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ANO 2 | EDIÇÃO 5

EM BUSCA DO EQUILÍBRIO Como lidar com as emoções e reassumir o controle num mundo excessivamente acelerado

BEM-ESTAR • VIAGEM • MÚSICA • LITERATURA • OBJETOS DE DESEJO


O ESSENCIAL É surpreender OOO ESSENCIAL ESSENCIAL ESSENCIAL ÉÉsurpreender Ésurpreender surpreender

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CONTEÚDO

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EMOÇÕES SOB CONTROLE Augusto Cury ensina a fortalecer a mente

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APRENDA A DESACELERAR Dez dicas para livrar-se das atribulações diárias

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FRITURINHA FUNCIONAL Uma deliciosa receita de rissoles de quinoa

OBJETOS DE DESEJO Produtos para vários estilos de vida

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DESCONTRAÇÃO E OUSADIA Soluções criativas no quarto de duas irmãs

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COSTA RICA PAZ & AMOR As belezas de um país sem exército

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ATIVIDADES EM FAMÍLIA Como incluir exercícios na rotina da casa


“Adote o ritmo da natureza: o segredo dela é paciência.” (Ralph W. Emerson)

EXPEDIENTE: ABERTURA Teoria e prática

PRESCRIÇÃO Pílulas de cultura para fortalecer a mente

VITAL Saúde, equilíbrio e boa informação

CIÊNCIA Para quem quer saber mais

PAUSA O cotidiano sob a óptica de Roseli Santos

CRESCER Conteúdo para pais e mães

GUIA DO CENTRO CLÍNICO Profissionais, serviços e conveniências

SENSORIAL Arte para sentir

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Projeto editorial: Papa Branded Content Diretor de conteúdo: Douglas Backes Diretora executiva: Nathália H. Luvizon Jornalista responsável: Alvaro Bourscheidt Diretora de arte: Anelise van der Laan Diretor de criação: Rui Rehling Impressão: Gráfica Editora Pallotti Tiragem: 4.000 exemplares Circulação: junho/2015 Foto da capa: 2Mmedia/iStock.com CENTRO CLÍNICO REGINA Síndico: Paulo R. Luvizon Vice-síndica: Fátima H. Maldaner Sertório Coordenação administrativa: Gisele de Abreu Conselho consultivo: Amauri Zimmermann, Anderson Kieling, Inês Solange Mosmann, Juarez Dieter, Ir. Ivoni Francisca Ferreira dos Passos e Ir. Simone Müller (Associação Congregação de Santa Catarina) Fale conosco: RevistaR@papa.ppg.br Curta a página: facebook.com/LeiaRevistaR Revista R é uma publicação trimestral da Papa Branded Content, em parceria com o Centro Clínico Regina. Distribuição gratuita. A reprodução de conteúdo poderá ser permitida mediante autorização por escrito. Artigos assinados expressam, exclusivamente, a opinião de seus autores. Todas as informações contidas na presente revista estão sujeitas a alteração sem prévio aviso. As únicas garantias para produtos e serviços mencionados são as estabelecidas nos termos oficiais que os acompanham. Não obstante os cuidados para prover conteúdo atualizado e de alta qualidade, a Papa Branded Content, o Centro Clínico Regina e seus parceiros não poderão ser responsabilizados por eventuais omissões ou imprecisões nesta publicação, dado seu caráter meramente informativo. Nomes ou símbolos de empresas contidos na revista, bem como de seus produtos e serviços, podem ser marcas registradas ou comerciais de seus respectivos detentores. Todas as imagens publicadas têm caráter estritamente ilustrativo.

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ABERTURA

©iStock.com/ClaudioVentrella

TEORIA E PRÁTICA Por PAULO R. LUVIZON*

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limentar-se direito, sem pular o café da manhã. Praticar atividades físicas e cumprir ciclos de sono adequados. Focar-se no que realmente importa. Ler bastante, dar toda a atenção que os filhos (ou pais) merecem. Sorrir mais do que reclamar. Nossa porção racional sabe muito bem o que deveríamos fazer para ter uma vida minimamente saudável, feliz e com significado. Todavia, como apregoa o dito popular, “na prática, a teoria é outra”. Na prática, vivemos em modo de crise, como se a vida fosse uma bomba-relógio que precisamos desarmar antes que seja tarde. Acordamos a 100 km/h depois de uma noite de sono curta demais; e corremos para o trabalho, sem nem ao menos cogitar um café da manhã em família; depois, passamos a maior parte do dia lidando com picuinhas. E a teoria que vá para o espaço! Na prática, mergulhamos tão furiosamente em nossas demandas profissionais, que acabamos por negligenciar coisas muito mais importantes – ou melhor: coisas que, na teoria, sabemos ser mais importantes, como a família e a saúde; mas que raramente colocamos em seus devidos lugares, pois nossa porção emocional só quer desarmar aquela bomba imaginária prestes a explodir. E reclamamos mais do que sorrimos, contrariando toda a teoria sobre viver melhor, que pensávamos dominar tão bem. Na prática, a bomba explode todo dia dentro de nós, espalhando chamas de frustração, mal-estar e ansiedade. Onde estão nosso equilíbrio, nossa paz interior e nosso controle emocional? Achar a medida certa parece cada vez mais difícil, mas algumas estratégias têm se mostrado eficazes para aqueles que aceitam o desafio de colocar a teoria em prática. A Revista R foi atrás dessas pequenas receitas – que você confere ao longo das próximas páginas, lado a lado com inúmeros outros temas de interesse para quem deseja viver com mais saúde, bem-estar e felicidade. Boa leitura! * Síndico do Centro Clínico Regina

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A morte prematura por infarto do miocárdio, em dezembro de 2001, não impediu que Cássia Eller deixasse seu nome gravado no panteão da música brasileira, sendo reconhecida como uma das maiores personalidades que a cena nacional já produziu. Passados mais de 13 anos de sua inesperada partida, um “novo” álbum chega ao público por meio da gravadora Coqueiro Verde e do selo Porangareté. Intitulado “O espírito do som, vol.1 – Segredo”, o disco recupera uma gravação caseira feita em fita cassete pela cantora sete anos antes de sua estreia no mercado fonográfico. Era 1983, e a jovem Cássia Eller – então aos 21 anos de idade – já ostentava a voz potente, ali registrada com acompanhamento só de violão. Um acústico para fãs e colecionadores, reunindo uma dezena de faixas como “For no one”, “Golden slumbers” e “Happiness is a warm gun” (Beatles), “Good morning heartache” (Billie Holiday), “Ne me quitte pas” (Jacques Brel), “Sua estupidez” (Roberto e Erasmo Carlos) e “Segredo” (Luiz Melodia).

O ESPÍRITO DO SOM, VOL. 1 – SEGREDO

Divulgação/Coqueiro Verde

PRESCRIÇÃO

Cássia Eller Registro inédito de 1983

PORCHAT EM DOSE DUPLA

FORA DO NORMAL Fábio Porchat no Teatro Feevale 20 de agosto de 2015, às 19h e às 21h

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Divulgação/VF Perfil

Sempre inquieto, cheio de energia e para lá de acelerado, Fábio Porchat mostra sua stand-up comedy no palco do Teatro Feevale em 20 de agosto próximo, com duas sessões na mesma noite. Diferenciando-se no segmento por apresentar um humor mais físico – quase caricato – e com timing impecável, o cofundador do canal de vídeos Porta dos Fundos faz um show solo repleto de observações bem-humoradas sobre situações cotidianas. De telemarketing a aviões, de tecnologia a banheiros, todos os temas incluídos no espetáculo são explorados por um viés bastante particular, buscando pontos de intersecção com a experiência pessoal da plateia, numa receita infalível para fazer rir. Referência em todo o Brasil quando o assunto é humor, Porchat tem se apresentado em várias capitais brasileiras, assim como em Londres e até no Japão. A classificação etária do show é 14 anos.


É com graça e leveza que Rodolfo Guttilla conduz o leitor numa verdadeira jornada poética pela história do Brasil através do livro “Ai! Que preguiça!... – O Brasil em 39 poemas fabulosos & alegóricos”. De Pedro Álvares Cabral aos protestos de junho de 2013, de Marechal Deodoro à Tropicália, de Getúlio Vargas ao Golpe de 1964, os mais variados capítulos e aspectos da vida brasileira são capturados em versos. Apresentando sua equilibrada fusão de poesia e comentário social, o autor cativa leitores de todas as idades num passeio ao mesmo tempo lírico e gracioso pela história nacional. Citando o escritor modernista Mário de Andrade já no título da obra, ao tomar emprestada a famosa frase de Macunaíma, Rodolfo Guttilla revela inspiração também nos poemas de José Paulo Paes (1926–1998), que tratava de assuntos brasileiros com uma graça capaz de influenciar autores mais jovens até os dias de hoje.

Divulgação/Cia das Letras

AI! QUE PREGUIÇA!... O BRASIL EM 39 POEMAS FABULOSOS & ALEGÓRICOS Rodolfo Guttilla Companhia das Letras, 72 páginas

NA CABEÇA DE QUEM CORRE CORRER: O EXERCÍCIO, A CIDADE E O DESAFIO DA MARATONA Drauzio Varella Companhia das Letras, 208 páginas

Apesar do semblante normalmente sossegado, o médico Drauzio Varella tem uma rotina para lá de atribulada: além de oncologista, é autor de best-sellers, voluntário numa penitenciária, pesquisador do uso medicinal de espécies amazônicas e até celebridade da TV. Mesmo assim, ele consegue há mais de vinte anos conciliar suas demandas diárias com a prática regular de exercício físico. Para o médico mais famoso do Brasil, correr não é apenas um hobby: é o que lhe dá o necessário equilíbrio para enfrentar os desafios da vida. Em “Correr: o exercício, a cidade e o desafio da maratona”, Varella conta como e por que decidiu espantar o sedentarismo; relata o desafio da primeira maratona; oferece um panorama da história das corridas desde sua suposta origem na Grécia antiga; compartilha informações médicas sobre essa prática; e, de quebra, leva seus leitores de “carona” num passeio sensível pela alma humana. Leitura indispensável para corredores e futuros corredores.

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Divulgação/Cia das Letras

NOSSA HISTÓRIA EM VERSOS

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VITAL

OS 10 MANDAMENTOS ESSENCIAIS PARA DESACELERAR E APROVEITAR MAIS A VIDA Conheça estratégias para livrar-se das atribulações típicas da vida moderna, retomar o controle e curtir ao máximo cada momento “A vida se desenvolve num ritmo tão acelerado, que parece passar por nós sem que consigamos realmente aproveitá-la”. É assim que o escritor Leo Babauta, autor de “The power of less” (sem versão no Brasil), define uma das angústias mais comuns do nosso tempo: a aparente falta de controle sobre a velocidade dos acontecimentos. Afinal, como serenar a mente, enquanto vemos tudo se movendo de maneira tão rápida? Como curtir o momento, sabendo que tantas obrigações aguardam por nós? Como respirar com calma, se o tempo parece escorrer entre os dedos? O resultado de tantas inquietações costuma ser ainda mais ansiedade e correria, com cada vez menos domínio sobre nós mesmos. Vamos adiando a felicidade em nome da próxima tarefa que a vida nos impõe, enquanto o tempo segue seu curso, transformando-nos em meros espectadores de nossas histórias. Mas tem solução. Dedicando-se a compartilhar maneiras de driblar as atribulações cotidianas e viver de forma mais “zen”, Leo Babauta compendiou dez regras essenciais para quem deseja desacelerar e aproveitar mais a vida. “É uma ironia da vida moderna”, diz o autor, analisando: “Enquanto novas tecnologias surgem o tempo todo

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Faça menos coisas. É difícil desacelerar quando você está tentando fazer um milhão de coisas. Em vez disso, abrace a opção consciente de fazer menos. Foque-se no que é realmente importante, no que realmente precisa ser feito, e largue o resto. Deixe espaço entre tarefas e compromissos, de maneira que você possa viver seus dias num ritmo mais prazeroso. Leia mais.

