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Touring Cultural e Paisagístico

Touring

Cultural e Paisagístico

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço


Touring Cultural e Paisagístico

ÍNDICE GERAL

SERRA DA ESTRELA – TOURS DE 1 DIA

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1

SERRA DA ESTRELA – TOURS DE 3 DIAS

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3

SERRA DA ESTRELA – TOURS DE 5 DIAS -

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9

LEIRIA/FÁTIMA – TOURS DE 1 DIA-

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22

LEIRIA/FÁTIMA – TOURS DE 3 DIAS-

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26

LEIRIA/FÁTIMA – TOURS DE 5 DIAS-

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34

DOURO – TOURS DE 1 DIA-

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-

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-

-

47

DOURO – TOURS DE 3 DIAS-

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49

DOURO – TOURS DE 5 DIAS-

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57

OESTE – TOURS DE 1 DIA -

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69

OESTE – TOURS DE 3 DIAS -

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-

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72

OESTE – TOURS DE 5 DIAS -

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80

LITORAL ALENTEJANO – TOURS DE 1 DIA-

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93

LITORAL ALENTEJANO – TOURS DE 3 DIAS - -

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97

LITORAL ALENTEJANO – TOURS DE 5 DIAS - -

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105

ALQUEVA – TOURS DE 1 DIA-

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118

ALQUEVA – TOURS DE 3 DIAS -

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122

ALQUEVA – TOURS DE 5 DIAS -

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132

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Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Serra da Estrela – Tour de 1 dia

Fonte: http://www.foto-nature.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço1


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 1 DIA PORTO, COVILHÃ 1.º DIA - COVILHÃ 09.00 Partida do Porto em direção à Serra da Estrela, na Covilhã. 12.00 Chegada à Covilhã. 12.30 Almoço no restaurante Alquimia, integrado no hotel de estadia, Hotel Congress & Medical Spa. 14.00 Passeio pedestre pela cidade a fim de conhecer a Capela de Nossa Senhora dos Milagres, a Capela de São Sebastião e o centro histórico da Covilhã. 17.00 Visita ao Museu da Arte e Cultura da Covilhã que engloba uma coleção de arte que vai desde a arte sacra à contemporânea.

Museu da Arte e Cultura da Covilhã 18.00 Regresso ao Porto

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Touring

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Cultural e Paisagístico

Serra da Estrela – Tour de 3 dias

Fonte: http://www.foto-nature.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço

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TOUR – 3 DIAS COVILHÃ, SEIA, BELMONTE, GUARDA, SERRA DA ESTRELA E GOUVEIA 1.º DIA COVILHÃ 09.00 Partida do Porto em direção à Covilhã, de autocarro. 12.00 Chegada à Covilhã. 12.30 Almoço no restaurante Alquimia, integrado no hotel de estadia, Hotel Congress & Medical Spa. 14.00 Passeio pedestre pela cidade a fim de conhecer a Capela de Nossa Senhora dos Milagres, a Capela de São Sebastião e o centro histórico da Covilhã. 17.00 Visita ao Museu da Arte e Cultura da Covilhã que engloba uma coleção de arte que vai desde a arte sacra à contemporânea.

Museu da Arte e Cultura da Covilhã 19.30 Jantar no Restaurante Casa de Campo - Cozinha D´Avó - Quinta do Covelo. 22.30 Regresso ao Hotel Congress & Medical SPA.

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2.º DIA – SEIA/BELMONTE/GUARDA 10.00 Visita ao Museu do Pão em Seia, seguido de almoço no Restaurante do Museu. “O espólio, distribuído por várias secções, inclui ainda a reconstituição de uma antiga padaria

tradicional, com mobiliário e objetos do início do século XX, a mostra de alfaias, cerâmica, numismática e iconografia”1.

Edifício do Museu do Pão2 13.30 Visita ao Castelo de Belmonte A edificação deve-se a D. Sancho I e compreende o período de finais do século XII e inícios do século XIII.

Entrada principal do Castelo de Belmonte

1

http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=381927

2

http://www.eb1-seia-n1.rcts.pt/museu_do_pao.htm

5


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15.00 Visita à cidade da Guarda, começando pela Sé Catedral. O atual edifício remonta ao século XIV. A história da Catedral ficou marcada pelo período da viragem para o século XX. “Em 1898, reunidas as condições económicas para se efetuar o restauro do edifício, coube ao

arquiteto Rosendo Carvalheira conduzir as obras, executando, aqui, um dos mais importantes projetos revivalistas do país”3.

Sé Catedral da Guarda 16.30 Segue-se a visita ao Castelo da Guarda, igualmente considerado Monumento Nacional. Embora a edificação do Castelo esteja relacionada com a origem da cidade, várias foram as transformações que o mesmo edifício teve ao longo dos séculos. “De todas estas transformações resultou um dos mais interessantes castelos do país, não apenas

por se situar numa segunda linha de defesa face à fronteira leste da Beira Alta, mas por testemunhar a atividade construtiva de carácter militar ao longo de, praticamente, toda a nossa Baixa Idade Média, bem como por ilustrar o processo de destruição por que passou o património militar nacional a partir do século XIX”4. 17.30 Visita ao Museu Regional da Guarda. Foi criado na primeira metade do século XX. A sua coleção alberga desde pintura, escultura, a mobiliário e armaria.

3

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71096/

4

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71097/

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Interior do Museu da Guarda 20.00 Jantar no restaurante Dongarfo na Guarda. 21.30 Regresso à Covilhã. Estadia no Chalés de Montanha – Serra da Estrela

3.º DIA – SERRA DA ESTRELA/SEIA/GOUVEIA 09.00 Manhã passada na Estância de Ski situada na Torre, no centro do Parque Natural da Serra da Estrela a 2000 metros de altitude.

Estância de Ski5 12.20 Almoço no restaurante Abrigo da Montanha em Seia.

5

http://cidadedacovilha.blogs.sapo.pt/822.html

7


Touring Cultural e Paisagístico

14.00 Visita ao CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela em Seia. “Focalizado na descoberta da serra da Estrela, o CISE exibe uma exposição permanente e interativa, onde é possível viajar por toda a serra da Estrela. A própria quinta do Carvalhal, com a sua biodiversidade e percurso pedagógico ambiental convidam a momentos de lazer, por entre azevinhos, medronheiros, carvalhos e cedros”6.

CISE - Centro de Interpretação da Serra da Estrela em Seia7 15.30 Visita ao Museu Abel Manta em Gouveia. Situa-se num edifício do século XVIII, antigo Solar dos Condes de Vinhó e Almedina, mecenas da obra de Abel Manta. A coleção engloba a obra de Abel Manta embora tenha igualmente exemplos significativos de trabalhos de ilustres mestres como Vieira da Silva, Joaquim Rodrigo, Júlio Resende, Júlio Pomar, Menéz e Paula Rego.

Auto-retrato de Abel Manta8 17.00 Regresso ao Porto

6

http://www.cm-seia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=113&Itemid=485

7

http://www.feriasemportugal.pt/galerias/?cat=252&regiao=3&distrito=21&concelho=

8

http://www.ci.uc.pt/artes/manta/paintings3.htm

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Serra da Estrela – Tour de 5 dias

Fonte: http://www.foto-nature.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço9


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TOUR – 5 DIAS COVILHÃ, SEIA, BELMONTE, GUARDA, SERRA DA ESTRELA, CELORICO DA BEIRA, FORNOS DE ALGODRES, VISEU, SANTAR, GOUVEIA 1.º DIA - COVILHÃ 09.00 Partida do Porto em direção à Covilhã, de autocarro. 12.00 Chegada à Covilhã. 12.30 Almoço no restaurante Alquimia, integrado no hotel de estadia, Hotel Congress & Medical Spa. 14.00 Passeio pedestre pela cidade a fim de conhecer a Capela de Nossa Senhora dos Milagres, a Capela de São Sebastião e o centro histórico da Covilhã. 17.00 Visita ao Museu da Arte e Cultura da Covilhã que engloba uma coleção de arte que vai desde a arte sacra à contemporânea.

Museu da Arte e Cultura da Covilhã 19.30 Jantar no Restaurante Casa de Campo - Cozinha D´Avó - Quinta do Covelo. 22.30 Regresso ao Hotel Congress & Medical SPA.

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2.º DIA – SEIA/BELMONTE/GUARDA 10.00 Visita ao Museu do Pão em Seia, seguido de almoço no Restaurante do Museu.

“O espólio, distribuído por várias secções, inclui ainda a reconstituição de uma antiga padaria tradicional, com mobiliário e objetos do início do século XX, a mostra de alfaias, cerâmica, numismática e iconografia”9.

Edifício do Museu do Pão10 13.30 Visita ao Castelo de Belmonte A edificação deve-se a D. Sancho I e compreende o período de finais do século XII e inícios do século XIII.

Entrada principal do Castelo de Belmonte

9

http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=381927

10

http://www.eb1-seia-n1.rcts.pt/museu_do_pao.htm

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Touring Cultural e Paisagístico

15.00 Visita à cidade da Guarda, começando pela Sé Catedral. O atual edifício remonta ao século XIV. A história da Catedral ficou marcada pelo período da viragem para o século XX.

“Em 1898, reunidas as condições económicas para se efetuar o restauro do edifício, coube ao arquiteto Rosendo Carvalheira conduzir as obras, executando, aqui, um dos mais importantes projetos revivalistas do país”11.

Sé Catedral da Guarda 16.30 Segue-se a visita ao Castelo da Guarda, igualmente considerado Monumento Nacional. Embora a edificação do Castelo esteja relacionada com a origem da cidade, várias foram as transformações que o mesmo edifício teve ao longo dos séculos.

“De todas estas transformações resultou um dos mais interessantes castelos do país, não apenas por se situar numa segunda linha de defesa face à fronteira leste da Beira Alta, mas por testemunhar a atividade construtiva de carácter militar ao longo de, praticamente, toda a nossa Baixa Idade Média, bem como por ilustrar o processo de destruição por que passou o património militar nacional a partir do século XIX”12. 17.30 Visita ao Museu Regional da Guarda. Foi criado na primeira metade do século XX. A sua coleção alberga desde pintura, escultura, a mobiliário e armaria.

11

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71096/

12

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71097/

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Touring Cultural e Paisagístico

Interior do Museu da Guarda 20.00 Jantar no restaurante Dongarfo na Guarda. 21.30 Regresso à Covilhã. Estadia no Chalés de Montanha – Serra da Estrela

3.º DIA – SERRA DA ESTRELA/SEIA/CELORICO DA BEIRA/FORNOS DE ALGODRES 09.00 Manhã passada na Estância de Ski situada na Torre, no centro do Parque Natural da Serra da Estrela a 2000 metros de altitude.

Estância de Ski13

13

http://cidadedacovilha.blogs.sapo.pt/822.html

13


Touring Cultural e Paisagístico

12.20 Almoço no restaurante Abrigo da Montanha em Seia. 14.00 Visita ao CISE – Centro de Interpretação da Serra da Estrela em Seia.

“Focalizado na descoberta da serra da Estrela, o CISE exibe uma exposição permanente e interativa, onde é possível viajar por toda a serra da Estrela. A própria quinta do Carvalhal, com a sua biodiversidade e percurso pedagógico ambiental convidam a momentos de lazer, por entre azevinhos, medronheiros, carvalhos e cedros”14.

CISE - Centro de Interpretação da Serra da Estrela em Seia15 Viagem até Celorico da Beira. 16.00 Visita ao Castelo de Celorico da Beira.

“O

Castelo

de

Celorico,

cuja

fundação

remontará

aos

séculos

XII/XIII,

é

classificado

tipologicamente como sendo um castelo românico-gótico. Possui duas entradas uma a oeste e outra a leste; dois cubelos adossados ao lado Sul da Muralha, um de planta quadrangular irregular e outro de planta trapezoidal irregular e originalmente possuiria uma Torre de Menagem no centro do reduto defensivo, cujos vestígios, todavia, não chegaram até aos nossos dias”16.

14

http://www.cm-seia.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=113&Itemid=485

15

http://www.feriasemportugal.pt/galerias/?cat=252&regiao=3&distrito=21&concelho=

16

http://www.cm-celoricodabeira.pt/turismo/oquever/Paginas/CastelodeCeloricodaBeira.aspx

14


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Castelo de Celorico da Beira17 17.00 Visita à Igreja da Misericórdia

“No Largo da Misericórdia, onde poderá entrar no interior do templo, que foi de Santo Isidoro, extinta no séc. XVI. Passa a Misericórdia quando esta instituição assistência se funda em Linhares no ano de 1576. De fundação românica, foi muito alterada no séc. XVII. Tem um retábulo de talha barroca e interessantes pinturas de transição para o séc. XVII na capela-mor e uma preciosa bandeira de procissão, que esteve presente em 1958, na Exposição Comemorativa do Nascimento da Rainha Dona Leonor, fundadora da Misericórdias, ao lado de muitas outras, foi considerada uma das mais belas do país”. 18.00 Viagem até Fornos de Algodres. Ida para o Palace Hotel & Spa, Fornos de Algodres. 20.00 Jantar no Palace Hotel & Spa.

4.º DIA – VISEU 09.00 Viagem até Viseu. 09.45 Chegada à cidade de Viseu, seguida de visita ao Centro histórico, englobando a zona alta da cidade, nomeadamente três distintos espaços: a Sé Catedral, o Museu Grão Vasco e a Igreja da Misericórdia. Ambos são elementos essenciais do Património cultural da cidade, nomeadamente o Museu Grão Vasco pelas pinturas que alberga do distinto mestre da pintura portuguesa, entre muitos outros.

17

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70710/

15


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Museu Grão Vasco e Sé Catedral de Viseu18

Igreja da Misericórdia de Viseu19 12.30 Ainda no centro histórico da cidade, almoço no típico restaurante O Cortiço. 14.00 Visita à praça central da Câmara Municipal de Viseu, seguida da visita à Igreja de São Francisco, situada ao lado da praça. Além da imponente escadaria, a igreja é caracterizada pela talha dourada que constitui todo o seu interior.

18

http://arquitecturadouro.blogspot.pt/2011/03/as-imagens-do-presente-e-do-proximo.html

19

http://viseumonumental.wordpress.com/patrimonio/igreja-da-mesericordia/

16


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Igreja de São Francisco, Viseu20 15.00 Visita à Igreja do Carmo, igualmente situada no centro da cidade.

Igreja do Carmo, Viseu21 16.00 Passagem pela pastelaria Amaral para provar os doces típicos da cidade, os Viriatos. 16.30 Visita pela cidade, passando pela emblemática Rua direita em direção ao magnífico Teatro Viriato. Visita a esta Sala de espetáculos, com visita guiada pelo edifício.

20

http://viseumonumental.wordpress.com/patrimonio/igreja-dos-terceiros/

21

http://jaimegamafotos.blogspot.pt/2010/08/fotos-de-viseu.html

17


Touring Cultural e Paisagístico

Teatro Viriato22 17.30 Passeio pelo parque natural do Fontelo e visita ao Solar do Vinho Dão. 19.30 Jantar no restaurante do Palácio dos Melos. Posterior estadia no mesmo.

Palácio dos Melos23 21.00 Passeio pela zona histórica da cidade.

22

http://centrodeportugal.blogspot.pt/2009/11/teatro-viriato-estabelece-parceria-com.html

23

http://www.hotelpalaciodosmelos.pt/Gallery.aspx?pid=26&cid=27

18


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5.º DIA – SANTAR/GOUVEIA 09.00 Viagem de Viseu a Santar. 09.45 Visita ao Paços dos Cunhas de Santar. Este edifício do século XVII foi recuperado pela Dão Sul, convertendo-se numa das mais prestigiadas unidades de enoturismo. O projeto de remodelação esteve a cargo do arquiteto Pedro Mateus.

Paço dos Cunhas de Santar24 11.00 Visita à Casa de Santar. “Solar do século XVII e XVIII, pertencente à Condessa de Santar e sua Família, é rodeado por jardins de sebes, buxos e labirintos de flores. Seguem-se as adegas da sociedade perfeitamente enquadradas no conjunto arquitetónico da propriedade”25.

Casa de Santar26

24

http://upmagazine-tap.com/pt_artigos/a-elegancia-do-dao/

25

http://www.daosul.com/pt/go/dao-vinhos-casa-de-santar

26

http://casadesantar.com/site/wp-content/uploads/2010/02/santar011.jpg

19


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12.30 Almoço na Quinta de Cabriz, conhecida pelo famoso vinho. 13.30 Viagem até Gouveia 14.30 Visita ao Museu Abel Manta em Gouveia. Situa-se num edifício do século XVIII, antigo Solar dos Condes de Vinhó e Almedina, mecenas da obra de Abel Manta. A coleção engloba a obra de Abel Manta embora tenha igualmente exemplos significativos de trabalhos de ilustres mestres como Vieira da Silva, Joaquim Rodrigo, Júlio Resende, Júlio Pomar, Menéz e Paula Rego.

Auto-retrato de Abel Manta27 15.30 Visita ao Espaço Arte e Memória, Gouveia.

“Na arte, a chama da compreensão é efémera, mas o instante de lucidez é eterno. Logo, não se pode buscar um porto neste mar infinito que tem a sua essência no horizonte sempre desconhecido. Deus criou a matéria, o homem valorizou-a, fez a arte, que serve como modelo. E o mundo transformou-se. A perceção da Arte incendeia os nossos sentidos, ilumina-nos a alma. Forma e cor. Harmonia e movimento. Volumes e vazios. Perceções e intuições. Impressões e sensações. Êxtases e gozos. No Espaço Arte e Memória são memórias que lá vivem... e o futuro também”28.

