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TAXA PAGA

4520 Santa Maria da Feira

PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

Desde 11 de Abril de 1897

Mérito Municipal 1972 1997 Ano CXVI

Semanário

Direcção: Sandra Moreno

02 Dezembro 2013

Nº 5841

€0,60 (iva inc.)


TAXA PAGA

4520 Santa Maria da Feira

PUBLICAÇÕES PERIÓDICAS

Desde 11 de Abril de 1897

Mérito Municipal 1972 1997 Ano CXVI

Semanário

Direcção: Sandra Moreno

02 Dezembro 2013

Nº 5841

€0,60 (iva inc.)

Santa Maria da Feira

A magia do Natal chegou à cidade

Economia

A Terra dos Sonhos abriu ontem as portas para mais uma edição que promete encantar os visitantes. O Pai Natal desfilou pelas ruas da cidade e, até ao final do mês, estará, sorridente, na Quinta do Castelo. Ali, dezenas de personagens farão as delícias de miúdos e graúdos. Nesta edição, contamos-lhe tudo sobre a terra onde todos os sonhos habitam.

O arquitecto que fez das viagens uma profissão

P. 10 e 11

“Interessa-nos programar com qualidade” P. 04 e 05

Loja Singer tem mais de 100 anos e ainda faz consertos das famosas máquinas de costura

Feira

Américo Santos, director do Cineclube da Feira e do Festival Luso-Brasileiro

pág. 20

Jovem realizador prepara-se para “rodar” filme em França com actores feirenses (coloca ete título na peça também)

Argoncilhe

pág. 08

Paróquia de Cristo Rei da Vergada pede arranjo do telhado na comemoração dos seus 41 anos

Concelho

É um apaixonado pelo comboio, já percorreu cerca de 40 países do mundo e fez Portugal a pé. O feirense admite que andar na estrada é o seu objectivo e, pelo meio, registar as suas aventuras em livro.

pág. 12

pág. 08

Vasto programa de actividades para celebrar o dia da pessoa com deficiência


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Correio da Feira 02.DEZ.2013

A política

E mais probres e mais ricos

Com os sistemas atuais de economias, inventados pelos políticos, que sustentam as democracias modernas do ocidente, os pobres foram eliminados das sociedades … no papel. E os ricos, cada vez são mais e mais ricos. Isto, segundo as notícias recentes, dum Organismo internacional que analisa o número dos multimilionários e das suas grandes fortunas, no mundo.

E, pasme-se … no nosso Portugal, que está em crise profunda, segundo também foi noticiado, o número de familias multimilionárias é bastante substancial! Quanto aos pobres, quando convém aos políticos, politizam a pobreza como arma de ameaça contra os governos em funções. O que, não deixam de ter razão. Todos temos conhecimento, que mercê de um sem número de fatores, como sejam, o desemprego e a instabilidade política e social, nunca houve tantos pobres como agora, e muitos destes são atingidos pelos flagelos da fome e do exílio. Enquanto, há anos, se dizia que uma grande parte da humanidade, centrada em alguns países de África, da Ásia e da América Latina, vivia em pobreza extrema,

sem quaisquer espécies de rendimentos, ou, quando muito, com rendimento inferior a um euro por dia; no tempo presente, este flagelo está a atingir a Europa, e até os Estados Unidos e a Rússia. E o que é mais assustador é o facto inquietante, desta situação de pobreza extrema, que atinge cada vez mais pessoas, estar a ser encarada como … “situação normal”. Vamonos habituando a ela, e por isso, vamos ficando insensíveis e tornamonos sofredores resignados. Os cidadãos com poucos recursos, (e esses são o maior número), cada vez são mais oprimidos. Os seus poucos haveres, cada vez são mais reduzidos, tornando mais difícil a sua sobrevivência. Dois ou três euros, a mais, (ou a menos), por mês, para todas estas pessoas, que são muitos milhares

entre nós, significam muito nas suas vidas. Com as preocupações centradas nos défices, os governantes alteram as políticas de comparticipações em medicamentos e outros bens, sem terem em conta a realidade de toda esta gente pobre, o que se torna uma situação confrangedora. O desemprego é talvez a maior causa da pobreza no mundo, como já era alertado no relatório das Nações Unidas de 2005, sobre a situação social mundial. E uma grande percentagem de pobres são da classe jovem, que na maioria dos casos entra em pobreza extrema. São jovens sem futuro à vista, o que é muito grave. Sem trabalho, a maior parte dos jovens caem na pobreza, e na marginalidade, o que é a mais terrível forma de vida.

E o mesmo relatório referia, o que continua a ser uma confrangedora atualidade: - Há milhões de pessoas que trabalham e continuam a ser pobres. Pergunta-se: - Os desempregados de longa duração, sem possibilidades de novo trabalho, com 50 ou mais anos, de que vivem? – Vão pedir esmola? – Ficam sem comer à espera da reforma, quase aos 70 anos? – Ou vão roubar, para ter comer na cadeia? E, como é possível, que os governantes pintem a situação com uma imagem de melhorias, quando até os cegos vêm que cada vez se está pior? Ai! … Quem nos acode, quem nos há-de acudir! … Alberto Gilde, Santa Maria da Feira

Não baixar os braços

Centro de coordenação de transportes, fazem falta em Santa Maria da Feira

As graves dificuldades económicas que o País atravessa, obriga as pessoas a recorrerem cada vez mais à utilização de transportes públicos. Infelizmente os transportes públicos do nosso concelho reduzem-se praticamente às “carreiras rodoviárias privadas”. Os principais locais

de concentração dessas carreiras de transportes situam-se na A.V.Feirense (Lourosa) e na Cruz (S. Maria da Feira). No caso de Lourosa, o “interface” das pessoas faz-se na espera, muda, partida ou chegada de autocarros, com alguns constrangimentos. No caso da Cruz em Santa Maria da Feira a situação é inexistente, como tal inaceitável nos dias de hoje. Diariamente, são centenas de pessoas que aguardam os transportes rodoviários sem as mínimas condições de conforto e de segurança de pessoas e bens. Faltam espaços próprios para os autocarros pararem, estacionarem. Faltam

espaços exclusivos para as pessoas aguardarem pelos respetivos transportes estando resguardadas da chuva, do vento do frio e do calor. A deslocação das pessoas entre autocarros na muda, na chegada ou na partida é feita de forma arriscada onde o perigo espreita de forma permanente. O nosso concelho quer assumir a liderança regional, mas isso só se consegue com a existência de equipamentos básicos de primeira necessidade. Os Centros Coordenadores de transportes são equipamentos fundamentais na qualidade de vida das pessoas em especial as mais desfavorecidas

e todas aquelas que recorrem, e bem aos transportes públicos. Criar boas condições nos Centros Coordenadores de transportes rodoviários é dar uma boa imagem de Santa Maria da Feira e estimulando as pessoas a utilizar o transporte público. Urge alertar os responsáveis Municipais para que “redirecionem os seus projetos” para a resolução de necessidades básicas na vida das pessoas como é o caso presente. Esqueçam os “Jardins Babilónicos” os “Centros Artísticos” e resolvam coisas simples como é o caso presente de dar atenção a políticas de promoção dos transportes coletivos através

de uma boa coordenação. Assim, reformular as infraestruturas de Lourosa e construir um Centro Coordenador de raiz na Cruz, Santa Maria da Feira deve ser uma primeira prioridade na melhoria da rede de transportes rodoviários no nosso concelho. Mais uma vez, a nossa afirmação regional passa por dar ao nosso concelho uma boa imagem. Receber os nossos visitantes com a devida dignidade é um bom cartão de visitas para a ”nossa terra”……

António Cardoso, Deputado do Partido Socialista

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Directora Sandra Moreno sandra.moreno@correiodafeira.pt

Administração Jorge de Andrade administracao@correiodafeira.pt

Redacção André Costa andre.costa@correiodafeira.pt

Daniela Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

Colaboradores: Alberto Soares, Luís Higino, Roberto Carlos, Serafim Lopes Desporto: Paulo Ferreira, André Pereira, Américo Azevedo, Ângelo Resende, Ângelo Pedrosa, Preço Assinaturas: Artur Sá, Carlos Melo, Jorge Costa, Manuel Silva, Armandino Silva, José Carlos Macedo, António Santos, Bruno Godinho, Dinis Silva, Filipe Freixo, Jorge Silva, Nacional - € 25 Paulo Sérgio Guimarães, Orlando Soares, Orlando Bernadino Silva, Paulo Neto, Pedro Castro, Maria Celeste Rato Europa - € 50

Propriedade: Trazer Noticias, Lda. Registo na C.R.C.de S. M. Feira, n.º 507619269 Contribuinte n.º 507 619 269 Capital Social 5.000 Euros Detentores de mais de 10% do Capital Social Trazer Noticias, Lda.

Registo de Empresa n.º 200537 Registo no N. R. O. C. S., N.º 100538 Depósito Legal n.º 154511/00 Tiragem: 5.000 exemplares (Tirágem média) Impressão: Coraze - Oliveira de Azeméis Preço Avulso: 0,60€

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(Os artigos assinados são da inteira responsabilidade dos seus autores, não vinculando necessariamente a opinião da direcção)

Pedro Almeida pedro.almeida@correiodafeira.pt


Correio da Feira 02.DEZ.2013

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Argoncilhe // Igreja construída pelos habitantes

Paróquia de Cristo Rei da Vergada pede arranjo do telhado na comemoração dos seus 41 anos Uma das igrejas mais recentes do Concelho já passou o seu quadragésimo aniversário. No entanto, o seu telhado está seriamente danificado e, de forma a conseguir os 20 mil euros necessários para a sua reparação, os vergadenses levaram a cabo várias iniciativas de angariação de fundos. Daniela Castro Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

Apesar de já contar com a Capela de Nosso Senhor das Febres, o povo da Vergada ansiava por uma paróquia própria, também justificada pelo aumento populacional da zona. Um dos maiores impulsionadores desta ideia era o capelão da terra, o padre Álvaro Soares da Silva que, “na sua ordenação em 1934, promonitoriamente vaticinou a criação da Paróquia de Cristo Rei da Vergada”. Em 1951, começaram as diligências junto do poder eclesiástico, no sentido da criação da nova igreja, mas os vários pedidos não foram atendidos. “Era preciso não esmorecer, continuar a acreditar que mais cedo ou mais tarde a desejada paróquia seria uma realidade” – pode ler-se no livro Vergada – Gentes, Memórias, Factos, de Orlando da Silva. Os habitantes puseram mãos à obra e decidiram “principiar a demolição da centenar capela e iniciar a construção de uma nova igreja moderna, funcional, que fosse o orgulho de todos os vergadenses”. Durante este processo, regressa do exílio, em 1969, o Bispo do Porto, D. António Ferreira Gomes, a quem foi levada a planta da nova igreja (da autoria de Alberto Dias de Almeida), que a aprovou, iniciando-se as obras em 1970. Mas a criação da paróquia não foi pacífica. Entre avanços e recuos das autoridades eclesiásticas, o povo vergadense demorou a alcançar a sua autonomia religiosa. Só a 7 de Agosto de 1972, “o Bispo do Porto achou por bem atender às justas e justificadas pretensões das populações dos lugares de Ordonhe, Ramil, Vergada e Ermilhe, criando a Paróquia Experimental de Cristo Rei da Vergada por decreto episcopal”. A 15 de Agosto do mesmo ano, foi inaugurada a paróquia, ficando como capelão o padre Álvaro Soares da Silva. Mais tarde, em 1984, por ter, “contra ventos e marés”, sido um dos principais obreiros da paróquia, foi edificado um monumento, no adro da igreja, em homenagem ao pároco “exem-

plar e dinâmico a quem os vergadenses ficam muito a dever”.

Uma paróquia quadragenária Hoje a Paróquia de Cristo Rei da Vergada já tem 41 anos e carrega muitas tradições. Em Julho, há uma procissão, em veneração dos padroeiros Nosso Senhor das Febres e Nossa Senhora da Livração, que acontece no dia da festa da Vergada, sempre preenchida com barraquinhas e música popular. Outro costume, mais caricato, tem lugar na altura do S. João, em que há “a tradição de enfeitar o adro da igreja com objectos da mais variada índole, recolhidos por jardins, quintais e ruas da Vergada por um grupo de jovens brincalhões que se reúnem para praticar a marotice pela calada da noite quando os respectivos donos dormem o sono solto”. Uma brincadeira que tem “o aplauso de muitos e a recriminação de uns tantos”. Orlando da Silva conta, no seu livro, que, “certa vez, a rapaziada daquele tempo prendeu com uma corda ao badalo do sino da capela uma cabra, pelo que o

dito não parou de tocar durante a noite toda”. Pela igreja, passam muitas festas que proporcionam aos habitantes locais lembranças queridas. “A primeira comunhão que se fez aqui foi a minha e da minha irmã” – recorda uma popular, Filomena Mota, que também chegou a fazer o crisma e a casar na paróquia. “Depois vim às comunhões dos meus sobrinhos. É a continuação” – afirma. Outra habitante, Celeste Queirós, adianta que só vai à missa naquela paróquia. “Se eu não tivesse igreja aqui à beira, não me deslocava mais longe” – realça. Maria Madalena Silva é de Lourosa, mas está a viver na Vergada há 16 anos. Assim como as restantes vergadenses, não perde uma missa e garante que não são só os locais que apreciam as celebrações. “Vem muita gente à missa, daqui e sem ser daqui. Conheço muita gente de Lourosa que vem” – avança.

Telhado precisa urgentemente de reparação No entanto, de há uns anos para cá, o telhado tem vindo a deteriorar-se

e os graves danos hoje patentes põem em risco o bom funcionamento da igreja. “A cobertura com o tempo foi partindo e está a entranhar água pelas fissuras. No ano passado, a chuva entrou para dentro da igreja e tivemos de andar a deitar água cá para fora” – conta um dos membros da comissão executiva da Paróquia de Cristo Rei da Vergada, Jacinto Cardoso. De modo a conseguirem a verba de 20 mil euros necessária à reparação de uma parte do telhado, decidiram pôr em prática um conjunto de iniciativas de angariação de fundos, nomeadamente venda de rifas, feiras, espectáculos e recolha de ofertas. A última iniciativa foi um jantar convívio, no passado dia 23 de Novembro, que juntou grande parte da população da Vergada. “Foi um êxito, apesar de tudo. As pessoas foram comparecendo e contribuindo. Tivemos à volta de 100 pessoas” – afirma Jacinto Cardoso. Ajudar era a palavra de ordem. “É preciso 20 mil euros, temos de ajudar e eu ajudo de boa vontade” – diz Celeste Queirós, que comia umas belas sar-

dinhas. “É a minha segunda casa. Há que preservá-la” – afirma, por sua vez, Rosa Ribeiro, pertencente a vários movimentos religiosos e voluntária para servir no evento. Vitória Ventura também não deixou de contribuir. “Tanto se trabalhou para fazer isto, é porque realmente queremos a igreja. Temos de ajudar porque isto não é para ir abaixo” – conclui. Esta vontade de ajudar vem do carinho do povo pela igreja. “Até aquelas pessoas que estão mais afastadas, não deixam de apoiar em alturas como esta. É uma obra que é de todos e sentem a necessidade de a ter arranjada. Devemos preservar o nosso legado e zelar por aquilo que foi criado com tanto sacrifício” – salienta Jacinto Cardoso. Outro habitante, Rui Ribeiro, concorda e realça a importância do espaço para os vergadenses. “Esta é uma igreja diferente de todas as outras. Foi construída com dinheiro do povo e tem a história das pessoas que a ajudaram. Basta ver que somos um Concelho com 31 freguesias e 32 paróquias, sendo que Argoncilhe tem duas paróquias” – afirma, acrescentando: “A população da Vergada já é da praxe contribuir para este tipo de iniciativas. Foram habituados e nasceram com esse espírito”. Os próximos passos envolvem a organização de mais jantares e um contacto com entidades para reunir apoio. “O nosso anseio era poder arrancar na Primavera com a obra, mas não sei se vamos ter possibilidades. Tenho algumas reservas” – admite Jacinto Cardoso. As missas continuam a realizar-se às 18h00 durante a semana, às 17h00 ao sábado e às 9h00 ao domingo. Para além disso, há vários movimentos subjacentes à paróquia, como as Oficinas de Oração, que começam na próxima sexta-feira, e o Grupo Coral, que precisa de novos elementos. Contactado pelo Correio da Feira, o padre da Paróquia de Cristo Rei da Vergada, António Machado, recusou prestar declarações.


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Correio da Feira 02.DEZ.2013

Santa Maria da Feira // Américo Santos, director do Cineclube

“Não nos interessa programar por programar, interessa-nos programar com qualidade” O director do Cineclube da Feira, Américo Santos, adianta alguns pormenores sobre o Festival Luso-Brasileiro, que se realiza durante esta semana no auditório da Biblioteca Municipal. Esta 17.ª edição concentra-se nos cineastas portugueses, naquele que é um gesto solidário com o sector cinematográfico nacional. Américo Santos elogia a vida cultural da Feira mas acha que ainda há apostas por fazer como o Europarque e um maior trabalho em rede com as associações. Texto: Daniela Castro Soares Fotos: Albino Santos O que se pode esperar desta edição do Festival Luso-Brasileiro? Cada ano tentamos sempre diferenciar do ano anterior. Este ano, pela primeira vez, há um sinal político evidente no festival relacionado com um gesto solidário com o sector cinematográfico em Portugal, que atravessa uma crise preocupante. Nesse sentido, decidimos organizar todos os programas monográficos em torno de cineastas portugueses. Teremos então um debate sobre a obra de Pedro Costa, um modelo que iniciamos no ano passado com João Salaviza e que teve sucesso. Ainda neste âmbito, o realizador em foque será Joaquim Sapinho, com a oportunidade única de ver toda a sua obra concentrada num curto espaço de tempo. Trata-se de uma retrospectiva integral com a possibilidade de redescobrir filmes como o documentário que ele fez sobre Julião Sarmento ou o filme emblemático da década de 90 intitulado “O Corte de Cabelo”. Para muitos não será uma descoberta mas sim uma nova visão, e é interessante ver se o filme envelheceu ou não. Na secção “Sangue Novo”, que funciona como uma espécie de antecipação de cineastas do futuro, decidimos montar um programa em torno de Patrick Mendes. Dedicamos também um programa especial à dupla João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, que venceram a edição do ano passado. Ainda dentro desse programa, pretendemos fazer uma singela homenagem ao Paulo Rocha, um cineasta desaparecido no ano passado. Esta é uma aposta clara no cinema português que vamos tentar valorizar ao máximo nesta edição do festival. Existem ainda algumas novidades de fundo. A maior delas é o dia “Avós e Netos”, que criamos este ano especialmente para resgatar a dimensão social do cinema. Será um dia composto por uma sessão infantil e uma sessão destinada ao público sénior, com dois filmes adequados a esses perfis, e esperamos com isso trazer um público diferente. Normalmente, o festival é muito centrado na classe cinematográfica, no público mais cinéfilo, e esta acção relaciona-se com o lado mais espontâneo de ir ao cinema em família. Outro aspecto importante é o facto de fazermos aqui três estreias mundiais, especialmen-

te tendo em conta a dimensão do festival, o que manifesta um sinal de consolidação do evento. Os filmes são a longa-metragem “Lura”, de Luís Brás, e duas curtas-metragens, uma portuguesa e outra brasileira, que prova que o festival está pujante em ambos os países. Por fim, temos a sessão “Afectos”, que tem a ver com cineastas que acompanhamos ao longo de várias edições do festival e por quem nutrimos um especial carinho e uma admiração indisfarçável. Falamos de Paulo Abreu, cineasta português com uma obra muito particular, e Helena Ignez, actriz brasileira muito conhecida e que agora está a enveredar pela realização com um cinema muito arriscado e bastante interessante.

“Se não tivermos um projector digital, o nosso poder de escolha fica em níveis muito baixos”

São cada vez mais os nomes sonantes do cinema que vêm à Feira. É difícil manter essa fasquia de qualidade que tem vindo a ser oferecida? O festival tenta que haja um equilíbrio entre o cinema emergente e os autores consagrados. É sempre importante para um festival ter nomes sonantes e temos conseguido fazer isso ao longo destes anos. Tentamos também ter sempre um nome forte, uma espécie de chefe de fila, para que consiga arrastar mais público, criar um maior interesse mediático. Mas isso também só faz sentido quando esses nomes estão intimamente ligados à programação. Não nos interessa ir buscar uma pessoa só por funcionar muito bem em termos de nome sonante se isso estiver desligado da programação. O festival já conquistou de facto os feirenses? Sim, é um festival que tem uma penetração na cidade e nós também tentamos envolver a cidade. Há aspectos que o festival poderia desenvolver melhor, ou seja, podíamos integrar mais os feirenses através de iniciativas como workshops, envolvê-los em pequenas rodagens de fil-

mes. Mas isso pressupõe um orçamento muito mais elevado e uma maior estrutura em termos de equipa, o que é complicado em anos difíceis como este que atravessamos em Portugal. Já fazer o festival, que se concentra essencialmente na programação, é muito difícil. A tendência é para piorar e tentamos por isso ter um festival cada vez mais enxuto, mais fácil de gerir e não alargar para tantas actividades paralelas. Os cortes orçamentais têm tido reflexo no Festival? Na programação não, porque somos um festival pequeno. É um festival que acontece numa sala, concentrado praticamente em sessões nocturnas, e em que conseguimos ter uma programação atractiva. Somos muito elogiados, têm-nos dito que conseguimos uma excelente arrumação da programação. Trata-se de um festival muito específico, que já vai na 17.ª edição, em que a própria renovação, cada ano que passa, torna-se mais difícil porque vamos esgotando o trabalho com cineastas. Mas nunca desistimos de procurar a inovação e acho que isso é um dos sinais mais revigorantes do festival. Todos os anos tem um elemento novo e isso cria um foco de interesse na programação. Chegou a dizer que o Festival nunca acabaria, mas as sessões ao domingo podiam acabar. Mantém essa perspectiva? Na verdade, eu disse o inverso. Achava que seria mais provável um dia o festival acabar do que nós deixarmos de ter cinema em Santa Maria da Feira. Numa situação limite, achamos muito mais importante ter cinema ao longo do ano, garantido através de sessões realizadas ao domingo aqui na biblioteca, do que fazer um evento efémero concentrado numa semana. Mas não sejamos ingénuos. O festival tem muito mais prestígio, muito mais reconhecimento, e consegue transmitir de uma forma muito mais clara e evidente o nome de Santa Maria da Feira para o exterior do que uma programação regular. Isso é indiscutível. Nesse aspecto, seria também desastroso, para a programação cultural da Feira, perder-se um festival como o nosso. Penso que é uma questão quase hipotética porque somos um festival pequeno e com facilidade de se confrontar com situações difíceis, ao invés de festivais grandes, que de-


Correio da Feira 02.DEZ.2013

pendem de grandes estruturas e portanto quando existe uma crise profunda normalmente é muito evidente na sua programação. Connosco não. Nós conseguimos sempre refugiar-nos com três ou quatro boas ideias e isso serve para garantir o festival. Mas há uma tendência, e isso é um sinal evidente dos tempos, que mostra que as dificuldades vão ser maiores a cada ano que passa. Há uma maior dificuldade na gestão dos recursos devido à diminuição das receitas, o que acaba por se reflectir um pouco

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nos eventos. É incontornável. Mas a experiência também nos permite ter um poder de resposta que, de certo modo, consegue contornar esses obstáculos. A falta do projector digital compromete a oferta do Cineclube. Até quando consegue aguentar sem esse equipamento? Esse é um problema extensivo ao país e todos os cineclubes passam por essa situação. Nós estamos a falar de uma migração do cinema analógico para o digital e isso vai requerer um

investimento das autarquias para se dotarem de equipamento digital. Se isso não foi feito em 2014, todas as estruturas ligadas à programação de cinema vão ter de fechar portas ou então fazer uma programação de recurso, que não será o nosso caso. Nós não queremos ir por essa via porque achamos que tem um efeito nefasto no público. Não nos interessa programar por programar, interessa-nos programar com qualidade. Se não tivermos um projector digital, o nosso poder de escolha fica em níveis muito baixos, ou seja, há pouca oferta de filmes no sistema analógico. Eu acredito, apesar das dificuldades do país, que a questão relativa aos equipamentos digitais nos municípios vai ser resolvida a seu tempo. Nós temos uma proposta de sonho que é fazer um interregno de Janeiro a Abril e voltar no dia 9 de Abril, no aniversário do Cineclube, com uma espécie de prenda que é um projector digital. É uma ambição não só do Cineclube, mas também do município da Feira porque isso irá permitir ter cinema com regularidade. De outro modo, não é possível, ou, pelo menos, não é interessante. Mas trata-se de um equipamento com um custo bastante elevado? Os custos são variáveis. Para nós que não temos uma lógica de projectar filmes em 3D, o custo reduz de uma forma substancial. O equipamento já esteve bastante mais caro, agora está muito mais atractivo e muitas vezes é uma questão negocial. Mas o que está em causa é os municípios terem a possibilidade de aceder a fundos que comparticipem a aquisição desse equipamento. Acho que essa é a grande questão e que ainda está em aberto. A Secretaria de Estado da Cultura também atravessa um momento algo difícil. Não sabemos se será por essa via ou se o Governo irá encontrar outra forma que possibilite aos municípios avançar para esse tipo de investimento. Como vê a cultura da Feira?

