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Agrupamento de Escolas da Baixa-Chiado Equipa do Centro de Documentação e Informação

Plano de Ação 2010/13 (alterado em Conselho Pedagógico no dia 25 de outubro de 2011)

Introdução 1. Plano de Ação (tabela) 2. Plano de Ação e funções do professor bibliotecário com o apoio da equipa (guião de análise) 3. Plano de Ação e níveis de execução antecipáveis (guião de análise) Conclusão


Introdução Este plano de ação é um documento orientador onde se concetualizam e descrevem as metas a atingir num período de três anos letivos, com o objetivo de dar resposta às necessidades, tendo em conta a missão e objetivos da Biblioteca Escolar e Centro de Recursos Educativos. Para a elaboração deste plano foi necessário constituir-se uma equipa de trabalho denominada por Equipa da Biblioteca Escolar (conforme Portaria nº 756/2009, de 14 de julho). Um dos pontos fortes do espaço é a sua luminosidade pela existência de grandes janelas (em altura e largura). Contudo a organização do mobiliário necessita de uma nova adequação devido ao grande número de documentos (livro) e de material informático. E também à necessidade de utilização de uma das salas por um grande número de professores com os discentes como sala de estudo. Após a avaliação diagnóstico da BE/CRE, são estabelecidas áreas de intervenção prioritárias e metas a atingir que serão operacionalizadas através de um Plano Anual de Atividades. Tanto o planeamento estratégico (Plano de Ação) como o planeamento operacional (Plano Anual de Actividades) baseiam-se no Projecto Educativo do Agrupamento, tentando adequar e articular pressupostos, objetivos e atividades. A BE/CRE é um espaço renovado com condições melhoradas para o trabalho e lazer, necessitando de dar resposta às solicitações dos que a procuram. No entanto, alguns serviços, nomeadamente a utilização dos equipamentos informáticos e o acesso ao catálogo, que ainda não está totalmente informatizado nem disponível, deverão ser alvo de intervenção prioritária, de modo, a responder às necessidades de informação. As atividades comemorativas dos centenários da República e do edifício da escola são prioritárias. Contudo, as atividades de promoção à leitura devem ser valorizadas pela enorme importância na construção da identidade de cada um (ao nível dos valores e atitudes, linguagem, pensamento crítico e abstrato, entre outros). A articulação curricular num Agrupamento com todos os níveis de escolaridade não é fácil, exigindo do corpo docente de uma larga capacidade de compreensão, esforço, cooperação e senso comum para que se desenvolvam objetivos curriculares verticais e transversais e com todas as estruturas educativas. Por fim, a equipa do CDI deve construir instrumentos de avaliação e de apoio para que este espaço desenvolva atividades promotoras das várias literacias (verbal e não verbal, estilo literário e científico, entre outros).


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- Planear antecipadamente com os professores o PM trabalho de pesquisa a realizar na BE; - Aumentar o nível de incorporação das TIC nos serviços informativos e educativos oferecidos pela BE. - Inscrever no Guia de Utilizador da BE um conjunto de orientações para o uso responsável dos recursos de informação. - Assegurar o envolvimento da BE no cumprimento dos objetivos do PTE – apropriação e uso das TIC e inclusão nas práticas formativas e de ensino/aprendizagem. - Produzir guiões e outros materiais de apoio à pesquisa e utilização da informação pelos alunos; - Envolver os alunos na vida da BE, criando um grupo de monitores ou “amigos” da biblioteca; - Programar visitas às BM e às livrarias para PM conhecimento de novidades editoriais; - Utilizar a WEB e outras fontes de informação na prospeção e identificação de materiais do interesse das crianças e dos jovens; - Promover o diálogo informal com as crianças e os PM jovens utilizadores da BE, incentivando-os à leitura;

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Objetivos

Ações

- Desenvolver a articulação curricular da biblioteca com as estruturas pedagógicas e os docentes

- Apoiar as atividades apresentadas pelos professores dos diferentes Departamentos; - Esclarecimento informalmente sobre a biblioteca junto dos docentes, não docentes e discentes; - Participar em atividades colaborativas com os grupos disciplinares.

