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josĂŠcide

BIO BY p.b.


O22 Jose Cid, nome artíistico de Jose Albano Cid Ferreira Tavares (Chamusca, 4 de Fevereiro de 1942), é um cantor, compositor, musico instrumentista e produtor musical portugueês.


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no Cartório do município de Anadia, Distrito de Aveiro, no dia 7 de Novembro de 2013. Gabriela Carrascalão, é jornalista, política e pintora timorense de 63 anos. Gabriela foi conselheira do ministro dos negócios estrangeiros Timorense, e posteriormente do actual Presidente da República de Timor-Leste, Taur Matan Ruak, encontra-se desde cedo, enraizada no centro da vida política de Timor-Leste, sendo que no seu núcleo familiar se encontram algumas das figuras de maior relevo da vida histórico-política timorense do passado século. Entre elas João Viegas Carrascalão, Mário Viegas Carrascalão. É cunhada do ex-presidente do seu país, prémio Nobel da Paz, José Ramos-Horta, que sofreu um atentado contra a sua vida em 2008.Curiosamente Gabriela Carrascalão é bisneta da última

osée

José Cid casou-se na Igreja de Santo António, no Estoril, Cascais, a 31 de Agosto de 1963 com Emília Infante da Câmara Pedroso, nascida em Lisboa, São Sebastião da Pedreira, a 17 de Novembro de 1943, com quem teve uma filha, Ana Sofia Infante Pedroso Cid, nascida em Lisboa, Santa Maria de Belém, a 23 de Setembro de 1964, e de quem se divorciou. Ana Sofia viria a colaborar com o pai em algumas letras e nos coros de algumas músicas. Casou ainda com Maria Armanda Monteiro Ricardo, de quem se divorciou doze anos depois, e mais tarde casou ainda com a Nani, de quem também se divorciou. É avô materno de Francisco C.P de Ferreira Tavares. José Cid é casado com Gabriela Carrascalão, casamento esse que teve lugar 1 de Setembro de 2013 nas Caraíbas, sendo depois formalizado em Portugal

rainha do Reino de Venilale -Timor. Assumido como monárquico liberal, continua a defender aberta e vigorosamente a causa monárquica portuguesa. Vive com a mulher, Gabriela Carrascalão em Mogofores, alternando temporadas entre o norte e a sua Chamusca natal. Ocupa os seus tempos livres, em grande parte, com hipismo, desporto ao qual se dedica desde muito jovem e onde foi várias vezes premiado, até mesmo recentemente, na categoria de veteranos. É bisneto de Francisco Luís Ferreira Tavares, barão do Cruzeiro, por carta régia do rei D. Luís I, e sobrinho-bisneto de José Luís Ferreira Rodrigues, visconde dos Lagos, pelo mesmo rei. Ambos os títulos foram concedidos por apenas uma vida, pelo que não poderiam ser herdados pelos seus sucessores.


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Porque, efetivamente, é um prejuízo para a cultura popular portuguesa. Essas pessoas do Portugal profundo ja deviam ter evoluído. Vêm de excursões, pessoas que nunca viram o mar, para o Pavilhao Atlantico, pessoas assim, medonhas, feias, desdentadas. E isso, efetivamente, nao ée Portugal”.

Biografia Terceiro e último filho de Francisco Albano Coutinho Ferreira Tavares (neto paterno do 1.º Barão do Cruzeiro e sobrinho-neto paterno do 1.º Visconde dos Lagos), agricultor; e de sua mulher Fernanda Salter Cid Freire Gameiro, mudou-se com os pais e com as irmãs mais velhas para Mogofores, perto de Anadia, aos 11 anos. Aos oito anos vai para o colégio jesuíta Nun’Álvares, em Santo Tirso; na adolescência, por volta dos 14, quando frequenta os Salesianos de Mogofores, inicia a sua carreira musical com Os Babies, agrupamento musical criado em 1955, que se dedicava à interpretação de versões, e que durou até 1958. Com 17 anos, já em Coimbra, José Cid compôs a sua primeira canção, Andorinha, um tema com influências jazzísticas.