Desconecte-se. Não fique o tempo todo “online”. Se você leva um smartphone ou outro dispositivo móvel para lá e para cá, desligue-o. Ou, melhor ainda, aprenda a ficar sem ele quando possível. Se você trabalha diante de um computador na maior parte do dia, faça intervalos de desconexão para pôr o foco em outras coisas. Permanecer online o tempo todo é algo que nos sujeita a interrupções, nos estressa com o fluxo de informações constante e nos faz reféns das demandas dos outros. É difícil desacelerar quando se está sempre verificando novas mensagens!

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para nos poupar tempo, nós usamos esse tempo para fazer cada vez mais coisas, e assim nossas vidas ficam mais aceleradas e agitadas do que nunca”. Segundo ele, a solução é rebelar-se contra esse estilo de vida e desacelerar o próprio ritmo, retomando o controle para aproveitar o tempo da melhor maneira possível. Uma vida em ritmo mais lento, explica Babauta, “significa encontrar tempo para aproveitar suas manhãs, em vez de sair correndo para o trabalho; significa aproveitar o que você está fazendo, apreciar a natureza, prestar atenção de verdade na pessoa com quem você está falando ou passando tempo – em vez de ficar sempre conectado a um dispositivo eletrônico ou pensando sobre sua fila de obrigações e e-mails; significa fazer uma coisa de cada vez, ao invés de alternar entre inúmeras tarefas e não focar em nenhuma”. Conforme o escritor, desacelerar é uma escolha necessariamente consciente (embora nem sempre fácil) que leva a uma maior apreciação da vida e a maiores níveis de felicidade. Se é isso que você procura, confira os “dez mandamentos” que ele reuniu:

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Esteja presente de verdade. Não basta desacelerar – você precisa estar efetivamente atento ao que faz em cada momento. Ou seja: quando perceber que está pensando em outra coisa, transporte-se de volta para o tempo presente. Ponha foco sempre no que está acontecendo no próprio instante: nas suas ações, no seu ambiente, nos outros à sua volta. Conquistar isso exige alguma prática, mas é fundamental.

Concentre-se nas pessoas. Frequentemente passamos tempo com amigos e familiares, ou nos reunimos com colegas, mas não estamos realmente com eles. Conversamos, mas seguimos distraídos com nossos dispositivos móveis. Estamos lá, mas nossas mentes se ocupam de tarefas pendentes. Escutamos, mas não pensamos direito sobre nós mesmos ou sobre o que queremos dizer. Ninguém é imune a isso, mas com um esforço consciente é possível desligar o mundo externo e vivenciar apenas o momento e estar presente para as pessoas ao redor. É preciso se conectar com elas, em vez de apenas as encontrar.


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Muita gente fica presa em casa, no escritório, no carro ou no transporte coletivo a maior parte do dia, tendo pouco tempo ao ar livre. E, mesmo na rua, as pessoas seguidamente ocupam-se ao telefone. Em vez disso, tire tempo para sair e realmente observar a natureza. Inspire profundamente o ar puro, aprecie a serenidade da água e do verde. Quando possível, faça exercícios ao ar livre ou descubra outras atividades em que possa aproveitar a natureza, como caminhadas, trilhas e natação. Experimente as sensações da água, do vento e da terra em sua pele. Tente fazer isso diariamente, sozinho ou com quem você ama.

Coma mais devagar. Em vez de enfiar comida goela abaixo o mais rápido possível (o que acaba levando a comer demais e aproveitar muito pouco), aprenda a fazer suas refeições devagar. Preste atenção a cada mordida. Aprecie os sabores e as texturas. Além de proporcionar saciedade (permitindo que você se satisfaça com porções menores), comer lentamente faz com que os alimentos tenham mais sabor. Outra boa pedida é aprender a consumir “comida de verdade”, com pimentas incríveis para dar sabor, em vez de sal, gordura e frituras.

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Aprecie a natureza.

Encontre prazer em qualquer coisa. Isto tem a ver com “estar presente de verdade”, mas incorpora um passo a mais. Não importa o que você esteja fazendo, assegure-se de estar completamente presente – e também valorize cada aspecto disso, encontrando facetas prazerosas. Por exemplo: se estiver lavando a louça, em vez de fazer isso rápida e mecanicamente, como uma tarefa tediosa que deve ser terminada logo, aprecie as sensações da água, da espuma e da própria louça. A tarefa se tornará prazerosa se você aprender a vê-la dessa maneira – e isso se aplica a qualquer coisa que você faça. A vida será muito mais agradável se você dominar este hábito simples.

Respire.

Quando você perceber que está acelerando e se estressando, pare e respire – lenta e profundamente – de duas a três vezes. Sinta de verdade o ar entrando no seu corpo (e o stress saindo). Concentrando-se para valer em cada respiro, você se transporta de volta ao momento presente e desacelera. Que tal experimentar agora mesmo? R

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Dirija mais devagar. Correr no trânsito é um hábito muito comum no nosso mundo acelerado, mas também provoca acidentes, stress e desperdício de combustível. Crie o hábito de desacelerar quando dirige. Aprecie a paisagem, ainda que urbana. Dedique esse momento a contemplar sua vida e as coisas pelas quais você está passando. Dirigir se tornará mais aprazível e muito mais seguro. E você ainda vai gastar menos combustível!

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Faça uma coisa de cada vez. Não se orgulhe de ser “multitarefa”. Foque-se em uma coisa de cada vez. Quando você sentir a necessidade de alternar para outras tarefas, pare, respire e contenha-se.

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VITAL

MÉDICO E PACIENTE, UMA RELAÇÃO A SE PENSAR Por JOÃO COUTO NETO*

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estes novos tempos, em que a tecnologia nos precede em comunicação, onde as pessoas sentadas uma ao lado da outra se mandam mensagens, como podemos imaginar uma situação ideal na relação médico e paciente? Vivemos num período de avanços tecnológicos a passos largos, temos as vantagens da globalização, em que tudo nos vem de forma rápida e direta. Descobertas num lado do mundo chegam a outro num piscar de olhos. A evolução da ciência tem levado as pessoas a viverem mais e melhor, e a medicina está preparada para salvar vidas e diminuir ou até eliminar dores e sofrimentos. Parece-nos, entretanto, que a relação entre o paciente e seu médico se centraliza no tratamento das patologias – quando sabemos, comprovadamente, que o sucesso de um tratamento depende muito da relação estabelecida entre as partes. Como está a relação das pessoas nesses novos tempos? Percebemos o outro como um ser humano cheio de questionamentos e angústias?

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Ficamos entristecidos sempre que constatamos o distanciamento das pessoas. Acontece em nossa vida pessoal, mas acontece em uma dimensão maior em ambientes profissionais, dentre eles, consultórios e hospitais. É comum vermos médicos e pacientes dando lugar a exames e diagnósticos, como se fossem apenas códigos e números. E onde está a essência da comunicação?

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Por um momento, vamos pensar em confiança, reciprocidade, conhecimento, autoridade, compaixão. Vamos descartar a submissão, a desatenção, a estatística simples e pura. Vejamos quais são os fatores fundamentais para estabelecer uma relação médico-paciente adequada e eficaz para o restabelecimento da saúde... Raríssimo encontrar o chamado “médico de família”, que historicamente acompanhava as pessoas ao longo de suas vidas. Agora, um estranho avalia outro estranho – em poucos minutos e sem nenhuma promessa de novo encontro. Ninguém propõe: “vamos ver juntos como podemos evoluir nisto”. Não importa mesmo para nenhum dos dois manter a relação, e isto é lamentável! Proponho esta reflexão porque vejo que alguns profissionais da saúde vêm repensando conceitos. Querem um tratamento humanizado; acreditam que, como médicos, possuem um nome e uma pessoa dentro deste nome – e que assim é também o seu paciente: um nome e uma pessoa inteira; e que juntos podem promover mudanças, tratamentos e curas. Avançar não significa esquecer o que somos e para que viemos. *Cirurgião membro do Colégio Brasileiro dos Cirurgiões, com treinamento em minilaparoscopia IRCAD (Strassbourg/ Taiwan/Barretos) e membro da Sociedade Brasileira de Hérnia – CRM 25387


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NUTRIÇÃO ORGANIZADA! Por LILIANA GROSS* Ultimamente, tem-se observado na área da nutrição um aumento da procura por uma “organização na dieta”. São pessoas que estão bem, saudáveis e dentro do peso, mas que – devido ao acúmulo de tarefas e ao acelerado ritmo do dia a dia – acabam deixando a alimentação de lado, comendo errado ou fazendo jejum.

nozes, amêndoas, damascos, goji berry, cranberry, barrinhas funcionais e frutas. • Troque alimentos refinados pelos integrais: pão de centeio ou com grãos, açúcar mascavo, aveia, quinoa, linhaça, arroz integral, macarrão integral.

O paciente senta diante do nutricionista e pede para que este organize a sua dieta, com dicas para os lanches, instruções sobre o que comer antes e depois do treino físico, qual suplemento ingerir, qual vitamina usar. Também quer sugestões de marcas, tira fotos das embalagens que o profissional tem na gaveta (não raro, várias opções), pede indicação de pontos de venda e dicas de marmitas congeladas que sejam saudáveis e saborosas. Os pacientes estão cada vez mais práticos e objetivos.

• Aposte em temperos naturais como canela em pó e gengibre (estimulantes, adstringentes e termogênicos), açafrão e cúrcuma (antioxidantes e ótimos para a memória), alho e cebola (ótimos para o sistema imunológico) e use todas as ervas frescas ou secas (alecrim, louro, manjerona, manjericão, sálvia, pimenta, etc.). Abandone temperos e molhos prontos, ricos em glutamato monossódico e que aumentam edemas, provocam enxaquecas e ainda são alergênicos e cancerígenos.

Talvez você esteja pensando: “que gente louca, tem que relaxar e desacelerar”. Mas o que ocorre é que, muitas vezes, o indivíduo nem quer desacelerar; ele curte essa vida louca, mas sente que sua saúde e energia estão ficando prejudicadas. Então, o que fazer, nutri?

• A ingestão diária de duas xícaras de café sem açúcar é suficiente para melhorar a concentração, o foco e a memória. Evite café, chá verde e chimarrão após as 18h, pois eles prejudicam a qualidade do sono.

Podemos otimizar o rendimento diário e prevenir doenças simplesmente melhorando a qualidade da alimentação, priorizando alimentos funcionais, que vão estabilizar o humor matinal, regular a fadiga do final do dia, reduzir a prostração pós-almoço e estimular o sono na hora de dormir. Então aqui vão algumas dicas. • Comece bebendo dois litros de água por dia – iniciando logo ao acordar – mais um copo em jejum e outro antes de se deitar (isso estimula o metabolismo e hidrata). • Faça um bom café da manhã com carboidratos de baixo índice glicêmico (pão integral, cereais, granola), proteína animal (queijo branco, ovos cozidos, iogurte natural) e frutas. Viabilize dois pequenos lanches à tarde, tendo sempre – no carro, na bolsa ou na gaveta – alimentos como castanhas,

• À noite, faça refeições mais leves, priorizando verduras, carboidratos de baixo índice glicêmico (como arroz integral, mandioquinha ou batata doce), carnes magras, ovos cozidos, azeite de oliva e pouco sal. O ideal é comer cerca de três horas antes de dormir. • Controle o consumo de bebidas alcoólicas, pois elas sobrecarregam o fígado e elevam a glicose na corrente sanguínea. • Alimente-se de três em três horas, tome bastante água e pratique exercícios físicos. Seguindo essas dicas, você já estará no caminho de uma vida mais saudável e leve!

