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60 Anos

1953-2013

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO

PERPÉTUO SOCORRO Jaboatão dos Guararapes - PE

Ano 3 - Nº22

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

FEVEREIRO - 2013

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2013 “Fraternidade e Juventude” - Lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8)

A

Campanha da Fraternidade é uma campanha realizada anualmente pela Igreja Católica Apostólica Romana no Brasil, sempre no período da Quaresma. Seu objetivo é despertar a solidariedade dos seus fiéis e da sociedade em relação a um problema concreto que envolve a sociedade brasileira, buscando caminhos de solução. A cada ano é escolhido um tema, que define a realidade concreta a ser transformada, e um lema, que explicita em que direção se busca a transformação. A campanha é coordenada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Em 2013 será lançada no dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, mais uma edição da Campanha da Fraternidade (CF). “Depois do Carnaval, então, começa o período chamado Quaresma, e neste dia também é feito o lançamento da Campanha” Esse ano o tema será “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8 Após 21 anos da Campanha da Fraternidade de 1992, que abordou como tema central a juventude, a CF 2013, na sua 50ª edição, terá a mesma temática. A acolhida da temática “juventude” tem como objetivo ter mais um elemento além da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) para fortalecer o desejo de evangelização dos jovens. O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Eduardo Pinheiro, explicou que uma das metas principais da CF de 2013 é olhar a realidade juvenil, compreender a riqueza de suas diversidades, potencialidades e propostas, como também os desafios que provocam atitudes e auxílios aos jovens e aos adultos.

Objetivo da Campanha da Fraternidade O objetivo geral da Campanha da Fraternidade é acolher os jovens no contexto de mudança de época, propiciando caminhos para seu protagonismo no seguimento de Jesus Cristo, na vivência eclesial e na construção de uma sociedade fraterna, fundamentada na cultura da vida, da justiça e da paz. “Dentro do sentido da palavra 'acolher' está o valorizar, o respeitar o jovem que vive nesta situação de mudança de época e isso não pode ser esquecido”, destacou o presidente da Comissão da CNBB. Educar para a vida em fraternidade, com base na justiça e no amor, exigências centrais do Evangelho. Renovar a consciência da responsabilidade de todos pela ação da Igreja Católica na evangelização e na promoção humana, tendo em vista uma sociedade justa e solidária.

Oração oficial da CF 2013 Pai santo, vosso Filho Jesus, conduzido pelo Espírito e obediente à vossa vontade, Aceitou a cruz como prova de amor à humanidade. Convertei-nos e, nos desafios deste mundo, Tornai-nos missionários a serviço da juventude Para anunciar o Evangelho como projeto de vida Enviai-nos, Senhor; para ser presença geradora de fraternidade, Enviai-nos, Senhor; para ser profetas em tempo de mudança, Enviai-nos, Senhor; para promover a sociedade da não violência, Enviai-nos, Senhor; para salvar a quem perdeu a esperança, Enviai-nos, Senhor; para... Fonte: www.cnbb.org.br


Crer na caridade suscita caridade "Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele" (1 Jo 4, 16)

MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI PARA A QUARESMA 2013 1. A fé como resposta ao amor de Deus Na minha primeira Encíclica, deixei já alguns elementos que permitem individuar a estreita ligação entre estas duas virtudes teologais: a fé e a caridade. Partindo duma afirmação fundamental do apóstolo João: "Nós conhecemos o amor que Deus nos tem, pois cremos nele" (1 Jo 4, 16), recordava que, "no início do ser cristão, não há uma decisão ética ou uma grande ideia, mas o encontro com um acontecimento, com uma Pessoa que dá à vida um novo horizonte e, desta forma, o rumo decisivo. (...) Dado que Deus foi o primeiro a amarnos (cf. 1 Jo 4, 10), agora o amor já não é apenas um 'mandamento', mas é a resposta ao dom do amor com que Deus vem ao nosso encontro" (Deus caritas est, 1). A fé constitui aquela adesão pessoal - que engloba todas as nossas faculdades - à revelação do amor gratuito e "apaixonado" que Deus tem por nós e que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. O encontro com Deus Amor envolve não só o coração, mas também o intelecto: "O reconhecimento do Deus vivo é um caminho para o amor, e o sim da nossa vontade à d'Ele une intelecto, vontade e sentimento no ato globalizante do amor. Mas isto é um processo que permanece continuamente a caminho: o amor nunca está 'concluído' e completado" (ibid., 17). Daqui deriva, para todos os cristãos e em particular para os "agentes da caridade", a necessidade da fé, daquele "encontro com Deus em Cristo que suscite neles o amor e abra o seu íntimo ao outro, de tal modo que, para eles, o amor do próximo já não seja um mandamento por assim dizer imposto de fora, mas uma consequência resultante da sua fé que se torna operativa pelo amor" (ibid., 31). O cristão é uma pessoa conquistada pelo amor de Cristo e, movido por este amor - "caritas Christi urget nos" (2 Cor 5, 14) - , está aberto de modo profundo e concreto ao amor do próximo (cf. ibid., 33). Esta atitude nasce, antes de tudo, da consciência de ser amados, perdoados e mesmo servidos pelo Senhor, que Se inclina para lavar os pés dos Apóstolos e Se oferece a Si mesmo na cruz para atrair a humanidade ao amor de Deus. "A fé mostra-nos o Deus que entregou o seu Filho por nós e assim gera em nós a certeza vitoriosa de que isto é mesmo verdade: Deus é amor! (...) A fé, que toma consciência do amor de Deus revelado no coração trespassado de Jesus na cruz, suscita por sua vez o amor. Aquele amor divino é a luz – fundamentalmente, a única - que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir" (ibid., 39). Tudo isto nos faz compreender como o procedimento principal que distingue os cristãos é precisamente "o amor fundado sobre a fé e por ela plasmado" (ibid., 7). 2. caridade como vida na fé Toda a vida cristã consiste em responder ao amor de Deus. A primeira resposta é precisamente a fé como acolhimento, cheio de admiração e gratidão, de uma iniciativa divina inaudita que nos precede e solicita; e o "sim" da fé assinala o início de uma luminosa história de amizade com o Senhor, que enche e dá sentido pleno a toda a nossa vida. Mas Deus não se contenta com o nosso acolhimento do seu amor gratuito; não Se limita a amar-nos, mas quer atrair-nos a Si, transformar-nos de modo tão profundo que nos leve a dizer, como São Paulo: Já não sou eu que vivo, é Cristo que vive em mim (cf. Gl 2, 20). A fé é conhecer a verdade e aderir a ela (cf. 1 Tm 2, 4); a caridade é "caminhar" na verdade (cf. Ef 4, 15). Pela fé, entra-se na amizade com o Senhor; pela caridade, vive-se e cultiva-se esta amizade (cf. Jo 15, 14-15). A fé faz-nos acolher o mandamento do nosso Mestre e Senhor; a caridade dá-nos a felicidade de pô-lo em prática (cf. Jo 13, 13-17). Na fé, somos gerados como filhos de Deus (cf. Jo 1, 12-13); a caridade faz-nos perseverar na filiação divina de modo concreto, produzindo o fruto do Espírito Santo (cf. Gl 5, 22). A fé faz-nos reconhecer os dons que o Deus bom e generoso nos confia; a caridade fá-los frutificar (cf. Mt 25, 14-30). 3. O entrelaçamento indissolúvel de fé e caridade A existência cristã consiste num contínuo subir ao monte do encontro com Deus e depois voltar a descer, trazendo o amor e a força que daí derivam, para servir os nossos irmãos e irmãs com o próprio amor de Deus. Na Sagrada Escritura, vemos como o zelo dos Apóstolos pelo anúncio do Evangelho, que suscita a fé, está estreitamente ligado com a amorosa solicitude pelo serviço dos pobres (cf. At 6, 1-4). Na Igreja, devem coexistir e integrar-se contemplação e ação, de certa forma simbolizadas nas figuras evangélicas das irmãs Maria e Marta (cf. Lc 10, 38-42). A prioridade cabe sempre à relação com Deus, e a verdadeira partilha evangélica deve radicar-se na fé (cf. Catequese na Audiência geral de 25 de Abril de 2012). De fato, por vezes tende-se a circunscrever a palavra "caridade" à solidariedade ou à mera ajuda humanitária; é importante recordar, ao invés, que a maior obra de caridade é precisamente a evangelização, ou seja, o "serviço da Palavra". Não há ação mais benéfica e, por conseguinte, caritativa com o próximo do que repartir-lhe o pão da Palavra de Deus, fazê-lo participante da Boa Nova do Evangelho, introduzi-lo no relacionamento com Deus: a evangelização é a promoção mais alta e integral da pessoa humana. Como escreveu o Servo de Deus Papa Paulo VI, na Encíclica Populorum progressio, o anúncio de Cristo é o primeiro e principal fator de desenvolvimento (cf. n. 16). A verdade primordial do amor de Deus por nós, vivida e anunciada, é que abre a nossa existência ao acolhimento deste amor e torna possível o desenvolvimento integral da humanidade e de cada homem (cf. Enc. Caritas in veritate, 8). 4. Prioridade da fé, primazia da caridade Como todo o dom de Deus, a fé e a caridade remetem para a ação do mesmo e único Espírito Santo (cf. 1 Cor 13), aquele Espírito que em nós clama:"Abbá! – Pai!" (Gl 4, 6), e que nos faz dizer: "Jesus é Senhor!" (1 Cor 12, 3) e "Maranatha! – Vem, Senhor!" (1 Cor 16, 22; Ap 22, 20). Enquanto dom e resposta, a fé faz-nos conhecer a verdade de Cristo como Amor encarnado e crucificado, adesão plena e perfeita à vontade do Pai e infinita misericórdia divina para com o próximo; a fé radica no coração e na mente a firme convicção de que precisamente este Amor é a única realidade vitoriosa sobre o mal e a morte. A fé convida-nos a olhar o futuro com a virtude da esperança, na expectativa confiante de que a vitória do amor de Cristo chegue à sua plenitude. Por sua vez, a caridade faz-nos entrar no amor de Deus manifestado em Cristo, faz-nos aderir de modo pessoal e existencial à doação total e sem reservas de Jesus ao Pai e aos irmãos. Infundindo em nós a caridade, o Espírito Santo torna-nos participantes da dedicação própria de Jesus: filial em relação a Deus e fraterna em relação a cada ser humano (cf. Rm 5, 5). A relação entre estas duas virtudes é análoga à que existe entre dois sacramentos fundamentais da Igreja: o Batismo e a Eucaristia. O Batismo (sacramentum fidei) precede a Eucaristia (sacramentum caritatis), mas está orientado para ela, que constitui a plenitude do caminho cristão. De maneira análoga, a fé precede a caridade, mas só se revela genuína se for coroada por ela. Tudo inicia do acolhimento humilde da fé ("saber-se amado por Deus"), mas deve chegar à verdade da caridade ("saber amar a Deus e ao próximo"), que permanece para sempre, como coroamento de todas as virtudes (cf. 1 Cor 13, 13). Caríssimos irmãos e irmãs, neste tempo de Quaresma, em que nos preparamos para celebrar o evento da Cruz e da Ressurreição, no qual o Amor de Deus redimiu o mundo e iluminou a história, desejo a todos vós que vivais este tempo precioso reavivando a fé em Jesus Cristo, para entrar no seu próprio circuito de amor ao Pai e a cada irmão e irmã que encontramos na nossa vida. Por isto elevo a minha oração a Deus, enquanto invoco sobre cada um e sobre cada comunidade a Bênção do Senhor!

