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INFORMATIVO São Pio X Diocese de Osasco

“Na abertura ao amor de Deus nascem todas as vocações.” Papa Bento XVI

Cotia, Junho/Julho/Agosto de 2012 - Ano 2 - Número 13


EDITORIAL Vida com Deus Estimados (as) filhos (as), quero convidá-los a refletir comigo a frase de Santo Afonso de Ligório que diz: “Quem não tem Deus, não tem nada; quem tem Deus, tem tudo”. Pois tenho encontrado em minha missão, fiéis que ainda não compreenderam a sua caminhada como Igreja e como Filho de Deus, se fazendo por vezes vítima de um sistema que ela própria produz, com suas paixões e sentimentos ilusórios, que o torna incapaz de crescer na fé e no amor a Deus. São Gregório de Nazianzeno dizia: “É preciso se lembrar de Deus com mais frequência do que se respira". Estou cada vez mais convencido de que o que é importante não é a duração de uma vida, mas como se vive, com Deus na sua profunda intimidade e no seu compromisso com que se vive. Há época em nossa vida que achamos que estamos caminhando bem com Deus, e não percebemos que o diaa-dia virou uma rotina e que Deus se tornou uma busca quando as coisas estão ruins, ou quando preciso de algo que ainda não conquistei. E esquecemos que o inimigo está próximo de nós esperando a

oportunidade para nos engolir. A carta de São Pedro diz: “Humilhaivos sob a poderosa mão de Deus, para que na ocasião própria vos exalte... Sede sóbrios e vigilantes! Eis que o vosso adversário, o diabo, vos rodeia como um leão a rugir, procurando a quem devorar.”( 5,6.8) Hoje, vejo que esta tranquilidade de fé, tem tomado conta, sobretudo daqueles que há muito tempo vivem a comunidade de Cristo, pois, tem se deixado levar por um sentimento que não é verdadeiro, impedindo de demonstrar uma austeridade de fé, ou seja, da verdadeira comunidade de Cristo. Se esvaziando daquele primeiro chamado de Deus em vossa vida. Daquele amor tão profundo que o fazia renascer em Cristo Jesus, daquela paixão diante do altar do Senhor, daquela prece bem vivida e falada a ponto do coração saltar para fora, sem se preocupar com as coisas que acontecia no mundo. E que fazia estar presente sempre na casa de Deus, em todas as ocasiões de solenidade e festa de nossa Igreja. A onde foi todo este sentimento? Por que não sinto as mesmas coisas como antes? Onde está a minha fé? Todas estas indagações são necessárias, para percebemos que podemos cair no comodismo espiritual e deixarmos a vida

mística de lado, uma vida de testemunho, de amor, de entrega, de doação, de relacionamento entre os irmãos de comunidade e tantas outras ações que a nós é confiado a viver na Igreja de Cristo Jesus. “Que aquele que busca jamais cesse de buscar”, ressaltava São Tomé diante dos seus irmãos de caminhada. Santo Afonso de Ligório também recordava os seus: “Na caminhada para Deus quem não avança retrocede”, e ainda, já é hora de despertar. A noite já vai adiantada, o dia vem chegando: despojemo-nos das ações das trevas e vistamos as armas da luz. Procedamos honestamente em nossa caminhada de fé, de pastoral, de Igreja, como em pleno dia. Uma coisa é certa nosso destino é o paraíso que começa aqui, na nossa entrega para com Deus, pois, conhecendo a Deus aqui, ficará mais fácil o nosso diálogo com Ele no céu! Pe. Marcelo Pereira da Silva Pároco

BOLETIM INFORMATIVO SÃO PIO X Estrada do Morro Grande, 138 - Atalaia - Cotia - SP - CEP: 06700-650 - Tel.: (11) 4616-1916 Pároco: Pe. Marcelo Pereira da Silva - Coordenadora de PASCOM: Walkyria A. Rosário Fotografia: Quel Moraes, Fábio Lima e Elô Pignolato - Diagramação: Quel Moraes - Redação e Revisão: Walkyria A. Rosário Colaboração: Claudia das Graças Pignolato, Eliane, Rodrigues de Borba Oliveira, Irene & Jorge, Pe. Marcelo Pereira da Silva, Nilso Filgueiras e Sem. Ricardo Andrade Gomes. Tiragem: 2000 exemplares - www.paroquiasaopiox.com


