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O PAN nos media - Dezembro 2014


Revista de Imprensa

1. A semana vista por..., Diário de Notícias da Madeira, 28-12-2014

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2. Cartas do leitor - Boas festas, Diário de Notícias da Madeira, 25-12-2014

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3. Boas festas | DNOTICIAS.PT, Diário de Notícias da Madeira.pt, 25-12-2014

3

4. Partido PAN acorre em defesa da lei que restringe presença de animais no circo, Diário Digital Online, 2312-2014

4

5. PAN critica "pretenso intuito de entretenimento" dos animais nos circos, PT Jornal Online, 23-12-2014

5

6. queremos um planeta ecologicamente correto!, Tribuna da Madeira, 23-12-2014

6

7. "Não saímos de Portugal. Aqui sou rei, lá fora ninguém me conhece" - Entrevista a Victor Hugo Cardinali, Diário de Notícias, 21-12-2014

7

8. "Não saímos de Portugal. Aqui sou rei, lá fora ninguém me conhece", Diário de Notícias Online, 21-122014

10

9. Kim Jong-un: o nome proibido, Tribuna da Madeira Online, 18-12-2014

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10. "Antena Aberta", Antena 1 - Antena Aberta, 17-12-2014

12

11. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Destak.pt, 17-12-2014

13

12. Orçamento da Câmara de Lisboa aprovado sob chuva de críticas da oposição, LxNotícias Online, 17-122014

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13. Orçamento aprovado entre críticas a mais taxas e falta de investimento, Público, 17-12-2014

16

14. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas | Jornal Açores 9, Açores 9 Online, 16-12-2014

17

15. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Correio da Manhã Online, 16-12-2014

19

16. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas | Finanças | Dinheiro Digital, Diário Digital Online - Dinheiro Digital Online, 16-12-2014

20

17. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Expresso Online, 16-122014

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18. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, i Online, 16-12-2014

22

19. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Negócios Online, 16-122014

23

20. Notícias ao Minuto - Assembleia Municipal aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Notícias ao Minuto Online, 16-12-2014

24

21. Orçamento da CML aprovado, entre críticas por excesso de taxas e falta de investimento - PÚBLICO, Público Online, 16-12-2014

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22. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, RTP Online, 16-12-2014

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23. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Sapo Online - Sapo Notícias da Agência Lusa, 16-12-2014

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24. Eleições Regionais e o frenesim dos Partidos, Tribuna da Madeira Online, 16-12-2014

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25. Circo Mundial tenta cativar os madeirenses, Tribuna da Madeira Online, 16-12-2014

31

26. Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas, Visão Online, 16-12-2014

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27. Orçamento polémico na Madeira, Açoriano Oriental, 13-12-2014

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28. Ajudantes do Pai Natal, precisam-se!, Diário de Notícias da Madeira, 13-12-2014

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29. Orçamento aprovado em «tom de despedida», Diário de Notícias da Madeira, 13-12-2014

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30. Coluna vertebral, Diário de Notícias da Madeira, 13-12-2014

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31. Último orçamento do governo de Jardim aprovado pelo Assembleia da Madeira, i Online, 13-12-2014

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32. Último orçamento de Jardim prevê 5,4 milhões para partidos, Jornal de Notícias, 13-12-2014

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33. Chumbo a alterações do orçamento regional, RTP Madeira - Telejornal Madeira, 12-12-2014

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34. Lisbon says no to circuses with animals, Algarve Resident, 12-12-2014

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35. Orçamento do parlamento madeirense foi aprovado mas gerou polémica - Açoriano Oriental, Açoriano Oriental Online, 12-12-2014

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36. Nem adeus, nem até já, Diário de Notícias da Madeira, 12-12-2014

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37. PAN oferece cinema, Diário de Notícias da Madeira, 12-12-2014

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38. Orçamento do parlamento madeirense foi aprovado mas gerou polémica, Diário de Notícias Online, 1212-2014

47

39. Último orçamento de um governo de Jardim aprovado pelo Assembleia da Madeira, i Online, 12-12-2014

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40. Circo Mundial tenta cativar os madeirenses, Tribuna da Madeira, 12-12-2014

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41. Kim Jong-un: o nome proibido, Tribuna da Madeira, 12-12-2014

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42. Orçamento da Madeira aprovado

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TVI24, TVI 24 Online, 12-12-2014

43. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está" | Jornal Açores 9, Açores 9 Online, 11-12-2014

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44. GR tem "mais olhos de barriga", Diário Cidade Online, 11-12-2014

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45. Orçamento Regional para 2015 votado hoje, Diário Cidade Online, 11-12-2014

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46. Aquecimento para "regionais", Diário de Notícias da Madeira, 11-12-2014

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47. "Mais olhos do que barriga", Diário de Notícias da Madeira.pt, 11-12-2014

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48. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e «não se sabe onde está», Diário Digital Online, 11-12-2014

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49. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está", i Online, 11-12-2014

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50. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está", Jornal da Madeira.pt, 11-12-2014

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51. Notícias ao Minuto - Dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está", Notícias ao Minuto Online, 11-12-2014

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52. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está", Porto Canal Online, 1112-2014

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53. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está", RTP Online, 11-122014

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54. Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira, Sol Online, 11-12-2014

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55. "Função do Porco": Um ato Bárbaro, Tribuna da Madeira Online, 11-12-2014

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56. Coelho acusa governo de favorecimento, Diário Cidade Online, 10-12-2014

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57. Orçamento para 12 dias, Diário de Notícias da Madeira, 10-12-2014

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58. Hospital marca questões a Jardim Ramos, Diário de Notícias da Madeira.pt, 10-12-2014

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59. Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos, Diário de Notícias da Madeira.pt, 10-12-2014

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60. Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos, Jornal da Madeira.pt, 10-12-2014

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61. Câmara de Lisboa diz que só a gestão municipal melhorará transportes, LxNotícias Online, 10-12-2014

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62. Notícias ao Minuto - Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos, Notícias ao Minuto Online, 10-12-2014

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63. Câmara de Lisboa diz que só a gestão municipal melhorará transportes, Público, 10-12-2014

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64. O "melhor orçamento" porque é o último, Diário de Notícias da Madeira.pt, 09-12-2014

89

65. Funchal: Orçamento Participativo não só é possível como até bate recordes, Público, 09-12-2014

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66. Funchal: Orçamento Participativo não só é possível como até bate recordes, Público - Público Porto, 0912-2014

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67. Câmara de Lisboa diz que só gestão municipal permitirá melhorar a oferta dos transportes - PÚBLICO, Público Online, 09-12-2014

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68. Cartas do leitor - Retirada das aves de rapina das ruas, Diário de Notícias da Madeira, 08-12-2014

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69. Retirada das aves de rapina das ruas, Diário de Notícias da Madeira.pt, 08-12-2014

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70. Confraria Gastronómica da Madeira defende a ´Função da Morte do porco´ e ataca os críticos, Diário de Notícias da Madeira.pt, 06-12-2014

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71. «CMF tirou-nos o direito ao trabalho», Jornal da Madeira, 06-12-2014

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72. Provedor Municipal na mira da Prótoira, Correio do Ribatejo, 05-12-2014

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73. Provedora Municipal na mira da Prótoiro, Correio do Ribatejo Online, 05-12-2014

100

74. PAN congratula-se com política biológica do GR, Jornal da Madeira, 05-12-2014

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75. Lisbon says "no" to circuses with animals, Portugal Resident Online, 05-12-2014

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76. Lisboa deverá proibir circos com animais, Veterinária Atual Online, 05-12-2014

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77. Que é preciso aumentar a área de cultivo biológico, RTP Madeira - Telejornal Madeira, 04-12-2014

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78. Notícias ao Minuto - PAN contra tradição natalícia da matança do porco, Notícias ao Minuto Online, 0412-2014

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79. Terreno da 24 de Julho vai a hasta pública e já há um grupo privado de saúde interessado | Atlas da Saúde, Atlas da Saúde Online, 03-12-2014

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80. Em jeito de balanço, Diário de Notícias da Madeira, 03-12-2014

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81. Em jeito de balanço. | DNOTICIAS.PT, Diário de Notícias da Madeira.pt, 03-12-2014

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82. PSD critica mais uma venda directa de património', agora na Av. 24 de Julho, Público, 03-12-2014

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83. PSD critica mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho - PÚBLICO, Público Online, 03-12-2014

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84. Terreno da 24 de Julho, Lisboa, vai a hasta pública e já há um grupo privado de saúde interessado | Jornal Açores 9, Açores 9 Online, 02-12-2014

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85. Protoiro defende afastamento de nova Provedora do Animal, Diabo, 02-12-2014

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86. Terreno da 24 de Julho, Lisboa, vai a hasta pública. Já há um grupo privado de saúde interessado, i Online, 02-12-2014

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87. PSD critica câmara por mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho - PÚBLICO, Público Online, 02-12-2014

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88. Assembleia municipal aprova orçamento de 121,5 milhões de euros para 2015, Costa do Sol, 26-11-2014

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89. Paulo Vistas promete refutar despacho das Finanças sobre extinção do SATU, Costa do Sol, 26-11-2014

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90. Semana da Medicina Complementar e Alternativa, Saber Madeira, 01-11-2014

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ID: 57248392

28-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 10,46 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 1


A2

ID: 57227256

25-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 32

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 23,04 x 14,22 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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Boas festas | DNOTICIAS.PT

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

25-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/cartasdoleitor/edicao-2014-12-25/489081-boas-festas

Sou leitora assídua do D.N. e como tal, tenho lido alguns comentários sobre certas "tradições natalícias "tais como :circos com animais, matança do porco. Em relação aos circos com animais, a C.M.F. decidiu não aceitar circos com animais. No que concerne à matança do porco , a Academia das carnes, veio publicamente lamentar a posição de certas instituições e pessoas ,entre as quais, o PAN, que são contra esta tradição. Outra polémica levantada, foi a de a C.M.F. ter proibido a exploração de aves de rapina, que eram exibidas nas ruas do Funchal. Começarei pela matança do porco, tão defendida pela Academia das carnes. Defendem estes senhores, que a matança do porco é uma tradição do povo madeirense. Em tempos idos, certas civilizações, abatiam à nascença, todos os recém- nascidos que fossem deficientes ou até mesmo mais fracos. Se esta tradição perdurasse até aos nossos dias, quem sabe talvez, algum, dos que tanto defendem esta "tradição ," não estaria na lista a ser eliminado? Pensem nisto. Quanto aos circos com animais, lembro, que começaram por incluir números com pessoas deficientes ou melhor dizendo, diferentes das outras , tais como: anões, gigantes e outros infelizes que eram obra de riso e troça dos demais .Todos eram aproveitados para exploração e lucro de gananciosos donos de circo. Quanto às aves exóticas, exibidas nas ruas, alguém argumentou, que algumas destas já haviam nascido em cativeiro. Partindo deste pressuposto, hoje ainda seria possível haver escravos, se estes , tivessem nascido em cativeiro. Poderia alongar-me em muito mais considerações, mas creio que isto chega. Gostaria pois, de dar os parabéns à C.M.F. pela sua coragem e fazer a Mudança que prometeu. Não é fácil mudar mentalidades. Foi pioneira no país e já se fala, (segundo uma reportagem da Sic ) que a cidade de Lisboa poderá ser a segunda do país a seguir-lhe o exemplo. Num país de políticos acomodados e conservadores, fazer a diferença é obra! Continuação de Boas Festas a todos com menos sofrimento animal, é o que desejo a todos. Quinta, 25 de Dezembro de 2014

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Partido PAN acorre em defesa da lei que restringe presença de animais no circo

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

23-12-2014

URL:: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=752980

HOJE às 18:56 O Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN) acorreu hoje em defesa da legislação que restringe a presença de animais nos circos, considerando que os bichos são mantidos nestes recintos em condições indignas. "A lei acerca dos animais no circo, aprovada em 2009, está em linha com uma evolução civilizacional que se tem registado por todo o mundo (Áustria, Costa Rica, Finlândia, Índia, Singapura ou, mais recentemente, México, só para dar alguns exemplos) e que assenta na noção de que estes animais são mantidos em condições indignas e altamente prejudiciais ao seu bem-estar físico e emocional", refere o PAN numa nota enviada à Lusa. A reação do PAN surge depois de Miguel Chen, empresário que gere o circo com o mesmo nome, ter defendido à Lusa que "o animal faz parte do circo", que as pessoas gostam de ver os bichos e que legislação resultou de "lóbis montados" contra os circos, os "elos mais fracos". Miguel Chen, que adiantou ter já mandado castrar todos os seus animais, como prevê a lei, recusou o argumento de maus-tratos aos bichos, questionando por que a restrição do uso de animais em espetáculos não se aplica, por exemplo, às touradas. Uma portaria publicada em outubro de 2009 proíbe a aquisição de novos animais para circos, como elefantes, leões, macacos ou tigres, entre outros, e a reprodução dos que já existem nesses recintos. Para o porta-voz do PAN, André Silva, citado na mesma nota, a propósito do circo, "não há nada de maravilhoso em manter animais selvagens cativos, treiná-los para terem comportamentos antinaturais que lhes causam sofrimento, e expô-los durante alguns minutos a uma plateia, com o pretenso intuito de a entreter". Diário Digital com Lusa

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PAN critica "pretenso intuito de entretenimento" dos animais nos circos

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

23-12-2014

Meio:

PT Jornal Online

Autores:

João Miguel Ribeiro

URL:: http://www.ptjornal.com/politica/2014/12/23/pan-critica-pretenso-intuito-de-entretenimento-dos-animaisnos-circos.html

O comentário de Miguel Chen sobre a lei de animais nos circos, que o empresário afirmou ser ditada por "lóbis", esteve na base da reação do PAN. "Não há nada de maravilhoso em manter animais selvagens cativos" em nome do "pretenso intuito de entretenimento", diz André Silva. Os circos continuam a contestar a portaria de outubro de 2009 sobre os animais nos espectáculos circenses, mas há também quem conteste essa contestação. É o caso do Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), que emitiu um comunicado como resposta à entrevista que o responsável pelo circo Chen, Miguel Chen, concedeu hoje à agência Lusa. "A lei acerca dos animais no circo, aprovada em 2009, está em linha com uma evolução civilizacional que se tem registado por todo o mundo e que assenta na noção de que estes animais são mantidos em condições indignas e altamente prejudiciais ao seu bem-estar físico e emocional", argumentou o partido, num texto enviado à Lusa. A nota refere "alguns exemplos" desses países que têm atualizado o quadro legal sobre o uso de animais em espetáculos circenses: Áustria, Costa Rica, Finlândia, Índia, Singapura e México. De acordo com o porta-voz André Silva, citado no comunicado do PAN, "não há nada de maravilhoso em manter animais selvagens cativos, treiná-los para terem comportamentos antinaturais que lhes causam sofrimento, e expô-los durante alguns minutos a uma plateia, com o pretenso intuito de a entreter". E as touradas? As declarações de Miguel Chen foram proferidas como um balanço aos cinco anos da portaria de outubro de 2009, que proíbe os circos de adquirirem novos animais. Afirmando que essa lei foi ditada por "lóbis", o empresário circense lamentou que os circos sejam "os elos mais fracos", lembrando que há animais que continuam a ser utilizados em espetáculos. "Nós gostávamos também de nos juntar aos poderosos", afirmou Miguel Chen, levantando algumas questões: "A questão das touradas? Nós somos pró touradas, temos de ser tratados é como são tratadas as touradas. Vivam as touradas, eu gosto de touros. E será que os golfinhos não são animais? Ou será que são só animais os do circo?" Terça-feira, 23 Dezembro 2014 19:50 | João Miguel Ribeiro

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A6

ID: 57230469

23-12-2014

Agnes Freitas Deputada do PAN na ALRAM

Queremos um planeta ecologicamente correto! A mãe Natureza cada vez mais mostra a sua indignação e revolta contra os nossos caprichos. Ao longo de séculos, o ser humano tem vindo a usar a inteligência para transferir lagos, espremer solos, torturar florestas, aniquilar montanhas e agonizar ecossistemas. Tornar as cidades sustentáveis, reduzir os gastos de água e diminuir a emissão de gases nocivos à nossa atmosfera, deveria ser a maior preocupação mundial. No entanto, a sociedade vai mecanicamente satisfazendo a economia mundial e as extravagâncias das cidades, ignorando as feridas ambientais que vão abrindo em vários pontos do mundo, chagando a nossa vida na Terra.

Esta nossa “brincadeira” com o equilíbrio do meio ambiente altera a composição dos gases atmosféricos que, como um escudo defensivo, impedem que os raios solares excessivos refletidos da Terra voltem para o espaço. Este desequilíbrio energético do planeta provoca-lhe um excedente aquecimento térmico (o chamado aquecimento global) que nos está a levar ao abismo. Então, afinal o que provoca a destruição do ar saudável do planeta? Os tais caprichos do ser humano: a queima de combustíveis fósseis, o desmatamento e a crescente indústria. E o que resulta deste desequilíbrio ambiental? O derretimento das calotas pola-

res, as mudanças climáticas, a subida do nível dos oceanos, as catástrofes naturais, as secas, a extinção de espécies, a destruição de ecossistemas e as ondas de calor. O Mar de Aral, com uma área de 68 mil quilómetros quadrados, ex-situado na Ásia Central (digo ex-situado porque deixou de existir) era um dos maiores lagos do mundo. O assassinato ambiental deste mar começou em 1960 quando decidiram desviar as águas dos braços dos seus rios para regar milhões de hectares de algodão. Agora, onde em tempos existiu um mar repleto de vegetação e animais e que dava subsistência aos povos circundantes, encontramos um arenoso deserto salgado repleto de restos mortais de conchas e químicos dos pesticidas usados outrora. Nem uma gota de água restou para suster os barcos que por lá jazem enferrujados. Quanto às pessoas que lá viviam, mudaram-se como o mar, doentes com a herança criada por eles próprios. Outro “belo” exemplo de como a degradação ambiental levou ao colapso de uma sociedade, é o desaparecimento dos famosos Rapa Nui da ilha inicialmente chamada de “umbigo do mundo” (Ilha da Páscoa, situada no Chile-Polinésia) e conhecida pelas suas cerca de 887 colossais estátuas de pedra – os moais (com estaturas entre 1 e 10 metros). O excessivo crescimento da população de Rapa Nui levaram-nos a usar exaustivamente os recursos oferecidos pela natureza. Na ânsia obsessiva da construção dos gigantescos e enigmáticos moais e com a necessidade de alimentar a sua sobre população desmataram a ilha e cansaram os campos de cultivo. Hoje a ilha está vazia de gente e de recursos naturais, mas coberta de terra infértil e estátuas de pedra. É mais-que-urgente refletirmos sobre estas catástrofes causadas pela ambição

Tiragem: 11000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 25,00 x 25,73 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

humana em comercializar a Natureza! E por isso mesmo, queremos um planeta ecologicamente correto! Ora vejamos Freiburg, na Alemanha! Esta cidade (reconstruída depois da segunda guerra mundial) é o modelo a copiar nas restantes cidades do mundo! É uma cidade sorridente que vive sustentada pela consciência ecológica e pela preservação do meio ambiente: a poluição de dióxido de carbono é zero; o número de bicicletas é o dobro dos automóveis; toda a cidade é abastecida energicamente por 1780 painéis solares; e as casas têm isolamento térmico e vidros duplos para

que não seja necessário aquecimento elétrico nos dias mais frios. É verdade que construções destas são cerca de 10% mais caras que as regulares, porém poupam 90% da eletricidade outrora usada. Nesta cidade-modelo de amor por tudo e por todos, assistimos a práticas comportamentais de respeito pelo ambiente, assim como a possibilidade real do ser humano viver em sintonia e harmonia com o planeta! Espero sinceramente que deixemos de ser teimosos e um dia a Terra se transforme num planeta ecologicamente correto para o bem de tudo e de todos! l

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A7

ID: 57176450

21-12-2014

Tiragem: 28538

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,30 x 30,80 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 7


ID: 57176450

21-12-2014

Tiragem: 28538

Pág: 19

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 16,56 x 30,49 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

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ID: 57176450

21-12-2014

Tiragem: 28538

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 5,29 x 7,53 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

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A10

"Não saímos de Portugal. Aqui sou rei, lá fora ninguém me conhece"

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

21-12-2014

Meio:

Diário de Notícias Online

Autores:

Inês Banha

URL:: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4307775

Victor Hugo Cardinali tem 58 anos e passou a vida rodeado "do cheiro a serradura na pista". Pede àqueles que pedem a proibição de usar animais nos espetáculos que o "deixem trabalhar". A Assembleia Municipal de Lisboa recomendou à câmara que não emita licenças a espetáculos circenses que incluam a exibição ou o uso de animais. Como vê esta decisão, que surgiu na sequência de uma proposta do Partido pelos Animais e pela Natureza? Não concordo com isso. É um espetáculo de séculos, o circo tradicional tem de ter animais. Se o circo funcionasse sem animais, há muitos anos que os circos não tinham animais. As pessoas querem ver os animais. Há outro tipo de espetáculos que existem que não têm animais, mas o circo tradicional tem de ter. Nós, quando chegamos às cidades, a primeira coisa que perguntam é pelos animais. Aliás, a boa informação sobre isso é quando termino um espetáculo perguntarem às pessoas do que é que gostaram, ou se gostam com ou sem animais. Isso é que deviam fazer. No fundo, nesse novo partido são radicais. As pessoas que gostam de circo com animais vêm ver, as que não gostam não vêm. Vão ao Cirque du Soleil, que também é bonito mas não é para o público do circo tradicional. Os meus animais são mais bem tratados do que alguns seres humanos. Como são tratados no circo Victor Hugo Cardinali? Comem feno do melhor, ração, cenouras, são desinfetados, lavados. Se um animal está doente, ao fim de duas horas está um veterinário ao pé dele. Um ser humano espera sete, oito meses para ir a uma consulta e, quando tem vaga, ligam para casa e já não é preciso, já morreu. Vivem melhor do que esses seres humanos. Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN por Inês Banha

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A11

Kim Jong-un: o nome proibido

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Tribuna da Madeira Online

Data Publicação:

18-12-2014

URL:: http://www.tribunadamadeira.pt/?p=32976

Adaptando este titulo a realidade madeirense será: Dr. Alberto João Jardim o nome proibido, e é assim o começo desta história fantástica que relata a "Guerra" interna pela liderança do Partido Social Democrata na RAM, uma historia que para percebermos melhor teremos que recuar mais de trinta anos. Durante este período uma governação cheia de ilusões para com o povo madeirense sempre utilizando a desculpa de "É do interesse da população", quando o verdadeiro interesse era o crescimento e desenvolvimento de um certo grupo restrito de pessoas, com isso, esta terrível gestão acabou com o desenvolvimento sustentável, económico e social. Andaram a brincar como se de um jogo de monopólio trata-se, sendo estes domínios de gestão ruinosa e agora esta geração de jovens e as próximas que se "desenrasquem", aplicaram milhões e milhões de euros em infraestruturas desnecessárias, muitas destas deixadas ao abandono, podendo canalizar estas verbas para áreas que realmente teriam algum impacto na nossa economia e bem-estar. E com isso temos uma região com uma divida de 7,5 mil milhões de euros e sem condições para pagar a mesma. Com esta estagnação económica e austeridade o efeito reflete-se nas oportunidades de emprego, cada vez mais existe jovens formados em diferentes áreas na nossa região e mercado de trabalho é igual a zero, faz com que estas pessoas tenham que sair da ilha para encontrar uma "chance" de emprego na área que os completa, sendo que muitas destas pessoas passaram por extremas dificuldade para terminar os seus estudos, algo que poderia ter sido corregido pelo nosso governo. Mas esta má gestão está a vista de todos, estamos com um desastroso serviço de saúde, sistema de educação terrível, cultura nem vê-la e por aqui caminhamos sendo esta a pequena ponta do Iceberg, mas muitos ainda acreditam que foi em prol da sociedade madeirense. Mas voltando ao verdadeiro tema deste artigo, agora aparecem "n" candidatos a liderança do PSD/Madeira, sendo todos rotulados de salvadores do partido querendo quebrar com os vícios, tradições e costumes dentro do mesmo, mas... Espera lá algo confunde me agora. Não foram todos estes candidatos "acolhidos" pelo atual Líder, que durante anos e anos estiveram envolvidos no sistema "monopolizado" que destrui-o a nossa região??? Que utilizaram este sistema para controlar o próprio crescimento económico??? Agora todos eles não foram de acordo com a maneira que a região foi governada? Agora todos eles revoltam-se com o "Pai" que os acolheu com muito amor e carinho?? Sinceramente parece que estamos perante um filme realizado pelo Emir Kusturica, um perito no que toca a sátira. O verdadeiro problema da questão é que é pura REALIDADE e mais uma vez saliento, esta a vista de todos, só para quem realmente não quer ver. Se esta situação fosse na época medieval teríamos o "Rei" com os dias contados e os seus filhos ansiosos para serem coroados, entre eles, um intitulado de "il preferiti" e o resto a utilizar todas as artimanhas possíveis e imaginarias para alcançarem o "cadeirão" do poder. A mentalidade das pessoas da nossa região esta a mudar e espero que estes erros sirvam de lição para todos nós, para que futuramente possamos escolher um governo com um melhor sentido de gestão. Para concluir Kim Jong-Un esperemos que só este e mais nenhum. Duarte Martins Simpatizante do PAN Madeira 10:00, 18 Dezembro, 2014

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Duração: 00:54:46

Antena 1 - Antena Aberta ID: 57120844

OCS: Antena 1 - Antena Aberta

17-12-2014 11:03

"Antena Aberta" http://www.pt.cision.com/s/?l=52d3ebc8

Programa "Antena Aberta", o PSD continua a entender tal como o CDS, que ainda não é tempo oportuno para falar e decidir sobre o futuro da coligação governamental. DEve a coligação que suporta o Governo continuar? Como avalia as declarações mais recentes de António Costa, que relembrou os tempos do bloco central com a liderança de Mário Soares no governo protagonizado pelo PS e PSD entre 83 e 85? Comentários de Marco António do PSD, de António Costa do PS, de Ferro Rodrigues do PS, de Luís Delgado, comentador de política, de Carlos Jalali, diretor do mestrado em ciência política da Universidade de Aveiro e de vários ouvintes.

