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Porquê o protesto no jogo Benfica x Hapoel Tel-Aviv ? No desporto não há lugar para racismo, nem para equipas que actuam como embaixadoras de Estados que promovem o apartheid. As tentativas de participação da Selecção Palestiniana em competições internacionais são recorrentemente inviabilizadas por Israel. Restrições às viagens, recusa de vistos aos jogadores, bem como a proibição de viajar entre a Cisjordânia e a Faixa de Gaza, tornam os treinos impossíveis e têm levado a cancelamentos de compromissos internacionais. Em 2006, Israel bombardeou o estádio de Gaza. Em 2007, Israel recusou vistos de saída aos jogadores palestinianos para jogarem a 2ª mão de uma fase de qualificação para o campeonato do mundo da FIFA. Em 2008, Israel recusou vistos à selecção nacional Palestiniana para jogarem o “AFC Challenge Cup”. Em 2009, três jogadores, Ayman Alkurd, Shade Sbakhe e Wajeh Moshahe, foram assassinados por bombardeamentos israelitas durante o ataque e destruição de Gaza. No entanto, a UEFA beneficia um Estado que promove o Apartheid e as equipas israelitas mesmo sendo asiáticas, jogam as suas competições na Europa. Este ano também o clube Hapoel Tel-Aviv entrou na Liga dos Campeões. Hoje visita o Benfica no Estádio da Luz, no dia 20 de Outubro joga na Alemanha em Gelsenkirchen e a 7 de Dezembro joga em Lyon. Em todos estes jogos estão previstos protestos. A campanha “Kick Apartheid Out of Football”, tem por objectivo lembrar as crianças palestinianas mortas por Israel (entre Setembro de 2000 e Dezembro de 2006, 869 crianças palestinianas foram mortas em acções do exército israelita). Muitas destas crianças estavam apenas a dar uns chutos na bola… Esta campanha também visa pressionar a FIFA e a UEFA a tomar medidas contra as equipas e selecções israelitas, à imagem do que sucedeu com a África do Sul no tempo do seu apartheid.


BDS - Kick Apartheid Out of Football