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REVISTA

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ANO 1 Nº 1

Moda

ANO 1 - Nº 1

Combinações descoladas para dar mais glamour à malhação

Perfil

Os novos desafios da campeã olímpica em vela Isabel Swan

Corrida

Como aderir a um dos esportes mais democráticos e populares do mundo

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Expediente

Sumário

Tennis One

Tennis One #1

Editora

JB Pátria Editora Ltda. PRESIDENTE: Jaime Benutte DIRETOR: Iberê Benutte ADMINISTRATIVO/FINANCEIRO: Gabriela S. Nascimento COMERCIAL: Walter Torres e Bete Costa ASSISTENTE COMERCIAL: Stephane Kalline JORNALISTA: Kelly Souza ESTAGIÁRIO: Luan Silva Revista Tennis One Jaime Benutte EDIÇÃO: Trilogia Comunicação e Arte Ltda. Mauro Malin, MTB 14887-67 EDITORA: Juliana Bianchi PUBLISHER:

Belatrix Ltda. Diretor de arte: Marcelo Paton Assistentes de arte: Gabriel de Moraes Luiz e Julio Grobel PROJETO GRÁFICO E ARTE:

Colaboradores Alessandra Gerzoschkowitz, André Valentim, Cláudio Rossi, Luciana Prezia, Natalie Betito, Priscila Prade e Ricardo Brandão. IMPRESSÃO: IBEP Gráfica TIRAGEM: 50 mil exemplares

CAPA: FOTO:

8 Empresa filiada à Associação Nacional dos Editores de Publicações, Anatec.

A revista Tennis One é uma publicação bimestral da JB Pátria Editora, localizada na Rua Flórida, 1.703, 11º andar, Brooklin, CEP 04565-001, São Paulo – SP. Tel.: (11) 5505-6065. www.patriaeditora.com.br Dúvidas ou sugestões: t1@patriaeditora.com.br Os textos assinados são da responsabilidade de seus autores. Não estão autorizados a falar pela revista, bem como retirar produções, pessoas que não constem neste expediente e não possuam uma carta de referência assinada pelo presidente.

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Mariana Almeida Priscila Prade

ANTENA

Os próximos passos de Mariana Aydar, Alice Braga, Erika dos Mares Guia e Vanessa Trefois.

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ESPORTE

Conheça o triatlon, esporte de superação e força que envolve natação ciclismo e corrida, em provas que podem durar até doze horas

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PERFIL

Campeã olímpica de vela, Isabel Swan fala sobre seus planos de competir em uma nova classe

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COMEÇAR

Preparamos um dossiê completo para quem quer dar início à pratica da corrida sem se machucar

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MODA

Tecidos tecnológicos e peças descoladas dão ainda mais charme à produção na hora de malhar

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GASTRONOMIA

Os restaurantes que viraram ponto-de-encontro da alta sociedade paulistana

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ROTEIRO CULTURAL

As dicas culturais de Luiza Possi

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Em toda edição: 40 Estilo Rua 42 Turismo 54 Cultura 60 Social 66 Vou De Tênis www.t1.com.br

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Antena

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Foto: Flávio Aguiar

ESCALADA Destaque na nova safra de cantoras brasileiras, Mariana Aydar, 28, acaba de dar um novo salto na carreira. Depois de começar o ano com participações especiais nos discos Estudando a Bossa, de Tom Zé, e A Arte do Barulho, de Marcelo D2, ela lança seu segundo álbum, Peixe Pássaros Pessoas. Com a mesma mistura de MPB, jazz e samba que encantou Leci Brandão, Dominguinhos, Daniela Mercury e João Donato, com quem Mariana já dividiu palco, o novo CD sucederá Kavita 1, lançado em 2006, também pela Universal Music. Em maio, ela segue em nova turnê na Europa, com shows na Inglaterra, em Portugal e na França.

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Prestes a voltar ao cinema nacional com Cabeça a Prêmio, primeiro filme de Marco Ricca como diretor, e terminar as filmagens do suspense americano Repossession Mambo, Alice Braga dá mais um passo em direção à consolidação de sua carreira internacional. Em junho, começa a filmar 11 Minutes, ao lado de Mickey Rourke e Vincent Cassel. Versão cinematográfica do romance Onze minutos, de Paulo Coelho, a obra será rodada no Brasil e na Suíça. A atriz interpretará uma moça que, traída pelo primeiro amor, acaba se tornando uma prostituta de luxo. Indicado ao Oscar por sua atuação em O Lutador, Rourke fará o papel do dono do bordel no qual Alice trabalha e Cassel será um de seus amantes.

Foto: Marcia Fasoli

PONTE AÉREA

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Antena

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Foto: divulgação

EXPANSÃO FASHION

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Ela é filha de ex-ministro. Mas muito antes de seu pai assumir o cargo, Erika dos Mares Guia já era reconhecida no mundo da moda pelas escolhas certeiras que fazia para compor as araras de sua loja em Belo Horizonte, a M&Guia. O contato direto com grifes internacionais trouxe a experiência necessária para lançar sua própria marca, com direito a sapatos, tricôs, alfaiataria, bijoux, malharia, moda praia e até mesmo uma linha para a casa. A iniciativa deu tão certo que ganhou ponto de venda exclusivo em São Paulo, o primeiro de uma série já em estudo pelo país. Inaugurada em abril na Rua Peixoto Gomide, no Jardim Paulista, a loja traz como sócios o ex-ministro Walfrido dos Mares Guia, Mara Braga, Manuela Diniz e o baixista da banda J Quest, PJ.

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Foto: Vanessa Fuet

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DOCE AGENDA Uma das personal chefs mais requisitadas de São Paulo, Vanessa Tréfois, 31, resolveu ampliar o então restrito grupo de gourmets com acesso a seu talento culinário. Depois de abrir a chocolateria Amai, no Morumbi, ela se prepara para assinar o cardápio do restaurante Terrasse, no Itaim. Com inauguração prevista para junho, a nova casa dos sócios Michel Saad e Marcelo Carvalho contemplará a comida mediterrânea em pratos e criativas porções de tapas, que certamente trarão reflexos dos estágios de Vanessa pela cozinha de grandes mestres da gastronomia mundial como Ferran Adrià, Martín Berassategui, Juan Mari Arzak e Juan Rocca. www.t1.com.br

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S AT E L I T E

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Esporte

SUPERAÇÃO esporte-17x24.indd 2

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Mesmo para a triatleta Fernanda Keller, cada prova é um desafio muito grande

Atletas amadores e profissionais desafiam os limites do corpo humano no triatlon, esporte que envolve natação, ciclismo e corrida em provas, como o Iron Man, que chega a exigir doze horas de esforço contínuo Kelly Souza

