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MENSAGEM À COMUNIDADE

“FELIZ ANO NOVO, ADEUS ANO VELHO, QUE TUDO SE REALIZE NO ANO QUE VAI NASCER”

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sempre uma nova esperança de uma vida melhor. Temos sonhos de prosperidade, de usufruir a vida em todos os momentos. É o “Carpe Diem” – aproveite ao máximo os prazeres da vida, consuma tudo que a tecnologia apresenta. No entanto, nos esquecemos de viver a vida e não consumi-la. O tempo é rápido e nos envelhecemos sem percebermos. O tempo para nós cristãos é um tempo de graça e esperança em Deus, que nos deu o tempo para aprendermos amar. A Graça de Deus se revelou em Jesus Cristo. A vinda de “Jesus Cristo mostra até onde pode ir a generosidade divina: a ponto de nos dar o seu próprio Filho” (Rm 8, 32). A fonte desse gesto inaudito é aquele misto de ternura, fidelidade e misericórdia pelo qual Javé se definia e ao qual o NT dará o nome específico de graça, charis. O augúrio da graça de Deus (quase sempre acompanhada de sua paz, sendo assim o grande augúrio semítico associado ao ideal tipicamente grego da charis) introduz quase todas as cartas apostólicas e mostra que, para os cristãos, ela é o “dom por excelência, aquele que resume toda a ação de Deus e tudo aquilo que podemos augurar a nossos irmãos”. Na pessoa de Cristo “vieram-nos a graça e a verdade” (Jo 1, 17), nós as “vimos (1, 14), e, com isso, temos conhecido a Deus no seu Filho único” (1, 18). Como temos conhecido que “Deus é amor” (1Jo 4, 8s), assim, ao ver Jesus Cristo, conhecemos que sua ação é graça (Tt 2, 11.3, 4). Embora a tradição evangélica comum aos Sinóticos não conheça o termo, está plenamente consciente da respectiva realidade. Para ela também, Jesus é o dom supremo do Pai (Mt 21, 37), entregue por nós (26, 28). A sensibilidade de Jesus para com a miséria humana, sua emoção perante o sofrimento traduzem, aliás, a ternura e a misericórdia pelas quais se definia o Deus do AT. E São Paulo, para encorajar os Coríntios à generosidade, lembra-lhes a “liberalidade (charis) de Jesus Cristo, [...] como ele, rico, se fez pobre por vós” (2Cor 8, 9). No espírito cristão que congrega as virtudes mais fecundas para um “mundo melhor”, deixo meu sincero agradecimento a todos(as) que celebram a fé em comunidade na Paróquia Nossa Senhora da Esperança. Deus lhes proteja, Deus lhes abençoe, Deus lhes dê a paz, Deus lhes dê a paz!

Fraterno abraço, Cônego Dagoberto Boim


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A PASTORAL PAROQUIAL SECRETARIA PAROQUIAL

Lembramos a todos os paroquianos que durante o mês de Janeiro de 2013, a partir do dia 02, a Secretaria Paroquial atenderá somente na parte da tarde – das 13h30 às 17h30. O serviço de meio expediente ocorrerá até o dia 01 de Fevereiro. As missas serão mantidas nos seus horários costumeiros.

GRUPO DE ORAÇÃO

No Natal Jesus nos visita com a luz de sua Palavra, com o óleo de sua graça, com o desejo de sua amizade e com a simplicidade e humildade do seu coração. Feliz Natal e um abençoado Ano Novo a todos os participantes de nossa comunidade paroquial!

PASTORAL DO DÍZIMO

Dízimo é uma doação espontânea. O Dízimo que temos é o espelho da Comunidade que somos! Com alegria comunicamos a adesão dos novos Dizimistas: Márcia Maria Meira Costa, Roberto Henrique de Souza Marchiori, Rosália Moreira Raffaini, José Rudolpho Hulse, Carlos Henrique da Silva Cavalcanti, Clidiná Caivano Rodrigues, Claudio Pereira Avillano e Nair Leonardi Ferrari. Agradecemos de coração vosso testemunho de solidariedade e generosidade e suplicamos a intercessão de Nossa Senhora da Esperança por vocês e todos os demais dizimistas e suas famílias!

PASTORAL DO BATISMO

Nossa Paróquia teve a alegria de acolher no final de Outubro novos membros em nossa família cristã, através do Batismo celebrado pelo padre Boim, cujos nomes de Batismo são: Dante Tomasini Bianchi, Gabriela Brigato Ferreira Jorge, Henrique do Prado Barbosa, Mariana Magalhães Gonçalves, Mariana Romero Mota, Mateus Bertogna Prata, Miguel Monteiro de Castro Inuy, Pedro Barros Murata, Rafael Lopes

Fernandes, Sofia Moreira. Que nosso testemunho de fé possa animar na vida cristã todos os que foram, com Cristo, mergulhados nas águas da vida!

