Page 1

O PAN nos media - Julho 2015


Revista de Imprensa

1. PAN defende modelo alternativo para a educação em Portugal, RTP Madeira - Telejornal Madeira, 30-072015

1

2. Educação e Saúde entre as prioridades do PAN, Diário de Notícias da Madeira Online, 30-07-2015

2

3. Partido PAN interpõe providência cautelar para fechar o Canil Municipal, Guarda (A), 30-07-2015

3

4. PAN interpõe providência cautelar contra Câmara por causa do canil, Interior (O), 30-07-2015

5

5. Partido PAN interpõe providência cautelar para fechar o Canil Municipal, Jornal A Guarda Online, 30-072015

6

6. PAN contra entrega de medalha de mérito a Forcados de Santarém, Mirante (O), 30-07-2015

7

7. PAN contra entrega de medalha de mérito a Forcados de Santarém, Mirante.pt Online (O), 30-07-2015

8

8. PAN contra entrega de medalha de mérito a Forcados de Santarém, Mirante.pt Online (O) - Mirante Semanário Online.pt (O), 30-07-2015

9

9. Dia de acção PAN em Setúbal Encontro sobre o Estado da Protecção Animal . Protesto contra a tourada, Rostos Online, 30-07-2015

10

10. Dia de ação do PAN em Setúbal - Setúbal na Rede, Setúbal na Rede - O Portal do Distrito Online, 30-072015

11

11. PAN interpõe providência cautelar contra Câmara de Seia, Terras da Beira, 30-07-2015

12

12. PARTIDO "PAN" FELICITA DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE PELA PUBLICAÇÃO DE "LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA UMA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA SAUDÁVEL" - AUREN - Por Ourém e pelos oureenses!, AUREN - Por Ourém e Pelos Oureenses! Online, 29-07-2015

13

13. Felippa Lobato lidera lista do PAN, Defesa (A), 29-07-2015

16

14. PAN lança candidatura amanhã, Diário de Notícias da Madeira, 29-07-2015

17

15. DGS publica manual de orientação para uma alimentação vegetariana saudável, Vital Health Online, 2907-2015

18

16. PAN felicita a DGS pela publicação de manual sobre alimentação vegetariana, Ambiente Magazine Online, 28-07-2015

19

17. PAN lança candidatura na quinta-feira, Diário de Notícias da Madeira Online, 28-07-2015

21

18. O rato-preto da ilha da Berlenga é inocente?, Público, 27-07-2015

22

19. O rato-preto da ilha da Berlenga é inocente?, Público Online, 27-07-2015

25

20. OPAN ARTS - Viral Agenda, Viral Online, 27-07-2015

28

21. Lugar em São Bento custa perto de 14.000 votos, Diário de Notícias da Madeira, 24-07-2015

30

22. O verdadeiro custo da má alimentação, OJE Online, 24-07-2015

32

23. Eleições Legislativas 2015, Online24 Online, 24-07-2015

34


24. Ex-funcionário do Canil de Seia denuncia abates por afogamento e asfixia, Renascença Online, 24-072015

35

25. Na altura certa, Tribuna da Madeira, 24-07-2015

37

26. Legislativas 2015 - Lançamento da candidatura por Évora - Viral Agenda, Viral Online, 24-07-2015

38

27. Destaques do twitter, TVI 24 - 25ª Hora, 23-07-2015

39

28. Partido PAN interpõe providência cautelar para tentar fechar o canil de Seia, Beira.pt Online, 23-07-2015

40

29. PAN interpôs providência para fechar canil de Seia, Diário As Beiras, 23-07-2015

42

30. Partidos legais e mais antigos que o PDR que a maioria dos portugueses nunca ouviu falar, Jornal Alpiarcense Online, 23-07-2015

43

31. "Apertaram e afogaram os gatos até á morte", Jornal de Notícias, 23-07-2015

44

32. Felippa Lobato lidera lista do PAN, Diana FM Online, 22-07-2015

45

33. Green Savers - PAN interpõe providência cautelar para fechar o Canil Municipal de Seia, Green Savers Online, 22-07-2015

46

34. PAN interpõe providência cautelar para encerrar canil de Seia, i Online, 22-07-2015

47

35. Partido PAN interpõe providência cautelar para tentar fechar o canil de Seia, Jornal de Notícias Online, 22-07-2015

49

36. Providência cautelar para fechar canil de Seia, Sol Online, 22-07-2015

50

37. Interposta providência cautelar para fechar canil de Seia, TVI 24 Online, 22-07-2015

51

38. Candidato a Belém, Correio da Manhã, 21-07-2015

53

39. PAN pode ter candidato a Belém, i, 21-07-2015

54

40. Paulo Borges anuncia candidatura, Jornal de Notícias, 21-07-2015

55

41. País (2.ª edição), Sapo Online - Sapo Notícias da Agência Lusa Online, 21-07-2015

56

42. Paulo Borges anuncia intenção de se candidatar às presidenciais, SIC Notícias - Jornal das 7, 20-07-2015

57

43. Eh pá, vota no PA, Azores Digital Online, 20-07-2015

58

44. Fundador e antigo presidente do PAN anuncia intenção de ser candidato presidencial, Diário Digital Online, 20-07-2015

59

45. Notícias ao Minuto - Há um novo candidato às presidenciais: Paulo Borges, ex-PAN, Notícias ao Minuto Online, 20-07-2015

61

46. Paulo Borges, antigo presidente do PAN, anuncia intenção de ser candidato presidencial, SIC Notícias Online, 20-07-2015

62

47. PAN opõe-se à medalha de mérito ao Grupo de Forcado Amadores de Santarém, Tribuna da Madeira Online, 20-07-2015

64


48. Há mais um candidato a Presidente da República, TVI 24 Online, 20-07-2015

65

49. Petição já recolheu mais de 3 mil assinaturas, Jornal A Guarda Online, 17-07-2015

67

50. Anti..slaughter law urgent as 100,000 animals are put down every year in Portugal, Algarve Resident, 16-07-2015

68

51. "Um ecossistema como o das Berlengas é demasiado frágil para se brincar aos biólogos", Ambiente Magazine Online, 16-07-2015

70

52. Eh pá, vota no PA, Diário Insular, 16-07-2015

72

53. Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais | Atlas da Saúde, Atlas da Saúde Online, 15-07-2015

74

54. Lisboa: Hoje é Dia das Medicinas Naturais, Sexo Forte.net Online, 15-07-2015

75

55. Jornal Expresso do Oriente » Dia das Medicinas Naturais no Jardim Fernando Pessa, Expresso do Oriente Online, 14-07-2015

76

56. Green Savers - Lisboa cria Dia Municipal das Medicinas Naturais, Green Savers Online, 14-07-2015

77

57. PAN realiza protesto e ação de sensibilização contra as touradas em Setúbal, Setúbal na Rede - O Portal do Distrito Online, 14-07-2015

78

58. Tão Natural comemora o 1º Dia das Medicinas Naturais em Lisboa | TVL - WebTV, TVL TV - TVL Online, 14-07-2015

79

59. PAN cria Dia Municipal das Medicinas Naturais, Ambiente Magazine Online, 13-07-2015

80

60. Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais; 15 de Julho, Diário Digital Online, 13-07-2015

81

61. Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais; 15 de Julho, Fórum Enfermagem.org, 13-07-2015

82

62. Conferência: Políticas Públicas de Bem-Estar Animal - Viral Agenda, Viral Online, 12-07-2015

84

63. O Escrutínio e as Redes, Diário dos Açores, 11-07-2015

85

64. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Tâmegasousa.pt Online, 11-07-2015

86

65. Funchal paga 395 mil euros pela gestão de estações de tratamento de águas residuais, Diário de Notícias da Madeira Online, 10-07-2015

88

66. O Escrutínio e as Redes, Diário Insular, 10-07-2015

89

67. Queima do gato leva a investigações das autoridades, Emigrante - Mundo Português, 10-07-2015

90

68. O PAN divulga o seu apoio aos Bombeiros Nacionais, iPress Journal Online, 10-07-2015

91

69. PAN quer dois deputados, Jornal de Notícias, 10-07-2015

92

70. Anti-slaughter law "urgent" as 100,000 animals are put down every year, Portugal Resident Online, 1007-2015

93

71. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Correio da Manhã Online, 09-07-2015

95

72. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Destak Online, 09-07-2015

96


73. Agenda, Dica da Semana - Lisboa, Oeiras e Cascais, 09-07-2015

97

74. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Diário de Notícias da Madeira Online, 09-072015

98

75. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Diário Digital Online, 09-07-2015

99

76. Petição já recolheu mais de 3 mil assinaturas, Guarda (A), 09-07-2015

100

77. São abatidos 100 mil animais por ano, i Online, 09-07-2015

101

78. Deputados voltam a chumbar fim das portagens, Interior (O), 09-07-2015

102

79. Deputados voltam a chumbar fim das portagens, Interior Online (O), 09-07-2015

103

80. Funchal paga 395 mil euros pela gestão de estações de tratamento de águas residuais, JM Online, 09-072015

104

81. Na opinião dos portugueses, o atual líder do PS é mais decidido, competente e melhor líder que Passos Coelho, LusoNotícias Online, 09-07-2015

105

82. PAN quer acabar com portagens na A23 e A25, Notícias da Covilhã, 09-07-2015

107

83. OXI às soluções do costume. NAI a um novo paradigma., OJE Online, 09-07-2015

108

84. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Porto Canal Online, 09-07-2015

110

85. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Público Online, 09-07-2015

111

86. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, RTP Online, 09-07-2015

112

87. PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas, Visão Online, 09-07-2015

113

88. PAN. São abatidos 100 mil animais por ano, i Online, 08-07-2015

114

89. 100 mil animais abatidos por ano, Sol Online, 08-07-2015

115

90. Câmaras e lojas que privilegiam a adopção, Sol Online, 08-07-2015

117

91. Assembleia Municipal de Oeiras lamenta excessos na reunião de discussão do PDM :: Jornal da Região, Jornal da Região Online, 06-07-2015

118

92. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato", Auri Negra Online, 03-07-2015

119

93. Tradição polémica. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do gato", Página 1 Online, 0307-2015

120

94. Prossegue investigação à “Queima do Gato”, Público - Público Porto, 03-07-2015

122

95. 100 mil animais abatidos por ano, Sol, 03-07-2015

123

96. Projecto ecosteiro biocêntrico :, Tribuna da Madeira, 03-07-2015

127

97. PS-M quer “ponto de viragem”, Tribuna da Madeira, 03-07-2015

128

98. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do Gato" - ZAP, AEIOU.pt Online - ZAP AEIOU.pt

132


Online, 02-07-2015 99. GNR close in on Mourão cat burners, Algarve Daily News.com Online, 02-07-2015

133

100. PARTIDO "PAN" APOIA CAUSA DOS BOMBEIROS POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO, AUREN Por Ourém e Pelos Oureenses! Online, 02-07-2015

134

101. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor, Açores 9 Online, 02-072015

135

102. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato", Diário de Notícias Online, 02-07-2015

136

103. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na «Queima do Gato» em Mourão, Diário Digital Online, 0207-2015

137

104. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato", Jornal de Notícias Online, 02-07-2015

139

105. GNR abriu inquérito por causa do Gato de Mourão, que não morreu queimado, Mensageiro de Bragança, 02-07-2015

141

106. Notícias ao Minuto - GNR já tem lista de pessoas que estiveram na ´Queima do Gato´, Notícias ao Minuto Online, 02-07-2015

142

107. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor, Porto Canal Online, 0207-2015

143

108. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor, Público Online, 02-072015

145

109. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do Gato" em Vila Flor, Público Online, 02-072015

146

110. Tradição polémica. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do gato", Renascença Online, 02-07-2015

147

111. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor, SIC Notícias Online, 0207-2015

149

112. Vila Flor. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na ´queima do gato´, Sol Online, 02-07-2015

151

113. GNR já sabe quem esteve na "queima do gato", TVI 24 Online, 02-07-2015

152

114. Assembleia Municipal de Lisboa contra "privatização" do Oceanário, Diário de Notícias da Madeira Online, 01-07-2015

154

115. Novo PDM aprovado em contra-relógio e sob protestos, Jornal da Região - Jornal da Região - Oeiras, 01-07-2015

155

116. Novo PDM de Oeiras aprovado sob forte contestação dos munícipes, Público Online, 01-07-2015

156


A1

Duração: 00:01:33

RTP Madeira Telejornal Madeira ID: 60388738 1

OCS: RTP Madeira - Telejornal Madeira

30-07-2015 09:14 1

1

PAN defende modelo alternativo para a educação em Portugal http://www.pt.cision.com/s/?l=c9b842f8 O PAN defende um modelo alternativo para a educação em Portugal. A ideia foi defendida na apresentação dos candidatos às próximas eleições nacionais. Comentários de Cassiano Figueira, candidato do PAN.

Repetições: RTP Madeira - Telejornal Madeira , 2015-07-30 23:39

Página 1


A2

Educação e Saúde entre as prioridades do PAN

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário de Notícias da Madeira Online

30-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=107b4445

Educação e Saúde entre as prioridades do PAN 30/07/2015 16:39 Achou este artigo interessante? Pessoas, Animais e Natureza, é o nome do partido mas também os três eixos que definem toda a política do PAN que esta tarde apresentou a sua candidatura, pelo Funchal, à Assembleia da República. Cassiano Figueira é o cabeça-de-lista e, no que diz respeito às pessoas, aponta duas áreas em que o partido pretende ter maior intervenção. "Queremos mudar o paradigma da educação, permitir sistemas alternativos", afirma. Na Saúde, a construção do novo hospital da Madeira será um objectivo claro. "Essa é uma causa regional, há outros partidos que a assumem, mas o importante é avançar", justifica. Nos animais, a principal causa é, em relação aos animais de companhia, acabar com os canis de abate, criando medidas de controlo da população. "Também queremos alargar aos animais de criação que vivem em condições abaixo da dignidade, deploráveis e de sofrimento", adianta. Cassiano Figueira promete uma campanha como as anteriores, com poucos meios mas procurando sensibilizar para aquilo que o PAN representa. Eleger um deputado pela Madeira seria "ouro sobre azul", mas o candidato é realista e assume que o PAN espera "conseguir, pelo menos, dois deputados, por Lisboa e Porto, mas trabalhar da mesma forma em todos os círculos". 28/07 18:27 Ontem, 21:52 30/07/2015 16:39

Página 2


A3

ID: 60438788

30-07-2015

Tiragem: 5500

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Semanal

Área: 18,23 x 21,82 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

Página 3


ID: 60438788

30-07-2015

Tiragem: 5500

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 5,24 x 4,32 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Página 4


A5

ID: 60435555

30-07-2015

Tiragem: 8960

Pág: 12

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 16,31 x 13,01 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Seia

PAN interpõe providência cautelar contra Câmara por causa do canil O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) interpôs uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. Num comunicado, o PAN justifica a decisão com a denúncia de alegados maus-tratos recebida pela GNR na semana passada. A providência cautelar «tem em conta a proteção de todos os animais, sendo que os 10 que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de proteção animal o “Cantinho da Lili”», anuncia o partido. O PAN acrescenta que continua disponível «para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções» para os animais. André Silva, porta-voz do PAN citado na nota, refere que o partido «já tinha reunido com o

ição especial m preço especial.

executivo da Câmara de Seia em fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de proteção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta». Tendo em conta este, «e inúmeros outros casos», o PAN apresentou a 28 de maio na Assembleia da República uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com 43 mil assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, «mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes». A ILC visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objetivos: a proibição do abate de animais pelas Câmaras, a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes e o estabelecimento de condições adicionais «mais rigorosas» para a criação e venda de animais de companhia e garantir uma fiscalização efetiva à criação e venda ilegais.

Página 5


A6

Partido PAN interpõe providência cautelar para fechar o Canil Municipal

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal A Guarda Online

Data Publicação:

30-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c4a629b9

Escrito por Jornal A Guarda. Colocado em Seia Seia No âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no Canil Municipal de Seia, o PAN - Partido PessoasAnimais-Natureza, anunciou que interpôs uma providência cautelar contra o Município para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. A providência cautelar, agora interposta, tem em conta a protecção de todos os animais, sendo que os 10 que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de protecção animal 'O Cantinho da Lili'. O PAN contínua disponível para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções para estes seres. "O PAN já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em Fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de protecção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta. Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", realça André Silva, porta-voz do PAN. Tendo em conta este, e inúmeros outros casos, o PAN apresentou, a 28 de Maio, na Assembleia da República, uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes. A Organização ANIMAL também enviou, na semana passada, através da sua advogada, um requerimento ao Procurador do Ministério Público (MP) de Seia pedindo a apreensão imediata dos cadáveres dos animais alegadamente mortos de forma cruel e ilegal no Canil Municipal de Seia, bem como o seu envio urgente para necrópsia (para aqueles animais em que esta ainda seja possível). A Organização fez ainda uma Participação Criminal aos Serviços do MP de Seia, com base em todas as informações que tem recolhido. ImprimirEmail

Página 6


A7

ID: 60394400

30-07-2015

Tiragem: 38000

Pág: 9

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 12,55 x 7,09 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 7


A8

PAN contra entrega de medalha de mérito a Forcados de Santarém

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Mirante.pt Online (O)

Data Publicação:

30-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=43c52fc4

Sociedade O partido PAN (Pessoas - Animais - Natureza) criticou a atribuição pela Presidência da República de uma medalha de mérito ao Grupo de Forcados Amadores de Santarém, entregue na quinta-feira, 23 de Julho, na praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa. Numa nota, o PAN manifestou "publicamente o seu desagrado em relação a qualquer manifestação de apoio aos eventos tauromáquicos", considerando que crianças e jovens "poderão encontrar nesta acção modelos e exemplos que perpetuam a ideia de que a violência para com os animais é natural e justificada". O PAN acrescentou ainda que "não é aceitável o financiamento público da tauromaquia, muito menos quando não existe um real investimento na protecção dos animais e da natureza e depois de cortes drásticos em sectores fundamentais como a saúde, a educação e a acção social do Estado".

Página 8


A9

PAN contra entrega de medalha de mérito a Forcados de Santarém

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

30-07-2015

Meio:

Mirante.pt Online (O) - Mirante - Semanário Online.pt (O)

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=8137dd6a

Sociedade O partido PAN (Pessoas - Animais - Natureza) criticou a atribuição pela Presidência da República de uma medalha de mérito ao Grupo de Forcados Amadores de Santarém, entregue na quinta-feira, 23 de Julho, na praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa. Numa nota, o PAN manifestou "publicamente o seu desagrado em relação a qualquer manifestação de apoio aos eventos tauromáquicos", considerando que crianças e jovens "poderão encontrar nesta acção modelos e exemplos que perpetuam a ideia de que a violência para com os animais é natural e justificada". O PAN acrescentou ainda que "não é aceitável o financiamento público da tauromaquia, muito menos quando não existe um real investimento na protecção dos animais e da natureza e depois de cortes drásticos em sectores fundamentais como a saúde, a educação e a acção social do Estado".

Página 9


A10

Dia de acção PAN em Setúbal Encontro sobre o Estado da Protecção Animal . Protesto contra a tourada

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Rostos Online

Data Publicação:

30-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=ec0d7332

Este sábado, 1 de Agosto, o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) levará a cabo um dia de acção em Setúbal, com a realização de um Encontro sobre o Estado da Protecção Animal na região e um protesto contra a tourada que se realiza na Praça de Touros Carlos Relvas, associada à Feira de Sant'Iago. O Encontro sobre o Estado da Protecção Animal realiza-se no Auditório da Junta de Freguesia de São Sebastião entre as 14h30 e as 18h30 e é de entrada livre para todos os que quiserem saber mais sobre os seguintes temas: "Estado da protecção animal: problemas e procura de soluções"; "Para uma ética animal: o princípio da igualdade contra o especismo"; "As leis de protecção animal: criminalização dos maus-tratos"; "A gestão de um canil municipal pela APPAC: partilha de experiências pelas associações". Seguir-se-ão as conclusões e um lanche convívio. Entre as dinamizadoras do encontro estará a advogada Cristina Rodrigues, cabeça-de-lista do PAN pelo círculo de Setúbal nas eleições legislativas marcadas para 4 de Outubro. O protesto contra a tourada tem início marcado para as 20h45, frente à Praça de Touros Carlos Relvas. 30.07.2015 - 15:09

Página 10


A11

Dia de ação do PAN em Setúbal - Setúbal na Rede

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Setúbal na Rede - O Portal do Distrito Online

30-07-2015

URL:http://setubalnarede.pt/breves/dia-de-acao-do-pan-em-setubal/6172

Este sábado, 1 de agosto, o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) levará a cabo um dia de acção em Setúbal, com a realização de um encontro sobre o Estado da Protecção Animal na região e um protesto contra a tourada que se realiza na Praça de Touros Carlos Relvas, associada à Feira de Sant'Iago. O encontro sobre o Estado da Protecção Animal realiza-se no Auditório da Junta de Freguesia de São Sebastião entre as 14h30 e as 18h30 e é de entrada livre para todos os que quiserem saber mais sobre os seguintes temas: "Estado da protecção animal: problemas e procura de soluções"; "Para uma ética animal: o princípio da igualdade contra o especismo"; "As leis de protecção animal: criminalização dos maus-tratos"; "A gestão de um canil municipal pela APPAC: partilha de experiências pelas associações". Seguir-se-ão as conclusões e um lanche convívio. Entre as dinamizadoras do encontro estará a advogada Cristina Rodrigues, cabeça-de-lista do PAN pelo círculo de Setúbal nas eleições legislativas marcadas para 4 de outubro. O protesto contra a tourada tem início marcado para as 20h45, frente à Praça de Touros Carlos Relvas. Sabe o que tem de fazer agora? Partilhe!

Página 11


A12

ID: 60438101

30-07-2015

Tiragem: 5000

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Semanal

Área: 9,85 x 12,52 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 12


A13

PARTIDO "PAN" FELICITA DIREÇÃO GERAL DE SAÚDE PELA PUBLICAÇÃO DE "LINHAS DE ORIENTAÇÃO PARA UMA ALIMENTAÇÃO VEGETARIANA SAUDÁVEL" - AUREN - Por Ourém e pelos oureenses!

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

AUREN - Por Ourém e Pelos Oureenses! Online

29-07-2015

URL:http://auren.blogs.sapo.pt/partido-pan-felicita-direcao-geral-de-2444473

Terça-feira, 28 de Julho de 2015 O PAN - Pessoas-Animais-Natureza felicita a Direcção-Geral de Saúde (DGS) pela publicação de um manual sobre a alimentação vegetariana, pois considera que este tipo de guias é um passo importante para que Portugal seja um país mais saudável, sustentável e ético. "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável" está disponível no site do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e da própria DGS, e surgiu para responder ao número cada vez maior de pessoas que querem seguir uma alimentação isenta de produtos animais, mas também para valorizar e dar a conhecer um padrão alimentar saudável junto da população e criar condições para que os profissionais de saúde possam aceder a informação que lhes permita ganhar competências para aconselhamento nesta matéria. O manual salienta a importância de aliar este tipo de alimentação a um estilo de vida mais saudável e promove a utilização de produtos vegetais de origem nacional, sazonais e enquadrados na nossa tradição culinária, sugerindo assim que é possível e desejável juntar sabor, tradição e saúde. "A alimentação vegetariana é, na maior parte das vezes, uma alternativa para quem procura um estilo de vida mais saudável, justo para com os animais (humanos e nãohumanos) e ecológico. Além disso, nos últimos anos, este tipo de nutrição tem sido largamente estudada ao nível da prevenção de doenças muito prevalentes na nossa sociedade, nomeadamente as doenças crónicas como a doença cardiovascular, a oncológica, a diabetes ou a obesidade", recorda André-Silva, porta-voz do PAN e candidato por Lisboa às eleições legislativas de 04 de Outubro, sublinhando que "esta tomada de consciência tem tido como consequência o aumento gradual e sustentado do número de vegetarianos em Portugal e no mundo e que este manual, como instrumento de apoio e esclarecimento, é um incentivo para todos aqueles que pretendem adoptar este tipo de padrão alimentar, quer por razões de saúde ou de filosofia de vida." No entender do PAN, este tipo de ferramentas são também uma peça crucial para a mudança diária de hábitos que irá beneficiar não só a saúde pública como os recursos administrados pelo Serviço Nacional de Saúde, uma vez que impactam diretamente as causas dos problemas e não assentam em soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas. Aliás, no programa eleitoral com o qual o PAN-Pessoas-Animais-Natureza se vai apresentar às legislativas deste ano, a "Promoção de uma Alimentação Saudável" é uma das principais medidas defendidas pelo Partido nos eixos de "Sustentabilidade" e "Saúde" para que se "desenvolvam padrões alimentares mais justos, saudáveis, ambientalmente sustentáveis e geradores de maior potencial de desenvolvimento."

Página 13


De acordo com os dados disponíveis, conclui-se que um estilo de vida sem produtos de origem animal, em termos de emissões de gases, equivale a uma poupança anual semelhante a uma viagem de automóvel de cerca de 7.000 kms, enquanto ao nível do consumo de água, equivale a uma poupança anual de cerca de 8.000 duches. Por outro lado, o impacte diário da indústria da agro-pecuária e das pescas e sobre o meio ambiente é desastroso e é já considerada a principal causa de mudanças climáticas. Os 70 biliões de animais terrestres e 90 biliões seres marítimos que são abatidos a cada ano para consumo humano colocam uma tensão crescente sobre o meio ambiente no que respeita ao uso da terra, água doce, mas também ao nível da poluição e da produção de gases com efeito de estufa. Perante os números, o partido defende a necessidade de "fomentar a consciência ecológica e sensibilizar a população para uma alimentação saudável, com base em alimentos produzidos sem prejudicar o ambiente, de modo a ser possível promover um futuro mais sustentável, do ponto de vista ambiental, económico e social". O PAN considera ainda, numa abordagem mais abrangente, que "a saúde dos ecossistemas, animais e plantas é indissociável da saúde do ser humano" e que "o respeito pela qualidade de vida de todos os intervenientes, partindo dos agricultores e mão-de-obra agrícola, até ao consumidor final, e uma atitude respeitadora para com os outros seres vivos e os recursos naturais, são os princípios que a seguir". Para fazer face a esta situação, o PAN advoga, entre outras medidas, a necessidade de "sensibilizar e informar o consumidor para a importância de uma dieta baseada em produtos frescos de origem vegetal, integral, com alimentos pouco processados, sazonais, de produção local e biológica, isenta de Organismos Geneticamente Modificados, fomentando, por exemplo, a consciência ecológica e sensibilização das crianças em idade escolar para uma alimentação saudável com ações de dinamização de hortas escolares". A "proibição total do cultivo de transgénicos; a cessação dos apoios à agricultura sintética e pecuária intensiva; e a discriminação positiva dos modos de produção biológicos" são outras das iniciativas que o partido pretende introduzir na agenda política através do seu programa e campanha eleitoral. Um dos primeiros passos nesse sentido foi dado no âmbito do 1.º Congresso Internacional 'Paredes de Coura Vegetariana', que em dois dias viu passar cerca de 500 pessoas pelo Centro Cultural de Paredes de Coura. Organizado pela Associação Quinta das Águias, com a colaboração do município de Paredes de Coura, este espaço de reflexão e debate, no qual o secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agroalimentar marcou presença, contou também com a participação do PAN, pela cabeça-de-lista pelo distrito do Porto às Legislativas de 04 de Outubro Bebiana Cunha, que se juntou aos demais para debater o impacte das escolhas alimentares sobre o meio ambiente, na saúde pública e as suas consequências éticas. Sobre o Partido Pessoas-Animais-Natureza - PAN O PAN - Pessoas-Animais-Natureza é um partido político português, inscrito junto do Tribunal Constitucional (TC) desde 13 de Janeiro de 2011. A sua missão é criar uma sociedade onde todos os seres sencientes, humanos e não humanos, possam viver em paz e felicidade, numa harmonia tão ampla quanto possível, em ecossistemas saudáveis e sustentáveis. Nas eleições legislativas de 2011, o PAN obteve um total de 57.995 votos (1,04%). Desde então, tem participado em todos os atos eleitorais realizados em Portugal e já elegeu 1 deputado regional na Madeira, 6 deputados municipais e 3 deputados de freguesia. Em Outubro de 2014, o PAN elegeu uma nova direção que promoveu alterações à forma de organização e funcionamento do partido. O símbolo do PAN representa a unidade e interdependência das três causas que defende como uma só (pessoas, animais, natureza), com a mão humana aberta, generosa, interventiva e solidária que se ergue da Terra para o Céu, as patas animais e as folhas, componentes inseparáveis de uma Árvore da Vida que se expande e cresce

Página 14


para abraรงar o mundo. A causa de todos

Pรกgina 15


A16

ID: 60471388

29-07-2015

Tiragem: 5000

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,00 x 4,17 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

z Felippa Lobato lidera lista do PAN A artista plástica Felippa Lobato vai ser a cabeça-de-lista do PAN – Pessoas-Animais-Natureza pelo círculo eleitoral de Évora nas próximas legislativas. A apresentação da candidatura do PAN por Évora decorreu no dia 23 de Julho, no espaço do partido, localizado na Praça Joaquim António de Aguiar, em Évora. Independente, Felippa Lobato, 54 anos de idade, trabalha há mais de 30 anos como pintora e escultora, estando representada em museus e colecções privadas em Portugal e no estrangeiro.