FÍSICA

Fotos: Sérgio Melo

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om tênis nos pés e mochila nas costas, a comissária de bordo Ariane da Silveira, 26, sai de casa às cinco da manhã para sua rotina de treinos. Até o fim do dia, quando se apresentará na companhia aérea em que trabalha, ela terá pedalado 100 quilômetros, feito duas horas de musculação, nadado três quilômetros e corrido por mais de uma hora. No dia seguinte, quando chegar ao destino do voo, ainda que do outro lado do mundo, a mesma rotina de exercícios se repetirá. “Não posso parar”, diz ela, que arranja tempo para se exercitar onde quer que esteja. A maratona tem explicação. Ariane é triatleta e representará o Brasil na etapa nacional da modalidade mais difícil, o Iron Man, em Florianópolis, no dia 31 de maio. “Comecei a praticar triatlon há quatro anos porque gosto de desafios. Quanto mais difícil a prova, melhor. Preciso me superar o tempo todo. Se não praticasse esportes iria explodir”, afirma. Para Ariane, que corre desde os 13 anos, fazer triatlon é superar os limites do corpo humano. “Sou atleta profissional, então não penso ‘que bom que consegui terminar’. Quero saber quanto tempo levei para concluir a prova e por que demorei cinco minutos a mais do que esperava.” www.t1.com.br

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Esporte

Modalidade nasceu para ‘descanso’ de uma equipe de atletismo Quem vê o triatlon, hoje intimamente ligado à superação física, não imagina que o esporte nasceu, nos anos 70, como treino de “descanso” da equipe de atletismo da cidade de San Diego, nos Estados Unidos. Na planilha estavam previstos 500 metros de natação, 12 quilômetros de bicicleta e cinco quilômetros de corrida por dia. Na volta das férias, os atletas foram postos à prova contra a equipe de salva-vidas em uma competição envolvendo os três esportes. No ano seguinte, algumas modificações foram feitas: a natação seria no mar, e não mais na piscina, e deveria abranger 700 metros; a etapa de ciclismo teria 15 quilômetros de distância e a de corrida, 4,5 quilômetros. Reconhecido como esporte olímpico só em 2000, em Sidney, na Austrália, o triatlon possui quatro modalidades — short, olímpico, meio Iron Man e Iron Man —, e a diferença entre as provas está nas distâncias. Quanto mais avançado, maior o percurso a ser superado em cada etapa. Na prova mais amena, o short, o atleta deve percorrer 750 metros de natação, 20 quilômetros de bicicleta e cinco quilômetros de corrida. Já na modalidade mais exigente, a Iron Man, nascida no Havaí da disputa entre três marinheiros norte-americanos para saber quem tinha o melhor preparo físico, as distâncias são, em alguns casos, quase nove vezes

Ariane da Silveira

Quando não está trabalhando, Ariane da Silveira (nas fotos ao lado) dedica-se ao treinamento para prova de triatlon

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Fotos: Mariana Piza

Mizuno Inspire 5

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17 maiores. Ou seja, é preciso superar 3,8 quilômetros de natação, 180 quilômetros de bicicleta e 42 quilômetros de corrida, em uma disputa que dura, em média, 12 horas consecutivas. Técnico da primeira seleção brasileira de triatlon a participar das Olimpíadas, Marcos Paulo Reis aponta as duas principais provas do esporte: “a prova mais importante do triatlon mundial é o Iron Man que acontece na ilha de Kona, no Havaí, em outubro. Para participar é necessário passar por provas classificatórias em diversos países, inclusive no Brasil”, diz. Em território nacional, o campeonato mais disputado é o Circuito Troféu Brasil, com sete provas realizadas durante o ano em diferentes cidades do país.

Treinador recomenda início suave, sem exageros Acostumado a transformar amadores em atletas profissionais, o treinador Marcos Paulo Reis garante que qualquer pessoa pode praticar triatlon desde que comece devagar e sem exageros. Foi o que fez o clínico geral Antonio Sproesser, 56, há 25 anos. “Comecei aos poucos com a corrida. Algum tempo depois, passei a nadar para melhorar meu desempenho. Para ganhar ainda mais preparo físico, fui treinar ciclismo. Mas só encarei o Iron Man 15 anos mais tarde. É uma questão de superação”, diz o médico. Sproesser ressalta que é importante o atleta iniciante ter um treinamento adequado, sem “pular etapas”. “Tem gente que mal começa a praticar e já quer disputar a modalidade mais exigente. Se não houver preparação, a pessoa pode ter arritmia cardíaca, insolação, desidratação grave ou distensão muscular”, alerta. Por outro lado, quando praticado de forma adequada, “o triatlon melhora o condicionamento físico e car-

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Esporte

Na voz do narrador da prova, a alegria de ter cumprido uma etapa dificuldade é não ter patrocínio, o que às vezes me desanima, mas ainda assim o esforço vale a pena”, diz ela. Da sua primeira prova de triatlon, em julho de 2007, Marleide guarda fortes recordações da etapa que considera ser a mais difícil, a natação. “O mar estava agitado. Fiquei nervosa. É difícil nadar, porque preciso sentir o corpo da minha guia e, no mar, às vezes, perco este contato. Quando saí da água só escutava o narrador anunciando que eu havia cumprido mais uma etapa e seguiria para a próxima. Foi uma sensação maravilhosa.”

FÔLEGO

diovascular, aumenta a oxigenação do sangue e a produção de glóbulos vermelhos, e reduz as taxas de triglicérides”, diz Reis, para quem a sensação de terminar uma prova é comparada à alegria de “ganhar o mundo”. Maior referência do triatlon nacional, a triatleta Fernanda Keller também avalia o esporte como uma busca constante pela superação e conquista de novas metas. “Cada prova é um desafio muito grande e a sensação de concluir é sempre uma vitória”, diz Fernanda, que pratica a modalidade há 26 anos. Sempre disposta a ultrapassar seus limites, ela mantém uma rotina puxada de exercícios semanais. “Treino de cinco a oito horas por dia. Semanalmente, faço em torno de 30 quilômetros de natação, 400 quilômetros de bicicleta e 90 quilômetros de corrida.” Agenda semelhante tem a atleta pernambucana Marleide Maria da Silva, 39, que aderiu ao esporte em 2005, como forma de fugir da depressão, após ter perdido a visão. “Preciso de três guias: a Marília, que me acompanha na natação, a Nelma, no ciclismo, e a Elza, na corrida. A maior

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Foto: divulgação

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As distâncias a serem percorridas em cada modalidade do triatlon Natação