CATEQUESE 1ª. EUCARISTIA

O papa Bento XVI proclamou o Ano da Fé, que teve início dia 11 de Outubro de 2012 e terminará dia 24 de Novembro de 2013. Encerrando neste mês de Dezembro mais um ciclo de evangelização através da Catequese, lembramos e agradecemos carinhosamente nossas catequistas de “Ontem”: Elisa; Olga (falecida recentemente); Odete; Leila (falecida recentemente); Maria Lucia; Cleide; Mariazinha; Edith (enferma); Geny (que se encontra numa casa de repouso); Labib (já falecida); Marcia e Paula. No mesmo diapasão, rezamos pelos(as) catequistas de “Hoje”: Dinalva; Raquel; Giselda; Maria Helena; Marli; Silvia; Terezinha; Regina; Suely; Rosana; Rosa; Márcia; Zeca; Mei Lee; João; Lurdinha; Antônio; Carmelio; Regina; Jaime; Angelo e Maria Del Carmo. Desça sobre todos(as) catequistas a bênção da Trindade que permanece “Sempre”: Deus Pai, Filho e Espírito Santo!

PENSANDO NA VIDA DE FÉ Nos dois números anteriores, refletimos sobre o Amor-Presença e começamos a listar pessoas com quem convivemos e que convidam à prática do Amor-Presença, à imitação do exemplo de Maria Santíssima. A seguir completamos essa meditação, para que possamos analisar de maneira mais completa a nossa ação pessoal da prática dessa virtude, tão rara nos dias de hoje.

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AINDA SOBRE O AMOR-PRESENÇA EM NOSSA PRÁTICA DIÁRIA

a ótica da prática do Amor-Presença, miramos, no número anterior, em cinco elementos que merecem a nossa atenção: (a) nós mesmos – escondemo-nos das realidades, arrogantemente considerando-nos superiores e desprezando os demais? (b) os dependentes – a agenda lotada não está sendo usada como desculpa para negarmos cuidados a quem de nós depende? (c) as crianças – terceirizamos indevidamente a atenção e o carinho a essas criaturas, que tanto precisam de nós? (d) os adolescentes – deixamos de dedicar a eles nosso apoio e orientação, permitindo que as coisas do mundo os conduzam? (e) os idosos – livramo-nos deles negando-lhes o carinho e os cuidados de que necessitam? A seguir, prosseguimos e concluímos essa matéria refletindo com cuidado sobre mais alguns importantes alvos da nossa prática do Amor-Presença, e para

os quais nem sempre costumamos dar a devida atenção: (f) o cônjuge – em setembro já conversávamos um pouco sobre o papel dos cônjuges na vida matrimonial. Depois de casados, será que nossas vidas permanecem em harmonia com aquilo que pactuamos em nosso sacramento do matrimônio, ou pouco a pouco elas se separam, até que acabem se limitando às ocupações individuais, que as passem a preencher totalmente? Se o casamento é o sacramento do amor entre homem e mulher, que faz dos dois “uma só carne”, não se pode subestimar a importância de investirmos considerável tempo e presença, tanto física como psicológica, no relacionamento conjugal. Estará sendo suficiente a parcela de tempo que temos reservado para dedicarmos um ao outro aquela atenção, aquele diálogo, aquela troca, aquela companhia, aquela presença confiável, segura e garantida, tão essenciais à vida matrimonial e à estabilidade emocional dos cônjuges? É especialmente assim que se manifesta a prática do

Amor-Presença entre os casados. (Cf. Ef 5, 21-33) (g) os servidores e subalternos – na sociedade moderna dependemos demasiadamente das outras pessoas, a ponto de com muita dificuldade sobrevivermos se nos isolarmos dos outros. Em particular, dependemos explicitamente de pessoas que nos prestam serviços diretamente, e daqueles sobre quem temos alguma ascendência hierárquica. Sendo eles também imagem e semelhança de Deus, será que o nosso trato com eles é coerentemente respeitoso, e não arrogante? Nada nos custa dar-lhes um cumprimento, um sorriso, um elogio, um desejo de boa semana, perguntar como vão, acalmá-los se alguém os destratou antes. Portadores do Amor-Presença, não sejamos nós a falar mal deles, destratá-los, considerá-los como pessoas de segunda categoria... Isso estaria longe de ser uma prática cristã (cf. Ef 6, 9). Em contrapartida, se invertidos os papéis, ainda que nos destratem, não deixemos de ter elevada consideração com aqueles a quem nós