27

http://www.ci.uc.pt/artes/manta/paintings3.htm

28

http://www.cm-gouveia.pt/visitargouveia/Paginas/espao-arte-memria.aspx

20


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Espaço Arte e Memória29 17.00 Regresso ao Porto.

29

http://www.multimedia.guarda.pt/fotografia-de-utilizadores/component/joomgallery/municipio-de-gouveia/espaco-arte-e-

memoria/arte-e-memoria5-2895

21


Touring

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Leiria/Fátima - Tours 1 dia

Fonte: http://fotos.sapo.pt

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 22


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TOUR – 1 DIA PORTO, FÁTIMA E LEIRIA 1.º DIA – PORTO/LEIRIA/FÁTIMA 08.30 Saída do Porto e viagem até Fátima. 10.30 Chegada a Fátima, com visita ao Santuário de Fátima. A Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima foi edificada segundo projeto do arquiteto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquiteto João Antunes. O edifício tem mais de 70 metros de altura e é um local de peregrinação por excelência, recebendo a visita de crentes de toda a parte do mundo.

Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima30 11.30 Visita à Igreja da Santíssima Trindade, inaugurada no ano de 2007. Esta nova construção arquitetónica prima pelo arrojo e pela modernidade, distinguindo-se plenamente da Basílica de Nossa senhora do Rosário, situada no extremo oposto da praça. Ainda se podem contemplar painéis da autoria do arquiteto Siza Vieira.

30

http://reporterdecristo.com/tipos-de-templos-catolicos

23


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Igreja da Santíssima Trindade31 12.30 Almoço no Restaurante Dom Gonçalo Hotel & Spa, em Fátima. 13.30 Viagem para Leiria. 14.00 Chegada a Leiria, seguindo-se a visita ao Castelo de Leiria. “Monumento emblemático da história

da cidade e do país, a configuração atual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico dionísio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX”32.

Vista panorâmica do Castelo de Leiria33

31

http://www.portal.ecclesia.pt/ecclesiaout/irmazinhasdejesus/peregrinacao-igreja-trindade.html

32

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70548/

33

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70548/

24


Touring Cultural e Paisagístico

15.30 Visita ao Convento de Santo Agostinho e antigo seminário. Foi fundado no século XVI, mas tal como muitos outros monumentos, sofreu alterações ao longo dos vários períodos da História pelos quais passou. A igreja pertencente ao convento é, tanto no exterior como no interior, caracterizada pela simplicidade, embora seja um projeto majestoso do património imóvel da cidade de Leiria.

Convento de Santo Agostinho – vista interior e exterior, respetivamente34 17.00 Regresso ao Porto

34

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73318/

25


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Leiria/Fátima - Tours 3 dias

Fonte: http://fotos.sapo.pt

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 26


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 3 DIAS PORTO, FÁTIMA, LEIRIA, MARINHA GRANDE E BATALHA 1.º DIA – PORTO/FÁTIMA 09.00 Saída do Porto e viagem até Fátima. 11.00 Chegada a Fátima e visita à Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Esta edificada segundo projeto do arquiteto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquiteto João Antunes. O edifício tem mais de 70 metros de altura e é um local de peregrinação por excelência, recebendo a visita de crentes de toda a parte do mundo. 11.45 Visita da Capelinha das Aparições, situada no amplo recinto em frente à Basílica. 12.30 Almoço no Restaurante do Hotel Dom Gonçalo & Spa, em Fátima. 13.30 Visita à Igreja da Santíssima Trindade, inaugurada no ano de 2007. Esta nova construção arquitetónica prima pelo arrojo e pela modernidade, distinguindo-se plenamente da Basílica de Nossa senhora do Rosário, situada no extremo oposto da praça. Este projeto foi desenhado pelo arquiteto grego Alexandros Tombazis. Ainda se podem contemplar painéis da autoria do arquiteto Siza Vieira. O projeto da igreja foi distinguido com o galardão “Outstanding Structure”, atribuído pela Associação Internacional de Pontes e Estruturas (IABSE).

Exterior da Igreja da Santíssima Trindade35

35

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=369f2e38-32b6-46b1-82ff-fa759e580fc5&edition=104

27


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Estátua de João Paulo II e crucifixo de Jesus Cristo no exterior da Igreja 15.00 Visita ao Museu de Arte Sacra e Etnografia, em Fátima. 16.00 Visita ao Museu da Vida de Cristo, onde se podem contemplar centenas de figuras de cera em vários cenários da vida de Jesus Cristo.

Um dos cenários do Museu da vida de Cristo36

36

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=777073

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17.15 Visita às Grutas da Moeda situada a alguns minutos de Fátima. As grutas foram descobertas na segunda metade do século XX e exploradas durante vários meses.

“A cada uma das salas e galerias foram atribuídas denominações, sugerindo diferentes imagens: Lago da Felicidade, Sala do Presépio, Pastor, Cascata, Cúpula Vermelha, Marítima, Capela Imperfeita, Abóbada Vermelha e Fonte das Lágrimas. A extensão visitável da Gruta é de 350 metros e a sua profundidade é de 45 m abaixo da cota de entrada. A temperatura ronda os 18.º C, mantendo-se constante todo o ano”37.

Interior das grutas da moeda38 20.00 Jantar no Restaurante Tia Alice, restaurante típico da cidade, conhecido pelo seu bom gosto e apelidado como “catedral da boa gastronomia”39. 22.00 Estadia no Hotel Dom Gonçalo & Spa.

2.º DIA – FÁTIMA/LEIRIA 09.00 Saída de Fátima e viagem até Leiria. 09.45 Chegada a Leiria, seguida de visita ao Castelo de Leiria.

“Monumento emblemático da história da cidade e do país, a configuração actual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico

37

http://www.grutasmoeda.com/portal/index.php?id=1521

38

http://www.grutasmoeda.com/portal/index.php?id=1521

39

http://escape.sapo.pt/boa-mesa/guia-restaurantes/tia-alice-113402

29


Touring Cultural e Paisagístico

dionísio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX”40.

Castelo de Leiria41 10.45 Visita ao Convento de Santo Agostinho e antigo seminário. Foi fundado no século XVI, mas tal como muitos outros monumentos, sofreu alterações ao longo dos vários períodos da História pelos quais passou. A igreja pertencente ao convento é, tanto no exterior como no interior, caracterizada pela simplicidade, embora seja um projeto majestoso do património imóvel da cidade de Leiria.

Convento de Santo Agostinho42 12.30 Almoço no Restaurante Pontuel, em Leiria.

40

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70548/

41

http://aesteticadostempos.blogspot.pt/2009_12_01_archive.html

42

http://www.jornaldaconstrucao.pt/index.php?id=6&n=917

30


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14.00 Visita à Sé Catedral de Leiria. A origem da edificação da Igreja data do século XVI. O interior da Igreja prima pela imponente obra de talha, pintura e escultura maneiristas, que ainda constam no local.

Sé Catedral de Leiria43 15.30 Visita à Capela de São Pedro, considerada Monumento Nacional, é a única capela românica da cidade.

“O principal interesse do templo vai para a fachada principal e, especialmente, para o seu portal. Enquadrado por um largo alfiz, que termina numa linha de modilhões decorados, a entrada é ladeada por uma série de arquivoltas, onde se esculpiu um dos mais importantes conjuntos de beak-heads do Românico português. Tratam-se de figuras humanas, cujos braços repousam nos toros das arquivoltas (RODRIGUES, 1995, p.297) e cujo significado é, ainda, muito discutido”44.

Fachada da Capela de São Pedro45

43

http://www.faculdadedigital.com/fnascimento/seccao.asp?cod_seccao=4822

44

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70459/

45

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70459/

31


Touring Cultural e Paisagístico

16.30 Visita à Capela de Nossa Senhora da Encarnação. A Igreja está inserida no conjunto das igrejas de peregrinação, características do século XVIII. Teve várias transformações ao longo dos séculos, embora as mudanças no século XIX foram bastante significativas. É caracterizada essencialmente pela imponente escadaria, sendo que esta enfatiza o efeito cenográfico.

Escadaria e fachada principal da Capela de Nossa Senhora da Encarnação46 19.30 Jantar no restaurante Tromba Rija, em Leiria. 22.00 Estadia no Hotel Eurosol Residence.

3.º DIA – LEIRIA/MARINHA GRANDE/BATALHA 09.00 Partida de Leiria para Marinha Grande. 09.45 Chegada a Marinha Grande, com visita ao Museu do Vidro, visto que a industria vidreira da região tem mais de 250 anos de existência. 10.45 Visita à Capela de Nossa Senhora da Ajuda. A capela atual foi edificada no século XIX, mas terá tido origem numa ermita existente no local do século XVII.

46

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73317/

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Touring Cultural e Paisagístico

Capela de Nossa Senhora da Ajuda47 13.00 Almoço no Restaurante do Hotel Mestre Afonso Domingues, na Batalha, perto do Mosteiro da Batalha. 14.00 Visita ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha, sendo o maior símbolo da Dinastia de Avis. A construção do edifício que resultou de uma promessa de D. João I, prolongou-se por várias fases. Este Monumento Nacional integra a Lista do Património da Humanidade, desde 198348.

Mosteiro da Batalha49 15.30 Passeio pedestre pelo centro histórico da cidade, com visita guiada. 17.30 Regresso ao Porto 47

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72060/

48

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=172&identificador=bt121_pt

49

http://www.clararesende.pt/noticias2.html

33


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Leiria/Fátima - Tours 5 dias

Fonte: http://fotos.sapo.pt

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 34


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 5 DIAS PORTO/FÁTIMA/MIRA DE AIRE/PORTO DE MÓS/BATALHA/MARINHA GRANDE/LEIRIA/POMBAL 1.º DIA – PORTO/FÁTIMA 09.00 Saída do Porto e viagem até Fátima 11.00 Chegada a Fátima e entrada no Hotel Dom Gonçalo & Spa. Posterior visita à Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima. Esta foi edificada segundo projeto do arquiteto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquiteto João Antunes. O edifício tem mais de 70 metros de altura e é um local de peregrinação por excelência. Várias são as comemorações religiosas realizadas ao longo do ano, levando milhares de pessoas ao recinto.

Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima50 11.45 Visita da Capelinha das Aparições, situada no amplo recinto em frente à Basílica. 12.30 Almoço no Restaurante do Hotel Dom Gonçalo & Spa, em Fátima. 13.30 Na parte Sul do Santuário é possível apreciar-se em exposição um pedaço do Muro de Berlim.

Parte do Muro de Berlim51 50

http://www.portal-energia.com/santuario-de-fatima/

51

http://www.santuario-fatima.pt/portal/index.php?id=39894

35


Touring Cultural e Paisagístico

14.15 Visita à Igreja da Santíssima Trindade, inaugurada no ano de 2007. Este projeto foi desenhado pelo arquiteto grego Alexandros Tombazis. Ainda se podem contemplar painéis da autoria do arquiteto Siza Vieira. É definitivamente uma igreja que se distingue das restantes existentes pelo seu cariz moderno e irreverente. Destaca-se o crucifixo existente no recinto exterior da igreja. O projeto da igreja foi distinguido com o galardão “Outstanding Structure”, atribuído pela Associação Internacional de Pontes e Estruturas (IABSE).

“A Igreja da Santíssima Trindade forma um círculo de 125 metros de diâmetro

e

o

seu

interior

é

iluminado com luz natural pelo teto, através de janelas viradas para

Norte.

Possui

uma

porta

principal, a ser consagrada a Cristo no final da construção, que abre em vasto adro sobre o Recinto, bem como 12 portas laterais, seis de Exterior da Igreja da Santíssima Trindade

cada

lado,

futuramente

consagradas aos Apóstolos”52.

Estátua de João Paulo II e crucifixo de Jesus Cristo no exterior da Igreja53

52

http://www.rt-leiriafatima.pt/site/frontoffice/default.aspx?module=Article/Article&ID=207

53

http://olhares.sapo.pt/estatua-joao-paulo-ii-e-cruz-de-cristo-foto5073054.html

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Touring Cultural e Paisagístico

15.30 Visita ao Museu de Arte Sacra e Etnografia, em Fátima. 16.45 Visita ao Museu da Vida de Cristo, onde se podem contemplar centenas de figuras de cera em vários cenários da vida de Jesus Cristo.

Um dos cenários do Museu da vida de Cristo54 20.00 Jantar no Restaurante Tia Alice, restaurante típico da cidade, conhecido pelo seu bom gosto e apelidado como “catedral da boa gastronomia”55. 22.00 Estadia no Hotel Dom Gonçalo & Spa.

2.º DIA – FÁTIMA/MIRA DE AIRE/PORTO DE MÓS 08.30 Visita às Grutas da Moeda situada a alguns minutos de Fátima. As grutas foram descobertas na segunda metade do século XX e exploradas durante vários meses.

“A cada uma das salas e galerias foram atribuídas denominações, sugerindo diferentes imagens: Lago da Felicidade, Sala do Presépio, Pastor, Cascata, Cúpula Vermelha, Marítima, Capela Imperfeita, Abóbada Vermelha e Fonte das Lágrimas. A extensão visitável da Gruta é de 350 metros e a sua profundidade é de 45 m abaixo da cota de entrada. A temperatura ronda os 18.º C, mantendo-se constante todo o ano”56

54

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=777073

55

http://escape.sapo.pt/boa-mesa/guia-restaurantes/tia-alice-113402

56

http://www.grutasmoeda.com/portal/index.php?id=1521

37


Touring Cultural e Paisagístico

Interior das grutas da moeda57 11.00 Visita às Grutas de Mira de Aire.

Grutas de Mira de Aire58 13.00 Almoço no Restaurante das Grutas de Mira de Aire. 14.00 Saída de Mira de Aire e viagem até Porto de Mós. 14.30 Visita ao Castelo de Porto de Mós.

“Avista-se ao longe pelas suas torres, grandes e verdes, de forma bicuda, que faz deste castelo um dos mais originais do nosso País. Conquistado aos mouros por D. Afonso Henriques, viria a ganhar características palacianas, devido à intervenção de D. Sancho I, D. Dinis e D. Afonso, Conde de

57

http://www.grutasmoeda.com/portal/index.php?id=1521

58

http://www.grutasmiradaire.com/?link=6&op=detalhe

38


Touring Cultural e Paisagístico

Ourém. Das cinco torres com que foi construído, restam hoje três, devido às constantes investidas árabes e, mais tarde, aos diversos abalos sísmicos que sofreu”59.

Castelo de Porto de Mós60 15.30 Visita à Igreja de São Pedro, em Porto de Mós.

“A igreja de estilo barroco fez parte do Convento dos Agostinhos Descalços entre 1676 e 1834. Dedicado a S. Pedro, o templo possui um belo conjunto de imagens e azulejos. […] O altar e o retábulo do século XVIII são constituídos por mármores em tons de preto, rosa e amarelo. Destaca-se a imagem do padroeiro, São Pedro, feita na Índia em 1867, usando madeira de Nova Goa. A capela-mor é revestida com painéis de azulejos novecentistas que ilustram a pesca milagrosa e a entrega das chaves a S. Pedro”61.

Igreja de São Pedro, Porto de Mós62

59

http://www.rt-leiriafatima.pt/site/frontoffice/default.aspx?module=Article/Article&ID=187

60

http://portodemos-portugal.blogs.sapo.pt/1339.html

61

http://www.municipio-portodemos.pt/page.aspx?id=387

62

http://www.municipio-portodemos.pt/page.aspx?id=387

39


Touring Cultural e Paisagístico

16.30 Passeio pela cidade a fim de conhecer a Igreja de São João Baptista, entre outras edificações de Porto de Mós. 17.15 Viagem até à Batalha. 19.30 Jantar no Restaurante do Hotel Mestre Afonso Domingues, na Batalha, perto do Mosteiro da Batalha. Estadia no mesmo Hotel.

3.º DIA – BATALHA 9.00 Chegada à Batalha. Visita ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha, sendo o maior símbolo da Dinastia de Avis. A construção do edifício que resultou de uma promessa de D. João I, prolongou-se por várias fases. Este Monumento Nacional integra a Lista do Património da Humanidade, desde 198363.

Mosteiro da Batalha64 12.30 Almoço num restaurante típico da cidade. 14.00 Visita à Estátua Equestre de São Nuno de Santa Maria. 14.30 Igreja Matriz da Exaltação de Santa Cruz.

63

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=172&identificador=bt121_pt

64

http://www.clararesende.pt/noticias2.html

40


Touring Cultural e Paisagístico

“A Igreja Matriz da Exaltação de Santa Cruz foi iniciada em 1514, após contínuos pedidos dos habitantes da Vila da Batalha que ambicionavam uma igreja paroquial. O templo foi concluído em 1532, evidenciando uma arquitetura religiosa manuelina (no portal), barroca e revivalista. Um abalo de terra, em 1858, fez ruir o teto de madeira da igreja, o que levou ao alteamento e novo remate da torre sineira em 1908”65. 15.30 Visita à Capela da Santa Casa da Misericórdia.

Igreja da Exaltação de Santa Cruz, Batalha66

Capela da Santa Casa da Misericórdia, Batalha67

65

http://www.cm-batalha.pt/turismo-e-lazer/patrimonio/patrimonio-edificado

66

http://www.panoramio.com/photo/53034126

41


Touring Cultural e Paisagístico

19.30 Jantar no Restaurante Pérola do Fetal. 21.00 Estadia no Hotel Mestre Afonso Domingues, na Batalha, perto do Mosteiro da Batalha. 21.30 Visita pela cidade à noite.