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Destak.pt

Data Publicação:

17-12-2014

URL:: http://www.destak.pt/artigo/214144-assembleia-municipal-de-lisboa-aprova-orcamento-para-2015-enovas-taxas

Actualidade 17 | 12 | 2014

11.12H

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN).

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Orçamento da Câmara de Lisboa aprovado sob chuva de críticas da oposição

Tipo Meio:

Internet

Meio:

LxNotícias Online

Data Publicação:

17-12-2014

URL:: http://www.lxnoticias.pt/noticias/942-orcamento-da-camara-de-lisboa-aprovado-sob-chuva-de-criticasda-oposicao.html

quarta, 17 dezembro 2014 00:27 Com os votos contra do PSD, PCP, BE, PEV, CDS BE e MPT, a Assembleia Municipal de Lisboa também aprovou a criação da Taxa Municipal Turística e da Taxa de Protecção Civil. Depois de mais de quatro horas de debate, o orçamento da Câmara de Lisboa para 2015 e as taxas que irão vigorar nesse ano, incluindo a turística e a de protecção civil, foram aprovados pela Assembleia Municipal. Da direita à esquerda, repetiram-se as críticas contra a diminuição do investimento camarário e o aumento da carga fiscal sobre os munícipes. A apresentação das propostas esteve a cargo do vice-presidente do município, que destacou que o orçamento para o próximo ano "é, em primeiro lugar, um orçamento de resposta às preocupações da cidade". Nesse sentido, diz Fernando Medina, "mantém-se a prioridade de investimento nos direitos sociais, na sua mais ampla, moderna e abrangente visão". Entre as obras concretizar em 2015, o autarca socialista apontou a requalificação de três núcleos habitacionais municipais (os bairros da Boavista e Padre Cruz e as Torres do Alto da Eira) e de cerca de 15 escolas. Fernando Medina aproveitou ainda para anunciar que vem aí "um novo ciclo de investimento", com obras no Teatro Variedades (no Parque Mayer) e na frente ribeirinha (Campo das Cebolas e Cais do Sodré e "posteriormente" Belém) e com o avançar do projecto Uma Praça em Cada Bairro. Fernando Medina sublinhou também a aposta que se pretende fazer "no serviço público do município", nomeadamente na "manutenção de vias públicas, saneamento e higiene urbana". Já no fim da sua intervenção o autarca insistiu na tese, que tem repetido frequentemente, de que em 2015 Lisboa vai ter "uma política fiscal de apoio às famílias", com "impostos em baixa". Uma ideia que foi retomada mais à frente pelo presidente da câmara, António Costa, segundo quem a opção tomada foi "baixar os impostos que todos pagam e aumentar as taxas que só alguns pagam ou que são pagas em função do consumo". Com a entrada em cena dos deputados da oposição, quase parecia que era de outro orçamento que se estava a falar. As hostilidades foram abertas por António Ferreira de Lemos, do CDS, que criticou a "gula fiscal de uma câmara que pouco fez para diminuir as suas enormes despesas de funcionamento". O deputado centrista acusou o executivo presidido por António Costa de, "despudoradamente, criar impostos encapotados", como a Taxa Municipal de Protecção Civil, e assim "enganar os lisboetas". Também o líder da bancada do PSD dedicou especial atenção a essa nova taxa, que considerou ser "um esquema de financiamento da Câmara de Lisboa, que António Costa e o seu executivo

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encontraram para fazer frente à excessiva despesa estrutural, que são incapazes de reduzir". Segundo Sérgio Azevedo, 2015 será o ano em que se assistirá ao "maior aumento de taxas de que o município provavelmente tem memória", sendo que em sua opinião nenhuma das novas taxas "servirá para a melhoria dos serviços" que são prestados pela autarquia. O orçamento para o próximo ano é, afirmou o deputado social-democrata, "o corolário de uma câmara diminuta e aprisionada à sua fragilidade económico-financeira e aos riscos que a médio prazo ela comporta". É, acrescentou, "um orçamento virado para dentro, para o umbigo da câmara", marcado negativamente pela diminuição do investimento "nas pessoas, na integração, na segurança, na inovação, na criação de emprego, no desenvolvimento". "É muito pobre a filosofia subjacente a este orçamento", corroborou depois o seu colega de bancada Victor Gonçalves, considerando que está em causa "um brutal aumento de encargos para as famílias". Já o PCP afirmou, pela voz de Carlos Silva Santos, que se exigia "outra política, outro orçamento", acrescentando que é visível "a falta de empenho em bandeiras que têm representado tanta propaganda", nomeadamente ao nível da inclusão social e da cultura. No final do debate, o líder da bancada comunista arrancou gargalhadas e aplausos, incluindo dos partidos à direita, ao dizer que aquilo que a câmara promete para 2015 "é poucochinho". Cláudia Madeira, do PEV, criticou "o aumento do encargo fiscal para os lisboetas, ao mesmo tempo que se diminui o investimento em áreas prioritárias, como a área social e a reabilitação". "As pessoas vão pagar mais mas não se vai investir na sua qualidade de vida", criticou. "Não podem ser sempre os mesmos a pagar", sublinhou por sua vez a bloquista Isabel Pires, acusando o executivo presidido por António Costa de ter "as prioridades trocadas". No debate desta terça-feira também se ouviram elogios às propostas da câmara, designadamente de Miguel Santos, do PAN, para quem o orçamento para o próximo ano "revela muito boas intenções e bons projectos para o município". E dos Cidadãos por Lisboa, que, pelas vozes de Ana Gaspar e de Fernando Nunes da Silva, enalteceram as preocupações sociais demonstradas pelo executivo. Fonte: Público

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ID: 57113139

17-12-2014

Tiragem: 34940

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,54 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Orçamento aprovado entre críticas a mais taxas e falta de investimento Com os votos contra do PSD, PCP, BE, PEV, CDS, BE e MPT, a Assembleia Municipal de Lisboa aprovou a criação da taxa municipal turística e da taxa de protecção civil CARLOS LOPES

Câmara de Lisboa Inês Boaventura Depois de mais de quatro horas de debate, o orçamento da Câmara de Lisboa para 2015 e as taxas que irão vigorar nesse ano, incluindo a turística e a de protecção civil, foram aprovados pela Assembleia Municipal. Da direita à esquerda, repetiram-se as críticas contra a diminuição do investimento camarário e o aumento da carga fiscal sobre os munícipes. A apresentação das propostas esteve a cargo do vice-presidente do município, que destacou que o orçamento para o próximo ano “é, em primeiro lugar, um orçamento de resposta às preocupações da cidade”. Nesse sentido, diz Fernando Medina, “mantém-se a prioridade de investimento nos direitos sociais, na sua mais ampla, moderna e abrangente visão”. Entre as obras concretizar em 2015, o autarca socialista apontou a requalificação de três núcleos habitacionais municipais (os bairros da Boavista e Padre Cruz e as Torres do Alto da Eira) e de cerca de 15 escolas. Fernando Medina aproveitou ainda para anunciar que vem aí “um novo ciclo de investimento”, com obras no Teatro Variedades (no Parque Mayer) e na frente ribeirinha (Campo das Cebolas e Cais do Sodré e “posteriormente” Belém) e com o avançar do projecto “Uma Praça em cada Bairro”. Fernando Medina sublinhou também a aposta que se pretende fazer “no serviço público do município”, nomeadamente na “manutenção de vias públicas, saneamento e higiene urbana”. Já no fim da sua intervenção, o autarca insistiu na tese, que tem repetido frequentemente, de que em 2015 Lisboa vai ter “uma política fiscal de apoio às famílias”, com “impostos em baixa”. Uma ideia que foi retomada mais à frente pelo presidente da câmara, António Costa, segundo quem a opção tomada foi “baixar os impostos que todos pagam e aumentar as taxas que só alguns pagam ou que são pagas em função do consumo”. Com a entrada em cena dos deputados da oposição, quase parecia que era de outro orçamento que se estava a falar. As hostilidades foram abertas por António Ferreira de Lemos, do

CML diz que em 2015 terá uma política fiscal de apoio às famílias mas oposição vê o contrário CDS, que criticou a “gula fiscal de uma câmara que pouco fez para diminuir as suas enormes despesas de funcionamento”. O deputado centrista acusou o executivo presidido por Costa de, “despudoradamente, criar impostos encapotados”, como a taxa municipal de protecção civil, e assim “enganar os lisboetas”. Também o líder da bancada do PSD dedicou especial atenção a essa nova taxa, que considerou ser “um esquema de financiamento da Câmara de Lisboa que António Costa e o seu executivo encontraram para fazer frente à excessiva despesa estrutural, que são incapazes de reduzir”. Segundo Sérgio Azevedo, 2015 será o ano em que se assistirá ao “maior aumento de taxas de que o município provavelmente tem memória”, sendo que, em sua opinião, nenhuma das novas taxas “servirá para a melhoria dos serviços” que são prestados pela autarquia. O orçamento para o

próximo ano é, afirmou o deputado social-democrata, “o corolário de uma câmara diminuta e aprisionada à sua fragilidade económico-financeira e aos riscos que a médio prazo ela comporta”. É, acrescentou, “um orçamento virado para dentro, para o umbigo da câmara”, marcado negativamente pela diminuição do investimento “nas pessoas, na integração, na segurança, na inovação, na criação de emprego, no desenvolvimento”. “É muito pobre a filosofia subjacente a este orçamento”, corroborou depois o seu colega de bancada Victor Gonçalves, considerando que está em causa “um brutal aumento de encargos para as famílias”. Já o PCP afirmou, pela voz de Carlos Silva Santos, que se exigia “outra política, outro orçamento”, acrescentando que é visível “a falta de empenho em bandeiras que têm representado tanta propaganda”, nomeadamente ao nível da inclusão social e da cultura.

No final do debate, o líder da bancada comunista arrancou gargalhadas e aplausos, incluindo dos partidos à direita, ao dizer que aquilo que a câmara promete para 2015 “é poucochinho”. Cláudia Madeira, do PEV, criticou “o aumento do encargo fiscal para os lisboetas, ao mesmo tempo que se diminui o investimento em áreas prioritárias, como a área social e a reabilitação”. “As pessoas vão pagar mais, mas não se vai investir na sua qualidade de vida”, criticou. “Não podem ser sempre os mesmos a pagar”, sublinhou por sua vez a bloquista Isabel Pires, acusando o executivo de ter “as prioridades trocadas”. No debate de ontem também se ouviram elogios às propostas da câmara, designadamente de Miguel Santos, do PAN, para quem o orçamento para o próximo ano “revela muito boas intenções e bons projectos para o município”. E dos Cida-

dãos por Lisboa, que, pelas vozes de Ana Gaspar e de Fernando Nunes da Silva, enalteceram as preocupações sociais demonstradas pelo executivo. Hugo Xambre, do PS, considerou que o orçamento em discussão é “realista, de rigor, transparente e mostra a boa saúde das contas da câmara”. Já o líder de bancada, Rui Paulo Figueiredo, apontou o dedo à oposição, por se limitar a criticar sem apresentar “ideias alternativas”. O orçamento acabou por ser aprovado, com os votos contra do PSD, PCP, BE, PEV, CDS e MPT. Os mesmos seis partidos votaram contra a criação da taxa municipal de protecção civil e da taxa turística. António Arruda, do MPT, foi um dos deputados que se pronunciaram contra a última dessas taxas, dizendo que a câmara “não presta um serviço que justifique a sua aplicação”, o que poderá levantar “questões legais, de legitimidade”.

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas | Jornal Açores 9

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Açores 9 Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.jornalacores9.net/economia/assembleia-municipal-de-lisboa-aprova-orcamento-para-2015-enovas-taxas/

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. 21h50 - 16 de Dezembro de 2014 | As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), Partido Ecologista Os Verdes (PEV), PCP, PSD, Movimento Partido da Terra (MPT) e CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de abril, exceto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efetuada em 2016. Na discussão de hoje, que precedeu a votação, um dos assuntos mais abordados pelos partidos da oposição foi a criação das novas taxas municipais. António Ferreira de Lemos, do CDS-PP, classificou as taxas de "impostos encapotados", considerando que "vão penalizar duplamente um setor em progresso: turismo, hotelaria e restauração". Além disso, para o deputado centrista, "revelam total insensibilidade e nenhuma solidariedade por outros municípios". "As taxas foram pouco e mal pensadas", disse, referindo que a sua cobrança é "complexa, cara e depende de terceiros". O deputado do PSD Sérgio Azevedo alegou que o orçamento para 2015 inclui "o maior aumento de taxas de que o município terá memória". "Nenhuma das novas taxas servirá para melhorar serviços. Sendo que as taxas, principalmente a de Proteção Civil, são para financiar a Câmara de Lisboa", referiu, acrescentando que "o objetivo das taxas é permitir que o executivo crie uma almofada financeira". Para o PCP, pela voz do deputado Carlos Silva Santos, a Taxa Municipal Turística é um "projeto mal

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preparado, polémico e de efeito retardado" que terá um "duvidoso contributo para desenvolvimento sustentável e de qualidade do município". Já António Arruda, do MPT, entende que a taxa de dormidas "poderá fazer algum sentido, uma vez que é aplicada noutras cidades europeias, e não irá colocar em causa a competitividade do setor". "No entanto, discordamos totalmente da taxa de desembarque. Os preços cobrados já incluem muitas taxas e, neste caso, a Câmara não presta qualquer serviço que justifique cobrança de uma taxa. Com que legitimidade é cobrada taxa a uma pessoa que fica alojada em Cascais ou Sintra?", referiu. O MPT mostrou-se ainda contra a Taxa de Proteção Civil, alegando que "a Proteção Civil deve ser garantida pelos serviços do Estado, sem pagamento extra por cidadãos e empresas". O mesmo foi defendido pela deputada Carla Madeira, do PEV, que considerou que a Proteção Civil "precisa de investimento", mas "não deveriam ser os munícipes a pagar, mas sim a Câmara". Também o BE deixou críticas à criação da Taxa de Proteção Civil, com Ricardo Robles a defender que "a gestão do Regimento de Sapadores Bombeiros e o seu financiamento não se resolvem com criação desta ou de outras taxas". Já em relação à Taxa Municipal Turística, "o que poderia ser uma boa ideia, fazer com que quem visita possa contribuir para o município, transforma-se numa medida desastrosa". "Cobra-se o mesmo a um jovem num hostel e a um executivo num hotel 5 estrelas e impõe-se no aeroporto uma espécie de portagem feudal", afirmou. O vice-presidente da autarquia, Fernando Medina, garantiu que o orçamento hoje aprovado é "um investimento no futuro da cidade". Este orçamento, que "mantém como prioridade o investimento nos direitos sociais (educação, habitação e vida digna para todos)", é também "de investimento no núcleo central do serviço publico do município (saneamento, higiene urbana, manutenção de vias públicas)". Fernando Medina reiterou que a Câmara de Lisboa "apresenta os impostos mais baixos de toda a área metropolitana de Lisboa". Em 2015 arranca, de acordo com o vice-presidente da câmara, um "novo ciclo de investimento, com o início das obras no Teatro Variedades, com o arranque do projeto 'uma praça em cada bairro', a continuação da reabilitação da frente ribeirinha e o corredor ver de Alcântara".

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Correio da Manhã Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/assembleia_municipal_de_lisboa_aprova_orcamento_para_20 15_e_novas_taxas.html

16.12.2014 A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). Lusa

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas | Finanças | Dinheiro Digital

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário Digital Online - Dinheiro Digital Online

16-12-2014

URL:: http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=224360

HOJE às 21:22 A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). Dinheiro Digital / Lusa

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Expresso Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://expresso.sapo.pt/assembleia-municipal-de-lisboa-aprova-orcamento-para-2015-e-novastaxas=f902946

Lisboa, 16 dez (Lusa) -- A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). |20:57 Terça feira, 16 de dezembro de 2014

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/assembleia-municipal-lisboa-aprova-orcamento-2015-novas-taxas

A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de Abril, excepto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efectuada em 2016 A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Protecção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Protecção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de Abril, excepto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efectuada em 2016. jornal i com agência lusa

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Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Negócios Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/autarquias/detalhe/assembleia_municipal_de_lisboa_aprova_orcame nto_para_2015_e_novas_taxas.html

16 Dezembro 2014, 21:01 por Lusa A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Protecção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Protecção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de Abril, excepto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efectuada em 2016.

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Notícias ao Minuto - Assembleia Municipal aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/economia/322312/assembleia-municipal-aprova-orcamento-para2015-e-novas-taxas

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. Lusa 20:57 - 16 de Dezembro de 2014 | Por Lusa As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. PUB Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido PessoasAnimais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de abril, exceto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efetuada em 2016. 20:57 - 16 de Dezembro de 2014 | Por

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Orçamento da CML aprovado, entre críticas por excesso de taxas e falta de investimento - PÚBLICO

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/orcamento-da-cml-aprovado-entre-criticas-por-excesso-de-taxas-efalta-de-investimento-1679670

16/12/2014 - 22:25 Orçamento da CML aprovado, entre críticas por excesso de taxas e falta de investimento Por Inês Boaventura 16/12/2014 - 22:25 Com os votos contra do PSD, PCP, BE, PEV, CDS BE e MPT, a Assembleia Municipal de Lisboa também aprovou a criação da Taxa Municipal Turística e da Taxa de Protecção Civil Depois de mais de quatro horas de debate, o orçamento da Câmara de Lisboa para 2015 e as taxas que irão vigorar nesse ano, incluindo a turística e a de protecção civil, foram aprovadas pela Assembleia Municipal. Da direita à esquerda, repetiram-se as críticas contra a diminuição do investimento camarário e o aumento da carga fiscal sobre os munícipes. A apresentação das propostas esteve a cargo do vice-presidente do município, que destacou que o orçamento para o próximo ano "é, em primeiro lugar, um orçamento de resposta às preocupações da cidade". Nesse sentido, diz Fernando Medina, "mantém-se a prioridade de investimento nos direitos sociais, na sua mais ampla, moderna e abrangente visão". Entre as obras concretizar em 2015, o autarca socialista apontou a requalificação de três núcleos habitacionais municipais (os bairros da Boavista e Padre Cruz e as Torres do Alto da Eira) e de cerca de 15 escolas. Fernando Medina aproveitou ainda para anunciar que vem aí "um novo ciclo de investimento", com obras no Teatro Variedades (no Parque Mayer) e na frente ribeirinha (Campo das Cebolas e Cais do Sodré e "posteriormente" Belém) e com o avançar do projecto Uma Praça em Cada Bairro. Fernando Medina sublinhou também a aposta que se pretende fazer "no serviço público do município", nomeadamente na "manutenção de vias públicas, saneamento e higiene urbana". Já no fim da sua intervenção o autarca insistiu na tese, que tem repetido frequentemente, de que em 2015 Lisboa vai ter "uma política fiscal de apoio às famílias", com "impostos em baixa". Uma ideia que foi retomada mais à frente pelo presidente da câmara, António Costa, segundo quem a opção tomada foi "baixar os impostos que todos pagam e aumentar as taxas que só alguns pagam ou que são pagas em função do consumo". Com a entrada em cena dos deputados da oposição, quase parecia que era de outro orçamento que se estava a falar. As hostilidades foram abertas por António Ferreira de Lemos, do CDS, que criticou a "gula fiscal de uma câmara que pouco fez para diminuir as suas enormes despesas de funcionamento". O deputado centrista acusou o executivo presidido por António Costa de, "despudoradamente, criar impostos encapotados", como a Taxa Municipal de Protecção Civil, e assim "enganar os lisboetas". Também o líder da bancada do PSD dedicou especial atenção a essa nova taxa, que considerou ser "um esquema de financiamento da Câmara de Lisboa, que António Costa e o seu executivo encontraram para fazer frente à excessiva despesa estrutural, que são incapazes de reduzir".

