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“Japão enfrenta ameaça crescente de radiação nuclear’’ Via G1 (http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/03/japao-enfrenta-ameacacrescente-de-radiacao-nuclear.html), em 14 de Março de 2011. Eduardo de Sousa Cardoso Lucas Ribeiro Homem 2º A

Resumo Crítico “Japão: alarde ou precaução?” A notícia apresenta, em detalhes retrospectivos

a relação entre os

terremotos situados no Japão, com início em 11 de março de 2011. Em especial, é destacado o risco de radioatividade para a população japonesa, especialmente após o derretimento e a explosão do quarto reator na usina nuclear de Fukushima. O alerta incentivado demasiadas vezes na notícia se baseia no perigo e no risco que tal quantidade de radiação liberada no processo da explosão possam

representar para toda a população. É também defendido que a

radiação agora é eminente, ou seja, está presente com certeza absoluta no ar aos redores de Fukushima. Ao pesquisar a fundo sobre o assunto, vemos que o real perigo é muito menor do que o demonstrado na notícia, o que acaba por ser bom, pois esse alarde excessivo do governo japonês em ressaltar certos exageros sobre o problema apresentado fez com que a população tomasse providências muito mais rapidamente, minimizando assim os riscos. A população – já em alerta devido aos terremotos e tsunamis – já permanecia de prontidão para qualquer tipo de perigo na localidade. Tudo o que o exército fez foi evacuar a região num raio de 10 a 30 quilômetros, algumas horas após a explosão no primeiro reator da usina. O autor da notícia usou as notas liberadas pelo primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, e do porta-voz do


governo, Yukio Edano, para sustentar seu argumento de que o perigo é maior do que se imagina. Um exemplo drástico foi o de Chernobyl, que manteve em segredo a explosão de um importante reator por mais de 30 horas,o que fez com que a população local permanecesse com suas vidas normalmente, e assim não agiram contra a radiação. Isso resultou em tempo suficiente para a contaminação do ambiente, dos animais e das águas. O Japão teve a eficiência em alertar a

população

quase que

imediatamente, evitando

futuras

contaminações. O exemplo maior de que isto é um alarde de tamanho muito além do que o normal é o da própria mídia. Qualquer tipo de alerta, minúsculo que seja, é divulgado imensuravelmente ao mundo, porém não vemos o mesmo com notícias mais acalmantes e tranquilizantes, como a estabilização de algum reator ou da própria e já mencionada evacuação das pessoas ao redor da usina nuclear. De fato, o perigo é real e todo o cuidado é pouco na hora de alertar a população sobre uma contaminação radioativa. Atos propostos pelo primeiroministro, como das pessoas ao redor que não foram evacuadas permanecerem em suas casas ou em seus escritórios e, definitivamente, não saírem de lá, são aliados a essa situação, sendo assim até de extrema utilidade. Porém, alertas sobre a contaminação pública que fornecem nada além de medo e receio na população devem ser contidos. Ventos ocorridos nos últimos dias, em direção oposta ao continente e à cidade de Tóquio e o resto do país, levaram boa parte da radiação expelida pelo hidrogênio para o oceano pacífico, diminuindo em boa e grande quantidade os riscos de contaminação. O aviso desnecessário de uma contaminação, que é menor do que parece, assusta o povo japonês (e mundial) e faz com que sejam executadas ações preventivas de uma maneira mais rápida do que o esperado, além de demonstrar uma situação que, na realidade, não condiz com os argumentos


geográficos vistos nos últimos dias, além da contenção de novas explosões dentro da usina de Fukushima

Fontes: •http://g1.globo.com/mundo/noticia/2011/03/japao-enfrenta-ameaca-crescente-deradiacao-nuclear.html •

http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/radiacao-nuclear-pode-causar-

de-queimaduras-cancer-diz-especialista.html • http://g1.globo.com/tsunami-no-pacifico/noticia/2011/03/uso-de-agua-do-mar-em-reatormostra-emergencia-explica-engenheiro.html

Japão: alarde ou precaução?  

“Japão enfrenta ameaça crescente de radiação nuclear’’

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