‹ o somos um Portugal uno e indivis’ vel. Somos um Portugal dividido por um caminho que tinha sido extinto no 25 de Abril. Hoje reconstru’ ram-no e est‹ o a construir

outro ou seja um para os ricos e outro para os pobres. Dois caminhos paralelos que representam a riqueza e a pobreza. N‹ o somos filhos da mesma Pátria e do mesmo Criador? Se quem nos governa olhasse para o caminho da pobreza, esse caminho seria mais f‡ cil de

Alberto Soares

Para quando a execução do protocolo de competências da União de Freguesias de Souto e Mosteirô? O CDS pergunta ao elenco de junta de freguesia, j‡ que aceitou e aprovou o protocolo de delega• ‹ o de compet• ncias, proposto pela C‰ mara, para quando come• ar a assumir essas compet• ncias, como vamos constatar o estado da via de

liga• ‹ o da sede de Concelho ˆ Uni‹ o de Freguesias Souto Mosteir™ , via essa que tem por nome de Rua Principal, que vai do banco Bpi de Souto atŽ ao castelo de Santa Maria da Feira, passando pela escola de Badoucos, pela antiga fabrica

de papel. As compet• ncias s‹ o para se cumprir, n‹ o podem ser mera reit— rica de campanha eleitoral, pois quando se assume uma responsabilidade, tem que se ter compet• ncia para a executar. Como o CDS continua preocu-

pado com as acessibilidades de todos os cidad‹ os de Uni‹ o de Freguesias Souto Mosteir™ , ficamos a aguardar que o executivo comece a fazer as omoletes, que com a assinatura do protocolo de delega• ‹ o de compet• ncias, recebeu os ovos. Como esta-

mos a passar por uma Ž poca festiva, esperamos que n‹ o os gaste todos, s— em doces. Ângelo Santos, representante do CDS da União de Freguesias SOUTO / Mosteirô


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Lourosa // Em exposi•‹

o est‹ o obras dos docentes do ColŽ gio de Lamas

Um espaço aberto de apoio à comunidade educativa Inaugurado no m• s passado, o Centro Coordenador de Apoio Parental pretende refor•a r a partilha de informa•‹ o entre os v‡ rios agrupamentos do Concelho. Actualmente, tem uma plataforma online dispon’ vel e o ciclo de exposi• › es Agruparte em curso, mas novos projectos est‹ o a caminho, como uma mostra de oferta formativa e workshops na ‡ rea da educa•‹ o. Daniela Castro Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

explica o presidente da Fapfeira, Lu’ s Barbosa.

adiram ˆ iniciativa se Ò consertem no sentido de servir melhor a comunidade educativaÓ . Para um melhor desenvolvimento dos seus objectivos, a Fapfeira assinou protocolos de colabora• ‹ o com alguns agrupamentos de escolas, como Argoncilhe, Lamas e Fi‹ es. Ò Os protocolos s‹ o para estabelecer pontes entre n— s e os v‡ rios agrupamentos, para que a informa• ‹ o flua, a n’ vel das val• ncias das escolas, do que oferecemÓ Ð explica Lu’ s Barbosa. O CCAP conta ainda com uma sala de aula, que servir‡ para acolher as mais diversas forma• › es que visam dar Ò resposta aos problemas apresentados pela comunidade educativaÓ . Ò Para a maior parte dos pais, a Associa• ‹ o de Pais n‹ o Ž a vida deles. N‹ o conhecem as ferramentas jur’ dicas, fiscais e surgem dœ vidas. Um dos papŽ is que vamos ter Ž dar aconselhamento aos pais que assumem esses cargosÓ Ð conta Lu’ s Barbosa, adiantando que v‹ o ter forma• ‹ o ao n’ vel das assembleias-gerais, da constitui• ‹ o e forma• ‹ o das associa• › es, da correc• ‹ o de nomes, entre outros. Ò Vamos ter agora, no dia 29 de Abril, ˆ s 19h00, um Workshop de Fiscalidade para as associa• › esÓ Ð revela o presidente da Fapfeira.

O s’ tio Ž emblem‡ tico. Ò Foi a Espaço com informação primeira escola prim‡ ria desta relevante para os pais regi‹ o. Os alunos de Mozelos, O apoio ˆ comunidade educativa Lamas, Fi‹ es, Lob‹ o, S. Jo‹ o ser‡ prestado nas mais diversas de Ver, vinham para c‡ Ó Ð conta vertentes (informativa, formatia colaboradora do Centro Co- va, tŽ cnica e cultural/partilha), ordenador de Apoio Parental, fazendo usufruto do recente Rosa Silva. Por aquela escola, espa• o online. Ò O CCAP n‹ o passaram nomes ilusŽ s— este espa• o f’ sico. tres como Henrique TambŽ m criamos, na Veiga de Macealtura da inaugura“Foi a prido e Henrique • ‹ o, um espa• o meira escola priAmorim. Mais virtual, a que as mária desta região. tarde, o edif’ pessoas podem cio foi doado O facto de a Fapfeira aceder em www. ˆ freguesia ccap.fapfeira.ptÓ por Margari- estar cá, ligada à edu- Ð diz Lu’ s Barbocação, faz algum da Granja e sa. Em breve, os Manuel Pereiencarregados de sentido” ra Granja com o educa• ‹ o interessaintuito de Ò servir e dos poder‹ o consultar educarÓ a comunidainforma• ‹ o relevante para de. Propriedade da Junta o futuro dos seus filhos. Ò Estade Freguesia de Lourosa, o es- mos a fazer a recolha de todas pa• o j‡ funcionou como escola, as institui• › es ligadas ao ensino, casa da cultura e hoje acolhe o desde o ber• ‡ rio ao secund‡ rio, Centro Coordenador de Apoio e de informa• ‹ o relevante para Parental (CCAP). Ò O facto de os pais, como contactos, oferta a Fapfeira estar c‡ , ligada ˆ formativa, transportes, pre• osÓ educa• ‹ o, faz algum sentido. Ð afirma Rosa Silva, garantindo Fechou-se um cicloÓ Ð afirma que dentro de 15 dias a informaRosa Silva. • ‹ o j‡ estar‡ dispon’ vel. Ò EstaInaugurado no passado dia 12 mos em todas as dimens› es, a de Mar• o, o CCAP Ž a concre- trabalhar para a comunidadeÓ tiza• ‹ o de um sonho antigo da Ð refere Lu’ s Barbosa. Fapfeira, que j‡ tem este projec- Ainda neste sentido, os resto em carteira h‡ mais de tr• s pons‡ veis pelo CCAP est‹ o a Componente social tamanos. O centro pretende Ò dar preparar a Semana da Oferta bém estará presente apoio apoio ˆ parentalidade, Formativa. Ò Coordenando e tra- A componente social do espa• o atravŽ s de redes de coopera- balhando com os v‡ rios directo- n‹ o Ž esquecida. Ò Queremos • ‹ o com os diversos agentes res dos agrupamentos, onde h‡ que o CCAP tambŽ m seja solieducativos e promotores dos oferta formativa para alŽ m d‡ rio, que haja espa• o direitos sociais e educacionais do 9.¼ ano, estamos para outras instidas crian• asÓ , tendo como metas a organizarmo-nos tui• › es desen“Estamos promover o desenvolvimento de para apresentar volverem procompet• ncias parentais, diag- a q u i a o f e r t a jectos, dentro em todas as nosticar situa• › es que carecem formativaÓ Ð diz do nosso obdimensões a tra- jectivo (apoio de apoios espec’ ficos, refor• ar/ Lu’ s Barbosa. A facilitar as rela• › es familiares ideia Ž facilitar o balhar para a co- parental), em e comunit‡ rias, informar sobre processo de secolabora• ‹ o direitos e deveres, encaminhar lec• ‹ o aos pais. munidade” connoscoÓ Ð e facilitar o acesso a recursos a Ò N o r m a l m e n t e refere Lu’ s Barfam’ lias de crian• as/jovens com s‹ o as escolas que bosa. Um dos problemas de desenvolvimento, convidam os alunos projectos nesta estimular a participa• ‹ o dos pais para irem l‡ ver a oferta ‡ rea Ž a partilha de na aprendizagem e experi• ncia formativa dispon’ vel. A nossa livros, ou seja, o CCAP escolar da crian• a/jovem, entre ideia Ž que os pais que n‹ o con- pretende Ò interagir com todos outras. O CCAP vai servir todo seguem ir ˆ escola, porque Ž du- os agentes educativos do Cono Concelho, mas foi localizado rante o seu hor‡ rio de trabalho, celho para promover a recolha em Lourosa pela centralidade possam vir c‡ , por exemplo ao e disponibiliza• ‹ o de manuais da freguesia. Ò Estamos ˆ face s‡ bado, com os filhos, procurar escolares em estado de usoÓ . da estrada nacional por isso a oferta formativa e aconselha- Mas n‹ o s— . Querem ainda Ò dia acessibilidade Ž — ptima. ƒ rem-seÓ Ð explica Rosa Silva, namizar uma vertente tŽ cnica central e f‡ cil de identificarÓ Ð que espera que as escolas que ligada ˆ ‡ rea da psicologia,

concretamente, apoiando a co- tecer, ligados ˆ junta de freguemunidade educativaÓ , atravŽ s da sia, e o CCAP acaba por ter um media• ‹ o de conflitos, terapia funcionamento em regime de familiar/individualizada, avalia- perman• ncia. Vamos cedendo • › es psicol— gicas, propostas de o espa• o para essas actividades actividades s— cio-educativas de acontecerem e assim h‡ um enripromo• ‹ o do sucesso escolar quecimento, uma partilha, o que e desenvolvimento de afectos Ž muito bomÓ Ð comenta Rosa com a escolaÓ . Ò As escolas Silva. Actualmente, no espa• o, fornecem apoio psicol— gico, est‡ patente o ciclo de exposi• › es Agruparte, que mas os pais n‹ o t• m inclui trabalhos dos esse apoio, s— os “Trabaprofessores de Aralunos. A ideia Ž tes Visuais dos fazer a prestalhando com os • ‹ o desse servários directores dos agrupamentos vi• o da forma do Concelho. agrupamentos, estaOs primeiros mais acess’ vel artistas a expor e espont‰ nea mos a organizarmoforam Ant— nio poss’ velÓ Ð diz nos para apresentar Hon— rio (AgruRosa Silva. aqui a oferta O CCAP preserpamento Pa• os Brand‹ o) e Helena va ainda a anterior formativa” Veloso (Agrupamento fun• ‹ o do edif’ cio Coelho e Castro), seguine n‹ o deixa de acolher v‡ rias iniciativas culturais Ò com- do-lhes os professores Carlos pat’ veis com as suas pr— prias Cancelinha e Margarida Coelho actividadesÓ porque Ò a cultura do ColŽ gio de Lamas. Ò A seguir tambŽ m Ž importante na forma- vem Lourosa, para coincidir com • ‹ o dos indiv’ duos e no desen- as comemora• › es da eleva• ‹ o a volvimento das comunidadesÓ . cidadeÓ Ð adianta Rosa Silva. Ò Os eventos continuam a acon- Agruparte vem de agrupar, par-


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Santa Maria da Feira // AtŽ 30 de Abril

Inscrições abertas para Voluntariado para Viagem Medieval

tilhar, porque este ciclo Isto Ž o passado e o futuro de exposi• › es tem como da comunidade. Quando objectivo Ò mostrar outra redescobrimos a nossa faceta dos professoresÓ . hist— ria, criamos ra’ zes e Ò Alguns deles s‹ o artistas envolvemo-nos mais na pl‡ sticos reconhecid’ s- comunidade, ficamos com simos no meio e os sentido de pertenalunos e a pr— pria • aÓ Ð diz Rosa comunidade Silva. Uma “Para a desconhegrande maior parte dos cem. ƒ inajuda fopais, a Associação de teressante ram os mostrar utentes Pais não é a vida deles. esse lado do CenUm dos papéis que vae Ž uma mos ter é dar aconselha- tro Soforma de cial de mento aos pais que ter este esLourosa. assumem esses pa• o sempre Ò Foram dinamizado e alunos na cargos” ligado ˆ educadŽ cada de 30 • ‹ oÓ Ð afirma Rosa e estiveram c‡ a Silva. O CCAP j‡ recebeu contar algumas hist— rias. v‡ rias visitas de alunos Sentem-se valorizados e curiosos por ver as obras estavam content’ ssimos de arte dos docentes. Ò A por visitar aquela que foi a cultura Ž partilha e se for escola delesÓ Ð recorda. intergeracional e multi- A popula• ‹ o que Ò j‡ vai disciplinar melhor ainda. passando, entra e v• Ó est‡ Queremos que as iniciati- cada vez mais habituada vas fluam porque a ideia Ž ao CCAP. Ò As portas est‹ o brilharmos todos: Fapfeira, abertas, permanentemenprofessores, alunos, pais, teÓ Ð frisa Rosa Silva. O comunidade. Um espa• o espa• o, acess’ vel a todos, aberto com arte pode pro- est‡ a Ò construir-se passo porcionar issoÓ Ð refere a a passoÓ . Ò ƒ um bocacolaboradora do CCAP. do complexo e s— agora se come• a a ver qual o Recolha de histórias nosso projecto, que est‡ constantemente em conssobre a escola tru• ‹ o. Temos um fim e Outro projecto na manga Ž a recolha dos depoimentos estamos a caminhar para dos alunos que frequenta- l‡ Ó Ð diz Lu’ s Barbosa, que ram aquela escola prim‡ - descreve o CCAP como ria. Ò Por vezes, recebemos Ò u m e s p a • o a b e r t o d e v‡ rias ideiasÓ que a visita de alguns acolhe sugesdos primeiros t› es e proalunos desta “O CCAP move proescola, da jectos e, dŽ cada de existe não para sobretu30 e 40, tomar a dianteira, do, que que v‹ o contando mas com o propó- visa dar apoio e hist— rias sito da coordena- coordeque regisnar o tratamos para ção” balho das posteriorassocia• › es mente cruzar de pais. Ò Para e conseguir faque haja fluidez de zer uma hist— ria desta casaÓ Ð conta Rosa Silva. informa• ‹ o e entreajuPara alŽ m destes depoi- da. O CCAP Ž um espamentos, tambŽ m est‹ o a • o onde podem estar os levar a cabo uma pesquisa v‡ rios agrupamentos do aprofundada que envolve Concelho, que existe n‹ o falar com professores e para tomar a dianteira, procurar fotografias da mas com o prop— sito da Ž poca. Ò N‹ o podemos dei- coordena• ‹ oÓ Ð remata xar fugir estes momentos. Rosa Silva.

Encontram-se abertas, atŽ 30 de Abril, as inscri•› es para o voluntariado da 18» Viagem Medieval em Terra de Santa Maria. Ter mais de 16 anos, disponibilidade, esp’ rito de equipa, motiva• ‹ o e responsabilidade s‹ o alguns dos requisitos exigidos pela organiza•‹ o para ser volunt‡ rio do maior evento de recria•‹ o hist— rica do Pa’ s. Os volunt‡ rios seleccionados v‹ o dar o seu contributo em ‡ reas diversas, nomeadamente postos de informa•‹ o, bilheteiras, produ• ‹ o e anima• ‹ o, montagens/desmontagens, apoio ˆ seguran• a, acolhimento, entre outras. As fichas de inscrição encontram-se dispon’ veis no site da Viagem Medieval, em www.viagemmedieval.com, bem como na sede da Federa•‹ o das Colectividades, empresa municipal Feira Viva, piscinas municipais de Santa Maria da Feira, Fi‹ es e Lourosa e postos de turismo. Para qualquer esclarecimento, os interessados poder‹ o contactar a equipa de coordena•‹ o do voluntariado, atravŽ s do telem— vel 961822508 ou e-mail voluntariado@viagemmedieval.com. Organizada pela C‰ mara Municipal de Santa Maria da Feira, empresa municipal Feira Viva e Federa•‹ o das Colectividades de Cultura e Recreio do Concelho, a 18» Viagem Medieval realiza-se de 1 a 10 de Agosto, no centro hist— rico da cidade, e vai recriar o reinado de D. Sancho II.

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Santa Maria da Feira // O Ò Espa• o FilhosÓ est‡ aberto atŽ ˆ pr— xima quinta-feira

Câmara acolhe filhos dos funcionários nas férias da Páscoa

A C‰ mara Municipal de Santa Maria da Feira criou um espaço para acolher os filhos dos funcion‡ rios nos per’ odos de fŽ rias escolares. Depois de uma experi• ncia-piloto na pausa lectiva do Natal, o Ò Espa•o FilhosÓ volta a abrir as portas nas fŽ rias da P‡ scoa para acolher 68 crian•a s, dos tr• s aos 13 anos. “Conhecemos as dificuldades de muitos colaboradores da autarquia e da empresa municipal Feira Viva em encontrar respostas de acolhimento para os filhos nos períodos de férias escolares, por isso decidimos avan•a r com este projecto que permite um maior equil’ brio entre a esfera familiar e profissional” refere o presidente da C‰ mara Municipal, Em’ dio Sousa. Durante nove dias Ð de 7 a 17 de Abril, das 9h00 ˆ s 13h00 e as 14h00 ˆ s 17h00 Ð as crian•a s ser‹ o acompanhadas por tŽ cnicos habilitados, num preenchido programa di‡ rio de actividades lœ dicas e pedag— gicas, dentro e

fora do Concelho. O acolhimento do Ò Espa• o FilhosÓ Ž feito diariamente na Casa do Povo de Santa Maria da Feira, a partir das 8h45, mas s‹ o muitas as actividades agendadas para o exterior, nomeadamente visitas ao Zoo de Lourosa e museus municipais, Parque Molinol— gico de Ul, em Oliveira de AzemŽ is, e Parque de Serralves. O Ò Espa•o FilhosÓ Ž um projecto promovido pela C‰ mara Municipal de Santa Maria, em colabora•‹ o com a Casa dos Choupos Ð Cooperativa Multissectorial de Solidariedade Social e empresa municipal Feira Viva. Integrado no Plano Municipal para a Igualdade de GŽ nero, este projecto enquadra-se no eixo de promo•‹ o de boas pr‡ ticas em matŽ ria de concilia•‹ o entre a vida pessoal, familiar e profissional, especificamente a cria• ��� o de estruturas e respostas para acolhimento de crian•a s.


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Arrifana // Jo‹ o Pinheiro da UPA tambŽ m entra na corrida

Antero Resende da CDU candidata-se à Junta Antero Resende Ž o cabe• a-delista da candidatura da CDU ˆ Junta de Freguesia de Arrifana. Com uma equipa renovada, a lista da Coliga• ‹ o Democr‡ tica Unit‡ ria, Ò como for• a pol’ tica respons‡ vel que Ž , apresenta-se a estas elei• › es convicta do seu importante contributo para resolver finalmente o impasse em que se encontram os — rg‹ os aut‡ rquicos da freguesia, em consequ• ncia de querelas e disputas pessoais lament‡ veis dos actuais eleitos e a que Ž preciso, de uma vez por todas, p™ r cobroÓ Ð escreve a candidatura, em comunicado. Desta feita, a lista da CDU tem como primeiro candidato Antero Resende, de 53 anos, natural de Fornos e professor na Escola E.B. 2,3 da Arrifana e que Ž membro do Conselho Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, bem como do Conselho Nacional de Educa• ‹ o e ainda destacado activista

Antero Resende das causas ambientais, alŽ m de dirigente sindical. Foi tambŽ m candidato ˆ C‰ mara Municipal de Santa Maria da Feira nas œ ltimas elei•› es aut‡ rquicas. Liliana Santos, gestora comercial,

Jo‹ o Pinheiro Ž a mandat‡ ria da Lista CDU. Entretanto, João Pinheiro, do movimento c’ vico UPA (Unidos Por Arrifana) tambŽ m j‡ apresentou a sua candidatura no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira.

UF Lobão, Louredo, Gião e Guizande // ò ltima assembleia de freguesia foi interrompida

José Henriques garante que “entretanto tomará uma posição” A œ ltima assembleia de freguesia em Lob‹ o, que decorreu no dia 4 de Abril, terminou antes de ter come• ado. Ò N‹ o h‡ qualquer novidade. A Oposi• ‹ o consertada abandonou a assembleiaÓ Ð diz o presidente eleito da Uni‹ o de Freguesias de Lob‹ o, Louredo, Gi‹ o e Guizande, JosŽ Henriques. O autarca tentou apresentar propostas de listas mas n‹ o lhe foi poss’ vel. Ò N‹ o cheguei a apresentar porque fui interrompido

pelo cabe• a-de-lista do PS que alegava que se tinha de aprovar a acta da assembleia anterior. Desconhece a lei que n‹ o obriga a que se aprove a actaÓ Ð explica JosŽ Henriques, acrescentando que s— Ž submetido a aprova• ‹ o o que est‡ na Ordem de Trabalhos. A Uni‹ o de Freguesias de Lob‹ o, Louredo, Gi‹ o e Guizande continua assim sem executivo (desde as passadas elei• › es aut‡ rquicas de 29 de

Setembro que deram vit— ria ao PSD) e o pr— ximo passo ainda n‹ o est‡ definido. “Estamos a estudar o assunto e entretanto tomaremos uma posi• ‹ oÓ Ð revela JosŽ Henriques, desgostoso com a falta de acordo entre o PSD e a Oposi• ‹ o, composta pelo PS e CDS-PP. Ò AtŽ aqui julgava que o interesse da popula• ‹ o estava acima de tudo. Agora percebi que n‹ o, que os interesses pessoais s‹ o mais importantes” – afirma.

Arrifana // Rua estava cortada a meio

Rua dos Descobrimentos vai ser intervencionada Depois do vereador do PS, Ant— nio Bastos, ter alertado a C‰ mara da situa• ‹ o vivida na Rua dos Descobrimentos, em Arrifana, o executivo anunciou, na reuni‹ o da passada segunda-feira, que a

Feira // Para manter tradi•‹

rua iria ser intervencionada nos pr— ximos dias. Ò Dentro de dois, tr• s dias come• am a realizar-se os trabalhosÓ Ð adiantou o vereador com o pelouro do Ambiente, Obras Municipais e Protec• ‹ o Civil, V’ tor

Marques. Recorde-se que Ant— nio Bastos tinha chamado a aten•‹ o para o facto de Ò a rua estar intransit‡ velÓ porque Ò h‡ dois anos abriu uma cratera que se mantinha inalteradaÓ .

o

Câmara dá tolerância de ponto na segunda-feira de Páscoa O presidente da Câmara, Emídio Sousa, anunciou, na œ ltima reuni‹ o do executivo municipal, que a C‰ mara vai dar toler‰ ncia de ponto aos seus funcion‡ rios na segunda-feira de P‡ scoa. Ò Como Ž pr‡ tica habitual, vamos dar toler‰ ncia de ponto. ƒ tradi• ‹ o da regi‹ o, neste dia sai

o compasso. Eu próprio já trabalhei na sexta-feira santa mas nunca na segunda-feira de P‡ scoaÓ Ð revelou Emídio Sousa. Eduardo Cavaco concordou e contou uma pequena hist— ria a este respeito. Ò H‡ muitos anos, teve de se trabalhar na segunda-feira de P‡ scoa. Nesse

dia, virou uma grua e quase matou uma pessoa. O meu pai, a partir da’ , disse Ò nunca mais se trabalha na segunda-feira de P‡ scoa!Ó Ó Ð lembrou o l’ der da Oposi• ‹ o. Com a toler‰ ncia de ponto, a reuni‹ o do executivo municipal realizar-se-‡ , excepcionalmente, ˆ ter• a-feira.

Opinião

Lobão, Gião, Louredo e Guisande merecem mais Serve o presente comunicado para esclarecer toda a popula• ‹ o da Uni‹ o de Freguesias de Lob‹ o, Gi‹ o, Louredo e Guisande aquilo que se passou no dia 4 de Abril de 2014 (SextaFeira) em mais uma Assembleia Extraordinária. Em primeiro lugar é necessário clarificar que a Assembleia realizada no dia 4 de Abril de 2014, n‹ o deveria ter sido realizada. Foi decidido pelo Senhor Presidente eleito JosŽ Henriques no dia 7 de Novembro de 2013 (data da œ ltima Assembleia) que a sess‹ o de Assembleia estaria encerrada e que iria comunicar ˆ s inst‰ ncias competentes que n‹ o se tinha chegado a acordo para a forma• ‹ o de executivo. Em segundo lugar é de salientar que mesmo assim, o PS compareceu na œ ltima-assembleia (4 de Abril de 2014) de boa-fŽ esperando que este impasse ficasse resolvido definitivamente. Depois de todo um discurso inicial parcial e tendencioso proferido pelo Sr. Presidente, o candidato eleito pelo PS -David Neves- pediu a palavra para exercer o seu dever e direito democr‡ tico. Tal pedido foi recusado de imediato sendo que, no decorrer da Assembleia o candidato do PS pediu novamente a palavra, pedindo que fosse lida a ata da assembleia realizada ‡ quase meio ano com o objetivo de esclarecer aquilo que se passou. JosŽ Henriques - PSD disse que n‹ o tinha a ata e que n‹ o tinha nada que a ler. David Neves perante esta situa• ‹ o informou que os elementos do PS s— aceitavam continuar na Assembleia caso procedessem ˆ leitura da ata anterior. Ò Calate. Quem manda aqui sou eu!Ó Ð Foi a resposta dada pelo Sr. Presidente JosŽ Henriques ao membro da Assembleia David Neves, que expressa bem a vontade de dialogar e resolver o impasse desta situa• ‹ o. Em terceiro lugar, o PS tomou a liberdade de comparar as declara• › es proferidas pelo Sr. Presi-

Fotolegenda

dente JosŽ Henriques ao jornal Ò Correio da FeiraÓ no dia 11 de Novembro de 2013 pelasa• › es que o Sr. Presidente tomou. JosŽ Henriques disse: Ò N‹ o havia qualquer interesse em fazer mais vota• › es uma vez que havia concerta• ‹ o por parte da oposi• ‹ o.Ó Ð A nossa pergunta Ž a seguinte: Sr. Presidente, passados cinco meses convoca nova Assembleia? Então havia ou n‹ o interesse em fazer mais vota• › es? JosŽ Henriques disse: Ò Tentei fazer todas as listas poss’ veis.Ó Ð Aquilo que o Sr. Presidente prop™ s ao PS fora um cargo como tesoureiro ou secret‡ rio dando ao PSD a maioria no executivo (indo contra a vontade do eleitorado). Aquilo que a nossa equipa sempre prop™ s foi uma junta tripartida, isto Ž , uma junta com dois membros do PSD, dois membros do PS e um do CDS. JosŽ Henriques disse: Ò Com esta situa• ‹ o quem perde Ž a Uni‹ o de Freguesias. Vai estar parada mais meio ano sem se poder fazer nada. ƒ um preju’ zo para o povoÓ Ð um preju’ zo para o povo Ž , sem dœ vida, que passado meio ano destas declara• › es ainda n‹ o se tenha feito nada em prol da popula• ‹ o e que o Sr. Presidente se tenha focado apenas nos jogos de interesses pol’ tico-particulares sem pensar nos interesses de toda a popula• ‹ o da Uni‹ o de Freguesias. O PS fica a aguardar resposta a todas as perguntas. Para o PS este estado de impasse, de mentiras e ilegalidades Ž inadmiss’ vel e insuport‡ vel, por isso, vai comunicar ao ministŽ rio pœ blico e ao tribunal administrativo de Aveiro todas estas e outras situa• › es irregulares. O povo de Lob‹ o, Gi‹ o, Louredo e Guisande merecem mais, merecem uma resposta, merecem democracia, merecem transpar• ncia, merecem justi• a! Precisamos de Unir, Trabalhar e Inovar! David Neves, Eleito do PS

A Junta de Freguesia de Arrifana procedeu ˆ limpeza do parque de lazer da Azenha. De acordo com Delfim Silva, presidente eleito, os trabalhos iniciaram-se j‡ antes da chamada de aten•‹ o do Bloco de Esquerda, noticiada na œ ltima edi•‹ o do Correio da Feira.


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Lobão // Ant— nio Bastos sugere coloca•‹

o de sem‡ foros e faixas sonoras

Passadiço cortado por EN326 constitui perigo para os transeuntes

O vereador do PS, Ant— nio Bastos, chamou a aten•‹ o, na œ ltima reuni‹ o do executivo municipal, para a situa•‹ o do passadi•o que liga Fi‹ es a Lob‹ o. Ò Na Tabua• a, o passadi•o pedonal Ž cortado pela EN326. Os transeuntes querem circular comodamente nos passadi• os e, por isso, Ž necess‡ ria uma interven•‹ o da C‰ maraÓ Ð frisou. O vereador deu ent‹ o algumas solu•› es para o problema. Ò Pro-

ponho que sejam colocados dois sem‡ foros, em sistema intermitente, que podem funcionar entre as 16h00 e as 20h00, todos os diasÓ Ð lan• ou, real• ando a necessidade de garantir a seguran• a da circula•‹ o pedonal na via. Ò Sugiro tambŽ m que se coloquem faixas sonoras, antes da travessia, para que o tr‰ nsito rodovi‡ rio sinta que se est‡ a aproximar de um perigo e, dessa forma, circule com mais

cuidado e respeitoÓ Ð salientou. Em’dio Sousa acatou estas como Ò boas sugest› esÓ , admitindo que h‡ Ò algum perigo na travessiaÓ e que tambŽ m ele j‡ esteve Ò a ver a melhor solu•‹ oÓ . Ò Pedia ao vereador do pelouro para fazer um desenho da proposta para que possamos submeter ˆ s Estradas de Portugal, com as quais ter‡ de haver sempre uma articula•‹ oÓ Ð afirmou.