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Segundo Sérgio Azevedo, 2015 será o ano em que se assistirá ao "maior aumento de taxas de que o município provavelmente tem memória", sendo que em sua opinião nenhuma das novas taxas "servirá para a melhoria dos serviços" que são prestados pela autarquia. O orçamento para o próximo ano é, afirmou o deputado social-democrata, "o corolário de uma câmara diminuta e aprisionada à sua fragilidade económico-financeira e aos riscos que a médio prazo ela comporta". É, acrescentou, "um orçamento virado para dentro, para o umbigo da câmara", marcado negativamente pela diminuição do investimento "nas pessoas, na integração, na segurança, na inovação, na criação de emprego, no desenvolvimento". "É muito pobre a filosofia subjacente a este orçamento", corroborou depois o seu colega de bancada Victor Gonçalves, considerando que está em causa "um brutal aumento de encargos para as famílias". Já o PCP afirmou, pela voz de Carlos Silva Santos, que se exigia "outra política, outro orçamento", acrescentando que é visível "a falta de empenho em bandeiras que têm representado tanta propaganda", nomeadamente ao nível da inclusão social e da cultura. No final do debate, o líder da bancada comunista arrancou gargalhadas e aplausos, incluindo dos partidos à direita, ao dizer que aquilo que a câmara promete para 2015 "é poucochinho". Cláudia Madeira, do PEV, criticou "o aumento do encargo fiscal para os lisboetas, ao mesmo tempo que se diminui o investimento em áreas prioritárias, como a área social e a reabilitação". "As pessoas vão pagar mais mas não se vai investir na sua qualidade de vida", criticou. "Não podem ser sempre os mesmos a pagar", sublinhou por sua vez a bloquista Isabel Pires, acusando o executivo presidido por António Costa de ter "as prioridades trocadas". No debate desta terça-feira também se ouviram elogios às propostas da câmara, designadamente de Miguel Santos, do PAN, para quem o orçamento para o próximo ano "revela muito boas intenções e bons projectos para o município". E dos Cidadãos por Lisboa, que, pelas vozes de Ana Gaspar e de Fernando Nunes da Silva, enalteceram as preocupações sociais demonstradas pelo executivo.

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A27

Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

RTP Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=790428&tm=6&layout=121&visual=49

16 Dez, 2014, 21:10 A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou esta terça-feira, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN). A Taxa Municipal Turística de um euro será aplicada às chegadas ao aeroporto a partir de abril, exceto no caso dos residentes em Portugal. Já a cobrança sobre as dormidas e as chegadas ao porto só será efetuada em 2016. TAGS:Anis, Proteção, Lusa

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A28

Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Sapo Online - Sapo Notícias da Agência Lusa

16-12-2014

URL:: http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/assembleia-municipal-de-lisboa-aprova-orcamento-para-2015-enovas-taxas_18621225.html

16 de Dezembro de 2014, às 20:57 A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN).

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A29

Eleições Regionais e o frenesim dos Partidos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Tribuna da Madeira Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.tribunadamadeira.pt/?p=32951

Tendo em vista as eleições regionais do próximo ano, não passa despercebido o estado de agitação febril da política exercida pelos Partidos que estão em frenética concorrência, quase sempre desleal, para verem quem melhor conquista os eleitores. No caso específico do PSD-M, a atual situação interna é de um especial frenesim de concorrência entre os seis candidatos à liderança, cada um a propor orientações políticas internas e para a governação regional que são, em muitos aspetos, fraturantes daquelas que teem sido as do líder que está em vésperas de deixar o lugar. É caso para dizer que o PSD da Madeira não mais será como dantes. O candidato ganhador nas eleições diretas determinará o futuro do Partido, já nas eleições regionais do próximo ano e no futuro. E se os candidatos perdedores alinharem com o vencedor e não criarem crispações de desnorte e desordem internas, que possam criar na opinião pública uma ideia negativa e de repulsa no voto, pode muito bem acontecer que o novo PSD-M ganhe as eleições com maioria absoluta ou seja o partido mais votado. É que a meia dúzia de candidatos à liderança teve uma virtude: a mobilização de muitos militantes que estavam desavindos com o rumo até aqui seguido no PSD-M. Muitos voltaram e houve muitas inscrições, ao ponto de ter aumentado para o dobro o número de militantes com direito a voto, face ao verificado em 2012. Este facto pode dar mais alento interno e muita mobilização junto dos madeirenses para as eleições regionais. No caso de o PSD-M não obter maioria absoluta, será curioso ver se teremos, pela primeira vez, um governo minoritário ou, pelo contrário, haverá nos partidos da oposição um que faça coligação com aquele para formar um governo estável. A míngua de poder tem levado o CDS-M a manifestar uma grande propensão para coligar-se com o PSD-M, mesmo que, por vezes, também manifeste o desejo de coligação com o PS. Mas já não vai mais para a esquerda no atual panorama partidário regional. A prova disso está no facto de, em Dezembro de 2013, José Manuel Rodrigues ter revelado o envio de uma carta aos líderes do PSD-M e PS-M a solicitar encontros para discutirem um Compromisso em Defesa da Madeira e, em Outubro do corrente ano, formulou um convite ao PS-M para uma coligação nas próximas eleições regionais. Com tais iniciativas, José Manuel Rodrigues passou um atestado de incapacidade do CDS para ganhar as eleições sozinho, revelando uma estratégia política suicida. Por sua vez, o líder do PS-M começou mais cedo - já antes do Congresso Regional realizado em Janeiro de 2014 - a propor uma coligação tendo como horizonte as eleições regionais de 2015, levado pela obcessão da vitória (relativa) nas eleições autárquicas no Funchal. O mote foi dado na sequência da reunião da Comissão Política Regional, realizada no dia 4 de outubro de 2013, com a manifestação de vontade de Victor Freitas para uma coligação com outros partidos, sendo o PS a liderá-la porque "é a principal força autárquica na Região Autónoma da Madeira". Esta posição política assassina marca o início da perda de força do PS-M na sua dinamização autónoma com vista a uma vitória nas eleições regionais. Hoje, nem sequer é possível reanimar a coligação Mudança no Funchal - a de Câmara de Lobos nas autárquicas foi um fiasco - nem o PS-M tem a certeza de ter o apoio dos "independentes" de São Vicente e muito menos dos JPP de Santa Cruz, cujo pagamento aos apoios dados pelo PS, CDS e outros foi a "rasteira política" de formar um partido. Ou seja, os socialistas e outros de Santa Cruz que integraram as listas dos JPP (não em coligação) veem-se, agora, enganados. E os dirigentes dos JPP, que concorreram como santas virgens criticando os partidos políticos, aparecem como partidários dominadores absolutos, deixando com pouca esperança os seus apoiantes de outros partidos que rejeitam, agora, a sua soberba conduta. Resta ao PS-M ganhar nos concelhos onde obteve vitória nas eleições autárquicas (Machico, Porto Moniz e Porto

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Santo), embora a lista de candidatos às eleições regionais tenha âmbito regional. Mas é preciso não esquecer que, historicamente e em quase todos os concelhos), o PS-M teve melhores resultados em eleições autárquicas que em eleições regionais. Dos restantes partidos com ação política na Região, representados ou não na Assembleia Legislativa, talvez apenas o BE, o MPT e o PAN retejam desejosos em coligar-se com o PS-M como bengala de apoio àqueles. Mas será uma coligação que poucos benefícios trará. Ficando ainda aberta a hipótese de o partido de Marinho Pinto aparecer a concorrer na Região. E se der tempo, o partido JPP . Como nada está garantido, com estratégias erradas tudo pode acontecer! gregoriogouveia.blogspot.pt 18:00, 16 Dezembro, 2014

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A31

Circo Mundial tenta cativar os madeirenses

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Tribuna da Madeira Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://www.tribunadamadeira.pt/?p=32949

Este ano, os espetáculos não apresentam números com animais Tudo a postos para que o Circo Mundial volte a mostrar um grande espetáculo ao público da Madeira e Porto Santo. No entanto, este ano Rui Mariani, o responsável pelo Circo Mundial, terá em mãos uma tarefa mais difícil, que é apresentar espetáculos sem animais. A maioria das pessoas, incluindo as crianças, apreciaram e muito os truques feitos pelos animais que o Circo Mundial já trouxe à ilha, como por exemplos: cobras, hipópotamo, crocodilos, tigres, etc. Mas um limite imposto pela autarquia do Funchal mudou o cenário do circo. Recorde-se que a referida autarquia liderada por seis partidos, entre eles o Partido dos Animais (PAN), optou por não licenciar os circos que utilizem animais e que visitem o município do Funchal durante a época natalícia. Uma medida que não foi bem aceite, tanto pelos proprietários do circo como pela população, em que alguns defendem que sem animais o circo não é a mesma coisa. Mas o espetáculo continua e o tempo tem o seu limite. Sem animais, o Circo Mundial apresenta um espetáculo que promete cativar o público de todas as idades. Quanto a novidades, Mariani traz malabaristas, trapézio, ginastas aéreos, spider-man, hulla up, palhaços (gaitinhas e Angelo Muños, convidado especial), etc. Os espetáculos estarão patentes de 12 de Dezembro a 11 de Janeiro de 2015, na Praia Formosa, nos horários: 16:00H; 18:30h e 21:3OH. O Circo Mundial destaca-se pela permanente ânsia na renovação dos seus elencos, produzindo, anualmente, espetáculos de excelente qualidade, sempre aplaudidos por milhares e milhares de espetadores. Após mais de 20 anos de espetáculo o Circo Mundial apresenta-se atualmente entre os melhores circos caminhantes da Europa. Portugal e Espanha são, atualmente, países onde o circo faz "tournée" com regularidade. Luna Park promete animação Para além dos espetáculos do Circo Mundial, a população poderá usufruir das diversões apresentadas no parque de diversões Luna Park, da responsabilidade de Rui Carvalho. O Luna Park, sediado na Praia Formosa, estará aberto até ao dia 11 de janeiro de 2015, das 15:00H até à 01:00H da madrugada. Ás quartas-feiras será o Dia do Euro . 17:00, 16 Dezembro, 2014

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A32

Assembleia Municipal de Lisboa aprova orçamento para 2015 e novas taxas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Visão Online

Data Publicação:

16-12-2014

URL:: http://visao.sapo.pt/assembleia-municipal-de-lisboa-aprova-orcamento-para-2015-e-novastaxas=f804714

Terça feira, 16 de Dezembro de 2014 | Lisboa, 16 dez (Lusa) -- A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, o orçamento camarário para 2015, que inclui a criação das novas taxas municipais de Proteção Civil e Turística, passando esta pela cobrança de dormidas e entradas aeroportuárias e portuárias. As Grandes Opções do Plano (GOP) e o Orçamento de 698,5 milhões de euros foram aprovados com os votos contra do Bloco de Esquerda (BE), do Partido Ecologista Os Verdes (PEV), do PCP, do PSD, do Movimento Partido da Terra (MPT) e do CDS-PP. Registou-se a mesma votação (realizada em separado) na aprovação das taxas municipais Turística e de Proteção Civil. Tanto estas taxas como as GOP e o Orçamento foram aprovadas com os votos favoráveis do PS (que lidera a Câmara com maioria), dos cinco deputados independentes eleitos nas listas socialistas, do partido Pessoas-Animais Natureza (PAN) e do Parque das Nações Por Nós (PNPN).

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A33

ID: 57077456

13-12-2014

Tiragem: 4620

Pág: 19

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 5,04 x 9,77 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 33


A34

ID: 57078321

13-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 11,06 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 34


A35

ID: 57078452

13-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,82 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 35


A36

ID: 57078306

13-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,33 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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A37

Último orçamento do governo de Jardim aprovado pelo Assembleia da Madeira

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

13-12-2014

Meio:

i Online

Autores:

Pedro Rainho

URL:: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/ultimo-orcamento-governo-jardim-aprovado-pelo-assembleia-damadeira

Este é o último orçamento de um governo madeirense chefiado há quase quatro décadas por Alberto João Jardim (PSD/M), que já anunciou que vai apresentar a sua demissão a 12 de Janeiro A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) aprovou hoje, na globalidade, a proposta Orçamento Regional para 2015, na ordem de 1,6 mil milhões de euros, rejeitando as cerca de 160 alterações sugeridas pelos partidos da oposição. Este é o último orçamento de um governo madeirense chefiado há quase quatro décadas por Alberto João Jardim (PSD/M), que já anunciou que vai apresentar a sua demissão a 12 de Janeiro. Neste plenário, foi também aprovado o Plano e Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Regional (PIDDAR) no montante de 559,8 milhões de euros. As duas propostas foram aprovadas com os votos a favor da bancada da maioria do PSD/M e do deputado independente José Pedro Pereira, e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT). A maioria do PSD/Madeira chumbou as 96 propostas de alteração apresentadas pelo deputado do PCP/M, Edgar Silva, as 16 da autoria do CDS/PP-M e as quase 50 da bancada do PS-M. O deputado do CDS Lino Abreu declarou que este executivo regional "deixa uma dívida colossal aos madeirenses de 6,7 mil milhões de euros, que com o serviço da dívida totaliza 7,4 mil milhões". Para o líder parlamentar do PS/M, Carlos Pereira, este "é um orçamento para preencher calendário e terá pouco efeit O deputado do PTP José Manuel Coelho afirmou que "a maioria do PSD continua a insistir na prevaricação" e no "roubo dos impostos que os madeirenses pagam", opinando que "este governo [regional] e os seus representantes, pela maneira como gerem as finanças públicas já deviam estar na cadeia". Segundo o parlamentar do MPT, Roberto Vieira opinou que este orçamento "é um pesadelo para as famílias e empresas madeirenses" e "apenas uma avalanche de ideias e imposições de um governo que só desgovernou e afogou a Madeira em dívidas". Já na opinião da deputada Agnes Freitas do PAN, "não traz nada de novo que não seja aumentar o calote da região" de um governo que "querer insistir em terminar obras sem interesse algum". Por seu turno, o deputado do PCP, Edgar Silva, censurou o chumbo das 96 propostas de alteração

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que apresentou e visavam "ir buscar dinheiro a quem mais tem". Hélder Spínola (PND) optou por criticar as propostas orçamentais nas áreas do secretário do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António, e do vice-presidente, João Cunha e Silva, e ainda o líder parlamentar social-democrata, Jaime Ramos, na qualidade de candidatos à liderança do seu partido, que classificou de "harém de noivas do PSD/Madeira". Respondendo, a vice-presidente da bancada do PSD/M, Nivalda Gonçalves, censurou a falta de inovação das propostas da oposição, observando que as intervenções se pautaram por "um ataque gratuito" e teve "o enfoque nas eleições internas" do partido da maioria que se realizam a 19 de Dezembro, concluindo ser "melhor ter um orçamento aprovado que gerir a Região sem orçamento". Lusa Jornal i

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A39

ID: 57062814

13-12-2014

Tiragem: 81531

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 17,30 x 10,75 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 39


A40

Duração: 00:03:01

RTP Madeira Telejornal Madeira ID: 57082062

OCS: RTP Madeira - Telejornal Madeira

12-12-2014 09:09

Chumbo a alterações do orçamento regional http://www.pt.cision.com/s/?l=57aadb7

Mais de 150 propostas da oposição de alteração do orçamento regional, foram chumbadas no Parlamento. O secretário regional das Finanças disse que a região não foi autorizada por Lisboa a baixar os impostos. Declarações de Edgar Silva, do PCP, de Hélder Spínola, do PND, de Ventura Garcês, secretário regional das Finanças, de José Manuel Rodrigues, do CDS, de Carlos Pereira, do PS, de Jaime Filipe Ramos, do PSD, de Roberto Vieira, do MPT, de Agnês Freitas, do PAN, de José Manuel Coelho, do PTP.

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A41

ID: 57102899

12-12-2014

Tiragem: 5500

Pág: 8

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 13,83 x 27,13 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

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ID: 57102899

12-12-2014

Tiragem: 5500

PĂĄg: 1

PaĂ­s: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Semanal

à rea: 5,24 x 3,98 cm²

Ă‚mbito: Regional

Corte: 2 de 2

Lisbon ‘no’ to animal circuses

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A43

Orçamento do parlamento madeirense foi aprovado mas gerou polémica - Açoriano Oriental

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Açoriano Oriental Online

Data Publicação:

12-12-2014

URL:: http://www.acorianooriental.pt/noticia/orcamento-do-parlamento-madeirense-foi-aprovado-mas-geroupolemica

O plano de atividades e orçamento da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), que prevê subvenções para os partidos na ordem dos 5,4 milhões de euros, foram aprovados com os votos do PSD e do deputado independente José Pedro Pereira. Todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP e MPT) votaram contra. O deputado do CDS/PP-Madeira José Manuel Rodrigues, do maior partido da oposição parlamentar regional, lamentou o "facto do presidente da ALM não ter posto à discussão o orçamento e ter submetido à votação". O também líder centrista insular considerou que o objetivo era "esconder o escândalo de continuar a sair do orçamento da região 5,4 milhões de euros para os partidos e para os grupos parlamentares", recordando que, quinta-feira, em sede de comissão, o PSD/M recusou uma proposta do CDS/PP-M para reduzir em 50% esse denominado 'jackpot'". Também o deputado do PND Hélder Spínola criticou a situação, opinando que a mesa da ALM agiu "à falsa fé", passou "uma rasteira inadmissível" aos deputados, mencionando que o orçamento do parlamento é na ordem dos 15 milhões de euros. "Estão a tentar meter debaixo do tapete as asneiras, dando mais um milhão de euros em subvenções vitalícias, o que só acontece nesta região", argumentou. Igualmente, José Manuel Coelho do PTP censurou esta situação, dizendo que a mesa "aproveitou a distração" dos deputados para votar aquela proposta e que o grupo parlamentar do PSD/M vai "ficar com uma parte de leão" dos 15 milhões orçamentados para 2015. O presidente da Assembleia ainda assegurou que tinha posto os documento à discussão, mas o grupo parlamentar decidiu pedir um intervalo regimental, interrompendo os trabalhos. Esta medida inviabilizou mesmo a continuação do plenário, quando já se discutia o regime jurídico geral da concessão de serviço urbano de transporte rodoviário coletivo de passageiros no Funchal, pois, de acordo com o regimento da ALM, é necessário convocar uma conferência de líderes, o que só deverá acontecer em janeiro 2015. A 26 de novembro, a Assembleia Legislativa da Madeira aprovou uma resolução do PSD que "recomenda o não aumento da subvenção aos partidos com base no valor de atualização do salário mínimo em vigor", mantendo, assim, os valores de 2014. Com base nesse diploma, as verbas para os gabinetes dos grupos parlamentares e subvenções aos partidos mantém-se nos 5,4 milhões de euros atuais, não sendo objeto de um aumento em cerca de 300 mil euros, caso fossem calculadas com base na atualização do salário mínimo em vigor. Esta medida mereceu os votos favoráveis do deputado independente e dos deputados do PSD e PS, o deputado do MPT votou contra, os parlamentares do CDS-PP, PTP, PND e PAN abstiveram-se e o deputado da CDU não participou na votação por considerar "improcedente" a resolução. Os partidos da oposição, contudo, classificaram esta iniciativa do PSD "uma forma de atirar areia para os olhos dos madeirenses" face à contestação existente contra os valores "exorbitantes" de financiamento aos partidos e às atuais dificuldades económicas

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A44

ID: 57046997

12-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 20

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

Página 44


ID: 57046997

12-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 21

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Página 45


A46

ID: 57046945

12-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 17

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,82 x 5,03 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 46


A47

Orçamento do parlamento madeirense foi aprovado mas gerou polémica

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias Online

Data Publicação:

12-12-2014

URL:: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=4292278

Todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP e MPT) votaram contra. Documento aprovado com votos do PSD e um deputado independente. O plano de atividades e orçamento da Assembleia Legislativa da Madeira (ALM), que prevê subvenções para os partidos na ordem dos 5,4 milhões de euros, foram hoje aprovados com os votos do PSD e do deputado independente José Pedro Pereira. Todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP e MPT) votaram contra. O deputado do CDS/PP-Madeira José Manuel Rodrigues, do maior partido da oposição parlamentar regional, lamentou o "facto do presidente da ALM não ter posto à discussão o orçamento e ter submetido à votação". O também líder centrista insular considerou que o objetivo era "esconder o escândalo de continuar a sair do orçamento da região 5,4 milhões de euros para os partidos e para os grupos parlamentares", recordando que, quinta-feira, em sede de comissão, o PSD/M recusou uma proposta do CDS/PP-M para reduzir em 50% esse denominado 'jackpot'". Também o deputado do PND Hélder Spínola criticou a situação, opinando que a mesa da ALM agiu "à falsa fé", passou "uma rasteira inadmissível" aos deputados, mencionando que o orçamento do parlamento é na ordem dos 15 milhões de euros. "Estão a tentar meter debaixo do tapete as asneiras, dando mais um milhão de euros em subvenções vitalícias, o que só acontece nesta região", argumentou. Igualmente, José Manuel Coelho do PTP censurou esta situação, dizendo que a mesa "aproveitou a distração" dos deputados para votar aquela proposta e que o grupo parlamentar do PSD/M vai "ficar com uma parte de leão" dos 15 milhões orçamentados para 2015. O presidente da Assembleia ainda assegurou que tinha posto os documento à discussão, mas o grupo parlamentar decidiu pedir um intervalo regimental, interrompendo os trabalhos. Esta medida inviabilizou mesmo a continuação do plenário, quando já se discutia o regime jurídico geral da concessão de serviço urbano de transporte rodoviário coletivo de passageiros no Funchal, pois, de acordo com o regimento da ALM, é necessário convocar uma conferência de líderes, o que só deverá acontecer em janeiro 2015. A 26 de novembro, a Assembleia Legislativa da Madeira aprovou uma resolução do PSD que "recomenda o não aumento da subvenção aos partidos com base no valor de atualização do salário mínimo em vigor", mantendo, assim, os valores de 2014. Com base nesse diploma, as verbas para os gabinetes dos grupos parlamentares e subvenções aos partidos mantém-se nos 5,4 milhões de euros atuais, não sendo objeto de um aumento em cerca de 300 mil euros, caso fossem calculadas com base na atualização do salário mínimo em vigor. Esta medida mereceu os votos favoráveis do deputado independente e dos deputados do PSD e PS, o deputado do MPT votou contra, os parlamentares do CDS-PP, PTP, PND e PAN abstiveram-se e o deputado da CDU não participou na votação por considerar "improcedente" a resolução. Os partidos da oposição, contudo, classificaram esta iniciativa do PSD "uma forma de atirar areia para os olhos dos madeirenses" face à contestação existente contra os valores "exorbitantes" de financiamento aos partidos e às atuais dificuldades económicas

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Último orçamento de um governo de Jardim aprovado pelo Assembleia da Madeira

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

12-12-2014

Meio:

i Online

Autores:

Pedro Rainho

URL:: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/ultimo-orcamento-governo-jardim-aprovado-pelo-assembleia-damadeira