Em 1960, já em Coimbra, terminado o secundário no Colégio Portugal, inicia os seus estudos na Faculdade de Direito. Nos anos subsequentes integra o Conjunto Orfeão, com José Niza, Daniel Proença de Carvalho e Rui Ressurreição e o Trio Los Dos, com Proença de Carvalho. Ainda nos anos 60 passa pela banda de rock n’roll e surf rock Os Claves, que também se dedicavam à interpretação de versões. Em 1965 abandona Coimbra, sem terminar o primeiro ano de Direito e ingressa no Instituto Nacional de Educação Física, onde tem como colega um irmão de Michel, membro do Conjunto Mistério. Após uma audição é convidado a entrar para o grupo, que daria origem ao Quarteto 1111. A um ano de terminar o curso de Educação Física, é chamado para o serviço militar. Desde finais de 1968 até 1972 permaneceu como oficial miliciano da Força Aérea Portuguesa, no Centro de Formação Militar e Técnica, situado na Ota. Dava aulas de ginástica de manhã, saia à tarde para ensaiar na garagem e actuava com os 1111 aos finsde-semana. É em finais dos anos 60 que Cid se destaca no panorama musical, ao integrar, como teclista e vocalista, o Quarteto 1111, um dos mais inovadores projectos musicais portugueses de que há memória.


05 Acho que a minha época mais recente como compositor é tao boa como a primeira e, por isso mesmo, muito menos mediatica. Mas também nao estou muito interessado no mediatismo. O períiodo de sucesso foi suficiente.

biografia

O álbum homónimo dos 1111 seria editado em 1970, mas não chegaria a ser comercializado, por proibição da censura. Em maio de 1971, ainda alferes na Ota, Cid edita o seu primeiro álbum a solo, ao qual dá o seu nome, José Cid. O disco inclui temas como “Dom Fulano”, “Lisboa Ano 3000” e “Não Convém”. Lança subsequentemente o EP “Lisboa Perto e Longe” (com os temas “Lisboa Perto e Longe”, “Dida”, “Dona Feia, Velha e Louca” e “Zé Ninguém”).

A poetisa Natália Correia é um dos nomes que colabora com José Cid nesta fase. Em Agosto desse ano toca num célebre concerto em Vilar de Mouros com o Quarteto 1111. Em novembros participa, com “Ficou Para Tia”, no World Popular Song Festival de Tóquio. É editado um novo EP com os temas “História Verdadeira De Natal”, “Todas As Aves do Mundo”, “Ficou Para Tia” e “Levaram Tudo O Que Eu Tinha”. Em maio de 1972 lança uma EP com os temas “Camarada”, “Retrospectiva”, “Viagem” e “Corpo Abolido”. Tonicha participa na edição de estreia do Festival da OTI, realizado em Madrid, com a canção “Glória, Glória, Aleluia”, da sua própria autoria. Em Novembro de 1972 regressa ao Festival de Tóquio, desta vez como autor de “Desde Que Me Ames Um


Em 1973 é lançado um dos maiores êxitos de sempre da carreira de

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Em 1973 eé lançcado um dos maiores eêxitos de sempre do (Vinte Anos) que virias a vender.

Pouco” interpretado por Vittorio Santos. José Cid numa entrevista à revista Eva em 1977. Participa na formação dos Green Windows em 1972, para se apresentar no Festival dos Dois Mundos desse mesmo ano. Eram o Quarteto 1111 numa vertente mais comercial e com algumas participações femininas, asseguradas pelas namoradas e mulheres dos elementos da banda. Em 1973 é lançado um dos maiores êxitos de sempre da carreira de José Cid, Vinte Anos, que viria a vender mais de 100 mil cópias. É editado “Onde Quando Como Porquê, Cantamos Pessoas Vivas - Obra Ensaio de José Cid” o último trabalho do Quarteto 1111 antes de acabarem. Os singles “Portugal É!...” e “A Festa do Zé” são editados em 1975. É editado nesse ano o último single dos Green Windows com José Cid, intitulado “Quadras Populares”. Em 1975 Ontem, hoje e amanhã seria premiada no Festival Yamaha de Tóquio.

Em 1977 fundou o grupo Cid, Scarpa, Carrapa & Nabo, com Guilherme Inês, José Moz Carrapa e Zé Nabo, com o qual gravou o tema Mosca superstar e a EP Vida (Sons do Quotidiano), em 1977. Em 1978, lançou o álbum 10.000 anos depois entre Vénus e Marte, um marco na história do rock progressivo, que viria a obter mais tarde reconhecimento a nível internacional, sendo incluído numa lista de 100 melhores álbuns de rock progressivo do mundo, organizada pela revista americana Billboard. Em 1979 grava o disco “José Cid canta Coisas Suas”, um disco orientado para o grande público, que inclui temas que se mantêm populares, como “Na Cabana Junto à Praia”, “A Pouco a Pouco”,


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Sempre sonhei ser o que sou. Tenho a profissISSÃAO que sempre ambicionei. Sinto-me realizado atEé porque considero que jA fui mais longe do que alguma vez sonhei.

