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Chamex ganha novo site No dia 1º de julho, foi lançado o site do papel Chamex, que apresenta as novas embalagens e o posicionamento da marca, além de resgatar o conceito Expresse o seu melhor. Além do site, serão criados um blog com dicas e curiosidades sobre o uso do papel e perfis nas redes sociais. Os vários canais têm o objetivo de reforçar as políticas de sustentabilidade adotadas no processo de fabricação do produto. Acesse o site no endereço www.chamex.com.br

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Unidade Florestal de Mogi Guaçu recebe estudantes dos Estados Unidos Em 18 de maio de 2011, 17 alunos do curso de Paper Science & Engineering (Engenharia e Ciência do Papel) da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA) participaram de uma visita à International Paper. Os estudantes conheceram o setor florestal de Mogi Guaçu e puderam aprender como a floresta de eucalipto é mantida. Acompanhados por três funcionários da IP, os alunos também conheceram o Museu de Ecologia Florestal e o laboratório de micropropagação in vitro do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento Florestal. Entre outros fatores, a visita foi motivada pelo fato de o Brasil ser referência mundial na produção de florestas plantadas e de a IP ser conhecida pela excelência no setor.

papel do bem

Lançamento do relatório GRI

International Paper apoia o III Prêmio Literário Canon de Poesia O Prêmio Literário Canon de Poesia é um concurso realizado pela Canon do Brasil, em parceria com a International Paper e a Fábrica de Livros do Grupo Scortecci. Em 2010, o concurso chegou à terceira edição. Após receber cerca de duas mil poesias de jovens escritores de todo o País, a comissão julgadora selecionou as 50 melhores, que foram publicadas em uma antologia com o objetivo de descobrir novos talentos e promover a literatura. A IP apoiou a iniciativa fornecendo papel Chambril Avena, o que reforçou a participação da empresa no mercado de livros de baixa tiragem, impressos em gráficas digitais.

Veja esta e outras edições da Paper em versão digital no Issuu. Acesse www.issuu.com/PaperDigital

JULHO 2011

Estudantes da Universidade da Carolina do Norte (EUA) visitam a IP

IP planta 7,5 milhões de árvores em seis meses Na semana do meio ambiente, a companhia comemorou o plantio de aproximadamente 7,5 milhões de mudas de reflorestamento no primeiro semestre do ano. As florestas plantadas renováveis são cultivadas de acordo com um sistema de gestão ambiental, que segue a norma internacional ISO 14.001 e as certificações Cerflor e FSC. As iniciativas reforçam o compromisso da companhia com a sustentabilidade. Em 2010, foram plantadas mais de 16 milhões de mudas. O número também deve ser alcançado este ano.

• Diretoria Jurídica e de Assuntos Corporativos Ricardo C. Zangirolami • Direção do Projeto Alessandra Fonseca - Gerente de Comunicação e Marketing Institucional / e-mail alessandra.fonseca@ipaperbr.com • Coordenação do Projeto Tayla Monteiro - Comunicação e Marketing Institucional / e-mail tayla.monteiro@ipaperbr.com • Estagiária de Comunicação Fernanda Camargo • Criação e Produção Agência Ideal • Direção de Arte e Projeto Gráfico Tom Comunicação • Coordenação Editorial Marina Rodriguez • Redação Camila Gonçalves e Marina Rodriguez • Revisão Ricardo César • Impressão Ogra • Jornalista responsável Ricardo Cesar – MTB 33669 • Colaboraram nesta edição Ana Sarrão, analista de Marketing Sênior da IP; Camila Cruz, analista de Marketing Pleno da IP; Claudiane Souza, analista de Recursos Humanos Pleno da IP; Lairton Leonardi, presidente da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP); Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e Maria Luiza d'Almeida, responsável pelo laboratório de papel e celulose do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). • Sugestões e Correspondências Avenida Paulista, nº 37, 14° andar – CEP 01311-000

esta é uma publicação mensal da

De acordo com o relatório global Carbon Disclosure Project - Cities, divulgado em junho de 2011, 69% dos maiores centros urbanos do mundo apostam em programas de redução da emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. Entre os setores que mais recebem investimentos para se tornarem sustentáveis, estão transportes, gerenciamento de resíduos, construção civil e energia. As 42 maiores cidades do planeta participaram da pesquisa, e foi constatado que 43% delas já sofrem com o efeito das mudanças climáticas. Leia o relatório completo no link http://content. yudu.com/A1sdst/CDPCities2011/ (em inglês).

