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REVISTA

ANO 1 - Nº 2

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ANO 1 Nº 2

Perfil A história de

Luiza Tavares de Almeida, a mais jovem amazona brasileira a ir às Olimpíadas

Cultura Após superar uma crise pessoal,

Selton Mello fala sobre seus novos trabalhos

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Polo Saiba mais sobre o esporte da realeza que foi parar na novela das oito

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Expediente

Sumário Tennis One

Editora

Tennis One #2

JB Pátria Editora Ltda. PRESIDENTE: Jaime Benutte DIRETOR: Iberê Benutte ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO: Gabriela S. Nascimento COMERCIAL: Walter Torres e Bete Costa ASSISTENTE COMERCIAL: Stephane Kalline JORNALISTA: Kelly Souza ESTAGIÁRIO: Luan Silva Revista Tennis One Jaime Benutte EDIÇÃO: Trilogia Comunicação e Arte Ltda. Mauro Malin, MTB 14887-67 EDITORA: Juliana Bianchi PUBLISHER:

Belatrix Ltda. Diretor de arte: Marcelo Paton Assistentes de arte: Gabriel de Moraes Luiz e Vivian Balardin PROJETO GRÁFICO E ARTE:

Colaboradores Claudio Rossi, Fabiano Cerchiari, Fernando Nabuco, Gabriela Ergas, Gladstone Campos, Mariane Morisawa, Priscila Prade e Raul Junior. REVISOR: Patrícia Pappalardo IMPRESSÃO: IBEP Gráfica TIRAGEM: 50 mil exemplares Empresa filiada à Associação Nacional dos Editores de Publicações, Anatec.

A revista Tennis One é uma publicação bimestral da JB Pátria Editora, localizada na Rua Flórida, 1.703, 11º andar, Brooklin, CEP 04565-001, São Paulo – SP. Tel.: (11) 5505-6065. www.patriaeditora.com.br Dúvidas ou sugestões: t1@patriaeditora.com.br Os textos assinados são da responsabilidade de seus autores. Não estão autorizados a falar pela revista, bem como retirar produções, pessoas que não constem neste expediente e não possuam uma carta de referência assinada pelo presidente.

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CAPA: FOTO:

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Luciana Prado Priscila Prade

ANTENA

Maria Prata e Bento Ribeiro mostram seu talento na televisão. Enquanto ela assume a edição da Fashion TV, ele arrasa na MTV

14 ESPORTE Praticado por nobres e membros da alta sociedade, o polo ganha espaço na mídia, atraindo novos jogadores

28 COMEÇAR Conheça todos os segredos do tênis e prepare-se para ser o próximo Gustavo Kuerten

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40 MODA Combinações cheias de estilo para transformar a academia numa passarela fashion

62 GASTRONOMIA

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Isabeli Fontana, Mariana Weickert e Ricardo Tozzi revelam suas hamburguerias prediletas em São Paulo

56 TURISMO Descubra as belezas intocadas do arquipélago de Los Roques, na Venezuela, e prepare-se para pegar muita onda

Em toda edição: 20 Perfil 36 Acerte o passo

72 ROTEIRO CULTURAL

52 Consumo

Elogiada por Caetano Veloso, a cantora Tiê revela seus programas culturais preferidos

66 Cultura 82 Vou de tênis www.t1.com.br

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Antena

MODA ELETRONICA ELETRÔNICA Editora-chefe do Fashion TV Brasil desde março, quando deixou o posto de editora de moda da revista Vogue, Maria Prata, 29, acompanhou pela primeira vez os desfiles da São Paulo Fashion Week com um olhar eletrônico. “Ainda estou entendendo todas essas diferenças. É uma mídia totalmente nova para mim.” Depois de estrear no canal com uma entrevista exclusiva do estilista Marc Jacobs, conseguiu imprimir uma roupagem diferenciada à cobertura de moda e levar o assunto ao grande público com uma linguagem acessível e um olhar curioso. “Nosso maior desafio foi atrair as pessoas que não têm absolutamente nenhum interesse por moda”, diz ela, que coordenou as entradas diárias dos desfiles na programação do canal.

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HUMOR NA VEIA

Fotos: Mario Siciliano

Mais conhecido por seu papel como Juca, par romântico de Claudia Ohana em A Favorita, Bento Ribeiro, 27, agora chama a atenção do público como apresentador do jornal nonsense Furo MTV. Ao lado de Dani Calabreza, o filho do escritor João Ubaldo Ribeiro vem mostrando que tem tino para a comédia. “Sempre gostei de fazer humor e estou me divertindo muito com o programa”, afirma. Sem poder voltar às novelas por conta do contrato com a MTV, ele trabalha agora para trazer para São Paulo a peça Zapeando, na qual atua, assina texto e direção. Mas quem vê a boa forma do ator em cena não imagina que ele já chegou a pesar 140 kg, praticamente metade do que pesa hoje. “Emagreci fazendo exercícios e fechando a boca. E hoje mantenho o peso com corridas e um pouco de musculação.” Está dada a dica.

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Antena

Foto: Divulgação

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SOTAQUE ESPANHOL Os chefs espanhóis Sergio e Javier Torres ainda nem conseguiram dominar o português e já começam a agregar um novo sotaque em seu “portunhol”. Depois do sucesso do restaurante Eñe em São Paulo, a dupla escolheu o Rio de Janeiro para abrir sua primeira filial no Brasil. De frente para o mar, a nova casa fica no hotel Intercontinental, em São Conrado. No cardápio, tapas surpreendentes como os croquetes de presunto serrano e as vieiras com espuma de salsinha, paellas e o leitão crocante com maçãs. A inauguração aconteceu poucos meses depois de os irmãos fixarem bandeira também em Barcelona, onde assinam o cardápio do restaurante Dos Cielos. Para garantir o mesmo padrão de excelência em todos os cantos, os chefs contam com a tecnologia, que lhes permite fazer reuniões semanais com as três equipes via internet.

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Foto: Fernando Cavalcanti

ESTILO NAO NÃO TEM IDADE Depois de conquistar as mamães – entre elas, Fernanda Lima, Isabeli Fontana e Didi Wagner –, a estilista Cris Barros também vem fazendo sucesso entre os pequenos com a linha Mini. O que começou apenas como uma versão em tamanho reduzido das roupas feitas para os adultos agora também conta com peças exclusivas, seguindo a mesma tendência já indicada pelas grifes Kenzo, Ralph Lauren e Dior. Destinada a crianças de zero a 12 anos, a coleção infantil também é voltada aos meninos, uma novidade para a marca conhecida por seus modelos ultrafemininos. Longe das passarelas da semana de moda de São Paulo, a marca apresentou suas novas coleções adulto e infantil em evento independente. www.t1.com.br

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Esporte

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Partida disputada no evento Polo Day na Hípca Paulista

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obby do príncipe Charles e esporte preferido do personagem Raj, na novela global Caminho das Índias, o polo atravessa gerações e atrai cada vez mais adeptos no Brasil. Mesmo ainda sendo pouco conhecido do grande público, o esporte já conta com grandes atletas que posicionam o país entre os quatro melhores do mundo, atrás apenas de Argentina, Estados Unidos e Inglaterra. Praticado por membros de famílias nobres e tradicionais, o polo não é restrito às classes sociais mais abonadas. Palavra do vice-presidente da Confederação Brasileira e fundador da Federação Paulista de Polo, Ronald Kenneth Scott. – Anos atrás este era um esporte disputado por uma minoria que podia comprar cavalos. Hoje, tem gente que cria seus próprios animais. Os equipamentos, que antes eram importados, já estão à venda no Brasil, diz. A rotina de treinos do atleta inclui viagens para jogos amistosos em outras cidades e exercícios para fortalecer a musculatura. Cuidados essenciais com os animais – como aluguel de cocheiras, alimentação adequada, veterinário e ferreiro – ainda engrossam a lista de despesas.

Praticado pela realeza, o polo mistura agilidade, equilíbrio e força sobre o cavalo Kelly Souza

Fotos: Gladstone Campos

Handicap alto garante a excelência do jogador Ricardo Mansur, 34, não revela custos, mas garante que seus 15 cavalos destinados ao jogo “recebem um ótimo tratamento, desde a melhor acomodação até a melhor ração”. Tudo bancado pelos patrocinadores, em um caso raro dentro do esporte. – Minha visibilidade social e os prêmios que já conquistei trazem um bom retorno às marcas – diz o jogador, que começou a treinar na adolescência, por influência da família, e hoje se orgulha de ter sete gols de handicap – pontuação de -1 a 10 definida por um comitê técnico de acordo com o desempenho de cada jogador nas temporadas. Mansur lembra que é essencial poder dedicar tempo ao esporte. “Treino, em média, cinco vezes por semana.”

