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Guiテオes alunos 1

MARIA JOテグ DELGADO NOVEMBRO, 2010


Índice 2

Como fazer um resumo Sublinhar Como fazer esquemas Trabalhos em grupo Preparar testes Como realizar um trabalho escrito Referências bibliográficas

1 5 7 9 14 20 43


Como fazer um resumo 3

Como fazer um resumo?  Fazer um resumo de um texto consiste em extrair de um texto mais

extenso todas as ideias fundamentais, eliminado os aspectos secundários.  Por vezes, parece-te que um texto é demasiado grande e que tem

informação "a mais". Fazer bons resumos simplifica a tarefa de estudar, pois aquele texto enorme que te parecia ter demasiada informação fica bem mais fácil de aprender. Ajuda também a transmitir os nossas ideias de forma breve, clara, rigorosa e original


Como fazer um resumo 4

Para fazeres um bom resumo, deverás: Ler o texto e tentar compreendê-lo, identificando as ideias principais parágrafo a parágrafo; para isso, recorre aos sublinhados e aos esquemas, que ajudarão a organizar o texto e os parágrafos. Escrever o teu resumo respeitando o conteúdo do texto e o pensamento do autor excluindo pormenores desnecessários e substituindo ideias repetidas ou semelhantes por uma única ideia-chave. Não copies frases do texto, tenta utilizar a tua própria linguagem. No final, deverás ler o teu resumo e avaliá-lo, corrigindo os aspectos que achares necessário. Verifica se tem as ideias principais, se a ideia do autor está respeitada e se o texto se percebe bem. Por fim, aperfeiçoa a linguagem do texto: ortografia, construção de frases, etc


Sublinhar 5

 Sublinhar é colocar um risco debaixo das ideias, detalhes e notas mais

importantes do texto que se está a ler ou a estudar. Sublinhar um texto é uma forma de estar mais atento e de captar melhor o que se lê.  Com o sublinhado pretende destacar-se aquilo que de mais importante

surge no texto.  Permite ainda facilitar a memorização dos conhecimentos e fazer

revisões mais facilmente e é meio caminho


Como sublinhar 6

Como sublinhar  Podes utilizar um lápis ou caneta bicolor, com o vermelho (ou outra

cor) sublinham-se os títulos e as ideias mais importantes; o azul (ou outra cor) ficará para as classificações e para as notas explicativas.  Deves também sublinhar as palavras e frases que venham a itálico ou

em letra mais carregada (negrito) e tudo o que se encontre de especial interesse.  Podes utilizar diferentes tipos de sublinhados, para distinguires

diferentes tipos de ideias.


Como fazer esquemas 7

 Os esquemas mais não são do que enunciados de palavras-chave, em

torno das quais é possível arrumar grandes quantidades de conhecimentos. Representam uma enorme economia de palavras e oferecem a vantagem de destacar e visualizar o essencial do assunto em análise, podendo ainda ser facilmente reformulados.  A sua utilização ajuda-nos a compreender e a recordar os

acontecimentos, a estabelecer relações entre eles ou entre diversos factores e a compreender a influência que esses acontecimentos ou factores exercem uns sobre os outros.


Como fazer esquemas 8

 Há vários tipos de esquemas: lineares, quando organizam a informação

na horizontal e na vertical; circulares, se organizam a informação em círculo; piramidais, se a informação se dispõe em forma de pirâmide; e sistemáticos, quando a informação se organiza em forma de quadro, representando as relações de interdependência de um fenómeno.  Para fazeres um esquema, deves começar por apreender as ideias-chave

do texto e ordená-las, escolhendo para isso o tipo de esquema mais adequado.  Usa setas para estabelecer relações entre os conceitos, (considerando

que a seta ------> significa causa/efeito e a seta <-------> quer dizer inter-relação).


Trabalho em grupo 9

 Muitas vezes os professores pedem aos alunos que trabalhem em grupo.

Mas, quais as vantagens de trabalhar em grupo?  Hoje em dia, são cada vez mais as profissões onde trabalhar em grupo é

uma metodologia normal de trabalho. Assim, será de todo conveniente que aprendas a trabalhar em grupo.  O trabalho cooperativo, dentro ou fora da aula, e as relações de ajuda

são muito importantes porque vão permitir que o aluno trabalhe melhor e desenvolva a sua personalidade. Permite ainda o desenvolvimento da cooperação e do respeito pelos outros, atitudes básicas de quem vive em sociedade.