A cultura da Feira conseguiu diversificar-se em várias áreas. Hoje em dia deparamo-nos com uma boa oferta na área do cinema, da dança, da música, do teatro e acho que essa foi uma das boas apostas. Há municípios que apostaram só numa vertente e isso, do meu ponto de vista, é um condicionalismo muito forte. A Feira nesse aspecto criou uma abrangência muito interessante e nós sentimos isso na própria cidade. Sentimos que há uma adesão às iniciativas. Normalmente todos os eventos que são feitos cá são bem organizados e acabam por ter um retorno muito interessante. Não só do ponto de vista cultural, mas do que gera para a dinâmica económica da cidade.

“A capacidade de resposta à cultura que se produz na Feira e à cultura que se mostra na Feira tem sido excelente”

Acha que os cortes na cultura têm penalizado o Concelho? É inevitável que haja sempre reflexos, mas as estruturas estão a adaptar-se a isso. Hoje temos de saber trabalhar com uma realidade completamente nova, adaptarmo-nos a ela e tentar fazer o melhor possível. Há iniciativas que sentem isso, é inevitável, mas muitas vezes é possível desenvolver um trabalho com qualidade e sem estar sempre com um discurso pessimista a desculpar-se com a falta de dinheiro. É evidente que há um conjunto de iniciativas que, se não tiverem um orçamento capaz, não vale a pena realizálas. Mas apesar desses constrangimentos, as actividades têm sido feitas. Nalguns casos, com dificuldades, mas isso é inerente

aos sinais do tempo. Mas penso que a capacidade de resposta tem sido boa. O que ainda falta fazer em termos culturais? Hoje deparamo-nos com uma questão muito importante, que acho que é provavelmente um dos dossiês mais difíceis de gerir em termos de cultura na Feira: o Europarque. Na minha modesta opinião, é um equipamento que diz muito à Feira e tem de se encontrar um modelo que o possa integrar na cidade, através de programação ou outras formas. Também ainda não sabemos qual vai ser o resultado da requalificação do Cineteatro António Lamoso, que é um espaço que pode vir a trazer muito à política cultural da cidade, assim como o pólo do Centro de Criação de Teatro e Artes de Rua. Do meu ponto de vista, perspectiva-se um bom futuro para a Feira em termos culturais. O que talvez ainda falte é uma forma de trabalhar em rede, ou seja, trabalhar com as associações culturais de áreas distintas desenvolvendo projectos comuns. Por exemplo, eu levo aquilo que sei fazer melhor na área do cinema, outra associação leva aquilo que sabe da área do teatro e assim sucessivamente. Já foram tentadas algumas parcerias nesse sentido mas acho que é um modelo que podemos trabalhar melhor. Outra ideia, para haver um profundo conhecimento e podermos contar uns com os outros, é um fórum de reflexão. Devia haver uma discussão mais organizada na Feira sobre as questões da cultura. Fazer pelo menos quatro debates formais por ano, de uma forma trimestral, seria muito importante. Poderíamos encontrar algumas soluções, até relativamente fáceis, para entraves que surgem quando não há esse tipo de diálogo, e introduzir também alguma reflexão que possa servir para o desenvolvimento de projectos futuros. Mas, no geral, acho que a capacidade de resposta à cultura que se produz na Feira e à cultura que se mostra na Feira tem sido excelente.


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Correio da Feira 20.DEZ.2013

A Feira Viva serve para quê? O município de Santa Maria da Feira e a empresa municipal Feira Viva já estabeleceram o contrato-programa para 2014. Lendo-o, fica uma dúvida e uma certeza. A dúvida: para que serve, afinal, a Feira Viva? A certeza: a Câmara Municipal tinha capacidade e competência para fazer exatamente o que esta empresa municipal faz e tinha capacidade para o fazer melhor e, provavelmente, mais barato. Nesse contrato programa assinado o município cede à Feira Viva a gestão e exploração das instalações e equipamentos de desporto e lazer (pavilhão de Arrifana, piscina municipal de Fiães, piscina municipal de Lourosa, piscina municipal de Santa Maria da Feira, cine-teatro António Lamoso e parque ornitológico, depois de já ter passado para a Feira Viva a propriedade do pavilhão da Lavandeira). Para além disto, diz-se no contrato que “o município poderá,

a todo o tempo, ceder a gestão e a exploração de outros bens”. É caso para dizer que, nesta relação, o céu é o limite! Depois desta cedência de gestão de espaços, a Feira Viva ainda pode explorar as esplanadas, quiosques e bancas, colocar painéis de publicidade ou anúncios, ou então, ceder a terceiros a exploração de serviços de bar, snack-bar e esplanadas. Ou seja, a Feira Viva pode realizar receitas a partir da exploração destes espaços que são cedidos pelo município. Mais, o município autoriza a Feira Viva e usar espaços públicos do concelho, gratuitamente, podendo a Feira Viva cobrar para que as pessoas utilizem esses espaços. É o famoso caso das entradas pagas na Viagem Medieval. A Feira Viva dá-se ao luxo de cobrar para que as pessoas possam entrar num espaço que é público. Ideia que, só por si é bastante medieval,

mas que rende muito dinheiro à Feira Viva. Vejamos o Orçamento desta empresa municipal para 2014: estima a empresa arrecadar, só no ano que vem, mais de 2 milhões de euros em bilheteira. Aqui entra também a receita de bilheteira das piscinas, do parque ornitológico, assim como a bilheteira da Viagem Medieval, Terra dos Sonhos, etc... Essa é, aliás, mais uma cláusula do contrato-programa estabelecido entre município e Feira Viva, que diz, “as receitas obtidas com a exploração de equipamentos, bens e atividades acima identificados são receitas próprias da feira Viva”, assim como receitas de patrocínios, publicidade, etc. Para além disto tudo, o Município ainda transfere para a empresa quase 1 milhão e 900 mil euros. Tudo somado, entre aquilo que o município transfere em subsídio e aquilo de que o

município abdica em favor da Feira Viva (receitas de exploração de equipamentos), a Feira Viva terá, em 2014, qualquer coisa como 4 milhões e 500 mil euros para gerir alguns equipamentos no concelho e levar a cabo 3 ou 4 atividades extras. A questão que se coloca é: com estes 4 milhões e meio, a Câmara Municipal não era capaz de fazer aquilo que a Feira Viva faz? E melhor... Todo o dinheiro com que a empresa se gere é da proveniência, direta ou indireta do município, logo, não era mais avisado e transparente ser a Câmara a gerir esse dinheiro? Ou o Executivo do PSD acha-se incompetente para gerir estes 4 milhões e meio na área da cultura e desporto e crê que seria manifestamente incapaz de fazer o que a Feira Viva faz? Ora, esta questão, levanta uma outra, com que comecei este artigo: Posto tudo isto, para que serve a Feira Viva?

Não é, certamente, para fazer algo que a Câmara não consiga, como facilmente se vê. Na verdade, a empresa só consegue fazer aquilo que a Câmara permite... Então, só resta uma resposta: serve para fazer aquilo que as empresas municipais fazem: ser um organismo paralelo, onde se criam mais uns cargos de direção e administração e onde se gere dinheiro e recursos sem qualquer fiscalização dos órgãos municipais. E se é só para isso, não é preciso nenhuma empresa municipal. Os funcionários desta empresa – que fazem todo o trabalho de gestão de equipamentos e de realização de eventos – fariam esse mesmo trabalho, com o mesmo brio e competência, se fosse a Câmara Municipal a assumir para si a gestão desses 4 milhões e meio de euros.

Câmara ocorrida no dia 13 de Setembro, isto é, a 16 dias das eleições autárquicas. Repito, a 16 dias das eleições! O mais estranho é que o vereador proponente de todos estes negócios, nem sequer fazia parte das listas concorrentes às últimas eleições. Negócios em fim de mandato são sempre alvo dos mais variados comentários, no mínimo. Fazendo uma análise mais em profundidade ponto por ponto: Quando a autarquia demonstra a intenção de implementar medidas de eficiência energética, o BE estranha que, no que toca ao fornecimento de combustível para os veículos da Câmara, esta ainda não tenha recorrido a outros tipos de combustíveis, mais limpos, menos poluentes e de custos significativamente mais reduzidos. Esta proposta é centrada em medidas avulsas, despidas de um conceito de eficácia e planeamento, que deve

nortear a gestão dos recursos públicos. Porque será que este foi um dos últimos negócios da anterior Câmara, no valor de 690.000 euros? As pessoas minimamente atentas, com consciência ambiental e que pretendem que a gestão pública reduza custos, sempre defenderam a implementação de medidas de eficiência energética na rede de iluminação pública. Por isso, estranho o atraso da autarquia na adoção de medidas que reduzem custos monetários e aumentam substancialmente a eficácia energética. Quando se trata de fazer poupanças na gestão de dinheiros públicos, o PSD tem três velocidades, devagar, devagarinho e estático. Com as consequências conhecidas (uma Câmara bastante endividada), porque será que este foi um dos últimos negócios, da anterior Câmara, no valor de 1.050.000 euros? Quanto à empreitada “Construção do Pavilhão Desportivo de

S. João de Ver”, como é do conhecimento geral, era uma mera ação de propaganda eleitoral, que não tem qualquer consequência, já que está dependente da existência de fundos comunitários para o seu financiamento, que não estão, como todos sabem, assegurados. Para já, o único desporto previsível para este pavilhão, é o “agarra o tacho”, praticado por alguns distintos sanjoanenses, que se alvoravam grandes homens de esquerda e cheios de princípios morais, mas que, rapidamente, se ajoelharam a um acordo com o PSD de Passos Coelho, para a governação da Junta de Freguesia. Bem, o novo ciclo, que segundo Emídio Sousa é constituído por 140 mil feirenses, finou-se logo no pontapé de saída!

Moisés Ferreira deputado municipal do BE

Novo Ciclo, onde?

Na última Assembleia Municipal, ficou claro que o slogan “Novo Ciclo” era, apenas e só, uma ferramenta de campanha eleitoral. Nada vai alterar na gestão laranja, excetuando uma barba que sai e um bigode que entra, para o cadeirão do poder. O novo ciclo prometido pelo novo presidente da Câmara está, irremediavelmente, condicionado pelas velhas práticas que tanto têm descredibilizado o poder político autárquico. Chamo em particular a atenção para três pontos: 9, 10 e 11, em discussão na ordem de trabalhos da assembleia, que são a demonstração inequívoca que

os velhos hábitos imperam; não havendo sequer a pretensão de mudar a agulha nas práticas de governação da autarquia. Ponto 9 - Procedimento “Fornecimento de combustíveis, equipamento necessário ao abastecimento de software de gestão de frota” - Autorização prévia para assunção de compromissos plurianuais; Ponto 10 – Empreitada “Eficiência energética na iluminação pública” – Santa Maria da Feira - Autorização prévia para assunção de compromisso plurianual; Ponto 11 – Empreitada “Construção do Pavilhão Desportivo de S. João de Ver” - Autorização prévia para assunção de compromisso plurianual; To d o s e s t e s n e g ó c i o s , q u e foram propostos à discussão nesta Assembleia Municipal, foram aprovados na reunião de

Joaquim Dias, Concelhia do BE Santa Maria da Feira


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Concelho // Entre amanhã e sexta-feira

Vasto programa de actividades para celebrar o dia da pessoa com deficiência A Provedoria Municipal de Santa Maria da Feira e a autarquia feirense promovem, durante duas semanas, várias iniciativas com o propósito de assinalar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado amanhã, 3 de Dezembro. Museus, escolas e instituições d e s o l i d a r i e d a de s o c i a l d o Concelho associam-se a esta efeméride com a realização de várias actividades sensíveis à temática da deficiência, de 3 a 12 de Dezembro. O programa de comemorações do “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência” arranca amanhã com um périplo por vários estabelecimentos comerciais do Município de Santa Maria da Feira. Assim, representantes de várias entidades ligadas à temática da deficiência, designadamente a Cooperação para a Educação e Reabilitação do Cidadão Inadaptados (CERCI Feira e CERCI Lamas), a Associação de Amigos por uma Comunidade Inclusiva de Sanguedo (AMICIS), a Associação Portuguesa de Doentes Neuromusculares ( A PN ) e a A s s o c i a ç ã o d a s Obras Sociais de São Vicente

de Paulo (Casa Ozanam), vão reconhecer e premiar todos os estabelecimentos que trabalham ou trabalharam a área da deficiência. Quanto aos museus, o Museu Convento dos Loios promove, na quarta-feira, a actividade “Globos de Neve”, dirigida às Cerci´s, Casa Ozanam, AMICIS e APN. Por sua vez, o Museu do Papel organiza três actividades: “Um Natal de Papel”, de 10 a 15 de Dezembro, para famílias e escolas; “A importância de um Gesto”, de 12 a 14 de Dezembro, para portadores de deficiência auditiva; e “Sonoridades e Texturas do Papel”, de 3 a 12 de Dezembro, para portadores de deficiência visual. Relativamente às escolas, destaque para as actividades “Jogos dos Sentidos”, “Leitura de Histórias alusivas à diferença”, “Ser diferente é…” e “Igualdade na Diferença”, dirigidas aos alunos dos Jardins de Infância e das EB1 e levadas a cabo pelo Agrupamento de Escolas de Lourosa, de hoje a sexta-feira. De igual importância, são as atividades do Agrupamento de

Escolas de Paços de Brandão – “O que pensamos sobre a diferença” e “I am sam” – promovidas até sexta-feira e dirigidas a toda a comunidade educativa, bem como a exibição de um filme relacionado com a temática da deficiência a toda a comunidade educativa do Agrupamento de Escolas da Arrifana, de 3 a 9 de Dezembro. Realce também para as iniciativas do Agrupamento de Escolas de Santa Maria da Feira, dirigidas para a comunidade escolar: “Feitos de gente importante”, patente até sexta-feira, no átrio da EB2,3 Ferreira de Almeida; e “Realização de uma história sobre a inclusão” esta terça-feira, na biblioteca da EB2,3 Ferreira de Almeida. Direccionados de uma forma geral a toda a população e em específico à pessoa portadora de deficiência, os eventos “Festa de Natal para a Inclusão” (8 de Dezembro), “Saída Aventura” (12 de Dezembro) e “Um dia na Água” (5 de dezembro), organizados pelo Município de Santa Maria da Feira, integram o vasto programa de actividades que visa celebrar o dia da pessoa com deficiência.

Feira // Seis alunos estiveram em Strömstad

“Secundária” dá continuidade ao projecto Comenius com visita à Suécia Seis alunos da Escola Secundária de Santa Maria da Feira (Alice Santos, Joana Reis, Manuel Oliveira, Marta Pires, Natália Ferreira e Pedro Almeida) participaram no 3º Encontro do projecto “Ambiente e Sustentabilidade”, no âmbito do projecto Comenius, que teve lugar de 11 a 15 de Novembro, na cidade de Strömstad, na Suécia. Acompanhados pela presidente Lucinda Ferreira e por três docentes, os alunos apresentaram aos parceiros europeus (França, Itália, Alemanha, Lituânia, Hungria, Turquia e Suécia) os trabalhos que realizaram sobre a temática da energia. Tendo como moderadores jovens alunos suecos, todos os elementos envolvidos tiveram a oportunidade de discutir as políticas energéticas da União Europeia e dos seus países e de compreender o que cada um pode fazer para poupar energia. O país anfitrião deu, também, a

conhecer a bela região de Strömstad e arredores. Em destaque esteve a visita de barco à ilha de Koster que alberga a primeira reserva natural marinha da Suécia é a região de Tanum, local repleto de gravuras rupestres da Idade de Bronze. Na cidade de Oslo (150 Km de Strömstad) alunos e professores visitaram a Câmara Municipal, onde são galardoados os Prémios Nobel da Paz, o Museu de Munch, o Parque das Estátuas e o Museu dos Vikings. Os alunos ficaram alojados em famílias de acolhimento e tiveram a oportunidade de vivenciar uma realidade diferente, de estabelecer contacto com jovens europeus e de alargar os seus horizontes. A equipa responsável pelo projecto começou, desde já, a preparar a próxima mobilidade, que será em Fevereiro, em Budapeste, e terá, como temática central, “ A água e a cultura”.

Sanguedo // Depois da ideia “Um alimento por uma aula”, Sónia Tavares já avançou com o ensino para os mais graúdos

Aulas de Inglês para quem quer valorizar-se no emprego ou emigrar A tradutora e impulsionadora do projecto “Um alimento por uma aula”, Sónia Tavares, de Sanguedo, aposta agora nas aulas de inglês para adultos. “Começou com alemão, mas as pessoas tinham receio da língua e acabou por não haver inscritos. Abriu o inglês e já temos cinco pessoas” – conta Sónia Tavares, que deu início a estas aulas devido à procura das pessoas. O inglês para adultos foca-se, sobretudo, em situações da vida real, orientado para quem se quer valorizar no trabalho ou mesmo para os que pensam emigrar. “Não é inglês da escola, é inglês da vida real. É voltado para situações práticas, como candidatar-se a um emprego, atender o telefone, deslocações ao estrangeiro” – afirma a tradutora, que considera o inglês “uma língua primordial”. As aulas têm um custo simbólico de 3,5 euros, para ajudar no material que a professora leva para as aulas. Não há jóia de inscrição nem custos extras e só se paga quando se vai. Sónia Tavares ainda tentou reunir alguns apoios junto de empresas para o material, mas sem sucesso. O

investimento pessoal é grande, mas a tradutora está contente com os resultados. “É um trabalho com boa vontade. Tem corrido muito bem. Os alunos têm gostado e trazido amigos” – diz Sónia Tavares. Esta aceitação levou a que outra turma esteja já a caminho, sendo que esta quarta-feira começa o Inglês em Família. “O objectivo é que os pais possam ir com os filhos para relembrar coisas básicas. Tem uma dupla função: aprendem e estão em família” – explica Sónia Tavares. O inglês é de nível básico pois destina-se a crianças em idade pré-escolar ou 1.º Ciclo. Para além disto, Sónia Tavares continua com as aulas de alemão para crianças. Tem actualmente cinco meninos, com quem realiza ainda um pequeno Clube de Leitura. Todas as aulas decorrem nas instalações do Clube BTT de Sanguedo, cedidas pela Junta de Freguesia de Sanguedo, e os contactos para quem se quiser inscrever estão no grupo do Facebook “Sapientia”. As aulas de inglês para adultos, que se realizam às 21h00 de quarta-feira, são as únicas com custo monetário.

As aulas de alemão (terça-feira às 17h45) e Inglês em Família (quarta-feira às 17h45) funcionam dentro do projecto “um alimento por uma aula”. Para assistir, basta oferecer um qualquer produto alimentício. “A troca de alimentos é para que as pessoas não deixem de vir porque não têm recursos. Eu recebo vários produtos, de acordo com a época” – explica Sónia Tavares, que já envolveu a família nestas aulas. A filha frequenta as aulas de alemão desde o início e agora o marido e os dois filhos vão aderir às aulas de Inglês em Família. Na calha, estão ainda outras ideias como abrir uma turma de inglês na freguesia vizinha de Fiães e ainda a oferta de explicações de Matemática. Sónia Tavares também realiza ocasionalmente palestras, sendo que a última intitulava-se “Como incentivar crianças para a escrita”, realizada no salão nobre da Junta de Freguesia. “Agora estou a preparar outra sobre a “Etimologia da língua”” – adianta Sónia Tavares, que conjuga tudo isto com a escrita da sua tese de mestrado e o trabalho como tradutora.


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Mozelos // No próximo domingo

Festa de Natal pela Inclusão no auditório da Tuna Musical Mozelense Um concerto da Orquestra Criativa de Santa Maria da Feira e do Grupo de Expressão da Cercifeira, um sorteio de cabazes de Natal, uma exposição de material promocional e quatro espectáculos protagonizados pela Casa Ozanam, Amicis e Cercifeira e Cercilamas, respectivamente, fazem parte do alinhamento da Festa de Natal pela Inclusão que, este ano, se realiza no próximo domingo, no auditório da Tuna Musical Mozelenze. A Orquestra Criativa de Santa Maria da Feira e as instituições de solidariedade social Cercifeira, Cercilamas, Casa Ozanam e

Amicis vão estar responsáveis pela animação da Festa de Natal pela Inclusão, organizada pela autarquia feirense e pela Provedoria Municipal para a Mobilidade de Santa Maria da Feira. A festa vai ter início às 15h00, com um concerto da Orquestra Criativa de Santa Maria da Feira e do Grupo de Expressão da Cercifeira, seguindo-se os espectáculos: “Pedro e o Lobo”, pela Casa Ozanam; “Mundo Maravilhoso”, pela Amicis; “Com te partiró”, pela Cercilamas; e “Eu sei”, pela Cercifeira. No programa, está ainda contemplado o sorteio de quatro cabazes

de Natal, bem como a exposição de material promocional e venda produtos elaborados pelas instituições de solidariedade social acima identificadas. No final, a Câmara e a Provedoria Municipal vão distribuir Pais Natal de chocolate por todos os participantes. A Festa de Natal pela Inclusão está integrada no programa de comemoração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, que o Município de Santa Maria da Feira e a Provedoria Municipal para a Mobilidade levam a efeito de 3 a 12 de Dezembro.

Para abastecer jardins e áreas verdes

BE propõe a criação de um horto municipal Com o objetivo de reduzir substancialmente os custos e potenciar a produção própria, o Bloco de Esquerda propõe a criaç��o de um horto municipal devidamente equipado, utilizando-se, para isso, os terrenos que a autarquia tem disponíveis. A ideia é, com este horto, abastecer todos os espaços verdes do concelho de Santa Maria da Feira, alargando assim a oferta em quantidade e em qualidade das espécies de plantas e árvores usadas na execução de novas áreas ajardinadas e na renovação das já existentes. “A criação de hortos municipais é uma prática cada vez mais recorrente em vários municípios, com o objectivo claro de reduzir de custos e rentabilizar recursos” – escreve, em comunicado, o BE, recordando que “a Câmara Municipal recorre sistematicamente a hortos privados para a manutenção das zonas verdes que estão sobre a sua tutela, desbaratando assim recursos financeiros que tanta falta fazem

Milheirós de Poiares // Foi apresentada lista para Concelhia

JSD celebra aniversário com tradicional magusto

A JSD de Milheirós de Poiares comemorou no passado dia 15 de Novembro o seu 27.º aniversário, que coincidiu com o tradicional magusto que se festeja todos os anos na freguesia. “A nossa sede está aberta todos os dias há 27 anos, sempre em funcionamento e aproveitamos as comemorações do magusto para celebrar a data conjuntamente” – diz Vítor Almeida, vice-presidente da JSD de Milheirós de Poiares. No mesmo dia e, aproveitando as celebrações, foi feita também a apresentação da lista vencedora encabeçada por Licínio Loureiro, que se mostra

confiante e com condições de se recandidatar à Comissão Política Concelhia da JSD de Santa Maria da Feira. “Acredito na vontade, na competência e no enorme potencial das pessoas que me acompanham” – afirma. “Vamos continuar a trabalhar em prol dos jovens feirenses” – prossegue. Nuno Albergaria é a escolha para presidir a Mesa do Plenário: “Pelo seu longo percurso na “Jota” e pelo trabalho demonstrado, a pessoa mais bem preparada é Nuno Albergaria com quem conto e em quem confio plenamente” – assegura Licínio Loureiro.

