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Ano 1 - Nº 09

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO

Novembro - 2011

“As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança essa Medalha”

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stas foram as palavras de Nossa Senhora numa aparição a Santa Catarina Labouré, em 27 de novembro de 1830. E, a partir daí, milhões de pessoas no mundo inteiro passaram a receber graças através da Medalha Milagrosa.

Extraído do Site: www.santissimavirgemaria.com.br

Os Significados da Medalha - A Face Principal da Medalha

A Santíssima Virgem de pé sobre o globo terrestre: isso significa que Ela, além de ser Nossa Mãe do Céu, é também a Rainha da Terra e de todo o Universo. Ela esmaga sob seus pés uma serpente que representa o demônio, que tenta continuamente os homens com o intuito de levá-los para o inferno. Nossa Senhora tem um poder incomparavelmente maior que o do demônio. Ela protege todos os filhos que Lhe pedem com confiança. De Seus dedos saem raios de luz. Estes raios representam as graças que a Santíssima Virgem concede aos que se devotam a Ela. Perguntada por Santa Catarina por que de alguns dedos não saíam raios, Ela respondeu que desejava conceder mais graças, porém os homens não Lhe pediam. A data de 1830 marca o ano das aparições de Nossa Senhora nas quais Ela revelou a Medalha a Santa Catarina Labouré. Foi no final da tarde do dia 27 de novembro. Em volta da Medalha lê-se a frase: “Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós”. Nossa Senhora mandou colocar na Medalha esta curta oração para que ela fosse repetida com freqüência.

O Verso da Medalha O grande “M” tendo sobre si uma cruz, é a inicial do nome de Maria. A cruz é a Cruz de Jesus, que morreu por nós. Aos pés da Cruz encontra-se Maria que sofre e nos anima em união completa com Jesus. Em volta da Medalha estão desenhadas doze estrelas: é a coroa da Santíssima Virgem. Como Rainha do Céu e da Terra, Nossa Senhora tem uma coroa de doze estrelas que representam seu poder sobre toda a Criação. Tudo o que Ela pede a Deus, Ela obtém. Lado a lado, estão o Coração de Jesus e o Coração de Maria. Duas pequenas chamas indicam que eles queimam de amor por nós. À esquerda, o Coração de Jesus está envolto por uma coroa de espinhos e tem uma chaga aberta que sangra. São nossos pecados e nossas más ações que O fazem sofrer: para redimir nossos pecados Ele foi coroado de espinhos. Ele morreu na Cruz e Seu Coração foi transpassado por uma lança. À direita, o Coração de Maria está atravessado por uma espada que representa toda a dor que Ela sentiu durante a Paixão de Seu Filho por nós. Ela ofereceu esses sofrimentos em união aos de Jesus para que nós nos salvemos e possamos ir ao Céu. A 1º Aparição de Nossa Senhora das Graças Na noite de 18 para 19 de julho de 1830, em Paris (Rue du Bac), Nossa Senhora apareceu a irmã Catarina Labouré, filha da Caridade de São Vicente de Paulo. Por volta das onze e meia da noite, Catarina, que dormia, foi acordada por um chamado insistente: "Irmã, Irmã, Irmã!" Olhou para o lado de onde vinha a voz, e viu um menino vestido de branco, a quem reconheceu como seu anjo da guarda. Ele lhe disse: "Venha à capela, a Santa Virgem te espera". Conduzida à capela, Catarina espera e reza. Passada uma meia hora, o anjo anunciou de súbito "Eis a Santíssima Virgem". Ao lado do altar, onde normalmente se lê a epístola, Maria desceu, dobrou o joelho diante do Santíssimo Sacramento e vai sentar-se numa cadeira no coro dos sacerdotes. Num abrir e fechar de olhos a vidente se atirou aos seus pés, apoiando suas mãos sobre os joelhos maternais de Nossa Senhora. Foi esse o momento mais belo de sua vida A 2º Aparição de Nossa Senhora das Graças Em 27 de novembro de 1830, ela aparece novamente e encarrega Catarina de mandar cunhar uma medalha e depois difundi-la. Nessa aparição, Nossa Senhora apresentou-se vestida de seda branca como a aurora. Suas mãos erguidas à altura do peito, seguravam um globo dourado, encimado por uma cruz. Os raios que partiam de suas mãos alargavam-se à medida que desciam, a ponto de não deixarem ver os pés de Nossa Senhora. Enquanto contemplava Maria, Catarina ouviu interiormente: "Este globo que vês representa o mundo inteiro e especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das Graças que derramo sobre as pessoas que me pedem". Enquanto Maria estava rodeada duma luz brilhante, o globo desaparece de suas mãos. Forma-se então um quadro de forma oval em que havia em letras de ouro as seguintes palavras: "Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós". Então Nossa Senhora revelou: "Faze cunhar uma medalha conforme este modelo. As pessoas que a trouxerem ao pescoço receberão grandes graças. As graças serão abundantes para os que a trouxerem com inteira confiança".