Ciclismo

Corrida

Short

750 m

20 km

10 km

Olímpico

1,5 km

40 km

21 km

Meio Iron Man

1,9 km

90 km

21 km

Iron Man

3,8 km

180 km

42 km

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PerďŹ l

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Fotos: André Valentim

Depois de conquistar a medalha de bronze na Olimpíada de Pequim, a velejadora Isabel Swan se prepara para estrear em uma nova categoria, a laser. Ainda sem patrocínio, ela se desdobra sozinha para superar as dificuldades técnicas e financeiras, e não descarta a possibilidade de retomar a carreira de modelo para fazer um pé-de-meia Juliana Bianchi www.t1.com.br

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Perfil

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omeço de tarde em Niterói. No Clube Naval Charitas, a atleta Isabel Swan, 25, chega para mais um dia de treino na Baía de Guanabara. Como companhia, apenas o barulho do vento e o balanço do mar. A atleta Fernanda Oliveira e o técnico Paulo Ribeiro, com os quais dividiu o mérito de conquistar a primeira medalha olímpica para a vela brasileira, em Pequim, também não estão mais ali. A cena pode soar a abandono, mas foi planejada. Isabel decidiu trocar a classe 470, na qual foi campeã, para se arriscar em uma nova categoria, a laser, onde navegará sozinha em uma embarcação menor, com uma só vela e menos possibilidades de ajustes técnicos. Mas tamanha pressão não a assusta. “Sempre fui muito competitiva. O desafio me alimenta”, lembra ela. Foi exatamente por conta dessa sede de vitória que a atleta se mudou para Porto Alegre nos anos que antecederam os Jogos Olímpicos para se dedicar integralmente aos treinos, ao lado da experiente Fernanda, que já trazia na bagagem a passagem por duas Olimpíadas (Sidney, 2000, e Atenas, 2004). “Velejar com ela foi uma escola”, afirma Isabel, que agora tenta se virar sozinha.

Quando você tem uma meta e a prioriza de corpo e alma, não tem nada que te impeça de chegar lá

Se muita gente se espantou ao ver Isabel Swan, até então uma atleta desconhecida do grande público, trazer uma medalha olímpica, o resultado não foi surpresa para quem conhece sua história. Afilhada da também velejadora Claudia Swan, representante do Brasil nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992, Isabel começou a praticar o esporte aos oito anos, na enseada de São Francisco, em Niterói. A paixão pela vela era tanta que nem mesmo a mudança da família para o Distrito Federal a deteve. Aos 11 anos, correu suas primeiras regatas no Lago Paranoá, em Brasília, na classe Optimist, categoria que só abandonou aos 13 anos. Já com um metro e oitenta de altura, passou a velejar com o pai na classe Tornado. Em 1998, disputou o mundial da classe. Mas as competições na 470 e o sonho olímpico só foram acontecer aos 17 anos, quando deixou de encarar o esporte como hobby. “Passei por momentos difíceis, mas o que fica é o aprendizado. Quando você tem uma meta e a prioriza de corpo e alma, não tem nada que te impeça de chegar lá”, diz Isabel, relembrando os percalços que teve de passar para hoje deliciar-se com a visão da medalha olímpica na cabeceira de sua cama. “Fechei um ciclo. Agora, esta medalha já é passado. Tenho que priorizar novas metas.” www.t1.com.br

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Perfil

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DE OLHO EM 2011 E EM 2012 Sem patrocínio, ela agora batalha novos apoios financeiros. “É um absurdo, num país onde a vela consegue 14 medalhas olímpicas, você ter de voltar da competição correndo atrás de patrocínio. Aqui a gente precisa provar ainda mais para conseguir apoio”, desabafa. Isabel constata que a situação de desamparo não se restringe a ela, mas também a atletas de outras modalidades, como a judoca Ketleyn Quadros, primeira medalhista olímpica individual feminina no Brasil, na categoria leve, e Natália Falavigna, que em 2008 levou o taekwondo nacional à sua primeira medalha na história dos Jogos Olímpicos. “Especialmente neste ano, a crise também assustou muito. Alguns patrocínios que estavam quase certos acabaram não sendo fechados”, conta. Com isso, Isabel tem de treinar com barco e orientador físico emprestados pela Confederação Brasileira de Vela e Motor (CBVM). “O ideal é ter um treinador individual, que possa identificar as suas dificuldades. Mas não tenho essa estrutura. Vou me virando como dá. Sinto falta de ter novamente uma rotina do nível de um atleta olímpico.”

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Enquanto isso não acontece, ela vai se preparando como pode para enfrentar suas primeiras competições na nova categoria. “Neste ano, o importante será correr muita regata por aqui, para pegar intimidade com o barco, que mudou completamente.” Com foco a longo prazo, Isabel quer mesmo é estar afiada para os Jogos PanAmericanos de 2011 e para a Olimpíada de Londres, em 2012.

ESTÚDIO E PASSARELA Recém-formada em comunicação social, Isabel Swan consegue se ver, num futuro distante, como apresentadora de TV ou documentarista, áreas em que já atuou. “Fiz programas para a ESPN Brasil e Sportv. Minha formação vem dessa área, mas ainda tenho muito para desenvolver fora da mídia”, afirma ela, que também já foi jogadora de vôlei e trabalhou como modelo dos 14 aos 18 anos, após ganhar um concurso da Elite Model. “Foi uma fase legal, principalmente porque sou muito vaidosa. Mas gosto de ter mais desafios no dia a dia. Não que a carreira de modelo não tenha, porque não é só glamour”, diz a atleta, que foi colega de Raica Oliveira. “No esporte, esse desafio é potencializado. Você tem que treinar diariamente e ver seu resultado melhorar a cada dia”, completa. Questionada se posaria nua, ela é rápida. “Agora, não. Ainda não consolidei minha imagem de atleta para isso. Mas não vejo problemas em levar a carreira de modelo de forma paralela.” E, modesta, acrescenta: “Quando me produzo até que fico bem bonitinha”.

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BATE-BOLA O que te irrita? Mentira, injustiça. O que te conquista? Autenticidade. Foi assim que o Giulliano [Ciarelli, ex-BBB] me conquistou (os dois estão namorando há cinco meses). Para relaxar... Saio com as amigas, tomo um vinho. Uma comida... Bobó de camarão. Um lugar... O mar. Pode ser em Niterói mesmo. Uma viagem inesquecível... A que fiz velejando com meu pai e minha madrinha para Fernando de Noronha em setembro de 2008. Uma roupa... Gosto de uma boa calça jeans e uma camisa de seda. Nos pés... Um salto bem alto. Ainda mais agora que estou com o Giulliano, que tem 1,97 de altura, posso abusar. Uma bebida... Suco de melancia.

