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TRANSPOSIÇÃO 30°01’52.56’’S 51°14’04.03’’O

Túlio Pinto Org.

Marcus de Lontra Costa Rafael Ferretti Anderson Astor Adauany Zimovski Bruno Borne Giovani Borba Leonardo Brawl Márquez Colaboradores

Porto Alegre Editora Panorama Crítico, 2012


TRANSPOSIÇÃO DO OLHAR

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Quando pequeno, nas viagens de férias que fazia para visitar meus avós, elegia silenciosa e aleatoriamente, uma pedra que iria se deslocar comigo. Em uma brincadeira infantil e perversa, era retirada de seu contexto, da segurança de seu lar e da proximidade de seus pares, para ser lançada perante o desconhecido. Chegando a meu destino, da mesma forma arbitrária que escolhia o mineral, apontava o local do seu novo lar e lá a abandonava a sua própria sorte. Desta forma, ingenuamente, arquitetava um recomeço para ambos – para a pedra uma nova vida; para mim, mais uma janela aberta, apontando um horizonte de terreno fértil e irrigado pela imaginação de uma criança. Os tantos futuros destes personagens seriam reescritos por mim em algumas viagens de fim de ano e também visitados por meio de sonhos para depois adormecerem, silenciosos, com o cerrar das janelas desse período da vida.

Foi assistindo a um vídeo em 2005, onde o artista Richard Long relocava algumas pedras em um deserto, que me deparei, através de uma pequena fresta da memória, com o sussurro que vinha de uma sala empoeirada. Trancada e esquecida por alguns anos, guardava consigo lembranças de lugares e experiências - de uma brincadeira infantil repleta de poesia. Transposição é nada mais do que um desdobramento deste momento sob o acúmulo de tantos outros que vivi até então. Uma infiltração do pretérito contaminando o presente. Uma tentativa de me reinventar, neste agora adulto, através de uma fração da inocência que vestia. Túlio Pinto


2012-05-02


PAISAGEM: SITUAÇÃO E DESLOCAMENTO “O lugar é onde estão as referências pessoais e o sistema de valores que direcionam as diferentes formas de perceber e constituir a paisagem.” PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais) de Geografia.

Há, em todo o processo cultural brasileiro, uma curiosa vocação para o sincretismo, uma permanente busca de síntese entre determinadas situações aparentemente conflitantes e, mesmo, antagônicas. O processo antropofágico brasileiro opera, assim, no sentido da assimilação e construção de um pensamento e de uma ação estética que seja um amálgama de várias informações que se comunicam numa mesma escala de valores e referências, sem evidente predomínio de uma idéia ou de outra. Esse é sem dúvida o caso de Túlio Pinto, artista que consegue, com sensibilidade e talento, estabelecer um provocante diálogo com a tradição escultórica modernista brasileira, a ela inserindo aspectos e comportamentos que encontram eco na ação artística dos dias atuais. A escultura origina-se com a construção de totens, elementos identificadores de grupos sociais que comungam valores comuns culturais; a sua presença, em local determinado e central, tem por objetivo agregar os indivíduos e caracterizar o território e a sua posse através de um elemento característico que atua na paisagem natural. Com o conseqüente desenvolvimento de algumas comunidades humanas e a ampliação de seus domínios, os marcos de fronteira são criados com o objetivo de caracterizar os limites, espaços concretos e misteriosos entre aquilo que nos identifica e temos posse e poder com outros espaços pertencentes ao terreno do desconhecido e da incerteza. Na escultura clássica, a obra parecia estar contida no interior da pedra, cabendo ao artista a tarefa de desbastá-la, de revelar através da ação artesanal, a essência – e a voz – da arte contida do silêncio inerte do bloco mineral. E ela se estrutura através das alegorias e das metáforas do poder, seja ele militar ou imperial, sacro ou divino. A sua presença é marcante no sentido de identificar e valorizar pontos específicos dos agrupamentos urbanos; e essas alegorias tri dimensionais atuam como os antigos totens, incorporando valores mais complexos determinados por sociedades marcadas por divisões em classes sociais perfeitamente identificáveis. Com a revolução industrial e o conseqüente advento de técnicas de reprodutibilidade, a modernidade acabou por atribuir ao objeto escultórico algumas novas verdades, novos conceitos, novas finalidades.

