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Tecnologia e Educação Confidencial

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Trabalho da disciplina

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Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Instituto Multidisciplinar Curso de Pedagogia

Disciplina-Tecnologia e Educação Professor- José Valter Pereira Estudante-Patrícia Cavalaro Campos

Nova Iguaçu/RJ-2018-2


Confidencial

Personalizado para Nome da empresa

Criado por: Patrícia Cavalaro Campos.

CAMPOS, Patrícia Cavalaro. Tecnologia e Educação- Revista digital.Nova Iguaçu-RJ. 2018

Trabalho Final de Tecnologia e Educação solicitado pelo professor Dr. José Valter Pereira como requisito de conclusão da disciplina do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia, do Instituto Multidisciplinar da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

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Índice 1- Apresentação- pág. 5 2- Objetivo do trabalho-pág. 6 3- As transformações que experimentamos- pág. 7 à 15 4- Aprendendo a lidar com a cultura digital- pág. 16 à 20 5- As linguagens da cultura digital: linguagens fotográfica- pág. 21 à 24

6- As linguagens da cultura digital: audiovisual - pág. 25 à 26 7- As linguagens da cultura digital: linguagem sonora- pág. 27 à 28 8- Conclusão- pág. 29 à 30 9- Referências- pág. 31 à 32


1- Apresentação

A tecnologia vem transformando o nosso dia a dia e com a educação não poderia ser diferente: a tecnologia educacional é uma ferramenta que está ao nosso favor na atualização dos mecanismos de ensino. Por isso cabe aos professores ter o domínio dessa nova

metodologia de forma crítica em suas aulas,pois os recursos digitais devem ser aliados às práticas de ensino e ao projeto pedagógico.


2- Objetivo do trabalho

Esta revista digital tem como objetivo apresentar as atividades desenvolvidas ao longo da disciplina de Tecnologia e Educação, visando demonstrar conceitos sobre a cultura digital, as características

da era da informática e apresentar as linguagens da cultura digital -

fotografia, áudio e vídeo realizada durante o curso.


3- As transformações que experimentamos


A reflexão de Pierre Lévy diante do documentário-As formas do saber, é destacar a velocidade dos meios de informação e o modo como às relações humanas são afetadas diante deste exposto. No entanto, o filósofo apresenta que essa relação deve ser levada em consideração a maneira que o cérebro humano modifica o seu pensamento ao acessar o “cérebro eletrônico.” Com isso, Lévy sintetiza que a sua preocupação está diante das consequências que a tecnologia vem modificando o

contexto social.


Todavia, a tecnologia presente no contexto apontado por Lévy modula também a cultura e reestrutura a economia. Assim, no início da década de 70 os computadores não era acessíveis para todos, mas para a aqueles que detinham o poder. Já no final desta mesma década, ele relata que a inserção do uso dos computadores na utilização das práticas pedagógicas era de extrema importância, na qual possibilitava aprender através de várias possibilidades.


Portanto, percebemos que a preocupação em saber utilizar os meios tecnológicos não é uma vertente tão atual, pois atualmente só se fala nisso. E esse aspecto aflige a muitos professores que não possuem domínio total ou parcial desse recurso para poder usar dentro das suas disciplinas curriculares.

As mudanças que atingem a educação e a gestão de conhecimento desenham a base de uma sociedade. A escola e seus educadores passam por uma revisão de seus princípios pedagógicos e do uso de recursos e tecnologias de aprendizagem. Mas a grande revolução é sentida principalmente na nova organização e produção dos saberes. A inteligência é fruto do coletivo e o conhecimento passa representar o maior bem da humanidade.


O filósofo Pierre Lévy discute o porquê a Escola perdeu o monopólio sobre a transmissão do conhecimento e como será a educação do nosso tempo. Neste contexto, penso que o conhecimento, em si, não foi revolucionado como muitos podem pensar, mas o maior impacto foi à maneira como as informações deslocaram-se. O ‘Boom’ das telecomunicações possibilitou um fluxo de dados imenso, facilitando pesquisas, estudos e desenvolvimento do conhecimento. Esta facilidade ampliou o saber, criando uma nova sociedade dotada de um imenso banco de informações, na qual antes tinha caráter muito mais restrito.