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próprios servimos, honrando-os e reconhecendo neles também irmãos nossos, à imagem do Pai. (h) os clientes – enquanto profissionais, lidamos no dia-a-dia com pessoas que necessitam de nossos serviços especializados. Será que tratamos os nossos clientes de maneira estritamente fria e objetiva ou os respeitamos e tratamos como irmãos, a quem devemos dedicar um pouco de nossa atenção e tempo? Limitamo-nos a solucionar os problemas que eles nos apresentam ou, usando o melhor de nossa capacidade profissional, passamos ao nosso cliente informações adicionais que sabemos que lhe poderão ser úteis? (cf. Lc 10, 30-37) (i) os superiores – tratamos com respeito e carinho os nossos pais, avós, parentes, patrões, colegas, professores, tutores, orientadores, sacerdotes, refletindo nosso Amor-Presença, conforme o caso, através de atenção, convívio, palavra, proximidade, companhia, respeito, afeto? (cf. Ef 6, 5-8; Col 3, 22-24) (j) os amigos e os inimigos – assim como os parentes e outros de quem, por vários motivos, somos mais próximos, os nossos amigos devem sempre receber de nós toda a atenção e carinho, principalmente quando necessitem. Inimigos de verdade, poucos de nós temos, no entanto pouquíssimos estamos livres de desafetos e de pessoas que não nos tolerem, talvez até gratuitamente. Jesus manda que amemos até mesmo os inimigos (cf. Mt 5, 44): por difícil que seja, na Comunhão dos Santos devemos perdoálos sinceramente, orar e interceder lealmente por sua salvação para que se abram à reconciliação, ao perdão, à retomada da fraternidade, a um caminho reto. (k) a criação – quase todos nós temos em casa seres vivos, como animais de estimação e plantas, que nos alegram e acompanham. Vemos neles a obra do Criador? Exercemos com eles nosso Amor-Presença, tratando-os bem e dando-lhes condições dignas de vida? Cuidamos deles ou apenas os aprisionamos, abandonando-os quando estamos ocupados, para simplesmente usufruir deles como objetos sempre que desejamos? Temos tratado bem a natureza à nossa volta ou apenas a exploramos, para nosso conforto, egoísmo e ganância? (cf. Gn 6, 9-22) (l) o Criador – finalmente, não podemos esquecer de que Deus nos amou em primeiro lugar, procurando-nos e até enviando seu próprio Filho único para, junto a nós, exercer Seu Amor-Presença.

Calendário Pastoral Paroquial Missas Terça à Sexta, às 18h. Sábado, às 16h. Domigo, às 8h30,11h e 19h. Serviços pastorais Grupo Gente Ativa Segunda-feira, das 13h30 às 17h30, no Salão Paroquial. Grupo de Oração Terça-feira, das 14h às 15h30, na Igreja. Pastoral da Caridade Terça-feira, das 14h às 16h30. Pastoral da Amizade Quarta-feira, às 20h, no Salão Paroquial. Narcóticos Anônimos Segunda a sexta-feira, das 20h às 22h, nas Salas Inferiores. “Durante as festas de final de ano e todo o mês de Janeiro de 2013, alguns serviços pastorais não terão atividades. Ligue na secretaria (das 13h30 às 17h30) para outras informações.” Como podemos retribuir-lhe todo esse perfeito Amor que Ele nos dedica? Dando-lhe o devido culto, com muita reverência e respeito (cf. Hb 12, 28): na oração pessoal, em que manifestamos espiritualmente nossa presença junto a Ele; na leitura das Escrituras, em que ficamos lado a lado e conversamos com o próprio Cristo, que é a Palavra encarnada de Deus; na sagrada comunhão, em que recebemos fisicamente o próprio Jesus como alimento, em corpo, sangue, alma e divindade – tão grande manifestação do Amor-Presença de Deus junto a nós; na adoração ao Santíssimo Sacramento, em que lhe fazemos companhia e com Ele dialogamos durante algum tempo, retribuindo-lhe sua permanência sacramental entre nós com um pouco da nossa presença; na participação em atividades comunitárias, pois Ele prometeu estar presente sempre que dois ou mais se reunirem em Seu nome (Mt 18, 20); em particular, na Santa Missa, a principal dessas atividades, em que a comunidade, reunida em nome de Cristo, intercede, reza, louva, adora, glorifica, e se nutre ouvindo a Palavra e recebendo a Eucaristia, fazendo-se presente diante da Sua Presença, que aí se manifesta, ao mesmo tempo, de tantas e variadas formas maravilhosas.