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A autonomia do discurso artístico – premissa da modernidade – é o ponto de partida das pesquisas de Túlio Pinto. A escultura é o resultado de ações e materiais oriundos de processos industriais e a forma se determina por conceitos que estabelecem valores estruturadores como peso, equilíbrio, volume, modulação, criando um objeto estranho à paisagem natural. Idealizada e criada pela ação humana, essa forma se insere no mundo como elemento paradoxal, definindose pela verdade e clareza construtiva, inquietude e tensão conceitual. Assim, os trabalhos do artista são diálogos inteligentes e afetivos com a modernidade, compreendendo-a como exercício permanente de experimentação e recusando algumas afirmações teóricas contemporâneas. Tais afirmações tendem a reduzir a objetividade da reflexão teórica e a busca de uma beleza determinada pela verdade a um ponto qualquer da história do século passado. Túlio Pinto, em momento algum, recusa ou renega o seu próprio passado. Há, em cada objeto, uma tensão explícita que dialoga com os conceitos estéticos estabelecidos pela essência da forma brancusiana e pelo movimento dos móbiles de Calder, ao mesmo tempo em que incorpora conceitualmente valores e referências oriundas do movimento construtivo, de forte presença no Brasil. O artista é herdeiro direto de grandes trajetórias do pensamento escultórico brasileiro que se inicia com Franz Weissmann e prossegue com José Resende e Waltércio Caldas. A essas referências iniciais ele acrescenta a experimentação e a ousadia de outros artistas que, desde os anos 50 colocaram em xeque, os conceitos escultóricos tradicionais. A escultura foi precursora das técnicas artísticas cujos limites e definições acabaram por ser pulverizados pela realidade contemporânea. A idéia de um lugar - preciso e definidor - ainda evidente no mundo moderno vai ceder espaço a conceitos mais amplos, onde a geografia não se explica mais pela dicotomia centro vs. periferia. Assim o objeto, a instalação, a perfomance unem-se no sentido de produzir uma obra mais comprometida com a vida e com a velocidade das grandes cidades contemporâneas. O objeto escultórico tradicional, herdeiro direto dos antigos elementos totêmicos dos primeiros agrupamentos humanos, mantem o mesmo espírito centralizador e organizador do espaço. No mundo em que vivemos, o conceito deleuziano de rizoma é o principal definidor de uma nova geografia com novos valores que introduzem a idéia temporal no espaço físico, recriando uma nova história, redefinindo idéias e situações e provocando a valorização do deslocamento como prática essencial da ação humana contemporânea.

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O projeto “Tranposição” sintetiza uma série de ações e interferências artísticas desenvolvidas por Túlio Pinto nesses últimos anos. Conforme a descrição do projeto, dois espaços no centro da cidade de Porto Alegre - a Praça da Alfândega e a galeria Augusto Meyer da Casa de Cultura Mario Quintana - criam um eixo no qual, durante vinte dias, um cubo composto por aproximadamente 6000 pequenos cubos de concreto construído na Praça será cotidiana e paulatinamente “desmontado” e transferido, com auxílio de carrinhos de mão, para o interior da galeria. Esse deslocamento, em sintonia com os conceitos contemporâneos, recria novas geografias e propõe instigantes relações sobre o corpo real da obra de arte e o seu trânsito - a sua virtualidade e indefinição formal diariamente alterada pelo transporte. Assim, o que de imediato se faz presente num determinado espaço público, com ele dialogando através da estranheza de uma fisicalidade destituída de função ou apelo estético gratuito, é reforçado pela ação que assume papel protagonista e para o qual o público é convidado a participar com outros carrinhos de mão colocados à disposição. A presença de uma casa e a conseqüente criação de um espaço íntimo e privado em plena praça pública serve de abrigo e morada do artista durante o período da ação experimental estética por ele impetrada. A importância desse elemento acentuase com as fotografias que diariamente serão incorporadas nas paredes externas da casa, documentando e informando sobre o percurso (ou deslocamento) do corpo da arte e suas implicações discursivas. Portanto, trata-se de um evento de caráter múltiplo, com o objetivo de questionar valores e qualidades substantivas do espaço e sua relação com a arte. Os blocos de concreto transpostos de um lugar para o outro adquirem novos conceitos e novas interpretações. Domesticados no espaço institucional, através do registro fotográfico, eles documentam todo o desenrolar de um enredo e suas implicações que dialogam com o urbanismo, a arquitetura, a performance, o happening, a fotografia e, principalmente, com a relação instigante entre aquilo que concretamente ainda se encontra em determinado espaço físico e aquilo que se recompõe formalmente em outro, sem no entanto jamais recuperar o seu conceito original. Nessa relação entre o real e a virtualidade, a obra – ou melhor, o processo – acaba por ser o registro de um roteiro com certas características cinematográficas. Inserir esse discurso não formal incorpora precisas noções de pertencimento do espaço público compreendido como bem coletivo e cenário principal para a ação da arte contemporânea, que não compreende mais os limites institucionais e mercadológicos a ela normalmente oferecidos. Experiências consistentes e ousadas como o projeto “Transposição” de Túlio Pinto provocam a necessária estranheza e questionam os limites entre a arte e a vida.