Pense nisso

Na próxima edição: Música Esta publicação foi impressa em papel certificado pelo programa brasileiro de certificação florestal

Paper foi impressa em papel Chambril 240G/M² da International Paper, com verniz localizado.

O primeiro relatório de sustentabilidade desenvolvido pela International Paper do Brasil foi lançado em junho e elaborado de acordo com as diretrizes GRI (Global Reporting Initiative). Entre as informações abordadas, estão as atividades da empresa, além de suas estratégias de gestão e desempenho nas dimensões econômica, social e ambiental no ano de 2010, contemplando também alguns dados de 2009 e 2008. O público-alvo do relatório GRI são partes interessadas na IP, como profissionais, fornecedores, parceiros, consumidores, clientes, concorrentes e as comunidades nas quais a empresa está inserida.


Papel do bem A indústria brasileira de papel é referência mundial

por aliar alta qualidade e iniciativas rigorosas em prol

da sustentabilidade em todas as suas etapas de produção. Da matéria-prima renovável cultivada em florestas

plantadas à reciclagem, conheça as medidas que garantem o bom relacionamento entre papel e meio ambiente.

Sustentável e certificado

De acordo com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), 90% das florestas plantadas do Brasil possuem certificados que garantem sua origem sustentável. Eles são conferidos após rigorosas auditorias, que atestam a certeza de uma fabricação ética, social e ambientalmente responsável. “Existe um movimento crescente de compra exclusiva de produtos certificados, o que demonstra que a sociedade está preocupada em entender, reduzir e apoiar o impacto sobre o meio ambiente”, afirma Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Os mais atentos já perceberam: sustentabilidade é a palavra de ordem na fabricação, venda e consumo de mercadorias dos mais diversos ramos. Pode parecer que a preocupação em reduzir impactos sobre a sociedade e o meio ambiente seja novidade, mas o fato é que essa sempre foi uma prioridade da indústria de papel. “Os primeiros papéis, produzidos pelos chineses, já reaproveitavam pedaços de pano e de redes de pesca em sua fabricação”, lembra Maria Luiza d’Almeida, responsável pelo laboratório de papel e celulose do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Os tempos passaram, a fabricação se modernizou, mas a renovação e flexibilidade continuaram sendo características do produto. “Temos medidas sustentáveis em todas as etapas de produção”, garante Lairton Leonardi, presidente da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). A fabricação de papel no Brasil é referência mundial, não apenas pela excelência de seus produtos, mas também pelo respeito ao meio ambiente e a forma ética como são fabricados.

Plantar sustentabilidade

Pense em quantas folhas de papel você já utilizou neste ano. Muitas, não? Sabe quantas árvores de mata nativa foram derrubadas para a produção? A resposta é zero. Toda a fabricação brasileira de papel é feita com florestas plantadas de eucalipto ou pinus, cultivadas de forma sustentável, exclusivamente para obtenção de matériaprima para o papel. Essa é a prova de que é possível aliar excelência nos negócios e respeito ao meio ambiente. “As florestas plantadas oferecem qualidade e uniformidade à matéria-prima, garantindo produtividade máxima”, explica Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Por meio das florestas plantadas é possível, também, recuperar áreas degradadas ou desmatadas. Com a técnica chamada de “mosaico”, as plantações de eucalipto são intercaladas com florestas nativas. “Em consequência dessa iniciativa, o Brasil possui 2,9 milhões de hectares preservados e 2,2 milhões de hectares de florestas plantadas”, garante Lairton Leonardi. Outro ganho proporcionado pelo método de plantio é a capacidade de recuperação do solo degradado. “Essas são árvores muito resistentes, características de regiões pedregosas. Em alguns anos, uma floresta plantada é capaz de recuperar um terreno anteriormente improdutivo”, reforça Marcio Nahuz. Com a queda de galhos e folhas, o processo de recuperação da terra acontece de forma natural, e pode abrigar matas nativas e atrair animais de volta ao seu habitat de origem.