QUARESMA 2013 Vaticano, 15 de Outubro de 2012 (TEXTO ADAPTADO - LEIA O TEXTO NA ÍNTEGRA, NO SITE DA PARÓQUIA)


Estudando a nossa Fé

História da Igreja - Os padres apostólicos (Parte 9)

Fonte:www.bibliacatolica.com.br

A

geração cristã que sucede aos apóstolos tem à sua frente bispos e presbíteros, entre os quais se destacam algumas figuras, luminosas por sua santidade, sabedoria e zelo doutrinal: os Padres Apostólicos. Seus escritos são muito parecidos com as epístolas do Novo Testamento. Procuram mostrar aos fiéis a importância da salvação concedida por Cristo, reforçam a esperança no seu retorno, exortam à obediência aos pastores das suas comunidades e alertam para o risco das heresias e cismas. São eles: São Clemente Romano, Santo Inácio de Antioquia, São Policarpo de Esmirna, Pápias de Hierápolis, Barnabé e Hermas. a) Clemente Romano Clemente possuía, na sua época, grande autoridade, embora tenha sido conservado apenas um escrito de sua autoria redigido no ano 96: a carta aos Coríntios, escrita em razão de contendas naquela igreja. Membros mais jovens da comunidade haviam deposto os presbíteros. Quando a notícia chegou a Roma, Clemente interveio. Nesta carta podemos detectar já a presença e o exercício do carisma petrino. Com autoridade, o bispo da Cidade Eterna exorta os coríntios a se submeterem aos seus superiores eclesiásticos, exigindo que a estrutura hierárquica da Igreja de Deus seja respeitada. b) Santo Inácio de Antioquia Bispo da cidade de Antioquia, Inácio foi condenado a morte, no reinado do imperador Trajano. Em seu trajeto para o martírio, da Síria até Roma, escreveu 7 cartas, para as igrejas de Éfeso, Magnésia, Trales, Roma, Filadélfia, Esmirna, e para seu irmão no episcopado, São Policarpo. Inácio, ensina que para a unidade da Igreja é fundamental a comunhão com a hierarquia: bispos, presbíteros e diáconos. Santo Inácio utiliza, pela primeira vez, o termo "Igreja Católica" para designar a verdadeira Igreja de Jesus Cristo. "Onde aparece o bispo, aí esteja a multidão, do mesmo modo que onde está Jesus Cristo, aí está a Igreja católica". Distingue a comunidade de Roma dentre todas as demais: Lá os apóstolos Pedro e Paulo selaram seu testemunho. Em Roma se encontra o autêntico magistério da fé. c) São Policarpo de Esmirna Policarpo chegou a conhecer o apóstolo São João, que o constituiu bispo de Esmirna. Em meados do século I tentou fazer um acordo, em Roma, com o papa Aniceto, sobre o dia da celebração da Páscoa. Policarpo escreveu várias epístolas a diversas comunidades e a bispos em particular. A única que nos chegou foi a remetida para a igreja de Filipos. O Martírio de São Policarpo é a mais antiga narrativa de um martírio de que se tem notícia. Acredita-se que a morte de Policarpo se deu no dia 22 de fevereiro de 156. Seus ossos foram recolhidos por fiéis, evidência de um culto de relíquias ainda em estado embrionário. d) Pápias de Hierápolis Pápias conheceu o apóstolo São João e foi companheiro de São Policarpo. Bispo de Hierápolis, redigiu 5 livros relatando ensinamentos e atos de Jesus e dos que o seguiam (cerca de 130). Da obra de Pápias só restam alguns fragmentos, um dos quais fala da origem dos evangelhos de Mateus e Marcos. e) Barnabé Clemente Alexandrino, Orígenes e a tradição em geral, atribuem esta epístola ao Barnabé companheiro de São Paulo. A primeira parte do escrito fala sobre o Antigo Testamento e analisa as várias prefigurações do Cristo. A segunda, no estilo da Didaqué, expõe a doutrina das duas vias, a da luz e a das trevas. A composição da carta é possivelmente de depois do ano 130. f) Hermas Hermas era um comerciante de condição simples, cristão, com uma visão um pouco estreita, mas sincero e piedoso. Para Eusébio e Orígenes, tratava-se do mesmo Hermas referido por São Paulo em Rm 16,14. Sua única obra conhecida é chamada de o Pastor de Hermas. Seguindo o modelo dos apocalipses judaicos, é uma exortação forte à penitência Afirma a possibilidade de haver perdão dos pecados após o batismo, embora por tempo limitado. Os Padres da Igreja, grandes representantes do Cristianismo dos primeiros séculos, explorarão as riquezas da Escritura e da Tradição para expor e aprofundar a fé. Continua na próxima edição...