4.º DIA – MARINHA GRANDE/LEIRIA 09.00 Partida da Batalha para Marinha Grande. 10.00 Chegada a Marinha Grande, com visita ao Museu do Vidro, visto que a industria vidreira da região tem mais de 250 anos de existência. 11.15 Visita à Capela de Nossa Senhora da Ajuda. A capela atual foi edificada no século XIX, mas terá tido origem numa ermita existente no local do século XVII.

Capela de Nossa Senhora da Ajuda68 12.30 Viagem até Leiria. 13.00 Almoço no restaurante Tromba Rija, em Leiria. 14.15 Visita ao Castelo de Leiria.

67

http://old.enciclopedia.com.pt/articles.php?article_id=1546

68

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72060/

42


Touring Cultural e Paisagístico

“Monumento emblemático da história da cidade e do país, a configuração actual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico dionísio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX”69.

Castelo de Leiria70 16.00 Visita ao Convento de Santo Agostinho e antigo seminário. Foi fundado no século XVI, mas tal como muitos outros monumentos, sofreu alterações ao longo dos vários períodos da História pelos quais passou. A igreja pertencente ao convento é, tanto no exterior como no interior, caracterizada pela simplicidade, embora seja um projeto majestoso do património imóvel da cidade de Leiria.

Convento de Santo Agostinho71 17.15 Visita à Sé Catedral de Leiria. A origem da edificação da Igreja data do século XVI. O interior da Igreja prima pela imponente obra de talha, pintura e escultura maneiristas, que ainda constam no local.

69

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70548/

70

http://aesteticadostempos.blogspot.pt/2009_12_01_archive.html

71

http://www.jornaldaconstrucao.pt/index.php?id=6&n=917

43


Touring Cultural e Paisagístico

Sé Catedral de Leiria72 19.30 Jantar no Restaurante Pontuel, em Leiria. 21.30 Estadia no Hotel Eurosol Residence.

5.º DIA – LEIRIA/POMBAL 09.00 Visita à Capela de São Pedro, considerada Monumento Nacional, é a única capela românica da cidade.

“O principal interesse do templo vai para a fachada principal e, especialmente, para o seu portal. Enquadrado por um largo alfiz, que termina numa linha de modilhões decorados, a entrada é ladeada por uma série de arquivoltas, onde se esculpiu um dos mais importantes conjuntos de beak-heads do Românico português. Tratam-se de figuras humanas, cujos braços repousam nos toros das arquivoltas (RODRIGUES, 1995, p.297) e cujo significado é, ainda, muito discutido”73.

Fachada da Capela de São Pedro 72

http://www.faculdadedigital.com/fnascimento/seccao.asp?cod_seccao=4822

73

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70459/

44


Touring Cultural e Paisagístico

10.30 Visita à Capela de Nossa Senhora da Encarnação. A Igreja está inserida no conjunto das igrejas de peregrinação, características do século XVIII. Teve várias transformações ao longo dos séculos, embora as mudanças no século XIX foram bastante significativas. É caracterizada essencialmente pela imponente escadaria, sendo que esta enfatiza o efeito cenográfico.

Escadaria e fachada principal da Capela de Nossa Senhora da Encarnação74 12.00 Viagem até Pombal. 13.00 Almoço no restaurante típico O manjar do Marquês, em Pombal. 14.00 Visita ao Castelo de Pombal

“Em 1128, o Castelo de Pombal foi doado à Ordem do Templo, a quem Afonso Henriques atribuiu a defesa da cidade de Coimbra, então capital do reino. Esta doação prova que a localidade já tinha, por essa altura, um valor militar elevado, provavelmente por ter sido um ponto fortificado nos séculos imediatamente anteriores, em que esta parcela de território havia sido disputada por cristãos e muçulmanos”75. 15.15 Visita à Igreja do Cardal. Além da arquitetura imponente, destaca-se um majestoso interior digno de contemplação.

74

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73317/

75

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71165/

45


Touring Cultural e PaisagĂ­stico

Fachada da Igreja do Cardal76 16.30 Pequena visita ao centro da cidade. 18.00 Regresso ao Porto.

76

http://www.flickr.com/photos/vitorjk/3987992095/

46


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Douro - Tours 1 dia

Fonte: http://www.cruzeiroslowcost.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 47


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 1 DIA PORTO, RÉGUA, PORTO 1.º DIA – PORTO/RÉGUA/PORTO 09.30 Saída do Porto em direção à Régua. 11.00 Chegada ao Peso da Régua, dirigimo-nos para a Quinta da Pacheca, onde se fará o almoço na adega. A Quinta, além de dispor de uma vista privilegiada da região e de ser um local acolhedor, destaca-se pela sua longa história e pela produção vinícola77. Além do almoço na adega, haverá uma visita a toda a quinta, onde se pode desfrutar da majestosa paisagem, incluindo um passeio pela vinha e pelos lagares. 14.00 Saindo da Quinta seguimos para a visita à Estação arqueológica do Alto da Fonte do Milho, considerado Monumento Nacional. É também conhecida por “Castellum Romano, como também é

conhecida, está implantada num esporão sobranceiro ao vale do rio Douro, numa área atualmente abrangida pelas freguesias de Poiares e de Canelas”78. 15.30 Visita ao Museu do Douro. “O Museu do Douro, criado pela Lei 125/97, foi concebido como um

museu de território, polivalente e polinuclear, vocacionado para reunir, conservar, identificar e divulgar o vastíssimo património museológico e documental disperso pela região, devendo constituir um instrumento ao serviço do desenvolvimento sociocultural da Região Demarcada do Douro. Numa perspetiva de "museologia de comunidade", o Museu do Douro assume-se como processo cujo desenvolvimento deverá envolver a colaboração ativa com as instituições locais, regionais e internacionais”79.

Museu do Douro80 17.30 Regresso ao Porto 77

http://www.wonderfulland.com/wonder2006/wine/pacheca/indexwine.htm

78

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70168/

79

http://www.museudodouro.pt/pagina,2,2.aspx

80

http://akademia.comunicamos.org/cultura/museu-do-douro-apresenta-exposicao-coleccao-ernst-lieblich/

48


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Douro - Tours 3 dias

Fonte: http://www.cruzeiroslowcost.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 49


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 3 DIAS PORTO/VILA REAL/CINFÃES/LAMEGO/TAROUCA/ARMAMAR/PORTO 1.º DIA – PORTO/VILA REAL/BOTICAS 9.00 Partida em direção a Vila Real. 11.00 Entrada no Hotel Aquapura Douro Valley.

Hotel Aquapura Douro Valley81 na proximidade do Rio Douro 12.00 Almoço no restaurante Hotel Aquapura Douro Valley. 14:30 Visita guiada ao Palácio de Mateus, classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR.

“Todos os estudos referentes ao Solar de Mateus são unânimes em considerá-lo uma das obras mais significativas no quadro da arquitetura civil portuguesa, do período barroco. Na realidade, e apesar das muitas questões de autoria que permanecem por esclarecer, certo é que, neste sumptuoso solar, podemos observar um dos modelos arquitetónicos de maior erudição, que tira partido de uma planta em U, dinamizada pelos pátios e escadarias, e não apenas pelos elementos decorativos da fachada, como acontece em grande parte dos imóveis desta época. Aqui estão presentes todos os elementos que caracterizam a arquitetura barroca, nomeadamente, a simetria, a axialidade, os frontões interrompidos, as balaustradas, as escadarias e os elevados pináculos. Não se sabe ao certo em que data começou a ser construído, mas em 1743 o então arcebispo D. José de Bragança foi informado de que António José Botelho Mourão havia demolido um palácio para, no seu lugar, construir um outro muito melhor (MATOS, 1930). Razão pela qual se pensa que, nesta data, a edificação do Solar estaria em fase adiantada.”82 17:30 Visita à Igreja de Santa Maria Paroquial de Covas do Barroso, classificado como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR.

81

http://www.hoteis-portugal.pt/article_images/1219_hotel01.jpg

82

http://www.igespar.pt/en/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71128/

50


Touring Cultural e Paisagístico

“Situada na parte Sul do concelho de Boticas, num vale protegido, a Norte, pela Serra da Sombra e pela Serra do Pinheiro, a Sul, razão pela qual é conhecida por 'Covas", o termo correspondente, na atualidade, à freguesia de Covas do Barroso possui alguns testemunhos pétreos da sua já remota História, de entre os quais destacamos a "Igreja de Santa Maria, paroquial de Covas do Barroso", circundada por adro de terra batida e arquitetonicamente inscrita no movimento românico da região, ainda que, à semelhança do que sucede com outros exemplares desta tipologia, tivesse sido objeto de intervenções arquitetónicas e decorativas realizadas em períodos subsequentes.”83

Igreja de Santa Maria Paroquial de Covas do Barroso84 20.30 – Jantar no restaurante do Hotel Aquapura Douro Valley acompanhado por vinhos DOC da região do Douro.

2.º DIA – PORTO/CINFÃES/LAMEGO 09.00 Partida para Cinfães 10.15 Visita à Igreja românica de Santa Maria Maior, de Tarouquela

Vista geral da Igreja de Santa Maria Maior 83

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/74608/

84

http://patrimonio.cm-boticas.pt/pat/169/01.jpg

51


Touring Cultural e Paisagístico

11.30 Saída de Cinfães e viagem para Lamego. 12.30 Almoço no Restaurante Garçon Douro. 14.00 Visita ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Este é caracterizado por uma escadaria monumental, assim como o Bom Jesus de Braga, sendo igualmente uma igreja de peregrinação. A construção deste Santuário remonta ao século XVIII, sendo assim caracterizado por uma história e beleza únicas e dignas de visita. Além da incontestável beleza exterior, pode-se comtemplar no interior, os painéis de azulejos executados por Miguel Costa, no século XX, assim como a talha dourada do período rococó.85 É imperdível visitar a Fonte dos Gigantes, na escadaria do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, onde se situa um obelisco com cerca de 15 metros de altura.

Santuário de nossa Senhora dos Remédios86

85

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73815/

86

http://www.panoramio.com/photo/43747847

52


Touring Cultural e Paisagístico

Largo dos Reis, Santuário de Nossa Senhora dos Remédios87 15.30 Num percurso pedestre, visita a alguns monumentos dignos da cidade, como a Sé de Lamego e o Museu de Lamego. A Sé é caracterizada pelas majestosas pinturas das abóbadas, representando o Velho testamento, da autoria do mestre italiano Nicolau Nasoni. São igualmente soberbos os pórticos da fachada da Sé, dos finais do período gótico.

Sé de Lamego88 O Museu, situa-se no antigo edifício do Paço Episcopal. A coleção tem um considerável número de peças vindas do antigo Convento das Chagas, mas é essencialmente conhecida pelas tábuas quinhentistas da autoria do pintor viseense, Vasco Fernandes, mais conhecido por Grão Vasco, que faziam parte do retábulo da Sé.

87

http://cidadedelamego.wordpress.com/2009/05/22/santuario-de-nossa-senhora-dos-remedios/

88

http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2009/09/29/cidade-de-lamego/

53


Touring Cultural e Paisagístico

Museu de Lamego89 19.30 Jantar e noite no Douro River Hotel & Spa.

3.º DIA – TAROUCA/ARMAMAR/PORTO 09.00 Partida até Tarouca. 09.30 Visita ao Mosteiro de São João de Tarouca, pertencente à Ordem de Cister, edificado no século XII. Ao longo dos séculos sofreu várias intervenções nomeadamente no aspeto exterior. Embora a sua imponência arquitetónica chame a atenção, as pinturas de Gaspar Vaz no seu interior são dignas de reconhecimento e visita. Estes painéis do discípulo de Vasco Fernandes são referentes a cenas bíblicas e remetem ao século XVI.

Vista exterior da Igreja de São João de Tarouca 89

http://www.faroldanossaterra.net/museu-de-lamego-curso-de-introducao-a-historia-da-musica-inscricoes-abertas/

54


Touring Cultural e Paisagístico

Vista geral das ruinas do Mosteiro de São João de Tarouca 11.15 Viagem até Armamar para almoço 12.30 Almoço no prestigiado restaurante DOC, à responsabilidade do Chefe Rui Paula, que venceu o prémio Best of Wine Tourism pela Great Wine Capitals Global Network.

Restaurante DOC90 14.15 Visita à Igreja Matriz de São Miguel de Armamar. A origem da Igreja remonta ao século XII, embora recentemente, no século XX, tenha sido alvo de remodelações.

90

http://eusougourmet.blogspot.pt/2010/11/finalmente-e-sexta-feira_12.html

55


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja Matriz de São Miguel de Armamar91 15.30 Visita ao Castro de Goujoim. É considerado o mais importante vestígio arqueológico do município.

“Trata-se de um povoado fortificado da Idade do Ferro, de fundação lusitana, ou celta para alguns investigadores, e mais tarde romanizado. Conserva ainda extensos troços de muralhas, algumas em bom estado de conservação, delimitando o perímetro. É referida a utilização de calços no seu assentamento horizontal, denotando uma técnica castreja bastante adiantada, assim como a existência de paredes duplas ou reforçadas, em zonas mais vulneráveis. No interior encontram-se, entre outras, vestígios de coroas murais de habitações de planta circular, típicos da cultura castreja, aparentemente construídos em épocas distintas. Sensivelmente ao centro do recinto existe um muro baixo, que o atravessa a todo o comprimento”92.

Castro de Goujoim93 17.00 Regresso ao Porto.

91

http://primesom.com/default.asp?pagina=portfolio

92

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10602998/

93

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10602998/

56


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Douro - Tours 5 dias

Fonte: http://www.cruzeiroslowcost.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 57


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 5 DIAS PORTO/MARIALVA/VILA REAL/BOTICAS/CINFÃES/LAMEGO/TAROUCA/ARMAMAR/PORTO 1.º DIA – PORTO/MARIALVA 9.00 Saída do Porto em direção a Marialva no concelho de Mêda, designada como uma das 10 Aldeias Históricas de Portugal. 10.30 Visita ao Castelo de Marialva e Porta do Anjo classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR. “Apesar de hoje praticamente abandonada, a vila de Marialva conheceu um período de franco

apogeu nos séculos XII e XIII. O castelo dominante, no alto de um íngreme penhasco, é o monumento mais importante do conjunto urbano, tutelando, ainda hoje, a paisagem. Nas suas pequenas dimensões, ele "reúne as principais características do castelo românico", na medida em que possui uma torre de menagem isolada, no centro de um pátio relativamente reduzido, e entrada principal pelo lado poente (BARROCA, 2000, p.220). Por estes dados, a fortaleza datará, com grande probabilidade do século XII, ou já da viragem para o século XIII, quando D. Sancho I promoveu parte importante do povoamento da região.”94

Castelo de Marialva95 11.30 Visita à Igreja de São pedro, Imóvel de Interesse Público é a designação atribuída pelo IGESPAR. “Desconhece-se a data exata de fundação da Igreja de São Pedro de Marialva, havendo no entanto

registos datados de 1320 que já referem a existência do templo, pertencendo a povoação à Ordem de Cristo. Deste templo medieval nada resta, uma vez que a estrutura da igreja foi substancialmente alterada a partir do século XVI.”96

94

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/69859/

95

http://edbl.drapc.min-agricultura.pt/images/fotos/torre_menagem_castelo_marialva.jpg

96

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/155765/

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Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de São Pedro, Marialva97 12.30 Paragem para almoço no Restaurante Área Benta. 14.30 Visita à Antiga Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia e Pelourinho.

“Possivelmente remontando ao século XVII terá ainda funcionado como escola nos séculos XIX e XX. Apresenta planta retangular irregular e dois pavimentos, com dois compartimentos interiores cada. Na fachada principal surge o corpo da sineta e uma escada de acesso ao segundo piso. Possui ainda um escudo com as armas de Portugal.”98

Antiga Casa da Câmara, Tribunal e Cadeia e Pelourinho99 16.30 Visita à Capela de Nossa Senhora de Lourdes ou São João Baptista. “Situa-se no exterior da muralha, junto à Porta do Anjo da Guarda. Entre esta Capela e a muralha

encontram-se algumas sepulturas escavadas na rocha.

97

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/dd/Igreja_de_S%C3%A3o_Pedro_%28Marialva%29.jpg

98

http://aventura-aldeias-historicas.iblogger.org/Marialva/paginas/roteiromarialva.html#

99

http://3.bp.blogspot.com/-2mgVGNHQuJY/TjS3qxEBCwI/AAAAAAAABD4/R6uDr34oSC4/s1600/castelo_marialva_interior.jpg

59


Touring Cultural e Paisagístico

Esta capela foi edificada provavelmente no século XVII e recebeu, um século depois, a introdução de elementos decorativos em talha dourada e policromada. A colocação posterior de uma nova cobertura interior esconde as traves e as tábuas existentes pintadas com motivos vegetalistas.”100 18.00 Entrada no complexo Casas do Côro. 19.30 Jantar com comida tradicional portuguesa no Casão do Largo.

Casas do Côro101

2.º DIA – VILA REAL/BOTICAS 9.00 Partida em direção a Vila Real. 11.00 Entrada no Hotel Aquapura Douro Valley.