E Gold que conheceu no Midem e que trabalhara com Frank Sinatra. Fora do país, José Cid obtém ainda na década de 1980 algum sucesso nos mercados Australiano e Sul-Africano. Na Austrália chega a tocar com os conhecidos Men At Work. O single Como o Macaco Gosta de Banana é lançado em 1982. Em 1983 lança Portuguesa Bonita. Em 1984 grava para a RTP Música Portuguesa, voltando a reunir o Quarteto 1111 e faz-se acompanhar pelos músicos da Banda Tribo. Em 1985 participa no disco solidário “Abraço a Moçambique”. Nesse mesmo ano é editado um disco com os temas “Noites de Luar” e “Sonhador”. É editado ainda o single “Saudades de Ti”. Em 1986 lança o LP “XiCoração”, que incluí temas como “Velho Moinho”, “Chovia em Paris” e “Uma Balalaica”. Surpreende tudo e todos em 1987 ao lançar um disco composto apenas de fados conhecidos, designado por “Fado de Sempre”. O Quarteto 1111 reúne-se nesse ano e é editado o single “Memo/Os Rios Nasceram Nossos”. No Natal de 1989 volta a gravar para a RTP, um programa chamado Natal com José Cid, onde interpreta algumas das suas músicas, já gravadas na Polygram, após o Orfeu deixar de operar.

Teve alguns convidados, entre os quais Tozé Brito e o fadista, na altura amador, Manuel João Ferreira. José Cid na década de 1990. Em 1991 lança o duploálbum De Par em Par”, que inclui a regravação de alguns temas da sua carreira como “Na Cabana Junto à Praia” e “A Rosa Que Te Dei” e outros como “Em Casablanca”, “Sempre Que o Amor Me Quiser”, “Fã do Rui” e “D. Sebastião Morreu”. Em 1992 lança o disco “Camões, as descobertas...e nós” de José Cid e Amigos. Contou com a participação de nomes como Pedro Caldeira Cabral, António Pinto Basto, Rita Guerra, Jorge Palma, Carlos do Carmo e Paulo Bragança. Em 1994, lança o álbum “Vendedor de Sonhos” com produção de Rui Vaz. O disco inclui temas como “Mudança”, “Bola de Cristal” e “Não Tenho Lágrimas”. Com esse mesmo disco, fez estalar uma polémica, ao posar nu para uma revista social, apenas com esse disco de ouro a tapar as suas partes íntimas.


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A intenção foi protestar contra a forma como as rádios desprezavam (e continuam a desprezar) os intérpretes portugueses, incluindo ele próprio, em proveito de intérpretes estrangeiros. Em 1996 é editado o álbum “Pelos Direitos do Homem”, dedicado à causa da independência de Timor-Leste, tendo recebido fax e carta de Ramos Horta, Prémio Nobel da Paz, a agradecer a solidariedade. Participam vários nomes da editora: Miguel Ângelo, Sara Tavares, Inês Santos e Olavo Bilac. Neste disco aparecem versões de “Sete Mares” e “Noite Passada”. Lança ainda o álbum “Nunca Mais É Sexta-Feira”. Em 1997 é editado o disco “Cais Sodré”, álbum jazzístico gravado ao primeiro “take”. Foi reeditado em 2008 e integrado num trabalho do cartoonista Pedro Zamith.

José Cid numa prova equestre. Os cavalos são outra das suas paixões. Vence o Festival da Canção de 1998 com os Alma Lusa e o tema “Se Te Pudesse Abraçar”. Lança o disco “Oda A Frederico Garcia Lorca” que junta as guitarras de Coimbra à poesia de Lorca num ano de celebração do centenário do poeta espanhol. Lança ainda o tema “Entre Margens” em que se destaca o tema “S. Salvador do Mundo”. Em 2000 publicou o livro Tantos anos de poesia.

O disco “De Surpresa” é editado no final de 2001. O angolano Waldemar Bastos participa numa nova versão de “Lisboa Perto e Longe”. Três dos temas deste álbum são cantados em inglês e foram gravados em Boston, em 1999, com produção de Robert Nargassams. Os cantores Vitorino, Paulo de Carvalho, Carlos Moisés, Nuno Barroso e José Gonçalo são outros dos nomes que colaboraram neste disco.