Prodígios e propagação da Medalha Milagrosa Quando iam ser cunhadas as primeiras medalhas, uma terrível epidemia de cólera, proveniente da Europa oriental, atingia Paris. O flagelo se manifestou a 26 de março de 1832 e se estendeu até meados do ano. No total, faleceram 18.400 pessoas, oficialmente; na realidade, esse número foi maior, dado que as estatísticas oficiais e a imprensa diminuíram os números para evitar a intensificação do pânico popular. No dia 30 de junho, foram entregues as primeiras 1500 medalhas que haviam sido encomendadas à Casa Vachette, e as religiosas Filhas da Caridade começaram a distribuí-las entre os flagelados. Na mesma hora refluiu a peste e começaram, em série, os prodígios de conversão, proteção e cura, que em poucos anos tornaram a Medalha Milagrosa mundialmente conhecida. Perante os fatos, o Arcebispo de Paris, Monsenhor de Quélen, ordenou um inquérito oficial sobre a origem e os efeitos da Medalha da Rue du Bac. Deste concluiu-se que "A rápida propagação, o grande número de medalhas cunhadas e distribuidas, os admiráveis benefícios e as graças singulares obtidas, confirmavam a realidade das aparições, a veracidade das narrativas da vidente e a difusão da medalha São Maximiliano Kolbe, fundador da Milícia da Imaculada, morto num campo de extermínio nazista, foi um grande propagador da Medalha Milagrosa. A medalha é um sinal de que seu portador pertence à Virgem Maria. Por isso, Maria tem por ele um carinho de Mãe.


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Editorial Celebração da vida e da esperança No dia 2 de novembro, celebramos de modo especial a memória dos nossos irmãos já falecidos, rogando a Deus por eles. A liturgia realça a ressurreição e a vida, tendo como referência a própria ressurreição de Cristo. Embora sintamos a morte de alguém, acreditamos na vida eterna. Por isso Santo Agostinho nos recomenda: “Saudade sim, tristeza não.” ORIGEM - A lembrança dos falecidos sempre esteve presente nas celebrações da Igreja, com um momento especial na missa, desde início do cristianismo. Já no primeiro século, os cristãos rezavam pelos falecidos, visitavam os túmulos dos mártires nas catacumbas para orar por eles. No século IV, já se encontra a memória dos mortos na celebração da missa. Desde o século V a Igreja dedica um dia por ano para fazer oração por todos os falecidos. Mais tarde, fixou-se o dia 2 de novembro como dia especial de oração pelos mortos. SOLIDARIEDADE ESPIRITUAL - De acordo com a doutrina cristã, existe um estado de purificação, depois da morte, chamado Purgatório. “Os que morrem reconciliados com Deus, mas carregando faltas, misérias, dívidas espirituais por pecados cometidos, necessitam se purificar para que possam entrar no Reino de Deus, que é o reino da santidade perfeita. Rezamos pelos nossos mortos, pois a Igreja ensina que, pela solidariedade espiritual que existe entre os batizados, temos condições de oferecer preces, sacrifícios em sufrágio das almas do purgatório.” Por isso oferecemos orações e missas pelos falecidos. SENTIDO DO DIA - Na piedade popular inspirada em nossa fé católica, o Dia de Finados é marcado por três características: é o dia da saudade, o dia de fazer memória, o dia de professar a fé na ressurreição. É dia da saudade, pois nos faz sentir a ausência de quem foi presença em nossas vidas; ao mesmo tempo que se sente a ausência, revive-se a presença. Mas a memória dos entes queridos que partiram é confortada pela nossa fé na ressurreição. Se a certeza da morte nos entristece, a promessa da ressurreição nos faz viver da esperança de que a morte não é o fim da vida, mas é a passagem de uma vida peregrinante por este mundo para a vida na pátria definitiva. VIDA TRANSFORMADA - Para o cristão, a morte é o início de uma nova etapa. Embora a tristeza nos domine quando perdemos um ente querido, a esperança nos consola, pois, como rezamos na Liturgia, “para os que crêem, a vida não é tirada, mas transformada; e desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível.” A fé na ressurreição encoraja nosso viver e nos impulsiona à prática do bem, deixando-nos conduzir pelo Espírito Santo. GARANTIA DE RESSURREIÇÃO - O Apóstolo Paulo nos ensina: “Se o Espírito daquele que ressuscitou Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dará vida também aos vossos corpos mortais.” Para essa esperança, o próprio Deus nos deu a garantia ressuscitando o seu Filho Jesus. Se Deus ressuscitou a Ele, então nós temos a prova de que este Deus não deixa os mortos na morte. Se Deus ressuscitou Jesus, diz Paulo, então “Ele também ressuscitará a todos nós.” (1 Cor 6,14) CHAMADOS À RESSURREIÇÃO - Na Profissão de Fé rezamos: Creio na ressurreição, creio na vida eterna. Que essa fé nos impulsione na caminhada até Deus, seguindo os ensinamentos de Jesus Cristo. Assim construiremos uma vida feliz que se realizará de forma plena e perfeita após a morte, quando seremos envolvidos pelo abraço amoroso de nosso Pai. Todos morremos mas somos chamados à ressurreição por Cristo. Por isso o Dia de Finados é um convite a celebrarmos a vida e a esperança. Extraído do Site: www.catequisar.com.br