Fornos // Junta garante que n‹ o vai deixar cair o evento

“Fornos Cresce” desiste da Feira à Moda Antiga A Ò Associa• ‹ o Fornos CresceÓ n‹ o vai participar na organiza• ‹ o da XI Feira ˆ Moda Antiga Ð 4» Mostra das Colectividades da Freguesia de Fornos. A associa• ‹ o j‡ deu disso nota ˆ Junta de Freguesia que se mostrou surpreendida com a decis‹ o. Contido, o executivo fornense garante que a iniciativa

n‹ o vai cair por terra, tal como caiu o Carnaval. Segunda a Junta de Freguesia, a Ò Fornos CresceÓ decidiu n‹ o participar na organiza•‹ o do evento, alegando Ò n‹ o possuir as condições mínimas, quer financeiras quer de recursos humanosÓ . Ò Lamentamos esta decis‹ o, mas a

Ò Feira ˆ Moda Antiga de FornosÓ n‹ o vai acabar, como tambŽ m j‡ n‹ o se realizou o Ò Carnaval de Fornos 2014Ó Ó Ð garante o executivo fornense, salientando que vai assumir Ò a totalidade dos encargos e da organiza•‹ o do evento, convidando todos os que tenham disponibilidade para colaborarÓ .

Santa Maria da Feira // A partir de 23 de Abril

Corridas à luz da lua todas as quartas Ò Night Runners Santa Maria da FeiraÓ Ž o nome do novo evento desportivo que o ultramaratonista Luis Miguel realiza, em parceria com o munic’pio de Santa Maria da Feira, todas as quartas-feiras, a partir do pr— ximo dia 23 de Abril. As provas t• m in’cio ˆ s 21h00 e abrangem um percurso circular urbano de sete quil— metros, com partida e chegada junto ao Castelo da Feira. Para participar, basta aparecer. Trazer as pessoas para a rua numa perspectiva de Ò Desporto para TodosÓ Ž o principal objectivo do Ò Night Runners Santa Maria da FeiraÓ que visa, essencialmente,

fomentar a actividade f’sica junto da popula• ‹ o, promovendo uma melhoria substancial da sua condi• ‹ o f’sica e conquistando mais adeptos para a pr‡ tica de uma actividade f’sica regular. A correr ou caminhar haver‡ certamente muito conv’vio, cor, luz e anima• ‹ o em todos os momentos. As inscri• › es s‹ o gratuitas. Basta aparecer no local, dia e hora marcada. Dulce FŽ lix, Ricardo Ribas e JosŽ Moreira s‹ o os convidados do primeiro treino dos Night Runners em Santa Maria da Feira Mais informa• › es em https:// www.facebook.com/pages/Night-Runners-Santa-Maria-da-

Feira/441814912620195 “Night Runners Santa Maria da Feira” solidário com Bruno Conceição O primeiro treino dos Night Runners Santa Maria da FeiraÓ , agendado para 23 de abril, est‡ tambŽ m associado ˆ onda de solidariedade em torno de Bruno Concei• ‹ o, guarda-redes de 32 anos que representou o FC Porto nos escal› es de forma• ‹ o. Por sofrer de uma grave doen• a oncol— gica, Bruno Concei• ‹ o viu-se for• ado a abandonar a sua carreira prematuramente. O jovem sofre de mialoma mœ ltiplo e precisa urgentemente de um dador compat’vel de medula — ssea.

Paços de Brandão // H‡ altera•› os — rg‹ os sociais

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es em todos

Fedespab recebe novos elementos para maior abertura às empresas

Ò A mesa da Assembleia vai ser alterada, o Conselho Fiscal tambŽ m e temos a entrada de quatro novos membros para o Conselho de Administra• ‹ oÓ Ð revela a presidente da Fedespab, Isabel Machado. A sess‹ o solene de tomada de posse dos — rg‹ os sociais, que teve lugar na passada quarta-feira, deu assim as boas-vindas a Eduardo Cavaco, Paulo AmŽ rico, Filipe Sousa e Maria Isabel Amaral no Conselho de Administra• ‹ o. Ò A entrada destes novos elementos tem como objectivo direccionar mais a funda• ‹ o para o mundo empresarial, para não ficar tão fechada sobre si mesmaÓ Ð explica Isabel Machado. A assumir o seu segundo mandato, a presidente da Fedespab faz um balan• o dos anos passados ˆ frente da institui• ‹ o. Ò Os primeiros tr• s anos foram uma tomada de conhecimento do estado da funda• ‹ o e espero que, nos pr— ximos tr• s, a entrada destes elementos traga uma lufada de ar fresco e que comecemos a implementar algumas medidas estratŽ gicasÓ – afirma. Os objectivos para este

novo mandato (2014-2016) j‡ estão definidos. “A fundação não pode estar direccionada s— para o ensino, temos de pensar tambŽ m nos apoios ˆ terceira idade, nomeadamente na eventual cria• ‹ o de uma universidade sŽ nior em Pa• os de Brand‹ oÓ Ð adianta Isabel Machado. Este Ž um projecto que Ò tem em mente desde o in’cioÓ . Ò Faz todo o sentido porque, como sabemos, Portugal tem uma baixa taxa de natalidade e o ensino superior est‡ a passar por momentos complicadosÓ Ð disse a presidente da Fedespab, frisando tambŽ m a import‰ ncia das empresas. Ò Dentro deste novo quadro comunit‡ rio, a forma• ‹ o estar‡ nas pr— prias empresas. N‹ o ser‹ o as empresas que vir‹ o atŽ n— s, mas sim n— s que teremos de ir atŽ ˆ s empresas, de encontro ˆ s necessidades dos empres‡ riosÓ Ð salienta. Da’ a escolha dos novos membros para o Conselho de Administra• ‹ o. Ò Para esta nova equipa, quisemos convidar pessoas externas, mas do Concelho da Feira, para colaborarem neste projectoÓ Ð declarou.

Sociedade // Delega• ‹ o vai a Manchester conhecer o laborat— rio de fabrica• ‹ o digital

Emídio Sousa quer Fab Lab em Santa Maria da Feira Uma delega• ‹ o de Santa Maria da Feira, liderada pelo presidente da autarquia, Em’ dio Sousa, viaja esta sexta-feira para Manchester, onde ir‡ visitar o Fab Lab, considerado o primeiro laborat— rio de fabrica• ‹ o digital do Reino Unido. Ò Queremos conhecer o modo de funcionamento deste laborat— rio e os seus resultados pr‡ ticos, para estudarmos a possibilidade de o replicar entre n— s, num conceito de Ô MakerspaceÕ , que inspire e desperte a criatividade

de qualquer pessoa, seja um estudante, um pequeno empres‡ rio ou um artistaÓ - diz Em’dio Sousa. Durante dois dias, a comitiva Ð que inclui directores dos agrupamentos de escolas e dos centros de forma• ‹ o existentes no Concelho Ð vai contactar com um projecto criado para ajudar os empreendedores a transformar as suas ideias em novos produtos e prot— tipos, utilizando avan• adas tecnologias a baixos custos.

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Santa Maria da Feira // Comemora•›

es dos 40 anos do 25 de Abril

Rádios locais e bares da zona histórica com emissão especial no dia 24 de Abril No dia 24 de Abril, ˆ s 22h30, as r‡ dios de Santa Maria da Feira (R‡ dio Clube da Feira e R‡ dio ç guia Azul) e os bares da zona hist— rica juntam-se para evocar a emblem‡ tica emiss‹ o de r‡ dio que marcou a madrugada de 25 de Abril de 1974.

Durante uma hora, os bares aderentes, identificados ˆ entrada com a placa NO AR, ter‹ o sintonizada a emiss‹ o das r‡ dios locais que passar‡ uma playlist seleccionada pelos bares intervenientes nesta ac• ‹ o. Uma forma de levar a hist— ria

do 25 de Abril aos ouvintes e aos frequentadores da zona hist— rica. Os 40 anos do 25 de Abril ser‹ o assinalados em Santa Maria da Feira com um programa de actividades que se prolongar‡ atŽ Abril de 2015.

Santa Maria da Feira // AtŽ ao pr— ximo domingo

Candidaturas abertas para ‘Sabores Imaginarius’ Encontram-se abertas, atŽ ao pr— ximo domingo, as candidaturas para a nova sec• ‹ o do festival Imaginarius criada para promover a cozinha criativa Ð Ô Sabores ImaginariusÕ . Podem candidatar-se grupos de folclore pertencentes ˆ s associa• › es locais,

bem como restaurantes do concelho de Santa Maria da Feira. O regulamento est‡ dispon’vel no site do Imaginarius (www.imaginarius.pt). Para qualquer esclarecimento adicional, os interessados dever‹ o contactar o Gabinete de

Turismo da C‰ mara Municipal de Santa Maria da Feira, atravŽ s do telefone 256 370 802 (de seg. a sex. das 9h00 ˆ s 18h00 e s‡ bado das 10h00 ˆ s 17h00) ou atravŽ s do endere• o electr— nico gab.turismo@ cm-feira.pt.

Não baixar os braços

“Negócio da China”, vai parar ao ministério público Ò Neg— cio da ChinaÓ Ž uma express‹ o vulgarmente atribu’da a alguŽ m que faz um neg— cio

chorudoÉ Quando estes neg— cios s‹ o feitos entre particulares, ninguŽ m tem nada com isso. Mas se uma das partes Ž uma entidade pœ blica n‹ o pode haver neg— cios chorudos. Um neg— cio destes ter‡ acontecido entre a C‰ mara Municipal de Santa Maria da Feira e um particular. PorŽ m, a parte de le‹ o, ou seja a parte choruda, foi para o particular com preju’zos diretos para os cofres municipais. Assim, na œ ltima reuni‹ o de C‰ mara por proposta da C‰ mara PSD, foi aprovada com os votos contra do Partido Socialista a adjudica• ‹ o de infraestruturas vi‡ rias de um loteamento particular a levar a efeito na ex- freguesia de Guisande, no valor de 210 000 euros. Esta despesa Ž uma contrapartida pela venda de 3 artigos rœ sticos desse particular ˆ C‰ mara Municipal. Pela compra destes 3 artigos, a C‰ mara pagou 35 000 euros. Mas os encargos da contrapartida não ficam por aqui. De acordo com o protocolo celebrado entre a C‰ mara Municipal e o particular, ainda falta executar a ilumina• ‹ o pœ blica e as redes de telecomunica• › es. Conclu’das

estas especialidades em falta, os custos totais de encargos para a C‰ mara poder‹ o subir acima dos 300 000 euros. AlŽ m disso, falta contabilizar a isen•‹ o de taxas do loteamento que rondar‡ os 50 000 euros, que deixam de entrar nos cofres municipais referentes ˆ aprova• ‹ o de 28 lotes dessa urbaniza• ‹ o. Resumidamente, a C‰ mara comprou 3 artigos rœ sticos em Guisande por detr‡ s da sede da Junta por 35.000 euros, mas ter‡ que suportar contrapartidas com custos financeiros inexplicáveis da ordem dos 300 000 euros, nas infraestruturas de um loteamento situado na proximidade. Esta negocia• ‹ o Ž um neg— cio inexplic‡ vel e politicamente inaceit‡ vel. ƒ um exemplo grav’ssimo deÓ m‡ gest‹ o da coisa pœ blicaÓ !... O Partido Socialista concorda que a C‰ mara deva negociar sempre que necess‡ rio, defendendo os interesses pœ blicos, acordando protocolos em condi• › es que viabilizem os interesses leg’timos de ambas as partes. N‹ o pode aceitar neg— cios que proporcionam lucros milion‡ rios a privados com n’tidos preju’zos para o er‡ rio pœ blico. No caso presente, a C‰ mara PSD, foi avisada que deve recuar no neg— cio. Se insistir no neg— cio ter‡ que ser responsabilizada pelos elevados preju’zos devido a incompet• ncia e teimosia pol’tica. Serão danos financeiros de centenas de milhares de euros. A infal’vel sabedoria popular diria que a C‰ mara Ó para receber um chouri• o, deu um porco.Ó É podia ao menos receber um presunto.

Fez pior, deu um porco e recebeu um chouri• o!. Estes factos s‹ o incompreens’veis. NinguŽ m encontra uma explica• ‹ o para esta negocia• ‹ o. Onde est‹ o as avalia• › es, os estudos econ— micos para esta estranha decis‹ o? Se n‹ o foram feitos, ent‹ o a C‰ mara cometeu um grav’ssimo erro de gest‹ o, inaceit‡ vel no exerc’cio de fun• › es pœ blicas, negligenciando a indispens‡ vel defesa do interesse pœ blico. Acima de tudo Ž a utiliza• ‹ o de dinheiros pœ blicos que est‡ em causa!.... Como sinal dessa discord‰ ncia, os Vereadores do PS propuseram ˆ C‰ mara Municipal que anulasse esse protocolo, ruinoso para as contas pœ blicas, devido aos elevados prejuízos financeiros que acarreta para o er‡ rio pœ blico. Ao aprovar a realiza• ‹ o dessas infraestruturas com verbas municipais, de acordo com o protocolo, a C‰ mara vai permitir que um particular fa• a Ò o neg— cio da ChinaÓ ˆ custa de dinheiros pœ blicos. A discuss‹ o na reuni‹ o de C‰ mara, foi t‹ o intensa que excedeu os limites do debate pol’tico ao ponto de se clamar a interven• ‹ o do MinistŽ rio Pœ blico para esclarecer as disparidades financeiras em discussão. Este pedido mereceu a concord‰ ncia de toda a C‰ mara. Como tal o Ò neg— cio da China vai parar ao MinistŽ rio Pœ blico.Ó O Partido Socialista na C‰ mara assumiu as suas responsabilidades na defesa dos interesses dos feirenses. António Cardoso, Deputado do PS na Assembleia da República

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Reunião de Câmara // Ant— nio Bastos levanta problemas no processo

Empreitada em Guizande gera acesa discussão entre o executivo e processo vai parar ao Ministério Público Daniela Castro Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

A constru• ‹ o de infraestruturas numa empreitada em Guizande acabou por ser o principal foco da reuni‹ o de C‰ mara da passada segunda-feira, com o vereador do PS, Ant— nio Bastos, a revelar a sua indigna• ‹ o relativamente ao processo. Segundo o socialista, tudo come• ou com um protocolo assinado entre a C‰ mara e os propriet‡ rios do terreno em Casalda• a/G‰ ndara, em Guizande. Ò Um protocolo que eu aprovei na altura por falta de informa• ‹ oÓ Ð comentou. No terreno, tem-se em vista a constru• ‹ o de uma urbaniza• ‹ o com 58 lotes. Ò Ainda por cima parte dela em espa• o florestal” – sublinhou. São 18 mil metros quadrados de terreno que, segundo o vereador do PS, v‹ o exceder os 30 mil euros de custos que a Câmara tinha previsto. “O investimento total pode chegar aos 400 mil eurosÓ Ð lan• ou. Para António Bastos, há outras prioridades a ter em conta. Ò Numa altura de dificuldades, devíamos estar mais preocupados com a pavimentação das ruas” – afirmou. O socialista reiterou o “prejuízo para o er‡ rio pœ blicoÓ , pois nem Ò as taxas de concess‹ o e urbaniza• ‹ o v‹ o ser arrecadadas pela C‰ maraÓ , e considerou aquele assunto como Ò extremamente graveÓ e Ò caso de MinistŽ rio Pœ blico (MP)Ó . Ò Existe promiscuidade interna e favorecimento da C‰ maraÓ Ð atirou, sugerindo que o protocolo e o procedimento de concurso pœ blico fossem anulados e que a C‰ mara

indemnizasse os interessados. Mas n‹ o foi o œ nico. Ò Vai construirse uma urbanização e há coisas mais importantes para fazer, como arranjar as estradas do Concelho, que est‹ o um desastre totalÓ Ð frisou o líder da Oposição, Eduardo Cavaco, salientando a necessidade de Ò analisar seriamenteÓ o processo. Ò Custa-me dizer isto, mas há aqui uma certa promiscuidade. Uma das pessoas que assina o protocolo Ž a mesma que est‡ na Comiss‹ o de Avalia• ‹ o de Propostas. N‹ o deveria estar porque é parte interessada” – sublinhou, rematando: Ò Sou contra istoÓ .

Projecto vai permitir desenvolvimento da freguesia

O presidente da Câmara, Emídio

Sousa, prestou ent‹ o alguns esclarecimentos. Ò Este Ž um processo de muitos anos, que teve um empenhamento fortíssimo dos autarcas de Guizande, porque os propriet‡ rios n‹ o queriam ceder o terreno. Esse Ž um problema da freguesia: a impossibilidade de comprar terrenos porque est‹ o na posse de famílias que não os querem vender” – adiantou. Emídio Sousa afirmou que “não lhe parecia certo dizer-se que a C‰ mara fez um mau neg— cioÓ quando o valor não chega aos 11 euros, ao ano, por metro quadrado, atŽ porque o projecto Ò resolve dois problemasÓ : Ò ƒ uma grande aspira• ‹ o da freguesia ter um Centro Social e, alŽ m disso, diz-se que a Guizande n‹ o se desenvolveu porque não havia terrenos para

Relatório do TC, Pavilhão de Mozelos e Escola das Cavadas Outros assuntos preencheram a œ ltima reuni‹ o do executivo municipal. O relatório do Tribunal de Contas (TC) sobre a concessão da ‡ gua foi novamente abordado, com Eduardo Cavaco a querer saber Ò o ponto de situa• ‹ oÓ . Ò ƒ muito importante para as pessoas do Concelho” – frisou. Os socialistas sugeriram que a C‰ mara acatasse as recomendações do TC, que o processo de negocia• ‹ o com a Indaqua fosse acompanhado pela ERSAR e que a elimina• ‹ o dos ramais acontecesse de imediato ap— s a assinatura do contrato. Emídio Sousa prometeu que ia Ò tentar seguir as recomendações” mas salientou que Ò a Indaqua n‹ o vai aceitar de bom gradoÓ e que o reequilíbrio “pode implicar um aumento significativo da tarifa”. “A

Câmara defende os munícipes, a Indaqua defende a sua posi• ‹ oÓ – afirmou. Na actualização do tarif‡ rio da ‡ gua, o PS votou contra, para Ò manter a coer• nciaÓ . A plataforma Bizfeira, segundo Emídio Sousa, já conta com mais de 200 empresas inscritas. Ò Espero que encontrem mercados e projectos” – afirmou, acrescentando que foi Ò um momento importante para o territ— rioÓ . Ant— nio Cardoso n‹ o se mostrou t‹ o entusiasta. “Foi um comício bem conseguido, em que o primeiroministro referiu muito pouco a plataforma” – comentou. Emídio Sousa reiterou que o objectivo tinha sido alcançado e que o feedback das empresas era Ò muito positivo”. “Já há empresas de municípios vizinhos a pedirem para aderir à plataforma” – revelou.

A empreitada “Requalificação da zona envolvente às Caldas de S. Jorge – Açude sobre o Rio Uíma” sofreu a sua primeira prorrogação, a título gracioso, para esta quarta-feira; e foi aberto concurso pœ blico para a constru• ‹ o do Pavilhão de Mozelos. Neste último, Emídio Sousa informou que “a ideia Ž obter fundos comunit‡ rios, mas n‹ o est‡ garantidoÓ . “Mozelos e S. João de Ver têm necessidade de pavilhões. Mesmo que não haja fundos, temos de os fazer” – explicou. Por fim, a alienação em hasta pública da Escola das Cavadas foi suspensa por terem surgido tr• s associações interessadas em ocupar o espaço. “Já pedi à vereadora para que fizesse a avaliação dos pedidos” – adiantou Emídio Sousa.

as pessoas poderem construir as suas casasÓ Ð elucidou. Por fim, referiu-se às acusações dos socialistas. Ò N‹ o admito que desconfiem destas pessoas. Todos aprovaram o protocolo na altura e, sendo assim, todos v‹ o ser investigados pelo MPÓ Ð declarou. Ant— nio Bastos permaneceu confiante. “Estou pronto” – afirmou. O socialista Ant— nio Cardoso decidiu então intervir. “Está a haver algum extremismo, sejamos racionaisÓ Ð solicitou, prosseguindo: “Trata-se de uma obra pesada para os cofres da Câmara, é muito dinheiro num tempo de dificuldades econ— micas. Dada a retic• ncia em rela• ‹ o ao projecto, propomos ir para a estaca zero e anular o protocolo. ƒ uma economia para a C‰ mara que depois pode ser aplicada em coisas de interesseÓ – sublinhou.

Permuta com infra-estruturas foi a única solução

O vice-presidente, José Manuel Oliveira, deu então o seu ponto de vista. “Eu acompanhei o processo, que foi tratado, na altura, pelo presidente Alfredo Henriques. Havia a necessidade de arranjar terrenos na ‡ rea central de Guizande para atender aos anseios locaisÓ Ð explicou, acrescentando que as negociações já remontam a 2008. Ò Guizande n‹ o tem terrenos disponíveis para venda porque os propriet‡ rios sempre se mostraram irredutíveis em ceder ou vender. Os filhos da terra queriam arranjar um terreno para fazer a sua casa e n‹ o conseguiam. A œ nica solu• ‹ o foi fazer uma permuta com as infra-estruturasÓ Ð revelou, adiantando que a C‰ mara ficou “com o compromisso de executar as infra-estruturas de ‡ gua, saneamento, ilumina•‹ o

pœ blica, arruamentos e arranjos exterioresÓ . Ò Sempre foi votado por unanimidade por ser um bom neg— cio que resolve o problema da freguesia” – afirmou. José Manuel Oliveira rematou frisando que “não houve qualquer favorecimentoÓ e que Ò est‡ disponível para esclarecer tudo junto do MPÓ . Ant— nio Cardoso voltou a tentar acalmar os ‰ nimos, pedindo para serem retiradas as acusações de suspeita de corrupção ou interesses particulares. Ò Acusar a honestidade das pessoas deixame fora de mim. ƒ importante percebermos as motivações do protocolo, independentemente dos floreados politiqueiros de Ant— nio BastosÓ Ð frisou, por sua vez, Emídio Sousa, acrescentando que a falta de terrenos em Guizande ainda Ž um problema que motiva queixas de todas as for• as partid‡ rias. Ò Estamos a defender os interesses dos guizandensesÓ Ð refor• ou.

Processo vai ser participado ao MP

Eduardo Cavaco afirmou que o projecto Ò na Ž poca fazia mais sentido porque a economia estava em força” mas que “não punha em causa as pessoas envolvidasÓ e que Ò n‹ o valia a pena ir por esse caminho”. “Estamos a julgar politicamente e n‹ o juridicamente. N‹ o há sinais dúbios e não subscrevo o recurso ao tribunalÓ Ð disse, por seu lado, António Cardoso. Emídio Sousa concordou, mas fez quest‹ o que Ant— nio Bastos retirasse as suas palavras. O socialista não acedeu ao pedido e repetiu que “há fortes indícios de situações irregularesÓ . Ò Sinto-me ofendido com estas palavras e insisto na participa• ‹ o ao MPÓ Ð declarou José Manuel Oliveira. “Quem não deve, não teme e tem de haver seriedade nos nossos actosÓ Ð rematou Ant— nio Bastos. Emídio Sousa comentou as duas posições entre os socialistas e determinou que seria feita a participa• ‹ o ao MP para apurar responsabilidade criminal. Ò Registo com agrado a diferencia• ‹ o entre combate político e gincana política. Face à posição de António Bastos, teremos de agir em conformidade” – referiu. O PS acabou por votar contra a adjudica• ‹ o da constru• ‹ o de infraestruturas em Guizande porque Ò a C‰ mara sai prejudicada com o negócio”. “Temos um compromisso: um protocolo assinado há cinco anos. Os valores são aceit‡ veis e Ž do maior interesse para os guizandensesÓ Ð terminou Emídio Sousa.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Semana Santa de Santa Maria da Feira Roberto Carlos Ò A Semana Santa celebra a hist— ria mais viva e o Memorial mais sagrado e dram‡ tico do gesto amoroso de Cristo pela humanidade: Ç N‹ o h‡ maior prova de amor do que dar a vida pelos amigosÈ (Jo. 15,13). Por isso, o MistŽ rio Pascal, acontecimento hist— rico da Paix‹ o/Morte e Ressurrei• ‹ o de Jesus Cristo, Ž o referencial maior da Liturgia crist‹ . Nele, o Jesus da Hist— ria e o Cristo da FŽ unem-se em simbiose perfeita, litœ rgica, mostrando como, a partir da realidade factual, hist— rica, a fŽ dos Ap— stolos e da primitiva comunidade crist‹ estabeleceu a celebra• ‹ o sagrada daquele que, afinal, reconhecerá como verdadeiro Filho de Deus feito homemÓ . A semana Santa de Santa Maria da Feira, tem todas as condi• › es para ser uma das refer• ncias do chamado Turismo Religioso em Portugal, uma vez que as origens das celebra• › es ininterruptas remontam ao ano de 1911, altura em que ressurgiu ap— s quinze anos de interregno (desde 1896 que n‹ o se realizava) como resposta ˆ s diatribes da Repœ blica. Segundo o Not’cias da Feira de 24 de Mar• o de 1911 Ò devido aos esfor• os da confraria do S.S. Sacramento realizaram-se em 1911 as cerim— nias de quintafeira Santa com um brilho desusado e uma impon• ncia poucas vezes vista. A sacrif’cios n‹ o se pouparam os irm‹ os da referida confraria que procuraram por todos os meios real• ar e fazer fulgir em todo o esplendor esta solenidade. Na quinta-feira pelas dez horas de amanh‹ iniciaramse as solenidades pela missa de S. Jo‹ o de Latr‹ o, celebrada pelo Rev. Abade de Rio Me‹ o, acolitada pelos abades de S. Vicente e padre Ant— nio Maia. Pelas tr• s horas da tarde, deu-se o princ’pio cerim— nia doÓ Lava-PŽ desÓ . De todas as cerim— nias da grande tragŽ dia do G— lgota, a cerim— nia do lava-pŽ des em que Jesus num estremo acto de amor e excesso de humidade, lava e beija os pŽ s de seus disc’pulos, sendo a mais bela, a mais tocante e afectiva de todas as cerim— nias. O discurso produzido pelo Rev. Gaspar Roriz foi moldado naquele gosto acadŽ mico e o estilo requintadamente burilado e forma irrepreensivelmente austera. Seguiram-se as Matinas e Laudes ou ofício das trevas. No final do of’cio, organizou-se a prociss‹ o da Soledade para a Igreja da Miseric— rdia, onde o Rev. Abade de Anta produziu um magnifico e espl• ndido serm‹ o como ele usa fazer e que causou a nazi grata e afectiva sensa• ‹ o. Na sexta eram dez horas, quando come• aram novamente com a cerim— nia do Texto. Seguiu-se a adora• ‹ o da Cruz, a prociss‹ o em volta da Igreja. Pelas tr• s horas come• ou o of’cio com a mesma solenida-

de do dia anterior, seguindo-se o descimento da Cruz, subindo ao pœ lpito o Rev. Roriz que mais uma vez confirmou o seu alto merecimento de orador acadŽ mico. No fim saiu a majestosa e impressionasse prociss‹ o do enterro havendo na sua volta ˆ Igreja Matriz serm‹ o de l‡ grimas No percurso da prociss‹ o tr• s galantes meninas rigorosamente vestidas de luto cantaram com mimo o — -vos omnes. Ao templo, a concorr• ncia foi extraordin‡ ria, calculando-se que fosse superior a 4000 pessoasÓ . Semana Santa de Santa Maria da Feira, com um vast’ ssimo programa A Semana Santa de uma forma genŽ rica, manteve os tra• os caracter’sticos atŽ 1997. Nesse ano, por iniciativa do Grupo G— lgota, em colabora• ‹ o com a Santa Casa da Miseric— rdia, Orfe‹ o da Feira, Par— quia e Santa Maria da Feira, C‰ mara Municipal e outras for• as vivas, civis ou religiosas, a Semana Santa conheceu um novo impulso atravŽ s da recria• ‹ o da Via-Sacra, impondo-se como uma tradi• ‹ o da regi‹ o, congregando ainda outros eventos, numa Ž poca importante ano litœ rgico crist‹ o, onde se celebra o MistŽ rio da Paix‹ o, Morte e Ressurrei• ‹ o de Jesus Cristo. Destacam-se a Entrada Triunfal de Jesus em Ò JerusalŽ mÓ Ð na Ò cidade humanaÓ ; a Prociss‹ o de Endoen• as ou Ecce-Homo, tradicionalmente realizada na Quinta-feira Santa, expressando o clima da Paix‹ o que a Igreja vive, e em Vig’lia ao Sant’ssimo Sacramento, recorda os sofrimentos de Jesus. A Via-Sacra recriada pelo Grupo G— lgota pelas ruas da Cidade foi um memorial dos œ ltimos momentos da vida de Jesus de NazarŽ , que nos coloca a Caminho do Calv‡ rio, acompanhando Jesus, n‹ o como mera recorda• ‹ o, mas fazendo presente a Hist— ria no hoje da Vida. No s‡ bado realizaram-se as Vig’lias Pascais, epicentro do Tr’duo Pascal. Para alŽ m das celebra• › es litœ rgicas propriamente ditas, a P‡ scoa implica no nosso imagin‡ rio religioso colectivo outras

celebra• › es colaterais, como a Queima do Judas no S‡ bado de Aleluia, bem como o Compasso ou Visita Pascal, que Ž uma tradi• ‹ o que est‡ muito arreigada no Concelho da Feira e cujasÓ origens devemos de procur‡ -la na b• n• ‹ o das casas, que, na Idade MŽ dia, o p‡ roco fazia ˆ s casas dos seus paroquianos, em recorda• ‹ o das casas dos hebreus ou judeus benzidas no Egipto e defendidas pela protec• ‹ o do anjo exterminador, que marcou com sangue a soleira ou dintel das suas casasÓ . Prociss‹ o dos Passos ou das Endoen• as, uma das mais antigas da Europa A Ò Prociss‹ o do Senhor dos PassosÓ constitui um dos pontos altos das actividades litœ rgicas que culminam com a celebra• ‹ o da P‡ scoa. Trata-se de uma manifesta• ‹ o de fŽ e devo• ‹ o, com sŽ culos de exist• ncia, reunindo centenas de fiéis que vivem intensamente este acto religioso. A hist— ria desta devo• ‹ o remonta ˆ Idade MŽ dia, quando os cruzados visitavam os locais sagrados de JerusalŽ m por onde andou Jesus a caminho do mart’ rio, e quiseram depois reproduzir espiritualmente este caminho quando voltaram ˆ Europa sob forma de dramas sacros e prociss› es, ciclos de medita• ‹ o, ou estabelecendo capelas especiais nos templos. AtravŽ s dos sŽ culos, na Ž poca quaresmal, os crist‹ os santamarianos souberam traduzir, por diferentes formas, os mistŽ rios principais da nossa FŽ na Ressurrei• ‹ o do Senhor. A Prociss‹ o dos Passos Ž uma maneira vis’vel e silenciosa de proclamar o MistŽ rio da Paix‹ o e Morte de Jesus Cristo. ƒ , de certo modo, a transposi• ‹ o no tempo e no espa• o a Via-sacra de JerusalŽ m do Ò Cordeiro de DeusÓ , imolado no Calv‡ rio, pela remiss‹ o de crentes e n‹ o crentes. Pelo Caminho do doloroso peregrinar, apareceram os orat— rios, com telas, ou azulejos, que as fraternidades franciscanas ou a piedade de grupos de fiéis erguiam, muitas vezes nas fachadas ou esquinas

