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 Terça-feira, 28 de Maio: Santa: 08h00 Missa Porto Moniz: 18h00 Cartório; 19h00 Missa

BOLETIM PAROQUIAL DAS PARÓQUIAS DO

 Quarta-feira, 29 de Maio: Achadas da Cruz: 08h30 Missa, Seguida de Cartório

Esta semana na vida da Igreja e na vida Paroquial:

 Quinta-feira, 30 de Maio:

 26.05 Solenidade da Santíssima Trindade / 1ª Comunhão nas Paróquias da Santa e do Porto Moniz

Porto Moniz: 08h00 Missa

 27.05 Sto. Agostinho de Cantuária

Santa: 18h00 Cartório; 19h00 Missa

 29.05 Aniversário da Ordenação Episcopal do D. António Carrilho

Lamaceiros: 18h00 Cartório; 19h00 Missa

 Sábado, 01 de Junho: Santa: 17h00 Lamaceiros: 18h30 Porto Moniz: 20h00 Domingo, 02 de Junho: Solenidade do Corpo de Deus Achadas da Cruz: 08h00 Santa: 09h30 Porto Moniz:11h00  Missas Pelas Almas: Santa: 10 dos Sítios do Pico Alto, Ribeirinho e Lombo do Meio; Porto Moniz: 5 dos Sítios da Penedia, Lugar da Bica e Cabo Calhau  Solenidade do Corpo de Deus no Funchal no próximo dia 02 de Junho: 16h00 Abertura do Parque de Santa Catarina; 18h00 Missa, seguida da Procissão do Corpo de Deus até à Catedral  Consultas de Optometria, aos olhos, na Casa do Povo de Porto Moniz. Das 9:30 ás 13:00 nos seguintes domingos: 26 de Maio, 2 e 16 de Junho.

 31.05 Visitação de Nossa Senhora  01.06 São Justino  02.06 Solenidade do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo

PORTO MONIZ, SANTA E ACHADAS DA CRUZ Alma de Cristo Alma de Cristo, santificai-me. Corpo de Cristo, salvai-me. Sangue de Cristo, inebriai-me. Água do lado de Cristo, lavai-me. Paixão de Cristo, confortai-me. Ó bom Jesus, ouvi-me. Dentro das Vossas Chagas, escondei-me. Não permitais que de Vós me separe. Do espírito maligno, defendei-me. Na hora da minha morte, chamai-me. E mandai-me ir para Vós, para que Vos louve com os Vossos Santos, por todos os séculos. Amen.


Ilusões mediáticas Octávio Carmo, Agência ECCLESIA Mαταιότης ματαιοτήτων, τα πάντα ματαιότης As palavras de ‘Qohélet, filho de David, rei de Jerusalém’, que dão início ao livro bíblico do Eclesiastes – “Ilusão das ilusões, tudo é ilusão”, numa tradução livre - são uma lição perene sobre a transitoriedade da vida terrena e, para mim, um alerta contínuo. Todos os dias somos confrontados com a busca do novo, do diferente, do inédito, muitas vezes em sacrifício de uma busca mais fundamental, a da verdade. Numa era mediática, esta sensação intensifica-se: ao longo dos últimos dias, assistimos a um verdadeiro corrupio em volta da hierarquia católica em Portugal, com corridas à manchete, especulações e factos em misturas desvariadas, sem que muitas vezes se definam claramente as fronteiras entre informação e mexerico. A ‘novelização’ da informação relativa à Igreja poderia gerar nos seus responsáveis a ilusão de que o interesse mediático sobre a instituição está a aumentar, mas permito-me discordar dessa leitura: mais notícias não são, necessariamente, melhores notícias. O velho ditado de que não há “má publicidade” está longe de confirmar-se, neste caso. A preocupação principal deve passar, do meu ponto de vista, por potenciar o interesse mediático para centrar a atenção na mensagem que se quer transmitir. Dando como exemplo o caso do novo Papa, grande parte da chamada “boa imprensa” de que goza atualmente resulta do facto de se escrever sobre o que Francisco diz e faz em vez de se procurarem intrigas, jogos de bastidores ou fontes anónimas que, muitas vezes, usam os jornalistas para atingirem os meios a que se propõem sem que estes sequer se apercebam, fascinados que estão pelo “furo”. Quem faz tudo por uma boa “novela” para vender jornais ou ganhar audiências não vai parar: procurará outra história, esquecendo até os novos desenvolvimentos da primeira, e assim sucessivamente, tentando antecipar-se aos concorrentes e, lá está, sacrificando a verdade, se necessário. Há demasiada ilusão mediática, neste tempo em que as fronteiras se diluem e os comunicadores se demitem progressivamente do seu papel de mediação, num momento em que essa função é mais necessária do que nunca. Como dizia Bento XVI, “o que hoje é muito moderno, amanhã será velho”. Inevitavelmente. A busca da novidade pela novidade está condenada à derrota porque é em si transitória, ao contrário do que acontece com a busca da verdade. Só esta resiste à ilusão das ilusões.

A Solenidade que hoje celebrámos não é um convite a decifrar a mistério que se esconde por detrás de “um Deus em três pessoas”; mas é um convite a contemplar o Deus que é amor, que é família, que é comunidade e que criou os homens para os fazer comungar nesse mistério de amor. A primeira leitura sugere-nos a contemplação do Deus criador. A sua bondade e o seu amor estão inscritos e manifestam-se aos homens na beleza e na harmonia das obras criadas (Jesus Cristo é “sabedoria” de Deus e o grande revelador do amor do Pai). A segunda leitura convida-nos a contemplar o Deus que nos a m a e q u e , p o r i s s o , n o s “justifica”, de forma gratuita e incondicional. É através do Filho que os dons de Deus/Pai se derramam sobre nós e nos oferecem a vida em plenitude. O E v a n g e l h o c o n v o c a - n o s , outra vez, para contemplar o amor do Pai, que se manifesta na doação e na entrega do Filho e que continua a acompanhar a nossa caminhada histórica através do Espírito. A meta final desta “história de amor” é a nossa inserção plena na comunhão com o Deus/amor, com o Deus/família, com o Deus/comunidade.

Contactos das Paróquias: Telefone: 291852110 E-mail: portomonizsantaachadas@gmail.com Facebook: www.facebook.com/paroquias.portomoniz Blog: http://paroquiasdoportomoniz.blogspot.pt/

Boletim Paroquial 075  

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