Na rádio Olinda 1030 AM Clube FM 99.1

Programa

Frei Damião Silva

De segunda a sexta, às 09h00

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Espaço da Juventude...

SER SANTO SEM DEIXAR DE SER JOVEM!

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e você é Jovem e gosta de desafios, acredito que nos dias de hoje talvez este seja o maior desafio para nossas vidas, ser Santo e ser Jovem! Mas ainda assim, acredito que seja possível, pois a palavra de DEUS nos diz, na primeira carta de São João, no capítulo dois: “Jovens, eu vos escrevi, porque sois forte e a palavra de Deus permanece em vós e vencestes o maligno.” Em meio a tantos conflitos e dúvidas sobre o que realmente queremos ser, sobre qual caminho a seguir, o jovem tem a opção de alicerçar uma vida em Deus. Para muitos, época de experimentar, de conhecer e de descobrir novos horizontes, mas muitas vezes não se encontra aquilo que o coração realmente espera. Muitos imaginam que levar uma vida em Deus é pesado de mais e que ela é composta de diversos “Nãos”, mas digo a você que o ser humano é, literalmente, livre quando não se submete a ser prisioneiro daquilo que o mundo oferece. Somos prova de que é possível ser feliz seguindo o que Deus nos propõe. Nada é imposto, nem pela igreja e, muito menos, por Deus. Quando um coração faz uma experiência com Jesus, é como se tudo ao nosso redor fosse ficando pequeno e, diante da presença d'Ele, e nada mais importa. Ser de DEUS e ser JOVEM, é ser FELIZ! É Sorrir mesmo quando, muitas vezes, não se encontra motivos para tal, é desejar fazer o Bem, é encontrar Esperança em um mundo que não acredita que possa ser melhor, é Sonhar com o que Ele sonhou de Melhor para Mim e para VOCÊ! Mas as palavras não podem expressar uma experiência com Deus, você precisa vivê-la. Faça a experiência, jovem, temos coragem para tantas coisas! Você vai perceber que a vida passa a ter um Novo sentido, quando compreendemos que nunca estivemos sozinhos e que, a todo instante, seja na Alegria ou Tribulação, Jesus Sempre cuida de Nós! Ser jovem é muito bom. É nesta fase da vida que nossos sonhos desabrocham, é nesta fase da vida que queremos mudar tudo e todos.Uma fase de fazer a diferença! “A juventude não é apenas um período de vida (…), mas uma qualidade de alma que se caracteriza precisamente por um idealismo que se abre para o amanhã.” (Joao Paulo II) Unir minha jovialidade com a certeza de que Deus está comigo é totalmente possível. Ele não me tira nada, pelo contrário Ele me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente, e tem a minha história na sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro, e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida. É com esta mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando pra vida. “Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança!( Bento XVI)” Não quero ser criança quero crescer! Quero me decidir! Hoje me decido a ser Santo! Santo sem deixar de ser Jovem. Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que na verdade são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando seguir em frente e alcançar algo de grande na vida. Algo que me é garantido! A vida eterna! O céu! Fonte: blog.cancaonova.com/revolucaojesus

Jornada Mundial da Juventude De 23 a 28 de Julho de 2013 / Rio de Janeiro-Brasil

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Momento de Formação

O inferno? Quase ninguém mais acredita nele!

A razão por que muitos em nossos tempos não acreditam no inferno, é que nunca tiveram explicação exata do que ele significa: é freqüente conceber-se o inferno como castigo que Deus inflige de maneira mais ou menos arbitrária, como se desejasse impor-se vingativamente como Soberano Senhor; o réprobo seria atormentado maldosamente por demônios de chifres horrendos, em meio a um incêndio de chamas, etc. — Não admira que muitos julguem tais concepções inventadas apenas para incutir medo ; não seriam compatíveis com a noção de um Deus Bom.