Este é o último orçamento de um governo madeirense chefiado há quase quatro décadas por Alberto João Jardim (PSD/M), que já anunciou que vai apresentar a sua demissão a 12 de Janeiro A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) aprovou hoje, na globalidade, a proposta Orçamento Regional para 2015, na ordem de 1,6 mil milhões de euros, rejeitando as cerca de 160 alterações sugeridas pelos partidos da oposição. Este é o último orçamento de um governo madeirense chefiado há quase quatro décadas por Alberto João Jardim (PSD/M), que já anunciou que vai apresentar a sua demissão a 12 de Janeiro. Neste plenário, foi também aprovado o Plano e Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Regional (PIDDAR) no montante de 559,8 milhões de euros. As duas propostas foram aprovadas com os votos a favor da bancada da maioria do PSD/M e do deputado independente José Pedro Pereira, e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT). A maioria do PSD/Madeira chumbou as 96 propostas de alteração apresentadas pelo deputado do PCP/M, Edgar Silva, as 16 da autoria do CDS/PP-M e as quase 50 da bancada do PS-M. O deputado do CDS Lino Abreu declarou que este executivo regional "deixa uma dívida colossal aos madeirenses de 6,7 mil milhões de euros, que com o serviço da dívida totaliza 7,4 mil milhões". Para o líder parlamentar do PS/M, Carlos Pereira, este "é um orçamento para preencher calendário e terá pouco efeit O deputado do PTP José Manuel Coelho afirmou que "a maioria do PSD continua a insistir na prevaricação" e no "roubo dos impostos que os madeirenses pagam", opinando que "este governo [regional] e os seus representantes, pela maneira como gerem as finanças públicas já deviam estar na cadeia". Segundo o parlamentar do MPT, Roberto Vieira opinou que este orçamento "é um pesadelo para as famílias e empresas madeirenses" e "apenas uma avalanche de ideias e imposições de um governo que só desgovernou e afogou a Madeira em dívidas". Já na opinião da deputada Agnes Freitas do PAN, "não traz nada de novo que não seja aumentar o calote da região" de um governo que "querer insistir em terminar obras sem interesse algum". Por seu turno, o deputado do PCP, Edgar Silva, censurou o chumbo das 96 propostas de alteração

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que apresentou e visavam "ir buscar dinheiro a quem mais tem". Hélder Spínola (PND) optou por criticar as propostas orçamentais nas áreas do secretário do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António, e do vice-presidente, João Cunha e Silva, e ainda o líder parlamentar social-democrata, Jaime Ramos, na qualidade de candidatos à liderança do seu partido, que classificou de "harém de noivas do PSD/Madeira". Respondendo, a vice-presidente da bancada do PSD/M, Nivalda Gonçalves, censurou a falta de inovação das propostas da oposição, observando que as intervenções se pautaram por "um ataque gratuito" e teve "o enfoque nas eleições internas" do partido da maioria que se realizam a 19 de Dezembro, concluindo ser "melhor ter um orçamento aprovado que gerir a Região sem orçamento". Lusa Jornal i

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A50

ID: 57137273

12-12-2014

Tiragem: 10600

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 25,00 x 16,28 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

Circo Mundial tenta cativar os madeirenses Este ano, os espetáculos não apresentam números com animais Tudo a postos para que o Circo Mundial volte a mostrar um grande espetáculo ao público da Madeira e Porto Santo. No entanto, este ano Rui Mariani, o responsável pelo Circo Mundial, terá em mãos uma tarefa mais difícil, que é apresentar espetáculos sem animais. A maioria das pessoas, incluindo as crianças, apreciaram e muito os truques feitos pelos animais que o Circo Mundial já trouxe à ilha, como por exemplos: cobras, hipópotamo, crocodilos, tigres, etc. Mas um limite imposto pela autarquia do Funchal mudou o cenário do circo. Recorde-se que a referida autarquia liderada por seis partidos, entre eles o Partido dos Animais (PAN), optou por não licenciar os circos que utilizem animais e que visi-

tem o município do Funchal durante a época natalícia. Uma medida que não foi bem aceite, tanto pelos proprietários do circo como pela população, em que alguns defendem que sem animais o circo não é a mesma coisa. Mas o espetáculo continua e o tempo tem o seu limite. Sem animais, o Circo Mundial apresenta um espetáculo que promete cativar o público de todas as idades. Quanto a novidades, Mariani traz malabaristas, trapézio, ginastas aéreos, spider-man, hulla up, palhaços (gaitinhas e Angelo Muños, convidado especial), etc. Os espetáculos estarão patentes de 12 de Dezembro a 11 de Janeiro de 2015, na Praia Formosa, nos horários: 16:00H; 18:30h e 21:3OH. O Circo Mundial desta-

dial apresenta-se atualmente entre os melhores circos caminhantes da Europa. Portugal e Espanha são, atualmente, países onde o circo faz “tournée” com regularidade.

Luna Park promete animação

ca-se pela permanente ânsia na renovação dos seus elencos, produzindo, anualmente, espetáculos de excelente qua-

lidade, sempre aplaudidos por milhares e milhares de espetadores. Após mais de 20 anos de espetáculo o Circo Mun-

Para além dos espetáculos do Circo Mundial, a população poderá usufruir das diversões apresentadas no parque de diversões Luna Park, da responsabilidade de Rui Carvalho. O Luna Park, sediado na Praia Formosa, estará aberto até ao dia 11 de janeiro de 2015, das 15:00H até à 01:00H da madrugada. Ás quartas-feiras será o «Dia do Euro». l SS

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ID: 57137273

12-12-2014

Tiragem: 10600

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 7,41 x 3,64 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Circo Mundial tenta cativar madeirenses sem números com animais 9

Página 51


A52

ID: 57137482

12-12-2014

Tiragem: 10600

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 15,26 x 25,58 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Duarte Martins Simpatizante do PAN Madeira

Kim Jong-un: o nome proibido Adaptando este titulo a realidade madeirense será: Dr. Alberto João Jardim o nome proibido, e é assim o começo desta história fantástica que relata a “Guerra” interna pela liderança do Partido Social Democrata na RAM, uma historia que para percebermos melhor teremos que recuar mais de trinta anos. Durante este período uma governação cheia de ilusões para com o povo madeirense sempre utilizando a desculpa de “É do interesse da população”, quando o verdadeiro interesse era o crescimento e desenvolvimento de um certo grupo restrito de pessoas, com isso, esta terrível gestão acabou com o desenvolvimento sustentável, económico e social. Andaram a brincar como se de um jogo de monopólio trata-se, sendo estes domínios de gestão ruinosa e agora esta geração de jovens e as próximas que se “desenrasquem”, aplicaram milhões e milhões de euros em infraestruturas desnecessárias, muitas destas deixadas ao abandono, podendo canalizar estas verbas para áreas que realmente teriam algum impacto na nossa economia e bem-estar. E com isso temos uma região

com uma divida de 7,5 mil milhões de euros e sem condições para pagar a mesma. Com esta estagnação económica e austeridade o efeito reflete-se nas oportunidades de emprego, cada vez mais existe jovens formados em diferentes áreas na nossa região e mercado de trabalho é igual a zero, faz com que estas pessoas tenham que sair da ilha para encontrar uma “chance” de emprego na área que os completa, sendo que muitas destas pessoas passaram por extremas dificuldade para terminar os seus estudos, algo que poderia ter sido corregido pelo nosso governo. Mas esta má gestão está a vista de todos, estamos com um desastroso serviço de saúde, sistema de educação terrível, cultura nem vê-la e por

aqui caminhamos sendo esta a pequena ponta do Iceberg, mas muitos ainda acreditam que foi em prol da sociedade madeirense. Mas voltando ao verdadeiro tema deste artigo, agora aparecem “n” candidatos a liderança do PSD/Madeira, sendo todos rotulados de salvadores do partido querendo quebrar com os vícios, tradições e costumes dentro do mesmo, mas….. Espera lá algo confunde me agora… Não foram todos estes candidatos “acolhidos” pelo atual Líder, que durante anos e anos estiveram envolvidos no sistema “monopolizado” que destrui-o a nossa região??? Que utilizaram este sistema para controlar o próprio crescimento económico??? Agora todos eles não foram de acordo com a maneira que a região foi governada? Agora todos eles revoltam-se com o “Pai” que os acolheu com muito amor e carinho?? Sinceramente parece que estamos perante um filme realizado pelo Emir Kusturica, um perito no que toca a sátira. O verdadeiro problema da questão é que é pura REALIDADE e mais uma vez saliento, esta a vista de todos, só para quem realmente não quer ver. Se esta situação fosse na época medieval teríamos o “Rei” com os dias contados e os seus filhos ansiosos para serem coroados, entre eles, um intitulado de “il preferiti” e o resto a utilizar todas as artimanhas possíveis e imaginarias para alcançarem o “cadeirão” do poder. A mentalidade das pessoas da nossa região esta a mudar e espero que estes erros sirvam de lição para todos nós, para que futuramente possamos escolher um governo com um melhor sentido de gestão. Para concluir Kim Jong-Un esperemos que só este e mais nenhum. l

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Orçamento da Madeira aprovado

Tipo Meio:

Internet

Meio:

TVI 24 Online

TVI24

Data Publicação:

12-12-2014

URL:: http://www.tvi24.iol.pt/politica/alberto-joao-jardim/orcamento-da-madeira-aprovado

É o último orçamento de um governo de Alberto João Jardim A Assembleia Legislativa da Madeira (ALM) aprovou esta sexta-feira, na globalidade, a proposta Orçamento Regional para 2015, na ordem de 1,6 mil milhões de euros, rejeitando as cerca de 160 alterações sugeridas pelos partidos da oposição. Este é o último orçamento de um governo madeirense chefiado há quase quatro décadas por Alberto João Jardim (PSD/M), que já anunciou que vai apresentar a sua demissão a 12 de janeiro. Neste plenário, foi também aprovado o Plano e Programa de Investimento e Despesas de Desenvolvimento da Administração Regional (PIDDAR) no montante de 559,8 milhões de euros. As duas propostas foram aprovadas com os votos a favor da bancada da maioria do PSD/M e do deputado independente José Pedro Pereira, e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT) A maioria do PSD/Madeira chumbou as 96 propostas de alteração apresentadas pelo deputado do PCP/M, Edgar Silva, as 16 da autoria do CDS/PP-M e as quase 50 da bancada do PS-M. O deputado do CDS Lino Abreu declarou que este executivo regional deixa uma dívida colossal aos madeirenses de 6,7 mil milhões de euros, que com o serviço da dívida totaliza 7,4 mil milhões . Para o líder parlamentar do PS/M, Carlos Pereira, este é um orçamento para preencher calendário e terá pouco efeito face ao cenário político, acrescentando que o PSD abandonará governo com 7,5 mil milhões de responsabilidades sobre os madeirenses que terão de ser assumidas por um outro governo . O deputado do PTP José Manuel Coelho afirmou que a maioria do PSD continua a insistir na prevaricação e no roubo dos impostos que os madeirenses pagam , opinando que este governo [regional] e os seus representantes, pela maneira como gerem as finanças públicas já deviam estar na cadeia . Segundo o parlamentar do MPT, Roberto Vieira opinou que este orçamento é um pesadelo para as famílias e empresas madeirenses e apenas uma avalanche de ideias e imposições de um governo que só desgovernou e afogou a Madeira em dívidas . Já na opinião da deputada Agnes Freitas do PAN, não traz nada de novo que não seja aumentar o calote da região de um governo que querer insistir em terminar obras sem interesse algum . Por seu turno, o deputado do PCP, Edgar Silva, censurou o chumbo das 96 propostas de alteração que apresentou e visavam ir buscar dinheiro a quem mais tem . Hélder Spínola (PND) optou por criticar as propostas orçamentais nas áreas do secretário do Ambiente e Recursos Naturais, Manuel António, e do vice-presidente, João Cunha e Silva, e ainda o líder parlamentar social-democrata, Jaime Ramos, na qualidade de candidatos à liderança do seu partido, que classificou de harém de noivas do PSD/Madeira . Respondendo, a vice-presidente da bancada do PSD/M, Nivalda Gonçalves, censurou a falta de inovação das propostas da oposição, observando que as intervenções se pautaram por um ataque gratuito e teve o enfoque nas eleições internas do partido da maioria que se realizam a 19 de dezembro, concluindo ser melhor ter um orçamento aprovado que gerir a Região sem orçamento , reporta a Lusa.

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está" | Jornal Açores 9

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Açores 9 Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.jornalacores9.net/politica/jardim-diz-que-divida-nacional-e-superior-a-da-madeira-e-nao-sesabe-onde-esta/

O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". 11h31 - 11 de Dezembro de 2014 | "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas",

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sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)".

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GR tem "mais olhos de barriga"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Cidade Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.diariocidade.pt/?p=98880

Publicado a 11 Dezembro 2014 por Tânia Cova Publicado a 11 Dezembro 2014 por Tânia Cova O PAN diz que a Região vive num "faz de conta". O PAN diz que a Região vive num "faz de conta". Agnes Freitas diz que "ter mais olhos que barriga está a levar os madeirenses a viver numa Região faz de conta". Obras inúteis, uma marina situada no Lugar de Baixo disfuncional, açudes mágicos e ainda o "enterro da ex praia natural da Avenida do Mar" foram alguns dos exemplos apontados pela deputada. O PAN rejeita este Orçamento Regional por entender que o mesmo não responde às necessidades da população.

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Orçamento Regional para 2015 votado hoje

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Cidade Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.diariocidade.pt/?p=98889

Publicado a 11 Dezembro 2014 por João Toledo Publicado a 11 Dezembro 2014 por João Toledo A Proposta de Orçamento para 2015 ascende a 1.633,1 milhões de euros. A Proposta de Orçamento para 2015 ascende a 1.633,1 milhões de euros. Tem lugar esta quinta-feira o encerramento do debate parlamentar e votação na generalidade das propostas do Orçamento da Região Autónoma da Madeira para 2015 e do Plano e Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Região Autónoma da Madeira para 2015 - PIDDAR 2015, da autoria do Governo Regional. Antes da votação, os deputados dos vários partidos fazem uma intervenção final. De acordo com o regimento aprovado, cada partido tem o seguinte tempo para usar da palavra: deputado independente 2 minutos ; MPT 3 minutos ; PAN 3 minutos ; PND 3 minutos ; PCP 3 minutos ; PTP 3 minutos ; PS 6 minutos ; CDS/PP 9 minutos; e PSD 24 minutos . Após a intervenção dos diversos partidos representados no parlamento regional, caberá a vez de Alberto João Jardim usar da palavra (por tempo ilimitado), ao que se seguirá, finalmente, a votação na generalidade. Recorde-se que, a Proposta de Orçamento para 2015 ascende a 1.633,1 milhões de euros. No que diz respeito às "receitas fiscais ascendem a 882,9 milhões e contribuirão com 54% dos recursos orçamentais previstos, sendo que a arrecadação de impostos diretos representam 389,4 milhões de euros e os impostos indiretos 493,6 milhões de euros".

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A59

ID: 57029425

11-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 4

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ID: 57029425

11-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 4

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ID: 57029425

11-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 16

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

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ID: 57029425

11-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 17,78 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 4 de 4

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"Mais olhos do que barriga"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/486324-mais-olhos-que-barriga

Interessante Achou este artigo interessante? Um crescimento "sem limites" que aumenta o endividamento e resulta de haver "mais olhos que barriga" é como Agnes de Freitas classifica a proposta de orçamento, em discussão na ALM. Um crescimento que leva os madeirenses a "viver numa ilusão do faz-de-conta" e, depois, ter de deixar levar "os anéis e os dedos" para pagar uma dívida que, como sublinha a deputada do PAN, ultrapassa os 6.000 milhões de euros. 11/12/2014 09:58

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e «não se sabe onde está»

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=750835

HOJE às 12:38 O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas não se sabe onde está , enquanto os investimentos feitos neste arquipélago estão à vista . "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias".

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Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". Diário Digital com Lusa

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está"

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

11-12-2014

Meio:

i Online

Autores:

Pedro Rainho

URL:: http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/jardim-diz-divida-nacional-superior-da-madeira-nao-se-sabe-ondeesta

O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB" O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o actual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direcção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de Janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas",

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sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". Lusa Jornal i

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal da Madeira.pt

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/jardim-diz-que-d%C3%ADvida-nacional-%C3%A9-superior%C3%A0-da-madeira-e-n%C3%A3o-se-sabe-onde-est%C3%A1

Artigo | Qui, 11/12/2014 - 12:30 O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo

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Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)".

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Notícias ao Minuto - Dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/economia/319538/divida-nacional-e-superior-a-da-madeira-e-nao-sesabe-onde-esta

O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). PUB O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou impor-se", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". 12:31 - 11 de Dezembro de 2014 | Por

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Porto Canal Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://portocanal.sapo.pt/noticia/46163/

Funchal, Madeira, 11 dez (Lusa) -- O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou impor-se", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". AMB/EC // SMA Lusa/fim 11-12-2014 12:26 |Fonte: Agência Lusa

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira e "não se sabe onde está"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

RTP Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=789112&tm=9&layout=121&visual=49

11 Dez, 2014, 13:22 O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). O líder madeirense salientou que "a dívida [regional] representa 83% do PIB e a nível nacional é 130% do PIB". Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o atual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a `troika` e as instituições europeias".

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Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". TAGS:Parcerias, Lusa

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Jardim diz que dívida nacional é superior à da Madeira

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sol Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.sol.pt/noticia/120152

- 11/12/2014 14:10:57 O presidente do Governo da Madeira disse hoje o valor da dívida nacional é superior ao desta região, mas "não se sabe onde está", enquanto os investimentos feitos neste arquipélago "estão à vista". "A [dívida] da República não se sabe onde está e a da Madeira está aí à vista", declarou Alberto João Jardim no plenário da Assembleia Legislativa madeirense, no encerramento da discussão do Orçamento e Plano Regional para 2015 (OR2015), aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD e do deputado independente João Pedro Pereira e contra de todos os partidos da oposição (CDS, PS, PTP, PAN, PND, PCP, MPT e PCP). Jardim justificou a realização da dívida da Madeira, que foi avaliada em 6,3 mil milhões de euros, com a necessidade de fazer o investimento e desenvolvimento do arquipélago, argumentando que "não havia outro caminho" e declarou:" Assumo tudo o que fiz à frente do governo regional". "Insisto e repito que era o caminho certo. Se depois de trazermos este esforço ao nível de por a região com qualidade de vida que devia ter tido há anos e Estado português recusou, levando daqui [arquipélago] o que produzíamos, devia [a Madeira] agachar-se e fazer a vida do tristezinho ou imporse", questionou. O presidente do executivo opinou ainda que "o problema da Madeira é o colonialismo", criticou o programa de ajustamento imposto pela República, admitindo que a negociação com o actual Governo do PSD/CDS "está mais difícil porque nunca tinha lidado com uma direcção nacional que trouxesse as questões pessoais para o meio da política". Jardim salientou que o OR2015 tem como pilares a continuidade da política de rigor, a consolidação financeira sem prejuízo da economia, a continuidade da revitalização do mercado de trabalho e a solidariedade social, mencionando que as despesas sociais representam 53% do valor total inscrito na ordem dos 1,6 mil milhões de euros. O chefe do executivo insular, visto que já anunciou que vai pedir a demissão a 12 de Janeiro ao representante da República, justificou a apresentação da proposta orçamental para o próximo ano, considerando ser "imprescindível para o aproveitamento dos fundos europeus". Segundo o governante, também era necessário "aprovar este orçamento para não interromper as iniciativas em curso que vêm permitindo a descida do desemprego, nomeadamente a obras públicas", sendo igualmente "fundamental para a boa conclusão do programa de ajustamento, reconhecido pelo Governo português, a 'troika' e as instituições europeias". Jardim sublinhou que este orçamento é também preciso para dar à Madeira "a necessária capacidade de negociação para o período que se segue", realçando que o seu adiamento obrigaria o novo governo

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a "viver de duodécimos durante alguns meses com consequências desastrosas". O chefe do governo regional referiu também que "este orçamento prevê a conclusão das negociações dos contratos das Parcerias Público Privadas até final deste ano", informando que se tal não suceder, "o governo passará ao resgate dessas duas concessões (Via Litoral e Via Expresso)". Lusa/SOL

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"Função do Porco": Um ato Bárbaro

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Tribuna da Madeira Online

Data Publicação:

11-12-2014

URL:: http://www.tribunadamadeira.pt/?p=32693

Considerando que todos os animais tem inalienáveis direitos, classificamos como barbárie, a chamada "função do porco" defendida por muitos madeirenses como tradição a manter. Se há tradições que devem ser preservadas, esta, pelo contrário, deveria ser abolida por implicar um atroz sofrimento nos porcos, com cuja "matança" rejubilam pessoas insensíveis!. Os porcos são animais inteligentes e, como tal, pressentem a morte à qual debalde tentam escapar. As violências de que são vítimas chocam-nos sobremaneira, pois neles, vemos seres sencientes e carentes de um tratamento zoófilo. Segundo o Artº 9º da Declaração Universal dos Direitos do Animal "Quando o animal é criado para alimentação, ele deve de ser alimentado, alojado, transportado e morto sem que disso resulte para ele nem ansiedade nem dor.". Ora não é isto o que acontece na Região Autónoma da Madeira e em muitos outros lugares, sobretudo nos meios rurais, onde os porcos são barbaramente sacrificados muitas vezes na frente de crianças, o que é altamente condenável. Aos pequeninos devemos dar bons exemplos e ensinar-lhes a respeitar, a amar e a proteger os animais e a natureza. O Natal, quadra que nos fala do Amor, deveria ser um tempo de harmonia holística, sem sacrifícios de animais. Porém, enquanto perseverarmos no consumo de carne, que ao menos promovamos a morte dos animais de forma indolor. Em boa hora, o PAN mandou afixar posters contra a barbárie que constitui a "função do porco" nas paragens dos autocarros, pretendendo, com isto, consciencializar as pessoas para a necessidade de mudança de mentalidade e de atitudes face à vida dos animais e ao lugar harmonioso que deverão ocupar na nossa própria vida. Os padres e os pastores, deveriam, nas suas homilias, falar contra a "matança do porco" intuindo, assim, nos crentes, uma maior sensibilidade para com o sofrimento dos animais. A morte de um animal, não pode ser um degradante espetáculo! Compete aos políticos, legislarem de forma radical contra os constantes atentados aos direitos dos animais, promovendo a defesa do seu direito à vida e bem estar, já que a lei recentemente aprovada, é insuficiente por não ter em conta os direitos dos animais de quinta e de abate. Em nenhum Natal deveria haver matança de animais! Que este singelo mas sentido artigo, possa contribuir para o acordar das consciências contra a violência exercida sobre os animais! Que o Natal seja uma época de afetos e de partilha em paz com todos os seres vivos e a natureza!..l 10:00, 11 Dezembro, 2014

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A77

Coelho acusa governo de favorecimento

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Cidade Online

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://www.diariocidade.pt/?p=98824

Publicado a 10 Dezembro 2014 por João Toledo Publicado a 10 Dezembro 2014 por João Toledo O deputado do PTP acusou alguns elementos do governo de estarem a favorecer amigos e familiares. O deputado do PTP acusou alguns elementos do governo de estarem a favorecer amigos e familiares. José Manuel Coelho, do PTP, recorreu ao Evangelho para acusar alguns elementos do governo de estarem a favorecer amigos e familiares. "Isto faz parte do espírito de evangelização do senhor secretário?", questionou. Por sua vez, Agnes Freitas, do PAN, criticou o facto das escolas da Região promoverem fotos de animais junto das crianças, apontando que "isto é errado". Já Nivalda Gonçalves, do PSD, aproveitou para criticar a localização da futura escola da Ribeira Brava.