4º RETIRO PAROQUIAL “Se a vida é uma viagem, o Retiro é uma parada, onde restauramos as forças.” “Se a vida é uma viagem, o Retiro é especiais; graças de santificação; uma parada, onde restauramos as graças de perfeição; graças de forças; contrição. Se a vida é uma tempestade, o Retiro é um porto de refúgio e salvação para os navegantes expostos ao furor das ondas e dos ventos;

É o tempo dos milagres, que opera Deus nas almas, pois o céu se compraz nestes dias em derramar sobre a terra de nosso coração um orvalho benéfico, que faz germinar nele as flores das virtudes. Se a vida é um combate, o Retiro é um arsenal e um reduto, onde os Entendo, portanto, que para combatentes encontram um abrigo nos aproximarmos, cada vez mais, com abundância de armas e desta perfeição de Nosso Senhor é provisões; necessário nos retirarmos, irmos à busca do tempo da graça. Se a vida é um deserto, o Retiro é um oásis fértil, que refresca e fortifica os infelizes nômades deste mundo; Se a vida é desterro, o Retiro é uma ante-sala do Paraíso, nossa pátria.” Fonte: http://www.paulokampus.com.br

Sendo assim, amados e fraternos irmãos, no que diz respeito a nós, Católicos Apostólicos Romanos, membros da Paróquia São Pio X, o Retiro é de soberana importância, pois o nosso caminho é de alguém que dedica-se à vida mista (família, sociedade e Igreja), a fim de chegarmos à imitação mais perfeita de Nosso Senhor. Com relação a Deus, o Retiro é o tempo da graça. “Este é o tempo aceitável, são estes os dias de salvação”. É o tempo das graças

O próprio Jesus experimentou o silêncio, a meditação e o caminho do deserto. Neste caminho aprendeu a “escutar”. Nos próprios evangelhos percebemos que Jesus se afastava das multidões para se entregar a um momento de contemplação e meditação. Sua vida pública iniciou dentro de um momento de oração e recolhimento no deserto. E nós, por que não nos retirarmos, deixar um pouco de lado a vida, às vezes, confusa, complicada, corrida, etc. e tomar como base a oração, a meditação, a reflexão e o silêncio. Não tenhamos medo de renovar a nossa vida com este Deus que é misericórdia e compaixão. Que saibamos sempre privilegiar o Retiro Espiritual como um crescimento maduro e

necessário para a nossa vida, e que seja este um bom momento para confrontar a nossa vida com a vida de Jesus. Que nos dias atuais, a velocidade das informações, do barulho e dos afazeres do dia-a-dia não nos impeça de tirar sempre um minutinho para ouvir, escutar e estar sempre com Deus. E agora, ainda tens dúvida de que precisa se retirar. Então, desde j á , c o m e c e a s e p r e p a r a r, principalmente, espiritualmente para participar do 4º Retiro Espiritual da Paróquia São Pio X, que se realizará nos dias 01 e 02 de setembro, na Casa de Retiro das Irmãs Franciscanas.

O nosso pároco, Pe. Marcelo conta com a participação daqueles que se colocam à disposição do Reino de Deus para construir uma Igreja cada vez melhor e você, membro atuante, representante de pastoral, movimento e de comunidade é a pessoa que ele espera no retiro. Afinal, você será o interlocutor das graças recebidas nestes dias de recolhimento e lembre-se, muitos dependem de você para receberem tais graças. Prepare-se o grande dia está chegando, abra seu coração e, desde já, sinta o amor do Pai inundando teu ser!

Retiro Paroquial - 2011

Eliane R. Borba Oliveira Escola da Palavra

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CHAMADO À SANTIDADE... “Antes da constituição do mundo, Deus nos A Santidade não é algo excepcional, mas resultado do crescimento pleno da graça do batismo. O Beato João Paulo II, na carta apostólica Novo Millenio Ineunte, nos diz que esta é uma verdade que diz respeito a todos os Cristãos: “Perguntar a um batizado: Queres receber o batismo?, significa ao mesmo tempo interrogálo: Queres fazer-te Santo? Este ideal não é um caminho extraordinário, que possa ser percorrido apenas por algum 'gênio' da santidade, mas o caminho ordinário que deve ser palmilhado por qualquer cristão”. Fomos eleitos para a santidade antes de sermos criados. Ou melhor, fomos criados porque tínhamos sido eleitos para sermos santos. Na palavra Santidade devem estar compreendidos todos os nossos projetos. Isto é o que integra o sentido da nossa vida. A exortação apostólica Pastore dabo vobis enfatiza que essa vocação universal para a Santidade “encontra particular aplicação no caso dos presbíteros: estes são chamados não só enquanto batizados, mas também e especialmente enquanto presbíteros, ou seja, por um título novo e de modo original, derivado do Sacramento da Ordem”. Há, portanto, para o Sacerdote, “uma

