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O PAN nos media - Maio 2015


Revista de Imprensa

1. Vídeo sobre cão maltratado provoca indignação generalizada, Funchal Notícias Online, 29-05-2015

1

2. "Historic" proposal to end animal slaughter in Portugal´s kennels goes before parliament, Portugal Resident Online, 29-05-2015

5

3. Carlos Pereira quer devolver credibilidade ao PS-M, Público, 29-05-2015

8

4. 6 PAN reúne com vereador, Diário As Beiras, 28-05-2015

9

5. Madeira deve deixar de ser motivo de "chacota nacional", Diário de Notícias da Madeira.pt, 28-05-2015

10

6. Green Savers - Petição para fim dos canis de abate em Portugal recolheu mais de 50.000 assinaturas, Green Savers Online, 28-05-2015

12

7. PAN reprova abate do Pombo Trocaz, Jornal da Madeira, 28-05-2015

15

8. Madeira deve deixar de ser motivo de "chacota nacional", Jornal da Madeira.pt, 28-05-2015

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9. Notícias ao Minuto - Madeira deve deixar de ser motivo de "chacota nacional", Notícias ao Minuto Online, 28-05-2015

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10. Carlos Pereira quer devolver credibilidade ao PS-Madeira, Público Online, 28-05-2015

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11. PAN adere à campanha mundial ´Stop Monsanto!´, Diário de Notícias da Madeira.pt, 27-05-2015

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12. Mundo cão, Jornal de Letras, Artes e Ideias, 27-05-2015

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13. "Cowspiracy" apresentado no Charlot, Gazeta Setubalense Online, 26-05-2015

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14. Green Savers - Partido político quer mais bicicletas perto do metro de Telheiras, Green Savers Online, 26-05-2015

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15. Partido político quer mais bicicletas perto do metro de Telheiras, Menos Um Carro Online, 26-05-2015

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16. Notícias ao Minuto - PS/Madeira tem de reposicionar-se no "novo ambiente político" da região, Notícias ao Minuto Online, 26-05-2015

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17. "Cowspiracy" à borla em Almeirim, Almeirinense Online, 25-05-2015

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18. PAN propõe BikeSharing, Cyber Jornal.net, 25-05-2015

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19. PAN contra abate de pombos, Diário de Notícias da Madeira, 25-05-2015

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20. PAN-M reprova forma de controlar o pombo trocaz, Jornal da Madeira, 25-05-2015

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21. PAN mostra "Cowspiracy à borla em Setúbal, Setubalense, 25-05-2015

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22. PAN reprova medidas do Governo para abate do pombo trocaz, Diário de Notícias da Madeira.pt, 24-052015

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23. SIC e Zoomarine suspendem «Golfinhos com Estrelas» após pareceres negativos, Sul Informação Online, 24-05-2015

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24. António Costa confia na ignorância dos eleitores, Viver a Nossa Terra, 24-05-2015

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25. SIC suspends' Zoomarine dolphin TV series, Algarve Resident (The), 22-05-2015

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26. Bárbara Guimarães fica sem projetos na SIC, Correio da Manhã - Sexta, 22-05-2015

42

27. Bárbara fica sem programa, Flash, 22-05-2015

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28. CDS-PP Contra Manutenção da CostaPolis, Notícias da Gandaia Online, 22-05-2015

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29. A sociedade de hoje é o reflexo do que tem sido a educação das crianças, jovens e adultos até à data., Tribuna da Madeira, 22-05-2015

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30. Programa suspenso, TV Mais, 22-05-2015

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31. Bárbara Guimarães sem programa, CM TV - Flash Vidas, 21-05-2015

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32. Sonae Sierra premeia Clínica Particular do Algarve no AlgarveShopping, Barlavento, 21-05-2015

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33. SIC suspende "Golfinhos com as estrelas", Ambiente Magazine.com, 20-05-2015

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34. Golfinhos com as Estrelas Programa da SIC é cancelado, Nova Gente Online, 20-05-2015

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35. SIC e Zoomarine suspendem «Danças com Golfinhos» após pareceres negativos, Sul Informação Online, 20-05-2015

57

36. Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira, Açores 9 Online, 19-05-2015

59

37. SIC suspende 'Golfinhos com as Estrelas', Correio da Manhã, 19-05-2015

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38. 'Golfinhos Com as Estrelas' cancelado na sequência de pareceres negativos, Correio da Manhã Online, 1905-2015

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39. Golfinhos' por água abaixo, Destak, 19-05-2015

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40. SIC obrigada a suspender Golfinhos com as Estrelas, Diário de Notícias, 19-05-2015

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41. PAN quer acabar com canis de abate, Diário de Notícias da Madeira, 19-05-2015

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42. Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira, Diário de Notícias da Madeira.pt, 19-052015

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43. Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira, Diário Digital Online, 19-05-2015

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44. PAN recolhe assinaturas para acabar com canis de abate, Jornal da Madeira.pt, 19-05-2015

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45. Notícias ao Minuto - Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira, Notícias ao Minuto Online, 19-05-2015

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46. SIC 'suspends' Zoomarine dolphin TV series following legal threats by animal activists, Portugal Resident Online, 19-05-2015

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47. Há mais partidos: insatisfação dos cidadãos ou vitalidade democrática?, Público, 19-05-2015

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48. Há mais partidos: insatisfação dos cidadãos ou vitalidade democrática?, Público Online, 19-05-2015

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49. Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira, Sapo Online - Sapo Notícias da Agência Lusa Online, 19-05-2015

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50. 'Golfinhos Com as Estrelas' cancelado na sequência de pareceres negativos, Sábado Online, 19-05-2015

83

51. PAN pede suspensão do programa da SIC "Dolphins with Stars", Ambiente Magazine.com, 18-05-2015

87

52. PAN pede suspensão do programa 'Golfinhos com as Estrelas', Destak.pt, 18-05-2015

88

53. 1300 contra canis de abate na Madeira, Diário de Notícias da Madeira.pt, 18-05-2015

90

54. Carlos Pereira formaliza amanhã candidatura a líder do PS-M, Diário de Notícias da Madeira.pt, 18-052015

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55. Lider do Grupo Parlamentar do PS na Madeira apoia proposta do PSD sobre política fiscal, Diário de Notícias da Madeira.pt, 18-05-2015

94

56. SIC suspende programa 'Golfinhos com as Estrelas', Diário de Notícias Online, 18-05-2015

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57. Madeira: Lider parlamentar do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal, Diário Digital Online, 1805-2015

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58. PAN pede suspensão do programa «Dolphins with Stars», Diário Digital Online, 18-05-2015

101

59. Madeira: Lider parlamentar do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal | Finanças: Impostos | Dinheiro Digital, Diário Digital Online - Dinheiro Digital Online, 18-05-2015

102

60. PAN quer suspender ''Golfinhos com as Estrelas'' - Espalha-Factos, Espalha Factos Online, 18-05-2015

104

61. Green Savers - Zoomarine de Albufeira: PAN pede suspensão do programa Golfinhos com as Estrelas, Green Savers Online, 18-05-2015

105

62. Iniciativa popular apela ao fim de canis de abate, Jornal da Madeira, 18-05-2015

108

63. SIC suspende programa "Golfinhos com as estrelas", Jornal de Notícias Online, 18-05-2015

109

64. SIC suspende "Golfinhos com as Estrelas", Move Notícias Online, 18-05-2015

112

65. Notícias ao Minuto - Líder do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal, Notícias ao Minuto Online, 18-05-2015

115

66. Golfinhos com as Estrelas suspenso pela SIC, Propagandista Social Online, 18-05-2015

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67. PAN MADEIRA angaria 1300 assinaturas "Pelo fim dos canis de abate", Tribuna da Madeira Online, 18-052015

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68. Gravações de «Golfinhos com as Estrelas» suspensas, Voz do Algarve Online, 18-05-2015

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69. PAN pede suspensão do programa «Dolphins with Stars», Voz do Algarve Online, 18-05-2015

122

70. Iniciativa popular apela ao fim de canis de abate, Jornal da Madeira.pt, 17-05-2015

124

71. 504 982 votos ao lixo, Correio da Manhã, 16-05-2015

126

72. 504 982 votos ao lixo, Correio da Manhã Online, 16-05-2015

127

73. Desperate bid to stop animal slaughter at municipal kennels, Algarve Resident, 15-05-2015

129

74. Garraiada em “grande” num dia em “cheio” na Figueira da Foz, Diário de Coimbra, 15-05-2015

130


75. CMF aprova compra de espólio de Aragão, Diário de Notícias da Madeira, 15-05-2015

132

76. PAN promove conferência contra canis de abate, Diário de Notícias da Madeira.pt, 15-05-2015

133

77. CMF aprova aquisição de espólio de António Aragão, Jornal da Madeira, 15-05-2015

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78. Câmara do Funchal investe 166 mil euros em espólio de artista madeirense, Jornal da Madeira.pt, 15-052015

137

79. Nutrir o planeta, Tribuna da Madeira, 15-05-2015

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80. CDS-PP Almada vota contra Programa Pólis, Distritonline.pt, 14-05-2015

139

81. Coimbra em boa onda sem "Tsunami", Diário de Coimbra, 14-05-2015

142

82. Câmara do Funchal investe 166 mil euros em espólio de António Aragão, Diário de Notícias da Madeira.pt, 14-05-2015

144

83. Pequenos partidos só aceitam coligações pós-eleitorais, OJE, 14-05-2015

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84. CDS-PP Almada vota contra Programa Pólis Projeto ficou muito aquém dos seus objetivos reais, Rostos.pt, 14-05-2015

148

85. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, Correio da Manhã Online, 13-05-2015

153

86. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, Destak.pt, 13-05-2015

155

87. Garraiada divide estudantes de Coimbra, Diário de Notícias Online, 13-05-2015

157

88. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, Diário Digital Online, 1305-2015

160

89. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, i Online, 13-05-2015

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90. Grupo de estudantes contra garraiada da Queima das Fitas, Jornal de Notícias Online, 13-05-2015

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91. Lx Notícias - Assembleia Municipal aprova contas com críticas da oposição, LxNotícias Online, 13-05-2015

166

92. Lx Notícias - Câmara prepara regulamento para manutenção e poda das árvores, LxNotícias Online, 1305-2015

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93. Notícias ao Minuto - Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas, Notícias ao Minuto Online, 13-05-2015

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94. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, Porto Canal Online, 13-052015

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95. Paulo Morais propõe mudanças na lei eleitoral para o Parlamento, Página 1 Online, 13-05-2015

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96. Paulo Morais apela a alterações à Lei Eleitoral, Público, 13-05-2015

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97. Queda da dívida é uma “péssima notícia” para a oposição, diz vereador, Público, 13-05-2015

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98. Queda da dívida a fornecedores é uma "péssima notícia" para a oposição, diz vereador de Lisboa, Público Online, 13-05-2015

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99. Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, Visão Online, 13-05-2015

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100. Assembleia Municipal de Lisboa aprova contas da Câmara de 2014 com críticas da oposição, Açores 9 Online, 12-05-2015

181

101. Notícias ao Minuto - Assembleia Municipal aprova contas com críticas da oposição, Notícias ao Minuto Online, 12-05-2015

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102. Notícias ao Minuto - Câmara prepara regulamento para manutenção e poda das árvores, Notícias ao Minuto Online, 12-05-2015

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103. Paulo Morais apela a alterações à Lei Eleitoral antes das legislativas, Público Online, 12-05-2015

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104. Queda da dívida a fornecedores é uma "péssima notícia" para a oposição, diz vereador de Lisboa, Público Online, 12-05-2015

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105. Paulo Morais propõe mudanças na lei eleitoral para a AR, Renascença Online, 12-05-2015

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106. Paulo Morais propõe mudanças na lei eleitoral para o Parlamento, Renascença Online, 12-05-2015

191

107. PAN quer acabar com abate de animais em canis, Veterinária Atual Online, 11-05-2015

192

108. Boas Notícias - Petição quer fim do abate de animais em canis, Boas Notícias Online, 08-05-2015

193

109. Desperate bid to stop animal slaughter at Portugal´s municipal kennels, Portugal Resident Online, 0805-2015

194

110. A venerável virtude da austeridade, Tribuna da Madeira, 08-05-2015

196

111. Boas Notícias - Petição quer fim do abate de animais em canis, Boas Notícias Online, 07-05-2015

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112. Green Savers - Porto: PAN inaugura mercado de produtos isentos de sofrimento animal, Green Savers Online, 07-05-2015

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113. PAN abre novo espaço no Porto e "inaugura" Mercadinho de produtos isentos de sofrimento animal, Maia Hoje Online, 07-05-2015

201

114. Esterilização para controlar os javalis, Correio da Manhã, 06-05-2015

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115. Esterilização para controlar javalis na Arrábida, Correio da Manhã Online, 05-05-2015

204

116. PS/Madeira quer "adequar" cenário macroeconómico do partido à Região, Jornal da Madeira.pt, 05-052015

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117. Esterilização para controlar javalis na Arrábida, Sábado Online, 05-05-2015

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118. PS substitui 13 candidatos para ceder lugar ao PND, Diário de Notícias da Madeira, 04-05-2015

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119. Notícias ao Minuto - Madeira: PS quer "adequar" cenário macroeconómico à região, Notícias ao Minuto Online, 04-05-2015

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120. No rescaldo das últimas eleições regionais, Tribuna da Madeira, 01-05-2015

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121. Cerrar fileiras pelos transportes, Avante, 30-04-2015

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ID: 59490460

29-05-2015

Tiragem: 36557

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,70 x 30,26 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Carlos Pereira quer devolver credibilidade ao PS-M Autonomias Márcio Berenguer Único candidato à sucessão de Victor Freitas é eleito hoje com a missão de unir o partido e o posicionar como alternativa ao PSD Carlos Pereira será eleito hoje presidente do PS-Madeira com a “missão” de reorganizar o partido, que saiu como um dos grandes derrotados das regionais de 29 de Março. O líder parlamentar do PS na Assembleia Regional e ex-vice-presidente do partido é o único candidato às eleições internas do partido, marcadas após a demissão do anterior líder, Victor Freitas, na noite eleitoral. O resultado foi desastroso. Não só o PS ficou atrás do CDS-PP como ainda viu o grupo parlamentar passar de seis para cinco deputados. Victor Freitas assumiu a responsabilidade pela estratégia da coligação Mudança — PS, PTP, PAN e MPT — e demitiu-se, deixando a porta aberta para Carlos Pereira, que já a tinha tentado abrir no Verão passado. “Não concordei com a estratégia [coligação] e disse-o na altura, defendi que o melhor para o partido e para a Madeira seriam directas para escolher a liderança”, recorda Carlos Pereira que se demitiu então da vice-presidência do partido. A ideia seria “capitalizar” esse debate interno junto da opinião pública, como veio a acontecer com o PSD no processo de sucessão de Alberto João Jardim. “O PSD beneficiou desse processo, teve espaço nos media e conseguiu passar uma imagem de renovação, e nós ficamos presos a uma coligação que não reunia a confiança dos madeirenses.” As eleições internas em Lisboa, nas quais Carlos Pereira apoiou António Costa e Victor Freitas esteve com António José Seguro, também contribuíram para o distanciamento entre ambos. Mas o tempo, afirma, é de olhar para o futuro, não de encontrar culpados. “Todos nós fomos responsáveis. Não apenas o líder, mas todos nós.” Por isso, Carlos Pereira quer todos e conta com todos. “Não vou conseguir sozinho resolver todos os problemas, mas tenho o dever de reorganizar o partido”, admite, consciente das dificuldades em devolver “credibilidade” ao PS-Madeira e afirmá-lo como alternativa ao PSD. “Estamos num novo ambiente político e temos de ser capazes de nos reposicionar”, explica, afirmando que

o PS é o único partido com condições para ser alternativa ao PSD. “No debate do Programa de Governo, o CDS absteve-se, tal como o Juntos pelo Povo, o que significa que deram um voto de confiança ao Governo. Fomos os únicos que votamos contra, porque, embora concordando com algumas medidas, temos uma visão global diferente”, justificou. Carlos Pereira leva ao XVII Congresso do PS-Madeira, marcado para 27 e 28 de Junho, a moção política “Responsabilidade e Confiança”. “O PS não pode ser um partido de protesto, mas sim uma força política responsável e de alternativa”, defende. Para devolver a credibilidade ao partido, propõe a criação de um fórum consultivo composto por ex-deputados, ex-militantes e até ex-líderes. “O PS-Madeira tem um património programático e de pessoas que não pode ser esquecido”, diz, prometendo também abrir o partido a independentes através da criação de um “conselho estratégico”. Sobre o relacionamento com o Governo, admite votar muitas das propostas apresentadas — “algumas ‘roubadas’ à oposição” —, mas não encontra “desígnio estratégico” no Programa de Governo. “Essa é a grande diferença entre nós. O PSDMadeira é muito seguidista em relação à Direcção Nacional, e o PS coloca os madeirenses em primeiro lugar.” O novo líder dos socialistas madeirenses tem 43 anos, é economista, e foi candidato à Câmara do Funchal em 2005, acabando por ocupar o cargo de vereador. É perito independente da Comissão Europeia para o programa Horizonte 20/20. Em termos profissionais é consultor e administrador de empresas.

Carlos Pereira é o actual líder parlamentar do PS-Madeira

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ID: 59474035

28-05-2015

Tiragem: 12000

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,81 x 3,79 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

6 PAN reúne com vereador O PAN - Partido

dos Animais, tem agendada um areunião, a 5 de junho, às 10H00, com o vereador Francisco Queirós sobre a cessação do protocolo com o Grupo Gatos Urbanos.

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ID: 59474948

28-05-2015

PAN REPROVA ABATE DO POMBO TROCAZ O PAN, em comunicado enviado à nossa redação, diz que «a recente notícia de que o Governo Regional continuará a privilegiar meios violentos e letais para controlar as populações

Tiragem: 14900

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 13,16 x 5,41 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

da espécie endémica do “Pombo Trocaz" origina no PAN-Pessoas-Animais-Natureza uma grande perplexidade e reprovação». De acordo com o comunicado, o PAN vem esclarecer que «só aceita, apoia, e apoiará meios não-violentos de ‘management’ e gestão ambiental e ecossistémica». Defendendo\ «que o GR deveria implementar métodos de controlo de populações de animais mais justas e pacíficas de compatibilizar e reconciliar as vidas dos animais com a agricultura».