Hotel Aquapura Douro Valley102 na proximidade do Rio Douro

100

http://aventura-aldeias-historicas.iblogger.org/Marialva/paginas/roteiromarialva.html#

101

http://boaescolha.pt/sites/default/files/showcase/Casas%20do%20Coro.png

102

http://www.hoteis-portugal.pt/article_images/1219_hotel01.jpg

60


Touring Cultural e Paisagístico

12.00 Almoço no restaurante Hotel Aquapura Douro Valley. 14:30 Visita guiada ao Palácio de Mateus, classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR.

“Todos os estudos referentes ao Solar de Mateus são unânimes em considerá-lo uma das obras mais significativas no quadro da arquitetura civil portuguesa, do período barroco. Na realidade, e apesar das muitas questões de autoria que permanecem por esclarecer, certo é que, neste sumptuoso solar, podemos observar um dos modelos arquitetónicos de maior erudição, que tira partido de uma planta em U, dinamizada pelos pátios e escadarias, e não apenas pelos elementos decorativos da fachada, como acontece em grande parte dos imóveis desta época. Aqui estão presentes todos os elementos que caracterizam a arquitetura barroca, nomeadamente, a simetria, a axialidade, os frontões interrompidos, as balaustradas, as escadarias e os elevados pináculos. Não se sabe ao certo em que data começou a ser construído, mas em 1743 o então arcebispo D. José de Bragança foi informado de que António José Botelho Mourão havia demolido um palácio para, no seu lugar, construir um outro muito melhor (MATOS, 1930). Razão pela qual se pensa que, nesta data, a edificação do Solar estaria em fase adiantada.”103 17:30 Visita à Igreja de Santa Maria Paroquial de Covas do Barroso, classificado como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR.

“Situada na parte Sul do concelho de Boticas, num vale protegido, a Norte, pela Serra da Sombra e pela Serra do Pinheiro, a Sul, razão pela qual é conhecida por 'Covas", o termo correspondente, na atualidade, à freguesia de Covas do Barroso possui alguns testemunhos pétreos da sua já remota História, de entre os quais destacamos a "Igreja de Santa Maria, paroquial de Covas do Barroso", circundada por adro de terra batida e arquitetonicamente inscrita no movimento românico da região, ainda que, à semelhança do que sucede com outros exemplares desta tipologia, tivesse sido objeto de intervenções arquitetónicas e decorativas realizadas em períodos subsequentes.” 104

Igreja de Santa Maria Paroquial de Covas do Barroso105

103

http://www.igespar.pt/en/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71128/

104

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/74608/

105

http://patrimonio.cm-boticas.pt/pat/169/01.jpg

61


Touring Cultural e Paisagístico

20.30 – Jantar no restaurante do Hotel Aquapura Douro Valley acompanhado por vinhos DOC da região do Douro.

3.º DIA – CINFÃES/LAMEGO 09.00 Partida para Cinfães 10.15 Visita à Igreja românica de Santa Maria Maior, de Tarouquela

Vista geral da Igreja de Santa Maria Maior 11.30 Saída de Cinfães e viagem para Lamego. 12.30 Almoço no Restaurante Garçon Douro. 14.00 Visita ao Santuário de Nossa Senhora dos Remédios. Este é caracterizado por uma escadaria monumental, assim como o Bom Jesus de Braga, sendo igualmente uma igreja de peregrinação. A construção deste Santuário remonta ao século XVIII, sendo assim caracterizado por uma história e beleza únicas e dignas de visita. Além da incontestável beleza exterior, pode-se comtemplar no interior, os painéis de azulejos executados por Miguel Costa, no século XX, assim como a talha dourada do período rococó.106 É imperdível visitar a Fonte dos Gigantes, na escadaria do Santuário de Nossa Senhora dos Remédios, onde se situa um obelisco com cerca de 15 metros de altura.

106

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/73815/

62


Touring Cultural e Paisagístico

Santuário de nossa Senhora dos Remédios107

Largo dos Reis, Santuário de Nossa Senhora dos Remédios108

107

http://www.panoramio.com/photo/43747847

108

http://cidadedelamego.wordpress.com/2009/05/22/santuario-de-nossa-senhora-dos-remedios/

63


Touring Cultural e Paisagístico

15.30 Num percurso pedestre, visita a alguns monumentos dignos da cidade, como a Sé de Lamego e o Museu de Lamego. A Sé é caracterizada pelas majestosas pinturas das abóbadas, representando o Velho testamento, da autoria do mestre italiano Nicolau Nasoni. São igualmente soberbos os pórticos da fachada da Sé, dos finais do período gótico.

Sé de Lamego109 O Museu, situa-se no antigo edifício do Paço Episcopal. A coleção tem um considerável número de peças vindas do antigo Convento das Chagas, mas é essencialmente conhecida pelas tábuas quinhentistas da autoria do pintor viseense, Vasco Fernandes, mais conhecido por Grão Vasco, que faziam parte do retábulo da Sé.

Museu de Lamego110 19.30 Jantar e noite no Douro River Hotel & Spa.

109

http://clubevinhosportugueses.wordpress.com/2009/09/29/cidade-de-lamego/

110

http://www.faroldanossaterra.net/museu-de-lamego-curso-de-introducao-a-historia-da-musica-inscricoes-abertas/

64


Touring Cultural e Paisagístico

4.º DIA – TAROUCA/ARMAMAR 09.00 Partida até Tarouca. 09.30 Visita ao Mosteiro de São João de Tarouca, pertencente à Ordem de Cister, edificado no século XII. Ao longo dos séculos sofreu várias intervenções nomeadamente no aspeto exterior. Embora a sua imponência arquitetónica chame a atenção, as pinturas de Gaspar Vaz no seu interior são dignas de reconhecimento e visita. Estes painéis do discípulo de Vasco Fernandes são referentes a cenas bíblicas e remetem ao século XVI.

Vista exterior da Igreja de São João de Tarouca

Vista geral das ruinas do Mosteiro de São João de Tarouca 11.15 Viagem até Armamar para almoço

65


Touring Cultural e Paisagístico

12.30 Almoço no prestigiado restaurante DOC, à responsabilidade do Chefe Rui Paula, que venceu o prémio Best of Wine Tourism pela Great Wine Capitals Global Network.

Restaurante DOC111 14.15 Visita à Igreja Matriz de São Miguel de Armamar. A origem da Igreja remonta ao século XII, embora recentemente, no século XX, tenha sido alvo de remodelações.

Igreja Matriz de São Miguel de Armamar112 15.30 Visita ao Castro de Goujoim. É considerado o mais importante vestígio arqueológico do município. “Trata-se de um povoado fortificado da Idade do Ferro, de fundação lusitana, ou celta para alguns

investigadores, e mais tarde romanizado. Conserva ainda extensos troços de muralhas, algumas em bom estado de conservação, delimitando o perímetro. É referida a utilização de calços no seu assentamento horizontal, denotando uma técnica castreja bastante adiantada, assim como a existência de paredes duplas ou reforçadas, em zonas mais vulneráveis. No interior encontram-se,

111

http://eusougourmet.blogspot.pt/2010/11/finalmente-e-sexta-feira_12.html

112

http://primesom.com/default.asp?pagina=portfolio

66


Touring Cultural e Paisagístico

entre outras, vestígios de coroas murais de habitações de planta circular, típicos da cultura castreja, aparentemente construídos em épocas distintas. Sensivelmente ao centro do recinto existe um muro baixo, que o atravessa a todo o comprimento”113.

Castro de Goujoim114 17.00 Partida em direção à Régua. 19.40 Entrada na Wine House Hotel da Quinta da Pacheca. 20.30 Jantar no restaurante do Hotel.

5.º DIA – RESENDE/PORTO 10.30 Partida para visitar a bela e eclética cidade de Resende com intuito de a conhecer e explorar a sua doçaria regional, as afamadas Cavacas. 12.00 Almoço no Douro Park Hotel 14.00 Visita à Caso do Soenga, Classificado como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR, jardins e à Capela de Nossa Senhora do Carmo. “Integrada no interior da quinta com o mesmo nome, a Casa da Soenga delimita um amplo

terreiro, fechado por um muro com portão gradeado, a que se acede por uma longa alameda de plátanos. A propriedade, da qual faz parte uma mata e outros terrenos, desenvolve-se em patamares, articulados por escadas, com jardins de buxo e canteiros, com equipamento diverso, como estátuas e fontes.”115

113

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10602998/

114

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/10602998/

115

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72919/

67


Touring Cultural e PaisagĂ­stico

Caso do Soenga116 17.30 Regresso ao Porto.

116

http://farm3.static.flickr.com/2532/3762917366_6e1458591f.jpg

68


Touring

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Oeste - Tours 1 dia

http://www.tintafresca.net

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 69


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TOUR – 1 DIA PORTO/ALCOBAÇA/BATALHA 1.º DIA – PORTO/ALCOBAÇA/BATALHA 08.30 Saída do Porto rumo a Alcobaça, de autocarro 11.00 Chegada a Alcobaça, com visita ao Mosteiro de Alcobaça. É considerado Monumento Nacional e um dos principais Mosteiros Cistercienses Medievais. A sua longa história e a imponente linguagem arquitetónica fazem com que seja dos monumentos mais emblemáticos de Portugal. É, assim, o ex-libris da cidade de Alcobaça. Estão aqui sepultados D. Pedro e D. Inês de Castro.

Pormenor do túmulo de D. Pedro

Fachada principal do Mosteiro de Alcobaça 12.30 Almoço no restaurante típico da cidade de Alcobaça António Padeiro. 13.30 Saída de Alcobaça rumo à Batalha.

70


Touring Cultural e Paisagístico

14.30 Visita ao Mosteiro de Santa Maria da Vitória, mais conhecido por Mosteiro da Batalha, sendo o maior símbolo da Dinastia de Avis. A construção do edifício que resultou de uma promessa de D. João I, prolongou-se por várias fases. Este Monumento Nacional integra a Lista do Património da Humanidade, desde 1983117.

Mosteiro da Batalha118 16.00 Visita à Igreja da Exaltação de Santa Cruz. O templo foi construído no século XVI e demonstra influências manuelina, barroca e revivalista119. Esta igreja é um dos exemplos dos vários edifícios de cariz religiosos espalhados pela Batalha, embora o mais aclamado seja o Mosteiro da cidade.

Fachada da Igreja da Exaltação de Santa Cruz 17.30 Regresso ao Porto

117

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=172&identificador=bt121_pt

118

http://blog.travelpod.com/travel-photo/pink-obsessed/2/1279243603/mosteiro-da-batalha.jpg/tpod.html

119

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71166/

71


Touring

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Oeste - Tours 3 dias

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Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 72


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 3 DIAS PORTO/BATALHA/NAZARÉ/ALCOBAÇA/ÓBIDOS/TOMAR/LEIRIA 1.º DIA – PORTO/BATALHA/NAZARÉ 09.00 Saída do Porto rumo à Batalha. 11.00 Visita ao Mosteiro da Batalha.

“O

Mosteiro

de

Santa

Maria

da

Vitória,

também

designado

Mosteiro

da

Batalha

é,

indiscutivelmente, uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. Este excecional conjunto arquitetónico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.[…] Na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834, o monumento foi depois incorporado na Fazenda Pública, estando hoje na dependência do IGESPAR, assumindo-se como um espaço cultural, turístico e devocional. Monumento nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983”120.

Mosteiro da Batalha121

120

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=172&identificador=bt121_pt

121

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=42

73


Touring Cultural e Paisagístico

12.30 Almoço no Restaurante do Hotel Villa Batalha. 14.00 Passeio pelo centro histórico da Batalha, a fim de conhecer as iguarias e produtos regionais, assim como conhecer o património arquitetónico e cultural. 17.30 Saída da Batalha e viagem até Nazaré 19.30 Jantar no Restaurante do Hotel Mar Bravo

“No Mar Bravo, a cozinha atlântica serve-se com vista mar. Na sala de janelas rasgadas ou na esplanada, uma excelente seleção de peixes, mariscos e carnes convida a tomar o gosto à gastronomia local. Atreva-se a experimentar os nossos menus de degustação!”122.

Restaurante Mar Bravo 21.30 Passeio pela cidade, disfrutando da paisagem a beira-mar. Depois regresso ao Hotel Mar Bravo para pernoitar.

2.º DIA – ALCOBAÇA/ÓBIDOS/TOMAR 09.00 Pequeno-almoço à beira-mar na varanda do Hotel Mar Bravo. Viagem até Alcobaça 10.00 Chegada a Alcobaça, com visita ao Mosteiro de Alcobaça. É considerado Monumento Nacional e um dos principais Mosteiros Cistercienses Medievais.

122

http://www.marbravo.com/

74


Touring Cultural e Paisagístico

“A importância do Mosteiro de Alcobaça evoluiu num crescendo cultural, religioso e ideológico. A sua monumentalidade é tanto mais evidente quanto mais límpida e austera é a sua arquitetura. Trata-se, de resto, do primeiro ensaio de arquitetura gótica em Portugal: um modelo que ficou sem imediata continuidade e que não foi reproduzido a não ser muito mais tarde, funcionando como um pólo quase isolado, uma jóia branca na paisagem”123.

Interior do Mosteiro de Alcobaça124 12.30 Almoço no restaurante regional António Padeiro, em Alcobaça.

“70 Anos depois de ser fundado por António Padeiro cultiva, ainda hoje, a feliz ideia de ser um restaurante que sabe o que é comer bem. […] Sabe bem estar ali sentado, rodeado das paredes que têm histórias. Sabe bem estar sentado e saborear a tradição ao mesmo tempo que apontamos o dedo à inovação. […] Sabe bem olhar as estrelas e cumprimentar o grande Mosteiro mesmo em frente. Sabe bem sentir a história em cada prato. Sabe bem olhar mais à frente. Sabe bem não esquecer o passado. Sabe bem comer bem”125. 14.00 Viagem até Óbidos. 15.00 Chegada a Óbidos seguida de visita ao famoso Castelo de Óbidos e restante conjunto urbano, exlibris da Vila de Óbidos. Valerá a pena contemplar e passear pela famosa e tradicional Vila.

“Há uma relação de afetividade neo-romântica para quem visita a vila de Óbidos. Serão poucos os casos no país onde a busca deliberada de um ideal cenográfico de Idade Média foi tão efetivo, 123

http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=white&pid=207&identificador=at21_pt.doc

124

http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=41

125

http://www.antoniopadeiro.com/main.php

75


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razão da aparente atemporalidade das ruas do conjunto intra-muralhas, que, na sua sinuosidade, nas suas fachadas brancas e no vislumbre das inventadas ameias, nos transportam para um tempo mítico de um Portugal em formação”126.

Castelo de Óbidos127 17.00 Passeio para desvendar os tesouros artísticos de Óbidos. Visita à Porta da Vila de Óbidos, onde se destacam os azulejos azuis e brancos.

Porta da Vila de Óbidos128 Visita ao Santuário do Senhor Jesus da Pedra e de outras igrejas presentes na localidade, de forma a conhecer melhor o património edificado.

126

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70427/

127

http://olhares.sapo.pt/castelo-de-obidos-foto357725.html http://www.flickr.com/photos/vribeiro/6276972475/

128

76


Touring Cultural e Paisagístico

Santuário do Senhor Jesus da Pedra129 20.30 Jantar no Restaurante Cozinha das Rainhas, no Hotel Casa das Senhoras Rainhas. 22.00 Descanso na singular Pousada de Óbidos, onde se combinam a decoração dos tempos medievais com a modernidade actual. A sua particularidade prende-se no facto desta pousada ser das primeiras a ser adaptada a um Monumento Nacional de cariz medieval.

Pousada de Óbidos130

129

http://www.historiadeportugal.info/santuario-do-senhor-jesus-da-pedra/

130

http://www.portugaldailyview.com/08-accommodation/pousada-de-obidos

77


Touring Cultural e Paisagístico

3.º DIA – TOMAR 09.00 Saída de Óbidos a caminho de Tomar 10.30 Chegada a Tomar. Visita ao Convento de Cristo e Castelo Templário. Trata-se de um Monumento Nacional de elevada importância no contexto histórico e artístico português.

“O Castelo Templário/Convento de Cristo foi sede da Ordem do Templo, até 1314, e da Ordem de Cristo, a partir de 1357. Do castelo (1160) faz parte a charola octogonal (finais do século XII), santuário românico de influência oriental. Este conjunto foi classificado como Património Mundial da UNESCO em 1983. A sua área é de 54000 m2 , sendo quarenta mil de área construída coberta, o que equivale à área de uma cidade média da Idade Média. Objectivamente, é a maior área monumental de Portugal e uma das maiores do mundo”131.

Vista panorâmica do Convento de Cristo e Castelo Templário132 12.30 Almoço no restaurante La Bella. 14.00 Visita à Igreja de Santa Maria do Olival.

131

http://www.cm-tomar.pt/pt

132

http://www.conventocristo.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=22

78


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de Santa Maria do Olival, Tomar133 15.15 Visita à Igreja de São João Baptista, do estilo manuelino e gótico flamejante. Contém no seu interior pinturas de mestres renascentistas dignas de contemplação.

Igreja de São João Baptista, Tomar134 16.30 Regresso ao Porto

133 134

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Igreja_de_Santa_Maria_dos_Olivais_%28Tomar%29_001.jpg http://www.flickr.com/photos/9480263@N02/5420381921/

79


Touring

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Oeste - Tours 5 dias

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2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 80


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TOUR – 5 DIAS PORTO/LEIRIA/BATALHA/NAZARÉ/ALCOBAÇA/CALDAS DA RAINHA/ ÓBIDOS/CALDAS DA RAINHA/TOMAR 1.º DIA – LEIRIA/BATALHA 09.00 Saída do Porto rumo a Leiria. 11.30 Chegada a Leiria, seguida da visita ao Castelo de Leiria.