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Esporte

Betina Hoffman defende a participação feminina no esporte

A cada partida de 42 minutos é preciso trocar de cavalos cerca de seis vezes Há indícios de que tenha surgido na Ásia. “No início do século XIX, o jogo era disputado na Índia, mas com a colonização, foi adaptado pela Inglaterra e tornou-se conhecido pelo mundo com as regras impostas pelos ingleses”, explica Scott. – É também um jogo comum entre oficiais do Exército. No Rio de Janeiro há dois campos na Vila Militar. Para jogar, cada polista deve ter cerca de seis cavalos, um para cada tempo de partida, que dura sete minutos cada, com intervalos de três minutos. “O cavalo sai exausto do campo”, diz Scott. O animal mais indicado para o jogo é o puro-sangue inglês. “Além de ser mais leve ele tem baixa estatura, é ágil e de boa índole”, explica o veterinário Renato Nogueira Almeida.

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Cada partida é disputada por oito cavaleiros divididos em dois times que ocupam posições semelhantes à do meio-campo, atacante e zagueiro. Não há um time fixo e os jogadores se agrupam por afinidade ou handicap. Em uma arena com 275 metros de extensão e 140 metros de largura – pouco mais de dois campos de futebol –, é preciso acertar, com um taco, uma bola de oito centímetros de diâmetro, e levá-la ao gol – uma trave de 7,5 metros de altura. Dois juízes montados, acompanham a partida. Vence quem fizer mais gols. Principal torneio da modalidade, o Campeonato Mundial de Polo ocorre a cada três anos. A edição mais recente foi no México, em 2008.

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Investimentos na infraestrutura apontam o crescimento do polo Se hoje o esporte conta com cerca de 600 jogadores e 50 campos em clubes particulares no Brasil, em poucos anos o cenário poderá ser diferente. Com a crescente procura dos atletas, a oferta de espaços para se praticar também tem crescido. Só no Helvetia Polo Country Club, um dos mais importantes clubes de polo do país, localizado em Indaiatuba, interior de São Paulo, foram construídos dez novos campos em 2008. Tamanho investimento tem justificativa. É lá que treina grande parte dos polistas brasileiros e onde ocorre o principal campeonato nacional, o Aberto do Estado de São Paulo, na categoria 25 handicaps. “Trata-se de uma prova superimportante, mas que praticamente não tem divulgação”, queixa-se a polista Rosa Junqueira Camargo.

Esporte exige força, mas também atrai as mulheres Primeira mulher a participar de campeonatos de polo no país, Rosa entrou em campo para disputar oficialmente uma partida há 23 anos. Não parou mais, mesmo tendo de jogar em times mistos. “Para a minha família isso sempre foi natural. Algumas pessoas não entendem, mas ajudei a abrir as portas para as mulheres no esporte.” Betina Hoffmann, 35 anos, jogadora há três anos, defende a adesão ao polo 100% feminino. “Temos que acabar com esta visão de que só eles podem jogar bem”, diz a polista, que aos três anos de idade já montava, na fazenda da família, no Sul do país. Apesar de ter cinco cavalos dedicados ao esporte, Betina não mantém uma rotina rígida de treinamento. – Treino apenas no fim de semana, quando posso, pela alegria de voltar a montar. É um esporte que, apesar de exigir tempo e dinheiro, recompensa pelos amigos que você faz e pelos lugares que você conhece. Rosa concorda que os ambientes de treino e jogos de polo são propícios para se fazer grandes amizades, e por isso torce para que sua filha mais velha aprenda a gostar do esporte. Mas, se isso não acontecer, sabe

Rico Mansur treina em média cinco vezes por semana para manter o desempenho

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Esporte

que a tradição familiar não será perdida. “Meu filho de 22 anos também joga. Em casa a gente fala de polo, cavalo e fazenda o tempo todo”, diz. Com toda experiência de quem cresceu acompanhando o esporte, ela garante que as disputas não ficam apenas no campo. “Tem rivalidade entre famílias, times e principalmente países.”

Jogador profissional, João Paulo Ganon vê o esporte como terapia

Jogadores brasileiros são destaque no exterior Considerado o país número um do polo, a Argentina começou a desenvolver o esporte e investir na criação de cavalos já no século XIX, e hoje possui os jogadores de maior handicap do mundo. “O polo na Argentina é o futebol do Pelé no Brasil”, compara Ronald Scott. “Lá, o polo tem mais de 3 mil jogadores.” João Paulo Ganon, 32, que desde os 11 anos participa de torneios e todo ano joga no exterior, não hesita: – Fico mais à vontade para jogar no Brasil, mas no segundo semestre de 2009 vou disputar a temporada na Argentina, que é onde está a elite do polo mundial, diz ele. Viajar e estar em contato com a natureza, para ele, é fundamental”. “É uma terapia. Estou sempre em lugares bonitos, rodeado por campos, fazendas, e claro, o animal espetacular que é o cavalo.” E os benefícios não param por aí. Jogar polo, segundo os atletas, melhora a coordenação motora, aumenta a concentração e o raciocínio. “Você tem frações de segundos para decidir uma jogada, precisa estar atento ao jogo o tempo todo”, diz Ganon. – A maior dificuldade é montar bem. Depois, você esquece que está em cima do cavalo. Eles são suas pernas -- completa o jogador, que tem oito gols de handicap.

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Foto: Raul Junior

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Pódio

nas mãos Mais jovem amazona a competir em uma Olimpíada, Luiza Tavares de Almeida retoma a rotina de estudos sem abrir mão dos treinos sobre o cavalo Kelly Souza

Acostumada a montar desde os dois anos, Luiza Tavares é destaque brasileiro no adestramento

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dia 13 de agosto de 2008 ficou marcado para sempre na mente da adolescente Luiza NovaesTavares de Almeida, de 17 anos. Nessa data, montada no puro-sangue lusitano Samba, ela entrava para a história como a mais jovem amazona a participar de uma Olimpíada. Marca que pertencia ao campeão Rodrigo Pessoa, que estreou nas Olimpíadas em 1992, aos 19 anos. Dias depois, ela sairia das arenas de Pequim como a melhor adestradora brasileira na competição. Mas o dia de glória não surgiu à toa. A relação de Luiza com os cavalos vem de berço. “Meu pai cria cavalos, minha mãe salta e meus irmãos competem em provas de salto e adestramento”, conta. Ela garante que aos dois anos já montava como gente grande e, aos cinco, ensaiava sua participação em pequenas competições de salto. O adestramento, modalidade em que se destacou, é que veio mais tarde, depois dos 12 anos, “para corrigir problemas de postura. Mas me apaixonei e decidi continuar”. Os treinos ao lado da família – a irmã Thaisa, de 19 anos, quase se classificou para as Olimpíadas, mas atualmente “pega leve com o esporte e dedica-se à faculdade de economia”, e os irmãos gêmeos Manuel e Pedro, de 13 anos, disputam provas de salto fora do país – ajudaram na formação da carreira meteórica. www.t1.com.br

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Perfil

Fotos: Arquivo pessoal

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Deixada inicialmente fora do time brasileiro de adestramento nos Jogos Pan-Americanos do Rio, em 2007, ela foi chamada para integrar a equipe reserva uma semana antes da abertura das competições, e alçada a titular 24 horas antes do início das provas, devido ao repentino corte de um dos atletas. – Saí-me bem e ganhamos a medalha de bronze – diz Luiza, que ajudou o grupo a quebrar um jejum de 24 anos sem medalhas. – Depois disso, me dediquei totalmente aos treinos para a classificação nas Olimpíadas. Ela não pensou duas vezes em interromper momentaneamente os estudos para se dedicar exclusivamente aos treinos. – Participar das Olimpíadas é o sonho de qualquer atleta, minha família sabia que eu não poderia perder essa chance – argumenta Luiza, que foi, então, morar na Alemanha com seu treinador, o belga Johan Zagers. A atleta ficou na Europa até maio de 2008, quando, de volta ao Brasil, participou das provas seletivas que a levaram à tão sonhada competição olímpica. Passaporte para a China garantido, ela já não pensava somente na disputa. “Gosto de viajar, e já visitei muitos países por causa das competições, mas nunca havia ido para a Ásia”, diz. Ter trocado experiências com atletas de diversos lugares, em um país de cultura tão rica, faz

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Foto Raul Junior

Do Rio a Pequim com escala na Alemanha

Em São Paulo, os treinos são diários; abaixo, imagems das primeiras conquistas sobre o cavalo

