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Super! • Brasília, sábado, 24 de setembro de 2011 • CORREIO BRAZILIENSE Rodrigo Schmidt/Divulgação - 16/8/11

Beleza musical em

D 3

Não deixe de ver o filme que traz, em terceira dimensão, um lindo show de músicas infantis. Tudo parece bem real

Sandra Perez e Paulo Tatit criaram o grupo Palavra cantada em 1994 e já venderam mais de 2 milhões de CDs Marcelo Ferreira/CB/D.A Press

primeiro show infantil filmado em 3D no Brasil está dando o que falar. O cenário, as músicas, as brincadeiras e os efeitos da imagem em terceira dimensão tornam Palavra cantada 3D – Show brincadeiras musicais um filme para lá de interativo. As 19 músicas apresentadas nele, algumas das mais queridas do público, como Sopa, Fome come, Duelo de mágicos e Ciranda, e algumas inéditas, como O caramujo e a saúva, Vem dançar com a gente e

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Bolinha de sabão, ficaram superdivertidas na telona. Com direção de Marcelo Siqueira e Carlos Garcia, o filme estreia em 30 de setembro. Com exclusividade nas salas da Rede Cinemark em todo o país.“Parece real. Fica tudo perto da gente”, diz Aline Gabrielle Ribeiro da Silva, 12 anos. A música Bolinha de sabão foi eleita por ela a melhor. Ver as bolinhas saindo da tela e passando por cima das cadeiras do cinema foi superinteressante para Aline, que pela

Aline e Stephany: fãs do grupo

primeira vez assistiu um filme em 3D. Ela, claro, adorou. Stephany Juliana de Abreu, também 12 anos, ficou um pouco assustada no começo, mas achou muito divertida a sensação de proximidade com os elementos do filme. “Já conhecia as músicas. Gostei de ver os personagens e das roupas”, conta ela. Criada em 1994 por Sandra Peres e Paulo Tatit, a Palavra cantada já vendeu mais dois milhões de exemplares. Foram 13 CDs e cinco DVDs. O trabalho da du-

Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press - 15/8/11

pla conquistou um amplo público formado por pais e filhos e passou a fazer parte do cotidiano de escolas de todo o país, graças à qualidade com a qual as canções são produzidas. Nos grandes shows que realizam, toda a família se diverte e se emociona. O filme não foge à qualidade conquistada, durante vários anos, educando por meio da música e da diversão . São 60 minutos de arte cantada e brincadeiras. A classificação é livre e indicada para todos os públicos.

Editora LGE/Divulgação

Livro conta a história do cerrado O cerrado, para ser amado e cuidado, precisa ser conhecido. Num clima de encantamento e poesia, Helena Oliveira lança o livro Maria Jatobá, na Livraria Cultura do CasaPark, amanhã, às 16h. O mês de setembro foi escolhido propositalmente, pois é comemorado o Dia do Cerrado. Maria Jatobá é uma menina sonhadora e contadora de histórias. Gosta de cantar, dançar, caminhar no mato, seguir borboletas e de trocar aquilo que sabe pelo que os outros sabem. Ela é a ponte entre a natureza e as pessoas, como definiu a autora Helena Oliveira. Sua história se confunde com

o que conta sobre o cerrado. O livro de Helena Oliveira ganhou o primeiro lugar no concurso literário promovido pelo Instituto Goiano do Livro (IGL), da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico (Agepel), em Goiânia, no ano de 2003. Foi feita uma edição limitada e os livros foram distribuídos em bibliotecas públicas do estado de Goiás. Agora, em 2011, o livro foi publicado pela LGE Editora, com distribuição nacional. A escritora levou cinco anos para finalizar o Maria Jatobá. O trabalho como educadora ambiental influenciou diretamente na construção do livro. Mas como ressaltou, o proces-

Maria Jatobá

Helena Oliveira lança, amanhã, o livro Maria Jatobá so era mais vivenciado do que apenas resultado do conhecimento sobre o tema. Há uma passagem no livro em que a personagem abraça um jatobá e diz que seriam necessárias dez Marias para con-

seguir dar a volta no enorme tronco. Quando morava em Pirenópolis, a autora foi a uma reserva natural. Durante a trilha no meio do cerrado, o dono da reserva paroucom o grupo diante de um jatobá imenso e todos

De Helena Oliveira Ilustradções: Polly Duarte LGE Editora Ltda, 32 páginas, R$ 25

abraçaram a árvore frondosa. — Aquela visão das crianças abraçando o jatobá foi tão poética e tão relacionada à história, que eu percebi que tinha que fazer parte do livro, de alguma forma, contou Helena.


Palavra cantada e maria jatobá