Por D. Estêvão Bettencourt

Na verdade, o inferno não é mais do que a consequência lógica de um ato que o homem realiza de maneira consciente e deliberada aqui na terra; é o indivíduo quem se coloca no inferno (este vem a ser primàriamente um estado de alma; vão seria preocupar-se com a sua topografia) ; não é Deus quem, por efeito de um decreto arbitrário, para lá manda a criatura, É o que passamos a ver. Admitamos que um homem nesta vida conceba ódio a Deus (ou ao Bem que ele julgue ser o Fim último, Deus) e O ofenda em matéria grave, empenhando toda a sua personalidade (pleno conhecimento de causa e liberdade de arbítrio); essa criatura se coloca num estado de habitual aversão ao Senhor. Caso morra nessas condições, sem retratar, nem mesmo no seu íntimo, o ódio ao Sumo Bem, que sorte lhe há de tocar ? A morte confirmará definitivamente nessa alma o ódio de Deus, pois a separará do corpo, que é o instrumento mediante o qual ela, segundo a sua natureza, concebe ou muda suas disposições. Depois da morte, tal criatura de modo nenhum poderá desejar permanecer na presença de Deus; antes espontaneamente pedirá afastar-se d'Ele. Não será necessário que, para isto, .o Juiz supremo pronuncie alguma sentença; o Senhor apenas reconhecerá, da sua parte, a opção tomada pela criatura ; Ele a fez livre e respeitará esta dignidade, em hipótese nenhuma forçando ou mutilando o seu alvitre. Eis, porém, que desejar afastar-se de Deus e permanecer de fato afastada, vem a ser, para a alma humana, o mais cruciante dos tormentos. Com efeito, toda criatura é essencialmente dependente do Criador, do qual reflete uma imagem ou semelhança ; por conseguinte, ela tende por sua própria essência a se conformar ao seu Exemplar (é a natureza quem o pede, antecedentemente a qualquer opção da vontade livre); caso o homem siga esta propensão, ele obtém a sua perfeição e felicidade. Dado, porém, que se recuse, a fim de servir a si mesmo, não pode deixar de experimentar os protestos espontâneos e veementíssimos da natureza violentada. A existência humana torna-se então dilacerada : o pecador sente, até nas mais recônditas profundezas do seu ser, o brado para Deus ; esse brado, porém, ele o sufocou e sufoca, para aderir a um fim inadequado, fim que, em absoluto, ele não quer largar apesar do terrível tormento que a sua atitude lhe causa. — Na vida presente, a dor que o ódio ao Sumo Bem acarreta, pode ser temperada pela conversão a bens aparentes, mas precários..., pela auto-ilusão ; na vida futura, porém, não haverá possibilidade de engano! É nisto que consiste primariamente o inferno. Vê-se que se trata de uma pena infligida pela ordem mesma das coisas, não de uma punição especialmente escolhida , entre muitas outras por um Deus que se quisesse “vingar” da criatura. Em última análise, dir-se-á que no inferno só há indivíduos que nele querem permanecer. — A este tormento espiritual se acrescenta no inferno uma pena física, geralmente designada pelo nome de fogo; certamente não se trata de fogo material, como o da terra, mas de um sofrimento que as demais criaturas acarretam para o réprobo, e acarretam muito naturalmente. Sim; quem se incompatibiliza com o Criador não pode deixar de se incompatibilizar com as criaturas, mesmo com as que igualmente se afastaram de Deus (o pecador é essencialmente egocêntrico), de sorte que os outros seres criados postos na presença do réprobo vêm a constituir para este uma autêntica tortura (não se poderia, porém, precisar em que consiste tal tormento). Por último, entende-se que o inferno não tenha fim ; há de ser tão duradouro quanto a alma humana, a qual por sua natureza é imortal; Deus não lhe retira a existência que lhe deu e que, em si considerada, é grande perfeição. Embora infeliz, o réprobo não destoa no conjunto da criação, pois por sua dor mesma ele proclama que Deus é a Suma Perfeição, da qual ele se alheou (é preciso, nos lembremos bem de que Deus, e não o homem, é o centro do mundo). Não se pense em nova “chance” ou reencarnação neste mundo. Esta, de certo modo, suporia que Deus não leva a sério as decisões que o homem toma, empenhando toda a sua personalidade; o Senhor não trata o homem como criança que não merece respeito. De resto, a reencarnação é explicitamente excluída por textos da Sagrada Escritura como os que se acham citados sob o no 8 deste fascículo. Eis a autêntica noção do inferno, que às vezes é encoberta por descrições demasiado infantis e fantasistas. Fonte: www.veritatis.com.br/

Notícias da Igreja

Cuba: Autorizada a construção de igreja com altar usado por Bento XVI em sua visita ao país

O

Conselho Provincial da Administração da província de Santiago de Cuba aprovou a devolução de dois templos e uma casa paroquial, assim como a construção de um templo que albergará o altar usado pelo Papa Bento XVI durante a Missa que celebrou nesta província. “Em comemoração à visita do Papa Bento XVI, foi dada a autorização para construir um novo templo no Distrito José Martí desta cidade. Para isto, se utilizará a estrutura do altar construído na Plaza Antonio Maceo para a celebração eucarística, presidida pelo Santo Padre, em 26 de março do ano passado, e que foi doada para esse fim”, informou o site do Episcopado cubano neste 28 de janeiro. O comunicado também informou que foi autorizada “a construção de um templo no Distrito Abel Santamaría, nessa região se encontrava a capela de São José, construída nos anos 50 do século XX. O local é utilizado há muitos anos pela Academia de Ciências da província Santiago de Cuba”.