Consciência crescente

Um eucalipto leva, em média, sete anos para atingir o ponto ideal de corte. Como as áreas de cultivo de eucalipto costumam ficar próximas às fábricas, os resíduos gerados com

o transporte são minimizados. A redução do impacto também é uma preocupação durante a fabricação do produto. “As empresas nacionais controlam os insumos das fábricas. Observo um crescimento considerável na conscientização ambiental das companhias”, pontua Leonardi. Um exemplo significativo é a utilização da biomassa como fonte de energia proveniente das próprias florestas plantadas e empregada no cozimento e geração de vapor das fábricas. “Há cerca de vinte anos, a matriz energética do setor era centrada no óleo combustível. Atualmente, cerca de 65% da produção nacional usa biomassa, e a meta é que o volume cresça ainda mais”, afirma Leonardi. O Sistema Integrado de Manufatura da International Paper, por exemplo, passará a usar 90% de energia de fontes renováveis, gerada através de biomassa, a partir de 2013. Outra iniciativa da indústria de papel e celulose é o ciclo fechado da água, que garante seu retorno aos cursos naturais após um rigoroso tratamento. Entre as medidas incentivadas pelo setor, está a reutilização de águas provenientes do resfriamento de fluidos na lavagem de produtos químicos ou no branqueamento de celulose. De acordo com a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o consumo de água em todo o processo de fabricação do papel, desde o cultivo das florestas plantadas até o produto final, equivale às principais culturas agrícolas.

Contribuição para reduzir o superaquecimento global

Os resíduos de carbono emitidos no processo de fabricação

do papel são absorvidos pelas próprias florestas plantadas próximas às fábricas. “Elas capturam quatro vezes mais

carbono do que o volume que o setor de papel e celulose emitiria”, contabiliza Lairton Leonardi, presidente da

Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). O carbono absorvido pelo eucalipto fica armazenado na

madeira. “Mesmo com a produção do papel, o carbono fica

retido no produto e só volta à atmosfera se for queimado ou apodrecer”, explica Marcio Nahuz, pesquisador do

Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As florestas plantadas ajudam a reduzir o aquecimento global e a

equilibrar o bioma da região.

Aliado do meio ambiente

Além de todo o ciclo socialmente responsável, o papel também tem a seu favor o fato de ser proveniente de uma fonte renovável. “Ao contrário de outros produtos, ele utiliza apenas uma matéria-prima, oferecida pela natureza, que se renova rapidamente e que leva pouco tempo para se decompor”, lembra Maria Luiza. A reciclagem do papel também é simples e, aos poucos, está se tornando um hábito na rotina dos brasileiros. “O País recupera 46% do papel produzido. Essa é uma taxa alta, se tivermos em mente que nem todo o tipo de papel pode ser reciclado”, ressalta Maria Luiza. Entre os materiais que podem ser reciclados, estão jornais, revistas, impressos, livros, envelopes e caixas sem componentes de plástico. A qualidade das fibras é prejudicada no processo. Portanto, o ideal é optar por essa solução em materiais como papelão, papéis de fins sanitários ou papel pardo e jornal, que não demandam a mesma qualidade de textura do produto para imprimir e escrever. “Existem vários tipos de papel e cada um deles é destinado a uma finalidade. É importante observar essas diferenças no processo de fabricação e reciclagem”, explica Maria Luiza.