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A78

ID: 57010405

10-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 3

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ID: 57010405

10-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 27,50 x 34,00 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 3

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ID: 57010405

10-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,32 x 3,05 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 3 de 3

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A81

Hospital marca questões a Jardim Ramos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/486119-hospital-marca-questoes-a-jardim-ramos

Interessante Achou este artigo interessante? Terminada a primeira intervenção de Francisco Jardim Ramos, os deputados colocaram um conjunto de questões ao governante, com destaque para as seguintes. Mário Pereira afirma que não é possível resolver um vasto conjunto problemas na área da saúde, nomeadamente na recuperação das listas de espera, sem a construção de um novo hospital. O também deputado do CDS, Martinho Câmara, perguntou o que se passa com as obras no hospital que mais parece que se faz um fato à medida do que se governa na área da saúde. O parlamentar desafiou o governante a usar os 4,2 milhões de euros destinados ao Jornal da Madeira na concretização de uma via verde para os doentes oncológicos. José Manuel Coelho do PTP falou de uma situação concreta de duas "velhinhas" em Santa Cruz, que passam fome e vivem sem quaisquer condições. Uma situação a que, afirma, a Segurança Social não acorre. Já o social-democrata Savino Correia pergunta pela resposta (não) recebida do primeiro-ministro a uma carta a perguntar sobre a possibilidade de as obras do novo hospital serem consideradas Projecto de Interesse Comum. O PSD também quer saber que está a ser feito para melhorar o hospital dos Marmeleiros. José Parada questiona o governo sobre se o ORAM 2015 garante o financiamento aos centros de saúde. Edgar Silva, do PCP, manifesta "solidariedade" aos membros do Governo pela situação que vive. Um governo de "mortos-vivos". Depois da solidariedade a crítica pelo regozijo da redução dos desempregados para "21 mil desempregados". "Os senhores congratulam-se pela miséria de tanta e tanta gente". O deputado comunista falou também da questão dos hospital e da forma como é "permanentemente desautorizado por Miguel Ferreira", director clínico do SESARAM. Raquel Coelho (PTP) diz que Francisco Jardim Ramos mudou e bem de ideias sobre a construção de um novo hospital. Pela primeira vez, o secretário vai respondendo enquanto um deputado faz as questões, nomeadamente negando essa mudança de ideias. Raquel Coelho continua a demonstrar que o "Serviço Regional de Saúde está em colapso". Emanuel Gomes (PSD) traz ao debate a possibilidade de haver ébola na Madeira, nomeadamente sobre a utilização do centro de saúde do Porto da Cruz, criticando, nomeadamente, a excursão da oposição para dizer que se tratava de uma retaliação política. Roberto Vieira (MPT) lembra o "dinheiro deitado fora" com o projecto do hospital em Santa Rita e questiona sobre "as torres que iam ser construídas dentro da ribeira", assim se referindo à prevista ampliação do unidade da Cruz de Carvalho. Roberto Silva (PSD) lembrou que este é o último orçamento de Jardim Ramos, para deixar "uma palavra de agradecimento" ao trabalho desenvolvido no Porto Santo, de onde é o deputado. Depois do elogio, o pedido para que sejam resolvidas as questões das deslocações dos doentes à Madeira. Roberto Silva pergunta também se é possível haver um regime social diferenciado na ilha. Agnes de Freitas (PAN) reclama por medidas preventivas, nomeadamente na área alimentar, mas não só. Agostinho Gouveia (PSD) retoma as questões do emprego lembrando que não há redução do desemprego, sem empresas fortes e defende que as medidas de emprego e de apoio às empresas devem estar na mesma secretaria. Carina Ferro (PS) trouxe ao debate a questão dos enfermeiros. A deputada pediu ao secretário que se pronuncie, em concreto, sobre "a discriminação salarial do enfermeiros", a redução do número daqueles profissionais, a negociação das 35 horas, entre várias outras. Maximiano Martins (PS) diz que Francisco Jardim Ramos tem uma atitude passiva que não se coaduna com as funções que desempenha no Governo. O deputado do PS fala dos constrangimentos que o secretário diz ter e da falta de reivindicação perante os colegas de Governo, nomeadamente o que está sentado a seu lado, Ventura Garcês. O parlamentar lembra ao governante

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que também tem responsabilidades no que se passa no SESARAM. Rafaela Fernandes (PSD) afirma o crescimento da procura pelo serviço público de saúde e questiona se, com a verba disponível, é possível manter os serviços com qualidade e sem rupturas, tanto nos centros de saúde, como na área hospitalar. A deputada do PSD pergunta o que pode a Região esperar do relacionamento com o Serviço Nacional de Saúde. 10/12/2014 10:41

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A83

Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/486083-publico-da-madeira-fica-a-perder-sem-animais-noscircos

Os responsáveis do Circo Mundial e do Circo Dallas disseram hoje à Lusa que o público madeirense vai ficar a perder com a proibição de exibirem números com animais, imposta este ano pela Câmara Municipal do Funchal. "O circo vai ficar a perder, mas quem vai ficar a perder mais são as crianças e os adultos do Funchal e de toda a ilha da Madeira", afirmou Ruben Mariani, do Circo Mundial, salientando não saber se o investimento feito para vir à Madeira "vai compensar sem animais". Renato Alves, do Circo Dallas, é da mesma opinião, afirmando que foram avisados da proibição "muito em cima da hora" e agora vão ver como é que o povo da Madeira "vê o circo sem animais". O Circo Dallas (a ser montado na zona da Penteada e com estreia marcada para 19 de dezembro) e o Circo Mundial (já erguido na Praia Formosa e com estreia a 12 de dezembro) são os únicos instalados no concelho do Funchal, onde a Câmara Municipal proibiu os espetáculos com animais. A proposta partiu do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), um dos seis que formam a coligação "Mudança", que lidera a autarquia funchalense. "Não gosto da decisão, mas tenho de aceitar, pois quem manda é a câmara", disse Renato Alves, vincando que a acusação de que os animais são mal tratados pelos domadores "não é verdade". "Eu chamo qualquer pessoa para ver como é que tratamos os animais. Não lhes falta nada, nem comida, nem água. Eu posso afirmar que não há maus tratos a animais nos circos em Portugal", afirmou o responsável do Circo Dallas, que pretendia trazer à Madeira cavalos, póneis, dromedários, cães, tubarões e um tigre branco. Da parte do Circo Mundial, Ruben Mariani explicou que estavam previstos números com focas, tigres, cães e gatos, realçando que a proibição "foi uma das maiores perdas", porque tinham "contratos assinados com os artistas". Ruben Mariani salientou, por outro lado, que "não se pode dizer que haja maus tratos aos animais nos circos", considerando que "é preciso ter bom senso, saber do que se fala, porque nem todos os circos são iguais, nem todas as pessoas são iguais, e não se pode meter os circos todos dentro dum saco, tirar um e pagam todos por tabela". O responsável disse, ainda, que o Circo Mundial é o que mais cidades, vilas e aldeias faz em Portugal continental, com uma rota anual de cerca de 60 locais. "Em todos somos vistoriados pelas câmaras municipais e nunca tivemos nenhuma reclamação, nenhuma contra ordenação e nenhuma queixa", afirmou. Já o responsável pelo Circo Dallas, Renato Alves, disse esperar que a Câmara do Funchal reveja a proibição, salientando, no entanto, que a nível do continente também há autarquias que estão a tentar implementar a mesma medida. Mesmo sem animais, os dois circos, com uma lotação conjunta de 2500 lugares, prometem grandes espetáculos no Funchal, tendo para o efeito reforçado os números com palhaços, trapezistas, malabaristas, ilusionistas e outros. 10/12/2014 09:56

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Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal da Madeira.pt

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://online.jornaldamadeira.pt/artigos/p%C3%BAblico-da-madeira-fica-perder-sem-animais-nos-circos

Os responsáveis do Circo Mundial e do Circo Dallas disseram hoje à Lusa que o público madeirense vai ficar a perder com a proibição de exibirem números com animais, imposta este ano pela Câmara Municipal do Funchal. "O circo vai ficar a perder, mas quem vai ficar a perder mais são as crianças e os adultos do Funchal e de toda a ilha da Madeira", afirmou Ruben Mariani, do Circo Mundial, salientando não saber se o investimento feito para vir à Madeira "vai compensar sem animais". Renato Alves, do Circo Dallas, é da mesma opinião, afirmando que foram avisados da proibição "muito em cima da hora" e agora vão ver como é que o povo da Madeira "vê o circo sem animais". O Circo Dallas (a ser montado na zona da Penteada e com estreia marcada para 19 de dezembro) e o Circo Mundial (já erguido na Praia Formosa e com estreia a 12 de dezembro) são os únicos instalados no concelho do Funchal, onde a Câmara Municipal proibiu os espetáculos com animais. A proposta partiu do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), um dos seis que formam a coligação "Mudança", que lidera a autarquia funchalense. "Não gosto da decisão, mas tenho de aceitar, pois quem manda é a câmara", disse Renato Alves, vincando que a acusação de que os animais são mal tratados pelos domadores "não é verdade". "Eu chamo qualquer pessoa para ver como é que tratamos os animais. Não lhes falta nada, nem comida, nem água. Eu posso afirmar que não há maus tratos a animais nos circos em Portugal", afirmou o responsável do Circo Dallas, que pretendia trazer à Madeira cavalos, póneis, dromedários, cães, tubarões e um tigre branco. Da parte do Circo Mundial, Ruben Mariani explicou que estavam previstos números com focas, tigres, cães e gatos, realçando que a proibição "foi uma das maiores perdas", porque tinham "contratos assinados com os artistas". Ruben Mariani salientou, por outro lado, que "não se pode dizer que haja maus tratos aos animais nos circos", considerando que "é preciso ter bom senso, saber do que se fala, porque nem todos os circos são iguais, nem todas as pessoas são iguais, e não se pode meter os circos todos dentro dum saco, tirar um e pagam todos por tabela". O responsável disse, ainda, que o Circo Mundial é o que mais cidades, vilas e aldeias faz em Portugal continental, com uma rota anual de cerca de 60 locais. "Em todos somos vistoriados pelas câmaras municipais e nunca tivemos nenhuma reclamação, nenhuma contra ordenação e nenhuma queixa", afirmou. Já o responsável pelo Circo Dallas, Renato Alves, disse esperar que a Câmara do Funchal reveja a proibição, salientando, no entanto, que a nível do continente também há autarquias que estão a tentar implementar a mesma medida. Mesmo sem animais, os dois circos, com uma lotação conjunta de 2500 lugares, prometem grandes espetáculos no Funchal, tendo para o efeito reforçado os números com palhaços, trapezistas, malabaristas, ilusionistas e outros. 10/12/2014 09:56

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Câmara de Lisboa diz que só a gestão municipal melhorará transportes

Tipo Meio:

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LxNotícias Online

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://www.lxnoticias.pt/noticias/918-camara-de-lisboa-diz-que-so-a-gestao-municipal-melhoraratransportes.html

quarta, 10 dezembro 2014 13:21 Vice-presidente do município, Fernando Medina, insiste que a proposta entregue ao Governo "é melhor" do que a de qualquer privado e que só a câmara conseguirá "uma gestão integrada". Entregar a gestão da Carris e do Metropolitano de Lisboa a privados será perder "uma oportunidade verdadeiramente histórica" para "repensar a oferta" das duas empresas. Quem o diz é o vicepresidente da Câmara de Lisboa, que defende que a proposta feita pelo município ao Governo "é melhor do que qualquer proposta que possa advir de um privado". Menos de um mês depois o presidente da câmara ter afirmado que só por "preconceito ideológico" é que o Governo poderá preterir o município em favor de um privado, o assunto voltou a ser discutido na Assembleia Municipal de Lisboa. Desta vez, a iniciativa foi do PS, que solicitou o agendamento de um debate de actualidade sobre transportes. O vice-presidente do município não desperdiçou a oportunidade para dizer que a oferta dos transportes públicos que servem Lisboa é "estruturalmente desajustada", não tendo sido adaptada ao longo dos últimos anos para responder aos "padrões de mobilidade" ou "à dinâmica da cidade". Uma situação que, avisa Fernando Medina, se perpetuará, caso haja uma subconcessão a privados, já que estes não terão margem para redefinir o serviço. Além disso, o autarca socialista insistiu na ideia de que só a câmara poderá, tendo a gestão da via pública e do estacionamento, conseguir "uma gestão integrada" e "uma articulação, que hoje é incipiente, entre os vários modos". Isso, defendeu Fernando Medina, permitirá não só uma maior "qualidade do serviço", que se traduzirá num ganho de passageiros, mas também a conquista de "ganhos de eficiência". Ana Páscoa, do PCP, sublinhou a necessidade de ambas as entidades clarificarem quais as suas "intenções" neste processo e apelou a uma mobilização de todos aqueles que se opõem à privatização das empresas de transporte. Também Ricardo Robles, do BE, defendeu que António Costa tem sido "muito pouco claro" sobre o andamento das negociações entre a câmara e o Governo. Quanto àquele que será o "resultado final" dessas negociações, o deputado municipal acredita que ele "está bem desenhado" e passa pela entrega da Carris e do metro a privados. "O Governo prepara-se para privatizar o bife do lombo", afirmou Sobreda Antunes, do PEV, enquanto Miguel Santos, do PAN, sustentou que entregar "serviços que são historicamente do município" a entidades privadas seria "um absurdo".

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Já Ferreira de Lemos, do CDS, defendeu que "é urgente introduzir mais mercado" na área dos transportes, dado que hoje aquilo que existe é "um monopólio público esgotado e financeiramente exaurido". Pelo PSD, Victor Gonçalves admitiu que "os transportes têm sido um osso duro para o Estado", que "tem custado muitos milhões de euros". Para o deputado, o município não tem "vocação", "competências" ou "meios técnicos" para assumir a gestão da Carris e do metro, devendo antes ter "um papel de fiscalização, de controlo". No fim do debate, o independente Nunes da Silva salientou que seria "extremamente ingénuo" pensar-se que se poderia chegar a "uma posição consensual" sobre este tema na Assembleia Municipal de Lisboa. Ainda assim, o ex-vereador da Mobilidade considerou que há duas ideias que poderão merecer pelo menos "uma maioria alargada": "o planeamento e gestão devem ser de propriedade pública" e "os municípios devem ter um papel relevante no planeamento, gestão e operação" das empresas de transporte público. Fonte: Jornal Público

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A87

Notícias ao Minuto - Público da Madeira fica a perder sem animais nos circos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

10-12-2014

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/pais/318898/publico-da-madeira-fica-a-perder-sem-animais-nos-circos

Os responsáveis do Circo Mundial e do Circo Dallas disseram hoje à Lusa que o público madeirense vai ficar a perder com a proibição de exibirem números com animais, imposta este ano pela Câmara Municipal do Funchal. O circo vai ficar a perder, mas quem vai ficar a perder mais são as crianças e os adultos do Funchal e de toda a ilha da Madeira", afirmou Ruben Mariani, do Circo Mundial, salientando não saber se o investimento feito para vir à Madeira "vai compensar sem animais". PUB Renato Alves, do Circo Dallas, é da mesma opinião, afirmando que foram avisados da proibição "muito em cima da hora" e agora vão ver como é que o povo da Madeira "vê o circo sem animais". O Circo Dallas (a ser montado na zona da Penteada e com estreia marcada para 19 de dezembro) e o Circo Mundial (já erguido na Praia Formosa e com estreia a 12 de dezembro) são os únicos instalados no concelho do Funchal, onde a Câmara Municipal proibiu os espetáculos com animais. A proposta partiu do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), um dos seis que formam a coligação "Mudança", que lidera a autarquia funchalense. "Não gosto da decisão, mas tenho de aceitar, pois quem manda é a câmara", disse Renato Alves, vincando que a acusação de que os animais são mal tratados pelos domadores "não é verdade". "Eu chamo qualquer pessoa para ver como é que tratamos os animais. Não lhes falta nada, nem comida, nem água. Eu posso afirmar que não há maus tratos a animais nos circos em Portugal", afirmou o responsável do Circo Dallas, que pretendia trazer à Madeira cavalos, póneis, dromedários, cães, tubarões e um tigre branco. Da parte do Circo Mundial, Ruben Mariani explicou que estavam previstos números com focas, tigres, cães e gatos, realçando que a proibição "foi uma das maiores perdas", porque tinham "contratos assinados com os artistas". Ruben Mariani salientou, por outro lado, que "não se pode dizer que haja maus tratos aos animais nos circos", considerando que "é preciso ter bom senso, saber do que se fala, porque nem todos os circos são iguais, nem todas as pessoas são iguais, e não se pode meter os circos todos dentro dum saco, tirar um e pagam todos por tabela". O responsável disse, ainda, que o Circo Mundial é o que mais cidades, vilas e aldeias faz em Portugal continental, com uma rota anual de cerca de 60 locais. "Em todos somos vistoriados pelas câmaras municipais e nunca tivemos nenhuma reclamação, nenhuma contra ordenação e nenhuma queixa", afirmou. Já o responsável pelo Circo Dallas, Renato Alves, disse esperar que a Câmara do Funchal reveja a proibição, salientando, no entanto, que a nível do continente também há autarquias que estão a tentar implementar a mesma medida. Mesmo sem animais, os dois circos, com uma lotação conjunta de 2500 lugares, prometem grandes espetáculos no Funchal, tendo para o efeito reforçado os números com palhaços, trapezistas, malabaristas, ilusionistas e outros. 09:40 - 10 de Dezembro de 2014 | Por

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A88

ID: 57007914

10-12-2014

Tiragem: 34943

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,82 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Câmara de Lisboa diz que só a gestão municipal melhorará transportes Vice-presidente do município, Fernando Medina, insiste que a proposta entregue ao Governo “é melhor” do que a de qualquer privado e que só a câmara conseguirá “uma gestão integrada” ENRIC VIVES RUBIO

Concessão Inês Boaventura Entregar a gestão da Carris e do Metropolitano de Lisboa a privados será perder “uma oportunidade verdadeiramente histórica” para “repensar a oferta” das duas empresas. Quem o diz é o vice-presidente da Câmara de Lisboa, que defende que a proposta feita pelo município ao Governo “é melhor do que qualquer proposta que possa advir de um privado”. Menos de um mês depois o presidente da câmara ter afirmado que só por “preconceito ideológico” é que o Governo poderá preterir o município em favor de um privado, o assunto voltou a ser discutido na Assembleia Municipal de Lisboa. Desta vez, a iniciativa foi do PS, que solicitou o agendamento de um debate de actualidade sobre transportes. O vice-presidente do município não desperdiçou a oportunidade para dizer que a oferta dos transportes públicos que servem Lisboa é “estruturalmente desajustada”, não tendo sido adaptada ao longo dos últimos anos para responder aos “padrões de mobilidade” ou “à dinâmica da cidade”. Uma situação que, avisa Fernando Medina, se perpetuará, caso haja uma subconcessão a privados, já que estes não terão margem para redefinir o serviço. Além disso, o autarca socialista insistiu na ideia de que só a câmara poderá, tendo a gestão da via pública e do estacionamento, conseguir “uma gestão integrada” e “uma articulação, que hoje é incipiente, entre os vários modos”. Isso, defendeu Fernando Medina, permitirá não só uma maior “qualidade do serviço”, que se traduzirá num ganho de passageiros, mas também a conquista de “ganhos de eficiência”. Ana Páscoa, do PCP, sublinhou a necessidade de ambas as entidades clarificarem quais as suas “intenções” neste processo e apelou a uma mobilização de todos aqueles que se opõem à privatização das empresas de transporte. Também Ricardo Robles, do BE, defendeu que António Costa tem sido “muito pouco claro” sobre o

Município diz que oferta de transportes públicos em Lisboa é “estruturalmente desajustada”

CDS quer mais verbas para tapar buracos e limpar graffiti Orçamento para 2015 da Câmara de Lisboa vai ser discutido hoje

O

CDS quer que a Câmara de Lisboa duplique para dez milhões de euros a verba para reparação de buracos e pavimentação de ruas prevista no Orçamento para 2015. O vereador João Gonçalves Pereira propõe também um aumento do montante consagrado à remoção de graffiti. Estas propostas vão ser apresentadas hoje pelo vereador centrista, dia em que a Câmara de Lisboa discute as Grandes Opções do Plano para o quadriénio 2015-2018, bem como o Orçamento, o Mapa de Pessoal e a Tabela de Taxas a vigorar para 2015. Para os dias 16 e 17 de Dezembro está prevista a apreciação e votação destas propostas na Assembleia Municipal de Lisboa. Em comunicado divulgado ontem, João Gonçalves Pereira

afirma que, “num total de 698 milhões de euros orçamentados para 2015, os cinco milhões de euros previstos para repavimentação não têm praticamente significado face às múltiplas crateras e buracos espalhados por toda a cidade, situação essa agravada pelas intempéries que fustigaram Lisboa recentemente”. O eleito centrista acrescenta que “a insignificância da verba (...) é reveladora do estado de alheamento deste executivo socialista, face à realidade da vida dos lisboetas”. Para “ajudar a minorar essa situação e conferir maior segurança e comodidade aos automobilistas”, o vereador defende que a câmara duplique para dez milhões de euros a verba para reparação de buracos e pavimentação de

ruas. Aquilo que João Gonçalves Pereira sugere é que esse montante seja retirado da rubrica Acções de Avaliação. Hoje, João Gonçalves Pereira vai também propor ao executivo liderado por António Costa que aumente a verba consagrada à remoção de graffiti. Destacando que está em causa “um acto de vandalismo e de destruição de património”, o autarca do CDS considera que tem sido “manifestamente insuficiente” o investimento do município nesta área ao longo dos últimos anos. “O executivo deve encontrar forma de dissuadir esta forma de destruição selvagem e oferecer condições para que a prática do graffiti artístico possa ser desenvolvida com respeito pelo património público e privado”, diz o vereador.

andamento das negociações entre a câmara e o Governo. Quanto àquele que será o “resultado final” dessas negociações, o deputado municipal acredita que ele “está bem desenhado” e passa pela entrega da Carris e do metro a privados. “O Governo prepara-se para privatizar o bife do lombo”, afirmou Sobreda Antunes, do PEV, enquanto Miguel Santos, do PAN, sustentou que entregar “serviços que são historicamente do município” a entidades privadas seria “um absurdo”. Já Ferreira de Lemos, do CDS, defendeu que “é urgente introduzir mais mercado” na área dos transportes, dado que hoje aquilo que existe é “um monopólio público esgotado e financeiramente exaurido”. Pelo PSD, Victor Gonçalves admitiu que “os transportes têm sido um osso duro para o Estado”, que “tem custado muitos milhões de

A entrega da gestão da Carris e do Metropolitano de Lisboa à câmara municipal voltou ontem à assembleia municipal euros”. Para o deputado, o município não tem “vocação”, “competências” ou “meios técnicos” para assumir a gestão da Carris e do metro, devendo antes ter “um papel de fiscalização, de controlo”. No fim do debate, o independente Nunes da Silva salientou que seria “extremamente ingénuo” pensar-se que se poderia chegar a “uma posição consensual” sobre este tema na Assembleia Municipal de Lisboa. Ainda assim, o ex-vereador da Mobilidade considerou que há duas ideias que poderão merecer pelo menos “uma maioria alargada”: “o planeamento e gestão devem ser de propriedade pública” e “os municípios devem ter um papel relevante no planeamento, gestão e operação” das empresas de transporte público.