“Monumento emblemático da história da cidade e do país, a configuração actual do castelo de Leiria resulta de quatro grandes períodos interventivos: o Românico do século XII; o Gótico dionisio, da primeira metade do século XIV; Gótico joanino, de inícios do século XV, e as correntes restauradoras de finais do século XIX e primeira metade do século XX”135.

Castelo de Leiria136 13.00 Almoço no restaurante tradicional Casinha Velha, Leiria. 14.15 Saída de Leiria a caminho da Batalha 15.00 Chegada à Batalha com posterior visita ao Mosteiro da Batalha.

“O

Mosteiro

de

Santa

Maria

da

Vitória,

também

designado

Mosteiro

da

Batalha

é,

indiscutivelmente, uma das mais belas obras da arquitetura portuguesa e europeia. Este excepcional conjunto arquitetónico resultou do cumprimento de uma promessa feita pelo rei D. João I, em agradecimento pela vitória em Aljubarrota, batalha travada em 14 de agosto de 1385, que lhe assegurou o trono e garantiu a independência de Portugal.[…] Na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834, o monumento foi depois incorporado na Fazenda Pública, estando hoje na dependência do IGESPAR, assumindo-se como um espaço cultural, 135

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70548/

136

http://www.tintafresca.net/News/newsdetail.aspx?news=0ae5dde6-1c81-4fc7-a214-a126aaa0fe3b&edition=71

81


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turístico e devocional. Monumento nacional, integra a Lista do Património da Humanidade definida pela UNESCO, desde 1983”137.

Mosteiro da Batalha138 17.00 Visita ao centro da cidade a fim de conhecer o centro histórico e o património arquitetónico. 19.30 Jantar no Restaurante do Hotel Villa Batalha e estadia no mesmo. Passeio pedestre depois do jantar.

2.º DIA – NAZARÉ/ALCOBAÇA 09.00 Saída da Batalha e viagem até Nazaré 10.00 Visita ao Santuário de Nossa Senhora da Nazaré. Um emblema da cidade, contém um esplendido interior, destacando-se os painéis de azulejos. 137

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=white&pid=172&identificador=bt121_pt

138

http://www.mosteirobatalha.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=42

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Santuário de Nossa Senhora da Nazaré139 11.00 Passeio pedestre pela cidade. 12.30 Almoço no Restaurante do Hotel Mar Bravo

“No Mar Bravo, a cozinha atlântica serve-se com vista mar. Na sala de janelas rasgadas ou na esplanada, uma excelente selecção de peixes, mariscos e carnes convida a tomar o gosto à gastronomia local. Atreva-se a experimentar os nossos menus de degustação!”140.

Restaurante Mar Bravo 14.00 Viagem até Alcobaça

139 140

http://www.cm-nazare.pt/custompages/showpage.aspx?pageid=43430ca9-dd19-49b2-abfc-a3d23b6e641b&m=b159 http://www.marbravo.com/

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14.45 Chegada a Alcobaça, com visita ao Mosteiro de Alcobaça. É considerado Monumento Nacional e um dos principais Mosteiros Cistercienses Medievais.

“A importância do Mosteiro de Alcobaça evoluiu num crescendo cultural, religioso e ideológico. A sua monumentalidade é tanto mais evidente quanto mais límpida e austera é a sua arquitectura. Trata-se, de resto, do primeiro ensaio de arquitectura gótica em Portugal: um modelo que ficou sem imediata continuidade e que não foi reproduzido a não ser muito mais tarde, funcionando como um pólo quase isolado, uma jóia branca na paisagem”141.

Interior do Mosteiro de Alcobaça142 16.00 Visita ao Convento de Santa Maria de Cós. A Igreja destaca-se essencialmente pelo seu interior recheado de painéis de azulejos e um esplendoroso trabalho de talha dourada.

Interior da Igreja de Santa Maria de Cós143 18.00 Descanso no Your Hotel & Spa Alcobaça.

141

http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=white&pid=207&identificador=at21_pt.doc

142

http://www.mosteiroalcobaca.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=41

143

http://www.cistermusica.com/2011/convento-de-coz

84


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20.00 Jantar no restaurante regional António Padeiro, em Alcobaça.

“70 Anos depois de ser fundado por António Padeiro cultiva, ainda hoje, a feliz ideia de ser um restaurante que sabe o que é comer bem. […] Sabe bem estar ali sentado, rodeado das paredes que têm histórias. Sabe bem estar sentado e saborear a tradição ao mesmo tempo que apontamos o dedo à inovação. […]Sabe bem olhar as estrelas e cumprimentar o grande Mosteiro mesmo em frente. Sabe bem sentir a história em cada prato. Sabe bem olhar mais à frente. Sabe bem não esquecer o passado. Sabe bem comer bem”144.

3.º DIA – CALDAS DA RAINHA/ÓBIDOS 09.00 Viagem até Caldas da Rainha 10.00 Chegada a Caldas da Rainha, passeio pelo centro da cidade a fim de visitar os locais mais emblemáticos da mesma como a Praça da República, o Chafariz das Cinco bicas e a Igreja de nossa Senhora do Pópulo.

Edifício do centro histórico de Caldas da Rainha 145

144

http://www.antoniopadeiro.com/main.php

145

http://www.cm-caldas-rainha.pt

85


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Chafariz das Cinco Bicas146 12.30 Almoço no restaurante A Lareira. 14.00 Visita ao Museu da Cerâmica.

“Merece destaque o importante e versátil

núcleo

de

cerâmicas

da

autoria de Rafael Bordalo Pinheiro, executado na Fábrica de Faianças de Caldas

da

Rainha,

bem

como

a

produção Arte Nova de Costa Motta Sobrinho”.

Museu da Cerâmica, Caldas da Rainha 16.00 Visita ao Atelier-Museu João Fragoso.

“O Atelier-Museu João Fragoso (1913-2000) foi inaugurado em 1994 no seguimento da política cultural da autarquia iniciada com o Atelier-Museu António Duarte. Como no caso anterior, este museu foi criado com o intuito de acolher parte significativa da obra de um grande escultor da

146

http://www.cm-caldas-rainha.pt

86


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cidade e simultaneamente criar um espaço oficinal que permitisse dar continuidade à sua produção artística”147.

Atelier-Museu João Fragoso148 17.30 Passeio ao entardecer na famosa Lagoa de Óbidos.

Lagoa de Óbidos149 20.00 Jantar no restaurante Lisbonense, no Hotel Sana Silver Coast, seguido de estadia no mesmo.

147

http://www.cm-caldas-rainha.pt/portal/page/portal/PORTAL_MCR/VISITANTE/MUSEUS/CENTRO_ARTES/JOAO_FRAGOSO

148

http://www.cm-caldas-rainha.pt

149

http://www.cm-caldas-rainha.pt/portal/page/portal/PORTAL_MCR/VISITANTE/O_QUE_VISITAR

87


Touring Cultural e Paisagístico

4.º DIA – ÓBIDOS/CALDAS DA RAINHA 09.00 Viagem até Óbidos. 09.45 Chegada a Óbidos seguida de visita ao famoso Castelo de Óbidos e restante conjunto urbano, exlibris da Vila de Óbidos. Valerá a pena contemplar e passear pela famosa e tradicional Vila.

“Há uma relação de afetividade neo-romântica para quem visita a vila de Óbidos. Serão poucos os casos no país onde a busca deliberada de um ideal cenográfico de Idade Média foi tão efectivo, razão da aparente atemporalidade das ruas do conjunto intra-muralhas, que, na sua sinuosidade, nas suas fachadas brancas e no vislumbre das inventadas ameias, nos transportam para um tempo mítico de um Portugal em formação”150.

Castelo de Óbidos151 12.30 Almoço no Restaurante Cozinha das Rainhas, no Hotel Casa das Senhoras Rainhas. 14.00 Passeio para desvendar os tesouros artísticos de Óbidos. Visita à Porta da Vila de Óbidos, onde se destacam os azulejos azuis e brancos. 15.00 Visita ao Santuário do Senhor Jesus da Pedra e de outras igrejas presentes na localidade, de forma a conhecer melhor o património edificado.

150

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70427/

151

http://olhares.sapo.pt/castelo-de-obidos-foto357725.html

88


Touring Cultural e Paisagístico

Porta da Vila de Óbidos152

Santuário do Senhor Jesus da Pedra153 16.30 Passeio pela emblemática Rua Direita de Óbidos, seguindo-se a visita a algumas igrejas históricas, como a Igreja da Misericórdia, a Igreja de São Pedro e a Capela de São Martinho.

152

http://www.flickr.com/photos/vribeiro/6276972475/

153

http://www.historiadeportugal.info/santuario-do-senhor-jesus-da-pedra/

89


Touring Cultural e Paisagístico

Capela de São Martinho

Igreja da Misericórdia

Igreja de São Pedro

20.30 Jantar no Restaurante da Pousada de Óbidos. 22.00 Descanso na singular Pousada de Óbidos, onde se combinam a decoração dos tempos medievais com a modernidade actual. A sua particularidade prende-se no facto desta pousada ser das primeiras a ser adaptada a um Monumento Nacional de cariz medieval.

Pousada de Óbidos154

5.º DIA – TOMAR 09.00 Saída de Óbidos a caminho de Tomar 10.30 Chegada a Tomar. Visita ao Convento de Cristo e Castelo Templário. Trata-se de um Monumento Nacional de elevada importância no contexto histórico e artístico português.

“O Castelo Templário/Convento de Cristo foi sede da Ordem do Templo, até 1314, e da Ordem de Cristo, a partir de 1357. Do castelo (1160) faz parte a charola octogonal (finais do século XII), santuário românico de influência oriental. Este conjunto foi classificado como Património Mundial da UNESCO em 1983. A sua área é de 54000 m2, sendo quarenta mil de área construída coberta, o 154

http://www.portugaldailyview.com/08-accommodation/pousada-de-obidos

90


Touring Cultural e Paisagístico

que equivale à área de uma cidade média da Idade Média. Objetivamente, é a maior área monumental de Portugal e uma das maiores do mundo”155.

Vista panorâmica do Convento de Cristo e Castelo Templário156 12.30 Almoço no restaurante La Bella. 14.00 Visita à Igreja de Santa Maria do Olival.

Igreja de Santa Maria do Olival, Tomar157 15.15 Visita à Igreja de São João Baptista, do estilo manuelino e gótico flamejante. Contém no seu interior pinturas de mestres renascentistas dignas de contemplação.

155

http://www.cm-tomar.pt/pt

156

http://www.conventocristo.pt/pt/index.php?s=galeria&galeria=22

157

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Igreja_de_Santa_Maria_dos_Olivais_%28Tomar%29_001.jpg

91


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de São João Baptista, Tomar158 16.30 Regresso ao Porto

158

http://www.flickr.com/photos/9480263@N02/5420381921/

92


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Litoral Alentejano– Tour de 1 dia

http://olhares.sapo.pt/porto-covo--sines---2006---a-plenitude-foto2186936.html

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 93


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 1 DIA PORTO/GRÂNDOLA/ALCÁCER DO SAL 1.º DIA – GRÂNDOLA/ALCÁCER DO SAL 08.00 Saída do Porto rumo a Grândola. 12.15 Chegada a Grândola. Almoço no Restaurante Quinta da Guarita. 13.45 Visita à Igreja Matriz de Grândola. Destacam-se no seu interior algumas pinturas maneiristas de Fernão Gomes e belos azulejos.

Igreja Matriz de Grândola159 14.30 Viagem até Alcácer do Sal 15.15 Visita às Casas de Santa Susana, com arquitetura típica da região.

“Quem passa por Santa Susana não fica indiferente à brancura das suas casas emolduradas pelas tradicionais barras de cor azul muito forte. De aspeto tipicamente alentejano, a aldeia mantém uma arquitetura rural. Todas as casas são idênticas e encontram-se distribuídas por ruas quase geométricas. A semelhança entre as habitações não é ocasional. As casas foram originalmente construídas, há mais de um século, com o objetivo de serviram de alojamento temporário para 159

http://www.cm-grandola.pt/PT/Actualidade/Publicacoes/Paginas/PaisagensdeGr%C3%A2ndolaIII.aspx

94


Touring Cultural e Paisagístico

trabalhadores agrícolas. Estes, porém, acabaram por se fixar na zona dando origem à pequena povoação. Atualmente, a manutenção da sua pequena aldeia sempre limpa e muito bem caiada parece ser um “ponto de honra” da sua população, que tudo faz para manter a tradição e garantir que Santa Susana permaneça como uma das mais resplandecentes povoações alentejanas. É uma das 14 pequenas localidades do Alentejo que fazem da rede europeia Genuineland, criada a partir de um projeto da Região de Turismo de Évora, para fomentar o turismo de aldeia”160.

Casas de Santa Susana, Alcácer do Sal161 16.00 Visita à Igreja de Santa Susana. Esta construção é do mesmo cariz arquitetónico das Casas de Santa Susana, com influências maneiristas.

Igreja de Santa Susana162

160

http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArquitectonico/Civil/Paginas/CasasdeSantaSusana.aspx

161

http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArquitectonico/Civil/Paginas/CasasdeSantaSusana.aspx

162

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Igreja_de_Santa_Susana,Alcacer_do_Sal..jpg

95


Touring Cultural e Paisagístico

17.00 Visita à Igreja da Misericórdia de Alcácer do Sal e posterior passeio pela cidade.

Interior da Igreja da Misericórdia de Alcácer do Sal163 17.30 Regresso ao Porto com paragem para jantar.

163

http://www.cm-alcacerdosal.pt

96


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Litoral Alentejano– Tours de 3 dias

http://olhares.sapo.pt/porto-covo--sines---2006---a-plenitude-foto2186936.html

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 97


Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 3 DIA PORTO/ODEMIRA/VILA NOVA DE MILFONTES/CERCAL/ PORTO COVO/SINES/GRÂNDOLA/SETÚBAL 1.º DIA – ODEMIRA/VILA NOVA DE MILFONTES/CERCAL 08.30 Viagem em direção a Odemira. 12.00 Chegada a Odemira 12.30 Almoço na tasca O Bernardo, onde se podem apreciar petiscos e vinhos regionais. 13.30 Visita ao Pego das Pias, uma paisagem natural quase intocável pelo homem, na freguesia de São Salvador de Odemira.

“O Pego das Pias quase não tem marcas de intervenção humana e tem-se mantido como uma espécie de ex-libris natural da região, motivando um enorme interesse e a visita de muitos curiosos e amantes da natureza”164.

Pêgo das Pias165 15.15 Deslocação de Odemira até Vila Nova de Milfontes. 16.00 Visita ao Forte de São Vicente, classificado como imóvel de interesse público. 16.30

164

http://www.f-salvador.pt/Visitar/PegodasPias/Paginas/PegodasPias.aspx

165

http://www.flickr.com/photos/rolhas/1800844911/

98


Touring Cultural e Paisagístico

Visita pela cidade para contemplar a paisagem natural da cidade, com pequeno passeio de barco no rio Mira. 19.30 Jantar na Tasca do Celso, Vila Nova de Milfontes. 22.00 Estadia na Herdade da Matinha Country House & Restaurante, em Cercal.

2.º DIA – PORTO COVO/SINES 09.00 Viagem de Cercal até Porto Covo. 09.45 Chegada a Porto Covo e posterior visita ao centro histórico, nomeadamente a Igreja de Nossa Senhora da Soledade.

“Largo Marquês de Pombal e toda a zona antiga que o rodeia é uma das maravilhas da arquitetura popular portuguesa. A planta, provavelmente de 1789-1794, foi inspirada no modelo pombalino da baixa lisboeta. Situa-se na praça o principal monumento da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora da Soledade”166.

Centro histórico de Porto Covo167 10.45 Visita à famosa praia da Ilha do Pessegueiro, imortalizada numa canção de Rui Veloso. 166

http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Turismo/Patrimonio/Paginas/CentroHistoricodePortoCovo.aspx

167

http://www.costaalentejana.com.pt/destinos/32/portocovo/r568/centro-historico-de-porto-covo

99


Touring Cultural e Paisagístico

Praia da Ilha do Pessegueiro168 13.00 Almoço no restaurante Cais da Estação.

Restaurante Cais da Estação169 14.30 Visita ao Castelo de Sines.

168

http://www.costaalentejana.com.pt/destinos/32/portocovo/r321/praia-da-ilha-do-pessegueiro

169

http://www.caisdaestacao.com/galeria.html

100


Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Sines170 15.30 Visita ao Centro de Artes de Sines. O projeto de arquitetura moderna, dos arquitetos Francisco e Manuel Aires Mateus, foi galardoado com o prémio AICA/MC em 2005. Este faz o contraste entre a arquitetura moderna e a restante arquitetura antiga da cidade.

Centro de Artes de Sines171 16.30 Visita à Igreja de Nossa Senhora das Salas. 170

http://www.fotodependente.com/img12256.htm

171

http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.pt/2007/10/ltimas-reloaded.html

101


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de Nossa Senhora das Salas172 17.30 Passeio pelo centro histórico de Sines, para conhecer os restantes monumentos arquitetónicos, quer religiosos, quer civis que a região dispõe. 19.30 Jantar no restaurante Trinca Espinhas. Um restaurante típico situado na praia de São Torpes, onde se pode apreciar os sabores do mar juntamente com uma vista memorável. Passeio pela praia.

