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PÉDEPANO

OFICINAS

} FICHAS PEDAGÓGICAS Estas são oficinas de dança que procuram explorar o movimento utilizando diferentes estímulos. A PédePano – Projectos Culturais está disponível para criar outras oficinas, cujas temáticas sejam do interesse da entidade contratante. Necessidades Técnicas (para todas as oficinas) Sala ampla com leitor de CD e consequente amplificação.

PROJECTOS CULTURAIS


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Título:

Sinopse:

“OK, ACÇÃO!”

O que é isso de nos movermos? O que é que nos faz mover? Movemonos a partir do quê? Movemo-nos só porque queremos? Ou movemonos mesmo sem querer? A dormir?!! E se eu disser parar, movemo-nos mesmo assim? Mover-me e agir são o mesmo? Que palavras dizem as acções e os movimentos? É a partir destas perguntas que o nossa oficina se vai desenrolar, trabalhando individualmente e em grupo.

Objectivos pedagógicos e artísticos Desenvolver um raciocínio crítico através da associação de ideias. Desenvolver a imaginação, a criatividade individual. Desenvolver o gosto e a capacidade de trabalhar em grupo. Identificar os diferentes motores de movimento. Explorar a resposta criativa a estímulos exteriores. Reconhecer o corpo como veículo de expressão e as características do movimento individual. Promover a capacidade de improvisação e de decisão.

Oficina Público Alvo: A partir dos 8 anos Duração: 120 minutos N.º Máximo de participantes: 25

Concepção: Maria Belo Costa

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Título:

Sinopse:

“DANÇAR PALAVRAS / DANÇAR POEMAS”

Numa primeira fase, discorremos sobre a razão que leva todas as coisas a terem um nome, servindo-nos da ajuda de alguns objectos. Em gru pos, construimos a seguir poemas dadaístas, introduzindo ao acaso os nomes dos objectos e o nosso próprio nome. Trocamos os poemas entre nós e experimentamos transformá-los numa dança de palavras.

Objectivos pedagógicos e artísticos Permitir o contacto com as linguagens e os métodos próprios da criação artística. Desenvolver a imaginação, a criatividade individual. Promover a capacidade de observação e reflexão. Desenvolver o gosto e a capacidade de trabalhar em grupo. Reconhecer o corpo como veículo de expressão e as características do movimento individual.

Oficina Público Alvo: A partir dos 6 anos Duração: 90 minutos N.º Máximo de participantes: 25

Concepção: Maria Belo Costa

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Título:

Sinopse:

“EU E O ESPAÇO”

Nesta oficina vamos misturar algumas palavras: corpo – volume – eu – tu – espaço – grupo – distância – construção – movimento – instalação – direcção – transformação. Em movimento, meio a jogar, vamos tentar perceber que espaço ocupamos, de que modo o fazemos e como podemos transformá-lo constantemente. Vamos usar também ajuda de algumas imagens de pinturas e esculturas.

Objectivos pedagógicos e artísticos Promover a consciência e sentido estético; Explorar os diversos suportes para o movimento: o corpo individual, o corpo do outro, o espaço circundante, etc. Promover a capacidade de observação e reflexão, desenvolvendo o pensamento abstracto. Promover a auto-confiança e a auto estima, fomentando o gosto e a capacidade de trabalhar em grupo.

Oficina Público Alvo: A partir dos 11 anos Duração: 120 minutos N.º Máximo de participantes: 25 Outras necessidades logísticas: 1 cadeira por participante Concepção: Maria Belo Costa

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Título:

Sinopse:

“A MINHA DANCA É...”

Podemos dizer que todas as coisas são qualquer coisa. Todas as coisas possuem características, qualidades. O nosso movimento também. Pode ser, por exemplo, pesado ou leve, lento ou rápido, controlado ou livre. Usando estas qualidades tentamos chegar a outras ao nosso gosto. Podemos construir danças horripilantes, frágeis, esvoaçantes, velhas, pequenas, enferrujadas, mágicas, ferozes... A minha dança é...

Objectivos pedagógicos e artísticos Desenvolver um raciocínio critico através da associação de ideias. Promover a auto-confiança e auto estima. Desenvolver a imaginação e a criatividade individual. Explorar diferentes qualidades de movimento e as consequentes polaridades: leve - pesado, tenso - relaxado, rápido – lento, etc. Reconhecer o corpo como veículo de expressão e as características do movimento individual. Promover a capacidade de improvisação.

