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DIES DOMINI

 Terça-feira, 20 de Novembro: Santa: Não Haverá Serviço Porto Moniz: 17h00 Cartório; 18h00 Missa  Quarta-feira, 21 de Novembro: Achadas: 08h30 Missa, seguida de Cartório Lamaceiros: Não Haverá Serviço

Esta semana na vida da Igreja e na vida Paroquial:  18.11 Domingo XXXIII do Tempo Comum

 Quinta-feira, 22 de Novembro: Porto Moniz: Não Haverá Serviço Santa: 17h00 Cartório; 18h00 Missa

 19.11 Novos

 Sábado, 24 de Novembro: 17h00 Santa; 18h30 Lamaceiros; 20h00 Porto Moniz

 22.11 Santa Cecília

 Domingo, 25 de Novembro: 08h00 Achadas da Cruz; 09h30 Santa; 11h00 Porto Moniz

 Missas pelas Almas: Santa: 12 dos Sítios dos Moinhos, Batalhão e Levada Grande; 15 do Sítio do Salão; 16 do Sítio da Santa; 12 do Lombo dos Forneiros; 25 do Sítio dos Pombais; 14 dos Sítios do Ribeirinho, Pico Alto e Lombo do Meio  Ofertas para o Sagrado Coração de Jesus: Santa: 145€ do Lombo dos Forneiros; 191.82€ do Sítio dos Lamaceiros  Visita aos Doentes: Porto Moniz: 27.11; Achadas da Cruz: 28.11(de manhã); Lamaceiros: 28.11(de tarde); Santa: 29.11  Sacramento da Reconciliação: dia 30 de Novembro

Encontro

Padres

 20.11 Reunião de Arciprestado, Porto da Cruz  21.11 Apresentação Nossa Senhora

de

 24.11 Santos André DungLac e companheiros  25.11 Domingo XXXIV do Tempo Comum - Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo

BOLETIM PAROQUIAL DAS PARÓQUIAS DO PORTO MONIZ, SANTA E ACHADAS DA CRUZ

Oração Semana dos Seminários 2012 Ó Maria, vós sois feliz porque acreditastes, primeira na fé em Cristo, a imagem e a figura da Igreja crente. Rogai a Deus por nós, para que sejamos firmes na fé, na alegria do encontro com Cristo. Ó Maria, vós sois a Mãe de Cristo Sacerdote, a humilde Serva do Senhor, a Mãe da Igreja crente. Rogai a Deus pelos sacerdotes, para que sejam servos da fé dos irmãos, na alegria de crer e no entusiasmo de comunicar a fé. Ó Maria, vós sois a mulher do “Sim” total a Deus, sempre disponível à vontade do Pai, a Rainha de todas as Vocações. Rogai a Deus pelos seminaristas, para que reconheçam o amor de Deus, na resposta decidida à sua vocação. Ámen