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Rotina inclui cavalgadas diárias parte das lembranças da amazona. “A ida à China foi um grande momento da minha vida, não só pela Olimpíada, mas também porque pude conhecer outras tradições.” Passada a euforia da competição, e já de volta a São Paulo, teve que encarar as responsabilidades de estudante: – Fiquei um mês sem treinar, porque meus pais queriam que eu me dedicasse à escola, já que havia perdido um ano. E mesmo por apenas trinta dias, ela afirma que não foi nada fácil ficar longe de Samba:

– Minha vida é meu cavalo. Quando fico sem treinar sinto muita falta, pois o esporte sempre fez parte do meu dia a dia. Atualmente, sua rotina inclui aulas das oito da manhã às três horas da tarde, em uma escola americana em São Paulo, de onde segue para os treinos na Hípica Paulista. Lá, Luiza fica cerca de duas horas, diariamente. Nos fins de semana, aproveita as viagens até a fazenda da família, localizada na cidade de Itu, no interior paulista, para cavalgar ao “pôr-do-sol mais bonito do mundo”. www.t1.com.br

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Foto: Raul Junior

Na Hípica de Santo Amaro, cuidados com o cavalo

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Fotos: Arquivo pessoal

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Acima com os irmãos e o pai, Manuel Tavares de Almeida Filho; ao lado, Luiza durante prova de adestramento

Pan-Americanos de 2011 e Olimpíadas de 2012 são as próximas metas Luiza continua a garantir seu espaço nas competições. Em janeiro deste ano, foi a primeira brasileira a vencer o Concurso Internacional de Dressage [adestramento], na Flórida. Na mesma ocasião, conquistou uma das duas classificações necessárias para compor a equipe que representará o Brasil nos Jogos Equestres Mundiais de 2010, em Kentucky, nos Estados Unidos. – Minha próxima meta é conquistar a segunda classificação necessária para o Mundial de 2010. A atleta, que já pensou em ser veterinária, advogada ou médica, não tem muitas certezas em relação ao que vai fazer quando sair da escola. Mas quando o assunto é hipismo, sabe o que quer. “Já penso nos Jogos Pan-Americanos do México, em 2011, e claro, nas Olimpíadas de Londres, em 2012.”

Bate-bola O que te irrita? Esperar. Odeio esperar! O que te conquista? Um sorriso. O que te deixa triste? Discutir com alguém que gosto. Para relaxar? Música. Um programa entre amigos? Jantar, balada. Um programa em família? Assistir a um filme e comer pizza no domingo. Uma viagem inesquecível? Paris, minha cidade preferida. Amei! Seriado? Gossip Girl. Filme? Diamante de Sangue.

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Foto: Claudio Rossi

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Segunda colocada no ranking nacional infanto-juvenil, Beatriz Haddad Maia não abre mão dos exercícios fora da quadra.

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Match

point

Com coordenação motora , agilidade e fôlego é possível fazer sucesso no esporte que alçou Gustavo Kuerten ao estrelato

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o começo, lá no fim do século XII, era apenas a bola de couro batendo contra a palma da mão. Mas o esporte, que caiu no gosto de reis e imperadores europeus, evoluiu rapidamente para a raquete e a bola de borracha recoberta de feltro, dando assim a cara com que conhecemos hoje o tênis. Sorte dos jogadores profissionais, que chegam a sacar a 240 quilômetros por hora, como fazem os campeões Rafael Nadal, da Espanha, e Roger Federer, da Suíça. Mas quem pretende começar a praticar o esporte não precisa se assustar com tamanha velocidade. O mais importante é afinar a coordenação motora, a agilidade e o fôlego para bater bola com os amigos. Afinal, o jogo, praticado por dois adversários ou por duas duplas adversárias em quadras de 23,77 metros de comprimento por 8,23 metros de largura, dividida por uma rede de 91,5 centímetros de altura, só precisa de bola e raquete para acontecer. O objetivo é rebater a pequena bola de cerca de 6,5 centímetros de diâmetro para além da rede, com ajuda da raquete. Do outro lado, o adversário precisa rebater antes que a bola toque duas vezes no solo.

Foto: Claudio Rossi

DIFERENTES TIPOS DE QUADRA PARA DIFERENTES TIPOS DE JOGOS A habilidade dos jogadores ao logo do tempo e o piso da quadra é que vão ditar o ritmo da partida. Isso porque o tipo de material usado para recobrir o solo influenciará diretamente no grau de atrito ou amortecimento da bola a cada tacada. Quadras de saibro, feitas com pó de tijolo, como as utilizadas em Roland Garros, na França – um dos torneios mais disputados do mundo –, deixam os jogos mais lentos, porém com bolas mais altas. Já as de material sintético – como as do Austrália Open –, cimento (US Open) ou grama (Wimbledon) não absorvem tanto o impacto, o que deixa a troca de bolas mais rápida e agressiva. – As quadras de saibro são muito boas para aprender a jogar. Depois, para conhecer diferentes quiques de bola, deve-se ir para as quadras rápidas – diz Ivanildo Mondeck, diretor do departamento de tênis do Esporte Clube Pinheiros, em São Paulo. www.t1.com.br

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Começar

Para o campeão Fernando Meligeni o mais importante é se divertir com o esporte

Fotos: Alpha Im agem

PREPARE-SE PARA JOGAR Não há idade certa para começar a aprender os fundamentos do tênis. Campeões como Gustavo Kuerten e Fernando Meligeni iniciaram-se no esporte com seis e dez anos, respectivamente. Mas nada impede que se empunhe uma raquete pela primeira vez na adolescência ou depois de adulto. “Sempre joguei tênis porque gostava e me divertia. Aos poucos evoluí, ganhei jogos, e com isso fui virando tenista profissional”, diz Meligeni, que foi medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2003, semifinalista em Roland Garros e chegou a ocupar a 25ª posição do ranking mundial. Com perda média de 460 calorias a cada hora de jogo, antes de entrar em quadra o praticante precisa estar bem alimentado e em boa forma física para bater mais forte na bola, correr mais que o adversário, suportar os desgastes das partidas e, acima de tudo, evitar lesões. Segundo o fisioterapeuta Felipe Takatsu, as mais comuns são na região lombar, “uma vez que os jogadores ficam muito tempo com a perna flexionada e precisam mudar a direção do tronco muito rapidamente, o que, se mal trabalhado, pode gerar dores fortes nas costas”. Por isso, exercícios de musculação, alongamento e corrida são fundamentais para preparar o corpo fora das quadras, como faz a atleta Beatriz Haddad Maia, 13, segunda colocada no ranking nacional da categoria infanto-juvenil feminino. Além de treinar de duas a duas horas e meia de tênis, três vezes por semana, ela enfrenta mais uma hora e meia de exercícios físicos quase que diários para estar sempre em sua melhor forma.

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BATE-BOLA SOLITÁRIO PARA GANHAR CONFIANÇA

Foto: Claudio Ro ssi

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Corpo preparado, é hora de aprender a manusear a raquete corretamente e assim ter domínio da bola. O primeiro passo é começar a bater bola com a parede. “No paredão você repetirá o movimento dos golpes muitas vezes e o cérebro aprenderá a contatar a bola”, afirma o professor de tênis Fernando Segal. “Conforme for ganhando confiança, vá se afastando aos poucos da parede, até ficar distante o bastante para entrar na quadra”, ensina ele, que recomenda a prática por 30 minutos. A estudante de educação física Renata Oller, 21, que começou a jogar tênis aos dez anos, influenciada pelo pai e pelo irmão, ainda hoje costuma repetir o exercício para corrigir alguns movimentos. “No paredão é você com você mesmo. Pelo barulho que a bola faz na parede você sabe se ela foi lançada mais forte ou mais fraca do que deveria, e a partir disso pode controlá-la”, diz. Quando estiver mais seguro para jogar na quadra, repita os movimentos com gestos amplos e muita concentração, e tente jogar a bola para o outro lado da rede, fazendo-a passar a dois metros de distância do chão. Aos poucos vá aumentando o ritmo e a força dos golpes até sentir que tem total controle dos movimentos. Na hora de rebater, foque sempre na bolinha desde que ela sai da raquete do adversário. Isso lhe dará uma ideia de para que lado ela irá e com que velocidade. “O tênis é um esporte de tempo e espaço, ou seja, você tem que estar no tempo da bola e saber o lugar certo de tocar e lançá-la. O cérebro precisa ajustar a raquete à bola”, afirma Segal. Outra boa forma de aprender todos os movimentos é gravar os jogos que passam na televisão e assisti-los diversas vezes em câmara lenta. Depois, é só tentar repeti-los em quadra e treinar bastante até aperfeiçoá-los.

