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“Microalgas alimentam-se de CO2 para produzir biopetróleo” UOL Ciência - http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimasnoticias/afp/2011/03/30/microalgas-alimentam-se-de-co2-para-produzirbiopetroleo.jhtm - Data de Publicação: 30 de Março de 2011 Ana Luiza Fernandes Sabatini – 2º série A

Resumo Crítico “O petróleo do futuro” Especialistas da área, hoje em dia, se preocupam muito com o petróleo, já que ele é um combustível fóssil não renovável e, além disso, sua queima está diretamente ligada ao agravamento do aquecimento global. Por esse motivo, os cientistas sempre estão atrás de soluções, procurando conseguir o óleo através de fontes renováveis. Um novo estudo feito na Espanha, com colaboração francesa, teve um resultado promissor, quando foi extraído biopetróleo de algas, de maneira ecologicamente correta. Segundo pesquisa feita nos EUA, já foram investidos mais de 600 milhões de dólares nesse projeto. Os cientistas dizem que ele já estará em execução em áreas profissionais daqui a no máximo 10 anos. Nesse procedimento, as plantas são expostas a CO 2 (gás carbônico), que chega ao local de estudo através de um tubo, sendo esse gás resultado da atividade industrial. Ao serem expostas, como algas fotossintetizantes, elas realizam a fotossíntese absorvendo esse gás carbônico e liberando oxigênio (O2). Nesse processo podemos observar que pelo menos dois problemas poderiam ser resolvidos de uma vez só, pois na produção desse petróleo, seria possível reduzir muito a emissão desse gás nocivo pelas fábricas. Por conta da grande quantidade de CO2, a fotossíntese ocorre assiduamente e as algas dobram de tamanho a cada dia. Depois, na extração do óleo, elas também liberam água, que é reutilizada para que o processo continue sem que haja muitos impactos ambientais. Essas algas, que foram extraídas com permissão do governo, mas secretamente da população, do mar Mediterrâneo e do Oceano Atlântico, apresentam uma grande vantagem na hora da extração do óleo, pois não possuem tecidos diferenciados (como troncos). A extração dos tecidos diferenciados era algo que dificultava bastante os estudos envolvendo plantas para produção de biopetróleo, antigamente. Ao longo da reportagem, podemos concluir que os investimentos ainda não são


suficientes, pois com a tecnologia disponível na ciência hoje em dia, esse estudo poderia estar mais avançado. E também, que ainda existem falhas no procedimento, o que é normal, já que ainda é um projeto em fase de pesquisa. A extração do óleo é um processo que exige bastante energia, e nem sempre a que os cientistas têm acesso para fazer essa pesquisa é o suficiente, pois a extração exige uma voltagem alta, e o rendimento de óleo da alga é menor do que o seu potencial por conta disso. Além disso, se houvessem mais empresas privadas, ou até governamentais (porém eficientes), dispostas a investir, poderíamos até ter sistemas acoplados dessas algas com um cristal, apresentado em outro trabalho do projeto “Ciência na Mídia”. Esse cristal retira CO2 do ar e o armazena em seu interior. O sistema aqui proposto seria alguma maneira dessa alga fazer a fotossíntese a partir do gás carbônico acumulado dentro do cristal, talvez colocando essas algas em uma espécie de bolha de vidro, e só entrasse o gás retirado do cristal e vindo de fábricas, e só quando estes acabassem se liberasse a entrada de ar do ambiente. Essa junção, melhor desenvolvida e já em mercado, poderia reduzir a emissão de poluentes em carros, se desenvolvido um sistema próprio e eficiente para isso já que enquanto o veículo emitir o gás, o cristal absorveria e então essa alga poderia fazer a fotossíntese e esse gás não iria para a atmosfera, agravar o efeito estufa. Porém para que isso aconteça seriam necessários mais anos de estudo, e investimentos que nem sempre o governo e empresas da iniciativa privada estão dispostos a fazer (nos Estados Unidos, por exemplo, a maior parte do dinheiro investido em pesquisar vem da iniciativa privada). Quanto à qualidade não haveria muito prejuízo já que esse biopetróleo produzido é muito similar ao petróleo natural. Então podemos concluir através dessa reportagem, que podemos viver num mundo mais sustentável, porém o ser humano se conforma com seu atual lugar no mundo, e por medo de prejuízos não arrisca. Mas ao mesmo tempo em que há pessoas que não se arriscam também existem as que se arriscam, e são por conta delas que mais e mais vamos descobrindo novas formas de termos um mundo melhor. Graças a essas pessoas, estamos descobrindo a tecnologia do futuro. Referência Bibliográfica: GROGNOU, Virginie. “Microalgas alimentam-se de CO 2 para produzir biopetróleo,” UOL Notícias, Ciência e Saúde, São Paulo, 30 Mar. 2011, Disponível

em:

<http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-

noticias/afp/2011/03/30/microalgas-alimentam-se-de-co2-para-produzirbiopetroleo.jhtm> Acesso em: 18 de maio de 2011.

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