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Notícias ao Minuto - Madeira deve deixar de ser motivo de "chacota nacional"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

28-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/397314/madeira-deve-deixar-de-ser-motivo-de-chacotanacional

O candidato único à presidência do Partido Socialista na Madeira disse hoje que a região vive "um ambiente político diferente" que deve ser aproveitado para se tornar "um modelo de democracia" e deixar de ser motivo de "chacota nacional". Global Imagens 09:00 - 28 de Maio de 2015 | Por Lusa "Eu acho que estamos num ambiente político diferente e isso é bom, digamos que esta normalidade parlamentar que hoje se vive é uma conquista da oposição porque a oposição, durante anos, pediu a normalidade parlamentar", declarou Carlos Pereira à agência Lusa na véspera das eleições diretas do PS/Madeira. Este sufrágio acontece na sequência da demissão do líder socialista insular, Victor Freitas, após o mau resultado obtido pelo partido que encabeçou a coligação Mudança, apoiada pelo PTP, MPT e PAN nas eleições legislativas de 29 de março quais elegeu seis deputados, o mesmo número que o PS sozinho detinha na anterior legislatura. Para o candidato, economista de profissão e autor da obra "A Herança: Saiba como o Governo da Madeira escondeu a dívida", recentemente editado, "não é com comissões à porta fechada, com relatórios de comissões manipulados, com ocultação de informação e falta de transparência" que se faz a democracia. Por isso, insistiu que, na Madeira, "o ambiente político, neste momento, é muito mais favorável à democracia", considerando que este cenário até "vem ajudar e não complicar" a vida dos partidos da oposição. O futuro presidente do PS-Madeira disse que todos os partidos deviam estar empenhados num bom ambiente política uma vez que a anterior governação passou "muitos anos a ser alvo de chacota no plano nacional". E adiantou: "Eu gostava que a Madeira, de uma vez por todas, fosse um modelo no que diz respeito ao ambiente democrático e parlamentar", defendendo que o PS deve ter "um discurso de alternativa". Carlos Pereira sublinhou ser necessário um reposicionamento dos partidos e do Governo Regional a este "novo ambiente político", assegurando, contudo, que o PS não vai baixar a guarda à fiscalização do executivo. Segundo o também presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa regional, "o discurso de alternativa faz-se com responsabilidade, apresentando propostas, estando disponível para aprovar as propostas que são boas para a Madeira e demonstrando que há um caminho diferente deste que tem vindo a ser seguido". Carlos Pereira, que está no PS desde 2005 quando foi candidato à Câmara Municipal do Funchal reconheceu que algumas "coisas correram mal" na vida do partido, sublinhando que os socialistas não ganham nada "cavando as responsabilidades do passado" porque a prioridade é "motivar para o futuro". Para restituir "credibilidade e reposicionar" o PS neste "novo ambiente político", Carlos Pereira defendeu que o partido deve abrir as portas à sociedade civil; buscar as pessoas com as quais a sociedade se revê, criando um Conselho Estratégico. O futuro líder do PS na Madeira propõe ainda criar um Fórum Consultivo formado pelo "património humano" do partido, incluindo os militantes que se têm afastado, e tirar partido da influência autárquica que possui ao dirigir quatro câmaras na região (Funchal, Porto Santo, Porto Moniz e Machico). O processo de sucessão termina nos dias 27 e 28 de junho por ocasião da realização do XVII Congresso Regional que decorrerá no Madeira Tecnopolo. 09:00 - 28 de Maio de 2015 | Por

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Carlos Pereira quer devolver credibilidade ao PS-Madeira

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

28-05-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Márcio Berenguer

URL:: http://www.publico.pt/politica/noticia/carlos-pereira-quer-devolver-credibilidade-ao-psmadeira1697201?frm=ult

Por Márcio Berenguer 28/05/2015 - 22:54 Socialistas madeirenses elegem hoje o seu 9.º líder em sufrágio com candidato único. Carlos Pereira DR Carlos Pereira será eleito esta sexta-feira presidente do PS-Madeira com a "missão" de reorganizar o partido, que saiu como um dos grandes derrotados das eleições regionais de 29 de Março. O actual líder parlamentar do PS na Assembleia Regional e exvice-presidente do partido é o único nome que se apresenta às eleições internas do partido, marcadas após a demissão do anterior líder, Victor Freitas, ainda durante a noite eleitoral. O resultado foi desastroso. Não só o PS ficou atrás do CDS-PP como ainda viu o grupo parlamentar passar de seis para cinco deputados. Victor Freitas assumiu a responsabilidade pela estratégia da coligação 'Mudança' - PS, PTP, PAN e MPT - e demitiu-se, deixando a porta aberta para Carlos Pereira, que já a tinha tentado abrir no Verão passado. "Não concordei com a estratégia [coligação] e disse-o na altura, defendi que o melhor para o partido e para a Madeira seriam directas para escolher a liderança", recorda Carlos Pereira que se demitiu então da vice-presidência do partido. A ideia seria "capitalizar" esse debate interno junto da opinião pública, como veio a acontecer com o PSD no processo de sucessão de Alberto João Jardim. "O PSD beneficiou desse processo, teve espaço nos media e conseguiu passar uma imagem de renovação, e nós ficamos presos a uma coligação que à partida todos sabiam que não reunia a confiança dos madeirenses." As eleições internas em Lisboa, nas quais Carlos Pereira apoiou António Costa e Victor Freitas esteve ao lado de António José Seguro, também contribuíram para o distanciamento entre ambos. Mas o tempo, afirma, é de olhar para o futuro, não de encontrar culpados. "Todos nós fomos responsáveis. Não apenas o líder, mas todos nós." Por isso, Carlos Pereira quer todos e conta com todos. "Não vou conseguir sozinho resolver todos os problemas, mas tenho o dever de reorganizar o partido", admite, consciente das dificuldades em devolver "credibilidade" ao PS-Madeira e afirmá-lo como alternativa ao PSD. "Estamos num novo ambiente político e temos de ser capazes de nos reposicionar", explica, afirmando que o PS é o único partido com condições para ser alternativa ao PSD. "No recente debate do Programa de Governo, o CDS-PP absteve-se, tal como o Juntos Pelo Povo (JPP), o que significa que deram um voto de confiança ao Governo. Fomos os únicos que votamos contra, porque, embora concordando com algumas medidas, temos uma visão global diferente", justificou. Conselho estratégico com independentes Carlos Pereira leva ao XVII Congresso do PS-Madeira, marcado para os dias 27 e 28 de Junho no Funchal, a moção política 'Responsabilidade e Confiança'. "O PS não pode ser um partido de protesto, mas sim uma força política responsável e de alternativa", defende. Para isso, para devolver a credibilidade ao partido, Carlos Pereira propõe a criação de um "fórum consultivo" composto por ex-deputados, exmilitantes e até ex-líderes. "O PS-Madeira tem um património programático e de pessoas que não pode ser esquecido", diz, prometendo também abrir o partido a independentes através da criação de um "conselho estratégico" de forma a perceber o que a sociedade pretende dos socialistas. Sobre o relacionamento com o Governo, Carlos Pereira admite votar muitas das propostas que têm sido apresentadas - "algumas foram 'roubadas' à oposição" -, mas não encontra "desígnio estratégico" no Programa de Governo. "Essa é a grande diferença entre nós. O PSD-Madeira é muito seguidista em relação à Direção Nacional, e o PS coloca os madeirenses em primeiro lugar." O novo líder dos socialistas madeirenses tem 43 anos, é economista, e foi candidato à Câmara do Funchal em 2005,

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acabando por ocupar o cargo de vereador. É perito independente da Comissão Europeia para o programa Horizonte 20/20. Em termos profissionais é consultor e administrador de empresas. Nono líder dos socialistas madeirenses Carlos Pereira é o 9º líder do PS-Madeira e o primeiro pós-Jardim. Em mais de três décadas de Autonomia Política, o PS-Madeira nunca conseguiu afirmar-se junto do eleitorado como uma alternativa aos social-democratas. Os líderes sucederam-se à cadência de cada ciclo eleitoral. Gil Martins, João da Conceição, Emanuel Jardim Fernandes, Mota Torres, José António Cardoso, João Carlos Gouveia, Jacinto Serrão e Victor Freitas tentaram sem sucesso destronar Alberto João Jardim, mas nem chegaram a fazer 'sombra'. Nas últimas regionais, o PS liderava a coligação 'Mudança', mas acabou por obter pior resultado do que em 2011, quando concorreu sozinho. O melhor resultado dos socialistas em eleições regionais foi em Outubro de 2004, quando conseguiram 27,41% dos votos e elegeram 19 dos 68 deputados da Assembleia Legislativa da Madeira. Em termos autárquicos, o PS-Madeira tem conseguido ao longo dos anos conquistar algumas câmaras e, numa coligação liderada pelos socialistas mas encabeçada por um independente, conquistou nas últimas autárquicas a Câmara do Funchal. 28/05/2015 - 22:54 Márcio Berenguer

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ID: 59459695

27-05-2015

Tiragem: 10500

Pág: 20

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Quinzenal

Área: 25,40 x 14,39 cm²

Âmbito: Lazer

Corte: 1 de 1

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Notícias ao Minuto - PS/Madeira tem de reposicionar-se no "novo ambiente político" da região

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

26-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/395982/psmadeira-tem-de-reposicionar-se-no-novo-ambientepolitico-da-regiao

O único candidato à liderança do PS/Madeira, Carlos Pereira, afirmou esta noite que o partido tem de ser capaz de se "reposicionar" face ao "novo ambiente político" que se vive na região e tornar-se uma alternativa governativa neste arquipélago. 23:48 - 25 de Maio de 2015 | Por Lusa "Estamos num novo ambiente político e temos de ser capazes de nos reposicionar", disse o candidato socialista madeirense na apresentação pública das linhas da sua moção política intitulada "Responsabilidade e Confiança" que decorreu na Universidade da Madeira. Carlos Pereira opinou que "o PS/Madeira não deve, nem pode concentrar-se enquanto partido de protesto", adiantando que deve agir "sempre com sentido de responsabilidade para mostrar à sociedade madeirense que é capaz de resolver os problemas" da região. Na opinião do candidato socialista insular, o partido deve "caminhar sempre ao lado das soluções para os madeirenses (...) mesmo que essas soluções não partam do PS", tendo em conta o ambiente de "normalidade parlamentar" que está agora a acontecer na Madeira, Carlos Pereira admitiu que este é "um caminho estreito, que pode ser perigoso", mas sublinha que "é o único possível daqui para a frente", acrescentando que o PS/Madeira "não pode baixar a guarda no papel fundamental de fiscalizar o governo [regional] e denunciar o que não está adequado, em equilíbrio, para gerar com sensos em prol das soluções positivas" para os problemas da região. O candidato socialista à liderança salientou a importância da união interna no partido, destacando o valor do património programático do PS/Madeira, o que considerou ser um dos "trunfos" da estrutura regional socialista. O também líder parlamentar enunciou outros trunfos, como o poder autárquico, que classificou de locomotiva" do partido; o grupo parlamentar que é "braço operacional", além da importância da articulação com os deputados na Assembleia da República e com a estrutura nacional num cenário de chefia do próximo governo nacional, a juventude socialista, e a necessidade de definir uma agenda europeia, Mas, Carlos Pereira ressalvou que essa articulação "não significa que o PS/Madeira fique condicionado por uma visão nacional do que deve ser o partido", sublinhando que os socialistas madeirenses devem ter como "limite de solidariedade o interesse regional, o interesse dos madeirenses". Numa perspetiva de reorganização do partido e "reconciliação do PS/M com o seu passado", outros pontos apontados por Carlos Pereira foram chamar os anteriores responsáveis do partido a participar na vida do partido, através da criação de um fórum consultivo, bem como a de um conselho estratégico numa postura de abertura do partido à sociedade civil. "Convínhamos, nós não temos ainda a massa crítica suficiente para fazer do PS um partido de governo, um partido alternativo", admitiu. Carlos Pereira é o único candidato à liderança do PS/Madeira, cujas diretas se realizam a 29 de maio, na sequência da demissão do anterior presidente, Victor Freitas, depois do mau resultado que o partido obteve nas eleições regionais em que concorreu coligado com o PTP, MPT e PAN. O Congresso Regional do PS-M realiza-se nos dias 27 e 28 de junho no Madeira Tecnopolo. Carlos Pereira, um economista de profissão, é presidente do grupo parlamentar do PS na Assembleia da Madeira e foi, em 2005, candidato à Câmara do Funchal em 2005. 23:48 - 25 de Maio de 2015 | Por

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ID: 59422363

25-05-2015

Tiragem: 10605

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 25,80 x 9,20 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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ID: 59422070

25-05-2015

Tiragem: 14900

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 7,13 x 8,20 cm²

Âmbito: Regional

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PAN-M reprova forma de controlar o pombo trocaz O PAN/Madeira emitiu ontem um comunicado onde reprova o controle das populações da espécie endémica do pombo trocaz. O partido esclarece que, e em consonância com o artigo 2.º dos seus Estatutos, só aceita, apoia, e apoiará, meios não-violentos de “management” e gestão ambiental e ecossistémica. Assim, o PAN defende que o Governo Regional R deveria implementar «métodos de controlo de populações de animais mais justas e pacíficas de compatibilizar e reconciliar as vidas dos animais com a agricultura, tal como acontece noutros locais».

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ID: 59460610

25-05-2015

Tiragem: 5000

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: +2 por Semana

Área: 20,73 x 8,66 cm²

Âmbito: Regional

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PAN mostra "Cowspiracy” à borla em Setúbal

O

documentário "Cowspiracy: The Sustainability Secret", realizado por Kip Andersen e Keegan Kuhn, vai ser exibido no dia 30 de Maio, às 18h30, no Auditório Municipal Charlot. A entrada nesta sessão promovida pelo PAN - Pessoas-Animais-Natureza é gratuita. O documentário ambientalista alerta o público para a pegada ecológica causada pela criação de animais para alimentação. Após a exibição do filme,

[ DR 

Documentário tem estado a mudar mentalidades pelo mundo fora

haverá espaço para uma troca de ideias acerca das informações divulgadas

no filme, as quais levaram o apresentador de televisão João Manzarra a mu-

dar o seu regime alimentar. Sabia, por exemplo, que 51 por cento das emissões

de gases responsáveis pelo efeito estufa são causadas pela pecuária e actividades relacionadas com a criação de gado? No mesmo dia, o PAN da Península de Setúbal promove, pelas 15h, no Pólo de São Julião da União de Freguesias de Setúbal (Av. Luísa Todi, 354), “uma reunião aberta a filiados, companheiros de causas e simpatizantes, para discutir acções a desenvolver na região e preparar as Legislativas 2015”.

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ID: 59441854

24-05-2015

Tiragem: 2000

Pág: 16

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Mensal

Área: 27,00 x 13,66 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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ID: 59461941

22-05-2015

Tiragem: 5500

Pág: 48

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 16,70 x 15,26 cm²

Âmbito: Regional

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ID: 59387677

22-05-2015 | Sexta

Tiragem: 149680

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 18,00 x 24,34 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

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22-05-2015 | Sexta

Tiragem: 149680

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 18,00 x 27,50 cm²

Âmbito: Informação Geral

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22-05-2015 | Sexta

Tiragem: 149680

Pág: 5

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 14,56 x 27,43 cm²

Âmbito: Informação Geral

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ID: 59388627

22-05-2015

Tiragem: 85000

Pág: 27

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 19,00 x 25,70 cm²

Âmbito: Sociedade

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ID: 59392689

22-05-2015

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Tiragem: 7000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,97 x 32,50 cm²

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Âmbito: Regional

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opinião

Cassiano Figueira

Comissário do PAN Madeira

A sociedade de hoje é o reflexo do que tem sido a educação das crianças, jovens e adultos até à data. Citação: “A educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo” Nelson Mandela A atual transmissão de conhecimentos: Serve, com o aval de governos coniventes, deliberadamente, com motivos óbvios de lucro e poder, a um grupo de interesses instalados, a quem lhes interessa manter uma educação débil, e por conseguinte, pessoas num estado de ignorância, obediência e servidão cega ao sistema, ou seja, um desenvolvimento humano precário, pagando caro e sendo contínuos e inúmeros os problemas de que ainda padecem, senão vejamos: Desemprego, problemas sociais e económicos, violência, guerra, fome, desigualdades sociais, saúde precária, injustiças, tóxico-dependência, alcoolismo apatia, falta de questionamento, não reacção pró-ativa às arbitrariedades do sistema, inconsciência à manipulação subtil de informação e incitação ao consumismo desenfreado que sofremos através dos média, vazios existenciais por ausência de verdadeiros valores e conceitos da pessoa humana, escravidão moderna, (ainda achamos que trabalhar muito e receber pouco é aceitável), prisão ao poder económico que nos acorrenta à dívida, hábitos alimentares incorretos, o que, também acarreta sérios danos à saúde, ao ambiente e custos à economia, insensibilidade e insensatez ecológica, bem como, e, em última análise ao planeta, aos próprios humanos e a todos os seres vivos. Basta! Nova transmissão de conhecimentos: Há solução! Hoje temos elevado potencial para reverter tudo isto, há conhecimento abundante, valioso e disponível, bem como excelentes professores. E, por incrível que pareça, já temos em Portu-

gal, há cerca de 40 anos (apesar de ignorado), um exemplo ímpar e de sucesso comprovado e reconhecido internacionalmente, duma transmissão de conhecimentos alternativa. Trata-se da Escola da Ponte, fundada pelo professor José Pacheco, que recentemente se deslocou à Madeira, convidado pela Ilha Verde - Educação em Liberdade (*). Contrariamente a Portugal, espalhou-se às centenas pela América do Sul, e um pouco por todo o mundo. O seu modelo difere em quase tudo do convencional: o contacto do aluno com a natureza, aprender brincando, o centro é o aluno, o professor orienta o aluno de acordo com as suas competências acompanhando e monitorizando a aprendizagem, a sala de aula é a comunidade, sem horários rígidos, não há exames ou testes, há sim pesquisas e trabalhos de investigação... O objetivo deste é desenvolver as competências individuais, a criatividade, o raciocínio, o livre arbítrio, a cidadania, solidariedade, responsabilidade, os valores humanos sustentáveis, o amor e a felicidade. Enfim, a mudança que o mundo precisa. Bem haja a mudança! (*) Entrevista na rádio com José Pacheco - Funchal: http://www.rtp.pt/play/ p1307/e185725/hora-10

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ID: 59352602

22-05-2015

Tiragem: 63740

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 18,20 x 26,70 cm²

Âmbito: TV e Jogos

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ID: 59352602

22-05-2015

Tiragem: 63740

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País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 18,20 x 26,70 cm²

Âmbito: TV e Jogos

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ID: 59352602

22-05-2015

Tiragem: 63740

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 3,18 x 3,06 cm²

Âmbito: TV e Jogos

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Duração: 00:01:58

CM TV - Flash Vidas ID: 59396732

OCS: CM TV - Flash Vidas

21-05-2015 06:31

Bárbara Guimarães sem programa http://www.pt.cision.com/s/?l=9b6df431

O programa que Bárbara Guimarães ia apresentar na SIC foi suspenso. Este foi um dos momentos abordados na tertúlia desta manhã.