Esta nova sociedade, marcada principalmente por gerações cada vez mais rápidas e aceleradas têm mostrado os dois lados da moeda, o positivo e negativo efeito deste tipo de conhecimento. Da mesma forma que os fluxos de informações são imensos e rápidos, as novas gerações detêm um saber muito mais quantitativo do que qualitativo.

A sociedade deve se equilibrar na velha e nova guarda, não tão metódico como os mais experientes, nem tão precipitado como os novatos. Esta velocidade das informações traz impaciência e deixa os mais novos pouco aptos para aprofundar o saber. Os mais velhos, no entanto, tem grande dificuldade em assimilar esta nova era em que tudo são cliques de botões em velocidades assustadoras, sendo pouco eficientes na obtenção de informações. Logo, é vital saber selecionar as fontes e ter a paciência para assimilá-los, não apenas analisá-los superficialmente.


No que se referem à escola as tecnologias sempre estiveram presentes na educação formal, o que faz necessário é o fato de que as instituições de ensino tem o papel de formar cidadãos críticos e criativos em relação ao uso dessas tecnologias. Para tanto é preciso que as mesmas abandonem a prática instrumental das tecnologias, e faça avaliações sobre o trabalho com a inserção das novas tecnologias educativas.

A informática na escola não deve ser concebida ou se resumir a disciplina do currículo, e sim

deve ser vista e utilizada como um recurso para auxiliar o professor na integração dos conteúdos curriculares, sua finalidade não se encerra nas técnicas de digitações e em conceitos básico de funcionamento do computador, a tudo um leque de oportunidades que deve ser explorado por aluno e professores.


A integração da tecnologia de informação e comunicação na escola favorece em muito a aprendizagem do aluno e a aproximação de professores e alunos, pois através deste meio tecnológico ambos têm a possibilidade de construírem conhecimento através da escrita, reescrita, troca de ideias e experiências. Portanto o computador se tornou um grande aliado na busca do conhecimento, pois se

trata de uma ferramenta que auxilia na resolução de problemas e até mesmo no desenvolvimento de projetos.


As TICs têm como característica o fazer e o refazer, transformando o erro em algo que pode ser revisto e reformulado instantaneamente para produzir novos saberes, cada indivíduo que explora as

tecnologias de informação e comunicação se torna um emissor e receptor de informações, mais especificamente leitor, escritor e comunicador, esse emaranhado de possibilidade ocorre graças ao poder persuasivo das informações contidas nas TICs que envolve o sujeito incitando-o à leitura e à expressão através da escrita textual e hipertextual. Portanto, devemos lutar pelo direito das escolas poder ter o acesso à internet de boa velocidade e qualidade e que seja para todos gratuitamente, pois mesmo tendo os avanços tecnológicos, a distribuição da rede de internet é desigual e muitas vezes inexistente em algumas escolas, sendo somente direcionadas as questões burocráticas da escola.


4- Aprendendo a lidar com a cultura digital


1-O que é cibercultura? A cibercultura é entendida como um conjunto de espaços, atitudes, rituais e costumes que as pessoas desenvolvem quando entram em contato com a tecnologia. De acordo com o vídeo assistido, cibercultura pode ser chamada de cibercultura da leitura e da escrita de forma ampla, porque traz à possibilidade de ampliar a cultura das pessoas, através ao acesso às informações de qualquer lugar do mundo e em várias línguas por meio da internet. Além disso, a cibercultura permite às pessoas produzir conteúdos, passando a serem escritores e não apenas leitores das coisas que leem.


2- Desconectados, infoexcluídos: quais seriam os efeitos dessas formas de exclusão? O conceito de infoexclusão costuma estar ligado à desigualdade no acesso à internet. Na sociedade da informação é suposto que todas as pessoas estejam inseridas nela, acontece que há pessoas que não tem como integrar-se por não possuir o acesso às tecnologias de informação e comunicação, o que se deve a vários motivos, assim surgem os Info-excluidos.

