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1-Direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade

Era uma vez uma menina chamada Sara, que era muçulmana e estava a viver em Guimarães. Um dia, a Sara foi para a escola e apresentou-se aos seus colegas que descobriram que ela era castanha. Naquele momento, ela estava a dizer que era muçulmana. Na hora do intervalo, os seus colegas não queriam brincar com ela. Foi dizer á professora. Quando tocou, a professora falou com eles para serem amigos da Sara e logo se arrependeram de não terem brincado com ela. A partir daí, começaram a brincar com ela. No intervalo do almoço a Sara não foi almoçar. Quando tocou, a professora perguntou-lhe: - Porque é que não foste comer? A Sara respondeu: - Porque é carne de porco. Eu não posso comer e também não sabia quando ia tocar para nós irmos comer. E, a partir daí, todos a respeitaram e já sabia como funcionava a escola.

Fátima e Leandro


2- Direito a proteção especial para o desenvolvimento físico, mental e social

Era uma vez um menino que estava na rua sozinho, sem pai nem mãe. Dizia sempre que queria ter proteção para ter o desenvolvimento que quase todas as crianças tinham. As crianças que passavam por ali tinham sempre belas roupas e família e ele só rinha farrapos. Depois, viu uma criança que lhe perguntou se tinha comida. - Tens família?- perguntou ela. - Não, eles abandonaram-me e disseram que não tinham meios para cuidar de mim e agora ando a pedir pelas ruas, sem ninguém, até agora só tenho água e pão.disse ele. - Só água e pão!!!- exclamou ela. - Sim, eu só queria crescer como as outras crianças. Ao ouvir isto, a mãe da menina disse: - Vou-te adotar. Anda comigo. Daí em diante o menino realizou o seu sonho: crescer saudável física, mental e socialmente. E começou uma nova vida: livre e sonhador.

Joana e Carolina Nunes


3- Direito a um nome e a uma nacionalidade

Era uma vez um casal que ia ter um filho. Passaram nove meses e nem se tinham preocupado com o seu nome. No dia do nascimento, todos ficaram felizes com o novo elemento da família. A criança foi educada e tratada muito bem durante a sua infância. Mas, quando foi para a escola, na reunião do primeiro dia de aulas, a professora perguntou-lhe o seu nome e o pobre menino nem sabia o que significava e não respondeu. Quando chegou a casa, o menino perguntou à mãe e ao pai: - Mãe, o que é o nome? E a mãe respondeu: - O nome é uma espécie de código que se atribui a uma pessoa. - Então qual é o meu nome, mãe? - O teu nome é…é…é….ainda não pensei nisso. Muito triste, caminhava lentamente para a escola onde todos o gozavam e ia pensando porque ele não tinha nome. E assim ficam a saber a importância do nome e da nacionalidade.

Carolina Guise


4- Direito à alimentação, a moradia, a assistência médica adequadas para a criança e para a mãe.

Era uma vez uma menina chamada Mariana. Ela estava num país onde se passava fome e não tinha assistência médica. Por isso, os pais da Mariana puseramna à venda para ganhar dinheiro para comer. Entretanto, apareceram dois senhores, a Sara e o João que quiseram comprar a Mariana. O João e a Sara viviam em Portugal, onde não passavam fome e tinham assistência médica. Em Portugal, a Mariana foi para a escola, onde aprendeu a ler e a escrever. Ela estava tão contente que não parava de saltitar e dizer: - Estou muito contente!!! A partir daí, comemorou os direitos das crianças.

Mafalda


5- Direito à educação e a cuidados especiais para a criança física e mentalmente deficiente.

Era uma vez uma menina chamada Inês, que andava numa cadeira de rodas. A Inês teve o seu primeiro dia de aulas numa escola fantástica. Quando a Inês chegou à escola, os seus colegas riram-se por ela andar numa cadeira de rodas. A Inês ficou triste e foi falar com a professora. A professora falou com os colegas da Inês e explicou-lhes que ela tinha uma deficiência e precisava de usar cadeira de rodas. No dia seguinte, era dia dos Direitos da Criança. A professora pedia à Inês se podia ir ao quadro falar da sua deficiência. A Inês falou aos seus colegas que, desde que tinha nascido, não conseguia andar e precisou de uma cadeira de rodas. Os colegas da Inês começaram a brincar com ela, porque já tinham percebido a razão pela qual a Inês andava em cadeira de rodas. Quando tocou, os colegas da Inês foram-lhe perguntar se ela queria brincar com eles. A Inês ficou tão contente que respondeu que sim. Quando a escola acabou, os amigos acompanharam a Inês até casa. Quando chegou a casa, explicou aos pais que tinha sido um dia maravilhoso. A partir daí, os colegas passaram a ajudar a Inês nas tarefas mais difíceis.