Repetições: CM TV - Flash Vidas , 2015-05-22 15:33

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ID: 59414770

21-05-2015

Tiragem: 7500

Pág: 23

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 26,00 x 34,50 cm²

Âmbito: Regional

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POSITIVO E NEGATIVO FRANCISCO AMARAL

A Unidade Móvel de Saúde de Castro Marim completa um ano de consultas médicas de proximidade. O atual presidente da Câmara, que criou este modelo há 20 anos em Alcoutim, depois de ter assumido a presidência em Castro Marim revitalizou esta unidade, colocando-a ao dispor das freguesias. Com três médicas – Drª Helena Gonçalves, Drª Susana Valsassina e Drª Isa Frazoa -, a enfermeira Angelina Rocha e o motorista Carlos Horta, a equipa percorre há um ano as freguesias com maior atenção para o interior, Azinhal e Odeleite. Francisco Amaral declara tratar-se de «um ato de justiça para com esta população envelhecida, que levou uma vida de sacrifício. Que tenham agora, ao menos, algum conforto na doença, proporcionado por esta equipa médica nos seus domicílios». Durante este ano foram efetuadas 1242 consultas a 519 utentes com uma média de idade de 76 anos. Dos 519 utentes, 202 têm uma idade superior a 80 anos e 26 superior a 90 anos. 43% do número total de utentes são analfabetos. A hipertensão arterial foi a patologia crónica mais sinalizada, 324 pessoas. Seguiram-se a osteoartrose com 286 diagnósticos e a dislipidémia com 221. A registar ainda a identificação de 77 utentes (21%) com deterioração cognitiva ligeira.

ISILDA GOMES

A Câmara de Portimão anunciou que vai saldar todas que tem até aos 50.000 euros, ou seja, vai acertar contas com 479 credores. No total serão transferidos cerca de 3.650.00 euros para pequenas e médias empresas, clubes e associações. Grande parte desta dívida reporta-se a fornecimentos à autarquia, Câmara e Urbus, datados de 2010 a 2014. Este pagamento é possível por ter sido afetada uma parte significativa da coleta do IMI ao pagamento de dívidas antigas. A presidente da Câmara afirmou na Assembleia Municipal: «Para quem esteve a lutar para pagar salários não há muito tempo, é muito significativo conseguir pagar esta verba. No ano passado pagámos 14,1 milhões de euros em dívida. Este ano temos já garantido o pagamento dos salários e dos subsídios de férias e ainda conseguimos este montante para pagar dívidas». Quanto à candidatura ao FAM esta está a ser analisada pela comissão executiva.

ZOOMARINE/SIC

O parque aquático Zoomarine e a SIC estavam a preparar o programa «Golfinhos com as Estrelas», iniciativa que foi alvo de uma providência cautelar por parte do PAN – Pessoas-Animais-Natureza. Alega o PAN «a necessidade de proteger estes seres, já considerados pessoas não humanas na Índia. Este programa vai contra essa premissa». Argumenta o Pan que os «famosos», a apresentadora do programa e as pessoas que fazem parte da equipa técnica não têm qualquer tipo de formação para interagirem com os animais, o que iria exigir horas intensas de preparação, o que aumentará os níveis de stress e ansiedade dos animais. As entidades reguladoras ICNF – Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e a DGVA – Direção Geral de Alimentação e Veterinária deram pareceres negativos sobre o programa que utilizava os animais para espetáculo de entretenimento.

barlavento 21MAI2015

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Sonae Sierra premeia Clínica Particular do Algarve no AlgarveShopping A Sonae Sierra, especialista internacional em centros comerciais, acaba de distinguir a Clínica Particular do Algarve do Centro Comercial AlgarveShopping na 3ª edição dos Planet Sierra Tenant Awards, uma iniciativa inovadora e pioneira no setor, com o objetivo de premiar os lojistas com o melhor desempenho ambiental e que implementaram as melhores práticas nesta área ao longo do ano passado. Em Portugal, a Clínica Particular do Algarve do AlgarveShopping foi a grande vencedora do Planet Sierra Tenant Award 2014 na categoria A (lojas com mais de 1.000 m2) pelas boas práticas ambientais implementadas. A Clínica tem a certificação em Gestão de Qualidade e Ambiente algo que, aliás, é aplicado a todas as unidades do grupo. Têm como prática comunicar a Política de Qualidade e Ambiente aos colabo-

radores por forma a envolverem-nos no objetivo global da empresa. Existe uma aposta na separação de resíduos em zona pública e é feito o acondicionamento de resíduos hospitalares perigosos. Os clientes da Clínica são também motivados a participar na separação e na redução do volume de resíduos transportados, nomeadamente dos copos de plástico, através da colocação de informação bem visível junto aos dispensadores de água. Estes prémios, atribuídos de dois em dois anos, foram criados em 2010 no âmbito da estratégia de sustentabilidade da Sonae Sierra, com o objetivo de reconhecer lojistas que demonstrem o maior compromisso com a área da sustentabilidade e que tenham implementado as iniciativas ambientais mais interessantes. Um exemplo dessas iniciativas é a aplicação de sistemas de gestão operacio-

nal para melhorar o desempenho ambiental em termos de qualidade do ar, energia, água, ruído, águas residuais e resíduos, tal como o desenvolvimento de programas para sensibilizar e fomentar hábitos sustentáveis entre colaboradores, clientes e fornecedores. Para além de sensibilizar os lojistas para as práticas sustentáveis, estes prémios têm ainda o objetivo de destacar os benefícios comerciais que estas práticas podem gerar a médio prazo através de uma maior eficiência e redução de custos, já que a adoção de medidas que fomentem o respeito pelo ambiente podem melhorar os resultados de uma empresa através da poupança de energia e consumo de água. Paralelamente, os hábitos sustentáveis são cada vez mais valorizados pelos cidadãos em geral e visitantes dos centros comerciais em particular, constituindo assim uma resposta às suas

timos a mais mortos e feridos graves na EN 125, onde muitas famílias foram destroçadas. A CUVI – Comissão de Utentes da Via do Infante, que realiza no próximo dia 23 um almoço/debate em Almancil sobre a abolição das portagens, seguindo-se pelas 16h00 uma marcha lenta de viaturas em protesto, passando pelo Sítio do Além (S. João da Venda) e Variante Almancil (zona poente), onde serão colocados memoriais e feito um minuto de silêncio

O

IV GAT

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Morrer na EN 125 Os acidentes na EN 125 continuam a registar-se a uma média de 20 acidentes por dia, ou seja, cerca de 600 acidentes por mês e 7.300 por ano, num figurino altamente negativo para uma região onde o turismo é a sua indústria principal. Já são mais de 100 vítimas mortais e muitas centenas de feridos graves desde que o trânsito migrou da Via do Infante para a EN 125, a partir do momento em que foram introduzidas portagens. Nos últimos dias assis-

exigências e potenciando a fidelidade dos clientes para algumas empresas. Segundo Elsa Monteiro, diretora de sustentabilidade e comunicação corporativa da Sonae Sierra, «a promoção de uma maior consciência ambiental e a implementação de medidas sustentáveis por parte dos nossos lojistas é uma prioridade para a Sonae Sierra, uma vez que a sociedade em geral beneficia dos resultados destas medidas. Queremos que estes prémios sejam um incentivo para os nossos lojistas reforçarem o seu compromisso com o ambiente e que sirvam de exemplo e estímulo para outros lojistas.» O compromisso da Sonae Sierra com a sustentabilidade já remonta a 1998 e foi reforçado com a certificação ISO 14001 para o seu sistema de gestão ambiental.

em homenagem às vítimas da EN 125. Será pedido aos condutores em circulação que se associem em homenagem às vítimas. Poderão ocorrer outras ações não previstas. Reconhece a CUVI que «é um grande suplício circular na EN 125, pois não passa de uma rua urbana e a sua requalificação continua a marcar passo! As portagens contribuíram para o agravamento da crise social e económica, com muitos milhares de desempregados a mais e centenas

de falências de empresas. A economia e o turismo continuam a ser gravemente afetados!», concluindo que «a Via do Infante é uma PPP muito ruinosa, pois mesmo com a cobrança de portagens dá um prejuízo anual de 40 milhões de euros e somos todos nós a pagar. E quem engorda são os proprietários da concessionária. O contrato tem cláusulas secretas o que é inadmissível e muito grave – em nome da transparência exige-se a sua divulgação pública!»

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ID: 59334508

19-05-2015

Tiragem: 149680

Pág: 40

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,77 x 8,20 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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ID: 59335020

19-05-2015

Tiragem: 68889

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 11,02 x 10,73 cm²

Âmbito: Informação Geral

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‘Golfinhos’ por água abaixo A SIC tomou conhecimento ontem de um parecer desfavorável enviadopeloInstitutodaConservação da Natureza e das Florestas ao presidente do Conselho de Administração do Zoomarine, sobre o programa Golfinhos com as Estrelas. Foi também informada de um projeto de parecer negativo,emitidopelaDireçãoGeralde AlimentaçãoeVeterináriarelativamente ao mesmo programa. Face aestes pareceres, o canaldecidiu suspender de imediato aprodução do formato com estreia marcada para julho,sobconduçãodeBárbaraGuimarães, explicou ontem a SIC em comunicado. O canal iniciou a produção do formatoapósterobtidoautorizaçãodo

Zoomarine, «que nunca invocou qualquer limitação legal aos conteúdos definidoseacordadosdoprograma».«Ao longo deste processo, aliás, a SIC e a produtora Shine acederam a todas as solicitações feitas, nomeadamente no reforço das componentes científicas e pedagógicas», frisa o documento. Entretanto,opartidoPAN–Pessoas-Animais-Natureza intentou uma providênciacautelarcontraaproprietária doZoomarine,comopedidodesuspensão imediata da utilização de fauna selvagemnoâmbitodasgravações.«A necessidadedeprotegerestesseres,já considerados pessoas não humanas na Índia, deveria ser uma prioridade para todos», alega.

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ID: 59335020

19-05-2015

Tiragem: 68889

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,39 x 4,63 cm²

Âmbito: Informação Geral

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SIC SEM GOLFINHOS ESTAÇÃO CANCELA PROGRAMA POR FALTA DE AVAL FAMA&TV • 15

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ID: 59334020

19-05-2015

Tiragem: 30565

Pág: 40

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 21,07 x 30,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

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ID: 59336452

19-05-2015

Tiragem: 10605

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,71 x 20,87 cm²

Âmbito: Regional

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Notícias ao Minuto - Carlos Pereira é o unico candidato à presidência do PS-Madeira

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

19-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/392781/carlos-pereira-e-o-unico-candidato-a-presidencia-dops-madeira

O presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), Carlos Pereira, é o único candidato à presidência do partido nas eleições internas de 29 de maio, informou hoje a Comissão Organizadora do XVII Congresso Regional 20:05 - 19 de Maio de 2015 | Por Lusa A consulta interna no PS realiza-se na sequência dos maus resultados eleitorais obtidos nas eleições legislativas regionais antecipadas de 29 de março que levaram o então líder do partido, Vítor Freitas, a assumir a derrota da sua estratégia [coligação] e a apresentar a sua demissão no final da noite eleitoral. Nestas eleições legislativas regionais, o PS liderava a coligação Mudança, que incluía ainda o PTP, o PAN e o MPT. Nas eleições regionais de 29 de março, a coligação Mudança (PS, PTP,PAN e MPT) teve 14.573 votos (11,43%), tendo eleito seis dos 47 deputados da ALM, ou seja, tantos quantos o PS, sozinho, alcançou nas eleições de 9 de outubro de 2011. Nas últimas eleições, contudo, por ter concorrido coligado, o PS elegeu apenas cinco deputados (Vítor Freitas, Carlos Pereira, Sofia Canha Sousa, Avelino Conceição e Jaime Leandro) dado que o sexto deputado da coligação Mudança foi para o PTP, nomeadamente José Manuel Coelho. A melhor performance eleitoral do PS em eleições regionais ocorreu a 17 de outubro de 2004 que, com os seus 37.751 votantes (27,41%), elegeu 19 dos 68 deputados da Assembleia legislativa. Terminado o prazo de apresentação de candidaturas e respetivas moções políticas [hoje], as eleições para presidente do PS Madeira e para os delegados ao XVII Congresso Regional dos socialistas madeirenses acontecem a 29 de maio. Neste dia decorrerá igualmente a eleição para presidente do Departamento Regional das Mulheres Socialistas - Madeira, à qual concorrem duas candidaturas: Mafalda Gonçalves e Cláudia Vieira. O Congresso Regional do PS-M realiza-se nos dias 27 e 28 de junho no Madeira Tecnopolo. O único candidato à presidência do PS/Madeira entregou hoje formalmente a candidatura e a sua moção política intitulada "Responsabilidade e Confiança". O economista, de 43 anos, que é também o autor do livro que será lançado na sexta-feira "A Herança. Saiba como o Governo da Madeira escondeu a dívida", disse que irá "defender todas as medidas que sejam boas para a Madeira mesmo que venham do PSD". O PS da Madeira "não será um partido de protesto", mas uma estrutura "responsável e de alternativa", vincou. O candidato a líder do PS-M é também perito independente da Comissão Europeia para o programa Horizonte 2020 assim como consultor e administrador de empresas. Foi ainda vereador na Câmara Municipal do Funchal (2005 - 2009) e diretor financeiro e adjunto da administração do Centro de Ciências e Tecnologia da Madeira. 20:05 - 19 de Maio de 2015 | Por

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ID: 59333794

19-05-2015

Tiragem: 36557

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País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,61 cm²

Âmbito: Informação Geral

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Há mais partidos: insatisfação dos cidadãos ou vitalidade democrática? Em círculos eleitorais onde concorram, pelo menos, 20 candidaturas, os boletins de voto aumentam de tamanho: passam para 35,5 centímetros de comprimento, um pouco mais do que uma comum folha A4 NUNO FERREIRA SANTOS

Eleições Maria João Lopes Os especialistas dividem-se. Há quem veja no surgimento de novos partidos um sinal de “vitalidade democrática”, mas também quem argumente que, na base disso, está a insatisfação do eleitorado. Entre as eleições para a Assembleia Constituinte, em 1975, e as últimas legislativas, em 2011, o número de partidos que entraram na corrida oscilou entre os 11 e os 17. Este ano a lista, no Tribunal Constitucional (TC), é a mais longa de sempre. Para já são 22 os partidos inscritos, aptos a participarem no próximo sufrágio. Há mais dois em vias de se legalizarem. Mesmo com duas coligações conhecidas, o número deverá ser superior a 20. Até o Presidente da República fixar e fazer publicar em Diário da República a data das eleições, os partidos registados até aí podem concorrer às eleições. Os politólogos estão atentos às dinâmicas que o aumento de formações pode provocar. “Partidos como o PDR, o Livre e o PAN poderão eleger deputados e o Parlamento pode ter um número de partidos representados maior. Se é bom ou mau, isso é o eterno dilema em democracia entre governabilidade e representatividade, dilema que nenhuma democracia consegue resolver perfeitamente”, diz Carlos Jalali. A politóloga Marina Costa Lobo não está certa de que vá haver grandes mudanças: “Haverá alguma dispersão de votos, mas não tanta como o número absoluto de partidos nos faz acreditar. Alguns partidos poderão somar poucos votos.” Mesmo a abstenção, sublinha, não tem descido por causa do surgimento de novos partidos. Já para o director-geral da Administração Eleitoral, Jorge Miguéis, a multiplicação de partidos “pode representar uma vitalidade, um refrescamento da democracia”, embora também “alguma clivagem nos partidos tradicionais”. Mas, mesmo nos casos em que os partidos surjam de cisões de outros já existentes, Jorge Miguéis considera que é sempre um bom sinal: “As alternativas fazemse através da constituição de novos partidos.” Uma das razões apontadas por

Politólogos dizem que aumento do número de partidos se deve à “erosão” da esquerda e as facções que dentro dela surgem Marina Costa Lobo para o aumento do número de partidos é a insatisfação dos cidadãos. É esse descontentamento que abre “espaço” a novos partidos. Jalali corrobora: “Alguns constituem-se como alternativas aos partidos dominantes, porque parece emergir a percepção de que o eleitorado está mais insatisfeito e disponível.” Os dois politólogos encaixam o Partido Democrático Republicano (PDR), de Marinho e Pinto, neste grupo dos que querem captar o eleitorado desiludido. Porém, aponta Marina Costa Lobo, apesar de algumas excepções, os eleitores em Portugal “têm sido bastante reticentes em relação aos novos partidos”. “Há uma desconfiança nata e forte em relação aos partidos políticos, que um partido, mesmo novo, tem dificuldade em ultrapassar. Como pode fazê-lo? Com uma liderança forte”, defende. A outra razão apontada por ambos os politólogos para o surgimento

de novos partidos relaciona-se com a “erosão” da esquerda e as facções que dentro dela surgem, diz Marina Costa Lobo. Jalali corrobora e dá como exemplo o Movimento Alternativa Socialista que surge de uma cisão com o BE. Tanto Jorge Miguéis como Jalali ressalvam, no entanto, que o facto de os partidos estarem inscritos no TC não significa que todos concorram às eleições. “Há um efeito cumulativo do número de partidos. Mesmo que não concorram, não saem [da lista] do TC. E às vezes temos mais partidos listados no TC do que aqueles que concorrem. Mas certamente haverá mais partidos nestas eleições, porque têm sido criados mais partidos nos últimos anos”, diz Jalali. Nos círculos eleitorais nos quais se apresentarem, por exemplo, 20 partidos, Jorge Miguéis adianta que os boletins terão 35,5 cm de comprimento. Ou seja, ligeiramente maio-

res do que uma folha A4, mas mais finos. “Aumenta o papel a gastar, mas não aumenta muito a despesa a efectuar”, nota. No que toca ao apuramento de resultados, o aumento do número de partidos “vai dar mais trabalho às mesas de voto e ao Ministério da Administração Interna”, adianta também Jorge Miguéis que admite ainda que, caso não haja alterações à lei de cobertura eleitoral, esse aumento também terá implicações no trabalho da comunicação social. Ainda assim, defende Jorge Miguéis, o que a lei diz é que acontecimentos de igual importância devem ter igual tratamento, o que não significa que se tem de se dar o mesmo tratamento “a uma iniciativa de um partido que vai distribuir panfletos para a porta de uma fábrica” e a um comício que arraste milhares de pessoas para uma praça. A polémica lei de cobertura das campanhas eleitorais, e a interpre-

tação que dela faz a Comissão Nacional de Eleições (CNE), foi, mais uma vez, criticada pelo Presidente da República, durante a viagem que à Noruega, no dia 3. “Penso que em Portugal é a lei mais anacrónica que existe”, afirmou Cavaco Silva. O Presidente da República lançou um desafio a Passos Coelho e à maioria parlamentar. “Quando fui primeiro-ministro encontrei uma lei anacrónica, a da reforma agrária. E mudei-a, contra toda a contestação. Se, nessa altura, a CNE tivesse feito o que faz agora, eu tinha-a mudado. Não tinha medo.” Carlos Jalali lamenta que se chegue a esta altura, anos depois de a polémica ter estalado, sem uma solução. “Chegar aqui com este debate por resolver não é um bom sinal. É verdade que os pequenos partidos têm desvantagem em termos de visibilidade, mas há soluções para vão para além desta lei”, afirma. com Paulo Pena

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Há mais partidos: insatisfação dos cidadãos ou vitalidade democrática?