*Nutricionista ortofuncional na Clínica Zaffy – CRN2 3925

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CIÊNCIA

HIV NO RIO GRANDE DO SUL: A IMPORTÂNCIA DO SEU DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

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Por DAIANE LAUX CONTE1, EUGÊNIA ALMEIDA SCHERER2 e MARA SARQUIZ3

Até o final de 2013, as estimativas indicavam aproximadamente 35 milhões de pessoas vivendo com o vírus do HIV. A África Subsaariana é responsável por quase 25 milhões dessa população mundial, enquanto cerca de 730 mil pessoas estão infectadas no Brasil. Destas, estima-se que 44 mil tenham contraído o HIV no ano de 2013. A maior taxa de detecção no País é observada na região Sul e, dentre as Unidades da Federação, destaca-se o Rio Grande do Sul. Nos anos de 2010, 2011 e 2012, ocorreram 10.167 notificações de AIDS no Estado, sendo 1.384 na região do Vale do Rio dos Sinos, que corresponde a 14% do total das notificações no âmbito estadual. Um estudo realizado a partir da análise de 16.255 prontuários de pacientes atendidos na região do Vale do Rio dos Sinos – mais precisamente na cidade de Novo Hamburgo/RS – nos anos de 2012 e 2013, em que 127 pacientes foram reativos na pesquisa de anticorpos contra o HIV, revelou que a incidência de novos casos é predominante em indivíduos do sexo masculino, mas se observou um crescimento importante no número de novos casos entre as mulheres. Em ambos os sexos, as faixas etárias mais afetadas no período foram de 20 a 30 anos e 31 a 40 anos, observando-se ainda um aumento do índice na faixa etária de 41 a 50 anos em 2013 – dados que se semelham ao perfil nacional. Enquanto cai em nível mundial a epidemia de AIDS, no Brasil – e, especialmente no Rio Grande do Sul – os números só aumentam. Hoje, mais de 70 mil gaúchos vivem com o vírus. A doença causada pelo HIV começa com a infecção aguda, parcialmente controlada pelo sistema imunológico adquirido, e avança para uma infecção crônica progressiva dos tecidos linfoides periféricos. A infecção aguda é caracterizada tanto por elevada viremia (presença de vírus no sangue) quanto por resposta imune intensa e uma rápida queda na contagem de linfócitos T CD4, quando o risco de infecção e de outros componentes clínicos da AIDS é alto. O contato sexual é o modo de contágio mais frequente, sendo a transmissão heterossexual responsável por mais de 80% das infecções.

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Muitas metodologias foram desenvolvidas e aplicadas à utilização rotineira para o estudo de marcadores biológicos e imunológicos associados à infecção e doença causadas pelo HIV. As principais técnicas são a determinação sorológica de anticorpos circulantes contra o vírus, a detecção e quantificação de antígenos virais e a detecção e quantificação viral. A história natural desta patologia vem sendo alterada consideravelmente desde a chegada da terapia antirretroviral (TARV), que retarda a evolução da infecção, e, com o suporte das campanhas de prevenção, parece estar contribuindo para a estabilização do crescimento da epidemia de AIDS no Brasil. Cabe ressaltar que as principais estratégias de prevenção envolvem o uso de preservativos, a utilização de agulhas e seringas esterilizadas ou descartáveis, o controle do sangue e derivados e a adoção de cuidados na exposição ocupacional a material biológico.

Referências Abul KA, Andrew HL, Jordan SP. Imunologia Celular e Molecular. 6. ed. Rio de Janeiro: Revinter; 2008. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Departamento de DST, AIDS e Hepatites Virais. Boletim Epidemiológico – HIV/AIDS. Brasília, 2013. FERREIRA, Antonio W.; MORAES, Sandra L. Diagnóstico Laboratorial das Principais Doenças Infecciosas e Autoimunes. 3. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. Kenneth M, Paul T, Mark W. Imunobiologia de Janeway. 7. ed. Rio de Janeiro: Artmed; 2007. UNAIDS, Report on the Global AIDS epidemic, 2012. Joint United Nations Programme on HIV/AIDS and World Health Organization, 2012. UNAIDS, Report on the Global AIDS epidemic, 2014. Joint United Nations Programme on HIV/AIDS and World Health Organization, 2014.

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Biomédica do Laboratório Exame

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Formanda de Biomedicina

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Farmacêutica bioquímica e sócia-gerente do Laboratório Exame


A gente se sente melhor quando está perto. Centro Clínico Regina, um polo de serviços que aproxima pessoas.


Av. Dr. Mauricio Cardoso, 833 | Novo Hamburgo www.centroclinicoregina.com.br | 3594 4900


Divulgação/Consul

WISHLIST

Chega de sanduíches quentes com aquele aspecto “desmaiado”. Contando com a exclusiva função “Tostex” e uma sanduicheira especial, o forno de micro-ondas Consul Mais 20L é perfeito para quem quer preparar lanches saborosos e crocantes em poucos minutos. Com ele, seu misto quente sai firme e tostadinho como deve ser, com o queijo derretido no ponto certo. Outra funcionalidade bacana é a pré-programação para congelados, facilitando o preparo de alimentos como macarrão, escondidinho, estrogonofe e lasanha. Para completar, o forno de micro-ondas com capacidade para 20 litros tem design contemporâneo, com acabamento predominantemente preto e detalhes em azul ou amarelo. O preço do aparelho gira em torno de R$ 460,00.

PASTA-ARQUIVO DE TÁBUAS O design bem-bolado, que brinca com um clássico dos escritórios, é apenas um entre os atrativos do conjunto de tábuas Index Advance, da marca britânica Joseph Joseph. Composto de cinco peças (quatro tábuas de corte e a “pastaarquivo” para guardá-las), esse jogo de utensílios cumpre a dupla função de decorar a cozinha e prevenir a famosa “contaminação cruzada”, que ocorre quando micro-organismos de um alimento são transferidos para outro. Com etiquetas que indicam ao que cada uma delas se destina, as tábuas de corte Index Advance ajudam a organizar a bancada, evitando esse tipo de problema. O conjunto da Joseph Joseph pode ser encontrado no Brasil por preços que variam de R$ 300,00 a R$ 400,00.

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Divulgação/Joseph Joseph

PÃO TOSTADINHO NO MICRO

Vem da vinícola Luiz Argenta, de Flores da Cunha/RS, o sofisticado L.A. Jovem Rosé – um vinho de coloração vermelho-cereja brilhante e graduação alcoólica de 12%, perfeito para acompanhar brusquetas ou iscas de peixe ao entardecer. Elaborada com uvas pinot noir (30%) e shiraz (70%), a bebida apresenta um perfume de frutas bastante variado, com aromas de morango, cereja e framboesa, lembrando também flores vermelhas secas. O L.A. Jovem Rosé tem sabor equilibrado de média estrutura e retrogosto marcando intensamente o frutado. Como a grande maioria dos rosés, indica-se o consumo à temperatura de 10oC. Cada garrafa custa R$ 49,00 no e-commerce da marca (www.boutiqueluizargenta.com.br).

Divulgação/Luiz Argenta

UM BRINDE AO ROSÉ


CONFORTO PARA FELINOS

Divulgação/Guisa

Confeccionada em polipropileno injetado com tratamento UV, antimofo e antiestático, a casinha para gatos Cat Cave, da Guisa Pet, é um daqueles mimos que conquistam não apenas os bichanos, mas também os seus donos. Além da proteção e do conforto proporcionados ao “morador” por conta dos materiais de alta qualidade empregados em sua construção, a toca possui visual divertido, que remete ao formato da cabeça de um gatinho. Com preços a partir de R$ 95,00 em pet shops e grandes varejistas, a Cat Cave vem com almofada natural de fácil higienização. Segundo a fabricante, o produto não retém odor e repele poeira, sendo recomendado para gatos com menos de 8 kg.

RELAX, MASSAGEM E ROCK ‘N’ ROLL Seja durante longas viagens de avião ou naqueles momentos de relax em seu cantinho favorito da casa, a almofada massageadora Speaker Amplifica – comercializada pela Imaginarium por R$ 139,90 – é uma companheira e tanto. Oferecendo confortável apoio ao pescoço para uma boa leitura ou mesmo um belo cochilo, ela também proporciona massagem agradável e relaxante. Para completar (já que música deixa tudo melhor), você pode ainda conectar seu celular ou outro dispositivo de áudio diretamente na Speaker Amplifica, aproveitando os altofalantes embutidos na almofada, cuja estampa se inspira num amplificador profissional.

Em tempos de acalorado debate sobre a segurança alimentar e a qualidade nutricional da comida industrializada, muita gente está optando por uma “volta às origens”, com menos produtos prontos e mais tempo na cozinha – principalmente quando se trata da saúde de crianças pequenas e bebês. Ter mais controle sobre os ingredientes presentes no cardápio dos filhos é um desejo que pode ser concretizado com o auxílio do Baby Cooking – um processador de alimentos especialmente desenvolvido para fazer papinhas de bebê. Com ele, frutas e verduras “de verdade” podem ser descongeladas, cozidas no vapor sem perda de nutrientes e, em seguida, liquidificadas no compartimento específico para este fim. O produto, lançado no Brasil pela Vizio e encontrado por cerca de R$ 450,00, simplifica o preparo de papinhas, sopas e cremes, prometendo refeições saudáveis e balanceadas em até 10 minutos.

Divulgação/Vizio

Divulgação/Imaginarium

MINIFÁBRICA DE PAPINHAS

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EMBARQUE

FAÇA AMOR, não faça guerra Com 1.200 km de praias que a colocam

dois oceanos, o território de 51 mil

como primoroso destino de lua-de-mel,

quilômetros quadrados na América

a Costa Rica é também uma das poucas

Central tem na biodiversidade um de

nações desmilitarizadas do mundo. Por

seus grandes atrativos, com riquíssima

lá, o exército foi abolido em 1948, e os

fauna, inúmeros parques nacionais,

recursos que ele consumia passaram

cordilheiras e até manguezais. Um

a ser investidos principalmente

cenário perfeito para aproveitar a vida

em saúde e educação. Banhado por

no maior clima de paz...

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DIVERSIDADE ATÉ DEBAIXO D’ÁGUA Sobram motivos para visitar esse adorável país de 4,8 milhões de habitantes. Na região do Caribe, eleita por muitos casais como destino de lua-de-mel e que praticamente dispensa comentários, são pouco menos de 200 km de orla (com destaque para Manzanillo e Barra del Colorado), enquanto suas não menos fascinantes praias do Pacífico – distribuídas nas sub-regiões Norte, Guanacaste, Central +

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Banana, café, cana-de-açúcar, arroz com feijão. Alguns símbolos comumente associados ao Brasil têm ainda maior representatividade na pequena Costa Rica, que ocupa uma estreita faixa da América Central, somando 51,1 mil quilômetros quadrados de área. De leste a oeste do país – portanto do Oceano

Atlântico ao Pacífico – é possível fazer em aproximadamente cinco horas de carro, explorando cenários belíssimos durante todo o percurso. A geografia costa-riquenha faz jus ao adjetivo presente no próprio nome do país, ofertando desde praias paradisíacas até paredões rochosos e vulcões. Também não faltam áreas de preservação ambiental, guindando a Costa Rica ao posto de referência mundial no setor. Bosques e selvas representam quase 40% de sua superfície, com nada menos de um quarto de todo o território nacional protegido por lei.

