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 Terça-feira, 04 de Setembro: Santa: 08h00 Missa; Porto Moniz: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Quarta-feira, 05 de Setembro: Lamaceiros: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Quinta-feira, 06 de Setembro: Porto Moniz: 08h00 Missa; Santa: 18h00 Cartório; 19h00 Missa  Sexta-feira, 07 de Setembro: Porto Moniz: 08h00; Santa: 09h00; Achadas da Cruz: 10h00  Sábado, 08 de Setembro: 17h00 Santa; 18h30 Lamaceiros; 20h00 Porto Moniz  Domingo, 09 de Setembro: 08h00 Achadas da Cruz, 09h30 Santa; 11h00 Porto Moniz  Missas pelas Almas: Santa: 13 dos Sítios do Ribeirinho, Pico Alto e Lombo do Meio; 19 do Sítio da Santa  Achadas da Cruz: Festas Paroquiais de 14 a 16 de Setembro: Se alguém quiser oferecer a música para a Procissão pode depois de informar. Todas as ofertas recolhidas serão para as obras da Casa Paroquial.  A Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar do Porto Moniz informa os encarregados de educação dos aluno do PRÉ-ESCOLAR que na próxima Terça-feira, dia 04 de Setembro, pelas 18h30 haverá uma reunião para preparação do novo ano lectivo. Esta reunião destina-se apenas aos encarregados de Educação dos alunos da Pré-Escolar  Da Câmara Municipal do Porto Moniz: “ Informa-se a toda a população que por motivo de gozo de férias e de parentalidade não será efectuada a cobrança de água ou entrega de facturas durante o mês de Setembro. Os munícipes que assim o desejarem podem dirigir-se à Tesouraria da Câmara Municipal para efectuar o pagamento da água ou em contrapartida pagar a mesma quando a cobrança porta a porta for retomada em Outubro”

DIES DOMINI BOLETIM PAROQUIAL DAS PARÓQUIAS DE PORTO MONIZ, SANTA E ACHADAS DA CRUZ 02.09 a 08.09 de 2012 “Quem habitará, Senhor, no vosso santuário ”

A liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum propõeEsta semana na nos uma reflexão sobre a “Lei”. Deus quer a realização vida da Igreja e na e a vida plena para o homem e, nesse sentido, propõevida Paroquial:

lhe a sua “Lei”. A “Lei” de Deus indica ao homem o caminho a seguir. Contudo, esse caminho não se esgo 02.09 Domingo XXII do Tempo ta num mero cumprimento de ritos ou de práticas vazias de significado, mas num processo de conversão Comum que leve o homem a comprometer-se cada vez mais  03.09 São Gregócom o amor a Deus e aos irmãos. rio Magno

 08.09 Natividade A primeira leitura garante-nos que as “leis” e preceitos de Nossa Senhora

de Deus são um caminho seguro para a felicidade e

 09.09 Domingo XIII para a vida em plenitude. Por isso, o autor dessa catedo Tempo Comum quese recomenda insistentemente ao seu Povo que

acolha a Palavra de Deus e se deixe guiar por ela. No Evangelho, Jesus denuncia a atitude daqueles que fizeram do cumprimento externo e superficial da “lei” um valor absoluto, esquecendo que a “lei” é apenas um caminho para chegar a um compromisso efectivo com o projecto de Deus. Na perspectiva de Jesus, a verdadeira religião não se centra no cumprimento formal das “leis”, mas num processo de conversão que leve o homem à comunhão com Deus e a viver numa real partilha de amor com os irmãos. A segunda leitura convida os crentes a escutarem e acolherem a Palavra de Deus; mas avisa que essa Palavra escutada e acolhida no coração tem de tornarse um compromisso de amor, de partilha, de solidariedade com o mundo e com os homens. Do site: www.dehonianos.org


Deus, incómodo? De há muito tempo a esta parte, Deus parece ser um incómodo para a Europa e para muitos europeus. Pensam (as instituições e as pessoas) que seria bem melhor – ou, pelo menos mais prático, se Ele não existisse. E muitos nem sequer pensam. Simplesmente vivem como se Ele não existisse: no fundo, para quê preocupar-nos se, depois, Deus não protesta, não nos acusa em tribunal, não nos faz perder dinheiro ou fama? Pelo contrário, parece antes que viver como se Ele não existisse é mais proveitoso: podemos levar a vida que nos é possível, que queremos ou sonhávamos. Podemos viver dando largas à nossa imaginação e, com ela, “fintar” a própria justiça humana – no fundo, “o problema não é roubar: é ter roubado e ser apanhado!” Porque, se Deus não existe, então a justiça é aquela que eu determino para mim mesmo, ainda que, depois, exista a justiça dos homens e das leis (a tal que convém iludir, ultrapassar, ou manipular a meu proveito); se Deus não existe, eu posso fazer de deus e comprar a vida dos outros, desde que tenha dinheiro, ou poder, ou simplesmente que tenha “charme” para tal; se Deus não existe, mesmo que diante de todos eu diga que desejo a paz e a harmonia entre pessoas e nações, então posso bem promover a guerra e a discórdia, dividir para reinar. O facto é que, mesmo que me esforce por viver assim, fingindo de deus, há sempre a possibilidade de que Ele exista de verdade, e que eu e a minha vida não lhe sejamos indiferentes – nem a minha vida nem a de todos os outros que vivem à minha volta. E, se Deus existe, então pode bem ser o defensor dos mais fracos diante dos mais fortes; pode bem ser o que garante a justiça perante todos os crimes que sejam realizados contra a dignidade humana; pode bem ser aquele que, de uma qualquer forma, garanta, como última instância, que não sou eu, nem o poder que eventualmente possa ter adquirido, a possuir a última palavra.

E, o que é mais grave, existem os cristãos, e existe a Igreja a afirmar que Deus existe; que não é uma invenção humana mas Alguém muito concreto, com quem falam e a quem mostram. E, recordando constantemente a existência e a presença de Deus na história dos homens, olham para bem mais longe que a mera duração terrena da vida humana. Mas não valerá a pena, mesmo para aqueles que ainda não tenham encontrado Deus no seu caminho, viver como se Ele existisse e, desse modo, deixar que a justiça dos homens e o seu modo de viver seja moldada por aquela outra, afinal muito mais “humana”, que parte da presença de Deus na história e do seu interesse por cada ser humano a que deu a vida, por muitos incómodos que isso possa trazer? D. Nuno Brás, in Voz da Verdade _____________________________________________________ FESTAS PAROQUIAIS DAS ACHADAS DA CRUZ (de 14 a 16 de Setembro): Pessoas Responsáveis pela recolha de ofertas pelos Sítios: Achada da Arruda: Manuel dos Santos e João Loreto Pestana Igreja: José Fátima Caldeira Ribeiro e José Manuel Rodrigues da Cal Achada do Castro: Cesário Caldeira de Sousa e José Luís Canada Caldeira Pinheiro: Miguel Caldeira e Casimiro Ferreira Afonso

Boletim Paroquial  

Informação Paroquial

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