III. A nível diocesano 1. Deseja-se uma celebração de abertura do Ano da Fé e uma solene conclusão do mesmo a nível de cada Igreja particular, ocasião para “confessar a fé no Senhor Ressuscitado nas nossas catedrais e nas igrejas do mundo inteiro”[28]. 2. Será oportuno organizar em cada Diocese do mundo uma jornada sobre o Catecismo da Igreja Católica, convidando especialmente os sacerdotes, as pessoas consagradas e os catequistas. Nesta ocasião, por exemplo, as Eparquias orientais católicas poderiam preparar um encontro com os sacerdotes para testemunhar a sensibilidade específica e a tradição litúrgica próprias ao interno da única fé em Cristo; assim as jovens Igrejas particulares nas terras de missão poderão ser convidadas a oferecer um testemunho renovado daquela alegria na fé que tanto as caracterizam. 3. Cada Bispo poderá dedicar uma sua Carta pastoral ao tema da fé, recordando a importância do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica levando em conta as circunstâncias pastorais específicas da porção de fiéis a ele confiada. 4. Deseja-se que em cada Diocese, sob a responsabilidade do Bispo, sejam organizados momentos de catequese, destinados aos jovens e àqueles que estão em busca de um sentido para a vida, com a finalidade de descobrir a beleza da fé eclesial, e que sejam promovidos encontros com as testemunhas significativas da mesma. 5. Será oportuno controlar a assimilação (receptio) do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja Católica na vida e na missão de cada Igreja particular, especialmente em âmbito catequético. Neste sentido se deseja um empenho renovado por parte dos Ofícios catequéticos das Dioceses, os quais – com o apoio das Comissões para a Catequese das Conferências Episcopais; têm o dever de providenciar à formação dos catequistas no que diz respeito aos conteúdos da fé. 6. A formação permanente do clero poderá ser concentrada, especialmente neste Ano da Fé, nos Documentos do Concílio Vaticano II e no Catecismo da Igreja Católica, tratando, por exemplo, de temas como “o anúncio do Cristo ressuscitado”, “a Igreja, sacramento de salvação”, “a missão evangelizadora no mundo de hoje”, “fé e incredulidade”, “fé, ecumenismo e diálogo interreligioso”, “fé e vida eterna”, “a hermenêutica da reforma na continuidade”, “o Catecismo na preocupação pastoral ordinária”. 7. Os Bispos são convidados a organizar, especialmente no período da quaresma, celebrações penitenciais nas quais se peça perdão a Deus, também e particularmente, pelos pecados contra a fé. Este Ano será também um tempo favorável para se aproximar com maior fé e maior frequência do sacramento da Penitência. 8. Deseja-se um envolvimento do mundo acadêmico e da cultura por uma renovada ocasião de diálogo criativo entre fé e razão por meio de simpósios, congressos e jornadas de estudo, especialmente nas Universidades católicas, mostrando “que não é possível haver qualquer conflito entre fé e ciência autêntica, porque ambas, embora por caminhos diferentes, tendem para a verdade”[29]. 9. Será importante promover encontros com pessoas que, “embora não reconhecendo em si mesmas o dom da fé, todavia vivem uma busca sincera do sentido último e da verdade definitiva acerca da sua existência e do mundo”[30], inspirando-se também nos diálogos do Pátio dos Gentios, organizados sob a guia do Conselho Pontifício para a Cultura. 10. O Ano da Fé poderá ser uma ocasião para prestar uma maior atenção às Escolas católicas, lugares próprios para oferecer aos alunos um testemunho vivo do Senhor e para cultivar a sua fé com uma referência oportuna à utilização de bons instrumentos catequéticos, como por exemplo, o Compêndio do Catecismo da Igreja Católica ou como o Youcat.

A liturgia do 33º Domingo do Tempo Comum apresenta-nos, fundamentalmente, um convite à esperança. Convida-nos a confiar nesse Deus libertador, Senhor da história, que tem um projecto de vida definitiva para os homens. Ele vai – dizem os nossos textos – mudar a noite do mundo numa aurora de vida sem fim. A primeira leitura anuncia aos crentes perseguidos e desanimados a chegada iminente do tempo da intervenção libertadora de Deus para salvar o Povo fiel. É esta a esperança que deve sustentar os justos, chamados a permanecerem fiéis a Deus, apesar da perseguição e da prova. A sua constância e fidelidade serão recompensadas com a vida eterna. A segunda leitura lembra que Jesus veio ao mundo para concretizar o projecto de Deus no sentido de libertar o homem do pecado e de o inserir numa dinâmica de vida eterna. Com a sua vida e com o seu testemunho, Ele ensinou-nos a vencer o egoísmo e o pecado e a fazer da vida um dom de amor a Deus e aos irmãos. É esse o caminho do mundo novo e da vida definitiva. No Evangelho, Jesus garante-nos que, num futuro sem data marcada, o mundo velho do egoísmo e do pecado vai cair e que, em seu lugar, Deus vai fazer aparecer um mundo novo, de vida e de felicidade sem fim. Aos seus discípulos, Jesus pede que estejam atentos aos sinais que anunciam essa nova realidade e disponíveis para acolher os projectos, os apelos e os desafios de Deus.

Contactos das Paróquias: Telefone: 291852110 E-mail: portomonizsantaachadas@gmail.com Facebook: www.facebook.com/paroquias.portomoniz Blog: http://paroquiasdoportomoniz.blogspot.pt/


Boletim Paroquial 050  

Informações Paroquiais Semana XXXIII do Tempo Comum

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