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Ano XXXI - nº 367 Junho de 2015 Distribuição gratuita Informativo da Paróquia Nossa Senhora de Loreto Fundada em 6.3.1661 www.loreto.org.br


Índice Expediente Direção Espiritual

Pe Sebastião Coordenação

Hélia Fraga Equipe de Trabalho

Ana Clébia, Bira, Pascom Loreto, Badá, Corredeira, Thiago Santos Fotos Dennys Silva e David Capa: CORREDEIRA Diagramação

Lionel Mota Impressão

Gráfica Stamppa

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Editorial...............................................................................................................................3 Temas Bíblicos...................................................................................................................4 Profissão de Fé...................................................................................................................5 Loretando............................................................................................................................6 Escritos de Santo Antônio Maria Zaccaria ����������������������������������������������������������������7 Espaço teológico................................................................................................................8 Coluna Cultural.................................................................................................................9 Entrevista Pastoral - Ministério do Acolhimento ������������������������������������������������� 10 O Corpo de Cristo......................................................................................... 12 Adoradores....................................................................................................................... 14 A Missa.............................................................................................................................. 16 Ícones da comunidade.................................................................................................. 18 Fé e Política...................................................................................................................... 20 Anote em sua Agenda.................................................................................................... 21 Loretinho.......................................................................................................................... 22

Expediente Paroquial MATRIZ PARÓQUIA NOSSA SENHORA DE LORETO End.: Ladeira da Freguesia, 375 - Freguesia Jacarepaguá - RJ - CEP 22760-090 Tel.: 3392-4402 e 2425-0900 Emails: adm@loreto.org.br (Administração) secretaria@loreto.org.br (Secretaria) Site: www.loreto.org.br

NOSSA SENHORA DA PENNA: Dom.............................................................11h NOSSA SENHORA DO AMPARO Est. de Jacarepaguá, 6883 Anil - Tel: 2447-6802

4ª..................................................................18h Sáb..........................................16h (catequese) Dom.......................................................... 7h30 INSP Estr do Pau Ferro. 945 Freguesia - Tel:3392-2521

Dom...............................................................8h

HORÁRIO DA SECRETARIA Segunda a Domingo..............das 8h às 19h HORÁRIO DAS MISSAS Segunda a sexta.......................... 7h e 19h30. Sábado.......................................... 7h e 18h30. Dom...... 7h; 8h30 (crianças); 10h30 e 19h.

CONFISSÕES 3ª a 6ª.................de 9 às 11h e de 15às 17h 3ª a 6ª...................................... de 20h às 22h Sábado................. de 9 às 11h na secretaria EUCARISTIA para doentes Atendimento domiciliar e hospitalar. Marcar por telefone com a Secretaria. BATISMO Atendimento na Sacristia Inscrições - 5ª e Sábado................. 9h às 11

CAPELAS Endereços das Capelas e os Horários das Missas NOSSA SENHORA DE BELÉM

SANTO ANTONIO

Rua Edgard Werneck, 217 - Freguesia Tel: 2445-2146

Rua Edgard Werneck 431 Freguesia Tel: 3094-4139

Terças e Quintas..................................17h30 Dom........................................................16h30 SÃO JOSÉ (CARMELO) Rua Timboaçu, 421 Freguesia - Tel: 3392-0408

Seg. a Sábado.......................................... 7h30 Domingo......................................................9h

3ª feira................................................ 17:30hs 4ª a 6ª feira:....................................... 06:30hs Exceto a 1ª sexta............................... 18:00hs E última 4ª quarta do mês (Missa de Cura) .................................................. 20:00 hs Sábados ............................................. 18:00 hs Domingos ........................................ 09:00 hs


Comemorações

Outro evento que marcou o mês de maio este ano foi a Visita Canônica do Superior Provincial dos Barnabitas à Comunidade religiosa

Editorial Pe. Sebastião Noronha Cintra*

Querido paroquiano, prezado leitor. Concluímos o mês de maio com toda a riqueza de ele trás para a comunidade. Realizamos os Encontros de Casais, do Fé e Dons e do EJC (que completa 30 anos). O 70° ECC nos fez lembrar que são 35 anos do primeiro encontro em 1980. Um processo que se propõe a evangelização das famílias encontra sempre nova motivação com as novas famílias que vem morar aqui na Freguesia e na proposta da Pastoral Familiar que implementamos na paróquia. Esperamos que sempre mais pessoas possam encontrar o caminho da vida familiar inspirada no Sacramento do Matrimônio, na vivência sacramental, no encaminhamento dos filhos crianças e jovens na iniciação cristã. A participação nos serviços pastorais será um coroamento da vida da comunidade, assumindo a missão na liturgia, no acolhimento, no serviço social e no serviço à sociedade. Outro evento que marcou o mês de maio este ano foi a Visita Canônica do Superior Provincial dos Barnabitas à Comunidade religiosa. Ele pode ver o serviço que os Barnabitas prestam aqui no Loreto há 94 anos e ajudar a ver o que ainda precisa ser feito, o que precisa melhorar. Ele se encontrou com os leigos do Conselho Administrativo e Econômico e alguns membros do Conselho Pastoral. Foram alguns membros do grande conselho representando todas as pastorais. Convidei representantes por áreas pastorais: Iniciação Cristã, Familiar, Liturgia, Pascom, Setor Juventude e Ação Social. Durante mais de duas horas eles apresentaram os trabalhos pastorais ao Padre Provincial. No final da visita fizemos o lançamento do livro que a nossa Província mandou imprimir: “Fogo na cidade”. É a vida do nosso santo Fundador, Santo Antonio Maria Zaccaria. Destaque especial deste mês foi a festa de Corpus Christi. Diferente dos últimos anos, o tempo bom permitiu a folclórica preparação dos tapetes para a Procissão do Santíssimo Sacramento. Vimos todas as Pastorais envolvidas na carinhosa e devota preparação dos tapetes de sal, cada pessoa dando o melhor de si com arte para o seu belo trabalho. Muitos fiéis acompanharam a passagem de Jesus pelas ruas da paróquia e a sua chegada à matriz passando sobre o tapete preparado na véspera. Foi muito emocionante como podemos vem pela reportagem na revista. A entrevista pastoral está apresentando o Ministério do Acolhimento, serviço da maior importância na vida paroquial. Parabéns. Pedimos as bênçãos de Santo Antonio, São João e São Pedro para as nossas festas juninas paroquiais. Junho 2015