Papel do bem A indústria brasileira de papel é referência mundial

por aliar alta qualidade e iniciativas rigorosas em prol

da sustentabilidade em todas as suas etapas de produção. Da matéria-prima renovável cultivada em florestas

plantadas à reciclagem, conheça as medidas que garantem o bom relacionamento entre papel e meio ambiente.

Sustentável e certificado

De acordo com a Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP), 90% das florestas plantadas do Brasil possuem certificados que garantem sua origem sustentável. Eles são conferidos após rigorosas auditorias, que atestam a certeza de uma fabricação ética, social e ambientalmente responsável. “Existe um movimento crescente de compra exclusiva de produtos certificados, o que demonstra que a sociedade está preocupada em entender, reduzir e apoiar o impacto sobre o meio ambiente”, afirma Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Os mais atentos já perceberam: sustentabilidade é a palavra de ordem na fabricação, venda e consumo de mercadorias dos mais diversos ramos. Pode parecer que a preocupação em reduzir impactos sobre a sociedade e o meio ambiente seja novidade, mas o fato é que essa sempre foi uma prioridade da indústria de papel. “Os primeiros papéis, produzidos pelos chineses, já reaproveitavam pedaços de pano e de redes de pesca em sua fabricação”, lembra Maria Luiza d’Almeida, responsável pelo laboratório de papel e celulose do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). Os tempos passaram, a fabricação se modernizou, mas a renovação e flexibilidade continuaram sendo características do produto. “Temos medidas sustentáveis em todas as etapas de produção”, garante Lairton Leonardi, presidente da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). A fabricação de papel no Brasil é referência mundial, não apenas pela excelência de seus produtos, mas também pelo respeito ao meio ambiente e a forma ética como são fabricados.

Plantar sustentabilidade

Pense em quantas folhas de papel você já utilizou neste ano. Muitas, não? Sabe quantas árvores de mata nativa foram derrubadas para a produção? A resposta é zero. Toda a fabricação brasileira de papel é feita com florestas plantadas de eucalipto ou pinus, cultivadas de forma sustentável, exclusivamente para obtenção de matériaprima para o papel. Essa é a prova de que é possível aliar excelência nos negócios e respeito ao meio ambiente. “As florestas plantadas oferecem qualidade e uniformidade à matéria-prima, garantindo produtividade máxima”, explica Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Por meio das florestas plantadas é possível, também, recuperar áreas degradadas ou desmatadas. Com a técnica chamada de “mosaico”, as plantações de eucalipto são intercaladas com florestas nativas. “Em consequência dessa iniciativa, o Brasil possui 2,9 milhões de hectares preservados e 2,2 milhões de hectares de florestas plantadas”, garante Lairton Leonardi. Outro ganho proporcionado pelo método de plantio é a capacidade de recuperação do solo degradado. “Essas são árvores muito resistentes, características de regiões pedregosas. Em alguns anos, uma floresta plantada é capaz de recuperar um terreno anteriormente improdutivo”, reforça Marcio Nahuz. Com a queda de galhos e folhas, o processo de recuperação da terra acontece de forma natural, e pode abrigar matas nativas e atrair animais de volta ao seu habitat de origem.

Consciência crescente

Um eucalipto leva, em média, sete anos para atingir o ponto ideal de corte. Como as áreas de cultivo de eucalipto costumam ficar próximas às fábricas, os resíduos gerados com

o transporte são minimizados. A redução do impacto também é uma preocupação durante a fabricação do produto. “As empresas nacionais controlam os insumos das fábricas. Observo um crescimento considerável na conscientização ambiental das companhias”, pontua Leonardi. Um exemplo significativo é a utilização da biomassa como fonte de energia proveniente das próprias florestas plantadas e empregada no cozimento e geração de vapor das fábricas. “Há cerca de vinte anos, a matriz energética do setor era centrada no óleo combustível. Atualmente, cerca de 65% da produção nacional usa biomassa, e a meta é que o volume cresça ainda mais”, afirma Leonardi. O Sistema Integrado de Manufatura da International Paper, por exemplo, passará a usar 90% de energia de fontes renováveis, gerada através de biomassa, a partir de 2013. Outra iniciativa da indústria de papel e celulose é o ciclo fechado da água, que garante seu retorno aos cursos naturais após um rigoroso tratamento. Entre as medidas incentivadas pelo setor, está a reutilização de águas provenientes do resfriamento de fluidos na lavagem de produtos químicos ou no branqueamento de celulose. De acordo com a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), o consumo de água em todo o processo de fabricação do papel, desde o cultivo das florestas plantadas até o produto final, equivale às principais culturas agrícolas.

