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“Super-Repelente de insetos” http://agencia.fapesp.br/13850, 10 de maio de 2011. Amanda Boery Balthasar da Silveira - 2º C & Luiza Victoretti – 2ºC “Um repelente, uma solução” Um sério problema, que preocupa várias nações, por que gera mortes e saturação do sistema público de saúde, além do risco de gerar epidemias, é a disseminação de doenças por meio de insetos. Como a dengue (por meio do mosquito Aedes aegypti) e a malária (por meio de mosquitos do gênero Anopheles). Os repelentes normais têm ajudado a diminuir o número de picadas e assim, diminuir o número de casos. Mas basta uma picada para se contaminar. Por isso nos EUA, o grupo do professor Laurence Zwiebel, na Universidade Vanderbilt, desenvolveu um repelente que é milhares de vezes mais eficaz que os normais, embora esse não fosse o objetivo inicial do estudo, que era o desenvolvimento de novas formas de controlar as epidemias de malária. Mas segundo Zwiebel “Ainda é muito cedo para saber se o composto identificado poderá ser usado como base para um produto comercial. Mas ele é o primeiro de uma nova classe e, por conta disso, poderá ser usado no desenvolvimento de outros compostos que poderão ter características apropriadas para a comercialização”. Essa descoberta, da nova classe de repelentes, teve como base o conhecimento adquirido a respeito das características dos sensores olfativos dos insetos. Nos insetos, os receptores de cheiro não atuam autonomamente, mas por meio de um complexo com um único correceptor, chamado orco, que detecta as moléculas odoríferas. Esses receptores de cheiro estão espalhados pela antena e cada um responde a um odor específico, mas para funcionar cada um precisa estar conectado com um orco.


No futuro, com esses avanços tecnológicos, talvez picada de mosquito, epidemias, doenças e coisas do gênero sejam passado. E assim vidas serão poupadas, civilizações poderiam se desenvolver sem ter que se preocupar com grandes epidemias. Essa descoberta é fantástica, a partir dela será gerado um novo conceito de repelente e ele poderá evitar a transmissão de doença, consequentemente, salvar vidas. O mais interessante é que não foi intencional, algo comum na ciência, embora, às vezes ao fazer uma experiência, que nos leve a uma descoberta “acidental”, não a percebemos. Referência Bibliográfica: Agencia

Fapesp,

São

Paulo,

10

mai.

2011,

Disponível

em:

<

http://agencia.fapesp.br/13850> Acesso em: 13 mai. 2011. <http://www.cives.ufrj.br/informacao/malaria/mal-iv.html> Acesso em: 27 mai. 2011.

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