Oficina Público Alvo: A partir dos 6 anos Duração 90 minutos N.º Máximo de participantes: 25 Outras necessidades logísticas 1 cadeira por participante Concepção: Maria Belo Costa

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Estas 3 oficinas são dedicadas às fundadoras da dança como a conhecemos hoje: Isadora Duncan, Mary Wigman e Martha Graham. O que se pretende, mais do que recriar danças e métodos de outros tempos, é tentar localizar as nossas raízes e aquilo que herdámos de uma época em que era tudo muito diferente. Objectivos pedagógicos e artísticos: Desenvolver a imaginação, a criatividade individual; promover a capacidade de observação e reflexão. Permitir o contacto com as linguagens e os métodos próprios da criação artística; promover a consciência e sentido estético. Reconhecer o corpo como veículo de expressão; reproduzir e memorizar movimento; promover a capacidade de improvisação. Público-Alvo: A partir dos 6 anos Duração: 60 minutos N.º máximo de participantes: 30 Necessidades Técnicas (para todas as oficinas) Sala ampla com leitor de CD e consequente amplificação.

Concepção e orientação Leonor Barata Co-produção PédePano – Projectos Culturais, Associação e Ócios e Ofícios – Associação Cultural Produção executiva: PédePano – Projectos Culturais, Associação


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Título:

“À MANEIRA DE ISADORA”

A Vida de Isadora Duncan

Sinopse:

Nasce em 1878 em San Francisco, EUA. Filha de uma professora de música e de um poeta desde muito cedo que convive com as várias formas de expressão artística, aprendendo com a sua mãe a “ouvir a música com a alma”. Após o divórcio dos pais, os Duncan tinham problemas de dinheiro o que leva Isadora a começar a dar aulas de Dança Expressiva, aos 14 anos. Em 1895 mudam – se para Chicago e depois para Nova Iorque, onde participa em alguns espectáculos de teatro ( musical) de sucesso limitado. Mas a sua dança não era bem recebida nos EUA e a busca pelo reconhecimento levam – na a partir para Londres em 1898. Aí começa por actuar em serões privados da sociedade londrina, mas á medida que se foi tornando conhecida a sua popularidade aumentou , começando a apresentar – se nos grandes palcos da Europa. Teve dois filhos, frutos das suas relações com Gordon Craig e Paris Singer. A sua trágica morte, afogados, levam-na a deixar de dançar. Acaba por encontrar uma nova energia nos seus projectos pedagógicos, chegando mesmo a adoptar seis das suas alunas, que ficarrão conhecidas como as Isadorables. Morre tragicamente num acidente de viação em 1927.

Mais do que recriar as danças que Isadora Duncan criou para si e para as suas alunas, o que se propõe nesta oficina com a duração de duas horas é o revisitar desta personagem impar na história da dança ao mesmo tempo que se exploram os seus métodos e as suas influências: Como grandes influências da sua obra podemos destacar : a cultura grega e a análise nietschiana, o delsartrismo, o ambiente musical transmitido pela sua mãe, sobretudo as obras dos clássicos , Chopin, Beethoven e Wagner, as imagens da Renascença,

A Importância de Isadora Duncan

metodologia: Assim começariamos a sessão com a apresentação de Isadora e da sua vida. Através de algumas imagens vamos mostrando quem foi e como dançou. Depois de um breve aquecimento procuramos, á maneira de Isadora o início do nosso movimento : Inspirados nas estátuas gregas e nas obras de Botticelli, vamos reconstruir esses gestos e posturas. Por fim aprendemos uma sequência de Isadora, e misturamos tudo para termos nós a nossa Dança Duncan.

Isadora Duncan (1878 – 1927) é considerada como uma das pioneiras da dança moderna, a par com Ruth St Dennis e Loie Fuller . As suas propostas mudaram o carácter tradicional do ballet que considerava demasiado formal, ao criar uma nova forma de dança mais livre e focando a atenção também para questões politicas e sociais, insistindo que as artes devem acima de tudo ser uma reflexão sobre o tempo presente. A par da sua actividade como coreógrafa e intérprete das sua próprias danças, Isadora dedicou – se também com entusiasmo ao ensino da dança. Nas suas aulas explorava sobretudo a procura do movimento natural ( movimentos comuns a todas as raças e culturas – o andar , o correr, o saltar, etc) e o prazer da dança. Obedecia ás licões de Rousseau: Regresso á natureza, respeito pela música e impaciência com a civilização. A sua grande pesquisa foi a de procurar fontes de movimento e fortemente inspirada pela cultura grega é apologista de um regresso á natureza, daí que nas suas aulas se dançava de pés nús ao sabor das ondas e / ou do vento.