- Promover o desenvolvimento da Literacia de informação

- Promover a leitura B. Leitura e Literacias

2012/13

A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular

2011/12

Áreas de intervenção

2010/11

1. Plano de Ação

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2011/12

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Objetivos

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Áreas de intervenção

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- Sensibilizar a escola para a importância da leitura PM como suporte às aprendizagens e à progressão nas aprendizagens. - Convidar escritores e outras personalidades. PM - Distribuir o horário da equipa do CDI de modo a assegurar o mais possível a presença permanente de um professor na BE; - Melhorar a oferta de espaços, tempos e oportunidades para o desenvolvimento de atividades de leitura, investigação e estudo com alunos ou grupos;

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- Aumentar a participação da biblioteca na dinamização PM de atividades culturais na escola; - Rentabilizar as iniciativas programadas, partilhandoPM as com outras escolas e bibliotecas;

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- Organizar uma escala entre o pessoal docente, assistente e outros recursos humanos eventualmente disponíveis, para flexibilizar o horário de funcionamento da BE de modo a abrir, pelo menos, durante todo o horário letivo; - Melhorar a zona da leitura informal; - Incentivar o empréstimo domiciliário. - Promover a maior participação da BE em Projetos e Parcerias ao nível da Escola/Agrupamento. - Melhorar a comunicação sobre projetos em curso ou em que a BE possa vir a participar.

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Ações - Promover atividades de leitura em voz alta, de leitura partilhada ou animações que cativem as crianças e os jovens e induzam comportamentos de leitura.

- Articular trabalho com os departamentos e docentes, no âmbito da leitura - Apoiar o desenvolvimento de métodos de estudo e de trabalho

- Dinamizar atividades livres de carácter lúdico e cultural C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade

- Apoiar a utilização autónoma e voluntária da BE

- Envolver a BE em projetos do Agrupamento

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- Valorizar a BE

D. Gestão da Biblioteca Escolar

- Responder às necessidades da escola e dos utilizadores

2012/13

- Integrar a BE na escola

2011/12

Objetivos

2010/11

Áreas de intervenção

- Participar em reuniões de natureza pedagógica, tais como: Conselho Pedagógico, de Departamento e outros. - Incluir a BE em documentos da Escola/Agrupamento. - Elaborar o PAA de acordo com o PE e o PC do Agrupamento. - Promover reuniões com todas as escolas do Agrupamento; - Rever documentos de Escola, como por exemplo: RI, PEA, PCA, etc. E propor alterações se necessário.

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- Manter um diálogo constante com a Direção partilhando dificuldades e sucessos. - Ser pró-ativo e sugerir projetos e atividades junto do Conselho Pedagógico, dos Departamentos/docentes. - Divulgar recursos e sugerir projetos e atividades. - Promover exposições e encontros, divulgar trabalhos. - Recorrer a diferentes meios e ambientes, incluindo aqueles que faculta a WEB 2.0, para promover os recursos da BE e as atividades que realiza.

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Ações

- Sensibilizar a Direção para a necessidade de um horário alargado. - Distribuir a equipa, quer seja docente efetivo ou colaborador, de forma a garantir a presença de um dos membros ao longo do horário de funcionamento da BE. - Criar condições de acolhimento e um ambiente propício à fruição do espaço e ao estudo e pesquisa/uso da informação.


- Liderar a Equipa da BE

- Adequar a equipa da BE (sejam efetivos ou colaboradores) em número e qualificações às necessidades de funcionamento da BE e às solicitações da comunidade educativa

2012/13

- Avaliar a BE

2011/12

Objetivos

2010/11

Áreas de intervenção

- Construir instrumentos de recolha de informação – qualitativa e/ou quantitativa - Implementar um sistema de avaliação continuado que compreenda a observação e outras formas de acesso à informação. - Analisar a informação recolhida. - Divulgá-la e usá-la como instrumento contínuo de melhoria do funcionamento da BE. - Definir/redefinir prioridades, objetivos e planos de ação em função da análise efetuada.

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- Participar em reuniões de natureza pedagógica e executiva, no âmbito da planificação e organização de atividades. - Reforçar a ação da BE no apoio ao funcionamento da escola e às atividades de ensino/aprendizagem. - Desenhar e planificar, conjunta e articuladamente com os docentes, projetos/atividades inerentes ao cumprimento dos diferentes domínios implicados no funcionamento da BE. - Identificar e partilhar sucessos e insuficiências e problemáticas, partilhando-as com a direção e com a escola.

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- Inventariar as necessidades funcionais da BE, adequando a distribuição de tarefas a essas necessidades e ao perfil apresentado por cada um dos membros da equipa. - Incentivar o coordenador e os membros da equipa a procurar formação formal junto de Universidades, Centros de Formação de Professores ou de outras

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Ações


entidades formadoras. - Realizar avaliações periódicas ao funcionamento da BC BE. Divulgar os resultados junto dos órgãos gestão e de decisão pedagógica e da escola, tentando encontrar apoios e soluções conjuntas. - Adequação da BE em termos de espaço e de equipamento às necessidades da escola/agrupamento.