Restaurante Trinca Espinhas173 22.00 Estadia no Hotel Dom Vasco, Sines.

172

http://www.diocese-beja.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=912

173

http://escape.sapo.pt/boa-mesa/guia-restaurantes/trinca-espinhas-113641

102


Touring Cultural e Paisagístico

3.º DIA – GRÂNDOLA/SETÚBAL 08.30 Saída de Sines rumo a Grândola. 10.00 Chegada a Grândola e posterior visita à Igreja Matriz de Grândola.

Igreja Matriz de Grândola174 11.30 Visita pela cidade a fim de conhecer o centro histórico e o património edificado. 12.30 Almoço no Restaurante Quinta da Guarita. 13.30 Viagem até Setúbal. 14.45 Visita à Casa de Bocage, onde nasceu o ilustre poeta português.

174

http://www.flickr.com/photos/mraposo/5119543627/sizes/z/in/photostream/

103


Touring Cultural e Paisagístico

Casa de Bocage, Setúbal175 15.45 Visita ao Museu de Setúbal / Convento de Jesus.

“Apresenta coleções relacionadas com arte, história, arqueologia e numismática. Ao nível artístico sobressaem as coleções de pintura, sobretudo a do século XVI, escultura sacra, ourivesaria, azulejaria e outras artes decorativas. A arte contemporânea adquire também representatividade devido às incorporações dos últimos 20 anos”176.

Museu de Setúbal/Convento de Jesus177 17.00 Regresso ao Porto. 175

http://www.pbase.com/diasdosreis/image/111880577

176

http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/rpm/museus_rpm/admin_local/ContentDetail.aspx?id=1247

177

http://olhares.sapo.pt/fachada-do-convento-de-jesus-setubal-foto2090254.html

104


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Litoral Alentejano– Tours de 5 dias

http://olhares.sapo.pt/porto-covo--sines---2006---a-plenitude-foto2186936.html

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 10

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Touring Cultural e Paisagístico

TOUR – 5 DIAS PORTO/ODEMIRA/VILA NOVA DE MILFONTES/CERCAL/PORTO COVO/SINES/ SANTIAGO DO CACÉM/GRÂNDOLA/ALCÁCER DO SAL/TRÓIA/SETÚBAL 1.º DIA – ODEMIRA/VILA NOVA DE MILFONTES/CERCAL 08.30 Viagem em direção a Odemira. 12.00 Chegada a Odemira 12.30 Almoço na tasca O Bernardo, onde se podem apreciar petiscos e vinhos regionais. 13.30 Visita ao Pego das Pias, uma paisagem natural quase intocável pelo homem, na freguesia de São Salvador de Odemira.

“O Pego das Pias quase não tem marcas de intervenção humana e tem-se mantido como uma espécie de ex-libris natural da região, motivando um enorme interesse e a visita de muitos curiosos e amantes da natureza”178.

Pêgo das Pias179 15.15 Deslocação de Odemira até Vila Nova de Milfontes. 16.00 Visita ao Forte de São Vicente, classificado como imóvel de interesse público.

178

http://www.f-salvador.pt/Visitar/PegodasPias/Paginas/PegodasPias.aspx

179

http://www.flickr.com/photos/rolhas/1800844911/

106


Touring Cultural e Paisagístico

16.30 Visita pela cidade para contemplar a paisagem natural da cidade, com pequeno passeio de barco no rio Mira. 19.30 Jantar na Tasca do Celso, Vila Nova de Milfontes. 22.00 Estadia na Herdade da Matinha Country House & Restaurante, em Cercal.

1.º DIA – PORTO COVO/SINES 09.00 Viagem de Cercal até Porto Covo. 09.45 Chegada a Porto Covo e posterior visita ao centro histórico, nomeadamente a Igreja de Nossa Senhora da Soledade.

“Largo Marquês de Pombal e toda a zona antiga que o rodeia é uma das maravilhas da arquitetura popular portuguesa. A planta, provavelmente de 1789-1794, foi inspirada no modelo pombalino da baixa lisboeta. Situa-se na praça o principal monumento da aldeia, a Igreja de Nossa Senhora da Soledade”180.

Centro histórico de Porto Covo181 10.45 Visita à famosa praia da Ilha do Pessegueiro, imortalizada numa canção de Rui Veloso.

180

http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Turismo/Patrimonio/Paginas/CentroHistoricodePortoCovo.aspx

181

http://www.costaalentejana.com.pt/destinos/32/portocovo/r568/centro-historico-de-porto-covo

107


Touring Cultural e Paisagístico

Praia da Ilha do Pessegueiro182 13.00 Almoço no restaurante Cais da Estação.

Restaurante Cais da Estação183 14.30 Visita ao Castelo de Sines.

182

http://www.costaalentejana.com.pt/destinos/32/portocovo/r321/praia-da-ilha-do-pessegueiro

183

http://www.caisdaestacao.com/galeria.html

108


Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Sines184 15.30 Visita ao Centro de Artes de Sines. O projeto de arquitetura moderna, dos arquitetos Francisco e Manuel Aires Mateus, foi galardoado com o prémio AICA/MC em 2005. Este faz o contraste entre a arquitetura moderna e a restante arquitetura antiga da cidade.

Centro de Artes de Sines185 16.30 Visita à Igreja de Nossa Senhora das Salas.

184

http://www.fotodependente.com/img12256.htm

185

http://abarrigadeumarquitecto.blogspot.pt/2007/10/ltimas-reloaded.html

109


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de Nossa Senhora das Salas186 17.30 Passeio pelo centro histórico de Sines, para conhecer os restantes monumentos arquitetónicos, quer religiosos, quer civis que a região dispõe. 19.30 Jantar no restaurante Trinca Espinhas. Um restaurante típico situado na praia de São Torpes, onde se pode apreciar os sabores do mar juntamente com uma vista memorável. Passeio pela praia.

Restaurante Trinca Espinhas187 22.00 Estadia no Hotel Dom Vasco, Sines.

186

http://www.diocese-beja.pt/site/index.php?name=News&file=article&sid=912

187

http://escape.sapo.pt/boa-mesa/guia-restaurantes/trinca-espinhas-113641

110


Touring Cultural e Paisagístico

3.º DIA – SANTIAGO DO CACÉM/GRÂNDOLA 09.00 Saída de Sines rumo a Santiago do Cacém. 09.45 Chegada a Santiago do Cacém. Visita à Igreja Matriz de Santiago do Cacém.

Igreja Matriz de Santiago do Cacém188 10.45 Visita ao centro de Santiago do Cacém a fim de descobrir o património edificado disperso. 12.30 Almoço no Restaurante O Peregrino, no Hotel Caminhos de Santiago, Santiago do Cacém. 13.30 Saída de Santiago do Cacém rumo a Grândola. 14.30 Chegada a Grândola e posterior visita à Igreja Matriz de Grândola.

188

http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Turismo/Patrimonio/Paginas/IgrejaMatrizdeSantiagodoCacem.aspx

111


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja Matriz de Grândola189 15.30 Visita ao Memorial do 25 de Abril.

“Na sua face principal, na parede de suporte, inscreve-se a pauta com o texto da canção de José Afonso “Grândola, Vila Morena”, onde se sobrepõem as assinaturas dos capitães de Abril. No círculo um cravo, ícone da Revolução de Abril, prolonga-se pela parede-base. No alçado posterior, o texto integral dos Direitos Humanos ocupa toda a parede, criando uma mancha pictórica longínqua que é legível ao perto. Sobre esta mancha destacam-se dois graffiti dos muitos que animaram os muros de Portugal nessa época”190.

Memorial ao 25 de Abril191

189

http://www.flickr.com/photos/mraposo/5119543627/sizes/z/in/photostream/

190

http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Turismo/Patrimonio/Paginas/Memorialao25deAbril.aspx

191

http://www.alentejolitoral.pt/PortalRegional/Turismo/Patrimonio/Paginas/Memorialao25deAbril.aspx

112


Touring Cultural e Paisagístico

16.30 Visita à cidade, não só para visitar o património edificado como para saborear a gastronomia da região. 18.00 Herdade do Brejo da Amada. Realização de algumas atividades ao ar livre disponíveis na Herdade. Posterior jantar e estadia.

“É um espaço rústico, que soube manter inalteráveis as características e a traça arquitetónica rural da região, onde se respira a verdadeira alma alentejana, numa área natural de 60ha. Foi concebido para proporcionar comodidade, conforto e tranquilidade. Conjuga tradição, simplicidade e modernidade. A herdade do Brejo da Amada é o espaço ideal para quem é apreciador de campo, praia, pesca, gastronomia variada e passeios pedestres e bicicleta”192.

Herdade do Brejo da Amada193

4.º DIA – ALCÁCER DO SAL/TRÓIA O9.00 Saída da Herdade e viagem até Alcácer do Sal 10.00 Chegada a Alcácer do Sal e visita às Casas de Santa Susana, com arquitetura típica da região.

“Quem passa por Santa Susana não fica indiferente à brancura das suas casas emolduradas pelas tradicionais barras de cor azul muito forte. De aspeto tipicamente alentejano, a aldeia mantém uma arquitetura rural. Todas as casas são idênticas e encontram-se distribuídas por ruas quase geométricas. A semelhança entre as habitações não é ocasional. As casas foram originalmente construídas, há mais de um século, com o objetivo de serviram de alojamento temporário para trabalhadores agrícolas. Estes, porém, acabaram por se fixar na zona dando origem à pequena povoação. 192

http://www.brejodamada.com/servicos.html

193

http://brejodaamada.blogspot.pt/2006/11/o-autoconhecimento-o-meu-passatempo.html

113


Touring Cultural e Paisagístico

Atualmente, a manutenção da sua pequena aldeia sempre limpa e muito bem caiada parece ser um “ponto de honra” da sua população, que tudo faz para manter a tradição e garantir que Santa Susana permaneça como uma das mais resplandecentes povoações alentejanas. É uma das 14 pequenas localidades do Alentejo que fazem da rede europeia Genuineland, criada a partir de um projeto da Região de Turismo de Évora, para fomentar o turismo de aldeia”194.

Casas de Santa Susana, Alcácer do Sal195 11.00 Visita à Igreja de Santa Susana. Esta construção é do mesmo cariz arquitectónico das Casas de Santa Susana, com influências maneiristas.

Igreja de Santa Susana196 12.00 Visita à Igreja da Misericórdia de Alcácer do Sal e posterior passeio pela cidade. 194

http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArquitectonico/Civil/Paginas/CasasdeSantaSusana.aspx

195

http://www.cm-alcacerdosal.pt/PT/Concelho/Patrimonio/PatrimonioArquitectonico/Civil/Paginas/CasasdeSantaSusana.aspx

196

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Igreja_de_Santa_Susana,Alcacer_do_Sal..jpg

114


Touring Cultural e Paisagístico

13.00 Almoço na pousada D. Afonso II, em Alcácer do Sal. 14.00 Saída de Alcácer do Sal rumo a Tróia, Grândola. 15.15 Chegada a Tróia com posterior visita à Capela de Nossa Senhora de Tróia. 16.00 Visitar as Ruínas romanas que Tróia, com visita guiada.

Ruínas romanas de Tróia197 17.00 Passeio pela praia de Tróia, a grande atração turística da região. Valerá a pena participar no programa de interação com os golfinhos, ou apenas a observação dos mesmos. 20.00 Jantar no Restaurante do Tróia Design Hotel e estadia no mesmo. 21.30 Passeio pela Marina de Tróia, para apreciar a paisagem esplendorosa.

4.º DIA – SETÚBAL 09.00 Saída de Tróia rumo a Setúbal. 10.30 Chegada a setúbal e posterior visita à Casa de Bocage, onde nasceu o ilustre poeta português.

197

http://www.troiaresort.net/gca/index.php?id=310

115


Touring Cultural e Paisagístico

Casa de Bocage, Setúbal198 11.30 Visita ao Museu de Setúbal / Convento de Jesus. “Apresenta coleções relacionadas com arte, história, arqueologia e numismática. Ao nível artístico sobressaem as coleções de pintura, sobretudo a do século XVI, escultura sacra, ourivesaria, azulejaria e outras artes decorativas. A arte contemporânea adquire também representatividade devido às incorporações dos últimos 20 anos”199.

Museu de Setúbal/Convento de Jesus200 12.30 Almoço

198

http://www.pbase.com/diasdosreis/image/111880577

199

http://www.ipmuseus.pt/pt-PT/rpm/museus_rpm/admin_local/ContentDetail.aspx?id=1247

200

http://olhares.sapo.pt/fachada-do-convento-de-jesus-setubal-foto2090254.html

116


Touring Cultural e Paisagístico

13.30 Visita ao Palácio da Comenda, cujo projeto é da autoria do arquiteto Raul Lino, no início do século XX.

Palácio da Comenda, Setúbal201 14.30 Visita ao Palácio da Arrábida, em Azeitão, onde atualmente se situa a Fundação Oriente. “Com a extinção das ordens religiosas em 1834, o convento, as celas e as capelas dispersas pela serrania sofreram várias pilhagens e enormes estragos causados pelo abandono. Em 1863, a Casa de Palmela adquiriu o convento mas as obras só começaram nas décadas de 40 e 50 do século seguinte. Quarenta anos depois, em 1990, o seu então proprietário, Manuel de Souza Holstein Beck, vendeu o convento e a área envolvente, num total de 25 hectares, à Fundação Oriente, a única instituição, que, em seu entender, dava garantias de manter os mesmos valores com que, no século XVI, os seus antepassados o entregaram aos arrábidos”202.

Convento da Arrábida e seu envolvente203 17.00 Regresso ao Porto. 201

http://fotografiadejoaopalmela.blogs.sapo.pt/322322.html

202

http://www.foriente.pt/64/historia.htm

203

http://actofalhado.blogs.sapo.pt/624560.html

117


Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Alqueva – Tours de 1 dia

http://kapuchok.files.wordpress.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 11

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TOURS – 1 DIA LISBOA/REGUENGO DE MONSARAZ/PORTEL /LISBOA 1.º DIA – LISBOA/REGUENGO DE MONSARAZ/PORTEL 08.00 Saída de Lisboa em direção a Reguengo de Monsaraz 10.00 Visita à fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz. “Considerada uma das mais antigas vilas de Portugal, Monsaraz regista indícios de povoamento

desde tempos pré-históricos, sendo inicialmente um castro fortificado. A partir de então foi sendo sucessivamente ocupada até ao período de formação da nacionalidade, sendo conquistada pela primeira vez aos Muçulmanos em 1157. Voltando ao domínio dos almôadas depois de D. Afonso Henriques ter sido derrotado em Badajoz, a povoação viria a ser reconquistada por D. Sancho II em 1232, que a doou à Ordem do Templo. No entanto, o repovoamento cristão de Monsaraz só ia efetivar-se no reinado de Afonso III, quando o monarca lhe concedeu o primeiro foral, fixando os limites do concelho. A partir do século XIX, quando a sede de concelho foi transferida para Reguengos de Monsaraz, a fortificação ficou votada ao abandono, o que originou que alguns dos seus elementos ruíssem. No entanto a estrutura muralhada continua a predominar a paisagem urbanística da vila de Monsaraz. Catarina Oliveira.”204

Fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz.205 11.30 Cruzeiro pelo Alqueva. “A Barragem de Alqueva é a maior barragem portuguesa e da Europa Ocidental, situada no rio

Guadiana, no Alentejo interior, perto da aldeia de Alqueva. A construção desta barragem permitiu a 204

http://igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70568/

205

http://poetasepoemasalentejanos.blogspot.pt/2010/06/monsaraz-tens-um-castelo.html

119


Touring Cultural e Paisagístico

criação do maior reservatório artificial de água da Europa. Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m[2]. A capacidade instalada de produção de energia elétrica é de 260 MW. A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo o maior lago artificial da Europa.”206

Cruzeiro Guadiana, Alqueva207 12.30 Viagem com destino a Portel. 13.30 Almoço regional na Adega do Refúgio Restaurante. “O Restaurante Adega do Refúgio está integrado num magnífico edifício do século XIX que domina

o Largo Dr. Miguel Bombarda, bem no centro da bela e tranquila vila alentejana de Portel. A antiga casa senhorial que em 1999 foi convertida num Hotel Rural, o Refúgio da Vila, alberga também o restaurante que ocupa a antiga garagem das charretes. Num espaço elegante, requintado e tranquilo, coberto por amplas abóbodas, o Adega do Refúgio está essencialmente direcionado para a comida regional.”208 14.30 Visita ao Castelo de Portel considerado um dos monumentos nacionais pelo IGESPAR. “As origens do castelo gótico de Portel estão ligadas à figura de D. João Peres de Aboim, nobre

letrado muito próximo de D. Afonso III, que chegou a desempenhar as funções de mordomo-mor do reino. Homem de confiança do monarca, na época imediatamente após à guerra civil que opôs Afonso III a seu irmão, Sancho II, foi agraciado com uma honra entre os termos de Évora e Beja, coincidente com a Serra de Portel. Esta doação não se fez sem ferir susceptibilidades concelhias, pelo que, em 1257, o monarca dirigiu cartas aos homens bons de Évora para que aceitassem João Peres de Aboim como seu vizinho. Os anos seguintes foram passados em aparente disputa pela delimitação da honra, até que em 1261, depois de demarcada a área de jurisdição do nobre, D. Afonso III permitiu que este edificasse uma fortaleza onde melhor servisse os seus interesses. Um

206

Informação retirada de http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Alqueva

207

Imagem retirada de http://www.portalalentejano.com/wp-content/uploads/Barco_Guadiana_alqueva-600x400.jpg

208

http://www.wonderfulland.com/adegarefugio/bd_index_pt.htm

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Touring Cultural e Paisagístico

ano depois, a 1 de Dezembro de 1262, acompanhado pela mulher e pelo filho, D. João Peres de Aboim passou carta de foro aos povoadores do castelo de Portel. As obras de construção da fortaleza ter-se-ão iniciado imediatamente, mas arrastaram-se pelo reinado de D. Dinis, já depois de falecido o promotor, resolvida a contenda entre seus filhos pela posse da honra e revertido o castelo para a posse da coroa, por escambo estabelecido entre D. Dinis e D. Maria Eanes, celebrado em 1301.”209

Castelo de Portel

210

16.00 Passeio na Serra do Portel, sendo este um dos habitats do Lince Ibérico.

Lince Ibérico 211 18.30 Regresso a Lisboa.