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A89

O "melhor orçamento" porque é o último

Tipo Meio:

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Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

09-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/actualidade/politica/485946-o-melhor-orcamento-porque-e-o-ultimo

Interessante Achou este artigo interessante? A sessão de abertura do debate do Plano e Orçamento para 2015 terminou com as intervenções de todos os partidos. Nos discursos da oposição a nota comum foi a falta de legitimidade de um Governo Regional que já tem a demissão anunciada para 12 de Janeiro. Edgar Silva (PCP) insistiu que o governo regional, estando de saída, "não tem legitimidade", nem base política para apresentar a proposta orçamental que, se for aprovado sextafeira, "quando for publicado, tem de ser revogado". Helder Spínola (PND), usando alguma ironia, opinou que a proposta era "a melhor que alguma vez o PSD apresentou, por um lado é o último com a mão do PSD e, por outro, não demorará mais do que três meses". Também a deputada Agnes Freitas do PAN argumentou que este é um "orçamento a curto prazo" de um governo com "final marcado", pelo que "não produz qualquer credibilidade na sua implementação", mostrando, à semelhança dos anos anteriores, que o executivo insular "só sabe trabalhar da mesma forma: aumentando a dívida". Por seu turno, Roberto Vieira, do MPT, acusou o PSD de "fazer passar os madeirenses do céu para o inferno" porque "tudo o que fizeram correu mal e a Madeira está pior do que estava", lembrando que "só em juros o Governo vai pagar em 2015 mais de 300 milhões de euros". 09/12/2014 17:03

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A90

ID: 56990662

09-12-2014

Tiragem: 34943

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,68 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Funchal: Orçamento Participativo não só é possível como até bate recordes A câmara decidiu dar voz à população e esta não faltou à chamada. A mudança da cor política do executivo da principal autarquia madeirense pode explicar os números da participação PEDRO CUNHA

Madeira Marisa Soares O primeiro Orçamento Participativo da Câmara do Funchal parecia condenado mesmo antes de nascer. Dele dizia-se que era utópico e que não iria funcionar, mas o executivo liderado pelo independente Paulo Cafôfo não recuou. Quando se abriram as portas do Mercado dos Lavradores, a 6 de Novembro, para a última discussão de propostas, ninguém imaginava que naquela noite se iria fazer história. O edifício de quase 10 mil metros quadrados no centro do Funchal foi pequeno para acolher tanta gente: 505 pessoas. Este é, segundo a associação In Loco, que se dedica ao estudo e monitorização de processos de Orçamento Participativo, um recorde nacional. “A média de participação nestas reuniões anda entre as 30 e as 50 pessoas, e nas experiências mais consolidadas pode chegar às 200”, diz Nelson Dias, presidente da associação. “Parecia a entrada para um concerto de rock”, descreve Domingos Rodrigues, vereador do Urbanismo na Câmara do Funchal, que tem coordenado o processo do Orçamento Participativo. As bancas do peixe e da fruta serviram de mesa para a discussão. “Foi um estrondo. A meio da reunião até tivemos de colocar mais uma coluna de som porque não nos conseguiam ouvir.” Já na primeira reunião organizada pela câmara tinham aparecido 116 munícipes. De onde vem, afinal, tanta vontade de participar?

Participação do povo na reunião de 6/11/2014 estabeleceu novo recorde nacional neste tipo de eventos a responder”, observa Nelson Dias, que é também sociólogo. Teresa Ruel, investigadora em Ciência Política, concorda: “As pessoas nunca foram ouvidas, nem a nível local nem regional, e isso explica esta avidez.” Esta madeirense, que se tem dedicado a estudar os processos de Orçamento Participativo, a oposição e a democracia na região, considera que os munícipes se sentiram “de alguma forma aconchegados” por saberem

que este executivo quer ouvi-los. Além disso, e “independentemente do contexto da Madeira, há uma crise de confiança na democracia representativa”, observa Nelson Dias, admitindo que o surgimento de um processo como o do Orçamento Participativo leva os cidadãos a “acreditar um pouco mais” no sistema. A confiança traduz-se em números: as oito sessões de discussão pública tiveram um total de 972 participantes. “Quatro dessas reuMIGUEL_MONIZ

Nova maioria municipal A resposta pode estar na mudança política. A 29 de Setembro de 2013, os eleitores do Funchal puseram fim a quase quatro décadas de liderança social-democrata na principal câmara da Madeira — durante as quais não houve Orçamento Participativo. A autarquia foi entregue à coligação “Mudança”, formada por PS, BE, MPT, PAN, PDN e PTP, mas encabeçada por independentes, cujo programa eleitoral tinha um eixo estratégico: criar uma “cidade democrática, ágil, transparente e participativa”. “Agora que há uma maior abertura à participação, as pessoas estão

Cidadãos decidem o destino de 300 mil euros de investimento

Catástrofes

O

Funchal integra o programa Portugal Participa, lançado dia 3 pela In Loco e financiado pela Fundação Gulbenkian. O objectivo do projecto é apoiar a implementação de diversas práticas de participação em quatro municípios: Cascais (que este ano teve o OP mais votado de sempre no país), Odemira, Porto e Funchal. Além do OP, a Câmara do Funchal quer criar Núcleos Comunitários de Protecção Civil, para envolver a população na resolução dos problemas de ordenamento do território, agravados pelas tempestades que volta e meia assolam a ilha. “Vamos trazer formadores do Brasil para ajudarem a criar esses núcleos, que terão ao seu dispor miniterminais meteorológicos para poderem estar a par das alterações climáticas e terem mais capacidade de reacção”, diz Nelson Dias.

niões coincidiram com jogos de futebol, da selecção nacional e da Liga dos Campeões, e mesmo assim tivemos salas cheias”, sublinha Domingos Rodrigues, que é também geólogo e professor na Universidade da Madeira. Os técnicos municipais promoveram reuniões também nas zonas mais isoladas do concelho, e até num bairro social, onde estão “os problemas reais” e onde tudo tem de ser explicado ao pormenor. “Muitas pessoas nem sabem o que é um orçamento, de onde vem o dinheiro, como se divide.” No caso do Funchal, todos os munícipes com mais de 15 anos podem apresentar propostas e votar, decidindo o destino de 300 mil euros — 2,5% da verba municipal para investimentos. No total foram apresentadas 248 propostas, das quais 42 chegaram à fase final de análise técnica pela câmara. Entre os participantes, 55% são homens e 45% são mulheres; 35% têm entre 46 e 65 anos e 31% entre 26 e 45 anos. Os projectos candidatados vão desde a ampliação de ginásios ou a realização de obras em escolas até à criação de hortas ou ao arranjo de ruas. A cada proposta mais votada serão destinados no máximo 100 mil euros. A votação, que começa a 15 de Dezembro e continua durante o mês de Janeiro, é presencial. Pode ser feita no edifício da câmara, mas haverá também um autocarro do município para recolher os votos de quem não se pode deslocar.

Mostrar que vale a pena O vereador Domingos Rodrigues reconhece, porém, que o processo tem encontrado vários obstáculos, próprios da “democracia musculada” que existe na região. A oposição manifestou-se de várias formas. Por exemplo, a câmara foi proibida de realizar as sessões de discussão das propostas nas escolas primárias — propriedade do município mas geridas pelo governo regional. Até a divulgação dos eventos foi boicotada por parte dos órgãos de comunicação social públicos da região, revela. Por isso, para o vereador, mais do que avaliar o conteúdo das propostas dos munícipes, a câmara está empenhada numa missão: “Mostrar que o Orçamento Participativo é possível e que a participação vale a pena.”

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Público Porto A91

ID: 56990825

09-12-2014

Tiragem: 34943

Pág: 15

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 31,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

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Funchal: Orçamento Participativo não só é possível como até bate recordes A câmara decidiu dar voz à população e esta não faltou à chamada. A mudança da cor política do executivo da principal autarquia madeirense pode explicar os números da participação PEDRO CUNHA

Madeira Marisa Soares O primeiro Orçamento Participativo da Câmara do Funchal parecia condenado mesmo antes de nascer. Dele dizia-se que era utópico e que não iria funcionar, mas o executivo liderado pelo independente Paulo Cafôfo não recuou. Quando se abriram as portas do Mercado dos Lavradores, a 6 de Novembro, para a última discussão de propostas, ninguém imaginava que naquela noite se iria fazer história. O edifício de quase 10 mil metros quadrados no centro do Funchal foi pequeno para acolher tanta gente: 505 pessoas. Este é, segundo a associação In Loco, que se dedica ao estudo e monitorização de processos de Orçamento Participativo, um recorde nacional. “A média de participação nestas reuniões anda entre as 30 e as 50 pessoas, e nas experiências mais consolidadas pode chegar às 200”, diz Nelson Dias, presidente da associação. “Parecia a entrada para um concerto de rock”, descreve Domingos Rodrigues, vereador do Urbanismo na Câmara do Funchal, que tem coordenado o processo do Orçamento Participativo. As bancas do peixe e da fruta serviram de mesa para a discussão. “Foi um estrondo. A meio da reunião até tivemos de colocar mais uma coluna de som porque não nos conseguiam ouvir.” Já na primeira reunião organizada pela câmara tinham aparecido 116 munícipes. De onde vem, afinal, tanta vontade de participar?

Participação do povo na reunião de 6/11/2014 estabeleceu novo recorde nacional neste tipo de eventos a responder”, observa Nelson Dias, que é também sociólogo. Teresa Ruel, investigadora em Ciência Política, concorda: “As pessoas nunca foram ouvidas, nem a nível local nem regional, e isso explica esta avidez.” Esta madeirense, que se tem dedicado a estudar os processos de Orçamento Participativo, a oposição e a democracia na região, considera que os munícipes se sentiram “de alguma forma aconchegados” por saberem

que este executivo quer ouvi-los. Além disso, e “independentemente do contexto da Madeira, há uma crise de confiança na democracia representativa”, observa Nelson Dias, admitindo que o surgimento de um processo como o do Orçamento Participativo leva os cidadãos a “acreditar um pouco mais” no sistema. A confiança traduz-se em números: as oito sessões de discussão pública tiveram um total de 972 participantes. “Quatro dessas reuMIGUEL_MONIZ

Nova maioria municipal A resposta pode estar na mudança política. A 29 de Setembro de 2013, os eleitores do Funchal puseram fim a quase quatro décadas de liderança social-democrata na principal câmara da Madeira — durante as quais não houve Orçamento Participativo. A autarquia foi entregue à coligação “Mudança”, formada por PS, BE, MPT, PAN, PDN e PTP, mas encabeçada por independentes, cujo programa eleitoral tinha um eixo estratégico: criar uma “cidade democrática, ágil, transparente e participativa”. “Agora que há uma maior abertura à participação, as pessoas estão

Cidadãos decidem o destino de 300 mil euros de investimento

Catástrofes

O

Funchal integra o programa Portugal Participa, lançado dia 3 pela In Loco e financiado pela Fundação Gulbenkian. O objectivo do projecto é apoiar a implementação de diversas práticas de participação em quatro municípios: Cascais (que este ano teve o OP mais votado de sempre no país), Odemira, Porto e Funchal. Além do OP, a Câmara do Funchal quer criar Núcleos Comunitários de Protecção Civil, para envolver a população na resolução dos problemas de ordenamento do território, agravados pelas tempestades que volta e meia assolam a ilha. “Vamos trazer formadores do Brasil para ajudarem a criar esses núcleos, que terão ao seu dispor miniterminais meteorológicos para poderem estar a par das alterações climáticas e terem mais capacidade de reacção”, diz Nelson Dias.

niões coincidiram com jogos de futebol, da selecção nacional e da Liga dos Campeões, e mesmo assim tivemos salas cheias”, sublinha Domingos Rodrigues, que é também geólogo e professor na Universidade da Madeira. Os técnicos municipais promoveram reuniões também nas zonas mais isoladas do concelho, e até num bairro social, onde estão “os problemas reais” e onde tudo tem de ser explicado ao pormenor. “Muitas pessoas nem sabem o que é um orçamento, de onde vem o dinheiro, como se divide.” No caso do Funchal, todos os munícipes com mais de 15 anos podem apresentar propostas e votar, decidindo o destino de 300 mil euros — 2,5% da verba municipal para investimentos. No total foram apresentadas 248 propostas, das quais 42 chegaram à fase final de análise técnica pela câmara. Entre os participantes, 55% são homens e 45% são mulheres; 35% têm entre 46 e 65 anos e 31% entre 26 e 45 anos. Os projectos candidatados vão desde a ampliação de ginásios ou a realização de obras em escolas até à criação de hortas ou ao arranjo de ruas. A cada proposta mais votada serão destinados no máximo 100 mil euros. A votação, que começa a 15 de Dezembro e continua durante o mês de Janeiro, é presencial. Pode ser feita no edifício da câmara, mas haverá também um autocarro do município para recolher os votos de quem não se pode deslocar.

Mostrar que vale a pena O vereador Domingos Rodrigues reconhece, porém, que o processo tem encontrado vários obstáculos, próprios da “democracia musculada” que existe na região. A oposição manifestou-se de várias formas. Por exemplo, a câmara foi proibida de realizar as sessões de discussão das propostas nas escolas primárias — propriedade do município mas geridas pelo governo regional. Até a divulgação dos eventos foi boicotada por parte dos órgãos de comunicação social públicos da região, revela. Por isso, para o vereador, mais do que avaliar o conteúdo das propostas dos munícipes, a câmara está empenhada numa missão: “Mostrar que o Orçamento Participativo é possível e que a participação vale a pena.”

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Câmara de Lisboa diz que só gestão municipal permitirá melhorar a oferta dos transportes - PÚBLICO

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

09-12-2014

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/camara-de-lisboa-diz-que-so-gestao-municipal-permitira-melhorar-aoferta-dos-transportes-1678899

09/12/2014 - 22:56 Câmara de Lisboa diz que só gestão municipal permitirá melhorar a oferta dos transportes Por Inês Boaventura 09/12/2014 - 22:56 Vice-presidente do município insiste que a proposta entregue ao Governo "é melhor" do que a de qualquer privado. Entregar a gestão da Carris e do Metropolitano de Lisboa a privados será perder "uma oportunidade verdadeiramente histórica" para "repensar a oferta" das duas empresas. Quem o diz é o vicepresidente da Câmara de Lisboa, que defende que a proposta feita pelo município ao Governo "é melhor do que qualquer proposta que possa advir de um privado". Menos de um mês depois o presidente da câmara ter afirmado que só por "preconceito ideológico" é que o Governo poderá preterir o município em favor de um privado, o assunto voltou a ser discutido na Assembleia Municipal de Lisboa. Desta vez, a iniciativa foi do PS, que solicitou o agendamento de um debate de actualidade sobre transportes. O vice-presidente do município não desperdiçou a oportunidade para dizer que a oferta dos transportes públicos que servem Lisboa é "estruturalmente desajustada", não tendo sido adaptada ao longo dos últimos anos para responder aos "padrões de mobilidade" ou "à dinâmica da cidade". Uma situação que, avisa Fernando Medina, se perpetuará caso haja uma subconcessão a privados, já que estes não terão margem para redefinir o serviço. Além disso, o autarca socialista insistiu na ideia de que só a câmara poderá, tendo a gestão da via pública e do estacionamento, conseguir "uma gestão integrada" e "uma articulação, que hoje é incipiente, entre os vários modos". O que, defendeu Fernando Medina, permitirá não só uma maior "qualidade do serviço", que se traduzirá num ganho de passageiros, mas também a conquista de "ganhos de eficiência". Ana Páscoa, do PCP, sublinhou a necessidade de ambas as entidades clarificarem quais as suas "intenções" neste processo e apelou a uma mobilização de todos aqueles que se opõem à privatização das empresas de transporte. Também Ricardo Robles, do BE, defendeu que António Costa tem sido "muito pouco claro" sobre o andamento das negociações entre a câmara e o Governo. Quanto àquele que será o "resultado final" dessas negociações, o deputado municipal acredita que ele "está bem desenhado" e passa pela entrega da Carris e do metro a privados. "O Governo prepara-se para privatizar o bife do lombo", afirmou Sobreda Antunes, do PEV, enquanto Miguel Santos, do PAN, sustentou que entregar "serviços que são historicamente do município" a entidades privadas seria "um absurdo". Já Ferreira de Lemos, do CDS, defendeu que "é urgente introduzir mais mercado" na área dos transportes, dado que hoje aquilo que temos é "um monopólio público esgotado e financeiramente

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exaurido". Pelo PSD, Victor Gonçalves admitiu que "os transportes têm sido um osso duro para o Estado", que "tem custado muitos milhões de euros". Para o deputado, o município não tem "vocação", "competências" ou "meios técnicos" para assumir a gestão da Carris e do metro, devendo antes ter "um papel de fiscalização, de controlo". No fim do debate, o independente Nunes da Silva salientou que seria "extremamente ingénuo" pensarse que se poderia chegar a "uma posição consensual" sobre este tema na Assembleia Municipal de Lisboa. Ainda assim, o ex-vereador da Mobilidade considerou que há duas ideias que poderão merecer pelo menos "uma maioria alargada": "o planeamento e gestão devem ser de propriedade pública" e "os municípios devem ter um papel relevante no planeamento, gestão e operação" das empresas de transporte público.

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ID: 56980795

08-12-2014

Tiragem: 11513

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,64 x 16,39 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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Retirada das aves de rapina das ruas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

08-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/cartasdoleitor/edicao-2014-12-08/485657-retirada-das-aves-derapina-das-ruas

Acho muito engraçado a Câmara Municipal do Funchal proibir as aves de rapina nas ruas do Funchal onde uma militante da PAN, o tal partido dos direitos dos animais, ter em casa 4 canídeos o qual passeia nos Jardins de Santa Luzia e sabendo que por lei só pode ter 3. Mas em vez de se peocupar com a vida dela preocupa-se com as pessoas que têem tudo legal como é o caso das aves. E mais aquelas aves nasceram e foram criadas em cativeiro por isso se fossem neste momento devolvidas à liberdade morriam. Já que o PAN preocupa-se tanto com os animais devia ir à feira do Santo da Serra ver como as aves estão acondicionadas para comercialização, para não falar que algumas apresentam sinais de doença. Já que se cria leis acho que também devia haver gente para fiscalizar, o que não acontece. Fala-se tanto do bem estar animal e o ir ao cybermadeira e até vacas e cabras sem brinco de identificação tem a venda... mas aí ninguém vai chatear, mas pela lei a venda de animais tem que ser toda com registo. Segunda, 8 de Dezembro de 2014

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Confraria Gastronómica da Madeira defende a ´Função da Morte do porco´ e ataca os críticos

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

06-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/actualidade/madeira/485357-confraria-gastronomica-da-madeira-defende-afuncao-da-morte-do-porco-e-at

Confraria Gastronómica da Madeira defende a 'Função da Morte do porco' e ataca os críticos A direcção da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira diz lamentar que "a identidade do povo da Madeira e da sua cultura na epóca do Natal "Festa" seja posta em questão". E diz acreditar, sublinhando que está "confiante" que a exemplo de anos anteriores "o acto cultural da 'Função da Morte do porco' será realizado por centenas de famílias madeirenses". Esta é a reacção da Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira às recentes posições públicas dos críticos da matança do porco, entre quais, elementos do PAN - Pessoas - Animais - Natureza. Em comunicado, a Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira afirma que "a defesa e vivência das tradições é um acto civilizacional, cultural e identificafivo de um povo". Defende a Academia Madeirense das Carnes/Confraria Gastronómica da Madeira que "as tradições e a cultura de um povo não pode nem deve estar condicionada ou sujeita as vontades ou intenções de qualquer força ou loby político e económico, ou mesmo de algum 'iluminado' que queira mudar a forma de viver ou de estar de um povo". E sublinha que "a evolução das tradições de um povo acontece apenas por vontade de esse mesmo povo, felizmente nunca por vontade de uma minoria". "Nós, Confraria Gastronómica da Madeira, somos defensores da cultura Madeirense e da sua natural evolução e somos opositores dos que tencionam a destruição mesmo quando falam de evolução. Lamentamos igualmente que os defensores do abandono de tradições não consigam terem um discurso sem ofensas", conclui o comunicado. 06/12/2014 10:55

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ID: 56964592

06-12-2014

Tiragem: 14900

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,60 x 25,63 cm²

Âmbito: Regional

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Circo Mundial é também de solidariedade para com os mais necessitados

O Luna Park e o Circo Mundial prometem muitas promoções.

Solidariedade é a palavra de ordem no atual momento que o país atravessa e nesse sentido, o Circo Mundial vai associar-se à Cruz Vermelha Portuguesa e a Associação de Deficientes da Madeira em prol dos mais necessitados. «O Circo Mundial disponibilizou bilhetes à Associação de Deficientes da Madeira para revenda a um preço muito reduzido para a sua ante-estreia e no dia seguinte, irá disponibilizar à CVP 700

lugares para angariação de alimentos. A cada kilo de alimento entregue, a CV oferece um bilhete», disse Rui Carvalho à nossa reportagem. Rui Carvalho diz que os preços serão adequados aos tempos que atravessamos mas haverá mais. «Estamos a distribuir pelo norte da ilha bilhetes gratuítos para crianças quando acompanhados por um adulto, vamos fazer promoções de bilheteira até dia 23

de nove euros para as bancads laterais e temos também o Aproveita Madeira que venderá os bilhetes a um preços mais reduzidos a que se acrescenta os dia do euro. «Será à quarta-feira. Todas as diversões estarão a um euro com apenas uma excepção, devido à pouca lotação e não se associou. Os madeirenses já estão habituados e por isso poderão usufruir de muita coisa a um preço meramente simbólico», disse.

JM

«CMF tirou-nos o direito ao trabalho» Décio Ferreira decioferreira@jornaldamadeira.pt

A Câmara Municipal do Funchal retirou-nos o direito ao trabalho e isso é anticonstitucional. Palavras de Rui Carvalho, promotor do Luna Park da Praia Formosa, em reação à decisão da CMF em impedir a atuação de animais no Circo Mundial. «Somos trabalhadores. Foinos tirado o direito ao trabalho e isso é anticonstitucional. Os nossos domadores estão coletados, pagam os seus impostos mas neste momento estão sem trabalho». Ao todo são cerca de 20 pessoas que não podem exercer a sua atividade devido à CMF. Rui Carvalho, adianta ainda que tudo estava devidamente licenciado pelo Parque Natural da Madeira mas o PAN e a CMF tomaram uma decisão irreversível mas também incompreensível e muito em cima da hora. «Tenho os meus animais devidamente identificados, documentados, com certificados veterinários e com documentos assinados pelo Parque Natural da Madeira que autorizam os

mais e Natureza solicitou, tudo em nome de uma coligação que começou com seis partidos e atualmente está desfeita...». Mais, Rui Carvalho estranha tal decisão pois o PAN é a mesma força partidária que «gasta dinheiro em canis para enjaular os animais e esterilizá-los em condições deploráveis, mas nós não o podemos colocar os nossos animais em jaulas devidamente fiscalizadas», constatou.