Santa Maria da Feira

PCP comemora centenário de Álvaro Cunhal nos tempos que vivemos, muitas vezes sem haver um critério que seja pressentível”. “A empresa municipal Feira Viva, que gere as piscinas do Concelho, todos os dias “despeja” para a rede de saneamento milhares de litros de água, que podem muito bem ser aproveitados para o horto municipal. Ou será que a água que é cara para os munícipes, não custa dinheiro à

empresa Feira Viva?” – dizem os bloquistas, considerando ainda que o horto municipal poderá também servir de área lúdica para a interacção com a população. “O horto deve estar aberto à população com o objectivo de consolidar conceitos de biodiversidade e gerar afectividade pelas plantas como ser vivo” – conclui o Bloco de Esquerda.

Acusa PSD, PS e CDS de sobreporem os interesses pessoais aos da população

CDU condena impasse na formação do executivo da União de Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guizande A CDU vem a terreiro condenar o que se está a passar com o actual impasse da eleição do novo executivo da União das Freguesias de Lobão, Gião, Louredo e Guizande. “Na verdade, nada fazia prever que, passadas tantas semanas sobre o último acto eleitoral, os representantes na Assembleia de Freguesia do PSD, PS e CDS inviabilizem a formação da nova Junta de Freguesia e a consequente regularização do funcionamento das autarquias locais numa das regiões mais carenciadas do

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concelho de Santa Maria da Feira” – escreve a CDU em comunicado, considerando que, “ao contrário do que afirmam repetidamente todos estes responsáveis, pelas suas posturas irredutíveis e calculistas, estão a sobrepor os interesses pessoais e de grupo, aos verdadeiros interesses e direitos das populações destas quatro freguesias. A CDU entende que esta situação “é tanto mais preocupante quanto se prevê o seu prolongamento por largos meses, até à eventual

convocação de eleições intercalares, o que gera a paralisia da Junta de Freguesia e impede a resolução dos múltiplos problemas locais no conjunto daqueles territórios que compõem a união de freguesias”. Assim sendo, a “CDU exige, a bem da população abrangida pela nova autarquia, uma urgente clarificação deste processo, responsabilizando desde já os actuais eleitos do PSD, PS e CDS por todas as consequências negativas deste impasse”.

O PCP vai comemorar o centenário do líder histórico dos comunistas, Álvaro Cunhal, com a realização de um debate subordinado ao tema “Democracia para o Ensino – Ensino para a Democracia”. O en-

contro, agendado para a próxima sexta-feira, pelas 21h00, no salão nobre da Junta de Freguesia de Santa Maria da Feira, conta com a participação de Jorge Pires, da Comissão Nacional.

Lobão

Festa de Natal no Centro Cultural O Grupo de Jovens da Paróquia de Lobão organiza, no próximo sábado, pelas 18h00 horas, uma festa de Natal, no centro cultural

da freguesia. A festa conta com um concerto da Orquestra dos Alunos Do Agrupamento Vertical das Escolas de Lobão.


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Santa Maria da Feira // Sudão foi um dos países mais marcantes

“São as pessoas que tornam a viagem inesquecível” Mateus Brandão é arquitecto, mas são as viagens que realmente o preenchem. Já conheceu mais de 40 países e fez Portugal a pé com o irmão. O grande objectivo deste aventureiro, com uma paixão pelo comboio, é andar sempre na estrada. Daniela Castro Soares daniela.soares@correiodafeira.pt

o convívio com as pessoas que Mateus Brandão procurava, e daí a sua preferência pelas aldeias. “Gosto de meios pequenos, é lá que me sinto bem. O contacto com as pessoas é muito mais fácil, mais imediato. Acima de tudo procuro esse contacto porque a história dos locais é contada pelas pessoas que os habitam. São elas que tornam a viagem inesquecível” – afirma. Na mochila levava sempre pouca coisa (sendo que o saco-cama e as toalhitas higiénicas não podiam faltar) e trazia menos ainda, pois não é homem de “souvenirs”.

“A manhã seguinte desperta na quietude deste quintal à beira rio, povoado por homens montando burros e mulheres que mal se distinguem por entre o verde de um jardim de legumes e palmeiras” – escreve Mateus Brandão numa das suas crónicas no blog “De Cabo a Cabo”. São muitas as histórias que este arquitecto, original de Santa Maria da Feira, tem para contar, a começar pela primeira viagem de todas, ainda bebé. “Costumo dizer que se calhar o gosto pelas viagens vem do facto de os meus pais, tinha “De Cabo a Cabo” eu apenas 15 dias, me terem levado foi a maior viagem de comboio até Lisboa” – conta. O certo é que, desde então, nunca que empreendeu mais parou e o comboio continuou Em 2011, inspirado pelo conceito “Long Way o meio de transDown”, Mateus porte de eleição. Brandão aven“O comboio é turou-se, com um meio de apenas 29 anos, transporte difeMateus Brandão naquela que virente, tem um recomenda países ria a ser “a maior romantismo que viagem que emmais nenhum como Sudão, Marpreendeu até tem. Ainda hoje rocos, Tanzânia, hoje”: ligar por se acena ao via terrestre, e comboio, não se Noruega e até Etirecorrendo semacena a qualópia pre que possível quer outro meio ao comboio, o de transporte” ponto mais norte – diz Mateus da Europa ao Brandão. A paixão pelo comboio levou-o a mais sul de África. Nascia assim o percorrer todas as linhas do país, projecto “De Cabo a Cabo”, que o a fazer-se sócio da Associação levaria desde o Cabo Norte, na NoPortuguesa dos Amigos do Ca- ruega, ao Cabo Agulhas, na África do Sul, num tominho-de-Ferro tal de 20 países e a deslocar-se percorridos, três propositadacontinentes e 25 mente à Holan“As viagens têm mil quilómetros. da para ver uma “As viagens têm exposição de o condão de nos o condão de nos comboios reais. mudar. São uma mudar e é bom A partir daí, coque o consigam. meçou a apostar forma de aprenSão, de facto, cada vez mais dermos imensas uma forma de nas viagens. aprendermos coisas” Tr a n s i t o u d e imensas coisas” Sud-Express – descreve Mapor Espanha, teus Brandão. fez um InterRail É difícil escolher um país, mas o pelo Leste Europeu e correu Marrocos, sozinho, por três semanas. arquitecto elege o Sudão como um Mas mais do que ver lugares, era dos mais marcantes. “Foi o país

que mais gostei, com as pessoas mais simpáticas que encontrei até hoje, de uma generosidade enorme” – elogia. Mateus Brandão recomenda ainda países como Marrocos, Tanzânia, Noruega e até Etiópia, apesar de não ser fácil lidar com os etíopes. “Foi o país mais difícil, saí a pensar “nunca mais quero voltar”. Mas hoje as minhas histórias são todas da Etiópia, é um bocado irónico. É um país completamente diferente” – explica. Outros momentos complicados foram a travessia pelo Quénia, entre lutas tribais e a possibilidade de um ataque de rebeldes somali, e passar o primeiro Natal fora de casa, no Cairo. “O bacalhau e todo aquele ritual associado ao Natal cria uma saudade especial” – diz Mateus Brandão. Já o momento alto da viagem foi na Jordânia, quando não havia alojamentos e uma família local prontamente ofereceu a sua casa como albergue para o viajante. “Foi uma experiência incrível. Por dois dias, aquela família humilde deu-me tudo o que tinha. No fim, despediram-se de mim em lágrimas” – recorda Mateus Brandão. Para o arquitecto, ficar em casa de pessoas desconhecidas, ou mesmo pedir boleias, não é nada estranho. Estas práticas permitem-lhe não só a desejada aproximação às pessoas mas também garantir um espírito “low budget”, que lhe poupe algum dinheiro. Esta foi aliás a razão para estipular um gasto máximo de 20 cêntimos por quilómetro percorrido nesta grande viagem. “Primeiro o orçamento pessoal não permitia voos maiores. Depois é também uma forma de disciplina. E no fundo todas estas coisas ajudam a estar ainda mais em contacto com as pessoas” – diz o aventureiro, frisando que “não é preciso muito dinheiro para viajar”, ao contrário do que as pessoas pensam. E, ainda sobre ideias pré-concebidas, Mateus Brandão sublinha que “o mundo é um lugar seguro e as pessoas são,

na sua maioria, generosas”. “De Cabo a Cabo” deu, em Junho deste ano, origem ao livro “Destino: Sul”, que compila crónicas de Mateus Brandão sobre todo este trajecto. “O livro é uma consequência quase natural de tudo aquilo que eu ia escrevendo ao longo da viagem” – afirma.

A pé por Portugal com o irmão Mateus Brandão tinha acabado de regressar a casa, depois de sete meses a viajar, e um novo projecto

já começava a ganhar forma. O irmão Cristóvão acabara de tirar o Mestrado Integrado em Engenharia Química e ia começar a sua entrega de currículos, mas uma ideia melhor acabou por surgir. “Achamos que era bom juntar o útil ao agradável e ir à procura de emprego de uma forma mais activa” – conta o arquitecto. Reaproveitando o conceito “De Cabo a Cabo”, os dois irmãos partiram numa nova aventura, desta feita por território nacional. “O objectivo geográfico era unir os cinco pontos mais extremos do


Suplemento Especial | Integra a edição nº 5841 de 02 de Dezembro de 2013 | Não pode ser vendido separadamente

Um mundo encantado às portas da cidade 6.ª edição | muito maior | ainda melhor


02.DEZ.2013

Primeira coluna

Entrevista-relâmpago

Nota de abertura

Ultrapassar o número de visitantes da última edição é o grande objectivo da organização

Nos seus quase 120 anos de edição ininterrupta, o CORREIO DA FEIRA é um dos baluartes da imprensa portuguesa, destacandose como especial ênfase no plano da informação regional. Ao longo de mais de um século, o título nunca deixou de se mostrar atento e corresponder às solicitações e desafios por que se caracteriza o exercício da Informação, em todos os sentidos. Em coerência, cabe agora a explanação de um olhar atento e objectivo sobre aspectos sectoriais da vida social, cultural e económicos emergentes na (e da) comunidade, princípio em que se insere a edição deste Suplemento Especial, dedicado a uma das maiores realizações sócio-culturais que ocorrem entre o Douro e o Tejo e que o concelho de Santa Maria da Feira alberga com indisfarçável orgulho. Necessariamente, trata-se de um trabalho de temática dedicada, definido com o objectivo corresponder à interpretação noticiosa do evento, ainda que de índole institucional. No entanto, assume-se aqui, e também, a quota-parte de responsabilidade que cabe a um órgão de informação como o Correio da Feira, num momento em que urge contribuir para a potenciação de um evento com reflexos económicos e sociais assinaláveis na vida da nossa comunidade. Fica, assim, o nosso testemunho…

Ficha Técnica: Título: “Terra dos Sonhos” (parte integrante da Edição nº 5841 do semanário “Correio da Feira” Produção: “Trazer Notícias, Lda.” - Deptº. Projectos de Informação Especial Direcção: Orlando Macedo Equipa: Albino Santos, André Costa, Luís Guimarães e Pedro Almeida. Colaboração especial: Vânia Costa. Nota: No tratamento redactorial dos conteúdos deste Suplemento, observou-se a adopção indiscriminada das antiga e nova ortografias da Língua Portuguesa.

Castelo é uma das principais novidades Em declarações ao Correio da Feira, Paulo Sérgio, administrador executivo da Feira Viva revelou esperar um ainda maior êxito para a edição deste ano da ‘Terra dos Sonhos’. “Se o tempo ajudar, as expectativas, são as de ultrapassar o máximo de 50 mil visitantes, que tivemos o ano passado. Mas para isso, precisamos de voltar a surpreender com novos conteúdos…”, diz. Entre as muitas novidades para 2013, a inclusão do Castelo de Santa Maria da Feira no projecto é um dos grandes, se não o maior, dos pontos de interesse. “Temos também um facto novo que é o Castelo fazer parte da Terra dos Sonhos. Uma das inovações passa por ter no Castelo a Branca de Neve” – reforça o responsável. “Temos mais de 300 horas de animações e 8 diversões que vão desde rampas de trenó, slide, a uma barraca minidisco. Temos o Porto dos Piratas, o Banzé e o Chinfrim e a Nora, Princesa Guerreira…” – acrescenta. Quanto ao espaço, Paulo Sérgio não tem dúvidas em afirmar que “está mais bonito

que nunca e mais amplo”, revelando ainda que este ano a organização se preocupou em “harmonizar ao máximo o local”.

250 mil euros Relativamente ao orçamento para esta sexta edição da ‘Terra dos Sonhos’, o administrador executivo da Feira Viva revela que não existem diferenças assinaláveis, comparativamente ao ano passado. “O orçamento é igual ao do ano anterior, ou seja, cerca de 250 mil euros. O evento é financiado pelo próprio projecto e se alcançarmos os 50 mil visitantes, conseguiremos o equilíbrio financeiro, juntando a receita da bilheteira com as

do aluguer de espaços e dos patrocínios”, garante. “Apesar do orçamento ter vindo a crescer ao longo dos anos, em termos de despesas, o valor das receitas também cresceu paralelamente, o que nos permite manter uma importante auto-sustentabilidade neste projecto. E esse sempre foi o novo grande objectivo”, sublinhou. Recorde-se que o valor orçamental da primeira edição, no ano de 2008,

rondava os 50 mil euros e o evento teve cerca de 30 mil visitantes... A trabalhar na produção deste evento estão cerca de 150 pessoas, a grande maioria das quais de forma voluntária mas remunerada. “São voluntários de algumas escolas do concelho e de fora dele, bem como profissionais ligados à Associação Terra dos Sonhos”, revelou Paulo Sérgio que falou ainda sobre a “Associação Terra dos

Sonhos”, cuja designação se tem prestado a alguma confusão. “Essa associação tem feito parceria connosco. Estiveram presentes em diferentes edições da Terras dos Sonhos e a Feira Viva disponibilizou bilhetes para ofereceram a quem entenderem”, conta Paulo Sérgio a propósito da relação institucional da Feira Viva, EM com aquela instituição de solidariedade sedeada em Lisboa. (ver mais, na pág.3).


03 Semana intensiva e com muito trabalho, mas tudo pronto a tempo

Tudo a postos!... Regra -geral, os prepara- multidisciplinar de sete elementos foram sempre superando os tivos para o arranque da que imprevistos de última hora, que ‘Terra dos Sonhos’ são acabam por acontecer normalmuito intensivos e nos mente, principalmente os ocasioúltimos dias acaba por nados por atrasos na receção dos materiais. haver sempre uma maior preocupação, para que não Organização diz que “tudo falhe nada... corre como planeado” Os imprevistos já são da praxe, mas quem trabalha há mais tempo na produção do grande evento, também está mais que habituado a lidar com isso. “Esta última semana tem sido muito intensiva, com muito trabalho, mas temos tudo pronto um dia antes do arranque, seguramente” – confidenciava uma das responsáveis pela Casa do Pai Natal no espaço da Lapónia, estrutura que se assume como um dos pontos de maior destaque na ‘Terra dos Sonhos’. Na montagem na Casa do Pai Natal, os elementos cenográficos e o “Covil dos Dragões” acabaram por ser os que deram mais dores de cabeça aos voluntários responsáveis pelo espaço, uma vez que aquelas construções tiveram de executadas no próprio local, ao contrário do que sucedeu com a grande maioria das estruturas presentes no evento, que foram construídas previamente em armazém. Quanto à decoração, a tarefa foi deixada para o fim e totalmente executada no local, variando em relação a anos anteriores. Na concretização da Casa do Pai Natal, trabalhou uma equipa

De acordo com a Organização do evento, “a última semana correu muito bem e está tudo dentro do que é previsto”, com ensaios todos os dias, inclusive. Uma das grandes preocupações das equipas, passa pela adaptação das estruturas de cenário, uma vez que são cada vez de maiores dimensões, o que transmite uma força visual muito grande. Mas o desafio maior para a Organização, é evitar que os novos cenários entrem em colisão com o que já existia, de forma a não perturbar outros espaços. “Apesar da área ser assinalável, o espaço acaba por ser pequeno para os 3 espectáculos de grande formato, que estão alinhados, literalmente” – diz a Organização. Mas há outros aspetos que não podem ser descurados; e mesmo estando “tudo dentro do que é normal”, a Quinta do Castelo exige uma intervenção muito importante em termos de limpeza e reestruturação de caminhos e, para os responsáveis isso é complicado de se conseguir no tempo certo. “Estamos a falar de recursos humanos, técnicos e meios que nem sempre estão ao dispor naquele momento que nós queremos” – refere a Organização.

A outra Terra dos Sonhos É bem provável que em 2008, quando foram contactados pela Feira Viva por causa da utilização da denominação que agora também identifica o Parque Temático instalado na Quinta do Castelo - os responsáveis da Associação “Terra dos Sonhos” estivessem longe de prever que a exponenciação do certame feirense pudesse vir a pedir meças à notoriedade da sua IPSS. Fundada em 2007, a Associação Terra dos Sonhos tem sede em Lisboa e apresenta-se como Organização de Solidariedade Portuguesa, sem fins lucrativos, sendo conhecida do grande público pelas campanhas que tem direccionado

para a problemática de crianças e jovens diagnosticados com doenças crónicas e/ou em estado avançado de doença, bem como de crianças e jovens carenciadas e idosos. A principal actividade da associação visa exactamente a realização dos sonhos das pessoas que apoia, procurando potenciar mensagens de esperança, através da possibilidade de realização dos seus objectivos mais inspiradores, independentemente de circunstâncias, condicionamentos e limitações. E é nesse sentido que uma nota postada pela organização nas redes sociais, define claramente que “a superação da impossibilidade através da criação da possibilidade, é o resultado final pretendido”.

Afinidades Inquirido acerca do relacionamento entre a IPSS que dirige e a ‘Terra dos Sonhos’ feirense, Frederico Fezas Vital (FFV) disse-

nos ao telefone que, após a associação ter marcado presença nas duas primeiras edições, “os resultados não corresponderam às expectativas” não cobrindo sequer, os custos logísticos da representação. No entanto, agora e face ao crescimento exponencial do parque temático santamariano, FFV admite que está na hora de reatar o relacionamento institucional. “Vamos ter de falar outra vez. Poderemos pensar em estratégias para tirarmos proveito conjunto das nossas afinidades”, admitiu. Revelando que por via da denominação comum “começa a gerar-se alguma confusão entre as pessoas”, FFV admite que em 2015 já possa haver resultados visíveis, oriundos de futura cooperação institucional. “Até lá, é difícil poder adiantar-se algo, porque as ideias ainda não estão focadas nesse sentido”, justificou. Convidado a pronunciar-se acerca

da Feira Viva, Frederico Fezas Vital não se poupou: “No relacionamento da Feira Viva connosco, só

tenho a dizer bem… e a ‘Terra dos Sonhos tem sido uma iniciativa fantástica desde o início”.


02.DEZ.2013

TERRA dos SONHOS de A a Z

A

nimação – Seguindo um modelo originário do universo-disney, a animação é a mola-real da execução do projecto ‘Terra dos Sonhos’, no que toca à interacção com o público. Cuidado e criterioso, o programa cobre todas as sensibilidades, de miúdos a graúdos, na demanda da satisfação plena dos visitantes.

D

inâmica – À multiplicidade de espaços cénicos, corresponde o desempenho de mais de 150 personagens que por todo o espaço dão vida a “sketches” relacionados com cada cenário e respectivas personagens. Trata-se de um trabalho concebido especificamente para o evento, reflectindo toda uma complexidade de produção que envolve centenas de pessoas, a montante, dentre encenadores, aderecistas, carpinteiros, luminotécnicos e muitos outros, que não são visíveis na primeira linha das produções, mas indispensáveis ao êxito da iniciativa.

G

osto(s) – A utilização dos populares “likes” do Facebook, enquanto ferramenta de aferição de impacto social, acaba por revelar – neste caso – até que ponto a importância do evento segue em rota crescente. Na página oficial do evento naquela rede social, são já mais de 24.000 os “sonhadores” que testemunham o apreço que o evento lhes merece. Recomendam e partilham…

condições para que cada um dos pequenos visitantes assuma a qualidade de protagonista, em espaços criados para seu exclusivo desempenho. Práticas como escalada e slide, por exemplo, convidam à diversão participativa dos mais jovens.

L

ogística – A arte de organizar com pragmatismo, tem sido fundamental para a coordenação de pessoas, equipamentos e meios de produção, no âmbito global. A programação exige minúcia e o tempo de execução não deixa margem para falhas; mas a experiência vai ditando leis…

B

ilhetes – Com excepção no dia de abertura (4 euros para participar na “Chegada do Pai Natal”) o preço de acesso ao evento varia entre os 4 e os 6 euros, consoante as idades e particularidades dos visitantes (ver noutro local). Uma alternativa bastante vantajosa, é a de aquisição de pulseira válida para acesso permanente, pelo preço de 10 euros, a partir de hoje, segunda-feira. A entrada é livre para crianças até dois anos de idade.

E

scolas – Os escalões infantis da comunidade escolar, constituem um campo fértil e inesgotável de oportunidades para inculcar o espírito da ‘Terra dos Sonhos’; mas a organização não tem querido limitar-se aos aspectos divulgativos e, de ano para ano, é cada vez mais notório a preocupação em proporcionar à comunidade infantil a oportunidade de participar activamente, com iniciativas canalizadas através do pelouro de Educação da Câmara Municipal da Feira.

H

omónimo – A “Associação Terra dos Sonhos” é uma organização de Solidariedade, com sede em Lisboa, que nada tem a ver com o evento, para além da homonímia e de uma colaboração que se quedou pelas primeiras duas edições, mas promete mais para o futuro (mais informação noutro local)

M

arca – De ano para ano, a marca ‘Terra dos Sonhos’ vai consolidando espaço, importância e, sobretudo, valor, no restrito universo dos parques temáticos nacionais. E um dos sinais mais visíveis, é o conjunto de parcerias institucionais que de ano para ano se vão juntando à imagem do evento.

C

astelo – Ícone maior das Terras da Feira, o Castelo assume este ano um lugar de destaque na área em que se desenrola o evento. É de saudar, quer pelas mais-valias que proporciona à organização e aos visitantes, quer pelo acrescenta ao imaginário. Crianças – Se, porventura, alguém haja que esqueça a voz do poeta, ou lhe queira negar a convicção de que o ‘melhor do mundo, são as crianças’, que venha à ‘Terra dos Sonhos’ e constate. Mas veja também a multidão de adultos que, não resistindo ao apelo do ambiente, ali volta à meninice. Basta passar-se o pórtico de entrada… e a magia acontece.

I

F

amílias – Um dos aspectos mais gratificantes, centra-se na forma como as Famílias se organizam para levar os mais novos à ‘Terra dos Sonhos’. O comportamento-tipo mostra que os grupos familiares vivem e fruem em conjunto as diversas actividades, num ambiente salutar e contagiante.

maginação – Impossível, seria projectar um evento como a ´Terra dos Sonhos’, sem um sobredose de imaginação. Cada área temática, cada actividade, cada animação, cada cenário, foram iniludivelmente concebidos por gente que, na hora de aforrar as mangas, deixou aflorar o espírito imaginativo de braço-dado com reminiscências da sua própria infância…

J

ogos – Assumindo-se como um dos pilares da ´Terra dos Sonhos’, a vertente lúdica ganha contornos de importância especial, porquanto cria espaços e

N

eofilia – O gosto pela novidade, pelo inusitado, tem sido a molareal da ‘Terra dos Sonhos’. Sabedora de que o sucesso do evento, reside em boa parte na capacidade de se reinventar, a organização tem procurado acrescentar novidades aos Programas de todos os anos, com os bons resultados que se lhe reconhecem.


05

O

rganização – A Empresa Municipal Feira Viva, que promove a ‘Terra dos Sonhos’, tem vindo a apostar continuamente no crescimento do evento, não só em termos da sua área geográfica como da promoção. Trata-se de uma linha de actuação concordante com o modelo de gestão de outros eventos marcantes, realizados fora-de-portas em Santa Maria da Feira, como a “Viagem Medieval” e o “Imaginárius”, num claro aproveitamento do “know-how” acumulado nos últimos anos.

