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CAPÍTULO 9 Acordei com o som da borracha do rodo contra o piso. — Onde estou? — indaguei à mulher que limpava o meu quarto. — No hospital. Então, eu não sou invulnerável, pensei enquanto conferia a agulha presa em meu braço direito. Sabia que seria um problema tirá-la de lá. Um homem negro, alto, de camiseta branca e jeans abriu a porta. — Oi — disse-me Felipe. — Oi — respondi, tentando disfarçar a alegria em vê-lo. — Como se sente? — Bem. — Que bom. A enfermeira me disse que chegou aqui muito fraca, como se tivesse passado vários dias sem se alimentar. — Foi um acidente na penitenciária, acho que sabe. Ele concordou. Conferiu a bolsa de soro ao lado da minha cama e disse:

V de Verônica  

Se você tivesse superpoderes seria obrigado a usá-los para ajudar os outros? Verônica Albuquerque Gonçalves, uma jovem e discreta vendedora...

V de Verônica  

Se você tivesse superpoderes seria obrigado a usá-los para ajudar os outros? Verônica Albuquerque Gonçalves, uma jovem e discreta vendedora...

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