Contribuição para reduzir o superaquecimento global

Os resíduos de carbono emitidos no processo de fabricação

do papel são absorvidos pelas próprias florestas plantadas próximas às fábricas. “Elas capturam quatro vezes mais

carbono do que o volume que o setor de papel e celulose emitiria”, contabiliza Lairton Leonardi, presidente da

Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP). O carbono absorvido pelo eucalipto fica armazenado na

madeira. “Mesmo com a produção do papel, o carbono fica

retido no produto e só volta à atmosfera se for queimado ou apodrecer”, explica Marcio Nahuz, pesquisador do

Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). As florestas plantadas ajudam a reduzir o aquecimento global e a

equilibrar o bioma da região.

Aliado do meio ambiente

Além de todo o ciclo socialmente responsável, o papel também tem a seu favor o fato de ser proveniente de uma fonte renovável. “Ao contrário de outros produtos, ele utiliza apenas uma matéria-prima, oferecida pela natureza, que se renova rapidamente e que leva pouco tempo para se decompor”, lembra Maria Luiza. A reciclagem do papel também é simples e, aos poucos, está se tornando um hábito na rotina dos brasileiros. “O País recupera 46% do papel produzido. Essa é uma taxa alta, se tivermos em mente que nem todo o tipo de papel pode ser reciclado”, ressalta Maria Luiza. Entre os materiais que podem ser reciclados, estão jornais, revistas, impressos, livros, envelopes e caixas sem componentes de plástico. A qualidade das fibras é prejudicada no processo. Portanto, o ideal é optar por essa solução em materiais como papelão, papéis de fins sanitários ou papel pardo e jornal, que não demandam a mesma qualidade de textura do produto para imprimir e escrever. “Existem vários tipos de papel e cada um deles é destinado a uma finalidade. É importante observar essas diferenças no processo de fabricação e reciclagem”, explica Maria Luiza.


Chamex ganha novo site No dia 1º de julho, foi lançado o site do papel Chamex, que apresenta as novas embalagens e o posicionamento da marca, além de resgatar o conceito Expresse o seu melhor. Além do site, serão criados um blog com dicas e curiosidades sobre o uso do papel e perfis nas redes sociais. Os vários canais têm o objetivo de reforçar as políticas de sustentabilidade adotadas no processo de fabricação do produto. Acesse o site no endereço www.chamex.com.br

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Unidade Florestal de Mogi Guaçu recebe estudantes dos Estados Unidos Em 18 de maio de 2011, 17 alunos do curso de Paper Science & Engineering (Engenharia e Ciência do Papel) da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA) participaram de uma visita à International Paper. Os estudantes conheceram o setor florestal de Mogi Guaçu e puderam aprender como a floresta de eucalipto é mantida. Acompanhados por três funcionários da IP, os alunos também conheceram o Museu de Ecologia Florestal e o laboratório de micropropagação in vitro do Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento Florestal. Entre outros fatores, a visita foi motivada pelo fato de o Brasil ser referência mundial na produção de florestas plantadas e de a IP ser conhecida pela excelência no setor.

papel do bem

Lançamento do relatório GRI

International Paper apoia o III Prêmio Literário Canon de Poesia O Prêmio Literário Canon de Poesia é um concurso realizado pela Canon do Brasil, em parceria com a International Paper e a Fábrica de Livros do Grupo Scortecci. Em 2010, o concurso chegou à terceira edição. Após receber cerca de duas mil poesias de jovens escritores de todo o País, a comissão julgadora selecionou as 50 melhores, que foram publicadas em uma antologia com o objetivo de descobrir novos talentos e promover a literatura. A IP apoiou a iniciativa fornecendo papel Chambril Avena, o que reforçou a participação da empresa no mercado de livros de baixa tiragem, impressos em gráficas digitais.