das suas pr— prias casas, diante dos quais se contemplavam os Passos do Senhor e por vezes algum pregador exortava ˆ Penit• ncia e Convers‹ o. Na cidade de Santa Maria da Feira, a prociss‹ o da noite de Quinta-Feira Santa logo ap— s a Celebra• ‹ o da Eucaristia, tem como figura central a imagem do Senhor Jesus Cristo coroado de espinhos, com as m‹ os atadas, segurando um ceptro, figurado numa cana verde (Senhor da Cana Verde), S. Jo‹ o, Senhor dos Passos, Jesus pregado na Cruz e Senhora das Dores. Ver— nica, acompanha o Senhor dos Passos, transportando a Sua Imagem impressa no pano (Santo Sud‡ rio). O cortejo Ž aberto por um estandarte, chamado Gui‹ o, onde se l• a sigla S.P.Q.R. - Senado de Todo o Povo Romano. SPQR Ž um acr— nimo para a frase latina Senatus Populusque Romanus. A tradu• ‹ o Ž Ò O Senado e o Povo RomanoÓ . A frase era inscrita nos estandartes das legi› es romanas e era o nome oficial do Império Romano. Existem diversas vers› es para o significado correto do acrônimo, dependendo da declina• ‹ o do Ô RÕ , que pode ser Romanus (Senatus OU Populus) ou Romani (plural: Senatus E Populus). De toda forma, Senatus Populusque Romanus Ž a vers‹ o presente na Coluna de Trajano. Seguem-se os andores (atr‡ s de cada andor v‹ o 3 Penitentes) do Senhor da Cana Verde, de S. Jo‹ o Evangelista, do Senhor Morto, do Senhor dos Passos, da Senhora das Dores, os Estandartes da Nossa Senhora da Miseric— rdia, Palio, a Irmandade da Miseric— rdia. Grande Ž o nœ mero de populares e autoridades que acompanham a secular Prociss‹ o. Integram o cortejo pessoas da comunidade representando as figuras de José de ArimatŽ ia, Nicodemus, S‹ o Jo‹ o, Maria M‹ e, Maria Madalena, Sim‹ o Cireneu ea Ver— nica, que acompanharam Cristo em direc• ‹ o ao Monte Calv‡ rio. A Prociss‹ o Ž sempre acompanhada por uma Banda de Mœ sica que Ao atingir Igreja Matriz de Santa Maria da Feira, d‡ -se o concerto

pelo Orfe‹ o da Feira. Ap— s este acto, a prociss‹ o regressa ˆ igreja da Miseric— rdia. Inquestionavelmente, a Prociss‹ o do Senhor Jesus dos Passos representa um momento de profunda religiosidade popular, particularmente vis’vel nos s’mbolos e rituais da prepara• ‹ o e celebra• ‹ o, contagiando a todo o povo cat— lico do mundo, na devo• ‹ o ao Senhor Jesus dos Passos. VISITA PASCAL UM MARCO EM SANTA MARIA DA FEIRA Eis uma tradi• ‹ o que est‡ muito arreigada no Norte de Portugal, mas cujo significado, na prática, j‡ ninguŽ m enxerga. Todavia, esta tradi• ‹ o est‡ basicamente ligada ˆ celebra• ‹ o da P‡ scoa. A sua origem, devemos procur‡ la na b• n• ‹ o das casas, que, na Idade MŽ dia, o p‡ roco fazia ˆ s casas dos seus paroquianos, em recorda• ‹ o das casas dos hebreus ou judeus benzidas no Egipto e defendidas pela protec• ‹ o do anjo exterminador, que marcou com sangue a soleira ou dintel das suas casas (Ex. 12,2123). Daqui nasceu a pr‡ tica da b• n• ‹ o das casas entre os judeus pela P‡ scoa, costume que, depois, passou aos crist‹ os, originando o solene rito da Visita Pascal ou Compasso, isto Ž , a b• n• ‹ o feita pelo p‡ roco com o acompanhamento da Cruz, em que o Senhor tinha padecido (Crux cum passo Domino). Deriva desta pr‡ tica a import‰ ncia do cargo de Juiz da Cruz nas nossas par— quias, que deu origem ˆ Confraria do Subsino (a Cruz e n‹ o o sino de tocar), aquela que tomava o encargo de velar pela Igreja e pelo enterro dos crist‹ os. Hoje em dia, perante o refluxo revivalista da pastoral e dada a car• ncia de sacerdotes e seminaristas, n‹ o faltam experi• ncias pastorais em que homens e atŽ senhoras, enquanto leigos empenhados na vida eclesial, s‹ o cha mados a presidir ao Compasso - Visita Pascal. Deste modo, o antigo costume l‡ vai resistindo ˆ eros‹ o do tempo, assumindo atŽ contornos significativos O compasso Ž constitu’do por um conjunto de pessoas vestidas de Opa vermelha, com a Cruz Pascal, magnificamente engalanada, a caldeirinha de ‡ gua benta com o respectivo hissope e a indispens‡ vel campainha que anuncia a chegada da Cruz. O toque festivo dos sinos e as descargas de foguetes anunciam a toda a freguesia a sa’da das Cruzes. Entrando em cada casa, estabelece-se um pequeno di‡ logo celebrativo. D‡ -se depois a Cruz a beijar a todos os presentes. Existem ainda v‡ rias tradi• › es para alŽ m do beijar da cruz, a bênção dos afilhados aos padrinhos e as flores deitadas no ch‹ o para marcar as entradas das casas que queriam receber a Visita Pascal.


Correio da Feira 14.ABR.2014

Santa Maria da Feira // AtŽ 21 de Abril

Escapães

Programação inédita marca edição deste ano da Semana Santa Da mœ sica religiosa, em concertos e composi•› es de reputa•‹ o mundial, passando pelas visitas guiadas aos dois templos cat— licos de maior refer• ncia hist— rica da cidade, a 17» edi•‹ o das celebra•› es da Semana Santa em Santa Maria da Feira aposta no rigor hist— rico e na distin• ‹ o de conteœ dos, que t• m vindo a surpreender os visitantes da cidade ano ap— s ano. Em 2014, a sociedade civil e eclesi‡ stica voltam a unir esfor• os no sentido de conquistar novos e exigentes pœ blicos, que acorrem ao territ— rio durante este per’odo. Com a organiza• ‹ o e produ•‹ o a cargo da Feira Viva, da Câmara Municipal e do Grupo G— lgota, contando com a estreita colabora•‹ o de outras entidades e for•a s vivas do Concelho, AtŽ 21 de Abril, leva-se a cabo a recria•‹ o daqueles que foram os œ ltimos dias da vida de Jesus Cristo. Com caracter’sticas ’mpares, utilizando toda a cidade como palco dos epis— dios b’blicos, encenados neste per’odo, a Semana Santa de Santa Maria da Feira tem dado provas de que Ž j‡ muito mais que um evento religioso, assumindo uma forte componente cultural e social. O Domingo de Ramos marcou as celebra• › es da liturgia que antecedem uma semana exacta da ressurrei•‹ o de Jesus Cristo e pelas ruas de Santa Maria da Feira representou-se ao vivo a Ò Entrada Triunfal de Jesus em JerusalŽ m, na cidade humanaÓ . Na Igreja dos Passionistas, hoje, segunda-feira, pelas 21h30, realiza-se o Concerto encenado Ò As sete palavras de Cristo na cruzÓ , de Charles Gounod Charles Gounod foi um cŽ lebre compositor franc• s que se dedicou em particular ˆ composi• ‹ o de pe•a s religiosas das quais se

GEDE apresenta “Adão Sem Eva” A hist— ria come• a no Jardim do ƒ den, onde Serpentina (a empregada) efectua a limpeza do Para’so e n‹ o gostando do que faz, coloca Deus em inœ meras confus› es, principalmente no que diz respeito ˆ cria•‹ o do Homem. A comŽ dia Ž contada atravŽ s do narrador, uma personagem muito peculiar. A hist— ria aborda temas do dia-a-dia, as rotinas de um casal, as disputas entre o homem e a mulher, ciœ mes, discuss› es,

amor e espiritualidade. Tudo isso representado de uma forma ir— nica e muito divertida. ƒ assim Ò Ad‹ o Sem EvaÓ , a nova pe• a de teatro do GEDE (Grupo de Express‹ o Dram‡ tica de Escap‹ es). O texto Ž da autoria de Augusto Costa e com encena• ‹ o de Ricardo Silva. A pe• a ser‡ apresentada no 8¼ festival de teatro de S. Jo‹ o da Madeira, no pr— ximo dia 27 de Abril, pelas 18h30 na Casa da Criatividade.

Milheiros de Poiares

Queima do Judas na praia da Mámoa destacam algumas — peras e as pe• as mais conhecidas de sua autoria como a Ave Maria e a Missa de Requiem. Todavia, o grande destaque da obra deste autor vai para o Hino Nacional do Vaticano – Inno e Marcia Pontificale. Ò Amai-vos uns aos outros como eu vos amei.Ó Estas foram as palavras, assim foi o acto. A representa• ‹ o humana do momento em que o p‹ o foi partilhado e o c‡ lice passou pelas m‹ os de Jesus Cristo atŽ aos doze Ap— stolos antecipa o prelœ dio da Agonia no GetsŽ mani, no Jardim das Oliveiras, atŽ ˆ pris‹ o de Jesus, julgamento no SinŽ drio e a sua morte. Esta representa•‹ o - ò ltima Ceia, GetsŽ mani e SinŽ drio - est‡ , pelo segundo ano consecutivo, a cargo do Grupo G— lgota, nos Claustros da Igreja Matriz, pelas 21h30, na pr— xima quarta-feira.

Visitas guiadas à Igreja Matriz e Igreja da Misericórdia No ‰ mbito da edi•‹ o anterior, volta-se a destacar na programa•‹ o as visitas guiadas ˆ Igreja Matriz e ˆ Igreja da Miseric— rdia de Santa Maria da Feira. Contígua ao Convento dos L— ios a Igreja Matriz Ž um fabuloso templo datado do sŽ culo XVI, do estilo maneirista, com planta em cruz latina, de uma s— nave e claustro de dois pisos, com

tr• s ret‡ bulos de estilo barroco. A Igreja da Miseric— rdia, datada do sŽ culo XVIII, tem como principais enfoques arquitect— nicos o fontan‡ rio e a escadaria.*

Via Sacra ao vivo A Via Sacra ao vivo Ž um dos mais altos momentos das celebra•› es da Semana Santa. A Via Sacra ou Via Crucis Ž o caminho percorrido por Jesus desde que Ž condenado ˆ morte por P™ ncio Pilatos atŽ ao Calv‡ rio e ˆ sua sepultura, estando actualmente dividido em 14 esta• › es. Do Pal‡ cio da Justi• a atŽ ao Castelo de Santa Maria da Feira esta representação atraia à cidade e ˆ s ruas largas centenas de visitantes. Na sexta-feira santa, pelas 21h30, da Igreja Matriz aos Passionistas.

Concerto para a Semana Santa | “Stabat Mater”, de Pergolesi No s‡ bado, pelas 18h00, a Igreja Matriz ser‡ palco de um comovente concerto. Com os solistas Iria Perestrelo e M‡ rcio da Rosa com a ArtÕ Orchestra Ensemble, e direc•‹ o do maestro HŽ lder Tavares, acontece um soberbo concerto de Stabat Mater sob a composi• ‹ o de Pergolesi. Este Ž um dos mais belos poemas em honra de Virgem Maria, reflectindo o seu sofrimento como M‹ e de Jesus, no momento da crucificação.

Santa Maria da Feira // Para desenvolver projecto AZERT

Persona procura assistente de realização e sonoplasta para residência artística Para a realiza• ‹ o do projeto AZERT, que ser‡ apresentado no festival Imaginarius 2014, a Companhia Persona procura um assistente de realiza• ‹ o e um tŽ cnico de sonoplastia, que formar‹ o a equipa de assistentes que trabalhar‡ com o videasta Marcelo Valente. A cria• ‹ o ser‡ desenvolvida ao longo de duas resid• ncias art’sti-

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cas que v‹ o realizar-se no centro de Santa Maria da Feira. As filmagens decorrer‹ o de 15 a 19 e de 20 a 21 de Abril. O espect‡ culo ser‡ apresentado de 17 a 24 de Maio. Esta participa• ‹ o ser‡ de natureza volunt‡ ria. Pretende-se que os candidatos tenham experi• ncia na ‡ rea do audiovisual Ð n‹ o sendo um requisito obrigat— rio Ð , sejam sens’veis

ˆ s artes do espect‡ culo e tenham disponibilidade total durante as duas resid• ncias art’sticas. Os candidatos devem manifestar a sua disponibilidade e motiva•‹ o para este projecto atravŽ s dos emails mail@marcelo-valente.com e companhiapersona@gmail.com. Mais informa•‹ o em http://vimeo. com/55004850 e http://vimeo. com/51745789.

Em 2014, a Queima do Judas de Milheir— s de Poiares debru• a-se sobre os 40 anos da democracia portuguesa. Uma análise reflexiva em termos teatrais Ž o que pode esperar o pœ blico presente nesta quarta edi• ‹ o do evento que reœ ne as principais associa• › es e grupos informais da freguesia, atravŽ s da elabora•‹ o de um boneco de Ò JudasÓ .

Novamente a ser realizada na praia fluvial da Mámoa, esta Queima... Ò promete exorcizar velhos e novos dem— nios, para que a primavera floresça, trazendo a alegria de novos e renascidos diasÓ . O espect‡ culo contempla mœ sica, teatro, anima• ‹ o de rua e pirotecnia e ter‡ lugar no pr— ximo s‡ bado, a partir das 23h00.

Santa Maria da Feira

Historiador feirense participa em livro sobre turismo O trabalho do historiador Feirense Roberto Carlos Reis Ò As Recria• › es Hist— ricas em Portugal Perspetivas e ImpactosÓ integra o Livro Turismo e Cultura: destinos e competitividade, que tem a coordenação de Fernanda Cravidão e Norberto Santos e foi editado recentemente pela Imprensa da Universidade de Coimbra - SŽ rie Investiga•‹ o. O livro Turismo e Cultura pretende, atravŽ s das v‡ rias colabora•› es, trazer ao leitor as novas rela•› es entre turismo e territ— rio, onde a competitividade, a viagem, a cultura, o espa• o rural, o desporto ou a natureza constituem val• ncias de um fen— meno cada vez mais disseminado e complexo. Estruturado em seis cap’tulos e com dezanove colabora• › es todas por convite, revela a grande diversidade de temas que hoje integram a investiga• ‹ o; mostra como os Ò velhosÓ destinos podem e devem ser reinventados para novos perfis de turistas tornando-

se um campo aberto a inova•‹ o e criatividade; retrata como o patrim— nio material, imaterial e natural podem ser fru’dos constituindo-se recursos, atrac• › es e produtos num processo de interac•› es que releva a import‰ ncia do sistema tur’stico no planeamento, no ordenamento e no desenvolvimento dos lugares.

Argoncilhe

“Flor de Aldriz” apresenta “O criado distraído” Ò O criado distra’doÓ Ž a comŽ dia que sobe ao palco do Grupo Recreativo e Beneficiente “Flor de Adriz”, de

Argoncilhe, no pr— ximo domingo. O espect‡ culo tem in’cio marcado para as 21h30 e a entrada Ž livre.


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Lourosa // Filipe Santos faz cerca de 50 casamentos por ano

“Não é pelo equipamento, mas sim pelo olhar que as pessoas escolhem um fotógrafo” A fotografar h‡ quase uma dŽ cada, Filipe Santos quer marcar a diferen•a na ‡ rea. O cerne do seu trabalho t• m sido os casamentos porque o fot— grafo foge ao tradicional e conhece os noivos a fundo antes de retratar a sua hist— ria. Tem acumulado prŽ mios mas continua na eterna busca pela arte. Daniela Castro Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

sim pelo olhar que as pessoas escolhem um fot— grafo hoje em dia. O que interessa n‹ o Ž se tem uma m‡ quina melhor, se imprime mais fotos, ou se o ‡ lbum Ž maior, mas sim como conta a hist— ria do que foi aquele dia para elasÓ Ð salienta.

Os noivos deixam, quase sempre, a sess‹ o ao critŽ rio do fot— grafo que gosta, ainda assim, que d• em sugest› es. Ò Eu tento que d• em sugest› es. Na primeira reuni‹ o, pergunto o m‡ ximo de coisas para conhecer os noivos e depois apresentar a minha proposta. Assim consigo cobrir o casamento de uma forma mais realÓ Ð explica. O pr— prio cen‡ rio Ž escolhido nesses termos. Ò Tento que sejam cen‡ rios diferentes, mas sempre ligados a eles. No in’ cio havia a moda das fotografias na praia ou num s’ tio qualquer bonito. Agora nem tem de ser um s’ tio bonito, tem Ž de dizer alguma coisa aos noivos. Por exemplo, se a noiva foi pedida em casamento na Torre Eiffel, tento que a sess‹ o seja feita l‡ . Se o pedido foi dentro do carro, se for preciso fa• o dentro do carro. Pode ser na faculdade onde se conheceram ou em s’ tios onde namoraram. Procuro que o sítio tenha significado e não ser, por exemplo, na Serra da Freita s— porque toda a gente vai l‡ Ó Ð salienta. Filipe Santos trabalha sempre com a sua equipa de profissionais e processo mantémse. Ò Tenho uma reuni‹ o com os noivos e fa• o uma prŽ -sess‹ o para perceber que tipo de casal s‹ o, o que gostam e como gostam de se ver. Durante o casamento, acabo por estar na casa de um e de outro e consigo entrar na família. Aquelas fotografias mais originais, que chamam a aten• ‹ o, s‹ o feitas p— s-casamento. Nessa altura, já tenho muita confiança com eles, sei o querem e o que eu quero, Ž mais f‡ cilÓ Ð elucida.

H‡ quase uma dŽ cada que Filipe Santos tenta retratar a verdadeira ess• ncia daqueles que s‹ o apanhados pela sua objectiva. Ò D‡ quase para captar a psicologia das pessoas, as suas emo• › es, na fotografia. É como estar a Casamentos têm sido o mostrar um ‡ lbum a uns noivos e ponto alto eles conseguirem perceber, logo Filipe Santos tem-se distinguido nas primeiras fotos, que estava sobretudo pela fotografia de um dia frio. Se conseguem casamentos. Ò Temos feiver isso, Ž porque a to muitos casamentos. fotografia captou Cada vez t• m-me tudo” – afirma procurado mais por Filipe Santos, o que Ž bom “Dá quase para isso, que pretende porque Ž algo que esses captar a psicolo- que me d‡ gosto sentimentos fazerÓ Ð refere. perdurem no gia das pessoas na Faz cerca de 45 tempo. Ò O a 50 casamentos fotografia” que eu gosto por ano, tentando na fotografia é que o seu retrato o facto de poder da boda seja œ nico e mostrar o que as memor‡ vel. Ò Os noivos pessoas s‹ o nos dias querem alguma coisa que mais importantes das suas vidas, fique porque entendem que o em que normalmente est‹ o mais ‡ lbum Ž um investimento a longo nervosas. É isso que eu tento prazo. V• em-no agora mas v‹ o guardar no ‡ lbum para que, mais v• -lo com muito mais intensidade tarde, elas se lembrem do que daqui por 20 anos. Se for uma estavam a sentir na altura, do coisa banal, n‹ o vai ter muito que as emocionou. Ter o poder impacto, enquanto se for original, de guardar as suas mem— rias, os filhos vão rever-se nessas fopara os pr— ximos 10, 20 anos, foi tografias e não vão olhar e dizer o que me puxou para a fotografia” Ò antigamente fazia-se assimÓ . Se Ð revela. for uma coisa mais ˆ frente, vai H‡ cinco anos que tem loja permanecer actual durante mais em Lourosa, uma cidade que tempoÓ Ð sublinha. considera ser uma boa aposta. A inspira• ‹ o pode vir de qualquer Ò Est‡ pr— xima de tudo e achei lado. Ò Qualquer coisa serve: um que havia mercado. Foi o factor espelho, um vidro, um reflexo econ— mico que me atraiu porque, nuns — culosÓ Ð diz, real• ando na altura, n‹ o havia mais ninguŽ m que o importante Ž que esteja c‡ Ó Ð conta. Especializou-se na relacionado com os noivos. reportagem social, ‡ rea que o Ò Tento procurar alguma Filipe Santos Ò fascinaÓ porque Ò gosta de coi- coisa que tenha ligasoma pré“Ter o posas que mexemÓ , mas faz outro • ‹ o com eles. Promios tipo de trabalhos, desde que curo o que est‡ der de guardar Filipe Santos lhe despertem o interesse. Com ˆ volta deles, se tem somaas suas memórias, as constantes mudan• as na est‹ o rom‰ ntido prŽ mios área da fotografia, Filipe Santos cos, divertidos, para os próximos 10, na ‡ rea, soacredita que a œ nica solu• ‹ o Ž se s‹ o um casal bretudo com 20 anos, foi o que acompanhar os tempos e por isso que est‡ sempre fotografia de me puxou para a investe em marcar a diferen• a. a brincar, a pegacasamentos. “Não acho que a fotografia esteja rem-se um com o Recebeu, no fotografia” a morrer, como muitos dizem. outro. Isso vai ditar ano passado, um Acho que est‡ a mudar e n— s, as fotografias que vou galard‹ o no World fornecedores de fotografia, te- fazer” – afirma Filipe SanWedding Photo Ð Barcemos de acompanhar isso porque tos, prosseguindo: Ò Se estiverem lona, na categoria Ò Preparativos os clientes j‡ n‹ o procuram 300 muito rom‰ nticos e nervosos, da BodaÓ , com uma foto intitulada fotografias, que podem imprimir fa• o tudo para se agarrarem Ò Here comes the BrideÓ . No curr’ em qualquer lado. Procuram um e estarem quase a chorar nas culo, conta ainda com prŽ mios em retrato diferente, uma coisa que fotos, para que depois, quando competi• › es como a European n‹ o consigam fazer em casa. virem as fotografias, vejam que Professional Photographer of the N‹ o Ž pelo equipamento, mas era isso que estava a acontecerÓ . Year 2012 e a Fearless Photo-

graphers e, mais recentemente, ganhou a qualificação como fot— grafo europeu e o terceiro lugar no concurso Ò I am Photographer 2014Ó , na categoria Ò Melhor Fotografia dos Noivos”. “Sabe bem, dá vontade de continuar. Quando se recebe algum mŽ rito, mostra que estamos no caminho certo e que vale a pena continuar a lutar e a ultrapassar obstáculos” – afirma Filipe Santos. Nesta busca pela arte, o fot— grafo gosta de desafios. “Gosto de fotografias que não consigo fazer e que vou perseguindo, que tento uma, duas, tr• s vezes, atŽ que saia alguma que me encha os olhosÓ Ð declara. Uma dessas fotografias foi a que Filipe Santos tirou com os noivos debaixo de água, uma fotografia que foi, ali‡ s, premiada. Ò Essa demorou

uma hora a tirar. Os noivos tiveram imensa paci• nciaÓ Ð diz, contando a hist— ria: Ò Logo na primeira reuni‹ o, disseram Ò a quinta tem uma piscina com um vidro, dava para fazer uma fotografia espectacularÓ . Fizemos o casamento, toda a sess‹ o do p— s-casados e faltava essa foto, eram nove da noite. A noiva j‡ dizia Ò se calhar n‹ o vale a penaÓ , mas depois de tentarmos e de eu mostrar os primeiros resultados, ficaram ali atŽ sair uma foto em condi• › esÓ . As sess› es fora do pa’ s tambŽ m apelam a Filipe Santos por serem “um desafio maior” mas o que importa s‹ o mesmos os noivos. Ò Os trabalhos que me marcam mais s‹ o aqueles em que eu conhe• o bem o casal. Mas especiais acabam por ser todos, cada um ˆ sua maneiraÓ Ð remata.


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Santa Maria de Lamas // No âmbito da campanha da APCor

Crítico de vinhos brasileiro Carlos Cabral apoia a cortiça O enófilo Carlos Ernesto Cabral de Mello será o embaixador da cortiça no InterCorkII – Promoção Internacional da Cortiça – no Brasil. Para dar início a esta parceria, Carlos Cabral visitou durante uma semana Portugal e o sector da cortiça. O crítico de vinhos visitou o montado e a indústria da cortiça, de modo a poder vivenciar a história da fileira, assim como recolher informação mais técnica sobre as rolhas de cortiça e os outros sub-sectores. O enófilo será o porta-voz da cortiça em vários seminários a desenvolver no país, assim como noutros eventos de promoção da rolha de cortiça naquele mercado. Carlos Cabral deu conta da sua visita nas redes sociais, onde conta com cerca de quatro mil seguidores. Após a visita, o enófilo deixou o seguinte comentário: “Simplesmente fantástico o mundo da cortiça! Do respeito total à natureza até à mesa do consumidor final, este material tem uma força activa e forte co-

laboração na preservação das qualidades de um vinho. Do montado à mesa, uma viagem onde todo o cuidado é perseguido e praticado, a cortiça é trabalhada de forma ecologicamente correcta além de ser cem por cento

aproveitada. Agora é só passar a todos as maravilhas que vi com o objectivo de informar e instruir sobre a importância desta dádiva da natureza.” Carlos Cabral estuda o universo dos vinhos desde 1969, ano em

que recebeu das mãos do seu sogro, Heinz Godau, uma garrafa de Porto Dom José. Em 1980, fundou a Sociedade Brasileira dos Amigos do Vinho (Sbav) e, actualmente, é consultor de vinhos do Grupo Pão de

Açúcar e profundo conhecedor do Vinho do Porto. O enófilo define os rótulos das prateleiras dos supermercados e é responsável pela formação do grupo de promotores de vinhos especializados, que orientam os clientes nas suas compras. Carlos Cabral é, ainda, um palestrante nato, quer no Brasil quer nos países produtores de vinhos que habitualmente visita, organizando, também, viagens às caves brasileiras e internacionais. A consultoria na área vinícola e a escrita (possui vários projectos literários) são outras das suas paixões. Registe-se que esta campanha está inserida num projecto global de promoção da cortiça em nove mercados e que está orçada em 7,3 milhões de euros - financiada em 80 por cento pelo programa Compete (Programa Operacional Temático Factores de Competitividade) e 20 por cento pelos associados da Apcor (Associação Portuguesa de Cortiça) com sede em Santa Maria de Lamas.


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Os cuidados primários são a base de qualquer sistema de saúde

Existem dois aspectos que podem ser, e muito, melhorados no acesso aos cuidados de saúde. O primeiro é o acesso mais conveniente e com maior rapidez ao Médico de Família ou de Clinica Geral, ou seja, o acesso aos cuidados primários. O segundo é a integração mais eficiente entre os vários níveis de cuidados. Há por vezes uma grande dificuldade de as pessoaspoderem ter um caminho traçado que lhes dê uma solução rápida e um tratamento adequado, quando após os cuidados primários se torna necessário o acesso à realização de consultas de especialidade ou de meios complementa-

res de diagnóstico e terapêutica. Se tivermos uma boa integração entre os vários níveis de cuidados possibilitamos uma resposta de grande qualidade aos clientes e uma melhoria no seu estado de saúde, tantas vezes a principal fonte de grande insatisfação e de agravamento do seu estado de saúde, por falta de resposta atempada e organizada, seja na decorrência de um episódio de urgência ou no acompanhamento de uma doença crónica A verdade é que existem todos os meios mas falta o essencial: a gestãodo percurso e o acompanhamento adequado, pois as pessoas nem sempre conhecem o melhor

caminho para obter os melhores resultados.

UM NOVO CONCEITO DE PLANO DE SAÚDE FOCADO NA NECESSIDADE DA PESSOA Para ajudar a resolver esta “falha” do actual Sistema de Saúde, a Walk’inClinics desenhou um PLANO DE SAÚDE que assente a sua mais-valia numa oferta de qualidade e num acesso conveniente ao Médico de cuidados primários, ao mesmo tempo que disponibilize e envolva uma rede de parceiros, presentes em várias regiões do país, disponibilizando uma resposta organizada e adaptável às diferentes necessidades das pessoas.

UMA EQUIPA DEDICADA: MÉDICO SEMPRE QUE PRECISA, ENFERMEIRO SEMPRE DISPONÍVEL Criámos por isso a figura d e M É D I CO ASS I ST E N T E WALK’IN para quem deseja ter um Médico dedicado – o seu Médico – e também designamos um ENFERMEIRO, o Enfermeiro CARE MANAGER, que vai gerir os cuidados de cada pessoa, assegurando a ligação com o Médico Assistente, estabelecendo o plano de acção para cada cliente, informando-o das possíveis escolhas e facilitando a marcação de exames e de consultas, deixando a sua preocupação connosco!

Disponibilizámos ainda algumas opções que permitem que cada cliente componha o seu próprio PLANO DE SAÚDE WALK’IN personalizado, definindo a oferta de cuidados mais relevante para si e para a sua família: acesso a uma rede nacional de prestadores de cuidados de saúde com condições especiais e preços fixos e, acesso a uma rede de dentistas nacional, acesso a uma rede de ópticas nacional com preços especiais, ou até o acesso a uma opção de cobertura de internamento. Enfermeira, Liliana Costa, Responsável de Unidade da Walk’inClinics – Santa Maria da Feira


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Feirense garante subida à 2.ª Divisão

Dois campeões nacionais no Colégio de Lamas

Fiães perde na casa da líder Sanjoanense

Francisco Ferreira foi chamado à selecção

“Hat-trick” de Catita vale triunfo ao U. Lamas

Fianenses fizeram suar muito o primeiro classificado da 1.ª Divisão Distrital mas perderam 4-2.