Liturgia - Música protestante na Santa Missa

Texto elaborado com informações de artigos extraídos do site: www.pastoralis.com.br

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m gravíssimo erro vem acontecendo em algumas comunidades e grupos católicos. Estão introduzindo músicas protestantes na Santa Missa. E ai, pode ou não cantar? A orientação da Igreja é bem clara: não. No artigo nº 121 da Constituição Sacrosanctum Concilium diz que “os textos destinados ao canto sacro devem estar de acordo com a doutrina católica”. Nós oramos de acordo com aquilo que cremos. Isto quer dizer: existe grande afinidade entre as fórmulas de fé e as fórmulas de oração; a fé se exprime na oração, já diziam os escritores cristãos dos primeiros séculos. No século IV, os hereges arianos (que negavam a Divindade de Cristo) espalharam sua doutrina através de hinos religiosos, ao que Santo Ambrósio opôs os hinos ambrosianos. Como afirmava Santo Agostinho: “Se queres saber o que cremos, vem ouvir o que cantamos”. É isto mesmo. Através da música cantamos a nossa fé que é católica. Não se pode cantar músicas protestantes nas celebrações católicas pelas seguintes razões: 1. A música sacra está ligada à fé. Através dela transmitimos aquilo que cremos. Os protestantes, assim como nós, exprimem sua fé, sua doutrina, através do canto e da música. O católico que utiliza estes cantos aos poucos pode ir assimilando a mentalidade protestante. 2. A música protestante é mais subjetiva e sentimental que a música católica. 3. Os cantos protestantes ignoram verdades centrais da fé católica: a Eucaristia, a comunhão dos santos, a Igreja Mãe e Mestra, a Virgem Maria, etc. Estes temas são fundamentais na fé católica e nunca devem faltar em nossas músicas. (Pe. Cristiano Marmelo Pinto)

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Cáritas Brasileira envia mais de 1 milhão de reais aos africanos

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Cura milagrosa de mexicana atribuída ao Beato João Paulo II será estudada

