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SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM COMERCIAL FACULDADE SENAC PORTO ALEGRE CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN DE MODA

JANAINA GARIN ANTUNES

DESENHO DE COLEÇÃO

PORTO ALEGRE /2013


1974, Bala Cynwyd , Pensilvânia , EUA; Richmond , VA, EUA Todas as células da esponja são células germinativas – todas p encialmente imo ais. Elas têm vários tipos de células diferentes, mas são utilizadas no desenvolvimento de uma forma diferente da maior pa e dos animais multicelulares. Embriões eumetazoários formam camadas de células que se dobram e invaginam como “origamis” complexos para construir o corpo. As esponjas não têm esse tipo de embriologia. Em vez disso, se autoconstroem – cada uma de suas células t i-p entes [uma célula capaz de se tornar qualquer tipo dentro do repe ório celular da esponja] tem uma afinidade para ligar-se a outras células, como se fossem pr ozoários autônomos com tendências sociáveis. (Richard Dawkins, “The Sponge’s Tale” [O conto da espoja], em The Ancestor ’s Tale [A grande história da evolução]. Nova York: Houghton Mi

in , 2004, pp. 486-87)

Continuando sua longa pesquisa sobre esponjas e a produção de pr ótipos por meio da organização de workshops de feltragem e tingimento, Hope Ginsburg concentra-se em duas espécies de esponjas de água doce nativas do Rio Grande do Sul : a Oncosclera jewelii e a Drulia brownii . Em Água doce , Ginsburg irá apresentar dois reservatórios, cada um contendo representações de um tipo específico de esponja . Cor, textura e a arquitetura da exposição são elementos cruciais para Ginsburg. Na instalação, ela não só imita e ressalta a aparência natural da esponja , mas também desenvolve um design para os reservatórios, de modo que eles sejam observados de cima, aludindo às tradicionais telas transparentes japonesas. As esponjas representadas na Usina do Gasômetro são produzidas por meio de um processo manual de feltragem e tingimento, no qual materiais locais são utilizados. Como em outros projetos desenvolvidos sob o título de Sponge HQ [QG da esponja], Ginsburg compa ilha esses processos em um workshop com a istas locais e alunos da Virginia Commonwealth University, em Richmond , Estados Unidos, onde leciona . A apresentação na Usina, assim, é produto de uma multiplicidade de (co)operações – entre a especialista em esponjas Cecília Volkmer-Ribeiro e a a ista, assim como entre o Sponge HQ e a istas locais. Para a a ista, as “tendências sociáveis” da esponja funcionam como uma analogia ao tipo de colaborações sociais que seus projetos pretendem catalisar.


i G e p Ho

g r u b ns


pesquisa

tingimento

secagem

teste de cores

feltragem

feltragem

feltragem

composição

composição

resultado final

composição

resultado final


pesquisa

tingimento

secagem

teste de cores

feltragem

feltragem

feltragem

composição

composição

resultado final

composição

resultado final


mapa mental


Painel de inspiração


a z e v le

a z e r natu s a c i ĂŞtr

m o e g s a m r fo

vazados

transparĂŞncia


L E N I A P E D A I C N E R E F E R


5 1 S S o n a i l l a G n h o J

5 1 S S n e r u a L h p l a R

5 1 S S i d Fen

John

5 1 S S e n a K r e h p o t s i r Ch

Gall

iano

SS15

Adri

ana

Degr

eas S S15


s a e r g

e D a n a i r d A

5 1 SS

y r r e b r

5 1 S S i d n Fe

Bu

5 1 SS

5 1 S S y r r e b r Bu


C A R T E L A D E C O R E S

Branca

Pantone 11-1306 TCX

Preta

Pantone 13-1014 TCX

Pantone 18-2143 TCX

Pantone 16-2124 TCX

Pantone 19-3230 TCX

Pantone 18-3331 TCX

Pantone 14-0452 TCX

Pantone 13-0550 TCX


CROQUIS


ReferĂŞncias http://ffw.com.br/

http://hopeginsburg.com/ http://www.ickr.com/phot os/7767413@N07/ http://9bienalmercosul.art.br/

Hope  
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