Jovem do Feirense fala numa época que superou, inclusivamente, as suas expectativas.

Lamacenses venceram na casa do líder e campeão nacional em título, Lousada, e estão no playoff.

Fogaceiros festejaram a subida a quatro jornadas do final da Série B do terceiro escalão.

Alexandre Amorim e Simão Capitão sagraram-se campeões nos Nacionais de juvenis e juniores.

Futebol

Futebol Jovem

Hóquei em Campo

Futsal

Natação

pág. 23

2.ª Liga // Somou a quinta vitória fora no campeonato

pág. 26

Arquivo

pág. 21

Tonel e Fábio apontaram os golos que valeram ao Feirense o quinto triunfo fora de casa da temporada. No Seixal, os azuis entraram a marcar, conseguiram sobreviver ao maior assédio ofensivo do Benfica B na reta final da primeira metade, e selaram o triunfo em contraataque. Sem os dois extremos titulares no desafio com o Sporting B, Jorge Gonçalves e Hélder Rodrigues, por castigo, Pedro Miguel apostou em Valente e Barge nos flancos do ataque. Ícaro regressou à titularidade, no lugar de Carvalho, tal como Cris, que atirou Tiago Jogo para o banco de suplentes. O início da partida não poderia ter sido melhor para o Feirense, que aos 4 minutos já vencia, graças ao golo de Tonel, na sequência de um pontapé de canto. O Benfica B assumiu as despesas do jogo e, até intervalo, esteve por várias vezes perto do empate. Valeu a atenção de Marco e a fraca pontaria dos avançados encarnados. Perto do intervalo, Sténio, de longe, atirou ao poste da baliza de Bruno Varela.

Fábio carimba vitória

O arranque da segunda metade voltou a mostrar um Benfica B mais ofensivo mas sem eficácia. Com o passar dos minutos, o Feirense foi sacudindo a pressão das águias e conseguiu desenhar alguns contraataques perigosos. Num deles, aos 69 minutos, Valente abriu na direita para Zé Pedro, que

cruzou para o segundo poste, onde surgiu Fábio, que empurrou para o segundo tento fogaceiro. O golo perturbou o Benfica B, que não mais se encontrou no jogo. Os encarnados apenas num lance fortuito, um cruzamento que caprichosamente embateu na barra, voltaram a incomodar o guardião Marco. Aliás, pertenceu ao Feirense a melhor ocasião até ao final. Ricardo Barros isolou-se mas, na hora do remate, deixou-se antecipar por um defesa. Os três pontos somados no Seixal deixam o conjunto de Santa Maria da Feira ainda mais tranquilo na tabela classificativa, com 47 pontos. A permanência pode ficar matematicamente selada na próxima ronda, quando o Feirense receber o Trofense, um dos aflitos que ainda luta directamente por fugir à despromoção ao Campeonato Nacional de Seniores. Caixa Futebol Campus

BENFICA B FEIRENSE

0 2

Árbitro: Fábio Veríssimo (Leiria) Benfica B: Bruno Varela, João Cancelo (Rui Fonte, 71), Fábio Cardozo, Victor Lindelof, Bruno Caspar, Rúben Pinto, Carlos Martins (João Teixeira, 83), Filip Markovic (Lolo, 59), Bernardo Silva, Hélder Costa, Funes Mori T: Hélder Cristóvão Feirense: Marco, Zé Pedro, Ícaro, Tonel, Diogo Bittencourt, Cris, Sténio (João Ricardo, 74), Barge, Fábio (Rúben, 88), Valente (Valdinho, 78), Ricardo Barros T: Pedro Miguel

Amarelos: Zé Pedro (10), Diogo Bittencourt (27), Valente (36), Carlos Martins (37), João Cancelo (56), Sténio (61), Rui Fonte (87), Lolo (90), Funes Mori (90+4) Golos: Tonel (4), Fábio (69)

pág. 26

Diogo Bittencourt assistiu Tonel para o primeiro golo do jogo

Feirense volta a ser feliz longe de casa Fogaceiros regressam aos triunfos depois do desaire caseiro com o Sporting B. Tonel marcou a abrir a partida, e Fábio selou o triunfo a meio da segunda metade, num contra-ataque.

págs. 23 a 25

LIGA 2 CABOVISÃO

Resultados - 38.ª Jornada Sporting B 3 3 Farense F. C. Porto B 1 2 Oliveirense Benfica B 0 2 Feirense Portimonense 1 1 Tondela Santa Clara 2 1 Marítimo B Trofense 1 0 União da Madeira Desportivo Aves 1 0 Moreirense Leixões 1 0 Sp. Braga B Atlético CP 1 3 Chaves

Beira-Mar 15-Abr Sp. Covilhã Penafiel 3 0 Académico Viseu Classificação J V E D F - C P Moreirense 38 18 15 5 61 - 24 69 Penafiel 38 17 17 4 43 - 20 68 F. C. Porto B 38 20 7 11 48 - 36 67 Benfica B 38 19 9 10 73 - 48 66 Desport. Aves 38 17 11 10 38 - 30 62 Sporting B 38 18 8 12 53 - 45 62 Portimonense 38 17 10 11 51 - 42 61 Chaves 38 16 9 13 51 - 52 57 Tondela 38 15 11 12 38 - 33 56 Acad. Viseu 38 15 6 17 39 - 34 51 Farense 38 13 11 14 40 - 41 50 Feirense 38 10 17 11 38 - 42 47 União Madeira 38 13 8 17 45 - 43 47 Beira-Mar 37 12 10 15 37 - 42 46 Santa Clara 38 12 8 18 35 - 42 44 Leixões 38 12 7 19 40 - 53 43 Sp. Covilhã 37 12 7 18 32 - 45 43 Trofense 38 10 12 16 33 - 60 42 Marítimo B 38 11 9 18 34 - 47 42 Oliveirense 38 11 8 19 50 - 69 41 Sp. Braga B 38 11 8 19 41 - 53 41 Atlético CP 38 8 12 18 30 - 49 36 Próxima Jornada - 19 de Abril União da Madeira - Portimonense Tondela - Santa Clara Feirense - Trofense Chaves - Desportivo das Aves Académico de Viseu - Leixões Farense - Atlético CP Oliveirense - Beira-Mar Sp. Covilhã - Penafiel Marítimo B - Sporting B Moreirense - Sp. Braga B F. C. Porto B - Benfica B

CerciFeira visitou treino

A CerciFeira disputou, na passada terça-feira, um amigável com alguns atletas do plantel do Feirense. Num ambiente de muito boa disposição, os craques fogaceiros fizeram as delícias das cerca de 20 pessoas que integraram a comitiva. O Feirense demonstrou, mais uma vez, o seu espírito solidário, realçando também a vontade intrínseca de aproximação com o seu público.

Presidente da SDUQ do Feirense rectifica

O presidente da Sociedade Desportiva Unipessoal por Quotas (SDUQ) do Feirense, Franclim Freitas, vem a terreiro rectificar a frase “Os gestores executivos são todos remunerados, excepto o presidente, que abdicou desse vencimento”, proferida no âmbito da entrevista integrada no suplemento especial dos 96 anos do Feirense. O dirigente explica que poderá ter havido aqui um problema de expressão, pelo que o queria dizer era: “Na maior parte das Sociedades Desportivas, SDUQs, os gestores executivos são remunerados. O Feirense é uma das excepções, onde nem o gestor executivo, nem os administradores da SDUQ, recebem qualquer remuneraçãoÓ . O Correio da Feira, contudo, não assume o lapso, dado ter sido transcrita “ ipsis verbis” a expressão usada pelo presidente da SQUD, conforme documenta a gravação.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

CNS - Subida // Perdeu em Guimar‹ es por 2-0

S. João de Ver mostra grande atitude mas não evita nova derrota Dois golos, um a abrir cada parte, decidiram o jogo em Guimar‹ es, a favor dos vimaranenses. Sanjoanenses mostraram uma excelente atitude mas faltou pontaria para discutir o resultado. O S. João de Ver continua a travessia no deserto na Zona Norte da fase de subida ˆ 2.» Liga. Em Guimar‹ es, frente ˆ equipa B vitoriana, os sanjoanenses atŽ se exibiram a um bom n’ vel mas pecaram na finalização, perante um Vit— ria Ò refor• adoÓ no eixo defensivo com o internacional Sub-21 portugu• s Paulo Oliveira, que foi determinante para a consist• ncia defensiva evidenciada pelos vimaranenses. O jogo arrancou com um lance muito duvidoso na ‡ rea do Guimar‹ es B, mas o ‡ rbitro da partida, bem colocado, mandou jogar. A equipa da casa entrou melhor e aos 8 minutos adiantou-se no marcador, por intermŽ dio de Ricardo. O S. João de Ver não baixou os bra• os, coleccionou algumas boas situa• › es para marcar, mas n‹ o foi feliz na hora de finalizar. Para piorar o cen‡ rio, logo a abrir o segundo tempo, Cafu, que na vŽ spera tinha viajado com a equipa principal atŽ BelŽ m, ampliou para 2-0. Os sanjoanenses nunca viraram a cara ˆ luta, procuram o merecido golo de honra mas o resultado n‹ o mais se alterou até final. O desaire na Cidade-Ber•o mantém o S. João de Ver na penúltima posi•‹ o da tabela, com os mesmos sete pontos. Já o Vitória de Guimar‹ es B continua a persegui•‹ o ao duo da frente, Freamunde e Vizela, que também venceram ontem. Na pr— xima jornada, que se disputa na ’ ntegra no s‡ bado, o S. João de Ver desloca-se à casa do vice-líder, Vizela, equipa que derrotou na primeira volta da fase de promo•‹ o, por 2-1. O jogo tem in’ cio marcado para as 16h.

Complexo Desportivo do Vit— ria SC

GUIMARÃES B S. JOÃO DE VER

2 0

ç rbitro: Humberto Teixeira (Porto) Vit— ria de Guimar‹ es B Miguel Oliveira, Lima Pereira, Paulo Oliveira, Hernâni (João Pedro, 82), Ricardo, Cafu, Dabo, Pedro Lemos, Bernard (Fábio Vieira, 66), Tiago Almeida, Bruno Alves (Maurício, 89) T: Armando Evengelista S. João de Ver Pedro Albergaria, Márcio, Cancela, João Correia, Ruben Gomes (Vítor, 72), Américo, Júlio, Rui Lopes (Leo, 59), Vítor Hugo, Machadinho (Xavi, 79), Rui Silva T: Francisco Batista

Amarelos João Correia (19), Lima Pereira (43), Rui Silva (48), Fábio Vieira (77) Golos Ricardo (8), Cafú (49)

CAMPEONATO NAC. SÉNIORES 2.ª Fase (Subida) - Zona Norte

Resultados - 9.ª Jornada Vit. Guimarães B 2 0 São João de Ver Limianos 2 3 Vizela Freamunde 1 0 Cesarense Bragança 0 2 Boavista Classificação J V E D F - C P Freamunde 9 6 2 1 15 - 4 20 Vizela 9 6 1 2 19 - 8 19 V. Guimarães B 9 4 3 2 16 - 9 15 Boavista 9 4 2 3 10 - 10 14 Bragança 9 3 2 4 13 - 13 11 Cesarense 9 3 2 4 8 - 14 11 S. J. de Ver 9 2 1 6 9 - 20 7 Limianos 9 0 3 6 5 - 17 3 Próxima Jornada - 19 de Abril Vizela - São João de Ver, 16h Cesarense - Limianos Boavista - Freamunde Bragança - Vitória de Guimarães B

Em Guimarães, o S. João de Ver aumentou para seis, o número de jogos consecutivos sem vencer na fase de promoção à 2.ª Liga

FUNERAIS * TRANSLADAÇÕES CREMAÇÕES * ARTIGOS RELIGIOSOS Avenida do Brasil, Loja nº472 | 3700-068 S. João da Madeira Telm: 910 426 948 | 964 753 988

Chapinha tenta ultrapassar um adversário

CNS - Manutenção // Segundo consecutivo na prova

Desaire destrona Lusitânia de Lourosa Lusitanistas perderam na recep•‹ o ao Anadia e ca’ ram para a terceira posi•‹ o da SŽ rie D. Lourosa entrou bem no jogo, criou v‡ rias chances de golo, mas não foi eficaz na hora de finalizar. E v‹ o duas derrotas consecutivas para o Lusit‰ nia de Lourosa na SŽ rie D da fase de manuten• ‹ o do Campeonato Nacional de Seniores. Frente ao Anadia, os lusitanistas atŽ entraram bem na partida mas n‹ o marcaram, ao contr‡ rio do advers‡ rio, que aproveitou muito bem as poucas oportunidades que criou durante os 90 minutos. O duelo entre os dois primeiros classificados da prova começou com ascendente para o Lusit‰ nia de Lourosa, que criou, e desperdi• ou, as primeiras oportunidades de golo. Bem mais eficaz, o Anadia inaugurou o marcador aos 36 minutos, num livre directo superiormente batido por Bilou. O Lusit‰ nia de Lourosa ressentiuse e, em cima do intervalo, sofreu

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o segundo. Na sequ• ncia de um lance r‡ pido de contra-ataque, ZŽ Miguel ampliou a vantagem dos forasteiros. Pouco satisfeito com o rumo que o desafio tomava, Joaquim Martins aproveitou o intervalo para mexer na equipa. Mauro e Inverno foram lan• ado para os lugares de V’ tor Fonseca e Batista, dotando a equipa de maior poder de fogo na frente de ataque. O problema, para o Lusit‰ nia de Lourosa, foi que a pontaria dos seus atletas nunca esteve calibrada, situa• ‹ o aproveitada pelo Anadia para segurar a vantagem no marcador. Ë entrada do œ ltimo quarto-de-hora, uma perda de bola em zona defensiva permitiu aos forasteiros fecharem as contas do desafio, com o golo de Barreto. O desaire caseiro atira o conjunto lusitanista para a terceira posi• ‹ o da SŽ rie D, que liderava ˆ entrada da 9.» jornada. Os auri-negros foram ultrapassados por Anadia e Cinf‹ es, que derrotou, fora de portas, o Grij— (2-1). Na zona perigosa da classifica• ‹ o, destaque para a vit— ria do Bustelo, em casa, frente ao Estarreja, por 2-0. Em maus len• — is continua o Sp. Espinho, que perdeu com o Lusitano Vildemoinhos (1-0).

Est‡ dio do Lusit‰ nia FC

LOUROSA ANADIA

0 3

ç rbitro: Luís Reforço (Setúbal) Lourosa: Rui Pedro, Rui Jorge, Andrezinho, Ivo Oliveira, Lima, Vítor Fonseca (Mauro, 46), António, Chapinha (Bino, 74), Moisés, Batista (Inverno, 46), Quim Pedro T: Joaquim Martins Anadia: Manuel Gama, Marito, Makukula, Éder, Iafai (Rafa, 64), Castro, Branco, Bilau (Miguel Ramos, 82), Zé Miguel (Hugo Amado, 75), Mané, Barreto T: Fernando Pereira

Amarelos: Vítor Fonseca; Bilau, Zé Miguel, Miguel Ramos Golos: Bilau (36), Zé Miguel (44), Barreto (75)

CAMPEONATO NAC. SÉNIORES 2.ª Fase (Man./Desc.) - Série D

Resultados - 9.ª Jornada Lusitânia Lourosa 0 3 Anadia AD Grijó 1 2 Cinfães Lusitano FCV 1 0 Sp. Espinho Bustelo 2 0 Estarreja Classificação J V E D F - C Anadia 9 4 4 1 11 - 5 Lourosa 9 4 2 3 8 - 6 Cinfães 9 5 1 3 11 - 7 Lusitano FCV 9 4 2 3 9 - 7 Bustelo 9 2 2 5 7 - 8 AD Grijó 9 3 3 3 15 - 15 Sp. Espinho 9 2 3 4 7 - 11 Estarreja 9 3 1 5 6 - 15 Próxima Jornada - 19 de Abril Cinfães - Anadia Sp. Espinho - AD Grijó Estarreja - Lusitano FCV Bustelo - Lusitânia de Lourosa, 16h

P 29 26 25 24 24 23 18 18

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Correio da Feira 14.ABR.2014

Distritais // Sanjoanense triunfou por 4-2

Brandoenses bem lan• ados na SŽ rie A da 2.» Divis‹ o

Fiães assustou líder mas foi derrotado

Paços de Brandão derrota Lusitânia de Lourosa B e foge no segundo lugar Forma• › es concelhias no principal escal‹ o foram derrotadas. Na SŽ rie A da 2.» Divis‹ o, o Pa• os de Brand‹ o deixou para tr‡ s o Lusit‰ nia de Lourosa na luta pela promo• ‹ o.

Ap— s uma primeira parte pouco conseguida, o Fi‹ es puxou dos gal› es na etapa complementar, encostou a Sanjoanense ˆ s cordas mas foi perdulário na hora de finalizar, ao contr‡ rio dos locais. A Sanjoanense segurou a lideran•a da 1.» Divis‹ o Distrital depois de vencer, por 4-2, o Fi‹ es, no Est‡ dio Conde Dias Garcia. A turma da casa esteve melhor na etapa inicial, mas sentiu dificuldades para travar o maior ’ mpeto ofensivo dos fianenses na segunda metade. Depois de ter derrotado o Oliveira do Bairro na ronda anterior, o Fi‹ es procurava surpreender mais uma equipa do topo da tabela, mas não entrou muito bem no desafio com a Sanjoanense. Fruto disso, sofreu o primeiro golo sensivelmente a meio da primeira parte, apontado por Lu’ s Filipe. Os pupilos de Vasco Coelho responderam bem ao tento consentido e chegaram ao empate pouco depois, por intermŽ dio de Ruben, tendo o 1-1 se mantido atŽ ao intervalo. PorŽ m, no reatamento, a Sanjoanense tornou a mostrar-se eficaz, tendo chegado ao 2-1 por M‡ rio. A partir daqui, o Fi‹ es subiu de produ• ‹ o e come• ou a coleccionar boas oportunidades para recolocar a igualdade no marcador. Faltava

Derrota em S. João da Madeira atira o Fiães para a oitava posição, por troca com o Avanca, que bateu, em casa, o Famalicão por 2-0

Est‡ dio Conde Dias Garcia

vs 4

2

ç rbitro: Renato Oliveira Sanjoanense: Diogo, João (Alexandre, 78), Nuno, João Pedro, Vítor, Luís Filipe, Ricardo (Tiago Daniel, 70), Luís Barbosa, Mário, Rui Miguel (Luís Pedro, 65), Stefan T: Pepa Fi‹ es: Fernando Pais, Pedrinho (Cardoso, 77), Porto, Adegas, Sousa, Jaiminho, Frodo, Ruben, Paulinho (Tiaguinho, 59), Paulo Ferraz, Badolas (Luís Moreira, 67) T: Vasco Coelho Amarelos: João Pedro, Luís Filipe, João; Paulinho, Pedrinho, Tiaguinho Vermelho: Gustavo (no banco de suplentes da Sanjoanense) Golos: Luís Filipe (25), Ruben (38), Mário (55), Stefan (68 e 90+4), Tiaguinho (85)

maior acerto na finalização, algo que o conjunto de S. Jo‹ o da Madeira evidenciou aos 68 minutos, quando Stefan fez o 3-1 para os locais. Mesmo a perder por dois golos de diferen• a, o Fi‹ es nunca baixou os bra•o s e voltou a assustar a Sanjoanense aos 85 minutos, quando reduziu a desvantagem para a margem m’ nima. O golo trouxe maior emotividade à recta final do desafio, que ficaria sentenciado já em tempo de compensa•‹ o, com o bis de Stefan. Na frente do campeonato continua tudo na mesma, j‡ que o Gafanha venceu na visita ao reduto do Sporting Paivense pela margem m’ nima (1-0).

Se no topo da 1.» Divis‹ o Distrital de Aveiro continua tudo na mesma, j‡ a luta pela manuten• ‹ o promete ser intensa até final. Com Estarreja e Sp. Espinho em zona de despromoção no Campeonato Nacional de Seniores, as vagas para a manuten• ‹ o no principal escal‹ o aveirense encurtam. O Canedo, um pouco mais folgado na tabela classificativa, perdeu na visita ao Oliveira do Bairro, por 2-0. Logo atr‡ s surge o Soutense, que n‹ o conseguiu melhor em ç gueda. Mais aflito está o Milheiroense, que perdeu na casa do Alba, por 3-2, no jogo que abriu a jornada. Charneca e Agostinho marcaram para a turma de Milheir— s de Poiares. Na SŽ rie A da 2.» Divis‹ o aveirense, o l’ der, U. Lamas, alcan• ou mais uma vit— ria, desta feita na casa do Macieirense, pela margem m’ nima. Kak‡ apontou o golo que valeu mais tr• s pontos aos lamacenses, que continuam isolados no topo da classificação.

Paços de Brandão “foge” no segundo lugar Na segunda posi• ‹ o segue o Pa• os de Brand‹ o, que alcan• ou um importante triunfo na recep• ‹ o ao Lusit‰ nia de Lourosa B, por 1-0. Feiteira foi o autor do golo do triunfo brandoense, ele que seria expulso ainda na primeira metade. A Ò BriosaÓ soube segurar a magra vantagem atŽ final, que a deixa em excelente posi• ‹ o para, pelo menos, disputar o playoff de promo• ‹ o com os segundos classificados das restantes sŽ ries. Nos outros dŽ rbis concelhios da jornada, o Rio Me‹ o venceu na visita ao reduto do Romariz, por 3-1. Bruno foi o autor do tento de honra romarizense. Igual resultado alcan• ou o Mosteir™ FC em Lob‹ o, gra• as aos golos de Alem‹ o, que bisou, e Bruno Silva. ZŽ Eduardo atenuou diferen• as para os lobanenses. Mais apertada foi a vit— ria do Sanguedo nas Caldas S. Jorge (1-0), enquanto o Argoncilhe foi derrotado, em casa, pelo S. Vicente Pereira, tambŽ m por 1-0.

I DIVISÃO DISTRITAL

Resultados - 27.ª Jornada Águeda 2 0 Soutense Avanca 2 0 AC Famalicão AD Sanjoanense 4 2 Fiães Oliveira do Bairro 2 0 Canedo Valonguense 1 1 Esmoriz Paivense 0 1 Gafanha Carregosense 2 0 Mourisquense Mealhada 1 0 Cucujães Alba 3 2 Milheiroense Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 27 20 4 3 59 - 20 64 Gafanha 27 19 6 2 52 - 21 63 Oliv. Bairro 27 16 6 5 62 - 33 54 Alba 27 15 7 5 42 - 24 52 Águeda 27 15 5 7 54 - 33 50 Esmoriz 27 13 5 9 35 - 33 44 Avanca 27 13 3 11 53 - 42 42 Fiães 27 10 11 6 45 - 32 41 Carregosense 27 10 8 9 28 - 27 38 Canedo 27 9 7 11 31 - 48 34 Soutense 27 7 8 12 32 - 37 29 Paivense 27 6 10 11 34 - 38 28 Milheiroense 27 5 10 12 27 - 43 25 Cucujães 27 6 7 14 30 - 50 25 Mourisquense 27 7 3 17 30 - 47 24 Mealhada 27 5 9 13 25 - 42 24 AC Famalicão 27 4 9 14 21 - 39 21 Valonguense 27 2 4 21 21 - 76 10 Próxima Jornada - 19 de Abril AC Famalicão -Soutense Fiães - Avanca Canedo - AD Sanjoanense Esmoriz - Oliveira do Bairro Gafanha - Valonguense Mourisquense - Paivense Cucujães - Carregosense Milheiroense - Mealhada Alba - Águeda

II DIVISÃO DISTRITAL - Série A

Resultados - 26.ª Jornada Mansores 1 0 Alvarenga Romariz F. C. 1 3 Rio Meão Paços Brandão 1 0 Lusit. Lourosa B ADC Lobão 1 3 Mosteirô F. C. Macieirense 0 1 União de Lamas Argoncilhe 0 1 São Vic. Pereira Caldas S. Jorge 0 1 Sanguedo Real Nogueirense 2 0 ACRD Mosteirô Classificação J V E D F - C P União Lamas 26 22 2 2 72 - 11 68 P. Brandão 26 18 7 1 65 - 18 61 Lourosa B 26 16 5 5 53 - 26 53 Macieirense 26 14 6 6 32 - 26 48 Mansores 26 14 5 7 61 - 41 47 Mosteirô FC 25 14 5 6 48 - 34 4 7 Alvarenga 26 10 5 11 29 - 34 35 C. S. Jorge 26 10 4 12 32 - 40 34 Rio Meão 26 8 6 12 42 - 4 8 30 Sanguedo 26 8 6 12 27 - 4 1 30 ADC Lobão 26 8 6 12 25 - 4 1 30 ACRD Mosteirô 26 7 5 14 28 - 50 26 Argoncilhe 26 7 415 26 - 4 3 25 S. V. Pereira 26 6 4 16 35 - 55 22 Real Nogueir. 26 2 5 19 23 - 60 11 Romariz FC 25 3 1 21 18 - 60 10 Próxima Jornada - 19 de Abril ACRD Mosteirô - Mansores Alvarenga - Romariz F. C. Rio Meão - Paços de Brandão Lusitânia de Lourosa B - ADC Lobão Mosteirô F. C. - Macieirense União de Lamas - Argoncilhe São Vicente Pereira - Caldas de São Jorge Sanguedo - Real Nogueirense

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Breves

Manhôce e Nadais estão na final INATEL. Manh™ ce FC e Nadais apuraram-se para a final da Taça Reconhecimento. Ambas as meias-finais terminaram empatadas, pelo que foi necess‡ rio recorrer ˆ s grandes penalidades para se encontrar os finalistas. O Nadais, com o guardi‹ o Nando em evid• ncia, venceu, 5-4 nos pen‡ ltis, a Oliveirense FC (0-0 no tempo regulamentar). O Manh™ ce bateu Os Arrifanenses por 3-2 no desempate por grandes penalidades, ap— s o 1-1 registado no fim dos 80 minutos. As finais distritais jogam-se a 26 de Abril, em Macinhata do Vouga.

Fiães fecha campeonato com derrota FUTEBOL FEMININO. No Campeonato Promo• ‹ o, o Fi‹ es perdeu, ontem, com o Vila FC (4-1), na œ ltima jornada da prova. Anabela Lopes apontou o œ nico golo do conjunto fianense, que terminou o campeonato na sŽ tima posi• ‹ o, naquele que foi o ano de estreia da equipa na competição. Quanto à Taça Promo• ‹ o, o Fi‹ es incorpora a Série C. O conjunto fianense vai ter como advers‡ rios os SM Murtoense e o MD Eirolense. O sorteio da prova realiza-se na próxima terçafeira, com in’ cio marcado para as 16h30.

Fut7 Cup realiza-se nos dias 18 e 19 ARRIFANENSE. O clube da vila de Arrifana promove o Torneio de Futebol de 7 “FUT7 Cup”, a realizar-se nos dias 18 e 19 de Abril, com in’ cio pelas 8h30, para os escal› es de Benjamins A (nascidos em 2003) e Benjamins B (nascidos em 2004). A competi•‹ o ter‡ lugar no Est‡ dio Maria Carolina Leite Resende Garcia, em Arrifana, e ser‡ composto por seis equipas, por cada escal‹ o dos benjamins, convidadas pelo Clube Desportivo Arrifanense. No evento estar‹ o envolvidas, aproximadamente, 400 pessoas.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Juniores A

Feirense falha regresso à 1.ª Divisão A rŽ stia de esperan• a do Feirense em subir ˆ 1.» Divis‹ o Nacional esfumou-se no œ ltimo s‡ bado. Para manter tudo em aberto, os azuis estavam obrigados a ganhar em Barcelos e o Freamunde n‹ o podia vencer em Tondela, mas nenhum dos cenários se verificou. No Est‡ dio Adelino Ribeiro Novo, os fogaceiros entraram praticamente a perder. Na sequ• ncia de um pontapŽ de canto, ZŽ inaugurou o marcador. O Feirense respondeu bem e, aos 20 minutos, atirou ao ferro da baliza de Jœ lio, por Yorn. AtŽ ao intervalo, os azuis desperdi• aram um par de boas oportunidades, perante um Gil Vicente mais na expectativa. Sem nada a perder, o Feirense entrou mais pressionante na segunda metade e voltou a rematar ao ferro, desta feita pelo recŽ m-entrado Zuca. A expuls‹ o de Henrique fez com que os azuis carregassem ainda mais no ataque, mas o golo haveria de surgir na baliza fogaceira, por Vagner. Em Tondela, o Freamunde venceu por 1-0, pelo que, mesmo que ganhasse ao Gil Vicente, o Feirense ficaria de fora da luta pela subida.

Juniores B

Padroense vence na Feira Tal como h‡ uma semana, na P— voa do Varzim, o Feirense entrou a dormir diante do Padorense, esteve a perder por 2-0 mas, desta feita, s— conseguiu reduzir. Apesar do desaire, os fogaceiros seguem tranquilos na lideran• a da SŽ rie B da fase de manuten• ‹ o. Os minutos iniciais mostraram um Padroense atrevido. Rui Pedro, por duas vezes, ficou perto do golo, que haveria de surgir aos 30 minutos, por Michael, com um chapŽ u perfeito a Leonardo. No lance seguinte aparece o segundo dos forasteiros, pelo possante Rui Pedro, uma das figuras da partida. Na segunda parte, o Feirense ganhou nova vida. Aos 51 minutos, Leandro Ribeiro, ap— s excelente jogada individual de Manel, reduziu. PorŽ m, a partir daqui o Padroense soube controlar a reac• ‹ o fogaceira, que teve muitas dificuldades em chegar à baliza de F‡ bio. Aos 73 minutos, Lu’ s Pinto arrancou pela direita, cruzou para Antunes, mas o central atirou por cima. Na resposta, Michael isolouse perante Leandro, mas atirou ao lado. Logo a seguir, o Feirense ainda festejou o empate, mas o lance foi invalidado por fora-de-jogo.

