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DIES DOMINI

 Terça-feira, 25 de Setembro: Porto Moniz: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Quarta-feira, 26 de Setembro: Achadas da Cruz: 08h30 Missa, seguida de Cartório; Lamaceiros: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Quinta-feira, 27 de Setembro: Porto Moniz: 08h00 Missa; Santa: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Sexta-feira, 28 de Setembro: Achadas da Cruz: Missa Dia da Freguesia, 19h00  Sábado, 29 de Setembro: 17h00 Santa; 18h30 Lamaceiros; 20h00 Porto Moniz  Domingo, 30 de Setembro: 08h00 Achadas da Cruz; 09h30 Santa; 11h00 Porto Moniz  Missas pelas Almas: Santa: 15 do Sítio da Santa; 10 Lombo dos Forneiros  A Câmara Municipal procederá à atribuição manuais escolares aos alunos que frequentam o 1º,2º e 3º ciclos de escolaridade que não tenham obtido todos os livros por via da Acção Social escolar, nos moldes do Ano Lectivo anterior. Mais se informa que a distribuição dos manuais acontecerá no Salão Nobre dos Paços do Concelho, na segunda e terça-feira, dias 24 e 25 de Setembro das 09h30 às 12h00 e das 14h00 às 17h00, devendo os encarregados de educação ser portadores de um documento de identificação dos Alunos  Na próxima Sexta-feira Missa Solene nas Achadas da Cruz por altura dos 164 anos da Fundação da Freguesia, pelas 19h00  Próximo Domingo Reunião de Catequistas, 15h00 no Porto Moniz

BOLETIM PAROQUIAL DAS PARÓQUIAS DE PORTO MONIZ, SANTA E ACHADAS DA CRUZ 23.09 a 29.09 de 2012

“O Senhor sustenta a minha vida.” Esta semana na vida da Igreja e na vida Paroquial:  23.09 Domingo XXV do Tempo Comum  23.09 São Pio de Pietrelcina  26.09 São Cosme e São Damião  27.09 São Vicente de Paulo  29.09 São Miguel, São Gabriel e São Rafael, Arcanjos  30.09 Domingo XXVI do Tempo Comum  30.09 Reunião de Catequistas, no Porto Moniz

A liturgia do 25º Domingo do Comum convida os crentes a prescindir da “sabedoria do mundo” e a escolher a “sabedoria de Deus”. Só a “sabedoria de Deus” – dizem os textos bíblicos deste domingo – possibilitará ao homem o acesso à vida plena, à felicidade sem fim. O Evangelho apresenta-nos uma história de confronto entre a “sabedoria de Deus” e a “sabedoria do mundo”. Jesus, imbuído da lógica de Deus, está disposto a aceitar o projecto do Pai e a fazer da sua vida um dom de amor aos homens; os discípulos, imbuídos da lógica do mundo, não têm dificuldade em entender essa opção e em comprometer-se com esse projecto. Jesus avisa-os, contudo, de que só há lugar na comunidade cristã para quem escuta os desafios de Deus e aceita fazer da vida um serviço aos irmãos, particularmente aos humildes, aos pequenos, aos pobres. A segunda leitura exorta os crentes a viverem de acordo com a “sabedoria de Deus”, pois só ela pode conduzir o homem ao encontro da vida plena. Ao contrário, uma vida conduzida segundo os critérios da “sabedoria do mundo” irá gerar violência, divisões, conflitos, infelicidade, morte. A primeira leitura avisa os crentes de que escolher a “sabedoria de Deus” provocará o ódio do mundo. Contudo, o sofrimento não pode desanimar os que escolhem a “sabedoria de Deus”: a perseguição é a consequência natural da sua coerência de vida.