Rádio Vaticano informou que a Arquidiocese de Yucatán (México) estudará o caso de uma mulher mexicana que padecia de um grave tumor na garganta e que assegura ter sido curada pela intercessão do Beato João Paulo II. "O Padre Jorge Oscar Herrera Vargas, porta-voz da Arquidiocese de Yucatán, quem informou que o suposto milagre da Sra. Sara Guadalupe Fontes será estudado por um tribunal eclesiástico do Estado que se encarregará de reunir os documentos que serão enviados ao representante do Vaticano e postulador da causa de canonização do beato Papa, Dom Slawomir Oder, para que determine se formará parte da proposta", informou Rádio De acordo com a diretora executiva nacional da Cáritas Brasileira, Maria Vaticano em seu sítio Web. Cristina dos Anjos, em conjunto com a Cáritas Somália e a Catholique Do mesmo modo, a nota explica que "a Sra. Sara Fontes se Release Services (CRS), está em fase de definição um plano de trabalho curou em uma semana de um tumor que obstruía 80% de sua apoiado pela Igreja do Brasil que será desenvolvido na Somália. “Segundo garganta e que lhe impedia de eles a garantia de água potável para as famílias e o enfrentamento da comer e respirar bem, por isso desnutrição são as prioridades para este momento”, explicou. “Estamos requeria uma cirurgia urgente; felizes com os primeiros resultados da campanha que possibilita o primeiro mas pela suposta intercessão do envio de recursos para a Somália. A sociedade brasileira, de modo especial beato João Paulo II, cujas relíquias comunidade católica, tem respondido muito bem aos apelos de solidariedade foram levadas ao México há lançados pela CNBB, integrando assim a essa grande Rede de poucos dias, esta devota do Papa Solidariedade. Só temos que agradecer a estes gestos concretos de se curou repentinamente". solidariedade e anima aqueles e aquelas que ainda não doaram a fazê-lo. A África Oriental, principalmente a Somália, precisa do nosso apoio”, destacou Maria Cristina.

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ançada em agosto deste ano pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), sob coordenação da Cáritas Brasileira, a Campanha SOS África mobilizou milhares de brasileiros e brasileiras que prestaram solidariedade aos povos da África por meio de doações financeiras. Até o momento, foi arrecadado e enviado 1 milhão e 300 mil reais. O objetivo da campanha emergencial é arrecadar fundos para a compra, principalmente, de alimentos e água potável para os milhões de africanos que ainda sofrem com a pior seca já registrada nos últimos 60 anos. A catástrofe ambiental atinge o Chifre da África (região Nordeste do continente que compreende países como Somália, Uganda, Etiópia, Quênia, Djibuti e Eritréia), atinge 13 milhões de pessoas e já matou cerca de 30 mil crianças de fome.

Fonte: CNBB

Fonte: CNBB

Jovens em Renovação - JOVEM, VENCESTE O MUNDO! Entrevista de Padre Gimesson ao Diário de Pernambuco - “O jovem torna visível o rosto de Cristo” 1- Na sua opinião o que mudou na concepção do grupo jovem nas últimas décadas? As mudanças que ocorreram na sociedade também tocaram a vida da Igreja e influenciaram a sua maneira de estar no mundo e anunciar o Evangelho. Hoje a experiência religiosa dos jovens é diversificada, na qual está presente uma variedade de conceitos, credos, rezas e vivências. O objetivo dos grupos é ter uma espiritualidade firme dentro da Igreja, mas também vivendo com o ardor do compromisso missionário, atentos às causas sociais. 2- Qual o papel da juventude hoje na Igreja? O jovem não é o futuro da Igreja, diz o Papa Bento 16, mas sim o seu “presente”. Portanto, o papel do jovem é tornar visível o rosto jovial do Cristo. É ser presença criativa e entusiástica da força do Evangelho. Percebo que o jovem tem por compromisso na Igreja ser um sinal concreto da vibração e da dinâmica da vida cristã. 3- Os grupos estão preparados para dialogar com o jovem sobre assuntos polêmicos? Sim. Já temos experiências bonitas de formação da juventude do ponto de vista teológico, pastoral, missionário e social. Precisamos potencializar. Os desafios e os embates com a sociedade e as ideologias dominantes de hoje exigem esta formação para nossa juventude. Mas, creio que precisamos avançar muito neste sentido. Atualmente o Pe. Gimesson Eduardo da Silva, SCJ é o Assessor do Setor Juventude da Arquidiocese de Olinda e Recife. Fonte: http://www.juventudeaor.blogspot.com/

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Bote Fé Recife será no dia 16 de janeiro 2012 festa de acolhida da Cruz da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e do Ícone de Maria na Arquidiocese de Olinda e Recife (AOR) será no 16 de janeiro de 2012. A data foi definida após uma reunião realizada na terça-feira (04/10/2011) na Cúria Metropolitana, nas Graças.

O local, programação e atrações ainda serão definidos, mas tudo indica que será no Marco Zero, com a presença da Banda Anjos de Resgate e de Batista Lima (Banda Limão com Mel), além de vários outros nomes da música católica local. Os símbolos passarão por todos os Vicariatos e ficarão na AOR até o dia 18, quando seguirão para a diocese de Caruaru.