Página 16


A17

ID: 60356798

29-07-2015

Tiragem: 10621

Pág: 17

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 5,64 x 6,95 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 17


A18

DGS publica manual de orientação para uma alimentação vegetariana saudável

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Vital Health Online

Data Publicação:

29-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=ab7c7542

Detalhes 29-07-2015 "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável" é o nome do manual lançado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e que salienta a importância de aliar este tipo de alimentação a um estilo de vida mais saudável e promove a utilização de produtos vegetais de origem nacional, sazonais e enquadrados na nossa tradição culinária, sugerindo assim que é possível e desejável juntar sabor, tradição e saúde. Disponível no site do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e da própria DGS, e surgiu para responder ao número cada vez maior de pessoas que querem seguir uma alimentação isenta de produtos animais, mas também para valorizar e dar a conhecer um padrão alimentar saudável junto da população e criar condições para que os profissionais de saúde possam aceder a informação que lhes permita ganhar competências para aconselhamento nesta matéria. "A alimentação vegetariana é, na maior parte das vezes, uma alternativa para quem procura um estilo de vida mais saudável, justo para com os animais (humanos e não-humanos) e ecológico. Além disso, nos últimos anos, este tipo de nutrição tem sido largamente estudada ao nível da prevenção de doenças muito prevalentes na nossa sociedade, nomeadamente as doenças crónicas como a doença cardiovascular, a oncológica, a diabetes ou a obesidade", recorda André-Silva, porta-voz do PAN - Pessoas-Animais-Natureza, que felicita a DGS pela publicação do manual, considerando que este tipo de guias é um passo importante para que Portugal seja um país mais saudável, sustentável e ético. E acrescenta: "Esta tomada de consciência tem tido como consequência o aumento gradual e sustentado do número de vegetarianos em Portugal e no mundo e que este manual, como instrumento de apoio e esclarecimento, é um incentivo para todos aqueles que pretendem adotar este tipo de padrão alimentar, quer por razões de saúde ou de filosofia de vida." No entender do PAN, este tipo de ferramentas são também uma peça crucial para a mudança diária de hábitos que irá beneficiar não só a saúde pública como os recursos administrados pelo Serviço Nacional de Saúde, uma vez que impactam diretamente as causas dos problemas e não assentam em soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas. O manual pode ser descarregado aqui. 29-07-2015

Página 18


A19

PAN felicita a DGS pela publicação de manual sobre alimentação vegetariana

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Ambiente Magazine Online

Data Publicação:

28-07-2015

URL:http://www.ambientemagazine.com/site/news.asp?news=19505

15:17h - 28/07/2015 O PAN - Pessoas-Animais-Natureza felicitou a Direcção-Geral de Saúde (DGS) pela publicação de um manual sobre a alimentação vegetariana, pois considera que este tipo de guias é "um passo importante para que Portugal seja um país mais saudável, sustentável e ético". O livro, intitulado "Linhas de orientação para uma alimentação vegetariana saudável", está disponível no site do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável e da própria DGS e surgiu para responder ao número "cada vez maior" de pessoas que querem seguir uma alimentação isenta de produtos animais, mas, também, para valorizar e dar a conhecer um padrão alimentar saudável junto da população e criar condições para que os profissionais de saúde possam aceder a informação que lhes permita ganhar competências para aconselhamento nesta matéria. O manual salienta a importância de aliar este tipo de alimentação a um estilo de vida mais saudável e promove a utilização de produtos vegetais de origem nacional, sazonais e enquadrados na nossa tradição culinária, sugerindo assim que é possível e desejável juntar sabor, tradição e saúde. "A alimentação vegetariana é, na maior parte das vezes, uma alternativa para quem procura um estilo de vida mais saudável, justo para com os animais (humanos e não-humanos) e ecológico. Além disso, nos últimos anos, este tipo de nutrição tem sido largamente estudada ao nível da prevenção de doenças muito prevalentes na nossa sociedade, nomeadamente as doenças crónicas como a doença cardiovascular, a oncológica, a diabetes ou a obesidade", explicou André-Silva, porta-voz do PAN e candidato por Lisboa às eleições legislativas de 4 de Outubro, sublinhando que "esta tomada de consciência tem tido como consequência o aumento gradual e sustentado do número de vegetarianos em Portugal e no mundo e que este manual, como instrumento de apoio e esclarecimento, é um incentivo para todos aqueles que pretendem adoptar este tipo de padrão alimentar, quer por razões de saúde ou de filosofia de vida". No entender do PAN, este tipo de ferramentas são também uma peça crucial para a mudança diária de hábitos que irá beneficiar "não só a saúde pública como os recursos administrados pelo Serviço Nacional de Saúde, uma vez que têm impacto directo nas causas dos problemas e não assentam em soluções paliativas, cujo custo para o erário público é muito superior às alternativas preventivas". Aliás, no programa eleitoral com o qual o PAN-Pessoas-Animais-Natureza se vai apresentar às legislativas deste ano, a "Promoção de uma Alimentação Saudável" é uma das principais medidas defendidas pelo Partido nos eixos de "Sustentabilidade" e "Saúde" para que se "desenvolvam padrões alimentares mais justos, saudáveis, ambientalmente sustentáveis e geradores de maior potencial de desenvolvimento." De acordo com os dados disponíveis, conclui-se que um estilo de vida sem produtos de origem animal, em termos de emissões de gases, equivale a uma poupança anual semelhante a uma viagem de automóvel de cerca de 7 mil quilómetros, enquanto ao nível do consumo de água, equivale a uma poupança anual de cerca de 8 mil duches.

Página 19


Pรกgina 20


A21

PAN lança candidatura na quinta-feira

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário de Notícias da Madeira Online

28-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=152c1ce5

PAN lança candidatura na quinta-feira 28/07/2015 15:39 Achou este artigo interessante? O PANMadeira irá proceder ao lançamento da candidatura pelo Funchal às eleições legislativas de 2015, na quinta-feira, dia 30 de Julho. A iniciativa acontece na sede do PAN na Rua da Figueira Preta, nº 17, 2.º andar, Sala C. PROGRAMA: 16 horas: Apresentação do cabeça-de-lista, Cassiano Figueira 16h30: Merenda de Confraternização Ontem, 18:49 28/07/2015 15:39

Página 21


A22

ID: 60323898

27-07-2015

Tiragem: 33183

Pág: 26

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 30,90 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3 BRUNO SIMÕES CASTANHEIRA

O rato-preto da ilha da Berlenga é inocente? Dezenas de investigadores acusam a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, promotora do LIFE Berlengas, de proferir uma sentença de morte ao mamífero antes de se provar a sua culpa

Página 22


ID: 60323898

27-07-2015

Tiragem: 33183

Pág: 27

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,70 x 31,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

MIGUEL LECOQ

Marisa Soares

A

população de ratopreto (Rattus rattus) da ilha da Berlenga tem os dias contados. A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) está a desenvolver um projecto que visa erradicar o rato e outras espécies consideradas invasoras, alegando que põem em risco fauna e flora autóctones do arquipélago. O argumento, porém, não convence dezenas de investigadores, entre os quais dois antigos directores daquela reserva natural, que pedem a suspensão do projecto. O LIFE Berlengas arrancou em Junho do ano passado, com um financiamento de 1,4 milhões de euros para quatro anos, metade pagos pela Comissão Europeia. A SPEA e os parceiros — Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Câmara de Peniche, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar — pagam a outra metade. O objectivo principal é “repor os valores naturais do arquipélago” — formado pela ilha da Berlenga (a única visitável) e por ilhéus e rochedos (Estelas e Farilhões) — situado a cerca de dez quilómetros de Peniche, classificado como reserva da Biosfera pela UNESCO em 2011. Como? Erradicando as espécies que, segundo os promotores, estão a pôr em causa o ecossistema. “Está provado que o rato-preto come as crias das aves marinhas vivas”, argumenta Luís Costa, director executivo da SPEA (representante em Portugal da BirdLife International). “Em todo o mundo já foram realizados mais de 1000 projectos que provam o efeito negativo do rato sobre os ecossistemas e que a sua erradicação tem impacto positivo”, afirma, dando como exemplo projectos de conservação em curso na Madeira (onde o LIFE Recover Natura, um projecto do Parque Natural da Madeira em parceria com a SPEA, prevê também a erradicação de coelhos e murganhos) e nos Açores. No entanto, uma análise feita na Berlenga em 2013 pela própria SPEA não registou “qualquer evento directo de predação” do rato-preto sobre uma das aves marinhas mais emblemáticas da ilha, a cagarra (Calonectris diomedea borealis). O estudo detectou apenas “uma grande actividade de rato-preto dentro ou muito próximo dos ninhos de cagarra”, perto das crias, “demonstrando um interesse inequívoco nas mesmas”. “É possível que, em anos de menor disponibilidade alimentar, os ratos tenham uma maior actividade predatória sobre as crias de cagarra”, concluiu-se. Embora tenha estatuto de conservação desfavorável, as cagarras não

O rato-preto e a cagarra, uma relação na ilha da Berlenga que está a ser alvo de discussão na comunidade científica operação”, admite. O ICNF, responsável pela gestão da reserva, apoia o extermínio. “A erradicação e o controlo do rato-preto foi ponderada no passado, nunca tendo sido desenvolvida” porque exige “um grande volume de trabalho e de verbas” só possíveis em projectos de grande dimensão, diz Maria de Jesus Fernandes, directora do Departamento de Conservação da Natureza e das Florestas de Lisboa e Vale do Tejo.

Outras erradicações ISABEL FAGUNDES

estão a regredir da Berlenga, único local na costa continental portuguesa onde a espécie nidifica: nos últimos 20 anos passou de 200 casais para perto de 1000, segundo a SPEA. Num documento explicativo do projecto, os promotores sustentam que é necessário actuar “de forma preventiva” para “evitar a irreversível extinção” das aves marinhas, como já aconteceu com o airo (Uria aalgae) — associando também a ausência do roque-de-castro (Oceanodroma castro) na Berlenga à presença do rato-preto — e “por questões de saúde pública”, uma vez que a reserva é visitada por milhares de pessoas por ano. “A comissão científica deste projecto tem avaliado a documentação existente e considera não haver nenhuma prova científica que sustente a protecção específica destas populações [de rato]”, diz a SPEA. Ninguém sabe ao certo quando e como é que o rato-preto, originário do Sudeste da Ásia, chegou à Berlenga. As referências mais antigas à presença da espécie na Europa datam do século VIII. Isolado na ilha, onde terá chegado com ajuda do homem, alojou-se em galerias escavadas no solo, de onde foi expulso no continente pela ratazana-do-esgoto (Rattus norvegicus), seu arqui-inimigo. Os

“Está provado que o rato-preto come as crias das aves marinhas vivas”, argumenta Luís Costa, director executivo da SPEA poucos estudos sobre a população da Berlenga, e referidos no documento da SPEA, admitem que ela pode terse adaptado à vida insular e reconhecem até diferenças entre o crânio dos indivíduos residentes na ilha e o dos que vivem no continente, sugerindo a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os primeiros. Luís Costa afirma que os técnicos da SPEA estão a fazer estudos da dinâmica da população, cuja conclusão está prevista para Maio do próximo ano, e que foi pedido um estudo de genética à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. “As coisas não são feitas de ânimo leve. Se virmos que o rato é realmente importante para o ecossistema e que não pode ser erradicado, abortamos a

Mas os argumentos não convencem dezenas de biólogos, alguns dedicados há décadas ao estudo do ecossistema do arquipélago. “Estão a inverter o ónus da prova”, contesta António Teixeira, biólogo e antigo director da reserva natural, cargo que ocupou 11 anos. “O rato já tinha uma sentença de prisão perpétua na ilha. Porquê transformá-la numa sentença de morte, antes de se provar a culpa?”, questiona, reforçando que “é preciso estudar a população” antes de definir qualquer medida. O especialista em aves marinhas é um dos mais de 30 signatários de um documento que será entregue aos partidos com assento parlamentar, exigindo a suspensão da “proposta de extermínio” da SPEA. A lista inclui biólogos, professores catedráticos e jubilados, com trabalho em diversas áreas da biologia em Portugal e no estrangeiro. Um deles é Luís Vicente, biólogo com “40 anos de Berlenga”, dez como director da reserva, doutorado em evolução e especialista em ecossistemas insulares. “Quando queremos brincar aos deuses, o que é perigosíssimo, pelo menos que essa brincadeira seja alicerçada em trabalhos que justifiquem a intervenção sem margem para dúvidas.” Num debate recente promovido em Lisboa pelo eurodeputado José Inácio Faria, do Partido da Terra-MPT, Luís Vicente confessou-se “chocado” com algumas medidas do LIFE Berlengas. “Os ecossistemas insulares são muito frágeis, dependem do equilíbrio entre as espécies, e a população de ratos parece estar em equilíbrio com as restantes que habitam na ilha”, afirma, frisando o papel dos roedores no arejamento do solo e na disseminação de sementes. Além disso, o biólogo condena o método previsto para a erradicação — segundo ele, envenenamento por pesticidas com acção anticoagulante que causam hemorragias até à morte lenta do animal — e alerta para o perigo de outras espécies se alimentarem dos cadáveres. Luís Costa contrapõe garantindo só que “não serão usados venenos que afectem outras espécies ou causem problemas de saúde pública”. “É irresponsável e criminoso”, acusa o biólogo Raúl Santos, ex-téc-

nico superior da reserva e ligado às Berlengas há “mais de 20 anos”. “Os mamíferos são tão importantes como as aves” naquele ecossistema, defende. Um estudo de 1988 sobre o rato-preto da Berlenga, citado no plano de ordenamento da reserva, destaca “as características singulares” do animal, que lhe conferem “um elevado interesse científico”. “Ninguém sabe se o ADN do rato está já diferente do do continente, ou se pode ainda evoluir para uma subespécie diferente. Vamos dar cabo disto?”, questiona o botânico Jorge Paiva, da Universidade de Coimbra. “A perda desta população, significaria a perda de uma ‘livraria’ de informação genética que poderia vir a esclarecer muitos mecanismos evolutivos”, alertam os autores do documento As propostas de extermínio de espécies na Berlenga Grande e as dúvidas que estas suscitam. Mas o rato-preto não é o único “criminoso” contra o qual o LIFE Berlengas decreta pena de morte. A sentença estende-se ao coelhobravo, introduzido para caça no reinado de D. Afonso V, no século XV, acusado de destruir a vegetação e alterar a dinâmica do solo, prejudicando a conservação dos habitats e da flora das ilhas. O director da SPEA adianta, porém, que está a ser estudada uma alternativa à erradicação: a “captura por armadilha do maior número de coelhos vivos, e a transferência para zonas do continente onde sejam mais úteis em termos de conservação da natureza” — como o Alentejo, onde poderão alimentar o lince-ibérico. O chorão-das-praias está também na lista de espécies a extinguir, para substituir por espécies autóctones como a arménia-das-berlengas (Armenia berlengensis). Os técnicos da SPEA, diz Luís Costa, já começaram em Junho de 2014 a arrancar o chorão “em bandas estreitas para evitar a erosão”. Embora admitam que o LIFE Berlengas tem muitas acções válidas — o projecto inclui a construção de um centro de interpretação na Berlenga e melhorias nos trilhos existentes —, os opositores criticam as “generalizações abusivas” dos promotores e a criação de uma comissão científica “enviesada”: tem seis especialistas, quase todos com experiência no estudo de aves marinhas. Apenas um — Paulo Oliveira, director do Serviço do Parque Natural da Madeira — trabalha na erradicação e no controlo de vertebrados introduzidos em ilhas. O MPT vai interpor uma providência cautelar para suspender o projecto “até existir uma fundamentação credível para aquelas medidas”, disse José Inácio Faria. Há uma petição pública online com esse objectivo e o Bloco de Esquerda, Os Verdes e o PAN (PessoasAnimais-Natureza) também estão contra o projecto.

Página 23


ID: 60323898

27-07-2015

Tiragem: 33183

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,24 x 4,25 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

O rato-preto da ilha da Berlenga é inocente? A convivência do rato-preto e da cagarra na ilha da Berlenga está a dividir a comunidade científica p26/27

Página 24


A25

O rato-preto da ilha da Berlenga é inocente?

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

27-07-2015

Meio:

Público Online

Autores:

Marisa Soares

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=57bfa520

Por Marisa Soares 27/07/2015 - 08:30 Dezenas de biólogos e investigadores acusam a Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves, promotora do LIFE Berlengas, de proferir uma sentença de morte ao mamífero antes de provar a culpa. A população de rato-preto (Rattus rattus) da ilha da Berlenga tem os dias contados. A Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) está a desenvolver um projecto que visa erradicar o rato e outras espécies consideradas invasoras, alegando que estas põem em risco fauna e flora autóctones do arquipélago. O argumento, porém, não convence dezenas de investigadores, entre os quais dois antigos directores daquela reserva natural, que pedem a suspensão do projecto. O LIFE Berlengas arrancou em Junho do ano passado, com um financiamento de 1,4 milhões de euros para quatro anos, metade pagos pela Comissão Europeia. A SPEA e os parceiros Instituto de Conservação da Natureza e Florestas (ICNF), Câmara de Peniche, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar - pagam a outra metade. O objectivo principal é "repor os valores naturais do arquipélago" - formado pela ilha da Berlenga (a única visitável) e por vários ilhéus e rochedos (Estelas e Farilhões) - situado a 5,5 milhas náuticas (cerca de dez quilómetros) de Peniche, classificado como reserva da Biosfera pela UNESCO em 2011. Como? Erradicando as espécies que, segundo os promotores, estão a pôr em causa o ecossistema. "Está provado que o rato-preto come as crias das aves marinhas vivas", argumenta Luís Costa, director executivo da SPEA (representante em Portugal da BirdLife International). "Em todo o mundo já foram realizados mais de 1000 projectos que provam o efeito negativo do rato sobre os ecossistemas e que a sua erradicação tem impacto positivo", afirma, dando como exemplo projectos de conservação em curso na Madeira (onde o LIFE Recover Natura, um projecto do Parque Natural da Madeira em parceria com a SPEA, prevê também a erradicação de coelhos e murganhos) e nos Açores. No entanto, uma análise realizada na Berlenga em 2013 pela própria SPEA não registou "qualquer evento directo de predação" do rato-preto sobre uma das aves marinhas mais emblemáticas da ilha, a cagarra (Calonectris diomedea borealis). O estudo detectou apenas "uma grande actividade de rato-preto dentro ou muito próximo dos ninhos de cagarra", perto das crias, "demonstrando um interesse inequívoco nas mesmas". "É possível que, em anos de menor disponibilidade alimentar, os ratos tenham uma maior actividade predatória sobre as crias de cagarra", concluiu-se. Embora tenha estatuto de conservação desfavorável, a população de cagarra não está a regredir da Berlenga, único local na costa continental portuguesa onde a espécie nidifica: nos últimos 20 anos passou de 200 casais para perto de 1000, segundo a SPEA. Num documento explicativo do projecto, os promotores sustentam que é necessário actuar "de forma preventiva" para "evitar a irreversível extinção" das aves marinhas, como já aconteceu com o airo (Uria aalgae) - associando também a ausência do roque-decastro (Oceanodroma castro) na Berlenga à presença do rato-preto - e "por questões de saúde pública", uma vez que a reserva é visitada por milhares de pessoas anualmente. "A comissão científica deste projecto tem avaliado a documentação existente e considera não haver nenhuma prova científica que sustente a proteção específica destas populações [de rato]", diz a SPEA. Ninguém sabe ao certo quando e como é que o rato-preto, originário do Sudeste da Ásia, chegou à Berlenga. As referências mais antigas à presença da espécie na Europa datam do século VIII. Isolado na ilha, onde terá chegado com ajuda do homem, alojou-se em galerias escavadas no solo, de onde foi expulso no continente pela ratazana-do-esgoto (Rattus norvegicus), seu arqui-inimigo. Os poucos estudos feitos sobre a população da Berlenga, e referidos no documento da SPEA sobre o projecto, admitem que

Página 25


aquela pode ter-se adaptado à vida insular e reconhecem mesmo diferenças entre o crânio dos indivíduos residentes na ilha e o dos que vivem no continente, sugerindo a necessidade de aprofundar o conhecimento sobre os primeiros. Luís Costa afirma que os técnicos da SPEA estão a fazer estudos da dinâmica da população, cuja conclusão está prevista para Maio do próximo ano, e que foi pedido um estudo de genética à Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. "As coisas não são feitas de ânimo leve. Se virmos que o rato é realmente importante para o ecossistema e que não pode ser erradicado, abortamos a operação", admite. O ICNF, responsável pela gestão da reserva, apoia o extermínio. "A erradicação e o controlo do rato-preto foi ponderada no passado, nunca tendo sido desenvolvida" porque exige "um grande volume de trabalho e de verbas" só possíveis em projectos de grande dimensão, diz Maria de Jesus Fernandes, directora do Departamento de Conservação da Natureza e das Florestas de Lisboa e Vale do Tejo. Mas os argumentos não convencem dezenas de biólogos, alguns dos quais dedicados há décadas ao estudo do ecossistema do arquipélago. "Estão a inverter o ónus da prova", contesta António Teixeira, biólogo e antigo director da reserva natural, cargo que ocupou durante 11 anos. "O rato já tinha uma sentença de prisão perpétua na ilha. Porquê transformá-la numa sentença de morte, antes de se provar a culpa?", questiona, reforçando que "é preciso estudar a população" antes de definir qualquer medida. O especialista em aves marinhas é um dos mais de 30 signatários de um documento que será entregue aos partidos com assento parlamentar, exigindo a suspensão da "proposta de extermínio" feita pela SPEA. A lista inclui sobretudo biólogos, professores catedráticos e jubilados, investigadores com trabalho em diversas áreas da biologia em Portugal e no estrangeiro. Um deles é Luís Vicente, biólogo com "40 anos de Berlenga", dez como director da reserva, doutorado em evolução e especialista em ecossistemas insulares. "Quando queremos brincar aos deuses, o que já em si é perigosíssimo, pelo menos que essa brincadeira seja alicerçada em trabalhos que justifiquem a intervenção sem margem para dúvidas", defende. Num debate promovido recentemente em Lisboa pelo eurodeputado José Inácio Faria, do Partido da Terra-MPT, Luís Vicente confessou-se "chocado" com algumas medidas previstas no LIFE Berlengas. "Os ecossistemas insulares são muito frágeis, dependem do equilíbrio entre as espécies, e a população de ratos parece estar em equilíbrio com as restantes que habitam na ilha", afirma, sublinhando o papel importante dos roedores no arejamento do solo e na disseminação de sementes. Além disso, o biólogo condena o método previsto para a erradicação - segundo ele, envenenamento por pesticidas com acção anticoagulante que provocam hemorragias até à morte lenta do animal - e alerta para o eventual perigo para outras espécies que se alimentem dos cadáveres. Luís Costa contrapõe garantindo apenas que "não serão usados venenos que afectem outras espécies ou que possam causar problemas de saúde pública". "É irresponsável e criminoso", acusa o biólogo Raúl Santos, ex-técnico superior da reserva e ligado às Berlengas há "mais de 20 anos". "Os mamíferos são tão importantes como as aves" naquele ecossistema, defende. Um estudo feito em 1988 sobre o ratopreto da Berlenga, citado no plano de ordenamento da reserva, destaca "as características singulares" do animal, que lhe conferem "um elevado interesse científico". "Ninguém sabe se o ADN do rato está já diferente do do continente, ou se pode ainda evoluir para uma subespécie diferente. Vamos dar cabo disto?", questiona por seu turno o botânico Jorge Paiva, da Universidade de Coimbra. "A perda desta população, significaria a perda de uma 'livraria' de informação genética que poderia vir a esclarecer muitos mecanismos evolutivos", alertam os autores do documento As propostas de extermínio de espécies na Berlenga Grande e as dúvidas que estas suscitam. Outras erradicações Mas o rato-preto não é o único "criminoso" da Berlenga a enfrentar a pena de morte. A sentença é extensível ao coelho-bravo (Oryctolagus cuniculus), outra espécie introduzida (talvez para caça, no reinado de D. Afonso V, no século XV), acusada de destruir o coberto vegetal e alterar a dinâmica do solo, prejudicando a conservação dos habitats e da flora das ilhas. O director da SPEA adianta que está a ser estudada, em alternativa à erradicação, a "captura por armadilha do maior número de coelhos vivos, e a transferência para zonas do continente onde sejam mais úteis em termos de conservação da natureza" - como por exemplo para assegurar a sobrevivência do lince-ibérico, no Alentejo. O chorão-das-praias (Carpobrotus edulis) está também na lista de espécies a extinguir, para ser substituído por espécies autóctones como a arménia-das-berlengas (Armenia berlengensis). Segundo Luís Costa, os técnicos da SPEA já começaram em Junho do ano passado a arrancar o chorão "em bandas estreitas para evitar a erosão". Embora admitam que o LIFE Berlengas tem muitas acções válidas - o projecto inclui, por exemplo, a construção de um pequeno centro de interpretação na Berlenga e melhorias nos trilhos existentes -, os opositores criticam as "generalizações abusivas"

Página 26


feitas pelos promotores e a criação de uma comissão científica "enviesada": dela fazem parte seis especialistas, quase todos com experiência no estudo de aves marinhas. Apenas um - Paulo Oliveira, director do Serviço do Parque Natural da Madeira - trabalha na erradicação e no controlo de vertebrados introduzidos em ilhas. O MPT vai interpor uma providência cautelar pedindo a suspensão do projecto "até que exista uma fundamentação credível para aquelas medidas", disse José Inácio Faria. Existe já uma petição pública online com o mesmo objectivo. O Bloco de Esquerda, Os Verdes e o PAN (Pessoas-Animais-Natureza) também já se manifestaram contra o projecto. 27/07/2015 - 08:30 Marisa Soares

Página 27


A28

OPAN ARTS - Viral Agenda

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Viral Online

Data Publicação:

27-07-2015

URL:http://www.viralagenda.com/pt/events/166808/opan-arts

Durante o final do mês de Julho e o mês de Agosto, o Espaço PAN Lisboa vai ser palco de criatividade e imaginação! Pretende-se sensibilizar as famílias e sobretudo os mais jovens para temas cruciais e urgentes como o respeito pelos animais e pelo planeta, de uma forma divertida e artística! No último dia de cada Workshop reservamos um lanche amigo dos animais e do ambiente! Informações e inscrições: eventos@pan.com.pt Descrição dos Workshops: 1ª Semana -Workshop de Iniciação ao Cinema Datas: 29, 30 e 31 de Julho das 14h às 18h. Título: "A fábrica de imagens" Público-alvo: Crianças dos 6 aos 15 anos. Lotação: 20 crianças Formador: André Gonzaga Objectivos: N'A Fábrica de Imagens vamos concentrar-nos numa janela: O rasgo/clarão que surge de cada vez que se incendeia um projector. Veremos cinema, pensaremos cinema e faremos cinema à séria. Ou tudo isso lá próximo e muita brincadeira. O cinema é simplesmente a arte de registar imagens animadas. Mas, se ligarmos o complicómetro, pode passa a "expoente máximo da moderna cultura visual contemporânea". Daí... A oficina fornece ampla informação, oportunidade de ensaio e orientação, assim como todas as perguntas necessárias até que os participantes comecem eles próprios, no processo, a interrogarem-se. 2ª Semana - Workshop de Teatro Infantil Datas: 5, 6 e 7 de Agosto das 10 h às 13 h, e no último dia das 14h às 18h. Título: "Na pele dos animais" Público-alvo: Crianças dos 6 aos 15 anos. Lotação: 20 crianças Formadoras: Vanessa Baptista & Sandra Marques Objetivos: O principal objetivo deste workshop é introduzir a vertente artística (e o gosto por ela) na vida das crianças, numa época em os resultados são mais importantes do que o processo para lá chegar, queremos permitir que as crianças tenham um tempo para pensar em alternativas, sentirem e explorarem o seu corpo e mente, esperando assim contribuir para adultos pensantes e críticos. Simultaneamente pretende-se ainda sensibilizar todos os presentes para as temáticas ambientalistas e animalistas, sob o título "na pele dos animais", onde as crianças vão poder vivenciar e contar através de uma peça de teatro (a efectuar no último dia do workshop) cujo cenário minimalista será feito pelos participantes com materiais reciclados. 3ª Semana- Workshop de música Datas: 15, 16 e 17 de Agosto das 14h às 18h. Título: "Tenho o planeta na palma da mão" Público-alvo: Famílias. Lotação: 30 pessoas. Formadora: Vanessa Baptista Objectivos: Pretende-se com este workshop não só trabalhar a vertente rítmica e melódica dos participantes, como também estimular aos laços familiares apoiados em actividades feitas em família. Abordando a temática do ambiente e dos animais, esta actividade culminará com uma canção cantada por todos os presentes num ambiente acolhedor que se pretende que fique no ouvido e na memória dos mais pequenos para que estes passem a palavra de sensibilização às gerações vindouras. 4ª Semana- Workshop de Escrita Criativa Datas: 19 a 20 e 21 de Agosto das 14:00 às 18:30 Título: "Palavras que temos dentro" Formadora: Rosa Fina Público-Alvo: Adultos e jovens com mais de 16 anos. Lotação: 12 pessoas Objectivos: Dar a conhecer algumas obras de literatura (e de outras artes: pintura, música.) que estimulem o leitor a ensaiar alguns registos escritos da sua visão do mundo. Não se pretende transformar ninguém em escritor em 6 horas, mas sim que os inscritos despertem para o corpo escrevente que existe em si. Porque há um em todos nós. No final, haverá lugar para a apresentação e comentário de um texto escrito por cada uma das pessoas. 5ª Semana - Workshop de teatro Datas: 26, 27 e 28 de Agosto das 14.30h às 18.30h. Título: "Ambienta-te" Público-alvo: Jovens de todas as idades (a partir dos 16 anos). Lotação: 30 pessoas Formadoras: Vanessa Baptista e Sandra Marques Objectivos: Com o presente workshop, pretende-se criar um espirito de companheirismo, entre-ajuda e compreensão entre os participantes,

Página 28


de forma a que todos se sintam livres a se expressarem física e verbalmente, deixando para trás velhos medos e inseguranças. Simultaneamente pretende-se ainda sensibilizar todos os presentes para as temáticas ambientalistas e animalistas, sob o título "ambienta-te", esperando contribuir para o crescimento e conhecimento pessoal de todos os participantes.