A estudante Renata Oller, 21, quer transformar o hobby em profissão

ACERTE NO EQUIPAMENTO E ACESSÓRIOS Quando se está começando, tudo que torna o jogo mais lento e por isso mais tranquilo é bem-vindo. Além do tipo de quadra, outros fatores podem contribuir para facilitar o aprendizado. O primeiro passo é escolher uma raquete leve, com a cabeça (nome dado à parte com cordas) maior, cabo com diâmetro proporcional ao tamanho da mão para garantir uma pegada firme e cordas levemente afrouxadas. Da mesma forma, as bolinhas podem ter sua pressão in-

terna reduzida em até 50%, o que as tornará mais flexíveis e deixará o jogo quase que em câmera lenta, dando tempo ao iniciante para calcular o espaço e a força com que deve impulsionar a raquete. Vale lembrar que as bolas têm vida útil curta e devem ser trocadas mensalmente. Por fim, fique atento ao tênis que colocará nos pés. Muitas marcas, como Adidas, Nike e Lacoste, têm modelos próprios para o esporte, que dão firmeza e facilitam as bruscas mudanças de direção. www.t1.com.br

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Começar

Foto: Fernando Willadino

Gustavo Kuerten, que começou a jogar aos seis anos, tornou-se um dos principais campeões brasileiros no esporte

ENTENDA O BÊ-Á-BÁ DO JOGO Ace – Ponto obtido com saque em que adversário não consegue tocar na bola. Approach – Golpe que permite que o jogador chegue à rede. Break – Quando se ganha a partida iniciada pelo adversário. Break point – Ponto que favorece o recebedor e pode conduzir ao break. Deuce ou vantagem nula - Palavra de origem francesa, usada acima de 40 pontos para dizer que o placar está empatado. Drive – Qualquer golpe dado no fundo da quadra. Drop shot ou deixadinha – Deixar a bola cair bem próximo à rede do lado adversário. Falta – Erro no saque. Seja jogar a bola na rede ou para fora da quadra, ou pisar na linha de fundo. Cometer dois erros consecutivos dá direito de saque ao adversário. Forehand – Golpe dado com a palma da mão que segura a raquete (direita, para destros) virada para fora.

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Grip ou empunhadura – Cabo da raquete. Termo também usado para indicar o material de que é feito e seu tamanho. Match point - Ponto que define a partida. Out – Quando uma bola vai para fora da quadra. Passada – Golpe em que se joga a bola fora do alcance do adversário que está na rede. Saque – Golpe que dá início à partida. Set – Unidade de divisão de uma partida. Cada set é formado por seis games, cada um com quatro pontos contabilizados da seguinte forma: 0,15, 30, 40. Para vencer o set é preciso ter vantagem de pelo menos dois games. Tie-Break – Série iniciada quando os jogadores estão empatados em seis games. Para vencer é preciso abrir dois pontos de vantagem. Voleio – Quando se rebate a bola antes mesmo de ela tocar no solo. Geralmente dado próximo à rede.

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Estilo rua

Fashion run Michael Jackson serviu de trilha sonora para a corrida de cinco quilômetros em torno do shopping Iguatemi de São Paulo no início de julho. O evento reuniu os esportistas mais fashion da cidade Fotos: Fabiano Cerchiari

Luciana Valerio e Sintia Braga Fernanda Jozsef e Eduardo Schulan

Alessandra Sudbrack

Marcella Costa Alana Macedo e Dora Oliveira

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Patricia e Viviane Barbosa

Janaina Simon

Pedro Jereissati, Patricia Assui e Carlos Jereissati

Lucas Garcia

Lira Padovan e Flavio Barbosa

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Agenda

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Acerte o passo Conheça algumas das provas de rua mais disputadas dos próximos meses e anime-se a correr

AGOSTO

Dia: 16 Prova: 4ª etapa do Circuito das Praias Distância: 10 km Cidade: Riviera de São Lourenço (SP) Inscrição: www.circuito daspraias.com.br

Dia: 29 Prova: Meio Ironm an Brasil Distância: 1,9 km de natação, 90 km de ciclismo e 21,1 km de corrida Cidade: Penha (SC ) Inscrição: www.m eioironmanbrasil.com .br

Fotos: Claudio Rossi

Depois de passar por Peruíbe, Itanhaém e Bertioga, o circuito que alia a corrida a belas paisagens e à brisa do mar chega à Riviera, onde tudo começou. No trajeto, pistas de terra, areia e bloquetes, que podem ser vencidas com caminhadas, corridas de revezamento ou individuais.

TC ore W Dia: 6 orrida Corp C : Prova km P) cia: 8 Distân São Paulo (S re.org.br : o e p r d o a .c id C : www o ã iç r Insc

Dia: 6 Prova: Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro Distância: 21 km Cidade: Rio de Janeiro (RJ) Inrscrição: www.yescom. com.br

O MBR SETE

A prova que está para o Rio como a São Silvestre para São Paulo espera reunir mais de 15 mil corredores, entre eles muitos artistas da Rede Globo e os campeões Marilson Gomes dos Santos e Maria Zeferina Baldaia. O percurso passa pelas praias do Leblon, Ipanema e Copacabana, até chegar no Aterro do Flamengo.

Dia: 13 Prova: Corrida pela Paz Distância: 4 e 6 km Cidade: São Paulo (SP) Inscrição: www.yescom.com .br

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Dia: 3 Prov 0 a: C ircui de C to o da C rridas aixa Dist â 5 e 1 ncia: 0 Cida km d Aleg e:Porto re (R Insc S) ri www ção: caix .circuito a.co m.b r

Dia: 19 9 Prova: 2ª etapa da Corrida Infantil Corpore Distância: Profissional (1,5 km de natação, 40 km de ciclism o e 10 km de corrida), Am ador (750 m de natação, 20 km de ciclismo e 5 km de corr ida) Cidade: São Paulo (SP) Inscrição: www.yescom.com .br

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n de Triathlo Dia: 20 féu Brasil o , 40 km Tr o ão d aç a p at n eta ,5 km de (1 Prova: 4ª al 0 m de n 5 io (7 or : Profiss rrida)Amad co Distância e d rrida) o e 10 km km de co de ciclism ismo e 5 cl ci e d 20 km natação, ) antos (SP S : e d l.com a id C .trofeubrasi w w w : o Inscriçã

Dia: 20 Prova: 17ª Maratona Pão de Açúcar de Revezamento Distância: 42 km Cidade: São Paulo (SP) Inscrição:www.maratonade revezamento.com.br

Terror dos técnicos e das planilhas de treinamento, as provas de revezamento têm atraído cada vez mais gente por seu lado lúdico e espírito de equipe. Liderada pela família Diniz, a prova que tem largada em frente ao Parque Ibirapuera costuma contar com estrelas do esporte como Franck Caldeira e Vanderlei Cordeiro.

Dia: 26 Prova: Desafio do Pico de Itapeva-Campos do Jordão Distância: 48 km Cidade: Campos do Jordão (SP) Inscrição:www.corpore.org.br

ento vezam e R e e s d 0md Serie thlon mento (50 ntes (300 m ia B 6 a 2 a d Dia: revez antil e inicia tapa f : 4ª e ual e Prova ia: Individ corrida), In nc de ) a m id r k r Distâ r 3 de co om.b ão e ento.c nataç ção e 2 km P)) m a z ve ta (S adere de na : Guarujá araton e d .m a d w i C ww ição: Inscr

É preciso estar muito bem preparado para encarar esse desafio. Com grandes distâncias e belos cenários, a prova acontece nas estradas de asfalto e terra que unem o centro de Campos do Jordão ao Pico do Itapeva, o que significa sair de uma altitude de cerca de 1.500 metros para pouco mais de 2 mil metros.