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vocação especifica à santidade, mais precisamente uma vocação que se fundamenta no sacramento da Ordem.” O Beato João Paulo II, num dos seus últimos livros “Levantaivos! Vamos!”, publicado em 2004, escreve que o pastor (bispo e padre), “está chamado de uma maneira especial à santidade pessoal, para contribuir com o incremento da santidade da

comunidade eclesial que lhe foi confiada. É responsável por levar a cabo a vocação universal a santidade, de que fala o capitulo V da constituição conciliar Lumem Gentium”. São João Maria Vianney, patrono dos padres, dizia: “Não tenho outra coisa que demonstrar a vocês, senão a indispensável obrigação em que estamos de nos tornarmos santos. Se pudéssemos interrogar os santos, eles nos diriam que sua felicidade é amar a Deus e estar seguros de amá-lo sempre”. Em outras ocasiões ressaltava ele: “Que o padre não é padre para si mesmo”, ou seja, não é para estar perto de Deus, em vista de sua salvação pessoal, que um homem decide ser padre. Os padres existem para todos os batizados e também para todos os não batizados. Tudo começa quando, um dia, um jovem ou um adulto é despertado para essa


...CHAMADO À VOCAÇÃO elegeu para sermos Santos.”(Ef 1,4) possibilidade de ser padre, seja porque um padre ou uma pessoa da comunidade paroquial lhe falou no assunto, ou porque foi despertada mesmo diante da diversidade cultural e social. A pessoa chamada a ser padre não pode dizer sim senão no Amor. Consequentemente, é também na proximidade interior e amorosa com o Senhor que os Padres encontram a força para viver seu ministério. Deus é o fundamento de sua vida, sua força e seu sustentáculo. Santo Agostinho, dirigindo-se a Cristo, dizia: “Vita, vitae meae” – Vida da minha Vida! O Senhor tem de ser para nós realmente vida! Vida por vida; amor por amor. “Amar a Deus sobre todas as coisas, com o todo o coração, com toda a alma, com todas as forças, e ao próximo como a nós mesmos” (Mt 22,37-39). E é esse amor que satisfaz todos os anseios da vida sacerdotal, como canta o poema de São João da Cruz: “Oh! Chama de amor viva, que ternamente feres de minha alma o mais profundo centro! Oh! Cautério suave! Oh! Regalada chaga! Oh! Mão branda! Oh! Toque delicado, que a vida eterna sabe e toda pena praga!”

Não há um amor humano que a este amor Divino possa igualar-se, pois a vida eterna sabe! Quando alguém, apesar de todos os sacrifícios, dispõe-se a assumir o seu destino sacerdotal, ela se reveste de um amor divino para a realização da missão a qual foi chamado. A vocação o chama, primeiro na alma, em forma de exigência; depois, propulsiona-o para frente com a força de um guindaste, com o ardor do ideal e, no fim, assinala a jubilosa certeza de que está caminhando na direção da sua plenitude completa. Quando ouvimos em nossa alma aquele grito de São Paulo: “Pois já é hora de levantarmos de nosso sono”, então toma-se a decisão de deixarmos tudo para seguir a Cristo Jesus, pois Deus nos chama para algo muito maior do que possa desejar o nosso egoísmo e, sentindo a beleza de nossa alma. Então, estamos prontos para assumir a nossa convocação, que o Senhor, o Justo Juiz, nos chamou para ser o seu Servo: “Não fostes vós q u e m e escolhestes, mas eu que vos escolhi” ( J o 1 5 , 1 6 ) . Vo s escolhi para dar vida à quem precisa, à quem sofre, à quem padece, à quem chora, à quem passa fome e a tantos outros que são do meu redil e não O conheceis. Face a isso,

relembremos da vocação primeira da Igreja, a Virgem Santíssima é a primeira discípula, escolhida entre tantas mulheres e, que se deixou revestir da Graça do Alto. A vocação de Maria Santíssima é a mais bela de todas as vocações, pois nela se encontra o Sim do amor, o Sim da docilidade, o Sim da ternura, o Sim da entregua, o Sim da doação, o Sim de toda vocação. Por esse motivo, supliquemos à Virgem Santíssima, a Mãe da vocação, a Mãe da Igreja, a Mãe do sacerdote, para que venha ao encontro de tantos jovens discernir o seu Sim ao Vosso Filho, Jesus Cristo, a quem nos chama pelo toque e pela singeleza das mãos amorosas de Vossa Mãe. Conservai aqueles à quem já chamastes para o Ministério Sacerdotal, em especial, por aqueles que deixaram as fileiras sagradas do sacerdócio.