209

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71148/

210

http://org.netne.net/Tuga/Gr/Castelo%20de%20Portel.jpg

211

Imagem retirada de http://www.20minutos.es/data/img/2006/07/10/488808.jpg

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Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Alqueva – Tours de 3 dias

http://kapuchok.files.wordpress.com

Ana Clara de Sousa Azevedo

2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 12

2


Touring Cultural e Paisagístico

TOURS – 3 DIAS LISBOA/ALANDROAL/REGUENGOS DE MONSARAZ/PORTEL/LISBOA 1.º DIA – LISBOA/ALANDROAL 09.30 Partida de Lisboa ao Alandroal. 11.30 Chegada ao Alandroal e entrada na Herdade dos Barros (Turismo Rural)

Herdade dos Barros

212

12:00 Almoço no restaurante do Hotel, refeição de natureza tradicional alentejano regada a vinhos DOC produzidos na dita região. 14:00 Visita ao Castelo do Alandroal classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR “O castelo gótico do Alandroal é uma das melhores datadas obras de arquitetura militar do período

dionisino, graças a duas inscrições, comemorativas do arranque e da conclusão dos trabalhos de construção. A primeira data de 6 de Fevereiro de 1294 (BARROCA, 2000, vol. 2, t.1, pp.11081113) e encontra-se sobre uma das portas da fortaleza. Por ela sabemos que o promotor do projeto foi o Mestre da Ordem de Avis, D. João Afonso, que colocou a primeira pedra nessa data. A segunda corresponde ao dia 24 de Fevereiro de 1298, sendo mestre da Ordem D. Lourenço Afonso, e localiza-se no alçado ocidental da Torre de Menagem (atualmente integrado na Sala do Tesouro da igreja matriz) (IDEM, pp.1140-1144). No espaço de apenas quatro anos, procedeu-se, assim, à edificação do conjunto fortificado, informação que é preciosa para a caracterização da arquitetura militar ao tempo de D. Dinis, mas também para o reconhecimento do grande investimento que a

212

http://images03.olx.pt/ui/11/35/62/1302518882_18083362_15-Turismo-Rural-Alentejo-Herdade-dos-Barros-.jpg

123


Touring Cultural e Paisagístico

Ordem de Avis efetuou, por esses anos, em castelos no Alentejo, de que são também exemplo os de Noudar e Veiros.”

213

Castelo do Alandroal

214

16.00 Visita ao Castelo de Terena com classificação de Monumento Nacional, IGESPAR. “As origens do castelo de Terena encontram-se na Baixa Idade Média, concretamente no século

XIII, altura em que o Alto Guadiana foi território de fronteira. As informações mais recuadas que possuímos dão conta de um foral passado à localidade em 1262, pelo cavaleiro régio Gil Martins e sua mulher, D. Maria João. Desconhecemos se, logo após esta data, se terá iniciado a construção da fortaleza, mas tal iniciativa não se deverá afastar muito desta cronologia, dado o interesse que D. Dinis teve na consolidação desta linha de fronteira, em natural articulação com os castelos de Elvas, Juromenha e Alandroal. Uma outra perspetiva é que a situa a sua edificação apenas no século XV, por intermédio de D. João I. Esta hipótese tem como fundamento a doação da vila de Terena à Ordem de São Bento de Avis, momento que pode ter representado uma renovação de uma estrutura anterior, mas não é suficiente para que se atribua ao século XV a totalidade do monumento. De resto, já em 1380 se refere o castelo e a sua barbacã, o que indica claramente estar a fortaleza em construção. Em 1482, D. João II nomeou Nuno Martins da Silveira como alcaide e, nas primeiras décadas do século XVI, o reduto foi objeto de uma ampla campanha de obras, que deixou marcas visíveis na estrutura. Pensamos, todavia, que uma parte considerável da fortaleza que chegou até hoje data, efetivamente, da viragem para o século XIV.”215

213

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70281/

214

http://www.cubeit.com/kunhas/images/koisasalentejanas-casteloalandroal.jpg

215

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70190/

124


Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Terena

216

18.00 Terminamos o dia com a última visita à Fortaleza de Juromenha, Imóvel de Interesse Público (IGESPAR). “As primeiras referências ao sítio da Juromenha datam da segunda metade do século IX. Durante

mais de duzentos anos este local foi considerado a praça-forte de defesa da zona de Badajoz, pertencendo desde o século X ao Califado de Córdova. Em 1167 D. Afonso Henriques conquistou a fortaleza, mas esta voltaria ao domínio do Califa Almasor em 1191. Este espaço de defesa do Guadiana

seria

definitivamente

reconquistado

pela

Coroa

portuguesa

em

1242.

Apesar de ter sido objeto de uma total reconstrução em 1312 por ordem de D. Dinis, a fortaleza foi entrando em progressiva decadência a partir do século XVI, só sendo revitalizada no período pósRestauração, devido à sua importância estratégica.”217

Fortaleza de Juromenha 218 20.00 Jantar no restaurante da Herdade acompanhado é claro por vinho DOC regional e comida tradicional alentejana.

216

http://i.olhares.com/data/big/194/1946811.jpg

217

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72308/

218

http://2.bp.blogspot.com/-9Av599lCl1I/TWR1d6I0_dI/AAAAAAAAALc/yYHKCKYeEPA/s1600/Castelo-de-Juromenha.jpg

125


Touring Cultural e Paisagístico

2.º DIA – REGUENGOS DE MONSARAZ 9.00 Partida do Alandroal no sentido de Reguengos de Monsaraz. 10.00 Entrada no na Horta da Coutada (Turismo Rural)

219

10.30 Visita à fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz. “Considerada uma das mais antigas vilas de Portugal, Monsaraz regista indícios de povoamento

desde tempos pré-históricos, sendo inicialmente um castro fortificado. A partir de então foi sendo sucessivamente ocupada até ao período de formação da nacionalidade, sendo conquistada pela primeira vez aos Muçulmanos em 1157. Voltando ao domínio dos almôadas depois de D. Afonso Henriques ter sido derrotado em Badajoz, a povoação viria a ser reconquistada por D. Sancho II em 1232, que a doou à Ordem do Templo. No entanto, o repovoamento cristão de Monsaraz só ia efetivar-se no reinado de Afonso III, quando o monarca lhe concedeu o primeiro foral, fixando os limites do concelho. Nos anos seguintes foi edificado o núcleo primitivo do castelo, incluindo a torre de menagem, a matriz e o tribunal gótico, cujo interior alberga o fresco de O Bom e o Mau Juiz . Ao longo do século XVI, e com a reforma manuelina do foral, a povoação foi crescendo, instituindo-se localmente uma Irmandade da Misericórdia. Durante as Guerras de Restauração, devido à proximidade de Monsaraz com o Guadiana e a fronteira espanhola, a Coroa mandou edificar uma nova fortaleza em redor da vila, utilizando o sistema franco-holandês, ou de Vauban. O projecto da nova praça de armas foi desenhado pelos engenheiros franceses Nicolau de Langres e Jean Gillot (ESPANCA, 1975), e a edificação foi avançando significativamente, apesar de pontuais faltas de verbas. Embora a planta do Forte de São Bento tivesse sido desenhada em forma estrelada, a morfologia do terreno onde se implanta levou a algumas alterações da planimetria. Com três baluartes, parapeito e uma cortina artificial, estendia-se em torno de toda a povoação, integrando no pano de muralhas a Ermida de São Bento. A partir do século XIX, quando a sede de concelho foi transferida

219

http://lh5.ggpht.com/-1XydhdWbiT8/StUFgOrL-_I/AAAAAAAAANI/gmMdpKcplps/Horta%252520da%252520Coutada-46.jpg

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Touring Cultural e Paisagístico

para Reguengos de Monsaraz, a fortificação ficou votada ao abandono, o que originou que alguns dos seus elementos ruíssem. No entanto a estrutura muralhada continua a predominar a paisagem urbanística da vila de Monsaraz. Catarina Oliveira.”220

Fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz 221 12.10 Almoço no restaurante tradicional Sem-Fim.

222

14.30 Visita ao Cromeleque de Xarez sendo este um exemplo da arquitetura megalítica.

220

http://igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70568/

221

http://www.timetogo.com/index.php?option=com_pti&view=pti&id=346&Itemid=9&lang=pt

222

http://df9gf261txp99.cloudfront.net/pti_346/original/restaurante-bar-sem-fim-2.jpg

127


Touring Cultural e Paisagístico

Cromeleque de Xarez

223

16.30 Cruzeiro pelo Alqueva. “A Barragem de Alqueva é a maior barragem portuguesa e da Europa Ocidental, situada no rio

Guadiana, no Alentejo interior, perto da aldeia de Alqueva. A construção desta barragem permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa. Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m[2]. A capacidade instalada de produção de energia elétrica é de 260 MW. A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo o maior lago artificial da Europa.”224

Cruzeiro Guadiana, Alqueva225 20.00 Jantar no restaurante do Hotel. 223

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3b/Cromeleque_do_Xarez1155.jpg/1024px-

Cromeleque_do_Xarez1155.jpg 224

Informação retirada de http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Alqueva

225

Imagem retirada de http://www.portalalentejano.com/wp-content/uploads/Barco_Guadiana_alqueva-600x400.jpg

128


Touring Cultural e Paisagístico

3.º DIA – PORTEL 9.00 Partida com destino ao Portel 10.00 Visita ao Castelo de Portel considerado um dos monumentos nacionais pelo IGESPAR. “As origens do castelo gótico de Portel estão ligadas à figura de D. João Peres de Aboim, nobre

letrado muito próximo de D. Afonso III, que chegou a desempenhar as funções de mordomo-mor do reino. Homem de confiança do monarca, na época imediatamente após à guerra civil que opôs Afonso III a seu irmão, Sancho II, foi agraciado com uma honra entre os termos de Évora e Beja, coincidente com a Serra de Portel. Esta doação não se fez sem ferir suscetibilidades concelhias, pelo que, em 1257, o monarca dirigiu cartas aos homens bons de Évora para que aceitassem João Peres de Aboim como seu vizinho. Os anos seguintes foram passados em aparente disputa pela delimitação da honra, até que em 1261, depois de demarcada a área de jurisdição do nobre, D. Afonso III permitiu que este edificasse uma fortaleza onde melhor servisse os seus interesses. Um ano depois, a 1 de Dezembro de 1262, acompanhado pela mulher e pelo filho, D. João Peres de Aboim passou carta de foro aos povoadores do castelo de Portel. As obras de construção da fortaleza ter-se-ão iniciado imediatamente, mas arrastaram-se pelo reinado de D. Dinis, já depois de falecido o promotor, resolvida a contenda entre seus filhos pela posse da honra e revertido o castelo para a posse da coroa, por escambo estabelecido entre D. Dinis e D. Maria Eanes, celebrado em 1301.”226

Castelo de Portel

227

226

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71148/

227

http://org.netne.net/Tuga/Gr/Castelo%20de%20Portel.jpg

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Touring Cultural e Paisagístico

12.00 Almoço regional na Adega do Refúgio Restaurante. “O Restaurante Adega do Refúgio está integrado num magnífico edifício do século XIX que domina

o Largo Dr. Miguel Bombarda, bem no centro da bela e tranquila vila alentejana de Portel. A antiga casa senhorial que em 1999 foi convertida num Hotel Rural, o Refúgio da Vila, alberga também o restaurante que ocupa a antiga garagem das charretes. Num espaço elegante, requintado e tranquilo, coberto por amplas abóbodas, o Adega do Refúgio está essencialmente direcionado para a comida regional.”228

229

14.30 Visita à Igreja de Vera Cruz de Marmelar classificado pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público. “Antes de a igreja ter sido agraciada com as relíquias da Vera Cruz, recolhidas na Batalha do

Salado, assim fazendo com que Marmelar se instituísse como um dos quatro templos do reino onde a memória dessa gloriosa batalha fosse evocada (Sé de Évora, Sé de Lisboa e Matriz de Santiago do Cacém), um longo passado religioso estava testemunhado no local. São ainda importantes os vestígios de uma construção anterior, catalogada por alguns autores como de época visigótica (ALMEIDA, 1954; HAUSCHILD, 1986, p.168), mas mais recentemente inserida no contexto moçárabe, pouco posterior à conquista islâmica da península (REAL, 1995, p.44; CABALLERO e ARCE, 1995, p.201). Na cabeceira, restam duas capelas quadrangulares cobertas com abóbada em ferradura, que serviram, originalmente, de absidíolos de uma reformulada ábside. Numa delas conserva-se uma janela-nicho de formato semicircular, cuja curvatura é ocupada por concha talhada a bisel (ALMEIDA, 1954, p.7). Pelo local existem outros elementos pétreos decorados com motivos vegetalistas e geométricos, já descontextualizados, assim como pequenos frontões triangulares (em número ainda impreciso), incorporados na parede posterior da cabeceira.”230

228

http://www.wonderfulland.com/adegarefugio/bd_index_pt.htm

229

http://cdn.odisseias.com/img/sabores/DCDE8943_1.jpg

230

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72307/

130


Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de Vera Cruz de Marmelar

231

16.00 Passeio na Serra do Portel, sendo este um dos habitats do Lince Ibérico.

Lince Ibérico 232 18.30 Regresso a Lisboa.

231

Imagem retirada de http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bad066441/8356451_rF03q.jpeg

232

Imagem retirada de http://www.20minutos.es/data/img/2006/07/10/488808.jpg

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Touring

Touring Cultural e Paisagístico

Cultural e Paisagístico

Alqueva – Tours de 5 dias

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2012 Nota: O alojamento não está incluído no preço 13

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Touring Cultural e Paisagístico

TOURS – 5 DIAS LISBOA/MOURA/MOURÃO/ ALANDROAL/REGUENGOS DE MONSARAZ/PORTEL/LISBOA 1.º DIA – LISBOA/MOURA 8.30 Saída de Lisboa com destino a Moura 11.30 Chegada a Moura e entrada no Hotel Herdade Vale do Manantio.

233

12.00 Almoço no restaurante do Hotel, refeição de natureza tradicional alentejano regada a vinhos DOC produzidos na dita região. 14.00 Visita ao Castelo de Moura, Convento de Nossa Senhora da Assunção e Igreja de Santa Maria. Classificado o conjunto como Imóvel de Interesse Público pelo IGESPAR. “O Castelo de Moura foi erguido no cimo de uma colina cuja ocupação remontará à Idade do Ferro,

elevando-se hoje em pleno centro da cidade. Das primeiras fortificações da povoação, alegadamente romanas, não existem indícios. Está no entanto traçada a presença árabe no local, onde se situava uma capital de província de nome Al-Manijah, dominada por uma grande fortificação, palco de diversos combates entre cristãos e muçulmanos em pleno movimento da Reconquista peninsular. Da construção original restam ainda alguns vestígios, que incluem a Torre de Taipa ou da Salúquia, uma das atalaias do baluarte muçulmano.”234

233

Imagem retirada de http://www.lux.iol.pt/multimedia/oratvi/multimedia/imagem/id/13252173/660x495

234

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/74033/

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Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Moura

235

16.00 Visita à Igreja de São João Baptista, Igreja Matriz de Moura. Classificação de Monumento Nacional pelo IGESPAR. “A primitiva matriz de Moura era a Igreja de Santa Maria do Castelo, situada dentro do perímetro

das muralhas, sendo até meados do século XV a única sede paroquial da povoação. No entanto, devido ao crescimento populacional da vila alentejana na centúria de Quatrocentos, a matriz foi transferida em 1455, por ordem de D. Afonso V, para a Capela de São João Baptista, situada fora das muralhas. Embora se situasse numa área mais ampla do que a igreja de Santa Maria, a original Capela de São João Baptista, existente já no início do século XIV, não apresentava um espaço interior muito maior do que a primitiva matriz. Como tal foi necessário transformar a Capela das Almas, edificada contiguamente a São João Baptista, na sacristia da nova matriz, alargando assim o corpo da capela.”236

235

http://fc09.deviantart.net/fs70/f/2010/100/8/f/Castelo_de_Moura_by_xvrcardoso.jpg

236

http://www.igespar.pt/en/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70424/

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Touring Cultural e Paisagístico

Igreja de São João Baptista

237

18.00 Visita ao Jardim Doutor Santiago.

Jardim Doutor Santiago 238 20.00 Jantar no restaurante do Hotel acompanhado é claro por vinho DOC regional. 237

http://mw2.google.com/mw-panoramio/photos/medium/11242491.jpg

238

http://farm4.staticflickr.com/3478/4019635949_06ab134c3e_z.jpg

135


Touring Cultural e Paisagístico

2.º DIA – MOURÃO 9.00 Partida de Moura, Hotel Herdade Vale do Manantio, em direção a Mourão. 10.00 Entrada no Hotel Monte Falperras em Mourão.