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Começar

A personal trainer Andréa Costa começou a correr há cinco anos

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Prepare-se para

correr S ábado de sol na Universidade de São Paulo. O campus, que deveria estar tranquilo com a diminuição do número de aulas no fim de semana, ferve. Nas avenidas principais, uma multidão de camiseta colorida, shorts e tênis corre compassadamente, disputando espaço com carros e bicicletas. No grupo, homens e mulheres de diferentes classes sociais, tipos físicos e idades, como a personal trainer Andréa Costa, 33. Há cinco anos ela se une à onda de desconhecidos para percorrer 12 quilômetros ao redor da Cidade Universitária, todos os fins de semana. Assim como os outros, Andréa não está em busca de prêmios ou consagrações, mas da boa forma, da autossuperação e do bem-estar físico e mental. “Correr me desetressa”, afirma ela, que começou a praticar o esporte há cinco anos e hoje corre em média 60 quilômetros por semana. O mesmo ritmo tem a amiga Luciana Prado, 37, que desde que começou a correr já deixou para trás 43 quilos – quem a vê não diz que ela chegou a pesar 99 quilos. “Gosto do vento, do ar. Aprendi que com um tênis você vai a qualquer lugar.”

Um dos esportes mais populares e democráticos, a corrida só exige um bom tênis e disposição para suar a camisa

As duas engrossam o time dos quase quatro milhões de corredores amadores identificados pelo Atlas do Esporte no Brasil. Número que em 2005 não ultrapassava a casa dos dois milhões. De fácil adesão, o esporte vem ganhando cada vez mais praticantes principalmente pela crescente oferta de provas de rua, que se tornaram verdadeiros eventos sociais. Só em São Paulo, foram promovidos, em 2008, 217 circuitos, dos quais participaram 372.352 atletas, segundo a Federação Paulista de Atletismo. Para este ano, a perspectiva é ainda maior. Juntando-se todos os calendários de corrida, é possível afirmar que haverá uma prova de rua na capital paulista em quase todos os finais de semana de 2009. Estudo realizado em 2008 pelo ortopedista Rogério Teixeira da Silva, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, indica que a maior parte dos corredores é do sexo masculino (74,4%) e têm entre 30 e 49 anos. Sem qualquer tipo de supervisão, a maioria (62,2%) tem o hábito de correr de 11 a 50 quilômetros por semana, divididos em três dias de treino (37,8%).

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Começar

PREPARAÇÃO BÁSICA Alguns cuidados devem ser levados em consideração na hora de transformar a eventual corridinha no parque em atividade física rotineira. O primeiro passo é consultar um médico. Exames simples, indicados por um clínico geral ou cardiologista, podem detectar problemas nos sistemas cardiovascular, respiratório ou osteomuscular que sejam impeditivos ou mereçam atenção redobrada durante a prática. “A avaliação clínica visa a segurança da pessoa”, diz Aulus Sellmer, diretor técnico da assessoria esportiva 4any1. Depois de obter sinal verde de seu médico, comece a traçar metas. Seja dar uma volta completa no parque sem terminar com a sensação de que foi atropelado por um caminhão, ou correr a meia maratona, objetivo da secretária Adriana Gazola, 33. Determine prazos e programe-se para cumpri-los. “Combine os horários livres em sua agenda com os seus objetivos para fazer um plano que possa ser seguido”, indica Sellmer. Escolha um local agradável e seguro, que traga mais prazer ao exercício. Parques, ruas pavimentadas, locais planos e com pouco ou nenhum fluxo de veículos são as principais opções. Atente também ao horário. Correr sob sol forte, ainda que com boné e protetor solar, aumenta a chance de desidratação, o que pode trazer malefícios significativos à saúde, além de comprometer o treinamento. O melhor é correr das 6h às 8h da manhã,

COMBUSTÍVEL Café da manhã 1 sanduíche feito com: - 2 fatias de pão integral - 1 fatia de queijo branco - 1 colher de requeijão light ou geleia light 1 porção de salada de frutas feita com: - 1 fatia de mamão - 1 fatia de melão - 1 banana - 1 maçã - 1 colher de sopa de mel 1 copo de suco de frutas Luciana Prado deixou para trás 43 quilos com a corrida

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Lanche 1 copo de iogurte de morango light

Invista na alimentação

4 colheres de sopa de granola Almoço 8 colheres de sopa de arroz 4 colheres de sopa de feijão 1 filé de frango 1 prato com salada feita com: - folhas de agrião, alface e rúcula - 3 fatias de tomate - 1 colher de sopa de cenoura ralada - 1 colher de chá de azeite - suco de 1 limão para temperar 1 copo de suco de abacaxi com hortelã Lanche 1 copo de vitamina de leite com

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pa


quando o índice de poluição é menor. “É que a adrenalina liberada durante o exercício à noite pode atrapalhar o sono“, explica o treinador Alexandre Salício. Antes de entrar na pista, escolha o tênis adequado para o seu tipo de pisada – neutra, supinada ou pronada–, sem levar em consideração apenas fatores estéticos. “A pessoa que pisa apoiando mais a parte interna do pé é pronadora e deve escolher um tênis com mais estrutura na borda interna. Já os supinadores, cuja pisada tem menor área de contato com o chão, precisam de calçados com reforço nas bordas externas“, explica Sellmer. Para descobrir qual seu tipo de pisada, o ideal é fazer o teste em máquinas especiais, que capturam as imagens da planta do pé e fazem o diagnóstico. Por fim, comece a fortalecer os músculos, principalmente os dos membros inferiores, com séries de musculação. Isso ajudará a manter uma boa postura durante a corrida e prevenirá lesões.

FOI DADA A LARGADA Antes de começar efetivamente a correr, alongue-se e aqueça o corpo com alguns minutos de caminhada ou exercícios articulares, como o giro de quadril (em pé, com as pernas unidas, apoie as mãos na cintura e mexa o quadril em movimentos circulares). “O importante é sair do repouso total para o nível de atividade”, afirma o treinador Mário Mello. Só então passe a intercalar trote – movimento entre o passo e a corrida – com corridas moderadas. “Mas quem está com cinco ou mais quilos acima do peso deve começar apenas caminhando, para evitar lesões“, aconselha o diretor da Federação Paulista de Atletismo, Wanderlei de Oliveira. Nesta fase de adaptação, mais importante do que se sacrificar nas pistas é manter o número de batimentos cardíacos entre 65% e 85% de sua capacidade limite, zona apontada pelos especialistas como de treinamento. Para saber qual