Página 29


A30

ID: 60294657

24-07-2015

Tiragem: 10621

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 23,04 x 27,60 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

Página 30


ID: 60294657

24-07-2015

Tiragem: 10621

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 8,35 x 2,63 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Página 31


A32

O verdadeiro custo da má alimentação

Tipo Meio:

Internet

Meio:

OJE Online

Data Publicação:

24-07-2015

URL:http://oje.pt/opiniao/o-verdadeiro-custo-da-ma-alimentacao/

É notório o enorme peso que as doenças crónicas não transmissíveis passaram a representar na saúde dos portugueses, no perfil de morbilidade e nas causas de mortalidade. Inúmeros estudos e dados publicados são reveladores deste flagelo, corroborado há cerca de duas semanas através do relatório da Direcção Geral de Saúde (DGS) "A Saúde dos Portugueses. Perspetiva 2015". Estas doenças representam encargos elevados quer para os indivíduos quer para os sistemas de saúde e, no contexto económico em que vivemos, constituem preocupações crescentes para os decisores políticos. Em Portugal, as principais causas de doença, mortes e custos em Saúde Pública estão associadas às doenças cardiovasculares, responsáveis por pelo menos 34,1% das mortes na população portuguesa. Estudos recentes indicam que cerca de um milhão de portugueses tem diabetes e dois milhões sofrem de pré-diabetes, sendo que 25% do total dos internamentos hospitalares são causados por esta doença que representa um custo anual equivalente a de 1% do PIB português e 10% da Despesa em Saúde (dados de 2013). Cerca de 3,5 milhões de portugueses adultos têm Pré Obesidade, sendo que 1 milhão são efectivamente obesos. A obesidade tem assim um significativo impacto económico, representando 4,5% dos gastos em saúde. Estas doenças estão associadas a um conjunto de factores de risco. Se alguns tendem a não poder ser modificados, como a hereditariedade, o sexo e ou a idade, outros, pelo contrário, podem ser evitados, sendo essencial a adopção de um estilo de vida saudável que passa pela prática de actividade física regular, diminuição do tempo de trabalho e dos níveis de stress e, acima de tudo, por uma alimentação que previna o aparecimento destes quadros patológicos. Já é mais que tempo de pormos em prática medidas que vão ao encontro das evidências científicas que constantemente nos alertam para a importância da alimentação na diminuição dos problemas associados à saúde. Não bastam as recomendações ficarem-se pela redução do sal e açúcar nos alimentos, do álcool ou do tabaco. Há que estabelecer novos compromissos de prevenção das doenças. A própria DGS vem dizer no recente manual "Linhas de Orientação para uma Alimentação Vegetariana Saudável" que Estudos epidemiológicos têm documentado benefícios importantes e mensuráveis das dietas vegetarianas e outras à base de produtos vegetais, tais como a redução da prevalência de doença oncológica, obesidade, doença cardiovascular, hiperlipidemias, hipertensão, diabetes, assim como aumento da longevidade. Os estudos que têm vindo a ser divulgados convergem na mesma direcção: que o consumo de produtos de origem animal tem sido relacionado com um risco aumentado de vários tipos de doenças crónicas e que, por outro lado, produtos alimentares como fruta e hortícolas, leguminosas, cereais integrais têm sido associados a um menor risco de doenças crónicas e a uma maior longevidade. Aliás, são também cada vez mais identificados os benefícios de determinadas práticas alimentares mais frugais na reversão de algumas patologias crónicas que, a passo de caracol, vão sendo reconhecidas. Alterando hábitos de alimentação, estamos a actuar no âmbito da prevenção e a melhorar a saúde dos portugueses, contribuindo também para a redução da despesa pública e para a mitigação dos impactos económicos negativos. Estes impactos serão tanto menores se, para além da adopção de regimes alimentares maioritariamente à base de vegetais, a sua origem e modo de produção foram preferencialmente regionais, sazonais e livres de agroquímicos (biológicos). Uma prática agrícola isenta de químicos contribui para a preservação e regeneração do solo, um bem comum, e diminui a dependência do petróleo o que ajuda também a equilibrar a balança comercial. Ao Estado cabe reflectir e operar através de reformas profundas, não paliativas. A nós, cidadãs e cidadãos, cabe-nos agir em consciência e passar a palavra sobre o verdadeiro custo da má

Página 32


alimentação. André Silva Porta-Voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza) Julho 24, 2015

Página 33


A34

Eleições Legislativas 2015

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Online24 Online

Data Publicação:

24-07-2015

URL:http://www.online24.pt/eleicoes-legislativas-2015/

A data para as eleições legislativas 2015 é dia 4 de outubro, o primeiro domingo de outubro. O período de campanha eleitoral arranca a 20 de setembro. Eleições para a Assembleia da República As eleições legislativas, também chamadas de eleições para a Assembleia da República, apuram os deputados para a Assembleia e um governo para Portugal, num mandato de quatro anos. Os deputados são eleitos por listas apresentadas por partidos ou coligações. A Assembleia da República é constituída por 230 deputados. Partidos São candidatos às eleições legislativas 2015 os seguintes partidos: BE - Bloco de Esquerda JPP - Juntos pelo Povo L/TDA - LIVRE/Tempo de Avançar MPT Partido da Terra NC - Nós, Cidadãos! PNR - Partido Nacional Renovador PAN - PESSOAS-ANIMAISNATUREZA PCP-PEV - CDU - Coligação Democrática Unitária PCTP/MRPP - Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses PDR - Partido Democrático Republicano PLD - Partido Liberal Democrata PND - Nova Democracia POUS - Partido Operário de Unidade Socialista PPD/PSD CDS-PP - Portugal à Frente PPM - Partido Popular Monárquico PPV - Portugal pro Vida PS - Partido Socialista PTP MAS AGIR2 (apoiada pelo PDA) PURP - Partido Unido dos Reformados e Pensionistas Sondagens As sondagens da Aximage de 18 de julho de 2015 preveem os seguintes resultados para as eleições legislativas 2015: PS - 38% PSD CDS-PP - 37,8% Indecisos, outros, inválidos - 10% CDU - 7,5% BE 4% PDR - 1,4% Livre - 1,3% Atualizado em 24/07/2015

Página 34


A35

Ex-funcionário do Canil de Seia denuncia abates por afogamento e asfixia

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

24-07-2015

Meio:

Renascença Online

Autores:

Liliana Carona

URL:http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=194422

24-07-2015 19:05 Um alegado caso de maus-tratos a animais no canil municipal de Seia ganhou dimensão nacional. A Renascença falou com o autor da denúncia, um antigo funcionário, e com a autarquia, que nega todas as acusações. As fotografias começaram a circular na internet há uma semana: cães e gatos, visivelmente mal tratados, mortos e com sinais de terem sido afogados. A denúncia começou por ser anónima, suscitou um auto de notícia por parte da GNR, mas hoje tem rosto e voz: Francisco Fernandes, de 47 anos, ex-funcionário do canil e gatil municipal de Seia, no distrito da Guarda. Em declarações à Renascença, garante que nunca teve receio de falar. Entrou ao serviço no canil e gatil municipal em Novembro de 2014. Conta o que testemunhou desde o primeiro dia: "Vi uma pessoa com um laço a apertar o pescoço de gatos e de cães jovens, com um, dois ou três meses, e depois enfiava-os num caldeiro de água, onde ficavam até morrer. Fui retirado do serviço porque não quis fazer o trabalho sujo desde o primeiro dia", revela. Admite só agora ter divulgado o caso porque sabia que seria despedido, mas diz que "neste tempo todo" não andou "bem". Francisco encontrava-se a realizar um Programa Ocupacional de Emprego (POC), quando foi suspenso de funções por "desobedecer às instruções sobre o exercício de actividade", leu nos documentos camarários que traz consigo e que mostrou à Renascença. "De facto, desobedeci, na actividade de abater gatos desta forma", admite Francisco Fernandes. O presidente da Câmara de Seia, Filipe Camelo, revela que as imagens divulgadas foram objecto de manipulação. O autarca garante que o município tem desenvolvido uma cultura de adopção, da qual resultou a entrega de 70 animais no primeiro semestre deste ano e que, só em última instância, os animais são abatidos de acordo com a lei em vigor. "Verificando-se o abate, este é feito em dois momentos: um em que é ministrado um anestesiante e um segundo momento com uma injecção intracardíaca", explica o autarca, que recusa todas as acusações que vieram a público ao longo desta semana. "Já entregamos aos nossos serviços jurídicos a apresentação de uma queixa por difamação", afirma Filipe Camelo.

Página 35


Sobre o ex-funcionário, o presidente da Câmara de Seia diz que o mesmo foi afastado por "práticas menos próprias", não adiantando mais pormenores. Fonte da autarquia adiantou à Renascença que o ex-funcionário, que vive numa aldeia do concelho de Seia, é conhecido por "mata cães". O canil municipal de Seia, que se encontra a funcionar há mais de oito anos, recebe também, os animais dos concelhos de Gouveia e Oliveira do Hospital. A autarquia convida os cidadãos a uma visita ao canil/gatil municipal para que possam ser aferidas as condições de funcionamento das 48 celas. O caso está sob investigação. O caso tomou proporções a nível nacional. O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) já anunciou ter interposto uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. A Associação ANIMAL enviou um requerimento ao Procurador do Ministério Público (MP) de Seia, pedindo a apreensão imediata dos cadáveres dos animais, bem como o seu envio urgente para autópsia, a fim de averiguar o sucedido. Liliana Carona

Página 36


A37

ID: 60301303

24-07-2015

Tiragem: 7000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 9,46 x 32,50 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

opinião

Rui Almeida

Militante do PAN

Na altura certa Em geral agimos sob influÍncia da ignor‚ncia das consequÍncias dos nossos actos, em geral o que nos move s„o interesses egocÍntricos. Toldados que estamos, as consequÍncias dos nossos actos por vezes surpreendem-nos negativamente. Com uma generalidade de grau inferior arrependemo-nos de termos feito algo que feriu um companheiro(a) ou amigo(a). Apesar de tudo, revelar arrependimento È uma louv·vel qualidade. Agora ter a capacidade de depois ainda conseguir fazer surgir um pedido de desculpas, È algo ainda mais raro e que se contrapıe ‡ ignor‚ncia que alimentou o erro, È algo que revela uma evoluÁ„o, um afastamento da habitual posiÁ„o egocÍntrica, o que hoje em dia È um not·vel feito. Pedimos desculpa mas infelizmente os estragos j· est„o feitos, as coisas nunca voltar„o a ser como eram, por vezes atÈ pode haver vontade do visado, mas nem sempre È possÌvel simplesmente desfazer o gesto, as suas consequÍncias podem ser irreversÌveis. Esta reflex„o n„o recai sÛ sobre as nossas relaÁıes pessoais, na verdade È reconhecendo que tudo quanto fazemos sem estarmos certos dos seus resultados, ou feito com expetativas de um benefÌcio prÛprioÖ est· sujeito ao engano. A(O) companheira(o) ou amiga(a) que experimenta o efeito das nossas aÁıes pode ainda ser um animal ou a natureza. E a mim n„o me parece descabido arrependermo-nos de actos cometidos contra estes. E ensaiar um gesto de pedido de desculpas para com estes, isto tambÈm n„o acho inconcebÌvel. Afinal È um exercÌcio de reconhecer o que tem vida e que valor lhe damos. Estou certo de que haver· neste ponto diferentes perspectivas, mas ser· sempre a altura certa para refletir e repensar a nossa posiÁ„o Ètica. H· tambÈm as questıes que tÍm a ver com o valor absoluto da n„o-ignor‚ncia, ou da verdade absoluta e se tal coisa existe, haver· a unicidade da opÁ„o certa? Na medida em que matando a coisa morre, na medida em que atirando a coisa vai, na medida em que falando a coisa fica dita, nesta medida h· a verdade absoluta de que as coisas s„o interdependentes, a verdade absoluta de que tudo o que faÁo tem as suas consequÍncias. Ser· sempre a altura certa para reconhecer uma cada vez maior pervasividade da interdependÍncia. Todos temos a nossa altura certa para fazer brotar a evoluÁ„o a partir da faculdade racional que nos foi dada, esperemos que para muitos seja ainda no decurso desta vida, para ainda poder fluir alguma aÁ„o da nova perspetiva. n

Página 37


A38

Legislativas 2015 - Lançamento da candidatura por Évora - Viral Agenda

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Viral Online

Data Publicação:

24-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=befd46f1

O PAN tem o enorme prazer de convidar todos os simpatizantes para o lançamento da lista por Évora para as Legislativas de 2015. Depois da introdução do evento pelo Porta-Voz do PAN, André Silva, seguir-se-á a apresentação da cabeça-de-lista Felippa Lobato. Depois do evento há um jantar de confraternização. Aparece. Contamos contigo.

Página 38


A39

Duração: 00:01:26

TVI 24 - 25ª Hora ID: 60298879

1

OCS: TVI 24 - 25ª Hora

23-07-2015 01:08

1

1

Destaques do twitter http://www.pt.cision.com/s/?l=dfac4cf3

Destaques do twitter.

Repetições: TVI 24 - 25ª Hora , 2015-07-23 06:25

Página 39


A40

Partido PAN interpõe providência cautelar para tentar fechar o canil de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Beira.pt Online

Data Publicação:

23-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=79fe6efb

23-07-2015 O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) anunciou que interpôs uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local, após a denúncia de alegados maus-tratos. O partido refere em comunicado que tomou a decisão no âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal de Seia. A providência cautelar interposta "tem em conta a proteção de todos os animais, sendo que os 10 que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de proteção animal o 'Cantinho da Lili'", anuncia o partido. O PAN refere que continua disponível "para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções" para os animais. André Silva, porta-voz do PAN, citado na nota, refere que o partido "já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de proteção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta". "Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", salienta André Silva. A nota refere ainda que, "tendo em conta este, e inúmeros outros casos", o PAN apresentou a 28 de maio na Assembleia da República (AR) uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, "mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes". A ILC visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objetivos: a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais, a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes e estabelecer condições adicionais mais rigorosas para a criação e venda de animais de companhia e garantir uma fiscalização efetiva à criação e venda ilegais. O Jornal de Notícias (JN) noticiou na segunda-feira que o canil municipal de Seia está sob suspeita de maltratar animais. A Câmara Municipal de Seia divulgou um comunicado na sua página oficial na internet através do qual refere que as imagens difundidas nas redes sociais, "alegadamente destinadas a denunciar atos ilícitos que ocorrerão" no seu canil/gatil municipal, "foram objeto de manipulação e instrumentalização, com

Página 40


o objetivo claro de lançar na opinião pública um clima de indignação". Na nota, o município esclarece ainda que, para "defesa do bom nome da instituição", encaminhará o assunto para o Ministério Público "para que se esclareçam as acusações de que os serviços do município são alvo, e, por outro, para que se averigue a natureza das acusações e identifiquem o(s) autor(es) com base na existência de algumas informações que o município divulgará aos agentes da investigação".

Página 41


A42

ID: 60280659

23-07-2015

Tiragem: 12000

Pág: 24

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,17 x 10,75 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

PAN interpôs providência para fechar canil de Seia 111 O Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) anunciou que interpôs uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local, após a denúncia de alegados maus-tratos. O partido refere em comunicado que tomou a decisão no âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal daquela cidade. André Silva, porta-voz do PAN, citado na nota, refere que o partido “já tinha reunido com o executivo de Seia em fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de proteção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta”.

Página 42


A43

Partidos legais e mais antigos que o PDR que a maioria dos portugueses nunca ouviu falar

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal Alpiarcense Online

Data Publicação:

23-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=5b98d1f0

Mas o que é que o PDR tem diferente de outros pequenos partidos que têm a mesma ou ainda menor cobertura mediática? Nunca foi a eleições, não se sabe o que eleitoralmente vale e tem apenas à frente um senhor que acordou para a política apenas depois do José Sócrates colocar o País a um passo da bancarrota. Nunca falou de quem nos colocou nessa situação e agora a preocupação e a sua indignação é com quem teve de tomar medidas impopulares para reconquistar a confiança dos mercados financeiros e não deixar que Portugal se transformasse numa Grécia. A sua outra bandeira é com o preso 44 de Évora e não com os indícios de andar a vender cabritos e nunca se lhe terem conhecido cabras, depois da esmagadora dos juízes portugueses dizerem que está preso e BEM preso. Mas ele sabe mais do que todos ... Mas isso não interessa agora. Que é mais o PDR, que o MRPP, POUS, PAN, PPM, MAS, L/TDA, PTP,PDA,JPP,MPT,NC,PURP, PLD,PND,PPV,PNR (ufa que nunca mais acabava)? Há aqui partidos LEGAIS e mais antigos que o PDR que a maioria dos portugueses nunca ouviu falar. Podemos continuar a repisar na teoria da conspiração ou assumimos que é um partido novo que tem de se afirmar pela sua prática política, e que não é por ter um líder trauliteiro e desbocado que gosta da luz dos holofotes, que a sociedade tem de lhe abrir uma auto-estrada para acelerar

Página 43


A44

ID: 60278532

23-07-2015

Tiragem: 76650

Pág: 24

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,85 x 19,18 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 44


A45

Felippa Lobato lidera lista do PAN

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diana FM Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=3a0bc7ea

Quarta, 22 Julho 2015 12:06 A artista plástica Felippa Lobato vai ser a cabeça-de-lista do PAN Pessoas-Animais-Natureza pelo círculo eleitoral de Évora nas próximas legislativas. A apresentação da candidatura do PAN por Évora está marcada para amanhã, às 19:30, no espaço do partido, localizado na Praça Joaquim António de Aguiar. Está prevista a presença do porta-voz do PAN, André Silva. Integram ainda a lista do PAN por Évora Rita Espada, Manuel Jorge, Fátima Ribeiro e André Sapage. Independente, Felippa Lobato, 54 anos, trabalha há mais de 30 anos como pintora e escultora, estando representada em museus e coleções privadas em Portugal e no estrangeiro. Seguinte

Página 45


A46

Green Savers - PAN interpõe providência cautelar para fechar o Canil Municipal de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Green Savers Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=6e45b80e

Depois de noticiada a denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal de Seia, o PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza, interpôs uma providência cautelar contra o município para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. "O PAN já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em Fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de protecção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta. Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", realçou em comunicado André Silva, Porta- Voz do PAN. A providência cautelar, agora interposta, tem em conta a protecção de todos os animais, sendo que os 10 que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de protecção animal, o Cantinho da Lili." O PAN contínua disponível para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções para estes seres", continua o comunicado. Recorde-se que a organização Animal solicitou, em requerimento enviado ao procurador do Ministério Público de Seia, a apreensão dos cadáveres de animais do canil municipal de Seia, após serem divulgadas nas redes sociais fotografias e vídeos de cães e gatos mortos de forma aparentemente cruel. A autarquia fala em manipulação de imagens e nega as acusações. Tendo em conta este, e inúmeros outros casos, o PAN apresentou a 28 de Maio na Assembleia da República uma ILC com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes. Iniciativa Legislativa de Cidadãos do PAN Esta Iniciativa Legislativa de Cidadãos visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objectivos. O primeiro prende-se com a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais, que todos os anos condenam à morte dezenas de milhares de animais que dão entrada nos Centros de Recolha Oficial (CRO) ou em estruturas semelhantes, e a sua substituição pela esterilização como medida primordial de controlo da sobrepopulação de cães e gatos. animais comunidades Partilhar facebook twitter google+ pinterest linkedin email [embedded content] Tweet

Página 46


A47

PAN interpõe providência cautelar para encerrar canil de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=3bc4d63b

PAN interpõe providência cautelar para encerrar canil de Seia Suspeitas sobre maus tratos no canil foram noticiadas pelo JN Facebook Jornal i 22/07/2015 21:33:48 Facebook Twitter Autarquia garante que as imagens partilhadas nas redes sociais foram manipuladas informou que encaminhará o assunto para o Ministério Público. Depois de uma denúncia de alegados maus-tratos no canil municipal de Seia, o Partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) anunciou esta quarta-feira que interpôs uma providência cautelar contra a autarquia para o encerrar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. O partido refere em comunicado que tomou a decisão no âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal daquela cidade do distrito da Guarda, na zona da Serra da Estrela. A providência cautelar interposta "tem em conta a protecção de todos os animais, sendo que os dez que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de protecção animal O Cantinho da Lili. O PAN refere que continua disponível "para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções" para os animais. André Silva, porta-voz do PAN, citado na nota, refere que o partido "já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em Fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de protecção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta". "Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", salienta André Silva. A nota refere ainda que, "tendo em conta este, e inúmeros outros casos", o PAN apresentou a 28 de Maio na Assembleia da República (AR) uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, "mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes". A ILC visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objectivos: a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais, a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes e estabelecer condições adicionais mais rigorosas para a criação e venda de animais de companhia e garantir uma fiscalização efectiva à criação e venda ilegais. O Jornal de Notícias (JN) noticiou na segunda-feira que o canil municipal de Seia está sob suspeita de maltratar animais. Depois disso, a Câmara Municipal de Seia divulgou um comunicado no seu site em que refere que as imagens difundidas nas redes sociais, "alegadamente destinadas a denunciar actos ilícitos que ocorrerão" no seu canil/gatil municipal, "foram objecto de manipulação e instrumentalização, com o objectivo claro de lançar na opinião pública um clima de indignação". Na nota, o município esclarece ainda que, para "defesa do bom nome da instituição", encaminhará o assunto para o Ministério Público "para que se esclareçam as acusações de que os serviços do município são alvo, e, por outro, para que se averigue a natureza das acusações e identifiquem o(s) autor(es) com base na existência de algumas informações que o município divulgará aos agentes da investigação". Com Lusa Canil Municipal de Seia Pela primeira vez sinto vergonha da terra berço onde nasci e tanto amo, Seia e sentirei uma enorme mágoa por me saber da família de quem tem o dever de elevar a cidade e torná-la exemplar e caso eventualmente não o faz, sim, porque não bastam as belas paisagens da Serra da Estrela, nem o seu tão afamado queijo e muitas outras iguarias tradicionais da região, nem a hospitalidade, é preciso também humanidade, respeito e ética.Não me posso conformar, nem quero acreditar, que sendo eu acérrima defensora de TODOS os animais e elemento da causa animal, que possa também pertencer a uma família onde

Página 47


elementos possam haver em que a política e o poder falem mais alto, negligenciando o lado humano que me habituei a conhecer e conviver em criança, preferindo acreditar que apenas se trata de desconhecimento do que verdadeiramente se passa no canil sob o seu pelouro.Aqui e desta forma denuncio com imagens as atrocidades e horrores cometidos no canil municipal de Seia, que mais não é que Auschwitz dos animais, a mando de um veterinário que em nada honra a classe, nem o juramento que fez e compactuado pelo servilismo dos seus funcionários.Como se não bastasse ser um canil de abate, onde invariavelmente se cometem crimes, porque a eutanásia é um acto de humanidade para com um ser em sofrimento e sem esperança de vida e não para seres saudáveis, este canil MATA os animais por processos medievais e obscuros, através de asfixia ou afogamento, após lhe serem infligidos maus tratos e sevícias e depositando os corpos, que entretanto se enchem de moscas, bem em frente às boxes de outros animais que ainda se encontram com vida... e entretanto a arca congeladora encontra-se vazia, servindo apenas para ser mais um gasto do erário público.Aos animais doentes não lhes é prestado qualquer auxílio ou tratamento, como documentam algumas das fotos e filmes, onde se vêem gatos em sofrimento, a falta de higiene nas boxes dos cães é notória pelo acumular de fezes, pelos vistos é também inexistente o uso de uma taça para a comida, vendo-se frequentemente esta atirada para o chão... e depois, bem, depois nem na morte os animais são tratados com dignidade, pois qualquer saquito vazio de ração serve para ''despejar'' os corpos dos animais brutalmente ASSASSINADOS.Peço a todos os meus amigos, associações e grupos, que partilhem o máximo que puderem estas atrocidades do vergonhoso canil de Seia e que se puderem denunciem às entidades competentes e divulguem pelos media e inundem o mail da câmara de Seia denunciando este holocausto em que vivem os animais de uma cidade que tudo tem para poder ser uma grande exemplar cidade.As fotos e filmes chegaram-me através de uma pessoa completamente confiável e foi quem esteve presente e pode registar em imagens os horrores.Agora mais do que nunca, com uma onda de grande solidariedade e numa só voz, poderemos efectivamente ser a voz dos que não têm voz, possamos ser a mudança de um canil que urge mudança e possamos ser o exemplo de como tornar um canil e uma cidade exemplar. Posted by Vânea Lúcia Marques on Friday, 17 July 2015

Página 48


A49

Partido PAN interpõe providência cautelar para tentar fechar o canil de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal de Notícias Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c3e226c6

O Partido Pessoas-Animais-Natureza anunciou, esta quarta-feira, que interpôs uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local, após a denúncia de alegados maus-tratos. O partido refere em comunicado que tomou a decisão no âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal daquela cidade do distrito da Guarda, na zona da Serra da Estrela. A providência cautelar interposta "tem em conta a proteção de todos os animais, sendo que os 10 que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de proteção animal o 'Cantinho da Lili'", anuncia o partido. O PAN refere que continua disponível "para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções" para os animais. André Silva, porta-voz do PAN, citado na nota, refere que o partido "já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de proteção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta". "Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", salienta André Silva. A nota refere ainda que, "tendo em conta este, e inúmeros outros casos", o PAN apresentou a 28 de maio na Assembleia da República (AR) uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, "mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes". A ILC visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objetivos: a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais, a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes e estabelecer condições adicionais mais rigorosas para a criação e venda de animais de companhia e garantir uma fiscalização efetiva à criação e venda ilegais. O Jornal de Notícias (JN) noticiou na segunda-feira que o canil municipal de Seia está sob suspeita de maltratar animais. publicado a 2015-07-22 às 18:25

Página 49


A50

Providência cautelar para fechar canil de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sol Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.sol.pt/noticia/403660

Na sequência da denúncia recebida pela GNR da Guarda neste fim-de-semana sobre alegados maustratos de animais no Canil Municipal de Seia, o partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) anunciou que interpôs uma providência cautelar contra aquele município, com o objectivo de fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local. O caso tem inflamado as redes sociais, onde circulam imagens de cães de gatos empilhados, mortos - alegadamente por asfixia ou afogamento -, junto de cães vivos. Junto das imagens, consta também a informação de que que os animais mortos são guardados em arcas frigoríficas. "O PAN já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em Fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de protecção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta. Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", sublinha o porta-voz do PAN, André Silva. A providência cautelar agora interposta, acrescenta o partido em comunicado, tem em conta a protecção de todos os animais e pretende que os dez que ainda se encontram no recinto do canil sejam recolhidos pela associação de protecção animal, o Cantinho da Lili. Também a associação de defesa dos animais de companhia Animal requereu já ao procurador do Ministério Público de Seia a apreensão dos cadáveres de animais do canil municipal de Seia e anunciou que vai enviar à Comissão Europeia um relatório sobre a inactividade das autoridades portuguesas no que diz respeito aos maus-tratos a animais. Na sua página na internet, o município de Seia nega as acusações e garante que as imagens "foram objecto de manipulação e instrumentalização, com o objetivo claro de lançar na opinião pública um clima de indignação".

Página 50


A51

Interposta providência cautelar para fechar canil de Seia

Tipo Meio:

Internet

Meio:

TVI 24 Online

Data Publicação:

22-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=dcb30ef7

|

há 17 minutos

Interposta providência cautelar para fechar canil de Seia Denúncia de alegados maus-tratos aos animais é desmentida pela Câmara Por: Redação / CF | há 17 minutos O Partido Pessoas-AnimaisNatureza (PAN) anunciou esta quarta-feira que interpôs uma providência cautelar contra o município de Seia para fechar o canil e resgatar os animais com a ajuda de uma associação local, após a denúncia de alegados maus-tratos. O partido refere em comunicado que tomou a decisão no âmbito da denúncia recebida pela GNR da Guarda sobre alegados maus-tratos de animais no canil municipal daquela cidade do distrito da Guarda, na zona da Serra da Estrela. A providência cautelar interposta "tem em conta a proteção de todos os animais, sendo que os dez que ainda se encontram no recinto serão recolhidos pela associação de proteção animal o 'Cantinho da Lili'", anuncia o partido. O PAN refere que continua disponível "para centralizar e canalizar todos os esforços e recursos que permitam encontrar as melhores soluções" para os animais. André Silva, porta-voz do PAN, citado na nota enviada à Lusa, refere que o partido "já tinha reunido com o executivo da Câmara de Seia em fevereiro, onde teve oportunidade de sugerir políticas de proteção animal para o concelho, mas nada nesse sentido foi tido em conta". "Estas e outras situações, nos canis nacionais, são inadmissíveis com seres que, quando lá chegam, já vão fragilizados e a precisar de um futuro digno", salienta André Silva. A nota refere ainda que, "tendo em conta este, e inúmeros outros casos", o PAN apresentou a 28 de maio na Assembleia da República (AR) uma Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com 43.000 assinaturas para o fim dos canis de abate em Portugal que, "mesmo ainda não tendo sido discutida na AR, já fez com que houvesse uma recomendação parlamentar para se legislar nesse sentido o quanto antes". A ILC visa criar uma moldura legal que contemple os princípios de respeito pela vida dos animais não humanos, apresentando três grandes objetivos: a proibição do abate de animais pelas câmaras municipais, a instituição de uma política de controlo das populações de animais errantes e estabelecer condições adicionais mais rigorosas para a criação e venda de animais de companhia e garantir uma fiscalização efetiva à criação e venda ilegais. O JN noticiou na segunda-feira que o canil municipal de Seia está sob suspeita de maltratar animais. Câmara diz que imagens do canil "foram objeto de manipulação" A Câmara Municipal de Seia divulgou um comunicado na sua página oficial na internet através do qual refere que as imagens difundidas nas redes sociais, "alegadamente destinadas a denunciar atos ilícitos que ocorreram" no seu canil/gatil municipal, "foram objeto de manipulação e instrumentalização, com o objetivo claro de lançar na opinião pública um clima de indignação". Na nota, o município esclarece ainda que, para "defesa do bom nome da instituição", encaminhará o assunto para o Ministério Público "para que se esclareçam as acusações de que os serviços do município são alvo, e, por outro, para que se averigue a natureza das acusações e identifiquem o(s) autor(es) com base na existência de algumas informações que o município divulgará aos agentes da investigação".

Página 51


Pรกgina 52


A53

ID: 60247137

21-07-2015

Tiragem: 147336

Pág: 28

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,35 x 4,15 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 53


A54

ID: 60246634

21-07-2015

Tiragem: 16000

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,54 x 25,26 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 54


A55

ID: 60246571

21-07-2015

Tiragem: 76650

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 9,78 x 5,77 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 55


A56

País (2.ª edição)

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Sapo Online - Sapo Notícias da Agência Lusa Online

21-07-2015

URL:http://noticias.sapo.pt/nacional/artigo/pais-2-a-edicao_19511340.html

20 de Julho de 2015, às 18:38 Notícias breves do País (2.ª edição): SANTARÉM: Partido dos animais contra entrega de medalha de mérito a Forcados Amadores O partido PAN (Pessoas -- Animais -- Natureza) criticou hoje a atribuição pela Presidência da República de uma medalha de mérito ao Grupo de Forcados Amadores de Santarém, que será entregue na próxima quinta-feira.

Página 56


A57

Duração: 00:00:41

SIC Notícias - Jornal das 7 ID: 60243604

1

OCS: SIC Notícias - Jornal das 7

20-07-2015 07:29

1

1

Paulo Borges anuncia intenção de se candidatar às presidenciais http://www.pt.cision.com/s/?l=ca686645

Há mais um nome na corrida às eleições presidenciais. O fundador e antigo presidente do PAN anunciou hoje a intenção de se candidatar. Paulo Borges apresenta-se como o rosto de um movimento alternativo e apartidário.