Feirense // Atacante assume que a estreia no Nacional de juniores C foi positiva

Est‡ dio Adelino Ribeiro Novo

GIL VICENTE FEIRENSE

2 0

ç rbitro: Fábio Monteiro (Coimbra) Gil Vicente: Júlio, Sandro (Amr, 46), Inácio, Zé, Henrique, Mateus, Cláudio (Eira, 70), Esteban (Vagner, 46), Ailton, Platini, Márcio T: Nandinho Feirense: Rui, Magolo (Zuca, 70), Mica, Joca, Nandinho, Pedro Santos, Miguel (Vasco, 60), Pedro Silva (Vieirinha, 78), Rato, Yorn, Yeheven T: Nuno Santos

Amarelos: Mateus (15), Sandro (34), Mica (40), Inácio (43), Yorn (46), Vagner (50), Henrique (57 e 67), Zuca (90+2) Vermelho: Henrique (67) Golos: Zé (2), Vagner (80)

NACIONAL DE JUNIORES

II DIVISÃO-2ª Fase Subida - Zona

Resultados - 9.ª Norte e Penúltima Jornada Angrense 1 3 Boavista Tondela 0 1 Freamunde Gil Vicente 2 0 Feirense Classificação J V E D F - C P Boavista 9 6 3 0 19 - 4 21 Gil Vicente 9 6 2 1 18 - 5 20 Freamunde 9 5 2 2 9 - 4 17 Feirense 9 2 4 3 13 - 10 10 Tondela 9 1 1 7 8 - 16 4 Angrense 9 0 2 7 6 - 34 2 Última Jornada - 26 de Abril Freamunde - Angrense Feirense - Tondela, 16h Boavista - Gil Vicente

Complexo Desportivo Feirense

FEIRENSE PADROENSE

1 2

ç rbitro: Carlos Rodrigues (V. Castelo) Feirense: Leonardo, Dani, Antunes, Tavares, Nuno (Marcelo, 65), Pedro, Igor Fontes (Luís Pinto, 41), Diogo, Manel, Bernardo (Eduardo, 57), Leandro Ribeiro T: Tiago Oliveira Padroense: Fábio, Casimiro, Wilson, Rogério, Bruno, Bola, Michael (Nuno, 77), Tavares (Pires, 71), Rui Pedro, Leandro, Madi (Couto, 80+2) T: Mário Silva

Amarelos: Pedro (34), Tavares (49), Diogo (64), Bruno (72), Michael (74), Fábio (80+3)

Francisco Ferreira foi chamado a um est‡ gio da selec•‹ o nacional de Sub-15, nos dias 5 e 6 de Abril. O jovem sonha com o futebol profissional e diz-se f‹ de Cristiano Ronaldo. Chegou esta temporada ao Feirense, ap— s seis anos com a camisola do Arrifanense. Cortar a liga•‹ o com o clube de Arrifana Ò foi um bocado dif’ cilÓ , mas a possibilidade de representar os fogaceiros no Nacional de juniores C falou mais alto. Ò A estreia correu bem. Individualmente, superei as minhas expectativasÓ , conta Filipe Ferreira, de 15 anos, que actua, preferencialmente, no lado direito do ataque dos azuis. No total, o atacante apontou Ò 18 ou 19 golosÓ esta Ž poca, registo que impressiona num extremo. A temporada correu-lhe t‹ o bem que foi chamado a um est‡ gio de dois dias da selec• ‹ o nacional de Sub-15, em Vendas Novas, situa•‹ o que o atleta achou Ò algo surpreendenteÓ . Ò Em poucos meses cheguei ˆ selec• ‹ o. Foi uma coisa muito r‡ pida. Foi muito bomÓ Ð explica. Colectivamente, a equipa ficou às portas da fase final do campeonato. Ò Faltou correr maisÓ , diz Francisco Ferreira, que garante que a equipa sai desta Ž poca com Ò o sentimento de dever cumpridoÓ .

Excelente presta•‹

Golos: Michael (30), Rui Pedro (32), Leandro Ribeiro (51)

Com uma estampa f’ sica assinal‡ vel, o jovem inspira-se em Cristiano Ronaldo, o melhor do mundo.

Futuro por decidir O campeonato realizado e a chamada ˆ selec• ‹ o nacional colocaram os holofotes sobre Francisco Ferreira. O avan•a do sente-se bem no Feirense mas confessa ter tido abordagens de outros emblemas. O futuro ser‡ decidido no final da época: “Se continuasse no Feirense atŽ aos seniores seria muito bom. Acredito que pode acontecer mas tambŽ m tenho abordagens de outros clubes. Vou esperar atŽ ao fim da época para decidir o meu futuroÓ . Depois de Marcelo (Sub-16), Francisco Ferreira tornouse no segundo jogador do Feirense a ser chamado ˆ s selec•› es nacionais esta Ž poca. Ò ƒ a prova de que a forma•‹ o do clube est‡ a trabalhar bemÓ , sublinha o presidente, Fernando Costa, que apenas lamenta que Ò esta maior visibilidade torne dif’ cil manter os miœ dos por muito tempoÓ . Ainda assim, o dirigente garante que o clube Ò tudo far‡ para os manter, porque Ž pelas camadas jovens que o Feirense tem que irÓ . Ò O investimento que estamos a fazer vai no sentido de podermos ter mais casos como o Fabinho, o Tiago Jogo ou o Rafa”, finaliza.

o no Nacional valeu subida ao relvado do Marcolino Castro

Direcção do clube promoveu homenagem

NACIONAL DE JUVENIS

2.ª Fase Manut./Desc. - Série B

Resultados - 9.ª Jornada Gondomar 18-Abr Leixões Boavista 1 1 Penafiel AD Sanjoanense 1 0 Varzim Feirense 1 2 Padroense Classificação J V E D F - C Feirense 9 1 6 2 16 - 17 Padroense 9 4 4 1 16 - 13 Penafiel 9 5 2 2 10 - 8 Boavista 9 3 2 4 15 - 15 Varzim 9 3 3 3 14 - 11 Sanjoanense 9 3 3 3 8 - 12 Leixões 8 3 2 3 14 - 12 Gondomar 8 1 2 5 9 - 14 Próxima Jornada - 26 de Abril Penafiel - Leixões Varzim - Boavista Padroense - AD Sanjoanense Feirense - Gondomar, 11h

“Superei as minhas expectativas”

P 42 38 36 35 32 30 29 20

A Direc• ‹ o do Feirense n‹ o deixou passar em claro a excelente campanha da equipa de juniores C no Campeonato Nacional. O 2.¼ lugar na segunda fase da prova valeu a todos os elementos da equipa a subida ao relvado do Est‡ dio Marcolino Castro no intervalo do Feirense-Sporting B. Ò Foi o reconhecimento pœ blico da presta• ‹ o de todos eles, jogadores, treinadores e directores. Tivemos uma presta• ‹ o muito boa e achei que a equipa merecia ir ao relvado para a massa associativa os aplaudirÓ Ð explicou o presidente do Feirense, Fernando Costa.

Juniores C subiram ao relvado no intervalo do Feirense-Sporting B


Correio da Feira 14.ABR.2014

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3.ª Divisão Nacional // Com a ajuda do Lamas Futsal

2.ª Divisão Distrital

Feirense garante subida à 2.ª Divisão

Arrifanense volta a perder

1.ª Divisão Distrital

Faltou mais eficácia à Juv. Fiães Fogaceiros golearam em Sabugal (10-4) e beneficiaram da derrota do Le› es Valboenses, com o Lamas Futsal (3-2), para garantirem a promo•‹ o. O Feirense garantiu, matematicamente, a subida ˆ 2.» Divis‹ o Nacional. Os fogaceiros golearam o Sabugal, por 10-4, num jogo sem grande hist— ria. A equipa da casa ainda deu alguma rŽ plica na etapa inicial mas, com o passar dos minutos, a supremacia do Feirense veio ao de cima e o resultado foi-se avolumando com naturalidade. Os fogaceiros apenas puderam festejar desde j‡ a subida de Pavilh‹ o Municipal de Sabugal

SABUGAL FEIRENSE

4 10

A: Hugo Garcia, Paulo Antunes Sabugal: Paulinho (1), Sérgio, Artur, Tozé, Marco Capela, Renato (3), Duarte, João, Claúdio, Micael, Marcos T: Telmo Vaz Feirense: Nuno Couto, Russo (2), Kaká (2), Calão (1), Mino (3), Daniel, Teixeira (1), Ivo (1), Fuka T: Joaquim Augusto

Pavilh‹ o Com. Henrique Amorim

LAMAS FUTSAL LEÕES VALB.

3 2

A: João Cruz, Pedro Soares Lamas Futsal: Telmo, Diogo, Vítor, Ribas, Miguel Ângelo, Feliciano, Wilson (1), Pedro Sousa, Júnior, Costa (1), Hélio, João Maio (1) T: Luís Alves Le› es Valboenses: João, Jorge, Paulinho (1), Pirro, Rato, Ricardinho (1), Faria, Ricardo, Fábio, Helinho, Nandinho T: Jorge Alves

divis‹ o porque o Lamas Futsal derrotou, por 3-2, o Le› es Valboenses. Ainda assim, o conjunto de Valbom entrou melhor no jogo e esteve mesmo a vencer por dois golos de diferen• a, com tentos de Ricardinho e Paulinho. O Lamas Futsal conseguiu reduzir ainda dentro do primeiro tempo e, na segunda metade, operou a cambalhota no resultado, conquistando tr• s importantes pontos na luta pela promo• ‹ o ao segundo escal‹ o do futsal nacional. Com 12 pontos ainda em disputa, os lamacenses det• m oito de vantagem sobre o quarto classificado, Le› es Valboenses. No pr— ximo s‡ bado, o Feirense recebe o Sp. Lamego no pavilh‹ o de Arrifana (17h), enquanto o Lamas Futsal visita o Gondomar Futsal, no domingo (16h30).

III DIVISÃO NACIONAL - Série B

Resultados - 22.ª Jornada SPG Lamego 2 4 Gondomar Futsal Lamas Futsal 3 2 Leões Valboenses ABC Nelas 13 0 União Santana Prodeco N/Real. Rio de Moinhos Académica de Leça 4 4 ACD Azagães Sangemil 26-Abr Sp. Moncorvo SC Sabugal 4 10 CD Feirense Classificação J V E D F - C P CD Feirense 22 17 4 1 141 - 82 55 ABC Nelas 22 16 2 4 130 - 53 50 Lamas Futsal 22 16 2 4 103 - 64 50 Leões Valboen. 22 13 3 6 100 - 68 42 Sangemil 21 9 8 4 96 - 63 35 Gondomar Futsal 22 10 3 9 95 - 88 33 SPG Lamego 21 10 1 10 91 - 102 31 ACD Azagães 22 8 5 9 105 - 106 29 Sp. Moncorvo 21 8 3 10 71 - 77 27 Académ. Leça 22 6 4 12 91 - 117 22 Rio de Moinhos 20 7 1 12 76 - 113 22 Prodeco 21 4 3 14 79 - 112 15 União Santana 22 3 3 16 64 - 126 12 SC Sabugal 22 3 0 19 72 - 143 9 Próxima Jornada - 19 de Abril CD Feirense - SPG Lamego,17h Gondomar Futsal -Lamas Futsal Leões Valboenses - ABC Nelas União Santana - Prodeco Rio de Moinhos - Académica de Leça ACD Azagães - Sangemil Sp. Moncorvo - SC Sabugal

Fianenses perderam na casa do Futsal AzemŽ is (2-1) num jogo bem disputado, no qual atiraram tr• s vezes aos postes. ISPAB Futsal recuperou de desvantagem de dois golos e venceu o ARCA.

EB 2,3 Pa• os de Brand‹ o

ISPAB FUTSAL ARCA A: Hugo Costa, Luís Almeida

ISPAB Futsal: Pikareta, Ramalho (2), Cancela, Fábio, Tiago, Bruno, Pedrinha, Mesquita, Nelson, Lucho, Igor (1), Ruben T: Flávio Fontes ARCA: Luís, Cristiano, Alexandre, Fábio, Pedro, Flávio, André, Tiago, Pedro Lemos, Luís Miguel (1), Favean, Flávio Carrinho (1) T: Luís Fonseca

Municipal Oliveira de AzemŽ is

FUTSAL AZEMÉIS JUV. FIÃES

A janela de oportunidade, aberta na ronda anterior, fechou-se para a Juventude de Fi‹ es, que perdeu em Oliveira de AzemŽ is (2-1) e viu fugir, no topo da tabela, Beira-Mar e Futsal AzemŽ is. Em Pa•o s de Brand‹ o, o ISPAB Futsal regressou aos triunfos ap— s um duelo intenso com o ARCA (3-2). A Juventude de Fi‹ es entrou no Pavilh‹ o Municipal de Oliveira de AzemŽ is com a possibilidade de encurtar para apenas dois pontos a dist‰ ncia para o segundo lugar. Num belo desafio de futsal, marcou primeiro a equipa da casa, por Pipokah, tendo Artur empatado para os fianenses. Porém, ainda dentro da primeira metade, Bruno Louren• o voltou a colocar o Futsal AzemŽ is na frente do resultado. Na segunda parte, a Juventude de Fi‹ es arriscou mais em termos ofensivos, enviou tr• s bolas aos postes da baliza de Paulinho, mas n‹ o conseguiu anular a vantagem do conjunto oliveirense. Melhor sorte teve o ISPAB Futsal, que derrotou, em casa, o ARCA, por 3-2. Ainda assim, os visitantes foram superiores na primeira metade, tendo sa’ do para o intervalo a vencer por 1-0. Os estudantes entraram melhor na etapa complementar mas haveriam de sofrer o segundo. A perder por dois golos de diferen•a , o ISPAB Futsal assumiu o jogo, empatou com um bis de Ramalho e, a pouco mais de um minuto do final, chegou ao 3-2, por Igor, numa fase em que j‡ alinhava com o guarda-redes avan•a do.

3 2

2 1

A: Vítor Alves, Bruno Amorim Futsal AzemŽ is: Paulinho, Paulo Azevedo, Andorinha, Ruca, Pipokah (1) – Spock, Braga, Bruno Lourenço (1), Rubinho, Joel T: Ricardo Canavarro Juv. Fi‹ es: Fábio, Paulo Russo, Moisés, Bruninho, Maric – João Cadete, Mica, Miguel Santos, Artur (1), Fábio Santos, Mich T: António Teixeira

I DIVISÃO DISTRITAL

Resultados - 24.ª Jornada AJ Angeja 0 6 CP Esgueira Futsal Azeméis 2 1 Juventude Fiães AAA ISPAB 3 2 ARCA ACD Urrô 6 3 Sp. Silvalde ACD Bairros 7 3 AD Casal Beira-Mar 6 2 D. Sanjoanense Clube Albergaria 2 3 Saavedra Guedes Atómicos 2 2 ADREP Classificação J V E D F - C P Beira-Mar 24 20 2 2 121 - 50 62 Fut. Azeméis 24 19 3 2 106 - 54 60 Juvent. Fiães 24 16 4 4 90 - 53 52 Saavedra G. 24 15 6 3 104 - 70 51 Bairros 24 14 4 6 105 - 74 46 AAA ISPAB 24 12 3 9 91 - 93 39 ACD Urrô 24 10 6 8 79 - 83 36 Esgueira 24 8 6 10 75 - 70 30 D. Sanjoanen. 24 9 3 12 84 - 84 30 ADREP 24 8 5 11 57 - 62 29 ARCA 24 7 6 11 75 - 80 27 Sp. Silvalde 24 8 3 13 70 - 80 27 AD Casal 24 7 0 17 90 - 143 21 C. Albergaria 24 5 3 16 75 - 9 3 18 Angeja 24 5 0 19 58 - 118 15 Atómicos 24 1 2 21 46 - 119 5 Próxima Jornada - 19 de Abril ADREP - AJ Angeja CP Esgueira - Futsal Azeméis Juventude de Fiães - AAA ISPAB, 21h ARCA - ACD Urrô Sp. Silvalde - ADC Bairros AD Casal - Beira-Mar Dinamo Sanjoanense - Clube Albergaria Saavedra Guedes - Atómicos

O Arrifanense entrou a perder frente ao Gafanha do Carmo mas empatou num livre directo, por Franc• s. Na segunda parte, o Gafanha do Carmo rapidamente se recolocou em vantagem. Quando a equipa de Arrifana procurava o empate, aconteceu o 3-1, obrigando o Arrifanense a jogar com o guarda-redes avan• ado, que ainda conseguiu reduzir mesmo antes do apito final. Na luta pela subida de divis‹ o continua a Juventude de Canedo, que levou de vencida o CAP Alquerubim por 4-1, num jogo que dominou desde o in’ cio. Marcelo, Tiago, por duas vezes, e Bruno marcaram para os canedenses. Polidesportivo de Alquerubim

CAP ALQUERUBIM JUV. CANEDO

1 4

A: Diogo Vieira, Alípio Soares CAP Alquerubim: Bruno Neves, Bruno, Bruno Silva, Diogo, Bruno Santos, Pedro, João, Bruno Tavares Juv. Canedo: Ricardo, Marco, Roger, Nuno, Berna, André, Marcelo (1), Quelhas, Tiago (2), Bruno (1), Zé Fernando T: Augusto Costa

Pav. Desp. Gafanha do Carmo

GAFANHA CARMO ARRIFANENSE

3 2

A: Miguel Correia, Nelson Pinho Gafanha do Carmo: Emanuel, Marco, André, Miguel, Cristiano, Hugo, Tcherno (3), Tiago, Jonathan Treinador: Paulo Viegas Arrifanense: Show, Valter, Bruno, Quirino (1), Francês (1), Ricardo, André Castro, André, Marco, Fábio, Ramirez, Paulito T: Jorge Pereira

II DIVISÃO DISTRITAL

Resultados - 21.ª Jornada ADC Lourizela 5 3 FC Barcouço AD Travassô 5 1 CRECUS GD Carmo 3 2 CD Arrifanense GD Gafanha 10 1 GD Beira Ria CAP Alquerubim 1 4 Juvent. Canedo Branca Activa 1 3 Ossela Folga Atlético do Luso Classificação J V E D F - C P Ossela 19 16 1 2 89 - 35 49 Gafanha 20 12 2 6 89 - 53 38 Arrifanense 18 11 2 5 77 - 45 35 Lourizela 19 10 4 5 69 - 56 34 Juv. Canedo 19 10 3 6 80 - 54 33 Atlético Luso 19 9 6 4 76 - 55 33 CRECUS 20 9 4 7 49 - 42 31 Travassô 19 9 3 7 64 - 63 30 GD Carmo 19 6 4 9 56 - 66 22 Branca Activa 20 5 4 11 53 - 64 19 Barcouço 19 5 1 13 52 - 88 16 CAP Alquerub. 20 3 4 13 37 - 81 13 Beira Ria 19 1 0 18 22 - 111 3 Próxima Jornada - 26 de Abril FC Barcouço - Atlético do Luso CRECUS - ADC Lourizela CD Arrifanense - AD Travassô, 17h GD Beira Ria - GD Carmo Juventude de Canedo - GD Gafanha, 18h Ossela - CAP Alquerubim Folga Branca Activa


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Entrevista // Joaquim Augusto j‡ tem a nova temporada planeada e acredita num futuro risonho para o futsal do Feirense

“Vou trabalhar muito para ganhar novamente o troféu de Melhor Treinador do Ano do clube” Joaquim Augusto levou, em duas épocas, o futsal do Feirense dos distritais à 2.ª Divisão Nacional. O melhor treinador do ano do clube pretende ainda sagrar-se campe‹ o da 3.ª Divisão e mantém vivo o sonho de ver a equipa na 1.ª Divisão.

O Feirense viveu uma época quase perfeita até ao momento, marcada pela subida à 2.ª Divisão Nacional. Com que sentimento sai desta temporada? O percurso que fizemos, desde o primeiro ano da sec• ‹ o atŽ quando cheguei ao clube, tem sido fantástico. Antes de chegar, existia o futsal mas era um grupo de amigos. Ele, mais cedo ou mais tarde, teria que acabar, porque não era isso que o Feirense pretendia da chamada Ò segunda modalidadeÓ do clube. A visibilidade que ela hoje tem devese ao presidente do futsal, Vítor Pais, quando me convida para o projecto. A partir daí, deveu-se ao trabalho e à paixão com que me envolvi com o clube, tal como a minha equipa tŽ cnica. Os jogadores tambŽ m foram muito bem escolhidos. Mais não fiz do que guiá-los para o sucesso. Este ano, diziam que éramos favoritos mas isso era s— no papel. Retoc‡ mos o plantel com dois ou tr• s elementos e, em Dezembro, foi fundamental a vinda da experiência do Calão e do Mino, que vieram dar o sal e a pimenta que a equipa precisava. As bases - o presidente, Vítor Pais, e eu - continuaram a ser fortes. Porém, temos tido imensas dificuldades econ— micas. N‹ o s‹ o dram‡ ticas como disse o presidente do clube, Fernando Costa, mas, aqui e acolá, tornam-se sempre chatas. ƒ muito difícil arranjar patrocínios, ainda para mais numa modalidade que Ž nova no clube. Eu e o presidente (da secção) dizemos sempre: “Com dinheiro n‹ o deve faltar quem queira treinar ou dirigir o FeirenseÓ . Sem dinheiro, estivemos os dois a trabalhar muito para chegar ao final da época passada com tudo em dia. Neste momento, já tivemos a ajuda de meios da Direcção do Feirense, porque percebeu que, se com nada fizemos muito, é porque queremos trabalhar. Queremos que nos permitam ter meios para podermos angariar fundos para ter uma modalidade que vai dar prestígio ao clube, vai ganhar títulos e que vai ser um orgulho para todos

Joaquim Augusto, juntamente com a sua equipa técnica, levou o Feirense à subida à 2.ª Divisão Nacional

os feirenses. No dia 31 de Maio, a secção de futsal, para com a sua equipa técnica e jogadores, vai ter tudo em dia, como um clube sério que sempre foi. Para a nova época, se for convidado, entregarei todo o projecto, que já está feito. Não vamos assumir a subida de divis‹ o na próxima época, porque ainda n‹ o sabemos quem s‹ o as equipas com quem vamos competir. Em função dessa série, comunicaremos o nosso objectivo. Agora, jogar para perder, nunca. Tenho dito, em off, aos meus colegas treinadores no Feirense para se cuidarem, porque vou trabalhar muito para ganhar novamente o troféu de Melhor Treinador do Ano do clube. Gostava de juntar mais um, para oferecer à minha mãe. Seria óptimo que, em Abril do próximo ano, tivéssemos uma esperan• a para lutar por um playoff de subida à 1.ª Divisão Nacional. Seria hist— rico no mundo do futsal um clube, em três anos, subir do Distrital à 1.ª Divisão Nacional. A única derrota no campeonato, até ao momento, frente ao Sangemil, deixou um travo amargo? Nada de traumas. O grupo, na terçafeira seguinte, treinou com a mesma alegria. Esse jogo foi um percal• o. Est‡ vamos a ganhar na primeira parte 2-1, mandámos sete bolas

ao poste, e cada vez que a bola ia ao nosso meio-campo, connoso a jogar com o guarda-redes avançado, entrava... O Sangemil teve muita sorte. Mas, no jogo seguinte, contra o Gondomar, a equipa deu uma boa resposta. O resultado, 8-3, diz tudo. Mas venho dizendo a toda

“Há dois tipos de projectos: Carlos Queiroz, a longo prazo, e José Mourinho, para ganhar na hora. Sou mais um Mourinho do futsal. É para ganhar na hora” a estrutura do Feirense que est‹ o mal habituados, porque estamos a ganhar sempre. Quero ver as pessoas do nosso lado quando, numa 2.ª Divisão Nacional, perdermos aqui e acolá, em 18 jogos, e mesmo

assim podermos ser primeiros. ƒ nesses momentos que o Feirense terá que mostrar toda a experiência de perceber que o mundo do desporto não se faz só de vitórias, mas também com algumas derrotas, que nos fazem crescer. Eu, com certeza, não vou ficar abalado, nem os jogadores. Se a estrutura tiver o mesmo pensamento, será óptimo. Qual foi o momento mais alto da temporada? A Gala. Não por o Teixeira ter ganho o prémio de Melhor do Ano do futsal, ou de o treinador do futsal ter sido o Melhor Treinador do ano no clube, mas, naquele momento, toda a estrutura do futsal sentiu que a modalidade deixou de ser um parente pobre para ser um filho do Feirense. Deu-me muito gozo, porque pudemos, perante os sócios, mostrar que o futsal vale a pena e que teve um trabalho extraordinário. O prémio é uma responsabilidade para ser mais competente na próxima época. Vou pedir à nova Direcção que quero trabalhar com pessoas com as quais me sinta bem, que me respeitem, que sejam gratas por aquilo que eu, e a minha equipa técnica, temos feito. Se essas condi• › es me forem dadas, vamos ter outro caminho de sucesso. Até final da época, queremos ser campe› es. Isso tem

importância na história do Feirense, e gostaria de ser recordado como sendo campe‹ o da œ ltima edi• ‹ o da 3.ª Divisão Nacional. Agradeço ao Fernando Costa, ao Franclim Freitas e ao Rodrigo Nunes pelo apoio que nos t• m dado nos jogos. E o mais difícil? Tivemo-lo no Natal. Atravessámos uma grave crise financeira e não tivemos meios para poder, muitas vezes, pagar o combustível da carrinha para ir e vir ao Porto. Os patrocinadores não apareceram, v‡ rias promessas para a sec• ‹ o do futsal não foram cumpridas, e o presidente, Vítor Pais, teve muita dificuldade para assumir os compromissos. N‹ o foi nada de dramático mas, sendo sempre para os mesmos, magoa. Por coincidência, até à altura da Gala houve um determinado movimento de algumas pessoas, nomeadamente da Direcção do clube, que entendeu que precis‡ vamos de ajuda e que chegou a altura de nos ajudar. E n‹ o foi só economicamente. Também criou alguns meios para que pudŽ ssemos acabar bem a Ž poca. Muito mais a frio, como se recorda do episódio em Nelas? Acha que manchou a campanha do Feirense?


Correio da Feira 14.ABR.2014

N‹ o, longe disso. Estou a aguardar pelo final da época para emitir um comunicado, mas esse episódio não mancha em nada. Foi um momento emotivo. Não fico feliz pelo que aconteceu mas não sou hipócrita. Os nossos sócios, a equipa técnica e jogadores foram insultados e cuspidos pela parte dos adeptos e dirigentes do Nelas. E também pelos jogadores, com gestos, insultos e provocações ao nosso banco quando fizeram os golos. Perdi a cabeça, também, porque estávamos a ter uma arbitragem que, a 10 minutos do fim, a ganhar 4-1, com a equipa adversária com cinco faltas e nós nenhuma, pôs-nos também com cinco faltas. E o Nelas fez dois golos precedidos de irregularidades. No último lance, o Ivo é rasteirado, e o jogador do Nelas, Cláudio, que insultou a nossa claque nos golos que festejou e veio fazer isso para junto do nosso banco, vinha por ali e fiz o que toda a gente viu. Pelas atitudes dos adversários, não estou arrependido. E se isso manchasse alguma coisa, deixo a pergunta: e os árbitros o que mancham, todos os fins-de-semana, quando têm arbitragens vergonhosas contra o Feirense? Falo desta arbitragem específica. Temos árbitros excelentes, como o Eduardo Coelho, que nunca erra. Se ele tem 10 anos de futsal a não errar, eu tinha 20 a não errar, porque é que os colegas dele erram tanto? Fi-lo para proteger o meu grupo e, se ainda há alguma dúvida neste momento, o Feirense é a melhor equipa deste campeonato, pela qualidade, competência, entrega, estrutura e equipa técnica. É por isso que vamos ser campeões. A claque tem sido uma importante aliada da equipa? Resumo numa palavra: Fantásticos! Não há ninguém como eles. Foram connosco a todo o lado, e têm sido o nosso 13.º jogador. Deixo uma palavra ao Braúlio (Pinho), que é o eterno Braúlio dos Civitas, para o Flávio e para todos os Civitas, que têm sido miúdos espectaculares e têm dado uma nova alma ao nosso pavilhão e a todos onde vamos. Em muitos momentos, ganhámos graças ao apoio deles. Por falar em pavilhão, é fácil jogar na Lavandeira? Todos sabem que não mas não vamos chorar por aquilo que ainda não temos. O presidente, Fernando Costa, confidenciou-me que os dois sonhos que tem, enquanto presidente do Feirense, são construir um pavilhão para o clube e ver o futsal na 1.ª Divisão Nacional. A secção tudo vai fazer para tentar que isso aconteça. Acha possível o Feirense chegar lá a curto prazo? Com todo o respeito que tenho pelo professor Carlos Queiroz, há dois tipos de projectos: o projecto Carlos Queiroz, a longo prazo, e o projecto José Mourinho, que é para ganhar na hora. Sou mais um Mourinho do futsal. É para ganhar na hora.

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Em três temporadas, fogaceiros passaram da 2.ª Divisão Distrital ao segundo escalão do futsal português

Feirense só sabe subir de divisão mas ainda tem um sonho por cumprir Presidente, Vítor Pais, que vai passar a pasta no final da época, diz que o título da 3.ª Divisão “seria a cereja no topo do bolo”. Sonho de subir à 1.ª Divisão é possível de concretizar. Três épocas, três subidas para o Feirense. Um trajecto sempre em ascensão, marcado um recorde de imbatibilidade que durou mais de um ano e pelas conquistas da Taça e Supertaça de Aveiro. “A juntar a estes feitos, ainda podemos alcançar o título de campeão nacional da 3.ª Divisão, o que seria a cereja no topo do bolo”, diz o presidente da secção, Vítor Pais, que faz “um balanço positivo” dos últimos dois anos em que assumiu a presidência da secção. “Em tom de brincadeira, costumo dizer que estes dois anos me fizeram envelhecer dez, mas quem corre por gosto não cansa e o Feirense foi, e sempre será, uma paixão” - acrescenta o dirigente, que fala numa “conjuntura de forma alguma favorável aos projectos desportivos” e de “dificuldades orçamentais fruto de algumas promessas que falharam e das quais não estávamos à espera, mas nada de muito grave e que não seja contornável com mais algum trabalho extra”. O próprio treinador da equipa, Joaquim Augusto, louva o trabalho do presidente da secção e pede um futuro com “pessoas capazes de ter sensibilidade para o futsal, que percebam de futsal e que não estejam apenas interessadas nas fotografias dos jornais ou nas entrevistas nas rádios”. O técnico alicerça o crescimento do clube nas camadas jovens, “porque é aí que vão nascer os novos jogadores e é esse o caminho para haver sustentabilidade nos seniores”. Chegado à 2.ª Divisão Nacional, o Feirense olha para cima com ambição. “Subir à 1.ª Divisão é um sonho perfeitamente possível.