Em 2003 é editado o duplo CD “Antologia - Nasci P’rá Música” que reúne alguns dos maiores êxitos de José Cid gravados, entre 1977 e 1985. Quarteto 1111 na homenagem a Tozé Brito, Cascais, Agosto de 2011. Em 2004 é convidado para participar em vários


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Felizmente nao parti nada fiffiiqueisó com umas noadoas negras nas costas. começca por contar o múusico de 68 anos, que estao a fazer diariamente fi fi ffiisioterapia e acupunctura para o ajudar na recuperaço. “Agora estou melhor, mas tive muitas dores nas costas.


12 anúncios de uma conhecida marca de chás gelados. “Olá malta! Tudo bem? Tá-se?” Este anúncio e o sucesso que teve ligou-o às gerações mais novas que o redescobrem. Em 2006 atua no renovado Máxime em duas noites completamente esgotadas. Em Julho lança o disco “Antologia - Baladas Da Minha Vida” que inclui dois inéditos O melhor tempo da minha vida e Café Contigo e a regravação de baladas em formato acústico. Participa no disco do Mercado Negro. O ano de 2007, é de consagração, e presença assídua em diversos programas televisivos, concertos em eventos académicos entre outros. Lançou o álbum duplo “Pop, Rock e Vice-versa”, revisitando a vertente mais pesada da sua carreira, com inclusão de novas versões dos temas “A pouco e pouco”, “Como o Macaco gosta de Banana” e “Topo de Gama” - versão dos Clã e outros. Actuou no Campo Pequeno para 4800 espectadores, convidando André Sardet, Luís Represas e

os elementos do Quarteto 1111, lançando um CD (Dupla Platina) e DVD desse concerto. José Cid, a sua filha Ana Sofia e seu neto Francisco, em Novembro de 2011. Em 2009 recebeu o prémio de consagração de carreira pela Sociedade Portuguesa de Autores (SPA), prémio anteriormente atribuído na área da literatura, do teatro e do cinema, sendo o primeiro músico a ser distinguido. Lança o álbum “Coisas do Amor e do Mar”, com a participação de André Sardet, Luís Represas e Susana Félix. Destaca-se a balada “Mais 1 dia”, que foi escolhida para ser o tema genérico da nova telenovela Meu Amor da TVI, que foi distinguida com um Emmy Award. Em 2011 lançou o disco “Quem Tem Medo de Baladas”, em que apresenta 14 temas originais e 14 versões. Destacam-se as baladas “Tocas Piano Como Quem Faz Amor”, que é referida pelo mesmo como autobiográfica e o tema “Um Louco Amor”. Participações no Festival RTP da Canção. José Cid, festival RTP 1968. A primeira participação ocorreu em 1968, com “Balada Para Dona Inês”. Foi acompanhado pela orquestra e pelos restantes elementos do Quarteto 1111. Concorreu ao Festival RTP da Canção de 1974, a solo com A


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Em 1998 venceu o Festival RTP da Canção, como compositor e autor da canção “Se eu te pudesse abraçar”, defendida pela banda Alma Lusa, na voz de Inês Santos e com o próprio José Cid no acordeão e nos coros. Em 2007, foi o produtor do tema “Na Ilha dos Sonhos” de Zé P. Em 2010 foi novamente convidado para tocar um medley das baladas que levou aos festivais RTP. Com o Quarteto 1111: A Lenda de El-Rei D. Sebastião 1967, Balada para D. Inês 1967,Meu Irmão / Ababilah1968, Dona Vitória1968. Nas Terras do Fim do Mundo / Bissaide 1969, Génese / Os Monstros Sagrados 1969, Todo o Mundo e Ninguém / É Tempo de Pensar em Termos de Futuro 1970, Back to the Country / Everybody Needs Love, Peace and Food 1970, Domingo em Bidonville 1970, Quarteto 1111 (álbum) 1970,

(Ode to the Beatles / 1111) 1971, Sabor a Povo / Uma Nova Maneira de Encarar o Mundo 1972, Bruma Azul do Desejado 1973, Quando, Como, Porquê, Cantamos Pessoas Vivas 1974, Antologia da Música Popular Portuguesa 1981, Memo / Os Rios Nasceram Nossos 1987, (A Lenda Do Quarteto 1111) 1993, A Lenda De El-Rei D. Sebastião Colecção Caravela 1996, Singles e EPs 2003. Com os Green Windows: Twenty Years/The Story Of A Man 1973, Imagens/ Doce e Fácil Reino do Blá, Blá, Blá 1974. No dia em que o rei fez anos 1974, Quadras Populares/ Ana Karen 1975, Os Grandes Êxitos dos Green Windows 1977. A solo: José Cid 1971, Dom Fulano 1971, Lisboa Perto e Longe 1972, História Verdadeira de Natal 1972, Camarada 1972, Olá Vampiro Bom 1973, No Dia Em Que O Rei Fez Anos 1974, A