1 Catequese da Confirmação: no Salão Superior, das 8h30 às 12h30. 1 Celebração 1ª. Eucaristia: na Igreja, às 9h30. 4 Conselho Administrativo Paroquial: no Salão Superior, às 18h. 8 Catequese da Confirmação (Confissão): no Salão Superior, às 8h30 às 12h30. 11 Missa Casa de Repouso: Al. Anapurus, às 9h30. 12 Missa Natal (Pastoral da Amizade): na Igreja, às 20h. 14 Pastoral do Dízimo: às 20h30. 15 Preparação para Batismo: no Salão Paroquial, às 8h30 às 12h. 15 Confraternização das Pastorais: no Salão Paroquial às 20h. 16 Missa (Coleta Evangelização): na Igreja, às 8h30; 11h e 19h. 16 Celebração do Batismo: na Igreja às 9h30. 18 Espiritualidade Advento (Padres): Sagrada Família, às 8h. 18 Celebração Penitencial do Advento: na Igreja, às 15h e 20h30. 24 Missa Véspera Natal: na Igreja às 20h. 25 Missa Natal: na Igreja, às 11h e 19h. 31 Missa Véspera Ano Novo: na Igreja às 20h. 1 Missa Ano Novo: na Igreja às 11h e 19h.

CAMPANHA “FAÇA UMA CRIANÇA FELIZ” Após receber o fruto da generosidade de cada um de vocês, a comunidade paroquial realizará as entregas das sacolinhas de Natal, conforme o cronograma abaixo: 01/12/2012 - Creche Dino Bueno (Ir. Cristina) Alameda Dino Bueno, 436 08/12/2012 - Cocaia (Ir. Maria das Dores) - Centro Comunitário N.S. de Fátima 15/12/2012 - Itaquaquecetuba (Lucimar) - Inauguração da Creche 22/12/2012 - Creche N. Sra. Da Paz (Ir. Derly) Rua do Glicério, 221 22/12/2012 - Atendidos pela Ir. Rosina – (Local a ser definido) 23/12/2012 - Centro de Convivência - Alameda Dino Bueno, 643 - Entrega: (Povo de Rua)

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41 Anos Evangelizando: de Esperança em Esperança

Um Natal Para Os “Sem Lugar”

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Natal e a iluminação pública ganha reforço com as decorações nas árvores, prédios, postes e avenidas. O espetáculo visual é fascinante e o expectador quase não se dá conta de viver na mesma cidade... tudo parece novo e encantador! As vitrines espelham um ar de felicidade cinematográfica e o vai e vem dos consumidores desenham um turbulento e nervoso clima de compras e vendas, ofertas e atrativos para os olhares e os bolsos. O bom velhinho de barbas brancas, montado em sua carruagem puxada por renas é o grande cicerone da festa que alcança o frenesi no dia 24. Seu saco de presentes é o símbolo do insaciável desejo por presentes. Ninguém escapa do estímulo consumista que dá a sensação de um tempo feliz... Entretanto, é possível perceber, com algum esforço, que o Natal sofreu perigosa mutação: o Filho do Altíssimo que se fez hu-

mano, rebaixado e pequeno, escondido e sem lugar em Belém, nasceu longe do centro e das badalações de seu tempo. A glória de Deus que brilhou nos arredores e despertou os esquecidos pastores que nos campos tangiam suas ovelhas. Os magos do Oriente que nada encontraram no palácio de Herodes, foram orientados a empreender nova busca, pela periferia da cidade. Entre os humanos, o Deus que se situou desconcertantemente fora do foco da sociedade de seu tempo, contentou-se, na falta de lugar, com uma estrebaria. O menino, repousado em palhas e envolto em faixas, teve por primeiro berço uma manjedoura, o comedouro dos animais, um cocho. A vista de Deus à nossa humanidade começou pelos pequenos, esquecidos e distantes. Dá o que pensar se olhamos o que foi feito do Natal, pois a distância parece ainda maior hoje... Não precisamos abandonar a alegria pagã do comércio, tão pouco deixar de realizar o desejo de desfrutar uma farta ceia com os familiares e amigos. Depois de tudo ainda será permitido um belo passeio para ver a cidade

cintilando. Nada disso vai ferir o Natal de Jesus que continua à nossa espera no lado esquecido da vida. Lá onde a manjedoura toma forma de cruz sobre as costas de algum irmão, ou onde o abandono e o sofrimento latejam sem serem notados nas esquinas, nos hospitais, sob as marquises, está a nascer o menino. É lá que brilha a glória de Deus entre os que pastoreiam as latinhas e o papelão para reciclar e o cantinho do beco para dormir. Eles prolongam e atualizam hoje a visita de um Deus que resolveu ser humano a partir das experiências mais duras e rudes da vida, “pois não havia lugar para eles na hospedaria”.