Não digo que seja já na próxima época, até porque uma ascensão tão meteórica podia vir a causar graves problemas na sustentabilidade do projecto, mas acredito que, em dois ou três anos, esse é um sonho que pode acontecer. Logicamente que, para isso ser possível, todos os feirenses têm que acreditar e ajudar a secção” - explica Vítor Pais, que está de saída da presidência da secção: “Quero focar-me a 100% na minha vida pessoal e profissional. Não vou deixar de ajudar a secção e vou tentar fazer a “passagem de testemunho” da melhor forma. Saio da presidência da secção com a certeza do dever cumprido e com uma esperança enorme que o projecto continue até atingir o tal sonho que já falamos…”. Plantel: Dani, Nuno Couto, Daniel (guardaredes), Mino (fixo/ala), Calão (pivot), Banana (ala), Fuka (fixo/ala), Kaká (ala), Teixeira (pivot), Russo (ala/fixo), Cenoura (ala), Ivo (ala), Claudinei (pivot), Michael (pivot) Equipa técnica: Joaquim Augusto, Nuno Almeida (adjunto), Rui Amorim (treinador de guarda-redes), Paulo Paz (preparador físico), José Luís (massagista) Presidente: Vítor Pais Director Desportivo: Sérgio Oliveira Directores: Hugo Machado, Luís Maia, Joaquim Resende, César Silva

“Era para isto que íamos lutar” Teixeira era um homem feliz quando recebeu, de Vítor Pais, o prémio de Melhor Jogador do Ano do Feirense, na Gala do clube. “Foi o reconhecimento do trabalho que fizemos no ano passado” - explica o pivot, que foi o primeiro reforço da era Joaquim Augusto. “Na altura, o Feirense não estava bem classificado mas ele convenceu-me e, felizmente, tomei uma boa decisão”. Para Teixeira, tudo o que a equipa conquistou esta temporada não o surpreendeu: “Sabíamos da ambição de todas as pessoas envolvidas no clube, e era para isto que íamos lutar”. O maior sonho passa por chegar à 1.ª Divisão Nacional. “A próxima temporada vai ser muito difícil mas, na minha opinião, o mais difícil está feito. Se as pessoas continuarem a trabalhar como até aqui, fica tudo mais fácil” - assegura.


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Fiães

Inauguração do novo Pavilhão A inaugura• ‹ o do Pavilh‹ o Municipal de Fiães acontece no próximo fimde-semana. Na sexta-feira (20h30), o CD Fi‹ es defronta o Fonte Bastardo, jogo importante na luta pelo t’tulo da 2.ª Divisão. Às 15h30 de sábado arranca a cerimónia oficial de inauguração. Uma hora depois joga-se o CD FIães-Atl. Madalena.

Ciclismo

Joni Brandão 8.º em Espanha A Efapel-Glassdrive cumpriu todos os objectivos a que se prop™ s, ontem, na Klasika Primavera Amorebieta. A forma• ‹ o de Lourosa conseguiu colocar J— ni Brand‹ o no 8.ª lugar final e esteve muito activa na exigente prova realizada no País Basco, com vários atletas a integrarem a fuga do dia.

Andebol

S. Paio Oleiros perde em casa O CDC S. Paio de Oleiros perdeu com o Ac. Porto (25-24), na 2.ª Divis‹ o Nacional. Com este resultado, os oleirenses v‹ o para a pr— xima fase (joga-se numa só volta e sem os tr• s primeiros, que disputam a subida à 1.ª Divisão) com 19 pontos, tal como Modicus e Sanjoanense, e menos tr• s que o Ac. Porto.

Atletismo

6 atletas do CAL em Barcelos O Clube Atletismo de Lamas (CAL) participou, com seis atletas, na primeira edi• ‹ o da meia maratona de Barcelos. Destaque para Filipe Fontes, que percorreu a dist‰ ncia em 01:32.06 horas. Participaram ainda, pelo clube lamacense, JosŽ Moreira, Pedro Lino, Joaquim Paulino, Américo Gomes, e Hélder Silva.

Karting

Jorge Amaral vence corrida Jorge Amaral iniciou da melhor forma o Campeonato Nacional de Karting 2014 ao vencer, em Vila Real, de forma categ— rica, a classe rainha da disciplina no nosso pa’s. O seu irm‹ o, Jo‹ o Amaral, imp™ s um andamento bem forte e acabou por ser igualmente Ô coroadoÕ com um lugar no p— dio, o terceiro.

Natação // Nadadores do Clube ColŽ gio de Lamas brilharam nos Nacionais de juvenis e juniores, em Coimbra

Alexandre Amorim e Simão Capitão sagram-se campeões nacionais DR

Clube ColŽ gio de Lamas subiu por tr• s vezes ao p— dio nos Nacionais de juvenis e juniores, disputados na cidade de Coimbra, tendo somado tr• s medalhas de ouro e outras tantas de bronze. Alexandre Amorim (juvenil B) nos 100 e 200m bru• os, e Sim‹ o Capitão (júnior), nos 50m bruços, sagraram-se campeões nacionais em Coimbra. O Clube ColŽ gio de Lamas, representado ainda por Lu’s Soares, Joel Peixoto, Jo‹ o Pimentel, Alexandre Coelho, Daniel Coimbra, Jo‹ o Capit‹ o, Beatriz Cardoso, Gabriel Pereira, Marcelo Rocha, Tiago Barbosa e Rodrigo Silva, sob orienta• ‹ o tŽ cnica de Paulo Ferreira, somou alcan• ou ainda tr• s medalhas de bronze nacional, 29 TAC nacionais de verão e

Equipa lamacense somou três medalhas de ouro, outras tantas de bronze, 29 TAC Nacionais de verão e 13 recordes absolutos do clube

13 recordes absolutos do clube. Para alŽ m dos t’tulos nacionais conquistados, Alexandre Amorim foi 6.¼ nos 100m costas, 8.¼ nos 200m estilos, e 11.¼ nos 100m livres. Foi igualmente distinguido com um prŽ mio do 2.¼ lugar nacional do nadador completo. Já Simão Capitão, para lá do título nacional júnior nos 50m bruços, foi 5.¼ nos 100m bru•o s e nos 200m bru•o s.

Hóquei em Campo // U. Lamas garante lugar no playoff

Tiago Barbosa foi bronze nacional juvenil B nos 100m bru•o s; Jo‹ o Capit‹ o alcan• ou tr• s recordes pessoais; Lu’ s Soares bateu quatro recordes do clube absolutos; Beatriz Cardoso obeteve dois recordes do clube absolutos, com destaque para o 9.º lugar nos 200m livres; e Rodrigo Silva obteve novo recorde nos 200m costas. A estafeta juvenil B, constitu’da

por Gabriel Pereira, Alexandre Amorim, Tiago Barbosa e Marcelo Rocha, alcan•o u duas medalhas de bronze nacional, nos 4x100m livres e 4x100m estilos. A estafeta juvenil A, constitu’da por Lu’s Soares, Alexandre Coelho, Rodrigo Silva e Jo‹ o Pimentel, alcan• ou o 14.º lugar nacional, e a júnior, constitu’da por Daniel Coimbra, Sim‹ o Capit‹ o, Joao Capit‹ o e Joel Peixoto, foi 13.ª.

Hóquei em Patins // Ocupa o 14.¼ lugar na 2.» Divis‹ o

Ac. Feira derrotado “Hat-trick” de Catita vale triunfo na casa do campeão em casa pelo Taipense O U. Lamas derrotou, fora de casa, o campe‹ o nacional, Lousada, por 3-2. Sem algumas pedras importantes, por castigo e les‹ o, o conjunto rubro-negro optou por uma postura mais defensiva, ao recuar as linhas avan• adas, tornando a equipa mais compacta para, posteriormente, explorar o contra-ataque. Os homens de Vale do Sousa assumiram a despesa do jogo, criando algumas situações claras de golo, anuladas pela defensiva unionista. Num rápido contra golpe, o U. Lamas ganhou uma penalidade, convertida por Catita. Volvidos poucos minutos, Lu’s Cardoso falhou uma oportunidade de golo clamorosa, que daria o 2-0. Perante o que acontecia, os campeões nacionais aumentaram a press‹ o e lograram empatar a um minuto do intervalo. A segunda parte foi recheada de

diversas oportunidades em ambas as balizas. O conjunto da casa virou o resultado mas, nos minutos seguintes, o resultado voltava a estar empatado, com mais um golo de Catita. A um minuto do fim, o U. Lamas chegou ao golo da vit— ria, novamente por intermŽ dio de Catita, na convers‹ o de um canto curto. Com o resultado obtido, a equipa de Santa Maria de Lamas garantiu o acesso ao playoff final.

Campeonato pára durante uma semana. No próximo dia 27 de Abril, o U. Lamas recebe o CF Benfica, jogo marcado para as 12 horas

Luís Filipe Higino O Ac. Feira foi derrotado (4-5) pelo Taipense, na 26.» jornada do Campeonato Nacional da 2» Divis‹ o, Zona Norte, de h— quei em patins, realizado no Pavilh‹ o da Lavandeira. O Ac. Feira entrou bem no jogo e rapidamente chegou ˆ vantagem de dois golos. No entanto, dois erros defensivos custaram o empate, resultado ao intervalo. Na segunda parte, o Ac. Feira adiantou-se novamente no marcador, mas o Taipense deu a volta ao jogo. O Ac. Feira alinhou e marcou com Sérgio Costa, Artur Couto (1 golo), Hugo Gonçalves (1 golo), Tiago Pinto e David Sá (1 golo) – cinco inicial – João Moreira, Pedro Silva, Marco Dias (1 golo), Luís Canavarro e Ricardo Fernandes. Treinador: Nani. ç rbitros: Paulo Cruz e Nuno Ant‹ o, ambos da AP Coimbra. O Ac. Feira ocupa o 14.¼ lugar, a par do Sobreira, com 18 pontos.

Camadas Jovens Campeonato Nacional de Juniores – Zona Norte/B: 8.» Jornada: Ac. Feira-Infante Sagres 5-4. O Ac. Feira é 4.º com 9 pontos. Taça de Aveiro em Iniciados: 7.» Jornada: Ac. Feira – Cenap 3-2. Taça de Aveiro em Infantis: 7.» Jornada: Ac. Feira – Cenap 2-3. Encontros Convívios de Escoares: 16.ª Jornada: Ac. Feira – Cenap/B 10-2. Encontros Convívios de Benjamins: 20.ª Jornada: Arazede - Ac. Feira 1-9.

Torneio da Páscoa

O Ac. Feira organizar, a 18 e 19 de Abril, o Torneio da Páscoa, em Juniores, Juvenis, Iniciados, Infantis e Escolares. Participam Ac. Feira, Pa• o de Rei, Ac. Porto, Alfena, Gulpilhares, HC Fão, Selecção de Inglaterra, Estrela Vigorosa e Boavista.


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Miss Feirense Mês de Março


II DIVISÃO - Últimos - Série A

DISTRITAL DE INICIADOS Resultados - 12.ª Jornada I DIVISÃO - Série dos Últimos Canedo 0 2 Argoncilhe Resultados - 11.ª Jornada Fiães 1-Mai Paços Brandão Beira-Mar 1 2 Arouca Estarreja 6 0 Vilamaiorense Arada 4 2 Lobão Taboeira 0 3 Paivense Soutense 0 2 São Vic. Pereira São João de Ver 1 1 Paços Brandão 14.ABR.2014 Oiã 2 0 Avanca Classificação Classificação J V E D F - C P J V E D F - C P Argoncilhe 12 9 1 2 25 - 9 28 Arouca 11 8 1 2 26 - 13 25 DISTRITAL DE JUVENIS P. Brandão 11 eu 7 3 feui 1 23blaor - 7 24 at praestrud modoluptat lum velit praesed dit utat Voleibol // Enis alit nulla aciS. V.etPereira lamcommy ipit, si.Metue modolor sumsan ercilit 12 8 1 3 nulla 23 - 12corem 25 Oiã 11 7 1 3 25 - 13 22 II DIVISÃO - Últimos - Série A Lobão 12 7 1 4 31 - 16 22 Beira-Mar 11 6 1 4 16 - 12 19 Resultados - 12.ª Jornada Paivense 11 4 2 5 18 - 16 14 Fiães 11 5 2 4 19 - 19 17 Argoncilhe 0 2 CRC Vale Estarreja 11 4 1 6 19 - 18 13 Soutense 12 3 4 5 15 - 24 13 Avanca 11 4 1 6 11 - 16 13 Canedo 4 1 Relâmpago Nog. Arada 12 3 2 7 15 - 29 11 Taboeira 11 2 3 6 10 - 22 9 Fiães 9 0 São Martinho DISTRITAL DE INFANTIS A INFANTIS A Vilamaioren. 11 2 3INICIADOS 6 14 - 33 9 DISTRITAL DE JUVENIS DISTRITAL P. Brandão 10 DE 3 1JUNIORES 6 10 - 15 10 São João de Ver 0 1 Paços Brandão S. J. de Ver 11- Série 2 2 dos 7 13 - 25 8 I DIVISÃO Últimos Grupo 2 - Série Gold B Grupo 1 Série Gold A Canedo 11 1 2 8 5 - 19 5 II DIVISÃO Últimos Série A Lusit. Lourosa 4 1 Sp. Espinho Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril

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Correio da Feira

RESULTADOS CAMADAS JOVENS

JUNIORES DISTRITAL DE JUNIORES I DIVISÃO - Série dos Primeiros

Resultados - 11.ª Jornada Pampilhosa 2 3 Paços Brandão Fiães 2 0 Feirense Estarreja 2 2 Lusit. Lourosa São João de Ver 1 1 Alba Cucujães 4 2 Taboeira Classificação J V E D F - C P Lourosa 11 9 1 1 28 - 11 28 Estarreja 11 6 4 1 22 - 6 22 Feirense 11 7 1 3 27 - 15 22 Fiães 11 6 2 3 23 - 14 20 Cucujães 11 5 3 3 24 - 22 18 Alba 11 4 2 5 18 - 20 14 P. Brandão 11 4 0 7 23 - 31 12 Pampilhosa 11 3 0 8 13 - 32 9 S. J. de Ver 11 2 1 8 15 - 25 7 Taboeira 11 1 2 8 13 - 30 5 Próxima Jornada - 26 de Abril Paços de Brandão - Estarreja Fiães - Pampilhosa Lusitânia de Lourosa - São João de Alba - Cucujães Taboeira - Feirense

DISTRITAL DE JUNIORES I DIVISÃO - Série dos Últimos

Resultados - 11.ª Jornada Ovarense 2 1 Furadouro Paivense 2 2 Sp. Espinho Arouca 19-Abr Oliveira do Bairro Milheiroense 2 1 Esmoriz Arrifanense 19-Abr Águeda Classificação J V E D F - C P Arouca 10 8 2 0 28 - 13 26 Oliv. Bairro 10 6 2 2 23 - 11 20 Milheiroense 11 6 2 3 21 - 19 20 Sp. Espinho 11 5 2 4 27 - 13 17 Paivense 11 4 4 3 27 - 18 16 Águeda 10 3 5 2 17 - 13 14 Esmoriz 11 4 2 5 24 - 21 14 Arrifanense 10 3 2 5 24 - 18 11 Ovarense 11 2 3 6 9 - 24 9 Furadouro 11 0 0 11 7 - 57 0 Próxima Jornada - 26 de Abril Furadouro - Arouca Paivense - Ovarense Oliveira do Bairro - Milheiroense Esmoriz - Arrifanense Águeda - Sp. Espinho

DISTRITAL DE JUNIORES II DIVISÃO - Série dos Primeiros

Resultados - 12.ª Jornada Sanguedo 1 1 Cesarense São João Ver 5 2 Estrela Azul União de Lamas 2 4 Gafanha Mealhada 1 1 Avanca Soutelo 5 1 Águas Boas Classificação J V E D F - C Gafanha 12 9 0 3 41 - 17 Cesarense 11 8 2 1 21 - 4 Soutelo 12 7 1 4 23 - 16 Avanca 12 5 4 3 22 - 10 Sanguedo 12 5 4 3 20 - 14 Águas Boas 12 4 2 6 19 - 25 S. J. de Ver 11 3 3 5 17 - 28 União Lamas 11 3 2 6 17 - 20 Estrela Azul 12 3 2 7 16 - 30 Mealhada 11 0 2 9 6 - 38 Próxima Jornada - 26 de Abril Gafanha - Sanguedo Cesarense - São João de Ver Águas Boas - Estrela Azul Avanca - União de Lamas Soutelo - Mealhada

P 27 26 22 19 19 14 12 11 11 2

DISTRITAL DE JUNIORES II DIVISÃO - Últimos - Série A

Resultados - 12.ª Jornada Canedo 0 2 Argoncilhe Fiães 1-Mai Paços Brandão Arada 4 2 Lobão Soutense 0 2 São Vic. Pereira Classificação J V E D F - C P Argoncilhe 12 9 1 2 25 - 9 28 S. V. Pereira 12 8 1 3 23 - 12 25 Lobão 12 7 1 4 31 - 16 22 Fiães 11 5 2 4 19 - 19 17 Soutense 12 3 4 5 15 - 24 13 Arada 12 3 2 7 15 - 29 11 P. Brandão 10 3 1 6 10 - 15 10 Canedo 11 1 2 8 5 - 19 5 Penúltima Jornada - 26 de Abril Soutense - Canedo Argoncilhe - Fiães Paços de Brandão - Arada

II DIVISÃO - Últimos - Série A

Penúltima Jornada 26 de Abril Resultados - 12.ª- Jornada Soutense0 - Canedo 2 Argoncilhe Canedo Argoncilhe Fiães 1-Mai- Fiães Paços Brandão Paços de Brandão - Arada 4 2 Lobão Arada São Vicente Pereira - Lobão 0 2 São Soutense Vic. Pereira Classificação J V E D F - C P Argoncilhe 12 9 1 2 25 - 9 28 S. V. Pereira 12 8 1 3 23 - 12 25 LobãoDISTRITAL 12 7DE1 JUVENIS 4 31 - 16 22 I DIVISÃO -11Série Fiães 5 2dos4 Primeiros 19 - 19 17 Resultados - 11.ª Jornada SoutenseAvanca 12 13 34 Oliveirense 5 15 - 24 13 AradaSp. Espinho 12 23 22 Paivense 7 15 - 29 11 Gafanha P. Brandão 10 13 21 Taboeira 6 10 - 15 10 Canedo Fiães 11 01 32 Arouca 8 5 - 19 5 Feirense 6 0 Carregosense PenúltimaClassificação Jornada - 26 de Abril Soutense J V - Canedo E D F - C P OliveirenseArgoncilhe 11 10 0- Fiães 1 26 - 4 30 Feirense 11 8 1 2 26 - 12 25 Paços de Brandão - Arada Taboeira 11 7 3 1 18 - 7 24 São Vicente Gafanha 11 7Pereira 1 3- Lobão 35 - 6 22

JUVENIS

Sp. Espinho 11 6 2 3 23 - 19 Arouca 11 5 0 6 20 - 23 Avanca 11 3 2 6 13 - 22 Fiães 11 3 0 8 8 - 24 Paivense 11 1 1 9 13 - 29 Carregosense11 0 0 11 4 - 40 Próxima Jornada - 27 de Abril Oliveirense - Gafanha Sp. Espinho - Avanca Taboeira - Fiães Arouca - Feirense Carregosense - Paivense

20 15 11 9 4 0

DISTRITAL DE JUVENIS I DIVISÃO - Série dos Últimos

Resultados - 11.ª Jornada AD Sanjoanense 1 4 Alba Anadia 2 0 Lusit. Lourosa Arrifanense 2 0 Milheiroense Mealhada 1 2 Paços Brandão Beira-Mar 3 1 Estarreja Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 11 7 2 2 22 - 13 23 Beira-Mar 11 7 2 2 21 - 13 23 Mealhada 11 6 1 4 29 - 18 19 P. Brandão 11 6 1 4 20 - 17 19 Lourosa 11 6 1 4 21 - 19 19 Alba 11 6 0 5 29 - 18 18 Estarreja 11 4 2 5 23 - 20 14 Anadia 11 4 2 5 12 - 19 14 Arrifanense 11 3 1 7 20 - 17 10 Milheiroense 11 0 0 11 2 - 45 0 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Alba - Arrifanense - 26/04 Anadia - AD Sanjoanense - 26/04 Milheiroense - Mealhada Paços de Brandão - Beira-Mar Estarreja - Lusitânia de Lourosa

DISTRITAL DE JUVENIS II DIVISÃO - Série dos Primeiros

Resultados - 12.ª Jornada Anta 0 4 Vilamaiorense Avanca 1 1 Gafanha Oliveirense 7 1 Cesarense Oliveira do Bairro 0 0 União de Lamas Soutelo 2 1 Águeda Classificação J V E D F - C P União Lamas 12 9 2 1 30 - 13 29 Avanca 12 6 4 2 22 - 9 22 Oliveirense 12 6 3 3 24 - 17 21 Oliv. Bairro 12 5 3 4 16 - 18 18 Cesarense 12 6 0 6 17 - 24 18 Gafanha 12 5 1 6 17 - 16 16 Soutelo 12 4 1 7 16 - 18 13 Anta 12 4 1 7 14 - 28 13 Vilamaioren. 12 3 3 6 10 - 15 12 Águeda 12 2 2 8 12 - 20 8 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Cesarense - Anta Vilamaiorense - Avanca - 26/04 Águeda - Gafanha União de Lamas - Oliveirense Soutelo - Oliveira do Bairro

DISTRITAL DE JUVENIS II DIVISÃO - Últimos - Série A

Resultados - 12.ª Jornada Argoncilhe 0 2 CRC Vale Canedo 4 1 Relâmpago Nog. Fiães 9 0 São Martinho São João de Ver 0 1 Paços Brandão Lusit. Lourosa 4 1 Sp. Espinho Classificação J V E D F - C P Sp. Espinho 12 10 0 2 47 - 13 30 Lourosa 12 9 1 2 44 - 10 28 S. J. de Ver 12 8 1 3 33 - 12 25

Resultados - 12.ª Jornada Classificação ArgoncilheJ V0 2E CRC D FVale - C P 4 01 Relâmpago Canedo Sp. Espinho 12 10 2 47 - 13 Nog. 30 Martinho Lourosa Fiães 12 9 10 São 2 44 - 10 28 São de Ver S. J.João de Ver 12 80 1 Paços 3 33 Brandão - 12 25 Lusit. Lourosa Espinho Fiães 12 84 1 Sp. 3 35 - 15 25 Classificação Canedo 12 7 0 5 26 - 22 21 J V6 0E D6 25 F - 20 C 18 P P. Brandão 12 Sp. Espinho 12 10 47 - 27 13 13 30 Relâmp. Nog.12 4 10 72 15 Lourosa 44 - 36 10 28 CRC Vale 12 29 21 82 12 8 S. J.Martinho de Ver 12 28 1 93 16 33 - 62 12 25 São 7 Fiães 3 35 15 25 Argoncilhe 12 08 1 11 8 - 44 1 Canedo 12 7 0- 275 de26Abril - 22 21 Próxima Jornada P. Brandão 12 6 -Argoncilhe 0 6 25 - 20 18 São Martinho Relâmp. Nog.12 1 7 15 - 27 13 CRC Vale4 - Canedo CRC Vale -Relâmpago 12 2 2 8Nogueirense 12 - 36 8 Sp. Espinho São Martinho 12 Brandão 2 1 9- Fiães 16 - 62 7 Paços de Argoncilhe 0 1 - 11 - 44de 1 Lusitânia de 12 Lourosa São8João Próxima Jornada - 27 de Abril São Martinho -Argoncilhe DISTRITAL JUVENIS CRC ValeDE - Canedo Sp. Espinho -Relâmpago II DIVISÃO - ÚltimosNogueirense - Série B Paços de Brandão - Fiães Resultados - 12.ª Jornada Lusitânia de Lourosa São Roque João de 2 2 - São São Vic. Pereira Macieira Cambra 3 2 Arada Mosteirô F. C. 0 3 Rio Meão Ovarense 7 2 Cucujães Folgou Esmoriz Classificação J V E D F - C P Cucujães 10 8 0 2 31 - 22 24 Rio Meão 11 7 0 4 29 - 21 21 Ovarense 11 6 3 2 21 - 13 21 S. V. Pereira 11 4 4 3 17 - 14 16 Esmoriz 10 5 1 4 18 - 17 16 São Roque 11 3 5 3 16 - 21 14 Mac. Cambra 10 2 4 4 11 - 17 10 Arada 11 2 0 9 17 - 24 6 Mosteirô FC 11 1 3 7 8 - 19 6 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Rio Meão - São Vicente Pereira - 26/04 São Roque - Macieira de Cambra- 26/04 Cucujães - Mosteirô F. C. Esmoriz - Ovarense Folga Arada

INICIADOS DISTRITAL DE INICIADOS I DIVISÃO - Série dos Primeiros

Resultados - 11.ª Jornada AD Sanjoanense 0 1 Anta Gafanha 2 1 Lusit. Lourosa Anadia 0 1 Cesarense Fiães 0 0 Oliveirense Feirense 1 2 Sp. Espinho Classificação J V E D F - C P Sp. Espinho 11 8 2 1 20 - 10 26 Fiães 11 8 1 2 18 - 4 25 Anta 10 6 1 3 19 - 9 19 Lourosa 11 6 1 4 15 - 11 19 Anadia 11 6 0 5 17 - 18 18 Feirense 10 4 3 3 20 - 9 15 Cesarense 11 5 0 6 16 - 23 15 Sanjoanense 11 3 2 6 10 - 14 11 Gafanha 11 1 1 9 8 - 24 4 Oliveirense 11 1 1 9 4 - 25 4 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Anta - Anadia - 26/04 Gafanha - AD Sanjoanense - 26/04 Cesarense - Fiães Oliveirense - Feirense Sp. Espinho -Lusitânia de Lourosa

DISTRITAL DE INICIADOS I DIVISÃO - Série dos Últimos

Resultados - 11.ª Jornada Beira-Mar 1 2 Arouca Estarreja 6 0 Vilamaiorense Taboeira 0 3 Paivense São João de Ver 1 1 Paços Brandão Oiã 2 0 Avanca Classificação J V E D F - C P Arouca 11 8 1 2 26 - 13 25 P. Brandão 11 7 3 1 23 - 7 24 Oiã 11 7 1 3 25 - 13 22 Beira-Mar 11 6 1 4 16 - 12 19 Paivense 11 4 2 5 18 - 16 14 Estarreja 11 4 1 6 19 - 18 13 Avanca 11 4 1 6 11 - 16 13 Taboeira 11 2 3 6 10 - 22 9 Vilamaioren. 11 2 3 6 14 - 33 9 S. J. de Ver 11 2 2 7 13 - 25 8 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Arouca - Taboeira Estarreja - Beira-Mar Paivense - São João de Ver Paços de Brandão - Oiã

Resultados - 11.ª Jornada Arouca1- Taboeira 2 Arouca Beira-Mar Estarreja6- Beira-Mar Estarreja 0 Vilamaiorense Paivense São João de Ver Taboeira 0 3 Paivense Paços de Brandão - Oiã São João de Ver 1 1 Paços Brandão Avanca - Vilamaiorense - 26/04 Oiã 2 0 Avanca Classificação DISTRITAL INICIADOS J DE V E D F - C P Arouca 8 1dos 2 Primeiros 26 - 13 25 II DIVISÃO 11 - Série P. Brandão 11 7- 12.ª 3 Jornada 1 23 - 7 24 Resultados Oiã Sp. Espinho 11 17 11 União 3 25de - Lamas 13 22 Beira-Mar 11 06 11 Oliveirinha 4 16 - 12 19 Vaguense Paivense 11 14 32 Oliveirense 5 18 - 16 14 Fermedo Estarreja 11 04 41 Oliveira 6 19 -do18 13 Mealhada Bairro Avanca Tarei 11 24 11 Alba 6 11 - 16 13 Taboeira 11 2 3 6 10 22 9 Classificação Vilamaioren. 11 C P9 J V2 E3 D6 14 F -- 33 S. J. de Ver 12 11 72 42 17 28 13 -- 10 25 25 8 União Lamas Oliveirense 12 8 - 126 e3 2723de- Abril 10 25 Próxima Jornada Fermedo Arouca 12 6- Taboeira 3 3 35 - 23 21 Tarei 12 5 - Beira-Mar 5 2 24 - 10 20 Estarreja Alba Paivense 12- São 4 João 3 5 de 32Ver - 17 15 Vaguense 3 5 -11Oiã- 13 15 Paços12de 4Brandão Oliveirinha 12 4 3 5 18- 26/04 - 20 15 Avanca - Vilamaiorense Sp. Espinho 12 3 5 4 16 - 19 14 Oliv. Bairro 12 2 5 5 15 - 21 11 Mealhada 12 0 2 10 10 - 69 2 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Oliveirense - Sp. Espinho- 26/04 União de Lamas - Vaguense Alba - Oliveirinha Oliveira do Bairro - Fermedo Tarei - Mealhada