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Musica Rosa Que Te Dei 1974, Portugal, É!... 1975, A Festa Do Zé 1975, Ontem, Hoje e Amanhã 1976, Vida (Sons do Quotidiano) 1977, Tia Anita 1977, A Anita Não É Bonita 1977, Romântico Mas Não Trôpego 1977, 10.000 anos depois entre Vénus e Marte 1978, O Meu Piano/ Aqui Fica Uma Canção/O Largo do Coreto/Porquê, Meu Amor, Porquê? 1978, Minha Música 1978, Porquê 1978, Largo Do Coreto 1978, Aqui Fica Uma Canção 1978, O Meu Piano 1978, José Cid Canta Coisas Suas 1979, Verdes Trigais Em Flor 1979, My Music 1980, Um Grande, Grande Amor 1980, O Fado Nossa Senhora De Nossa Senhora (Fado Cigano) 1980, Bem-Me-Quer, Mal-Me-Quer, Muito, Pouco e Nada 1980, Os Grandes Êxitos De... 1980, Um Rock Dos Bons Velhos Tempos 1981, Antologia Portuguesa (6) 1981, Morrer De Amor Por Ti 1981, Grandes Êxitos Nº 2 1981, Como O Macaco Gosta De Banana 1982, Magia 1982, Amar Como Jesus Amou 1983, Portuguesa Bonita 1983, Moura Encantada 1984, Noites de Luar 1985, Saudades De Ti 1985, Xi-Coração 1986, Uma Balalaika


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Estou ca, canto e bem ao vivo. Façcam de mim o que quiserem. Estou com uma grande voz. Divirto-me a brava quando a oiçco, porque é uma cançcao que nao se pode levar a séerio. Tem um sentido de humor de abandalhar o sistema.

1986, Fado de Sempre 1987, Uh! Au! Lobo Mau 1987, Cai Neve Em Nova York 1988, O Melhor de 1990, De Par Em Par 1991, Camões, As Descobertas... E Nós 1992, Vendedor de Sonhos 1994, O Melhor Dos Melhores 1994, Pelos Direitos do Homem 1996, Nunca Mais É Sexta-feira!... 1996, A Rosa Que Te Dei1996, Ode a Frederico Garcia Lorca 1998, Cais Sodré 1999, Entre Margens 1999, Clássicos Da Renascença 2000, José Cid / Adelaide Ferreira (Colecção: O Melhor De 2) 2001, De Surpresa 2002, Nasci p’ra música 2003, Best 2003, A Arte e a Música 2004, Baladas da minha vida 2006, Antologia II 2006, Pop Rock & Vice-versa 2007, Coisas do Amor e do Mar 2009, Quem Tem Medo de Baladas 2011, Menino-prodígio 2015. Quarteto 1111 em Cascais Informação geral Origem Estoril País Portugal

Género (s) Rock, rock psicadélico, pop psicadélico, pop rock, rock progressivo, música de intervenção, experimental Período actividade 1967-1975-19761977,1984,1987,2003, 2007,2008. Gravadora (s) Columbia/ Valentim de Carvalho, EMI/ Valentim de Carvalho Deca/Valentim de Carvalho, Polygram Integrantes José Cid (19671975 e 1984-actualmente) Tozé Brito (1970-1975 e 1984-actualmente) Mike Sergeant (1974-1975 e 1984-actualmente) Michel Silveira (Miguel Artur da Silveira) (1967-1975 e 1984actualmente Ex-integrantes António Moniz Pereira (1967-1974) Jorge Moniz Pereira (1967) Mário Rui Terra (1968-1970) Guilherme Inês (1974-1975) Vítor Mamede (1976-1977) Rui Reis (1976-1977)


O trabalho efectuado no curso de Operador Pré - Impressão pelo formando Paulo Bengalinha na Associação Existir.

paginação josé cid (paulo)  

Trabalho efectuado no curso de Operador de Pré -Impressão pelo formando Paulo Bengalinha na Associação Existir.

paginação josé cid (paulo)  

Trabalho efectuado no curso de Operador de Pré -Impressão pelo formando Paulo Bengalinha na Associação Existir.

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