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Título:

“À MANEIRA DE MARY”

Chiuuu! A Mary está a dançar! Ou À Maneira de Mary A proposta desta oficina vem na sequência de um trabalho que venho desenvolvendo dedicado sobretudo às fundadoras da dança como a conhecemos hoje. Mais do que recriar danças e métodos de outros tempos, a minha proposta é a de tentar perceber onde estão as nossas raízes e aquilo que herdámos dessa outra época em que era, apesar de tudo, tudo muito diferente. Wigman cresce e forma-se entre duas grandes guerras, a sua dança é inovadora naquilo que anuncia e ultrapassa largamente a época em que vive. Na altura, ainda não era evidente que as meninas deviam estudar, ainda não era claro o papel das vanguardas artísticas e não era de todo uma tarefa fácil dedicar a sua vida à arte. Mas se nos abstrairmos das condicionantes epocais, percebemos que a sua dança é também a nossa. A importância dada ao indivíduo e a assunção de que a arte deve servir como forma de comunicação e não só de entretenimento deixou sementes. Este é sem dúvida um projecto sobre a memória, uma memória que já não é a nossa, e que todavia nos torna sempre herdeiros do que já foi.

Oficina: Esta oficina pretende trabalhar com os intervenientes em duas linhas convergente, por um lado, demonstrar o carácter inovador da linguagem de Wigman, ao mesmo tempo, que se exploram as suas próprias ideias em relação ao movimento das quais destacarei: . A reacção à dança clássica sobretudo na afirmação da importância das emoções de quem dança para a dança que se faz. . A recusa da imprescindibilidade musical para que a dança aconteça e o consequente dançar em silêncio ou apenas acompanhada de instrumentos de percussão. . A construção de uma dança que se apoia e até submete aos ritmos respiratórios tornando-se por isso mesmo, mais orgânica. . A relevância dada ao Espaço como parceiro – “Recriar o espaço em forma visíveis” E paralelamente enquadrar esta obra no contexto geral do início do século e na sua relação directa com a pintura expressionista alemã, em que os corpos aparecem , como em Wigman, distorcidos.

INTRODUÇÃO

Estratégias:

“Joy and spiritual ecstasy transform man´s steps into dance steps.” Mary Wigman

1. Introdução: Breve apresentação de Mary Wigman e do contexto sócio cultural onde se desenvolveu. A Alemanha do inicio do século. A dança que se ensinava: ballet, ginástica e folclore. A reacção de Wigman e as suas propostas. 2. Aquecimento pelo espaço. Embora Wigman não nos tenha deixado um método próprio, nas suas aulas ela desenvolvia uma técnica, herdeira simultaneamente de Dalcroze e de Laban. / Andar pelo espaço marcando diferentes ritmos. / Parar rapidamente e recuperar o movimento. / Andar explorando diferentes contraste –rápido e lento; leve e pesado / Sequência de enrolamentos baseada no ritmo respiratório. Explorar as diferentes linhas do corpo em relação ao espaço que o rodeia – diagonais, torções, nível médio e baixo, etc. 3. Recriar uma sequência de Wigman. Wigman para além de desenvolver o seu trabalho muito próximo de alguns pintores, utilizou também a fotografia como forma de comunicar a sua dança. A sequência que Charlotte Rudolph fotografou era uma das suas preferidas. É esta sequência que pretendo recriar com os intervenientes. 4. A nossa sequência. Com a sequência já interiorizada, faremos a sua continuação, tentando responder com os nossos gestos ao gestos de Wigman, construindo uma sequência mista entre nós e ela e continuando em nós a sua dança.

Mary Wigman (1886 – 1973) é considerada como a percursora da dança expressionista alemã. Apesar de ter começado a dançar relativamente tarde, foi aluna de Laban, Dalcroze e investigou seriamente os estudos de Delsartre, tornando-se mundialmente conhecida. Desde cedo se manifesta contrária ao Ballet, por considerar que os movimentos padronizados não exprimem as verdadeiras emoções dos bailarinos. A sua dança caracteriza-se, essencialmente, pela não ligação à música – defendia que dançar é um acto totalmente independente da música – e foi das primeiras coreógrafas a dançar totalmente em silêncio, numa pesquisa permanente em relação ao espaço físico que a rodeia e na constante bipolaridade entre tensão /relaxe, baseada no ritmo respiratório. Mary Wigman também se dedicou à pedagogia, abrindo a sua própria escola em Dresden, que foi encerrada durante a II Grande Guerra. Posteriormente dedicouse ao ensino a partir de 1950 em Berlim até á sua morte.

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


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Título:

“À MANEIRA DE MARTHA”

Oficina: Conta-se que Martha Graham se apercebeu da importância do movimento humano quando ainda menina tentou mentir ao seu pai e este, apercebendo-se da situação pela linguagem corporal da pequena Martha, lhe respondeu: “Movement never lies”. Esta frase acabou por servir de ideia base a toda a construção coreográfica de Graham, que se apoiará sobretudo na utilização de contrastes e oposições. Martha Graham ambicionava, enquanto artista, desvendar a alma humana através de uma arte que exigia absoluta disciplina e concentração – A Dança. Muitas coisas se passaram no trajecto da sua carreira: mudanças sociais, moda, gerações, e Martha, sempre em criação, acompanhou todas essas mudanças, tendo dirigido a sua companhia até à morte, em 1991.