- Planear a coleção de acordo com a inventariação das necessidades curriculares e dos utilizadores.

2012/13

Ações

2011/12

Objetivos

2010/11

Áreas de intervenção

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- Reorganizar o espaço. - Sensibilizar a Direção/Câmara Municipal (no caso do 1º Ciclo) para a realização das intervenções necessárias. - Apresentar candidaturas a Programas específicos, nomeadamente Ler+ e RBE. - Utilizar os resultados da avaliação como registos justificativos do investimento na melhoria das condições da BE. Divulgá-lo junto dos órgãos de decisão pedagógica. - Solicitar a intervenção do Diretor.

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- Sugerir à Direção a criação destes documentos (no caso do 1º ciclo, a coleção do PNL). - Elaborar o documento que oriente a gestão da coleção, caso ainda não exista.

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Legenda: PM – Escola Básica e Secundária Passos Manuel; PG – Escolas com BE/CRE integradas na RBE; BC – Agrupamento de Escolas Baixa-Chiado. Data ……….. Coordenador da Biblioteca escolar ……………………………………… Data ……….. Director ………………………………………………………


2. Plano de Ação e funções do professor bibliotecário, com o apoio da Equipa, conforme a Portaria 756/2009, de 14 de julho (alterada pela Portaria nº 76/2011, de 15 de fevereiro) Artº3º da Portaria 1. Ao professor bibliotecário cabe, com o apoio da equipa, a gestão do conjunto das bibliotecas das escolas do agrupamento 2. Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento, compete ao professor Bibliotecário:

a)Assegurar o serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada

Notas e lembretes O RI nada refere sobre o professor bibliotecário. Mas indica que o Coordenador do CRE e do CDI é a mesma pessoa (mais ou menos, o equivalente ao Coordenador da BE/CRE). No artº 79º do RI refere: “4. O coordenador deve gerir, organizar e dinamizar o CDI, elaborar e executar, no quadro do Projecto Educativo da Escola, um plano de actividades próprio; 5. O coordenador do CDI é responsável pela manutenção e acessibilidade do catálogo completo do CDI, mantendo esse ficheiro informático actualizado e com possibilidade de ser consultado pelos utentes do Agrupamento via Internet; 6. O coordenador do CDI apresenta, no final de cada ano lectivo, um relatório do trabalho desenvolvido.”; e no art. 83º: “1. Compete ao Coordenador do CDI definir as regras gerais de funcionamento do BE/ CRE.” Vertente presencial – A Sala Inês Cosme abre apenas na presença dos professores colaboradores, em horário letivo, e na presença do professor bibliotecário, durante o intervalo, exceto às quintas-feiras e à hora de almoço, por a professora bibliotecária se encontrar em componente letiva. A Sala João de Deus encontra-se fechada durante os intervalos estando acessível sob requisição à professora bibliotecária ou sob autorização do professor colaborador de serviço ao CRE. A Biblioteca encontra-se acessível aos docentes em serviço de Sala de Estudo sendo aberta pelas Assistentes Operacionais no PBX. A Sala de Videoteca encontra-se disponível nos mesmos moldes que a Sala João de Deus, com exceção da abertura da porta, que deve ser solicitada no PBX. Vertente digital – esta vertente teve o seu início no segundo período do ano letivo 2010/11, encontrando-se em fase de avaliação para proposta de melhoria.

b) Promover a articulação das atividades da biblioteca com os objetivos do projeto educativo, do projeto curricular de agrupamento/escola e dos projetos curriculares de turma; c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afetos à(s) biblioteca(s);

Os recursos humanos aqui referidos são unicamente os docentes e não docentes da Equipa do CDI, incluindo os professores colaboradores. Entende-se como gestão a organização e distribuição de tarefas na Biblioteca e Centro de Recursos Educativos (nomeadamente, Sala Inês Cosme e Sala João de Deus), dentro dos tempos letivos em serviço.


d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afetos à biblioteca;

e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos;

f) Apoiar as actividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada; g) Apoiar actividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de actividades ou projecto educativo do agrupamento ou da escola não agrupada; .

h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projectos de parceria com entidades locais;