Página 57


A58

Eh pá, vota no PA

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Azores Digital Online

Data Publicação:

20-07-2015

URL:http://www.azoresdigital.com/colunistas/ver.php?id=2954

Domingo, 19 de Julho de 2015 15 visualizações Partilhar Duas letras apenas: p mais a. A junção deu PA. Ernesto Silvestre, 52 anos, solteiro, funcionário público, sentia-se a pessoa mais feliz e brilhante do mundo. Cumpriu um velho sonho ao criar um partido. O PA, Partido do Amor. Chegara a hora de enfrentar o eleitorado. Ernesto não podia estar mais confiante. A criação do seu partido decorrera às mil maravilhas. Técnico administrativo de uma dependência governamental (com baixas psiquiátricas sucessivas há cinco anos), convencera rapidamente os colegas a subscrever o documento que permitiu a formalização do PA. De resto, ficou entusiasmadíssimo com a reação de todos eles, rindo à gargalhada e fazendo gestos com os dedos das mãos apontados à cabeça. Ernesto estava seguro que tinham interiorizado a essência do manifesto do Partido do Amor, até porque também os cativou a integrar a lista eleitoral. Por coincidência, nenhum quis fazer campanha com o Ernesto, mas ele levou tal ausência como necessidade de projetar o verdadeiro e único protagonista do PA. Considerava-se um verdadeiro génio. Da sua cabeça saiu um slogan verdadeiramente apelativo: Eh pá, vota no PA. A caça ao voto correu à medida do agrado pessoal. Andou pelas ruas sempre com fatos de marca e com os óculos novos (tem dificuldades de visão, sobretudo ao perto), por sinal, com aros cor-de-rosa. Para o contacto direto com o povo urdira mais uma estratégia mirabolante. Levou uma seringa simulando que injetava amor nas pessoas. Ficou com um olho negro por via de um encosto menos amistoso no potencial eleitorado, mas convencera um mendigo a tirar uma foto para o jornal. E nem deu trabalho por aí além. Só teve que encher a seringa com vinho. Adiante. Dia das eleições. Ernesto Silvestre, depois de despejar meio frasco de perfume e experimentar múltiplos nós na gravata (para não variar, também em tons rosa), foi votar, tirando os óculos face à dificuldade em visualizar ao perto - ainda mais com quadrados tão pequenos para colocar a cruz no lugar certo. Tinha a certeza absoluta da sua eleição. Mandara mensagens pelo telemóvel a dar conta de tal convicção aos outros membros da lista, que, contudo, não devolveram a cortesia. Chegara o momento mágico do anúncio dos resultados eleitorais. A notícia era chocante: o PA, de Ernesto Silvestre, não obteve qualquer voto. Dá conta de que havia um partido concorrente chamado PAN e como tinha dificuldades de visão preenchera o quadrado semelhante ao PA. Sucumbe a tanta emoção e cai redondo no chão. Ernesto morreu mas ainda passou por uma experiência esquisita antes de entrar para a derradeira morada. Pareceu-lhe que o coveiro do cemitério comentara algo do género: "eh pá, tenho uma pá para o tipo do PA". joao.rocha@portugalmail.pt Domingo, 19 de Julho de 2015

Página 58


A59

Fundador e antigo presidente do PAN anuncia intenção de ser candidato presidencial

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

20-07-2015

URL:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=782739

HOJE às 17:36 O fundador e antigo presidente do PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza), Paulo Borges, anunciou hoje a intenção de se candidatar à Presidência da República, sob o desígnio de um movimento alternativo e apartidário mas que não rejeitará apoios. "Eu não rejeitarei qualquer apoio que surja mas o meu objetivo é despertar a sociedade civil para um movimento rigorosamente apartidário", respondeu Paulo Borges à Lusa, quando questionado se espera apoios partidários ou de outro tipo, acrescentando que não faz "o jogo habitual da política convencional, que é lutar pelo poder". Com uma candidatura sob o desígnio "Outro Portugal existe", Paulo Borges pretende "um Portugal alternativo, de pessoas que não ficam à espera que a política e a economia resolva tudo mas se organizam para fazer acontecer aquilo em que acreditam", um Portugal "marginal ao Portugal institucional". "É uma candidatura com uma dimensão fortemente libertária, que visa estimular a sociedade para a importância de valores como o da autogestão, da descentralização governativa, das comunidades locais e regionais se organizarem para viverem já de uma forma mais ética, mais saudável, mais autossustentável, e o que eu proponho é um novo desígnio para Portugal", vincou o candidato em declarações à agência Lusa. Paulo Borges quer que "Portugal contribua para uma mudança da civilização, para uma outra relação com a terra e com todos os seres vivos", sendo este, na opinião do candidato, o "desafio maior em termos de civilização e em termos históricos. Da experiência política enquanto fundador e presidente do PAN até 2014, Paulo Borges declarou que acabou por se demitir "completamente desiludido com a falta de ética e os conflitos constantes pela luta pelo poder dentro do partido". Dentro das propostas do movimento "Outro Portugal existe", Paulo Borges destaca "a consagração na Constituição dos direitos intrínsecos da natureza e de todos os seres vivos", o lançamento de um debate nacional sobre "este novo mito coletivo do crescimento económico a todo o custo", assumindo a "importância de transitar de uma economia de mercado para uma economia de recursos, baseada na capacidade das comunidades serem, o mais possível, autossustentáveis em termos alimentares e energéticos". "A Europa está a desagregar-se", defendeu Paulo Borges, acrescentando que a "sobrevivência das comunidades locais, regionais e mesmo do país passa muito por conseguir criar alternativas autossubsistentes, resilientes, fora dos mecanismos da economia mundial".

Página 59


Quanto ao facto de não ter promovido a apresentação da candidatura à Presidência da República através de um evento, Paulo Borges justificou que "este momento é um momento em que, por ventura, não seria o mais adequado a ter uma forte adesão pública para um evento" e não quis "perder mais tempo", por isso remete um "lançamento formal" para setembro ou outubro, ressalvando não estar dependente das eleições legislativas. "A lógica desta candidatura e deste movimento é uma lógica, digamos, marginal às eleições legislativas, portanto não estamos dependentes disso, queremos lançar um movimento transpartidário, suprapartidário e não estamos de modo algum condicionados pela data das legislativas ou pelos seus resultados", sublinhou Paulo Borges. Até lá, o candidato afirmou que vai fazer a recolha de assinaturas, pelo menos as 7500 necessárias para a oficialização da candidatura à Presidência da República pelo Tribunal Constitucional.

Página 60


A61

Notícias ao Minuto - Há um novo candidato às presidenciais: Paulo Borges, ex-PAN

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

20-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c1333f70

"Eu não rejeitarei qualquer apoio que surja mas o meu objetivo é despertar a sociedade civil para um movimento rigorosamente apartidário", respondeu Paulo Borges à Lusa, quando questionado se espera apoios partidários ou de outro tipo, acrescentando que não faz "o jogo habitual da política convencional, que é lutar pelo poder". Com uma candidatura sob o desígnio "Outro Portugal existe", Paulo Borges pretende "um Portugal alternativo, de pessoas que não ficam à espera que a política e a economia resolva tudo mas se organizam para fazer acontecer aquilo em que acreditam", um Portugal "marginal ao Portugal institucional". "É uma candidatura com uma dimensão fortemente libertária, que visa estimular a sociedade para a importância de valores como o da autogestão, da descentralização governativa, das comunidades locais e regionais se organizarem para viverem já de uma forma mais ética, mais saudável, mais autossustentável, e o que eu proponho é um novo desígnio para Portugal", vincou o candidato em declarações à agência Lusa. Paulo Borges quer que "Portugal contribua para uma mudança da civilização, para uma outra relação com a terra e com todos os seres vivos", sendo este, na opinião do candidato, o "desafio maior em termos de civilização e em termos históricos. Da experiência política enquanto fundador e presidente do PAN até 2014, Paulo Borges declarou que acabou por se demitir "completamente desiludido com a falta de ética e os conflitos constantes pela luta pelo poder dentro do partido". Dentro das propostas do movimento "Outro Portugal existe", Paulo Borges destaca "a consagração na Constituição dos direitos intrínsecos da natureza e de todos os seres vivos", o lançamento de um debate nacional sobre "este novo mito coletivo do crescimento económico a todo o custo", assumindo a "importância de transitar de uma economia de mercado para uma economia de recursos, baseada na capacidade das comunidades serem, o mais possível, autossustentáveis em termos alimentares e energéticos". "A Europa está a desagregar-se", defendeu Paulo Borges, acrescentando que a "sobrevivência das comunidades locais, regionais e mesmo do país passa muito por conseguir criar alternativas autossubsistentes, resilientes, fora dos mecanismos da economia mundial". Quanto ao facto de não ter promovido a apresentação da candidatura à Presidência da República através de um evento, Paulo Borges justificou que "este momento é um momento em que, por ventura, não seria o mais adequado a ter uma forte adesão pública para um evento" e não quis "perder mais tempo", por isso remete um "lançamento formal" para setembro ou outubro, ressalvando não estar dependente das eleições legislativas. "A lógica desta candidatura e deste movimento é uma lógica, digamos, marginal às eleições legislativas, portanto não estamos dependentes disso, queremos lançar um movimento transpartidário, suprapartidário e não estamos de modo algum condicionados pela data das legislativas ou pelos seus resultados", sublinhou Paulo Borges. Até lá, o candidato afirmou que vai fazer a recolha de assinaturas, pelo menos as 7500 necessárias para a oficialização da candidatura à Presidência da República pelo Tribunal Constitucional.

Página 61


A62

Paulo Borges, antigo presidente do PAN, anuncia intenção de ser candidato presidencial

Tipo Meio:

Internet

Meio:

SIC Notícias Online

Data Publicação:

20-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c1e6f165

17:38 20.07.2015 Com uma candidatura sob o desígnio "Outro Portugal existe", Paulo Borges pretende "um Portugal alternativo, de pessoas que não ficam à espera que a política e a economia resolva tudo mas se organizam para fazer acontecer aquilo em que acreditam", um Portugal "marginal ao Portugal institucional". (Arquivo) O fundador e antigo presidente do PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) anunciou esta segundafeira a intenção de se candidatar à Presidência da República, sob o desígnio de um movimento alternativo e apartidário mas que não rejeitará apoios. "Eu não rejeitarei qualquer apoio que surja mas o meu objetivo é despertar a sociedade civil para um movimento rigorosamente apartidário", respondeu Paulo Borges à Lusa, quando questionado se espera apoios partidários ou de outro tipo, acrescentando que não faz "o jogo habitual da política convencional, que é lutar pelo poder". Com uma candidatura sob o desígnio "Outro Portugal existe", Paulo Borges pretende "um Portugal alternativo, de pessoas que não ficam à espera que a política e a economia resolva tudo mas se organizam para fazer acontecer aquilo em que acreditam", um Portugal "marginal ao Portugal institucional". "É uma candidatura com uma dimensão fortemente libertária, que visa estimular a sociedade para a importância de valores como o da autogestão, da descentralização governativa, das comunidades locais e regionais se organizarem para viverem já de uma forma mais ética, mais saudável, mais autossustentável, e o que eu proponho é um novo desígnio para Portugal", vincou o candidato em declarações à agência Lusa. Paulo Borges quer que "Portugal contribua para uma mudança da civilização, para uma outra relação com a terra e com todos os seres vivos", sendo este, na opinião do candidato, o "desafio maior em termos de civilização e em termos históricos. Da experiência política enquanto fundador e presidente do PAN até 2014, Paulo Borges declarou que acabou por se demitir "completamente desiludido com a falta de ética e os conflitos constantes pela luta pelo poder dentro do partido". Dentro das propostas do movimento "Outro Portugal existe", Paulo Borges destaca "a consagração na Constituição dos direitos intrínsecos da natureza e de todos os seres vivos", o lançamento de um debate nacional sobre "este novo mito coletivo do crescimento económico a todo o custo", assumindo a "importância de transitar de uma economia de mercado para uma economia de recursos, baseada na capacidade das comunidades serem, o mais possível, autossustentáveis em termos alimentares e

Página 62


energéticos". "A Europa está a desagregar-se", defendeu Paulo Borges, acrescentando que a "sobrevivência das comunidades locais, regionais e mesmo do país passa muito por conseguir criar alternativas autossubsistentes, resilientes, fora dos mecanismos da economia mundial". Quanto ao facto de não ter promovido a apresentação da candidatura à Presidência da República através de um evento, Paulo Borges justificou que "este momento é um momento em que, por ventura, não seria o mais adequado a ter uma forte adesão pública para um evento" e não quis "perder mais tempo", por isso remete um "lançamento formal" para setembro ou outubro, ressalvando não estar dependente das eleições legislativas. "A lógica desta candidatura e deste movimento é uma lógica, digamos, marginal às eleições legislativas, portanto não estamos dependentes disso, queremos lançar um movimento transpartidário, suprapartidário e não estamos de modo algum condicionados pela data das legislativas ou pelos seus resultados", sublinhou Paulo Borges. Até lá, o candidato afirmou que vai fazer a recolha de assinaturas, pelo menos as 7500 necessárias para a oficialização da candidatura à Presidência da República pelo Tribunal Constitucional.

Página 63


A64

PAN opõe-se à medalha de mérito ao Grupo de Forcado Amadores de Santarém

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

20-07-2015

Meio:

Tribuna da Madeira Online

Autores:

Sara Silvino

URL:http://www.tribunadamadeira.pt/?p=112599

Após o anúncio pela Presidência da República da distinção do Grupo de Forcados Amadores de Santarém com uma medalha de mérito no próximo dia 23 de julho, o partido PAN - Pessoas-AnimaisNatureza manifesta publicamente o seu desagrado em relação a qualquer manifestação de apoio aos eventos tauromáquicos. Em causa está também a proteção de crianças e jovens, que poderão encontrar nesta ação modelos e exemplos que perpetuam a ideia de que a violência para com os animais é natural e justificada. O PAN recorda que, apesar de a Organização das Nações Unidas (ONU), em conjunto com outras entidades, se ter pronunciado de forma expressa contra a participação e assistência de crianças em eventos tauromáquicos, a legislação portuguesa continua a permiti-la. O governo português ainda não acolheu e nem tomou consequente a recomendação da ONU, não obstante ter assinado a Convenção sobre os Direitos da Criança. "A atribuição desta medalha de mérito vem mostrar uma vez mais que as touradas continuam a ser legitimadas pelo próprio Estado não só com honores mas também com financiamentos públicos. ", afirma André Silva, porta-voz do PAN e candidato por Lisboa às Eleições Legislativas deste ano. O PAN considera que não é aceitável o financiamento público da tauromaquia, muito menos quando não existe um real investimento na proteção dos animais e da natureza e depois de cortes drásticos em sectores fundamentais como a saúde, a educação e a ação social do estado: "O efetivo dos financiamentos públicos às touradas e a proibição da sua transmissão na RTP e nos restantes canais de televisão é essencial para mostrar que o Estado se demite do apoio à violência para com estes animais", acrescenta André Silva. O partido mostra-se, assim, indignado com este agraciamento a atos de crueldade em praça pública, alertando ainda para o mau exemplo que estas distinções trazem para a sociedade portuguesa, principalmente para as crianças e jovens ainda em processo de formação de consciências e que participam também nestes atos de barbárie: "O PAN incita o Estado Português a adotar as medidas legislativas e administrativas necessárias à proteção de todas as crianças que participam em treinos e atuações de tauromaquia na qualidade de espectadores, assim como medidas de sensibilização sobre a violência física e psicológica associada à tauromaquia", conclui André Silva. 22:15, 20 Julho, 2015 Sara Silvino

Página 64


A65

Há mais um candidato a Presidente da República

Tipo Meio:

Internet

Meio:

TVI 24 Online

Data Publicação:

20-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=87709c50

|

há 7 minutos

Há mais um candidato a Presidente da República Paulo Borges, fundador do PAN, quer concorrer às presidenciais e, para isso, vai iniciar o processo de recolha das 7500 assinaturas Por: Redação / CF | há 7 minutos O fundador e antigo presidente do PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) anunciou esta segunda-feira a intenção de se candidatar à Presidência da República, sob o desígnio de um movimento alternativo e apartidário mas que não rejeitará apoios. "Eu não rejeitarei qualquer apoio que surja mas o meu objetivo é despertar a sociedade civil para um movimento rigorosamente apartidário", respondeu Paulo Borges à Lusa, quando questionado se espera apoios partidários ou de outro tipo, acrescentando que não faz "o jogo habitual da política convencional, que é lutar pelo poder". Com uma candidatura sob o desígnio "Outro Portugal existe" , Paulo Borges pretende "um Portugal alternativo, de pessoas que não ficam à espera que a política e a economia resolva tudo mas se organizam para fazer acontecer aquilo em que acreditam", um Portugal "marginal ao Portugal institucional". "É uma candidatura com uma dimensão fortemente libertária, que visa estimular a sociedade para a importância de valores como o da autogestão, da descentralização governativa, das comunidades locais e regionais se organizarem para viverem já de uma forma mais ética, mais saudável, mais autossustentável, e o que eu proponho é um novo desígnio para Portugal", vincou o candidato em declarações à agência Lusa. Paulo Borges quer que "Portugal contribua para uma mudança da civilização, para uma outra relação com a terra e com todos os seres vivos", sendo este, na opinião do candidato, o "desafio maior em termos de civilização e em termos históricos. Da experiência política enquanto fundador e presidente do PAN até 2014, Paulo Borges declarou que acabou por se demitir "completamente desiludido com a falta de ética e os conflitos constantes pela luta pelo poder dentro do partido". Dentro das propostas do movimento "Outro Portugal existe", Paulo Borges destaca "a consagração na Constituição dos direitos intrínsecos da natureza e de todos os seres vivos", o lançamento de um debate nacional sobre "este novo mito coletivo do crescimento económico a todo o custo", assumindo a "importância de transitar de uma economia de mercado para uma economia de recursos, baseada na capacidade das comunidades serem, o mais possível, autossustentáveis em termos alimentares e energéticos". "A Europa está a desagregar-se", defendeu Paulo Borges, acrescentando que a "sobrevivência das comunidades locais, regionais e mesmo do país passa muito por conseguir criar alternativas autossubsistentes, resilientes, fora dos mecanismos da economia mundial". Quanto ao facto de não ter promovido a apresentação da candidatura à Presidência da República através de um evento, Paulo Borges justificou que "este momento é um momento em que, por ventura, não seria o mais adequado a ter uma forte adesão pública para um evento" e não quis "perder mais tempo", por isso remete um "lançamento formal" para setembro ou outubro, ressalvando não estar dependente das eleições legislativas.

Página 65


"A lógica desta candidatura e deste movimento é uma lógica, digamos, marginal às eleições legislativas, portanto não estamos dependentes disso, queremos lançar um movimento transpartidário, suprapartidário e não estamos de modo algum condicionados pela data das legislativas ou pelos seus resultados", sublinhou Paulo Borges. Até lá, o candidato afirmou que vai fazer a recolha de assinaturas, pelo menos as 7500 necessárias para a oficialização da candidatura à Presidência da República pelo Tribunal Constitucional.

Página 66


A67

Petição já recolheu mais de 3 mil assinaturas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal A Guarda Online

Data Publicação:

17-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=73e22849

Escrito por Jornal A Guarda. Colocado em Economia Portagens nas auto-estradas A23 e A25 O Partido PAN - Pessoas-Animais-Natureza da Guarda anunciou que já recolheu, em cerca de três semanas, mais de 3 mil assinaturas válidas no âmbito da petição "Em Defesa das Populações da Guarda" cujo objectivo é colocar na agenda da Assembleia da República o debate sobre o fim das portagens nas auto-estradas A23 (Guarda - Torres Novas) e A25 (Aveiro - Vilar Formoso). "O objectivo desta iniciativa passa por atingir as 4 mil assinaturas recolhidas de forma presencial para que, no final do processo, o PAN entregue o documento na Assembleia da República que, de acordo com a lei, terá de proceder à sua apreciação em plenário", é explicado. "A próxima contagem está agendada para o dia 10 de Julho, momento no qual se espera alcançar a meta das 4 mil assinaturas", adiantou Pedro Fonseca, membro do Comissariado da Assembleia Plurimunicipal da Beira Interior Norte do PAN (PAN Guarda), defendendo que "a rapidez com que foram reunidas as cerca de 3 mil assinaturas, e a enorme mobilização dos cidadãos nesta iniciativa, transmitem a mensagem clara de que as populações da Guarda não se conformam com a cobrança de portagens na A23 e na A25". Lançada a 10 de Junho, a petição é apenas a primeira de um conjunto de iniciativas que o PAN Guarda pretende levar a cabo no curto prazo com o mote "Em Defesa das Populações da Guarda". "Foram já identificados vários problemas que afectam a Guarda e os concelhos limítrofes em relação aos quais o PAN irá desenvolver iniciativas concretas e tomar as medidas adequadas nas sedes próprias com vista à sua resolução", adiantou o dirigente do PAN Guarda. De acordo com Pedro Fonseca é fulcral para a Guarda, e para o país, colocar na agenda política o debate sobre o fim das portagens nestas ex-SCUTS (auto-estradas sem custos para o utilizador). "Os efeitos nefastos que a cobrança de portagens na A23 e na A25 tem provocado junto dos cidadãos e empresas deste distrito, e de todos os outros atravessados por este tipo de vias, não podem compensar as receitas apuradas", afirma o dirigente. E conclui: "Esta petição materializa uma reivindicação comum das populações da Guarda e é uma prova inequívoca de que não nos conformamos com a situação que pretendemos ver debatida nas mais altas instâncias do país". ImprimirEmail

Página 67


A68

ID: 60207091

16-07-2015

Tiragem: 5500

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 13,44 x 32,50 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

AntiǦslaughter law “urgent” as 100,000 animals are put down every year in Portugal By MICHAEL BRUXO news@algarveresident.com

ȁȁ  • –Š‡ ‰‘˜Ǧ ‡”‡– …‘•‹†‡”• ƒ Žƒ™ –‘ ‡† ƒ‹ƒŽ •Žƒ—‰Š–‡”• ƒ– ‘”–—‰—‡•‡ ‡‡Ž•ǡ ‹– Šƒ• „‡‡ ”‡˜‡ƒŽ‡† –Šƒ– ƒ”‘—† ͳͲͲǡͲͲͲ ƒ‹ƒŽ• ƒ”‡ ’—– †‘™ ‹ –Š‡ …‘—–”› ‡˜‡”› ›‡ƒ”Ȃƒ”‘—†͵ͲͲ‡˜‡”›†ƒ›Ǥ DzŠ‡”‡ ƒ”‡ ‡‡Ž• –Šƒ– Šƒ˜‡ƒ•Žƒ—‰Š–‡””ƒ–‡‘ˆ‘˜‡” ͻͲΨǡdz ‡†”‘ ‘•‡…ƒ ˆ”‘ ƒ‹ƒŽ”‹‰Š–•’ƒ”–›–‘Ž† ‘Ž ‡™•’ƒ’‡”ǡ …‹–‹‰ †ƒ–ƒ ˆ”‘ ƒ •–—†› …‘†—…–‡† „› –Š‡Ǧ‹ʹͲͳͳǤ ‘•‡…ƒ ‡š’Žƒ‹‡† –Šƒ– †—‡ –‘ Dz“—‡•–‹‘ƒ„Ž‡ ”—Ž‡•dz ‹–‹•Šƒ”†ˆ‘”ƒƒ‹ƒŽ–‘„‡ ƒ†‘’–‡† ˆ”‘ ƒ ‡‡ŽǤ  –Š‡ ϐ‹”•– ‡‹‰Š– †ƒ›• ‘ˆ „‡‹‰ ‹ ƒ ‡‡Žǡ –Š‡ ƒ‹ƒŽǯ• ‘™‡” …ƒ •–‹ŽŽ …Žƒ‹ ‹– ƒ† –Š—•ƒ†‘’–‹‘‹•‘–’‘••‹„Ž‡Ǥ ‘™‡˜‡”ǡ ƒˆ–‡” –Šƒ– ’‡”‹‘†ǡ •‘‡‡‡Ž•‘’––‘’—–†‘™ –Š‡ƒ‹ƒŽǡ ‘•‡…ƒ‡š’Žƒ‹• ˜‡”…”‘™†‡† ‡‡Ž• ƒ”‡ ƒ‘–Š‡” ‹••—‡ǡ ‡•’‡…‹ƒŽŽ› ‹ –Š‡ •—‡” ‘” ƒ– –Š‡ ‡† ‘ˆ –Š‡ Š—–‹‰ •‡ƒ•‘ǡ ™Š‡ ’‡‘’Ž‡‰‘‘Š‘Ž‹†ƒ›‘”Š—–Ǧ ‡”•‘Ž‘‰‡”™ƒ––Š‡ƒ‹ƒŽǤ ‘•‡…ƒ•ƒ›•–Šƒ––‘•‘Ž˜‡ –Š‡•‡ ‹••—‡• –Š‡”‡ ƒ”‡ Dzƒ —„‡”‘ˆ‡ƒ•—”‡•dzǤ‡‘ˆ –Š‡‹••–‡”‹Ž‹•ƒ–‹‘‹‘”†‡”

KENNELS

–‘ ƒ˜‘‹† –Š‡ ’”‘Ž‹ˆ‡”ƒ–‹‘ ‘ˆ •–”ƒ›ƒ‹ƒŽ•Ǥ‘–Š‡”‹•–‘ –—” —‹…‹’ƒŽ ‡‡Ž• ‹–‘ Dz•ƒˆ‡ Šƒ˜‡• ™Š‡”‡ ƒ‹ƒŽ• …ƒ„‡ˆ‘•–‡”‡†ƒ†–”‡ƒ–‡†dz ƒ† ™Š‡”‡ ‡„‡”• ‘ˆ ƒ‹Ǧ ƒŽ ƒ••‘…‹ƒ–‹‘• …ƒ ’”‘Ǧ ˜‹†‡•—’’‘”–Ǥ Š‡ ƒ‹ƒŽ ”‹‰Š–• ƒ†˜‘Ǧ …ƒ–‡ ƒ††‡† –Šƒ– ƒ ”‡‰‹•Ǧ –”› ‘ˆ ƒ†‘’–‡† ƒ‹ƒŽ• ‹• ƒŽ•‘ Dz‡••‡–‹ƒŽdz ‹ ‘”†‡” –‘ ‹†‡–‹ˆ› ‘™‡”• ‹ …ƒ•‡• ‘ˆ ƒ„ƒ†‘‡–Ǥ Š‡ –‘’‹… ‘ˆ ƒ‹ƒŽ •Žƒ—‰Š–‡”• ƒ– ‡‡Ž• ƒ†‡ ‹– –‘ ƒ”Ž‹ƒ‡– Žƒ•– ‘–Š ˆ‘ŽŽ‘™‹‰ ƒ …‹–‹œ‡•ǯ ‹‹–‹ƒǦ –‹˜‡ ȋ Ȍ ’”‘‘–‡† „›  ™Š‹…Š ”‡…‡‹˜‡† ‘˜‡” Ͷ͵ǡͲͲͲ •‹‰ƒ–—”‡•‹Œ—•––™‘Ǧƒ†ǦƒǦ ŠƒŽˆ‘–Š•Ǥ  †”ƒˆ– Žƒ™ ’”‘’‘•‡† „› –Š‡ ‘—‹•– ƒ”–› ȋȌ –‘ ˆ‘”„‹† –Š‡ •Žƒ—‰Š–‡” ‘ˆ Š‡ƒŽ–Š› ƒ‹ƒŽ• ƒ– ‡‡Ž• ƒ† ‹•–‡ƒ† ’”‘‘–‡ •–‡”‹Ǧ Ž‹•ƒ–‹‘ Šƒ• ƒŽ”‡ƒ†› „‡‡ †‹•…—••‡† ƒ† ‹• …—””‡–Ž› „‡‹‰ƒƒŽ›•‡†„›–Š‡’ƒ”Ž‹ƒǦ ‡–ƒ”›…‘‹••‹‘‘ˆƒ‰”‹Ǧ …—Ž–—”‡ƒ†•‡ƒǤ Ž‰ƒ”˜‡”‹•–ט ‘ ‘”–‡ǡ ƒ ƒ‹ƒŽ ”‹‰Š–• ƒ…–‹˜‹•– ƒ† ‘‡ ‘ˆ –Š‡ ƒ‹ ’”‘‘–‡”• ‘ˆ –Š‡ …‘—–”›ǯ• ”‡…‡– ƒ‹ƒŽ ’”‘–‡…–‹‘ Žƒ™ǡ •ƒ›• –Š‡ ‰‘ƒŽ ‘™ ‹• –‘ ϐ‹† ˆ‡ƒ•‹„Ž‡ •‘Ž—–‹‘• –‘ ƒ

’”‘„Ž‡ –Šƒ– ‹• Dz—†‡‹ƒ„Ž› ‘ˆ’—„Ž‹…‹–‡”‡•–dzǤ ‘™‡˜‡”ǡ Š‡ ’‘‹–• ‘—– –Šƒ– ƒ ‡™ Žƒ™ ™‹ŽŽ Šƒ˜‡ –‘ ‰‹˜‡ —‹…‹’ƒŽ‹–‹‡• ‡‘—‰Š –‹‡ –‘ ƒ†ƒ’– –‘ ‡™ ”—Ž‡•Ǥ ‡ †‘‡•‘–‘™™Š‡‘”‹ˆ–Š‡ ‡™Žƒ™™‹ŽŽ„‡ƒ’’”‘˜‡†ƒ• –Š‡ ‘’‹‹‘• ‘ˆ —‹…‹’ƒŽ‹Ǧ –‹‡•ǡ–Š‡˜‡–‡”‹ƒ”‹ƒ•ǯƒ••‘Ǧ …‹ƒ–‹‘ ƒ† ƒ‹ƒŽ ™‡Žˆƒ”‡ ‰”‘—’••–‹ŽŽŠƒ˜‡–‘„‡Š‡ƒ”†Ǥ ƒ—”‡–‹ƒ ‡†”‘•‘ǡ –Š‡ Š‡ƒ† ‘ˆ –Š‡ ˜‡–‡”‹ƒ”‹ƒ•ǯ ƒ••‘…‹ƒ–‹‘ǡ •ƒ›• —‹…‹Ǧ ’ƒŽ‹–‹‡• ƒ† ‡‡Ž• Šƒ˜‡ –‘ „‡ ’”‡’ƒ”‡† ˆ‘” ‡™ ”—Ž‡•ǡ ™Š‹…Š ‡ƒ• –Š‡› Šƒ˜‡ –‘ Šƒ˜‡ –Š‡ Dz‹ˆ”ƒ•–”—…–—”‡• ƒ†‘‡›dz–‘„‡ƒ„Ž‡–‘ˆ‘•Ǧ –‡”–Š‡ƒ‹ƒŽ•Ǥ DzŠ‡› ‡‡† –‘ Šƒ˜‡ –Š‡ Š—ƒ”‡•‘—”…‡•ƒ†–Š‡…‘Ǧ †‹–‹‘• –‘ ’”‘‘–‡ –Š‡ ƒ†‘’Ǧ –‹‘ ‘ˆ ƒ‹ƒŽ•ǡ ‹…Ž—†‹‰ ˜ƒ……‹ƒ–‹‘ ƒ† •–‡”‹Ž‹•ƒ–‹‘ ’”‘‰”ƒ‡• ‹ ’Žƒ…‡dz „‡ˆ‘”‡ –Š‡Žƒ™…ƒ„‡’ƒ••‡†ǡ•Š‡•ƒ‹†Ǥ Š‡ ƒŽ•‘ ™ƒ”‡† –Šƒ– ƒ”‘—† ͷͲΨ ‘ˆ ‡‡Ž• ‹ ‘”–—‰ƒŽ ƒ”‡ǯ– ‡˜‡ Ž‡‰ƒŽ ƒ† ‰ƒ˜‡ –Š‡ ‡šƒǦ ’Ž‡‘ˆƒ†‡‹”ƒ •Žƒ†ǡ™Š‹…Š †‘‡•ǯ– Šƒ˜‡ ƒ —‹…‹’ƒŽ ˜‡– „—– Šƒ• „ƒ‡† ƒ‹ƒŽ •Žƒ—‰Š–‡” ƒ– ‡‡Ž•Ǥ Dz ‘™ ƒ”‡ –Š‡› ‰‘‹‰ –‘ ˜ƒ……‹ƒ–‡ ƒ† •–‡”‹Ž‹•‡ –Š‡ ƒ‹ƒŽ•ǡdz •Š‡ƒ•‡†Ǥ