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15ª FESTA DA PADROEIRA 2011 - A VIRGEM MARIA É AURORA DO CRISTÃO VITORIOSO 1º dia, 06 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer a desunião

A abertura da 15ª festa aconteceu com a chegada da procissão da bandeira de nossa padroeira, vinda da Comunidade São Benedito. A Santa Missa foi celebrada pelo pároco, e o tema da noite, a desunião, foi debatido pelo Diácono Antônio Sebastião

2º dia, 07 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer a preguiça

A procissão, com o ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, contou com a participação das Comunidades Santo Antônio de Pádua e Sagrado Coração de Jesus. A Santa Missa foi celebrada pelo Pe. Josenildo Tavares Ferreira, Coordenador de Pastoral da Arquidiocese de Olinda e Recife, que dissertou sobre o tema da preguiça. Na oportunidade foi lida a Carta de Posse concedida pelo Arcebispo Dom Fernando Saburido ao Diácono Antônio Sebastião.

3º dia, 08 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer a mentira

A procissão, com o ícone, contou com a participação da Comunidade Santa Rosa de Lima. A Santa Missa foi celebrada por Frei José Nunes de Araújo, da Basílica da Penha, que discorreu sobre o tema da noite, a preguiça.

4º dia, 09 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer a falta de fervor

A procissão, com o ícone, contou com a participação das Comunidades São Sebastião e Nsa. Sra. da Conceição (Quitandinha). A Santa Missa foi celebrada pelo pároco, e o tema da noite, a desunião, foi dissertado pelo Diácono Antônio Sebastião

5º dia, 10 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer seu egoísmo

A procissão, com o ícone, contou com a participação das Comunidades Santa Catarina de Alexandria e Nsa. Sra. do Carmo. A Santa Missa foi celebrada pelo Padre Antônio Pereira, administrador da Paróquia São Pedro Apóstolo (em Santo Aleixo), que dissertou sobre o tema da noite, o egoísmo


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15ª FESTA DA PADROEIRA 2011 - A VIRGEM MARIA É AURORA DO CRISTÃO VITORIOSO 6º dia, 11 de Outubro - Tema: O cristão pode vencer a violência

A procissão, com o ícone, contou com a participação da Comunidade Nsa. Sra. da Piedade. A Santa Missa foi celebrada pelo pároco, e o tema da noite, a violência, foi dissertado pelo Diácono Antônio Sebastião

7º dia, 13 de Outubro - Tema: O cristão pode vencer os ressentimentos

A procissão, com o ícone, contou com a participação das Comunidades Santa Joana D'Arc e Nsa. Sra. da Conceição (Bonsucesso). A Santa Missa foi celebrada pelo Frei Francisco Damião da Silva, administrador da Paróquia Santo Amaro (Jaboatão Centro), que nos falou sobre o tema da noite, o ressentimento

8º dia, 14 de Outubro - Tema: O cristão pode vencer o medo

A procissão, com o ícone, contou com a participação da Comunidade Nsa. Sra. das Dores. A Santa Missa foi celebrada pelo Pe. José Clerinaldo de Lira, administrador da Paróquia Nsa. Sra. de Lourdes (Cavaleiro), que nos falou sobre o tema da noite, o medo

9º dia, 15 de Outubro - Tema: O cristão é capaz de vencer a hipocrisia

A procissão, com o ícone, contou com a participação da Comunidade São Francisco de Assis. A Santa Missa foi celebrada pelo Pe. Sérgio Pereira da Silva, Vigário Episcopal do Vicariato Recife Sul e pároco da Paróquia Nsa. Sra. do Rosário (Tejipió), que nos falou sobre o tema da noite, a vitória.