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

19-05-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Maria João Lopes

URL:: http://www.publico.pt/politica/noticia/boletins-de-voto-com-20-partidos-serao-maiores-que-uma-folha-a41696016?frm=ult

Por Maria João Lopes 19/05/2015 - 07:14 Em círculos eleitorais onde concorram, pelo menos, 20 candidaturas, os boletins de voto aumentam de tamanho: passam para 35,5 centímetros de comprimento, um pouco mais do que uma comum folha A4. Politólogos dizem que aumento do número de partidos se deve à "erosão" da esquerda e as facções que dentro dela surgem Nuno Ferreira Santos Os especialistas dividem-se. Há quem veja no surgimento de novos partidos um sinal de "vitalidade democrática", mas também quem argumente que, na base disso, está a insatisfação do eleitorado. Entre as eleições para a Assembleia Constituinte, em 1975, e as últimas legislativas, em 2011, o número de partidos que entraram na corrida oscilou entre os 11 e os 17. Este ano a lista, no Tribunal Constitucional (TC), é a mais longa de sempre. Para já são 22 os partidos inscritos, aptos a participarem no próximo sufrágio. Há mais dois em vias de se legalizarem. Mesmo com duas coligações conhecidas, o número deverá ser superior a 20. Até o Presidente da República fixar e fazer publicar em Diário da República a data das eleições, os partidos registados até aí podem concorrer às eleições. Os politólogos estão atentos às dinâmicas que o aumento de formações pode provocar. "Partidos como o PDR, o Livre e o PAN poderão eleger deputados e o parlamento pode ter um número de partidos representados maior. Se é bom ou mau, isso é o eterno dilema em democracia entre governabilidade e representatividade, dilema que nenhuma democracia consegue resolver perfeitamente", diz Carlos Jalali. A politóloga Marina Costa Lobo não está certa de que vá haver grandes mudanças: "Haverá alguma dispersão de votos, mas não tanta como o número absoluto de partidos nos faz acreditar. Alguns partidos poderão somar poucos votos." Mesmo a abstenção, sublinha, não tem descido por causa do surgimento de novos partidos. Já para o director-geral da Administração Eleitoral, Jorge Miguéis, a multiplicação de partidos "pode representar uma vitalidade, um refrescamento da democracia", embora também "alguma clivagem nos partidos tradicionais". Mas, mesmo nos casos em que os partidos surjam de cisões de outros já existentes, Jorge Miguéis considera que é sempre um bom sinal: "As alternativas fazem-se através da constituição de novos partidos." Uma das razões apontadas por Marina Costa Lobo para o aumento do número de partidos é a insatisfação dos cidadãos. É esse descontentamento que abre "espaço" a novos partidos. Jalali corrobora: "Alguns constituem-se como alternativas aos partidos dominantes, porque parece emergir a percepção de que o eleitorado está mais insatisfeito e disponível." Os dois politólogos encaixam o Partido Democrático Republicano (PDR), de Marinho e Pinto, neste grupo dos que querem captar o eleitorado desiludido. Porém, aponta Marina Costa Lobo, apesar de algumas excepções, os eleitores em Portugal "têm sido bastante reticentes em relação aos novos partidos". "Há uma desconfiança nata e forte em relação aos partidos políticos, que um partido, mesmo novo, tem dificuldade em ultrapassar. Como pode fazê-lo? Com uma liderança forte", defende. A outra razão apontada por ambos os politólogos para o surgimento de novos partidos relaciona-se com a "erosão" da esquerda e as facções que dentro dela surgem, diz Marina Costa Lobo. Jalali corrobora e dá como exemplo o Movimento Alternativa Socialista que surge de uma cisão com o BE. Tanto Jorge Miguéis como Jalali ressalvam, no entanto, que o facto de os partidos estarem inscritos no TC não significa que todos concorram às eleições. "Há um efeito cumulativo do número de partidos. Mesmo que não concorram, não saem [da lista] do TC. E às vezes temos mais partidos listados no TC do que aqueles que

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concorrem. Mas certamente haverá mais partidos nestas eleições, porque têm sido criados mais partidos nos últimos anos", diz Jalali. Nos círculos eleitorais nos quais se apresentarem, por exemplo, 20 partidos, Jorge Miguéis adianta que os boletins terão 35,5 cm de comprimento. Ou seja, ligeiramente maiores do que uma folha A4, mas mais finos. "Aumenta o papel a gastar, mas não aumenta muito a despesa a efectuar", nota. No que toca ao apuramento de resultados, o aumento do número de partidos "vai dar mais trabalho às mesas de voto e ao Ministério da Administração Interna", adianta também Jorge Miguéis que admite ainda que, caso não haja alterações à lei de cobertura eleitoral, esse aumento também terá implicações no trabalho da comunicação social. Ainda assim, defende Jorge Miguéis, o que a lei diz é que acontecimentos de igual importância devem ter igual tratamento, o que não significa que se tem de se dar o mesmo tratamento "a uma iniciativa de um partido que vai distribuir panfletos para a porta de uma fábrica" e a um comício que arraste milhares de pessoas para uma praça. A polémica lei de cobertura das campanhas eleitorais, e a interpretação que dela faz a Comissão Nacional de Eleições (CNE), foi, mais uma vez, criticada pelo Presidente da República, durante a viagem que à Noruega, no dia 3. "Penso que em Portugal é a lei mais anacrónica que existe", afirmou Cavaco Silva. O Presidente da República lançou um desafio a Passos Coelho e à maioria parlamentar. "Quando fui primeiro-ministro encontrei uma lei anacrónica, a da reforma agrária. E mudei-a, contra toda a contestação. Se, nessa altura, a CNE tivesse feito o que faz agora, eu tinha-a mudado. Não tinha medo." Carlos Jalali lamenta que se chegue a esta altura, anos depois de a polémica ter estalado, sem uma solução. "Chegar aqui com este debate por resolver não é um bom sinal. É verdade que os pequenos partidos têm desvantagem em termos de visibilidade, mas há soluções para vão para além desta lei", afirma. com Paulo Pena 19/05/2015 - 07:14Em círculos eleitorais onde concorram, pelo menos, 20 candidaturas, os boletins de voto aumentam de tamanho: passam para 35,5 centímetros de comprimento, um pouco mais do que uma comum folha A4.Politólogos dizem que aumento do número de partidos se deve à "erosão" da esquerda e as facções que dentro dela surgem Maria João Lopes

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Madeira: Lider parlamentar do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal

Tipo Meio:

Internet

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Diário Digital Online

Data Publicação:

18-05-2015

URL:: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=773395

HOJE às 18:13 O presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), Carlos Pereira, disse hoje estar disponível para apoiar a proposta de política fiscal para a região da autoria do deputado do PSD, Miguel de Sousa. Carlos Pereira reuniu-se hoje com o deputado social-democrata Miguel de Sousa com o objetivo de traçarem uma solução conjunta que possa reunir também o interesse dos partidos no continente para a concretização dessa política fiscal própria. O deputado do PSD Miguel de Sousa apresentou a 8 de janeiro uma proposta na ALM defendendo a criação de um sistema fiscal próprio para o arquipélago madeirense. A proposta foi aprovada na ALM com os votos favoráveis do PSD e do CDS e a abstenção dos restantes partidos da oposição - PS, PCP, MPT, PAN, PTP e PND. A 30 de janeiro, já na Assembleia da República, a proposta do PSD/M, com base num requerimento das bancadas parlamentares de PSD e CDS-PP na assembleia da República, foi uma das cinco iniciativas da ALM que baixaram às respetivas comissões por 90 dias, sem votação e por unanimidade. Com o pedido de exoneração do então chefe de governo regional Alberto João Jardim a 12 de janeiro, a consequente dissolução da ALM e a convocação de eleições para 29 de março, os diplomas deverão entretanto caducar e já não serão apreciados nesta legislatura da Assembleia da República. Carlos Pereira explicou hoje que a reunião por si solicitada tem como objetivo "verificar se há, aqui, margem de manobra do autor desta proposta para se construir uma solução conjunta e um caminho que permita recuperar esta questão e oferecer aos madeirenses uma solução de discriminação fiscal positiva para a Região Autónoma da Madeira". "O PS nacional tem de compreender esta proposta e, por isso, é que disse que era fundamental que nós sejamos capazes de criar as condições necessárias para que, no plano nacional, todos os partidos compreendam esta proposta, a sua utilidade e as suas vantagens", argumentou o deputado da região. "Terei todas as condições junto do PS e de António Costa, que espero que venha a ser primeiroministro de Portugal, para explicar esta proposta", afiançou. A iniciativa de Miguel de Sousa fixa o IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) na Região Autónoma da Madeira em 12,5 por cento "sendo que, no interior dos parques industriais devidamente delimitados, os primeiros dez mil euros de matéria coletável, é de 10 por cento". Refere que "as empresas que criem postos de trabalho adequados e necessários à natureza da

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atividade desenvolvida beneficiam, ainda, de uma dedução de 60 por cento à coleta do IRC" desde que preencham determinadas condições. Segundo a proposta, as empresas "ficam com um direito irrevogável ao regime durante um prazo de 15 anos como forma de garantir um período de tempo suficientemente atrativo, a confiança e a estabilidade dos investimentos efetuados". O projeto propõe ainda que "as taxas nacionais do IRS, IVA e dos impostos especiais sobre consumo são reduzidas em 30 por cento". Prevê também que as entidades licenciadas para operar na Zona Franca ou Centro Internacional de Negócios da Madeira beneficiam deste regime "com dispensa de quaisquer formalidades". Com a sua caducidade, a proposta terá novamente de ser aprovada na ALM e, depois, seguirá para a Assembleia da República. Diário Digital com Lusa

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Madeira: Lider parlamentar do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal | Finanças: Impostos | Dinheiro Digital

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário Digital Online - Dinheiro Digital Online

18-05-2015

URL:: http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=231377

HOJE às 18:13 O presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), Carlos Pereira, disse hoje estar disponível para apoiar a proposta de política fiscal para a região da autoria do deputado do PSD, Miguel de Sousa. Carlos Pereira reuniu-se hoje com o deputado social-democrata Miguel de Sousa com o objetivo de traçarem uma solução conjunta que possa reunir também o interesse dos partidos no continente para a concretização dessa política fiscal própria. O deputado do PSD Miguel de Sousa apresentou a 8 de janeiro uma proposta na ALM defendendo a criação de um sistema fiscal próprio para o arquipélago madeirense. A proposta foi aprovada na ALM com os votos favoráveis do PSD e do CDS e a abstenção dos restantes partidos da oposição - PS, PCP, MPT, PAN, PTP e PND. A 30 de janeiro, já na Assembleia da República, a proposta do PSD/M, com base num requerimento das bancadas parlamentares de PSD e CDS-PP na assembleia da República, foi uma das cinco iniciativas da ALM que baixaram às respetivas comissões por 90 dias, sem votação e por unanimidade. Com o pedido de exoneração do então chefe de governo regional Alberto João Jardim a 12 de janeiro, a consequente dissolução da ALM e a convocação de eleições para 29 de março, os diplomas deverão entretanto caducar e já não serão apreciados nesta legislatura da Assembleia da República. Carlos Pereira explicou hoje que a reunião por si solicitada tem como objetivo "verificar se há, aqui, margem de manobra do autor desta proposta para se construir uma solução conjunta e um caminho que permita recuperar esta questão e oferecer aos madeirenses uma solução de discriminação fiscal positiva para a Região Autónoma da Madeira". "O PS nacional tem de compreender esta proposta e, por isso, é que disse que era fundamental que nós sejamos capazes de criar as condições necessárias para que, no plano nacional, todos os partidos compreendam esta proposta, a sua utilidade e as suas vantagens", argumentou o deputado da região. "Terei todas as condições junto do PS e de António Costa, que espero que venha a ser primeiroministro de Portugal, para explicar esta proposta", afiançou. A iniciativa de Miguel de Sousa fixa o IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) na Região Autónoma da Madeira em 12,5 por cento "sendo que, no interior dos parques industriais devidamente delimitados, os primeiros dez mil euros de matéria coletável, é de 10 por cento".

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Refere que "as empresas que criem postos de trabalho adequados e necessários à natureza da atividade desenvolvida beneficiam, ainda, de uma dedução de 60 por cento à coleta do IRC" desde que preencham determinadas condições. Segundo a proposta, as empresas "ficam com um direito irrevogável ao regime durante um prazo de 15 anos como forma de garantir um período de tempo suficientemente atrativo, a confiança e a estabilidade dos investimentos efetuados". O projeto propõe ainda que "as taxas nacionais do IRS, IVA e dos impostos especiais sobre consumo são reduzidas em 30 por cento". Prevê também que as entidades licenciadas para operar na Zona Franca ou Centro Internacional de Negócios da Madeira beneficiam deste regime "com dispensa de quaisquer formalidades". Com a sua caducidade, a proposta terá novamente de ser aprovada na ALM e, depois, seguirá para a Assembleia da República. Dinheiro Digital com Lusa

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PAN quer suspender ''Golfinhos com as Estrelas'' - Espalha-Factos

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

18-05-2015

Meio:

Espalha Factos Online

Autores:

Rita Fernandes

URL:: http://www.espalhafactos.com/2015/05/18/pan-quer-suspender-golfinhos-as-estrelas/

O PAN (Pessoas, Animais, Natureza) quer a suspensão imediata das gravações do programa Golfinhos com as Estrelas, da SIC, e já apresentou uma providência cautelar contra a empresa Mundo Aquático, proprietária do Zoomarine, em Albufeira. Até à emissão do relatório do parecer da Comissão de Ética e Acompanhamento de Parques Zoológicos, a adaptação portuguesa de Dolphins with the Stars vai estar parada. A estreia estava prevista para dia 20 de junho. O partido não está contente com o facto de os participantes, a apresentadora do programa - Bárbara Guimarães - e a equipa técnica não conhecerem nem fazerem parte dos hábitos diários dos animais e não terem qualquer tipo de formação para interagir com eles. O porta-voz do PAN, André Silva, já falou sobre o assunto, dizendo que "a necessidade de proteger estes seres, deveria ser uma prioridade para todos. Este programa vai contra essa premissa e mostra que ainda há muito a fazer na proteção dos direitos dos animais em Portugal". Alega ainda que por este ser um programa de entretenimento, as horas de preparação dos animais serão intensas, o que, juntamente com o "desconforto e o processo antinatural do confinamento", vai "aumentar os níveis de stress e ansiedade dos animais, colocando em causa a sua saúde e bemestar". Em Golfinhos com as Estrelas, 10 famosos têm de treinar os animais e apresentar um espetáculo aquático, com danças e acrobacias, nas galas. Luciana Abreu, Isaac Alfaiate, Ana Guiomar e Diogo Morgado são nomes já confirmados no elenco do programa. Mai 18, 2015 Rita Fernandes

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ID: 59318858

18-05-2015

Tiragem: 14900

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 7,28 x 10,03 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Iniciativa popular apela ao fim de canis de abate O PAN (Pessoas Animais e Natureza) realizou, durante o dia de ontem, em frente ao Teatro Municipal do Funchal, uma iniciativa política onde apelou ao fim dos canis de abate. Como porta-voz desta Iniciativa Legislativa de Cidadãos, Agnes Freitas sublinhou que a lei permite o abate de animais que estejam há alguns dias nos canis, revelando ainda que a iniciativa a nível regional conseguiu, até ao momento, 1.300 assinaturas, enquanto a nível nacional foram 30.000. Luís Ventura

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Notícias ao Minuto - Líder do PS apoia proposta do PSD sobre política fiscal

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

18-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/392085/lider-do-ps-apoia-proposta-do-psd-sobre-politica-fiscal

O presidente do Grupo Parlamentar do PS na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), Carlos Pereira, disse hoje estar disponível para apoiar a proposta de política fiscal para a região da autoria do deputado do PSD, Miguel de Sousa. 18:04 - 18 de Maio de 2015 | Por Lusa Carlos Pereira reuniu-se hoje com o deputado social-democrata Miguel de Sousa com o objetivo de traçarem uma solução conjunta que possa reunir também o interesse dos partidos no continente para a concretização dessa política fiscal própria. O deputado do PSD Miguel de Sousa apresentou a 8 de janeiro uma proposta na ALM defendendo a criação de um sistema fiscal próprio para o arquipélago madeirense. A proposta foi aprovada na ALM com os votos favoráveis do PSD e do CDS e a abstenção dos restantes partidos da oposição - PS, PCP, MPT, PAN, PTP e PND. A 30 de janeiro, já na Assembleia da República, a proposta do PSD/M, com base num requerimento das bancadas parlamentares de PSD e CDS-PP na assembleia da República, foi uma das cinco iniciativas da ALM que baixaram às respetivas comissões por 90 dias, sem votação e por unanimidade. Com o pedido de exoneração do então chefe de governo regional Alberto João Jardim a 12 de janeiro, a consequente dissolução da ALM e a convocação de eleições para 29 de março, os diplomas deverão entretanto caducar e já não serão apreciados nesta legislatura da Assembleia da República. Carlos Pereira explicou hoje que a reunião por si solicitada tem como objetivo "verificar se há, aqui, margem de manobra do autor desta proposta para se construir uma solução conjunta e um caminho que permita recuperar esta questão e oferecer aos madeirenses uma solução de discriminação fiscal positiva para a Região Autónoma da Madeira". "O PS nacional tem de compreender esta proposta e, por isso, é que disse que era fundamental que nós sejamos capazes de criar as condições necessárias para que, no plano nacional, todos os partidos compreendam esta proposta, a sua utilidade e as suas vantagens", argumentou o deputado da região. "Terei todas as condições junto do PS e de António Costa, que espero que venha a ser primeiro-ministro de Portugal, para explicar esta proposta", afiançou. A iniciativa de Miguel de Sousa fixa o IRC (Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Coletivas) na Região Autónoma da Madeira em 12,5 por cento "sendo que, no interior dos parques industriais devidamente delimitados, os primeiros dez mil euros de matéria coletável, é de 10 por cento". Refere que "as empresas que criem postos de trabalho adequados e necessários à natureza da atividade desenvolvida beneficiam, ainda, de uma dedução de 60 por cento à coleta do IRC" desde que preencham determinadas condições. Segundo a proposta, as empresas "ficam com um direito irrevogável ao regime durante um prazo de 15 anos como forma de garantir um período de tempo suficientemente atrativo, a confiança e a estabilidade dos investimentos efetuados". O projeto propõe ainda que "as taxas nacionais do IRS, IVA e dos impostos especiais sobre consumo são reduzidas em 30 por cento". Prevê também que as entidades licenciadas para operar na Zona Franca ou Centro Internacional de Negócios da Madeira beneficiam deste regime "com dispensa de quaisquer formalidades". Com a sua caducidade, a proposta terá novamente de ser aprovada na ALM e, depois, seguirá para a Assembleia da República. 18:04 - 18 de Maio de 2015 | Por