Marcus de Lontra Costa Rio. Abril. 2012

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TRANSPOSIÇÃO NO NÃO LUGAR COMPARTILHANDO A EXPERIÊNCIA DE RESIGNIFICAÇÃO FORMAL E RECONFIGURAÇÃO ESPACIAL EM AMBIENTE DE REDE Um projeto que traça paralelos entre a ocupação dos espaços públicos e as suas inúmeras possibilidades de configurações e reconfigurações através da transposição, além... 08

http://www.transposicao.com/transposicao-no-nao-lugar/


http://transposicao.com/

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3 de maio de 2012

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25 de maio de 2012

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COLABORADORES Adauany Zimovski Alice Comassetto Anderson Astor Bernardo Jose De Souza Betânia Furtado Bruno Borne Caetano Sordi Calvin Maister Chico Machado Christian Martins Clarissa Santanna Daniel Crawshaw-Pellin Diego Amaral Fernanda Winkelmann Gabriel Furtado Graziela Salvatori Guilherme Dable Helena De Nadal João de Ricardo e Juliana Rutkowsky José A N Pinto Juliana Lima Junior Luiz Henrique Letícia Ramos Luísa Berger Guimarães Maicon Diovane Manoela Oliveira Marília Bianchini Oscar Mad Edinger Paulinho Chimendes Ricardo Pirecco Ricardo Ribeiro Silvia Livi Vinícius Pinto Vitor Reis


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A TRANSPOSITION OF PERCEPTION When little, on holiday trips to visit my grandparents I would elect, quiet and randomly, a stone that would travel with me. In a wicked and childish game, the stone was taken from its context, the safety of its home and proximity of its peers, to be thrown towards the unknown. Reaching my destination, just as the mineral was arbitrary picked, I would indicate the location of its new home and there abandon to its own luck. Thus naively, I planned a new beginning for both. To the stone, a new life. For me, was an open window pointing to a horizon of fertile ground irrigated by the imagination of a child. The prospective of these characters would be rewritten by me on some trips and also visited in dreams to later fall asleep, silently, closing the windows of this period of life. It was watching a video in 2005, where the artist Richard Long was relocating a few rocks in a desert I came across

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through a small crack in memory, with a whisper coming from a dusty room. Locked up and forgotten for some years, kept with him memories of places and experiences - from a children’s game full of poetry. Transposition is nothing more than a development of that moment in the accumulation of so many others I’ve lived before. An infiltration of the past contaminating the present. An attempt to reinvent myself on this nowadult, by a fraction of innocence I was wearing. Túlio Pinto