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Qual não terá sido o fascínio de Cristóvão Colombo ao aportar pela primeira vez naquela terra que, com toda justiça, mais tarde se chamaria “Costa Rica”? Na quarta viagem do explorador à América, em 1502, as naus espanholas chegaram pelo leste do novo território, flutuando sobre as águas claras do mar caribenho. A fauna, totalmente diferente daquela com que os europeus estavam habituados, e a abundância da flora certamente capturaram de imediato a atenção dos descobridores, mas não tardaria até que eles fossem expulsos pelos nativos, adiando a efetiva conquista do lugar por quase trinta anos. Seguiram-se então quase três séculos de dependência espanhola (oficialmente extinta em 15 de setembro de 1821), forjando o caldeirão cultural que é hoje a Costa Rica, de maneira similar ao ocorrido no Brasil por influência portuguesa.

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e Puntarenas – se estendem por mais de mil quilômetros. Uma delas, chamada Manuel Antonio e situada no parque nacional de mesmo nome, é parada obrigatória. Além das areias branquinhas em contraste com o mar verde-azul perfeito para mergulho, o local – pertencente à província de Puntarenas, onde se concentra a maior infraestrutura litorânea da Costa Rica – exibe incrível diversidade ambiental, com entorno montanhoso e uma enorme área verde repleta de espécies vegetais e animais. No mesmo parque, quando a maré está baixa, é possível acessar a praia de Puerto Escondido, tida por muitos como a mais atraente do país. Já apontado pela revista Forbes como um dos mais belos do mundo, o Parque Nacional Manuel Antonio é famoso também por lagoas esplendorosas que se revelam em meio à mata, assim como pela completa infraestrutura – que inclui pousadas, hotéis e resorts. Rumando para Guanacaste, na região noroeste, o Golfo do Papagaio é um destino primoroso para adeptos do mergulho, com excelente visibilidade mesmo em pontos mais profundos. Lá, os praticantes podem conferir de pertinho grandes animais marinhos – aí incluídos tubarões de diferentes espécies, arraias, tartarugas e até baleias-jubarte. O Pacífico Norte, por sua vez, contabiliza mais de uma centena de praias, atraindo principalmente surfistas – que nem por isso deixam de encontrar boas ondas também em Guanacaste e Puntarenas.

CAFÉ, ARTESANATO E CALMARIA Olhando-se para qualquer canto da Costa Rica, fica fácil entender por que o turismo é hoje a grande fortaleza de sua balança comercial: a beleza e a diversidade natural do lugar são, definitivamente,

impressionantes. Mas outras atividades também desempenham papel importante no PIB nacional, notadamente os setores tecnológico e agrícola. O café costa-riquenho, por exemplo, é famoso no mundo todo, sendo exportado para inúmeros destinos. Em visita ao País, portanto, é inevitável saborear seu mais icônico produto – seja em estabelecimentos de rua ou nas próprias fazendas de cultivo, onde os produtores selecionam seus melhores grãos. O setor primário foi, historicamente, o maior responsável pela presença da Costa Rica no mercado externo, com forte exportação de bananas, açúcar, café e outros artigos alimentícios. Recentemente, contudo, produtos de maior valor agregado (como circuitos integrados, peças de máquinas de escritório e instrumentos médicos) ganharam grande relevância na economia local, assegurando menor dependência do clima e de outros fatores naturais. Com isso, o País passou a experimentar maior estabilidade econômica e relativa prosperidade, fatos que lhe valeram até a alcunha de “Suíça da América Central”. A Costa Rica é uma das nações democráticas mais consolidadas do continente, sendo o único país latinoamericano arrolado entre as 22 democracias mais antigas do mundo. Sua primeira eleição presidencial considerada 100% livre e sem fraudes ocorreu em 1890, com vitória de José Joaquín Rodríguez. Quase 60 anos mais tarde, em 1948, após conflito com o Exército Nacional apoiado por guerrilhas comunistas, o então presidente José Figueires Ferrer dissolveu o aparato militar do País. Desde então, a segurança na Costa Rica é garantida apenas por uma força policial. Como resultado, não houve por lá governos autoritários impostos pelas armas ao longo do século XX – diferentemente do que ocorreu na maior parte da América Central, palco de golpes de Estado e guerras civis. +

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A “calmaria” socioeconômica não livra a Costa Rica da desigualdade, mas permite um cenário mais firme e tranquilo para o desenvolvimento – potencializando até mesmo seu atrativo turístico. O setor, aliás, é o que mais cresce no País, atraindo mais de dois milhões de visitantes a cada ano. A hotelaria, que oferece desde pousadas até resorts de luxo, fatura alto, assim como guias turísticos e toda a roda econômica que gira em torno dessa atividade. Na capital, San José, por exemplo, artistas e comerciantes estabelecidos no vilarejo de Sarchi também lucram com o turismo, com centenas de lojinhas que vendem produtos artesanais.

PLANEJANDO A VIAGEM

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Contabilizando uma dúzia de zonas climáticas com diferentes níveis de umidade e altitude, a Costa Rica apresenta

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um clima mais quente e úmido nas áreas litorâneas, enquanto as regiões montanhosas se mantêm geladas. Na média, as temperaturas no País são amenas, e a escolha da melhor época para ir depende dos objetivos do viajante. De dezembro a abril ocorre a estação seca, considerada a alta temporada turística – assim como os meses de junho e julho, quando a presença de americanos e europeus se intensifica. A época de chuvas estende-se de maio a novembro, com tempestades tropicais. Neste período, os preços da hotelaria ficam mais em conta, atraindo quem se interessa pela beleza da temporada verde. Já os amantes do surf devem procurar seu espaço na costa do Pacífico em setembro e outubro – ou de novembro a maio na costa caribenha. Esta região, aliás, também é pródiga para a observação da vida animal – tartarugas nos meses de abril e maio; e pássaros de novembro a abril.

A língua oficial da Costa Rica é o espanhol (castelhano), mas o inglês também é falado por uma grande parcela da população, sobretudo em áreas povoadas por descendentes de jamaicanos, como Limón, às margens do Oceano Atlântico. Brasileiros não necessitam de visto, bastando apresentar o passaporte (com validade mínima de seis meses a partir da data de chegada), passagem de volta e certificado de vacinação contra febre amarela. A moeda local é o colón, e o fuso horário (GMT -6) é de três horas a menos que Brasília. Por falar em Brasil, o prato mais típico da Costa Rica é feito com arroz e feijão preto: trata-se do “gallo pinto”, que pode receber diferentes condimentos e é usualmente servido no café da manhã. Acompanhamentos clássicos incluem queijo branco quente, ovos e linguiça. Frango, porco e carne bovina também são ingredientes comuns na culinária local. R

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EMOÇÕES: COMO LIDAR Ao longo de 25 anos de carreira como psiquiatra, pesquisador e escritor, o médico Augusto Cury conquistou reconhecimento internacional, tendo livros publicados em mais de 70 países e superando 20 milhões de exemplares vendidos. Em 2009, com o romance “O vendedor de sonhos” – que está ganhando adaptação no cinema – o autor recebeu o prêmio de Melhor Ficção do Ano oferecido pela Academia Chinesa de Literatura. No campo da pesquisa, Cury é reputado pela teoria da “Inteligência Multifocal”, que analisa o funcionamento da mente e o processo de construção do pensamento. Palestrante amplamente requisitado no Brasil e no exterior, ele garante: os excessos da modernidade deram vida a uma nova síndrome – caracterizada por sensação de irritabilidade, pouca tolerância a frustrações, transtornos de sono e até dores musculares e de cabeça. Estudando a mente humana há mais de um quarto de século, Augusto Cury parece, todavia, ter encontrado a receita para que as pessoas fortaleçam seu psiquismo e lidem melhor com as emoções. Nesta entrevista exclusiva à Revista R, o escritor brasileiro mais lido da década sugere algumas técnicas para encontrar o equilíbrio.

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EDITORIAL

Você diz que pensar demais não é bom, acarretando a “Síndrome do Pensamento Acelerado”. Fale um pouco sobre esse mal e sobre como tratá-lo. A Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA) surge a partir de uma hiperatividade de origem não genética. Desde os primórdios da humanidade, sempre existiu a hiperatividade genética, caracterizada por uma ansiedade psicomotora, inquietação e agitação do pensamento de fundo metabólico. Por isso, algumas pessoas sempre foram mais ansiosas, teimosas e hiperpensantes do que outras. Mas hoje há uma hiperatividade funcional não genética – a SPA. Eu descrevi essa síndrome, e há várias pessoas estudando-a, inclusive utilizando-a em teses acadêmicas. As causas da SPA são os excessos da modernidade: excesso de informações (atualmente o número de dados dobra-se a cada ano, enquanto no passado se duplicava a cada dois séculos), excesso de trabalho, de atividades, de uso de celular, games, internet, mudanças sociopolíticas. Os sintomas são fadiga ao acordar, sofrimento por antecipação, irritabilidade, baixo limiar para frustrações, dificuldade em lidar com pessoas lentas, déficit de concentração, de memória, transtorno do sono e sintomas psicossomáticos, como dores de cabeça e musculares. Dois a três sintomas já refletem um cérebro esgotado.

Não é fácil gerir os pensamentos e superar a SPA, mas há algumas ferramentas que podem nos ajudar, como: aprender a fazer pequenos relaxamentos durante o dia; contemplar o belo nos pequenos estímulos da vida diária; abraçar, beijar, elogiar e entregar-se mais; investir em sonhos, naquilo que não traz lucro para o bolso, mas rendimentos para a emoção; jamais levar os problemas para a cama, para o momento do sono; considerar os fins de semana um tempo inviolável e, portanto, jamais utilizá-los como extensão do trabalho; treinar o Eu para não sofrer por antecipação; treinar o Eu para usar a arte da crítica contra o coitadismo, conformismo, autopiedade ou autopunição. Sabemos que a modernidade acelerou o processo de pensamento e os estímulos. Temos tecnologias como celular e computador, que nos garantem informação a toda hora. Quais são as grandes consequências dessas inovações? Tecnologias como celular e computador e, principalmente, as redes sociais, geraram uma necessidade vital de se conectar com os outros e uma expectativa urgente de retorno – fenômenos que se tornaram altamente viciantes e estressantes. Se estudarmos os circuitos cerebrais, entenderemos que não apenas drogas psicotrópicas, como crack e cocaína, viciam, mas também comportamentos.

Tire o celular de uma criança, adolescente ou adulto por alguns dias e veja o que acontece em seu psiquismo. Muitos terão sintomas de abstinência, como irritabilidade, humor deprimido, sensação de tédio e vazio existencial. Deveríamos colocar limites para o uso de celular e internet. O que nos libertou também tem nos encarcerado.