Trabalho em grupo 10

 Como

vês, o trabalho de grupo desenvolvimento pessoal e social.

é

importante

para

o

teu

 A aprendizagem exige um esforço pessoal e solitário, mas há momentos

em que se ganha mais se cooperarmos com os colegas.


Trabalho de grupo 11

VANTAGENS DE TRABALHAR EM GRUPO:  Permite trocar e enriquecer ideias;  Aumenta os conhecimentos que cada um tem;  Desenvolve o diálogo, a cooperação e o respeito pelos outros;  Desenvolve a responsabilização, quer individual, quer em grupo.  Para que o trabalho de grupo seja rentável existem regras que se devem

respeitar.


Regras de trabalho de grupo 12

 Estabelecer, com os companheiros do grupo, as regras de funcionamento,

nomeadamente as datas de trabalho e a escolha de um líder ou porta-voz;  Planificar o trabalho: definir os objectivos do trabalho e distribuir tarefas,

tendo em conta o tempo e a informação disponíveis;  Participar no trabalho, cumprindo as tarefas destinadas;  Respeitar a opinião dos outros, não rindo nem troçando se for diferente da

nossa;


Regras de trabalho de grupo 13

 Evitar as discussões e cultivar o diálogo para a resolução de conflitos ou

divergências  Não deixar o trabalho todo para os outros elementos do grupo;  Não falar de assuntos que não estejam relacionados com o trabalho a

desenvolver.


Como preparar testes 14



Os testes, fichas de avaliação ou exames são dos momentos mais importante da tua vida escolar. Deves preparar-te bem e com antecedência para conseguires bons resultados.

 O medo ou alguma ansiedade são normais e, até certo ponto preparam-te para

a acção, na medida em que é necessária alguma adrenalina para enfrentares o desafio que é uma avaliação. Tudo o que te exija velocidade de raciocínio, esforço, concentração, resistência, destreza implica que estejas alerta, activo, atento.


Antes do teste 15

Estuda com tempo. Estudar apenas na véspera normalmente dá maus resultados e não te deixa tempo para tirares todas as dúvidas. A véspera deve ser reservada para uma revisão final da matéria.  Treina-te a dar as respostas possíveis, por exemplo resolvendo testes

antigos ou os testes formativos do manual. Um jogo de perguntas e respostas, que podes fazer com os teus colegas, costuma dar bons resultados.  Procura dormir bem: a frescura física é uma condição essencial para

ter sucesso numa prova de avaliação.


Antes do teste 16

 Encara as provas com autoconfiança: o medo excessivo é um obstáculo

ao êxito escolar.  Traça previamente um plano de estudo dos conteúdos e reserva, para a

véspera da prova, a revisão final.  Volta a ler os sublinhados do texto do manual, as anotações e os

apontamentos para consolidares os teus conhecimentos.


Durante a realização da prova 17

Não te esqueças de levar todo o material necessários à realização da prova  Lê todo o enunciado da ficha antes de responderes, pois poderás

tomar as atitudes mais correctas quanto à distribuição do tempo e à forma de organização das respostas.

 Distribui o tempo pelas várias perguntas, tendo o cuidado de deixar

os últimos 5 ou 10 minutos para uma leitura/revisão das respostas.


Durante a realização do teste 18

 Procura captar sempre o sentido exacto das questões, conhecendo

previamente o significado de termos como Define, Interpreta, Explica, Analisa, Comenta, Relaciona. Lembra-te de que perguntas mal compreendidas serão mal respondidas.  Faz uma lista de tópicos antes de começares a responder. Em seguida,

ordena-os de forma lógica e coerente e, só depois, elabora a resposta.  Começa a responder às perguntas mais simples e fáceis. Em caso de

dificuldade, não te deixes bloquear e passa imediatamente a outra questão.  Responde de forma clara e segura. Evita falar daquilo que não dominas

bem.


Após a entrega/correcção do teste 19  Quaisquer que sejam os resultados, solicita ao professor um comentário à tua

ficha.

 Em casa, consulta o manual e responde às questões em que tiveste mais

dificuldades. Recorre de novo ao professor se ainda tiveres alguma dúvida.

 Se tiveres uma nota baixa, não encares o resultado com derrotismo. Assume a

responsabilidade e, sobretudo, lembra-te de que é apenas um aviso de que deves estudar mais ou melhorar os teus métodos de estudo. Confia em ti e não desanimes.