P

ai Natal – Aos poucos, a personagem bonacheirona importada do norte da Europa, com escala pela cultura norte-americana, foi ganhando terreno no permeável campo das áreas consumistas e quase obliterou o figura do prosaico “Menino Jesus”. Apesar da resistência dos defensores do Património Cultural Imaterial, o Pai Natal veio para ficar, ancorado nos parâmetros consumistas.

se de um espaço que merece (e deve) ser entendido como equipamento de valia sócio-cultural, com aptidões (muito) para além das meras ocupações sazonais, como esta que agora ocorre.

Q

uinta do Castelo – Praticamente enclavada na mancha urbana da cidade de Santa Maria da Feira, a Quinta do Castelo tem tudo para se constituir mais-valia e trunfo ambiental. Trata-

T

emáticas – Para a edição deste ano, foram criadas e/ou reformuladas 10 temáticas. Poucas vezes a relação entre a denominação de um evento e as características de um espaço físico terão conseguido coadunar-se de forma tão perfeita como no caso da ‘Terra dos Sonhos’; porque, na encosta sobranceira à cidade, paredes-meias com o Castelo, cenário e imaginário, rimam às milmaravilhas…

X

(a incógnita) – Com o crescimento exponencial que de ano para ano projecta o evento para níveis cada vez mais elevados, a verdadeira incógnita é… até onde poderá ir a ‘Terra dos Sonhos’? A fazer fé no processo evolutivo que se vem observando desde a edição inaugural (2008), o céu (não) é o limite…

R

eceituário – O cuidado posto na gestão de pormenores, pouco ou nada deixa ao acaso no que respeita à ‘Terra dos Sonhos’; daí que até a componente culinária marque presença no cardápio sonhador, com a disponibilização on-line de receitas de doces adequados à quadra e à imagem do evento.

Parcerias – Lançar mão de parcerias operacionais, é hoje em dia, um acto de gestão inteligente em que todos os parceiros ficam a ganhar. Ao caso, a ‘Terra dos Sonhos’ não constitui excepção, procurando tirar partido da grande exponenciabilidade que interessa a outros actores sócio-económicos. Pulseiras – A utilização de pulseiras identificativas, para acesso à ‘Terra dos Sonhos’, vem na esteira do que a “Feira Viva” já faz na Viagem Medieval. Trata-se de uma adaptação feliz de um meio de identificação vinculativo, profusamente utilizado em “resorts” turísticos e eventos musicais, desportivos e culturais desde há duas décadas. Sem surpresa, a pulseira acabou por ganhar honras de objecto coleccionável…

está no bom caminho...

S

onhos –A escrita cultural está cheia de alegorias relacionadas com o “sonho”. “(…) Sempre que um homem sonha / o mundo pula e avança” (…), cantava o nosso António Gedeão, na sua ‘Pedra Filosofal’. Mais pragmático, o carismático cantor Raúl Seixas (o verdadeiro pai da música moderna brasileira), assertava que ‘Um sonho, sonhado sozinho, é um sonho. Um sonho, sonhado junto, é realidade’; por sua vez, o romancista e ensaísta francês Marcel Proust, proclamava que ‘Se sonhar um pouco é perigoso, a solução não é sonhar menos e sim sonhar mais’. Ou seja… a ‘Terra dos Sonhos’

U

ltrapassagem – Ultrapassar, de ano para ano, o número de visitantes, tem sido o desiderato constante da organização do certame, que logo na primeira experiência, registou 30.000 visitantes. Desde 2008 o número de “sonhadores”tem crescido a ponto de em 2012 registar 50.000 entusiastas, apesar das condições atmosféricas adversas que no ano passado prejudicaram o evento durante alguns dias. Para este ano, a expectativa é moderada, mas a organização prevê igualar, no mínimo, os números da edição transacta.

??...

Z

ona Protegida – À excepção da ZEP (Zona Especial de Protecção) determinada para o Castelo de Santa Maria da Feira, enquanto Monumento Nacional, a magnífica encosta em que se insere a Quinta do Castelo não beneficia de protecção específica para além da classificação do espaço em PDM. As espécies arbóreas, os trajectos e estruturas ornamentais (com o lago em destaque) e a própria traça do Palacete em que tem funcionado o Infantário, têm todas as condições para acolher um projecto de classificação patrimonial, de interesse municipal.

V

alor orçamental – Em apenas seis anos, o valor orçamental da ‘Terra dos Sonhos’, registou uma subida de cerca de 500%! Dos 50 mil euros investidos na primeira edição, até aos 250 mil orçamentados para este ano, espelhase porém, um percurso cumprido sempre em crescendo, em todos os aspectos. Dos conteúdos aos espaços afectados à realização do evento, em cada edição, vai um salto qualitativo inquestionável. A organização fala em sustentabilidade financeira, objectivada em 50.000 entradas (tal como na edição anterior) no aluguer de espaços, no merchandising e em patrocínios.

Ficha do evento

Terra dos Sonhos 2013 · Datas: 1 a 29 de Dezembro (Quarta a Domingo) · Horários: Quarta, Quinta e Sexta : 13H00 às 18H00 Sábado e domingo: 14H00 às 20H00 · Informações e marcações para grupos : Tlm.: 915 220 811 Telf: 256 330 900 (Dias Úteis das 9h00 às 18h00) Email: animacao@feiraviva.com · Contactos de Imprensa: 938 781 060

· Local: Quinta do Castelo - Santa Maria da Feira - Lotação limitada ao espaço; - Os percursos da ‘Terra dos Sonhos´não são aconselhá-

veis a pessoas com mobilidade reduzida; - Para visitantes de um dia, aconselha-se o planeamento da visita, por forma a seleccionar espectáculos e áreas que lhe permitam tirar o máximo partido da ‘Terra dos Sonhos´, atendendo ao número total de horas de animação e espectáculos em pontos fixos, mais percursos e animação circulante. · Horário da bilheteira, no local do evento (de quarta a domingo) - Quarta, quinta e sexta: das 11h00 às 18h00; - Sábado e Domingo: das 11h00 às 20h00.

· Preçário - 0 aos 2 anos: grátis (bilhete de acesso obrigatório no

local do evento) - 3 aos 12 anos : € 5 - 13 aos 64 anos: € 6 - Sénior ≥ 65 anos: € 5 - Grupos escolares: € 5/criança (oferta 2 bilhetes para acompanhante por cada 15 crianças) - Grupos a partir de 15 pessoas - € 5 (com marcação prévia de, no mínimo, 24h) - Utentes piscinas municipais: € 4 · Carta ao Pai Natal email: painatal@terradosonhos.com · Organização/Produção/Realização Feira Viva, Cultura e Desporto, E.M. Câmara Municipal de Santa Maria da Feira


02.DEZ.2013

Animação a rodos num evento de sonho

Para a edição deste ano, a organização propõe mais de 300 horas de animação, durante os 20 dias do evento. A realização requer o melhor do esforço de centenas de intervenientes, dentre eles mais de 150 que dão corpo e voz às personagens que durante um tempo mágico vão habitar e animar o espaço da Quinta e do próprio Castelo, num esforço notável de criação cenográfica com que a organização espera cativar – mais uma vez – dezenas de milhares de visitantes. Trata-se, pois, de levar a cabo uma produção deveras ambiciosa, tão vasta que dificilmente poderá ser abarcada num só dia pelos visitantes...

Como aceder aos sonhos Para os que querem evitar filas de espera em bilheteiras e entrar quantas vezes quiserem, a organização disponibiliza pulseiras de acesso directo pelo preço de Ð 10, nos seguintes postos de venda: Continente de Santa Maria da Feira | Hotel dos Lóios | Suil Park | Livraria Leya (Aveiro) | WR Hotel (S. João da Madeira) | Hotel Nova Cruz | Hotel Pedra Bela | Olmar (S. João da Madeira) | Posto Turismo de Santa Maria da Feira | Lojas FNAC (será cobrado 10% adicionais, exceto aos portadores de cartão fnac) | Feira Viva, cultura e desporto e.m. (pulseira e bilhetes diários) | Piscinas Municipais Santa Maria da Feira Preços de Bilheteira: ver, adiante

Os recordes são para bater…

Depois de cinco edições sempre a ver crescer o número de visitantes, é grande a expectativa para este ano. Apesar do clima de crise económica que continua a assolar o país e as famílias, a organização espera que a introdução do Castelo no espaço do evento acabe por ser um factor decisivo para se ultrapassar, já este ano, a meia-centena de milhar de visitantes. No ano passado, nos 16 dias de evento naquele que é o maior Parque Temático de Natal em Portugal, os visitantes chegaram esmagadoramente de todo o país, mas também já se ouviu falar castelhano. Entretanto, é bem provável que a cada vez maior exposição mediática e o simples “passa-palavra” (bem expresso nos testemunhos expressos na página do Facebook dinamizada pela organização) contribuam decisivamente para que este ano volte a subir o número de visitantes.

Branca de Neve no Castelo da Feira Branca de Neve no Castelo da Feira O vetusto Castelo de Santa Maria da Feira (Castelo da Feira) vai acolher a área temática mais importante da edição deste ano, albergando um projecto de características muito especiais denominado “Espelho, espelho meu…” Após cinco edições em que se espaiou pelo espaço da Quinta do Castelo, a ‘Terra dos Sonhos’ alarga a sua jurisdição ao Castelo da Feira, onde A Branca de Neve e os Sete Anões vão ser anfitriões, até quase ao final do ano. Para além da dinâmica inserta na temática do evento, trata-se de uma oportunidade de ver o Castelo com outros olhos, numa perspectivas absolutamente da habitual. A organização não esconde a enorme expectativa gerada pela inclusão do monumento, a que atribui papel de “principal novidade” no programa deste ano. O espaço de enorme potencial criativo, irá receber a realização 5 sessões diárias nos dias de semana e 6 ao fim de semana, de um espetáculo inserido no género “dança”, em que – ao jeito de representação animada e musicada – participam mais de 40 intervenientes. A aposta é forte, dado tratar-se de uma novidade, apesar de se inscrever na linha de espectáculos de grande formato, que a organização da ‘Terra dos Sonhos’ vem oferecendo, ano após. Determinante será o espaço mágico e marcante que o Castelo da Feira proporciona a visitantes… e participantes.

Outros desafios No dia de S. Martinho, várias Escolas, por todo o País foram a desafiadas a produzir conteúdos, sob o mote “A Tua Terra dos Sonhos”. A iniciativa da Feira Viva, que foi veiculada através do pelouro da Educação, Desporto e Juventude da Câmara da Feira, propôs que temática fosse relacionada com o evento que arrancou ontem na Quinta do Castelo e persegue confessadamente o envolvimento de comunidades escolares da faixa etária dos 3 aos 10 anos no espírito da ‘Terra dos Sonhos’. A ideia subjacente à promoção do evento junto do público natural, é a de acolher outras e experiências e saberes, através da promoção do espírito criativo dos convidados. Arte, Escrita, Fotografia e Vídeo são as categorias a concurso, que teve inscrições abertas até 29 de Novembro e contou com o apoio à divulgação da entidade Porto e Norte e da Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares (Região Norte). A organização anuncia os resultados até ao próximo dia 10.


07 “Montra de Sonhos” é oportunidade inclusiva Dentre as várias iniciativas-extra que a organização promove relacionadas com o evento a “Montra dos Sonhos”, acaba por ser uma das mais significativas, pela notória preocupação em envolver o tecido económico local. Nesse sentido, e pelo quarto ano consecutivo, a organização da ‘Terra dos Sonhos’ recebeu imagens das montras de estabelecimentos comerciais e de serviços, que - mais que candidatar-se ao galardão de “Montra de Sonhos 2013” - quiseram colaborar e inserir-se no espírito do certame. Trata-se de uma iniciativa que tem vindo a registar maior adesão, de ano para ano, havendo cada vez mais comerciantes, lojistas a deixar-se envolver e colaborar no espírito do evento, numa acção em que

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todos têm a ganhar. Há Sonhos em exibição e a concurso nas montras da cidade. A recolha de candidaturas decorreu até dia 20 de Novembro.

(eu) Gosto! À hora a que fechávamos esta edição, a página do Facebook da ‘Terra dos Sonhos’ registava 24.636 “likes”. Seja qual for o ângulo porque se pretenda encarar o facrto, trata-se de um testemunho espontâneo de aferição de impacto social, cujo significado tem de ser levado em conta, tanto mais que cerca de 8.500 pessoas fizeram questão de deixar mensagens e comentários. Pela forma intensa como o número de “gostantes” tem vindo a aumentar nos últimos dias, não será de surpreender que o popular símbolo do polegar-positivo venha a ser seleccionado em mais uns milhares de ocasiões, ainda este ano…


última

02.DEZ.2013

No dia em que o Pai Natal chegou à Feira...

...rumo à Quinta do Castelo...

...o povo saiu à rua...

para encher de sons e risos a Terra dos Sonhos.


Correio da Feira 02.DEZ.2013

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O diálogo da psicologia ou psicologia do leitor

Qualidade de Vida

país, começando no Cabo da Roca e descendo até ao Cabo de Santa Maria” – refere o viajante, acrescentando que o roteiro foi adaptado à localização das entidades que podiam oferecer algo ao irmão. Foram 11 semanas a pé por Portugal, recorrendo ao couchsurfing, a hostels ou à tenda de campismo para pernoitar. Mas não só. “Tivemos pessoas que pura e simplesmente nos escreveram a disponibilizarem-se para nos alojar, o que ainda foi melhor” – diz Mateus Brandão. Depois de uma viagem pelo mundo, as expectativas do arquitecto não eram muito altas, mas Portugal conseguiu surpreendê-lo. “As pessoas foram incríveis. Abriram-nos a porta para almoçar, para jantar, para dormir. Cruzavam-se connosco na rua e desejavamnos força. Eu comprovei a ideia de que de facto o importante é o caminho e não o destino. Não interessa se cruzamos 20 fronteiras ou se não cruzamos nenhuma, não é essa a essência da viagem, e este percurso por Portugal mostrou-me isso” – explica Mateus Brandão. O percurso pelas 30 localidades portuguesas, num total de 1200 quilómetros a pé, pretendia provar “a dedicação” de Cristóvão na procura de emprego. “Não é qualquer pessoa que se mete à estrada durante 11 semanas para entregar currículos de porta em porta” – realça Mateus Brandão. E o esforço deu frutos já que Cristóvão arranjou emprego em Sines, onde trabalha actualmente. “Curiosamente era o sítio para onde ele sempre quis ir trabalhar” – afirma o arquitecto.

Hoje Mateus Brandão já pode finalmente dizer que as viagens se tornaram, além de um grande passatempo, uma profissão. Conseguiu um lugar de guia especialista da agência Papa-Léguas e o sucesso é evidente. “A primeira viagem foi em Agosto, de comboio entre Berlim e Moscovo, e foi com lotação esgotada” – conta o arquitecto. A segunda edição é já agora na passagem de ano, num pacote de oito dias em que se poderá ver de perto as pinturas do Muro de Berlim, a Catedral de Santa Sofia, em Kiev, ou o Kremlin e Praça Vermelha, em Moscovo. “Esta é uma viagem à Europa do Bloco de Leste, ao lado de lá da Cortina de Ferro, às memórias sombrias da grande guerra, mas é também uma viagem a uma Europa em expansão” – pode ler-se no site da agência. Como projectos futuros, Mateus Brandão tem vários. Quer apostar novamente na escrita, com um potencial livro sobre o percurso a pé por Portugal, mas a sua maior ambição é fazer Portugal-Timor de bicicleta e comboio. Este é um projecto que já está a ser planeado para que, em 2015, possa ser levado adiante. “Pegando novamente neste conceito “De Cabo a Cabo”, queria ligar o ponto mais ocidental da Europa (Cabo da Roca), o mais ocidental da Ásia (Cabo Baba) e o mais a sul (Cabo Piai). O objectivo é fazer o abraço cultural e quase histórico entre Portugal e Timor” – adianta Mateus Brandão, sublinhando a importância destas jornadas. “As viagens são um prolongamento de mim mesmo. O meu objectivo é estar sempre na estrada” – remata.

Hoje em dia o conceito de Qualidade de Vida (QDV) tem vindo de forma insistente a ser trabalhado e colocado em prática duma forma transversal a toda uma comunidade. Esta situação é fulcral quando olhamos para um aumento da esperança média de vida ao longo das últimas quatro décadas o que por si só, permite termos diferentes formas de intervenção comunitária e de saúde. A Organização Mundial de Saúde define QDV como a «perceção do indivíduo sobre a sua posição na vida, dentro do contexto dos sistemas de cultura e valores nos quais está inserido e em relação aos

seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações» (Whoqol Group, 1994, p. 28). Neste sentido e apesar de a QDV ter um caráter objetivo marcadamente avaliativo e com indicadores psicossociais e clínicos bem presentes, é por demais evidente que a perceção mais subjetiva da QDV está intimamente ligada ao próprio indivíduo, à sua perceção de QDV, bem como, à sua capacidade de adaptação ou ajustamento a um conjunto de contextos em que ele se insere. Em muitas situações, está intimamente relacionada com a sua atual condição, ou seja, a presença de maior incapacidade e menor funcionamento que, na maioria dos casos, está intimamente ligada à presença de doença. Trata-se de um conceito alargado, influenciado de forma complexa pela saúde física, estado psicológico, nível de independência, relações

sociais, crenças pessoais e suas relações com características salientes do respetivo meio. De forma sucinta, poderse-á considerar que o conceito de QDV evoluiu do cuidado pessoal com a saúde e boa forma física, para se converter numa preocupação com a higiene e saúde pública, estender-se aos direitos humanos, laborais e dos cidadãos, à capacidade de acesso a bens materiais e finalmente converteu-se numa preocupação da vida quotidiana e social dos indivíduos, incluindo a sua saúde. Neste sentido, o conceito de QDV é um conceito multidimensional, com componentes objetivas e subjetivas, passíveis de serem avaliadas. Os fatores que influenciam a QDV têm sido agrupados em bem-estar físico, capacidade funcional, bemestar psicológico, bemestar espiritual/filosófico e capacidade financeira. Considera-se como um

conceito contínuo temporal e dinâmico, flutuando como resposta adaptativa às exigências percebidas pelo indivíduo, sejam internas ou externas, que ocorrem ao longo do tempo, englobando sempre os aspetos físico, mental e social, considerados numa coalescência sistémica que os torna independentes. Por isto tudo, importa que consigamos cada vez mais promover o ajustamento duma comunidade perante aquilo que poderá ser fundamental a uma melhor perceção de QDV. Esta depende em grande parte na maior adaptação a um conjunto diferente de contextos e de acessibilidades informativas, que promovam, por si só, a noção de que todos poderão, independentemente do maior grau de incapacidade poderem ter um funcionamento o mais capacitante possível. Nuno Barata, psicólogo clínico

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Correio da Feira 20.DEZ.2013

Santa Maria da Feira // Luís Alberto Higino herdou o negócio do pai

Loja Singer tem mais de 100 anos e ainda faz consertos das famosas máquinas de costura É proprietário de uma das lojas mais antigas da cidade e um dos poucos que ainda conserta máquinas de costura. Luís Alberto Higino herdou a Loja Singer, situada bem no centro histórico de Santa Maria da Feira, e há décadas que mantém a porta aberta. Começou nesta área desde muito novo, seguindo os passos do seu pai e, aos 10 anos de idade, já trabalhava ao seu lado, aprendendo a arte de gerir este negócio. “Comecei muito novo a acompanhar o meu pai. Enquanto os meus amigos iam brincar, eu ficava aqui a tomar conta da loja. Muitas vezes ficava porque o meu pai ia arranjar máquinas de costura a casa dos clientes” – conta Luís Alberto Higino. Para além de ficar muitas vezes na loja, o actual proprietário também começou desde muito cedo a acompanhar as deslocações do seu pai à residência dos clientes. “Acompanhava também o meu pai a casa de clientes. Lembrome que íamos de bicicleta divulgar os nossos produtos e até consertar máquinas de costura” – recorda. Luís Alberto Higino assegura que as máquinas de costura Singer eram muito procuradas, mas não esquece todos os outros produtos, como os electrodomésticos. “Temos dos mais diversos electrodomésticos, desde frigoríficos a máquinas de lavar e até televisões”. O proprietário refere que as vendas vão acontecendo, mas destaca a interferência das grandes superfícies comerciais no comércio local. “Neste momento, as coisas não estão muito famosas. Dá para os gastos, mas pouco mais. As pessoas procuram os grandes centros comerciais e nós, o pequeno comércio, saímos a perder” – diz. Ainda assim, a fidelização de clientes ao longo dos anos é um ponto a favor que Luís Alberto Higino não esconde. “Temos clientes que vêm de Ovar e S. João da Madeira de propósito para consertar as máquinas de costura. São clientes habituais que precisam das máquinas para

trabalhar e têm urgência no seu arranjo e temos que dar prioridade a essas pessoas” – assegura. “Ainda hoje faço deslocações a casa das pessoas para consertar máquinas que tenha vendido” – prossegue. Quanto aos electrodomésticos, a procura é cada vez mais escassa e mesmo em relação às famosas máquinas de costura Singer, as vendas já não são o que eram, uma vez que existem cada vez menos pessoas a fazer esse tipo de trabalhos em casa.

A Singer há 110 anos em Santa Maria da Feira Em 1851 o norte-americano Isaac Merrit Singer patenteou uma nova máquina de costura depois de algumas melhorias efectuadas por si nas máquinas já existentes. Cinco anos depois

foram produzidas em Nova Iorque as primeiras 2500 máquinas de costura Singer. Chegariam a Portugal ainda no século XIX, por volta do ano de 1890. No dia 6 Abril de 1901 o jornal “Correio da Feira” publicava um anúncio da Loja do Aferidor de José António de Oliveira & Filho, da Rua Direita na Vila da Feira, representante das máquinas de costura da Companhia Fabril Singer e no qual informava que na sua loja vendia também balanças, pesos, medidas e artigos de drogaria. Este José António de Oliveira era bisavô do actual proprietário da Loja Singer, Luís Alberto Higino de Oliveira e era representante da Singer desde o a 1895 na antiga Vila da Feira. Em Março de 1904, ainda o “Correio da Feira” publicava um anúncio de Domingos Higino de Oliveira, novo aferidor, avô do actual proprietário, com estabelecimento defronte do Convento, que vendia um pouco de tudo e também artigos para aferição e as máquinas de costura da Companhia Fabril Singer. Passando de geração em geração, a representação das máquinas de costura Singer passaria na década de 20 para o seu filho Alberto Higino de Oliveira, que foi agente durante longos anos e fixou a loja da Singer onde se situa o actual estabelecimento do filho e actual proprietário, que além de comerciante é técnico das máquinas de costura.

De salientar também que os cursos de bordados organizados pela Companhia Singer foram muito populares desde a década

de 20 até à década de 60 em Portugal e também por aqui em Santa Maria da Feira, onde se organizaram inúmeros cursos.


Correio da Feira 02.DEZ.2013

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Porquê Vacinar?! (Gatos) Segundo se diz “ o gato tem sete vidas “, no entanto se não houver os devidos cuidados arrisca se a que o seu amigo nem à “ segunda chegue “! Ao contrário do que acontece com os cães, os gatos são muitas vezes vistos como animais que não necessitam de vacinas por andarem dentro de casa. Este pensamento é errado os vírus não andam só na rua, os próprios donos podem ser propagadores de vírus simplesmente por andar na rua ou ter contacto com outros gatos, os vírus mais resistentes podem alojar-se na roupa e resistir durante vários meses. Quando o dono entra em casa e afaga o seu amigo, pode estar a transmitir lhe vírus que vieram do exterior. A forma mais frequente e fácil de transmissão é através do contacto entre gatos, e com estes amigos felinos peritos em fugas, nunca se sabe se algum, um dia não conseguira escapar para a rua e regressar com alguma doença.

Vacinação Gato Por volta das seis a oito semanas de vida, a imunidade que os gatinhos receberam da mãe por altura do nascimento e pela amamentação começa a desaparecer. Por isso é importante vacinar o gatinho com as vacinas essenciais, porque os vírus a que se destinam as principais vacinas são muito vulgares no meio ambiente, são perigosos, muitas vezes fatais A vacinação dos gatos deve ser iniciada às 6 - 8 semanas, mas cabe ao Médico Veterinário elaborar um plano de vacinação adequado ao animal. As doenças virais contra as quais o seu gato pode ser protegido são: a Coriza, a Panleucopénia, a Leucemia Felina (FeLV). A FeLV deve ser despistada antes da administração da vacina. Muitas vezes os veterinários optam por administrá-las mais tarde, geralmente duas semanas. Os gatos podem tomar as vacinas todas em conjunto, o que não representa algum perigo, mas poderá deixar o gato mais prostrado nos dias seguintes.