Página 68


ID: 60207091

16-07-2015

Tiragem: 5500

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 5,32 x 4,03 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

100,000 animals put down •–Š‡‰‘˜‡”‡–…‘•‹†‡”•ƒ Žƒ™–‘‡†ƒ‹ƒŽ•Žƒ—‰Š–‡”ƒ– ‡‡Ž•ǡ‹–Šƒ•„‡‡”‡˜‡ƒŽ‡†–Šƒ– ƒ”‘—†ͳͲͲǡͲͲͲƒ‹ƒŽ•ƒ”‡’—– †‘™‹‘”–—‰ƒŽ‡˜‡”››‡ƒ”ǤP10

Página 69


A70

"Um ecossistema como o das Berlengas é demasiado frágil para se brincar aos biólogos"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Ambiente Magazine Online

Data Publicação:

16-07-2015

URL:http://www.ambientemagazine.com/site/news.asp?news=19428

15:26h - 16/07/2015 O Partido da Terra (MPT), biólogos e investigadores estão indignados com a aprovação do projecto da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) pela Comissão Europeia, que visa exterminar o rato preto das Berlengas, o único mamífero, juntamente com o coelho, que habita a ilha. Alegam que os argumentos da SPEA são completamente "inválidos" e que não se baseiam em trabalho empírico realizado no local, mas sim "em conjecturas e generalizações abusivas de outras realidades". "É surpreendente e aberrante falar em erradicação do rato preto", disseram num debate convocado pelo MPT para discutir a, que consideram ser, "invalidade" do projecto. "Tudo indica que o rato preto da Berlenga está em equilíbrio no ecossistema onde permanece há alguns séculos e se há quem considere o contrário tem que o demonstrar. Um ecossistema insular pequeno como o das Berlengas é demasiado frágil para se brincar aos biólogos. O facto de não ser uma espécie protegida pelas directivas e convenções não significa que seja uma espécie para eliminar. Se esta fosse a leitura, ficávamos com meia dúzia de espécies na Terra", explicou o biólogo Raúl Santos. O eurodeputado José Inácio Faria, do MPT e membro efectivo da Comissão para o Ambiente do Parlamento Europeu, vai mais longe e, diz mesmo, que a decisão da UE em apoiar o projecto só se justifica por "amadorismo e incompetência científica" ou por, simplesmente, "nem sequer terem lido o projecto". "Nem seria necessário o conhecimento in loco da Berlenga para o recusar. Em qualquer dos casos a razão é a mesma: incompetência", sublinhou José Inácio Faria à Ambiente magazine. Depois da comunidade científica nacional e internacional se ter manifestado desfavoravelmente contra o projecto Life+ Berlengas que visa a aniquilação do rato preto, através da subscrição de uma petição online, o MPT, entretanto, já apresentou uma moção intitulada "Contra o Extermínio do Rato Preto e Coelho das Berlengas". No documento, foi proposto que o Estado Português desse cumprimento aos compromissos assumidos com a conservação das populações do arquipélago considerado Reserva da Biosfera pela Unesco, que fosse suspenso a prossecução do projecto Life+ Berlengas e a suspensão imediata da campanha de "desratização" em curso, até que exista fundamentação científica credível que recomende, ou não, a intervenção antrópica na dinâmica do ecossistema da Berlenga. A moção foi rejeitada com votos contra do Partido Socialista e do Partido do Parque das Nações Por Nós(PNPN), votos a favor do BE, PEVPCP, PAN e MPT e abstenções do IND,PSD e CDS/PP. Questionado pela Ambiente magazine sobre quem beneficia mais com o avanço da eliminação desta espécie, o deputado José Inácio Faria foi perentório: "Eu diria que, mais do que beneficiar, somos todos nós que somos prejudicados com a eliminação deste espécime único! Mas, se pensarmos bem, a Câmara de Peniche fica 'bem vista' perante os visitantes que se sentem incomodados pelo rato quando deixam comida fora das tendas (porque ninguém vê o rato de dia), porque suporta afirmações falsas, como, por exemplo, que está a contribuir para a saúde pública (o rato não transmite doenças) ao desratizar a ilha todos os anos. Mas, também a SPEA fica 'bem vista' perante o International Bird Life e todos os seus parceiros internacionais que aqui esperam vir a ter um centro de experimentação. E

Página 70


isto só é possível porque o ICNF não protege os valores naturais do arquipélago e deixou de se suportar no conhecimento científico universitário que desde sempre trabalhou na Berlenga. Está prisioneiro das licenças emitidas às firmas marítimo-turísticas que transportam visitantes para a ilha e que, por exemplo, justificam não se controlar o número de visitantes diários e a tentativa do seu aumento legal. A isto não será estranho o facto de este projecto prever mais um estudo de capacidade de carga, o terceiro desde que a Reserva foi criada, sendo que o último foi aproximadamente há 7/8 anos. O grande problema da Berlenga é infelizmente o Homem. E as gaivotas, que são também um problema antrópico. Mais que saber quem beneficia, o que sabemos, o que a comunidade científica sabe, é que a Biodiversidade ficaria seriamente prejudicada se este projecto avançasse tal como está". Recorde-se que o projecto Life+ Berlengas considera "nefastas" as acções do rato preto para com as aves marinhas e que, estes mamíferos, podem ser uma "ameaça" à sua sobrevivência. Raúl Santos diz que estas afirmações são "extrapolações abusivas de estudos realizados noutros ecossistemas" e que "não foi provada na Berlenga a existência de predação do rato preto sobre as aves do ecossistema". "Afirmações como 'podem ser uma ameaça' carecem absolutamente de fundamentação cientifica. a população de cagarras (ave que nidifica na Berlenga) na Berlenga aumentou muito nos últimos anos", garantiu. Num debate sobre o projecto Life+ Berlengas, decorrido na semana passada, realçou-se o facto de o método de extermínio proposto para o rato preto ser "perigoso para o ecossistema" e deste projecto violar leis relativas à protecção e conservação do meio ambiente. Se o extermínio do rato preto vier mesmo a acontecer, Raúl Santos diz mesmo que, esta acção, pode ser "uma catástrofe para o ecossistema da Ilha". As entidades envolvidas no projecto, também convocadas para o debate, não compareceram, "não mostrando interesse" em defender a ideia que pretendem levar avante, acusou o eurodeputado.

Página 71


A72

ID: 60184102

16-07-2015

joao rocha

D

uas letras apenas: p mais a. A junção deu PA. Ernesto Silvestre, 52 anos, solteiro, funcionário público, sentia-se a pessoa mais feliz e brilhante do mundo. Cumpriu um velho sonho ao criar um partido. O PA, Partido do Amor. Chegara a hora de enfrentar o eleitorado. Ernesto não podia estar mais confiante. A criação do seu partido decorrera às mil maravilhas. Técnico administrativo de uma dependência governamental (com baixas psiquiátricas sucessivas há cinco anos), convencera rapidamente os colegas a subscrever o documento que permitiu a formalização do PA. De resto, ficou entusiasmadíssimo com a reação de todos eles, rindo à gargalhada e fazendo gestos com os dedos das mãos apontados à cabeça.

Tiragem: 3500

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 21,70 x 16,51 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 2

Eh pá, vota no PA Ernesto estava seguro que tinham interiorizado a essência do manifesto do Partido do Amor, até porque também os cativou a integrar a lista eleitoral. Por coincidência, nenhum quis fazer campanha com o Ernesto, mas ele levou tal ausência como necessidade de projetar o verdadeiro e único protagonista do PA. Considerava-se um verdadeiro génio. Da sua cabeça saiu um slogan verdadeiramente apelativo: Eh pá, vota no PA. A caça ao voto correu à medida do agrado pessoal. Andou pelas ruas sempre com fatos de marca e com os óculos novos (tem dificuldades de visão, sobretudo ao perto), por sinal, com aros cor-de-rosa. Para o contacto direto com o povo urdira mais uma estratégia mirabolante. Levou uma seringa simulando

que injetava amor nas pessoas. Ficou com um olho negro por via de um encosto menos amistoso no potencial eleitorado, mas convencera um mendigo a tirar uma foto para o jornal. E nem deu trabalho por aí além. Só teve que encher a seringa com vinho. Adiante. Dia das eleições. Ernesto Silvestre, depois de despejar meio frasco de perfume e experimentar múltiplos nós na gravata (para não variar, também em tons rosa), foi votar, tirando os óculos face à dificuldade em visualizar ao perto – ainda mais com quadrados tão pequenos para colocar a cruz no lugar certo. Tinha a certeza absoluta da sua eleição. Mandara mensagens pelo telemóvel a dar conta de tal convicção aos outros membros da lista, que,

contudo, não devolveram a cortesia. Chegara o momento mágico do anúncio dos resultados eleitorais. A notícia era chocante: o PA, de Ernesto Silvestre, não obteve qualquer voto. Dá conta de que havia um partido concorrente chamado PAN e como tinha dificuldades de visão preenchera o quadrado semelhante ao PA. Sucumbe a tanta emoção e cai redondo no chão. Ernesto morreu mas ainda passou por uma experiência esquisita antes de entrar para a derradeira morada. Pareceu-lhe que o coveiro do cemitério comentara algo do género: “eh pá, tenho uma pá para o tipo do PA”. joao.rocha@portugalmail.pt

Página 72


ID: 60184102

16-07-2015 joão rocha [10]

Tiragem: 3500

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 13,18 x 5,70 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 2

Eh pá, vota no PA “Duas letras apenas: p mais a. A junção deu PA. Ernesto Silvestre, 52 anos, solteiro, funcionário público, sentia-se a pessoa mais feliz e brilhante do mundo. Cumpriu um velho sonho ao criar um partido. O PA, Partido do Amor.”

Página 73


A74

Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais | Atlas da Saúde

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Atlas da Saúde Online

Data Publicação:

15-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c5e1df0c

Quarta, 15 Julho, 2015 - 11:02 O Dia das Medicinas Naturais decorre, gratuitamente, no Jardim Fernando Pessoa (perto da Avenida de Roma, ao lado da Assembleia Municipal) entre as 11:00 e as 19:00, com várias atividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e atividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Segundo o Diário Digital, estarão também disponíveis bancas das instituições com informações e produtos e às 19:00 o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, vai estar presente numa mesa redonda sobre os benefícios e limitações das Medicinas Naturais. Tendo em consideração que a 15 de Julho de 2003 foi aprovado por unanimidade, no Parlamento, o "Enquadramento Base das Terapêuticas Não-Convencionais" sob a designação de Lei 45/2003, o PAN considera que a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais pode contribuir fortemente para uma maior consciencialização sobre esta temática que envolve a saúde pública e que serve já uma enorme percentagem da população lisboeta. Além de uma enorme percentagem de utilizadores, Lisboa tem na saúde natural um sector empresarial extremamente dinâmico, que inclui lojas, restaurantes, escolas, empresas de produção e de distribuição, publicações e editoras e clínicas. Desde há cerca de quatro décadas, Lisboa tem cantinas na universidade pública e em empresas e serviços públicos fornecendo alimentação natural, havendo também várias Juntas de Freguesia da cidade que disponibilizam desde há uma década consultas, tratamentos e práticas saúde natural aos seus habitantes. A partir deste ano Lisboa contará com um dia dedicado à promoção da saúde e bem-estar através da utilização e divulgação das Medicinas Naturais a maior parte delas alicerçadas em práticas milenares provenientes de várias culturas. André Silva, porta-voz do PAN, reforça que "pretendemos ser um agente agregador dos vários intervenientes nestas atividades, promovendo a mudança de mentalidades e dinamizando a progressiva aceitação e utilização das medicinas naturais". O PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza acaba de aprovar, por maioria, na Assembleia Municipal de Lisboa a criação do Dia Municipal das Medicinas Naturais a 15 de Julho de 2015.

Página 74


A75

Lisboa: Hoje é Dia das Medicinas Naturais

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sexo Forte.net Online

Data Publicação:

15-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=a9dda48d

Aloe vera traz muitos benefícios O Dia Municipal das Medicinas Naturais é hoje, de acordo com o aprovado ontem na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), uma proposta do PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza. O Dia das Medicinas Naturais decorre, gratuitamente, no Jardim Fernando Pessoa entre as 11e as 19 horas, com várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e actividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Estarão também disponíveis bancas das instituições com informações e produtos e às 19 horas o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, estará presente numa mesa redonda sobre os benefícios e limitações das Medicinas Naturais. Tendo em consideração que a 15 de Julho de 2003 foi aprovado por unanimidade, no Parlamento, o Enquadramento Base das Terapêuticas Não-Convencionais sob a designação de Lei 45/2003, o PAN considera que a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais pode contribuir fortemente para uma maior consciencialização sobre esta temática que envolve a saúde pública e que serve já uma enorme percentagem da população lisboeta. Além de uma enorme percentagem de utilizadores, Lisboa tem na saúde natural um sector empresarial extremamente dinâmico, que inclui lojas, restaurantes, escolas, empresas de produção e de distribuição, publicações e editoras e clínicas. Desde há quatro décadas, Lisboa tem cantinas na universidade pública e em empresas e serviços públicos fornecendo alimentação natural, havendo também várias Juntas de Freguesia da cidade que disponibilizam desde há uma década consultas, tratamentos e práticas saúde natural aos seus habitantes. A partir deste ano Lisboa contará com um dia dedicado à promoção da saúde e bem-estar através da utilização e divulgação das Medicinas Naturais a maior parte delas alicerçadas em práticas milenares provenientes de várias culturas. 29-05-2011 -15-07-2015

Página 75


A76

Jornal Expresso do Oriente » Dia das Medicinas Naturais no Jardim Fernando Pessa

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Expresso do Oriente Online

Data Publicação:

14-07-2015

URL:http://expressodooriente.com/?p=24160

Esta quarta-feira, dia 15 de Abril, decorre no Jardim Fernando Pessa o Dia das Medicinas Naturais, com actividades gratuitas para toda a família. Entre as 11h e as 19h, este jardim, localizado perto da Avenida de Roma, junto ao Fórum Lisboa, vai receber várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e actividades como ioga, tai chi e chi kung. As bancas das instituições que participam no evento disponibilizam informação e produtos relacionados com as medicinas naturais. Pelas 19h decorre uma mesa redonda sobre os benefícios e limitações das medicinas naturais e das terapêuticas não convencionais, em que participará o deputado da Assembleia Municipal de Lisboa Miguel Santos, pelo PAN - Partido Pessoas-AnimaisNatureza, a força política que recomendou a criação do Dia das Medicinas Naturais. O dia 15 de Julho passa a ser, a partir deste ano, um dia dedicado à promoção da saúde e bem-estar através da utilização e divulgação das medicinas naturais. Uma iniciativa com a marca do Pelouro dos Direitos Sociais da Câmara Municipal de Lisboa. Colocado porem Julho 14, 2015

Página 76


A77

Green Savers - Lisboa cria Dia Municipal das Medicinas Naturais

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Green Savers Online

Data Publicação:

14-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=d2f1d8a6

O PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza, acaba de aprovar na Assembleia Municipal de Lisboa, por maioria, a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais, que se celebrará amanhã, 15 de Julho. O Dia das Medicinas Naturais decorre, gratuitamente, no Jardim Fernando Pessoa (perto da Avenida de Roma, ao lado da Assembleia Municipal) entre as 11h e as 19h, com várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e atividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Estarão também disponíveis bancas das instituições com informações e produtos e, às 19h, o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, vai estar presente numa mesa redonda sobre os benefícios e limitações das Medicinas Naturais. "O PAN considera que a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais pode contribuir fortemente para uma maior consciencialização sobre esta temática que envolve a saúde pública e que serve já uma enorme percentagem da população lisboeta", explica o partido em comunicado. Para além de uma enorme percentagem de utilizadores, Lisboa tem na saúde natural um "sector empresarial extremamente dinâmico, que inclui lojas, restaurantes, escolas, empresas de produção e de distribuição, publicações e editoras e clínicas". Desde há cerca de quatro décadas, continua o partido, Lisboa tem cantinas na universidade pública e em empresas e serviços públicos fornecendo alimentação natural, havendo também várias juntas de freguesia da cidade que disponibilizam desde há uma década consultas, tratamentos e práticas saúde natural aos seus habitantes. "Pretendemos ser um agente agregador dos vários intervenientes nestas actividades, promovendo a mudança de mentalidades e dinamizando a progressiva aceitação e utilização das medicinas naturais", concluiu Andre Silva, Porta-voz do PAN. Foto: Andrey / Creative Commons medicina vida saudável Partilhar facebook twitter google+ pinterest linkedin email [embedded content] Tweet

Página 77


A78

PAN realiza protesto e ação de sensibilização contra as touradas em Setúbal

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Setúbal na Rede - O Portal do Distrito Online

14-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=ae8aa069

A Praça de Touros Carlos Relvas em Setúbal viu, este sábado , 11 de Julho, dezenas de manifestantes juntarem-se ao partido PAN , Pessoas-Animais-Natureza numa ação de protesto e sensibilização contra as touradas. Entre os manifestantes esteve Cristina Rodrigues, que será a cabeça de lista do PAN pelo círculo eleitoral de Setúbal: “Iremos sempre mostrar o nosso o total repúdio em relação à existência das touradas. Não havendo legislação que proíba as touradas, urge um trabalho cada vez maior de sensibilização da sociedade, trabalho que o PAN tem tomado como prioritário”, afirmou a candidata. Natural do concelho do Seixal, Cristina Rodrigues tem 30 anos, é advogada e está a terminar um mestrado em Ambiente e Recursos Naturais. Ativista pelos direitos das pessoas, dos animais e da natureza, é voluntária no canil da Aroeira desde 2005 e integra o projeto Amor Rafeiro desde que este nasceu, em 2013, tendo sido ainda técnica de apoio à vítima na APAV e membro do gabinete jurídico da Quercus. A abolição das touradas é um dos eixos prioritários do programa eleitoral do PAN para as Legislativas 2015. O partido mostra-se absolutamente contra os atos violentos a que são sujeitos estes animais extremamente sensíveis e inteligentes, violência que continua a ser financiada com dinheiros públicos e legitimada pelos canais nacionais de televisão.

Página 78


A79

Tão Natural comemora o 1º Dia das Medicinas Naturais em Lisboa | TVL - WebTV

Tipo Meio:

Internet

Meio:

TVL TV - TVL Online

Data Publicação:

14-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=ac746260

Carlos Ventura anuncia, neste "Tão Natural", a comemoração do 1º dia 15 de Julho como "Dia das Medicinas Naturais" que a Câmara Municipal de Lisboa entendeu dever instituir. Tendo como convidado o Deputado Municipal Miguel Santos, Carlos Ventura conta como tudo aconteceu e o que se seguirá.

Página 79


A80

PAN cria Dia Municipal das Medicinas Naturais

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Ambiente Magazine Online

Data Publicação:

13-07-2015

URL:http://www.ambientemagazine.com/site/news.asp?news=19400

17:30h - 13/07/2015 O Dia das Medicinas Naturais será celebrado no jardim Fernando Pessoa com várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e actividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Estarão, também, disponíveis, bancas das instituições com informações e produtos e, mais ao final da tarde, o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, vai estar presente numa mesa redonda onde se debaterá os benefícios e limitações das Medicinas Naturais.

Página 80


A81

Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais; 15 de Julho

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

13-07-2015

URL:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=781702

HOJE às 15:56 O PAN - Partido Pessoas-Animais-Natureza acaba de aprovar, por maioria, na Assembleia Municipal de Lisboa (AML) a criação do Dia Municipal das Medicinas Naturais a 15 de Julho de 2015. O Dia das Medicinas Naturais decorre, gratuitamente, no Jardim Fernando Pessoa (perto da Avenida de Roma, ao lado da Assembleia Municipal) entre as 11:00 e as 19:00, com várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e actividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Estarão também disponíveis bancas das instituições com informações e produtos e às 19:00 o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, vai estar presente numa mesa redonda sobre os benefícios e limitações das Medicinas Naturais. Tendo em consideração que a 15 de Julho de 2003 foi aprovado por unanimidade, no Parlamento, o Enquadramento Base das Terapêuticas Não-Convencionais sob a designação de Lei 45/2003, o PAN considera que a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais pode contribuir fortemente para uma maior consciencialização sobre esta temática que envolve a saúde pública e que serve já uma enorme percentagem da população lisboeta. Além de uma enorme percentagem de utilizadores, Lisboa tem na saúde natural um sector empresarial extremamente dinâmico, que inclui lojas, restaurantes, escolas, empresas de produção e de distribuição, publicações e editoras e clínicas. Desde há cerca de quatro décadas, Lisboa tem cantinas na universidade pública e em empresas e serviços públicos fornecendo alimentação natural, havendo também várias Juntas de Freguesia da cidade que disponibilizam desde há uma década consultas, tratamentos e práticas saúde natural aos seus habitantes. A partir deste ano Lisboa contará com um dia dedicado à promoção da saúde e bem-estar através da utilização e divulgação das Medicinas Naturais a maior parte delas alicerçadas em práticas milenares provenientes de várias culturas. André Silva, porta-voz do PAN, reforça que pretendemos ser um agente agregador dos vários intervenientes nestas actividades, promovendo a mudança de mentalidades e dinamizando a progressiva aceitação e utilização das medicinas naturais .

Página 81


A82

Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais; 15 de Julho

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Fórum Enfermagem.org

Data Publicação:

13-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=108e2ad2

segunda, 13 julho 2015 16:56

Instituído o Dia Municipal das Medicinas Naturais; 15 de Julho O PAN , Partido Pessoas-Animais-Natureza acaba de aprovar, por maioria, na Lisboa (AML) a criação do Dia Municipal das Medicinas Naturais a 15 de Julho O PAN , Partido Pessoas-Animais-Natureza acaba de aprovar, por maioria, na Lisboa (AML) a criação do Dia Municipal das Medicinas Naturais a 15 de Julho

Assembleia Municipal de de 2015. Assembleia Municipal de de 2015.

O Dia das Medicinas Naturais decorre, gratuitamente, no Jardim Fernando Pessoa (perto da Avenida de Roma, ao lado da Assembleia Municipal) entre as 11:00 e as 19:00, com várias actividades que incluem demonstrações e esclarecimentos sobre plantas medicinais, aulas abertas, massagens e actividades como Yoga, Tai chi e Chi Kung. Estarão também disponíveis bancas das instituições com informações e produtos e às 19:00 o deputado municipal do PAN em Lisboa, Miguel Santos, vai estar presente numa mesa redonda sobre os benefícios e limitações das Medicinas Naturais. Tendo em consideração que a 15 de Julho de 2003 foi aprovado por unanimidade, no Parlamento, o «Enquadramento Base das Terapêuticas Não-Convencionais» sob a designação de Lei 45/2003, o PAN considera que a criação do dia Municipal das Medicinas Naturais pode contribuir fortemente para uma maior consciencialização sobre esta temática que envolve a saúde pública e que serve já uma enorme percentagem da população lisboeta. Além de uma enorme percentagem de utilizadores, Lisboa tem na saúde natural um sector empresarial extremamente dinâmico, que inclui lojas, restaurantes, escolas, empresas de produção e de distribuição, publicações e editoras e clínicas. Desde há cerca de quatro décadas, Lisboa tem cantinas na universidade pública e em empresas e serviços públicos fornecendo alimentação natural, havendo também várias Juntas de Freguesia da cidade que disponibilizam desde há uma década consultas, tratamentos e práticas saúde natural aos seus habitantes. A partir deste ano Lisboa contará com um dia dedicado à promoção da saúde e bem-estar através da utilização e divulgação das Medicinas Naturais a maior parte delas alicerçadas em práticas milenares provenientes de várias culturas. André Silva, porta-voz do PAN, reforça que «pretendemos ser um agente agregador dos vários

Página 82


intervenientes nestas actividades, promovendo a mudança de mentalidades e dinamizando a progressiva aceitação e utilização das medicinas naturais». FONTE - Diário Digital Saúde

Página 83


A84

Conferência: Políticas Públicas de Bem-Estar Animal - Viral Agenda

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Viral Online

Data Publicação:

12-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=8602f7cb

ENCERRAMENTO DO I CICLO DE CONFERÊNCIAS Políticas Públicas de Bem-Estar Animal, 13 de Julho, 17h00 Esta conferência contará com a presença de: Duarte Cordeiro, Vereador da CML Inês Real, Provedora Municipal dos Animais de Lisboa Maria Pinto Teixeira, Presidente da Associação Animais de Rua André Silva, PAN Confirma a tua reserva para eventos@pan.com.pt Contamos contigo para o debate!

Página 84


A85

ID: 60115070

11-07-2015

Tiragem: 3630

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,00 x 33,40 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

A Lógica dos Factos Eduardo Ferraz da Rosa efr@viaoceanica.com

O Escrutínio e as Redes

Com o avizinhar das Eleições – desde as Legislativas às Presidenciais (estas inevitavelmente em movediço fundo e decisiva perspectivação, tanto mais quanto os campos e os jogos estão a abrir-se nomeadamente com a proliferação de hipotéticas candidaturas à direita e à esquerda, mas acima de tudo com as ratoeiras e alçapões que o PS vai cavando todos os dias à volta de um desprevenido Sampaio da Nóvoa!) –, começa a surgir e adensar-se nos OCS e nas Redes Sociais toda uma série de informações, insinuações e factos sobre os principais (ou hipoteticamente mais relevantes), imediatos ou futuros protagonistas desse cíclico calendário democrático (e outrossim também fabuloso teatro societário) onde, por entre díspares e contraditórios feitos de verdadeira e consciente Democracia, coabitam e se digladiam realidades e ficções, discursos, mitos e outras réplicas ou simulacros daquela ideal (ou somente idealizada...) forma de organização política e funcionamento do Estado, com os correspondentes modelos de participação (ou de alienação) dos cidadãos na vida das suas comunidades. Ora na conjuntura das presentes pré-campanha e da já efectiva campanha eleitoral – com a natural e progressiva repercussão que as mesmas vem tendo naqueles meios de comunicação e circulação de opiniões, e no proliferante espaço público e privado das ditas malhas sociais que o partidarismo aguda tece... –, o que se vem notando às vezes é uma crescente atenção ao perfil, história e currículos (nalguns casos mais comparáveis a pouco abonatórios cadastros; noutros absolutamente idênticos a puros vazios de folha política...), não só dos candidatos (ou putativos concorrentes), quanto ainda dos interesses e malabarismos dos aparelhos corporativos e ideológicos que a tal alinhada condição os atrelou ou anexou... – De resto, é isso o que se constata face ao tipo de referências e ao género de perturbadores elementos que (re)começam a ser escavados e arremessados, por exemplo, ao presidente do PS, Carlos César (a propósito da “Globestar Systems”), e ao seu partido também relativamente a alegados mas coincidentes e fatídicos aparelhismos clientelares, governamentais ou tutelados pelas várias secretarias, pessoais e

familiares (aliás minuciosamente já organogramados nos Açores), sem sequer ser preciso chegarmos à conspurcada herança desse eborense recluso 44 que persiste em atravancar ou enlamear os pés e as mãos dos “socialistas”... –, ou então, noutro quadrante do simétrico arco dito “da governação”, ao revermos as críticas aos “sociais-democratas” de Passos, Durão e Cavaco, ou chegarmos, aqui também, a esses dourados livros de actos e actas que são a excelsa prosa e a prosápia de Relvas, Loureiro e respectivos apaniguados, porém a par, diferentemente, dos pesados exames aos (des)airosos diktats de Portas (dos quais tão cedo não se livrará o CDS-PP continental que Ribeiro e Castro, em desacordado português, acabou de fustigar)! E todavia, de tudo isto, em paralelo ou congénere palco de fitas, comédias e dramas deste regime “democrático” – ao qual como da liberdade a que, menos linearmente e olhando de lado, dizia Sartre estarmos condenados... – felizmente talvez, parecem ter-se indo livrando a seu modo o PCP – com aquela (des)conhecida, proverbial e vigiada “superioridade moral dos comunistas” que Álvaro Cunhal paradigmaticamente teorizou e lhes procurou legar, apesar de algumas vicissitudes históricas e individuais de antigos camaradas e seus “compagnons de route” em nubladas rotas e pilotagens...) –, e bem assim os românticos “revolucionários” do BE e do Livre, e os abonáveis e eticamente inspirados animadores do PAN e do NÓS. – Nos Açores o panorama não será lá muito mais atraente nem promissor, e as últimas marés e travessias parlamentares, com muitas águas-vivas a boiar (à semelhança do que acontece nas nossas arquipelágicas águas e baías de veraneio...), persistem em revelar todos os impasses, desacertos e faltas de senso e consensos da Autonomia, cuja crise maior ainda virá de viagem, trazendo no bojo, para depois da “silly season”, derramares do leite e falências na lavoura; infestação e proliferação de buracos e ratazanas na saúde pública; divisão bairrista entre ilhas, câmaras de comércio e indústria; soltura anunciada nas cotas; miragens sobre as Lajes, portos e aeroportos, a alto e baixo custo; apertos e chacotas de Lisboa face aos incipien-

tes arremedos de programas revitalizadores deste mundo e do que resta ou falta dos outros; profunda divisão no PSD-A (completamente à deriva e sem um único esteio de credibilidade histórico-política regional, depois das navalhadas que foram desferidas à cara e às costas de Mota Amaral), e logo numa altura de possível e exigente revisão constitucional; opções arriscadas, ou desperdiçadas, de candidaturas credíveis e consensuais no PS e no CDS-PP, etc., etc., – enquanto especialmente na Praia da Vitória o PS já vem traiçoeiramente trabalhando em suspiradas sucessões (afastamentos...), insinuantemente pondo e repondo mesa e arraial, pratos decorativos e pires de importação a correr à frente e ao lado do que resta, apesar de tudo, de um certo assomo (embora apenas pontual ou de fachada táctica...) do antigo prezamento e orgulho praienses, conquanto sempre malbaratado na arrogância gratuita, na mais retinta mediocridade institucional e numa enquistada ignorância político-histórica, cívica e cultural de bradar aos céus do Ramo Grande (cada vez mais surdos a tolices e devaneios, e cada vez mais vazios de aviões e viabilidades...)! Enfim, a coroar todo este triste cenário, temos a global situação da Região, praticamente a todos os níveis a caminho de uma proximidade objectivamente análoga à da Grécia ou à de Porto Rico, quando não de uma africanização ou terceiro-mundismo regionalista, exactamente opostos, contrários e contraditórios a tudo aquilo com que os nossos primeiros e grandes Autonomistas um dia sonharam, numa generosa (ou utópica...) mistura de realismo, esperança de justiça e equidade para o desenvolvimento dos Açores e a possibilidade de uma vida progressivamente mais humana e digna para o nosso Povo, em todas as nove ilhas. – Pese embora a carga de cepticismo e de pessimismo que de todo este aflitivo estado de coisas e de impasses realmente ressalta, a verdade é que um atento e aprofundado escrutínio às redes que a este nível nos rodeiam, em vésperas de novos escrutínios, não nos deixa outra sensação que não esta, que nem sequer é exaustiva nem derradeira...

