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Terça-feira, 17 de Setembro:  Santa:08h00 Missa  Porto Moniz:19h00 Missa Quarta-feira, 18 de Setembro:  Achadas da Cruz: 08h30 Missa, seguida de Cartório  Lamaceiros:18h00: Cartório; 19h00 Missa Quinta-feira, 19 de Setembro:  Porto Moniz:08h00 Missa  Santa: 18h00:Cartório; 19h00 Missa Sábado, 21 de Setembro:  Santa:17h00 Missa  Lamaceiros:18h30 Missa  Porto Moniz: 20h30 Domingo, 22 de Setembro:  Achadas da Cruz:08h00 Missa  Santa:09h30 Missa  Porto Moniz:15h00 Missa, Seguida de Procissão  Missas pelas Almas: 

Santa: 30 de Manuel Valentim de Ponte; 10 dos Sítios do Ribeirinho, Pico Alto e Lombo do Meio; 18 do Sítio dos Pombais; 16 do Lombo dos Forneiros; 11 dos Sítios dos Moinhos, Batalhão e Levada Grande; 11 do Sítio do Salão

Porto Moniz: 3 dos Sítios do Jogo da Bola e Pedra Mole

Esta semana na Liturgia e na Igreja :  13-15.09 Festas Paroquiais nas Achadas da Cruz  15.09 Domingo XXIV do Tempo Comum  16.09 São Cornélio e São Cipriano  17.09 São Roberto Belarmino  18.09 São José de Cupertino  19.09 São Januário  20.09 SS André Kim Taegon e Companheiros  21.09 São Mateus  21-22.09 Festa SSS na Paróquia do Porto Moniz  22.09 Domingo XXV do Tempo Comum

O estandarte da Cruz proclama ao mundo A morte de Jesus e a sua glória, Porque o Autor de todo o universo Contemplamos suspenso no madeiro. Ó árvore fecunda e refulgente, Ornada com a túnica real, Sois tálamo, sois trono e sois altar Para o Corpo chagado e glorioso. Ó Cruz bendita, só tu nos abriste Os braços de Jesus, o Redentor, Balança do resgate que arrancaste Nossas almas das mãos do inimigo. Cruz do Senhor, és única esperança No tempo desta vida peregrina. Aumenta nos cristãos a luz da fé, Sê para os homens o sinal da paz. Hino da Liturgia das Horas

 Ofertas: Colar de Ouro para Santa Maria Madalena de Santa Maria Madalena, de Manuel Valentim de Ponte; 50€ de um Particular para Santa Maria Madalena, de Promessa  Recolha das ofertas das Missas das Almas do Lombo dos Forneiros: a partir de Outubro ficará responsável a Sra. Maria Luísa Sequeira

PARÓQUIAS DO PORTO MONIZ, SANTA E ACHADAS DA CRUZ


AS RIQUEZAS DA IGREJA Sandra Costa Saldanha Com um valioso património histórico e artístico, muitos são os que questionam a “riqueza” dos bens da Igreja, os templos grandiosos, as alfaias preciosas. Evocando a pobreza de Jesus, ou os gestos despojados de figuras históricas, advogam a renúncia desses bens. Baluarte na missão para que está vocacionada, na caridade e na solidariedade, compete à Igreja potenciar pastoralmente esse legado, protegê-lo e estimá-lo. Do mesmo modo, não seria concebível que, invocando a miséria no mundo, se vendessem as obras de arte dos grandes museus ou aniquilasse o património dos Estados. Bens que são, em muitos casos, património classificado e da humanidade, resultam de doações feitas ao longo dos tempos, por cristãos e comunidades de fiéis. Constituem, portanto, uma herança legítima, que a Igreja perpetua, como qualquer instituição, para servir os seus fins: o culto, a evangelização e o serviço da comunidade.

A liturgia deste domingo centra a nossa reflexão na lógica do amor de Deus. Sugere que Deus ama o homem, infinita e incondicionalmente; e que nem o pecado nos afasta desse amor… A primeira leitura apresenta-nos a atitude misericordiosa de Jahwéh face à infidelidade do Povo. Neste episódio – situado no Sinai, no espaço geográfico da aliança – Deus assume uma atitude que se vai repetir vezes sem conta ao longo da história da salvação: deixa que o amor se sobreponha à vontade de punir o pecador.

Património inalienável, aceites os imperativos legais, duvida-se também da necessidade de o administrar. Podiam utilizar alfaias mais simples. E de facto, exceptuando os casos de flagrante mau gosto, procuram-se ainda hoje obras de arte de qualidade, capazes de cumprir com dignidade a sua missão e traduzir a grandeza da fé. Já sem a ostentação de outros tempos, mas não descurando a beleza como meio de potenciar a sua função, não se cultiva, evidentemente, a ideia do bem precioso para mera fruição estética.

Na segunda leitura, Paulo recorda algo que nunca deixou de o espantar: o amor de Deus manifestado em Jesus Cristo. Esse amor derramase incondicionalmente sobre os pecadores, transforma-os e torna-os pessoas novas. Paulo é um exemplo concreto dessa lógica de Deus; por isso, não deixará de testemunhar o amor de Deus e de Lhe agradecer.

As do passado, aquelas que herdámos, as que preenchem as nossas igrejas, reflectindo os gostos e as circunstâncias históricas de cada tempo, constituem o melhor testemunho da fé das comunidades que as materializaram, assumindo, por isso, um valor insubstituível para os cristãos.

O Evangelho apresenta-nos o Deus que ama todos os homens e que, de forma especial, Se preocupa com os pecadores, com os excluídos, com os marginalizados. A parábola do “filho pródigo”, em especial, apresenta Deus como um pai que espera ansiosamente o regresso do filho rebelde, que o abraça quando o avista, que o faz reentrar em sua casa e que faz uma grande festa para celebrar o reencontro.

Leituras do Domingo XXV do Tempo Comum: (Dia 15 de Setembro) 1ª Leitura: Am 8, 4-7 Salmo: 112 (113), 1-2. 4-6. 7-8 2ª Leitura: 1 Tim 2, 1-8 Evangelho: Lc 16, 1-13 ou Lc 16, 10-13

Contactos das Paróquias: Telefone: 291852110 E-mail: portomonizsantaachadas@gmail.com Facebook: www.facebook.com/paroquias.portomoniz Blog: http://paroquiasdoportomoniz.blogspot.pt/

Boletim paroquial 091  
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