DISTRITAL DE INICIADOS II DIVISÃO - Últimos - Série A

Resultados - 12.ª Jornada Anta 2 0 Canedo Argoncilhe 1 2 Relâmpago Nog. Silvalde 3 2 Paivense Esmoriz 3 0 Paços Brandão Lusit. Lourosa 2 1 Fiães Classificação J V E D F - C P Relâmp. Nog.12 9 1 2 32 - 13 28 Silvalde 12 8 1 3 21 - 18 25 Esmoriz 12 6 3 3 27 - 14 21 Paivense 12 7 0 5 31 - 22 21 Anta 11 5 3 3 19 - 14 18 Canedo 12 3 4 5 13 - 15 13 Lourosa 11 4 1 6 12 - 20 13 P. Brandão 12 3 2 7 15 - 21 11 Fiães 12 2 4 6 17 - 22 10 Argoncilhe 12 2 1 9 11 - 39 7 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Paivense - Anta Canedo - Argoncilhe Fiães - Relâmpago Nogueirense Paços de Brandão - Silvalde Lusitânia de Lourosa - Esmoriz

DISTRITAL DE INICIADOS II DIVISÃO - Últimos - Série B

Resultados - 12.ª Jornada Cucujães 1 3 Arouca Milheiroense 2 2 Fiães Arrifanense 0 2 Unidos Rossas Ovarense 2 7 Feirense Carregosense 1 0 Macieira Cambra Classificação J V E D F - C P Feirense 12 9 1 2 46 - 16 28 U. Rossas 12 7 3 2 22 - 9 24 Carregosen. 12 7 2 3 22 - 11 23 Fiães 12 6 2 4 19 - 16 20 Arrifanense 12 6 0 6 23 - 16 18 Ovarense 12 5 2 5 18 - 31 17 Mac. Cambra 12 4 2 6 20 - 24 14 Arouca 12 4 2 6 19 - 27 14 Milheiroense 12 3 1 8 20 - 33 10 Cucujães 12 1 1 10 8 - 34 4 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Unidos de Rossas - Cucujães - 26/04 Arouca - Milheiroense Macieira de Cambra -Fiães Feirense - Arrifanense - 26/04 Carregosense - Ovarense

INFANTIS INFANTIS A Grupo 1 - Série Premium

Resultados - 6.ª Jornada Anta 0 1 Anadia Fermentelos 2 4 Oliveirense Feirense 3 0 Beira-Mar Taboeira 0 1 Paços Brandão Classificação J V E D F - C P Feirense 6 6 0 0 22 - 5 18 Beira-Mar 6 3 2 1 17 - 9 11 Oliveirense 6 3 1 2 13 - 17 10 Anadia 6 2 2 2 12 - 8 8 Fermentelos 6 2 1 3 14 - 17 7 Anta 6 1 3 2 12 - 15 6 P. Brandão 6 2 0 4 5 - 14 6 Taboeira 6 0 1 5 3 - 13 1 Próxima Jornada - 26 de Abril Paços de Brandão - Anta Anadia - Fermentelos Oliveirense - Feirense Beira-Mar - Taboeira

Resultados - 6.ª Jornada Paramos 4 1 São João Ver Arrifanense 3 0 Cesarense Sp. Espinho 2 1 Lusit. Lourosa Ovarense 4 0 Tarei Classificação J V E D F - C P Paramos 6 5 0 1 19 - 6 15 Sp. Espinho 6 5 0 1 24 - 12 15 Lourosa 6 4 0 2 15 - 5 12 Arrifanense 6 4 0 2 18 - 10 12 Ovarense 6 2 1 3 16 - 19 7 S. J. de Ver 6 1 2 3 14 - 26 5 Cesarense 6 0 2 4 8 - 14 2 Tarei 6 0 1 5 9 - 31 1 Próxima Jornada - 26 de Abril Tarei - Paramos São João de Ver - Arrifanense Cesarense - Sp. Espinho Lusitânia de Lourosa - Ovarense

INFANTIS A Grupo 1 - Série Gold B

Resultados - 6.ª Jornada AD Sanjoanense 26 1 Unidos Rossas Paivense 3 4 Salesianos Bustelo 11 2 Macieira Cambra Vilamaiorense 2 3 Fiães Classificação J V E D F - C P Fiães 6 5 0 1 18 - 4 15 Sanjoanense 6 4 1 1 53 - 10 13 Vilamaioren. 6 4 0 2 28 - 17 12 Paivense 6 4 0 2 25 - 14 12 Salesianos 6 3 0 3 20 - 21 9 Bustelo 6 2 1 3 32 - 14 7 Mac. Cambra 6 1 0 5 13 - 36 3 Unid. Rossas 6 0 0 6 6 - 79 0 Próxima Jornada - 26 de Abril Fiães - AD Sanjoanense Unidos de Rossas - Paivense Salesianos - Bustelo Macieira de Cambra -Vilamaiorense

INFANTIS A Grupo 2 - Série Premium

Resultados - 10.ª Jornada União de Lamas 1 1 Caldas S. Jorge Milheiroense 2 0 Soutelo Vista Alegre 3 2 LAAC Calvão 7 0 Rio Meão Bom-Sucesso 1 4 Fermedo Classificação J V E D F - C P Milheiroense 10 9 1 0 42 - 15 28 União Lamas 10 7 3 0 35 - 9 24 C. S. Jorge 10 6 3 1 35 - 18 21 Calvão 10 5 1 4 28 - 22 16 Soutelo 10 3 3 4 17 - 27 12 Fermedo 10 3 2 5 19 - 19 11 Vista Alegre 10 2 4 4 14 - 21 10 Bom-Sucesso 10 3 0 7 27 - 38 9 Rio Meão 10 2 1 7 9 - 33 7 LAAC 10 0 2 8 9 - 33 2 Próxima Jornada - 26 de Abril Soutelo - União de Lamas Caldas de São Jorge - Bom-Sucesso LAAC - Milheiroense Rio Meão - Vista Alegre Fermedo - Calvão

INFANTIS A Grupo 2 - Série Gold A

Resultados - 9.ª Jornada Taboeira 4 2 Esmoriz Vaguense 0 3 Feirense AD Sanjoanense 2 1 Anadia Estarreja 2 2 Oliveirense Folgou Argoncilhe Classificação J V E D F - C Sanjoanense 8 5 3 0 30 - 12 Feirense 8 5 1 2 29 - 5 Anadia 8 4 1 3 23 - 12 Taboeira 8 3 2 3 20 - 24 Vaguense 8 3 2 3 15 - 20 Esmoriz 8 3 1 4 18 - 28 Argoncilhe 8 3 0 5 13 - 29 Oliveirense 8 2 1 5 10 - 24 Estarreja 8 0 5 3 12 - 16 Próxima Jornada - 12 de Abril Argoncilhe - Esmoriz Taboeira - Feirense Vaguense - Anadia AD Sanjoanense - Oliveirense Folga Estarreja

Resultados - 10.ª Jornada Anta 17-Abr Sp. Espinho Furadouro 0 2 Milheiroense Mosteirô F. C. 0 0 Arouca Arada 3 2 Fiães Folgou União de Lamas Classificação J V E D F - C P Arada 9 7 2 0 39 - 8 23 Arouca 9 7 1 1 38 - 17 22 Anta 8 5 0 3 35 - 15 15 Milheiroense 9 4 2 3 22 - 29 14 Mosteirô F.C. 9 3 3 3 26 - 21 12 União Lamas 8 4 0 4 20 - 21 12 Fiães 9 3 2 4 22 - 31 11 Sp. Espinho 8 1 0 7 20 - 30 3 Furadouro 9 0 0 9 8 - 58 0 Próxima Jornada - 26 de Abril Milheiroense - Anta Arouca - Furadouro Fiães - Mosteirô F. C. União de Lamas - Arada Folga Sp. Espinho

INFANTIS B - Série Premium

Resultados - 10.ª Jornada Feirense 7 0 Fermentelos Mourisquense 2 3 CB Estarreja AD Sanjoanense 4 3 São João de Ver Anadia 11 3 Sp. Espinho Oliveira do Bairro 3 2 Beira-Mar Classificação J V E D F - C P CB Estarreja 10 9 1 0 54 - 7 28 Feirense 10 7 2 1 51 - 16 23 Mourisquense 10 7 1 2 30 - 15 22 Anadia 10 6 2 2 42 - 27 20 Oliv. Bairro 10 5 1 4 27 - 21 16 Beira-Mar 10 4 0 6 30 - 26 12 Sanjoanense 10 4 0 6 16 - 42 12 Sp. Espinho 10 2 1 7 28 - 51 7 S. J. de Ver 10 2 0 8 18 - 43 6 Fermentelos 10 0 0 10 4 - 52 0 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril CB Estarreja -Feirense - 27/04 Fermentelos - Oliveira do Bairro São João de Ver - Mourisquense Sp. Espinho - AD Sanjoanense Beira-Mar - Anadia

INFANTIS B - Série Gold A

Resultados - 10.ª Jornada Anta 14-Abr Arrifanense Paços Brandão 3 2 Lusit. Lourosa Carregosense 4 3 Fiães Válega 1 4 Oliveirense Folgou Feirense Classificação J V E D F - C P Oliveirense 9 8 0 1 33 - 12 24 Válega 9 4 2 3 25 - 26 14 Anta 8 4 0 4 19 - 17 12 Carregosense 9 3 3 3 21 - 23 12 Feirense 8 3 2 3 12 - 15 11 P. Brandão 9 3 1 5 18 - 19 10 Lourosa 9 3 1 5 19 - 23 10 Arrifanense 8 2 3 3 18 - 15 9 Fiães 9 3 0 6 17 - 32 9 Próxima Jornada - 26 de Abril Lusitânia de Lourosa - Anta Fiães - Paços de Brandão Oliveirense - Carregosense Feirense - Válega Folga Arrifanense

INFANTIS B - Série Gold B

P 18 16 13 11 11 10 9 7 5

Resultados - 10.ª Jornada Milheiroense 2 1 Sanguedo Oliveirense 0 2 Cucujães Salesianos 11 3 Severfintas Cortegaça 1 3 Esmoriz Folgou Canedo Classificação J V E D F - C Esmoriz 9 8 1 0 46 - 21 Salesianos 9 5 2 2 35 - 16 Milheiroense 9 5 2 2 26 - 20 Cucujães 9 4 2 3 24 - 21 Cortegaça 9 4 1 4 17 - 21 Severfintas 9 3 4 2 27 - 36 Oliveirense 9 2 2 5 18 - 19 Canedo 8 0 3 5 13 - 27 Sanguedo 9 0 1 8 13 - 38 Próxima Jornada - 26 de Abril Cucujães - Milheiroense Severfintas - Oliveirense Esmoriz - Salesianos Canedo - Cortegaça Folga Sanguedo

P 25 17 17 14 13 13 8 3 1


BENJAMINS A - Série Gold C

Voleibol // Enis alit nulla

INFANTIS B - Série Gold C

Resultados - 10.ª Jornada Anta 16-Abr Paramos Ovarense 4 1 Vilamaiorense Fiães 4 0 AD Sanjoanense São João de Ver 1 4 Mosteirô F. C. Folgou Tarei Classificação J V E D F - C P Fiães 9 8 0 1 40 - 4 24 Sanjoanense 9 6 1 2 32 - 18 19 Ovarense 9 5 2 2 20 - 19 17 Vilamaioren. 9 4 2 3 35 - 10 14 Paramos 8 4 1 3 24 - 8 13 Mosteirô F.C. 9 2 2 5 15 - 26 8 Tarei 8 2 2 4 13 - 30 8 Anta 8 0 4 4 11 - 24 4 S. J. de Ver 9 1 0 8 12 - 63 3 Próxima Jornada - 26 de Abril Vilamaiorense - Anta AD Sanjoanense - Ovarense Mosteirô F. C. - Fiães Tarei - São João de Ver Folga Paramos

BENJAMINS BENJAMINS A - Série Premium

Resultados - 10.ª Jornada Anta 0 1 Avanca Fiães 4 1 Feirense Vaguense 0 4 Vilamaiorense Anadia 4 0 AD Sanjoanense Taboeira 1 3 Gafanha Classificação J V E D F - C P Gafanha 10 6 3 1 32 - 11 21 Vilamaioren. 10 6 2 2 32 - 16 20 Anadia 10 5 2 3 23 - 16 17 Feirense 10 5 1 4 27 - 15 16 Taboeira 10 5 1 4 35 - 28 16 Anta 10 5 1 4 30 - 25 16 Avanca 10 4 3 3 21 - 22 15 Sanjoanense 10 3 2 5 15 - 23 11 Fiães 10 3 1 6 19 - 21 10 Vaguense 10 0 0 10 12 - 69 0 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Feirense - Anta Avanca - Taboeira Vilamaiorense - Fiães - 27/04 AD Sanjoanense - Vaguense Gafanha - Anadia

BENJAMINS A - Série Gold A

Resultados - 10.ª Jornada Paços Brandão 3 4 Cesarense Sp. Espinho 2 5 Esmoriz Feirense 7 1 Bustelo Paivense 1 2 União de Lamas Classificação J V E D F - C P União Lamas 10 7 2 1 33 - 13 23 Feirense 10 7 1 2 35 - 14 22 Cesarense 10 6 1 3 33 - 24 19 Esmoriz 10 6 1 3 31 - 23 19 P. Brandão 10 6 0 4 40 - 33 18 Bustelo 10 3 2 5 19 - 34 11 Paivense 10 0 2 8 9 - 3 8 2 Sp. Espinho 10 0 1 9 16 - 37 1 Próxima Jornada - 26 de Abril Bustelo - Paços de Brandão Cesarense - Sp. Espinho União de Lamas - Esmoriz Paivense - Feirense

BENJAMINS A - Série Gold B

Resultados - 10.ª Jornada Anta 4 4 Arrifanense Lusit. Lourosa 3 2 Macieira Cambra AD Sanjoanense 0 2 Ovarense Folgou Cortegaça Classificação J V E D F - C P Ovarense 8 6 0 2 35 - 12 18 Lourosa 8 6 0 2 32 - 19 18 Mac. Cambra 9 4 2 3 27 - 35 14 Arrifanense 9 3 3 3 32 - 19 12 Cortegaça 8 3 2 3 14 - 18 11 Sanjoanense 9 2 1 6 21 - 33 7 Anta 9 1 2 6 16 - 41 5 Pr��xima Jornada - 26 de Abril Ovarense - Anta Arrifanense - Lusitânia de Lourosa Cortegaça - AD Sanjoanense Folga Macieira de Cambra

BENJAMINS A - Série Gold C

Resultados - 10.ª Jornada Fermedo 0 4 Milheiroense Sanguedo 1 2 Vilamaiorense São João de Ver 10 2 Canedo Arouca 2 3 Valecambrense Classificação J V E D F - C P S. J. de Ver 10 9 1 0 46 - 8 28 Valecambren. 10 8 0 2 49 - 19 24 Vilamaioren. 10 7 2 1 30 - 8 23 Arouca 10 4 2 4 29 - 22 14 Fermedo 10 4 1 5 21 - 29 13 Milheiroense 10 3 0 7 19 - 25 9 Canedo 10 1 0 9 18 - 55 3 Sanguedo 10 1 0 9 12 - 58 3 Próxima Jornada - 26 de Abril Canedo - Fermedo Milheiroense - Sanguedo Valecambrense - Vilamaiorense

Resultados - 10.ª Jornada Fermedo 0 4 Milheiroense Sanguedo 1 2 Vilamaiorense São João de Ver 10 2 Canedo Arouca 2 3 Valecambrense Classificação J V E D F - C P S. J. de Ver 10 9 1 0 46 - 8 28 10 8 0 2 nulla 49 - 19 corem 24 aciValecambren. et lamcommy ipit, si.Metue modolor sumsan ercilit eu feui blaor at Vilamaioren. 10 7 2 1 30 - 8 23 Arouca 10 4 2 4 29 - 22 14 Fermedo 10 4 1 5 21 - 29 13 Milheiroense 10 3 0 7 19 - 25 9 Canedo 10 1 0 9 18 - 55 3 TRAQUINAS A - Série Gold C Sanguedo 10 A 1 - 0Série 9 12 - 58C 3 BENJAMINS B - Série Gold B BENJAMINS Gold Resultados - 10.ª Jornada Resultados - 10.ª Jornada Resultados - 10.ª- 26 Jornada Próxima Jornada de Abril Paços Brandão 1 3 Macieira Cambra 2 1 Paços Brandão Salesianos 4 Milheiroense Fermedo AD Sanjoanense 6 2 União de Lamas Canedo0 - Fermedo AD Sanjoanense 5 9 Ovarense Lusit. Lourosa 3 3 Valecambrense Sanguedo 1 - Sanguedo 2 Vilamaiorense Milheiroense União de Lamas 6 0 Sanguedo Milheiroense 2 5 Arouca São João de Ver 10- Vilamaiorense 2 Canedo Valecambrense Fiães 10 1 Oliveirense Classificação Arouca Valecambrense 2 3 Arouca - São João de Ver J V E D F - C P Classificação Classificação União Lamas 10 8 0 2 36 - 15 24 J V E D F - C P Mac. Cambra 10 7 1 2 52 - 22 22 J V E D F C P Fiães 10 8 1 1 55 - 10 25 BENJAMINS A - Série Gold D Arouca 10 7 0 3 37 - 22 21 S. J. deResultados Ver 10 9- 10.ª 1 Jornada 0 46 - 8 28 P. Brandão 10 8 1 1 39 - 19 25 Valecambren. 10 6 2 2 47 - 20 20 União Lamas 10 7 2 1 54 - 17 23 Valecambren. 10 8 0 2 49 - 19 24 Sanjoanense 10 5 0 5 37 - 24 15 Cucujães 3 1 Argoncilhe Oliveirense 10 5 2 3 52 - 38 17 Vilamaioren. 10 7 2 1 30 - 8 23 P. Brandão 10 3 0 7 15 - 29 9 Lusit. Lourosa 2 4 CRC Vale Ovarense 10 3 2 5 31 33 11 Milheiroense 10 2 0 8 22 - 63 6 Arouca 10 4 2 4 29 - 22 14 Arada 1 0 Fiães Sanguedo 10 2 1 7 17 - 36 7 Lourosa 10 0 1 9 8 - 59 1 Fermedo 10 4 1 5 21 - 29 13 Folgou Rio Meão Salesianos 10 2 1 7 19 - 39 7 Próxima Jornada - 26 de Abril Milheiroense 10 3 0 7 19 - 25 9 Sanjoanense 10 0 0 10 17 92 0 Valecambrense - Paços de Brandão Classificação Canedo 10 1 0 9 18 - 55 3 Macieira de Cambra - AD Sanjoanense Próxima Jornada - 26 de Abril J V E D F - C P Sanguedo 10 1 0 9 12 - 58 3 Arouca - União de Lamas Sanguedo - Paços de Brandão Cucujães 9 8 1 0 46 - 10 25 Milheiroense - Lusitânia de Lourosa Salesianos - AD Sanjoanense AradaPróxima Jornada 9 6 2- 261 de33Abril - 11 20 Oliveirense - Ovarense CRC Vale Canedo 9 4 - Fermedo 2 3 26 - 35 14 TRAQUINAS B - 2.ª Fase - Série A Fiães - União de Lamas Resultados - 4.ª Jornada Fiães Milheiroense 8 3 - 2Sanguedo 3 22 - 14 11 Valecambrense Salesianos 2 8 Lusit. Lourosa Rio Meão 8 2- Vilamaiorense 1 5 17 - 19 7 BENJAMINS B - Série Gold C Anta 4 2 Paços Brandão Arouca -9 São Argoncilhe 2 João 0 7de27Ver- 47 6

Correio da Feira 14.ABR.2014

29

praestrud modoluptat lum velit praesed dit utat

RESULTADOS CAMADAS JOVENS

Lourosa 8 0 2 6 11 - 46 2 Próxima Jornada - 26 de Abril Fiães - Cucujães Argoncilhe - Lusitânia de Lourosa Rio Meão - Arada Folga CRC Vale

BENJAMINS A - Série Gold E

Resultados - 10.ª Jornada Tarei 6 0 Válega Carregosense 4 0 Fajões Avanca 2 2 Oliveirense Macieira Cambra 8 2 Unidos de Rossas Classificação J V E D F - C P Oliveirense 10 8 1 1 64 - 18 25 Avanca 10 7 1 2 79 - 14 22 Mac. Cambra 10 7 1 2 70 - 23 22 Carregosense 10 6 0 4 31 - 25 18 Tarei 10 5 1 4 47 - 20 16 Unidos Rossas 10 3 2 5 24 - 27 11 Fajões 10 1 0 9 4 - 108 3 Válega 10 0 0 10 12 - 96 0 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Oliveirense - Tarei Válega - Carregosense Unidos de Rossas - Fajões Macieira Cambra - Avanca - 27/04

BENJAMINS B - Série Premium

Resultados - 10.ª Jornada Anta 2 4 Anadia Ribeira Azenha 3 1 Furadouro Vilamaiorense 3 1 Arrifanense Estarreja 0 4 Gafanha AD Sanjoanense 8 1 Beira-Mar Classificação J V E D F - C Anadia 10 8 0 2 42 - 23 Gafanha 10 7 2 1 32 - 12 Sanjoanense 10 7 1 2 42 - 13 Anta 10 4 3 3 24 - 15 Ribeira Azenha10 4 3 3 24 - 22 Vilamaioren. 10 3 4 3 27 - 31 Beira-Mar 10 4 0 6 20 - 22 Arrifanense 10 3 3 4 27 - 35 Estarreja 10 1 0 9 16 - 37 Furadouro 10 1 0 9 9 - 53 Próxima Jornada - 26 de Abril Furadouro - Anta Anadia - AD Sanjoanense Arrifanense - Ribeira da Azenha Gafanha - Vilamaiorense Beira-Mar - Estarreja

BENJAMINS B - Série Gold A

P 24 23 22 15 15 13 12 12 3 3

Resultados - 10.ª Jornada Caldas S. Jorge 0 3 São João de Ver Sp. Espinho 1 1 Milheiroense Feirense 8 1 Cucujães Folgou Lusitânia de Lourosa Classificação J V E D F - C P Feirense 9 6 2 1 39 - 15 20 Sp. Espinho 8 4 2 2 25 - 20 14 Lourosa 8 3 3 2 18 - 17 12 S. J. de Ver 9 3 3 3 18 - 20 12 C. S. Jorge 9 3 2 4 19 - 22 11 Milheiroense 9 3 2 4 21 - 27 11 Cucujães 8 1 0 7 12 - 31 3 Próxima Jornada - 26 de Abril Cucujães - Caldas de São Jorge São João de Ver - Sp. Espinho Lusitânia de Lourosa - Feirense Folga Milheiroense

Resultados - 10.ª Jornada Anta 7 3 Cortegaça Esmoriz 9 2 Fiães Cesarense 2 1 Vilamaiorense Folgou CRC Vale Classificação J V E D F - C P Anta 9 7 1 1 41 - 12 22 Esmoriz 8 5 2 1 33 - 14 17 Vilamaioren. 8 5 1 2 18 - 12 16 Cesarense 9 3 2 4 20 - 19 11 Fiães 9 2 3 4 19 - 28 9 Cortegaça 9 3 0 614 - 41 9 CRC Vale 8 0 1 7 10 - 29 1 Próxima Jornada - 26 de Abril Vilamaiorense - Anta Cortegaça - Esmoriz CRC Vale - Cesarense Folga Fiães

TRAQUINAS TRAQUINAS A - Série Premium

Resultados - 10.ª Jornada Anta 6 2 Oliveira do Bairro Anadia 6 2 Mealhada Estarreja 6 3 Cesarense Sp. Espinho 0 3 Cucujães AD Sanjoanense 6 3 Feirense Classificação J V E D F - C P Anta 10 10 0 0 44 - 12 30 Anadia 10 8 0 2 42 - 21 24 Oliv. Bairro 10 6 1 3 40 - 22 19 Sanjoanense 10 5 0 5 29 - 24 15 Cucujães 10 5 0 5 20 - 23 15 Estarreja 10 5 0 5 31 - 41 15 Cesarense 10 4 0 6 25 - 32 12 Mealhada 10 3 1 6 19 - 32 10 Feirense 10 2 0 8 18 - 39 6 Sp. Espinho 10 1 0 9 11 - 33 3 Próxima Jornada - 26 de Abril Mealhada - Anta Oliveira do Bairro - AD Sanjoanense Cesarense - Anadia Cucujães - Estarreja Feirense - Sp. Espinho

TRAQUINAS A - Série Gold A

Resultados - 10.ª Jornada Anta 0 4 São João de Ver Oliveirense 2 2 Fiães Paços Brandão 1 0 Lusit. Lourosa Ovarense 2 3 Vilamaiorense Classificação J V E D F - C P S. J. de Ver 10 9 0 1 44 - 16 27 Vilamaioren. 10 7 1 2 41 - 23 22 Oliveirense 10 6 1 3 43 - 24 19 Lourosa 10 4 2 4 27 - 22 14 Ovarense 10 3 2 5 26 - 50 11 Fiães 10 3 1 6 18 - 22 10 P. Brandão 10 3 1 6 21 - 27 10 Anta 10 0 2 8 7 - 43 2 Próxima Jornada - 26 de Abril Lusitânia de Lourosa - Anta São João de Ver - Oliveirense Vilamaiorense - Fiães Ovarense - Paços de Brandão

TRAQUINAS A - Série Gold B

Resultados - 10.ª Jornada Cucujães 0 2 Arrifanense Arada 3 4 Loureiro Fermedo 2 2 Canedo Esmoriz 2 2 Cortegaça Classificação J V E D F - C Arrifanense 10 9 1 0 32 - 9 Cortegaça 10 6 3 1 41 - 19 Loureiro 10 5 1 4 36 - 25 Esmoriz 10 4 2 4 41 - 23 Fermedo 10 4 1 5 22 - 31 Canedo 10 3 2 5 19 - 28 Cucujães 10 2 1 7 14 - 46 Arada 9 1 1 7 21 - 45 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Canedo - Cucujães Arrifanense - Arada Cortegaça - Loureiro Esmoriz - Fermedo- 27/04

P 28 21 16 14 13 11 7 4

Fiães 2 2 Feirense Classificação J V E D F - C P. Brandão 4 3 0 1 17 - 6 Anta 4 2 1 1 15 - 8 Feirense 4 2 1 1 9 - 7 Lourosa 4 2 0 2 11 - 8 Fiães 4 1 2 1 10 - 6 Salesianos 4 0 0 4 4 - 31 Próxima Jornada - 26 de Abril Feirense - Salesianos Lusitânia de Lourosa - Anta Paços de Brandão - Fiães

P 9 7 7 6 5 0

TRAQUINAS B - 2.ª Fase - Série B

Resultados - 6.ª Jornada Milheiroense 1 11 Arrifanense Vilamaiorense 5 3 Sp. Espinho Sanguedo 1 12 Anta Folgou São João de Ver Classificação J V E D F - C Anta 5 5 0 0 30 - 8 S. J. de Ver 5 4 0 1 25 - 5 Sp. Espinho 5 3 0 2 30 - 10 Vilamaioren. 5 3 0 2 33 - 19 Arrifanense 5 2 0 3 19 - 7 Milheiroense 6 1 0 5 15 - 56 Sanguedo 5 0 0 5 2 - 49 Próxima Jornada - 26 de Abril Arrifanense - Vilamaiorense Sp. Espinho -Sanguedo Anta - São João de Ver Folga Milheiroense

P 15 12 9 9 6 3 0

FEMININO CAMPEONATO DE PROMOÇÃO DE FUTEBOL FEMININO - Série B

Resultados - 18.ª e Última Jornada Fiães 1 4 Vila FC Canelas 2010 3 1 Esmoriz Viseu 2001 7 0 Pasteleira UD Sousense 0 1 S. M. Murtoense Folgou Mocidade Eirolense Classificação J V E D F - C P Viseu 2001 16 16 0 0 120 - 4 48 Moc. Eirolense 16 11 2 3 47 - 28 35 S. M. Murtoense16 9 2 5 41 - 26 29 Pasteleira 16 8 2 6 53 - 27 26 Vila FC 16 7 4 5 34 - 23 25 UD Sousense 16 6 2 8 26 - 36 20 Fiães 16 4 1 11 19 - 94 13 Canelas 2010 16 1 3 12 11 - 49 6 Esmoriz 16 1 2 13 13 - 73 5 O Viseu 2001 venceu a Série B

CAMPEONATO DISTRITAL FEMININO - FUT /7 - SUB/18

Resultados - 17.ª Jornada Clube Albergaria 6 1 Vaguense Mocid. Eirolense 7 0 Esmoriz S. M. Murtoense 5 1 Ovarense Fiães 2 5 Cesarense Cucujães 5 0 Sanguedo Folga Argoncilhe Classificação J V E D F - C C. Albergaria 15 14 1 0 85 - 12 Moc. Eirolense 15 13 0 2 74 - 13 S. M. Murtoense 16 11 1 4 56 - 17 Cesarense 15 10 0 5 41 - 32 Cucujães 16 8 4 4 32 - 21 Ovarense 15 8 2 5 33 - 34 Fiães 16 4 3 9 35 - 44 Argoncilhe 15 3 2 10 10 - 46 Sanguedo 15 3 2 10 30 - 76 Vaguense 16 1 2 13 19 - 63 Esmoriz 16 1 1 14 18 - 75 Próxima Jornada - 26 de Abril Vaguense - Argoncilhe Esmoriz - Clube Albergaria Ovarense - Mocidade Eirolense Cesarense - São Marítimo Murtoense Sanguedo - Fiães Folgou Cucujães

P 43 39 34 30 28 26 15 11 11 5 4

INICIADOS FUTSAL Taça Distrital - Série A

FUTSAL JUNIORES FEMININO FUTSAL Taça Inter-Distrital

Resultados - 5.ª Jornada Ossela 6 0 Lusitânia Lourosa Leões Tardariz 3 3 Novasemente PARC 0 4 Restaur.Avintenses Escola Gondomar 2 4 Barranha Ases de Leça 0 5 SC Canidelo Classificação J V E D F - C P Barranha 5 5 0 0 21 - 5 15 Ossela 5 4 0 1 32 - 4 12 Rest. Avintenses 5 4 0 1 32 - 6 12 SC Canidelo 5 4 0 1 17 - 5 12 Novasemente 5 2 2 1 14 - 11 8 Leões Tardariz 5 2 1 2 11 - 13 7 Esc. Gondomar 5 1 0 4 12 - 14 3 PARC 5 0 2 3 4 - 23 2 Lusit. Lourosa 5 0 1 4 7 - 19 1 Ases de Leça 5 0 0 5 2 - 52 0 Próxima Jornada - 26 e 27 de Abril Lusitânia de Lourosa - Escola Gondomar, Novasemente - Ossela - 27/04 Restauradores Avintenses - Leões Tardariz PARC - Ases de Leça Barranha - SC Canidelo