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ID: 59301643

16-05-2015

Tiragem: 149680

Pág: 31

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 32,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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ID: 59311589

15-05-2015

Tiragem: 5500

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 14,05 x 25,14 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Desperate bid to stop animal slaughter at municipal kennels By MICHAEL BRUXO news@algarveresident.com

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ID: 59283061

15-05-2015

Tiragem: 8585

Pág: 5

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,85 x 24,20 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

BELA COUTINHO

Programa da Queima das Fitas HOJE “Noite de Ciências do Desporto e Educação Física” 23h00 – Praça da Canção Palco principal – As Fans – Tuna Feminina da Universidade de Coimbra; Paus; The Kooks; Grupo de Cordas e Grupo de Fado. Palco secundário – Sputnik; Les Crazy Coconuts; Nice Weather for Ducks e SonicBlast. Palco Licor Beirão – Funk You2 Muita animação ontem à tarde no Coliseu Figueirense, que recebeu evento tradicional da Queima

Estudantes mais afoitos enfrentaram os garraios

Garraiada em “grande” num dia em “cheio” na Figueira da Foz Festa Estudantes brincaram, divertiram-se, beberam e os figueirenses gostaram de os ver por lá Bela Coutinho O dia que os estudantes de Coimbra dedicam à Praia da Claridade para a tradicional Garraiada, inserida na Queima das Fitas, correu da melhor forma. Logo à chegada, na estação da CP, muitos foram brindados com lembranças que a autarquia figueirense lhes quis oferecer. Depois o sol, se bem que, por vezes “envergonhado” quando brilhou foi mesmo para todos. E houve quem aproveitasse para “bater uma sorna” no extenso areal, que a noite tinha sido longa, enquanto outros davam movimento ao comércio local, consumindo principalmente cerveja. «Este ano não tenho qualquer

razão de queixa», disse ao Diário de Coimbra o dono de uma pastelaria, enquanto que o de um café sublinhava o mesmo, falando na «correcção» com que entravam, garantindo que nenhum tentou sequer «sair

sem pagar». Deixaram sim, «boa imagem» e vontade de os voltar a ver por cá. Depois veio a “grande festa”, com um Coliseu Figueirense onde se mostraram as fitas, por cursos, uns a entrarem bem

encenados, outros mais atabalhoadamente, mas todos em ambiente comemorativo. A tourada propriamente dita correu da melhor forma, com momentos emocionantes que levaram ao rubro a multidão,

Manifestação pacífica e silenciosa contra a Garraiada Antes do início da garraiada, perto de três dezenas de estudantes e activistas do partido Pessoas Animais Natureza (PAN) manifestaram-se em silêncio contra a realização da garraiada. O protesto, promovido pelo movimento “Queima das Farpas”, desenrolou-se de forma pací-

fica, perante centenas de estudantes que esperavam a abertura de portas da praça de touros. No protesto, que durou cerca de duas horas, os activistas exibiram cartazes onde se lia “É da praxe rejeitar a garraiada”, “A Queima é fixe, a garraiada que se lixe” ou “Estudantes com cora-

gem não torturam herbívoros”, entre outros. Todavia, a maioria dos estudantes passou “à margem” do protesto. «Cada um está no direito de defender aquilo em que acredita», disse ao nosso Jornal Sérgio Brito, um dos elementos que aguardava a entrada no Coliseu. |

que não se poupou a incentivos, quando um cavaleiro e cavalo caíram, depois de uma impetuosa investida do touro. Mas o momento que a maioria ansiava chegou no final das lides, quando entraram, um de

cada vez, os garraios. E era vê-los a saltar para a “arena”, de cerveja em punho, com chamadas de “hé touro, anda”. Mas quando o bicho se aproximava, a maioria fugia e só os mais afoitos o enfrentavam. Depois, eram copos de cerveja pelo ar, batinas pelo chão e alguns estudantes a certificarem-se que não tinham nada partido. Nas bancadas, as palavras eram de estímulo, as gargalhadas em cada queda, sonoras e os aplausos tremendos, sempre que conseguiam dominar o animal. «Foi um dia em cheio», disse ao nosso jornal uma das alunas, Ana Sofia, que nunca tinha estado numa garraiada e que deixou a promessa de que para o ano «cá vou estar outra vez». |

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ID: 59283061

15-05-2015

Tiragem: 8585

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 19,93 x 12,14 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2 BELA COUTINHO

Estudantes levaraml festa à Figueira da Fozl Queima das Fitas de Coimbra animou ontem o Coliseu Figueirense, na tradicional Garraiada Página 5

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ID: 59286348

15-05-2015

Tiragem: 10605

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,80 x 18,94 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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ID: 59285743

15-05-2015

Tiragem: 14900

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 8,01 x 12,50 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

CMF aprova aquisição de espólio de António Aragão A Câmara do Funchal aprovou ontem a aquisição, por 166 mil euros, de uma parte do espólio do artista e investigador madeirense António Aragão. «Elencámos, através duma peritagem, uma série de obras e documentos para terem visibilidade através de um núcleo museológico, num espaço que ainda está a ser estudado», disse o presidente da Câmara no final da reunião semanal. A deliberação contou com os votos favoráveis da coligação Mudança (PS, BE, MPT, PAN e PTP), que lidera o município, e do CDS-PP. Já o PSD e a CDU abstiveram-se, alegando, segundo disse o presidente da Câmara, questões relacionadas com o facto de o valor do espólio poder ser posto em causa por a avaliação ter sido feita apenas por um perito. Naquele encontro camarário, ficou também decidido apoiar a segunda edição do Music Art Out Sessions (MAOS), que decorrerá todos os domingos, a partir de junho, no jardins e miradouros do Funchal.

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ID: 59285743

15-05-2015

Tiragem: 14900

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 6,72 x 3,35 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Câmara do Funchal aprova aquisição do espólio de António Aragão P. 4

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ID: 59288414

15-05-2015

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Tiragem: 7000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 11,05 x 32,50 cm²

|

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

opinião

Tina Moreira

Militante do PAN Madeira

Nutrir o planeta Teve início no passado dia 01 Maio em Milão a Expo 2015. São aproximadamente 150 países participantes num certame que conta com 3 organizações internacionais e muitas outras da sociedade civil. Como tema principal foi escolhido. “NUTRIR O PLANETA-ENERGIA PARA A VIDA”. Apesar da humanidade se encontrar em velocidade de cruzeiro, em pleno sec. XXI, a verdade é que existem mais de 800 milhões de pessoas que sofrem com a fome no mundo e outros milhões, vivem as consequências de uma alimentação excessiva ou de má qualidade Neste sentido, os países participantes nesta mega exposição (que se prolongará por vários meses), foram convidados a apresentar ideias e soluções nos sectores da agricultura, da produção agroalimentar e da pesquisa científica. Trata-se pois de um desafio actual e pertinente que urge equacionar com genialidade e prudência. Como garantir uma alimentação saudável e suficiente para uma humanidade que cresce a um ritmo maior do que os recursos disponíveis? E como alcançar este objectivo, salvaguardando a saúde do Planeta? Hoje a busca de modelos de desenvolvimento capazes de garantir um futuro melhor e equilibrado entre a produção agroalimentar, as necessidades de nutrientes e uma correcta exploração dos recursos naturais deverá ser uma prioridade absoluta de todos os governos e nações.“NUTRIR O PLANETA-ENERGIA PARA A VIDA”, oferece cinco tópicos para vivenciar a experiência profundamente: A relação entre o homem e a alimentação na história; O prazer do palato como instrumento de sabedoria;

O paradoxo ente a fartura e a carência; O futuro da alimentação; A responsabilidade dos produtores e consumidores; É pois com alguma cautela mas com grande satisfação que vejo este tipo de preocupação discutido e apresentado à escala global. É certo que o tempo está-se a esgotar, o nosso e o do planeta mas quero ainda acreditar que é possível, que podemos ainda reverter os prejuízos. Entretanto décadas de experiência, culminando com milhões de vegetarianos em todo o mundo, demonstram que o regime vegetariano é saudável e apropriado para todas as idades. Estudos científicos comprovam que os vegetarianos, em geral, apresentam menos probabilidades de contrair doenças degenerativas e cardiovasculares. O que se pretende aqui é chamar atenção para um importante aspecto da vida diária, que são os hábitos alimentares, e mostrar como eles se encontram hoje estreitamente ligados ao quadro da miséria, subnutrição e fome. Estão também ligados a um enorme desperdício, à degradação do meio ambiente e à má saúde da população mundial. Muitos estão preocupados com os graves problemas ambientais e sociais, contudo, muito poucos estão cientes das enormes implicações que o simples acto de comer tem sobre vários destes problemas. Analisando estes problemas até à raíz, conseguimos concluir que ao modificar as nossas dietas, podemos desempenhar um importante papel no sentido de ajudar a curar a Terra e a criar um mundo sustentável para os seus futuros habitantes. n

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ID: 59264714

14-05-2015

Tiragem: 8585

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 26,20 x 27,65 cm²

Âmbito: Regional

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ID: 59264714

14-05-2015

Tiragem: 8585

Pág: 5

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,20 x 16,28 cm²

Âmbito: Regional

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ID: 59261947

14-05-2015

Tiragem: 12000

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 26,00 x 31,19 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

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PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR

Pequenos partidos só aceitam coligações pós-eleitorais Os partidos sem assento parlamentar aceitam fazer coligações pós-eleitorais com o vencedor. O mais difícil parece ser concretizar-se uma união da esquerda, antes ou depois das legislativas, entre Livre/Tempo de Avançar e PTP/Agir. LUSA/MIGUEL A. LOPES

CARLOS CALDEIRA ccaldeira@oje.pt Os partidos sem assento parlamentares já têm os seus programas eleitorais praticamente prontos. Lutam por uma representação na Assembleia da República, mas são poucos os que arriscam a traçar uma meta. Quanto a coligações com o Partido Socialista (PS) ou com a coligação PSD/CDS, só depois de conhecerem os resultados das legislativas de 2015. Para já, sabe-se que nenhum dos partidos à esquerda aceita acordos com os atuais partidos do Governo. Já o Partido Democrático Republicano (PDR) não coloca essa hipótese de lado. “O PDR não tem preconceitos políticos ou ideológicos em relação aos outros concorrentes às eleições”, diz o presidente do partido, Marinho e Pinto, em declarações ao OJE. “. Já disse e repito: o PDR faria, se necessário, alianças com o diabo se

isso for bom para o povo português e para Portugal”, adianta o ex-bastonário da Ordem dos Advogados. Por sua vez o PAN – PessoasAnimais-Natureza, segundo o seu porta-voz, André Silva, sendo um “partido de causas que não se revê na categorização tradicional esquerda/centro/direita, estará atento aos partidos mais próximos das causas que defendemos sendo que não estão previstas qualquer tipo de alianças”. Dos partidos contactados pelo OJE, o PAN é único a avançar com uma meta eleitoral, quer “conseguir representação parlamentar, com uma percentagem que nos permita alcançar a meta de dois deputados”, refere André Silva. Já o Partido Trabalhista Português (PTP)/Agir, agora liderado por Joana Amaral Dias, diz que não fará coligações com “os partidos do bloco central que são responsáveis do estado em que o país

chegou. Faremos unidade com todas as forças políticas e sociais que queiram uma real ruptura democrática que devolva a soberania ao povo português”, colocando assim de parte qualquer coligação com o PS, e PSD/CDS, diz o dirigente do partido, Nuno Ramos de Almeida, ao OJE.

LIVRE COM PS MAS COM “LINHAS VERMELHAS” Quanto ao Livre/Tempo de Avançar, segundo a sua dirigente Marisa Galiza, pode-se “aliar com todos os partidos à esquerda, porque a nossa ideia é criar uma base de convergência de esquerda. Estou a falar do Bloco de Esquerda, do PCP e do PS, por exemplo”. No entanto, o Livre tem “linhas vermelhas” que não passa. “Há para nós coisas que são linhas vermelhas e aí não abdicamos. Somos contra tudo o que ponha em causa a estabilidade da Segurança Social, temos de fazer

 O Livre/Tempo de Avançar pode-se “aliar com todos os partidos à esquerda, porque a nossa ideia é criar uma base de convergência de esquerda

frente à austeridade e para nós o tratado orçamental terá de ser revogado. Não permitimos também tudo o que ponha em causa os direitos adquiridos dos trabalhadores. Mais cortes nos salários e pensões “é outra linha vermelha”, diz aquela responsável. E se o Livre está disposto a aliar-

se ao PS, uma decisão que vem já do último congresso socialista, Marisa Galiza alerta: “ainda não reunimos com o PS para perceber a proposta dos economistas, mas não estamos disponíveis para mais cortes. Primeiro temos de ver e estudar o programa do PS”. Entretanto, os monárquicos decidiram não esperar por uma resposta da coligação entre PSD e CDS e já anunciaram que vão concorrer, em todos os distritos, sozinhos. Em declarações ao OJE, o presidente do Partido Popular Monárquico (PPM), Paulo Estevão, diz que ainda não discutiu as possibilidades de alianças pós-eleições. ”Analisaremos os nossos resultados e de todos os outros, depois decidiremos de acordo com as cedências, pois estamos à vontade para colocar uma série de exigências do ponto de vista programático. Não negociamos com base nos lugares, queremos apenas o cumprimento de uma série

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ID: 59261947

14-05-2015

Tiragem: 12000

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 26,00 x 24,35 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

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IMPOSTOS

SAÚDE

POLÍTICA DE TRANSPORTES

DÍVIDA

PAN QUER PARAR ABATES EM CANIS

É urgente e imperioso a adopção de uma política fiscal que tenha em conta os limites dos próprios contribuintes. O equilíbrio das contas públicas tem de fazer-se pelos dois lados: pela diminuição das despesas e pelo aumento das receitas.

A figura central de todo o sistema de saúde deve ser o doente. O PDR explorará todas as possibilidades que permitam a redução ou mesmo a eliminação das taxas moderadoras.

Os transportes, sobretudo os transportes urbanos nas grandes cidades, têm uma relevante função social que não poderá também ser escamoteada nem subordinada a interesses privados.

As dívidas são para pagar. Pode ser paga sem juros ou com juros usurários. O que devemos dizer aos nossos credores é que queremos pagar a nossa dívida e fazer propostas sérias.

O Serviço Nacional de Saúde tem de ser novamente reorganizado. Têm de se aumentar os recursos orçamentais.

O porto de Sines é fundamental uma vez que permitirá ao país envolver-se no circuito internacional dos transportes de mercadorias.

É fundamental garantir a estabilidade e que o país pague. Mas tem de ser renegociada no sentido de se conseguir taxas de juro mais baixas e prolongar o prazo.

O PAN diz ter uma mensagem “transversal às pessoas, ao animais e à natureza e foca-se na protecção dos direitos de todos, centrando-se numa maior e eficaz responsabilização dos agressores que praticam maus tratos a animais, crianças, mulheres e idosos, assim como a crimes cada vez mais frequentes contra o que é de todos, o ecossistema”, diz o porta-vos do partido, André Silva. Como exemplos destaca o fim dos abates em canis em curso com a Iniciativa Legislativa dos Cidadãos do PAN, a alteração do Estatuto Jurídico do Animal, o fim da tauromaquia e de outros espectáculos com animais, a promoção de uma alimentação mais consciente, o fim do Plano Nacional de Barragens, a cessação de apoios à pecuária intensiva e tributação a práticas ambientalmente impactantes. Mas o PAN quer ainda “a outorga de direitos intrínsecos à natureza, a manutenção da água como bem público não privatizável” ou a promoção de políticas que “combatam eficazmente a pobreza e todas as situações discriminatórias e de exclusão”.

Descer faseadamente IRS e IRC para que a economia possa crescer. É possível aumentar as receitas através do crescimento económico. Descida também no IVA. Contra os “abusos da máquina fiscal”. Baixar impostos aos que recebem menos. Defende o Imposto Sucessório para grandes fortunas e mais impostos para a banca.

Defensores do SNS e contra tentativas de privatização. A crise das urgências resulta de maus atos de gestão para “facilitar eventualmente alguns intuitos de privatização por parte do Governo”. É preciso novas contratações para preencher lugares no interior do país. É fundamental a existência de um Serviço Nacional de Saúde.

Política de impostos progressivos que garantam o bem-estar básico a todos os cidadãos afastando-os das situações de pobreza. Todo o edifício fiscal terá que ser redefinido.

de questões programáticas”, diz Paulo Estevão. O presidente dos monárquicos salienta a possibilidade de nas próximas legislativas não haver ninguém com maioria absoluta e por isso diz que o PPM “assumirá a sua responsabilidade e asseguraria que o país não vai logo de seguida para eleições. Esta é uma diferença do PPM em relação à extrema-esquerda”. E quanto a coligações entre os partidos de esquerda sem assento parlamentar, há ainda alguma hipótese de o PTP/Agir se aliar com o Livre? “Na conferência sobre a criação das Alternativas do AG!R, realizada a 21 e 22 de Março, assinámos um compromisso público com o PTP aberto a todos os movimentos e partidos que estão

Defende políticas que privilegiem a prevenção da doença. Os cuidados de saúde primários têm que ser o principal pilar do SNS, facultando a toda a população um médico de família. Contra o esvaziamento do investimento no SNS para benefício de entidades privadas.

 Rui Tavares diz ao OJE: “temos uma candidatura cidadã que é aberta a toda a gente. Todas as pessoas da área da esquerda são bemvindas, estamos abertos ao diálogo

Preferência por transportes com pouco impacto ecológico, como os caminhos-de-ferro.

Tornar mais apelativa a oferta dos transportes públicos, com soluções de baixo consumo energético e menos impactantes no que respeita a emissões de gases e produção de ruído. Uma aposta na ferrovia é também um assunto de extrema importância.