 Se obtiveste uma boa classificação, orgulha-te do resultado mas não o encares

com triunfalismo. Continua a trabalhar, pois essa é a chave para o êxito.


Como realizar um trabalho escrito 20

 Realizar um trabalho escrito é pegar num tema, clarificá-lo e tomar uma

posição sobre o mesmo. Para isso, deve-se utilizar bibliografia adequada.  Quando é pedido a um aluno que realize um trabalho, supõe-se que demonstre    

competências nos domínios de: recolha de informação (capacidade de pesquisa, de leitura e de síntese); tratamento rigoroso da informação (saber citar um texto de outrem, etc ); organização da informação; apresentação do trabalho de acordo com as regras estabelecidas.


1º momento: escolha do tema 21

 Quando o trabalho é proposto pelo professor, o aluno tem de

compreender muito bem o tema que se pretende: o tema tem que ser bem definido.  Quando o trabalho é da livre iniciativa do aluno, este deve escolher o

tema tendo em conta três critérios fundamentais:  a capacidade individual - não deve escolher tarefas superiores às suas capacidades;  as fontes de consulta - é necessária a existência de documentação para consulta e se está ou não acessível;  o tempo que dispõe - se o tempo for curto, há necessidade de limitar a investigação.


1º momento: escolha do tema 22

 Se o aluno souber com rigor o que se pretende com o trabalho, evitará

atrapalhações e dificuldades na sua elaboração.  Deverá escolher um tema que vá de encontro aos seus interesses .


2º momento: recolha da informação 23

 Uma vez escolhido o tema que o aluno vai abordar, este deve começar

por saber que obras tratam desse tema e se estão à sua disposição (bibliotecas, livrarias, etc...).  As fontes de informação mais acessíveis são as obras escritas que o

aluno tem ao seu dispor na biblioteca da escola. Para recolha dessa informação existem três fontes essenciais:  dicionários: definem o sentido das palavras;  enciclopédias: oferecem uma visão geral do assunto;  livros especializados: desenvolvem os temas.


3º momento: o plano de trabalho 24

 Depois de reunida toda a informação, é conveniente elaborar um

plano do trabalho para evitar que este seja vago e confuso porque não existiu uma ordenação das ideias.  Deste plano resultará:  a divisão do trabalho em capítulos e/ou subcapítulos;  os aspectos ou ideias que se vão apresentar.


3º momento: o plano de trabalho 25

 A informação deve ser seleccionada conforme o tema em estudo.



  

Deverá ser eliminada toda a informação supérflua e confusa e a isto chama-se filtragem da informação. Após a filtragem, é necessário ordenar as ideias. Ordenar é "arrumar" as informações numa sequência lógica. Para tal, pode -se fazer um índice esquemático ou uma lista de palavras ou ideias-chave. Este plano do trabalho poderá ser alterado durante a elaboração do trabalho De acordo com o plano, procuram-se as informações nas fontes já citadas. Feito este plano, poder-se-á estabelecer uma calendarização provisória.


4º momento: redacção do trabalho 26

 Se foi feito um bom plano a redacção do trabalho será muito mais

fácil. Eis algumas sugestões que deves ter em conta quando redigires o trabalho:  nunca utilizes termos ou conceitos sem os definires;  procura utilizar frases afirmativas em vez de frases negativas;  constrói frase curtas;  procura que cada parágrafo corresponda a apenas uma ideia;


4º momento: redacção do trabalho 27

 procurar espaçar as linhas, sem exagerar, a fim de facilitar a leitura.  deverás utilizar o itálico ou o sublinhado nos seguintes casos:  títulos de livros, poesias, filmes, canções, peças de teatro e obras de arte;  palavras estrangeiras;  frases ou palavras que queiras evidenciar.  de um modo geral, um trabalho escrito deverá conter por esta ordem: capa,

índice, introdução, desenvolvimento, conclusão, bibliografia e anexo (facultativo).


Aspectos formais 28

CAPA A capa é a montra do teu trabalho. É a primeira imagem que surge associada ao teu trabalho e não te esqueças: a primeira impressão conta muito. A capa pode ser simples (só com os elementos essenciais - nome da escola, título do trabalho, nome da disciplina, identificação do aluno ( nome, ano, turma, número - e data) ou pode conter desenhos, gravuras e fotografias alusivas ao seu conteúdo.


Aspectos formais 29

FOLHA DE ROSTO É a folha que vem logo depois da Capa e apresenta uma identificação mais detalhada sobre o Trabalho, nomeadamente: . O nome da Escola; . A disciplina a que se destina o trabalho e o nome do professor; . O título do trabalho; . O nome dos autores, ano, turma e número; . Data e ano lectivo.