Doenças prevenidas por vacinação Coriza – Calicivirus felina, Rinotraquíte ou Herpesvírus felino A Coriza, mais conhecida

sãos. A manifestação desta doença inclui febre, letargia e falta de apetite. O vírus está presente nas secreções dos animais - saliva, urina e fezes - e é transmitido por contacto direto. A única forma de prevenção é a vacina e não existem formas de tratamento. A maioria dos gatos resiste apenas durante dois a três anos depois de ter sido infectado. Antes de dar a vacina ao gato, o veterinário deve testar se o animal não está infectado com esta doença, caso esteja, já não toma a vacina.

como a gripe dos gatos, é uma infeção no aparelho respiratório. Os sintomas de uma gripe nos gatos são semelhante aos de um humano engripado: os gatos infetados apresentam febre e corrimento ocular e nasal. Falta de apetite e apatia são também comuns. O vírus transmite-se através da saliva ou lágrimas, espirros ou tosse ou através da partilha de recipientes de água e comida entre gatos. As doenças do foro respiratório podem ser relativamente fáceis de tratar. Se não tratadas podem dar origem a uma pneumonia ou até cegueira.

Panleucopenia – Gastroenterite O Tifo felino é uma doença viral, muito parecido com a parvovirose canina. É especialmente preocupante em gatos com menos de um ano, nos quais a doença é frequente. O vírus é altamente resistente e é transmitido via aérea ou contacto direto com fezes de um animal infetado. Os sintomas mais frequentes são perda de apetite, diarreia, corrimento, letargia, vómitos, febre, entre outros. O animal pode ficar desidratado e se não for tratada pode levar à morte. Se acompanhada pelo veterinário a tempo, desde cedo, a infeção pode ser curada com recurso a medi-

camentos orais.

Leucemia (FeLV) A leucose felina é provocada por um vírus e é a doença mais mortal nos gatos. Este vírus provoca tumores malignos e/ou enfraquece o sistema imunitário dos gatos. Os animais infetados podem não evidenciar sintomas durante dois anos, o que quer dizer que os gatos com FeLV podem aparentar ser saudáveis durante muito tempo e contaminar nesse período gatos

Condições para vacinação Deve apenas vacinar o seu gato quando ele se apresente em perfeitas condições de saúde, sendo preferível que se encontre desparasitado. É de extrema importância proceder se ao um exame veterinário antes da administração de qualquer vacina (consulta vacinal).

Os efeitos colaterais ou secundários Regra geral, os efeitos sentidos após uma vacinação

são nulos ou ligeiros. Podem representar falta de energia e falta de apetite durante um ou dois dias após a vacina. No entanto, podem acontecer efeitos mais graves em casos raros, sendo que alguns gatos podem apresentar uma reacção alérgica grave. Normalmente, esta reacção alérgica acontece de imediato, ainda no consultório do veterinário, pelo que pode ser tratada imediatamente. Deve manter vigilância do seu gato durante 48 horas após a vacinação e estar atento a sintomas como febre, vómitos e respiração ofegante, devendo procurar assistência imediata do veterinário caso observe qualquer uma destas situações. Não facilite, vacine! Vacinar é essencial para prevenir doenças infecto-contagiosas, e manter o seu amigo saudável. É um processo simples e pode poupar muitas idas ao veterinário, e a vida do seu amigo. Consulte o seu Centro Médico-veterinário. Boas Festas da equipa do HVT e não se esqueça de lembrar o “Pai Natal” do seu amigo patudo.

Dica do Enfermeiro André

“Brrr… que frio”

Temos tendência a assumir que os cães lidam bem com as temperaturas baixas por serem cobertos de pêlo. Mas na verdade, os cães também têm frio e apesar de o pêlo oferecer alguma protecção, em muitos casos isso não é suficiente. Algumas dicas • Comprar agasalhos para animais de pêlo raso. Certifique-

se que os agasalhos têm uma “gola subida”, que protegem a barriga e que chegam até ao topo da cauda. • Os cachorros são mais sensíveis ao frio – temperaturas baixas podem tornar mais complexa a tarefa de educar o cão a fazer as necessidades na rua. Em vez disso, pode dedicar-se, numa primeira fase, a ensiná-lo a fazer no jornal. • Os cães no exterior podem necessitar de uma maior dose de alimentos para se manterem quentes. Fale com o veterinário, antes de fazer alterações. • Não deixe um cachorro no exterior no Inverno – Ao contrário

dos cães adultos, os cachorros têm maior dificuldade em manterem a temperatura do corpo. • Uma casota – Deve ser suficientemente grande para que o cão consiga virar-se sobre si e manter-se em pé dentro da casota, mas não maior do que isso. Nas casotas demasiado grandes, o calor dispersa-se. A casota deve ser colocada sobre um estrado para evitar que a água da chuva entre, e em sítios abrigados longe de correntes de ar. Festas Felizes e cuidado com as guloseimas !! Enfermeiro Veterinário, Hospital Veterinário das Travessas


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Correio da Feira 02.DEZ.2013

Académico da Feira derrotado em Espinho

Feirense perdeu na recepção ao Boavista

O Académico da Feira foi ao reduto do Ac. Espinho perder por 7-3 num jogo bastante equilibrado.

Turma de Nuno Santos foi derrotada pelo Boavista mas continua na liderança da prova.

Hóquei Patins

Futebol

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2.ª Liga // Golo de Tonel dá primeira vitória fora de portas

Campeonato Nacional de Seniores // São João Ver vence em Viseu e segue destacado

CD Feirense de volta às vitórias

Lusitânia de Lourosa regressa aos triunfos com goleada em Cinfães (0-4)

O Feirense foi ao reduto do Trofense alcançar a primeira vitória longe do Marcolino de Castro e somar três importantíssimos pontos. Depois dos empates das últimas jornadas a turma de Pedro Miguel logrou um triunfo merecido num campo que traz boas memórias, sendo esta a 3 vitória nos últimos 4 encontros disputados na Trofa. Começou atribulada esta visita ao lanterna vermelha, uma vez que o capitão Jorge Gonçalves ressentiu-se de uma lesão e não fez parte dos 18 escolhidos pelo técnico, ficando a ver a partida da bancada. Foi uma primeira parte equilibrada com lances de perigo escassos, Estádio Clube Desportivo Trofense

vs 0

1

Árbitro: Rui Costa Trofense: Diogo Freire, Tiago Mesquita, Márcio, Matheus (Preciado, 71), Mateus Fonseca (Viafára, 55), Dennis, Hélder Sousa, Inocêncio, Tiago, Rateira, Padilla T: Porfírio Amorim Feirense: Paiva, Zé Pedro, Ícaro, Tonel, Diogo, Sténio, Cris, Tiago Jogo (João Ricardo, 89), Valente (Carvalho, 90+3), Xavier (Chapinha, 80), Porcellis T: Pedro Miguel Amarelos: Sténio (38), Tonel (45), Márcio (59), Ícaro (66), Hélder Sousa (75) Golos: Tonel (60)

mas divididos, no entanto foi mais feliz o Feirense que através de uma bola parada chegou ao triunfo por intermédio de Tonel no decorrer do segunto tempo. LIGA 2 CABOVISÃO Resultados - 18.ª Jornada Portimonense 2 1 União Madeira Santa Clara 0 1 Tondela Trofense 0 1 Feirense Desportivo Aves 0 2 Chaves Leixões 0 0 Académ. Viseu Atlético CP 0 2 Farense Beira-Mar 1 0 Oliveirense Penafiel 0 2 Sp. Covilhã Sporting B 2 0 Marítimo B

Sp. Braga B 0 0 Moreirense Benfica B 3 1 F. C. Porto B Classificação J V E D F - C Portimonense 18 11 3 4 28 - 19 Sporting B 18 10 2 6 28 - 24 Moreirense 17 9 5 3 31 - 13 Tondela 18 9 5 4 28 - 20 F. C. Porto B 18 9 4 523 - 18 Sp. Covilhã 18 9 3 6 23 - 19 Penafiel 17 8 6 3 15 - 8 Benfica B 18 7 7 4 39 - 27 Marítimo B 18 8 3 7 16 - 16 Desp. Aves 18 7 5 6 17 - 14 Leixões 18 7 5 6 20 - 20 Farense 18 6 7 519 - 13 Chaves 18 7 4 7 19 - 27 Beira-Mar 18 6 6 6 20 - 19 União Madeira 18 6 4 8 24 - 22 Sp. Braga B 18 6 3 9 20 - 26 Feirense 18 3 8 7 13 - 23 Acad. Viseu 18 4 5 9 14 - 19

P 36 32 32 32 31 30 30 28 27 26 26 25 25 24 22 21 17 17

Atlético CP 18 4 4 10 11 - 25 16 Oliveirense 18 4 4 10 25 - 40 16 Santa Clara 18 4 2 12 14 - 22 14 Trofense 18 2 7 9 14 - 27 13 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Farense - Benfica B Académico de Viseu - Portimonense Moreirense - Santa Clara Oliveirense - Trofense Sp. Covilhã - Desportivo das Aves Tondela - Leixões Feirense - Atlético CP União da Madeira - Beira-Mar Chaves - Penafiel F. C. Porto B - Sporting B Marítimo B - Sp. Braga B

Foi um fim de semana muito positivo para as equipas do concelho no campeonato nacional de seniores, com dois triunfos fora de portas. O Lourosa foi ao terreno do Cinfães conquistar uma vitória importantíssima, goleando os locais por claros 0-4. A turma de Martelinho não ganhava há mais de um mês e com estes três pontos voltou a subir alguns lugares na tabela, ultrapassando mesmo o seu adversário desta ronda. Quanto ao jogo, a sorte esteve do lado da formação feirense que chegou ao primeiro golo um pouco contra a corrente da partida, na sequência de um livre, com Batista a aparecer bem e a bater Rui Nibra pela primeira vez. Sentiu o golo a turma de João Manuel Pinto e o resultado não se alterou até ao

São João Ver segue imparável na liderança O São João de Ver foi a Viseu bater o Lusitano por 0-2, aproveitando a derrota do Bustelo em Espinho para alargar a vantagem para o segundo classificado. No Estádio dos Trambelos as-

Estádio Municipal Professor Cerveira Pinto

Estádio dos Trambelos

vs

vs

0

4

Árbitro: Luís Máximo

0

Lourosa: Hugo, Bino, Andrezinho, Lima (João Paulo, 69), Mauro (Rui Jorge, 89), Inverno (Hugo, 79), Vítor Fonseca, António, Sanguedo, Batista, Moisés T: Martelinho Amarelos: Lima (8), Ismael (23 e 77), Miguel Moreira, 45, Vieirinha (61) Vermelho: Ismael (77) Golos: Batista (25), Mauro (47 e 90+2), Moisés (84)

Lusitano FCV: Nuno Oliveira, Marco Almeida, Madeira, Álvaro, Marcel, Papi (David Nunez, 67), Belo, Hugo (Luís Almeida, 75), Joni (Rafa, 87), Costa, João Paulo T: Rui Cordeiro São João Ver: Saul, Márcio, Cancela, João Correia, Rúben Gomes (Vitinha, 87), Fredy, Américo (Rui Lopes, 83), Vítor Hugo, Machadinho, Rui Silva, Júlio (Quim Pedro, 89) T: Francisco Batista Amarelos: Cancela (13), Costa (38 e 87), Álvaro (43), Fredy (44), Joni (75), Márcio (80), Rui Silva (80) Vermelhos: Madeira (82), Costa (87) Golos: Rúben Gomes (61), Macha-

dinho (68)

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sistiu-se a uma primeira parte dividida sem grandes ocasiões junto das duas balizas e o nulo ao intervalo acabava por ser o resultado mais justo. No segundo tempo entrou mais decidida a equipa sanjoanense que chegou ao golo aos 61 minutos por Rúben Gomes após assistência de Machadinho. O golo atingiu forte a formação da casa que não conseguiu reagir e aproveitou bem o São João de Ver para ampliar a vantagem, desta feita por Machadinho, carimbando o resultado final em 0-2 favorável aos homens de Francisco Batista que segue imparável na liderança do campeonato.

CAMPEONATO NACIONAL SENIORES - Série D

Resultados - 11.ª Jornada Sp. Espinho 2 1 Bustelo Lusitano FCV 0 2 S. João de Ver Estarreja 1 1 AD Grijó Anadia 2 1 Cesarense Cinfães 1 4 Lusit. Lourosa Classificação J V E D F - C P S. J. de Ver 11 7 2 2 20 - 13 23 Anadia 11 4 5 2 22 - 21 17 L. Lourosa 11 4 4 3 12 - 9 16 Bustelo 11 3 6 2 13 - 9 15 Cinfães 11 3 5 3 12 - 12 14 Lusitano FCV 11 3 5 3 16 - 20 14 Cesarense 11 2 5 4 13 - 15 11 Sp. Espinho 11 2 5 4 9 - 12 11 AD Grijó 11 1 7 3 15 - 17 10 Estarreja 11 2 4 5 14 - 18 10 Próxima Jornada - 08 de Dezembro São João de Ver - Bustelo, 15h AD Grijó - Lusitano FCV Cesarense - Estarreja Lusitânia de Lourosa - Anadia, 15h Cinfães - Sp. Espinho

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2

Árbitro: Duarte Oliveira

Cinfães: Rui Nibra, Eduardo, Luís Carvalho, Faneca (B. Teixeira, 48), Hélio, Miguel Moreira, Ismael, Clodoaldo (Gomes, 58), Vítor Hugo (Ruizinho, 58), Joel, Vieirinha T: João Manuel Pinto

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intervalo. A segunda parte começou logo com o segundo tento do Lourosa por intermédio de Mauro que deixou o Cinfães sem reacção e a partir desse momento só se viu a turma lourosense em campo. Já com mais um homem em campo, os comandados de Martelinho chegaram ainda ao terceiro e quarto golos, por Moisés e com Mauro a bisar para lá do minuto 90, fixando o 0-4 final.

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Correio da Feira 02.DEZ.2013

Juniores A // Penalti e expulsão de Pedro Santos acabaram com o jogo

Juniores B // Feirense deu 40 minutos de avanço

“Fogaceiros” derrotados em casa pelo Rio Ave

Feirense perde pela primeira vez no campeonato Boavista foi mais forte ao longo de grande parte do encontro e aproveitou alguns erros defensivos dos fogaceiros. Primeiro golo axadrezado surge de uma falta inexistente e penalti deixa dúvidas. O Feirense perdeu pela primeira vez no campeonato na recepção ao Boavista, que aproveitou para encurtar a diferença na frente da tabela entre as duas equipas para apenas um ponto. Entrou melhor a formação forasteira que, apesar da má primeira parte em termos qualitativos, foi quem esteve sempre mais perto da baliza contrária. Ainda assim os pupilos de Nuno Santos dispuseram de uma bela oportunidade de golo através de um livre directo apontado por Yorn, com o guardião André a desviar para canto. Na segunda parte as coisas foram diferentes, com a qualidade de jogo a subir de parte a parte e os golos a surgirem. Marcou primeiro o Boavista de livre directo, após falta inexistente de Pedro Santos, superiormente batido por Miguel. Reagiu bem o Feirense à desvantagem, chegando 5 minutos depois ao empate por intermédio de Renato na sequência de um canto apontado por Yorn. As coisas estavam equilibradas até que um erro defensivo dos azuis permitiu a Rodrigo recolocar os axadrezados na frente. Quando o Feirense procurava a igualdade, um lance duvidoso na área dos fogaceiros deu grande penalidade cometida por Pedro Santos que viu o segundo amarelo e foi expulso. Na conversão do castigo maximo Samu não perdoou e fez o resultado final.

Juniores C

Goleada na recepção ao Ac. Viseu O Feirense recebeu e despachou o Ac. Viseu por esclarecedores 5-0, mantendo a diferença para o segundo classificado. Apesar do resultado pesado, até foram os forasteiros a criar o primeiro lance de perigo ao atirar uma bola à barra nos instantes iniciais. A partir daí só deu Feirense e ao intervalo registava-se o placar de 2-0 a favor dos da casa. Os pupilos de Pedro Alves continuaram com a mesma toada no segundo tempo e logo no arranque chegaram ao 3-0. Até final ainda apareceram mais dois golos a favor dos fogaceiros que carimbaram o resultado final em 5-0 favorável aos jovens de Santa Maria da Feira.

Entraram melhor os vilacondenses que dominaram por completo a primeira parte e aos 4 minutos já venciam por 0-1. Até ao descanso os forasteiros ainda fizeram mais dois golos, chegando ao intervalo a vencer por claros 0-3. Reagiu bem a turma de Tiago Oliveira que reduziu para 2-3 quando faltavam cerca de 25 minutos para o

final, mas a expulsão muito forçada de Alex aos 70 minutos por duplo amarelo acabou por complicar a tarefa do Feirense em chegar ao empate. Quem aproveitou foi o Rio Ave para conservar a vantagem e, já sobre o cair do pano, Sala acabou por fechar o placar no 2-4 final, que castiga em demasia uma boa reacção dos azuis.

Complexo Desportivo do Feirense

NACIONAL DE JUVENIS - Série B

FEIRENSE RIO AVE

2 4

Árbitro: Ricardo Coimbra (Braga) Feirense: Lino, Ribeiro, Sousa, Alex, Leandro Almeida, João Santos (Igor, 40), Diogo Almeida (Henrique, 40), Marcelo, Luís, Leandro Ribeiro T: Tiago Oliveira

NACIONAL DE JUNIORES II DIVISÃO - Série B

Complexo Desportivo Feirense

vs 1

3

Árbitro: Rui Oliveira (Porto) Feirense: Nuno, Mica, Pedro Santos, Joca, Renato, João Santos, Ratinho, Vieirinha (Duarte, 45), Manú, Yorn (Yevhen, 70), Vasco (Miguel, 70) T: Nuno Santos Boavista: André, Manú (Cardoso, 70), João Ramos, Marc, Bruninho, Gouveia, Luís, Samu (Léo, 70), Nuno (Wei, 78), Miguel, Rodrigo T: Abíio Novais Amarelos: Mica (34), Marc (39), Manú (51), Pedro Santos (59 e 78), Miguel (63), Bruninho (64), Léo (75), Gouveia (79) Vermelho: Pedro Santos (78) Golos: Miguel (60), Renato (65), Rodrigo (70), Samu (78)

NACIONAL DE INICIADOS - Série C

Resultados - 14.ª Jornada Taboeira 3 4 AD Sanjoanense Repesenses 1 0 O Crasto Oliveirense 2 0 Gondomar Feirense 5 0 Académico Viseu Lusitano FCV 1 1 Avanca Classificação J V E D F - C P Feirense 14 13 1 0 38 - 6 40 Oliveirense 14 11 1 2 29 - 8 34 Gondomar 14 9 2 3 21 - 13 29 Sanjoanense 14 8 2 4 27 - 14 26 Repesenses 14 6 2 6 18 - 14 20 Taboeira 14 5 1 8 21 - 30 16 Avanca 14 4 2 8 19 - 23 14 Acad. Viseu 14 3 2 9 13 - 24 11 Lusitano FCV 14 2 3 9 11 - 25 9 O Crasto 14 0 2 12 9 - 49 2 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Avanca - Taboeira AD Sanjoanense - Repesenses O Crasto - Oliveirense Gondomar -Feirense, 11h Académico de Viseu - Lusitano FCV

Resultados - 11.ª Jornada Feirense 1 3 Boavista Penafiel 0 0 Salgueiros Sp. Espinho 2 0 Mesão Frio Torre Moncorvo 3 5 Padroense AD Sanjoanense 0 0 Canidelo Classificação J V E D F - C P Feirense 11 9 1 1 26 - 12 28 Boavista 11 9 0 2 38 - 6 27 Mesão Frio 10 6 1 3 19 - 17 19 Sp. Espinho 11 5 2 4 18 - 17 17 Padroense 11 4 2 5 21 - 19 14 Canidelo 11 4 2 5 23 - 23 14 Sanjoanense 11 4 1 6 24 - 20 13 Penafiel 11 3 3 5 21 - 25 12 Salgueiros 10 2 3 5 18 - 21 9 T. Moncorvo 11 0 1 10 8 - 56 1 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Salgueiros - Boavista Mesão Frio- Penafiel Padroense - Sp. Espinho Canidelo - Torre Moncorvo AD Sanjoanense - Feirense, 15h Complexo Desportivo do Feirense

FEIRENSE AC. VISEU

15

5 0

Árbitro: Tiago Mendes (Braga) Feirense: Roberto, Vareiro, Rafa, Joel, Padinha, Leandro Santos, Francisco (Vasco, 56), Caetano (João Santos, 35), Rúben (Bruno Oliveira, 35), Afonso (Portal, 50), Carlos Pinto (Nuno Rocha, 35) T: Pedro Alves

Ac. Viseu: Tadeu, Filipe, Cláudio (Lucas, 64), Costa, Léo, Ângelo, Miguel Silva (Rui Henrique, 35), Bernardo, Pipo (Miguel Oliveira, 50), Caiado, Tiago Mendes T: Carlos Ferreira

Amarelos: Nada a assinalar.

Golos: Francisco (20), Rúben (32), Bruno Oliveira (39), Joel (56), João Santos (66)

Rio Ave: João Machado, Óscar, Letras, Rodrigo, Tiago André, Ricardo Silva (André Barreto, 80), Manuel Lopes, Vitó, Zé Miguel, Sala (Bernardo, 80+2), Ivan (Tiago, 67) T: Alfredo Lapa

Amarelos: Alex (20 e 70), Tiago (68) Vermelho: Alex (70)

Golos: Zé Miguel (4), Ivan (11), Vitó (30), Leandro Almeida (52), Marcelo (67), Sala (80)

Resultados - 13.ª Jornada Feirense 2 4 Rio Ave Leixões 1 1 Padroense F. C. Porto 3 0 Boavista AD Sanjoanense 5 2 Penafiel Varzim 3 2 Gondomar Classificação J V E D F - C P F. C. Porto 13 11 0 2 39 - 9 33 Rio Ave 13 8 2 3 21 - 11 26 Feirense 13 8 1 4 21 - 16 25 Boavista 13 6 2 5 20 - 22 20 Varzim 13 5 2 6 20 - 18 17 Penafiel 13 5 1 7 17 - 27 16 Sanjoanense 13 4 2 7 17 - 29 14 Padroense 13 3 3 7 15 - 21 12 Gondomar 13 3 2 8 18 - 25 11 Leixões 13 2 5 6 14 - 24 11 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Padroense - Rio Ave Boavista - Leixões Penafiel - F. C. Porto Gondomar - AD Sanjoanense Varzim - Feirense, 11h

Distritais // U. Lamas e P. Brandão empatam a zero

Jogo de loucos em Canedo termina com empate e dez golos Em jogo de loucos, o Canedo recebeu o Oliveira do Bairro numa partida que logrou dez golos, cinco para cada lado, sendo que para os locais marcaram Márcio, Bruno Joel, Álvaro e Fruta por duas ocasiões. O Milheiroense perdeu em casa com o Alba 0-2 equanto que o Soutense e o Fiães ficaram pelo nulo nas recepções ao Águeda e Sanjoanense, respectivamente. Na 2.ª Divisão, destaque para o dérbi feirense entre os dois

primeiros, União de Lamas e Paços de Brandão que terminou com um nulo, mantendo-se tudo na mesma no topo. O Lourosa B bateu em casa o Mansores por 4-1 com golos de Fabiano, João e um bis de Tiago. Já o Mosteirô recebeu e venceu o Romariz por 2-0, com Diogo Santos e Alemão a marcarem. O Caldas S. Jorge foi a Arouca bater o Mosteirô local por 0-2, com golos de Joel e pelo mesmo resultado o Argoncilhe foi vencer o Nogueirense.