Piscina infinita do Hotel com o Lago Alqueva como pano de fundo

239

10.30 Visita à Igreja Matriz Nossa Senhora das Candeias. Imóvel de Interesse Público classificação do IGESPAR. “A construção da atual igreja de Nossa Senhora das Candeias resultou da determinação régia de D.

Pedro II, de 20 de Fevereiro de 1681. Foi encarregado de proceder à projeção da obra o Eng. D. Diogo Pardo de Osório. A Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias, com assentamento na fortificação seiscentista, revela um estilo marcadamente barroco. De planta retangular, com fachada a apontar a sul, entra-se num pórtico metido em arco redondo e lavrado em mármore branco, com lintel e frontão cortado, integrando as armas reais de Portugal ladeadas pela cruz de Avis, e pela Virgem e o Menino, na parte superior. No seu interior, o templo apresenta uma ampla nave com quatro altares laterais (Capela das Almas, S. João Baptista, S. Pedro e Capela do Santíssimo Sacramento) e cabeceira de três capelas. A capela-mor, com elevado arco triunfal, construído no cimafronte por pintura mural que preenche todo o espaço até à abóbada. O altar-mor mostra um retábulo de talha polícroma, de fustes salomónicos. Com o terramoto de 1 de Novembro de 1755, a Igreja Matriz sofreu profundos estragos, entre eles o desabamento da abóbada. No século XX, em finais da década de 60 e princípios da década de 70, realizaram-se grandes obras de restauro.”240

239

Imagem retirada de http://media.hotelscombined.com/HI36616294.jpg

240

http://www.cm-mourao.pt/pt/conteudos/o%20concelho/historia/igreja%20matriz%20n%20s%20candeias.htm

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Touring Cultural e Paisagístico

Igreja Matriz Nossa Senhora das Candeias 241 12.00 Almoço no restaurante regional Adega Velha.

242

14.30 Visita ao Castelo de Mourão, Imóvel de Interesse Público classificação do IGESPAR. “Implantado num ponto altaneiro e fronteiriço, o castelo de Mourão conheceu, ao longo dos

tempos, as investidas de forças inimigas que levaram à sua reconstrução e redimensionamento.”243

241

http://c3.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bfb07c923/8955472_Pyawt.jpeg

242

http://3.bp.blogspot.com/_esD6aRur2q0/SvHagJuboxI/AAAAAAAAJ0E/mTG2BKpf6as/s400/Portugal+-

+adega+velha+colagem.jpg 243

Informação retirada de http://www.cm-mourao.pt/pt/conteudos/o+concelho/historia/castelo.htm

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Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Mourão 244 15.30 Visita à Aldeia da Luz. “A aldeia ribeirinha da Luz, a povoação mais jovem de Portugal, merece, sem dúvida, uma visita.

Depois de ser submersa pelas águas da barragem do Alqueva, em 2002, este núcleo rural foi construído de raiz, apresentando atualmente uma estrutura totalmente renovada. Era nas proximidades desta aldeia que se encontrava o Castelo da Lousa, uma villa romana fortificada datada do século I a.C., atualmente mergulhada nas águas do Grande Lago Alqueva…”245

Aldeia da Luz 246

244

Imagem retirada de http://farm4.static.flickr.com/3149/2517137943_152d26194e.jpg

245

Informação retirada de http://www.turismoalqueva.pt/mourao/

246

Imagem retirada de http://casepagam.blogs.sapo.pt/arquivo/Aldeia%20Luz%20monum.jpg

138


Touring Cultural e Paisagístico

17.00 Visita ao Museu da Luz. “Com a submersão da aldeia da Luz, motivada pela construção da barragem de Alqueva e a

consequente relocalização da povoação em novo lugar, gerou-se um conceito de aldeia dupla. O Museu da Luz (Mourão, Évora) é o espaço interpretativo das profundas alterações ocorridas neste território, manifestadas numa reconfiguração da paisagem e consequente ajustamento social e cultural. O museu não é perspetivado no âmbito restrito da sua coleção, mas encara-se como a possibilidade de documentar o processo necessariamente conturbado da mudança, a partir do passado comum, reativando as memórias para a reconstrução do lugar num novo contexto. Interpretando temas transversais como a paisagem, a água e a nova identidade da região, o museu

configura-se

no

espaço

Alqueva

como

um

lugar

de

cultura,

arte,

memória e

247

modernidade.”

Museu da Luz 248 18.30 Regresso ao Hotel onde uma garrafa de vinho Doc Regional Alentejano o espera na sua suite. 20.00 Jantar no restaurante do Hotel.

3.º DIA – ALANDROAL 9.30 Partida de Mourão até ao Alandroal. 11.30 Chegada ao Alandroal e entrada na Herdade dos Barros (Turismo Rural)

247

Informação retirada de http://www.edia.pt/edia/index.php/museu-da-luz

248

Imagem retirada de http://www.museudaluz.org.pt/

139


Touring Cultural e Paisagístico

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12.00 Almoço no restaurante do Hotel, refeição de natureza tradicional alentejano regada a vinhos DOC produzidos na dita região. 14.00 Visita ao Castelo do Alandroal classificado como Monumento Nacional pelo IGESPAR “O castelo gótico do Alandroal é uma das melhor datadas obras de arquitetura militar do período

dionisino, graças a duas inscrições, comemorativas do arranque e da conclusão dos trabalhos de construção. A primeira data de 6 de Fevereiro de 1294 (BARROCA, 2000, vol. 2, t.1, pp.11081113) e encontra-se sobre uma das portas da fortaleza. Por ela sabemos que o promotor do projeto foi o Mestre da Ordem de Avis, D. João Afonso, que colocou a primeira pedra nessa data. A segunda corresponde ao dia 24 de Fevereiro de 1298, sendo mestre da Ordem D. Lourenço Afonso, e localiza-se no alçado ocidental da Torre de Menagem (atualmente integrado na Sala do Tesouro da igreja matriz) (IDEM, pp.1140-1144). No espaço de apenas quatro anos, procedeu-se, assim, à edificação do conjunto fortificado, informação que é preciosa para a caracterização da arquitetura militar ao tempo de D. Dinis, mas também para o reconhecimento do grande investimento que a Ordem de Avis efetuou, por esses anos, em castelos no Alentejo, de que são também exemplo os de Noudar e Veiros.”

250

249

http://images03.olx.pt/ui/11/35/62/1302518882_18083362_15-Turismo-Rural-Alentejo-Herdade-dos-Barros-.jpg

250

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70281/

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Touring Cultural e Paisagístico

Castelo do Alandroal

251

16.00 Visita ao Castelo de Terena com classificação de Monumento Nacional, IGESPAR. “As origens do castelo de Terena encontram-se na Baixa Idade Média, concretamente no século

XIII, altura em que o Alto Guadiana foi território de fronteira. As informações mais recuadas que possuímos dão conta de um foral passado à localidade em 1262, pelo cavaleiro régio Gil Martins e sua mulher, D. Maria João. Desconhecemos se, logo após esta data, se terá iniciado a construção da fortaleza, mas tal iniciativa não se deverá afastar muito desta cronologia, dado o interesse que D. Dinis teve na consolidação desta linha de fronteira, em natural articulação com os castelos de Elvas, Juromenha e Alandroal. Uma outra perspetiva é que a situa a sua edificação apenas no século XV, por intermédio de D. João I. Esta hipótese tem como fundamento a doação da vila de Terena à Ordem de São Bento de Avis, momento que pode ter representado uma renovação de uma estrutura anterior, mas não é suficiente para que se atribua ao século XV a totalidade do monumento. De resto, já em 1380 se refere o castelo e a sua barbacã, o que indica claramente estar a fortaleza em construção. Em 1482, D. João II nomeou Nuno Martins da Silveira como alcaide e, nas primeiras décadas do século XVI, o reduto foi objeto de uma ampla campanha de obras, que deixou marcas visíveis na estrutura. Pensamos, todavia, que uma parte considerável da fortaleza que chegou até hoje data, efetivamente, da viragem para o século XIV.”252

251

http://www.cubeit.com/kunhas/images/koisasalentejanas-casteloalandroal.jpg

252

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70190/

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Touring Cultural e Paisagístico

Castelo de Terena

253

18.00 Terminamos o dia com a última visita à Fortaleza de Juromenha, Imóvel de Interesse Público (IGESPAR). “As primeiras referências ao sítio da Juromenha datam da segunda metade do século IX. Durante

mais de duzentos anos este local foi considerado a praça-forte de defesa da zona de Badajoz, pertencendo desde o século X ao Califado de Córdova. Em 1167 D. Afonso Henriques conquistou a fortaleza, mas esta voltaria ao domínio do Califa Almasor em 1191. Este espaço de defesa do Guadiana

seria

definitivamente

reconquistado

pela

Coroa

portuguesa

em

1242.

Apesar de ter sido objeto de uma total reconstrução em 1312 por ordem de D. Dinis, a fortaleza foi entrando em progressiva decadência a partir do século XVI, só sendo revitalizada no período pósRestauração, devido à sua importância estratégica.”254

Fortaleza de Juromenha 255 253

http://i.olhares.com/data/big/194/1946811.jpg

254

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72308/

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Touring Cultural e Paisagístico

20.00 Jantar no restaurante da Herdade acompanhado é claro por vinho DOC regional e comida tradicional alentejana.

4.º DIA –REGUENGOS DE MONSARAZ 9.00 Partida do Alandroal no sentido de Reguengo de Monsaraz. 10.00 Entrada no na Horta da Coutada (Turismo Rural)

256

10.30 Visita à fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz. “Considerada uma das mais antigas vilas de Portugal, Monsaraz regista indícios de povoamento

desde tempos pré-históricos, sendo inicialmente um castro fortificado. A partir de então foi sendo sucessivamente ocupada até ao período de formação da nacionalidade, sendo conquistada pela primeira vez aos Muçulmanos em 1157. Voltando ao domínio dos almôadas depois de D. Afonso Henriques ter sido derrotado em Badajoz, a povoação viria a ser reconquistada por D. Sancho II em 1232, que a doou à Ordem do Templo. No entanto, o repovoamento cristão de Monsaraz só ia efetivar-se no reinado de Afonso III, quando o monarca lhe concedeu o primeiro foral, fixando os limites do concelho. Nos anos seguintes foi edificado o núcleo primitivo do castelo, incluindo a torre de menagem, a matriz e o tribunal gótico, cujo interior alberga o fresco de O Bom e o Mau Juiz . Ao longo do século XVI, e com a reforma manuelina do foral, a povoação foi crescendo, instituindo-se localmente uma Irmandade da Misericórdia. Durante as Guerras de Restauração, devido à proximidade de Monsaraz com o Guadiana e a fronteira espanhola, a Coroa mandou edificar uma nova fortaleza em redor da vila, utilizando o sistema franco-holandês, ou de Vauban. O projeto da nova praça de armas foi desenhado pelos

256

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engenheiros franceses Nicolau de Langres e Jean Gillot (ESPANCA, 1975), e a edificação foi avançando significativamente, apesar de pontuais faltas de verbas. Embora a planta do Forte de São Bento tivesse sido desenhada em forma estrelada, a morfologia do terreno onde se implanta levou a algumas alterações da planimetria. Com três baluartes, parapeito e uma cortina artificial, estendia-se em torno de toda a povoação, integrando no pano de muralhas a Ermida de São Bento. A partir do século XIX, quando a sede de concelho foi transferida para Reguengos de Monsaraz, a fortificação ficou votada ao abandono, o que originou que alguns dos seus elementos ruíssem. No entanto a estrutura muralhada continua a predominar a paisagem urbanística da vila de Monsaraz. Catarina Oliveira.”257

Fortificação e conjunto intramuros da Vila de Monsaraz 258 12.10 Almoço no restaurante tradicional Sem-Fim.

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257

http://igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70568/

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http://df9gf261txp99.cloudfront.net/pti_346/original/restaurante-bar-sem-fim-2.jpg

259

http://df9gf261txp99.cloudfront.net/pti_346/original/restaurante-bar-sem-fim-2.jpg

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14.30 Visita ao Cromeleque de Xarez sendo este um exemplo da arquitetura megalítica.

Cromeleque de Xarez

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16.30 Cruzeiro pelo Alqueva. “A Barragem de Alqueva é a maior barragem portuguesa e da Europa Ocidental, situada no rio

Guadiana, no Alentejo interior, perto da aldeia de Alqueva. A construção desta barragem permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa. Possui uma altura de 96 m acima da fundação e um comprimento de coroamento de 458 m[2]. A capacidade instalada de produção de energia elétrica é de 260 MW. A albufeira atinge, à cota máxima, os 250 km², sendo o maior lago artificial da Europa.”261

Cruzeiro Guadiana, Alqueva262 20.00 Jantar no restaurante do Hotel. 260

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3b/Cromeleque_do_Xarez1155.jpg/1024px-

Cromeleque_do_Xarez1155.jpg 261

Informação retirada de http://pt.wikipedia.org/wiki/Barragem_de_Alqueva

262

Imagem retirada de http://www.portalalentejano.com/wp-content/uploads/Barco_Guadiana_alqueva-600x400.jpg

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5.º DIA –PORTEL 9.00 Partida com destino ao Portel 10.00 Visita ao Castelo de Portel considerado um dos monumentos nacionais pelo IGESPAR. “As origens do castelo gótico de Portel estão ligadas à figura de D. João Peres de Aboim, nobre

letrado muito próximo de D. Afonso III, que chegou a desempenhar as funções de mordomo-mor do reino. Homem de confiança do monarca, na época imediatamente após à guerra civil que opôs Afonso III a seu irmão, Sancho II, foi agraciado com uma honra entre os termos de Évora e Beja, coincidente com a Serra de Portel. Esta doação não se fez sem ferir susceptibilidades concelhias, pelo que, em 1257, o monarca dirigiu cartas aos homens bons de Évora para que aceitassem João Peres de Aboim como seu vizinho. Os anos seguintes foram passados em aparente disputa pela delimitação da honra, até que em 1261, depois de demarcada a área de jurisdição do nobre, D. Afonso III permitiu que este edificasse uma fortaleza onde melhor servisse os seus interesses. Um ano depois, a 1 de Dezembro de 1262, acompanhado pela mulher e pelo filho, D. João Peres de Aboim passou carta de foro aos povoadores do castelo de Portel. As obras de construção da fortaleza ter-se-ão iniciado imediatamente, mas arrastaram-se pelo reinado de D. Dinis, já depois de falecido o promotor, resolvida a contenda entre seus filhos pela posse da honra e revertido o castelo para a posse da coroa, por escambo estabelecido entre D. Dinis e D. Maria Eanes, celebrado em 1301.”263

Castelo de Portel

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263

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/71148/

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http://org.netne.net/Tuga/Gr/Castelo%20de%20Portel.jpg

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12.00 Almoço regional na Adega do Refúgio Restaurante. “O Restaurante Adega do Refúgio está integrado num magnífico edifício do século XIX que domina

o Largo Dr. Miguel Bombarda, bem no centro da bela e tranquila vila alentejana de Portel. A antiga casa senhorial que em 1999 foi convertida num Hotel Rural, o Refúgio da Vila, alberga também o restaurante que ocupa a antiga garagem das charretes. Num espaço elegante, requintado e tranquilo, coberto por amplas abóbodas, o Adega do Refúgio está essencialmente direcionado para a comida regional.”265

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14.30 Visita à Igreja de Vera Cruz de Marmelar classificado pelo IGESPAR como Imóvel de Interesse Público. “Antes de a igreja ter sido agraciada com as relíquias da Vera Cruz, recolhidas na Batalha do

Salado, assim fazendo com que Marmelar se instituísse como um dos quatro templos do reino onde a memória dessa gloriosa batalha fosse evocada (Sé de Évora, Sé de Lisboa e Matriz de Santiago do Cacém), um longo passado religioso estava testemunhado no local. São ainda importantes os vestígios de uma construção anterior, catalogada por alguns autores como de época visigótica (ALMEIDA, 1954; HAUSCHILD, 1986, p.168), mas mais recentemente inserida no contexto moçárabe, pouco posterior à conquista islâmica da península (REAL, 1995, p.44; CABALLERO e ARCE, 1995, p.201). Na cabeceira, restam duas capelas quadrangulares cobertas com abóbada em ferradura, que serviram, originalmente, de absidíolos de uma reformulada ábside. Numa delas conserva-se uma janela-nicho de formato semicircular, cuja curvatura é ocupada por concha talhada a bisel (ALMEIDA, 1954, p.7). Pelo local existem outros elementos pétreos decorados com motivos vegetalistas e geométricos, já descontextualizados, assim como pequenos frontões triangulares (em número ainda impreciso), incorporados na parede posterior da cabeceira.”267 265

http://www.wonderfulland.com/adegarefugio/bd_index_pt.htm

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http://cdn.odisseias.com/img/sabores/DCDE8943_1.jpg

267

http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/72307/

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Igreja de Vera Cruz de Marmelar

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16.00 Passeio na Serra do Portel, sendo este um dos habitats do Lince Ibérico.

Lince Ibérico 269 18.30 Regresso a Lisboa.

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Imagem retirada de http://c2.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Bad066441/8356451_rF03q.jpeg

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Imagem retirada de http://www.20minutos.es/data/img/2006/07/10/488808.jpg

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