É de referir que não compete ao professor bibliotecário substituir docentes em situação de falta fora da biblioteca escolar. Contudo, caso algum docente falte ao tempo letivo no CRE, não o substituirá no serviço, mas poderá manter a disponibilidade de serviço da biblioteca aos docentes acompanhados com os seus alunos, em tempo letivo. A constituição da Equipa do CDI e a nomeação do seu Coordenador são da responsabilidade do Diretor, conforme consta na Portaria 756/2009. A gestão patrimonial cabe ao Diretor e ao Conselho Administrativo, mas o professor bibliotecário deve informar sobre as necessidades e prioridades, e sobre os modos de gestão. Os recursos materiais aqui referidos incluem equipamentos da biblioteca dependentes do PTE (conforme Despacho 700/2009, de 19 de janeiro), é também, por isso, que o coordenador da equipa do CDI integra a equipa do PTE Nesta matéria cabe ao Diretor definir políticas neste sentido regulamentando a responsabilidade sobre a sua gestão. Mas o professor bibliotecário deve colaborar e informar sobre necessidades, prioridades e modos de gestão. Os recursos de informação incluem software e conteúdos web dependentes de algum modo do PTE (cumprindo o Despacho 700/2009, de 19 de janeiro), por isso e por outros motivos, o coordenador da equipa do CDI integra a equipa do PTE. O professor bibliotecário apoia as atividades curriculares que forem solicitadas, desde que programadas no tempo e planificadas curricularmente, preferencialmente as atividades previstas no PAA da equipa do CDI e/ou Agrupamento. Deste modo, o coordenador da equipa do CDI deve integrar/apoiar a equipa do Conselho Pedagógico que redige o PAA do Agrupamento. Para que o professor bibliotecário garanta o apoio é necessário que a biblioteca tenha espaços e tempos livres (com serviços de apoio, previstos, regulamentados e efetivos) para atividades não letivas. Mais se acrescenta que o plano anual de actividades deve ser analisado neste sentido, bem como o projeto educativo, para apurar quais as atividades deste tipo que a escola defende, autoriza, promove, permite, contraria… e quais as que requerem/contam com a biblioteca disponível e apetrechada para tal. Esta competência requer pró-atividade, garantida por acordo assinado entre a RBE com a autarquia, comprometendo a Escola/Agrupamento como parceira, podendo envolver, em princípio, os Centros de Formação de Professores. Por exemplo: os grupos de trabalho concelhios e as reuniões de Serviço de Apoio à Biblioteca


i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de auto -avaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares (GRBE);

j) Representar a biblioteca escolar no conselho pedagógico, nos termos do regulamento interno

Escolar inscrevem-se nesta lógica. Primorizando a construção de um portal municipal das bibliotecas e o catálogo colectivo BE/BM. Aplicação generalizada, a partir de 2009, do modelo de autoavaliação da BE pela equipa. Este Plano de Ação prepara este caminho ao ser organizado por áreas de domínio. Este processo tem de ser comunicado aos órgãos de gestão da escola e Conselho Pedagógico para saberem o que se faz nas bibliotecas escolares não se tratando de avaliação de desempenho de profissionais, mas uma exigência da RBE, a que a escola se candidatou, foi integrada, recebeu apoios e assinou um acordo com parceiros. Disto também dependerá a possibilidade de existirem outros tipos de apoio no futuro. Esta competência é fundamental. Quando não acontece é o Conselho Geral que assumirá esta responsabilidade.


3. Plano de Ação e funções dos professores bibliotecários, com o apoio da equipa, conforme a Portaria 756/2009, de 14 de julho (alterada pela Portaria nº 76/2011, de 15 de fevereiro). Antecipação de níveis de execução e/ou de condições necessárias. A estratégia deverá ser avaliar as condições, lutar por melhores condições e adequar a ação em cada aspeto às condições existentes com imaginação e firmeza, mas sem sobrecarga dos recursos humanos. Funções da equipa do CDI, incluindo os professores bibliotecários 1. Ao professor bibliotecário cabe, com o apoio da equipa, a gestão do conjunto das bibliotecas das escolas do agrupamento.

2. Sem prejuízo de outras tarefas a definir em regulamento, compete ao professor bibliotecário: a)Assegurar o serviço de biblioteca para todos os alunos do agrupamento ou da escola não agrupada;

Mínimo

Média

Existência de equipa e estando reconhecida esta responsabilidade nos regulamentos do escola/Agrupamento e nas praticas de gestão.