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Temas bíblicos

1Jo (14) Tema “O Espírito testemunha em nós

Padre Fernando Capra comentariosbiblicospadrefernandocapra.blogspot.com.br

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emais insistente e repetida é a afirmação de João, que encontramos desde o início da sua carta, “E isto vos escrevemos para que a nossa alegria seja completa” (1,4), para que ignoremos a importância de descobrir o seu verdadeiro sentido. Quem nos dá a sua explicação de forma cabal é o autor da Carta aos Hebreus, embora de forma muito sintetizada, contudo, nem por isso, diminuída no seu sentido pleno: “Jesus Cristo é o mesmo, ontem e hoje; ele o será para sempre! Não vos deixeis extraviar por doutrinas ecléticas e estranhas” (Hb 13,8-9). O v.8 está em relação com aquilo que, na afirmação final da sua argumentação, João nos diz de uma forma clara: “Deus nos deu a vida eterna e esta vida está em seu Filho. Quem tem o Filho tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida” (5,12). São palavras que explicitam o conteúdo do exórdio, onde se afirma que a Palavra da Vida é Vida, Vida eterna, que, agora, ajudados pelo autor da Carta aos Hebreus, entendemos que deve ser o conteúdo permanente da nossa fé. O v.9 está em relação com o que João afirma no final da primeira argumentação acerca do testemunho do Espírito, tanto em nós quanto nos Apóstolos: “Agora, filhinhos, permanecei nele, ‘a Palavra da Verdade em quem, tendo crido, fostes selados pelo Espírito da promessa, o Espírito Santo’ (Ef 1,13), para que, quando ele se manifestar, tenhamos plena confiança e não sejamos confundidos por estarmos longe dele, na sua Vinda” (1Jo 2,28). O fiel que persevera na comunhão de fé com os que testemunham, no Espírito Santo, que Jesus é o Filho leva os Apóstolos à alegria plena. Em 1Jo 4,1-6 vemos João proclamar de forma enfática o valor do testemunho dos Apóstolos acerca da “Palavra da Vida, a Vida, Vida eterna”, diante do perigo dos anticristos que tentam desencaminhar “os que são de Cristo porque o Pai lhos deu” (Jo 17).

A forma é enfática e mostra a percepção clara do estrago que uma doutrina eclética e estranha pode provocar, uma vez que neutraliza a própria ação do Espírito Santo: “Nós somos de Deus. Quem conhece a Deus nos ouve, quem não é de Deus não nos ouve” (1Jo 4,6). Dessa forma, a insistente e repetida afirmação de João nos revela a preocupação que levou o Apóstolo a escrever a sua carta, embora, nela, não se limite a defender apologeticamente a importância do Espírito Santo na vida do fiel e da Igreja. O pecado do fiel que chegasse a negar ser Jesus o Filho de Deus já seria algo de extremamente grave. Ele tornaria, todavia, a sua situação desastrosa porque o fiel perderia a comunhão de vida com o Pai e o Filho, uma vez que perderia a comunhão de fé com os Apóstolos (1,3; cf. 2Jo 9). A importância do Espírito em nós tem a sua argumentação mais profunda em 1Jo 5,5-12, que acaba justificando duma vez a insistência de João em afirmar o motivo do seu escrito. Aquele Espírito que levou o fiel a dar a sua adesão de fé a tudo aquilo que os Apóstolos pregaram, é Aquele que, juntamente com a água e o sangue que jorraram do lado direito de Cristo na Cruz, dá testemunho. A água e o sangue testemunham, aludindo a Ez 47, que Jesus é o Cordeiro imolado no altar do Templo, do qual jorra a Água da Vida que renova as águas mortas. O Espírito testemunha, nos Apóstolos e nos fiéis que Jesus é o Filho de Deus. Foi o testemunho que o Espírito da Verdade (1Jo 5,6) suscitou em João diante do Cristo crucificado e que o mesmo Espírito suscitou nos fiéis, em virtude do testemunho de fé dos Apóstolos, acompanhado “de sinais, de prodígios e de vários milagres e por dons do Espírito Santo, distribuídos segundo sua vontade” (Hb 2,4).

A importância do Espírito em nós tem a sua argumentação mais profunda em 1Jo 5,5-12, que acaba justificando duma vez a insistência de João em afirmar o motivo do seu escrito

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Profissão de Fé Jane do Térsio

Creio no Espírito Santo

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Espírito Santo é a Terceira Pessoa da Santíssima Trindade, portanto devemos adorá-lo do mesmo modo que adoramos o Pai e o Filho. Ele é consubstancial ao Pai e ao Filho “e como o Pai e o Filho é adorado e glorificado”. Afirmação do Símbolo Niceno-Constantinopolitano. São Gregório Nazianzeno explica que “na época do Antigo Testamento, quando ainda não se confessava a divindade do Pai, proclamar abertamente o Filho e, quando a divindade do Filho ainda não era admitida, acrescentar o Espírito Santo, não era prudente”. O povo estava ainda muito ligado à ideia de um só Deus e não teria sido capaz de entender que realmente só há um Deus, mas em três Pessoas. No Catecismo da Igreja Católica podemos ver que a Igreja é o lugar de nosso conhecimento do Espírito Santo, pois ela transmite a fé dos apóstolos: yy Nas Escrituras que ele inspirou; yy Na Tradição, da qual os Padres da Igreja são as testemunhas sempre atuais; yy No Magistério da Igreja, ao qual ele assiste; yy Na Liturgia sacramental, por meio de suas palavras e de seus símbolos, na qual o Espírito Santo nos coloca em comunhão com Cristo; yy Na oração, na qual Ele intercede por nós; yy Nos carismas e nos ministérios, pelos quais a Igreja é edificada; yy Nos sinais de vida apostólica e missionária; yy No testemunho dos santos, no qual ele manifesta sua santidade e continua a obra de salvação. A missão conjunta do Filho e do Espírito O Espírito foi enviado aos nossos corações: “E porque sois filhos, enviou Deus aos nossos corações o Espírito de seu Filho, que clama Abba, Pai” (Gl 4,6). Desde o início até o fim dos tempos, quando o Pai envia seu Verbo, envia também o seu Sopro. A missão dos dois é conjunta e inseparável. É Cristo que aparece, ele, a Imagem visível do Deus invisível; mas é o Espírito Santo que o revela.

O Filho de Deus é consagrado: Cristo, Messias, Ungido pela unção do Espírito Santo em sua Encarnação. Quando Cristo é glorificado pode, de junto do Pai, enviar o Espírito Santo aos que creem nele. O nome, as denominações e os símbolos do Espírito Santo. O nome próprio do Espírito Santo O nome próprio da Terceira Pessoa Divina é Espírito Santo, embora Espírito e Santo sejam atributos divinos que as três Pessoas Divinas possuem. Mas quando dizemos Espírito Santo, a Escritura, a Liturgia e a linguagem teológica se referem a Terceira Pessoa da Trindade. As denominações do Espírito Santo Antes de sua morte, Jesus prometeu aos discípulos que lhes enviaria um outro “Paráclito” (Jo 14,16), isto é, “Advogado”, “Consolador”, “Espírito de Verdade”. São Paulo nas Epístolas e S. Lucas no Atos dos Apóstolos usam outras denominações. Assim temos: o Espírito da promessa (Gl 3,14; Ef 1,13), o Espírito de adoção (Rm 8,15; Gl 4,6), o Espírito de Cristo (Rm 8,11), o Espírito do Senhor (2 Cor 3,17), o Espírito de Deus (Rm 8,9.14; 15,19; 1 Cor 6,11; 7,40) e S. Pedro, o Espírito de glória (1 Pd 4,14). Continua na próxima edição Junho 2015

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Loretando Paulo Sobrinho e Solange - loretando@oi.com.br