LUNA PARK DA PRAIA FORMOSA JÁ ABRIU AS SUAS PORTAS

Rui Carvalho vai acatar as decisões da CMF, mas questiona a forma como as mesmas foram publicitadas.

meus animais a permanecer na Região de 11 de dezembro a 11 de janeiro mas a Câmara envianos um ofício afirmando que não via de bom grado a atuação dos animais no circo e que não nos licenciava», disse. Apesar de acatar a decisão, Rui Carvalho não concorda e adianta

que a população é que vai sair prejudicada, pois «os madeirenses ficam impedidos de ver números circenses com focas, cães amestrados, crocodilos e serpentes», assinalou ao JM. Números que obrigaram a cancelar contratos, entretanto já celebrados, como foi o caso

do espetáculo de focas, que faria a sua estreia no Funchal. O nosso interlocutor acusa por isso o PAN de pressionar a vereação camarária quanto a esta decisão. «Toda a divulgação da decisão camarária está a ser feita pelo PAN. A CMF decidiu acatar aquilo que o Partido Pessoas Ani-

O Luna Park da Praia Formosa abriu ontem ao público, mas o Circo Mundial, devido ao tempo mais longo de montagem, só entrará em funcionamento no dia 11 de dezembro com uma anteestreia e terminará no dia 11 de janeiro. Diariamente, haverá sessões às 21h30 e nos feriados e fins de semana às 15horas, 17h30 e 21h30. A partir de dia 29 de dezembro diariamente haverá duas sessões às 16 horas e 21h30. No Luna Park poderão ser encontradas diversas atrações, como pista de carrinhos de choque, divertimentos radicais, familiares e infantis, bares e casas de jogos de perícias.

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ID: 56964592

06-12-2014

Tiragem: 14900

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,35 x 5,03 cm²

Âmbito: Regional

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«Câmara do Funchal tirou-nos o direito ao trabalho» P. 9

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ID: 57015772

05-12-2014

Tiragem: 4000

Pág: 28

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 26,00 x 14,59 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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Provedora Municipal na mira da Prótoiro

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Correio do Ribatejo Online

Data Publicação:

05-12-2014

URL:: http://correiodoribatejo.com/provedora-municipal-na-mira-da-protoiro/

Provedora Municipal dos Animais na tomada de posse A Federação Portuguesa de Tauromaquia (Prótoiro) acusou a recém-nomeada Provedora dos Animais de Lisboa de estar usar o cargo para se mostrar contra as touradas, assegurando que vai tomar medidas para que "seja respeitada a cultura" na cidade. Na cerimónia da tomada de posse, que decorreu na passada quinta-feira, dia 27 de Novembro, nos Paços do Concelho da capital do país, a nova Provedora Municipal dos Animais de Lisboa, Inês Sousa Real, indicou que pretende salvaguardar os direitos "não só" do cão e do gato, como também dos animais utilizados para "espectáculos circenses, touradas, exposições de animais e venda". A Federação Portuguesa de Tauromaquia reagiu, defendendo em comunicado que "estas declarações inadmissíveis correspondem a uma instrumentalização ideológica da função de Provedora, procurando (.) usar o seu novo cargo para implementar uma agenda animalista e anti-taurina, ultrapassando o dever de imparcialidade, boa-fé e de respeito pela legalidade que quem exerce um cargo público tem de ter". A Prótoiro adiantou, contudo, que "o número de espectadores de touradas na cidade de Lisboa aumentou em 2014 cerca de 20%, como divulgou publicamente a empresa do Campo Pequeno". A mesma entidade considerou que "esta é uma postura que não é admissível por quem exerce um cargo público", pelo que a actual Provedora "demonstrou não estar à altura das funções públicas que lhe foram atribuídas, e não existe outra alternativa do que ser afastada do seu cargo". "A Federação Portuguesa de Tauromaquia e outras organizações relacionadas com o mundo animal irão tomar medidas junto do Município de Lisboa sobre este gravíssimo caso, para que seja respeitada a cultura, a legalidade e a liberdade dos Lisboetas", pode ainda ler-se na nota. A escolha da Provedora, feita em parceria com o Partido pelos Animais e pela Natureza (PAN), que tem assento na Assembleia Municipal de Lisboa, resultou do pedido de demissão apresentado pela anterior titular do cargo, a ex-deputada do PS, Marta Rebelo, que apenas desempenhou estas funções durante 57 dias, por ser levada a concluir que não havia condições para desempenhar o projecto que a aliciara a aceitar este mandato. De acordo com informação divulgada na ocasião pelo Município, a Provedora tinha como funções "emitir, de forma independente e imparcial, recomendações sobre o funcionamento da Casa dos Animais de Lisboa [nova designação do canil/gatil municipal] e receber e tratar as queixas relativas ao mesmo". Marta Rebelo disse à Lusa, na oportunidade da sua demissão, ter encarado esta situação "como uma situação de absoluta emergência", afirmando igualmente, que "a emergência que está ali é de tal sorte, que não se compadece com grandes elaborações e compassos de espera, nem com umas obras que já pararam muitas vezes (por razões alheias à vontade municipal, na maior parte dos casos), mas, que implicam agora um grande esforço e uma grande concentração de esforço de obra, para que as coisas mudem. Infelizmente, não é só o tijolo que tem de mudar. E esse conjunto de coisas inviabilizou a forma como eu encaro, ou encarei, o exercício daquela missão", referiu. Dá para perceber, assim, que a agenda da actual Provedora tem outras prioridades! 05/12/2014

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05-12-2014

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 6,79 x 10,60 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

PAN congratula-se com política “biológica” do GR JM

ID: 56950582

Tiragem: 14900

«O Governo Regional (GR) vai no bom caminho» em relação à política de produção agrícola de origem biológica. Quem o afirma é o líder do PAN, que se reuniu ontem com director regional da Agricultura. Fernando Rodrigues sugere que «o GR devia apostar mais no esclarecimento dos seus benefícios junto da população», pelo que o PAN defende a «realização de palestras, eventos e outras iniciativas de cariz informativo». Marcos Mota

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Lisbon says "no" to circuses with animals

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Portugal Resident Online

Data Publicação:

05-12-2014

URL:: http://portugalresident.com/lisbon-says-%E2%80%9Cno%E2%80%9D-to-circuses-with-animals

December 05, 2014 In another landmark decision, Lisbon's municipal assembly has approved a motion to prohibit circus shows using animals. The move follows on from a similar vote taken last month in Madeira (), and has been fuelled by animal rights party PAN. In a perfect example of how small parties can effect huge change, PAN has managed to change the traditional mindset of political colleagues, even though there were a number of abstentions and votes against the proposal by CDS, MPT and PSD councillors. The news - hardly reported by a media taken up with political scandals - came last week when PAN presented its proposal that will now need to be rubber-stamped by the Socialist-led town council. The motion called for the city "not to emit licenses to circus shows that include the exhibition and/ or use of animals" bearing in mind that "no form of entertainment should involve the enforced suffering of living things that have been denied the possibility of living in their natural habitat". PAN added that circuses invariably attracted young children for whom the attendance at such shows "could in no way enrich them from a pedagogical point of view".

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Lisboa deverá proibir circos com animais

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

05-12-2014

Meio:

Veterinária Atual Online

Autores:

Ana Rita Costa

URL:: http://www.veterinaria-atual.pt/news.aspx?menuid=67&eid=9203&bl=1

5 de Dezembro - 2014 O município de Lisboa deverá proibir brevemente circos com animais. A proposta partiu do Partido pelos Animais e Natureza (PAN) em Assembleia Municipal e foi aprovada pela maioria. O PAN já tinha conseguido recentemente que a proibição de circos com animais fosse aprovada no Funchal. Agora, a proibição deverá ser implementada em Lisboa. A proposta do PAN recomenda à Câmara Municipal de Lisboa que não emita "licenças a espetáculos circenses que incluam a exibição ou utilização de animais" e defende "que nenhuma forma de entretenimento deve envolver o sofrimento forçado de seres vivos, a quem, de resto, já foi negada a possibilidade de viver no seu habitat natural". por Ana Rita Costa

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Duração: 00:01:10

RTP Madeira Telejornal Madeira ID: 56957674

OCS: RTP Madeira - Telejornal Madeira

04-12-2014 09:19

Que é preciso aumentar a área de cultivo biológico http://www.pt.cision.com/s/?l=faff3621

O Partido pelos Animais e pela Natureza diz que é preciso aumentar a área de cultivo biológico. Declarações de Agnes Freitas, deputada PAN.

Repetições: RTP Madeira - Telejornal Madeira , 2014-12-04 23:35

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Notícias ao Minuto - PAN contra tradição natalícia da matança do porco

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

04-12-2014

URL:: http://www.noticiasaominuto.com/politica/316315/pan-contra-tradicao-natalicia-da-matanca-do-porco

O partido PAN (Pessoas-Animais-Natureza) na Madeira criticou hoje uma das mais antigas tradições do Natal do arquipélago, a matança do porco, considerando ser um "ato brutal e culturalmente inaceitável". "O PAN protesta veementemente contra atos desta natureza e apela a todos aqueles e aquelas que até aqui nesta tradição participavam que reflitam, antes de se tornarem cúmplices desta barbárie", dizem, em comunicado, os responsáveis desta força política na Madeira. PUB Segundo o PAN, "querer colar esta dita tradição aos traços identitários do povo madeirense não parece que seja motivo de qualquer orgulho". O partido salienta ainda ser "indigno" que uma pessoa, "tendo consciência do sofrimento arrepiante que impele ao porco" o sujeite a tal situação nesta altura do ano com o argumento de que "é a tradição". "Nada nos move contra aqueles que, por este ou aquele motivo, ainda não se libertaram de participar neste ato brutal e culturalmente inaceitável", sustentam, adiantando que o objetivo é "trazê-los à razão, referindo que em resultado da necessária evolução civilizacional todas as tradições violentas têm vindo a ser banidas pelos povos". O comunicado menciona que a matança do porco, de acordo com alguns estudos, é um ritual que terá sido introduzido na Madeira por residentes do Norte de Portugal, aquando da colonização do arquipélago, ocorrendo nas vésperas do Natal, a partir de 08 de dezembro, um pouco por toda a ilha da Madeira. O PAN destaca que o 'animal humano' tem capacidade de efetuar decisões conscientes e, visando ajudar na sensibilização para acabar com este tipo de rituais, promove na sexta-feira, no Funchal, uma palestra subordinada ao tema "alimentação com ética -- isenta de produtos de origem animal", na Fundação J. Silvério Pires, que tem como orador o especialista em alimentação natural Rui Vieira. 13:45 - 04 de Dezembro de 2014 | Por

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Terreno da 24 de Julho vai a hasta pública e já há um grupo privado de saúde interessado | Atlas da Saúde

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Atlas da Saúde Online

Data Publicação:

03-12-2014

URL:: http://www.atlasdasaude.pt/publico/content/terreno-da-24-de-julho-vai-hasta-publica-e-ja-ha-um-grupoprivado-de-saude

Quarta, 3 Dezembro, 2014 - 10:46 A votação do lançamento de uma hasta pública de uma parcela de terreno destinada a construção com a área de 20.763,48 metros quadrados, situada na Avenida 24 de Julho, estava dependente da votação do Plano de Urbanização de Alcântara, que foi também aprovado ontem. A proposta da alienação do terreno, chamado "triângulo dourado", foi aprovada por maioria, com os votos contra do PSD, CDS-PP, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. O "triângulo dourado", parcialmente ocupado por serviços da Câmara de Lisboa, foi avaliado, de acordo com o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, em 20.350.000 euros e "pode vir a ser utilizado para equipamento de saúde privado, habitação ou escritórios". O deputado do PSD Vitor Gonçalves classificou a alienação ontem aprovada como "uma grande farsa", acusando a autarquia de estar a fazer uma "venda directa". "Sob o rótulo do planeamento, (a Câmara) está a fazer vendas directas de património municipal, à semelhança do que aconteceu nos terrenos onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros", afirmou. O PSD afirmou que há interesse do Grupo Mello no terreno da 24 de Julho para aí construir uma unidade hospitalar. A deputada Margaria Saavedra disse que o grupo apresentou ao município um Pedido de Informação Prévia (PIP) e que, caso este seja aprovado, "pode entrar logo com pedido de licenciamento, o que lhe permite ganhar um ano de avanço em relação aos outros concorrentes". "Fica favorecido", sublinhou. Em declarações à Lusa, à margem da reunião, o vereador do Urbanismo assegurou que "o facto de ter entrado um PIP não compromete nada". Manuel Salgado recordou que o Grupo Mello tinha previsto a construção de um hospital em Alcântara num outro terreno, mas considerou que o terreno municipal tem melhores condições. "O Grupo Mello pôs o PIP para saber se é viável construir ali um hospital", disse, acrescentando que "isto não o coloca em vantagem". O MPT, através do deputado António Arruda, mostrou "muitas reservas" sobre a alienação, "nomeadamente em relação ao destino dos funcionários que trabalham no edifício", pedindo "soluções que mantenham na zona os serviços". Também o CDS-PP apresentou "reservas", com a deputada Luísa Alvim a defender que "tem que ser encontrada solução para acomodar estes funcionários e assegurar que mantêm as suas funções". "Importa saber como será resolvida a situação dos trabalhadores e serviços aí instalados", disse a deputada Cláudia Madeira, do PEV, referindo que "a alienação levanta alguns problemas e não garante que estejam salvaguardados os interesses municipais". Segundo a comunista Ana Páscoa, a alienação "levanta problemas para os quais o partido ainda não obteve respostas", como "resolução da situação dos trabalhadores, serviços e equipamento". "Corremos o risco de alienar património e de a Câmara ter depois que arrendar edifícios", afirmou. Também para o bloquista José Casimiro "é importante saber-se quando ficará definido o destino dos trabalhadores em serviço nas instalações do terreno".

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Manuel Salgado esclareceu que "uma parte significativa dos funcionários irá para os Olivais" e que a autarquia tem "um ano para entregar o edifício", depois de este ser vendido, ou seja, "está previsto um ano para o município relocalizar os funcionários". O deputado Hugo Lobo, do PS, recordou que o terreno já se encontrava "no plano de activos não estratégicos que a autarquia se propunha alienar", informação corroborada por Manuel Salgado: "A venda deste activo estava prevista no Orçamento de 2014". De acordo com o vereador, "45% da área do terreno volta à posse do município para se fazer um jardim público onde ficará localizada uma bacia de retenção, prevista no Plano de Urbanização de Alcântara".

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A108

ID: 56911235

03-12-2014

Tiragem: 11117

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 22,81 x 12,45 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

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A109

Em jeito de balanço. | DNOTICIAS.PT

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias da Madeira.pt

Data Publicação:

03-12-2014

URL:: http://www.dnoticias.pt/impressa/diario/opiniao/484571-em-jeito-de-balanco%E2%80%A6

Interessante Achou este artigo interessante? Em jeito de balanço este ano foi de continuidade no engano. A "troika" foi-se embora, mas vida permanece imutável e penosa para a generalidade dos portugueses. Jardim não muda. Mas os seus delfins (odiados e estimados) prometem mudar, requentados pela liberdade de finalmente expressarem o que sentem, como se a aragem divina os expurgasse de quatro décadas de cumplicidades. Mas, mais vale tarde do que nunca, e perante a aridez de alternativas exequíveis, vou observando os actuais sofismas com que me deliciam ao ouvido. Seguro, o abstencionista de Passos Coelho, foi-se embora, mas Costa nada diz ao que vem, e tem a distinta lata de pedir maioria absoluta, para assinarmos em branco o seu programa oculto que escorre das suas bonitas palavras e discursos. Felizmente Sócrates, (talvez involuntariamente) refreou esse ímpeto do novo redentor socialista. Victor Freitas, o ex-segurista que espumava de Costa na campanha das Primárias (que nem na Madeira segurou as suas hostes), fez mais um número de cintura no último fim de semana no Congresso do PS na FIL, e lá "colou" forçadamente a Costa, com aquela disfarçada prosápia típica dos cata-ventos, que ficam de tocaia à melhor feição, chegando ao cúmulo de apresentar a Câmara do Funchal no congresso do PS, como um seu troféu de caça. PTP, BE, MPT e PAN coligados no Funchal, permanecem de carapuça enfiada. José Manuel Rodrigues, líder do CDS-M, levou tampa ao interessante desafio proposto a Victor Freitas. Ora, com líderes destes, que nem uma leitura assertiva sequer conseguem fazer de si próprios, eclipsados pela sua ridícula soberba, pode o PSD-Madeira concentrar-se na sua transição tranquila e "arrumar a casa", algo pelo qual desespera a Região e muitos madeirenses, que já experimentam há um ano, o elevado custo de certas coligações que só vertem esgoto. E precisamente nesse campo da insalubridade política, assistimos que o PND, ou uma fracção daquele partido, permitiu a viabilização do próximo orçamento municipal do Funchal. Resta puxar o autoclismo, pois preservo muito a higiene, em detrimento de "arranjinhos intestinos". Quer os literais ou os metafóricos, pois, são igualmente nauseabundos. Para esse peditório, acabaram-se-me as esmolas, e as linhas sem plágio, do género "cafofiano". Um bom Natal a todas e a todos. Quarta, 3 de Dezembro de 2014

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A110

ID: 56908560

03-12-2014

Tiragem: 34943

Pág: 12

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,54 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

PSD critica mais uma ‘venda directa de património’, agora na Av. 24 de Julho Os deputados municipais do partido acreditam que a hasta pública para a alienação do “triângulo dourado” tem um destinatário: a José de Mello Saúde, que fez pedido de informação para a construção de um hospital RUI GAUDÊNCIO

Lisboa Inês Boaventura O PSD na Assembleia Municipal de Lisboa acusa o executivo camarário de estar a promover “uma grande farsa” ao lançar uma hasta pública para a venda de um terreno, na Avenida 24 de Julho, para o qual a José de Mello Saúde já apresentou um Pedido de Informação Prévia. O deputado Victor Gonçalves afirma que a câmara “está a fazer vendas directas de património municipal, à semelhança do que aconteceu no terreno onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros”, que foi vendido à Espírito Santo Saúde. Ontem, a assembleia municipal apreciou o Plano de Urbanização de Alcântara (PUA) e, logo depois, uma proposta que visa o lançamento de uma hasta pública para a venda de um prédio na Rua do Jasmim e de um terreno na Avenida 24 de Julho. A alienação desse lote, conhecido como “triângulo dourado” e ao qual foi atribuído um valor-base de licitação de 20,350 milhões de euros, estava, nos termos da proposta, “condicionada à prévia aprovação” daquele plano. As primeiras críticas vieram do bloquista Ricardo Robles, que considerou que se tivesse havido “bom senso e respeito democrático” as duas propostas não teriam sido apreciadas praticamente em simultâneo. O deputado acusou o executivo camarário de ter cometido “um erro político”, ao promover “um urbanismo à medida dos interesses”, e acrescentou que “este plano não devia chamar-se Plano de Urbanização de Alcântara, mas plano do lote dos 20 milhões”. Já Margarida Saavedra, do PSD, sublinhou que “três quartos do plano caíram sob o manto diáfano da fantasia”, na medida em que muitos dos investimentos nele previstos, como a ligação em túnel entre as linhas ferroviárias de Cascais e de Cintura, não têm sequer uma data prevista de concretização. Uma ideia que foi depois corroborada pelo seu colega de bancada Victor Gonçalves, para quem o PUA mais não é do que “uma abstracção criativa do vereador Manuel Salgado, que não tem nada que ver com a realidade”.

Sessão de ontem da assembleia municipal, realizada no Fórum Lisboa, foi bastante animada por causa do Plano de Urbanização de Alcântara Além de críticas, Margarida Saavedra fez perguntas: a deputada quis saber se o vereador do Urbanismo confirmava que tinha dado entrada na Câmara de Lisboa um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a construção de um hospital no “triângulo dourado”. Depois de alguma insistência, Manuel Salgado admitiu que sim, mas desvalorizou o procedimento, desencadeado pela José de Mello Saúde.

Déjà vu “Eu posso meter um PIP para uma propriedade sua e não tenho de pedir autorização a ninguém. Foi efectivamente o que aconteceu”, respondeu o vereador do Urbanismo a Margarida Saavedra, confirmando depois que está em causa a construção de um hospital, que chegou a estar previsto para um outro terreno também incluído no PUA.

“Esta hasta pública não é mais do que uma venda directa”, concluiu Victor Gonçalves, acrescentando que “não é a primeira vez que isto acontece”. Também António Arruda, do MPT, admitiu que durante a discussão que teve lugar ontem sentiu estar “a ter um déjà vu”, dada a semelhança com o que aconteceu com o lote contíguo ao Hospital da Luz, cuja venda à Espírito Santo Saúde foi confirmada na segunda-feira. “Qualquer pessoa pode concorrer. Ninguém sabe se aparece um, dois ou quatro interessados”, reagiu Manuel Salgado, que recusou a ideia de que o PUA tenha sido feito para permitir a alienação do terreno. O vereador frisou ainda que 45% da área na Avenida 24 de Julho que o município pretende alienar até ao fim do ano regressará depois à sua posse, para criação de uma área verde com “uma bacia de retenção”.

O PUA foi aprovado com os votos contra do PSD, BE e PEV e a abstenção do CDS, MPT, PAN e PCP. Já a alienação em hasta pública do “triângulo dourado” teve a oposição do PSD, CDS, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. Também aprovada nesta reunião da assembleia municipal foi a realização de uma permuta de terrenos entre o município e a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) e a companhia de seguros Lusitânia, que, como sublinhou o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa, vai permitir resolver uma situação que se arrastava desde o final da década de 80 do século passado. Esta proposta teve os votos contra do PSD, MPT, PCP, PEV e BE, a abstenção do CDS, do PAN e de cinco deputados dos Cidadãos por Lisboa e os votos favoráveis dos restantes eleitos. Nos termos desta proposta, a

CEMG transmitirá para o município um terreno na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro e na Praça de Espanha com 1461m2, enquanto a Lusitânia transmitirá um prédio na Praça de Espanha com 1245m2. Além disso, estas entidades entregarão à autarquia quase 12 milhões de euros. Em troca, a Câmara de Lisboa entregar-lhes-á, em regime de copropriedade, um terreno municipal na Praça de Espanha, Avenida de Berna e Avenida Santos Dumont, com 6332m2. No lote camarário estão hoje localizados o restaurante La Gondola e uma esquadra da PSP, que terão de abandonar o local até 31 de Dezembro de 2016. O vereador Manuel Salgado garantiu que a esquadra será relocalizada num edifício municipal na mesma artéria em que se encontra actualmente, a Avenida Santos Dumont.