Palavra da Comunidade Pastoral A nossa comunidade sabe que a fé em Cristo, Filho de Deus e Redentor, e o amor ao próximo constituem o núcleo da mensagem do Novo Testamento. O apóstolo Paulo dizia que a vida cristã resume-se toda na fé, que realiza aquele amor e aquele serviço ao próximo que implica a observância dos direitos da justiça. Vivendo sob a lei da liberdade de consciência nós somos chamados permanentemente à conversão do coração, da autossuficiência humana para a confiança em Deus e do egoísmo para o amor sincero ao próximo. Esta mesma mensagem cristã relembra a nós todos que a atitude para com os outros é integrada na nossa própria atitude para com Deus; a nossa resposta ao amor de Deus, que nos salva através de Cristo, demonstra-se eficaz no amor e no serviço aos outros – e ainda, que o amor cristão ao próximo e a justiça não podem separar-se. O amor implica uma absoluta exigência da justiça, que consiste no reconhe-

cimento da dignidade e dos direitos do próximo. E a justiça alcança a sua plenitude interior somente no amor. Por isso, mesmo que cada ser humano seja, realmente, imagem visível de Deus invisível e irmão de Cristo, nós encontramos o mesmo Deus e a sua exigência absoluta de justiça e de amor em cada um dos pequeninos deste mundo. Que nossa missão evangelizadora desse ano 2012 seja boa memória para a missão renovada de incendiar os corações no ano 2013. Possa nossa alma plenificar-se neste Advento e Natal do Senhor do mesmo espírito que tomou a jovem Maria de Nazaré: A minh’alma engrandece o Senhor e o meu espírito se alegrou em Deus meu Salvador. Pois Ele me contemplou na humildade [...] o Poderoso me fez grandes coisas [...] Santo é Seu nome! A Sua misericórdia se estende a toda a geração daqueles que o temem. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. Como era no princípio, agora e sempre. Amém. (Cf. Lc 1, 46-55) Dessa forma, solícitos à cultura da

paz, à civilização do amor e à globalização da solidariedade, na diversidade de idiomas – África: Geseende Kerfees en’n gelukkige! – Alemanha: Fröhliche Weihnachten und ein glückliches Neues Jahr! – Armênia: Shenoraavor Nor Dari yev Soorp Janunt! – Egito: Colo sana wintom tiebeen! – Inglaterra: Merry Christmas and a Happy New Year! – Espanha: Feliz Navidad y Próspero Año Nuevo! – França: Joyeux Noël et Bonne Année! – Grécia: Kala Christougenna Ki’eftihismenos O Kenourios Chronos! – Iraque: Idah Saidan Wa Sanah Jadidah! – Itália: Buon Natale e Felice Anno Nuovo! – Japão: Shinnen omedeto. Kurisumasu Omedeto! – Rússia: Pozdrevlyayu s prazdnikom Rozhdestva i s Novim Godom! – Somália: Ciid wanaagsan iyo sanad cusub oo fiican! – Turquia: Noeliniz Ve Yeni Yiliniz Kutlu Olsun! – Hebraico: Mo’adim Lesimkha! – Latim: Pax hominibus bonae voluntatis! – as Pastorais, Grupos e Serviços que evangelizam na vida paroquial queremos abraçá-lo(a) e dizer-lhe FELIZ NATAL E ANO NOVO DE PAZ!

atendimento da SECRETARIA: Segunda, das 13h30 às 17h30. Terça à Sexta, das 8h30 às 12h30 e das 13h30 às 17h30.

Sábado, das13h30 às 17h30. Acesse o site www.paroquiansesperanca.org.br

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Ano XVI – Edição 173 – Dezembro/2012 Tiragem: 1.000 exemplares • Periodicidade: mensal

Distribuição: gratuita • Responsável: Cônego Dagoberto Boim • Projeto gráfico e diagramação: Minha Paróquia (minhaparoquia.com.br) • Impressão: Gráfica Serrano (11) 7733 6247

Paróquia Nossa Senhora da Esperança Endereço: Av. dos Eucaliptos, 556 - Moema São Paulo, SP • CEP 04517-050 Tel/Fax.: (11) 5531-9519 • e-mail: pnsesperanca@uol.com.br


Boletim Novo Mundo - Dezembro 2012