A crise

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ão vivemos tempos muito tranqüilos, o país passa por um momento de extrema delicadeza, de uma forma estranha fomos divididos entre quem é e quem não é, tipo: quem votou em fulano é, quem não votou em fulano não é, e com isso vamos atravessando rios de águas turvas e turbulentas que chamamos vulgarmente de crise. Nada anda, nada funciona em função da crise. Tudo está em crise; saúde, educação, economia e principalmente a política, e nós, o que temos a ver com isso? E o kiko? Qual a parte que nos cabe neste latifúndio? Que parte da crise te afeta? Será que afeta a ponto de te paralisar? Pois é, acho que às vezes a intenção é esta, paralisar tudo e assim justificar os erros e defeitos, tudo por causa da crise. Isso nos leva a uma situação estranha, quem é pobre miserável recebe a benesses do governo, quem é rico não precisa disso e quem está no meio é quem paga a conta, é quem fica na confusão. É para essas pessoas que são dirigidas todas as cargas de pressão, pois se tornaram o fiel da balança. Se você desistir é mais um ponto para quem planta e semeia a crise e ganha muito com ela. Tem muita gente deixando-se afundar, pois foi convencido de que a crise é muito grande e por isso vamos ao caos. Faz-me lembrar de um texto muito antigo e que hoje se torna atual por representar exatamente a situação do país hoje, onde todos estão querendo ganhar com a crise. “Havia num lugarejo que ficava na beira de uma autoestrada um pequeno comercio que o carro chefe das vendas era o cachorro quente, para isso o dono da loja ia todos os dias para a beira da autoestrada, segurava uma grande placa e anunciava seu produto”. As vendas prosperaram, com isso aumentou o consumo de pão, salsicha, condimentos e legumes para o molho. A padaria foi ampliada, novos funcionários foram contratados, a fábrica de salsicha dobrou seu turno e contratou funcionários para atender a demanda, o mercadinho cresceu e virou um horti fruti e contratou novos funcionários para atender seus clientes. O lugarejo tornou-se um próspero município. O comerciante continuava a anunciar e vender seus cachorros quentes casou-se e teve um filho. Ele cresceu na cidade, estudou na creche escola que foi ampliada para atender as crianças maiores e virou também colégio fundamental e de ensino médio. O menino terminou seus estudos ali e foi para a universidade na capital, depois de longos anos de estudos e estágios, com seu pai bancando tudo: mensalidade, aluguel e 6

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estadias, ele se formou. Antes de assumir um cargo em uma grande empresa resolveu ir a sua cidade natal para visitar seus pais, La chegando deparou-se com seu pai ainda na beira da estrada apregoando seus produtos, em sua casa a fartura tomava conta de tudo e todos. A cidade vivia seus melhores dias, ruas movimentadas e consumo em alta. O rapaz observando tudo isso chamou seu pai a um canto e lhe disse: pai, tu não sabes que há uma crise mundial afetando países, cidades e municípios? Como podes diante de tamanha crise continuar a gastar comprando insumos, pagando tributos empresariais e mantendo benefícios aos funcionários? Há uma crise mundial, vivemos tempos apertados, o pior está por vir, não se pode mais administrar empresas desta forma, a crise vai nos pegar, precisamos estar preparados. Sendo assim, acreditando que seu filho formado numa grande universidade estivesse capacitado para ter esse tipo de conhecimento, retirou a placa da auto-estrada, parou de apregoar seus produtos, cancelou seus pedidos na padaria, horti fruti e na fábrica de salsicha, deixando apenas o mínimo. Demitiu funcionários, cortou benefícios e fechou a filial. A padaria teve que fazer o mesmo, a fábrica de salsicha transferiu-se para outra cidade e todo o comercio foi diminuindo suas atividades ou fechando as portas. Em pouco tempo o próspero município voltou a ser um pequeno lugarejo, ruas vazias e nenhuma prosperidade. “Certo dia o velho comerciante, sentado no banco da velha praça, junto com outros amigos de labuta, olhou para aquela desolação e concluiu; meu filho estava certo, existe uma grande crise mundial afetando países, cidades e municípios.” Meus amigos, não permitam que aqueles que distribuem dificuldades para depois vender facilidades, tome conta do nosso espaço. Hoje as TV´s, toda a mídia e as redes sociais na internet fazem um grande comercio sobre a grande crise que assola o mundo. Crise na indústria, na economia, na educação e principalmente na política. Crise na igreja, no casamento e na família. Todos querem ganhar com as soluções. Fiquemos atentos aos que nos rodeiam impondo um clima de pânico e insegurança. Cristo é e sempre será o Caminho, a Verdade e a Vida, não nos deixemos levar por falsas alternativas, não permita que o desanimo tome conta do seu coração, continue a apregoar em alto e bom tom o seu valor, pois Ele, o Cristo, permite e te quer feliz. Toda e qualquer crise será superada com suas orações. Somente creia. Até breve. P.S. Não há crise que nos tire dos caminhos do Senhor. P.S. do P.S. Não há Deus maior, não há Deus melhor.


Escritos de Santo Antônio Maria Zaccaria

Visita Canônica e Lançamento do Livro FOGO NA CIDADE

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aio foi um mês movimentado na paróquia. Entre diversas atividades, tivemos também os Retiros de Primeira Comunhão, ECC, CFL do EJC e Fé e Dons. Em meio a tudo isso, recebemos com alegria a Visita Canônica do Superior Provincial dos Barnabitas, nosso querido Pe. Paulo de Tarso Rodrigues, que ficou conosco do dia 21 a 24/5. A visita que acontece normalmente no início e final do mandato do Provincial trata da vida e das obras dos Barnabitas em cada comunidade em que eles estão, o que inclui conversas com os padres e religiosos, alguns representantes pastorais, contatos e celebrações. Aproveitando a estada do Pe. Paulo na paróquia, tivemos o Lançamento do Livro Fogo na Cidade, no dia 23/5, onde nossos padres tiveram a alegria de receber os paroquianos com um maravilhoso coquetel e a atenção especial dedicada a cada um que quis receber

uma dedicatória no livro. O livro Fogo na Cidade, ainda à venda na secretaria paroquial, custa R$ 20,00 e é a tradução do original em italiano. A edição é de 2002, comemorando os 500 anos do nascimento do nosso santo. Ângelo Montonati, o autor, é um jornalista, leigo, amigo dos Barnabitas da Itália. Com o título do livro, ele quis expressar o carisma de Santo Antônio Maria Zaccaria, que se resume em RENOVAÇÃO DO FERVOR CRISTÃO, o que aconteceu, inicialmente, na sua cidade natal, Cremona e se espalhou para outros lugares, especialmente em Milão, grande CIDADE do Norte da Itália. O livro, em linguagem mais jornalística do que histórica propriamente dita, apresenta a pessoa e a espiritualidade de Santo Antônio Maria como válida e inspiradora para essa nossa época tão insegura quanto aos valores do Evangelho de Nosso Senhor.


Espaço teológico Michele Amaral - Bacharel em Teologia – PUC-Rio

Eucaristia e Compromisso “A Eucaristia é o braseiro incandescente do amor de Deus pelos homens” (Cardeal Roger Etchegaray).