Veja esta e outras edições da Paper em versão digital no Issuu. Acesse www.issuu.com/PaperDigital

JULHO 2011

Estudantes da Universidade da Carolina do Norte (EUA) visitam a IP

IP planta 7,5 milhões de árvores em seis meses Na semana do meio ambiente, a companhia comemorou o plantio de aproximadamente 7,5 milhões de mudas de reflorestamento no primeiro semestre do ano. As florestas plantadas renováveis são cultivadas de acordo com um sistema de gestão ambiental, que segue a norma internacional ISO 14.001 e as certificações Cerflor e FSC. As iniciativas reforçam o compromisso da companhia com a sustentabilidade. Em 2010, foram plantadas mais de 16 milhões de mudas. O número também deve ser alcançado este ano.

• Diretoria Jurídica e de Assuntos Corporativos Ricardo C. Zangirolami • Direção do Projeto Alessandra Fonseca - Gerente de Comunicação e Marketing Institucional / e-mail alessandra.fonseca@ipaperbr.com • Coordenação do Projeto Tayla Monteiro - Comunicação e Marketing Institucional / e-mail tayla.monteiro@ipaperbr.com • Estagiária de Comunicação Fernanda Camargo • Criação e Produção Agência Ideal • Direção de Arte e Projeto Gráfico Tom Comunicação • Coordenação Editorial Marina Rodriguez • Redação Camila Gonçalves e Marina Rodriguez • Revisão Ricardo César • Impressão Ogra • Jornalista responsável Ricardo Cesar – MTB 33669 • Colaboraram nesta edição Ana Sarrão, analista de Marketing Sênior da IP; Camila Cruz, analista de Marketing Pleno da IP; Claudiane Souza, analista de Recursos Humanos Pleno da IP; Lairton Leonardi, presidente da Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel (ABTCP); Marcio Nahuz, pesquisador do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais e professor do programa de mestrado em Tecnologia Ambiental do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e Maria Luiza d'Almeida, responsável pelo laboratório de papel e celulose do Centro de Tecnologia de Recursos Florestais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). • Sugestões e Correspondências Avenida Paulista, nº 37, 14° andar – CEP 01311-000

esta é uma publicação mensal da

De acordo com o relatório global Carbon Disclosure Project - Cities, divulgado em junho de 2011, 69% dos maiores centros urbanos do mundo apostam em programas de redução da emissão de gases de efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento global. Entre os setores que mais recebem investimentos para se tornarem sustentáveis, estão transportes, gerenciamento de resíduos, construção civil e energia. As 42 maiores cidades do planeta participaram da pesquisa, e foi constatado que 43% delas já sofrem com o efeito das mudanças climáticas. Leia o relatório completo no link http://content. yudu.com/A1sdst/CDPCities2011/ (em inglês).

Pense nisso

Na próxima edição: Música Esta publicação foi impressa em papel certificado pelo programa brasileiro de certificação florestal

Paper foi impressa em papel Chambril 240G/M² da International Paper, com verniz localizado.

O primeiro relatório de sustentabilidade desenvolvido pela International Paper do Brasil foi lançado em junho e elaborado de acordo com as diretrizes GRI (Global Reporting Initiative). Entre as informações abordadas, estão as atividades da empresa, além de suas estratégias de gestão e desempenho nas dimensões econômica, social e ambiental no ano de 2010, contemplando também alguns dados de 2009 e 2008. O público-alvo do relatório GRI são partes interessadas na IP, como profissionais, fornecedores, parceiros, consumidores, clientes, concorrentes e as comunidades nas quais a empresa está inserida.

Paper 39 :: Papel do bem  

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