Fonte: www.acidigital.com

Também será erguido “um templo no povoado de San Benito del Crucero. O local foi convertido em uma padaria da localidade”. Do mesmo modo será entregue à Igreja local a casa pastoral do templo de Nossa Senhora da Caridade, em Cuabitas, “uma vez que esteja concluído o atual ano escolar, pois na mesma funcionou uma pequena escola primária até hoje”. Entretanto, informou-se que “não seria devolvido o templo paroquial do Cobre que atualmente é uma dependência do ministério Comércio Interior”. O Episcopado recordou a importância histórica e cultural desta paróquia que existe desde 1601 e albergou a imagem da Virgem da Caridade “em diferentes épocas e por diferentes motivos”.


Santo do Mês

Leitura Espiritual

São Paulo Miki e Companheiros (Mártires)

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oi através do trabalho evangelizador de São Francisco Xavier, entre 1549 e 1551, que o Japão tomou conhecimento do Catolicismo. Ele começou trabalhando sozinho e cerca de 20 anos depois de sua morte a comunidade já contava com mais de 20 mil pessoas. A semente continuou frutificando e algumas décadas depois, já havia pelo menos 300 mil cristãos no Japão. Mas se a catequese obteve êxito não foi somente pelo árduo, sério e respeitoso trabalho dos jesuítas em solo japonês. Foi também graças à coragem dos catequistas locais, como Paulo Miki e seus companheiros. Miki nasceu em 1564 em Kyoto, era membro de uma rica família de samurais da província de Harima e foi educado num colégio jesuíta em Anziquiama. A convivência do colégio logo despertou em Paulo o desejo de se juntar à Companhia de Jesus em 1580, e assim o fez, tornando-se um eloquente pregador. Ele, porém, não pôde ser ordenado padre no tempo correto porque não havia um bispo na região de Fusai. Mas isso não o impediu que continuasse sua pregação. Posteriormente tornou-se o 1º sacerdote jesuíta em sua pátria, conquistando inúmeras conversões com humildade e paciência. Desde 1587 a religião cristã estava proibida no Japão, entretanto estava sendo tolerada, até a conquista da Coréia e das Filipinas pelos espanhóis em 1594, fato que fez o shogun Toyotomi Hideyoshi, até então simpatizante do Catolicismo, de uma hora para outra se tornar um feroz opositor. Caluniosamente acusaram os padres de estar colaborando com os estrangeiros no preparo de uma invasão ao Japão, o que determinou o início da perseguição aos cristãos. Os católicos foram expulsos do país, mas muitos resistiram e ficaram. Só que a repressão não demorou. Primeiro foram presos 6 frades franciscanos, logo depois Paulo Miki com outros 2 jesuítas e 17 leigos da Ordem 3ª franciscana, entre eles 3 adolescentes, de 11, 13 e 14 anos de idade foram aprisionados em Osaka. Todos sofreram terríveis humilhações e torturas públicas: os soldados pegaram os prisioneiros um por um e cortaram uma das suas orelhas. Levados em cortejo de Meaco a Nagasaki foram alvo de violência e zombaria pelas ruas e estradas, enquanto seguiam para o local onde seria executada a pena de morte por crucificação, a colina Nishizaka sobre a qual os 26 heróis de Cristo foram crucificados em 06 de fevereiro de 1597. O martírio foi testemunhado por centenas de pagãos japoneses e alguns cristãos que ficaram horrorizados. Os companheiros de Paulo Miki eram Francisco, Comas Takeya, Pedro Sukejiro, Miguel Kozaki, James Kisai, Paulo Ibaraki, seu irmão Luis Ibaraki, Antônio, Pedro Baptista, Martinho Assunção (espanhol), Felipe de Jesus (espanhol), Gonçalves Garcia (português), Francisco Blanco (espanhol), Francisco de São Miguel, Mathias Boaventura ,Tomas Kozaki, Joaquim Sakakibara, Francisco Kichi , João Kinuya, Gabriel Jusuke e Paulo Suzuki. Os mártires cantaram o “Te Deum” e São Paulo Miki deu o seu último sermão ainda na cruz. Finalmente os 4 carrascos desembainharam as espadas. Vendo cena tão horrível, os fiéis gritavam: “Jesus! Maria!” Seguiram-se lamentos tão sentidos de tocar os próprios céus. Ferindo-os com um 1º e um 2º golpe, em pouco tempo os algozes mataram a todos. A colina foi depois chamada de “A Colina dos Mártires”. Uma cruz de pedra e 26 arvores foram mais tarde plantadas para lembrar o acontecido. Os mártires foram beatificados pelo Papa Urbano VIII em 1627 e canonizados no Domingo de Pentecostes de 1862 pelo Papa Pio IX. A história do martírio destes homens é um exemplo concreto de fé, devoção e entrega a Jesus! Leiamos e meditemos acerca da nossa própria fé. São Paulo Miki e companheiros, rogai por nós!