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m 2015 celebramos a solenidade de Corpus Christi no dia 04/6 e como o nome sugere, significa Corpo de Cristo, em que celebramos o mistério da eucaristia. Papa Urbano IV, que com a bula Transiturus do Mundo decretou essa como sendo oficial e com a finalidade de honrar a Jesus Cristo, pedir perdão e protestar contra aqueles que negam a presença de Deus na Eucaristia. Sendo, assim convido vocês a meditarem um pouco sobre a Eucaristia tendo como ponto de partida o encontro com os irmãos que precisam de nós. Viver a Eucaristia é comprometer-se com a Humanidade. Celebrar, adorar e vivê-la, é sentir que estamos sendo geradores de vida e de paz, em nome da fé e do amor que Jesus tem por nós. Ao término da missa o sacerdote nos fala “Ide em paz e que o Senhor vos acompanhe”, com isso somos constantemente enviados ao mundo. Tudo isto para sermos fermento de um mundo novo. Participar da Eucaristia é um compromisso que assumimos perante a comunidade. Quem co8

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munga compromete-se também com a vida em comunidade. Se Cristo entregou sua vida por nós, por que não doarmos também a nossa vida para o seu projeto? Só pode dizer que realmente se vive e celebra a ceia do Senhor quando a prolongamos no serviço a Deus e aos irmãos. Esta jamais será verdadeira se não tiver no cristão este efeito de prolongamento ao longo do dia, ao longo da semana, ao longo da vida! Jesus convida para o seu banquete os mais pobres e marginalizados da sociedade. Ela edifica-se em nós não despejando palavras, mas comprometendo-nos na nossa própria transformação e na transformação da comunidade que celebrando, procura caminha. Nem sempre a ação que fazemos é gratificante ou compensadora. Os seus frutos muitas vezes nem sequer são vistos.

A Eucaristia é um verdadeiro ato de amor. O amor exige proximidade e empenho. Exige um olhar de bondade, ternura e misericórdia de nossa parte. Para “amar como Jesus amou”, é preciso olhar para suas atitudes e ensinamentos. Se andarmos no caminho de Deus, vivemos o amor que gera vida. Se não sentimos em nós esta vontade de amar e, pelo contrário, tudo o que fazemos é aumentar esta divisão na comunhão, então temos de nos colocar a seguinte questão: Estarei vivendo plenamente em mim a Eucaristia? “Comungar” com os que “estão de fora” é a “prova de fogo”. O nosso compromisso é para com esses que mais precisam de amor, solidariedade, ajuda, o mesmo que nós recebemos no sacramento. “A missa é pão partido e repartido” que nos desafia a uma maior entrega, que nos convida a ir levar esse “pão” pelo mundo. Ser indiferente é não viver eucaristicamente, é talvez, não ser cristão! A mesa em que Jesus nos convida a participar é uma mesa de comunhão e amor onde Ele se entrega por nós, de uma maneira radical. Mais tarde, “o Espírito Santo é quem nos converte o pão no corpo de Cristo e o vinho no seu sangue; do mesmo modo, no contexto eucarístico quotidiano, converte-nos em criaturas novas, com um coração e alma nova, porque “onde abunda o pecado, superabunda a Graça”. (cf. Rm 5,20)


Coluna Cultural No dia da Ascensão do Senhor também é comemorado o Dia Mundial das Comunicações Sociais. E mais uma vez a nossa Arquidiocese celebrou a data em grande estilo, com o Encontro da Pascom da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro. Foi de lá que surgiram as ideias para a coluna cultural desse mês. A primeira dica é conhecida por muitos de nós, porém pouco utilizada, que é o site da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro - http://arqrio.org/. No site estão todas as notícias sobre nossa igreja no Rio de Janeiro e no Mundo, links para redes sociais, agenda do Cardeal e outras coisas. Também conseguimos baixar e ler os folhetos “A Missa”, tanto os antigos, quanto os novos. Clicando na aba “Comunicação”, vemos as outras três dicas que trazemos hoje, que é a voz da igreja nos diversos meios: O Jornal “Testemunho de Fé”, a Rádio “Catedral FM” e a WebTV ”Redentor”. Essas três são as mídias católicas de nossa arquidiocese, e são responsáveis por trazer as novidades para nós. Publicado em papel e também na internet no endereço digital: http://www.bancadigital.com.br/ otestemunhodefe/reader2/ O “Testemunho de Fé” traz as notícias de nossa arquidiocese, formação, espiritualidade, retiros, eventos e outras novidades encontramos por lá. Já a “Catedral FM” 106,7 - http://www.radiocatedral.com.br/ traz diariamente para nós a música católica, notícias, informações e também muita formação e espiritualidade. E a mais recente, porém não menos importante canal de evangelização é a WebTV Redentor - http:// redentor.tv.br:4000/ que nos traz, através da internet, transmissões ao vivo dos eventos de nossa arquidiocese além de matérias, reportagens, entrevistas e momentos de formação. Fiquemos atentos a esses canais que divulgam, informam, evangelizam e formam a todos nós.


Ministério do Acolhimento

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ivemos um tempo em que acolher bem e ser bem acolhido deve fazer parte de tudo o que fazemos. Queremos ser bem acolhidos, seja onde for. Queremos sorrisos, informações, queremos nos sentir bem aonde chegamos pela primeira ou centésima vez. Da mesma forma, queremos e devemos receber bem também, oferecendo o mesmo sorriso e carinho. Com esse lema, fomos entrevistar o Ministério do Acolhimento, para conhecermos melhor como ele funciona na nossa paróquia. Foi então que nos deparamos com pessoas alegres, que realizam a tarefa de evangelizar a partir de atos simples, mas que podem fazer a diferença na vida de uma pessoa. A função do acolhedor, que deveria ser de todos nós, vem de encontro com o pedido que o Papa Francisco sempre nos faz: a sermos os braços abertos da Igreja, recebendo a todos. Conversamos com três membros dessa equipe: Vandinha, que está no acolhimento há quatro anos, Cintia ministra investida há um ano e a atual coordenadora, Marlu, que já está no ministério há 10 anos. Como surgiu o Ministério do Acolhimento? O ministério do acolhimento no Rio foi oficializado por Dom Eusébio Scheid, que se empenhou em dá um novo rosto às paróquias, que deveriam receber as pessoas com carinho, com informações, como elas merecem ser tratadas. A Igreja Católica ficou muito tempo ociosa neste aspecto. Não era possível deixar somente na responsabilidade dos padres o acolhimento e a permanência do fiel na paróquia. Então o ministério do acolhimento, formado por leigos, 10

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colabora nessa importante necessidade. Todas as pessoas sejam novas ou não na paróquia, em dado momento, necessitam de informações e muitas aproveitam a vinda às Missas para perguntar. Normalmente recorrem ao ministério do Acolhimento. Perguntam os horários das missas, sobre Batismo, Eucaristia e Casamento. Então, temos que estar aptos a responder essas perguntas para passar as informações corretas. Acolhimento quer dizer “receber bem’, “ir ao encontro”. Como isso é feito na nossa Paróquia? A função do colaborador e do ministro é a mesma: acolher. As pessoas nos olham e acham que só entregamos folhetos, mas não, nós acolhemos. O que seria acolher? As pessoas chegam para a Missa às vezes precisando de apenas um sorriso, de um carinho, de sentir realmente Jesus. Somos a face de Cristo para os irmãos que chegam na Igreja, isso que é acolher. Qual a importância do Ministério do Acolhimento na vida da Comunidade? “Quando eu vou começar a servir, eu vou ate o sacrário e peço que seja Deus que esteja ali, não eu. Pois muitas vezes chega uma pessoa que quer conversar, quer contar algo ou precisa de alguém, você tem que sentar e escutar a pessoa. Ela quer ser acolhida. Devemos ser como Maria, pois ela foi a primeira a acolher Jesus. Então que sejamos a face de Jesus para todos que chegam até nós, para que se sintam bem. Às vezes uma pessoa chega num domingo e falamos que sentimos sua falta no domingo anterior, ela já abre