Do site: http://www.dehonianos.org/portal/ liturgia_dominical_ver.asp?liturgiaid=375


Consta que um zeloso pároco afixou esta convocatória para uma quermesse paroquial: «Estimadas senhoras: vamos ter em breve a nossa habitual venda de caridade, para a qual esperamos que contribuam com aquelas coisas que têm lá em casa e que não servem para nada. Tragam os vossos maridos!». A referência aos esposos não foi, de facto, feliz. Mas a verdade é que a Igreja, com ou sem maridos, realiza obras de caridade desde o início: um dos seus primeiros problemas foi, precisamente, o excesso de empenho com que os apóstolos se dedicaram a esta pastoral, com prejuízo da oração e do ministério da palavra. Depois floresceram, ao longo dos séculos, múltiplas instituições religiosas vocacionadas para o serviço dos mais carentes. Mesmo aqueles que não prezam a presença e a acção da Igreja, tendem a elogiar a sua generosa dedicação aos órfãos, aos doentes, aos prisioneiros, aos imigrantes, aos moribundos e, em geral, aos mais necessitados. Um escritor actual, premiado com o Nobel, chegou mesmo a dizer que não subscrevia a fé da Beata Teresa de Calcutá, mas que não podia deixar de louvar a ajuda que a sua benemérita ordem religiosa presta aos mais pobres dos pobres. E é de crer que esta genuína e sincera admiração seja um sentimento comum a muitas outras pessoas, não obstante as suas reservas em relação ao dogma cristão e à moral católica. Assim sendo, porque não congregar todas essas boas vontades, avessas à fé e à moral cristãs, numa ordem das irmãzinhas ateias da caridade?! Com efeito, se tantas pessoas boas, embora não crentes, manifestam o seu entusiasmo pela dedicação aos mais necessitados, por que não institucionalizar esses sentimentos altruístas numa ordem arreligiosa, que se dedique a praticar o bem que tão entusiasticamente louvam?! Se, de facto, muitos ateus e agnósticos têm tanto apreço pelo trabalho humanitário das instituições católicas de caridade, porque não possibilitar que façam o mesmo pelo próximo, mas sem necessidade de se inscreverem numa religião em que não crêem, nem de professarem uma fé que não têm? Se é genuína a sua preocupação social, como autêntico o seu empenho em servir os mais indigentes, porque não fazem o que fazem tantas e tantos religiosas e religiosos de tantas congregações católicas, mas numa ordem ateia ou agnóstica?! Em teoria, são viáveis instituições humanitárias laicas, mas dois mil anos de história ensinam que foi, sobretudo por virtude da fé cristã, que tantos e tantas entregaram a sua própria vida ao serviço dos outros. O facto, empiricamente demonstrável, de que essa abnegada e tantas vezes heróica prestação social ocorre, por regra, como consequência de uma prévia experiência de amor pessoal a Jesus Cristo, na sua Igreja, prova que é essa fé e a correspondente moral que fazem possível uma tal caridade. Os homens, como as árvores, conhecem-se pelos seus frutos e não pelas suas palavras, ou pelos seus bons sentimentos, de que se diz estar o inferno cheio. Todos podem enaltecer a caridade, ou compadecer-se com os que sofrem, mas é Cristo que faz possível o amor maior, ou seja, dar a vida pelos outros. Elogiar a caridade cristã, menosprezando a correspondente fé, é tão absurdo como louvar as rodas de um carro, subestimando o seu motor; ou apreciar uma flor, mas esquecendo a sua raiz. Bento XVI recordou, na sua primeira encíclica, o caso de Juliano, cognominado o apóstata, por ter abandonado a religião cristã. Este imperador pretendeu restaurar o paganismo, mas enriquecido com uma prática social análoga à actividade caritativa da Igreja. Também agora, não poucos países laicos, se não mesmo apóstatas, renunciam à fé, mas pretendem dar continuidade às obras da caridade cristã. Mas se a fé, sem caridade, está morta, a caridade, sem fé, não existe. P. GONÇALO PORTOCARRERO DE ALMADA. In Voz da Verdade

Festas Paroquiais das Achadas da Cruz 14 a 16 de Setembro 2012 Ofertas dos Sítios: Igreja:630€ Achada da Arruda:430€ Achada do Castro:305€ Pinheiro: 430€ Outras Ofertas: Confraria do Santíssimo Sacramento:1760€ Promessas:125€ Caixa de Ofertas:120,28€ Ofertórios:536,74€ Particulares:300€ de José Caldeira Câmara e 100€ de um particular Total das ofertas: 4.737.02€ Despesas: 1200€ para a Banda de São Vicente Saldo: + 3537.02€ Contactos das Paróquias: Telefone: 291852110 E-mail: portomonizsantaachadas@gmail.com Facebook: www.facebook.com/paroquias.portomoniz Blog: http://paroquiasdoportomoniz.blogspot.pt/

Boletim Paroquial 042  

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