I DIVISÃO DISTRITAL

II DIVISÃO DISTRITAL - Série A

Resultados - 10.ª Jornada Soutense 0 0 Águeda AC Famalicão 0 1 Avanca Fiães 0 0 AD Sanjoanense Canedo 5 5 Oliveira do Bairro Esmoriz 3 1 Valonguense Gafanha 1 1 Paivense Mourisquense 3 0 Carregosense Cucujães 3 1 Mealhada 0 2 Alba Milheiroense Classificação J V E D F - C P Gafanha 10 8 2 0 19 - 4 26 Oliv. Bairro 10 7 3 0 24 - 11 24 Sanjoanense 10 7 2 1 16 - 4 23 Esmoriz 10 7 1 2 15 - 8 22 Alba 9 6 2 1 14 - 5 20 Fiães 10 3 6 1 18 - 10 15 Águeda 10 4 2 4 13 - 13 14 Canedo 9 3 5 1 12 - 13 14 Avanca 10 3 3 4 18 - 19 12 Carregosense 10 3 3 4 8 - 12 12 Paivense 10 2 4 4 14 - 14 10 Mealhada 10 2 4 4 9 - 10 10 Cucujães 10 3 1 6 7- 15 10 Milheiroense 10 1 5 4 7 - 13 8 AC Famalicão 10 1 4 5 6 - 11 7 Soutense 10 1 3 6 5 - 17 6 Mourisquense 10 1 1 8 10 - 17 4 Valonguense 10 1 1 8 6 - 25 4 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Soutense - AC Famalicão Avanca - Fiães AD Sanjoanense - Canedo Oliveira do Bairro - Esmoriz Valonguense - Gafanha Paivense - Mourisquense Carregosense - Cucujães Mealhada - Milheiroense Águeda - Alba

Resultados - 9.ª Jornada Rio Meão 0 0 Alvarenga Lusit. Lourosa B 4 1 Mansores Mosteirô F. C. 2 0 Romariz F. C. União de Lamas 0 0 Paços Brandão S. Vic. Pereira 0 0 ADC Lobão Sanguedo 0 0 Macieirense Real Nogueirense 0 2 AD Argoncilhe ACRD Mosteirô 0 2 Caldas S. Jorge Classificação J V E D F - C P União Lamas 9 7 1 1 19 - 3 22 P. Brandão 9 5 4 0 20 - 4 19 Lourosa B 9 6 0 3 20 - 10 18 Macieirense 8 5 3 0 10 - 1 18 Mosteirô FC 9 5 2 2 18 - 11 17 Rio Meão 9 5 2 2 15 - 10 17 Mansores 9 5 1 3 23 - 15 16 ADC Lobão 9 4 3 2 8 - 8 15 Alvarenga 9 3 3 3 9 - 10 12 Argoncilhe 9 3 2 4 8 - 13 11 Sanguedo 9 2 3 4 6 - 10 9 C. S. Jorge 9 2 3 4 7 - 13 9 Romariz FC 9 2 0 7 7 - 19 6 ACRD Mosteirô 9 1 2 6 6 - 15 5 S. V. Pereira 9 1 1 7 10 - 22 4 Real Nogueir. 8 0 0 8 4 - 26 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Alvarenga - ACRD Mosteirô Mansores - Rio Meão Romariz F. C. - Lusitânia de Lourosa B Paços de Brandão - Mosteirô F. C. ADC Lobão - União de Lamas Macieirense - São Vicente Pereira Argoncilhe - Sanguedo Caldas S. Jorge - Real Nogueirense- 07/12


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Correio da Feira 02.DEZ.2013

1ª Divisão Distrital // ISPAB goleado em Águeda (9-1)

3.ª Divisão Nacional // Lamas segue na liderança

Opinião

Juv. Fiães perde diante do Futsal Azeméis

Feirense regressa aos triunfos em mais um jogo com muitos golos

Fazer mais pelos clubes

A turma de Joaquim Augusto voltou a vencer, desta feita no reduto do Gondomar. Apesar do triunfo o Feirense continua a sofrer muitos golos, o que já lhe valeu alguns dissabores no campeonato. O Lamas Futsal continua na lideIII DIVISÃO NACIONAL - Série B

A Juv. Fiães sofreu pesada derrota em casa com o Futsal Azeméis num grande jogo com o resultado incerto até ao último minuto, altura em que os visitantes fizeram 3 golos e terminaram com as aspirações dos fianenses. A outra equipa do concelho esteve irreconhecível em Águeda e sucumbiu diante do Arca por 9-1. I DIVISÃO DISTRITAL

Resultados - 9.ª Jornada CP Esgueira 7 5 AJ Angeja Juventude Fiães 2 6 Futsal Azeméis ARCA 9 1 AAA ISPAB Sp. Silvalde 2 4 ACD Urrô AD Casal 5 12 ADC Bairros D. Sanjoanense 2 5 Beira-Mar Saavedra Guedes 2 2 Clube Albergaria ADREP 3 0 Atómicos Classificação J V E D F - C P Fut. Azeméis 9 7 1 1 50 - 23 22 Beira-Mar 9 7 1 1 45 - 20 22 Bairros 9 6 2 1 49 - 24 20 Juvent. Fiães 8 5 2 1 36 - 20 17 Saavedra G. 9 4 4 1 43 - 30 16 ADREP 9 5 0 4 24 - 23 15 ACD Urrô 9 4 2 3 34 - 34 14 Sp. Silvalde 8 4 1 3 25 - 20 13 AAA ISPAB 9 4 0 5 33 - 44 12 Esgueira 9 3 2 4 33 - 32 11 D. Sanjoanen. 9 3 2 4 27 - 36 11 ARCA 8 3 0 5 25 - 25 9 AD Casal 9 3 0 6 38 - 65 9 C. Albergaria 9 2 1 6 31 - 36 7 Angeja 8 1 0 7 20 - 42 3 Atómicos 9 0 0 9 15 - 54 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro AJ Angeja - ADREP Futsal Azeméis - CP Esgueira AAA ISPAB - Juventude de Fiães, 18,30h ACD Urrô - ARCA - 08/12 ADC Bairros - Sp. Silvalde Beira-Mar - AD Casal Clube Albergaria - Dinamo Sanjoanense Atómicos - Saavedra Guedes - 08/12

Pavilhão Escola EB 2/3 de Lourosa

JUV. FIÃES FUTSAL AZEMÉIS

2 6

Juv. Fiães: Fábio, Paulo Russo (1), Bifes, Maritx, Bubu, Moisés (1), Artur, Carlos, Neto, Bruninho, Mix T: António Teixeira Futsal Azeméis: Ricardo, Hélder Ferreira, Joel (1), Paulo Azevedo (2), Hugo, João Silva, Rui Gomes, Lourenço, Almeida, R. Soares (3), André Silva, Fábio Sousa T: Marco Silva

Pavilhão da Arca

ARCA ISPAB

9 1

ARCA: Carlos, Alex Manaia (2), Castro, Carrinho (3), Fábio Silva, Cerveira (1), Fávean Lopes, Fumo (1), Reboxo, Beirão, Rémi Simões (2) T: Filipe Fonseca ISPAB: Vítor, Cancela, Serra, Fábio, Tiago, Ramalho, Bruno (1), Pedrinho, Igor, Nélson, Mesquita, Picareta T: Pedro Ribeiro

Jogo grande em Canedo deu vitória para o líder Ossela

II DIVISÃO DISTRITAL

Resultados - 6.ª Jornada Atlético do Luso 7 3 AD Travassô FC Barcouço 3 5 GD Carmo CRECUS 2 4 GD Gafanha CD Arrifanense 4 1 CAP Alquerubim GD Beira Ria 2 6 Branca Activa Juvent. Canedo 3 4 Ossela Folga ADC Lourizela Classificação J V E D F - C P Ossela 6 6 0 0 33 - 9 18 Gafanha 6 4 1 1 23 - 12 13 Arrifanense 5 4 0 1 22 - 11 12 Atlético Luso 6 3 2 1 20 - 16 11 Lourizela 5 3 1 1 19 - 12 10 Travassô 5 3 0 2 15 - 15 9 CRECUS 6 2 2 2 12 - 11 8 Juv. Canedo 5 2 1 2 24 - 12 7 Branca Activa 6 2 0 4 17 - 20 6 GD Carmo 5 1 2 2 13 - 15 5 CAP Alquerub. 6 0 2 4 4 - 18 2 Barcouço 6 0 1 5 11 - 34 1 Beira-Ria 5 0 0 5 4 - 32 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro ADC Lourizela - Atlético do Luso AD Travassô - FC Barcouço GD Carmo - CRECUS GD Gafanha - CD Arrifanense, 21h CAP Alquerubim - GD Beira Ria Branca Activa - Juventude de Canedo, Folga Ossela

Pavilhão da Escola EB 2,3 Arrifana

ARRIFANENSE ALQUERUBIM

4 1

Arrifanense: Bruno, B. Silva, Valter, Tiago, Micael (2), Marco Leite, Quirino (1), Pinho, André Castro (1), André Costa, Ramirez, Paulo Tavares T: Jorge Pereira Alquerubim: Bruno Neves, Laranjeira, Flávio, Bruno, Ricardo, André, Melo, Vítor Pereira (1), Diogo, José Oliveira, B. Santos T: Jorge Matos

Pavilhão Junta de Freguesia de Canedo

JUV. CANEDO OSSELA

3 4

Juv. Canedo: Ricardo Soares, Quim Pereira, Pedro Conceição, André Sousa (1), Tiago Sampaio, Zé Fernando, Rogério, Márcio, Silvio, Bernardo Soares, Tiago Quelhas (1), Nuno André (1) T: Celso Henriques Ossela: Armando, Jonny, Bruno Reis (2), Daniel, Bruno (1), Ricardo, césar, Carlos, Pedro Nuno, Vítor Hugo, Marcelo, Jorge (1)

Pavilhão Gimnodesportivo Municipal de Jovim

5 6

GONDOMAR FEIRENSE

Gondomar: Félix, Carlos, Baltar, Marco, Renato, Rúben (1), Azevedo, Rui, Valter (2), Diogo (1), Pedro Marques (1), Pichel T: Hélder Monteiro Feirense: Nuno Couto, Teixeira (1), Kaka (1), Ivo, Russo, Dani, Banana (1), Calão (2), Mino, Claudinei (1), Michael, Cenoura T: Joaquim Augusto

Pavilhão Comendador Henrique de Amorim

2 0

LAMAS FUTSAL CR. SANTANA

Lamas Futsal: Telmo, Vitor Amorim, Ribas, P. Sousa (1), Miguel Ângelo, Wilson, João Maio, João Paulo (1), Diogo T: Luís Alves

Cruzeiro Santana: Rúben Carneiro, Pedro, Pereira, Novais, Moura, Pedro, Leonardo, Hélio Brito, Manuel Coimbra T: Luís Moreira

Futsal Feminino // Gião voltou a golear (14-1)

Lourosa aplica primeira derrota no campeonato ao líder Ossela O Lourosa protagonizou a grande sensação da jornada ao provocar a primeira derrota do Ossela, que lidera o campeonato. Já o Gião continua na senda das goleadas, desta feita por 14-1 ao Telhadela. DISTRITAL FEMININO

2.ª Divisão Distrital // Arrifanense bateu Alquerubim

Juv. Canedo e Ossela protagonizaram um belo jogo de futsal com o 3-4 final a sair favorável aos forasteiros, mantendo-se destacados na liderança. Já o Arrifanense voltou a vencer na recepção ao Alquerubim.

Resultados - 8.ª Jornada Gondomar Futsal 5 6 CD Feirense SPG Lamego 4 3 Leões Valboenses Lamas Futsal 2 0 União Santana ABC Nelas 8 2 Rio de Moinhos Prodeco 4 7 ACD Azagães Académica Leça 8 3 Sp. Moncorvo Sangemil 11 3 SC Sabugal Classificação J V E D F - C P Lamas Futsal 8 7 0 1 44 - 20 21 ABC Nelas 8 6 0 2 36 - 20 18 CD Feirense 8 5 3 0 43 - 32 18 Leões Valboen. 8 5 1 2 41 - 29 16 SPG Lamego 7 5 0 2 35 - 26 15 Sangemil 8 4 2 2 38 - 22 14 Gondomar Futsal 8 4 1 3 38 - 30 13 Sp. Moncorvo 8 4 1 3 27 - 31 13 União Santana 8 2 2 4 32 - 39 8 Académ. Leça 8 2 1 5 24 - 35 7 ACD Azagães 7 2 0 5 29 - 35 6 SC Sabugal 8 2 0 6 28 - 50 6 Prodeco 8 1 1 6 27 - 38 4 Rio de Moinhos 8 0 0 8 21 - 56 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Gondomar Futsal -SPG Lamego- 08/12 Leões Valboenses - Lamas Futsal, 15h União Santana - ABC Nelas Rio de Moinhos - Prodeco ACD Azagães - Académica de Leça Sp. Moncorvo - Sangemil CD Feirense - SC Sabugal, 18h

rança isolada, reforçada com nova vitória diante do Cruzeiro Santana.

Resultados - 10.ª Jornada NEGE 0 2 PARC CAP Alquerubim 1 2 S. Pedro Castelões Always Young 3 0 ARCA ACD Gião 14 1 GRC Telhadela AMUPB Futsal 5 3 Casa do Benfica Lusitânia Lourosa 3 2 Ossela Classificação J V E D F - C P Ossela 10 9 0 1 81 - 11 27 Always Young 10 8 0 2 75 - 9 24 ACD Gião 10 8 0 2 60 - 21 24 Lusit. Lourosa 10 7 2 1 49 - 15 23 PARC 10 5 1 4 42 - 24 16 S.P. Castelões 9 5 1 3 20 - 25 16 Casa do Benfica10 4 0 6 37 - 58 12 AMUPB Futsal 8 2 2 4 18 - 39 8 NEGE 10 2 1 7 27 - 46 7 ARCA 9 1 2 6 10 - 28 5 Telhadela 10 1 1 8 25 - 103 4 CAP Alquerub. 10 0 2 8 18 - 83 2 Próxima Jornada - 06 a 08 de Dezembro PARC - CAP Alquerubim S. Pedro de Castelões - Always Young ARCA - ACD Gião - 08/12, 19h GRC Telhadela - AMUPB Futsal Casa Benfica Aveiro - Lusitânia Lourosa, Ossela - NEGE- 06/12

Pavilhão Escola EB 2/3 de Lourosa

LOUROSA OSSELA

3 2

Lourosa: Tânia, Juliana, Estela (1), Fabiana (1), Viviana, Cabral, Renata, Dani Lopes, Diana Cruz (1), Liliana, Silvana T: António Pinto Ossela: Ana Pereira (1), Daniela, Andreia, Liliana, Filipa, Diana (1), Andrea, Ângela, Jesse

Pavilhão Municipal da EB 2,3 da Corga

GIÃO TELHADELA

14 1

Gião: Ana, Marlene (1), Carina (2), Corina, Marisa, Patricia (2), Sónia, Jeniffer (1), Joana (2), Sergia (4), Carina S. (2) T: António Queirós Telhadela: Sílvia, Carla (1), Verinha, Vera, Catarina, Mara, Carla M., Beatriza, Cinara, Sara, Vanessa, Carina

Taça Fundação Inatel CAMPEONATO FUNDAÇÃO INATEL - 1.ª Fase - Grupo A

Resultados - 7.ª Jornada 1 Paraíso Nadais 2 Pousadela 1 0 Pigeirense Pessegueiro 1 0 Real Folgou Vila Verde Classificação J V E D F - C P Pousadela 6 6 0 0 11 - 2 18 Nadais 6 5 0 1 14 - 4 15 Pigeirense 6 4 0 2 13 - 4 12 Pessegueiro 6 2 1 3 6 - 10 7 Real 6 2 0 4 10 - 7 6 Vila Verde 6 1 1 4 8 - 17 4 Paraíso 6 0 0 6 3 - 21 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Pessegueiro - Vila Verde Nadais - Pigeirense Pousadela - Real Folga Paraíso

CAMPEONATO FUNDAÇÃO INATEL - 1.ª Fase - Grupo D

Resultados - 7.ª Jornada 4 Hyppyes FC AD Nariz 1 0 Leões do Monte Carqueijo 2 GD Beira Ria Salreu Folgou RC Travanca Classificação J V E D F - C P Hyppyes FC 6 5 0 1 17 - 7 15 GD Beira Ria 5 3 1 1 7 - 5 10 RC Travanca 5 2 2 1 6 - 3 8 Leões do Monte 6 2 1 3 7 - 6 7 AD Nariz 6 1 2 3 5 - 12 5 Salreu 5 1 1 3 5 - 9 4 Carqueijo 5 1 1 3 5 - 10 4 Próxima Jornada - 07 de Dezembro GD Beira Ria -Hyppyes FC AD Nariz - Leões do Monte Carqueijo - RC Travanca Folga Salreu

CAMPEONATO FUNDAÇÃO INATEL - 1.ª Fase - Grupo B

Resultados - 7.ª Jornada Oliveirense FC 1 3 Milheir. Poiares Lavandeira 2 1 CRC Vale União da Mata 1 1 FC Mozelos Folgou Os Arrifanenses Classificação J V E D F - C P Lavandeira 6 4 2 0 10 - 4 14 Milh. Poiares 6 3 1 2 9 - 6 10 Os Arrifanen. 6 2 3 1 11 - 8 9 União da Mata 6 2 3 1 8 - 5 9 FC Mozelos 6 1 3 2 10 - 11 6 CRC Vale 5 1 1 3 5 - 8 4 Oliveirense FC 5 0 1 4 7 - 18 1 Próxima Jornada - 07 de Dezembro União da Mata - Os Arrifanenses FC Mozelos - Lavandeira Oliveirense FC -CRC Vale Folga Milheirós de Poiares

CAMPEONATO FUNDAÇÃO INATEL - 1.ª Fase - Grupo C

Resultados - 7.ª Jornada 1 Perrães ADRA Visconde 2 4 Manhôce FC Talhadas 1 1 Rêgo Real da Praça 3 Folgou Santo André Classificação J V E D F - C P ADRAV 6 5 1 0 15 - 4 16 Rêgo 6 4 0 2 17 - 7 12 Real da Praça 6 3 2 1 14 - 9 11 Perrães 6 3 0 3 12 - 9 9 Manhôce FC 6 2 2 2 12 - 10 8 Santo André 6 1 1 4 5 - 14 4 Talhadas 6 0 0 6 1 - 23 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Talhadas - Santo André ADRA Visconde - Rêgo Real da Praça- Manhôce FC Folga Perrães

Rufino Ferreira

Sempre que os clubes começam a preparar a temporada, a azáfama volta a instalar-se. É tempo de se definirem os plantéis, os orçamentos, de se fazerem captações para os escalões de formação, de se angariarem verbas para as inscrições dos atletas, aquisição de material desportivo, e como a maioria não possui instalações próprias é igualmente tempo de se negociarem os horários com as entidades proprietárias dos pavilhões, para treinos e jogos. Tudo somado, entre os meses de Agosto e Setembro, são vários os milhares de euros que qualquer clube tem de arranjar, muitas vezes fazendo “das tripas coração”, para custear todas essas despesas. Sendo certo, que a maioria das autarquias, custeiam o que os clubes gastam em inscrições e seguros dos seus atletas da formação, essas verbas na maioria dos casos são pagas tarde, chegando por vezes a demorar anos. Assim, não será de estranhar que uma das razões para os clubes adiarem a criação de escalões de formação, seja o elevado custo das inscrições dos atletas, que têm de ser feitas aquando da inscrição junto das associações regionais. Defendo por conseguinte, um novo paradigma que possa ajudar os clubes a poderem abrir as suas portas à formação, sem que a falta de verbas para a inscrição dos atletas seja um obstáculo. Assim, defendo que as Associações distritais (entidades representantes dos clubes), promovam junto das autarquias, protocolos, em que fique definido que as verbas referentes à inscrição de atletas da formação sejam liquidadas directamente pelas autarquias às associações regionais, evitandose assim o desamparo a que se assiste dos clubes, que têm de liquidar essas verbas e esperar longos períodos que as autarquias as reponham. Dir-me-ão os mais audazes, que as associações não têm interesse na implementação desses protocolos, pois assim serão estas a ter que esperar que as autarquias liquidem as verbas. Porém relembro, que será a única forma de os clubes deixarem de ter essa desculpa para não avançarem com a criação de escalões de formação. Aos clubes, relembro que as Associações distritais, são eleitas e geridas por pessoas mandatadas por estes e que, atendendo a que esta medida é benéfica aos clubes, não deverão ter receio de a exigir junto dos dirigentes associativos. Pois tal como os autarcas, os dirigentes das associações são sufragados no final de cada mandato.


Correio da Feira 02.DEZ.2013

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Voleibol // Enis alit nulla aci et lamcommy nulla corem ipit, si.Metue modolor sumsan ercilit eu feui blaor at praestrud modoluptat lum velit praesed dit utat

RESULTADOS CAMADAS JOVENS

DISTRITAL DE JUNIORES I DIVISÃO - Zona Norte

Resultados - 12.ª Jornada Arouca 1 3 Lusit. Lourosa Esmoriz 0 2 São João Ver Fiães 3 2 Paivense Paços Brandão 0 5 Feirense Sp. Espinho 1 1 Arrifanense Classificação J V E D F - C P Feirense 12 10 1 1 44 - 13 31 Fiães 12 8 1 3 27 - 19 25 P. Brandão 12 6 3 3 20 - 23 21 Lourosa 12 6 1 5 32 - 16 19 Paivense 12 5 2 5 22 - 28 17 S. J. de Ver 12 4 4 4 18 - 22 16 Arrifanense 12 4 2 6 25 - 19 14 Arouca 12 4 2 6 26 - 26 14 Sp. Espinho 12 2 3 7 14 - 23 9 Esmoriz 12 1 1 10 12 - 51 4 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Paivense - Arouca Lusitânia de Lourosa - Esmoriz Arrifanense - São João de Ver Feirense - Fiães Sp. Espinho -Paços de Brandão

DISTRITAL DE JUNIORES I DIVISÃO - Zona Sul

Resultados - 12.ª Jornada Taboeira 2 0 Milheiroense Águeda 7 1 Furadouro Oliveira do Bairro 4 2 Ovarense Pampilhosa 2 1 Cucujães Estarreja 1 0 Alba Classificação J V E D F - C P Estarreja 12 10 0 2 27 - 8 30 Alba 12 6 3 3 29 - 10 21 Cucujães 12 6 3 3 27 - 14 21 Águeda 12 5 4 3 25 - 16 19 Pampilhosa 12 5 3 4 26 - 15 18 Taboeira 12 5 2 5 16 - 18 17 Oliv. Bairro 12 5 1 6 23 - 23 16 Milheiroense 12 4 3 5 16 - 17 15 Ovarense 12 2 3 7 19 - 29 9 Furadouro 12 1 0 11 7 - 65 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Ovarense - Taboeira Milheiroense - Águeda Alba - Furadouro Cucujães - Oliveira do Bairro Estarreja - Pampilhosa

DISTRITAL DE JUNIORES II DIVISÃO - Série A

Resultados - 10.ª Jornada Argoncilhe 0 2 Paços Brandão ADC Lobão 1 3 Sanguedo Canedo 2 2 Fiães Folgou União de Lamas Classificação J V E D F - C P Sanguedo 9 9 0 0 27 - 6 27 P. Brandão 9 5 1 3 18 - 13 16 União Lamas 8 3 3 2 12 - 8 12 Fiães 8 2 4 2 12 - 13 10 ADC Lobão 8 2 2 4 9 - 13 8 Canedo 9 1 2 6 8 - 21 5 Argoncilhe 9 0 4 5 6 - 18 4 Próxima JornadaDE - 07JUNIORES de Dezembro DISTRITAL Fiães - Argoncilhe II DIVISÃO Paços de Brandão- Série - ADC B Lobão União de Lamas Canedo Resultados - 7.ª -Jornada Folga Sanguedo

Arada 2 1 Soutense 2 3JUNIORES São João de Ver DE Carregosense DISTRITAL 1 1 São Vic. Pereira Cesarense II DIVISÃO - Série B Resultados - 7.ª Jornada Classificação Arada 2 1 Soutense J V E D F - C P São João de Ver 2 3 Carregosense Cesarense 7 14 12 Cesarense 1 27 - 5 14 São Vic. Pereira S. J. de Ver Classificação 7 4 1 2 18 - 12 13 F - C P Carregosense 77J V34 42E D01 12 - 9 13 Cesarense 27 - 5 14 S. 9 -- 12 9 13 11 S. Vic. J. dePereira Ver 77 34 21 22 18 Carregosense 77 31 41 05 12 9 13 4 Arada 8 -- 24 S. Vic. Pereira 7 3 2 2 9 - 9 11 Soutense 7 0 2 5 8 23 Arada 7 1 1 5 8 - 24 42 Soutense 7 0 - 07 2 de 5 Dezembro 8 - 23 2 Próxima Jornada Próxima Jornada - 07 de Dezembro Soutense - São Vicente Pereira Soutense - São Vicente Pereira São São João João de de Ver Ver -- Arada Arada Cesarense -- Carregosense Carregosense Cesarense