A dívida pública te de ser reestruturada. Mas, muito preocupante é a dívida privada das famílias e das empresas. O prazo de insolvência das famílias deve passar de 5 para 3 anos.

Defende uma auditoria independente à dívida soberana pelo que só depois se pode renegociar a dívida legítima.

EDUCAÇÃO

de acordo com o nosso programa mínimo para um efeito de democratização máximo. Esse programa recusa um caminho que passe por ser muleta de qualquer governo dos partidos do bloco central”, responde Nuno Ramos de Almeida. E do Livre, o seu líder Rui Tavares diz ao OJE: “temos uma candidatura cidadã que é aberta a toda a gente. Todas as pessoas da área da esquerda são bem-vindas, estamos abertos ao diálogo. Temos neste momento as eleições primárias a decorrer e estamos a aceitar as inscrições de centenas de cidadãos, que se podem querer candidatar as estas eleições primárias que são as que decidirão os candidatos às eleições legislativas”.

Dignificação da função docente e recolocação dos alunos no centro da instituição escola. Investir na educação é garantir o futuro do país.

PRIVATIZAÇÃO DA TAP Há necessidade de restruturar o sistema educativo. Contra a municipalização do sistema. Concurso centralizado de professores. Reforço financeiro da educação. A escola pública tem de ser preservada. O programa sobre políticas de educação está ainda em elaboração. Tem de se manter o sistema de educação pública.

Urge repensar todo este sistema.

Absolutamente contra

Contra

Contra

Manutenção da TAP como empresa pública Contra

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Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

13-05-2015

URL:: http://www.ionline.pt/artigo/391732/estudantes-manifestam-se-contra-garraiada-da-queima-das-fitas-decoimbra-?seccao=Portugal_i

Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra Queima das Fitas em Coimbra Paulo Novais/Lusa Jornal i 13/05/2015 10:56:07 Facebook Twitter Um grupo de estudantes vai manifestar-se na quinta-feira, à frente do Coliseu da Figueira da Foz, contra a realização da garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, considerando "não fazer sentido" infligir sofrimento a animais no século XXI. Os estudantes, que já avançaram com uma petição pública que conta com quase 3.000 assinaturas, vão manifestar-se às 14:00, na quinta-feira, altura em que se vai realizar a habitual garraiada no Coliseu Figueirense. Está também prevista a presença de elementos do partido Pessoas Animais Natureza (PAN), disse Ana Bordalo, estudante e membro do movimento Queima das Farpas. "Há pontapés e há murros. Se fosse um cão, ninguém fazia aquilo", disse à agência Lusa Ana Bordalo, considerando que é "absolutamente ridículo" pensar-se que, por ser apenas um garraio, "o animal não sofre". Na garraiada, "há sofrimento. O simples puxão no rabo do animal pode levar a uma fratura", sublinhou, referindo que esse facto é "uma consequência comum" neste tipo de eventos tauromáquicos. Segundo aquela estudante de Direito, a garraiada "já vem de há muito tempo, numa altura em que isto era encarado como um divertimento inocente", quando hoje se sabe que "não é nada inocente". "Somos estudantes universitários e não faz sentido que em 2015 isto esteja ligado à nossa academia", criticou a estudante, frisando que o movimento Queima das Farpas pretende essencialmente sensibilizar e consciencializar a comunidade académica e coimbrã. Na petição lançada pelo movimento, lê-se que "Coimbra tem mais encanto sem sangue na despedida" e que a Queima das Fitas deveria acabar com esta "actividade obsoleta", que promove uma "cultura que ritualiza e glorifica exercícios de domínio, de subjugação e de violência". O Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra, que preside ao Conselho de Veteranos, João Luís Jesus, disse à Lusa que, apesar de respeitar a posição do movimento de estudantes, a garraiada vai continuar por ser um evento que, "dentro da Queima das Fitas, movimenta milhares de pessoas". "O facto de estar praticamente lotado significa que há uma percentagem elevadíssima de pessoas que querem ir à garraiada e querem que ela exista", realçou. Para José Luís Jesus, "quando a academia deixar de participar na garraiada, deixa de haver", mas observa que, actualmente, "passa-se o oposto". Sobre o sofrimento infligido aos animais, o Dux de Coimbra apenas referiu que não tem conhecimentos para comentar, não sabendo o que "a garraiada tem de bom ou de mau". Lusa

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Notícias ao Minuto - Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

13-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/pais/389435/estudantes-manifestam-se-contra-garraiada-da-queimadas-fitas

Um grupo de estudantes vai manifestar-se na quinta-feira, à frente do Coliseu da Figueira da Foz, contra a realização da garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, considerando "não fazer sentido" infligir sofrimento a animais no século XXI. 08:45 - 13 de Maio de 2015 | Por Lusa Os estudantes, que já avançaram com uma petição pública que conta com quase 3.000 assinaturas, vão manifestar-se às 14:00, na quinta-feira, altura em que se vai realizar a habitual garraiada no Coliseu Figueirense. Está também prevista a presença de elementos do partido Pessoas Animais Natureza (PAN), disse Ana Bordalo, estudante e membro do movimento Queima das Farpas. "Há pontapés e há murros. Se fosse um cão, ninguém fazia aquilo", disse à agência Lusa Ana Bordalo, considerando que é "absolutamente ridículo" pensar-se que, por ser apenas um garraio, "o animal não sofre". Na garraiada, "há sofrimento. O simples puxão no rabo do animal pode levar a uma fratura", sublinhou, referindo que esse facto é "uma consequência comum" neste tipo de eventos tauromáquicos. Segundo aquela estudante de Direito, a garraiada "já vem de há muito tempo, numa altura em que isto era encarado como um divertimento inocente", quando hoje se sabe que "não é nada inocente". "Somos estudantes universitários e não faz sentido que em 2015 isto esteja ligado à nossa academia", criticou a estudante, frisando que o movimento Queima das Farpas pretende essencialmente sensibilizar e consciencializar a comunidade académica e coimbrã. Na petição lançada pelo movimento, lê-se que "Coimbra tem mais encanto sem sangue na despedida" e que a Queima das Fitas deveria acabar com esta "atividade obsoleta", que promove uma "cultura que ritualiza e glorifica exercícios de domínio, de subjugação e de violência". O Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra, que preside ao Conselho de Veteranos, João Luís Jesus, disse à Lusa que, apesar de respeitar a posição do movimento de estudantes, a garraiada vai continuar por ser um evento que, "dentro da Queima das Fitas, movimenta milhares de pessoas". "O facto de estar praticamente lotado significa que há uma percentagem elevadíssima de pessoas que querem ir à garraiada e querem que ela exista", realçou. Para José Luís Jesus, "quando a academia deixar de participar na garraiada, deixa de haver", mas observa que, atualmente, "passa-se o oposto". Sobre o sofrimento infligido aos animais, o Dux de Coimbra apenas referiu que não tem conhecimentos para comentar, não sabendo o que "a garraiada tem de bom ou de mau". 08:45 - 13 de Maio de 2015 | Por

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Estudantes manifestam-se contra garraiada da Queima das Fitas de Coimbra

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Porto Canal Online

Data Publicação:

13-05-2015

URL:: http://portocanal.sapo.pt/noticia/58929/

Coimbra, 13 mai (Lusa) - Um grupo de estudantes vai manifestar-se na quinta-feira, à frente do Coliseu da Figueira da Foz, contra a realização da garraiada da Queima das Fitas de Coimbra, considerando "não fazer sentido" infligir sofrimento a animais no século XXI. Os estudantes, que já avançaram com uma petição pública que conta com quase 3.000 assinaturas, vão manifestar-se às 14:00, na quinta-feira, altura em que se vai realizar a habitual garraiada no Coliseu Figueirense. Está também prevista a presença de elementos do partido Pessoas Animais Natureza (PAN), disse Ana Bordalo, estudante e membro do movimento Queima das Farpas. "Há pontapés e há murros. Se fosse um cão, ninguém fazia aquilo", disse à agência Lusa Ana Bordalo, considerando que é "absolutamente ridículo" pensar-se que, por ser apenas um garraio, "o animal não sofre". Na garraiada, "há sofrimento. O simples puxão no rabo do animal pode levar a uma fratura", sublinhou, referindo que esse facto é "uma consequência comum" neste tipo de eventos tauromáquicos. Segundo aquela estudante de Direito, a garraiada "já vem de há muito tempo, numa altura em que isto era encarado como um divertimento inocente", quando hoje se sabe que "não é nada inocente". "Somos estudantes universitários e não faz sentido que em 2015 isto esteja ligado à nossa academia", criticou a estudante, frisando que o movimento Queima das Farpas pretende essencialmente sensibilizar e consciencializar a comunidade académica e coimbrã. Na petição lançada pelo movimento, lê-se que "Coimbra tem mais encanto sem sangue na despedida" e que a Queima das Fitas deveria acabar com esta "atividade obsoleta", que promove uma "cultura que ritualiza e glorifica exercícios de domínio, de subjugação e de violência". O Dux Veteranorum da Universidade de Coimbra, que preside ao Conselho de Veteranos, João Luís Jesus, disse à Lusa que, apesar de respeitar a posição do movimento de estudantes, a garraiada vai continuar por ser um evento que, "dentro da Queima das Fitas, movimenta milhares de pessoas". "O facto de estar praticamente lotado significa que há uma percentagem elevadíssima de pessoas que querem ir à garraiada e querem que ela exista", realçou. Para José Luís Jesus, "quando a academia deixar de participar na garraiada, deixa de haver", mas observa que, atualmente, "passa-se o oposto". Sobre o sofrimento infligido aos animais, o Dux de Coimbra apenas referiu que não tem conhecimentos para comentar, não sabendo o que "a garraiada tem de bom ou de mau".

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JYGA // SSS Lusa/Fim 13-05-2015 08:45 |Fonte: Agência Lusa

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ID: 59242637

13-05-2015

Tiragem: 36756

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,17 x 30,36 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Paulo Morais apela a alterações à Lei Eleitoral Parlamento Margarida Gomes O candidato a Belém propõe criação de um círculo nacional de compensação O candidato à Presidência da República Paulo Morais defendeu ontem alterações à Lei Eleitoral com o argumento de que o “sistema de representação proporcional nos actos eleitorais vem sendo sucessiva e reiteradamente violado”. E propôs a criação de um círculo nacional de compensação, corrigindo parcialmente a desproporção entre o número de votos e de eleitos. Numa carta enviada ontem à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, Paulo Morais adverte que a “Constituição impõe, através do seu artigo 288.º, o sistema de representação proporcional nos actos eleitorais, mas que esse preceito constitucional vem sendo sucessiva e reiteradamente violado”. “Bastará atentar aos inúmeros exemplos de desvio grosseiro à proporcionalidade verificados nos últimos actos eleitorais para verificar que este preceito constitucional tem vindo a ser violado”, aponta. Centrando-se nos resultados das eleições legislativas de 2011, o antigo vereador da Câmara do Porto revela que o “PSD elegeu um deputado por cada 19.992 votos e, no outro extremo, o BE necessitou de 36.115 votos para cada deputado eleito”, exemplificou, sublinhando que “os deputados do PSD são, assim, eleitos com praticamente metade dos votos dos do BE”. Para além disso, revela, “as listas do PAN [Partido pelos Animais e Natureza] e do PCTP-MRPP não elegeram qualquer deputado, apesar de terem recebido muito mais votos do que o número de sufrágios por deputado de qualquer uma das listas com deputados eleitos”. A cinco meses das eleições, o candidato a Belém, que faz da luta contra a corrupção a sua bandeira eleitoral, diz que “seria de todo necessário, ainda antes das legislativas, repor a proporcionalidade no sistema eleitoral nos termos em que a Constituição impõe”, pelo que sugere alterações pontuais à Lei Eleitoral para a Assembleia da República. “A distribuição dos mandatos pelos círculos deve obedecer ao critério do quociente eleitoral e não ao método de Hondt”, defende.

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ID: 59242667

13-05-2015

Tiragem: 36756

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,82 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Queda da dívida é uma “péssima notícia” para a oposição, diz vereador Vereador das Finanças diz que as contas de 2014 da Câmara de Lisboa, aprovadas ontem, são um motivo de orgulho e destaca o esforço feito para resolver “um conjunto de doenças que vinha de trás” JOÃO CORDEIRO

Câmara de Lisboa Inês Boaventura O sucessor de Fernando Medina como vereador das Finanças afirma que quando assumiu o cargo “estava longe de pensar” que as contas da câmara estivessem numa “situação tão saudável” como aquela que encontrou. João Paulo Saraiva falava na Assembleia Municipal de Lisboa, onde respondeu às críticas da oposição com aquilo a que chamou “uma péssima notícia”: não só a dívida a fornecedores alcançou “um mínimo histórico” em 2014, como tem continuado “a melhorar” este ano. Na discussão das Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão de 2014, aprovados por maioria, o autarca dos Cidadãos por Lisboa destacou “o trajecto de melhoria contínua da qualidade das contas do município”, que procurou demonstrar com um conjunto de indicadores. Entre outros, Saraiva notou que entre 2003 e 2009 o passivo “cresceu sistematicamente”, após o que entrou numa “trajectória de redução”, tendo caído 15,8% no último ano. Também em relação à dívida a fornecedores, fez comparações com o período anterior à chegada de António Costa à câmara: em 2006 a dívida era de 459 milhões de euros e o prazo de pagamento era de 324 dias, tendo a dívida baixado em 2014 para 5,9 milhões e o prazo quatro dias. Segundo o autarca, a 31 de Março deste ano a dívida a fornecedores era de 4,3 milhões de euros, e no fim do mês seguinte de 3,9 milhões. “Há cada vez mais fornecedores a querer trabalhar connosco porque sabem que nós agora pagamos a tempo e horas”, afirmou João Paulo Saraiva, deixando a garantia de que se irá empenhar para manter aquele prazo de pagamento, que sobe para 26 dias se se fizer a média de todo o ano e não se olhar apenas para o valor a 31 de Dezembro. Salientando também a “contenção de custos”, que diz ter-se verificado, e o facto de as empresas municipais serem hoje “sustentáveis”, Saraiva concluiu que as contas do último ano só podem ser vistas como positivas: “Todos nos devemos orgulhar destas contas”, concluiu. “São bons resultados para a câmara e para a cidade”, acrescentou, por seu lado, o

Câmara de Lisboa garante que dívidas a fornecedores e prazos de pagamento continuam a cair

Câmara recupera arte pública do Parque das Nações e cria roteiro

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Câmara de Lisboa vai recuperar algumas obras de arte pública no Parque das Nações, incluindo as de José Pedro Croft e de Rui Chafes, e criar um roteiro que propicie a visita a esse património, que nasceu com a Expo 98 e se encontra hoje degradado. Segundo a vereadora da Cultura, a limpeza daquelas duas obras iniciar-se-á ainda este mês, seguindo-se outras obras não especificadas. Catarina Vaz Pinto acrescentou que vai ser celebrado um acordo com a Junta de Freguesia do Parque das Nações, que assumirá a sua manutenção. Está igualmente prevista a criação de “um roteiro”, que a autarca acredita que contribuirá para a valorização do “grande potencial turístico” desse património. A assembleia aprovou ontem,

por unanimidade, uma recomendação à câmara para que, em cooperação com a junta, inicie “uma operação de salvaguarda, conservação, restauro e valorização das obras de arte pública” existentes no Parque das Nações. Assinada pela deputada Simonetta Luz Afonso, a recomendação pede ainda que se “dê um futuro ao Pavilhão de Portugal e uma vida renovada ao antigo Gasómetro”. A eleita do PS sublinhou que o Parque das Nações, que “foi um importantíssimo investimento da cidade”, “tem de voltar a ser aquilo que foi”. “Não se admite que esteja no estado em que está”, disse, referindo-se à arte pública ali existente, relativamente à qual considera ter existido “alguma incúria”. Quanto ao gasómetro, a deputada lembrou que este constitui “a memória do lugar”,

e questionou por que não está ele aberto ao público. Aprovada por unanimidade foi ainda uma recomendação do PEV, na qual se pede à câmara que “promova que só sejam removidas árvores quando tal seja absolutamente indispensável e após transparente divulgação de informação atempada aos munícipes”. Nela pedese também ao município que crie “um manual sobre os procedimentos de manutenção, poda, abate e substituição de árvores de grande porte na cidade”. Já uma recomendação do BE referente à poda das árvores que a junta do Areeiro está a realizar na Av. Guerra Junqueiro foi rejeitada. Deputados do PS e dos Cidadãos por Lisboa consideraram a recomendação uma ingerência nas competências das juntas.

presidente da câmara, frisando que eles foram alcançados apesar da mudança da Lei das Finanças Locais, da assunção da dívida à Bragaparques e da integração da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). Para o MPT, os dois últimos casos “não podem estar constantemente a servir de desculpa”. “Esse discurso começa a ficar gasto”, afirmou o deputado John Baker, que constatou que a venda de património municipal “infelizmente tem sido uma constante”. “Quando estamos a analisar um exercício orçamental, temos de ver o que é excepcional”, respondeu Saraiva, acrescentando que havia “um conjunto de doenças que vinha de trás e que gangrenava isto tudo”. Magalhães Pereira (PSD) criticou aquilo que considerou ser “uma autopromoção sistemática” da maioria, enquanto a sua colega de bancada Margarida Saavedra considerou que o balanço das contas de 2014 “é tudo menos positivo, seja qual for o ângulo”. Para a deputada, “é uma falácia”, que tem sido “repetida vezes sem conta”, dizer-se que a liquidação da EPUL “foi nociva” para o município, uma vez que na verdade esta “foi uma boa herança”. De Ana Páscoa (PCP), Cláudia Madeira, do PEV, e Isabel Pires, do BE, vieram críticas a aspectos como a baixa taxa de execução do orçamento, a diminuição do número de trabalhadores da câmara e o alegado aumento da externalização de serviços. Já o CDS, pela voz de Ferreira de Lemos, criticou a “ideia fixa” da maioria com a taxa turística, afirmando que “Lisboa não aguenta tantas taxas”. Pelo PS, Hugo Xambre acusou a oposição de “usar falácias para tentar esconder o que é óbvio”, que é “a excelente performance financeira” da câmara, que ao mesmo tempo “baixou o passivo e conseguiu resolver problemas da cidade”. Pelos Cidadãos por Lisboa, Floresbela Pinto sublinhou que tem havido “uma trajectória positiva de equilibrar as contas”, notando que tal aconteceu apesar da “difícil conjuntura nacional, claramente em contraciclo”. O relatório e as Demonstrações Financeiras de 2014 foram aprovados por maioria, com os votos favoráveis do PS, Parque das Nações Por Nós e deputados dos CPL. PSD, CDS, PCP, PEV e BE votaram contra, enquanto o MPT e o PAN se abstiveram.