10º dia, 16 de Outubro - Tema: A Virgem Maria é aurora do cristão vitorioso

A procissão, com o ícone da Mãe de Deus, partiu da Igreja Matriz e percorreu a avenida principal da paróquia, contando com a participação maciça dos fiéis. A festa encerrou com a Santa Missa solenemente celebrada pelo pároco, Pe. Edmilson Lopes. A homília enfatizou o papel da Virgem Maria no plano divino da salvação


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São Leão Magno – Papa e Doutor da Igreja

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eão I, cognominado Magno (que quer dizer Grande), foi um dos maiores pontífices da história da Igreja. É venerado por sua profunda sabedoria, suas extraordinárias virtudes e sua brilhante direção, como relatam os historiadores e teólogos. Leão I impôs a uniformidade da prática pastoral, corrigiu abusos e resolveu disputas. Igualmente ficou marcado pela defesa do conceito teológico fundamental de que Jesus Cristo teve duas naturezas distintas, a humana e a divina. Leão nasceu por volta do ano 400, na região da Toscana. Tornou-se sacerdote muito jovem e fez carreira consolidada num trabalho brilhante. Em 430, como um arcediácono, ocupava uma posição suficientemente importante para trocar cartas com São Cirilo, bispo de Alexandria. Em 431 já era conselheiro do Papa Celestino I e depois do Papa Xisto III. Era tão respeitado e conceituado que, após a morte deste último papa, foi eleito para substituí-lo, assumindo o governo da Igreja em 29 de agosto do ano 440. Eram tempos difíceis. Por um lado, o Império Romano esfacelava-se e já não conseguia deter os ataques das hordas de bárbaros que invadiam e saqueavam seus domínios. Por outro lado, a Igreja enfrentava divisões e dissidências doutrinárias. Um panorama tão sombrio que só não levou o Ocidente ao caos por causa da atuação de Leão Magno nos dois terrenos: o espiritual e o material. Na esfera espiritual, ele permaneceu firme, defendendo as verdades do Catolicismo diante das grandes heresias que sacudiram o século V, e atuou participando de discussões, encontros e concílios. Foi nessa época que escreveu um dos documentos mais importantes para a fé: a "Carta dogmática a Flaviano", o patriarca de Constantinopla, defendendo as posições ortodoxas do Cristianismo. "Pedro falou pela boca de Leão", diziam os sacerdotes da Igreja que acabavam concordando com os argumentos. Estão guardados mais de 100 dos seus sermões, além de 143 cartas contendo ensinamentos sobre a fé cristã, seguidos e respeitados ainda hoje. Já no plano material, era o único que poderia conseguir, graças ao seu prestígio e à sua eloquência, que o terrível Átila, rei dos bárbaros hunos, não destruísse Roma e a Itália, em 452. A missão poderia ser fatal, pois Átila já invadira, conquistara e destruíra a ferro e fogo o norte do país. Mesmo assim Leão I foi ao seu encontro e saiu vitorioso da situação. Mais tarde, em 455, foi a vez de conter os bárbaros vândalos, que, liderados pelo rei Genserico, entraram em Roma. Só não atearam fogo à cidade e não dizimaram sua população graças à atuação do grande pontífice. Leão I governou por 21 anos. Faleceu no dia 10 de novembro de 461 e foi sepultado na Basílica de São Pedro, em Roma. Em 1754, o Papa Bento XIV proclamou-o Doutor da Igreja. São Leão Magno, rogai por nós!

Evangelizar é preciso

A procura de um presente

Colaboração: Maria do Carmo Couto

Entrei e vi um anjo no balcão. Maravilhado, disse-lhe: - Santo Anjo do Senhor, o que vendes? Respondeu-me: Todos os dons de Deus. Voltei a perguntar: Custa caro? - Não, é tudo de graça. Contemplei a loja e vi jarros e vidros de fé, pacotes de esperança, caixinhas de salvação e sabedoria. Tomei coragem e pedi: - Por favor, quero muito amor de Deus, todo o perdão dele, um vidro de fé, bastante felicidade e salvação eterna para min e para minha família. Então o anjo do Senhor preparou-me um pequeno embrulho que cabia na minha mão. Maravilhado, perguntei-lhe: - É possível caber tudo aqui? Sorrindo, o anjo respondeu-me: - Meu querido irmão, na loja de Deus não vendemos frutos. Apenas Sementes. Extraído do Boletim Brasileiro da SSVP

Conhecendo a nossa Paróquia Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo