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DESCUBRA SU A

PISADA

Neutra – O pé toca o chão co m a pa p rte externa do calcanhar e em m seguida tra nsfere o peso para o dedão Supinada – É a pisada que apresenta men or área de co n-tato dos pés co m o chão pois o apoio é feito principalmente na parte externa da planta. Dê prre eferência a têni s com reforço na n lateral de fora . Pronada – O apoio é feito m ais na n parte inte rna do pé, o que po od de ocasionar le sões nos mem bross inferiore s devido ao st re ss . Busq qu ue calçados co m mais estrutura na n borda intern a.

para ganhar mais pique banana e maçã 1 sanduíche natural feito com: - 2 fatias de pão integral - 1 fatia de queijo branco - 1 folha de alface - 1 colher de sopa de beterraba ralada - 1 colher de sopa de cenoura ralada - 1 colher de requeijão light Jantar Purê de 2 batatas 1 colher de milho verde 1 colher de ervilha ½ bife 1 prato de salada de agrião, alface

e rúcula 1 colher de chá de azeite e limão para temperar 2 fatias de berinjela 2 talos de brócolis 3 vagens 1 copo de suco de melancia Ceia 4 biscoitos integrais 1 xícara de chá de camomila

Adriana Gazola treina para as meia maratonas

* Fonte: Marcela Grisoste, especialista em nutrição esportiva

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Começar a frequência mínima e máxima que você deve manter basta subtrair sua idade de 220, e então calcular as porcentagens. Assim, uma pessoa de 30 anos deverá ficar entre 123 (65% de 220-30) e 161 (85% de 220-30) batimentos por minuto para alcançar um condicionamento satisfatório. Outra dica para avaliar seu desempenho é analisar o tempo necessário para percorrer um quilômetro durante uma corrida moderada. “Se fizer em dez minutos significa que o rendimento está abaixo do desejado. Para melhorar a performance, intercale a caminhada com corridas curtas, até alcançar a faixa dos dois quilômeRenata Lacombe tros no mesmo período de tempo”, afirma o treinador trocou os esportes Eduardo Vilarinho. coletivos pela corrida Entretanto, o médico do centro de reabilitação e medicina esportiva do hospital Sírio-Libanês, Paulo Zogaib, lembra que em nenhum momento o esportista deve sentir falta de ar, transpiração exagerada, tontura, moleza, vista turva e dores diversas durante a corrida. O aparecimento destes sintomas pode ser sinal de que se está passando dos limites. Alterne os dias de treino com outros de descanso para não estressar a musculatura. O que não significa ficar longos períodos sem correr. “Se a Asics Stratus 2.1 pessoa parar por duas semanas, quando voltar será como se estivesse começando de novo”, explica Milton Mizumoto, diretor médico da Asicss Kinsei 2 assessoria esportiva Corpore.

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Seguindo essas orientações, em alguns meses é possível encarar provas de rua com cinco, seis ou 12 quilômetros, que exigirão mais esforço e preparo físico. Muito além do efeito competitivo, esses circuitos são estímulos para a manutenção da prática. “As provas servem de parâmetro para avaliar Asics o treinamento ou como evento social, já Kayano 15 q nelas é possível criar uma rede de que amigos com objetivos semelhantes”, afirma o treinador Alexandre Salício. A agrônoma Renata Lacombe, 26, é uma que aderiu às provas. Só neste ano já participou da Meia Maratona do Rio e de São Paulo, e dos circuitos Adidas e Vênus. Agora, se Nike Citius MSL M prepara para correr a Maratona de Revezamento Bertioga – Maresias, que acontece no fim de maio. “O bom da corrida é que me torno a M Mizuno 10 C Creation única responsável por meus êxitos e conquistas”.

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Estilo rua

Tarde de Sol Confortá e versátil, o tênis ganha as ruas como Confortável acessór acessório de moda indispensável para completar o visual at até mesmo durante um sábado de compras na rua mais m fashion de São Paulo, a Oscar Freire Fotos Rica Ricardo

Brandão e Alessandra Gerzoschkowitz

Henrique Prado e Silva

Daniela Nunes Garres

Nadege Saad

Eduardo e Marjori Tofoli

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Katharine Heymer

Barbara Jalles Guimaraes e Rafael Barbosa Wilden Nunes Junior

Elle Stumm

Marie-OcĂŠane Gazoch

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Turismo

Jóia

atlântica Com paisagens pouco exploradas, o arquipélago de Açores surpreende pela beleza e pela oferta de esportes de aventura

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dade. Eram os participantes do 44º Intercontinental Rally Challenge (IRC), um dos principais eventos do esporte no mundo, que após passar por Mônaco, pelo Brasil e pelo Quênia levou seus participantes às diferentes paisagens açorianas entre os dias 7, 8 e 9 de maio.

AVENTURA NAS ILHAS NÃO SE LIMITA ÀS PROVAS DO RALI Dividida em duas etapas, a prova se realiza na principal ilha do arquipélago, São Miguel – com 759 quilômetros quadrados

Foto: Clube Asas de São Miguel

le está longe de ter a badalação turística de Mykonos, na Grécia, de Bora-Bora, na Polinésia Francesa, ou de Ibiza, na Espanha. E, justamente por isso, conserva suas belezas naturais formadas a partir de uma erupção vulcânica praticamente intocadas, longe de hordas de visitantes. Mas a calma que reina nas nove ilhas que formam o Arquipélago de Açores, a 1.460 quilômetros da costa atlântica europeia, foi quebrada recentemente pelo barulho de carros em alta veloci-

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No arquipélago, a possibilidade de fazer esportes no ar, na água ou em terra firme

–, e passa pelas vilas de Feteiras, Sete Cidades, Pinhal da Paz, Marques, Coroa da Mata, Lomba da Maia, Achada Furnas, Ribeira Grande, Graminhais e Tronqueira, num percurso de cerca de 700 quilômetros. Mas o viajante que gosta de aventura não precisa esperar a próxima edição do rali para desbravar esse destino descoberto por navegadores portugueses em 1427. Nas ilhas de Santa Maria, São Miguel, Terceira, São Jorge, Pico, Faial, Graciosa, Flores e Corvo, que compõem o arquipélago, há diversão o ano todo. Percorrer trilhas com paisagens grandiosas, escalar crateras de vulcões, praticar windsurf, montanhismo, voo livre e até desafiar algumas das ondas mais perfeitas do mundo são opções que ajudam os visitantes a não ficar parados.