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Queda da dívida a fornecedores é uma "péssima notícia" para a oposição, diz vereador de Lisboa

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

13-05-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Inês Boaventura

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/queda-da-divida-a-fornecedores-e-uma-pessima-noticia-para-aoposicao-diz-vereador-de-lisboa-1695423

Por Inês Boaventura 12/05/2015 - 22:39 O vereador das Finanças diz que as contas de 2014 da Câmara de Lisboa, aprovadas esta terça-feira, são um motivo de orgulho e destaca o esforço feito para resolver "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo". O Relatório de Gestão de 2014 foi aprovado por maioria na Assembleia Municipal de Lisboa, com críticas da oposição Carlos Lopes/Arquivo Câmara de Lisboa Assembleia Municipal de Lisboa O sucessor de Fernando Medina como vereador das Finanças afirma que quando assumiu o cargo "estava longe de pensar" que as contas da Câmara de Lisboa estivessem numa "situação tão saudável" como aquela que encontrou. João Paulo Saraiva falava na Assembleia Municipal de Lisboa, onde respondeu às críticas da oposição com aquilo a que chamou "uma péssima notícia": não só a dívida a fornecedores alcançou "um mínimo histórico" em 2014, como tem continuado "a melhorar" este ano. Na discussão das Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão de 2014, documentos aprovados por maioria, o autarca dos Cidadãos por Lisboa destacou "o trajecto de melhoria contínua da qualidade das contas do município", que procurou demonstrar com um conjunto de indicadores. Entre outros, João Paulo Saraiva notou que entre 2003 e 2009 o passivo "cresceu sistematicamente", após o que entrou numa "trajectória de redução", tendo caído 15,8% no último ano. Também em relação à dívida a fornecedores, o vereador fez comparações com o período anterior à chegada de António Costa à câmara: em 2006 a dívida era de 459 milhões de euros e o prazo de pagamento era de 324 dias, tendo a dívida baixado em 2014 para 5,9 milhões de euros e o prazo quatro dias. Segundo o autarca, a 31 de Março deste ano a dívida a fornecedores era de 4,3 milhões de euros, e no fim do mês seguinte de 3,9 milhões. "Há cada vez mais fornecedores a querer trabalhar connosco porque sabem que nós agora pagamos a tempo e horas", afirmou o autarca, deixando a garantia de que se irá empenhar para manter aquele prazo de pagamento, que sobe para 26 dias se se fizer a média de todo o ano e não se olhar apenas para o valor a 31 de Dezembro. Salientando também a "contenção de custos" que diz ter-se verificado e o facto de as empresas municipais serem hoje "sustentáveis", João Paulo Saraiva concluiu que as contas do último ano só podem ser vistas como positivas: "Todos nos devemos orgulhar destas contas", concluiu. "São bons resultados para a câmara e para a cidade", acrescentou, por seu lado, o presidente da câmara, frisando que eles foram alcançados apesar da mudança da Lei das Finanças Locais, da assunção da dívida à Bragaparques e da integração da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). Para o MPT, os dois últimos casos "não podem estar constantemente a servir de desculpa". "Esse discurso começa a ficar gasto", afirmou o deputado John Baker, que constatou que a venda de património municipal "infelizmente tem sido uma constante" e deixou no ar a pergunta sobre "o que irá fazer" o executivo presidido por Fernando Medina "quando não houver mais nada para alienar". "Quando estamos a analisar um exercício orçamental temos que ver o que é excepcional", respondeu João Paulo Saraiva, acrescentando que havia "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo". Quanto à venda de património, a resposta veio de Fernando Medina, que garantiu que o programa de alienações irá prosseguir, com o objectivo duplo de "reduzir a dívida e aumentar a capacidade de investimento". Magalhães Pereira criticou aquilo que considerou ser "uma auto-promoção sistemática" da maioria, enquanto a sua colega de bancada Margarida Saavedra

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considerou que o balanço das contas de 2014 que foram discutidas esta terça-feira na assembleia municipal "é tudo menos positivo, seja qual for o ângulo". Para a deputada do PSD "é uma falácia", que tem sido "repetida vezes sem conta", dizer-se que a liquidação da EPUL "foi nociva" para o município, uma vez que na verdade esta "foi uma boa herança". De Ana Páscoa, do PCP, Cláudia Madeira, do PEV, e Isabel Pires, do BE, vieram críticas a aspectos como a baixa taxa de execução do orçamento, a diminuição do número de trabalhadores da câmara e o alegado aumento da externalização de serviços. Já o CDS, pela voz de Ferreira de Lemos, criticou a "ideia fixa" da maioria com a taxa turística, mas também com outras "taxas e taxinhas", afirmando que "Lisboa não aguenta tantas taxas". Pelo PS, Hugo Xambre acusou a oposição de "usar falácias para tentar esconder o que é óbvio", que é "a excelente performance financeira" da câmara, que ao mesmo tempo "baixou o passivo e conseguiu resolver problemas da cidade". Pelos Cidadãos por Lisboa, Floresbela Pinto sublinhou que tem havido "uma trajectória positiva de equilibrar as contas", notando que tal aconteceu apesar da "difícil conjuntura nacional, claramente em contraciclo". O Relatório de Gestão e as Demonstrações Financeiras de 2014 foram aprovados por maioria, com os votos favoráveis do PS, Parque das Nações Por Nós e deputados dos Cidadãos por Lisboa. PSD, CDS, PCP, PEV e BE votaram contra, enquanto o MPT e o PAN se abstiveram. 12/05/2015 - 22:39O vereador das Finanças diz que as contas de 2014 da Câmara de Lisboa, aprovadas esta terça-feira, são um motivo de orgulho e destaca o esforço feito para resolver "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo".O Relatório de Gestão de 2014 foi aprovado por maioria na Assembleia Municipal de Lisboa, com críticas da oposição Inês Boaventura

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Notícias ao Minuto - Assembleia Municipal aprova contas com críticas da oposição

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

12-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/pais/389268/assembleia-municipal-aprova-contas-com-criticas-daoposicao

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o relatório de gestão e as demonstrações financeiras do município relativas a 2014, o que mereceu críticas dos deputados da oposição. 20:59 12 de Maio de 2015 | Por Lusa O documento foi aprovado com os votos contra do CDS-PP, PSD, PCP, PEV e BE, abstenções do PAN e do MPT e votos favoráveis do PS, dos deputados independentes (eleitos nas listas socialistas) e do Parque das Nações por Nós (PNPN). Na ocasião, o vereador das Finanças da Câmara de Lisboa, João Paulo Saraiva, salientou a "tranquilidade relativamente ao futuro" e a "credibilidade" das contas. O autarca indicou que o passivo diminuiu de 1.420,1 milhões de euros para 1.195,6 milhões, de 2013 para 2014, e que a receita passou de 512,3 milhões de euros para 568,1 milhões, à conta dos impostos (cuja receita subiu de 242,3 para 313 milhões), das alienações, das empresas municipais, de transferências, entre outras. Além disso, o prazo médio de pagamentos a fornecedores situou-se em 26 dias. João Paulo Saraiva deu conta de que o processo Bragaparques (permuta dos terrenos do Parque Mayer por parte da antiga feira Popular) fez aumentar a dívida em 96,7 milhões de euros (incluindo uma amortização de cinco milhões) e que a extinção da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL) teve um impacto negativo de 16,2 milhões de euros. Do lado do MPT, John Baker disse que estes processos "não podem servir de desculpa para justificar o aumentar da dívida, até porque o município foi alertado para esse facto". Também Ferreira de Lemos, do CDS, referiu que estes dois processos não são "alheios ao município". O centrista criticou ainda que o município tenha falado inicialmente num prazo de pagamento a fornecedores de quatro dias, quando esse valor corresponde só à média de dezembro, e que a Câmara não tenha contabilizado o impacto das medidas do Governo nas suas contas, nomeadamente os vistos 'gold'. Já o social-democrata Magalhães Pereira falou numa "apresentação criativa" e cheia de "manobras". Margarida Saavedra, PSD, assinalou que este balanço "é tudo menos positivo", acrescentando que a dívida a fornecedores diminuiu através de um aumento na rubrica de dívidas a terceiros. Segundo a deputada, "a Câmara tem tentado desesperadamente tentado ocultar que os terrenos da EPUL transitaram" para o município por um valor contabilístico inferior à avaliação externa. Do lado do PEV, Cláudia Madeira falou numa "constante redução de trabalhadores, que afeta a qualidade do serviço prestado", enquanto a bloquista Isabel Pires abordou o "aumento da precariedade laboral". Em resposta, João Paulo Saraiva justificou o destaque dado aos processos da EPUL e da Bragaparques por ser "algo especial, que não acontece todos os anos". "Eram doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo", adiantou. Por seu turno, o presidente do município, Fernando Medina, acusou o PSD de "não entender bem os números" e o CDS-PP de não contabilizar os pagamentos de 15 milhões de euros que a Câmara fez ao Governo (por exemplo, no caso do Fundo de Apoio Municipal, de 2,7 milhões). Em resposta ao PCP, justificou que a redução de trabalhadores se deve à transferência para as Juntas, o que não acontecerá no próximo ano com a entrada de bombeiros, cantoneiros e outros profissionais, garantiu. No caso da EPUL, Medina sublinhou que a Câmara "está a assumir prejuízos da empresa há vários anos" e que espera alienar o seu património restante pelo "maior valor". 20:59 - 12 de Maio de 2015 | Por

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Notícias ao Minuto - Câmara prepara regulamento para manutenção e poda das árvores

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

12-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/pais/389193/camara-prepara-regulamento-para-manutencao-e-podadas-arvores

O vice-presidente da Câmara de Lisboa, Duarte Cordeiro, informou hoje que o município "tem previsto um regulamento" sobre a "manutenção e poda das árvores", a apresentar em breve", após intervenções polémicas nalgumas freguesias da cidade. 18:28 - 12 de Maio de 2015 | Por Lusa O autarca falava na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, na sequência de uma recomendação do Partido Ecologista "Os Verdes" (PEV), aprovada por unanimidade, sobre os "procedimentos de manutenção e substituição do arvoredo na cidade". No documento, o grupo municipal solicita à Câmara que assegure que "só sejam removidas árvores quando tal seja absolutamente indispensável e após transparente divulgação de informação atempada aos munícipes". Os deputados pedem também ao município que crie um manual "sobre os procedimentos de manutenção, poda, abate e substituição de árvores de grande porte na cidade de Lisboa, no mais curto espaço de tempo". Rejeitada foi uma recomendação do BE sobre a poda de árvores na Avenida Guerra Junqueiro, no Areeiro. O documento teve os votos contra do PS, PSD, CDS-PP, Parque das Nações Por Nós (PNPN) e abstenções do MPT e dos deputados independentes (eleitos nas listas socialistas). PEV, BE, PCP e PAN votaram a favor. O presidente da Junta do Areeiro, Fernando Braamcamp, justificou a intervenção em cerca de 50 de árvores naquela avenida com o perigo que apresentavam, podendo "cair sobre famílias". Dirigindo-se aos deputados municipais, disse: "Eu já fiz o meu voto. O meu voto é pela segurança das pessoas, [pois] os cidadãos merecem percorrer as ruas em segurança e descansados". Em resposta, o bloquista Ricardo Robles disse que a recomendação "não é contra a ação da Junta do Areeiro", mas sim devido ao "problema de delegação de competências nesta matéria", no âmbito da reforma administrativa. Como as Juntas "não tinham experiência, têm naturalmente de recorrer a empresas que o possam fazer", mas não podem "ficar nas mãos dessas empresas", frisou, solicitando acompanhamento por parte dos serviços camarários. Esta ideia foi rejeitada pelo deputado socialista André Caldas que, apesar de reconhecer que "devem ser seguidas melhores práticas do arvoredo na cidade", referiu que estas competências já estão sob alçada das Juntas. Miguel Santos, do PAN, sublinhou que, para "as árvores, não estando mortas ou doentes, não é solução" abatê-las. "Por alguma razão os automóveis também têm inspeções periódicas", comparou. Já a recomendação do PS para a Câmara, em cooperação com a freguesia do Parque das Nações, melhore as "condições de segurança e vigilância do espaço público", bem como inicie uma "operação de salvaguarda, conservação, restauro e valorização das obras de arte pública" foi aprovada por unanimidade. O presidente da Junta, José Moreno, falou em elevados encargos, temendo que "qualquer dia" seja melhor demolir do que reparar estas obras de arte pública. A vereadora da Cultura, Catarina Vaz Pinto, assegurou que a Câmara vai recuperar as "obras mais degradadas", como as de José Pedro Croft e de Rui Chafes, mas caberá à Junta a sua manutenção. No encontro, foi ainda aprovada, com abstenção do PS e do PNPN, uma recomendação do PCP para que a Câmara "defina como prioritária e urgente uma intervenção" nos pavimentos e artérias mais degradadas da cidade. 18:28 - 12 de Maio de 2015 | Por

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Paulo Morais apela a alterações à Lei Eleitoral antes das legislativas

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

12-05-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Margarida Gomes

URL:: http://www.publico.pt/politica/noticia/paulo-morais-apela-a-alteracoes-a-lei-eleitoral-antes-daslegislativas-1695370?frm=ult

Por Margarida Gomes 12/05/2015 - 16:56 O candidato a Belém propõe criação de um círculo nacional de compensação. Rui Gaudêncio O candidato à Presidência da República Paulo Morais defendeu esta terça-feira alterações à Lei Eleitoral com o argumento de que o "sistema de representação proporcional nos actos eleitorais vem sendo sucessiva e reiteradamente violado". E propôs a criação de um círculo nacional de compensação, corrigindo parcialmente a desproporção entre o número de votos e de eleitos. Numa carta enviada esta terça-feira à presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, Paulo Morais adverte que a "Constituição impõe, através do seu artigo 288.º, o sistema de representação proporcional nos actos eleitorais, mas que esse preceito constitucional vem sendo sucessiva e reiteradamente violado". "Bastará atentar aos inúmeros exemplos de desvio grosseiro à proporcionalidade verificados nos últimos actos eleitorais para verificar que este preceito constitucional tem vindo a ser violado", aponta. Centrando-se nos resultados das eleições legislativas de 2011, o antigo vereador da Câmara do Porto revela que o "PSD elegeu um deputado por cada 19.992 votos e, no outro extremo, o BE necessitou de 36.115 votos para cada deputado eleito", exemplificou, sublinhando que "os deputados do PSD são, assim, eleitos com praticamente metade dos votos dos do BE". Para além disso, revela, "as listas do PAN [Partido pelos Animais e Natureza] e do PCTP-MRPP não elegeram qualquer deputado, apesar de terem recebido muito mais votos do que o número de sufrágios por deputado de qualquer uma das listas com deputados eleitos". A cinco meses das eleições, o candidato a Belém, que faz da luta contra a corrupção a sua bandeira eleitoral, diz que "seria de todo necessário, ainda antes das legislativas, repor a proporcionalidade no sistema eleitoral nos termos em que a Constituição impõe", pelo que sugere alterações pontuais à Lei Eleitoral para a Assembleia da República. "A distribuição dos mandatos pelos círculos deve obedecer ao critério do quociente eleitoral e não ao método de Hondt, defende, explicando que este método, que vem sendo utilizado para este fim, deveria ser usado apenas para a 'conversão de votos em mandatos' como estipulado no artigo 16.º da mesma lei". Esta proposta decorre do resultado de um estudo de impacto destas medidas nos resultados eleitorais das últimas legislativas feito pelos professores José Matos e Paulo B. Vasconcelos. Os dois professores simularam as consequências do impacto das medidas em termos de distribuição de mandatos parlamentares. 12/05/2015 - 16:56O candidato a Belém propõe criação de um círculo nacional de compensação. Margarida Gomes

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Queda da dívida a fornecedores é uma "péssima notícia" para a oposição, diz vereador de Lisboa

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

12-05-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Inês Boaventura

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/queda-da-divida-a-fornecedores-e-uma-pessima-noticia-para-aoposicao-diz-vereador-de-lisboa-1695423?frm=ult

Por Inês Boaventura 12/05/2015 - 22:39 O vereador das Finanças diz que as contas de 2014 da Câmara de Lisboa, aprovadas esta terça-feira, são um motivo de orgulho e destaca o esforço feito para resolver "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo". Fernando Medina substituiu António Costa na presidência da câmara da capital JOAO GUILHERME Câmara de Lisboa Assembleia Municipal de Lisboa O sucessor de Fernando Medina como vereador das Finanças afirma que quando assumiu o cargo "estava longe de pensar" que as contas da Câmara de Lisboa estivessem numa "situação tão saudável" como aquela que encontrou. João Paulo Saraiva falava na Assembleia Municipal de Lisboa, onde respondeu às críticas da oposição com aquilo a que chamou "uma péssima notícia": não só a dívida a fornecedores alcançou "um mínimo histórico" em 2014, como tem continuado "a melhorar" este ano. Na discussão das Demonstrações Financeiras e Relatório de Gestão de 2014, documentos aprovados por maioria, o autarca dos Cidadãos por Lisboa destacou "o trajecto de melhoria contínua da qualidade das contas do município", que procurou demonstrar com um conjunto de indicadores. Entre outros, João Paulo Saraiva notou que entre 2003 e 2009 o passivo "cresceu sistematicamente", após o que entrou numa "trajectória de redução", tendo caído 15,8% no último ano. Também em relação à dívida a fornecedores, o vereador fez comparações com o período anterior à chegada de António Costa à câmara: em 2006 a dívida era de 459 milhões de euros e o prazo de pagamento era de 324 dias, tendo a dívida baixado em 2014 para 5,9 milhões de euros e o prazo quatro dias. Segundo o autarca, a 31 de Março deste ano a dívida a fornecedores era de 4,3 milhões de euros, e no fim do mês seguinte de 3,9 milhões. "Há cada vez mais fornecedores a querer trabalhar connosco porque sabem que nós agora pagamos a tempo e horas", afirmou o autarca, deixando a garantia de que se irá empenhar para manter aquele prazo de pagamento, que sobe para 26 dias se se fizer a média de todo o ano e não se olhar apenas para o valor a 31 de Dezembro. Salientando também a "contenção de custos" que diz ter-se verificado e o facto de as empresas municipais serem hoje "sustentáveis", João Paulo Saraiva concluiu que as contas do último ano só podem ser vistas como positivas: "Todos nos devemos orgulhar destas contas", concluiu. "São bons resultados para a câmara e para a cidade", acrescentou, por seu lado, o presidente da câmara, frisando que eles foram alcançados apesar da mudança da Lei das Finanças Locais, da assunção da dívida à Bragaparques e da integração da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). Para o MPT, os dois últimos casos "não podem estar constantemente a servir de desculpa". "Esse discurso começa a ficar gasto", afirmou o deputado John Baker, que constatou que a venda de património municipal "infelizmente tem sido uma constante" e deixou no ar a pergunta sobre "o que irá fazer" o executivo presidido por Fernando Medina "quando não houver mais nada para alienar". "Quando estamos a analisar um exercício orçamental temos que ver o que é excepcional", respondeu João Paulo Saraiva, acrescentando que havia "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo". Quanto à venda de património, a resposta veio de Fernando Medina, que garantiu que o programa de alienações irá prosseguir, com o objectivo duplo de "reduzir a dívida e aumentar a capacidade de investimento". Magalhães Pereira criticou aquilo que considerou ser "uma autopromoção sistemática" da maioria, enquanto a sua colega de bancada Margarida Saavedra considerou