.

ÍNDICE 30

Aqui são listados com numeração todos os títulos e subtítulos que utilizaste ao longo do trabalho. Deves indicar a página correspondente a cada um de acordo com a paginação geral do trabalho, que é iniciada na página de rosto e que corresponde à página 1. Índice automático Quantas vezes ficaste furioso com os pontinhos ou tracinhos do índice? O índice automático poupa essa trabalheira toda e deixa tudo certinho. Só tens de catalogar todos os títulos do trabalho e inserir o índice. Como inserir o índice automático? Clica em "Inserir" > "Referência" > "Índices" no local onde queres que o índice apareça.


Conclusão 31

 A conclusão é obviamente o final do trabalho. Deve ser breve e nela se

faz uma síntese do assunto que se desenvolveu anteriormente.


Bibliografia 32

 Para indicação da bibliografia deve indicar-se por esta ordem os

seguintes aspectos, separados por vírgulas:  último nome do autor, isto é o apelido, em maiúsculas, seguido de

vírgula e do nome próprio (CAMÕES, Luís de);  título da obra em itálico ou sublinhado;  número do volume;  nome da editora;


Bibliografia 33

 local da edição;  data da edição (se não tiver data de edição escreve-se s/d, que significa

sem  data).  Exemplo: CAMÕES, Luís de, Os Lusíadas, Figueirinhas, Porto, 1978.

Na lista bibliográfica, os autores devem ficar por ordem alfabética de apelidos.  Se a publicação não tiver autor definido, o título deve ser escrito em maiúsculas.  Exemplo: NOVA ENCICLOPÉDIA VERBO JUVENIL, volume V, Editorial Verbo, Lisboa 1977.


Apresentação 34

 Uma boa apresentação, agrada à vista e influencia positivamente quem

lê.  Para que uma trabalho tenha um aspecto agradável dever-se-á:  usar folhas lisas, brancas, de formato A4;  escrever apenas de um dos lados da folha;  a primeira página deverá ser a capa;  na segunda página, apresentar o índice;


Apresentação 35

 na terceira página, apresentar a introdução e nas seguintes o

desenvolvimento do trabalho;  na última folha, dever-se-á inserir a bibliografia e de seguida os anexos,

caso existam;  pôr títulos e subtítulos de forma bem saliente e numerados;  deixar margens do lado da página que permitam anotações por parte do

professor e a encadernação do trabalho;


Apresentação 36

 fazer uma caligrafia legível quando não for possível utilizar computador

ou máquina de escrever;  não entregar folhas riscadas ou cheias de emendas;  numerar as páginas, excepto a capa;  numerar e legendar todas as figuras;  pôr capas protectoras no trabalho - folha de acetato, cartolinas, etc


Apresentação 37

A. CABEÇALHO E RODAPÉ  Estes elementos são utilizados para identificar as páginas do teu

trabalho. Geralmente, no cabeçalho coloca-se o nome da escola e o nome do trabalho e no rodapé coloca-se o nome dos autores do trabalho, a data e o nº da página.  Como inserir cabeçalho e rodapé?  Clica em "Ver" > "Cabeçalho e Rodapé"


Apresentação 38

B. PAGINAÇÃO  A paginação começa na folha de rosto, sendo que só aparece a partir da

Introdução. Por exemplo, numa sequência que tem Folha de Rosto Sumário - Introdução, a Introdução é portanto a página de número 3.  O número da página pode ser inserido em qualquer dos cantos da folha,

mas o mais utilizado é no canto inferior direito.


Apresentação 39

C. NOTAS DE RODAPÉ (topo)  São muito úteis quando queres chamar a atenção do leitor para

determinado facto. Geralmente utiliza-se para associar Anexos ao texto ou para fazer uma referência bibliográfica a uma citação utilizada no texto.  Como fazer notas de rodapé?  Clica em "Inserir" > "Referência" > "Notas de rodapé"


Apresentação 40

D. LETTERING  Deves utilizar tipos de letra simples, como o Arial, e corpo de texto 12 (nos títulos podes utilizar 14). O espaçamento entre linhas deve ser de 1,5. E. ESPAÇAMENTO ENTRE LINHAS  Deixa o texto respirar. Se as linhas estiverem muito juntas, os teus textos irão parecer uma enorme mancha, retirando-lhes visibilidade. O ideal é deixar 1.5 entre linhas para se ler melhor.  Como formatar o espaçamento entre linhas (parágrafo)?  Clica em "Formatar"> "Parágrafo"


Apresentação 41

MARGENS  É preciso ter muita atenção com as margens. O lado esquerdo da folha

deve ter sempre espaço suficiente para a encadernação. As restantes margens têm de ter dimensão suficiente para o texto "respirar".