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um sorriso e se sente importante por alguém sentir sua falta. É preciso se desprender de si mesmo, não é você que está ali naquele momento, você tem que ter noção que não está naquele momento e sim Jesus, você está a serviço.” Participamos da missa, mas também temos que prestar atenção a tudo que está acontecendo a nossa volta. Se algum idoso está em pé, se ele pode se locomover para comungar etc. Primeiro acolhemos as pessoas entregando o serviço a Jesus, depois temos que observar as questões litúrgicas também. Para que não comam dentro do santuário, não usem boné enfim, são muitos detalhes. Também ajudamos a Liturgia quando precisam de cestinhas. Somos “Pau para toda obra”, onde estiver precisando de ajuda, estamos lá. Como diz o orientador espiritual Padre André, o acolhimento é “Arroz de festa”, chega primeiro e sai por último. Estamos aqui para servir. Nós nos dividimos em todas as Missas, no sábado manhã e noite, aos domingos em todos os horários, e de segunda a sexta na Missa da noite. O único horário que não temos alguém é na Missa de 7 da manhã de segunda a sexta. Quantas pessoas compõem o Ministério do Acolhimento e como atuam? Somos 40 pessoas na equipe, infelizmente apenas isso e mesmo assim, algumas não participam assiduamente. Precisamos de mais pessoas no Ministério do Acolhimento, porque as Missas de domingo, são muito cheias. Nos dias de semana comuns, duas pessoas são suficientes, pois as


celebrações são no Santuário. Já no Loretão nós precisamos de 8 a 10 pessoas, mas contamos atualmente com 4 ou 5. Às vezes temos 3 pessoas... Isso acaba atrapalhando, pois não dá para fazer uma acolhida como deveria fazer. Não conseguimos dar a atenção necessária a todos os quesitos. No verão a situação piora, pois devido ao calor dentro do Loretão, muita gente acaba passando mal e precisamos ajudar. Missas grandes como as Solenes, de Primeira comunhão, Batizados, que normalmente também enchem muito, precisamos contar com mais pessoas no acolhimento, pois além de tudo, muitos participantes não são pessoas que frequentam regularmente, então temos que ter um cuidado ainda maior. Quanto mais gente tiver disponibilidade, mais precisamos. Muitos do acolhimento vêm do Estágio pastoral da crisma ou do Fé e Dons, mas ainda precisamos de mais pessoas. O Acolhimento interage com outras pastorais? Como em um evento na paróquia uma pastoral ou movimento pode solicitar a ajuda e participação do Ministério do Acolhimento? Ajudamos nos eventos, sejam da paróquia ou do vicariato ou diocese, que muitas vezes realizam atividades

aqui. Ajudamos a liturgia e a MESC também. Por exemplo, em um curso de MESC, somos convidados para fazer a acolhida. Na iniciação cristã, como aconteceu na catequese diocesana, participamos ajudando. Ou seja, o ministro do acolhimento é investido pela arquidiocese do Rio de Janeiro, é o bispo que dá a investidura. Então somos ministros de toda arquidiocese e não somente da paróquia. Sendo assim, todas as pastorais que precisarem desse suporte do acolhimento, na medida do possível, ajudaremos. Como funciona a investidura, quando você passa de colaborador a ministro do acolhimento? Toda pessoa entra como colaborador por um tempo determinado. A investidura é feita de dois em dois anos. É um curso ministrado com nosso orientador espiritual, o Padre André. Esse curso geralmente é feito a nível vicarial. Colaboradores e ministros devem participar para inclusive, haver reciclagem. Qualquer pessoa que entrar no acolhimento, pode ser colaborador, mas para ser ministro precisa ser maior de 18 anos e fazer esse curso que acontece de dois em dois anos. Você faz o curso, e aí depois a uma ficha é levada preenchida para o pároco da sua paróquia, é ele

que vai dizer se aquela pessoa tem aptidão ou não para ser ministra daquela paróquia ou se deve aguardar mais um pouco até estar preparada. E isso também vai de pessoa para pessoa, aquela consciência vai dela também. Na verdade, o ministério é uma série de abdicações, no sentido de renúncias. Então o seu cônjuge deve assinar também dando autorização para que ele possa ser investido. É um serviço de maneira integral que você se compromete por exemplo, toda quarta feira de 19:00 horas até as 20:30 com o ministério e não com sua família. Você está sendo Jesus naquela hora. Se abdica de compromissos sociais para estar lá servindo. Se você estiver em outro grupo de convivência e tem alguma atividade do ministério, sua prioridade é o ministério. O que o Ministério mais precisa hoje, para melhor desenvolver suas atividades? De gente e de comprometimento. Que venham, mas que se comprometam, com a comunidade, com quem serve com você e principalmente com Deus. Os jovens podem e devem participar, inclusive precisamos muito da ajuda deles para serem acolhedores, em missas como as de sábado à noite que são missas para os próprios jovens. Para ser investido deve ser maior de 18 anos, mas para ser colaborador, precisamos demais de jovens. Jovens e pessoas mais maduras, todos podem participar. É tão bom quando uma pessoa passa por você na porta da missa e fala que gostou muito do que você disse a ela outro dia, que ajudou muito e você simplesmente não lembra. Porque naquela hora, não era você falando o que ela precisava ouvir, era Jesus.

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Tamara Ribeiro PASCOM Loreto O Mensageiro

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O Corpo de Cristo A

palavra CORPO nos chama para uma realidade viva. O Papa Francisco nos diz que “A Igreja não é uma associação assistencial, cultural ou política, mas é um corpo vivo, que caminha e age na história”. E este corpo tem uma cabeça, que é Jesus, que o guia, nutre-o e sustenta-o. Assim, nós, Igreja, devemos permanecer ligados de modo sempre mais intenso a Jesus. Devemos permitir que Jesus opere em nós, que a sua Palavra nos guie, que a sua presença eucarística nos alimente, nos anime e que o seu amor dê força ao nosso amar o próximo. Por isso celebramos o dia de Corpus Christi, para testemunhar

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publicamente a nossa adoração e veneração a Jesus e Sua presença real na Eucaristia, em nós, na Igreja. A comunidade do Loreto mostrou mais uma vez que vem amadurecendo o entendimento do seu papel no Corpo de Cristo. A participação de crianças, jovens e adultos, horas a fio, preparando com todo o carinho o tapete de sal, a presença na procissão, adoração e Missa é a prova disso. Foi linda!


Adoradores

Tão simples como orar é adorar

N

ão há um chamado, há uma entrega e essa é a essência de ser um Adorador Perpétuo, é o que nos contam George Costa, adorador há cinco meses e Júlio César Martins, Adorador há um ano e cinco meses. George, já se considera um adorador desde que entrou para a igreja, mas agora se dedica a atividade com frequência. Eles nos explicaram como funciona a Adoração Mensal Noturna, da qual participam uma vez ao mês. A Adoração Noturna, que acontece todos os dias no Santuário de Adoração Perpétua na Igreja de Sant’Ana, no Centro do Rio de Janeiro, é dirigida exclusivamente aos homens. Eles são divididos em grupos que se re-

Sr. José, também nos contou sua experiência como Adorador, desde 1983: No início fazia companhia a Sr. Albino da Costa, porém sem muito compromisso, pois era militar e não queria ficar faltando.