As duas principais razões pelas quais se dá a infoexclusão são a falta de instrução e conhecimento, que têm a consequência de não permitirem que as pessoas se adaptem aos meios de comunicação, pessoas sem instrução não conseguem dominar a forma de utilização da internet, por exemplo. Outro fator a ter em conta é a pobreza.


Os efeitos da infoexclusão gera uma desigualdade social e cultural em relação à pessoa com pouca instrução dos conhecimentos de escrita e leitura do mundo informatizado, as pessoas desconectadas das tecnologias da comunicação, não tem autonomia de se apropriar dos recursos que a rede proporciona, como por exemplo, fazer transações bancárias online, usar o e-mail, criar vídeos, opinar criticamente sobre textos e obter informações sobre saúde, educação, esporte, enfim qualquer coisa de proporcione cultura e conhecimento por meio do acesso às redes da tecnologia da informação e comunicação. No âmbito da educação também ocorre os efeitos da infoexclusão, pois os profissionais precisam rever sua maneira de se comunicar e ensinar, usando as tecnologias para não ficar excluído do processo educativo dos alunos e de si mesmo. Os profissionais que não utiliza dos recursos tecnológicos ficam alienados de si mesmo e das informações em rede, por isso é importante que o educador venha entender a linguagem das tecnologias para oferecer saberes aos seus alunos e incentivar estes a produzir conhecimentos de forma crítica e reflexiva, não somente de forma instrumental do aparelho eletrônico.


De acordo com texto de Eliany Salvatierra, “admite-se que as novas tecnologias nos auxiliam a perceber que não há uma única forma de estruturar o pensamento, a ideia, a percepção e principalmente a representação é essa uma das discussões que a comunicação está travando hoje com as tecnologias e com a produção de conhecimento”. Entendo que a conexão generalizada e aberta junto com a emissão, permite a pessoa falar livremente e se unir coletivamente em uma potência política, social e econômica. O processo educativo deve levar o aluno a problematizar aquilo que a mídia diz, para quebrar a barreira da infoexclusão da leitura e da escrita por meio da tecnologia da informatização, para se produzir conhecimento. A pessoa que não tem acesso à internet e não consegue usar essa tecnologia para se comunicar, se informar e produzir conhecimento fica com vida social, cultural e econômica debilitada. E muitos empregos atualmente necessitam de pessoas que dominam o conhecimento de tecnologias da informação para realizar serviços.


5- As linguagens da cultura digital: Linguagem fotogrรกfica


O retrato da invisibilidade de Santa Rita O presente ensaio fotográfico realizado no dia 8 de outubro de 2018, às 10:00 horas da manhã, tem como tema Retratos da Invisibilidade de Santa Rita. A escolha deste tema partiu da minha inquietação sobre más condições de vulnerabilidade ambiental e socioeconômico presente em alguns lugares do bairro onde moro, município de Nova Iguaçu.

Quem circula pelas ruas do Centro de Nova Iguaçu com frequência pode até achar que as coisas na cidade não estão tão mal. Mas longe da agitação e dos olhos da maioria, a situação é preocupante. Em um dos maiores distritos do município, os moradores se sentem abandonados. Nos bairros Corumbá, Santa Rita, Nova Brasília, Adrianópolis e outros ao redor, faltam saneamento básico, água encanada e segurança.

Veja aqui o ensaio fotográfico!


Este ensaio fotográfico me permitiu registrar lugares do meu bairro em que não costumo passar com frequência, pelo fato de só circular pelos lugares mais centrais do bairro, como por exemplo, supermercado, padaria, lanchonetes, casa lotérica, igreja, clínicas de saúde etc.