Como lidar com a dor da perda? A tragédia em Santa Maria, cidade universitária do Rio Grande do Sul, comoveu o Brasil por provocar mais de 230 vítimas, em sua maioria, jovens. Além disso, o país se entristeceu também por ver o sofrimento e, quem sabe, até sentir a dor das famílias que perderam seus entes queridos. “Há diversas formas de lidar com as situações de perda. Lidar com ela olhando como uma fatalidade ou como uma abertura de perspectiva dentro do campo da fé, sobretudo da fé cristã. O homem cristão encontra o sentido da sua vida na visão beatífica de Deus, que é a contemplação de Sua face na eternidade. De fato, todo ser humano passará pela morte, afinal, essa acaba sendo a sua única certeza. Mas, segundo o sacerdote, a dor pode dar sentido à existência humana se for respaldada pela fé e pela solidariedade, manifestação do amor de Deus que demonstra às pessoas que elas não estão sozinhas. “O exercício do voluntariado, os profissionais das diversas áreas que se reúnem para dar suporte, os cultos ecumênicos, as Missas que são celebradas em Santa Maria, tudo isso de alguma maneira é o substrato, o chão, para que na dimensão da finitude, o ser humano encontre um amparo e um sentido para a vida” O sentimento de culpa A culpa é um sentimento que pode fazer parte da vida de algumas pessoas que passam por situações traumáticas como a de Santa Maria. Culpa por ter permitido o filho ou a filha ir à boate, por não terem sido tomadas atitudes preventivas para evitar o acidente e assim por diante. Para o padre Adilson, a culpa é um sentimento que precisa ser trabalhado e que brota da experiência de impotência ante a situação. Todavia, é um sentimento que se perde ao longo do tempo por não ter argumentos que o sustente. Diante do fato ocorrido sempre se julga que poderia ter sido feito algo e como nós não temos como prever as contingências da vida, hora ou outra o ser humano é surpreendido. Olhando nesta perspectiva, a culpa não teria muita razão de ser. Ela é natural, mas logo se perde porque não encontra argumentação que a sustente. À medida que a pessoa vai sendo acompanha vai entendendo que sentir-se culpada não cabe a ela e isso a livra da culpa”. Como ajudar as pessoas na hora do luto? Segundo o sacerdote, na hora da dor, a ajuda e presença de todos são importantes. Porém, o fundamental é não deixar a pessoa enlutada sozinha, sentindo-se desamparada. “É preciso respeitar a sua singularidade. Mas, é importante que ela se sinta amparada, protegida, que tem alguém junto com ela, para que possa, diante do vazio, ir aos poucos preenchendo com o carinho recebido. Não há muitas palavras a serem ditas nessas horas, mas só a presença afetiva e efetiva mesmo.” O desafio do recomeço Retomar a vida pode ser a grande luta que a pessoa enlutada irá travar consigo mesma. Por vezes, os sentimentos que vêm são aqueles como o desespero e a solidão. Perguntas como “o que será da minha vida a partir de agora” são comuns aos ouvidos de muitos. É uma dor difícil de ser superada, mas segundo padre Adilson, o tempo vai ajudar a administrar melhor o luto e a perda, visto que esse é um processo próprio da vida humana. Portanto, diz o padre, não há nada que a vida não possa se encarregar de, novamente, encontrar um sentido para levá-la adiante. “Estamos apenas de passagem por esse mundo. A vida definitiva está por vir e esses nossos irmãos já foram contemplados por Deus com a Eternidade. O alento da fé é o referencial que com certeza vai dar suporte para todos que diante do mistério da morte são capazes de criar e recriar a vida.” Fonte: Canção Nova