Dia: 27 uito das Prova: Circ didas A s e õ aç Est 10 km : a Distânci : e d a Cid (SP) São Paulo : o çã ri sc In itodas www.circu m.br co s. e o ac est

Dia: 27 km uper 40 Prova: S to n e zam de Reve m ia: 40 k Distânc (DF) ia íl s ra :B Cidade o: Inscriçã r40.com.br pe u .s w ww

Dia: 20 Prova: Meia Maratona de Revezamento Distância: 21 km Cidade: Salvador (BA) Inscrição: www.yescom . com.br

Caixa idas da Dia: 27 de Corr o it u c ir C Prova: 0 km ia: 5 e 1 (CE) Distânc za m.br : Fortale ircuitocaixa.co Cidade .c w w o: w Inscriçã

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Vitrine

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Sapateiro Selecionamos os melhores tênis para você começar a correr sem se machucar. E lembre-se de escolher o modelo certo para o seu tipo de pisada

NEUTROS Nike Air Citius II + MSL Adidas Supernova Sup pernova Glide W

Nike Remix + II SL

Mizuno Wa Wave ave Runnerr 12 Pro Runne

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Asics Gel Kinetic 2

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Fotos: Fabiano Cerchiari

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PRONAÇÃO Asics Gel Kayano 15

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SUPINAÇÃO NEUTRO-SUPINAÇÃO

Mizuno Wave Creation 10 Asics Gel Nimbus 11

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Moda

Alta

pulsação O guarda-roupa esportivo sai das pistas e academias para invadir as ruas em combinações dignas de passarela Fotos: Priscila Prade Styling: Luana Prade Make up & Hair: Daniel Brasil (First) Modelo: Luciana Prado (Elite Model) Produção Executiva: Kelly Marietto

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Legging Alto Giro, jaqueta Carlota Joakina, 贸culos de sol Benetton para Tecnol, t锚nis Adidas Gazelle 365

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Moda

Vestido Doc Dog, bolsa Puma, viseira acervo, tĂŞnis Adidas Hyperbounce

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Mai么 metalizado e short American Apparel, jaqueta Adidas, t锚nis Nike Shox Experience + 2

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Moda

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Body e legging Carlota Joakina, munhequeiras American Apparel, tĂŞnis Mizuno Wave Creation 10

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Moda

Mai么 metalizado American Apparel, parka Puma, rel贸gio Puma Time, t锚nis Olympikus Oxigen Performance

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Hot pant e colete Gloria Coelho, top Alto Giro, rel贸gio Guess, t锚nis Keds Perfect prata

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Moda

Calça Stella McCartney para Adidas, regata Adidas, viseira e munhequeira American Apparel, bolsa Stella Mc Cartney para LeSportsac, relógio Chilli Beans, tênis Asics Gel Nimbus 10

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Consumo

Objeto de

Fotos: divulgação

Desejo

Depois de trazer as artes plásticas para sua coleção de luxo, chegou a vez de a Louis Vuitton reverenciar o futebol. Inspiradas no esporte, as novas bolsas masculinas Keepall 45 (R$ 15.900) e Neo Trocadero (R$ 11.300) prometem ser a sensação entre os fashionistas na Europa e Américas. Com alça de couro e grande espaço interno para carregar a chuteira e o uniforme, as bolsas trazem costuras semelhantes às de uma bola de couro, sobre o tradicional monograma da grife francesa. Os acessórios foram apresentados durante a semana de moda de Paris e devem chegar ao Brasil, em número reduzido, em agosto. Informações de venda pelo telefone: (11) 3088-0833.

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Luz no fim do túnel Para auxiliar na segurança dos aventureiros que gostam de praticar esportes à noite, a Petzl lançou a lanterna de cabeça Myo XP, que pode ser usada mesmo em noites de chuva. Com um led de alta potência, produz três níveis de iluminação branca – máximo, médio e econômico –, que chega a iluminar até 65 metros. Confortável e leve – 175 gramas com as pilhas –, vem com elástico ajustável e interruptores protegidos para que não acendam involuntariamente. Dependendo da intensidade de iluminação utilizada, a lanterna chega a funcionar por até 170 horas. À venda na Kailash (11-5051-4669), por R$ 520,89.

Personal trainer digital MP3, cronômetro e monitor cardíaco: a Mormaii reuniu essas três funções em um único aparelho, o Pulse. Para facilitar a vida de quem pratica esportes, o aparelho pode ser configurado para interromper a música por alguns segundos e informar ao atleta qual sua frequência cardíaca. Dependendo do resultado apresentado, o três em um sugerirá o aumento ou redução do ritmo e esforço nos exercícios. A medição dos batimentos cardíacos é feita via conexão sem fio entre o cinto peitoral e o monitor, e funciona por até oito horas seguidas. À venda no Submarino (www.submarino.com.br). Preço sugerido: R$ 499.

Laboratório fotográfico Quem tem um acervo fotográfico antigo sabe o quanto é duro ter de conviver com o risco de perder a qualquer momento suas memórias visuais para fungos e bolores. Mas o novo conversor de slides e filmes da Mevolution (www.mevolution.com.br) promete colocar fim à ameaça. Com capacidade para converter negativos em fotografias digitalizadas com resolução de até 5 megapixels, o novo dispositivo também ajusta automaticamente as cores das fotos. O kit ainda vem com software de edição, para você dar os retoques finais nas imagens. Por R$ 799. www.t1.com.br

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Consumo

Precisão virtual Após voltar à antiga condição de líder de vendas no mercado de videogames ao lançar o console Wii, em 2006, a Nintendo inova mais uma vez. A próxima versão da série Wii Sports, o Wii Sports Resort, trará no pacote o Wii Motion Plus, acessório com formato semelhante ao de um cubo, que melhora a precisão de movimentos e o tempo de resposta do jogo ao ser acoplado na parte inferior do Wii Remote – controle que capta os movimentos do jogador. Mudança preciosa para os jogadores de arco e flecha, basquete, luta de espadas, golfe, tênis e boliche virtual. A novidade, que vendeu mais de 350 mil cópias logo nos primeiros dias de lançamento no Japão, ainda não tem data para chegar ao Brasil. Quem não quiser esperar pode fazer seu pedido pela internet, no site da Amazon (www. amazon.com) Preço: US$ 47.

Liberdade resfriada Trabalhar com o laptop no colo nem sempre é uma boa ideia. Dependendo do tempo que se passa nessa posição, tanto o aparelho quanto o corpo podem começar a sofrer com o superaquecimento da máquina. Pensando nisso, a Belkin lançou dois modelos de apoios móveis com base refrigeradoras, cada qual concebido para diferentes estilos de usuários. Com design moderno e ondulado, o laptop Cooling Stand tem linhas finas, base rígida e um sistema de ventilação que melhora o resfriamento natural da ventoinha. Já o Cush Top tem sua base toda acolchoada, proporcionando maior conforto. Informações de venda no site www.belkin. com/br. Preço sugerido: R$ 129.

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Turismo

O Caribe

Foto: Fernando Nabuco e Gabriela Ergas

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tocado Ainda pouco frequentado por turistas, o arquipélago de Los Roques, na Venezuela, é o paraíso para quem gosta de velejar Fernando Nabuco e Gabriela Ergas (*)

primeira vez que ouvi falar em Los Roques, na Venezuela, foi em um DVD de kite surf protagonizado pelo ex-campeão mundial desta modalidade Martin Vari. Fiquei completamente hipnotizado com aquela água cristalina, misturada ao visual colorido dos kites (pipas, em inglês). Assim, em 2004, decidi conhecer pela primeira vez o paraíso. Arrebatado pela paisagem ainda mais linda ao vivo, não tive dúvida de que iria voltar. O que aconteceu em junho, época de ventos fortes, pouquíssima chuva e temperaturas agradáveis – sim, porque há meses em que o calor é quase insuportável. Para chegar à maior ilha, Gran Roque, é preciso pegar um voo regional de apenas 25 minutos que parte do aeroporto de Maiquetia, em Caracas. A princípio, tudo parece meio mambembe, do avião, que apelidei de aviônibus, tal a bizarrice de seu interior, à visão da torre de controle instalada em cima de um caminhão velho. Isso sem contar com o imprevisto de descobrir que mais da metade do equipamento de kite surf não tinha chegado com as bagagens porque o limite de peso é de apenas dez quilos por pessoa. Mas nada disso é suficiente para tirar o ânimo quando se tem à frente a visão de um dos mares mais azuis que já se viu e a perspectiva de poder velejar todos os dias. www.t1.com.br

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Turismo

Labirinto dos ventos em praias que convidam ao mergulho Localizado a 145 quilômetros de Caracas, no Mar do Caribe, o arquipélago de Los Roques foi declarado parque nacional em 1972, dada sua beleza e importância ecológica. Com cerca de 40 ilhas de diferentes formatos, além de atóis, penínsulas e bancos de areias, fica difícil eleger uma praia preferida. A única ilha povoada é a Gran Roque, onde é possível se hospedar e fazer gostosas caminhadas no fim de tarde. Não deixe de ir até o farol do século XIX, instalado no morro do lado oposto ao da pequena cidade. De lá se tem a visão do que deveria ser o Caribe há 200 anos: praticamente deserto e intocado. Também é possível avistar a ilha de Francisqui, que, apesar de ser a mais próxima de Grand Roque, está, sem dúvida, no topo da lista das mais bonitas. Outros lugares imperdíveis são as ilhas de Nordisqui, Madrisqui e Crasqui. Para conhecê-las basta se informar sobre o horário de saída

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das lanchas, que levam todas as manhãs para pelo menos duas praias diferentes, com permanência de duas horas em cada. O pacote normalmente inclui guarda-sol, cooler com comida e bebidas, e cadeiras de praia. Assim, basta levar raquetes de frescobol, material de mergulho para descobrir as belezas do fundo do mar, ou mesmo um livro para relaxar. Mas quem se interessa por velejar, pode fugir do esquema padrão e alugar uma lancha para levá-lo só para as praias que mais possibilitem a prática do kite surf, seja pela geografia ou direção dos ventos. Um dos melhores e mais distantes pontos é Cayo D’Água, a 50 minutos da ilha principal. Também é possível fazer boas manobras nos bancos de areia de Cayo Muerto e Saki Saki. Como por lá não há montanhas e o vento sopra em todas as praias e baías – daí o local ter sido apelidado de “labirinto dos ventos” –, é difícil voltar de um passeio sem ter aproveitado muito.