   

Medidas Margem superior: 3 cm Margem inferior: 2,5 cm Margem da direita: 2,5 cm Margem da esquerda: 2,5 cm


Apresentação 42

FORMATO  O melhor formato é o A4 vertical ou horizontal. Para além de facilitar a

impressão e a encadernação, facilita a leitura e a arrumação. ILUSTRAÇÃO  Qualquer tema pode ser ilustrado recorrendo a gravuras, fotografias,

mapas, gráficos, etc. Todas as imagens devem estar sempre relacionadas com o texto e deverão ser colocadas próximo do assunto que ilustram. Deverão ter sempre uma legenda explicativa.


Referências bibliográficas 43

 Existem Normas Portuguesas para a elaboração de referências

bibliográficas, embora se possam seguir diferentes estilos na forma como os diferentes elementos são apresentados. Cumprir estas normas significa uniformidade e uma maior facilidade de compreensão do que é referenciado.  Os

elementos a considerar numa referência bibliográfica são normalmente os mesmos para todos os tipos de documentação e para todos os estilos de citação , embora a ordem pela qual são apresentados possa variar conforme o estilo adoptado.


Referências bibliográficas 44

 Estes elementos incluem:  nome do autor,  título, ,  nº da edição  local da publicação,  editora,  data da publicação  volume,  ISBN  páginas da obra ou páginas relativas à publicação referenciada.


Referências bibliográficas 45

 Vamos ver agora alguns exemplos:  Livros de um só autor  AUTOR (APELIDO, Nome) – Título do livro. Nº da edição (excepto se

for a 1º, que não se menciona). Local de edição: Editor, ano de edição. ISBN.  Exemplo:  CAMÕES, Luís de – Os Lusíadas . 1.ª ed. Lisboa: Rei dos Livros, 2002.

ISBN 972-51-0186-3.  Livro de vários autores :


Referências bibliográficas 46  Livro de vários autores :

 Quando existir mais do que um autor, devem ser colocados os nomes de

todos os autores na lista de referências bibliográficas. No texto, quando existirem dois autores, colocar o último nome de ambos separados por e mas, se existirem mais do que dois autores, colocar apenas o nome do primeiro autor, seguido de et al. (que significa "e colaboradores")

 Exemplo:  CUNHA,

C. e CINTRA, L. - Breve gramática do Português contemporânea . 9ª edição, Lisboa: Edições João Sá da Costa, 1996

 MARQUES, Adhemar et al - História Contemporânea através de

textos. 10ª edição, São Paulo: Contexto, 2004.


Referências bibliográficas 47

AUTOR do capítulo (APELIDO, Nome) – Título do capítulo. AUTOR da obra (APELIDO, Nome) – Título do livro. Nº da edição (excepto se for a 1º, que não se menciona). Local de edição: Editor, ano de edição. Pags. Em que se encontra o capítulo. ISBN. Exemplos: SILVA, Augusto Santos; PINTO, José Madureira – Metodologia das ciências sociais. Porto: Ed. Afrontamento, 1986. p. 216- 249. ou JESUÍNO, Jorge Correia – O método experimental nas ciências sociais. In: SILVA, Augusto Santos; PINTO, José Madureira – Metodologia das ciências sociais. Porto: Ed. Afrontamento, 1986. p. 216- 249.


Referências bibliográficas 48

 Artigos de revistas, jornais, etc.  AUTOR (APELIDO, Nome) – Título do artigo. Nome da revista

(sublinhado). Local de edição. ISSN. Vol., nº. (data de publicação). Págs. em que se encontra o artigo.  Exemplo:  FIGUEIREDO, M. O. – Factores de estabilidade estrutural associados

ao arranjo dos catiões nas estruturas dos compostos iónicos. Revista Portuguesa de Química. Lisboa. ISSN 0035-0419. Vol. 23, n.º 4 (1981), p. 250-256.