DAS ALTURAS DA CORDILHEIRA ÀS ÁGUAS DO MAR Nas ilhas de São Miguel, Terceira e Pico pode-se observar a paisagem do alto, em voos de asa-

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Foto: Janica Franco

Turismo

Foto: Bruno Domingues

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delta ou parapente feitos diariamente a partir dos clubes Asas de São Miguel, Montanheiros e Aeroclube do Pico. Para quem prefere terra firme, a cordilheira que atravessa a ilha de São Jorge é um convite ao montanhismo, com direito a pausas em parques e campings. Os que têm mais fôlego podem arriscar-se pelos 2.351 metros de altitude do cone vulcânico que deu origem à Ilha do Pico, de onde se pode ter uma das mais belas vistas do arquipélago. Durante todo o ano os amantes do golfe, do tênis e do futebol se encontram nos campos da Ilha Terceira, região que, em agosto, vira sede de um grande festival de touradas. Os esportes aquáticos não poderiam faltar. Com bons ventos e mar aberto, praias como Ribeira Grande e Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel, e outras tantas nas ilhas de Santa Maria e São Jorge, desafiam surfistas e windsurfistas a encarar as ondas. Condições semelhantes também atraem velejadores de todo o mundo para as costas açorianas.

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Foto: Jorge Cardoso

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Açores serviu nos séculos XVI e XVII como importante ponto de parada dos navios que seguiam viagem entre Europa, Oriente e América. Com isso, a cultura açoriana se espalhou pelo mundo, inclusive no Brasil, onde se podem encontrar traços dessa influência na Festa do Divino, no Espírito Santo, na Farra do Boi, em Santa Catarina, e na abundância de hortênsias, no Rio Grande do Sul. Referências facilmente reconhecidas por quem visita, por exemplo, Angra do Heroísmo, primeira vila do arquipélago a ser elevada à condição de cidade, em 1534. Situada na Ilha Terceira, Angra

GLORIOSO COZIDO Mas é na cidade de Furnas, também em São Miguel, que se pode degustar uma das maio-

res tradições gastronômicas de Açores, o cozido: receita à base de carnes, embutidos e verduras, preparada ao longo de oito horas nas águas sulfurosas que nascem no subterrâneo da região do Vale de Furnas, e que chegam a 100º C. Servido em diversos restaurantes, o cozido pode ser preparado pelo próprio visitante. Para isso, basta levar os ingredientes à área próxima à Lagoa de Furnas reservada à preparação do prato, onde funcionários públicos organizam a utilização dos buracos permanentes cavados no solo e ajudam a manipular as panelas submersas e cobertas com madeira e terra para que o cozimento aconteça.

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Foto: Casimiro Valério

Elo marítimo entre Europa, Oriente e América

é hoje Patrimônio Cultural da Unesco, título também conferido, em 2004, à paisagem vinícola da Ilha do Pico. Uma das cidades mais povoadas do arquipélago é Ponta Delgada, no centro da Ilha de São Miguel. É também a mais agitada. Uma boa pedida é visitar o complexo cultural Portas do Mar, que reúne cinemas, anfiteatros, cassino, discotecas, bares e restaurantes nos quais são servidos, entre outros pratos, filés de tubarão.

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Gastronomia

Foto: Tadeu Brunelli

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Oásis verde no Kaá

Eleitos

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Conheça os restaurantes que, com boa gastronomia e clima descontraído, conquistaram os jovens mais antenados de SP

les não têm a sofisticação e tradição do Fasano, a localização privilegiada do Spot ou o renome do Rubaiyat. Ainda assim, estão hoje na lista dos restaurantes mais badalados e bem frequentados de São Paulo. Com pouco mais de um ano de vida, este seleto grupo, do qual fazem parte o 3p4, o Shaya e o Le Roi, pode se gabar de ter entre seus clientes mais fiéis nomes como Marina Mantega, Luciana Tranchesi, Caroline Bittencourt, Fernanda Rolim e Fernando Scherer. O mais novo a entrar para o time é o Kaá, comandado por Daniel Sahagoff, do Cantaloup, e Paulo Barroso de Barros, do Due Cuochi Cucina. Com cardápio elaborado pelo chef francês Pascal Valero, que já trabalhou no restaurante Eau, do hotel Grand Hyatt SP, a casa surpreende com pratos sofisticados como o papardelle ao ragu de galinha d’angola e cogumelos, e a paleta de cordeiro com purê de mandioquinha.

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49 Destaque para a parede pirografada no Shaya

O Shaya é o melhor japonês de SP. Se deixar passo lá todos os dias Marina Mantega

Fotos: divulgação

Ao lado, o ambiente acolhedor do restaurante Gabriel e detalhe do penne oriental www.t1.com.br

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Fotos: divulgação

Foto: Tadeu Bruinelli

Gastronomia

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Reduto fashion, o 3p4 virou ponto-de-encontro da top Izabel Goulart (acima), do joalheiro Ara Vartanian, de Sabrina Gasperin (à dir. ) e Eliza Joenck (ao lado)

Mas seu ponto alto está na decoração, que ganhou a aprovação de Hebe Camargo, Felipe Massa, Ana Maria Braga e Lorenzo Merlino. Um verdadeiro oásis verde criado pelo arquiteto Arthur Casas em plena Avenida Juscelino Kubitscheck, no Itaim Bibi. No salão de 700 m² com pédireito alto e teto retrátil foi instalado um espelho d’água e um exuberante jardim vertical. Nele, foram plantadas sete mil espécies típicas da Mata Atlântica, como avencas, begônias, orquídeas e samambaias que cobrem totalmente uma das paredes do restaurante.

de couro branco foram instalados como se fossem escamas. A cargo do sushiman Billy Tatsushi, o cardápio tem receitas que misturam ingredientes japoneses com condimentos da cozinha internacional, como azeite trufado, manjericão, limão siciliano e aceto balsâmico. “É o melhor restaurante japonês de São Paulo. Você vai e quer comer de tudo. Se deixar, passo lá todos os dias para comer o carpaccio de robalo e o sushi de salmão maçaricado”, afirma Marina Mantega. Sim, o peixe é aquecido com a ajuda de um maçarico.

A ARTE DO MAÇARICO

PONTOS DE ENCONTRO

A decoração caprichada também chama atenção no restaurante Shaya, localizado na Rua Amaury, e que tem como sócio o empresário Marcus Buaiz, marido de Wanessa Camargo. O projeto, criado pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum, mistura mármore Carrara, madeira de demolição, vidro, cadeiras do designer Verner Panton e poltronas Luís XVI. Em uma das paredes, uma carpa de 15 m² foi pirografada na madeira. Na outra parede, 120 m²

Outro restaurante que se tornou parada obrigatória para a atriz é o Le Roi, de Mauricio Neves, Felipe Faria, Guilherme Mussi e Tiago Diniz. “Ali, vou muito para encontrar os amigos e tomar um drinque antes da balada”, diz Marina, que gosta de pedir o apple martini. Para acompanhar risoto de camarão rosa, petit gateau de queijo de cabra acompanhando de folhas, além de sanduíches, paninis e petiscos. A variedade de pratos e drinques para o fim

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Ambiente descontraído do Le Roi atrai jovens como Luciana Tranchesi (abaixo, à esq.), Marcelo Farias e Rodrigo Faro (abaixo, à dir.)