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Para não se meter numa fria – Quando chegar ao aeroporto de Maiquetia, em Caracas, tente embarcar no mesmo dia para Los Roques. Caso não seja possível, fale com seu agente de viagem aqui do Brasil para lhe arranjar o melhor hotel possível na região, mas não espere grande coisa.

Fernando Nabuco e Gabriela Ergas praticam kite surf

Cuidado com os detalhes é ponto alto na hospedagem Na ilha, não espere luxo. As acomodações são simples, mas supercharmosas e acolhedoras. Como as que encontrei na Villa Caracol e na Posada Caracol – esta de frente para o mar. Ambas em estilo mediterrâneo e comandadas por um dos muitos grupos italianos que dominam o setor hoteleiro local. É possível encontrar boas opções de peixes e frutos do mar – principalmente lagosta, uma especialidade local – nas próprias pousadas, que na maioria das vezes contam com cozinhas de ótima qualidade. Só não se esqueça de combinar o horário das refeições com antecedência. Destaque para o jantar da pousada Canto de la Ballena, uma das mais antigas do arquipélago. Capitaneado por uma das figuras mais populares e simpáticas do vilarejo, D. Nely, o restaurante da pousada une gastronomia de primeira à deliciosa visão do balé de pássaros que mergulham no mar em busca de alimento nos cardumes próximos ao píer. Depois do jantar, faça uma pausa para apreciar a noite estrelada tomando um mojito no bar ao lado da igrejinha próxima à pousada Canto de La Ballena, onde se pode apreciar o drinque ouvindo o som das ondas ou uma ótima música. Se a ideia é não tirar os pés da areia, é possível ir para o Acquarena, que instala pufes na praia para você papear com os amigos enquanto o espaço não se transforma na única balada local a tocar de house a bossa nova. Já quem curte um “forró local” vai encontrar reduto em alguns bares da praça principal. Mas não se anime muito. A noite geralmente acaba cedo em Los Roques. O que não chega a ser um problema, uma vez que o diferencial do local está na programação diurna e nos fins de tarde espetaculares. Aproveite também para conhecer o museu marinho.

– Cada pessoa só pode despachar dez quilos de bagagem. Sendo assim, se você for levar equipamento esportivo, prepare-se para a possibilidade de ficar sem ele por um dia. – Troque seu dinheiro no aeroporto, mesmo se estiver cansado da viagem. No arquipélago, qualquer coisa paga em dólar sai muito mais caro. – Não se esqueça do repelente. Uma espécie de microborrachudo, com uma picada ardida, costuma invadir as praias no fim de tarde, estragando o passeio. – Nunca entre num bar que esteja passando o seriado Chávez na televisão e comente: “Olha o Chávez!”. Você estará chamando o presidente deles de palhaço, uma vez que lá o seriado se chama El Chavo. Aconteceu comigo e quase apanhei!

QUEM LEVA Freeway Diving Pacotes de oito dias a partir de US$ 2.468 (aéreo + hospedagem em apartamento duplo + duas saídas para mergulho) Tel.: (11) 5088-0999 www.freewaydiving.tur.br.

(*) Fernando Nabuco é empresário do ramo imobiliário e praticante de kite surf há nove anos. Gabriela Ergas é empreendedora e aderiu ao esporte há um ano.

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Gastronomia

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Foto: Edu Mendes

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Top Saímos à caça dos melhores hambúrgueres de São Paulo para você não errar na escolha

burger S

ímbolo máximo do fast food americano, o hambúrguer deixou há muito de ser considerado trash food para entrar na categoria das comidinhas de conforto. Daquelas que caem feito uma luva na hora em que se quer comer algo saboroso, rápido e com uma boa dose de satisfação embutida. Feito com uma base simples – pão macio e disco de carne moída grelhada – o sanduíche possibilita as mais diversas combinações para agradar a qualquer tipo de paladar. Aceitando desde os clássicos queijo, salada e ovo frito até versões feitas com carne de carneiro e molho de menta, que passam longe dos exemplares servidos por redes como Mc Donald’s e Bob’s. Estamos falando de hambúrgueres de classe, feitos com ingredientes selecionados, em lanchonetes que valem a visita, ainda que não estejam no caminho.

Foto: Divulgação

Nem modelos resistem à tentação

A modelo Bruna Tenório: fã dos sanduíches da Lanchonete da Cidade

O fascínio gerado pelo quitute é tanto que não exclui nem top models acostumadas a uma dieta rígida e de baixas calorias, como é o caso da modelo Isabeli Fontana. – Adoro um hamburgão de madrugada. E peço logo um cheese-tudo para matar a fome – diz ela, que indica o sanduíche servido no Milk & Mellow. Ali, a especialidade são os clássicos cheese salada e cheese bacon egg, mas há variações mais requintadas feitas com hambúrguer de coxão mole e pepperoni ou com carne de picanha, queijo cheddar e molho agridoce. Para acompanhar, não deixe de pedir o premiado milk-shake da casa, nos sabores Ovomaltine, chocolate, morango, flocos, creme e coco. Já Bruna Tenório indica o hambúrguer de calabresa com provolone, servido na Lanchonete da Cidade. “Conheci há pouco tempo, mas quero voltar outras vezes. A mistura é maravilhosa.” Mas a grande vedete da casa é o Bombom, feito com 220 gramas de carne bovina grelhada no carvão, que também pode ser encontrado na versão “deluxe”, feita com kobe beef.

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Gastronomia

May Edelstein/ / MTV

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Pic Burger do Fifities, o preferido da Dani Calabresa

Uma das primeiras a oferecer hambúrguer de picanha na cidade, o famoso Pic Burger, a lanchonete The Fifties é também uma das mais lembradas. Na lista de frequentadores estão o cantor Junior Lima e as apresentadoras Adriane Galisteu e Dani Calabresa, da MTV. “Depois da balada é a hora certa para atacar aquele cheeseburger enorme, cheio de maionese, mas sem alface e tomate, porque tenho pensamentos de gordo”, diz Dani, rindo. Entre as versões que também fazem sucesso na casa estão os hambúrgueres de calabresa, de costelinha de porco com molho barbecue e queijo prato, o onion burger, feito com maminha, rodelas de cebola e creme de queijo, e o Arábia (cheeseburger com maionese no pão árabe), preferido do ex-VJ André Vasco. “Como não gosto muito do pão de hambúrguer tradicional, sempre peço no pão sírio. Fica uma delícia.

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João Sal Foto: Cauê Moreno e

Carne nobre faz a diferença

Miniburgers do General Prime Burger: a escolha de Fernando Scherer

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Hambúguer para ver e ser visto Outro local festejado para se jogar num hambúrguer de classe é o Ritz, eleito como o melhor de São Paulo pela apresentadora Mariana Weickert, pelo piloto Luciano Burti e pela atriz Carolina Dieckmann, que corre para lá quando está na cidade. “Adoro o hambúrguer deles a qualquer hora do dia, mas sem bacon”,especifica Carolina. O segredo está na carne, uma fraldinha grelhada e quase sem gordura, servida de forma generosa com acompanhamentos como molho béarnaise, raiz forte, sauce hollandaise, pancetta, queijo gorgonzola, emmenthal ou cheddar, alface, rúcula, tomate-cereja, molho apimentado e uma porção de fritas. “Como quase toda semana, mas gosto de pedir em casa”, diz o empresário Tato Malzone. Inaugurado em 2004, o General Prime Burger já nasceu com o objetivo de apresentar hambúrgueres diferenciados e não fez feio. Tanto que atraiu a atenção do nadador Fernando Scherer (“adoro as versões mini”) e do ator Ricardo Tozzi. No cardápio, hambúrgueres de picanha, fraldinha, cordeiro, vitelo, calabresa, frango e kafta. Para incrementar, molhos de funghi fresco, cebola glaceada, curry com maçã e chutney de manga e iogurte com hortelã.