Os professores, em tempo letivo e com os alunos, terem acesso às salas de biblioteca.

b) Promover a articulação das atividades da biblioteca com os objetivos do projeto educativo, do projeto curricular de agrupamento/escola e dos projetos curriculares de turma;

Contactos com todos os Departamentos.

c) Assegurar a gestão dos recursos humanos afetos à(s) biblioteca(s);

Haver recursos humanos suficientes e clareza na afetação dos mesmos. Confiança interna e comunicação frequente entre o diretor e o professor bibliotecário.

Maravilhoso A Equipa envolver o maior número de núcleos de trabalho, quer seja curricular ou não curricular, quer seja letivo ou não letivo.

A Comunidade Educativa ter acesso aos serviços de biblioteca (presencial). Contactos com todos os Departamentos e diretores de turma.

A Comunidade Educativa ter acesso a todos os serviços de biblioteca (presenciais e digitais), alargando-se pontualmente à população envolvente. Contactos com todos os Departamentos, diretores de turma e outros projetos existentes. Haver recursos humanos suficientes e capazes (em questão de número e horário) que garantam a estabilidade no funcionamento normal de todos os serviços


d) Garantir a organização do espaço e assegurar a gestão funcional e pedagógica dos recursos materiais afetos à biblioteca;

Haver espaço e recursos materiais. Avaliação da coleção (política documental).

e) Definir e operacionalizar uma política de gestão dos recursos de informação, promovendo a sua integração nas práticas de professores e alunos;

Política documental aprovada incluindo recursos digitais sob o cumprimento do Despacho nº 700/2009 Serviço efetuado desde que haja lugar a discussão e aprovação em Conselho Pedagógico.

f) Apoiar as atividades curriculares e favorecer o desenvolvimento dos hábitos e competências de leitura, da literacia da informação e das competências digitais, trabalhando colaborativamente com todas as estruturas do agrupamento ou escola não agrupada; g) Apoiar atividades livres, extracurriculares e de enriquecimento curricular incluídas no plano de atividades ou projeto educativo do agrupamento ou da escola não agrupada; .

h) Estabelecer redes de trabalho cooperativo, desenvolvendo projetos de parceria com entidades locais;

i) Implementar processos de avaliação dos serviços e elaborar um relatório anual de autoavaliação a remeter ao Gabinete Coordenador da Rede de Bibliotecas Escolares (GRBE);

Apoio efetuado mediante recursos materiais e humanos para alargar a abertura dos serviços da biblioteca. Contudo, o projeto educativo e o plano Anual de atividades têm de referir esta dimensão por a BE não ser uma biblioteca pública. Participar em reuniões SABE e/ou Grupos de trabalho concelhios e/ou de partilha

disponibilizados pela biblioteca a todos os elementos da Comunidade Educativa. Haver uma participação ativa e funcional de toda a Comunidade Educativa para uma eficaz organização e gestão das salas do CDI

Serviço efetuado sob uma política organizada, gerida, planificada e prevista em Plano Anual de Atividades. Apoio efetuado com os mesmos moldes de uma biblioteca pública.

Organizar e participar em reuniões concelhias/distritais/nacional de partilha.

Aplicar Modelo de Autoavaliação da BE, a partir de 2010/2011

j) Representar a biblioteca escolar no Conselho Pedagógico, O coordenador da Equipa do

O coordenador da Equipa do


nos termos do regulamento interno

CDI integra o Conselho Pedagógico.

CDI integra e intervém no Conselho Pedagógico – inserindo-se em grupos de trabalho.


Conclusão O Programa da Rede Nacional de Bibliotecas Escolares, que abraçámos há alguns anos, foi lançado em 1997. Deu-nos a oportunidade de investir tempo e materiais para a melhoria da qualidade formativa da população jovem a que nos dedicamos diariamente. Por isso, achamos que devem ser valorizados, preservados e qualificados os espaços e serviços que a Equipa do CDI presta ao Agrupamento. A equipa, dentro das suas capacidades, promove, apoia, articula e planifica atividades de investimento social e intelectual, alargando os seus serviços, de acordo com o tempo útil. Procura-se, assim, cumprir os seus objetivos ao assegurar a existência de um serviço de biblioteca em todas as escolas do Agrupamento. Este ano letivo (2010/11), será o primeiro em que a equipa aplicará o Modelo de Autoavaliação da Biblioteca Escolar, sendo, portanto, o primeiro de muitos em que poderemos aferir o funcionamento dos serviços por si patrocinados e com apoio de toda a Comunidade Escolar, incluindo os órgãos de gestão.


Plano de ação 2010 13 aprovado