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vezam todos os dias, cada um atuando em um dia no mês. O grupo do dia também se divide em subgrupos que atuam a cada hora, começando às 21h00min com o terço até às 6h00min da manhã, quando é realizada a missa. A Adoração tem por base o livro Horas Santas, da Congregação do Santíssimo Sacramento, que é divida em quatro partes: Adoração, Ação de Graças, Reparação e Súplica; cada parte com quinze minutos de duração, sendo que, no último quarto do tempo a próxima equipe é avisada para se dirigir a igreja e assumir a hora seguinte. O livro usado é de fácil manuseio e com uma escrita clara, que possibilita ao adorador um sentimento de ter sido envolvido pelo Senhor, de

Ao deixar a vida militar, assumi e nunca faltei, em todos esses anos, ao compromisso de Adorar ao Senhor, na noite do dia 23. Sou do Loreto, onde várias vezes convidei amigos para fazer parte do grupo. Alguns vieram, mas não per-

severaram. Até que um dia convidei o Leonardo, marido da Lucia da secretaria e ele então trouxe mais dois amigos, que trouxeram o Julio, que trouxe mais dois. Estou muito feliz e continuo com toda a disposição para continuar a minha missão de Adorador do Senhor.


uma forma bem simples e bem real. A Adoração é para eles um momento de renovação das coisas mundanas, em que não precisam se preocupar com as dificuldades que durante o dia tentam ultrapassar. Um tempo que podem dedicar a si mesmos, com uma rotina de intimidade, que permite o contato com o Criador, e onde qualquer um pode participar, bastando apenas estar preparado para se entregar. George nos falou que sua primeira experiência na Adoração foi inesquecível e ele acredita que “toda vez é como se fosse a primeira!”. Justamente para que eles possam se desligar durante esse tempo de adoração dos problemas atuais, os novos adoradores precisam ser convidados a participar por outros adoradores. É necessário que sejam pessoas conhecidas, para que se mantenha a segurança dos que já participam. O momento deve ser envolto por uma paz interior que transforme o momento da oração em um tempo glorioso com Ele. Adorar é simples, não tem mistério, é isso que dá essência ao ato, a simplicidade de uma prática pela qual todos podem vir a tomar gosto. Foi Júlio quem trouxe George para a adoração.

Após se entregar ao rito, achou que deveria dividir esse prazer e afirma: “Não existe alguém que não se apaixone por adorar! Foi o que aconteceu comigo e com o meu amigo George”. A adoração noturna é mais um presente que damos a nós mesmos do que à comunidade. Ela não é um serviço para o outro, mas atinge ao outro a partir das orações e quando nos transforma em pessoas melhores. Durante o dia a Adoração é aberta a todos os públicos e é o momento onde as mulheres participam. Quem participa faz porque gosta e faz para si. Não são santos, não são perfeitos, são humanos que se fortalecem pelo ato de oração e contemplação do Santíssimo para levar em seu coração a Sua Igreja e evangelizar através de atitudes. Fortaleça também a sua fé e se entregue ao ato de ser um Adorador, pois é nos momentos que nos tornamos melhores que fazemos melhor ao mundo em que vivemos. Reportagem: Carolina Siciliano

Pascom Loreto


A Missa e a Presença Real de Cristo na Eucaristia

E

stimados irmãos e irmãs, Saudações no Cristo Crucificado Vivo! A Missa é o Memorial da Páscoa do Senhor, momento em que Jesus, pela sua Eucaristia, nos dá o alimento que dura para a vida eterna: Seu Corpo e Sangue no Sacramento: Pão entregue e Cálice partilhado. Quando, aos Domingos, nos reunimos para a celebração da Missa, nos tornamos a Assembleia que Deus convocou para que o escutemos. Ele nos fala pelo Filho “que ressuscitou dos mortos e que constituiu Senhor da Igreja”. A Assembleia que, no deserto, se reunia diante da Tenda para ouvir o que Deus queria lhe testemunhar pelo Profeta, agora se reúne para fazer Memória de Jesus Cristo: de forma incruenta, do seu único e derradeiro sacrifício.  Ele nos  admoesta com o

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seu ensinamento cheio do Espírito e o Memorial da sua Morte Redentora, fonte do Espírito. Guiados pelo Espírito das suas palavras e fortalecidos pela graça que a participação no seu sacrifício nos comunica na Comunhão, estamos, cada vez mais em condições de tornar a nossa vida um serviço a Deus e de testemunhar a nossa fé pelos nossos atos e as nossas palavras. O Santo Memorial nos faz um com Cristo e passamos a viver: por Cristo, com Cristo e em Cristo. A Eucaristia foi instituída por Cristo Senhor como Memorial da sua Morte Redentora, isto é, para ser atualizada ou, como nos ensina com propriedade a Igreja, para ser reapresentado, com seus efeitos benéficos, no hoje da nossa história. Durante a sua última Ceia com os Apóstolos, enquanto celebrava a Páscoa he-

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braica, instituiu o Memorial da sua Páscoa. Tomou o pão e o ofereceu aos seus apóstolos, também em vista da remissão dos pecados,    para que comessem   dizendo:  “Tomai o meu corpo entregue por vós”.  Tomou, também, o cálice com vinho e o deu aos seus apóstolos dizendo:  “Tomai o meu sangue derramado por vós e por todos os homens para a remissão dos pecados”. Concluiu dizendo: “Fazei isto em minha memória”.  Estamos diante de um alimento sacrifical, Sacramento do Corpo de Cristo e do Sangue de Cristo. São Tomás nos explica que está substancialmente presente no pão e no vinho consagrados, todo inteiro no pão e todo inteiro no vinho: é o Cristo todo presente em cada parte. O que torna possível a presença real,  presença por antonomásia e ontologicamente diferente de


toda outra presença, é a consagração realizada in persona Christi capitis (na pessoa de Cristo Cabeça do seu Corpo [a Igreja], pelo ministro licitamente e validamente ordenado. Existe uma intrínseca relação entre o mistério Eucarístico e o Sacerdócio Ministerial. Desta forma, é justo dizer que a Eucaristia, que é o próprio Cristo presente em Corpo, alma e divindade, é o ponto de partida e de chegada de toda ação do corpo eclesial, isto é, da Igreja. Cremos, ao mesmo tempo, que enquanto duram as espécies do pão e do vinho a presença de Cristo permanece inalterada. Este mistério inatingível para a

razão humana deixada sozinha, mistério augustíssimo,    é o verdadeiro e o maior dos milagres. O mistério da  transubstanciação pode ser iluminado, na fé, tendo presente o mistério da Encarnação: nesse mistério Cristo assume nossa natureza mas permanece sendo a Pessoa do Verbo Eterno do Pai, gerado desde toda a Eternidade no seio do Pai. Gerado e não criado: é Pessoa divina que, sem nada perder de sua dignidade de Filho e de sua natureza divina, tudo assume, menos o pecado, da natureza humana.    É verdadeiro homem, mas pessoa divina. Assim, de forma

semelhante, na da Eucaristia: embora mantendo todas as aparências de um alimento natural, pão e vinho chamados com propriedade de acidentes em relação à substância, ela é, de fato, o Corpo e do Sangue de Cristo. Vale para a validade da Eucaristia o mesmo que se pede para todos os sacramentos, isto é, que o sacerdote validamente ordenado entenda, ao consagrar as espécies do pão e do vinho, fazer a mesma coisa que entende fazer a Igreja ao, por meio do seu rito, realizar a consagração: tornar real e sacramentalmente presente, o Corpo e o Sangue de Cristo para a Eterna Salvação dos homens e das mulheres de todos os tempos. Visto que o sacerdote consagra na pessoa de Cristo, é justo dizer que quem na realidade consagra por meio deste santo ministério é Cristo. Desta forma, e sempre com mais razão, é apropriado o antigo convite da Igreja: «pobres, servos e humildes, venham comer deste Corpo» salutar (Panis Angelicus). André CM Carvalho, Seminarista Barnabita

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Ícones da comunidade

“Devemos ser os primeiros a ter em nós a esperança, ser dela um sinal visível, claro e luminoso para todos. O Senhor ressuscitado é a esperança que não desilude” (cfr. Rom 5,5). Papa Francisco – Audiência Geral, 10/04/2013.