“Todos temos nossos ‘fantasmas’ e, não sendo possível aboli-los, deveríamos pelo menos domesticá-los” Tenho falado em muitos países que uma pessoa hiperconectada deveria anualmente fazer uma desintoxicação digital. Por exemplo, ficar um mês sem celular. Neste período deveria gastar tempo contemplando o belo, se interiorizando, libertando o imaginário. Não faz muito tempo, um esportista que foi número um do mundo me ligou desesperado, dizendo que sua mente não desligava, queria saber tudo o que as pessoas falavam dele nas redes sociais. Tinha quase

todos os sintomas da SPA. Era um escravo da era moderna. O tempo da escravidão não terminou, apenas mudou de endereço. Sabendo que a mente humana pode desencadear os mais diferentes pensamentos, alucinações e criar cenários que só existem dentro de nós, que conselho você dá para que mantenhamos uma mente saudável? É essencial que as pessoas desenvolvam um Eu lúcido e maduro que aprenda a conhecer a si mesmo. Para isso, é preciso trabalhar sistematicamente: a arte da interiorização; a arte da observação; a arte de proteção da emoção; as funções complexas da inteligência, como pensar antes de reagir, colocar-se no lugar dos outros, expor (e não impor) as ideias, a solidariedade, a tolerância, a resiliência, dentre outras; investigar as causas da ansiedade, questionar os fundamentos das inseguranças e dos medos; discutir a timidez, o pessimismo e o sentimento de incapacidade; abrir a mente para pensar em outras possibilidades; ter consciência de que não há mentes perfeitas. Todos temos nossos “fantasmas”. Se não é possível aboli-los, deveríamos pelo menos domesticá-los. Enfrentar com inteligência as angústias, perdas e decepções é o caminho lento, mas consistente, para deixarmos de ser vítimas e nos tornarmos protagonistas da nossa história. +

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Atualmente, vemos muitos pais confusos quanto à educação dos filhos num mundo repleto de estímulos. Como você enxerga este cenário? Atualmente, não basta ser bom, pois bons pais estão confusos e gerando filhos com conflitos. É necessário que procuremos a excelência. Antigamente, uma família estruturada era garantia de que os filhos desenvolveriam uma personalidade saudável. Hoje, bons pais estão produzindo filhos ansiosos, alienados, autoritários, angustiados. Muitos filhos de médicos, juízes ou empresários estão atravessando graves conflitos. Por que pais inteligentes e saudáveis têm assistido a seus filhos adoecer? Porque a sociedade se tornou uma fábrica de estresse. Não temos controle sobre o processo de formação da personalidade dos nossos filhos. Nós os geramos e os colocamos desde cedo em contato com um sistema social controlador. Eles têm contato diariamente com milhares de estímulos sedutores que se infiltram nas matrizes de sua memória. Por exemplo, os pais ensinam os filhos a serem solidários e a consumir o necessário, mas o sistema ensina o individualismo e a consumir sem necessidade. Quem ganha essa disputa? O sistema social.

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A quantidade de estímulos e a pressão emocional que o sistema exerce no âmago dos jovens são intensas. Quase não há liberdade de escolha. Ter cultura, boa condição financeira, excelente relação conjugal e propiciar uma boa escola para os jovens não basta para produzir saúde psíquica. Qualquer animal só consegue escapar das garras de um predador se tiver grandes habilidades. Prepare seus filhos para sobreviverem nas águas turbulentas da emoção e desenvolverem capacidade crítica. Só assim poderão filtrar os estímulos estressantes. Serão livres para escolher e decidir. E que conselhos você dá a esses pais a fim de que consigam educar seus filhos? Por favor, ensine seus filhos a não serem escravos dos seus problemas. Se você tivesse a capacidade de entrar no palco da mente dos jovens, constataria que muitos são atormentados por pensamentos ansiosos. Alguns se angustiam com as provas escolares. Outros, com cada curva do corpo que detestam. Outros ainda acham que ninguém gosta deles. Muitos jovens têm uma péssima autoestima. Quando a baixa autoestima nasce, a alegria morre. Pergunte sempre aos seus filhos: “O que está acontecendo com você?”,


EDITORIAL

“Você precisa de mim?”, “Você tem vivido alguma decepção?”, “O que eu posso fazer para torná-lo mais feliz?”. Você pode não ter dinheiro, mas, se for rico em bom senso, será um pai ou uma mãe brilhante. Se você contagiar seus filhos com seus sonhos e entusiasmo, a vida será enaltecida. Se for um especialista em reclamar, se mostrar medo da vida, temor pelo amanhã, preocupações excessivas com doenças, estará paralisando a inteligência e a emoção deles. Demonstre força e segurança aos seus filhos. Diga frequentemente a eles: “A verdadeira liberdade está dentro de você”, “Não seja frágil diante das suas preocupações!”, “Enfrente as suas manias e ansiedade”, “Opte por ser livre!”. Cada pensamento negativo deve ser combatido para não ser registrado. O verdadeiro otimismo é construído pelo enfrentamento dos problemas e não por sua negação. Não devemos formar super-homens, como preconizava Nietzsche. Pais brilhantes não formam heróis, mas seres humanos que conhecem seus limites e sua força. Você defende que uma vida mais simples é a chave da felicidade – e que viver pelo dinheiro não garante realização. Como viver de maneira simples num mundo

tão influenciado por consumo, status e poder? A vida é um grande espetáculo. Só não consegue homenageá-la quem nunca penetrou dentro do próprio ser e percebeu como é fantástica a construção da sua inteligência. Apesar de a vida humana ser belíssima, ela é muito breve, tal como uma chama que rapidamente cintila e logo se dissipa. Nem parece que muitas gerações viveram nesta Terra, que muitas crianças brincaram, que muitos adultos sonharam e que muitos idosos se sentaram nas varandas de suas casas. Eles se foram, e agora é a nossa vez de encenar nossas vidas no palco do tempo. Se não ficarmos atentos, a meninice e a velhice se encontrarão com muita rapidez e, quando nos dermos conta, estaremos prestes a nos tornar uma página na história. Você tem consciência da brevidade da vida? Tal consciência o estimula a buscar a sabedoria e investir em qualidade de vida? Se estimula, suas derrotas se tornarão adubo para a sua vitória – e suas falhas irrigarão sua capacidade de aprender. Desse modo, você se tornará um profissional mais eficiente, um amigo mais compreensivo, um pai mais profundo, uma mãe mais amorosa, um jovem mais

inteligente, uma pessoa mais feliz.

“Ao contagiar seus filhos com seus sonhos e entusiasmo, a vida será enaltecida; mas se você for um especialista em reclamar e mostrar medo, paralisará a inteligência e a emoção deles” Felizes são aqueles que conseguem transpassar a cortina do seu dinheiro, status social e títulos acadêmicos e se apaixonar pela vida, enxergando que cada ser humano é um ser único no palco da existência. Para esses, cada dia é um novo dia. A solidão e o tédio foram banidos dos seus labirintos, e os seus sofrimentos se tornaram alimentos que sustentam uma alegria superior.

Como as pessoas podem fazer isso na prática? Quer que seus filhos sejam felizes? Entenda que a felicidade, para as crianças, não é ter roupas de grife, grandes presentes, internet, mas alegria, simplicidade, brincadeiras ao ar livre e o carinho e a dedicação dos pais. Pais que dão o mundo, mas não dão de si mesmos para elas nem as ensinam a pensar, geram crianças frágeis, dependentes e despreparadas para enfrentar os desafios dos labirintos. É fundamental investir naquilo que o dinheiro não compra e o status não propicia. Para desenvolver as funções mais importantes da inteligência e viver dias felizes, é necessário garimpar nos recônditos anônimos do espírito humano, no anfiteatro de nossa mente e na arena de nossa emoção. É preciso sonhar, pois os sonhos são verdadeiros projetos de vida, resgatam nosso prazer de viver e nosso sentido de vida, que representam a felicidade essencial que todos procuramos. Ser feliz, do ponto de vista da psicologia, não é ter uma vida perfeita, mas saber extrair sabedoria dos erros, alegria das dores, força das decepções, coragem dos fracassos. Ser feliz, nesse sentido, é o requisito básico para a saúde física e intelectual. R

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GASTRONOMIA

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RISSOLES

de quinoa Todo mundo sabe que frituras não são as melhores amigas da boa saúde, certo? De vez em quando, porém, dá sim para matar aquela vontade de uma friturinha sem jogar fora todos os cuidados que você costuma manter com o corpo. Para tanto, a primeira recomendação é substituir a fritura por imersão (na qual os alimentos absorvem grande quantidade de óleo) pela opção de superfície, em que a gordura é usada basicamente só para untar a frigideira – como num refogado. Outra boa dica para obter-se uma fritura simpática ao organismo é selecionar ingredientes naturais e funcionais – como a quinoa, que serve de base

Amplamente consumida na região dos Andes e classificada como superalimento, a quinoa é um grão de alto valor biólogo, isto é, que possui todos os aminoácidos essenciais ao bom funcionamento do corpo humano. Também é rica em fibras e uma importante fonte de cálcio, ferro, vitaminas do complexo B e ácidos graxos (ômega 3 e 6). Trata-se, contudo, de um alimento calórico, podendo desequilibrar a dieta se consumido em excesso. A recomendação geral é de duas colheres de sopa diárias, considerando-se uma dieta de 2.000 calorias/dia.

Ingredientes

Modo de preparo:

Duas xícaras e meia de quinoa cozida

Despeje numa tigela todos os ingredientes – exceto o azeite – e misture-os bem. Em seguida, usando as mãos, forme bolinhos de aproximadamente 5 cm de diâmetro e 1 cm de espessura. Aqueça uma colher (sopa) de óleo numa frigideira grande, em fogo médio, e coloque de quatro a cinco rissoles por vez para fritar. Após dois minutos, vireos com ajuda de uma espátula pequena para que cozinhem uniformemente. Antes de fritar cada nova série de rissoles, acrescente uma colher de óleo à frigideira. Rende 20 porções.

Cinco ovos Meia xícara de queijo parmesão ralado Três fatias de pão integral esmigalhadas Um quarto de xícara de cebolinha bem picada Três dentes de alho bem picados Uma colher (sopa) de tomilho fresco bem picado Sal a gosto Óleo para untar a frigideira

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para os deliciosos rissoles da foto aí em cima.

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PAUSA

UM LEÃO POR DIA

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Por ROSELI SANTOS*

inguém tem sangue de barata. Não fosse a nossa “civilidade”, em alguns casos jogada às traças, ignoraríamos o amor ao próximo totalmente e fuzilaríamos aquele colega dedo-duro, puxatapete, ou o amigo urso, ou o motorista que corta a nossa frente no cruzamento, e os demais seres que nos sacaneiam e trapaceiam no trabalho e na vida. Sim, porque não adianta fingir que isso já não passou por sua cabeça em vários momentos, seja no trabalho, em casa ou num engarrafamento no trânsito. Não se trata de apologia ao crime, por favor, incentivando ações típicas de serial killers surtados, disparando para todos os lados em locais públicos cheios de gente; mas de pensamentos, de emoções que brotam quando deparamos com situações limite, de estresse e de completa impotência diante do que não podemos controlar ou modificar. Aliás, não temos controle e domínio total sobre praticamente nada nessa vida, ainda que na prática há quem acredite ter superpoderes para tanto. Há os que remam contra tudo e contra todos para impor seu ponto de vista e revelarem-se plenos de razão. Outros se anulam na resiliência e preferem deixar tudo como está para não se incomodar à toa. Já vi de tudo, e nós mesmos agimos de um jeito ou de outro, dependendo da situação. No fundo, porém, ninguém quer admitir que as coisas não saíram como o planejado, o pensado, o imaginado. Antes do café da manhã, o cidadão levanta da cama e, na maioria das vezes, afirma algo imperativo como: “hoje não pode chover de jeito nenhum”. Claro que, se desabar uma tempestade, o vivente se frustrará e praguejará o resto do dia contra os deuses, buscando explicações esdrúxulas, sobrenaturais e inverossímeis para o acontecido, assim como para outras

situações banais do cotidiano, numa tentativa de mostrar “quem é que manda aqui”. Dissonância cognitiva, teimosia, ignorância ou seja lá o nome que se dê a esse comportamento que nos assola dia sim, dia não, o fato é que não há como escapar dos acontecimentos e das pessoas. O mundo está cada vez mais lotado de gente, e não vejo como parar esse trem e descer na próxima estação, bem longe daqui (de preferência em outro planeta ou em outra dimensão), sem embarcar num ônibus espacial ou morrer antes. Aos que não exercitam a sapiência e a paciência, restam poucas alternativas, como tentar eliminar o que não agrada do jeito mais rápido possível (e alguns levam isso às últimas consequências, “fuzilando” o alvo que se atravessar no meio do caminho). De um modo geral, porém, é recomendável respirar fundo, recitar um mantra ou fazer exercícios pela manhã bem cedo e, antes de chegar ao trabalho, tomar um bom café e armazenar energia suficiente para matar um leão por dia, sem armas, mas com atitudes. Falando assim até parece fácil, só que não. Chegar a este estágio de autocontrole pode levar anos e, na maioria das vezes, será necessária ajuda profissional para começar a transformação por si mesmo – e não pelos outros, que continuarão atormentando você e qualquer outra pessoa pelas próximas cinco encarnações, incluindo a sua. Mais importante do que ter razão é ser feliz, diz um ditado popular. E eu acrescentaria que, mais importante do que ter razão e ser feliz é ser coerente e fiel a si mesmo. Caso contrário, a batalha será árdua pelo resto da vida e não haverá metralhadoras suficientes para matar todos os leões que nos ameaçam diariamente. *Jornalista