DISTRITAL DE JUVENIS I DIVISÃO - Zona Norte

Resultados - 12.ª Jornada Sp. Espinho 2 1 Lusit. Lourosa Milheiroense 0 2 Fiães Paivense 2 0 AD Sanjoanense Arrifanense 2 1 Paços Brandão Arouca 0 4 Feirense Classificação J V E D F - C P Feirense 12 10 2 0 36 - 9 32 Sp. Espinho 12 7 3 2 30 - 18 24 Sanjoanense 12 6 3 3 33 - 16 21 Lourosa 12 6 0 6 17 - 20 18 Paivense 12 5 2 5 21 - 10 17 Arouca 12 5 2 5 24 - 20 17 Fiães 12 4 3 5 15 - 15 15 P. Brandão 12 4 2 6 19 - 21 14 Arrifanense 12 4 1 7 14 - 24 13 Milheiroense 12 0 0 12 6 - 62 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro AD Sanjoanense - Sp. Espinho- 07/12 Lusitânia de Lourosa - Milheiroense Feirense - Fiães Paços de Brandão - Paivense Arouca - Arrifanense

DISTRITAL DE JUVENIS II DIVISÃO - Série A

Resultados - 10.ª Jornada Sp. Espinho 10 0 São Martinho Canedo 3 3 Anta Vilamaiorense 6 0 Relâmpago Nog Folgou Argoncilhe Classificação J V E D F - C P Sp. Espinho 9 7 0 2 45 - 15 21 Anta 9 6 2 1 22 - 10 20 Vilamaioren. 8 5 2 1 28 - 4 17 Canedo 8 3 2 3 25 - 15 11 Relâmp. Nog. 8 3 0 5 10 - 26 9 São Martinho 9 1 1 7 6 - 41 4 Argoncilhe 7 0 1 6 4 - 29 1 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Relâmpago Nogueirense - Sp. Espinho São Martinho- Canedo Argoncilhe - Vilamaiorense Folga Anta

DISTRITAL DE JUVENIS II DIVISÃO - Série B

Resultados - 10.ª Jornada Paços Brandão 5 2 Fiães União de Lamas 7 2 Esmoriz CRC Vale 0 4 São João de Ver Folgou Lusitânia de Lourosa Classificação J V E D F - C P P. Brandão 9 6 0 3 29 - 13 18 S. J. de Ver 8 6 0 2 21 - 7 18 União Lamas 8 5 2 1 24 - 10 17 Lourosa 8 5 1 2 23 - 10 16 CRC Vale 9 2 2 5 18 - 38 8 Esmoriz 9 2 0 7 11 - 35 6 Fiães 9 1 1 7 10 - 23 4 Próxima Jornada - 08 de Dezembro São João de Ver - Paços de Brandão Fiães - União de Lamas Lusitânia de Lourosa - CRC Vale Folga Esmoriz

DISTRITAL DE JUVENIS II DIVISÃO - Série C

Resultados - 10.ª Jornada Rio Meão 3 0 Mosteirô F . C. São Roque 2 0 Arada S. Vic. Pereira 3 3 Cucujães Folgou Cesarense Classificação J V E D F - C P São Roque 8 6 1 1 13 - 6 19 Rio Meão 9 6 0 3 15 - 15 18 Cesarense 8 5 0 3 22 - 11 15 Cucujães 8 2 3 3 12 - 12 9 S. Vic. Pereira 9 1 6 2 13 - 14 9 Mosteirô FC 9 2 2 5 8 - 16 8 Arada 9 1 2 6 4 - 13 5 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Cucujães - Rio Meão Mosteirô F . C. - São Roque Cesarense - São Vicente Pereira Folga Arada

DISTRITAL DE INICIADOS I DIVISÃO - Zona Norte

Resultados - 12.ª Jornada Paços Brandão 0 2 Lusit. Lourosa Paivense 0 3 Fiães Anta 5 2 Sp. Espinho Vilamaiorense 1 3 Arouca São João de Ver 0 1 Feirense Classificação J V E D F - C P Fiães 12 10 2 0 28 - 3 32 Anta 12 7 3 2 42 - 17 24 Lourosa 12 6 5 1 37 - 10 23 Feirense 12 6 4 2 23 - 11 22 Sp. Espinho 12 6 1 5 39 - 22 19 Arouca 12 6 0 6 20 - 21 18 P. Brandão 12 4 2 6 23 - 20 14 Paivense 12 2 3 7 16 - 29 9 S. J. de Ver 12 3 0 9 15 - 38 9 Vilamaioren. 12 0 0 12 6 - 78 0 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Sp. Espinho -Paços de Brandão Lusitânia de Lourosa - Paivense Feirense - Fiães Arouca - Anta São João de Ver - Vilamaiorense

DISTRITAL DE INICIADOS I DIVISÃO - Zona Sul

Resultados - 12.ª Jornada Beira-Mar 0 0 Gafanha Estarreja 3 2 Oiã Cesarense 4 1 Oliveirense Avanca 0 0 Taboeira Anadia 1 0 AD Sanjoanense Classificação J V E D F - C P Anadia 12 10 1 1 37 - 10 31 Sanjoanense 12 8 1 3 29 - 8 25 Cesarense 12 8 1 3 24 - 19 25 Beira-Mar 12 6 4 2 25 - 18 22 Gafanha 12 5 2 5 18 - 20 17 Estarreja 12 5 1 6 16 - 23 16 Oliveirense 12 5 0 7 15 - 21 15 Oiã 12 3 1 8 23 - 28 10 Taboeira 12 1 3 8 8 - 26 6 Avanca 12 1 2 9 10 - 32 5 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Oliveirense - Beira-Mar Gafanha - Estarreja AD Sanjoanense - Oiã Taboeira - Cesarense - 07/12 Anadia - Avanca - 07/12

DISTRITAL DE INICIADOS II DIVISÃO - Série A

Resultados - 10.ª Jornada Anta 3 0 Paivense Relâmpago Nog. 0 1 Fiães Argoncilhe 0 3 Sp. Espinho Folgou Canedo Classificação J V E D F - C P Sp. Espinho 8 7 0 1 26 - 6 21 Fiães 9 6 2 1 19 - 10 20 Anta 9 6 1 2 17 - 8 19 Paivense 9 4 1 4 13 - 14 13 Relâmp. Nog. 8 2 1 5 10 - 13 7 Canedo 8 2 1 5 6 - 15 7 Argoncilhe 9 0 0 9 4 - 29 0 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Sp. Espinho - Anta Paivense - Relâmpago Nogueirense Canedo - Argoncilhe Folga Fiães

DISTRITAL DE INICIADOS II DIVISÃO - Série B

Resultados - 10.ª Jornada Fiães 1 0 Esmoriz Fermedo 5 2 Silvalde União de Lamas 4 0 Paços Brandão Folgou Lusitânia de Lourosa Classificação J V E D F - C P União Lamas 9 9 0 0 23 - 1 27 Fermedo 8 7 0 1 44 - 7 21 Esmoriz 9 3 2 4 13 - 12 11 Lourosa 8 2 3 3 3 - 13 9 Silvalde 9 3 0 6 10 - 23 9 Fiães 9 2 2 5 10 - 24 8 P. Brandão 8 0 1 7 2 - 25 1 Próxima Jornada - 08 de Dezembro Paços de Brandão - Fiães Esmoriz - Fermedo Lusitânia de Lourosa - União de Folga Silvalde

DISTRITAL DE INICIADOS II DIVISÃO - Série C

Resultados - 10.ª Jornada Tarei 3 1 Milheiroense Arouca 1 3 Arrifanense Carregosense 3 1 Unidos Rossas Feirense 6 1 Cucujães Classificação J V E D F - C P Feirense 10 10 0 0 55 - 11 30 Tarei 10 9 0 1 33 - 5 27 Carregosen. 10 6 2 2 31 - 14 20 Arrifanense 10 4 2 4 16 - 11 14 Unid. Rossas 10 3 0 7 16 - 28 9 Cucujães 10 2 2 6 8 - 34 8 Arouca 10 2 0 8 12 - 34 6 Milheiroense 10 0 2 8 7 - 41 2 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Unidos de Rossas - Tarei - 07/12 Milheiroense - Arouca Cucujães - Arrifanense Feirense - Carregosense - 07/12

INFANTIS A - Grupo 1 - Série A

Resultados - 7.ª Jornada Fiães 0 11 Anta São João de Ver 1 5 Vilamaiorense Paços Brandão 4 1 Paivense Sp. Espinho 10 2 Salesianos Paramos 1 1 Lusit. Lourosa Classificação J V E D F - C P Anta 7 7 0 0 65 - 6 21 P. Brandão 7 6 0 1 33 - 5 18 Sp. Espinho 7 5 1 1 45 - 14 16 Paramos 7 4 1 2 17 - 11 13 Lourosa 7 3 2 2 22 - 13 11 Paivense 7 3 0 4 14 - 20 9 Vilamaioren. 7 2 0 5 16 - 32 6 Salesianos 7 1 0 6 10 - 38 3 Fiães 7 1 0 6 8 - 37 3 S. J. de Ver 7 1 0 6 7 - 61 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Anta - Lusitânia de Lourosa Vilamaiorense - Fiães Paivense - São João de Ver Salesianos - Paços de Brandão Sp. Espinho - Paramos

INFANTIS A - Grupo 1 - Série B

Resultados - 7.ª Jornada Tarei 0 12 Bustelo Unidos Rossas 2 3 Cesarense Feirense 1 3 Oliveirense Ovarense 0 8 AD Sanjoanense Arrifanense 4 0 Macieira Cambra Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 7 7 0 0 53 - 5 21 Feirense 7 6 0 1 65 - 7 18 Oliveirense 7 6 0 1 36 - 5 18 Arrifanense 7 4 0 3 35 - 14 12 Ovarense 7 4 0 3 29 - 18 12 Bustelo 7 4 0 3 37 - 27 12 Mac. Cambra 7 2 0 5 9 - 44 6 Cesarense 7 1 0 6 6 - 31 3 Unid. Rossas 7 1 0 6 12 - 73 3 Tarei 7 0 0 7 2 - 60 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Bustelo - Macieira de Cambra Cesarense - Tarei Oliveirense - Unidos de Rossas AD Sanjoanense - Feirense Ovarense - Arrifanense

INFANTIS A - Grupo 2 - Série A

Resultados - 7.ª Jornada Sp. Espinho 0 15 Caldas S. Jorge Argoncilhe 2 4 União de Lamas Fiães 1 8 Esmoriz Folgou Anta Classificação J V E D F - C P União Lamas 6 6 0 0 37 - 5 18 C. São Jorge 6 5 0 1 41 - 7 15 Argoncilhe 6 3 1 2 28 - 14 10 Esmoriz 6 3 0 3 23 - 18 9 Anta 6 2 1 3 20 - 18 7 Sp. Espinho 6 1 0 512 - 5 0 3 Fiães 6 0 0 6 11 - 60 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Anta - Caldas de São Jorge Sp. Espinho -União de Lamas Argoncilhe - Esmoriz Folga Fiães

INFANTIS A - Grupo 2 - Série B

Resultados - 7.ª Jornada Fermedo 0 3 Feirense AD Sanjoanense 4 1 Arouca União de Lamas 3 0 Milheiroense Arada 1 5 Rio Meão Classificação J V E D F - C P Feirense 7 7 0 0 37 - 3 21 Fermedo 7 5 1 1 24 - 9 16 Sanjoanense 7 4 1 2 39 - 9 13 Arouca 7 3 1 3 26 - 17 10 Arada 7 3 0 4 9 - 22 9 Rio Meão 7 3 0 4 13 - 27 9 União Lamas 7 1 1 5 4 - 26 4 Milheiroense 7 0 0 7 4 - 43 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Feirense - Arouca AD Sanjoanense - Milheiroense União de Lamas - Rio Meão Fermedo - Arada

INFANTIS A - Grupo 2 - Série C

Resultados - 7.ª Jornada Oliveirense 3 0 Mosteirô F . C. Milheiroense 12 0 Soutelo Furadouro 4 0 S. M.. Murtoense Folgou Estarreja Classificação J V E D F - C P Milheiroense 6 6 0 0 50 - 3 18 Oliveirense 6 4 1 1 21 - 11 13 Soutelo 6 4 1 1 26 - 22 13 Estarreja 6 2 1 3 23 - 11 7 Mosteirô FC 6 2 1 3 14 - 16 7 Furadouro 6 1 0 5 7 - 30 3 S.M. Murtoense 6 0 0 6 7 - 5 5 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Estarreja- Mosteirô F . C. Oliveirense - Soutelo Milheiroense - São Marítimo Murtoense Folga Furadouro

INFANTIS B - Série B

Resultados - 7.ª Jornada Cortegaça 3 1 Paramos Esmoriz 3 1 Fiães Paços Brandão 1 2 São João Ver Folgou Anta Classificação J V E D F - C P S. J. de Ver 6 6 0 0 22 - 5 18 P. Brandão 6 4 0 2 16 - 10 12 Anta 6 3 2 1 12 - 12 11 Esmoriz 6 2 2 2 13 - 11 8 Fiães 6 1 1 4 9 - 15 4 Cortegaça 6 1 1 4 9 - 15 4 Paramos 6 1 0 5 6 - 19 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Anta - Paramos Cortegaça - Fiães Esmoriz - São João de Ver Folga Paços de Brandão


18

Correio da Feira 02.DEZ.2013

Voleibol // Enis alit nulla aci et lamcommy nulla corem ipit, si.Metue modolor sumsan ercilit eu feui blaor at praestrud modoluptat lum velit praesed dit utat

RESULTADOS CAMADAS JOVENS

INFANTIS B - Série C

Resultados - 7.ª Jornada Arrifanense 7 0 Mosteirô F . C. Feirense 15 0 São João de Ver Milheiroense 2 7 AD Sanjoanense Salesianos 3 2 Tarei Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 7 6 1 0 68 - 3 19 Arrifanense 7 5 1 1 41 - 8 16 Feirense 7 4 2 1 47 - 7 14 Milheiroense 7 4 0 3 30 - 19 12 Salesianos 7 4 0 3 23 - 15 12 Mosteirô FC 7 1 0 6 9 - 41 3 Tarei 7 1 0 6 15 - 50 3 S. J. de Ver 7 1 0 6 5 - 95 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Mosteirô F . C. - São João de Ver Feirense - AD Sanjoanense Milheiroense - Tarei Arrifanense - Salesianos

INFANTIS B - Série D

Resultados - 7.ª Jornada AD Sanjoanense 3 4 Cucujães Oliveirense 0 5 Feirense Folgaram Ovarense e Carregosense Classificação J V E D F - C P Feirense 5 5 0 0 48 - 1 15 Oliveirense 5 4 0 1 28 - 5 12 Cucujães 5 2 1 2 7 - 11 7 Carregosense 5 2 1 2 12 - 20 7 Sanjoanense 5 1 0 4 8 - 36 3 Ovarense 5 0 0 5 3 - 33 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Ovarense - Carregosense AD Sanjoanense - Feirense Folgam Cucujães e Oliveirense

BENJAMINS A - Série A

Resultados - 8.ª Jornada Anta 7 0 Canedo Sanguedo 0 15 Vilamaiorense Sp. Espinho 6 1 Paivense Folgou Argoncilhe Classificação J V E D F - C P Vilamaioren. 7 7 0 0 97 - 3 21 Sp. Espinho 7 5 0 2 30 - 14 15 Anta 7 4 0 3 32 - 17 12 Canedo 7 3 1 3 19 - 31 10 Paivense 7 3 0 4 20 - 22 9 Sanguedo 7 1 1 5 9 - 57 4 Argoncilhe 6 0 0 6 4 - 67 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Vilamaiorense - Anta Paivense - Sanguedo Argoncilhe - Sp. Espinho Folga Canedo

BENJAMINS A- Série B

Resultados - 8.ª Jornada Anta 26 0 CRC Vale São João de Ver 6 1 União de Lamas Vilamaiorense 4 2 Fiães Lusit. Lourosa 0 1 Paços Brandão Classificação J V E D F - C P Anta 8 8 0 0 98 - 7 24 P. Brandão 8 6 1 1 41 - 25 19 União Lamas 8 5 1 2 25 - 16 16 S. J. de Ver 8 4 0 4 23 - 24 12 Vilamaioren. 8 3 0 5 12 - 17 9 Lourosa 8 2 0 6 17 - 27 6 Fiães 8 2 0 6 16 - 41 6 CRC Vale 8 1 0 7 8 - 83 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro União de Lamas - Anta CRC Vale - Lusitânia de Lourosa Fiães - São João de Ver Paços de Brandão - Vilamaiorense

BENJAMINS A- Série C

Resultados - 8.ª Jornada Fermedo 0 5 Arouca Fiães 17 0 Rio Meão Arrifanense 1 3 Feirense Lusit. Lourosa 1 15 Esmoriz Classificação J V E D F - C P Feirense 8 8 0 0 70 - 5 24 Fiães 8 7 0 1 74 - 6 21 Esmoriz 8 6 0 2 53 - 15 18 Arouca 8 4 1 3 28 - 29 13 Arrifanense 8 3 1 4 31 - 28 10 Fermedo 8 2 0 6 11 - 42 6 Rio Meão 8 1 0 7 8 - 60 3 Lourosa 8 0 0 8 4 - 94 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Rio Meão - Fermedo Arouca - Lusitânia de Lourosa Feirense - Fiães Esmoriz - Arrifanense

BENJAMINS A- Série D

Resultados - 8.ª Jornada AD Sanjoanense 11 0 Fajões Unidos de Rossas 1 14 Cesarense 2 4 Arada Milheiroense Cortegaça 1 5 Feirense Classificação J V E D F - C Feirense 8 8 0 0 84 - 4 Cesarense 8 7 0 1 53 - 11 Sanjoanense 8 5 0 3 58 - 10 Cortegaça 8 5 0 3 37 - 21 Arada 8 3 0 5 28 - 41 Unidos Rossas 8 2 0 6 14 - 62 Milheiroense 7 1 0 6 11 - 25 Fajões 7 0 0 7 1 - 112 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Cesarense - AD Sanjoanense Fajões - Cortegaça Arada - Unidos de Rossas Feirense - Milheiroense

P 24 21 15 15 9 6 3 0

BENJAMINS A- Série E

Resultados - 8.ª Jornada Cucujães 3 3 Valecambrense Macieira Cambra 9 0 Tarei Bustelo 3 1 Ovarense Carregosense 0 9 AD Sanjoanense Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 8 8 0 0 57 - 4 24 Bustelo 8 7 0 1 38 - 13 21 Ovarense 8 5 0 3 45 - 20 15 Mac. Cambra 8 4 1 3 40 - 37 13 Valecambren. 8 3 1 4 23 - 32 10 Cucujães 8 1 2 5 13 - 32 5 Carregosense 8 0 2 6 7 - 43 2 Tarei 8 0 2 6 9 - 51 2 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Tarei - Cucujães Valecambrense - Carregosense Ovarense - Macieira de Cambra AD Sanjoanense - Bustelo

BENJAMINS B- Série A

Resultados - 8.ª Jornada Anta 2 1 União de Lamas Vilamaiorense 2 2 Sp. Espinho Fiães 5 1 Sanguedo Cortegaça 0 11 Lusit. Lourosa Classificação J V E D F - C P Vilamaioren. 8 5 3 0 42 - 8 18 Lourosa 8 5 2 1 44 - 10 17 Sp. Espinho 8 4 4 0 35 - 8 16 União Lamas 8 4 1 3 23 - 10 13 Anta 8 3 1 4 15 - 19 10 Sanguedo 8 3 1 4 20 - 25 10 Fiães 8 1 0 7 8 - 50 3 Cortegaça 8 1 0 7 8 - 65 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Sp. Espinho - Anta União de Lamas - Cortegaça Sanguedo - Vilamaiorense Lusitânia de Lourosa - Fiães

BENJAMINS B- Série B

Resultados - 8.ª Jornada Anta 10 0 Vilamaiorense CRC Vale 2 9 Fiães Caldas S. Jorge 0 1 São João de Ver Esmoriz 1 2 Paços Brandão Classificação J V E D F - C P Anta 8 7 0 1 58 - 10 21 C. S. Jorge 8 6 1 1 37 - 6 19 S. J. de Ver 8 6 0 2 37 - 13 18 P. Brandão 8 5 0 3 25 - 15 15 Fiães 8 4 1 3 36 - 11 13 Esmoriz 8 2 0 6 25 - 29 6 Vilamaioren. 8 1 0 7 10 - 45 3 CRC Vale 8 0 0 8 6 - 105 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Fiães - Anta Vilamaiorense - Esmoriz São João de Ver - CRC Vale Paços de Brandão - Caldas de São

BENJAMINS B- Série C

Resultados - 8.ª Jornada Cucujães 0 5 Salesianos Cesarense 1 5 AD Sanjoanense Arrifanense 4 3 Milheiroense Carregosense 0 14 Feirense Classificação J V E D F - C P Arrifanense 8 8 0 0 59 - 8 24 Feirense 8 6 0 2 62 - 11 18 Milheiroense 8 5 0 3 40 - 18 15 Sanjoanense 8 4 0 4 39 - 32 12 Salesianos 8 4 0 4 23 - 20 12 Cesarense 8 3 1 4 14 - 29 10 Cucujães 8 1 1 6 8 - 47 4 Carregosense 8 0 0 8 5 - 85 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro AD Sanjoanense - Cucujães Salesianos -. Carregosense Milheiroense - Cesarense Feirense - Arrifanense

BENJAMINS B- Série D

Resultados - 8.ª Jornada Ovarense 5 0 Valecambrense AD Sanjoanense 13 0 Válega Furadouro 5 3 Cucujães Folgou Oliveirense Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 7 7 0 0 68 - 7 21 Furadouro 6 5 0 1 32 - 15 15 Oliveirense 6 3 1 2 18 - 29 10 Ovarense 7 3 0 4 28 - 24 9 Cucujães 7 2 1 4 20 - 23 7 Válega 7 2 0 5 13 - 45 6 Valecambren. 6 0 0 6 5 - 41 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Oliveirense - Ovarense Valecambrense - Furadouro Cucujães - AD Sanjoanense Folga Válega

TRAQUINAS A- Série A

TRAQUINAS B - Série B

Resultados - 8.ª Jornada Anta 2 1 Vilamaiorense Canedo 0 7 Fiães Sp. Espinho 12 0 Lusit. Lourosa Cortegaça 4 0 União de Lamas Classificação J V E D F - C P Fiães 8 7 0 1 69 - 4 21 Sp. Espinho 8 6 1 1 48 - 5 19 Vilamaioren. 8 5 1 2 37 - 10 16 Cortegaça 8 4 3 1 21 - 11 15 Canedo 8 3 1 4 27 - 28 10 Anta 8 3 0 5 26 - 17 9 Lourosa 8 1 0 7 2 - 111 3 União Lamas 8 0 0 8 1 - 45 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Fiães - Anta Vilamaiorense - Cortegaça Lusitânia de Lourosa - Canedo União de Lamas - Sp. Espinho

Resultados - 4.ª Jornada Paços Brandão 2 1 Anta Salesianos 9 0 Milheiroense Feirense 3 2 Arrifanense Folgou São João de Ver Classificação J V E D F - C P Feirense 4 4 0 0 34 - 4 12 P. Brandão 4 4 0 0 21 - 4 12 Salesianos 3 1 0 2 11 - 6 3 S. J. de Ver 3 1 0 2 4 - 13 3 Arrifanense 2 0 1 1 4 - 5 1 Anta 3 0 1 2 4 - 9 1 Milheiroense 3 0 0 3 0 - 37 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Arrifanense - Paços de Brandão Anta - Salesianos CAMPEONATO DE PROMOÇÃO Milheiroense - São João de Ver DE FUTEBOL FEMININO - Série B Folga Feirense