Entretanto o foco mais importante neste ensaio foi destacar imagens de lixos a céu aberto, pessoas morando entorno de rios poluídos e a precariedade socioeconômica pelo descaso do poder público para com a população. Neste ensaio fotográfico foram tiradas 100 fotos no total, mas foram selecionadas apenas 10 mais marcantes

O interessante deste ensaio fotográfico foi ter podido ter dialogado com a Sheila, recicladora de lixo, que em cujo momento quando eu registrava as imagens da poluição perto de casas na linha férrea, ela passava com seu carrinho de materiais recicláveis. Em conversa, Sheila falou sobre seu trabalho como recicladora de lixo, ela disse que “a maior dificuldade no seu trabalho, no entanto, é a discriminação. “Muitas pessoas tratam mal, têm preconceito”. Acha que tudo é lixo, que a gente é lixo e que temos doença. Mas na verdade isso aqui (e aponta para uma carroça cheia) é mercadoria, e o que estamos fazendo é ajudar a limpar a cidade”, diz ela.


As imagens me fizeram contar uma história de um espaço geográfico que foi historicamente construído para pessoas pobres, negras, com pouco grau de instrução e que vivem na mira da insegurança pública. A princípio com a proposta do ensaio fotográfico, eu não tinha a mínima ideia do que fotografar, mas a primeira ideia que me levou a pensar era em algo que seria próximo da minha realidade social. Foi então que surgiu a ideia de mostrar alguns lugares não visíveis no meu bairro.

Este ensaio fotográfico só me fez reforçar que devemos olhar para os locais periféricos, com um olhar onde tem pessoas resistentes aos desafios sub-humanos, da qual não merecem conviver em conformação dessa desigualdade socioeconômica, ambiental, entre tantas desigualdades. E também de não silenciarmos com a banalização do poder público para com a população brasileira. Contudo, é a partir do lugar que nos inserimos no mundo e passamos a compreendê-lo através do cotidiano, da relação familiar, educacional, trabalhista, do lazer etc. O conhecimento é a condição de transformação da realidade social e possibilidade de reforço da cidadania.


6- As linguagens da cultura digital: audiovisual Produção de Tutorial O objetivo do tutorial foi ensinar salvar fotos e músicas no Google Drive para as pessoas de todas as idades que não utilizam dessa ferramenta ou que não saibam salvar arquivos no drive. Para a criação do tutorial, foi baixado no Play Store do Smartfone, um aplicativo de gravador de tela chamado: Du Recorder e foi usado um microfone de lapela para gravar o áudio com qualidade. Além disso, foi criado um roteiro passa a passo explicando como salvar arquivos no drive.

O primeiro passo foi dizer o que é o Google Drive e as vantagens de usar essa ferramenta. O segundo passo foi explicar como salvar as fotos e as músicas no drive. As instruções foram as seguintes: 1º etapa criar uma conta no G-mail; 2º etapa: entrar no aplicativo drive; 3º etapa: criar uma pasta de fotos e abrir essa pasta; 4º etapa: fazer uplouad da foto na galeria do celular; 5º etapa: criar outra pasta, mas agora com o nome música e abrir a pasta; 6º etapa: fazer uplouad da música, clicando em áudio. Por fim, instrução de compartilhamento, download, edição de foto, renomeação de arquivos...


No início da atividade foi dificultoso ser objetiva na gravação do tutorial e no uso do aplicativo de áudio e tela. Porém com várias tentativas foi possível conseguir criar o tutorial.

O uso desse recurso tecnológico na escola pode ajudar a aproximar os alunos dos temas tratados em sala, além de servir como estímulo para o estudo. O professor pode usar o canal de vídeo para contar uma história aos alunos e oferecer a eles um material de apoio que possa ser consultado posteriormente

ou qualquer temática sobre alguma proposta curricular.

Veja aqui o tutorial!


7- As linguagens da cultura digital: Linguagem sonora Produção do Podcast na Educação O podcast produzido foi sobre a fábula do “Leão e o rato”, e foi direcionado para o público infantil como uma possibilidade de recurso didático para que o professor utilize como uma ferramenta de mediação de histórias em suas aulas.