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LEITURAS E OFICINAS

} LEITURAS DRAMATIZADAS SEGUIDAS DE UMA OFICINA Estas histórias são lidas e interpretadas por uma actriz, que vai fisicalizando todas as personagens e todas as situações. No final, realiza-se uma oficina onde se explora o movimento a partir das temáticas principais do texto. Necessidades Técnicas (para todas as oficinas) Sala ampla com leitor de CD e consequente amplificação.

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LEITURAS e OFICINAS PÉDEPANO

Oficina:

Título:

“A MENINA DO MAR”

a partir do conto de Sofia de Mello Breyner Andersen

Primeiro ouve-se esta história fantástica com ambientes de maresia, onde cada frase é um desafio à atenção do ouvinte. Entre um jogo e uma ideia seguimos as aventuras da menina e dos seus quatro amigos. Depois inventamos uma dança parecida com a que fazia esta menina tão especial, para distrair a Raia, a dona destes mares.

Oficina Público Alvo: A partir do Pré- escolar Duração da leitura: 30 minutos / Oficina de dança: 45 minutos N.º Máximo de participantes: 25 Concepção e interpretação e orientação: Leonor Barata Co-produção: PédePano – Projectos Culturais, Associação e Ócios e Ofícios – Associação Cultural Produção executiva: PédePano – Projectos Culturais, Associação.

PédePano - Projectos Culturais, Associação - Rua Visconde de Aguieira, 2 - Aguieira - 3750 - 802 Valongo do Vouga / T -234 647 078 / TM- 96 933 07 24 | 91 462 19 37


Monitores / Formadores Leonor Barata e Maria Belo Costa Produção Executiva Pedro Fonseca Imagem Helder Milhano Produção PédePano – Projectos Culturais Co-Produção PédePano – Projectos Culturais e Ócios e Ofícios – Associação Cultural (na leitura/oficina “A Menina do Mar” e nas oficinas “À Maneira de…”)

BIOGRAFIAS Leonor Barata fez a sua formação em dança no Fórum Dança. Foi intérprete em vários espectáculos de dança e de teatro dos quais destaca as colaborações com o Tof Theatre – Bruxelas . Desde 2000 dedica–se às artes para a Infância e Juventude, sendo colaboradora regular de várias instituições como formadora (CCB/CENTA/A MOAGEM/TEATRÃO) e tendo criado vários espectáculos para o público jovem dos quais destaca “A Menina do Mar” (2004) e “Pretas e Vermelhas Penduradas nas Orelhas” (2007). Maria Belo Costa destaca da sua formação o Curso de Teatro – Formação de Actores da Escola Superior de Teatro e Cinema e a sua passagem pelo CEM - Centro em Movimento, onde integrou o primeiro grupo de formação Zona Z. Foi intérprete e criadora de vários espectáculos. Desde 2006 é Coordenadora para a Formação no CENTA, em Vila Velha de Ródão, desenvolvendo projectos pedagógicos na área da dança-teatro com crianças dos 1º, 2º e 3º ciclos e colaborando no projecto (R)EXISTIR, coordenado pela coreógrafa Filipa Francisco, no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco. Helder Milhano destaca da sua formação o Curso Técnico Profissional de Artes Gráficas pela Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense. Desde 2003 exerce o cargo de Técnico Profissional nos Serviços Gráficos do Instituto Politécnico de Castelo Branco, sendo, neste momento, o responsável pelos serviços Gráficos da Escola Superior de Artes Aplicadas de Castelo Branco. É formador na área de Composição Gráfica na Escola Tecnológica e Profissional Albicastrense. Tem colaborado com o Grupo de Teatro Váatão de Castelo Branco, onde desde o início é responsável pela sua imagem gráfica, desenvolvendo também actividades nas áreas da cenografia, dos adereços e do desenho de luzes. Pedro Fonseca é licenciado em Língua e Cultura Portuguesas (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior, Covilhã, e tem repartido a sua actividade pela produção, coordenação técnica e design gráfico, destacando destes itens a participação com diferentes entidades e instituições, tais como o CENTA [Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas], a Quarta Parede – Associação de Artes Performativas da Covilhã, a Moagem – Cidade do Engenho e das Artes, a D’Orfeu – Associação Cultural, a AAUBI [Associação Académica da Universidade da Beira Interior], a ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes, entre outras.

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