Página 85


A86

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Tâmegasousa.pt Online

Data Publicação:

11-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=4447a90a

O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objetivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)" 11/07/2015 O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Este partido lançou, em Lisboa, a sua candidatura às eleições e revela que o objetivo é expandir "o ideário do PAN a mais cidadãs e cidadãos" e a possibilidade de representação de um partido na Assembleia da Republica "único na defesa dos direitos das pessoas, dos animais (.) e do planeta". O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objetivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)". "Esperamos crescer em todos os círculos aos quais somos candidatos a nível nacional e internacional e pretendemos a eleição de dois deputados", afirmou André Silva. Foram apresentados os cabeças de lista do partido pelo Porto, a psicóloga Bebiana Cunha, e o cabeça de lista por Lisboa, o engenheiro André Silva. O PAN é um partido político em atividade desde janeiro de 2011, tendo obtido um total de 57.995 de votos (1,04%) nas eleições legislativas desse mesmo ano, insuficientes para eleger qualquer representante para a Assembleia da República. JFZC/SMA // SMA Lusa/fim

Página 86


Pรกgina 87


A88

Funchal paga 395 mil euros pela gestão de estações de tratamento de águas residuais

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário de Notícias da Madeira Online

10-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=a565cc

Funchal paga 395 mil euros pela gestão de estações de tratamento de águas residuais 09/07/2015 15:06 Fonte: Lusa Achou este artigo interessante? A Câmara do Funchal adjudicou, por 395 mil euros, a gestão das estações de tratamento de águas residuais do concelho e alargou para 60 dias o prazo de pagamento da água potável, informou hoje o presidente da autarquia. Paulo Cafôfo realçou que o município conseguiu reduzir para metade o custo com a gestão e manutenção das estações elevatórias e de tratamento de águas residuais, que antes era de 800 mil euros, apesar de o novo caderno de encargos ser mais exigente. "Tem-se falado muito na qualidade das águas e nós tivemos neste processo concursal um caderno de encargos mais exigente em termos da manutenção destas estações relativamente ao que acontecia no passado, mas com uma significativa diminuição da despesa", realçou. Na reunião camarária foi também aprovada, por unanimidade, uma proposta do CDS-PP (oposição), que alarga o prazo de pagamento da fatura da água potável de 30 para 60 dias. O regime de pagamento de água no concelho do Funchal "estava claramente a penalizar os munícipes", disse o vereador centrista José Manuel Rodrigues, realçando que os funchalenses pagavam o dobro em caso de atraso. "O que o CDS propôs foi alargar os prazos de pagamento de forma voluntária até 60 dias e de forma coerciva também se alarga o período de prestações até quatro anos", explicou, considerando que esta é uma "medida justa". O presidente da câmara também destacou o impacto social da medida, afirmando que vai ao encontro das preocupações da autarquia e das necessidades dos munícipes. "Verificamos que, devido à crise económica, muitos munícipes têm tido dificuldade em pagar a conta da água. Apesar de já termos uma tarifa social e apesar de já fazermos o pagamento em prestações, damos agora oportunidade de as pessoas pagarem num prazo ainda mais dilatado e com montantes mais baixos", disse Paulo Cafôfo, que foi eleito pela coligação Mudança (PS, BE, PAN, MPT, PTP). A autarquia vai, entretanto, rever o regulamento de tarifas e pagamentos e submeter a proposta ao parecer da Entidade Reguladora do Setor da Água, contando que o novo sistema entre em vigor no final do verão. Ontem, 16:05 Ontem, 16:11 09/07/2015 15:06

Página 88


A89

ID: 60100755

10-07-2015

Tiragem: 3500

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 21,70 x 29,80 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

A lÓGICA DOS FACTOS EDuARDO FERRAZ DA ROSA

O Escrutínio e as Redes

C

om o avizinhar das Eleições – desde as Legislativas às Presidenciais (estas inevitavelmente em movediço fundo e decisiva perspectivação, tanto mais quanto os campos e os jogos estão a abrir-se nomeadamente com a proliferação de hipotéticas candidaturas à direita e à esquerda, mas acima de tudo com as ratoeiras e alçapões que o PS vai cavando todos os dias à volta de um desprevenido Sampaio da Nóvoa!) –, começa a surgir e adensar-se nos OCS e nas Redes Sociais toda uma série de informações, insinuações e factos sobre os principais (ou hipoteticamente mais relevantes), imediatos ou futuros protagonistas desse cíclico calendário democrático (e outrossim também fabuloso teatro societário) onde, por entre díspares e contraditórios feitos de verdadeira e consciente Democracia, coabitam e se digladiam realidades e ficções, discursos, mitos e outras réplicas ou simulacros daquela ideal (ou somente idealizada...) forma de organização política e funcionamento do Estado, com os correspondentes modelos de participação (ou de alienação) dos cidadãos na vida das suas comunidades. Ora na conjuntura das presentes pré-campanha e da já efectiva campanha eleitoral – com a natural e progressiva repercussão que as mesmas vem tendo naqueles meios de comunicação e circulação de opiniões, e no proliferante espaço público e privado das ditas malhas sociais que o partidarismo aguda tece... –, o que se vem notando às vezes é uma crescente atenção ao perfil, história e currículos (nalguns casos mais comparáveis a pouco abonatórios cadastros; noutros absolutamente idênticos a puros vazios de folha política...), não só dos candidatos (ou putativos concorrentes), quanto ainda dos interesses e malabarismos dos aparelhos corporativos e ideológicos que a tal alinhada condição os atrelou ou anexou... – De resto, é isso o que se constata face ao tipo de referências e ao género de perturbadores elementos que (re)começam a ser escavados e ar-

remessados, por exemplo, ao presidente do PS, Carlos César (a propósito da “Globestar Systems”), e ao seu partido também relativamente a alegados mas coincidentes e fatídicos aparelhismos clientelares, governamentais ou tutelados pelas várias secretarias, pessoais e familiares (aliás minuciosamente já organogramados nos Açores), sem sequer ser preciso chegarmos à conspurcada herança desse eborense recluso 44 que persiste em atravancar ou enlamear os pés e as mãos dos “socialistas”... –, ou então, noutro quadrante do simétrico arco dito “da governação”, ao revermos as críticas aos “sociais-democratas” de Passos, Durão e Cavaco, ou chegarmos, aqui também, a esses dourados livros de actos e actas que são a excelsa prosa e a prosápia de Relvas, Loureiro e respectivos apaniguados, porém a par, diferentemente, dos pesados exames aos (des)airosos diktats de Portas (dos quais tão cedo não se livrará o CDS-PP continental que Ribeiro e Castro, em desacordado português, acabou de fustigar)! E todavia, de tudo isto, em paralelo ou congénere palco de fitas, comédias e dramas deste regime “democrático” – ao qual como da liberdade a que, menos linearmente e olhando de lado, dizia Sartre estarmos condenados... – felizmente talvez, parecem ter-se indo livrando a seu modo o PCP – com aquela (des)conhecida, proverbial e vigiada “superioridade moral dos comunistas” que Álvaro Cunhal paradigmaticamente teorizou e lhes procurar legar, apesar de algumas vicissitudes históricas e individuais de antigos camaradas e seus

“compagnons de route” em nubladas rotas e pilotagens...) –, e bem assim os românticos “revolucionários” do BE e do Livre, e os abonáveis e eticamente inspirados animadores do PAN e do NÓS. – Nos Açores o panorama não será lá muito mais atraente nem promissor, e as últimas marés e travessias parlamentares, com muitas águasvivas a boiar (à semelhança do que acontece nas nossas arquipelágicas águas e baías de veraneio...), persistem em revelar todos os impasses, desacertos e faltas de senso e consensos da Autonomia, cuja crise maior ainda virá de viagem, trazendo no bojo, para depois da “silly season”, derramares do leite e falências na lavoura; infestação e proliferação de buracos e ratazanas na saúde pública; divisão bairrista entre ilhas, câmaras de comércio e indústria; soltura anunciada nas cotas; miragens sobre as Lajes, portos e aeroportos, a alto e baixo custo; apertos e chacotas de Lisboa face aos incipientes arremedos de programas revitalizadores deste mundo e do que resta ou falta dos outros; profunda divisão no PSD-A (completamente à deriva e sem um único esteio de credibilidade histórico-política regional, depois das navalhadas que foram desferidas à cara e às costas de Mota Amaral), e logo numa altura de possível e exigente revisão constitucional; opções arriscadas, ou desperdiçadas, de candidaturas credíveis e consensuais no PS e no CDS-PP, etc., etc., – enquanto especialmente na Praia da Vitória o PS já vem traiçoeiramente trabalhando em suspiradas sucessões (afastamen-

tos...), insinuantemente pondo e repondo mesa e arraial, pratos decorativos e pires de importação a correr à frente e ao lado do que resta, apesar de tudo, de um certo assomo (embora apenas pontual ou de fachada táctica...) do antigo prezamento e orgulho praienses, conquanto sempre malbaratado na arrogância gratuita, na mais retinta mediocridade institucional e numa enquistada ignorância político-histórica, cívica e cultural de bradar aos céus do Ramo Grande (cada vez mais surdos a tolices e devaneios, e cada vez mais vazios de aviões e viabilidades...)! Enfim, a coroar todo este triste cenário, temos a global situação da Região, praticamente a todos os níveis a caminho de uma proximidade objectivamente análoga à da Grécia ou à de Porto Rico, quando não de uma africanização ou terceiro-mundismo regionalista, exactamente opostos, contrários e contraditórios a tudo aquilo com que os nossos primeiros e grandes Autonomistas um dia sonharam, numa generosa (ou utópica...) mistura de realismo, esperança de justiça e equidade para o desenvolvimento dos Açores e a possibilidade de uma vida progressivamente mais humana e digna para o nosso Povo, em todas as nove ilhas. – Pese embora a carga de cepticismo e de pessimismo que de todo este aflitivo estado de coisas e de impasses realmente ressalta, a verdade é que um atento e aprofundado escrutínio às redes que a este nível nos rodeiam, em vésperas de novos escrutínios, não nos deixa outra sensação que não esta, que nem sequer Página 89 é exaustiva nem derradeira...


A90

ID: 60117046

10-07-2015

Tiragem: 28000

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 8,91 x 9,86 cm²

Âmbito: Outros Assuntos

Corte: 1 de 1

vila flor

Queima do gato leva a investigações das autoridades

A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da “queima do gato”, nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou a aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada “Queima do Gato” que envolve um animal vivo. Várias organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos.

Página 90


A91

O PAN divulga o seu apoio aos Bombeiros Nacionais

Tipo Meio:

Internet

Meio:

iPress Journal Online

Data Publicação:

10-07-2015

URL:http://www.ipressjournal.pt/o-pan-divulga-o-seu-apoio-aos-bombeiros-nacionais/

O PAN, o movimento político orientado para a protecção das pessoas, dos animais e da nossa casa comum, o ambiente, afirma emcomunicado que não pode ficar "indiferente à grave situação em que se encontram os bombeiros no nosso país e que pode levar a uma greve nacional que terá fortes impactos na segurança das populações, num período de férias e de elevadas temperaturas em que a actuação destes profissionais é imprescindível". Segundo aquele movimento, além dos motivos já invocados pelos participantes no Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais, o PAN realça o facto de estas entidades reunirem pessoas imbuídas de um forte espírito altruísta, colocando o seu próprio bem-estar em risco, muitas vezes de forma voluntária, na protecção das populações, animais e florestas do país, uma atitude que, na perspectiva do partido, o poder público deve saber reconhecer e incentivar. "Os heróis incógnitos que compõem os Bombeiros nacionais devem merecer de toda a sociedade, especialmente do Estado, um apoio tácito ao exercício pleno das suas funções" afirma André Silva, porta-voz do PAN. Julho 10, 2015

Página 91


A92

ID: 60096920

10-07-2015

Tiragem: 76650

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,85 x 5,36 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 92


A93

Anti-slaughter law "urgent" as 100,000 animals are put down every year

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Portugal Resident Online

Data Publicação:

10-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=b4ea087c

July 10, 2015 As the government considers a law to end animal slaughters at Portuguese kennels, it has been revealed that around 100,000 animals are put down in the country every year - around 300 every day. "There are kennels that have a slaughter rate of over 90%," Pedro Fonseca from animal rights party PAN told Sol newspaper, citing data from a study conducted by the CDS-PP in 2011. Fonseca explained that due to "questionable rules" it is hard for an animal to be adopted from a kennel. In the first eight days of being in a kennel, the animal's owner can still claim it and thus adoption is not possible. However, after that period, some kennels opt to put down the animal, Fonseca explains Overcrowded kennels are another issue, especially in the summer or at the end of the hunting season, when people go on holiday or hunters no longer want the animal. Fonseca says that to solve these issues there are "a number of measures". One of them is sterilisation in order to avoid the proliferation of stray animals. Another is to turn municipal kennels into "safe havens where animals can be fostered and treated" and where members of animal associations can provide support. The animal rights advocate added that a registry of adopted animals is also "essential" in order to identify owners in cases of abandonment. The topic of animal slaughters at kennels made it to Parliament last month following a citizens' initiative (ILC) promoted by PAN which received over 43,000 signatures in just two-and-a-half months. A draft law proposed by the Communist Party (PCP) to forbid the slaughter of healthy animals at kennels and instead promote sterilisation has already been discussed and is currently being analysed by the parliamentary commission of agriculture and sea. Algarve PSD MP Cristóvão Norte, an animal rights activist and one of the main promoters of the country's recent animal protection law, says the goal now is to find feasible solutions to a problem that is "undeniably of public interest". However, he points out that a new law will have to give municipalities enough time to adapt to new rules. He does not know when or if the new law will be approved as the opinions of municipalities, the veterinarians' association and animal welfare groups still have to be heard. Laurentina Pedroso, the head of the veterinarians' association, says municipalities and kennels have

Página 93


to be prepared for new rules, which means they have to have the "infrastructures and money" to be able to foster the animals. "They need to have the human resources and the conditions to promote the adoption of animals, including vaccination and sterilisation programmes in place" before the law can be passed, she said. She also warned that around 50% of kennels in Portugal aren't even legal and gave the example of Madeira Island, which doesn't have a municipal vet but has banned animal slaughter at kennels. "How are they going to vaccinate and sterilise the animals," she asked.

Pรกgina 94


A95

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Correio da Manhã Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL: http://www.cmjornal.xl.pt/cm_ao_minuto/detalhe/pan_quer_eleger_dois_deputados_nas_proximas_legislativas. html

09.07.2015 O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Lusa

Página 95


A96

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Destak Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=ae36aabb

Actualidade 09 | 07 | 2015

16.44H

O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição".

Página 96


A97

ID: 60066658

09-07-2015 | Lisboa, Oeiras e Cascais

Tiragem: 1900057

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 6,62 x 24,78 cm²

Âmbito: Interesse Geral

Corte: 1 de 1

Página 97


A98

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário de Notícias da Madeira Online

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=a13c76ea

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas 09/07/2015 17:00 Fonte: Lusa Achou este artigo interessante? O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Este partido lança hoje, em Lisboa, a sua candidatura às eleições e revela que o objetivo é expandir "o ideário do PAN a mais cidadãs e cidadãos" e a possibilidade de representação de um partido na Assembleia da Republica "único na defesa dos direitos das pessoas, dos animais (...) e do planeta". O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objetivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)". "Esperamos crescer em todos os círculos aos quais somos candidatos a nível nacional e internacional e pretendemos a eleição de dois deputados", afirmou André Silva. Hoje serão apresentados os cabeças de lista do partido pelo Porto, a psicóloga Bebiana Cunha, e o cabeça de lista por Lisboa, o engenheiro André Silva. O PAN é um partido político em atividade desde Janeiro de 2011, tendo obtido um total de 57.995 de votos (1,04%) nas eleições legislativas desse mesmo ano, insuficientes para eleger qualquer representante para a Assembleia da República. 09/07/2015 17:00

Página 98


A99

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=781314

HOJE às 18:37 O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. [Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um novo sistema político, social e económico que passa por reduzir o número de horas de trabalho para 30 e por implementar o IVA da distância sobre produtos tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição . Diário Digital / Lusa

Página 99


A100

ID: 60132610

09-07-2015

Tiragem: 5500

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 17,99 x 13,20 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 100


A101

São abatidos 100 mil animais por ano

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=689a5410

São abatidos 100 mil animais por ano Há canis que têm taxas de abate de mais de 90% Jornal i 08/07/2015 22:28:25 Facebook Twitter É uma média diária de cerca de 300 cães e gatos. Todos os anos 100 mil cães e gatos recolhidos pelos organismos públicos, segundo estimativas do Partido PAN Pessoas-Animais-Natureza, são abatidos. "Esta conta é feita por baixo", esclarece Pedro Fonseca, que coordena o Grupo de Trabalho e Acção para o Fim dos Canis de Abate, do PAN, baseando-se num requerimento sobre o tema feito pelo CDS às câmaras municipais, em 2011, conta o jornal Sol. "Há canis que têm taxas de abate de mais de 90%", alerta Pedro Fonseca que luta pelo fim "desta crueldade em Portugal". Leia mais no jornal Sol.

Página 101


A102

ID: 60147465

09-07-2015

Tiragem: 8960

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Semanal

Área: 12,74 x 24,15 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Página 102


A103

Deputados voltam a chumbar fim das portagens

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Interior Online (O)

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=385ad99a

A maioria PSD/CDS no Parlamento rejeitou, na passada sexta-feira, o projeto de resolução do Bloco de Esquerda para a eliminação de portagens nas antigas autoestradas sem custos para o utilizador (SCUT), entre as quais a A25 e A23. Na votação do diploma, a maioria dos deputados do PS também votou contra, mas nove eleitos socialistas, entre eles Paulo Campos, eleito pelo círculo da Guarda, optaram pela abstenção. Acompanharam o ex-secretário de Estado das Obras Públicas na abstenção os socialistas Miguel Freitas, Pedro Delgado Alves, Hortense Martins (Castelo Branco), Idália Moniz, André Figueiredo (natural de Seia, mas eleito pelo Porto), Fernando Serrasqueiro (Castelo Branco), Ivo Oliveira e Agostinho Santa. Mas o assunto deverá regressar brevemente ao plenário, já que a petição contra o fim das portagens na A23 (Guarda-Torres Novas) e A25 (Aveiro-Vilar Formoso) dinamizado pela estrutura da Guarda do PAN - Pessoas-Animais-Natureza recolheu mais de 3.000 assinaturas em cerca de três semanas, anunciou aquele partido. O objetivo da iniciativa é atingir as quatro mil assinaturas, recolhidas de forma presencial, para que o documento seja discutido num plenário da Assembleia da República. A rapidez com que foram reunidas as cerca de três mil assinaturas, e a enorme mobilização dos cidadãos nesta iniciativa, transmitem a mensagem clara de que as populações da Guarda não se conformam com a cobrança de portagens na A23 e na A25 , sublinha Pedro Fonseca, membro do Comissariado da Assembleia Plurimunicipal da Beira Interior Norte do PAN (PAN Guarda). Lançada a 10 de junho, esta petição, que pode ser assinada na sede da Associação Guarda 1056, na Guarda-Gare, no blogue "Fim das Portagens na A23 e na A25", entre outros locais de recolha de assinaturas divulgados via facebook (https://www.facebook.com/PANGuarda), é apenas a primeira de um conjunto de iniciativas que o PAN Guarda pretende levar a cabo no curto prazo com o mote "Em Defesa das Populações da Guarda".

Página 103


A104

Funchal paga 395 mil euros pela gestão de estações de tratamento de águas residuais

Tipo Meio:

Internet

Meio:

JM Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=d232f08a

Artigo | Qui, 09/07/2015 - 15:04 A Câmara do Funchal adjudicou, por 395 mil euros, a gestão das estações de tratamento de águas residuais do concelho e alargou para 60 dias o prazo de pagamento da água potável, informou hoje o presidente da autarquia. Paulo Cafôfo realçou que o município conseguiu reduzir para metade o custo com a gestão e manutenção das estações elevatórias e de tratamento de águas residuais, que antes era de 800 mil euros, apesar de o novo caderno de encargos ser mais exigente. "Tem-se falado muito na qualidade das águas e nós tivemos neste processo concursal um caderno de encargos mais exigente em termos da manutenção destas estações relativamente ao que acontecia no passado, mas com uma significativa diminuição da despesa", realçou. Na reunião camarária foi também aprovada, por unanimidade, uma proposta do CDS-PP (oposição), que alarga o prazo de pagamento da fatura da água potável de 30 para 60 dias. O regime de pagamento de água no concelho do Funchal "estava claramente a penalizar os munícipes", disse o vereador centrista José Manuel Rodrigues, realçando que os funchalenses pagavam o dobro em caso de atraso. "O que o CDS propôs foi alargar os prazos de pagamento de forma voluntária até 60 dias e de forma coerciva também se alarga o período de prestações até quatro anos", explicou, considerando que esta é uma "medida justa". O presidente da câmara também destacou o impacto social da medida, afirmando que vai ao encontro das preocupações da autarquia e das necessidades dos munícipes. "Verificamos que, devido à crise económica, muitos munícipes têm tido dificuldade em pagar a conta da água. Apesar de já termos uma tarifa social e apesar de já fazermos o pagamento em prestações, damos agora oportunidade de as pessoas pagarem num prazo ainda mais dilatado e com montantes mais baixos", disse Paulo Cafôfo, que foi eleito pela coligação Mudança (PS, BE, PAN, MPT, PTP). A autarquia vai, entretanto, rever o regulamento de tarifas e pagamentos e submeter a proposta ao parecer da Entidade Reguladora do Setor da Água, contando que o novo sistema entre em vigor no final do verão.

Página 104


A105

Na opinião dos portugueses, o atual líder do PS é mais decidido, competente e melhor líder que Passos Coelho

Tipo Meio:

Internet

Meio:

LusoNotícias Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=978763bc

quinta, 09 julho 2015 Se as eleições legislativas fossem hoje, António Costa seria o novo primeiro-ministro de Portugal de acordo com uma sondagem da Intercampus feita pela TVI, Público e TSF . O Partido Socialista (PS) venceria nas urnas com 37,6% dos votos, ou seja, sem maioria absoluta. Em segundo lugar, com menos 4,9 pontos percentuais que o PS, surge a coligação PSD/CDS-PP liderada por Pedro Passos Coelho, registando 32,7% das intenções de voto, seguida da CDU com 11% e por último o BE com 6%. Outros partidos como o PAN, PT, PDR, Livre, entre outros, somaram todos juntos 6,7% das intenções de voto enquanto os votos brancos ou nulos atingem os 5,9%. Os resultados trabalhados pela Intercampus não tiveram em conta os indecisos e os abstencionistas. A sondagem dá ainda a conhecer a avaliação dos portugueses aos atuais líderes dos principais partidos, sendo que nenhum recebeu uma nota positiva, numa escala de 0 a 10. Ainda assim, é António Costa quem surge em primeiro lugar, com uma nota de 4,7 em 10 possíveis, seguido de Catarina Martins e Jerónimo de Sousa, ambos com 4,4, Marinho e Pinto e Pedro Passos Coelho, ambos com 3,7, e Paulo Portas com 3,2, a pior avaliação registada. Se olharmos exclusivamente para a comparação entre o atual primeiro-ministro e o atual líder da oposição, António Costa ganha em toda a linha: 42,3% dos inquiridos consideram que este tem mais qualidades para ser primeiro-ministro e apenas 31,6% acham que Passos é o homem indicado. Segundo os dados recolhidos, o líder do PS é mais decidido, honesto, simpático, competente, trabalhador e com mais capacidade de liderança que Passos Coelho. Foram feitas também perguntas concretas para avaliar o grau de confiança que os portugueses depositam em Passos Coelho e António Costa e também aqui o líder do PS vence o seu opositor: os inquiridos escolheriam Costa para ser "professor de um filho seu", "uma pessoa da sua família", "o seu médico pessoal" ou "a pessoa a quem confiava um segredo". A distância entre ambos no conjunto das 11 perguntas nunca é inferior a quatro pontos e chega mesmo aos nove pontos de vantagem para Costa, sendo que muitos dos inquiridos responderam "Nenhum deles" em diversas questões. Também Cavaco Silva foi "visado" nesta sondagem, com 84,6% dos inquiridos a considerar que o próximo Presidente da República deve ter um atuação diferente da que Cavaco teve ao longo do seu mandato. Noutros resultados, quase 75% dos portugueses dizem que o país está mal ou muito male comparativamente com a situação de há quatro anos, 37% dizem que o país está pior, 23% consideram que está igual e 22% dizem que está melhor. A maioria dos inquiridos avalia de forma negativa a atuação do Governo, mas também não faz melhor apreciação das propostas feitas pela oposição. Criar emprego e baixar impostos devem ser, segundo os portugueses, as principais

Página 105


preocupações do próximo Executivo. A sondagem realizada pela Intercampus para TVI, Público e TSF foi recolhida através de entrevista direta e pessoal, com base num questionário e utilizando a técnica de simulação de voto em urna. A amostra é constituída por 1.014 entrevistas e o trabalho de campo foi levado a cabo entre 26 de junho e 4 de julho de 2015.

Página 106


A107

ID: 60188947

09-07-2015

Tiragem: 6000

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 9,15 x 3,61 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

PAN quer acabar com portagens na A23 e A25 O partido PAN- Pessoas- Animais- Natureza da Guarda recolheu em cerca de três semanas mais de três mil assinaturas válidas no âmbito da petição “Em defesa das populações da Guarda”, que tem como objectivo debater o fim das portagens na A23 e A25 na Assembleia da República. O objectivo é atingir quatro mil assinaturas. Esta sextafeira, 10, nova recolha decorre.

Página 107


A108

OXI às soluções do costume. NAI a um novo paradigma.