Referências bibliográficas 49

 Autor Colectividade  Quando o autor duma obra é uma colectividade (instituição) o seu nome

escreve-se como aparece na fonte. Quando o autor duma obra é uma instituição subordinada ( Ministério, Direcção Geral) sem autonomia administrativa, o seu nome, inscreve-se depois da circunscrição territotial  Exemplos:  INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTIVA – Censos 2001. Lisboa: INE,

2003. ISBN 972-673-602-1 PORTUGAL. Ministério da Saúde: Direcção - Geral da Saúde - ………….


Referências bibliográficas 50  Volumes ou partes de livros  AUTOR (APELIDO, Nome) - Título do volume ou parte. In Apelido (do autor

da monografia), primeiros nomes (do autor da monografia) - "Título da monografia (a destacado)". Nº da edição (excepto se for a 1º, que não se menciona). Local de publicação : Editor, Ano de publicação. ISBN. Localização na monografia.  Exemplo:  TOLKIEN, J. R. R. - A irmandade do anel. In "O senhor dos anéis". 13.ª ed.

Mem Martins : Europa-América, 2002. ISBN 972-1-04102-5. vol. 1.


Referências bibliográficas 51

 Contribuições em livros (capítulo com autoria própria)  AUTOR (APELIDO, Nome) – Título do livro. Nº da edição (excepto se

for a 1º, que não se menciona). Local de edição: Editor, ano de edição. Págs. em que se encontra o capítulo. ISBN.


Referências bibliográficas 52

 AUTOR do capítulo (APELIDO, Nome) – Título do capítulo. AUTOR da

obra (APELIDO, Nome) – Título do livro. Nº da edição (excepto se for a 1º, que não se menciona). Local de edição: Editor, ano de edição. Pags. Em que se encontra o capítulo. ISBN. Exemplos: SILVA, Augusto Santos; PINTO, José Madureira – Metodologia das ciências sociais. Porto: Ed. Afrontamento, 1986. p. 216- 249. ou 

JESUÍNO, Jorge Correia – O método experimental nas ciências sociais. In: SILVA, Augusto Santos; PINTO, José Madureira – Metodologia das ciências sociais. Porto: Ed. Afrontamento, 1986. p. 216- 249.


Referências bibliográficas 53

 Teses, dissertações e outras provas académicas  AUTOR (APELIDO, Nome) – Título da tese. Local de edição: Entidade

onde foi apresentada, ano. Tese de mestrado.  Exemplo:  ALMEIDA, Alexandre Monteiro – O pensamento pedagógico de Serras

e Silva. Braga: Universidade do Minho, 2002. Tese de Mestrado.  Actas de congressos


Referências bibliográficas 54

 NOME DO CONGRESSO/ JORNADAS/ ENCONTRO, Nº edição, local

onde se realizou, ano – Título……..  Exemplo:  CONGRESSO NACIONAL DE BIBLIOTECÁRIOS, ARQUIVISTAS E

DOCUMENTALISTAS, 2, Coimbra, 1987 - A integração europeia: um desafio à informação: actas. Coimbra: Minerva, 1987.


Referências bibliográficas 55

 Documentos

legislativos

(leis,

decretos,

portarias,

despachos)  TIPO DE DOCUMENTO e Nº. Nome da publicação. Nº da publicação

(data de publicação) págs. em que se encontra.  Exemplo:

DECRETO-LEI nº 192/89. D.R I Série. 131 (89-06-08) 2254-2257


Referências bibliográficas 56

 Filmes, do AUTOR (APELIDO, Nome) – Título. Edição. Local de

publicação: Editor, Ano de publicação. Designação específica do material Extensão.  Exemplo:  PINTO, Armando Vieira - Fado . Lisboa : Lusomundo, cop. 1947. 1

cassete vídeo (VHS) (110 min.).


Referências bibliográficas 57

 Documentos electrónicos  AUTOR (APELIDO, Nome) – Título. Tipo de suporte (entre parêntesis

rectos). Edição. Local de publicação: Editor, Ano de publicação, Data de actualização ou revisão. Data de consulta (entre parêntesis rectos). Disponibilidade e acesso. ISBN.  Exemplo:  HARNACK, Andrew, KLEPPINGER, Eugene, – Online! A Reference

Guide to Using and Citing Internet Sources. [Em linha]. 2003. [Consult. 11 de Março de 2005 ]. Disponível em: http://www.bedfordstmartins.com/online/index.html


Bibliografia 58

Neto, Escola EB 2,3 Padre Alberto, Biblioteca Escolar/Centro de Recursos , acedido em 17 de Novembro, 2010, de http://www.percursos.net/becre/


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