JUNIORES FUTSAL Taça Distrital - Série A

Resultados - 3.ª Jornada GD Gafanha 8 11 Lamas Futsal ARCA 6 8 CRECUS Folgou AJ Angeja Classificação J V E D F - C CRECUS 2 2 0 0 15 - 6 ARCA 3 2 0 1 18 - 12 AJ Angeja 2 1 0 1 9 - 10 Lamas Futsal 3 1 0 2 13 - 23 GD Gafanha 2 0 0 2 14 - 18 Próxima Jornada - 19 de Abril Lamas Futsal - AJ Angeja , 21h CRECUS - GD Gafanha Folga ARCA

P 6 6 3 3 0

JUNIORES FUTSAL Taça Distrital - Série B

Resultados - 3.ª Jornada D. Sanjoanense 16-Abr Juventude Fiães FC Barcouço 0 15 Saavedra Guedes Folgou ACR Vale de Cambra Classificação J V E D F - C P Saavedra Gued. 2 2 0 0 21 - 5 6 Juvent. Fiães 2 1 0 1 44 - 7 3 ACR V. Cambra 2 1 0 1 13 - 4 3 D. Sanjoanense 1 1 0 0 3 - 2 3 FC Barcouço 3 0 0 3 2 - 65 0 Próxima Jornada - 19 de Abril Juventude Fiães - ACR Vale Cambra, 18h Saavedra Guedes - Dinamo Sanjoanense Folga FC Barcouço

JUNIORES FUTSAL Taça Distrital - Série C

Resultados - 3.ª Jornada Futsal Azeméis 5 3 Lusitânia Lourosa Atómicos 3 6 Beira-Mar Folgou CRECOR Classificação J V E D F - C P CRECOR 2 2 0 0 14 - 2 6 Beira-Mar 2 2 0 0 13 - 6 6 Futsal Azeméis 2 1 0 1 6 - 9 3 Atómicos 3 1 0 2 13 - 18 3 Lusit. Lourosa 3 0 0 3 10 - 21 0 Próxima Jornada - 19 de Abril Lusitânia de Lourosa - CRECOR, 17h Beira-Mar - Futsal Azeméis Folga Atómicos

JUVENIS FUTSAL Taça Distrital - Série A

Resultados - 2.ª Jornada GRC Telhadela 5 4 CP Esgueira ACR Vale Cambra 3 3 Saavedra Guedes Folgou CD Escapães Classificação J V E D F - C P ACR V. Cambra 2 1 1 0 8 - 6 4 CD Escapães 1 1 0 0 6 - 3 3 GRC Telhadela 2 1 0 1 8 - 10 3 Saavedra Gued. 1 0 1 0 3 - 3 1 CP Esgueira 2 0 0 2 7 - 10 0 Próxima Jornada - 19 de Abril Saavedra Guedes - GRC Telhadela CP Esgueira -CD Escapães, 17h Folga ACR Vale de Cambra

JUVENIS FUTSAL Taça Distrital - Série B

Resultados - 2.ª Jornada Beira-Mar 3 9 Atómicos CD Feirense 1 10 CRECUS Veiros 3 1 Juventude Fiães Classificação J V E D F - C P CRECUS 2 2 0 0 14 - 2 6 Atómicos 2 2 0 0 14 - 5 6 Juvent. Fiães 2 1 0 1 9 - 5 3 Veiros 2 1 0 1 5 - 6 3 Beira-Mar 2 0 0 2 4 - 13 0 CD Feirense 2 0 0 2 3 - 18 0 Próxima Jornada - 19 de Abril Juventude de Fiães - Beira-Mar, 15h Atómicos - CRECUS CD Feirense - Veiros, 16h

Resultados - 1.ª Jornada D. Sanjoanense 14 0 Lusit. Lourosa Saavedra Guedes 1 6 Clube Albergaria CRECUS 4 3 Juventude Fiães Classificação J V E D F - C P D. Sanjoanense 1 1 0 0 14 - 0 3 C. Albergaria 1 1 0 0 6 - 1 3 CRECUS 1 1 0 0 4 - 3 3 Juvent. Fiães 1 0 0 1 3 - 4 0 Saavedra Gued. 1 0 0 1 1 - 6 0 Lusit. Lourosa 1 0 0 1 0 - 14 0 Próxima Jornada - 18 de Abril Lusitânia de Lourosa - Saaverda Guedes, Juventude Fiães - Dinamo Sanjoanense,15h Clube Albergaria - CRECUS

INICIADOS FUTSAL Taça Distrital - Série B

Resultados - 1.ª Jornada Belazaima 7 4 PARC CAP Alquerubim 3 4 GCD Sanfins ADREP 0 7 GRC Telhadela Classificação J V E D F - C GRC Telhadela 1 1 0 0 7 - 0 Belazaima 1 1 0 0 7 - 4 GCD Sanfins 1 1 0 0 4 - 3 CAP Alquerubim 1 0 0 1 3 - 4 PARC 1 0 0 1 4 - 7 ADREP 1 0 0 1 0 - 7 Próxima Jornada - 18 de Abril PARC - CAP Alquerubim GRC Telhadela - Belazaima GCD Sanfins - ADREP, 10,30h

P 3 3 3 0 0 0

INICIADOS FUTSAL Taça Distrital - Série C

Resultados - 1.ª Jornada CD Escapães 13 0 AJ Angeja AD Travassô 2 5 CRECOR Ossela 7 2 ARCA Classificação J V E D F CD Escapães 1 1 0 0 13 Ossela 1 1 0 0 7 CRECOR 1 1 0 0 5 AD Travassô 1 0 0 1 2 ARCA 1 0 0 1 2 AJ Angeja 1 0 0 1 0 Próxima Jornada - 18 de Abril AJ Angeja - AD Travassô ARCA - CD Escapães, 15h CRECOR - Ossela

C 0 2 2 5 7 13

P 3 3 3 0 0 0

Resultados - 1.ª Jornada ACR Vale Cambra 0 5 GDC Lordelo Fundo de Vila 10 0 GD Gafanha CC Barrô 4 2 Beira-Mar Classificação J V E D F - C Fundo de Vila 1 1 0 0 10 - 0 GDC Lordelo 1 1 0 0 5 - 0 CC Barrô 1 1 0 0 4 - 2 Beira-Mar 1 0 0 1 2 - 4 ACR V. Cambra 1 0 0 1 0 - 5 GD Gafanha 1 0 0 1 0 - 10 Próxima Jornada - 18 de Abril GDC Lordelo - Fundo de Vila Beira-Mar - ACR Vale de Cambra GD Gafanha - CC Barrô

P 3 3 3 0 0 0

INICIADOS FUTSAL Taça Distrital - Série D

INFANTIS FUTSAL

Resultados - 29.ª e Penúltima Jornada Novasemente 3 10 Din. Sanjoanense CP Esgueira 1 7 GRC Telhadela PARC 3 2 CD Escapães ACR Vale Cambra 3 2 ADREP Fundo de Vila 2 7 CAP Alquerubim CCR Maceda 1 5 CRECUS CC Barrô 1 3 Ossela Folgou AD Travassô Classificação J V E D F - C P Ossela 27 23 4 0 179 - 61 73 CAP Alquerub. 27 21 2 4 165 - 81 65 PARC 27 18 4 5 132 - 79 58 CC Barrô 27 17 4 6 126 - 63 55 Fundo de Vila 27 14 4 9 108 - 87 46 CRECUS 27 13 3 11 98 - 83 42 ADREP 27 12 5 10 115 - 73 41 D. Sanjoanen. 27 13 2 12 125 - 115 41 Telhadela 27 12 4 11 119 - 104 40 CD Escapães 27 12 3 12 101 - 91 39 Novasemente 28 10 4 14 91 - 100 34 ACR V. Cambra 27 8 3 16 71 - 111 27 AD Travassô 27 5 1 21 87 - 178 16 CCR Maceda 27 3 1 23 58 - 184 10 CP Esgueira 27 0 0 27 38 - 203 0 Última Jornada - 19 de Abril GRC Telhadela - AD Travassô CD Escapães - CP Esgueira,15h ADREP - PARC CAP Alquerubim - ACR Vale de Cambra CRECUS - Fundo de Vila Ossela - CCR Maceda Dinamo Sanjoanense - CC Barrô Folga Novasemente

BENJAMINS FUTSAL

Resultados - 29.ª e Penúltima Jornada GDC Lordelo 8 1 PARC CRECUS 0 7 CD Feirense ADREP 1 5 CCR Maceda Saavedra Guedes 3 6 Din. Sanjoanense Belazaima 12 1 ACR Vale Cambra GCD Sanfins 0 4 Novasemente CC Barrô 4 2 GRC Telhadela Folgou CAP Alquerubim Classificação J V E D F - C P GDC Lordelo 27 24 2 1 279 - 31 74 CC Barrô 28 21 3 4 223 - 69 66 ADREP 26 20 3 3 207 - 50 63 CCR Maceda 27 20 1 6 185 - 75 61 D. Sanjoanen. 27 19 3 5 196 - 89 60 Telhadela 27 17 2 8 152 - 87 53 Belazaima 27 14 6 7 162 - 77 48 PARC 27 12 3 12 132 - 154 39 Novasemente 27 10 2 15 98 - 153 32 GCD Sanfins 27 9 1 17 121 - 163 28 ACR V. Cambra 27 8 1 18 121 - 146 25 CD Feirense 27 8 1 18 67 - 118 25 Saavedra Gued.26 2 1 23 55 - 235 7 CAP Alquerub. 27 2 0 25 30 - 318 6 CRECUS 27 1 1 25 32 - 295 4 Última Jornada - 19 de Abril PARC - CAP Alquerubim CD Feirense - GDC Lordelo,17h CCR Maceda - CRECUS Dinamo Sanjoanense - ADREP ACR Vale de Cambra - Saavedra Guedes Novasemente - Belazaima GRC Telhadela -GCD Sanfins, 17h Folga CC Barrô


30

Correio da Feira 14.ABR.2014

Voleibol // Enis alit nulla aci et lamcommy nulla corem ipit, si.Metue modolor sumsan ercilit eu feui blaor at praestrud modoluptat lum velit praesed dit utat

RESULTADOS COLUMBÓFILIA ASSOCIAÇÃO REC. COLUMBÓFILA DE SÃO JOÃO DE VER

ZONA NORTE UNIÃO COLUMBÓFILA SANTA MARIA DE LAMAS

DE

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Euclides Leite - 1.439.4952 (Média) 2.º Euclides Leite - 1.429.8534 3.º Arlindo Martins - 1.420.1653 4.º Joaquim Costa - 1.419.0564 5.º Euclides Leite - 1.416.0908 6.º António Coelho - 1.414.2317 7.º David Dalinho - 1.412.3950 8.º Manuel Rocha - 1.411.2655 9.º José Melo - 1.411.1737 10.º Manuel Rocha - 1.410.0751 Classificação Geral 1.º Manuel Pinto Coelho Rocha - 1678 Pontos 2.º Euclides Vieira Leite - 1668 Pontos 3.º Arlindo Alves Martins - 1643 Pontos

GRUPO COLUMBÓFILO "OS VILAVERDENSES"

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º José Rodrigues SAD - 1.444.9265 (Média) 2.º José Oliveria - 1.442.0389 3.º Fernando Jesus - 1.421.3632 4.º Miguel Arouca - 1.417.1902 5.º José Jesus - 1.416.6020 6.º José Jesus - 1.415.2198 7.º Ana Rita - 1.413,1791 8.º Fernando Jesus - 1.411.9529 9.º Luis Machado - 1.411.5728 10.º Mario Conceição - 1.411.0566 Classificação Geral 1.º Fernando Jesus - 1311 Pontos 2.º José Jesus - 1279 Pontos 3.º Marques & Correia SAD - 1242 Pontos

GRUPO COLUMBÓFILO DE NOGUEIRA DA REGEDOURA

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Rosa Palmira Sousa Couto - 1.600.3584 (Média) 2.º Américo Jesus Espírito Santo - 1.430.9954 3.º Ferreira & Sá - 1.413.8073 4.º Carlos Paulo Oliveira Tavares - 1.409.5520 5.º Paulo Joaquim Gomes Fernandes - 1.408.3560 6.º F. R. P. Xico Moreira - 1.405.6460 7.º Paulo Joaquim Gomes Fernandes - 1.402.9282 8.º Carlos Paulo Oliveira Tavares - 1.402.9060 9.º Carlos Valdemar F Carneiro - 1.402.0313 10.º Américo Jesus Espírito Santo - 1.401.4718 Classificação Geral 1.º Carlos Paulo Oliveira Tavares - 1270 Pontos 2.º Ferreira & Sá - 1190 Pontos 3.º Américo Jesus Espírito Santo - 1170 Pontos

GRUPO COLUMBÓFILO DE MOZELOS

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Paulo Jorge Silva Sousa - 1.406.7359 (Média) 2.º Paulo Jorge Silva Sousa - 1.406.5568 3.º Domingos José Silva Pereira - 1.406.2554 4.º Joaquim Henrique L Oliveira - 1.403.3647 5.º Márcia Andreia Oliveira Vaz - 1.401.9231 6.º Paulo Jorge Silva Sousa - 1.399.0765 7.º Américo Gomes Oliveira - 1.398.9918 8.º Paulo Jorge Silva Sousa - 1.398.6338 9.º Américo Gomes Oliveira - 1.397.1272 10.º Henrique Silva Sousa - 1.396.6113 Classificação Geral 1.º Paulo Jorge Silva Sousa - 1228 Pontos 2.º Domingos José Silva Pereira - 1125 Pontos 3.º Márcia Andreia Oliveira Vaz - 1092 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA DE ROMARIZ

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Antero Jesus Rocha - 1.427.1692 (Média) 2.º Antero Jesus Rocha - 1.424.6328 3.º Antero Jesus Rocha - 1.421.8252 4.º Delfim Santos - 1.414.7418 5.º Joel Correia Almeida - 1.414.3916 6.º Bruno Filipe Oliveira Costa - 1.414.3709 7.º Bruno Filipe Oliveira Costa - 1.414.0956 8.º Alberto Gonçalves Almeida - 1.414.0406 9.º David António Moreira Pinho - 1.410.8639 10.º David António Moreira Pinho - 1.410.2237 Classificação Geral 1.º Bruno Filipe Oliveira Costa - 952 Pontos 2.º Serafim Dias Castro - 936 Pontos 3.º Antero Jesus Rocha - 930 Pontos

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Manuel Almeida Soares - 1.418.7612 (Média) 2.º António & Roberto - 1.417.8662 3.º António & Roberto - 1.417.7738 4.º António & Roberto - 1.417.2196 5.º Fernando Ferreira Fonseca - 1.415.5017 6.º Américo Ribeiro Lopes - 1.413.7374 7.º Flávio Reis Henriques - 1.413.6911 8.º Américo Ribeiro Lopes - 1.413.6453 9.º Jorge Manuel Oliveira Gomes - 1.411.5552 10.º José Jesus - 1.408.3780 Classificação Geral 1.º António & Roberto - 1210 Pontos 2.º Jorge Manuel Oliveira Gomes - 1150 Pontos 3.º Vitor Manuel Rocha Coelho - 1148 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA DE SANTA MARIA DO VALE

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Fernando Paulo - 1.403.0642 (Média) 2.º Antero Oliveira - 1.399.7596 3.º Fernando Paulo - 1.397.8513 4.º Antero Oliveira - 1.395.8217 5.º Fernando Paulo - 1.393.0325 6.º Fernando Pinho - 1.390.2878 7.º André Pereira - 1.387.9926 8.º Fernando Paulo - 1.386.2185 9.º Hermenegildo Santos - 1.382.3613 10.º Fernando Pinho - 1.381.8735 Classificação Geral 1.º Fernando Paulo - 652 Pontos 2.º Fernando Pinho - 588 Pontos 3.º Antero Oliveirao - 575 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA SANTIAGO DE LOBÃO

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Elísio Manuel Ribeiro Silva - 1.467.8818 (Média) 2.º Valente F Mota & Valdemar - 1.436.8223 3.º Pinho & Paulo SAD - 1.436.5227 4.º Vitor Fernando Almeida - 1.428.7127 5.º Pedro Freitas & Cesario Pais - 1.428.5767 6.º M G SAD - 1.426.5388 7.º Elísio Manuel Ribeiro Silva - 1.426.0414 8.º Vitor Fernando Almeida - 1.424.6195 9.º M G SAD - 1.424.1288 10.º Vitor Fernando Almeida - 1.423.7851 Classificação Geral 1.º Elísio Manuel Ribeiro Silva - 2908 Pontos 2.º MG SAD - 2895 Pontos 3.º Paulo Batista & Leonel Santos - 2823 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA PÁTRIA

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Manuel Sousa - 1445.6058 (Média) 2.º Fernando Lima - 1.425.8802 3.º Maximino Lima Gomes Silva - 1.425.1895 4.º Domingos Campos - 1.424.1647 5.º Manuel Campos - 1.423.1626 6.º Rufino Neto & Joel - 1.422.3625 7.º Manuel Campos - 1.422.1312 8.ºVitor Teixeira - 1.420,5628 9.º Abilio Almeida - 1.419,7529 10.º Maximino Lima Gomes Silva - 1.417.9588 Classificação Geral 1.º Manuel Campos - 1810 Pontos 2.º Rufino Neto & Joel - 1800 Pontos 3.ºDomingos Campos - 1680 Pontos

CLUBE COLUMBÓFILO MILHEIRÓS DE POIARES

DE

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º David Costa - 1.408.431 (Média) 2.º David Costa - 1.396.715 3.º Leonel Tavares - 1.390.043 4.º Joaquim Domingos - 1.388.752 5.º José Pereira - 1.388.007 6.º David Costa - 1.382.430 7.º José Pereira - 1.382.354 8.º David Costa - 1.381.807 9.º Fernando Rodrigues - 1.376.026 10.º David Costa - 1.373.155 Classificação Geral 1.º David Costa - 404 Pontos 2.º José Pereira- 338 Pontos 3.º Joaquim Domingos - 333 Pontos

UNIÃO COLUMBÓFILA DAS QUINTÃS

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Joaquim Martins Silva - 1.416.8129 (Média) 2.º Fernando Oliveira M Principe - 1.414.9397 3.º Elisio Alexandre O Amorim - 1.414.3507 4.º António Silva & Jaime Silva - 1.407.9698 5.º José Ferreira Lopes - 1.407.7357 6.º José Ferreira Lopes - 1.407.5581 7.º Joaquim Ramiro Silva Barraca - 1.406.1852 8.º Arlindo Silva Lopes - 1.405.3879 9.º Joaquim Ramiro Silva Barraca - 1.403.0987 10.º António Alves Oliveira - 1.401.4026 Classificação Geral 1.º Irmãos Guedes - 1334 Pontos 2.º António Silva & Jaime Silva - 1329 Pontos 3.º Elísio Alexandre O Amorim - 1324 Pontos

GRUPO COLUMBÓFILO DE FIÃES

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Jorge Manuel Jesus Pereira - 1.437.6757 2.º Telmo Pereira - 1.422.7529 3.º Jorge Manuel Jesus Pereira - 1.416.9137 4.º Jorge Manuel Jesus Pereira - 1.416.9137 5.º Jorge Manuel Jesus Pereira - 1.413.3125 6.ºTelmo Pereira - 1.415.2271 7.º Rufino Silva - 1.414.7049 8.º JMR SAD - 1.414.6670 9.º Manuel Oliveira - 1.414.0317 10.º Telmo Pereira - 1.1413.3125 Classificação Geral 1.º Jorge Manuel Jesus Pereira - 1395 Pontos 2.º António Gomes Ribeiro - 1334 Pontos 3.º Telmo Eduardo Amorim Pereira- 1320 Pontos

GRUPO COLUMBÓFILO DE PAÇOS DE BRANDÃO

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Castro Verde) 1.º Euclides Vieira Leite - 1.412.9668 (Média) 2.º Joaquim Fernando O Belinha - 1.409.8736 3.º Vitor Fernando O Monteiro - 1.408.4163 4.º Vitor Fernando O Monteiro - 1.401.7563 5.º Joaquim Fernando O Belinha - 1.400.8692 6.º Lourenço Joaquim B Ricardo - 1.397.1510 7.º Oscar Pereira Ferreira Pacheco - 1.396.8028 8.º Lourenço Joaquim B Ricardo - 1.396.3506 9.º António Reis Ferreira Pais- 1.395.4601 10.º Vitor Fernando O Monteiro - 1.394.1836 Classificação Geral 1.º Vitor Fernando O Monteiro - 935 Pontos 2.º Joaquim Fernando O Belinha - 923 Pontos 3.º Lourenço Joaquim B Ricardo - 914 Pontos

ZONA CENTRO SOCIEDADE COLUMBÓFILA DE SANTA MARIA DA FEIRA

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Beja) 1.º Manuel Coelho O. Barbosa - 1.424.9567 (Média) 2.º Manuel Coelho Oliveira Barbosa - 1.417.1273 3.º José António Martins Santos - 1.416.7082 4.º José António Martins Santos - 1.416.6065 5.º Adelino Moreira Silva - 1.415.5616 6.º Rogério Santos - 1.414.8047 7.º António Marques Santos Cavaco - 1.414.7785 8.º António Marques Santos Cavaco - 1.414.6779 9.º José António Martins Santos - 1.414.3726 10.º Rogério Santos - 1.414.1052 Classificação Geral 1.º Os Pereiras - 1331 Pontos 2.º Rogério Santos - 1326 Pontos 3.º António Marques Santos Cavaco - 1324 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA REC. CULTURAL DE TRAVANCA

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Beja) 1.º Miranda & Pedro - 1.418.5985 (Média) 2.º Manuel António Pinto Silva - 1.416.3205 3.º Joaquim Silva Santos - 1.415.5150 4.º Serralharia Oliveira & Xico - 1.410.0114 5.º Serralharia Oliveira & Xico - 1.408.2199 6.º Manuel António Pinto Silva - 1.408.1280 7.º José Luis Gonçalves Silva - 1.406.8055 8.º Domingos Dias Castro - 1.406.6300 9.º Domingos Dias Castro - 1.406.6300 10.º Manuel Silva Santos - 1.406.2929 Classificação Geral 1.º Luis Eduardo Dias Resende - 1471 Pontos 2.º José Luis Gonçalves Silva - 1428 Pontos 3.º Armando Santos & Gaspar Santos - 1398

CENTRO COLUMBÓFILO DE SÃO JOÃO DA MADEIRA

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Beja) 1.º Paulo Sérgio L. Ferreira - 1.434.0297 (Média) 2.º Os Silvas - 1.433.9141 3.º Rufino Neto & Joel - 1.432.9180 4.º Pinheiro & Mourinho - 1.432.4668 5.º José Miguel Correia Silva - 1.430.7539 6.º Rufino Neto & Joel - 1.424.7922 7.º Rufino Neto & Joel - 1.424.4816 8.º Rufino Neto & Joel - 1.423.9640 9.º Paulo Sérgio Loureiro Ferreira - 1.422.6530 10.º Os Silvas - 1.420.6025 Classificação Geral 1.º Rufino Neto & Joel - 1983 Pontos 2.º Os Silvas - 1833 Pontos 3.º Pinheiro & Mourinho - 1764 Pontos

SOCIEDADE COLUMBÓFILA DE SANFINS

Resultados - 6.ª Prova M/Fundo (Beja) 1.º Adelino Moreira Silva - 1.412.4418 (Média) 2.º Ramiro Valente & Carlos Santos - 1.408.3130 3.º Adelino Moreira Silva - 1.408.2368 4.º Os Pereiras - 1.404.2823 5.º Joaquim Amorim Silva Petiz - 1.402.9722 6.º Adelino Moreira Silva - 1.398.9158 7.º Os Pereiras - 1.393.0167 8.º Adelino Moreira Silva - 1.392.7375 9.º António Gomes Costa - 1.391.7313 10.º Os Pereiras - 1.388.8506 Classificação Geral 1.º Ramiro Valente & Carlos Santos - 600 Pontos 2º António Gomes Costa - 599 Pontos 3.º Os Pereiras - 590 Pontos

Próxima prova 19 de Abril (Sábado) Meio Fundo Zona Norte Castro Verde

Zona Centro Beja


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Postos de Venda Espinho Papelaria Atl‰ ntico Norte (Av. 24) Papelaria Atl‰ ntico Norte (Rua 19) Esmoriz Bombas Freitas Transportes S‹ o Paio de Oleiros Confeitaria da Quebrada Papelaria PAPELî PIA Pa• os de Brand‹ o Papelaria Tulipa Papelaria Menezes Papelaria Monteiro Papelaria A. Santos Rio Me‹ o CafŽ ZŽ da Micas Quiosque Santo Ant— nio CafŽ Ponto de Encontro S‹ o Jo‹ o de Ver Bombas REPSOL Quiosque Suil Park Quiosque S‹ o Bento Casa Silva Tabacaria dos 17 Caldas de S‹ o Jorge CafŽ S‹ o Jorge Fi‹ es CafŽ Avenida Bombas GALP Casa Gama 2 Papelaria Coelho Lourosa Quiosque Pimok Quiosque da Igreja Papelaria Europa Tabacaria Piscinas de Lourosa Quiosque C+S Quiosque da Feira dos Dez Bombas CEPSA Padaria/Pastelaria Caracas II Santa Maria de Lamas CafŽ do Zinho Cork e Manias (INTERMARCHƒ ) CafŽ Ð Restaurante Parque Carmic— pias Papelaria Silva Bombas REPSOL Mozelos CafŽ do Murado Quiosque Santa Luzia Casa DANIBRUNO

Argoncilhe Papelaria GIFT Pereira & Avelar Restaurante Mena CafŽ Vergada Sanguedo CafŽ Melo CafŽ Danœ bio Lob‹ o Padaria Jardim II Papelaria Liperl‡ s Casa Gama CafŽ Grilo Guisande Bombas Cruz de Ferro Gi‹ o Bombas BP Fiaverde Canedo Kioske INTERMARCHƒ Papelaria GIFT M. J. CafŽ Papelaria Heleoan CafŽ Suldouro Louredo Bombas REPSOL Romariz Quiosque de Romariz Milheir— s de Poiares Papelaria Milheiroense Papelaria ABC Arrifana Kioske INTERMARCHƒ Quiosque H‡ bitos Padaria Snack Seara CafŽ Zubel Bombas BP Bombas CEPSA Sanfins CafŽ Primavera Escap‹ es Bazar Marlœ CafŽ Afri-Bar Fornos CafŽ Andrade CafŽ AngŽ lica Mosteir™ Padaria Espa• o Doce Oliveira de AzemŽ is Bombas REPSOL


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Correio da Feira 14.ABR.2014

Publireportagem // Bem no centro de Vila Maior

Tulimar congrega as flores e os arranjos com os trabalhos de artesanato Situada bem no centro de Vila Maior, a Tulimar congrega no mesmo espa• o a arte de trabalhar as flores com o artesanato. A Tulimar Ž , por isso, um lugar onde os saberes tradicionais se encontram com a jovialidade das m‹ os de quem os manuseia. A loja Ž pequena, nas ali podem encontrar-se todo o tipo de flores. O destaque vai para as tulipas que, ali‡ s, inspirou o nome do espa• o. Contudo, nenhuma flor Ž menosprezada, pelo que se fazem todo o tipo de arranjos para qualquer ocasi‹ o. Para alŽ m das flores, o espa• o oferece uma gama de pe• as feitas ˆ m‹ o. Os artigos de bebŽ s‹ o os mais privilegiados, pelo que, na Tulimar, pode encontrarse de tudo um pouco, desde vestidos, camisolas, fraldas de pano e toalhas com aplica• › es ou bordados em ponto de cruz. Os trabalhos em cer‰ mica tambŽ m est‹ o em destaque, assim como a bijuteria ou os pequenos

ter• os guardados em caixas decorativas. A introdu• ‹ o destes artigos foi uma forma de ir ao encontro das solicita• › es da popula• ‹ o

local. O espa• o est‡ aberto todos os dias da semana, excepto aos domingos ˆ tarde e segundasfeiras.

Evento da Feirauto juntou 150 amantes do XC e do Cross Country

Meia centena de Volvos percorreram Arouca Meia centena de ve’ culos Volvo XC e Cross Country e mais de 150 pessoas participaram no evento Ò Volvo XCÓ . No œ ltimo s‡ bado, o conv’ vio fez parte da bagagem e os muitos amantes dos autom— veis da Volvo deslocaram-se atŽ Arouca para apreciar as paisagens deslumbrantes e a gastronomia daquela regi‹ o. O evento, organizado pela Feirauto, cativou os participantes que, para alŽ m do conforto dos autom— veis, puderam desfrutar da natureza e dos sabores œ nicos das terras arouquezas. A caravana juntou-se em Aveiro, passou por Santa Maria da Feira e juntou cerca de 50 autom— veis Volvo e mais de 150 amantes da marca. A primeira paragem aconteceu j‡ na Serra da Freita, mais precisamente na Frecha da Mizarela. Ali, perante a magnífica catarata que serpenteia o verde da montanha, os convidados degustaram a do• aria conventual œ nica de Arouca. Os melindres, o p‹ o-de-l— , as castanhas doces e muitos outras iguarias fizeram as delícias das famílias Na Senhora da M— , a pausa fez-se para apreciar a beleza natural do monte. O almo• o decorreu na Quinta do Gamar‹ o de Baixo, j‡ depois de uma passagem breve pelo centro da vila de Arouca, onde o destaque foi a visita ao Convento. A todos os convivas foi entregue um brinde. O dia acabou com a foto de fam’ lia, proporcionada pela Volvo, com a promessa de que mais encontros do gŽ nero ser‹ o repetidos.


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