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CRESCER

FAMÍLIA QUE SE MEXE UNIDA... Conheça cinco truques para engajar pais e filhos em exercícios físicos – e ainda tornar sua convivência mais rica e prazerosa

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Pais e mães conhecem muito bem o desafio de zelar pela saúde de suas famílias. Desdobrando-se para dar conta de compromissos profissionais, rotinas domésticas, vida social e outras incontáveis atividades, os adultos da casa ainda precisam achar tempo para cuidar do próprio corpo, a fim de dar o exemplo, além de bolar estratégias para desgrudar seus filhos dos onipresentes dispositivos eletrônicos e motivá-los ao necessário exercício físico. Em tempos de obesidade infantil descontrolada e cada vez mais casos de doenças como diabetes em plena adolescência, é preciso redobrar a atenção com a saúde dos mais jovens. Segundo um estudo realizado nos Estados Unidos, crianças e adolescentes obesos chegam a apresentar placas de colesterol nas artérias em níveis iguais aos de um homem na casa dos 45 anos. Isso significa que as novas gerações estão desenvolvendo uma propensão a problemas coronários e outras doenças sérias muito mais cedo do que seus pais. A maior preocupação de quem tem filhos é assegurar que eles cresçam saudáveis, e a melhor estratégia para isso realmente é dar o exemplo: estatisticamente, filhos de pais fisicamente ativos são mais propensos a se exercitar também. Portanto, se você quer incentivar os pequenos a mexer o esqueleto, confira cinco dicas para unir a família em torno de uma vida mais ativa e, ao mesmo tempo, divertida! As sugestões foram inspiradas num artigo da jornalista Amanda MacMillan publicado no portal Health.com.


1. Programe atividades ao ar livre. Separe

4. Gamefique tarefas domésticas.

um dia do final de semana para fazer alguma coisa em família. Um passeio de bicicleta, uma trilha a pé, um jogo de frescobol... vale qualquer brincadeira que coloque a turma toda em movimento! Acrescentar um bom piquenique à atividade escolhida, repondo a energia com petiscos saudáveis depois do exercício, também é uma boa tática para aumentar o engajamento.

A “gameficação” – o ato de transformar alguma coisa em jogo (game) – é uma excelente maneira de engajar pessoas de qualquer idade numa determinada atividade. Com crianças, então, os resultados são ainda melhores. Por isso, uma ótima forma de promover o exercício físico (e ainda manter a casa em ordem) é incluir elementos lúdicos ou de competição nas tarefas domésticas. Em vez de atribuir a cada membro da família uma ocupação específica, crie “games” em que todos possam participar simultaneamente. Organize desafios para ver quem limpa a casa mais rápido, tentando quebrar o recorde anterior ou mantendo um placar semanal; recrute crianças para cantar e dançar enquanto ajudam a dobrar roupas recém-lavadas; e assim por diante... O que faz efeito é a criatividade!

oferecem aulas especialmente desenvolvidas para pais/mães e filhos, abarcando modalidades que vão de ioga a aeróbica. Bebês também têm seu lugar, fazendo as vezes de “peso” em movimentos cuidadosamente elaborados para a mãe se exercitar junto do pequeno.

3. Repense sua casa.

É comum que o local onde a família se reúne para relaxar seja uma espécie de “templo da preguiça”, com direito a sofá confortável, videogames e aparelho de som – e nada que estimule a atividade física. Mas você não precisa comprometer o décor com um enorme equipamento de musculação para estimular hábitos mais saudáveis nas horas que a família passa ali. Basta incluir pequenos “lembretes”, como um cesto contendo aquelas bolinhas macias que podem ser apertadas, um par de halteres e até mesmo uma corda de pular. Outras opções são videogames que exigem movimento, como os de dança. Por fim, é salutar estabelecer um limite diário de tempo em frente à TV.

5. Faça ajustes na alimentação.

Famílias que se alimentam de maneira mais saudável também tendem a incorporar outros hábitos positivos, como a atividade física regular. Portanto, vale muito a pena investir em melhorias no cardápio – e uma boa ideia para implantar essas mudanças com sucesso é envolver toda a família no processo. Leve as crianças à feira, deixe que escolham suas próprias frutas e verduras e dê espaço para que ajudem no preparo da comida: isso aumenta muito a probabilidade de que elas gostem das refeições – e não deixem nada no prato! R

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2. Aposte na matroginástica. Muitas academias

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CRESCER

BEBÊS TAMBÉM PRECISAM DE CUIDADOS BUCAIS Por CAMILA MARTINS*

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ensando nos dentinhos que seu filho desenvolverá, toda futura mamãe deve tomar precauções quanto à própria alimentação já no período da gestação. Escolher alimentos balanceados e dosar a ingestão de cálcio são atitudes que contribuem consideravelmente para a formação dentária do bebê. Após o nascimento, os cuidados não param, sendo importante observar qualquer mudança que ocorra na boca da criança. Os cuidados com a higiene bucal do bebê devem começar a partir do nascimento. No recém-nascido, a limpeza deve ser feita com uma gaze ou fraldinha umedecida em água, a fim de remover os resíduos de leite. Com o nascimento dos primeiros dentes (por volta dos seis meses), a fralda deve ser substituída por uma dedeira. A partir dos 18 meses ocorre o nascimento dos primeiros molares decíduos, e a correta higiene passa a ser realizada com uma escova dental infantil (sem creme dental ou com um produto desse tipo sem flúor). O creme dental fluoretado só deve ser utilizado a partir dos dois/três anos de idade ou mais, quando a criança já souber cuspir completamente o excesso. Bebês têm necessidade de cuidados bucais especiais, e todos os pais devem conhecê-los. Prevenir as cáries causadas pelo uso da mamadeira é uma das frentes desse trabalho de proteção, pois esse tipo de cárie se desenvolve rapidamente, provocando dor e dificuldade de alimentação. Ela é originada pela ingestão de líquidos açucarados na mamadeira, principalmente durante a noite, sem que seja realizada a higiene bucal posterior. Por essa razão, nunca deixe a criança adormecer com a mamadeira de leite ou suco na boca. Em vez disso, na hora de dormir, prefira dar uma mamadeira com água ou chupeta que tenha sido recomendada pelo dentista. É importante que os pais estimulem a escovação tão logo o primeiro dentinho erupcione na cavidade bucal. Visitas ao dentista a cada seis meses, a partir do sexto mês de vida, são outro cuidado primordial para a prevenção de cáries e manutenção da saúde bucal das crianças.

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Ensinar a criança a cuidar dos dentes desde pequeno é um investimento que trará benefícios para o resto da vida dela! *Cirurgiã Dentista – CRO 17218

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SAIBA MAIS SOBRE A FERTILIZAÇÃO IN VITRO Por MARCOS HÖHER*

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a década de 70, a ciência obteve um dos maiores avanços da sua história. Mais precisamente em 1978, após anos de tentativas, nascia na Inglaterra a primeira criança fruto da fecundação em laboratório de um óvulo por um espermatozoide – técnica conhecida como “bebê de proveta”. Inicialmente desenvolvida para superar os problemas de infertilidade causados por obstruções das trompas uterinas, hoje a fertilização in vitro (FIV) é o tratamento utilizado por homens e mulheres acometidos por uma diversa gama de alterações. Estas, se não levam à absoluta impossibilidade para engravidar naturalmente, retardam de forma angustiante a visita da cegonha.

Graças à FIV, mais de cinco milhões de casais já puderam formar suas famílias. Em alguns países europeus, a reprodução assistida é responsável por uma parcela de 5% a 10% dos nascimentos. No Brasil, muitos dos que poderiam se beneficiar encontram dificuldade de acesso ao tratamento ou, por falta de informação, recorrem tardiamente a essa opção, quando ela já não propicia boas taxas de sucesso. Esta é uma realidade que temos de mudar – caso contrário, confirmaremos o alerta dado por algumas publicações científicas de que teremos, em breve, uma epidemia de casais com mais de 35 anos de idade sem filhos. *Especialista em Medicina Reprodutiva no Centro de Reprodução Humana Nilo Frantz – CRM 18876

©iStock.com/TatyanaGl

As alterações tubárias ainda correspondem a boa parcela das indicações dessa terapêutica, mas a dificuldade para engravidar provocada por endometriose e ovários micropolicísticos têm levado cada vez mais mulheres a recorrerem à FIV para realizar o sonho da maternidade. Outra constatação é o crescente número de casais que recorrem à medicina reprodutiva por conta de alterações no sêmen. As condições mais comumente evidenciadas pelo exame de espermograma são a diminuição da quantidade, da motilidade e/ou um alto percentual de espermatozoides com forma anormal. Devido às mudanças comportamentais ocorridas na sociedade, verifica-se também um aumento na procura

pelos tratamentos para engravidar devido ao “fator idade”. Pesquisas vêm comprovando uma realidade já verificada no dia a dia de profissionais que se dedicam à área: a diminuição da fertilidade masculina após os 40 anos e, de forma mais preocupante, o declínio acentuado da feminina a partir dos 35. Importante alertar para o fato de que o apogeu da fertilidade da mulher está situado entre os 20 e os 30 anos. A partir daí, devido à contínua depleção na quantidade e na qualidade dos óvulos, a probabilidade de engravidar já começa progressivamente a reduzir para muitas mulheres, mesmo mediante tratamento.

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CASA

DESCONTRAÇÃO & ousadia

Quem rouba a cena na decoração são as camas, que se transformaram em futons com acabamento de veludo pink, fuxicos em tom coral e elegante composição de almofadas. Com o ponto focal do ambiente definido, os demais elementos ganharam tonalidades neutras, porém nobres, como o fendi adotado nas paredes e cortinas, a laca branca do mobiliário e os metais quentes como regra para acabamento em todos os detalhes. O resultado foi um dormitório moderno, ousado e elegante, que esbanja inovações e certamente será cenário para as muitas histórias que as jovens ainda irão dividir...

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Fotos: Bohn Fotografias

Duas jovens irmãs cheias de personalidade, com mil ideias na cabeça. Nesta residência em Porto Alegre, o desafio da arquiteta Tuanny Ballen foi encontrar a equação ideal para o dormitório de 12 metros quadrados, atendendo aos desejos das usuárias sem carregar o ambiente.