No ano da Esperança vamos abordar alguns ícones da nossa comunidade. Pessoas que todos já viram ou ouviram falar, mas que no fundo pouco conhecemos. Por isso, queremos falar um pouquinho de suas experiências. Essas pessoas são como obras de arte: valorosas, bonitas, com uma bela mensagem a passar. Vale a pena conferir. Meu nome é Jose Carlos Pinheiro Soares , nasci em Campos e, aos 16 anos perdi meus pais. Aos 18 anos, em 1964, fui colocado num trem e enviado ao Rio de Janeiro para servir o Exército. Depois de três anos e dois meses no quartel, sem conhecer ninguém aqui na cidade, fui trabalhar em obras e, também, descarregando caminhão na feira, na Penha, onde morava. Acredito que esse trabalho pesado, ao longo dos anos, foi o que provocou o meu grave problema circulatório, nas pernas. Cheguei ao ponto de não poder mais trabalhar. E foi aí que eu descobri que aqueles que pareciam ser meus amigos, não eram amigos de verdade. Fui obrigado a morar na rua até o dia em que fui salvo por Deus. Eu nunca perdi a fé e a esperança no meu Deus. Morei na Penha, embaixo do viaduto da Rua Lobo Júnior e, com as pernas cheias de feridas, dormia sobre jornais e papelão. Cheguei a ser atendido no Hospital Getúlio Vargas, mas, como o médico queria amputar minhas pernas, eu não deixei e não voltei mais lá. Sofri muita discriminação e humilhações. Pedia comida, água e as pessoas negavam. Comia numa lata, pegava comida no lixo de um restaurante, às vezes, azeda. Tinha sempre uma garrafa com água porque sabia que sem comida eu podia ficar, mas sem água, não. Na hora da fome, eu bebia água. Mas as pessoas pensavam que era cachaça. Nunca fui de bebida e nem de droga, mas cheguei a ser convidado para trabalhar para o tráfico. Era dinheiro fácil, me diziam. Eu gostava muito de ouvir rádio e prestava muita atenção nos locutores, na pronúncia das palavras, porque eu não estudei. Aprendi na roça e na raça alguma coisa e sem18

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pre ouvia a Rádio Nacional. Gostava de locução, de poesia, de seresta, de pagode. Eu adorava poesia e tinha vontade de ler um livro de Carlos Drummond de Andrade, mas não tinha dinheiro para comprar. Às vezes, na solidão da noite eu escrevia versos, mas perdi tudo debaixo do viaduto. Houve uma vez, na época das festas de Natal e Ano Novo, em que chovia e eu fui parar debaixo da marquise de um prédio. Ouvia o som das pessoas festejando em seus apartamentos. Pedi ao porteiro que trouxesse um pouco de comida porque estava com muita fome, e ele me disse que não poderia incomodar porque estavam todos bêbados lá em cima. Depois das festas peguei as sobras que colocaram na frente do prédio, para o lixo. Não tenho vergonha de dizer. E eu chorei no Natal. Durante os seis anos que fiquei na rua, ouvi muitas coisas tristes de pessoas que passavam. Diziam, “tanta gente boa morre e esse mendigo está aí”. Chorei quando uma senhora passou e falou: “esses mendigos deviam ser todos mortos. Não sei como é que deixam eles aqui! Tinham mais é que matar essas pestes!” Não desejo para ninguém o que passei e não guardo mágoa de ninguém. Nem todo mundo que está nas ruas está lá por causa de bebida e droga. As pessoas que estão nas ruas também têm virtudes, só que ninguém vê. A doença também leva pessoas para as ruas. Na verdade, muitas são as causas que levam as pessoas para as ruas. Um dia, uma senhora da Igreja Bom Jesus da Penha, passou por mim e disse: “Acredita em Deus, José, que Ele vai te ajudar, vai te tirar daqui. E eu, mesmo sem poder, por causa das minhas pernas, ajoelhei e rezei, chorando: “Senhor,


entrego minha vida em tuas mãos.” E Deus me atendeu. Um dia passou por mim a Sra. Soledade, da Paróquia Jesus Ressuscitado do Largo do Bicão e eu pedi: “Por favor, me ajude, eu não quero morrer aqui!” Ela, então, falou com o Padre José, com os Vicentinos e eles foram lá me ver. Eles conheciam a Casa de Betânia e falaram com a Irmã Elci e ela, sem me conhecer, sem nunca ter me visto, sem saber quem eu era, disse: “Tragam ele aqui que nós iremos tratar dele” E, graças a Deus, cheguei a Betânia em outubro de 2002, depois de viver seis anos na rua. Em Betânia aprendi muita coisa e principalmente, aprendi a rezar. Fiz Oficina de Oração e Curso da Palavra. Sou do Apostolado da Oração e da Liturgia da Missa das 10:30h, na qual sou leitor. Também sou o Papai Noel oficial da Casa de Betânia. Sou muito grato a Deus por tudo e também às pessoas da Paróquia de Jesus Ressuscitado que me ajudaram; aos Vicentinos e também à Paróquia de Nossa Senhora de Loreto e à Irmã Elci. E peço a Deus que abra para os meus irmãos a mesma porta que abriu para mim. E escrevi um verso: “Gratidão seria pouco, e pouco tenho a lhe oferecer. Eu lamento por ter pouco mas sou muito grato a você.” Tenho o maior orgulho de trabalhar aqui, pela Casa de Betânia, na porta da Igreja, há treze anos, faça sol ou chuva. Agora tenho o meu cantinho. Moro sozinho, de aluguel, no Rio das Pedras. Tenho amigos que me ajudam, me dão cesta básica, cozinham para mim. Hoje em dia sou chamado a dar testemunho da minha história. Não sou ator, nem poeta, mas gosto de locução. Sempre admirei os locutores de rádio e televisão e procurei imitá-los. E não falo tão mal assim. Carrego em meu coração o Salmo 91: “Aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio.” Muito obrigado! Peço a Deus que abençoe a todos! Colaboraram: Ana Lucia e David


Fé e Política Robson Leite

“Redução da maioridade penal... Será esse o caminho para acabar com a violência?”