TRAQUINAS A - Série B

FEMININO

Resultados - 7.ª Jornada Lusit. Lourosa 3 0 São João de Ver Fermedo 6 2 Esmoriz Arouca 3 5 Paços Brandão Folgou Anta Classificação J V E D F - C P Anta 6 6 0 0 57 - 2 18 S. J. de Ver 7 5 0 2 22 - 16 15 Lourosa 7 3 1 3 19 - 16 10 Fermedo 7 3 1 3 21 - 20 10 Esmoriz 7 3 0 4 21 - 26 9 P. Brandão 7 2 0 5 13 - 46 6 Arouca 7 0 2 5 11 - 38 2 Próxima Jornada - 07 de Dezembro São João de Ver - Anta Esmoriz - Lusitânia de Lourosa Paços de Brandão - Fermedo Folga Arouca

TRAQUINAS A - Série C

Resultados - 8.ª Jornada Milheiroense 0 4 Feirense Arada 3 3 AD Sanjoanense Arrifanense 0 4 Cesarense Folgou Paços de Brandão Classificação J V E D F - C P Feirense 7 7 0 0 39 - 6 21 Cesarense 7 6 0 1 44 - 14 18 P. Brandão 6 4 0 2 32 - 16 12 Arrifanense 7 3 0 4 16 - 20 9 Arada 7 2 1 4 15 - 46 7 Milheiroense 7 1 0 6 14 - 42 3 Sanjoanense 7 0 1 6 13 - 29 1 Próxima Jornada - 07 de Dezembro AD Sanjoanense - Milheiroense Cesarense - Arada Paços de Brandão - Arrifanense Folga Feirense

TRAQUINAS A - Série D

Resultados - 8.ª Jornada Cucujães 0 1 Oliveirense Valecambrense 2 1 Loureiro AD Sanjoanense 8 1 Macieira Cambra Folgou Ovarense Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 7 7 0 0 53 - 6 21 Oliveirense 7 5 0 2 37 - 11 15 Cucujães 7 4 0 3 13 - 22 12 Loureiro 7 3 0 4 18 - 17 9 Ovarense 6 2 0 4 20 - 31 6 Valecambren. 7 2 0 5 10 - 31 6 Mac. Cambra 7 1 0 6 20 - 53 3 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Loureiro - Cucujães Macieira de Cambra - Valecambrense Ovarense - AD Sanjoanense Folga Oliveirense

TRAQUINAS B - Série A

Resultados - 3.ª Jornada Fiães 4 1 Lusit. Lourosa Vilamaiorense 4 2 Sp. Espinho Sanguedo 0 5 Anta Classificação J V E D F - C P Fiães 3 3 0 0 22 - 4 9 Anta 3 2 0 1 12 - 5 6 Lourosa 3 2 0 1 7 - 8 6 Sp. Espinho 3 1 0 2 14 - 6 3 Vilamaioren. 3 1 0 2 8 - 10 3 Sanguedo 3 0 0 3 0 - 30 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Lusitânia de Lourosa - Anta Sp. Espinho -Fiães Vilamaiorense - Sanguedo - 08/12

Resultados - 7.ª Jornada Esmoriz 1 3 Vila FC Pasteleira 10 0 Fiães S. Marit. Murtoense 0 0 Canelas 2010 Viseu 2001 Mocid. Eirolense DE PROMOÇÃO CAMPEONATO DE FUTEBOL FolgouFEMININO UD Sousense- Série B Resultados - 7.ª Jornada Classificação Esmoriz 1 3 Vila FC J V E D F - C P Pasteleira 10 0 Fiães Pasteleira 6 05 01 Canelas 0 39 -2010 4 16 S. Marit. Murtoense Mocid. Viseu 2001Eirolense 5 5 0 Viseu 0 522001 - 1 15 Folgou UD Sousense Moc. Eirolense 6 4 1 1 17 - 8 13 Classificação S. M. Murtoense 5J V2 2E D1 86 P 8 F - C Pasteleira 6 4 16 Vila FC 7 52 12 03 39 10 -- 10 8 Viseu 2001 5 5 0 0 52 - 1 15 UD Sousense 6 2 2 2 8- 17 13 8 Moc. Eirolense 6 4 1 1 17 - 8 Fiães 6 21 20 15 87 - 50 3 S. M. Murtoense 5 6 8 Vila FC 2010 7 Canelas 6 20 22 34 10 3 -- 10 20 82 UD Sousense 6 2 2 2 8- 17 8 Esmoriz 5 10 00 55 72 -- 50 30 30 Fiães 6 Canelas 2010Jornada 6 0 - 08 2 de 4 Dezembro 3 - 20 2 Próxima Esmoriz 5 0 0 5 2 - 30 0 - Esmoriz, Próxima Fiães Jornada - 08 de15h Dezembro Canelas - Pasteleira 15h Fiães -2010 Esmoriz, 2010 - Pasteleira Viseu Canelas 2001 - São Marítimo Murtoense Viseu 2001 - São Marítimo Murtoense UD Sousense - Mocidade Eirolense UD Sousense - Mocidade Eirolense Folga Folga Vila Vila FC FC CAMPEONATO DISTRITAL FEMININO - FUT /7 - SUB/18

Resultados - 5.ª Jornada Clube Albergaria #### Argoncilhe Mocid. Eirolense 8 1 Vaguense S. Marit. Murtoense 7 2 Esmoriz Fiães 0 2 Ovarense Cucujães 0 1 Cesarense Folga Sanguedo Classificação J V E D F - C P S. M. Murtoense 5 3 1 1 19 - 6 10 Cucujães 5 3 1 1 13 - 2 10 Ovarense 4 3 1 0 12 - 4 10 Moc. Eirolense 4 3 0 1 15 - 6 9 Cesarense 4 3 0 1 14 - 9 9 C. Albergaria 3 2 1 0 9 - 5 7 Sanguedo 4 2 0 2 14 - 16 6 Fiães 5 1 1 3 8 - 9 4 Esmoriz 5 1 0 4 7 - 21 3 Argoncilhe 4 0 1 3 2 - 14 1 Vaguense 5 0 0 5 6 - 27 0 Próxima Jornada - 07 de Dezembro Vaguense - Clube Albergaria Esmoriz - Mocidade Eirolense Ovarense - São Marítimo Murtoense Cesarense - Fiães Sanguedo - Cucujães Folgou Argoncilhe

FUTSAL JUNIORES FUTSAL Zona Norte

Resultados - 11.ª Jornada Saavedra Guedes 5 6 Ossela Juventude Fiães 5 2 ACR Vale Cambra Din. Sanjoanense 3 4 Lusitânia Lourosa Lamas Futsal 0 7 CRECOR Folgou Futsal Azeméis Classificação J V E D F - C P Ossela 10 9 0 1 54 - 22 27 CRECOR 10 8 1 1 66 - 18 25 Juvent. Fiães 10 8 0 2 83 - 29 24 Saavedra Gued. 10 7 0 3 55 - 38 21 Lusit. Lourosa 10 3 1 6 37 - 64 10 D. Sanjoanen. 10 3 0 7 31 - 55 9 ACR V. Cambra 10 2 0 8 28 - 47 6 Lamas Futsal 9 2 0 7 30 - 57 6 Futsal Azeméis 9 1 0 8 16 - 70 3 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Ossela - Juventude de Fiães, 17h Futsal Azeméis - Saavedra Guedes ACR Vale de Cambra - D. Sanjoanense- 08/12 Lusitânia de Lourosa - Lamas Futsal, 17h Folga CRECOR

JUVENIS FUTSAL

Resultados - 11.ª Jornada Saavedra Guedes 2 3 CRECUS CD Feirense 1 10 CD Escapães Beira-Mar 1 13 D. Sanjoanense Atómicos 2 3 ACR Vale Cambra CP Esgueira 7 3 GRC Telhadela Ossela 7 2 Veiros Folgou Juventude de Fiães Classificação J V E D F - C P Ossela 10 9 0 1 69 - 12 27 D. Sanjoanen. 10 8 1 1 66 - 9 25 CD Escapães 10 8 1 1 48 - 20 25 Atómicos 10 7 0 3 42 - 23 21 CRECUS 10 5 2 3 28 - 22 17 Saavedra Gued.10 4 1 5 20 - 32 13 Beira-Mar 10 4 1 5 21 - 40 13 Esgueira 10 3 3 4 37 - 35 12 Telhadela 11 3 3 5 23 - 47 12 ACR V. Cambra 10 2 2 6 15 - 37 8 Juvent. Fiães 10 2 1 7 23 - 52 7 Veiros 10 2 0 8 19 - 42 6 CD Feirense 9 0 1 8 11 - 51 1 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro Ossela - CRECUS- 08/12 CD Escapães - Saavedra Guedes, 20,30h Dinamo Sanjoanense -CD Feirense, 11h Juventude de Fiães - Beira-Mar, 15h GRC Telhadela - Atómicos- 08/12 Veiros - CP Esgueira Folga ACR Vale de Cambra

INICIADOS FUTSAL Zona Norte

Resultados - 11.ª Jornada Juventude Fiães 3 4 Ossela Saavedra Guedes 1 9 CRECOR ACR Vale Cambra 2 3 GCD Sanfins Lordelo 8 10 D. Sanjoanense PARC 4 13 Fundo de Vila CD Escapães 12 0 Lusitânia Lourosa Classificação J V E D F - C P Fundo de Vila 11 11 0 0 114 - 20 33 Ossela 11 10 0 1 110 - 22 30 CRECOR 11 8 0 3 48 - 25 24 GCD Sanfins 11 7 1 3 44 - 42 22 D. Sanjoanen. 11 7 0 4 79 - 38 21 Juvent. Fiães 11 7 0 4 53 - 29 21 PARC 11 5 0 6 51 - 57 15 CD Escapães 11 4 1 6 26 - 29 13 Lordelo 11 3 0 8 44 - 56 9 Saavedra Gued.11 2 0 9 16 - 7 1 6 ACR V. Cambra 11 1 0 10 14 - 7 0 3 Lusit. Lourosa 11 0 0 11 6 - 146 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro PARC - CD Escapães, 17,30h GDC Lordelo - Fundo de Vila ACR Vale de Cambra - Dinamo Sanjoanense Saavedra Guedes - GDC Sanfins - 07/12, 17h Juventude de Fiães - CRECOR,15h Ossela - Lusit. Lourosa - 07/12, 15h

INFANTIS FUTSAL

Resultados - 9.ª Jornada PARC 7 2 CP Esgueira ACR Vale Cambra 2 5 AD Travassô Fundo de Vila 4 4 Novasemente CC Barrô 8 2 GRC Telhadela Ossela 5 1 CD Escapães CRECUS 4 3 ADREP Din. Sanjoanense 3 6 CAP Alquerubim Folgou CCR Maceda Classificação J V E D F - C P Ossela 8 8 0 0 70 - 18 24 CC Barrô 8 7 0 1 42 - 19 21 CAP Alquerub. 8 6 1 1 49 - 21 19 CRECUS 8 5 1 2 26 - 21 16 D. Sanjoanen. 8 5 0 3 53 - 33 15 Fundo de Vila 9 4 2 3 38 - 31 14 ADREP 8 4 1 3 40 - 27 13 PARC 9 3 3 3 43 - 30 12 CD Escapães 8 4 0 4 31 - 31 12 ACR V. Cambra 9 3 1 5 22 - 36 10 AD Travassô 9 3 0 6 30 - 62 9 Telhadela 8 2 2 4 30 - 37 8 Novasemente 9 2 1 6 22 - 29 7 CCR Maceda 8 1 0 7 15 - 59 3 CP Esgueira 9 0 0 9 10 - 67 0 Próxima Jornada - 07 e 08 de Dezembro CP Esgueira - Dinamo Sanjoanense AD Travassô - PARC Novasemente - ACR Vale de Cambra GRC Telhadela - CCR Maceda- 08/12 CD Escapães - CC Barrô, 11,15h ADREP - Ossela- 08/12 CAP Alquerubim - CRECUS- 08/12 Folga Fundo de Vila

BENJAMINS FUTSAL

Resultados - 9.ª Jornada ADREP 25 0 CRECUS Saavedra Guedes 0 18 GDC Lordelo Belazaima 18 0 CAP Alquerubim GCD Sanfins 3 5 PARC CC Barrô 12 3 CD Feirense GRC Telhadela 3 2 CCR Maceda Novasemente 2 8 Din. Sanjoanense Folgou ACR Vale de Cambra Classificação J V E D F - C P GDC Lordelo 9 8 1 0 88 - 10 25 ADREP 8 7 1 0 83 - 13 22 CC Barrô 9 6 2 1 87 - 27 20 Telhadela 8 6 1 1 50 - 21 19 CCR Maceda 8 6 0 2 57 - 25 18 D. Sanjoanen. 8 4 1 3 56 - 41 13 Belazaima 7 3 2 2 57 - 20 11 PARC 8 3 2 3 38 - 39 11 ACR V. Cambra 8 3 1 4 42 - 35 10 GCD Sanfins 8 3 1 4 42 - 40 10 Novasemente 9 3 1 5 39 - 57 10 CD Feirense 8 2 1 5 20 - 44 7 Saavedra Gued. 8 0 1 7 11 - 96 1 CRECUS 9 0 1 8 15 - 118 1 CAP Alquerub. 9 0 0 9 10 - 109 0 Próxima Jornada - 08 de Dezembro GDC Lordelo - ADREP CAP Alquerubim - Saavedra Guedes PARC - Belazaima CD Feirense - GDC Sanfins , 10h CCR Maceda - CC Barrô Dinamo Sanjoanense - GRC Telhadela ACR Vale de Cambra - Novasemente Folga CRECUS


Correio da Feira 02.DEZ.2013

Hóquei em Patins

Ac. Feira perde em Espinho apesar da boa réplica Luís Filipe Higino O Académico realizou um bom jogo e deu boa réplica em Espinho apesar da derrota averbada. Depois de chegar à igualdade a três golos, já a meio da segunda parte, os feirenses só cederam nos últimos cinco minutos, altura em que a Ac. Espinho marcou por quatro vezes e chegou à vitória por números algo exagerados. O Académico da Feira alinhou e marcou com Ricardo Fernandes, João Moreira, Pedro Silva, David Sá (2) e Tiago Pinto – cinco inicial – Artur Couto (1), Marco Dias, Hugo Gonçalves, Marcelo Dias e Luís Canavarro. Treinador: Rui Tavares. Camadas Jovens: Regional de Juniores: 1ª Jornada: Académico da Feira – HC Mealhada 5-2. 2ª Jornada: Vigor Mocidade – Académico da Feira 2-4. Próxima Jornada: Académico da Feira – Académica de Coimbra, Domingo, dia 8, às 18 horas. Regional de Juvenis: 9ª Jornada: Bom Sucesso – Académico da Feira 1-6. Próxima Jornada: Oliveirense – Académico da Feira, Sábado, dia 7, às 15 horas. Regional de Iniciados: 9ª Jornada: Académica de Coim-

II DIVISÃO NACIONAL - Zona Norte

Resultados - 9.ª Jornada Juventude Pacense 4 5 CD Póvoa Famalicense AC 4 5 CI Sagres GDC Fânzeres 7 4 HC Paço de Rei CAR Taipense 3 5 AD Sanjoanense Riba D'Ave HC 7 6 CRPF Lavra AA Espinho 7 3 Académico Feira HC Marco 4 4 CP Sobreira CD Cucujães 2 1 ACR Gulpilhares Classificação J V E D F - C P Sanjoanense 9 8 1 0 60 - 24 25 CD Póvoa 9 8 0 1 44 - 32 24 AA Espinho 9 6 3 0 44 - 24 21 Riba D'Ave HC 9 5 1 3 40 - 40 16 Famalicense 9 5 0 4 27 - 27 15 CI Sagres 9 4 0 5 52 - 43 12 ACR Gulpilhares 9 4 0 5 40 - 44 12 Juvent. Pacense 8 3 2 3 39 - 29 11 CRPF Lavra 9 3 2 4 44 - 42 11 HC Marco 9 3 2 4 34 - 38 11 GDC Fânzeres 9 3 0 6 32 - 47 9 CP Sobreira 9 2 2 5 44 - 46 8 CAR Taipense 7 2 1 4 28 - 36 7 Acad. Feira 9 2 1 6 41 - 58 7 CD Cucujães 8 2 1 5 21 - 45 7 HC Paço de Rei 9 1 2 6 34 - 49 5 Próxima Jornada - 07 de Dezembro CD Póvoa - CD Cucujães CI Sagres - Juventude Pacense HC Paço de Rei - Famalicense AC AD Sanjoanense - GDC Fânzeres CRPF Lavra - CAR Taipense Académico da Feira - Riba D'Ave HC, CP Sobreira - AA Espinho ACR Gulpilhares - HC Marco

bra – Académico da Feira 4-1. Próxima Jornada: O Académico da Feira folga. Encontros Convívios de Escolares: Próxima Jornada: HC Mealhada – Académico da Feira, Domingo, dia 8, às 16 horas. Encontros Convívios de Benjamins: 3ª Jornada: Bom Sucesso – Académico da Feira 0-21. Próxima Jornada: Académico da Feira – H.A. Cambra/A.

Andebol

Oleiros derrotado em Sandim (28-25) Inicio forte e determinado do Modicus que rapidamente atingiu um parcial de 7-2 através de contraataques devido a perdas de bola, mas um pedido de desconto de tempo do tecnico do CDC despertou os atletas para o jogo e chegaram ao intervalo a perder somente por um golo. A 7 minutos do fim , quando o resultado estava em 22-24, o Modicus provcou duas exclusões a atletas do CDC e passaram para o comando do jogo aproveitando a vantagem numérica. Ainda havia tempo para recuperar quando as equipas ficaram com o mesmo numero de jogadores mas o Modicus na parte final foi mais feliz no momento em que o jogo podia pender para um dos dois lados.

Atletismo

CAL convoca Assembleia O Clube Atletismo de Lamas irá realizar uma Assembleia Geral Extraordinária no próximo dia 7 de Dezembro no Auditória da Junta de Freguesia de Santa Maria de Lamas pelas 15h00. Como ordem de trabalhos está, entre outras assuntos, a leitura da acta da Assembleia anterior, a discussão e votação do plano de actividade e orçamento para 2014, a nomeação do responsável pelo grupo de caminheiros.

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Correio da Feira 02.DEZ.2013

Santa Maria da Feira // Aos 27 anos é já um dos grandes nomes da comédia nacional

Stand Up Comedy invade a cidade pelas mãos de Joel Ricardo Santos Joel Ricardo Santos é natural de Souto e aos 27 anos é já um dos grandes nomes da comédia nacional. Iniciou-se nest e m u n d o e m 2 0 11 e , desde então, tem vindo a conquistar público por todo o país. “A comédia apareceu na minha vida por acaso. O meu melhor amigo levou-me a Espinho a uma noite de anedotas, participei e percebi que tinha talento. Comecei logo a trabalhar a solo, com espectáculos de uma hora e meia. Fui evoluindo e completando o meu espectáculo e hoje faço actuações de Stand Up Comedy, com momentos musicais de cariz humorístico” – refere. Joel Ricardo Santos, em quase três anos de carreira, conta já 200 espectáculos realizados no país e no estrangeiro. Tendo sido proprietário de um bar em Santa Maria da Feira, o jovem artista não quis deixar de parte a sua

terra natal. “Pouco depois de entrar neste mercado da comédia, apercebi-me que este formato funciona em qualquer situação. Só tem de ser bem adaptado.

Vi que Santa Maria da Feira não tinha qualquer actividade neste segmento e sentia-me mal, viver aqui e perceber que não havia aposta na comé-

dia. Experimentei no bar, que tinha na altura, e rapidamente vi que havia público para este formato” – revela. Tal foi o sucesso desta iniciativa que Joel

Santos procurou estender este tipo de espectáculo a outros locais na Feira. “Com pouco tempo de trabalho neste ramo, juntamente com os meus colegas humoristas, Joca, Zé Pedro e Bruce, criamos uma marca, a “Vertigem Produções”. É à luz dessa marca que trabalhamos e que produzimos os nossos eventos. E foi à luz dessa marca, que eu, com a ajuda deles, trouxe o formato em força para a cidade da Feira. Inicialmente, só no meu bar, mas, mais tarde espalhou-se por toda a cidade”. Além dos bares, o humorista feirense foi convidado a participar noutros eventos como a Gala Oficial do CD Feirense, o Festival de Música do CD FeirenseAndebol ou a TEDx Feira 2013. Actuou ainda além fronteiras, mais precisamente na Suíça, país onde viveu alguns anos da sua infância.

Confiança no sucesso do Stand Up na Feira Em relação ao futuro da Stand Up na Feira, Joel Ricardo Santos mostra-se confiante: “Espero que o formato prospere. Temos trabalhado no sentido de trazer um vasto leque de humoristas diferentes. Só ganhamos força se dermos às pessoas qualidade e claro, diversidade. Essa é a chave da força deste formato” – diz. Os donos dos bares vêem esta vertente alternativa com bons olhos e procuram, cada vez mais, este tipo de animações nos seus espaços. “Os donos agradecem pois as casas estão quase sempre esgotadas para os espectáculos. As pessoas voltam para os seguintes e ainda trazem amigos. É um formato diferenciador que enche casas. É isso que os proprietários procuram” – assegura.

Santa Maria das Feira // Simão Silva teve casa cheia na apresentação da sua primeira longa-metragem

Jovem realizador prepara-se para “rodar” filme em França com actores feirenses “O Explorador Júnior” é o título da primeira curta-metragem realizada por Simão Silva. O jovem, de 15 anos, natural de Santa Maria da Feira, desde pequeno que tem paixão pelos vídeos, e já apresentou parte dos seus trabalhos na tela do auditório da Biblioteca Municipal e com direito a casa cheia. A experiência foi gratificante e, agora, Simão Silva tem o sonho de abrir o seu próprio estúdio de produção e dedicar-se à sétima arte. “Sonho ter um filme meu nas salas de cinema de todo o país e fazer uma viagem a Hollywood e conhecer aquilo por dentro” – confessa o jovem realizador, recordando que o “bichinho” pelas câmaras surgiu desde muito cedo, muito por culpa da actividade profissional do pai. “Como o meu pai trabalhou como bailarino na televisão, sempre estive em contacto com o mundo das câmaras e realização, e a paixão foi crescendo” – salienta. O jovem realizador começou por gravar vídeos de skate e a editá-los aos 11 anos de idade e foi aí que sentiu que tinha jeito para a realização. Mais tarde, aos 15, Simão Silva aventurou-se

“Sempre adorei o Ismael do Balas e Bolinhos e gostava muito de falar pessoalmente com ele e trocar ideias” – refere.

Segundo filme roda em França

num trabalho mais a sério. “Fiz a minha primeira curtametragem que se chama “O explorador júnior” que fala sobre um rapaz que fugiu de casa em busca de refúgio”. Admite que o resultado do trabalho não corresponde às suas expectativas, muito por causa da “falta” de equipamento de boa qualidade”

e porque foi a primeira vez que se aventuram neste género. No seu currículo, está já a realização de vários videoclips e vídeos promocionais e uma longa-metragem intitulada “A revolta do traficante”, que teve estreia no auditório da Biblioteca Municipal no dia 4 de Maio. “Fizeram-se duas

sessões. A primeira esgotou, enquanto a segunda teve pouco mais de meia sala. Mas o filme está também no Youtube e tem perto de seis mil visualizações” – assegura. Sem nunca ter tido formação na área, Simão Silva aprendeu o que sabe sozinho. “Nunca tive aulas de

realização e tudo o que sei aprendi sozinho. Tenho um amigo, o Guilherme Henriques que está na faculdade a tirar o curso de audiovisuais e foi-me dando algumas dicas que me têm ajudado muito” – revela. Como grande referência o jovem feirense elege Ismael, realizador do Balas e Bolinhos.

Entretanto, o jovem realizador está já a preparar um novo trabalho. “Já estamos a preparar o segundo filme, a escrever o guião e o argumento. Estou a fazê-lo juntamente com dois actores da Feira que vão entrar no filme, o Pedro Lamas e o Diogo Dias” – afirma. “São dois actores com experiência e quis mesmo pegar por aí para dar mais credibilidade ao filme, também com melhores meios e melhores condições” – reforça. Este segundo filme, que é uma sequência do primeiro, contará com passagens em França. “Um tio meu que trabalha em França viu o primeiro filme, gostou e mostrou ao seu chefe que adorou. Ele convidou-me para ir lá fazer um vídeo promocional da empresa e disse que financiava tudo. Vou aproveitar essa oportunidade para gravar também algumas cenas do novo filme lá” – anuncia.



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