SERVIÇO 3p4 Rua Bandeira Paulista, 676, Itaim Bibi Tel.: (11) 3078-0288 www.3p4.com.br Gabriel Gabriel Monteiro da Silva, 1.424, Jardim Paulistano Tel.: (11) 3063-5400 Le Roi Rua Dr. Mario Ferraz, 514, Itaim Bibi Tel.: (11) 3071-2540 Kaá Av. Juscelino Kubitscheck, 279, Itaim Bibi Tel.: (11) 3045-0043 Shaya Rua Amauri, 282, Itaim Bibi Tel.: (11) 3079-5020 www.shaya.com.br

Foto: divulgação

de noite também é um dos grandes atrativos do restaurante Gabriel. No cardápio elaborado pelo chef português Pedro Holstein, destaque para o polvo assado com pimentões, o filé-mignon de avestruz com risoto de parmesão, e o quibe de soja, servido com molho de iogurte. Frequentadora da casa, Paula Trabulsi ainda elenca outras opções: “Adoro o penne oriental e as sobremesas portuguesas, maravilhosas”, diz ela, que gosta de ir lá para encontrar João Bordon, Fernando Droghetti, Brasílio de Alcântara Machado, Alan Castellani e Roney Moreira, sócios do empreendimento. “O ambiente é muito descontraído.” A decoração, em tons de azul, verdeágua, vermelho, laranja e amarelo, mistura móveis de madeira com peças inusitadas garimpadas pelo arquiteto Sig Bergamin, como pôsteres de filmes indianos, castiçais, velas coloridas, luminárias tailandesas de seda e fotos antigas.

Com tantas estrelas no projeto, não por acaso o restaurante se tornou, desde a inauguração, um dos lugares preferidos do mundo da moda. Que o diga Gisele Bündchen: lá ela festejou seu desfile após a mais recente edição da São Paulo Fashion Week. “O 3p4 é um espaço onde desfruto de momentos agradáveis ao lado de amigos, com ótima culinária e um ambiente de moda único”, diz o estilista Valdemar Iódice, que ao lado de Caroline Bittencourt, Fernando Scherer, Carol Francischini, Elisa Joenck, Erika dos Mares Guia e Ana Beatriz Barros engrossa a lista de habitués. Na cozinha comandada pelo chef Eduardo Vitelli, pratos da culinária italiana com toque de modernidade.

PASSARELA GOURMET A força das imagens também ganha destaque no salão do restaurante 3p4, cuja lista de frequentadores vip começa com o nome dos sócios: Rico Mansur, Isabelli Fontana, Roger Rodrigues, Fernanda Motta, Pedro Queirolo, Daniela Freitas, Amir Slama e Alfredo Khoury. A decoração moderna, assinada por João Armentano, inclui retratos de modelos feitos por André Schiliró, móveis do designer Philippe Starck e paisagismo de Alex Hanazaki.

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Cultura

Dinamarca e na Alemanha, já se tornaram parte de sua própria família, a “famiglia Baglione”.

Painel feito pelo artista Tinho

Da rua para as

galerias Sob a tutela de William Baglione, artistas brasileiros se destacam no mercado mundial de arte urbana Natalie Betito

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arte que cobre os muros das cidades com spray invadiu museus, galerias e casas de pessoas antenadas com as últimas novidades em decoração. Nesse cenário, artistas como Alexandre Cruz (mais conhecido como Sesper), Felipe Yung (ou Flip), Flavio Samelo, Herbert Baglione, Thaís Beltrame e Walter Nomura (Tinho) se destacam e têm seus traços facilmente identificados por quem circula em São Paulo. Por trás desse reconhecimento está o pulso forte de William Baglione. É ele quem gerencia a carreira desses artistas, que, depois de expor em Los Angeles, Miami, Nova York, em Londres e Brighton, na Inglaterra, na

Quando você percebeu que queria trabalhar com arte? Diz a lenda que fui eu quem ensinou meu irmão (Herbert Baglione) a desenhar quando criança. Então, trabalhar com arte seria questão de tempo. Desde 1994 auxilio meu irmão em seus negócios. Quando saí de um emprego em banco, em 2001, apostei em algo que me desse tesão de acordar e trabalhar sem parar, sorrindo. Quais as funções de um manager no mercado de arte brasileiro? A figura tradicional de manager em artes é o cara que faz a ponte do trabalho do artista com quem tem interesse em comprar ou expor seu trabalho. Quase sempre o objetivo é obter lucro, o que não é um erro. Mas minha forma de administrar a famiglia vai além dessa equação. Dedico-me também a outros pontos fundamentais,

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Há seis meses a projeção Sentado, ao centro, William para a arte Baglione com os artistas: (da esq. à dir.)Sesper, Pato, Flip, de rua era Thaís Beltrame, Flavio Samelo, e Herbert Baglione; ao bem positiva. Tinho lado, trabalho produzido por Felipe Yung, o Flip Hoje, é balho no consulado brasileiro necessário em Londres. Depois de pintar um painel por quase 12 horas, maior o Herbert destruiu sua própria criação. Isso causou a maior empenho surpresa nos visitantes. Talvez, como administrar o ego coletivo e explorar as potencialidades individuais. Quais as principais características que unem os seis artistas sob o seu comando? De que um artista precisa para se tornar um membro da famiglia? Todos são potencialmente diferentes. O que fiz foi um trabalho de análise baseado em gosto pessoal, respeito pelo artista e diferenças de estilos. Depois vem a reeducação no sentido do pensar e agir plural... o verdadeiro exercício coletivo. Qual foi o trabalho mais marcante em que já esteve envolvido? Pintar a chapelaria da embaixada brasileira em Moscou durante a comemoração dos 180 anos das relações comerciais entre os dois países, em 2008. O Itamaraty nos convidou depois de ver nosso tra-

naquela ocasião, ele, inconscientemente, tenha se inspirado num trecho do romance Crime e Castigo, de Dostoiévski, que diz: “Se tudo é construído, toda desconstrução é racionalmente permitida”. Qual a sua visão sobre a arte urbana no exterior? Do ponto de vista comercial, é um castelo de cartas. Há seis meses as projeções eram bem positivas. Hoje, com a crise econômica mundial, é necessário maior empenho de galeristas, artistas, etc. Mesmo assim, enxergo tudo isso de forma muito positiva. Temos aqui uma geração muito talentosa. Quais são os projetos para este ano? O Tinho fará parte de um grupo que completará uma obra na Bienal de Havana. A Thaís irá expor em Los Angeles. E o Herbert participará de exposições em Modena, na Itália, e em São Paulo, em dezembro. www.t1.com.br

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Roteiro cultural por

Luiza Possi É Claro que Você Sabe do Que Estou Falando, de Miranda July, Ed. Agir, na Livraria Cultura por R$ 36,90.