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m nossa paróquia a Companhia mantém uma casa na Vila da Medalha Milagrosa, com uma capela dedicada a Nossa Senhora das Graças, cuja festa é comemorada no dia 27 de novembro. Esta invocação está relacionada a duas aparições da Virgem Maria a Santa Catarina Labouré, então uma noviça da Companhia, no ano de 1830 em Paris, França. A Origem da Companhia: A Companhia, fundada na França, no século XVII por São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac, é conhecida na Igreja pelo nome de Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo, Servas dos Pobres. São Vicente dizia às Irmãs: "Tende presente: foi o povo, ao ver o que fazeis e o serviço que nossas primeiras Irmãs prestavam aos Pobres, que vos deu tal nome; este permaneceu como característico de vossa atividade". A Companhia das Filhas da Caridade é uma Sociedade de Vida Apostólica em comunidade, que assume os Conselhos Evangélicos de castidade, pobreza e obediência, conforme suas constituições e estatutos, para servir corporal e espiritualmente os Pobres, vendo neles a pessoa de Jesus Cristo Crucificado. A 18 de janeiro de 1655, a Companhia foi aprovada pelo Cardeal de Retz, Arcebispo de Paris, e, a 8 de junho de 1668, recebeu a aprovação pontifícia do Papa Clemente IX. Missão/Serviço: O serviço é, para a Filha da Caridade, a expressão de sua consagração a Deus na Companhia e lhe dá todo o sentido. Atentas aos apelos de Deus e aos sinais dos tempos, tentam responder às necessidades atuais, trabalhando em creches, com crianças de rua, em asilos, escolas, albergues, hospitais, com portadores de deficiências, hansenianos, inserções, em diversas pastorais, em assentamentos dos "sem terra", presídios, missões "Além fronteiras"...


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Estudando a nossa Fé Só Há Verdadeiro Amor onde está a Verdade Pe Edmilson de Lima Lopes A Descoberta da Verdade Evita o Amor Doentio e Sentimentalóide

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o Batismo, o ser humano é enriquecido com três dons sobrenaturais: a fé, a esperança e a caridade. Desta forma, ele é habilitado a viver e externar o amor divino. Todo cristão, portanto, tem o potencial de amar como Deus ama: Caríssimos, amemo-nos uns aos outros, pois o amor vem de Deus e, todo aquele que ama, nasceu de Deus e conhece a Deus(1Jo 4,7). Para que isto aconteça, é preciso que o cristão desenvolva a vida nova obtida no Batismo(2Cor 5,17), buscando sempre dominar a tendência pecaminosa. É necessário que o cristão exercite sua condição de homem espiritual, buscando “as coisas do alto”, combatendo o homem carnal, aquele que se fundamenta nas coisas da terra: Se, pois, ressuscitastes com Cristo, procurai as coisas do alto, onde Cristo está sentado à direita de Deus. Pensai nas coisas do alto, e não nas da terra(Cl 3,1-2). Quem pratica o verdadeiro amor não se contenta com situações contrárias ao verdadeiro Bem. Busca sempre o melhor para si e para a pessoa amada. Jamais legitima aquilo que prejudica o outro. Não deixa de dizer a verdade, mesmo receando contrariar o outro(embora escolha a melhor maneira de o fazer). Fala o que o outro precisa ouvir, não somente o que gosta de escutar. Está sempre aberto a compreender as fraquezas alheias, tendo em vista ajudar o outro a superá-las. Em 1Cor 13 São Paulo nos ensina como é o amor por excelência. Ele escreveu em grego, onde se vê cautelosa classificação do sentimento de amor: éros, filia e ágape. A palavra “eros” indica a expressão carnal do amor, que entre cristãos, só é legítimo dentro do matrimônio religioso. É “carnal” porque envolve o exercício da genitalidade como não como simples troca de prazer, mas sobretudo como doação de si na transmissão de uma nova vida. A distorção do éros chama-se “fornicação” entre solteiros(Ef 5,3-5) e “adultério” quando parte de pessoa casada(Mt 5,27-28). Já a palavra “filia” designa o amor comum, cotidiano. “Filantropia”, por exemplo, é o nobre sentimento de amor ao próximo, porém sem teor sobrenatural porque ocorre apenas no plano da natureza humana. É o sentimento humano natural e saudável. É “amor ao próximo pelo próximo”, saudável quando não transforma o outro num ídolo. Porém, o filia é inferior ao “amor ao próximo pelo amor a Deus”, como o cristão está capacitado a viver. É preciso considerar a histórico psicológico de cada pessoa, que pode se ressentir de problemas que dificultam ou mesmo impedem a vivência dos nobres sentimentos. Muitíssimo superior é o “ágape” porque, sendo nascido de Deus, ultrapassa o eros e o filia. Uma de suas notas distintivas é o elevar-se na proporção em que se doa pelo outro sem reservas: Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos(Jo 15,13). É este tipo de amor que São Paulo apresenta em 1Cor 13, pois no seu texto original(grego) lemos “ágape” onde o português traduz “amor” ou “caridade”. O Apóstolo João igualmente se refere ao amor “ágape” na sua carta(1Jo 4,17). A palavra portuguesa que mais se aproxima do “ágape” é “caridade” – como já vimos, só o cristão tem potencial de viver o “ágape” por ser um dom sobrenatural, acrescentado à natureza humana por meio Batismo.