Tipo Meio:

Internet

Meio:

OJE Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://oje.pt/oxi-as-solucoes-do-costume-nai-a-um-novo-paradigma/

Estamos a viver momentos decisivos para um dos caminhos possíveis, o aprofundamento ou a desagregação, da União Europeia (UE). Considerando as negociações entre as instituições europeias e o governo grego, o valor que separava as partes era diminuto para que o impasse fosse um problema financeiro. É sobretudo uma questão política. A abertura a políticas alternativas às medidas propostas pelos credores seria um sinal contraditório e que tornaria injustificável a narrativa do caminho único sendo incómodo para certos governos europeus. O agravamento da relação entre a vontade democrática dos povos europeus e o poder das instituições europeias é preocupante. A construção da UE incidiu essencialmente sobre o pilar económico. Olhamos para as abstenções nas eleições europeias e concluímos o falhanço da integração substancial da cidadania europeia. Por isso é muito relevante o que aconteceu no Domingo passado. Há que reconhecer a coragem do povo grego que depois de anos gravíssima austeridade, de uma semana de restrições de acesso ao dinheiro, e sofrendo uma pressão enorme por parte de responsáveis europeus, expressou um "Não" inequívoco. Foi um momento histórico! Parece que o processo da negociação foi reaberto e aguarda-se, com esperança, um bom entendimento. Os resultados das políticas de austeridade na Europa estão a ameaçar o frágil equilíbrio de paz social. A história europeia contém episódios que nos ensinam que a destruição das economias tem graves consequências políticas, gerando tensões internas e externas. Como tal, o problema das dívidas públicas excessivas da zona euro deve ser visto em conjunto e a solução deverá ser principalmente política, porque dadas as condições actuais, as dividas são impagáveis. Não podemos desassociar este problema da crise de 2008, dos inúmeros processos de salvamento de instituições financeiras, nem do papel dos especuladores sobre as dívidas dos países (aliás é um dos riscos que Portugal enfrenta). O sistema financeiro sofreu ajustes mas não foi reformado. Assistimos a mecanismos, quase automáticos, de transferência de dívida privada para dívida pública. A reflexão que cumpre fazer-se não fica por aqui. Recordemos a história económica, com diversos episódios de modelos económicos falhados, de crises financeiras, de bancarrotas e respectivas consequências políticas e sociais. A dependência das políticas de desenvolvimento do modelo económico faz com que choques na economia pressionem a estabilidade das sociedades, vivendo estas ainda na ilusão do crescimento ilimitado. Os indicadores de crescimento, como o PIB, são insuficientes para avaliar o desenvolvimento pois não incorporam factores como o impacto ambiental, a desigualdade, o bem-estar social, o comércio justo. A governação dos povos pode e deve ser avaliada por critérios além dos económicos e as análises dos indicadores devem merecer outra profundidade. Existem indicadores como o Indicador do Progresso Genuíno (IPG) e o Indicador de Felicidade Interna Bruta (FIB) que trazem mais informação sobre adequação das políticas. Incorporam informação não financeira, por exemplo, o IPG avalia o bem-estar associado ao consumo, incorpora coeficientes que medem a desigualdade de rendimento ajustando o valor das despesas de consumo pessoal. É ainda enriquecido com informação sobre benefícios não monetários e com informação sobre despesas que prejudicam o bem-estar. O FIB é um indicador que contém diversas dimensões como o bem-estar psicológico, a saúde, a utilização do tempo, a vitalidade comunitária, a educação, a cultura, o meio ambiente, a governação, o padrão de vida. O aparecimento e desenvolvimento destes e outros indicadores são o corolário de que existem outras ideias, outras alternativas aos modelos de desenvolvimento actuais. Além de resultarem de uma maior consciência e de análise objectiva da realidade, são mensuráveis. E desejáveis. André Silva Porta-Voz do PAN (Pessoas-Animais-Natureza)

Página 108


9 Julho, 2015 10:21

Pรกgina 109


A110

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Porto Canal Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://portocanal.sapo.pt/noticia/64013/

Lisboa, 9 de jul (Lusa) - O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Este partido lança hoje, em Lisboa, a sua candidatura às eleições e revela que o objetivo é expandir "o ideário do PAN a mais cidadãs e cidadãos" e a possibilidade de representação de um partido na Assembleia da Republica "único na defesa dos direitos das pessoas, dos animais (...) e do planeta". O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objetivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)". "Esperamos crescer em todos os círculos aos quais somos candidatos a nível nacional e internacional e pretendemos a eleição de dois deputados", afirmou André Silva. Hoje serão apresentados os cabeças de lista do partido pelo Porto, a psicóloga Bebiana Cunha, e o cabeça de lista por Lisboa, o engenheiro André Silva. O PAN é um partido político em atividade desde janeiro de 2011, tendo obtido um total de 57.995 de votos (1,04%) nas eleições legislativas desse mesmo ano, insuficientes para eleger qualquer representante para a Assembleia da República. JFZC/SMA // SMA Lusa/fim 09-07-2015 16:43 |Fonte: Agência Lusa

Página 110


A111

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=5bbdb858

Por Lusa 09/07/2015 - 18:13 Para o partido Pessoas-Animais-Natureza, o desenvolvimento do país não passa pelo PIB, Produto Interno Bruto, mas sim por outros indicadores como o FIB, Felicidade Interna Bruta. PAN em Lisboa,durante a campanha para as autárquicas de 2013 Daniel Rocha O PAN, partido Pessoas-Animais-Natureza, pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto], mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Este partido lança nesta quinta-feira, em Lisboa, a sua candidatura às eleições e revela que o objectivo é expandir "o ideário do PAN a mais cidadãs e cidadãos" e a possibilidade de representação de um partido na Assembleia da Republica "único na defesa dos direitos das pessoas, dos animais (.) e do planeta". O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objectivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)". "Esperamos crescer em todos os círculos aos quais somos candidatos a nível nacional e internacional e pretendemos a eleição de dois deputados", afirmou André Silva. Nesta quinta-feira serão apresentados os cabeças de lista do partido pelo Porto, a psicóloga Bebiana Cunha, e o cabeça de lista por Lisboa, o engenheiro André Silva. O PAN é um partido político em actividade desde Janeiro de 2011, tendo obtido um total de 57.995 de votos (1,04%) nas eleições legislativas desse mesmo ano, insuficientes para eleger qualquer representante para a AR. 09/07/2015 - 18:13 Lusa

Página 111


A112

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

RTP Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=637e1acf

O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição". Este partido lança hoje, em Lisboa, a sua candidatura às eleições e revela que o objetivo é expandir "o ideário do PAN a mais cidadãs e cidadãos" e a possibilidade de representação de um partido na Assembleia da Republica "único na defesa dos direitos das pessoas, dos animais (...) e do planeta". O PAN diz que vai concorrer aos 22 círculos eleitorais e tem por objetivo, a curto prazo, "o continuar do crescimento do movimento que passa pela representação na AR (Assembleia da República)". "Esperamos crescer em todos os círculos aos quais somos candidatos a nível nacional e internacional e pretendemos a eleição de dois deputados", afirmou André Silva. Hoje serão apresentados os cabeças de lista do partido pelo Porto, a psicóloga Bebiana Cunha, e o cabeça de lista por Lisboa, o engenheiro André Silva. O PAN é um partido político em atividade desde janeiro de 2011, tendo obtido um total de 57.995 de votos (1,04%) nas eleições legislativas desse mesmo ano, insuficientes para eleger qualquer representante para a Assembleia da República. 09 Jul, 2015, 17:14|

Página 112


A113

PAN quer eleger dois deputados nas próximas legislativas

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Visão Online

Data Publicação:

09-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c987e412

Quinta feira, 9 de Julho de 2015 | Lisboa, 9 de jul (Lusa) - O PAN (partido Pessoas-Animais-Natureza) pretende eleger dois deputados nas próximas eleições legislativas e defende no seu programa a existência de outros indicadores para o desenvolvimento em Portugal, como a Felicidade Interna Bruta. "[Queremos] Clarificar que o desenvolvimento de Portugal não passa pela expansão e crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] mas sim por outros indicadores mais compostos como o FIB - Felicidade Interna Bruta - e o Indicador do Progresso Genuíno que têm em conta mais variáveis que a exploração de recursos finitos" defende o porta-voz do PAN, André Silva, que hoje apresenta a candidatura do partido às legislativas, em declarações à agência Lusa. Entre as propostas do partido para as próximas eleições estão o fim de canis de abate, a aposta na redução de combustíveis fosseis, a transição energética para energias limpas e renováveis e ainda a criação de um "novo sistema político, social e económico" que passa por reduzir o "número de horas de trabalho para 30" e por "implementar o IVA da distância" sobre produtos "tendo em conta o seu gasto desde a origem à sua distribuição".

Página 113


A114

PAN. São abatidos 100 mil animais por ano

Tipo Meio:

Internet

Meio:

i Online

Data Publicação:

08-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=e3d494bf

PAN. São abatidos 100 mil animais por ano Jornal i 08/07/2015 22:28:25 Facebook Twitter É uma média diária de cerca de 300 cães e gatos. Todos os anos 100 mil cães e gatos recolhidos pelos organismos públicos, segundo estimativas do Partido dos Animais e da Natureza (PAN), são abatidos. "Esta conta é feita por baixo", esclarece Pedro Fonseca, que coordena o Grupo de Trabalho e Acção para o Fim dos Canis de Abate, do PAN, baseando-se num requerimento sobre o tema feito pelo CDS às câmaras municipais, em 2011, conta o jornal Sol. "Há canis que têm taxas de abate de mais de 90%", alerta Pedro Fonseca que luta pelo fim "desta crueldade em Portugal". Leia mais no jornal Sol.

Página 114


A115

100 mil animais abatidos por ano

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sol Online

Data Publicação:

08-07-2015

URL:http://www.sol.pt/noticia/401410

Ao fim de oito dias num canil, qualquer animal de companhia pode ser abatido. É precisamente o que acontece todos os anos a cerca de 100 mil cães e gatos recolhidos pelos organismos públicos, segundo estimativas do Partido dos Animais e da Natureza (PAN). "Esta conta é feita por baixo", esclarece Pedro Fonseca, que coordena o Grupo de Trabalho e Acção para o Fim dos Canis de Abate, do PAN, baseando-se num requerimento sobre o tema feito pelo CDS às câmaras municipais, em 2011. Significa isto que serão abatidos diariamente cerca de 300 cães e gatos. "Há canis que têm taxas de abate de mais de 90%", alerta Pedro Fonseca que luta pelo fim "desta crueldade em Portugal". O tempo previsto para o canil abater os animais à sua guarda é precisamente uma das questões que o PAN quer ver alteradas na lei. Porque, nesse prazo, é difícil que o animal tenha hipóteses de ser resgatado: "Até aos oito dias, um cão não pode ser adoptado, uma vez que é o período em que o dono pode reclamá-lo. Após esse período, um animal sem qualquer problema de saúde pode ser abatido", lamenta. O problema ganha ainda maior dimensão no Verão, em que aumentam os abandonos. Também no fim da época de caça é habitual que cresça o número de cães que são abandonados pelos donos e chegam aos canis, muitas vezes já sobrelotados: "Por vezes, têm cortes na pele, porque os donos retiraram-lhes o chip", conta Pedro Fonseca. Para o PAN, o problema só pode ser resolvido com um conjunto de soluções. Por um lado, reduzindo o excesso de cães e gatos através da esterilização de todos os animais à guarda do Estado e promovendo a sua adopção. E, por outro lado, transformando os canis em espaços seguros onde possam ser mantidos e tratados, assegurando que os membros das uniões zoófilas ali possam aceder e dar apoio. "É mão-de-obra voluntária e altamente motivada", sublinha o responsável. Pedro Fonseca diz que a fiscalização do registo dos animais, também é fundamental para reduzir o número de animais abatidos, já que permite a identificação dos donos em caso de abandono. Parlamento discute medidas A aplicação deste conjunto de medidas, defende o PAN, teria além disso outra importante vantagem: os estudos revelam que, a médio e longo prazo, a esterilização e a promoção da adopção dos animais ficam mais baratas do que o abate, que implica custos de transporte e de incineração dos cadáveres. O tema passou a integrar a agenda mediática no início do ano, através da Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) do PAN, que conseguiu reunir 43 mil assinaturas reconhecidas em apenas dois meses e meio. A pressão da sociedade, como admitem os deputados, levou novamente o assunto à Assembleia da República (AR). Na semana passada, e quando a legislatura está na recta final (termina dia 23), foi discutido o projecto de lei do PCP para um novo regime jurídico da modernização de Centros de Recolha Oficial de Animais e dos serviços municipais de veterinária, que prevê a proibição do abate nos canis e medidas de controlo da população de animais errantes. "É uma questão de mudança de paradigma: do abate para a esterilização", sintetiza o deputado socialista Pedro Delgado Alves. As propostas dos comunistas e também do BE, que apontam no mesmo sentido, reuniram o consenso de todos os partidos na questão fundamental - o fim dos canis de abate -, mas não foram votadas como estava previsto. Por unanimidade, os partidos decidiram que os projectos baixassem à Comissão da Agricultura e do Mar, para serem trabalhados tecnicamente. O objectivo, explica Cristóvão Norte, do PSD, é "encontrar soluções exequíveis" para o problema, de "indiscutível interesse público". Uma das questões "nevrálgicas" a resolver é o tempo que a nova legislação dará às autarquias para se adaptarem: "Não pode ser feito de um dia para o outro, é necessário haver condições". Mas não só: outra questão é o financiamento do Estado às autarquias para que possam investir em infra-estruturas e meios

Página 115


humanos. "Também será necessário robustecer as competências da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV)", sublinha o deputado do PSD, que não arrisca prazos para a aprovação da nova lei: "É necessário ter em conta os vários intervenientes a ouvir, como as associações de municípios, a Ordem dos Médicos Veterinários e as associações de defesa de animais. Se for possível fazê-lo em tão pouco tempo e criar uma lei séria e sustentada, óptimo. Mas não podemos legislar por legislar". Para o PCP, esta é uma questão de vontade. "O Governo pode pedir pareceres aos intervenientes", explica um dos autores do projecto de lei, Miguel Tiago, adiantando que o seu partido está disponível para abdicar de uma das suas reivindicações que não reúne o apoio da maioria: a gratuitidade da vacinação e da esterilização para todos. No que se refere ao tempo dado aos municípios, o PCP também tem uma proposta: "A proibição do abate pode acontecer município a município, à medida que modernizem os seus canis". Proibir abate é 'medida solta' Num ponto, ninguém tem dúvidas: o abate não funciona como política de controlo das populações de animais. Mas esta questão, avisa a bastonária dos Veterinários, Laurentina Pedroso, tem de ir "além das guerras partidárias", pois "a simples proibição do abate é uma medida solta". "Há questões de fundo a resolver antes, como a existência de infraestruturas para albergar os animais e a dotação financeira às autarquias para que executem a lei. São necessários mais recursos humanos, condições físicas e políticas que promovam a adopção, e meios técnicos para vacinar e esterilizar os animais", sublinha a bastonária. 'Metade dos canis estão ilegais' São 124 os municípios que possuem centros de recolha autorizados pela Direcção-Geral da Alimentação e Veterinária, avança fonte oficial deste organismo. Mas "como podemos proibir as câmaras de abater os animais, se 50% dos canis não estão sequer licenciados?" - questiona a bastonária da Ordem dos Médicos Veterinários, Laurentina Pedroso. "Ninguém pode estar contra uma medida que proíba o abate de animais errantes, mas é necessário que a lei tenha consequência", salienta a responsável. E dá como exemplo o caso da Madeira, onde a Assembleia Legislativa Regional proibiu, na semana passada, o abate de animais de companhia: "Nem sequer têm um veterinário municipal. Como poderão fazer esterilizações e vacinações?". sonia.balasteiro@sol.pt

Página 116


A117

Câmaras e lojas que privilegiam a adopção

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sol Online

Data Publicação:

08-07-2015

URL:http://www.sol.pt/noticia/401409

Nem todas as autarquias mantêm os seus canis como locais onde cães e gatos errantes entram para morrer. Nos últimos anos - e acompanhando a tendência de maior consciencialização da sociedade e do poder político, que passou pela criminalização dos maus-tratos a animais -, várias autarquias do país melhoraram as suas instalações e têm hoje os designados Centros de Recolha de Animais Errantes, seguindo um conceito de parques de bem-estar animal. "São bons exemplos, sobretudo de municípios que têm meios para alterar as suas políticas relativas aos animais", comenta Pedro Fonseca, do Partido dos Animais e da Natureza (PAN). Um dos bons exemplos é a capital: o Canil/gatil municipal, em Monsanto, que era até há pouco tempo conhecido pelas más condições (tendo mesmo sido alvo de um processo em tribunal), deu lugar à Casa dos Animais de Lisboa. A mudança começa nas instalações, mas vai muito além. Desde 2014, a eutanásia passou a ser praticada apenas se for a medida médica mais recomendada. Os números mostram esta realidade: se entre Janeiro e Maio de 2013 foram abatidos 102 cães e 148 gatos, no mesmo período de 2014 foram eutanasiados 13 cães e seis gatos. Por outro lado, além do melhoramento visível das instalações e da abertura do espaço à comunidade, a política da Casa dos Animais passa agora por lhes encontrar novas casas. E, segundo dados divulgados pela Câmara de Lisboa, todos os dias são adoptados dois animais, em média. Perto da capital, em Oeiras, as políticas relativas aos animais também espelham uma visão de promoção do seu bem-estar. Além de ter melhorado as instalações do Centro de Recolha, a Câmara criou o Centro de Apoio ao Animal, no jardim da vila. Aqui são esterilizados gatos errantes (sendo depois devolvidos à rua), prestam-se cuidados médicos e é dada assistência alimentar e médica aos animais cujos donos não têm recursos financeiros. Outros bons exemplos são Sintra, Cascais, Cartaxo e Castelo Branco, em cujo parque de bem-estar os animais andam à solta e onde também se mantém uma política de promoção da adopção. Outro bom exemplo apontado por Pedro Fonseca é Coimbra: "Só com a divulgação no Facebook, triplicaram o número de cães adoptados", congratula-se o responsável do PAN. Lojas que ajudam Mas não são só as câmaras que têm políticas activas para dar destino a estes animais. Além das associações de defesa dos animais e dos abrigos que existem um pouco por todo o país, também várias lojas passaram a ajudar as associações na tarefa da adopção. É o caso da Loja do Crocodilo, no centro de Lisboa, que tem um protocolo com uma união zoófila e, sempre que tem conhecimento de alguém que prefere adoptar um cão ou um gato ao invés de comprar cães de raça, encaminha para a associação. Outras cadeias de produtos e serviços para animais de companhia que estabeleceram protocolos de promoção de adopção com associações de defesa dos animais são a Quatro Patas - presente em Lisboa, Cascais, Sintra, Seixal e Covilhã, sobretudo em centros comerciais - que tem uma parceira com a Animalife, publicando na sua página fotos de cães que estão na associação à espera de novos donos. Também a Ornimundo, loja para animais de estimação presente em espaços comerciais de dez cidades (como Braga, Porto, Lisboa, Aveiro, Montijo, Leiria e Portimão, por exemplo) disponiliza um espaço no seu site para os animais que procuram donos. Neste caso, o site funciona como os classificados: basta inserir um anúncio para divulgar que há um animal à procura de um melhor amigo.

Página 117


A118

Assembleia Municipal de Oeiras lamenta excessos na reunião de discussão do PDM :: Jornal da Região

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal da Região Online

Data Publicação:

06-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=8628a3e1

Os deputados dos partidos representados na Assembleia Municipal de Oeiras lamentaram hoje os "excessos" registados na última reunião, na qual foi discutido e aprovado o Plano Diretor Municipal (PDM) local, marcada pela contestação dos munícipes. O período antes das ordem do dia da assembleia municipal de Oeiras de hoje foi centrado, na sua maioria, na análise à última reunião, do dia 29 de junho, que contou com a presença de cerca de meia centena de munícipes que se exaltaram na sua contestação ao PDM, que viria a ser aprovado. Deputados do PSD e CDU lamentaram o comportamento de alguns munícipes, bem como o movimento independente Isaltino Oeiras Mais À Frente (IOMAF) que considerou ter havido "situações deploráveis", em que "faltou bom senso e sensatez", e acusou ainda a líder de bancada do CDS-PP, Isabel Sande e Castro, de se ter "destacado pela negativa". Às acusações, a deputada democrata-cristã esclareceu que "as pessoas confundem" a sua posição com a do público, "embora se assemelhe em muitos argumentos", e reconheceu alguma "emoção" nas suas intervenções da passada reunião. Isabel Sande e Castro concordou com "alguns excessos", mas sublinhou que houve um "incumprimento legal por não ter havido discussão pública do PDM" e que o documento foi aprovado "tumultuosamente". "Faço tensões de questionar o Ministério Público sobre se esta decisão valerá, nas circunstâncias em que o PDM foi aprovado", comunicou. O deputado do PS Reis Marques lamentou ainda o "comportamento deplorável" do presidente da Câmara de Oeiras, Paulo Vistas, por ter "filmado" a última reunião. "Ninguém veio explicar o comportamento do presidente que teve uma postura política que não é correta", afirmou. Na reunião de assembleia municipal do passado dia 29 de junho, apupos e palavras de ordem marcaram a discussão do PDM, culminando com um "ataque" de indignação dirigido a Paulo Vistas que começou a registar a contestação do público pelo telemóvel. O autarca esclareceu, posteriormente, que apenas fez o gesto de levantar o telemóvel como se estivesse a filmar, mas assegurou que nada registou. O vicepresidente da Câmara de Oeiras, Carlos Morgado, associou-se à posição dos deputados municipais que lamentaram os "incidentes" da passada reunião. "Não me revejo na forma como algumas pessoas aqui se comportaram. Há muitas pessoas a falar em relação aos comportamentos e forma de estar na política, mas depois esquecem-se que isso pode ter um reverso, pode aplicar-se a eles em determinadas alturas", afirmou. Carlos Morgado considerou ainda que nada justifica "atitudes agressivas". "Houve pessoas que ameaçaram os deputados com a morte dos seus filhos. Isto é inadmissível e não pode voltar a acontecer", frisou. O PDM de Oeiras foi aprovado com os votos favoráveis do IOMAF e PSD, abstenção do PS e dos votos contra da CDU, BE, PAN e CDS-PP.

Página 118


A119

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Auri Negra Online

Data Publicação:

03-07-2015

URL:http://www.imprensaregional.com.pt/aurinegra/pagina/seccao/44/noticia/1347

A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança. A informação foi divulgada por esta força de segurança à Lusa, citada pelo Jornal de Notícias. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos actuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". Também outras organizações já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos, de Coimbra. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo, que dura cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual "está bem". O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. 03/07/2015, 17:14

Página 119


A120

Tradição polémica. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Página 1 Online

Data Publicação:

03-07-2015

URL:http://pagina1.sapo.pt/detalhe.aspx?fid=388&did=192330&number=13351

02-07-2015 12:45 Processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição em São João. A população local garante que nunca morreu nenhum animal. A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, Vila Flor, no distrito de Bragança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato", que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos actuaram como autores ou cúmplices das várias contra-ordenações cometidas, bem como do crime de "maus-tratos a animais". Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Ritual denunciado nas redes socais O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. A gravação com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual.

Página 120


O crime de maus-tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afectação grave e permanente da sua capacidade de locomoção.

Página 121


Público Porto A122

ID: 59996136

03-07-2015

Tiragem: 33425

Pág: 20

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,75 x 31,00 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Prossegue investigação à “Queima do Gato” Direitos dos animais Autoridades têm 30 dias para concluir diligências e já têm lista das pessoas que estiveram presentes no recinto A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da “Queima do Gato”, nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou ontem à agência Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal apurar se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação Animal, que divulgou ter formalizado, na quartafeira, uma queixa a pedir “que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos actuaram como autores ou cúmplices das várias contra-ordenações cometidas, bem como do crime de maus tratos a animais”. “Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações”, defendeu Rita Silva, presidente da Animal. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo de alguém que esteve na festa e que publicou na Internet, que “mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste”. O poste é coberto de palha a que é ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. Lusa

Página 122


A123

ID: 59996050

03-07-2015

Tiragem: 48285

Pág: 16

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 23,30 x 28,60 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 4

Página 123


ID: 59996050

03-07-2015

Tiragem: 48285

Pág: 17

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 23,30 x 28,60 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 4

Página 124


ID: 59996050

03-07-2015

Tiragem: 48285

Pág: 56

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 18,52 x 7,89 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 4

Página 125


ID: 59996050

03-07-2015

Tiragem: 48285

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 4,90 x 5,34 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 4 de 4

Página 126


A127

ID: 60001974

03-07-2015

|

Tiragem: 7000

Pág: 29

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,83 x 32,50 cm²

|

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

opinião

Miguel Santos

Militante do PAN Madeira

Projecto ‘ecosteiro biocêntrico’: Um ecosteiro é um local aberto de vida, de aprendizagem, de prática e de partilha de valores ecológicos avançados, e do conhecimento e da sabedoria que deles advêm. Um ecosteiro pode estar situado no campo ou na cidade. Pode efectivar-se como acampamento semi-permanente numa clareira natural de uma floresta, como pequena cabana junto a uma ribeira, como uma casa numa cidade movimentada, ou como uma quinta de vários edifícios, ou como um conjunto de apartamentos. Pode ser ocupado por uma só pessoa, ou por uma família, um grupo, ou uma comunidade inteira. Qualquer que seja o seu tamanho ou localização, um ecosteiro será sempre um local aberto a todos os seres onde a vida é sagrada; onde ela, e os seus seres, será respeitada e honrada. O ideal do ecosteiro deriva parte da sua inspiração das tradições monásticas, quer do Ocidente, quer do Oriente. Tal como alguns mosteiros europeus providenciaram santuários de vivências pacíficas, sãs e culturalmente sofisticadas, que guardaram as sementes da Cultura, do Espírito e do Futuro, face à barbárie da Idade Média, os ecosteiros serão santuários de paz biocêntrica, da sua ética e valores, face à barbárie da cultura materialista neo-liberal, predadora do ambiente e do espírito humano. O conceito contemporâneo de ecosteiro, embora inspirando-se nestes exemplos históricos, inspira-se também nas hodiernas filosofias e éticas ambientais. Os que participarem na criação e manutenção de tais espaços contribuirão, assim, para construir uma síntese experiencial omnitemporal, capaz de dar um sentido profundo à História humana, e de contribuir para a cura multidimensional da Terra e do ser humano. Quer seja no ambiente urbano, ou no rural, os ecosteiros

oferecerão aos habitantes do campo, ou da cidade, o acesso experiencial a conhecimentos e estilos de vida eticamente avançados, responsáveis e criativos, de pouco impacto sobre a natureza. Os ecosteiros serão centros não sectários e não partidários de uma espiritualidade laica, ecológica e cosmopolita. Potenciarão todos os caminhos coerentes de conhecimento ético e respeito pela vida e pela Terra, quer sejam científicos, espirituais, estéticos e técnicos. Filosofia, Arte, artesanato, tecnologia apropriada, bioarquitectura, tais serão algumas disciplinas chave neles partilhadas, praticadas e ensinadas. Os ecosteiros, urbanos ou rurais, providenciarão acesso ao que de mais avançado se faz e se pensa nos campos da tecnologia ecosófica, da bioconstrução, da filosofia ambiental e das artes estéticas. Mas, também, providenciarão meios e plataformas para valorizar e aprofundar os conhecimentos locais tradicionais em termos de artesanato, práticas agrícolas e espiritualidade. Cada ecosteiro partilhará com outros ecosteiros, e com as comunidades envolventes os seus conhecimentos, através de visitas abertas, newsletters, convívios, palestras e cerimónias. Os ecosteiros urbanos serão de vital importância (pois é na cidade que vive já a maiorias da população do planeta); poderão ser estabelecidos em baldios, prédios já existentes, e em ‘brownfields’ (fábricas e espaços industriais abandonados e degradados). No caso de edifícios já existentes, estes serão ‘sobreciclados’, isto é, renovados e restaurados para ilustrar, além dos melhores e mais avançados eco-métodos de conservação de energia, gestão de resíduos, novos métodos tecnosóficos de singularização estética e de agricultura urbana imbuída no próprio edifício (agrotectura). n

Página 127


A128

ID: 60001611

03-07-2015

PS-M quer “ponto de viragem”

Tiragem: 7000

Pág: 4

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 16,65 x 32,50 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 4

Congresso do último fim-de-semana aclamou novo presidente regional do partido. O Congresso Regional do PS-M serviu para confirmar Carlos Pereira como novo presidente do PS-M e estabelecer os objetivos que vão nortear o partido ao longo dos próximos anos. Naquele que foi um “reencontro do PS-M com a sua história”, o líder socialista regional apontou baterias ao PSD-M de Albuquerque e prometeu mudanças na forma de fazer política. O primeiro desafio é já em Outubro, nas eleições legislativas nacionais.

Página 128


ID: 60001611

Ricardo Jorge soares rsoares@tribunadamadeira.pt

C

arlos Pereira foi confirmado como novo presidente do PS-M no XVII Congresso Regional do partido, realizado no último fim-de-semana, no Madeira Tecnopolo. O novo líder socialista quis que o encontro fosse um “ponto de viragem” no caminho que tem sido seguido, garantindo que a sua liderança não vai ser de “ficção” ou estar submetida a pressões internas ou externas. O congresso socialista representou também um “reencontro do PS-M com a sua história”, segundo Bernardo Trindade, o presidente da Mesa do Congresso. Mas se a nova equipa dirigente chamou militantes que já se tinham afastado do partido, o que agradou, palavras do novo presidente socialista também levantaram algumas inquietações. No discurso de encerramento, Carlos Pereira fez declarações que acabaram por ser interpretadas como críticas à coligação que governa no Funchal, quando abordou a intenção de não promover futuras coligações autárquicas envolvendo o seu partido. Jaime Leandro, o secretário-geral do PS-M, acabou por prestar esclarecimentos, assinalando que a intenção do partido é não voltar a

03-07-2015

“abdicar do seu espaço político, como fez nas últimas eleições autárquicas relativamente aos municípios de Santa Cruz e de São Vicente”. Ou seja: o PS-M não voltara a abrir “espaço” a outras forças partidárias. “Não se pode inferir que não serão consideradas outras coligações, sempre que este-

Tiragem: 7000

Pág: 5

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 25,00 x 32,50 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 2 de 4

jam em causa os legítimos interesses das populações e os do Partido Socialista”, apontou Leandro, garantindo que as declarações de Carlos Pereira não tiveram como destinatário o município do Funchal. “A estrutura concelhia do PS-M e os seus autarcas, do Funchal, conhecem o pensamento do presidente do

PS-M sobre esta matéria, a qual não foi alterada.”