T

odos nós estamos profundamente chocados e preocupados com a onda de violência que vem acontecendo sistematicamente em nossa sociedade. Pessoas morrendo por motivos fúteis em crimes sem lógica ou explicação. Inclusive, quando cometidos por jovens e adolescentes menores de 18 anos, esses crimes ganham uma repercussão ainda maior em face do debate acerca da redução da maioridade penal. E é exatamente sobre isso que eu gostaria de refletir. Para melhor ilustrar essa análise, gostaria de relatar uma interessante história que aconteceu há uns 15 anos com um ex-aluno de um dos núcleos de Pré-Vestibular Comunitário em que fui professor aqui no Rio de Janeiro durante muito tempo. Nascido em uma favela marcada pela violência, aos 16 anos esse meu aluno se envolveu com um grupo criminoso que dominava a comunidade onde vivia. Tinha acabado de concluir, com muita dificuldade, o ensino médio. Andava armado e, conforme me confidenciou certa vez, fazia isso simplesmente pela sensação de poder que a arma trazia. Foi flagrado armado pela polícia e levado para um instituto de recuperação de jovens e adolescentes infratores de onde fugiu em função da violência e da falta de estrutura daquela unidade. Isso aconteceu duas ou três vezes até que, desesperado e começando a perceber os riscos daquela vida, ele, mesmo meio desconfiado e “sem jeito”, aceita o convite de alguns amigos de infância e ingressa em um curso de pré-vestibular comunitário. Depois de um ano de aulas ele começa a mudar: larga a vida que levava e começa a se dedicar às aulas e ao projeto. Faz por três anos o pré-vestibular e, finalmente, alcança o sucesso nas provas e ingressa em uma universidade. Hoje, formado e com um bom emprego, ele diz que não foram apenas as aulas de física e matemática que mudaram a sua vida, mas, sobretudo as aulas de “cultura e cidadania”, onde ele aprendeu a enxergar o mundo de forma diferente. Passou a perguntar o que ele podia fazer em prol da sociedade com a mesma intensidade que cobrava do Estado um papel de maior presença e atuação junto às comunidades carentes para muito além da simples presença da polícia. Uma história muito bonita que faço questão de trazer aqui para ilustrar um pouco a nossa reflexão sobre as soluções que vemos surgir nos debates realizados sobre a violência. A pena de morte e a redução da maioridade penal ganharam uma grande – e ao mesmo tempo lamentável – importância nestes debates. 20

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Entretanto, os principais problemas que causam a violência quase sempre ficam de fora dessas análises e discussões: uma educação pública completamente falida e a total ausência do Estado em promover e garantir cultura, educação e geração de oportunidades para os jovens principalmente nas áreas dominadas pelo tráfico. Não preciso me aprofundar muito sobre os motivos que me levam a questionar a redução da maioridade penal como solução para o fim da escalada da violência em que estamos mergulhando a cada dia. Digo isso em função da história que cito acima. Será que o meu ex-aluno teria conseguido ingressar em uma Universidade e ter a vida que leva hoje se tivesse sido condenado e jogado em uma penitenciária aos 16 anos? Provavelmente teríamos mais um criminoso em nossa sociedade formado pelas grandes universidades do crime: As Penitenciárias e Casas de Detenção. Vale lembrar que a reincidência criminal de quem regressa dessas casas é de 85% enquanto que a reincidência criminal dos jovens que saem das casas de recuperação de jovens infratores não chega a 30%. Apenas com a análise numérica, fica óbvio que a redução da maioridade penal irá piorar imensamente a violência em nossa sociedade. Para concluir, deixo aqui uma reflexão para todos nós inspirada em uma frase do Profeta Isaías que diz que a “Paz é fruto da Justiça”: Será que aquele jovem que está com um fuzil na mão em uma comunidade dominada pelo tráfico é o centro do nosso problema ou ele é a consequência do problema em que estamos inseridos? Será que ele algum dia foi à escola? Será que ele tem família? Será que se ele passar a ser valorizado dentro de sua comunidade pelas suas habilidades culturais, esportivas, educacionais e sociais através de iniciativas do Estado não estaremos, nesse momento, disputando essa juventude? Se quisermos Paz, precisamos, conforme afirmou o Profeta Isaías sete séculos antes de Cristo, construir uma estrutura social de justiça e oportunidades, principalmente para os mais jovens. (*) Robson Leite é professor, escritor, membro da nossa paróquia, funcionário concursado da Petrobras e foi Deputado Estadual de 2011 a Janeiro de 2014. Site: www.robsonleite.com.br Página do Facebook: www.facebook.com.br/robsonleiteprofessor


Anote em sua agenda Junho

DATA

HORÁRIO

PASTORAL/MOVIMENTO

LOCAL

EVENTO

12, 13 e 14/6

09:00 às 23:00h

Todas as pastorais

Praça do Santuário

FESTA JUNINA DO LORETO

12/6

19:30h

Apostolado da Oração

Santuário

MISSA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

13/6

10:30h

Coral

Loretão

APRESENTAÇÃO NA MISSA

13/6

13:00h

Coral

Palco

APRESENTAÇÃO NA FESTA JUNINA

14/6

10:00h

Juventude - Ir. Graça

Plenário

REUNIÃO JMJ CRACÓVIA 2016

26/6

20:00h

Santificação

Santuário

SANTIFICAÇÃO DO MATRIMÔNIO

27 e 28/6

Setor Juventude

Salão Cepar

RETIRO DE NAMORADOS

27 e 28/6

Escola de Evangelização

Plenário

CURSO NOVA VIDA

DATA

HORÁRIO

EVENTO

12/06

16:00hs

MISSA NO CATI

19/06

15:00hs

MISSA NA ESTANCIA SÃO JOSÉ

26/06

15:00hs

MISSA NO HOSPITAL RIO’S DOR


loretinho

Elaborado pelas Irmãs de Belém

Junho, mês do Sagrado Coração de Jesus! Querido (a) amigo (a), “O Coração de Jesus foi aberto pela lança. Jorrou Sangue e água. Amou-nos até o fim. Não é fácil ser bom, às vezes nos tomam por bobos, ou por fracos; mas vale apena acreditar que o homem é feito à imagem e semelhança de Deus, que possui a chama desse Divino Coração e anseia por amor e felicidade embora se saia frequen-

temente, tão mal nessa busca, procurando endereços errados.” (Madre Maria Helena Cavalcanti) Neste mês a Igreja nos convida a contemplar de modo particular o Sagrado Coração de Jesus, contemplar e deixar-nos transformar por Ele, pois Jesus é o único endereço e se faz exemplo: “Aprendei de mim que sou manso e humilde de coração.”

CAÇA-PALAVRAS LENDO A BÍBLIA Jesus é nosso Modelo, por isso devemos imitá-Lo. Nossa Mãezinha nos ensina: “...Só Deus é bom; por isso é bom para mim aderir a Deus, fazer um só espírito com Ele ....” (Madre Maria Helena Cavalcanti) Complete a passagem bíblica, Mt 11, 29_30 e descubra as virtudes que mais caracterizam o Coração de Jesus . “Tomai sobre vós o meu ____________ e aprendei de mim, porque sou __________ e ____________ de coração, e encontrareis _____________ para vossas almas, pois o meu _______ é suave e o meu __________ é leve.”

LORERINDO Advinhas (Desembaralhe a resposta) 1 - O que encontramos no final do túnel? (L ARTEL A )

Encontre 7 nomes de santos que comemoramos neste mês de Junho: São JOÃO – São PEDRO - São PAULO - Santo ANTÔNIO – São BONIFÁCIO – Santo EFRÉM – São BARNABÉ.

D B O N I Z A E S C

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2- Porque o papagaio foi ao ortopedista? ( IOAGAPAP ED OCIB MET) 3 - Como o Batman faz para que abram a Bat-caverna? AMLAP – TAB 4 - O que é que quando se mata todos ficam contentes? EMOF 5 - O que acontece entre o escorregão e o grito? OBMOT

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O dia de Santo Antônio de Pádua é comemorado no dia 13 de junho –Santo Antônio rogai por nós.

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