Foto: Gustavo Scatena /Ag.Fotosite

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Mariana Weickert corre para o Ritz quando quer comer hamburguer

SERVIÇO General Prime Burger Rua Joaquim Floriano, 541, Itaim Bibi Tel.: (11) 3167-7489 Lanchonete da Cidade Alameda Tietê, 110, Jr. Paulista Tel.: (11) 3086-3399 Milk & Mellow Av. Cidade Jardim, 1085, Itaim Tel.: (11) 3168-4516 Ritz Alameda Franca, 1088, Jr. Paulista Tel.: (11) 3062-5830

Jubileu Burger, do Ritz, feito com queijo emmenthal e molho apimentdo

The Fifties Rua Tabapuã, 1100, Itaim Tel.: 3079-3019 – www.thefifties.com.br

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Cultura

Foto: Paula Huven

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Um novo

Selton Mello

Quase onipresente nos cinemas, o talentoso ator diz que superou uma forte crise pessoal e faz planos para 2009 Mariane Morisawa

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Fotos: Divulgação

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Com Alessandra Negrini em A Erva do Rato

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ano mal passou da metade e Selton Mello pode dizer com firmeza que este foi um dos mais intensos que já viveu. Desde o começo de 2009, lançou três filmes e pareceu ter o dom da onipresença. Além do já conhecido talento, tornou evidente sua versatilidade. Na comédia A Mulher Invisível, de Claudio Torres, é um rapaz que, chutado pela mulher, se apaixona pela vizinha belíssima. Personagem com o qual teve certa identificação. – Eu sabia como o Pedro era. Ambos conhecemos a solidão. Só que eu não criei uma mulher invisível para viver comigo – disse, entre risos, na época do lançamento. Selton não é casado nem tem namorada atualmente. “Acho que devemos viver a vida e, se o amor aparecer, estar disposto a recebê-lo. Mas, enquanto isso, mentiras sinceras são divertidas e preenchem um naco da nossa vida doida.” Em A Erva do Rato, inspirado em contos de Machado de Assis, foi dirigido por Julio Bressane, no papel de um homem obcecado que tem uma relação esquisita com uma mulher (Alessandra Negrini), enquanto a casa é invadida por um rato. Selton, que tem ojeriza aos roedores, foi poupado e somente Alessandra precisou travar relação mais estreita com o bicho.

Em Londres, ele viveu o papel do mineiro Jean Charles, assassinado no metrô

Ator se identifica com o personagem Jean Charles, um sonhador em busca de uma vida melhor Por fim, ainda encarnou Jean Charles de Menezes, o eletricista mineiro que se virava em Londres quando foi confundido com um terrorista e assassinado pela polícia inglesa, em Jean Charles, de Henrique Goldman. Originário das mesmas Minas Gerais, ele viu semelhanças com seu personagem. – Nasci no interior do estado, em uma cidade chamada Passos. Também fiz um movimento de tentar algo melhor para mim e para minha família. Também sou um sonhador, assim como foi Jean Charles de Menezes – diz Selton, que ficou dois meses na Inglaterra. Nesse período, teve a chance de conviver de perto com os imigrantes brasileiros, indo a churrascos, feijoadas, casas noturnas que tocam forró. Aproveitar a cidade, mesmo, não conseguiu. Estava totalmente focado no trabalho, que leva muito, muito a sério. – Me dedico muito, sou concentrado, tenho um respeito enorme pela minha profissão. Sou capricorniano, sempre vou querer melhorar mais e mais. www.t1.com.br

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Cultura

Fotos: Denis Netto

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Durante as filmagens da comédia de Cláudio Torres, identificação com o personagem

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Dedicação à carreira vem desde o início como ator-mirim em novelas Tem sido assim desde que começou, como ator-mirim de novelas. O garotinho de cabelos encaracolados e vozinha rouca ficou conhecido por personagens como Raimundo, da novela infanto-juvenil Braço de Ferro, exibida pela Bandeirantes, em 1983. Jovem, encarou tipos como o perturbado Vitor de Tropicaliente e Emanuel, um rapaz com problemas mentais, em A Indomada, ambas da Rede Globo. Mas conquistou de vez o público ao fazer sujeitos engraçados como o Chicó da minissérie O Auto da Compadecida, depois transformado em longa-metragem, e pelas participações em seriados cômicos como Os Normais, Os Aspones e O Sistema. Depois do ano 2000, no entanto, Selton Mello foi visto cada vez menos na tela pequena e cada vez mais na tela grande – não dá as caras em novela

desde A Força de um Desejo, de 1999. Sua predileção pelo cinema não é segredo para ninguém. Foi o intenso André em Lavoura Arcaica, de Luiz Fernando Carvalho, e o divertido Leléu, o mocinho malandro de Lisbela e o Prisioneiro, de Guel Arraes. Viveu o fascista Salesiano de Carvalho em Garotas do ABC, de Carlos Reichenbach, e o porra-louca Bob em Árido Movie, de Lírio Ferreira. Interpretou Lourenço, o comerciante de objetos usados obcecado por certa parte da anatomia feminina, em O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia, e o traficante de drogas classe média João Estrella em Meu Nome não é Johnny, de Mauro Lima. Em busca de um novo estímulo nessa carreira já longa, arriscou-se em seu primeiro trabalho atrás das câmeras. Feliz Natal é um drama familiar pesado e trágico, passado na noite de 24 de dezembro.

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Acima, cenas do filme A Mulher Invisível

Fotos: Divulgação

Sucesso na carreira não impediu crise pessoal Mas mesmo com tantos projetos de destaque, o momento pessoal não era lá do melhores. Nos últimos tempos Selton Mello viveu maus bocados. Com apenas 36 anos de idade, mas impressionantes 25 de carreira, sentia-se desestimulado como ator. – A sensação clara é que cuidei muito bem de personagens esses anos todos e muito pouco de mim – afirma. Resolveu tirar férias por tempo indeterminado. Precisou de psicanálise, antidepressivos, acupuntura e ajuda dos muitos amigos para sair dessa. Mas, garante, agora tudo ficou para trás. – Enxergo o que passei como um rito, uma vereda por onde tive que caminhar para enxergar com mais lucidez o que vem adiante. Apesar de ter saído da crise depressiva com uma resolução – usar o tempo de forma mais saudável –, Selton não dá mostras de que vai parar. Rodou Reis e Ratos sob direção de Mauro Lima e Lope com Andrucha Waddington. Como se não bastasse, pretende dirigir outra produção. Para sorte de quem é fã de sua versatilidade e de seu talento, tudo indica que não vão faltar projetos.

No filme Feliz Natal, seu primeiro trabalho como diretor

Vania Catani, produtora de Feliz Natal, ao lado de Selton

Foto: Paula Huven

– Me lancei nessa aventura emocional e fundamental para me sentir vivo como artista – diz. A obra foi lançada em novembro de 2008 e tinha um clima bem diferente da imagem comumente associada ao ator, um tanto engraçadinha. – É curioso porque as pessoas acham que conhecem você, mas não conhecem. O público conhece meus personagens, até então eu estava defendido atrás de máscaras. Um filme realizado da minha perspectiva apresenta ao público um retrato de minha alma. Agora podem saber o que se passa no meu coração e na minha mente. O nascimento do novo cineasta foi bem-recebido: no Festival de Paulínia do ano passado ele levou o troféu de melhor diretor, mesmo concorrendo com gente há muito mais tempo na estrada, como José Mojica Marins, Walter Lima Jr. e Guilherme de Almeida Prado.

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O que rola

Foto: Divulgação

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MIAMI

HORROR

A banda liderada por Benjamin “Plant” é apontada como destaque de 2009 pelos pricipais sites de música eletrônica

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QUEM INDICA

André Hidalgo

À frente do Miami Horror, o australiano Benjamin Plant vem chamando a atenção no meio eletrônico; abaixo, o primeiro EP da banda

L

iderada pelo jovem DJ e produtor musical Benjamin “Plant” Vanguarde, de apenas 22 anos, a banda Miami Horror é apontada como a grande promessa musical de 2009. Nascida no ano passado na cidade de Melbourne, na Austrália – sim, eles não são americanos, ao contrário do que o nome sugere, – a banda vem percorrendo o mundo com músicas que apresentam pitadas de disco-metal, hip-hop e pop dos anos 80 em mixagens originais e superdançantes. Seu primeiro EP (expanded play, algo entre o single e o long play), Bravado, lançado em novembro de 2007 pela EMI, recebeu crítica positivas nas principais revistas e sites de música eletrônica. Nele, as melodias Make You Mine, Summerfest 86 e Don’t Be on with Her – esta última apresentada no You Tube com direito a videoclipe feito por uma das produtoras australianas mais conceituadas do momento, a Moop Jaw –, dão uma boa ideia da qualidade do synthpop produzido pelo grupo, que já fez remixes oficiais de bandas como Midnight Juggernauts, Tegan & Sara e Datarock. Garoto prodígio, “Plant” ainda consegue tocar outros dois projetos paralelos: o grupo de eletro trash GameBoy/GameGirl, e o Tigrtron, ao lado do DJ Curtis Vodka. Entre as influências de Benjamin Plant estão nomes como Prince, Supertramp e ABBA.