Sofia e Maria João


6- Direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade

Era uma vez um menino chamado Joel. Ele vivia com a sua família numa casa branca com as janelas vermelhas. Os pais deixavam-no, a ele e ao seu irmão, sozinhos. Um dia, o Joel ficou à janela a ver os pais irem para o café. Quando viu os seus pais a passar e dois polícias a pararem, o Joel ficou assustado. Ele sabia que ele e o seu irmão podiam ir para uma instituição e nem sempre era a melhor ideia. Passados alguns dias, o Joel e o seu irmão foram conversar com os seus pais e souberam que daí a uma semana iriam para uma instituição. O Joel fechou-se no quarto. Nem acreditava! E deixou-se ficar no quarto o resto da semana. Quando chegou o dia de irem para a instituição, a mãe disse aos homens da instituição que podiam ir embora porque os seus filhos não queriam ir. Mas, não os convenceu e o Joel, junto com o seu irmão, foram para a instituição. Passado algum tempo, quando eles se estavam a habituar, a instituição devolveu-os aos pais. Os pais tinham aprendido a lição e assim viveram felizes.

Laura e Jéssica


7- Direito à educação gratuita e ao lazer.

Era uma vez um menino chamado João. O João era um menino muito pobre, que não tinha casa, não tinha uma boa alimentação. O João vivia com os pais na rua. Um dia os pais abandonaram-no numa instituição de apoio à criança porque não tinham dinheiro suficiente para o alimentar. O João chorou quando os pais foram embora mas a senhora que estava lá para o receber disse-lhe: - Não te preocupes. Aqui, vais ter uma família. Mas uma família diferente. - A sério? -Sim. Vais ter a educação e o lazer que precisas. - Mas o que é isso? - Quer dizer que vais andar na escola e vais ter brinquedos, livros e mais coisas para te divertires. - Então eu vou ter amigos? -Sim. O João sentiu-se muito feliz, embora ainda quisesse estar com a família. Sentiu-se ainda mais feliz quando começou a fazer amigos. Entretanto os pais do João arranjaram emprego e ganharam dinheiro suficiente para comprar uma casa e comida. Foram buscar o João que ficou muito feliz.

Beatriz


8- Direito a ser socorrida em primeiro lugar, em caso de catástrofes.

Em Lisboa, na sua grande casa, o João e os seus pais preparavam-se para irem a uma festa e lá foram. A festa foi muito grande e fizeram vários jogos como jogarem à bola, à macaca, ao crocodilo, à pinhata. Só que, ao acender as velas, o fósforo caiu e a casa começou a arder. A mãe do aniversariante ligou aos bombeiros. Quando eles chegaram. Socorreram em primeiro lugar os pais e, de seguida, as crianças que quase morreram sufocadas. No dia 20 de Novembro, o João foi de carro até Braga e na viagem distraíramse e bateram num carro. Passada meia hora, os bombeiros chegaram e pegaram no João primeiro e nos pais depois. As crianças devem ser as primeiras a serem socorridas.

Pedro e Gabriela


9- Direito a ser protegida contra o abandono e a exploração no trabalho

Era uma vez uma menina chamada Joana que, um dia, foi abandonada pelos pais, porque os pais não conseguiam lidar com a filha e puseram-na na rua. No dia seguinte, o senhor Joaquim chegou à beira da Joana e perguntou. - O que estás aqui a fazer? - Fui abandonada pelos meus pais.- disse ela cheia de frio. Então o senhor Joaquim perguntou: - Tens fome? Tens sede? Há quanto tempo estás aqui? - Tenho fome, sede e estou aqui desde ontem. E o senhor Joaquim levou a Joana a sua casa e deu-lhe bolachas e um copo de leite. Como ela comeu e bebeu tudo, sentiu-se melhor. Uma semana depois, a Joana foi à escola. Lá ela viu os seus pais que foram levar o seu filho adotado. Ela então pensou que os pais a tinham abandonado para adotarem um rapaz. No fim das aulas, a Joana chamou pai ao senhor Joaquim. E assim foi para sempre, porque aquele homem era mesmo o melhor pai que poderia ter.

Mário e Bruno


10- Direito a crescer dentro de um espírito de solidariedade, compreensão, amizade e justiça entre os povos.

Era uma vez uma menina chamada Madalena. A sua família era muito pobre. A Madalena não recebia os melhores cuidados da família. A mãe e o pai não paravam de gritar com ela e, um dia, a segurança social pôla num orfanato. Um dia, uma família rica adotou-a. Naquela família tudo era diferente, os pais amavam-na e adoravam-na. Ela era livre e os pais compreendiam-na e respeitavam-na muito. Brincavam juntos durante horas e faziam cócegas uns aos outros. A Madalena era muito mais feliz com aquela família, tinha tudo o que precisava e vivia num país em que reinava a paz e as pessoas eram solidárias. Todos a tratavam bem. Eles, um dia fizeram uma viagem a África. Lá, toda a gente era de cor e raça diferente. Mesmo assim, todos se deram bem porque respeitavam o princípio da igualdade entre os povos.

Maria e Ruben


Direitos das Crianças