Leveza: os armários ocupam a lateral do dormitório, com portas laqueadas e puxadores especialmente desenhados para este projeto. Fechamento com cortinas de camurça completa o mobiliário, acrescentando um toque inusitado

No lugar de camas, futons conferem versatilidade ao espaço, que ganhou armário aéreo para acomodar os pertences e objetos decorativos mais importantes, servindo também como guia para as luminárias em latão

Instalações aparentes: a fim de preservar o pé-direito, a fiação caminha de forma moderna e conceitual pela tubulação de cobre e latão até cada ponto da iluminação Deck: elemento baixo norteou o projeto do dormitório, dando-lhe múltiplas funções sem pesar no visual


GUIA DO CENTRO CLÍNICO

GUIA DO Centro Clínico

Foto: Ita Kirsch/Divulgação

Cerca de 180 especialistas nas mais diferentes áreas. Exames e diagnósticos de última geração. E um mix de conveniências para facilitar a sua vida. Neste guia, você encontra tudo que o Centro Clínico Regina tem a oferecer!

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ESPECIALISTAS

pág. 39

CENTRO INTEGRADO

pág. 44

BOULEVARD

pág. 44

MAPA DO CENTRO CLÍNICO

pág. 45


GUIA DO CENTRO CLÍNICO ACUPUNTURA

Ricardo Beuren Cardiologia | Sala 206 | Fone (51) 3594.4004

Vera Garcia Rosa Sant’ Ana Acupuntura neurofuncional | Sala 501 | Fone (51) 3066.3970 ou (51) 8197.1060

CARDIOLOGIA PEDIÁTRICA

Tainá Negri Fritzen Cirurgia bucomaxilofacil | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

CIRURGIA PLÁSTICA

ALERGOLOGIA (ALERGIAS)

Marcelo Brandão da Silva Cardiologia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Maria de Lourdes Jäger Alergologia, homeopatia e pediatria | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635

Stelamaris Luchese Cardiologia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

ANGIOLOGIA

CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO

Geovani Luiz Fernandes Angiologia e cirurgia vascular | Sala 401 | Fone (51) 3035.3839

Fábio Zell Cirurgia de cabeça e pescoço | Sala 706 | Fone (51) 3066.1621

Luciano Alberto Strelow Angiologia e cirurgia vascular | Sala 708 | Fone (51) 3594.6022

José Henrique Müller Cirurgia de cabeça e pescoço, otorrinolaringologia | Sala 203 | Fone (51) 3595.2542

Marcelo K. Schmidt Cirurgia plástica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Luiz Fernando Cechella Junior Angiologia e cirurgia vascular | Sala 608 | Fone (51) 3066.6922

Marclei Brites Luzardo Cirurgia de cabeça e pescoço | Sala 708 | Fone (51) 3594.6022

Ricardo Varisco Cirurgia plástica | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606

CARDIOLOGIA

CIRURGIA DENTÁRIA

Eduardo La Falce Cardiologia e medicina interna | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Rodrigo Dreher Cirurgia plástica | Sala 705 | Fone (51) 3066.3033

Camila Martins Cirurgia dentária | Sala 202 | Fone (51) 3580.1000

Veimar Roberto Zortéa Cirurgia plástica e medicina estética | Sala 510 | Fone (51) 3594.4100

Luciano Duarte Cardiologia | Sala 408 | Fone (51) 3556. 2647

Claudia Ramazini Cirurgia bucomaxilofacial | Sala 601 | Fone (51) 3239.0604

CIRURGIA GERAL

Luiz Fernando Benini Cardiologia | Sala 201 | Fone (51) 3594.1777 Manoel Meine Cardiologia | Sala 409 | Fone (51) 3594.5304 Oscar Ludwig Neto Cardiologia | Sala 708 | Fone (51) 3594.6022 Renata Quintian Duarte Cardiologia | Sala 302 | Fone (51) 3066.4040

Mário Leandro Carlet Odontologia, implantodontia e cirurgia bucomaxilofacial | Sala 306 | Fone (51) 3582.4505 Michele Steiner Odontologia, implantodontia e cirurgia bucomaxilofacial | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

André Rosenhaim Monte Cirurgia plástica | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718 Fabrício Bervian Cirurgia plástica, estética e reparadora | Sala 706 | Fone (51) 3066.1621 João Paulo Bedin Cirurgia cosmética e estética | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635 Marcelo Gomes Cirurgia plástica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Edivaldo Cordova Cirurgia geral e videocirurgia | Sala 303 | Fone (51) 3595.1170 Fernando Schuler Cirurgia geral e videocirurgia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718 Guilherme Couto Cirurgia geral e coloproctologia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

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GUIA DO CENTRO CLÍNICO Isidoro Elpídio da Silva Schirmer Cirurgia geral | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601 João Batista Couto Neto Aparelho digestivo e cirurgia geral. 1º subsolo | Sala 12 | Fone (51) 3525.0197 Julio Cesar Barra Cirurgia geral e videocirurgia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718 Luis Carlos Galleano de Melo Cirurgia geral e videocirurgia | Sala 206 | Fone (51) 3594.4004 Tiago Luís Dedavid e Silva Cirurgia geral e coloproctologia | Sala 505 | Fone (51) 3594.5072 Valdir Natalício da Silva Cirurgia geral e coloproctologia | Sala 505 | Fone (51) 3594.5072

CLÍNICA MÉDICA José Luiz Kraemer Clínica médica | Sala 502 | Fone (51) 3595.4866

Cuidado Profissional Home Angels Cuidadores de pessoas | Sala 401 | Fone (51) 3091.8181 ou (51) 9200.2622

DERMATOLOGIA Fátima Helena M. Sertorio Dermatologia | Sala 610 | Fone (51) 3593.3633 Juliano Cunha da Costa Dermatologia clínica e estética | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635 Luciana Rosa Grando Dermatologia | Sala 205 | Fone (51) 3398.9421 Luciane Allgaier Dermatologia | Sala 701 | Fone (51) 3035.7808 ou (51) 3035.7818

Mariana Seidl Orlandini Cirurgia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601 Sabrina Picolli da Silva Cirurgia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

CIRURGIA TORÁCICA

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Gilmara Coelho Meine Gastroenterologia | Sala 409 | Fone (51) 3594.5304 João Batista Pinheiro Gastroenterologia e hepatologia | Sala 303 | Fone (51) 3595.1170

ENDOCRINOLOGIA

Eliane Gomes Andara Beuren Geriatria e clínica geral | Sala 206 | Fone (51) 3594.4004

Eduardo Copstein Endocrinologia | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606

ENDOCRINOLOGIA PEDIÁTRICA Michele Hertz Endocrinologia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

FISIOTERAPIA

Gabriela Zugno Reis Fisioterapia | Sala 609 | Fone (51) 9319.1600

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Eduardo Winck Gastroenterologia | Sala 408 | Fone (51) 3556.2647

GERIATRIA

Paulo Ricardo S. Kraemer Cirurgia torácica e fibrobroncoscopia | Sala 210 | Fone (51) 3035.4461

Julio Cesar A. Ibarra Clínica geral | Sala 605 | Fone (51) 3595.2126

Cristiano André da Silva Gastroenterologia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525

Amaury Leopoldino de Freitas Diabetes | Sala 708 | Fone (51) 3594.6022

Daniela Rosa Fisioterapia dermatofuncional | Sala 401 | Fone (51) 3035.3839

CLÍNICA GERAL

Alexandro de Lucena Theil Gastroenterologia | Sala 701 | Fone (51) 3035.7808 ou (51) 3035.7818

Luciane da Silva Pereira Gastroenterologia | Sala 302 | Fone (51) 3066.4040

Leandro Pretto Orlandini Cirurgia torácica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Vivian Cristófoli Cirurgia torácica e fibrobroncoscopia | Sala 210 | Fone (51) 3035.4461

GASTROENTEROLOGIA

DIABETES

Aline Damé D’avila Endocrinologia | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

CIRURGIA PEDIÁTRICA

Tatiana Lehnen de Almeida Fonoaudiologia | Sala 203 | Fone (51) 3595.2542

Jocinei Santos de Arruda Clínica geral, geriatria e medicina de família | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635 Paulo Roberto Luchesi Soares Clínica geral e geriatria | Sala 201 | Fone (51) 3594.5357

GINECOLOGIA Amadeu Simoni Röhnelt Filho Ginecologia e obstetrícia | Sala 303 | Fone (51) 3593.1444 Camila Viana Corvelo Ginecologia e obstetrícia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

FONOAUDIOLOGIA

Carolina Schuck Ginecologia e obstetrícia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

Ana Paula Lehnen Schuster Fonoaudiologia | Sala 203 | Fone (51) 3595.2542

Caticilene Botelho Ginecologia e obstetrícia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525 ou 9980.0597

Fernanda Sarquiz Bortolaci Fonoaudiologia | Sala 307 | Fone (51) 3527.3273 ou (51) 3527.3873

Cecy de Conto Capp Kopper Ginecologia e obstetrícia | Sala 205 | Fone (51) 3581.2670


GUIA DO CENTRO CLÍNICO Fabiano Candal de Vasconcellos Ginecologia e obstetrícia | Sala 207 | Fone (51) 3593.7506 ou (51) 3581.2563

Ursula Jaeger Ginecologia e obstetrícia | Sala 604 | Fone (51) 3581.1119

Guísella de Latorre Ginecologia, obstetrícia e colposcopia | Sala 207 | Fone (51) 3593.7506 ou (51) 3581.2563

Walter Guilherme Geist Ginecolog ia e obstetrícia | Sala 509 | Fone (51) 3593.9891

HEMATOLOGIA

José Alexandre Sfair Ginecologia e obstetrícia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

Natalício Kern Filho Hematologia e clínica geral | Sala 708 | Fone (51) 3594.6022

Luciana Andréia Vitale Ginecologia e obstetrícia | Sala 204 | Fone (51) 3035.1040

Cláudia Salvadori Zaca Hematologia. 1º subsolo | Sala 12 | Fone (51) 3525.0197

Luiz Roberto Bastian da Cunha Ginecologia e obstetrícia | Sala 509 | Fone (51) 3593.9891

INFECTOLOGIA

Marcos Medeiros Souza Ginecologia e obstetrícia | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635 Mariana Fischer Ginecologia e obstetrícia | Sala 408 | Fone (51) 3556.2647

Marcelo Bitelo da Silva Infectologia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525

MASTOLOGIA Bianca Seitenfus Mastologia | Sala 704 | Fone (51) 3066.4066 Gabriela Santos Mastologia | Sala 704 | Fone (51) 3066.4066

Marilene S. de Corvelo Ginecologia e obstetrícia | Sala 604 | Fone (51) 3581.1119

Leônidas Machado Mastologia | Sala 704 | Fone (51) 3066.4066

Patrícia Steinmetz Franco Ginecologia e obstetrícia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

Michela Fauth Marczyk Ginecologia, obstetrícia e mastologia | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606 ou (51) 3036.1817

Roberta S. Holme Ginecologia e obstetrícia | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606 Rosane Winck Ginecologia e obstetrícia | Sala 408 | Fone (51) 3556.2647 Simone Menegussi Ginecologia e obstetrícia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

MEDICINA ESTÉTICA Clínica Zaffy Medicina preventiva e estética | Sala 705 | Fone (51) 3066.3033 Gianna Zaffari Frey Medicina estética e medicina preventiva | Sala 705 | Fone (51) 3066.3033

MEDICINA INTERNA Jose Fernando Pires Medicina interna e terapia intensiva | Sala 401 | Fone (51) 3035.3839

NEONATOLOGIA Kátia Segala Zilles Neonatologia e pediatria | Sala 204 | Fone (51) 3035.1040 Foto: Ita Kirsch/Divulgação