“Conheci o Miami Horror por indicação do Raphael Caffarena, do site de música eletrônica Rraurl. É uma banda nova, que faz um som ideal para dançar em uma noite bem animada”, afirma o produtor e jornalista André Hidalgo. Sócio do clube Glória, uma das casas mais agitadas da cena eletrônica no bairro do Bixiga, em São Paulo, André é também o idealizador e coordenador da Casa de Criadores, evento de moda que desde 1997 abre espaço para novos estilistas. Nomes como André Lima, Ronaldo Fraga, Lorenzo Merlino, Érika Ikezili, Simone Nunes e Samuel Cirnansck, que hoje desfilam na São Paulo Fashion Week, começaram a apresentar suas coleções ali.

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Roteiro cultural por...

Tiê Caetano Veloso já a chamou de “apaixonante”. A mídia especializada a aponta como a próxima “estrela da canção brasileira”. Tudo isso antes mesmo de ter lançado seu primeiro CD, Sweet Jardim, em março. As 29 anos, a cantora Tiê – sim, ela tem nome de pássaro – vem amealhando fãs com suas composições intimistas, embaladas por arranjos delicados e um toque de folk. Paulistana formada nos Estados Unidos, Tiê estudou canto em Nova York, onde começou sua carreira. Seu talento chamou a atenção de Toquinho e Dudu Tsuda, com quem cantou durante anos. Agora, ela volta aos palcos brasileiros para provar que os elogios não foram em vão.

Biblioteca Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, Editora Rocco, na Livraria Cultura por R$ 47.

“O último livro que li foi Extremamente Alto & Incrivelmente Perto, de Jonathan Safran Foer. Ele é intenso, romântico e profundo. Conta a história de um garoto criativo que perdeu os pais no 11 de setembro.”

Vitrola “A música Shiver me Timbers, de Tom Waits, mexeu comigo desde a primeira vez que ouvi. Ela conta a história de um marinheiro. Realmente me toca.”

Shiver me Timbers está no álbum The Heart of Saturday Night, lançado em 1974

Pipoca “Os Falsários é um filme lindo. Nele, conheci o trabalho do ator Karl Markovics, que interpreta o protagonista Salomon Sorowitsch. Quero acompanhar os próximos filmes em que ele atuar.” Os Falsários, de Stefan Ruzowitzky, 2007.

Boca de cena “Surpreendi-me com a atuação de Gero Camilo, Gustavo Machado e Paula Cohen, em Navalha na Carne. São atores de expressão muito forte. Agora quero ver o Gero em Aldeotas.”

Plateia “O show do meu superamigo Thiago Pethit, que tem estilo cigano, é para quem gosta de cantores de canção. Essa coisa mais antiga de Frank Sinatra, que está em falta no Brasil. O Pethit é o cantor mais promissor do país.”

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Aldeotas, Em cartaz até 30 de agosto no Tucarena, em São Paulo

Para ouvir acesse www.myspace.com/ lepethitprince

Tela plana “O filme Um Beijo Roubado é incrível. É um grande clássico, que se passa na década de 70 e deve ser assistido.“

DVD do filme um Beijo Roubado, Europa Filmes, por R$ 19,90 na 2001 Vídeo.

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Social

Isabeli Fontana

A F S

Marcele Bittar.

Moda no cinema Camila Finn e Julia Ferraz

Paulo Borges, criador da São Paulo Fashion Week, foi o anfitrião da pré-estreia do filme Top Models – Um Conto de Fadas Brasileiro, no shopping Iguatemi de SP, em junho. O documentário, conta a história de 23 modelos brasileiras, como Gisele Bündchen, Isabeli Fontana e Camila Finn, presentes ao evento.

Mariana Wiecker

Liliana Ferrarezi

Fotos: Gustavo Scatena/Imagem Paulista

Gisele Bündchen e Paulo Borges

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Carlos Jereissati

Alice Braga

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75 Schynaider e Mario Bernardo Garnero

Fotos: Midori de Lucca

Giuliana Massiviero e André Queiros

Ana Cláudia Michels, Fernanda Motta e Sabrina Gasperin

Caroline Bittencourt

Comemoração

na Mokaï Para comemorar o aniversário de 21 anos, a modelo Schynaider reuniu tops e famosos no clube Mokaï, no dia 18 de julho, e comemorou ao lado de Andre Queiros, também aniversariante.

Valdemar Iódice

Patricia Barros e Marcos Campos

Janaína Olson e Fernanda Fink

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Social

Erika dos Mares Guia

Ricardo Goldfard

Show da Preta Gil

Fotos: Marcos Ribas

Donata Meirelles e Helena Bordon

Erika dos Mares Guia, Donata Meirelles e Ana Paula Junqueira caíram na pista na festa de aniverário de Heleninha Bordon, realizada no fim de junho, no restaurante 3p4. Não era para menos: a noite foi comandada por Preta Gil, que trouxe seu show Noite Preta para São Paulo.

Paula Abarno e Roberta Whately

Erasmo Viana

Rico Mansur e Amir Slama

Bianca Klamt

Lays Silva

Preta Gil

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77 Reynaldo Gianecchini

Natalie Klein e Tufi Duek

Isabella Tavares

Marco Luque

Festa da EG Model

Carolina Ferraz

O Iate Clube de Santos, em São Paulo, serviu de cenário para a festa de lançamento da EG Model, nova agência de modelos de Elian Gallardo e Daniel Ackermann. Reynaldo Gianecchini, Carolina Ferraz, Isabella Tavares e Natalie Klein estavam entre os convidados.

Lara Gerin e DJ Tartaruga

Karina Bacchi

André Almada.

Alex Schultz

Fotos: Cauê Moreno

Lilly e Renata Sarti

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Social

Fotos: Fernando Cavalcanti

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Fabio Polido, Santiago Nazarian e Helena Linhares

Julia Petit e Raphael Falci

Rogerio Fasano Adriane Galisteu

Charly Braun

Festa da Gant A grife americana Gant promoveu show com a banda Stop Play Moon em junho para dar início às comemorações de seus 60 anos. O agito aconteceu no bar Baretto, em São Paulo, e reuniu modernos como Adriane Galisteu, Alexandre Herchcovitch e Marcelo Sommer. Alexandre Herchcovitch e Fabio Souza

Cris Barros

Patricia Coelho Renata De Goeye

Simone Spoladore e Eduardo Strausser

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Zeca Camargo

Marcos Buaiz, Wanessa Camargo e Alex Lerner

EmĂ­lio Orciolo Netto

In an ABSOLUT world

Raul Gutterrez e Carlos Vieira

O apresentador Zeca Camargo foi o convidado do mĂŞs de julho para tocar no evento In an ABSOLUT world, que aconteceu no dia 14, no bar Londra, no Hotel Fasano do Rio de Janeiro.

Angelica e Luciano Huck

Isabel Wilker e Giovanna Machline

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Vou de tênis

Foto: Divulgação

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Bruno Gagliasso

A

depto da combinação bermuda e chinelo de dedo quando está de folga no Rio de Janeiro, o ator Bruno Gagliasso, 27, não abre mão do conforto nem mesmo quando está trabalhando. De tênis nos pés, ele compareceu à abertura da exposição Samsung and The City, que aconteceu na loja da marca no Morumbi Shopping, em São Paulo. Longe das gravações no Projac e da nova namorada, a atriz Giovanna Ewbank, ele aproveitou o contato com o público para medir a popularidade de seu personagem na novela Caminho das Índias, onde interpreta o esquizofrênico Tarso. Mesmo colhendo inúmeras críticas positivas, o ator sabe que ainda terá muito trabalho pela frente. Nos próximos meses, Bruno deverá emagrecer dez quilos para dar ainda mais veracidade às crises de esquizofrenia. Para isso, contará com um intenso programa de exercícios físicos e uma dieta rigorosa. Desafios com os quais ele nem sonhava quando começou a atuar, em 1999, na novela Chiquititas.

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Às segundas, eu pego um longo caminho pra casa

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A mesma rota de 8 km. Os mesmos tênis confortáveis. Toda segunda, semana após semana. Porque, quando eu encontro alguma coisa que funciona, eu me apego a isso.

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Revista Tennis One 2  
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