O podcast foi realizado com o auxílio de um gravador de áudio do celular e editado pelo programa ApowerEdit que baixei da internet para o computador. Para a gravação do áudio utilizei um microfone de lapela para a melhor qualidade da narração da história e também para complementação foi baixado da internet alguns efeitos sonoros, algumas imagens para acompanhar o áudio da narração da fábula.


Depois de baixado o programa de edição de áudio fui fazendo o upload da gravação da história narrada, dos efeitos sonoros e das imagens. Em seguida organizei em sequências todos os elementos para o programa ApowerEdit até finalizar todo o processo de construção do podcast. Em seguida foi gerado o link em que compartilhei no YouTube e na plataforma Schoology da disciplina de Tecnologias e Educação.

As dificuldades encontrada no princípio foi de utilizar o programa de edição, até que encontrei o programa ApowerEdit e assistindo vídeo aula de como utilizar o programa que pude conseguir produzir o podcast. E além disso, para melhor aproveitamento desta atividade, pude ter a colaboração da monitora Roberta e do professor Valter Filé para esclarecer dúvidas. Ouça aqui a fábula do Leão e o rato!


8-Conclusão Para concluir deixo registrado que o curso sobre as novas tecnologias na formação de

professores permite que cada docente eleve o seu nível de conhecimento, aguce seu interesse na busca de inovações para que suas aulas, seus alunos e o próprio professor aprimorem-se. Não basta somente ter as ferramentas tecnológicas ao nosso alcance, mas é preciso conhecê las para poder desfrutar de suas funções de maneira crítica e reflexiva.

O curso proporcionou aproveitar ao máximo das propostas das vários linguagens da cultura digital. Assim também foi possível interagir com o professor e colegas de turma, a fim de trocar experiências, tirar dúvidas e adquirir conhecimentos sobre a disciplina para que futuramente , eu venha usar os recursos tecnológicos nas prática de ensino.


Entretanto é importante que nas escolas ocorra a aprendizagem colaborativa, porque essa

metodologia é um recurso da área da educação, cuja tendência é aprender coletivamente, onde um ajuda o outro dividindo opiniões, ideias, dúvidas, enfim. Além disso, a aprendizagem colaborativa oportuniza a capacidade de autonomia dos alunos. É uma forma de romper com as estruturas tradicionais de ensino, superando modelos ultrapassados que já não são condizentes com a nossa sociedade atual, nem às demandas e expectativas dos alunos.

Para melhorar a qualidade da disciplina sugiro que sejam feitas as manutenções nos

computadores, assim também sejam feitas as configurações na rede de internet para que os alunos possam ter acesso a internet de qualidade.


9 Referências Lévy, Pierre. Documentário:As formas do saber.SescTV.2012. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=3PoGmCuG_kc>.Acesso em: 1 de setembro de 2018. Lévy, Pierre. Cibercultura.Tradução de Carlos Irineu da Costa. 1º edição.São Paulo: Ed.34.1999. Lemos, André.O que é cibercultura?Programa educarede.2010. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=hCFXsKeIs0w>.Acesso em:15 de setembro de 2018.

CAMPOS, Patrícia Cavalaro. O retrato da invisibilidade de Santa Rita. Ensaio fotográfico. 2018. Disponívelem:<https://photos.google.com/share/AF1QipP9Bo0JczNJSCWN9d5p0THdnCXZu9SdBilrAxeW W5rmi_c-7GNdxUZsK8uud0fRHA?key=anlNQ2xzbGpZaFQyOHNaM3ZMVmVnN3BROXFxWmFR>. Acesso em 20 de Outubro de 2018.


CAMPOS, Patrícia Cavalaro. Tutorial. 2018. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=n0V71rPyx24&feature=youtu.be>. Acesso em: 23 de Novembro de 2018.

CAMPOS, Patrícia Cavalaro. Podcast- Fábula: O leão e o rato. 2018. Disponível em:<https://www.youtube.com/watch?v=QXmapKbxhes&feature=youtu.be>. Acesso em: 25 de Novembro de 2018.

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Esta revista digital tem a finalidade de apresentar as atividades desenvolvidas durante o curso de Tecnologia e Educação como requisito de c...

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