Líder pode ser candidato a São Bento

O PSD-M, liderado por Miguel Albuquerque, não esteve fora do Congresso Regional do PS-M. À margem do encontro, em declarações à Lusa, Carlos Perei-

ra disse que a Região Autónoma da Madeira vive hoje “um jardinismo light”, considerando que o atual PSD-M é “mais letal” que o liderado por Alberto João Jardim. “Este PSD é mais letal porque é um partido mais evoluído do ponto de vista daquilo que é a realidade social, compreende bem o que as pessoas querem e é capaz de criar a propaganda certa para satisfazer esse eleitorado”, avisou o presidente do PS-M. Carlos Pereira também alertou para uma “situação um bocadinho insólita” na Madeira, o facto do partido governamental, o PSD-M, se encontrar “praticamente aliado com o maior partido da oposição [CDS]”. Uma “aliança tácita” que, segundo o líder socialista, contribui para um “défice democrático” na Região. “Temos uma situação peculiar na Madeira, que é termos quase dois partidos de Governo”, afirmou, lamentando que os madeirenses não tenham alternativas políticas para além das que estão a ser seguidas no plano nacional. “O PSD meteu o CDS no bolso.” É para alterar o cenário que a estratégia do nono líder do PS-M passa por credibilizar o partido, colocando-o aos olhos do eleitorado como uma alternativa de Governo. “Este congresso tem de ser um ponto de não retorno, pois não podemos que-

Página 129


ID: 60001611

Tiragem: 7000

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 15,34 x 27,04 cm²

03-07-2015 Âmbito: Regional Corte: 3 de 4 rer fazer a mesma coisa, da sequência de uma queda em PS/M apenas ficou repremesma maneira, e espe- casa e, desde então, encon- sentado por cinco deputados rar que os resultados sejam tra-se em “coma irreversível”. (Victor Freitas, Carlos Pereioutros”, disse Carlos Pereira Outra das razões foi a faleci- ra, Sofia Canha, Avelino Conao PÚBLICO. mento do antigo presidente ceição e Jaime Leandro), uma Os efeitos da mudança na do partido, Ferraz de Abreu. vez que o sexto lugar foi para liderança socialista regional A alteração de planos foi con- José Manuel Coelho, do PTP. vai ser testada já em Outu- siderada “natural” por Carlos Os socialistas mantiverambro, nas eleições legislativas Pereira, porque demonstra se assim como terceira força nacionais. É a próxima bata- o “valor que as pessoas” têm política na Assembleia Legislha eleitoral em que o PS-M para o PS. lativa Regional, atrás do CDS estará envolvido. O partiCarlos César responsabi- e com o mesmo número de do tem um único deputado lizou abstencionistas se nas deputados do JPP. na Assembleia da República. próximas eleições legislativas Carlos Pereira, 43 anos, Carlos Pereira não colocou de nacionais não for concretiza- é economista de formação e lado a hipótese de ser ele pró- da uma mudança política e de está no PS desde 2005, parprio o cabeça-de-lista. Governo em Portugal. tido através do qual come“Se temos maus políticos é çou por ser candidato à preCosta é o “timoneiro” que o porque os portugueses que- sidência da Câmara Municipaís precisa rem, se temos más políti- pal do Funchal (CMF), eleiAs eleições legislativas cas é porque os portugueses ções que perdeu para Miguel nacionais tiveram destaque querem e refiro-me, sobre- Albuquerque, ficando como na moção apresentada aos tudo, aos portugueses que vereador da autarquia entre militantes por Carlos Perei- não exercem o seu direito de 2005 e 2009. ra, durante o congresso do voto”, disse Carlos César no O novo presidente do PS-M passado fim-de-semana. O encerramento do Congresso é há vários anos líder da banpresidente do PS-M consi- Regional, lançando um desa- cada parlamentar socialisderou fundamental a eleição fio. “[Os abstencionistas têm] ta no Parlamento madeirende um governo socialista na o desafio de assumirem as se, mas também fez carreiRepública, para que a Madei- suas responsabilidades de ra como consultor e adminisra possa ter um “interlocu- cidadãos se, amanhã, o país trador de empresas. Pereitor” em Lisboa que contribua ainda ficar pior do que está ra é também o autor do livro para a resolução dos proble- porque continua o Governo «A Herança: Saiba como o mas da Região. Nesse senti- que tem piorado sucessiva- Governo da Madeira escondo, destacou a revisão do Pla- mente o país.” deu a dívida”, recentemenno de Ajustamento Económite publicado, uma obra que co e Financeiro [PAEF]. Renovação depois de mau procura explicar o endividaMesmo assim, não obstan- resultado eleitoral mento da Região ao longo dos te a solidariedade institucioRecorde-se que Carlos últimos anos. nal ao PS nacional, o novo Pereira foi eleito presidente Carlos Pereira já admitiu presidente do PS-M realçou do PS-M a 29 de Maio, alcan- que algumas coisas “correno documento submetido à çando cerca de 70 por cen- ram mal” na vida do partiaprovação dos congressistas to dos votos numas internas do, mas não vê necessidaque os socialistas madeiren- que tinham um universo elei- de em cavar “responsabilises defenderão “sempre e em toral de mil militantes. Foi dades do passado”, até porprimeiro lugar a Madeira”. o único candidato à substi- que a prioridade é “motivar A importância da eleição de tuição de Victor Freitas, que para o futuro”. O reposicioAntónio Costa para primei- se demitiu na sequência das namento” do PS-M no “novo ro-ministro de Portugal, nas últimas legislativas regio- ambiente político” que se próximas eleições legislativas nais, realizadas a 29 de Mar- vive na Madeira pressupõe nacionais, foi realçada por ço e que deram a vitória por a abertura de portas do parBernardo Trindade. O presi- maioria absoluta a Miguel tido à sociedade civil, busdente da Mesa do Congresso Albuquerque. car as pessoas com as quais a considerou que o secretárioO PS-M de Victor Frei- sociedade se revê, através de geral socialista é o “timoneiro tas encabeçou a coligação um Conselho Estratégico. que o país precisa”. «Mudança», apoiada pelo O líder socialista madeiAo contrário do inicialmen- PTP, MPT e PAN, conseguin- rense propôs-se ainda a criar te programado, o líder nacio- do reunir apenas 14.573 votos um Fórum Consultivo, formanal do partido não presidiu à (11,43%) e eleger seis dos 47 do pelo “património humano” sessão de encerramento do deputados que compõem a do PS-M, incluindo os miliXVII Congresso Regional do Assembleia Legislativa da tantes que se têm afastado. PS-M. O motivo foi o esta- Madeira (ALM). Foi o mesmo Outra das intenções é benefido de saúde de Maria Barro- resultado que o alcançado a ciar da influência autárquica so (mulher do ex-Presidente 09 de Outubro de 2011, quan- que o partido possui ao dirida República, Mário Soares), do o PS-M concorreu com lis- gir quatro câmaras na Região que foi internada no Hos- tas próprias. (Funchal, Porto Santo, Porto pital da Cruz Vermelha na Desta vez, na prática, o Moniz e Machico). n Página 130


ID: 60001611

03-07-2015

Tiragem: 7000

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 15,05 x 6,97 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 4 de 4

PS-M em “ponto de viragem” O Congresso Regional do PS-M serviu para estabelecer os objetivos que vão nortear o partido ao longo dos próximos anos. Naquele que foi um “reencontro do PS-M com a sua história”, apontou-se baterias ao PSD-M de Albuquerque. O primeiro desafio do novo líder é já em Outubro, nas eleições legislativas nacionais. | Págs. 4 a 6

Página 131


A132

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do Gato" - ZAP

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

AEIOU.pt Online - ZAP AEIOU.pt Online

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=68da0aa4

Sociedade Direitos dos Animais, Segurança, Vila Flor footloosiety / Flickr A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "Queima do Gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias à força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas juntase agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas, desorientado, em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que o animal do vídeo, oferecido por uma habitante local para o ritual, "está bem". O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. /Lusa Relacionados 2 Julho, 2015

Página 132


A133

GNR close in on Mourão cat burners

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Algarve Daily News.com Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.algarvedailynews.com/news/6059-gnr-close-in-on-mourao-cat-burners

Created: 02 July 2015 The local GNR already has a list of crowd members who witnessed the Mourão cat burning incident. The culprits will be found. The District of Bragança GNR Command said today that its officers are continuing in their efforts to identify from the list those responsible for the Saint John's day 'traditional' cat burning incident. The culprits will be interviewed with a view to prosecution using Portugal's new animal protection laws. Such was the outcry when the cat burning video clip hit social media worldwide, that the Public Ministry has given the GNR 30 days to complete its investigations with an eye to a high profile prosecution to show how Portugal is serious about animal welfare. Complaints following the incident were made last week by the animal rights organisation ANIMAL which is seeking the prosecution of those involved. Rita Silva, the President of ANIMAL said today that the excuse that the cat burning was 'a tradition dating back to Medieval times' was not a valid one, saying that "traditions have to evolve." Other animal welfare organisations have filed complaints including Partido Pessoas Animais Natureza and the Grupo Gatos Urbanos. The case was made public by the International Movement in Defence of Animals which highlighted the video that an anonymous individual had posted. The clip, lasting about five minutes, "shows a cat placed in a clay pot and suspended a few meters above the ground on a pole." The pole had been covered with straw and set light to until the string holding the pot, burns through, the pot then crashes to the ground and the cat starts running around in distress. The population of Mourão claimed the cat did not die but agreed that it was a little bit singed with many wondering what all the fuss was about. A petition is here: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT77607

Página 133


A134

PARTIDO "PAN" APOIA CAUSA DOS BOMBEIROS POR MELHORES CONDIÇÕES DE TRABALHO

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

AUREN - Por Ourém e Pelos Oureenses! Online

02-07-2015

URL:http://auren.blogs.sapo.pt/partido-pan-apoia-causa-dos-bombeiros-2429412

Protecção das populações, animais e florestas. PAN apoia bombeiros nacionais na luta por condições de trabalho mais dignasTratando-se de um movimento político orientado para a protecção das pessoas, dos animais e da nossa casa comum, o ambiente, o PAN - Pessoas-Animais-Natureza, não podia ficar indiferente à grave situação em que se encontram os bombeiros no nosso país e que pode levar a uma greve nacional que terá fortes impactos na segurança das populações, num período de férias e de elevadas temperaturas em que a actuação destes profissionais é imprescindível.Além dos motivos já invocados pelos participantes no Congresso Nacional dos Bombeiros Profissionais, o PAN realça o facto de estas entidades reunirem pessoas imbuídas de um forte espírito altruísta, colocando o seu próprio bem-estar em risco, muitas vezes de forma voluntária, na protecção das populações, animais e florestas do país, uma atitude que, na perspectiva do partido, o poder público deve saber reconhecer e incentivar."Os heróis incógnitos que compõem os Bombeiros nacionais devem merecer de toda a sociedade, especialmente do Estado, um apoio tácito ao exercício pleno das suas funções" afirma André Silva, porta-voz do PAN.Com efeito, o PAN reitera a necessidade de se zelar pelos interesses e direitos dos bombeiros, nomeadamente através do financiamento das Câmaras Municipais, o desbloqueamento da progressão na carreira e o preenchimento dos quadros em falta.O partido PAN manifesta o seu apoio integral a esta causa, considerando que o Ministério da Administração Interna não tem vindo a considerar o desempenho exemplar que os bombeiros têm revelado no cumprimento das suas missões, o que poderá condicionar seriamente os serviços que prestam em prol das populações, dos animais e do meio ambiente em Portugal.

Página 134


A135

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Açores 9 Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=62a03bc1

As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança.11h28 - 02 de Julho de 2015 |

Página 135


A136

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário de Notícias Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=4657762

A lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança permitirá agora identificar quem participou na "queima". As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. [Um excerto do vídeo continua disponível na internet. Alertamos que pode ferir suscetibilidades.] O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. por Dn.pt com Lusa

Página 136


A137

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na «Queima do Gato» em Mourão

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Diário Digital Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=780242

HOJE às 12:52 A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo

Página 137


oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é agravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. Diário Digital com Lusa AVISO: O VÍDEO PODE CHOCAR AS PESSOAS MAIS SENSÍVEIS

Página 138


A139

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Jornal de Notícias Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.jn.pt/PaginaInicial/Justica/Interior.aspx?content_id=4657797

A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual.

Página 139


O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. publicado a 2015-07-02 às 13:02

Página 140


A141

ID: 60002513

02-07-2015

Tiragem: 3500

Pág: 14

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,58 x 13,27 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

// Vila Flor

GNR abriu inquérito por causa do Gato de Mourão, que não morreu queimado Na sequência de várias denúncias enviadas quer para a GNR, quer para o tribunal de Vila Flor, no distrito de Bragança, foi aberto um processo crime contra incertos depois de ter sido divulgado um vídeo nas redes sociais sobre a tradição da queima do gato na aldeia de Mourão. Fonte da GNR de Bragança confirmou ao Mensageiro que já estiveram militares na aldeia a “recolher indícios” depois de o caso ter causado grande indignação na internet. A situação foi denunciada pelo Grupo Gatos Urbanos, que também anunciou que vai avançar com uma queixa-crime no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) para levar à justiça os responsáveis e cúmplices e para que esta bárbara

e vergonhosa prática não se repita mais”. O que é certo é que a divulgação do vídeo provocou uma onde de indignação, que levou, também, à criação de uma petição pública para “criar um movimento de denúncia e pôr termo à tradição” de Mourão da queima do gato, explicou Fátima Pimparel, advogada, natural de Mirandela. A petição já foi subscrita por milhares de pessoas nos últimos dias. Gracinda Peixoto, vereadora da autarquia, recusou qualquer responsabilidade no sucedido. Mas o partido Pessoas Animais Natureza informou, esta sexta-feira, que vai avançar com uma queixa-crime contra o município e tutora do animal da “queima do gato”. AGR

Página 141


A142

Notícias ao Minuto - GNR já tem lista de pessoas que estiveram na ´Queima do Gato´

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Notícias ao Minuto Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=c3c6bf93

A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção.

Página 142


A143

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Porto Canal Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://portocanal.sapo.pt/noticia/63377/

GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual.

Página 143


O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. 02-07-2015 13:00 |Porto Canal

Página 144


A145

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=f81c6676

Por Lusa 02/07/2015 - 15:24 Ministério Público deu trinta dias à GNR para identificar participantes nesta tradição que pode constituir crime. PÚBLICO/arquivo A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou esta quinta-feira à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste" e gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afectação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. 02/07/2015 - 15:24 Lusa

Página 145


A146

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do Gato" em Vila Flor

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=e8a3d6b6

Por Lusa 02/07/2015 - 12:47 Autoridades têm 30 dias para concluir diligências. Animal foi a última associação a apresentar queixa. A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "Queima do Gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou nesta quinta-feira à agência Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal apurar se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato", que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação Animal, que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos actuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de maus-tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da Animal. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo, com a duração de cerca de cinco minutos, "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha a que é ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo, oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. 02/07/2015 - 12:47 Lusa

Página 146


A147

Tradição polémica. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "Queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Renascença Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=192330

02-07-2015 12:45 Processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição em São João. A população local garante que nunca morreu nenhum animal. A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, Vila Flor, no distrito de Bragança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos actos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato", que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos actuaram como autores ou cúmplices das várias contra-ordenações cometidas, bem como do crime de "maus-tratos a animais". Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Ritual denunciado nas redes socais O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. A gravação com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual.

Página 147


O crime de maus-tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afectação grave e permanente da sua capacidade de locomoção.

Página 148


A149

GNR já tem lista de pessoas que estiveram na "queima do gato" em Vila Flor

Tipo Meio:

Internet

Meio:

SIC Notícias Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=d785abe2

12:40 02.07.2015 A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo

Página 149


oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. Lusa

Página 150


A151

Vila Flor. GNR já tem lista de pessoas que estiveram na ´queima do gato´

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Sol Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.sol.pt/noticia/400255

A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção. Lusa/SOL

Página 151


A152

GNR já sabe quem esteve na "queima do gato"

Tipo Meio:

Internet

Meio:

TVI 24 Online

Data Publicação:

02-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=b6f5bc6c

|

há 2 minutos

GNR já sabe quem esteve na "queima do gato" Recorde-se que o Ministério Público abriu uma investigação após ser divulgado um vídeo nas redes sociais Por: Redação / PP | há 2 minutos A GNR já tem uma lista de pessoas que estiveram no recinto da "queima do gato", nas festas de São João, em Mourão, Vila Flor, no distrito de Bragança, indicou hoje à Lusa aquela força de segurança. As Relações Públicas do Comando Distrital de Bragança da GNR adiantaram que prosseguem as diligências para identificar os participantes nos atos que podem constituir crime e que os resultados da investigação serão enviados para tribunal. O Ministério Público de Vila Flor delegou na GNR a investigação deste caso e deu 30 dias àquela força de segurança para concluir as diligências, cabendo depois ao tribunal concluir que se há matéria para acusação e levar a julgamento possíveis implicados, de acordo com as Relações Públicas da Guarda em Bragança. O processo judicial no Tribunal de Vila Flor foi desencadeado por várias denúncias contra esta alegada tradição popular de São João denominada "Queima do Gato" que envolve um animal vivo. Às participações já feitas junta-se agora também uma queixa da associação ANIMAL que divulgou ter formalizado, na quarta-feira, uma queixa a pedir "que seja apurada a responsabilidade concreta de todos quantos atuaram como autores ou cúmplices das várias contraordenações cometidas, bem como do crime de "maus tratos a animais". "Basta de impunidade e basta de vivermos na época medieval. É preciso evoluir e modernizar as tradições das populações", defendeu Rita Silva, presidente da ANIMAL. Outras organizações também já tinham apresentado queixa, nomeadamente o Partido Pessoas Animais Natureza (PAN) e o Grupo Gatos Urbanos. Imediatamente a seguir à noite em que ocorreram os factos chegaram às autoridades várias denúncias. O caso foi tornado público pela associação MIDAS (Movimento Internacional em Defesa dos Animais) através do vídeo que alguém que esteve na festa publicou na Internet. O vídeo com a duração de cerca de cinco minutos "mostra um gato colocado dentro de um recipiente de barro e levantado a alguns metros de altura, num poste". O poste é coberto de palha e ateado fogo até o pote cair ao chão com o animal, que começa a correr em chamas desorientado em volta do lume e entre a população. A população local garante que nunca morreu nenhum gato e que "está bem" o animal do vídeo oferecido por uma habitante local para o ritual. O caso gerou uma onda de indignação nas redes sociais e posições públicas de repúdio por parte das associações de defesa dos animais. O crime de maus tratos a animais de companhia é punido com pena de prisão até um ano ou de multa até 120 dias. A moldura penal é gravada para pena de prisão até dois anos ou de multa até 240 dias se resultar a morte do animal, a privação de importante órgão ou membro ou a afetação grave e permanente da sua capacidade de locomoção.

Página 152


Pรกgina 153


A154

Assembleia Municipal de Lisboa contra "privatização" do Oceanário

Tipo Meio:

Internet

Data Publicação:

Meio:

Diário de Notícias da Madeira Online

01-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=99019409

Assembleia Municipal de Lisboa contra "privatização" do Oceanário 01/07/2015 03:21 Achou este artigo interessante? A Assembleia Municipal de Lisboa aprovou ontem uma moção contra a "privatização" do Oceanário de Lisboa, cuja concessão da gestão a privados será decidida esta semana em Conselho de Ministros. Cristina Andrade, deputada do Bloco de Esquerda (BE), partido que propôs a moção, repudiou "a privatização de um espaço de referência da cidade" que é "o equipamento cultural mais visitado do país". "A privatização irá comprometer os objetivos públicos deste espaço", referiu. A moção foi aprovada por maioria, com os votos favoráveis do PS, PCP, Partido Ecologista Os Verdes (PEV), Pessoas-Animais-Natureza (PAN), movimento Parque das Nações por Nós (PNPN), deputados independentes eleitos nas listas do PS e BE e com os votos contra do CDS-PP, do Partido da Terra (MPT) e do PSD. Na moção, a assembleia deliberou "reforçar a tomada de posição contra a opção pela privatização do Oceanário de Lisboa" e "exigir a garantia de acesso universal a todos e todas". O ministro do Ambiente afirmou na semana passada que a concessão da gestão do Oceanário de Lisboa a privados será decidida esta semana pelo Conselho de Ministros, marcado para quintafeira. A tutela adiantou que o encaixe financeiro total para o Estado será superior a 24 milhões de euros. Fontes ligadas ao processo disseram à agência Lusa, na semana passada, que o período de contestação ao relatório preliminar, o qual aponta a Sociedade Francisco Manuel dos Santos, maior acionista do grupo Jerónimo Martins, como vencedora do concurso internacional, terminou nesse dia, não tendo havido contestação por parte dos outros quatro concorrentes. O equipamento, no Parque das Nações, é um dos ativos que o Governo escolheu alienar ou concessionar para ajudar a reduzir a dívida da Parque Expo, sociedade criada a propósito da Expo'98 e atualmente em liquidação, depois de o executivo ter anunciado em 2011 a sua extinção. O concessionário privado ficará com o capital da sociedade que gere o equipamento, a Oceanário de Lisboa, SA. A assembleia aprovou também hoje, entre outros, uma recomendação sobre a instalação da nova Feira Popular e outra pela reabilitação e usufruto de todos da Estação Ferroviária de Santa Apolónia. A primeira, proposta pelo BE e aprovada por maioria com a abstenção dos independentes eleitos pelo PS, recomenda à câmara que "acelere o processo de escolha de nova localização para a Feira Popular de Lisboa e que a coloque em consulta pública para pronunciamento dos lisboetas". Na segunda, proposta pelo PCP e aprovada por maioria com os votos contra do PS e do PNPN, a assembleia mostra "o seu claro desacordo com a visão que é apresentada pelo vereador do pelouro do Urbanismo para o local onde se encontra a Estação Ferroviária de Santa Apolónia, recomendando que, ao contrário, sejam tomadas providências no sentido de serem aproveitadas ao máximo as potencialidades desta infraestrutura da cidade". O vereador do Urbanismo, Manuel Salgado, defendeu recentemente, "numa visão de futuro", o encerramento da estação de comboios de Santa Apolónia para dar lugar a um espaço verde com ligação ao rio Tejo. O deputado socialista Pedro Delgado Alves justificou o voto contra do PS com o facto "de se colocar a votação um não assunto": "Rejeitamos a moção em si mesma e não o seu conteúdo. Não há projeto, não há programa, apenas a opinião de um elemento do executivo". Ontem, 14:49 Ontem, 16:52 01/07/2015 03:21

Página 154


Jornal da Região - Oeiras A155

01-07-2015

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 24,00 x 24,06 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

Novo PDM aprovado em contra-relógio e sob protestos Assembleia Municipal aprova revisão do instrumento de ordenamento

Num contra-relógio emocionante e muito agitado por protestos e acusações por parte dos munícipes presentes, a proposta camarária do novo Plano Director Municipal (PDM) foi aprovada, na passada segunda-feira à noite, quando faltavam apenas dez minutos para a meia-noite. As doze badaladas marcavam, precisamente, a hora em que todos os processos de revisão dos planos territoriais que não estivessem prontos teriam de passar a estar sujeitos às novas regras da Lei de Bases do Solo, em vigor desde há pouco mais de um ano, o que obrigaria a que o PDM de Oeiras tivesse de ser novamente revisto. Apesar dos sucessivos atrasos provocados pela intervenção do público, que exigiu ter tempo para se pronunciar, acusando os políticos de não terem apresentado o documento nas localidades como seria compromisso assumido, a votação realizou-se, sob tensão, registando-se votos a favor do IOMAF e do PSD, a abstenção do PS e os votos contra do PAN, CDS-PP, BE e CDU. Depois de horas a fio a ouvir críticas contundentes por parte dos munícipes presentes – sobretudo centradas no projecto urbanístico que a Câmara tem para requalificar a margem direita do Rio Jamor, nos planos para a Serra de Carnaxide e no alegado não aproveitamento do potencial agrícola dos solos de Oeiras, “dando primazia aos negócios do betão em vez das pessoas” – o presidente da autarquia espantou os críticos ao garantir que “também não quero mais construção e também quero mais zonas verdes”. Paulo Vistas frisou que “o Plano Director Municipal de 1994 tem mais solo urbanizável, tem menos solo

ria do PSD e CDS a nível do Governo, traz muitos aspectos positivos ao nosso concelho”, referindo-se a uma alegada contenção dos projectos urbanísticos.

Foto Arquivo

ACTUALIDADE

ID: 60002991

Tiragem: 15000

“Também não quero mais construção e também quero mais zonas verdes”

Paulo Vistas enaltece as virtudes do Plano Director Municipal agora aprovado, ao nível da contenção urbana

agrícola e rural, tem menos corredores verdes, não contempla a contenção dos perímetros urbanos como o faz o novo PDM”. Portanto, “é mais prejudicial do que este”. E salientou que não foi por acaso que o documento obteve o acordo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo, que deu luz verde ao novo plano no passado dia 25 de Maio. Recorde-se que aquela comissão havia rejeitado uma anterior proposta de PDM, em 2013, por este classificar todo o território do concelho como solo urbano e “não acautelar a presença de solos de elevada capacidade agrícola e outras áreas agrícolas, e por entender que os objectivos de uma Reserva Agrícola Nacional devem prevalecer sobre as estratégias municipais”.

Entretanto, em poucos dias, seguiu-se a aprovação do documento em reunião de Câmara – sem votos contra, apenas as abstenções do PS e da CDU – e agora a provação da Assembleia Municipal. Uma rapidez que deixou muita gente desconfiada

sobre as razões que levam à vontade de contornar as novas regras da Lei dos Solos. Isabel Sande e Castro, deputada do CDS-PP, salientou, a propósito: “Não é nenhum bicho-papão de ficarmos com o PDM de 1994 porque esta Lei dos Solos, da auto-

Já o deputado comunista Joaquim Cotas, que leu as conclusões do relatório da comissão permanente para a revisão do PDM a que pertence, salientou que “este PDM tem, ainda, índices imobiliários a mais”, lembrando que “havia mais de 9 mil fogos por habitar no final de 2014 no concelho de Oeiras”. Quando às comparações feitas pelo presidente da Câmara entre os dois documentos, Joaquim Cotas é de opinião de que os mesmos não podem ser postos no mesmo nível: “O PDM de 1994 contemplava uma carga urbanística bastante acentuada porque na altura justificava-se de certo modo, pois era

preciso realojar as pessoas que viviam nas barracas, por isso se construíram os bairros municipais”, disse o deputado comunista, lembrando que “a monitorização do novo PDM terá de ser feita nesta assembleia pelo menos uma vez por ano” e que “agora há uma comissão que irá estar muito atenta”. Momento marcante da sessão foi a votação da moção apresentada pelo CDS-PP, propondo o adiamento da votação do PDM com o argumento de que o documento não teria cumprido as regras em termos de discussão pública. Uma tese que foi corroborada por forças políticas no campo ideológico diametralmente oposto, que lembraram o compromisso da Câmara em levar a discussão às localidades, o qual foi suspenso com a promessa de ser retomado mais tarde, o que não terá acontecido. No entanto, a moção seria rejeitada com os votos contra do IOMAF e do PSD. “Ficam avisados de que haverá consequências legais e políticas porque este processo está ferido de ilegalidades”, lançou Isabel Sande e Castro. Jorge A. Ferreira

”Bandidos” e outros ‘mimos’ A reunião da AMO que aprovou o PDM contou com uma rara participação de munícipes, o que haveria de comprometer uma ordem de trabalhos condicionada à obrigação de votar antes da meia-noite – caso contrário, como na Cinderela, o documento transformar-se-ia numa grande dor de cabeça… Tendo-se realizado à noite, segundo sublinhou o próprio presidente da Assembleia, Domingos Ferreira, precisamente para permitir a participação

dos populares, estes acabaram por ter apenas 30 minutos para intervir, o que está previsto no regimento, segundo lembrou aquele responsável, mas soou como uma contradição aos presentes. Só que a quase totalidade dos presentes quis tomar a palavra, ou seja, perto de 50 pessoas!... Mesmo com as forças políticas a cederem a sua parte do tempo antes da ordem do dia ao público, que ganhou, assim, mais meia-hora, os inscritos que não puderam falar continuaram a mostrar a sua indignação.

E a sessão esteve várias vezes marcada pela ameaça do presidente da Assembleia de mandar evacuar a sala. O tom de acusações aumentou, mais ainda, quando os cidadãos presentes percepcionaram que o próprio presidente da Câmara terá filmado, a certa altura da sessão, com o seu telemóvel, os munícipes a manifestarem-se exuberantemente. Uma acusação da qual Paulo Vistas se defenderia pouco depois, alegando ter apenas feito o gesto, mas não filmado…

Página 155


A156

Novo PDM de Oeiras aprovado sob forte contestação dos munícipes

Tipo Meio:

Internet

Meio:

Público Online

Data Publicação:

01-07-2015

URL:http://www.pt.cision.com/s/?l=64385a50

Por PÚBLICO e Lusa 30/06/2015 - 12:37 Liga dos Amigos do Jamor promete impugnar a reunião da assembleia municipal por o presidente da câmara ter alegadamente filmado a sessão com o telemóvel. Paulo Vistas diz que não filmou a sessão. "Mas também se tivesse filmado não sei qual seria o problema", rematou. Fernando Veludo/NFactos Oeiras Urbanismo A Assembleia Municipal de Oeiras aprovou nesta segunda-feira à noite a nova versão do Plano Director Municipal (PDM), apesar da forte contestação dos munícipes presentes na sessão. A Liga dos Amigos do Jamor, que tem dado voz aos protestos, promete impugnar a reunião. Com casa cheia, o auditório da Biblioteca Municipal de Oeiras foi pequeno para mais de meia centena de munícipes. O público tinha 30 minutos para se pronunciar mas perante os protestos os deputados abdicaram do seu tempo de intervenção, concedendo mais 30 minutos à população. Dos mais de 40 inscritos, falaram cerca de dez, manifestando-se contra o que consideram ser um "atentado ambiental". Os munícipes estão contra as opções do novo PDM, considerando que este viola a Lei dos Solos e permite a construção em quase todo o solo do concelho de Oeiras, e criticam também a forma como o plano foi posto ao escrutínio público. "O PDM deveria ter sido posto a consulta pública e não foi. Os munícipes não se puderam pronunciar sobre o plano e na única oportunidade que tiveram, na assembleia municipal, não deixaram", afirmou à Lusa a porta-voz da Liga, Margarida Novo. A votação do documento "foi feita sob tumulto e sem democracia", acrescentou. Margarida Novo disse ainda que vai apresentar uma queixa-crime contra o presidente da câmara, Paulo Vistas, por ter filmado a sessão de assembleia municipal com o telemóvel. "Foi uma tentativa de intimidação aos munícipes presentes e eu não lhe dei autorização para que me filmasse", afirmou. Em resposta ao público, Paulo Vistas negou ter filmado a sessão. "Eu não filmei nada. Apenas fiz o gesto que muitos no público estavam a fazer e coloquei logo o meu telemóvel à disposição para comprovarem que não tinha nada registado. Mas também se tivesse filmado não sei qual seria o problema. Foi mais um pretexto para arrastar a discussão na assembleia municipal", justificou. Para o autarca, a aprovação do documento é "uma grande vitória" e "a conquista mais importante deste mandato". O PDM de Oeiras define como linhas estratégicas para o futuro do concelho uma estrutura ecológica, melhores acessibilidades e minimização dos impactes negativos associados aos transportes, inclusão na principal centralidade da Área Metropolitana de Lisboa, promoção de condições para as empresas, mais equipamentos públicos e promoção de mercados e oferta comercial e espaços públicos de qualidade. A proposta aprovada nesta segunda-feira, mais de dez anos após o início do processo de revisão, mereceu um parecer favorável da Comissão Nacional da Reserva Ecológica Nacional e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo. Este organismo deu aval em Maio passado, depois de em Dezembro de 2013 ter rejeitado o documento por classificar todo o território do concelho como solo urbano e "não acautelar a presença de solos de elevada capacidade agrícola e outras áreas agrícolas e por entender que os objectivos de uma Reserva Agrícola Nacional devem prevalecer sobre as estratégias municipais". A autarquia teve de ajustar o documento, que acabou, então, por ser aprovado na segunda-feira com os votos favoráveis do IOMAF e PSD, apesar da abstenção do PS e dos votos contra da CDU, BE e PAN. O documento foi aprovado na data limite: o artigo 82.º da Lei de Bases do Solo, em vigor deste 30 de Maio de 2014, indica que os processos de revisão dos planos territoriais não concluídos até 29 de Junho de 2015 terão de sujeitar-se às novas regras. Isto significa que, se o plano não tivesse sido aprovado na noite passada (a votação aconteceu às 23h54), teria de ser novamente revisto. A líder de bancada do CDS-PP, Isabel

Página 156


Sande e Castro (agindo como independente, uma vez que está suspensa do partido), apresentou uma moção para que a sessão fosse adiada devido ao "incumprimento legal" da proposta de PDM. A iniciativa mereceu o apoio do PS, CDU e Bloco de Esquerda, que defenderam maior participação das pessoas e um debate em cada uma das juntas de freguesias, mas foi reprovada pelo PSD e pelo movimento IOMAF. Notícia actualizada às 12h50 de 1/07: acrescenta o último parágrafo 30/06/2015 - 12:37 PÚBLICO Lusa

Página 157

O pan nos media julho 2015  
Read more
Read more
Similar to
Popular now
Just for you