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que o balanço das contas de 2014 que foram discutidas esta terça-feira na assembleia municipal "é tudo menos positivo, seja qual for o ângulo". Para a deputada do PSD "é uma falácia", que tem sido "repetida vezes sem conta", dizer-se que a liquidação da EPUL "foi nociva" para o município, uma vez que na verdade esta "foi uma boa herança". De Ana Páscoa, do PCP, Cláudia Madeira, do PEV, e Isabel Pires, do BE, vieram críticas a aspectos como a baixa taxa de execução do orçamento, a diminuição do número de trabalhadores da câmara e o alegado aumento da externalização de serviços. Já o CDS, pela voz de Ferreira de Lemos, criticou a "ideia fixa" da maioria com a taxa turística, mas também com outras "taxas e taxinhas", afirmando que "Lisboa não aguenta tantas taxas". Pelo PS, Hugo Xambre acusou a oposição de "usar falácias para tentar esconder o que é óbvio", que é "a excelente performance financeira" da câmara, que ao mesmo tempo "baixou o passivo e conseguiu resolver problemas da cidade". Pelos Cidadãos por Lisboa, Floresbela Pinto sublinhou que tem havido "uma trajectória positiva de equilibrar as contas", notando que tal aconteceu apesar da "difícil conjuntura nacional, claramente em contraciclo". O Relatório de Gestão e as Demonstrações Financeiras de 2014 foram aprovados por maioria, com os votos favoráveis do PS, Parque das Nações Por Nós e deputados dos Cidadãos por Lisboa. PSD, CDS, PCP, PEV e BE votaram contra, enquanto o MPT e o PAN se abstiveram. 12/05/2015 - 22:39O vereador das Finanças diz que as contas de 2014 da Câmara de Lisboa, aprovadas esta terça-feira, são um motivo de orgulho e destaca o esforço feito para resolver "um conjunto de doenças que vinham de trás e gangrenavam isto tudo".Fernando Medina substituiu António Costa na presidência da câmara da capital Inês Boaventura

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Paulo Morais propõe mudanças na lei eleitoral para o Parlamento

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Renascença Online

Data Publicação:

12-05-2015

URL:: http://www.rr.pt/printArticle.aspx?did=187031

12-05-2015 12:03 Candidato presidencial escreveu a Assunção Esteves, fazendo acompanhar a carta por um estudo que mostra desvios ao sistema de representação proporcional. Morais propõe mudanças já para as legislativas do Outono. O candidato presidencial Paulo Morais escreveu uma carta à presidente da Assembleia da República (AR) sugerindo a que se proceda a uma alteração da lei eleitoral para a AR, impondo o critério do quociente eleitoral na distribuição de mandatos e criação um círculo nacional de compensação. A tese de Paulo Morais, assente num estudo de dois professores da Universidade do Porto, é a de que o método de Hondt tem provocado desvios ao sistema de representação proporcional "previsto no artigo 288º da Constituição", o que prefigura uma violação da lei fundamental. Os dois estudos que Morais anexou à sua proposta mostram, por exemplo que nas eleições de 2011 o PSD elegeu um deputado por cada 19.992 votos, enquanto o Bloco de Esquerda necessitou de 36.115. Outro exemplo de desvio apontado é o de que PCTP/MRPP e PAN não elegeram deputados quando tiveram "mais votos do que o numero de votos por deputado de qualquer uma" das outras listas Assim, o candidato presidencial propõe que a distribuição dos mandatos pelos círculos obedeça "ao critério do quociente eleitoral e não ao método de Hondt", que deveria "ser usado apenas para a conversão de votos em mandatos". Ao mesmo tempo, Morais sugere a criação de "um círculo nacional de compensação, que permita juntar todos os votos numa única série de quocientes, corrigindo proporcionalmente a desproporção entre o número de votos e de eleitos". CDS, Bloco e CDU prejudicados Os estudos solicitados por Paulo Morais aos dois professores da UP concluem que, nas legislativas de 2001, com um círculo nacional que elegesse 11 deputados, o PSD teria menos três assentos em São Bento, o PS menos dois, o CDS menos um e o Bloco de Esquerda mais dois. O PCTP/MRPP e PAN, que não têm hoje representação parlamentar, teriam eleito cada um dois deputados. No cenário de um círculo nacional com 22 deputados, os resultados seriam ainda mais diferentes. O PSD teria menos oito parlamentares, o PS menos sete, o CDS mais quatro, a CDU mais três e o Bloco de Esquerda mais quatro. PCTP/MRPP e PAN elegeriam também dois deputados cada.

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Boas Notícias - Petição quer fim do abate de animais em canis

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Boas Notícias Online

Data Publicação:

08-05-2015

URL:: http://boasnoticias.pt/noticias_peticao-quer-fim-do-abate-de-animais-em-canis_23259.html

O partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) está a dinamizar uma petição nacional para por fim ao abate de animais nos canis, medida que deverá ser substituída pela esterilização como forma de controlo da sobrepopulação dos animais. O documento já foi assinado por mais de 27 mil cidadãos. Para isso, o PAN redigiu um projeto de lei que pretende submeter à apreciação parlamentar. Para que a proposta legislativa seja admitida a discussão e votação pelo plenário da Assembleia da República é necessário que a petição seja subscrita por um mínimo de 35.000 cidadãos eleitores portugueses. O projeto de lei do PAN prevê que "o abate, eutanásia e occisão de animais apenas pode ser efetuada quando se demonstre ser a via única e indispensável para eliminar a dor e sofrimento irrecuperável do animal." A proposta quer ainda exigir "às câmaras municipais a criação de programas RED (recolha, esterilização e devolução) de animais sem detentor e de animais comunitários" para, deste modo, garantir o controlo de populações de animais sem recurso ao abate. Esta petição tem de ser subscrita na sua versão em papel, com uma assinatura válida e com os respetivos dados pessoais. Há dezenas de locais em todo o país onde a petição está disponível (cafés, papelarias, lojas de animais e clínicas veterinárias) mas também é possível fazer o 'download' do documento para imprimir e enviar por correio para o Espaço PAN, na Av. Almirante Reis, 81 B, Lisboa. Espaço PAN de Lisboa tem recebido diariamente, de todo o país e também do estrangeiro, centenas de petições com assinaturas válidas de portugueses que querem por fim ao abate de animais Francisco Guerreiro, coordenador da secretaria de comunicação do PAN, confirmou ao Boas Notícias "que o Espaço PAN tem recebido, todos os dias, centenas de petições assinadas, incluíndo algumas que vieram do estangeiro, sendo que já foram validadas 27 mil assinaturas". O objetivo é "alcançar, até 12 de Maio, as 35 mil assinaturas necessárias para levar o documento à Assembleia da República antes das férias legislativas". O PAN defende ainda que a alteração à lei tem de ser acompanhada de um conjunto de medidas adicionais, de modo a ser eficaz. "Neste aspeto, consideramos que Portugal deve seguir os melhores exemplos internacionais, proibindo a venda de animais de companhia nas designadas 'lojas de animais' e impondo condições especialmente exigentes para a criação de animais", explica o site Fim dos Canis de Abate, especialmente criado para esta iniciativa. Quinta-feira, 07 de Maio de 2015

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ID: 59181085

08-05-2015

Tiragem: 11000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 15,63 x 25,36 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

RUI ALMEIDA Ex-Comissário da Comissão Política Regional do PAN

A venerável virtude da austeridade Podemos todos concordar que a austeridade é, para a grande maioria, sinónimo de dificuldades. Há sempre alguns que são imunes às consequências da austeridade e outros que só são afectados psicologicamente por verem nos seus balanços um número que outrora fora maior, outros ainda e mais raramente, podem até ver os seus balanços crescer. No entanto esta austeridade é relativa ou especista, no sentido em que ela não atinge igualmente todas as espécies. Na medida em que ela dita o abrandamento do consumo, da exploração dos recursos naturais e animais, da desflorestação e da poluição provocados pela espécie humana, ela é uma boa notícia para a saúde do planeta. E nesta

última perspectiva ela é também uma boa notícia para os humanos. Nisto só há a lamentar que o benefício colhido pelo planeta seja um benefício cedido involuntariamente pelos humanos. As coisas poderiam ser diferentes, no mínimo esta ocasião devia servir para se fazer uma reflecção sobre o rumo que o desenvolvimento está a ter e as suas consequências. Muitos alinham com o governo em pregar a favor da austeridade pois têm como prioridade o equilibrio das contas públicas. Uma vez que isso esteja feito, não nos iludamos, voltar-se-á a fazer exactamente o mesmo ou pior! Que se equilibrem as contas, mas não para entregar novamente os desígnios aos tecnocratas que vão orientar tudo

para o produtivismo e trabalhismo da produção e consumo. Temos de fazer diferente, há que resgatar os humanos deste modelo degenerado. Aproveitar a oportunidade para tomar o tempo necessário para reflectir o momento, poderia fazer germinar uma outra consciência. Uma consciência colectiva que evitasse mais catástrofes espéculativas motivadas pelo lucro fácil e sem base construtiva. Uma consciência colectiva que desconfiasse da cega fé depositada no modelo do crescimento económico e ponderasse o decrescimento sereno de Sérge Latouche ou a economia sagrada de Charles Eisenstein. Uma consciência colectiva que pudesse evitar a extinção em massa de espécies que está a acontecer neste planeta. Uma consciência colectiva que respeitasse os animais e o seu habitat. Uma consciência colectiva que pudesse inverter o rumo das alterações climáticas que pode muito bem fazer a natureza despoletar uma austeridade tão severa que nem os chorudos balanços da classe abastada lhes servirão de salvação. Assim se há uma venerável virtude nesta austeridade provocada por alguns da nossa espécie, é sem dúvida a oportunidade que esta nos oferece para nos sentarmos em paz e silêncio e discutirmos alternativas ao estarmos de pé em guerra com tudo e todos. l

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Boas Notícias - Petição quer fim do abate de animais em canis

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Boas Notícias Online

Data Publicação:

07-05-2015

URL:: http://boasnoticias.pt/noticias_Peti%C3%A7%C3%A3o-quer-fim-do-abate-de-animais-emcanis_23259.html

O partido Pessoas Animais Natureza (PAN) está a dinamizar uma petição nacional para exigir o fim do abate de animais nos canis, medida que deverá ser substituída pela esterilização enquanto mecanismo de controlo da sobrepopulação dos animais. Para isso, o PAN redigiu um projeto de lei que pretende submeter à apreciação parlamentar. Para que a proposta legislativa seja admitida a discussão e votação pelo plenário da Assembleia da República é necessário que a petição seja subscrita por um mínimo de 35.000 cidadãos eleitores portugueses. O projeto de lei do PAN prevê que "o abate, eutanásia e occisão de animais apenas pode ser efetuada quando se demonstre ser a via única e indispensável para eliminar a dor e sofrimento irrecuperável do animal." A proposta quer ainda exigir "às câmaras municipais a criação de programas RED (recolha, esterilização e devolução) de animais sem detentor e de animais comunitários" para, deste modo, garantir o controlo de populações de animais sem recurso ao abate. Esta petição tem de ser subscrita na sua versão em papel, com uma assinatura válida e com os respetivos dados pessoais. Há dezenas de locais em todo o país onde a petição está disponível (cafés, papelarias, lojas de animais e clínicas veterinárias) mas também é possível fazer o 'download' do documento para imprimir e enviar por correio para o Espaço PAN, na Av. Almirante Reis, 81 B, Lisboa. Espaço PAN de Lisboa tem recebido diariamente, de todo o país e também do estrangeiro, centenas de petições com assinaturas válidas de portugueses que querem por fim ao abate de animais De acordo com informação que tem sido avançada pelo PAN nas redes sociais, o Espaço PAN tem recebido, todos os dias, centenas de petições assinadas mas o objetivo é alcançar, nos próximos dias, as 35 mil assinaturas necessárias para levar o documento à Assembleia da República. O PAN defende ainda que a alteração à lei tem de ser acompanhada de um conjunto de medidas adicionais, de modo a ser eficaz. "Neste aspeto, consideramos que Portugal deve seguir os melhores exemplos internacionais, proibindo a venda de animais de companhia nas designadas 'lojas de animais' e impondo condições especialmente exigentes para a criação de animais", explica o site Fim dos Canis de Abate, especialmente criado para esta iniciativa. Quinta-feira, 07 de Maio de 2015

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ID: 59137503

06-05-2015

Tiragem: 149680

Pág: 20

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,09 x 10,46 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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ID: 59119889

04-05-2015

Tiragem: 10804

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 23,97 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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Notícias ao Minuto - Madeira: PS quer "adequar" cenário macroeconómico à região

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

04-05-2015

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/385255/madeira-ps-quer-adequar-cenario-macroeconomico-aregiao

A comissão política do PS/Madeira considerou hoje necessário "adequar" o estudo apresentado pelo partido a nível nacional, que traça o cenário macroeconómico para a próxima década em Portugal, à realidade da região. 22:01 - 04 de Maio de 2015 | Por Lusa "O PS/M tem obrigação de trabalhá-lo [o estudo elaborado por um grupo de economistas, intitulado "Uma década para Portugal"] e adequá-lo a uma realidade regional, às nossas aspirações, à conformidade que esse novo paradigma devia surgir no desenvolvimento normal das nossas propostas ao longo dessa legislatura", disse o porta-voz da reunião, o presidente interino do PS/M, Ricardo Freitas. Para o efeito, adiantou o responsável socialista insular, foi nomeada a comissão política para "aprofundar as propostas e criar as condições para um debate cada vez mais sustentado e sólido nesses processos que se avizinham". A 21 de abril, o PS apresentou um estudo elaborador por um conjunto de economistas, intitulado "Uma década para Portugal", que traça o cenário macroeconómico para o país nos próximos quatro anos. Nesta reunião, a comissão política regional do PS/M mandatou também o grupo parlamentar do partido na Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) para tomar todas as "diligências entendidas como necessárias" no quadro da nova realidade política regional neste órgão de governo próprio do arquipélago. Ricardo Freitas apontou que a comissão política decidiu "mandatar o grupo parlamentar para um conjunto de tomadas de posição que irão desenvolver-se" nos próximos tempos, tendo em conta que o presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, já anunciou a intenção de rever o regimento da assembleia da região, o Estatuto Político-Administrativo, a lei eleitoral, além de outras reformas. Por isso, os socialistas consideraram ser necessário "encontrar os melhores mecanismos que deem voz à posição do PS" no parlamento insular. "Queremos uma assembleia mais democrática, mais fiscalizada, que tenha uma capacidade de ser transparente para todas as pessoas e o PS que tem um histórico nesta reivindicação e quer acentuar e aproveitar as matérias que possam hoje ser de convergência com outras forças políticas que foram beber às antigas propostas do PS um conjunto de soluções", sublinhou. Na sequência dos maus resultados nas eleições madeirenses de 29 de março, o presidente do PS, Victor Freitas, que encabeçou a coligação Mudança, apoiada pelo PTP, MPT e PAN, demitiu-se. O PS/Madeira vai realizar eleições internas para 19 de maio e o congresso regional para 27 e 28 de junho. Até ao momento foram apresentadas duas candidaturas à liderança dos socialistas madeirenses. A do atual líder parlamentar, Carlos Pereira, e a do advogado João Henrique Gonçalves. 22:01 - 04 de Maio de 2015 | Por

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ID: 59122800

01-05-2015

Tiragem: 11000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,46 x 26,09 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

FERNANDO RODRIGUES Membro da Comissão Política Permanente PAN

No rescaldo das últimas eleições regionais Foi Henri Bergson, filósofo e diplomata francês que nos deixou em meados do século passado, que escreveu, “para um ser consciente, existir consiste em mudar, mudar para amadurecer, amadurecer para se criar a si mesmo indefinidamente”. Também George Bernard Shaw, dramaturgo e jornalista irlandês que também nos deixou em meados do seculo passado, disse: “É impossível progredir sem mudança, e aqueles que não mudam suas mentes, não podem mudar nada”. Vêm estas citações a propósito dos resultados das últimas eleições legislativas regionais, onde ao fim de quase quatro décadas de governo do mesmo partido, a população voltou a dar a vitória ao mesmo partido. É no mínimo um “case study”, mas antes mesmo de iniciar a investigação, podemos antecipadamente concluir que é preocupante, particularmente se percebermos que o elemento nutritivo desse sistema frágil, e ainda o menos mau, que é a Democracia, tem como ingrediente filtrador, a alternância de poder, ou se quiserem a mudança de protagonistas. É assim como que, reoxigenar o ambiente, para que se volte a respirar outro ar, efectivamente renovado. Nas últimas eleições regionais essa alternância não se

verificou e estando o PAN, PESSOAS-ANIMAIS-NATUREZA numa coligação perdedora, ficou de fora daqueles que terão representação parlamentar nos próximos quatro anos. Sendo o PAN um partido que traz consigo outra forma de fazer política, onde o princípio orientador é a Ética em todos os domínios, protagonizando um ideário que almeja a implementação de condições para o necessário e consequente reconhecimento inequívoco da complementaridade entre PESSOAS, ANIMAIS e NATUREZA, saindo, embora de forma gradual, deste modelo dito de desenvolvimento em que todo o mundo ocidental se encontra padronizado e paradoxalmente o mundo oriental cobiça, é nítido que o parlamento regional empobrece, pois é muito provável que estejamos mais uma legislatura a ouvir “mais do mesmo”, numa dialéctica redonda e saturada e que de inovação e/ou evolução civilizacional, pouco ou mesmo nada anunciará. No entanto, como a esperança é a última a abandonar-nos e porque se vislumbram alguns sinais de alguma renovação, esperemos que não se trate de uma “Primavera perdida” e que efectivamente algumas alterações e reformas aconteçam. l

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ID: 59062145

30-04-2015

Tiragem: 20000

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 22,31 x 25,66 cm²

Âmbito: Outros Assuntos

Corte: 1 de 2

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ID: 59062145

30-04-2015

Tiragem: 20000

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 6,39 x 5,29 cm²

Âmbito: Outros Assuntos

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Press Book - Maio 2015  
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