Filha de Zizi Possi e do produtor musical Líber Gadelha, a cantora Luiza Possi, 24, foi criada entre partituras, letras e arranjos. Sem saber ao certo que carreira seguiria, estudou violão, piano e canto lírico. Ainda na adolescência, virou vocalista de banda. De lá para cá, já em carreira solo, lançou quatro CDs e emplacou diversas músicas em trilhas sonoras de novelas. Depois de dividir o palco com Elba Ramalho, ela finaliza a gravação de seu quinto CD. Nas horas vagas, se distrai com boas leituras e filmes.

Biblioteca

Vitrola

“Estou lendo o livro de contos É Claro que Você Sabe do Que Estou Falando, de Miranda July. Estou rindo muito, pois é uma visão bem feminina e bem humorada de várias histórias. É maravilhoso.”

“Tenho ouvido muito os últimos CDs de John Mayer e do Zeca Baleiro. Ambos estão muito bons e fazem o gênero que eu gosto”

CD O Coração do Homem-Bomba, vol. 1 e 2, R$ 24,90 cada na Americanas.com CD duplo Where The Light Is: John Mayer Live in Los Angeles, R$ 34,30 na Fnac

Pipoca

O Leitor, de Stephen Daldry, de 2008.

“O filme O Leitor é um romance triste, mas muito emocionante. A interpretação dos dois atores principais [Ralph Fiennes e Kate Winslet] é incrível. Eles estão maravilhosos.”

Plateia “O show da Mart’nália, com quem cantei no último CD, é dançante e emocionante. Vale a pena ir.”

Turnê Madrugada.

Boca de Cena

Foto: Nana Moraes

Cruel, da Cia. de Dança Deborah Colker, criado em 2008.

“Gosto muito da linguagem corporal da Deborah Colker. O espetáculo Cruel é moderno e contemporâneo.”

Tela Plana “Fiquei emocionada de ver a minha bisavó no DVD dos Novos Baianos, que saiu pela Biscoito Fino. Ela também era bisavó da Maria Bethânia. Somos parentes.”

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DVD A História dos Novos Baianos e Outros Versos, gravadora Biscoito Fino, R$ 49,90 na Livraria da Travessa.

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Social

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TV digital Gisele Bündchen aterrissou no Terraço Daslu no dia 28 de abril para o lançamento das transmissões em HDTV da Sky. A festa contou com show doo Skank e dezenas de famosos.

Ana Luiza Castro

Luigi Baricell

Karina Bacchi

Samuel Rosa

Gisele Bündchen

Angelita Feijó

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Fotos: Fernanda Calfat

Fotos: Alessandra Gerzoschkowitz

Thierry Figueira, Nivea Stelman, Fernanda Souza e Dudu Belizari


Mariana Kupfer, Dráuzio Gragnani e Adriano Iódicea

Rodrigo Marques e Lara Guerin

Marc Jacobs

Marc Jacobs

no Brasil

Carolina Ferraz

O estilista americano Marc Jacobs ganhou festa no Largo do Arouche, no centro de São Paulo, no dia 20 de março, para celebrar a abertura da sua primeira loja no Brasil. Organizado por Natalie Klein, o evento contou com mais de 500 convidados.

Larissa Maciel

Fotos: Fernanda Calfat

Barbara Bicudo e Paulo Bega

Julia Petit

Fafa Oliveira e Pini Montoro

Cristina Bicalho e José Carlos Hauer

Nathalie Edenburg e Luana Teifke www.t1.com.br

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Social

Vania Oliveira, Rodrigo Borges e Flavia Bhahu

Patricia Darc e Tania Cleto

Monaliza Marchi

Batalha de iPods Emiliano Beyruthe

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Marcelo Fonseca

Luca Salvia

Roberto Martins

DJ Mauricio Guida

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Kika Martinez e Titi Muller

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Cabal

Helinho Calfat

Rico Mansur

Elizangela Soares

Luis Hoinkis

O empresário Rico Mansur e o humorista Evandro Santo participaram da batalha de iPods realizada no dia 19 de março, durante a festa Why B Normal?, em São Paulo. O duelo musical foi organizado por Marcos Mion, Helinho Calfat e Emiliano Beyruthe. Felipe Solari e André Vasco

Evandro Santo

Samara Hejeije e Marcelo Checon Sheila Adesina

Nicholas Myrianthefs

Ferna Fernanda Ferrari e Ces Cesar Polvilho

Eduardo Yasuda e Mauro Fromer

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Vou de tênis

Foto: Luciana Prezia / Folha Imagem

Wagner Moura S

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eis meses depois de estrear a peça Hamlet em São Paulo, o ator Wagner Moura se despediu da cidade em março revelando seu lado menos conhecido, o de cantor. De tênis branco e camisa estampada, ele subiu ao palco do Studio SP, clube noturno frequentado por modernos na Rua Augusta, para soltar a voz ao lado da banda Sua Mãe, parceria iniciada em 1992, nos corredores da Universidade Federal da Bahia, onde Moura estudou jornalismo. Ao lado dos músicos Leco (bateria), Serjão (baixo), Ede (guitarra base e vocal), Tangre (teclados e vocal) e Claudinho (violão, ritmo e vocal), Wagner Moura não decepcionou as fãs que lotaram a casa e ensaiaram alguns passos coladinhas ao ídolo. Afinado e desinibido, ele entoou com desenvoltura clássicos da música “superpopular brasileira”, como gosta de definir seu repertório brega, recheado de reinterpretações modernas de canções como Na Hora do Adeus, de Reginaldo Rossi, Vou Tirar Você Desse Lugar, de Odair José, e O Côncavo e o Convexo, de Roberto e Erasmo Carlos, além de criações do próprio grupo. Sem data certa para repetir a apresentação, o público terá de esperar uma nova brecha na agenda do ator, que está em cartaz com a peça shakespeariana no teatro Oi Casa Grande, na Zona Sul do Rio, e ensaia para o início do próximo ano a volta do Capitão Nascimento com a filmagem do longa Tropa de Elite 2.

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Porque eu amo cada minuto maravilhoso e horrível da corrida. Supernova Glide Porque cada corredor é diferente

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Podem ser 6 da manhã, pode estar frio, mas eu estou aqui fora, correndo com dois velhos amigos. Um em cada pé. Tão confortáveis como da primeira vez. Calçam bem, dão duro. Como o meu antigo par, só que melhor.

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Revista Tennis One 1  
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