Catequese Renovada

Catequese Paroquial

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catequese no Brasil vai, aos poucos, confirmando a riqueza de sua história, construída com muito esforço e determinação por pessoas apaixonadas por Jesus Cristo. Com isto a Igreja continua exercendo o pedido de Jesus, ao dizer aos apóstolos: “Ide pelo mundo evangelizando, batizando e ensinando” (cf Mt 28,19-20). Em 2013 lembramos os 30 anos de publicação do documento “Catequese Renovada, orientações e conteúdo”, pela CNBB. Teve como objetivo dar resposta às palavras de João Paulo II por ocasião de sua vinda ao Brasil, 1983. No pronunciamento, em Fortaleza, o Papa disse que A CATEQUESE É UMA URGÊNCIA. Com esta motivação, a Conferência dos Bispos nomeou uma comissão para preparar um texto, que seria apreciado por todos os bispos do Brasil, que foi aprovado na 21ª Assembleia Geral, em 1983, identificado como “Documento da CNBB, n. 26”. Com isto a catequese passou a ser uma prioridade em todas as dioceses do país. A estrutura do texto está dividida em 4 partes, mostrando o contexto da realidade da Igreja no Brasil, numa cultura de eminência da pós-modernidade, num tempo já de queda dos fundamentos da fé cristã. João Paulo II tinha percebido isto e, de certa forma, fez uma forte provocação pastoral em todos os bispos brasileiros. Na I Parte, o documento faz um relato histórico da catequese, com o título: “A catequese e a comunidade na História da Igreja”. Mostra-a como iniciação à fé e vida de comunidade; como imersão na cristandade; como instrução; como educação permanente para a comunhão e participação na comunidade. Na II Parte, mostra os princípios para uma catequese renovada. Fala da linguagem, da pedagogia, da revelação, da fé, da missionariedade, da fidelidade a Deus, da unidade, das diversas dimensões da catequese, dos métodos, da formação e missão dos catequistas e de textos e manuais de catequese. Na III Parte, toca em “Temas fundamentais para uma catequese renovada”. Para isto, mostra a situação das pessoas, o desígnio da salvação, a verdade sobre Jesus Cristo, sobre a Igreja, sobre o homem e sobre os compromissos próprios do cristão, especialmente, seu engajamento nos diversos setores da sociedade. Por fim, a IV Parte fala da “Comunidade catequizadora”, do itinerário catequético de uma comunidade de fé, e como formar uma comunidade que ainda não deu passos em sua vida cristã. Termina o documento dizendo que a catequese é um processo permanente e indispensável para a educação da fé cristã. Creio que, 30 anos depois, podemos constatar a confirmação de um processo catequético como fruto de esforço concentrado em objetivos bem claros, que provocaram diversas realizações na catequese. Basta olhar para a riqueza de literatura que temos e tantos eventos realizados nos últimos tempos. Dom Paulo Mendes Peixoto (Arcebispo de Uberaba (MG)

Conhecendo a nossa Paróquia

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O Pároco

título de Pároco é concedido a um presbítero da Igreja Católica responsável por administrar uma Paróquia. Presbítero vem do grego, presbyteros, e significa ancião. Padre, significando pai, é uma forma de tratamento que recebe o presbítero na Igreja Católica. Nos primeiros séculos do Cristianismo havia a figura do presbítero que era originalmente um dirigente de uma comunidade local, e o termo episcopos, de onde veio o termo bispo, era usado intercambiamente até os meados do século II, quando surgiu a distinção entre bispo (supervisor de comunidades) e presbítero (líder de uma comunidade local) nas igrejas de então. Na Igreja Católica, o presbítero (vertido para padre ou sacerdote) é aquele que recebe o Sacramento da Ordem em seu 2º grau, sendo o 1º grau o de diácono e o 3º grau o de bispo. Portanto, é considerado um estágio intermediário na hierarquia do clero católico. Usa o título religioso de padre, do latim pater, que significa PAI (num sentido religioso). Dependendo da sua função em uma paróquia, caso esteja funcionando em uma, pode ser um pároco (se é a autoridade religiosa máxima na paróquia), ou vigário (caso se encontre subordinado a outro padre na mesma paróquia). Antes de ser ordenado padre, o candidato se torna diácono e faz promessa ao seu Bispo de castidade, obediência e pobreza. Faz ainda a promessa de rezar todos os dias a Liturgia das Horas pelo Povo de Deus e de celebrar a Santa Missa. A veste litúrgica própria do padre é a estola e a casula. Por vezes, os presbíteros recebem o título honorário de Monsenhor, que não dá quaisquer poderes sacramentais adicionais. Nosso atual pároco, o Pe. Edmílson de Lima Lopes, está administrando nossa paróquia desde 1996. Que desde a sua chegada procura sempre trabalhar em pró da comunidade católica de Socorro, com a Conscientização e Fidelidade quanto aos Ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo da Santa Igreja Católica Apostólica Romana.


Aniversário do Grupo de Oração da Boa Nova

Louvor e Oração Adoração Pregação *******************

No Salão Anexo da Paróquia de Nsra do Perpétuo Socorro Todas as sextas às 19h00 «O Senhor busca jovens que o Adore em Espírito e Verdade»

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Expediente Secretariado Paroquial Diretor Administrativo

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Pe Edmilson de Lima Lopes

Pascom

Gráfica Renascer (8862-4504)

Membros da PASCOM Givanildo Martins, Tertuliano Couto, Sebastião Lopes, Parisio Bartolomeu, Alex Silva, Leonardo Couto, Luzia Britto, Gilvan Couto

Tiragem: 1000 Exemplares

Diagramação e Digitação Pascom

E-mail: pascomperpetuosocorro@gmail.com

De Terça a Sexta, das 14h00 às 18h00

Batismo Todos os domingos às 09h00

Horário das Missas Matriz Aos Domingos - às 06h30, 17h00 e 19h00 Às quartas e quintas - às 17h30


Jornal Anunciai - Fevereiro 2013