Quatro realidades concretas para aprofundamento 1.

Deixar de pregar o Evangelho de Cristo a todos, mesmo aos não católicos e não cristãos, sob alegação de que “vivem do seu jeito a união com Deus”. As verdades da fé cristã não são questões de opinião, mas Revelação divina(Gl 1,6-10;2Pd 1,16). Deus nos revelou estas verdades celestiais por amor a todos nós(Mt 16,17), e devemos repassar estas verdades na verdadeira caridade, ou seja, no amor autêntico pelos outros, tirando-os dos prejuízos da ignorância e do erro(At 17,30-31;1Tm 1,13;Ef 2,1-5;4,17-19). Não é o ser humano quem determina a maneira correta de se relacionar com Deus, mas é o próprio Deus quem diz como quer ser reconhecido e tratado pela criatura. Pela boca do profeta Ezequiel, Deus reclama: Será o meu procedimento que não está certo, ó casa de Israel? Não será antes o vosso procedimento que não está certo?(Ez 18,29b). O diácono Filipe pregou o Evangelho ao eunuco e o batizou(At 8,2639), tirando-o da religião em que vivia, trazendo-o para a intimidade com Deus em Cristo, único mediador entre Deus e os homens(1Tm 2,5). O centurião Cornélio era apenas um homem temente a Deus, mas isto não era suficiente porque o próprio Deus, em At 10, conduz Cornélio ao Batismo – vida superior porque enraizada em Cristo(Rm 6,4;Jo 15,4-6)!

2.

Casais que não podem receber a Eucaristia por terem vida conjugal sem o Sacramento do Matrimônio. Incentivá-los a participar da Santa Ceia é uma falsa caridade porque significa prejudicá-los ainda mais, fazendo-os receber o Cristo eucarístico sem as condições adequadas(1Cor 11,27-29). A verdadeira caridade é sempre acolhê-los da melhor maneira possível, sempre pedindo a Deus que mostre uma solução para tal situação. O mesmo seja dito de casais de namorados(ou noivos) que antecipam as intimidades da vida conjugal: apoiá-los neste comportamento não é verdadeira caridade porque significa mantê-los numa falsa compreensão do amor – e o amor verdadeiro liberta! Não mantém vícios nem sustenta desvios!

3.

Pessoa que cede a maus hábitos para manter seu bom conceito diante do outros(respeito humano), tal como aquele que se envolve em fraudes diversas “pensando em ajudar o outro”. O verdadeiro amor causa conflito entre as pessoas quando uma delas opta pelo Bem(Lc 12,51-53). Não é acobertando a má conduta do outro que se demonstra a verdadeira atenção para com ele. Antes, quem assim age é cúmplice da desgraça alheia, tornando-a sua própria mancha! O cristão deve ser causa de crescimento para o outro: Meus irmãos, se alguém dentre vós se desviar da verdade e outro o reconduzir, saiba que aquele que reconduz um pecador desencaminhado salvará sua alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados(Tg 5,19-20).

4.

Deixar as pessoas entregues aos próprios erros sob alegação de serem livres é também falsa caridade. O verdadeiro amor corrige e quer o bem do outro, óbviamente sem lhe tirar a liberdade de escolha (quando se trata de alguém que já responde por si). É verdade que não devemos forçar os outros a serem iguais a nós, pois não somos padrão absoluto para ninguém. Caso queiram nos imitar, que o façam livremente, apenas enquanto agimos corretamente. Somos modelo somente na medida em que nos deixamos moldar pela vontade de Deus: Tornai-vos os meus imitadores, como eu o sou de Cristo(1Cor 11,1). A Igreja Católica usa de sua autoridade e canoniza certos cristãos, ou seja, oficializa-os como padrões a serem imitados.

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