Pe. Marcelo Pereira da Silva Pároco

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ASSEMBLEIA GERAL DOS BISPOS DO BRASIL - 2012 “É pela fé que se participa da vida de Jesus.” Dom Damaceno In Missa de Abertura da Assembleia Geral dos Bispos do Brasil -2012 Desde os primórdios da Igreja, a necessidade de uma evangelização que de fato correspondesse aos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo sempre foi encarada como algo fundamental, de suma importância. Entretanto, para que a mesma ocorresse satisfatoriamente e ganhasse uma proporção notória, chegando aos confins de toda a Terra, Nosso Senhor distribuiu aos seus amados alguns ministérios, próprios para o serviço. Dentre os discípulos, elegeu doze homens para exercerem uma tarefa específica, a missão Apostólica, que consistia na transmissão da mensagem de Cristo, mediante a pregação e o testemunho. Tal missão não se restringiu apenas àquela época, mas através da Sucessão Apostólica, ainda hoje temos homens que de fato foram escolhidos pelo Senhor para sucederem os Apóstolos. Assim nos diz o Catecismo da Igreja Católica: “Os Apóstolos transmitiram aos seus sucessores, os Bispos, e, através deles, a todas as gerações até ao fim dos tempos, tudo o que receberam de Cristo e aprenderam do Espírito Santo”. Os bispos desempenham esta árdua tarefa confiada por Nosso Salvador em igrejas particulares, determinadas porções do povo de Deus, conhecidas como dioceses que, a cada ano, se esforçam significativamente para manterem

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uma unidade entre as mesmas. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) é justamente uma destas tentativas de unificação entre os b i s p o s e , consequentemente, entre as dioceses. Há 50 anos, tais bispos deram início a uma Assembleia Geral na cidade de Itaici - SP, sendo que ali encontravam seu espaço de discernimento sobre os grandes problemas da sociedade e da Igreja, e o estímulo para oferecer orientações pastorais que animassem os membros do povo de Deus. Neste ano de 2012, a Assembleia Geral dos Bispos do Brasil ocorrera em Aparecida do Norte (SP), entre os dias 18 e 26 de Abril. Tal evento teve como tema central a aplicação da Exortação Apostólica Pós Sinodal do Papa Bento XVI, Verbum Domini, que trata justamente da Palavra de Deus. Além de abordar tal temática, a 50ª Assembleia Geral tratou de assuntos propícios à realidade atual: o aniversário de 60 anos da CNBB, que será comemorado no dia 14 de outubro deste ano; o jubileu de 50 anos do início dos trabalhos do Concílio Vaticano II; o 20º aniversário da promulgação do Catecismo da Igreja Católica; além

do Ano da Fé, que marcará 2012, o Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, que acontecerá também no mês de outubro em Roma, e enfim, a apresentação dos preparativos da Jornada Mundial da Juventude – Rio 2013. Assim, a Santa Igreja Católica tem respondido com êxito aos apelos missionários de seu Divino Esposo, Nosso Senhor Jesus Cristo, sobretudo no que se diz respeito à evangelização dos povos. Há uma contínua preocupação com a realidade atual, permeada de desafios e perigos que ameaçam a fé do povo de Deus. É justamente de tais temáticas que abordou a 50ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, tendo sempre como enfoque primordial o pastoreio da Igreja. Rezemos, portanto, pelos nossos pastores, os bispos, que tanto se empenham em garantir a nós uma fé autêntica, capaz de ultrapassar o limiar das fronteiras, chegando até aos confins de toda a Terra.

Sem. Ricardo Andrade Gomes 3º Ano de Filosofia


Santo Antônio, São João e São Pedro As festas juninas iniciam-se em 13 de junho, atingem seu ponto máximo em 23 de junho e terminam em 29 de junho.