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A111

PSD critica mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho PÚBLICO

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

03-12-2014

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/psd-critica-camara-por-mais-uma-venda-directa-de-patrimonio-destavez-na-av-24-de-julho-1678245

02/12/2014 - 22:08 PSD critica mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho Por Inês Boaventura 02/12/2014 - 22:08 Os deputados municipais do partido acreditam que a hasta pública para a alienação do "triângulo dourado" tem um destinatário: a José de Mello Saúde, que já apresentou um Pedido de Informação Prévia para a construção de um hospital. O PSD na Assembleia Municipal de Lisboa acusa o executivo camarário de estar a promover "uma grande farsa" ao lançar uma hasta pública para a venda de um terreno, na Avenida 24 de Julho, para o qual a José de Mello Saúde já apresentou um Pedido de Informação Prévia. O deputado Victor Gonçalves afirma que a câmara "está a fazer vendas directas de património municipal, à semelhança do que aconteceu no terreno onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros", que foi vendido à Espírito Santo Saúde. Esta terça-feira, a assembleia municipal apreciou o Plano de Urbanização de Alcântara (PUA) e, logo depois, uma proposta que visa o lançamento de uma hasta pública para a venda de um prédio na Rua do Jasmim e de um terreno na Avenida 24 de Julho. A alienação desse lote, conhecido como "triângulo dourado" e ao qual foi atribuído um valor base de licitação de 20,350 milhões de euros, estava, nos termos da proposta, "condicionada à prévia aprovação" daquele plano. As primeiras críticas vieram do bloquista Ricardo Robles, que considerou que se tivesse havido "bom senso e respeito democrático" as duas propostas não teriam sido apreciadas praticamente em simultâneo. O deputado acusou o executivo camarário de ter cometido "um erro político", ao promover "um urbanismo à medida dos interesses", e acrescentou que "este plano não devia chamar-se Plano de Urbanização de Alcântara, mas plano do lote dos 20 milhões". Já Margarida Saavedra, do PSD, sublinhou que "três quartos do plano caíram sob o manto diáfano da fantasia", na medida em que muitos dos investimentos nele previstos, como a ligação em túnel entre as linhas ferroviárias de Cascais e de Cintura, não têm sequer uma data prevista de concretização. Uma ideia que foi depois corroborada pelo seu colega de bancada Victor Gonçalves, para quem o PUA mais não é do que "uma abstracção criativa do vereador Manuel Salgado, que não tem nada a ver com a realidade". Além de críticas, Margarida Saavedra fez perguntas: a deputada quis saber se o vereador do Urbanismo confirmava que tinha dado entrada na Câmara de Lisboa um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a construção de um hospital no "triângulo dourado". Depois de alguma insistência, Manuel Salgado admitiu que sim, mas desvalorizou o procedimento, desencadeado pela José de Mello Saúde. "Eu posso meter um PIP para uma propriedade sua e não tenho de pedir autorização a ninguém. Foi efectivamente o que aconteceu", respondeu o vereador do Urbanismo a Margarida Saavedra, confirmando depois que está em causa a construção de um hospital, que chegou a estar previsto para

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um outro terreno também incluído no PUA. "Esta hasta pública não é mais do que uma venda directa", concluiu Victor Gonçalves, acrescentando que "não é a primeira vez que isto acontece". Também António Arruda, do MPT, admitiu que durante a discussão que teve lugar esta terça-feira sentiu estar "a ter um déjà vu", dada a semelhança com o que aconteceu com o lote contíguo ao Hospital da Luz, cuja venda à Espírito Santo Saúde foi confirmada esta segunda-feira. "Qualquer pessoa pode concorrer. Ninguém sabe se aparece um, dois ou quatro interessados", reagiu Manuel Salgado, que recusou a ideia de que o PUA tenha sido feito para permitir a alienação do terreno. O vereador frisou ainda que 45% da área na Avenida 24 de Julho que o município pretende alienar até ao fim do ano regressará depois à sua posse, para criação de uma área verde com "uma bacia de retenção". O PUA foi aprovado com os votos contra do PSD, BE e PEV e a abstenção do CDS, MPT, PAN e PCP. Já a alienação em hasta pública do "triângulo dourado" teve a oposição do PSD, CDS, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. Também aprovada nesta reunião da assembleia municipal foi a realização de uma permuta de terrenos entre o município e a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) e a companhia de seguros Lusitânia, que como sublinhou o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa vai permitir resolver uma situação que se arrastava desde o final da década de 80 do século passado. Esta proposta teve os votos contra do PSD, MPT, PCP, PEV e BE, a abstenção do CDS, do PAN e de cinco deputados dos Cidadãos por Lisboa e os votos favoráveis dos restantes eleitos. Nos termos desta proposta, a GEMG transmitirá para o município um terreno na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro e na Praça de Espanha com 1461 m2, enquanto a Lusitânia transmitirá um prédio na Praça de Espanha com 1245 m2. Além disso, estas entidades entregarão à autarquia quase 12 milhões de euros. Em troca, a Câmara de Lisboa entregar-lhes-á, em regime de copropriedade, um terreno municipal na Praça de Espanha, Avenida de Berna e Avenida Santos Dumont, com 6332 m2. No lote camarário estão hoje localizados o restaurante La Gôndola e uma esquadra da PSP, que terão de abandonar o local até 31 de Dezembro de 2016. O vereador Manuel Salgado garantiu que a esquadra será relocalizada num edifício municipal na mesma artéria em que se encontra actualmente, a Avenida Santos Dumond.

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Terreno da 24 de Julho, Lisboa, vai a hasta pública e já há um grupo privado de saúde interessado | Jornal Açores 9

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Açores 9 Online

Data Publicação:

02-12-2014

URL:: http://www.jornalacores9.net/nacional/terreno-da-24-de-julho-lisboa-vai-a-hasta-publica-e-ja-ha-umgrupo-privado-de-saude-interessado/?cat=10

A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, a alienação de um terreno na Avenida 24 de Julho que será vendido em hasta pública e no qual já há interesse por parte de um grupo privado de saúde. 20h07 - 02 de Dezembro de 2014 | A votação do lançamento de uma hasta pública de uma parcela de terreno destinada a construção com a área de 20.763,48 metros quadrados, situada na Avenida 24 de Julho, estava dependente da votação do Plano de Urbanização de Alcântara, que foi também aprovado hoje. A proposta da alienação do terreno, chamado "triângulo dourado", foi aprovada por maioria, com os votos contra do PSD, CDS-PP, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. O "triângulo dourado", parcialmente ocupado por serviços da Câmara de Lisboa, foi avaliado, de acordo com o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, em 20.350.000 euros e "pode vir a ser utilizado para equipamento de saúde privado, habitação ou escritórios". O deputado do PSD Vitor Gonçalves classificou a alienação hoje aprovada como "uma grande farsa", acusando a autarquia de estar a fazer uma "venda direta". "Sob o rótulo do planeamento, [a Câmara] está a fazer vendas diretas de património municipal, à semelhança do que aconteceu nos terrenos onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros", afirmou. O PSD afirmou que há interesse do Grupo Mello no terreno da 24 de Julho para aí construir uma unidade hospitalar. A deputada Margaria Saavedra disse que o grupo apresentou ao município um Pedido de Informação Prévia (PIP) e que, caso este seja aprovado, "pode entrar logo com pedido de licenciamento, o que lhe permite ganhar um ano de avanço em relação aos outros concorrentes". "Fica favorecido", sublinhou. Em declarações à Lusa, à margem da reunião, o vereador do Urbanismo assegurou que "o facto de ter entrado um PIP não compromete nada". Manuel Salgado recordou que o Grupo Mello tinha previsto a construção de um hospital em Alcântara num outro terreno, mas considerou que o terreno municipal tem melhores condições. "O Grupo Mello pôs o PIP para saber se é viável construir ali um hospital", disse, acrescentando que "isto não o coloca em vantagem".

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O MPT, através do deputado António Arruda, mostrou "muitas reservas" sobre a alienação, "nomeadamente em relação ao destino dos funcionários que trabalham no edifício", pedindo "soluções que mantenham na zona os serviços". Também o CDS-PP apresentou "reservas", com a deputada Luísa Alvim a defender que "tem que ser encontrada solução para acomodar estes funcionários e assegurar que mantêm as suas funções". "Importa saber como será resolvida a situação dos trabalhadores e serviços aí instalados", disse a deputada Cláudia Madeira, do PEV, referindo que "a alienação levanta alguns problemas e não garante que estejam salvaguardados os interesses municipais". Segundo a comunista Ana Páscoa, a alienação "levanta problemas para os quais o partido ainda não obteve respostas", como "resolução da situação dos trabalhadores, serviços e equipamento". "Corremos o risco de alienar património e de a Câmara ter depois que arrendar edifícios", afirmou. Também para o bloquista José Casimiro "é importante saber-se quando ficará definido o destino dos trabalhadores em serviço nas instalações do terreno". Manuel Salgado esclareceu que "uma parte significativa dos funcionários irá para os Olivais" e que a autarquia tem "um ano para entregar o edifício", depois de este ser vendido, ou seja, "está previsto um ano para o município relocalizar os funcionários". O deputado Hugo Lobo, do PS, recordou que o terreno já se encontrava "no plano de ativos não estratégicos que a autarquia se propunha alienar", informação corroborada por Manuel Salgado: "A venda deste ativo estava prevista no Orçamento de 2014". De acordo com o vereador, "45% da área do terreno volta à posse do município para se fazer um jardim público onde ficará localizada uma bacia de retenção, prevista no Plano de Urbanização de Alcântara".

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A115

ID: 56891558

02-12-2014

Tiragem: 25000

Pág: 21

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 19,93 x 16,34 cm²

Âmbito: Outros Assuntos

Corte: 1 de 1

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A116

Terreno da 24 de Julho, Lisboa, vai a hasta pública. Já há um grupo privado de saúde interessado

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

02-12-2014

URL:: http://www.ionline.pt/artigos/portugal/terreno-da-24-julho-lisboa-vai-hasta-publica-ja-ha-grupo-privadosaude-interessado

O PSD afirmou que há interesse do Grupo Mello no terreno da 24 de Julho para aí construir uma unidade hospitalar A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou hoje, por maioria, a alienação de um terreno na Avenida 24 de Julho que será vendido em hasta pública e no qual já há interesse por parte de um grupo privado de saúde. A votação do lançamento de uma hasta pública de uma parcela de terreno destinada a construção com a área de 20.763,48 metros quadrados, situada na Avenida 24 de Julho, estava dependente da votação do Plano de Urbanização de Alcântara, que foi também aprovado hoje. A proposta da alienação do terreno, chamado "triângulo dourado", foi aprovada por maioria, com os votos contra do PSD, CDS-PP, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. O "triângulo dourado", parcialmente ocupado por serviços da Câmara de Lisboa, foi avaliado, de acordo com o vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, em 20.350.000 euros e "pode vir a ser utilizado para equipamento de saúde privado, habitação ou escritórios". O deputado do PSD Vítor Gonçalves classificou a alienação hoje aprovada como "uma grande farsa", acusando a autarquia de estar a fazer uma "venda directa". "Sob o rótulo do planeamento, [a Câmara] está a fazer vendas directas de património municipal, à semelhança do que aconteceu nos terrenos onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros", afirmou. O PSD afirmou que há interesse do Grupo Mello no terreno da 24 de Julho para aí construir uma unidade hospitalar. A deputada Margaria Saavedra disse que o grupo apresentou ao município um Pedido de Informação Prévia (PIP) e que, caso este seja aprovado, "pode entrar logo com pedido de licenciamento, o que lhe permite ganhar um ano de avanço em relação aos outros concorrentes". "Fica favorecido", sublinhou. Em declarações à Lusa, à margem da reunião, o vereador do Urbanismo assegurou que "o facto de ter entrado um PIP não compromete nada". Manuel Salgado recordou que o Grupo Mello tinha previsto a construção de um hospital em Alcântara num outro terreno, mas considerou que o terreno municipal tem melhores condições. "O Grupo Mello pôs o PIP para saber se é viável construir ali um hospital", disse, acrescentando que "isto não o coloca em vantagem".

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O MPT, através do deputado António Arruda, mostrou "muitas reservas" sobre a alienação, "nomeadamente em relação ao destino dos funcionários que trabalham no edifício", pedindo "soluções que mantenham na zona os serviços". Também o CDS-PP apresentou "reservas", com a deputada Luísa Alvim a defender que "tem que ser encontrada solução para acomodar estes funcionários e assegurar que mantêm as suas funções". "Importa saber como será resolvida a situação dos trabalhadores e serviços aí instalados", disse a deputada Cláudia Madeira, do PEV, referindo que "a alienação levanta alguns problemas e não garante que estejam salvaguardados os interesses municipais". Segundo a comunista Ana Páscoa, a alienação "levanta problemas para os quais o partido ainda não obteve respostas", como "resolução da situação dos trabalhadores, serviços e equipamento". "Corremos o risco de alienar património e de a Câmara ter depois que arrendar edifícios", afirmou. Também para o bloquista José Casimiro "é importante saber-se quando ficará definido o destino dos trabalhadores em serviço nas instalações do terreno". Manuel Salgado esclareceu que "uma parte significativa dos funcionários irá para os Olivais" e que a autarquia tem "um ano para entregar o edifício", depois de este ser vendido, ou seja, "está previsto um ano para o município relocalizar os funcionários". O deputado Hugo Lobo, do PS, recordou que o terreno já se encontrava "no plano de activos não estratégicos que a autarquia se propunha alienar", informação corroborada por Manuel Salgado: "A venda deste activo estava prevista no Orçamento de 2014". De acordo com o vereador, "45% da área do terreno volta à posse do município para se fazer um jardim público onde ficará localizada uma bacia de retenção, prevista no Plano de Urbanização de Alcântara". jornal i com agência lusa

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PSD critica câmara por mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho - PÚBLICO

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

02-12-2014

URL:: http://www.publico.pt/local/noticia/psd-critica-camara-por-mais-uma-venda-directa-de-patrimonio-destavez-na-av-24-de-julho-1678245

02/12/2014 - 22:08 PSD critica câmara por mais uma "venda directa de património", desta vez na Av. 24 de Julho Por Inês Boaventura 02/12/2014 - 22:08 Os deputados municipais do partido acreditam que a hasta pública para a alienação do "triângulo dourado" tem um destinatário: a José de Mello Saúde, que já apresentou um Pedido de Informação Prévia para a construção de um hospital O PSD na Assembleia Municipal de Lisboa acusa o executivo camarário de estar a promover "uma grande farsa" ao lançar uma hasta pública para a venda de um terreno, na Avenida 24 de Julho, para o qual a José de Mello Saúde já apresentou um Pedido de Informação Prévia. O deputado Victor Gonçalves afirma que a câmara "está a fazer vendas directas de património municipal, à semelhança do que aconteceu no terreno onde está instalado o quartel do Regimento de Sapadores Bombeiros", que foi vendido à Espírito Santo Saúde. Esta terça-feira, a assembleia municipal apreciou o Plano de Urbanização de Alcântara (PUA) e, logo depois, uma proposta que visa o lançamento de uma hasta pública para a venda de um prédio na Rua do Jasmim e de um terreno na Avenida 24 de Julho. A alienação desse lote, conhecido como "triângulo dourado" e ao qual foi atribuído um valor base de licitação de 20,350 milhões de euros, estava, nos termos da proposta, "condicionada à prévia aprovação" daquele plano. As primeiras críticas vieram do bloquista Ricardo Robles, que considerou que se tivesse havido "bom senso e respeito democrático" as duas propostas não teriam sido apreciadas praticamente em simultâneo. O deputado acusou o executivo camarário de ter cometido "um erro político", ao promover "um urbanismo à medida dos interesses", e acrescentou que "este plano não devia chamar-se Plano de Urbanização de Alcântara, mas plano do lote dos 20 milhões". Já Margarida Saavedra, do PSD, sublinhou que "três quartos do plano caíram sob o manto diáfano da fantasia", na medida em que muitos dos investimentos nele previstos, como a ligação em túnel entre as linhas ferroviárias de Cascais e de Cintura, não têm sequer uma data prevista de concretização. Uma ideia que foi depois corroborada pelo seu colega de bancada Victor Gonçalves, para quem o PUA mais não é do que "uma abstracção criativa do vereador Manuel Salgado, que não tem nada a ver com a realidade". Além de críticas, Margarida Saavedra fez perguntas: a deputada quis saber se o vereador do Urbanismo confirmava que tinha dado entrada na Câmara de Lisboa um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a construção de um hospital no "triângulo dourado". Depois de alguma insistência, Manuel Salgado admitiu que sim, mas desvalorizou o procedimento, desencadeado pela José de Mello Saúde. "Eu posso meter um PIP para uma propriedade sua e não tenho de pedir autorização a ninguém. Foi efectivamente o que aconteceu", respondeu o vereador do Urbanismo a Margarida Saavedra, confirmando depois que está em causa a construção de um hospital, que chegou a estar previsto para

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um outro terreno também incluído no PUA. "Esta hasta pública não é mais do que uma venda directa", concluiu Victor Gonçalves, acrescentando que "não é a primeira vez que isto acontece". Também António Arruda, do MPT, admitiu que durante a discussão que teve lugar esta terça-feira sentiu estar "a ter um déjà vu", dada a semelhança com o que aconteceu com o lote contíguo ao Hospital da Luz, cuja venda à Espírito Santo Saúde foi confirmada esta segunda-feira. "Qualquer pessoa pode concorrer. Ninguém sabe se aparece um, dois ou quatro interessados", reagiu Manuel Salgado, que recusou a ideia de que o PUA tenha sido feito para permitir a alienação do terreno. O vereador frisou ainda que 45% da área na Avenida 24 de Julho que o município pretende alienar até ao fim do ano regressará depois à sua posse, para criação de uma área verde com "uma bacia de retenção". O PUA foi aprovado com os votos contra do PSD, BE e PEV e a abstenção do CDS, MPT, PAN e PCP. Já a alienação em hasta pública do "triângulo dourado" teve a oposição do PSD, CDS, MPT, PCP, PEV e BE e a abstenção do PAN. Também aprovada nesta reunião da assembleia municipal foi a realização de uma permuta de terrenos entre o município e a Caixa Económica Montepio Geral (CEMG) e a companhia de seguros Lusitânia, que como sublinhou o vereador do Urbanismo da Câmara de Lisboa vai permitir resolver uma situação que se arrastava desde o final da década de 80 do século passado. Esta proposta teve os votos contra do PSD, MPT, PCP, PEV e BE, a abstenção do CDS, do PAN e de cinco deputados dos Cidadãos por Lisboa e os votos favoráveis dos restantes eleitos. Nos termos desta proposta, a GEMG transmitirá para o município um terreno na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro e na Praça de Espanha com 1461 m2, enquanto a Lusitânia transmitirá um prédio na Praça de Espanha com 1245 m2. Além disso, estas entidades entregarão à autarquia quase 12 milhões de euros. Em troca, a Câmara de Lisboa entregar-lhes-á, em regime de copropriedade, um terreno municipal na Praça de Espanha, Avenida de Berna e Avenida Santos Dumont, com 6332 m2. No lote camarário estão hoje localizados o restaurante La Gôndola e uma esquadra da PSP, que terão de abandonar o local até 31 de Dezembro de 2016. O vereador Manuel Salgado garantiu que a esquadra será relocalizada num edifício municipal na mesma artéria em que se encontra actualmente, a Avenida Santos Dumond.

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Oeiras

Assembleia municipal aprova orçamento de 121,5 milhões de euros para 2015 A Assembleia Municipal de Oeiras aprovou o orçamento municipal, que representa uma redução de 4,45 por cento em relação ao de 2014.

A

proposta foi aprovada com os votos favoráveis do movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente (IOMAF) e do PSD e os votos contra do CDS-PP, PS, CDU, PAN e BE. Segundo o deputado socialista Pedro Almeida, “este orçamento não atendeu as necessidades sociais do concelho” e “ignorou” o pacto social de emprego proposto pelo PS. Também a CDU disse ter “muitas dúvidas” sobre o projeto proposto pelo executivo e mostrou “receio” de a autarquia vir a ter “graves encargos financeiros no futuro”. Na apresentação do orçamento municipal, Paulo Vistas destacou hoje al-

guns investimentos, como o centro de saúde de Carnaxide, que custará dois milhões de euros, e a conclusão do Parque dos Poetas, orçada em três milhões de euros. Segundo o autarca, será ainda gasto 1,6 milhões de euros na requalificação do espaço público e 722 mil euros na requalificação de equipamentos esco-

lares. A área social continua a ser a prioridade de governação, à qual estão destinados cerca de 700 mil euros para o Fundo de Emergência Social, a continuação da medida de comparticipação nas despesas com medicamentos para os idosos e o Fundo Europeu de Ajuda a Carenciados. Entre os investimentos previstos para as Instituições Particulares de Solidariedade Social está prevista uma verba de 600 mil euros para a construção do Centro Comunitário Nossa Senhora da Barra / Paróquia de São Julião da Barra, para as novas igrejas de Miraflores e de Outurela e, também, para o Centro Social de São Romão de Carnaxide.

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Transportes

Paulo Vistas promete refutar despacho das Finanças sobre extinção do SATU O presidente da Câmara de Oeiras, Paulo Vistas, prometeu refutar o despacho proferido pelo Ministério das Finanças sobre a extinção do metro urbano de superfície do concelho, SATU, e incluiu investimentos no próximo orçamento municipal.

O

autarca respondia a uma questão colocada pela deputada do PS Alda Gomes, na discussão do orçamento municipal para 2015, em reunião de assembleia municipal, que considerou ser um “tesourinho deprimente” o investimento de cem mil euros previsto na extensão do SATU ao Cacém, em Sintra. “Então mas o Ministério das Finanças não tinha cancelado o projeto de extensão do SATU? Isto é incompreensível”, questionou a socialista. Em resposta, o presidente da Câmara de Oeiras, Paulo Vistas, afirmou que não obedece a ordens dos ministros. “Eu não faço aquilo que os ministros mandam. Os ministros têm toda a legitimidade de despachar, e é verdade que há um despacho a suspender o STAU, mas nós também temos toda a legitimidade em refutar esse despacho”, disse o autarca, sublinhando que aquele transporte “vai melhorar a mobilidade do concelho”. Uma notícia do jornal Público em outubro deu conta de que a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, havia determinado a 29 de agosto a “dissolução oficiosa” da empresa municipal SATU Oeiras, responsável pelo projeto da ligação ferroviária, por monocarril, entre Paço de Arcos e o Cacém, no concelho de Sintra. A decisão, segundo o jornal, tem por base a verificação de três das quatro situações de

natureza financeira que implicam a dissolução obrigatória de empresas municipais. O orçamento municipal de Oeiras é de 121,5 milhões de euros para 2015 e foi hoje aprovado pela Assembleia Municipal, com os votos favoráveis do movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente (IOMAF) e do PSD e os votos contra do PS, CDS-PP, CDU, BE e PAN. PS Oeiras acusa presidente da câmara de “imaturidade” O PS de Oeiras acusou o presidente da câmara de “imaturidade” e de “falta de visão” por ter anunciado que iria contestar o despacho do Governo que extinguiu o metro urbano de superfície do concelho. A presidente da concelhia socialista, Alexandra Moura, reagiu, em comunicado, às afirmações do autarca, mostrando-se “preocupada” com a posição de Paulo Vistas. “Revela essencialmente imaturidade e falta de visão estratégica para uma das áreas mais preocupantes e que afeta milhares de munícipes diariamente e demonstra total irresponsabilidade de quem gere dinheiros públicos”, refere a socialista. Alexandra Moura acusa ainda o presidente da câmara de não assumir “o problema grave de mobilidade que caracteriza o concelho” e de “não ter ideias, capacidade e visão estratégica para desenvolver Oeiras”. O PS concorda com a decisão do Ministério das Finanças.

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Semana da Medicina Complementar e Alternativa O PAN - Partido Pelos Animais e Pela Natureza realizou recentemente a Semana da Medicina Complementar e Alternativa, que teve lugar no Colégio dos Jesuítas, com palestras sobre diversos temas. Naturopatia, Quiroprática, Osteopatia, Reflexologia e Medicina Chinesa foram as areas abordadas pelos principais agentes madeirenses em cada especialidade. > NF Fotos: Fábio Marques

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