CREMERS 13624

NEUROCIRURGIA Alcides Brandalise Júnior Neurocirurgia e neurologia | Sala 305 | Fone (51) 3527.3458

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GUIA DO CENTRO CLÍNICO Daniela Carla Lunelli Neurocirurgia | Sala 602 | Fone (51) 3066.6699

Fabiana C. Noal Granzotto Odontologia e estomatologia | Sala 707 | Fone (51) 3239.0812

Ricardo Vitiello Oncologia e quimioterapia | Sala 503 | Fone (51) 3593.3291

Felipe M. L. Cecchini Neurocirurgia | Sala 602 | Fone (51) 3066.6699

Isabel C. Silvano Odontologia e odontologia protética | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

ORTODONTIA

Fernando Schmidt Cirurgia da coluna vertebral e neurocirurgia | Sala 310 | Fone (51) 3593.4746

Luana Heck Odontologia | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

Márcia Fernandes Ortodontia | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

Ivan Hack Neurocirurgia e neurologia | Sala 305 | Fone (51) 3593.6502

Matheus Machado dos Santos Odontologia | Sala 405 | Fone (51) 4112.1399

ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA

Ricardo Gurgel Rebouças Neurocirurgia | Sala 602 | Fone (51) 3066.6699

Matheus Piardi Claudy Odontologia e estomatologia | Sala 707 | Fone (51) 3239.0812

NEUROLOGIA

Simone Hoffmann Odontologia | Sala 306 | Fone (51) 3582.4505

Pedro Celso Cecchini Neurologia | Sala 602 | Fone (51) 3066.6699

Michele Sampedro Neuropediatria | Sala 209 | Fone (51) 3781.1739 ou (51) 9909.0401

Eduardo Homrich Granzotto Otorrinolaringologia | Sala 707 | Fone (51) 3239.0812

Alice Müller Nutrição | Sala 401 | Fone (51) 3035.3839

Lisiane do Amaral Claudy Nutrição | Sala 707 | Fone (51) 3239.0812

OFTALMOLOGIA Carlos Henrique Muniz Oftalmologia | Sala 208 | Fone (51) 3524.2000 Diógenes Franco Oftalmologia | Sala 703 | Fone (51) 3582.3726 Graciano Quadros Fochesatto Oftalmologia, retina e vítreo | Sala 706 | Fone (51) 3066.1621 João Arthur Trein Junior Oftalmologia | Sala 208 | Fone (51) 3524.2000

Márcia Illana Kopschina Nutrição e nutrição oncológica de adultos e crianças | Sala 201 | Fone (51) 3065.1229

ONCOLOGIA

Mônica Werkmeister Schneider Ortomolecular, nutrição clínica e fitoterapia | Sala 405 | Fone (51) 3594.2563

Andrey Manfro Oncologia e quimioterapia | Sala 503 | Fone (51) 3593.3291

ODONTOLOGIA

Antônio Fabiano Ferreira Filho Oncologia clínica e quimioterapia. 1º subsolo | Sala 12 | Fone (51) 3525.0197

Caroline Grings Odontologia, esp. em disfunção temporomandibular e dor orofacial | Sala 710 | Fone (51) 3035.7021

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OTORRINOLARINGOLOGIA

Carlos Alberto Lehnen Junior Otorrinolaringologia | Sala 203 | Fone (51) 3595.2542

NUTRIÇÃO

Liliana B. C. Gross Nutricionista funcional | Sala 705 | Fone (51) 3066.3033

Jorge Luiz Siebel Traumatologia e ortopedia | Sala 605 | Fone (51) 3595.2126

Carlos Alberto Lehnen Otorrinolaringologia | Sala 203 | Fone (51) 3595.2542

NEUROPEDIATRIA

Juliana Flores Nutrição | Sala 302 | Fone (51) 3066.4040

Airton Marcos de Araújo Ortopedia e traumatologia | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601

Camila Janke Lopes Otorrinolaringologia | Sala 506 | Fone (51) 3593.4925

Roberto Jardim Gallo Neurologia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525

Camila Correa Bierhals Nutrição | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418

Celeste B. Juchem Ortodontia | Sala 702 | Fone (51) 3527.0224

Daniela Lessa da Silva Oncologia clínica e quimioterapia. 1º subsolo | Sala 12 | Fone (51) 3525.0197

Flavio La Porta da Silva Otorrinolaringologia | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601 José Luiz Kieling Morsch Otorrinolaringologia, medicina estética e cirurgia da face, fonoaudiologia | Sala 507 | Fone (51) 3593.3524


GUIA DO CENTRO CLÍNICO Daniela Drehmer Weck Pneumologia pediátrica | Sala 508 | Fone (51) 3066.1601 Gustavo Menezes Lannes Pneumologia pediátrica | Sala 210 | Fone (51) 3035.4461

PSICOLOGIA Arlete Kautzmann Rohde Psicologia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525 Cátia Schmitt Psicologia | Sala 407 | Fone (51) 9978.8899

Sala 402 (51) 3595.0011

nh@nilofrantz.com.br nilofrantz.com.br

Fernanda Jaeger Psicologia | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606 Maria Beatriz P. Sudbrack Otorrinolaringologia | Sala 606 | Fone (51) 3594.8657

PEDIATRIA Ceres Schmitz Cechella Pediatria e tratamento intensivo pediátrico | Sala 608 | Fone (51) 3066.6922 Ellen Marcia G. Manfro Pediatria | Sala 406 | Fone (51) 3594.6010 Ieda L. A. Miranda Pediatria | Sala 406 | Fone (51) 3594.6010 Maria Emilia L. B. Geist Pediatria | Sala 406 | Fone (51) 3594.6010

PNEUMOLOGIA Jamila Bellicanta Fochesatto Clínica geral, pneumologia e espirometria | Sala 706 | Fone (51) 3066.1621 Margit Stoffel Pneumologia | Sala 210 | Fone (51) 3035.4461 Maria Madalena Klein Pneumologia | Sala 210 | Fone (51) 3035.4461 Rodrigo T. Sertorio Pneumologia | Sala 610 | Fone (51) 3593.3633 Siegrid Janke Pneumologia | Sala 506 | Fone (51) 3593.4925

PNEUMOLOGIA PEDIÁTRICA Cinthia Scherer Vieira Pneumologia pediátrica | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718

Ivana Elia Schneider Panosso Psicologia | Sala 205 | Fone (51) 9976.5717

REUMATOLOGIA

Soraya Mª P. Koch Hack Psicologia | Sala 304 | Fone (51) 3593.9285

Rodrigo Bortoli Reumatologia | Sala 408 | Fone (51) 3036.4606

PSICOSSOMÁTICA Cleide Teresinha Piccoli Bruschi Clínica psicossomática | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 3035.4635

PSIQUIATRIA Ângela Fleck Wirth Psicanálise e psiquiatria | Sala 309 | Fone (51) 3595.2272 Lívia Nora Brandalise Psiquiatria | Sala 305 e 301 | Fone (51) 3593.6502 ou (51) 9288.7737 Luciano Baroni Guterres Psiquiatria | Sala 407 | Fone (51) 8437.3071 Ricardo Bortolon Fasolo Psiquiatria da infância e adolescência | Sala 403 | Fone (51) 3595.5418 ou (51) 8115.2619

REPRODUÇÃO HUMANA

UROLOGIA André Kruse Urologia | Sala 303 | Fone (51) 3581.2288 Antônio de Oliveira Lopes Urologia | Sala 506 | Fone (51) 3593.4925 Ary de Quadros Marques Filho Urologia | Sala 401 | Fone (51) 3035.3839 João Pedro Bueno Telles Urologia | Sala 205 | Fone (51) 3398.9421 Lucas Lampert Urologia | Sala 603 | Fone (51) 3035.1718 Marlon Fiorentini Urologia | Sala 301 | Fone (51) 3593.2525

Carolina Pereira Reprodução humana | Sala 402 | Fone (51) 3595.0011 Clínica Nilo Frantz Reprodução humana | Sala 402 | Fone (51) 3595.0011 Marcelo Ferreira Reprodução humana | Sala 402 | Fone (51) 3595.0011 Marcos Höher Reprodução humana | Sala 402 | Fone (51) 3595.0011 Nora Lena Schneider Ginecologia, obstetrícia, reprodução humana e videocirurgia | Sala 205 | Fone (51) 3593.5641

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GUIA DO CENTRO CLÍNICO

CENTRO INTEGRADO Cardiologia Avaliações Cardiológicas Computadorizadas 1º subsolo | Sala 18 | Fone (51) 3553.8930

Fleming Laboratório de análises clínicas. 2º subsolo | Sala 006 | Fone (51) 3065.2488

Oncosinos Clínica de oncologia. 1º subsolo | Sala 12 | Fone (51) 3525.0197

Cecor – Centro de Ecodopplercardiografia Ecocardiograma bidimensional com doppler a cores (adulto e pediátrico), ecocardiograma transesofágico. 1º subsolo | Sala 16 | Fone (51) 3594.8668

Histolab Laboratório de patologia. 2º subsolo | Sala 005 | Fone (51) 3593.9469

Unimed Vale do Sinos 1º subsolo | Sala 11 | Fone (51) 3525.0923

Diagnóstico Digital Ecografia, mamografia e densitometria óssea. 1º subsolo | Sala 13 | Fone (51) 3553.8888 Diagnósticos Regina Ecografia, densitometria óssea, raio-x, ressonância magnética, tomografia computadorizada. 1º subsolo | sala 01 | 2º subsolo | salas 001, 002 e 003 | Fone (51) 3553.8888 Exame Laboratório de análises clínicas. 2º subsolo | Sala 009 | Fone (51) 3594.6350

Litosinos Avaliação urodinâmica, litotrisia extracorpórea e litotripsia ortopédica. 2º subsolo | Sala 008 | Fone (51) 3593.8345 Medicina Nuclear Novo Hamburgo PET-CT (tomografia computadorizada por emissão de pósitrons). 1º subsolo | Sala 14 | Fone (51) 3581.4013 Neurocentro Eletroencefalografia digital com 32 canais. 1º subsolo | Sala 17 | Fone (51) 3527.3150 Ocular Center Diagnóstico em Oftalmologia. 1º subsolo | Sala 19 | Fone (51) 3035.3200

BOULEVARD Ana Derme Farmácia de manipulação. Térreo (Boulevard) | Sala 104 | Fone (51) 3527.4747 Bem Mais Academia Academia personalizada. Térreo (Boulevard) | Sala 113 | Fone (51) 3595.1991 Bradesco Posto de atendimento bancário. Térreo (Boulevard) | Sala 106 | Fone (51) 3524.0674 Caixa Econômica Federal Caixa eletrônico. Térreo (Boulevad) |Sala 105-B | Clínica Hamburguesa de Anestesiologia Térreo (Boulevard) | Sala 110 | Fone (51) 3035.2821

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Colchão Inteligente Colchões sob medida. Térreo (Boulevard) | Sala 109 | Fone (51) 3279.7144

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Comunicare Aparelhos auditivos | Sala 111 | Fone (51) 3035.1640

SOMEHR – Soc. Médica Hospitalar Regina Prestadora de serviços médicos. Térreo (Boulevard) | Sala 112 | Fone (51) 3553.8882

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Óptica Bella Vista Térreo (Boulevard) | Sala 107 | Fone (51) 3035.1269 Panvel Farmácia. Térreo (Boulevard) | Sala 102 | Fone (51) 3581.1277

Vaccino Clínica de vacinas. Térreo (Boulevard) | Sala 103 | Fone (51) 3066.0601


GUIA DO CENTRO CLÍNICO

Mapa do CENTRO CLÍNICO

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Saúde, qualidade de vida e bem-estar.

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