Santo Antônio, muito popular em Portugal e no Brasil, ficou conhecido por ajudar aos pobres e distribuir pães a todos. Na cultura popular, o conhecem como santo casamenteiro. É tido como Santo protetor das crianças, por ter fundado a primeira creche, por isso é apresentado nas Igrejas carregando uma criança. Como explicam os cronistas da história brasileira, Santo Antônio é considerado também como santo protetor do solo brasileiro São João Batista era valoroso pregador, amigo da justiça

e da verdade. É apresentado como um menino com um carneiro no colo, anunciando a chegada do Cordeiro de Deus. Batizava o povo no Rio Jordão, pedindo que todos se convertessem e se livrassem dos pecados, pois sabia que depois dele viria alguém muito especial: Jesus. São Pedro, em sua casa, iniciou as primeiras pregações. Foi chamado pelo próprio Jesus a deixar tudo e caminhar com Ele, pregando o E v a n g e l h o . Considerado protetor das viúvas, dos pescadores e guardião das chuvas e do céu. A ele foi confiada à missão de edificar a Igreja do Senhor.

típicas de comidas, brincadeiras, danças e fogueiras. A principal atração é o levantamento do mastro, simbolizando os três santos, o pau de sebo e as danças de quadrilha. Na Comunidade São Pio X as festividades em comemoração aos santos juninos, Santo Antônio, São João e São Pedro, se tornaram uma tradição.

Devido à influência portuguesa em nossa cultura, as comemorações começaram a partir do século XVI. Os dias desses santos são comemorados no mês de junho de cada ano. Marcado por festas, barracas Neste ano a Paróquia realizará as festividades nos seguintes finais de semana: 9 e 10, 16 e 17, 23 e 24, 30 de junho, 1º, 9 e 10 de julho, sempre a partir das 18 horas com a Santa Missa. A solenidade de todos os santos acontecerão nos dias 17 de junho – Santo Antônio, 24 de junho – São João e, 1º de julho – São Pedro e São Paulo. A quermesse contará com barracas típicas, bingos, quadrilhas. Para cada santo é feito um grande bolo para comemorar o seu dia. Venha, participe conosco.

Claudia das Graças Pignolato PASCOM

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SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA “A família é base da sociedade e o lugar onde as pessoas aprendem pela primeira vez os valores que lhes guiam durante toda sua vida.” Beato João Paulo II

“Deus confiou seu projeto de amor à família, que tem a sublime missão de ser célula fundamental da sociedade e verdadeira Igreja doméstica.” Papa Bento XVI A Semana Nacional da Família tem como objetivo gerar e promover, fortalecer e evangelizar, a partir de Jesus Cristo e na força do Espírito Santo, como Igreja discípula, missionária e profética, alimentada pela Palavra de Deus e pela Eucaristia, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, para que todos tenham vida, pois, “O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10,10). A Semana Nacional da Família procura motivar momentos, encontros e celebrações com o desejo de despertar as pessoas de boa vontade ao valor único e próprio da família, e, assume como desafio os mesmos objetivos apresentados no Diretório Pastoral Familiar, a saber: a) Promover o fortalecimento dos laços familiares nos ensinamentos evangélicos e apontar caminhos para a solução das crises e dos problemas intrafamiliares de todo tipo, a fim de evitar as separações e o divórcio;

b) Unir esforços para que a família seja, de fato, um santuário da vida, valorizando o ser humano em todos os seus estágios, desde a concepção até a morte natural; c) Incentivar o crescimento da espiritualidade familiar de diferentes maneiras, de tal modo que pais e filhos encontrem, no lar o ambiente mais propício para o desenvolvimento da sua vida cristã; d) Oferecer contínuo apoio aos casais e famílias das comunidades, e reaproximar as famílias afastadas da Igreja, promovendo a participação nos tempos litúrgicos mais importantes e igualmente suscitar reuniões de reflexão especialmente preparados para esse fim e eventos celebrativos;

“Nessas circusntâncias e nesse período da história a família desempenha um papel fundamental...” Papa Bento XVI Por este motivo a Pastoral Familiar promoverá a Semana Nacional da Família entre os dias 08 e 12 de Agosto, em nossa Matriz São Pio X. Veja abaixo nossa programação

Irene e Jorge Pastoral Familiar

08 de Agosto – Missa da família, às 20h. Tema: “Família geradora de uma Sociedade Nova” 09 de Agosto – Missa e benção dos casais de Segunda União, às 20h. Tema: “Casal em Segunda União e a vivência na Santidade!” 10 de Agosto – Missa e Renovação Matrimonial, às 20h. “Os desígnios de Deus sobre o Matrimônio e a Família” 11 de Agosto – Missa e Benção de Filhos, às 20h. “O valor da Família na Formação dos Filhos” 12 de Agosto – Encontrão Familiar, às 8h. “Família Dom de Deus para o Mundo”


boletim infomativo