LANDSCAPE: STATUS AND DISPLACEMENT “Place is where the personal references and the system of value that drives the different ways of perceiving and constructing the landscape are.” PCN (National Curriculum Parameters) of Geography. There is, in the process of Brazilian culture, a curious calling for syncretism, a permanent search for a synthesis between certain situations seemingly conflicting and even antagonistic. The Brazilian anthropophagic process operates in the sense of assimilation and construction of a thought and of anaesthetic action to be a blend of various information that communicate on the same scale of values and references, without a clear predominance of one idea or another. This is undoubtedly the case of Túlio Pinto, an artist who can, with sensibility and talent, establish a provocative dialogue with the Brazilian modernist sculptural tradition, by inserting its aspects and behaviours that resonates in present-day artistic action. The sculpture originates with the construction of totems, identifying elements of social groups who share common cultural values. Its presence in a designated central place aims to add individuals and characterize the territory and its ownership thought a distinctive feature which operates in the natural landscape. With the subsequent development of some human communities and the expansion of their domains, the boundary marks are created with the purpose of characterizing the limits, concrete and mysterious spaces between what identifies us and what we have power and possession, with other spaces belonging to the land of the unknown and uncertainty. In classical sculpture, the work seemed to be contained within the stone, leaving the artist the task of chopping it, revealing through the action of craft, the essence – and voice – the contained art of the lifeless silence of the mineral block. And it structures itself though allegories and metaphors of power, whether military or imperial, sacred or divide. Their presence is outstanding in identifying and valuing places in urban settlements, and such three dimensional allegories work as the ancient totems, embodying more complex values determined by societies marked by clearly identifiable social class divisions. With the industrial revolution and the subsequent advent of technical reproducibility, modernity eventually gives the sculptural object some new truths, new concepts, new goals. The autonomy of the artistic speech – the premise of modernity – is the starting point of research for Túlio Pinto. Sculpture is the result of actions and materials from industrial processes and the shape is determined by establishing values structuring concepts such as weight, balance, volume, modulation, creating an object alien to the natural landscape. Conceived and created by human action, this form falls within the world as a paradoxical element, defining itself by the constructive truth and clarity, conceptual tension and restlessness. Thus, the works of the artist are intelligent and emotional dialogues with modernity, understanding it as a permanent exercise of trial and refusing some contemporary theoretical statements. Such statements tend to reduce the objectivity of the theoretical reflection and the pursuit of beauty determined by truth to any point in the history of the last century. Túlio Pinto, at certain point, refuses or denies his own past. There is, in every object, an explicit tension that dialogues with the aesthetic concepts established by Brancusian essence of form and by the movement of Calder mobiles, the same time as incorporating values conceptually and references coming from Constructivist movement, a strong presence in Brazil. The artist is the

direct heir of large sculptural Brazilian trajectories of thought that begins with Franz Weissmann and continues with José Resende and Waltércio Caldas. To these initial references he adds experimentation and boldness of other artists who, since the 50’s put into question the traditional sculptural concepts. Sculpture was a precursor of artistic techniques whose limits and definitions were eventually sprayed by contemporary reality. The idea of a place – precise and defining – still evident in the modern world, will give way to broader concepts where geography cannot be explained by the dichotomy centre vs. periphery. Thus the object, the installation and performance unite in order to produce a work more engaged to life and with the speed of contemporary cities. The traditional sculptural object, direct heir of the ancient totemic elements of the first human settlements, keeps the same spirit centralizing and organizing the space. In the world we live in, the Deleuzian concept of the rhizome is the main definer of a new geography with new values that introduce the temporal idea in space, recreating a new story, redefining ideas and situations, and provoking the appreciation of the displacement as an essential practice of contemporary human action. The project Transposição (Displacement) summarizes a number of artistic actions and interferences developed by Túlio Pinto in recent years. According to the project description, two spaces in the city – the Alfândega Square and the Augusto Meyer Gallery at the Casa de Cultura Mário Quintana – creates an axis in which, for twenty days, a cube composed of approximately 6.000 small concrete blocks built on the square will be, every day and gradually, “dismantled” and moved with the help of wheelbarrows into the gallery. This displacement, in line with contemporary concepts, recreates new geographies and suggests intriguing relationships on the actual body of the artwork and its transit – its virtuality and formal uncertainty changed daily by the transportation. Thus what immediately becomes present in a particular public space talking with it thought a strange physicality deprived of function or free aesthetic appeal is enhanced by the action that takes a leading role and for whom the public is invited to participate with other wheelbarrows made available. The presence of a house and the consequent creation of a fully private and intimate space in a public square serves as a shelter and address to the artist during the experimental aesthetic action filed by him. The importance of this element is accentuated by photos that will be incorporated in the exterior walls of the shelter on a daily basis, documenting and reporting on the route (or displacement) of the artwork body and its discursive implications. Therefore, this is an event of multiple characters, in order to question values and substantive qualities of space and its relationship with art. The concrete blocks transposed from one place to another acquire new concepts and new interpretations. Domesticated in the institutional space through the photographic record, they document the entire course of a plot and its implications that dialogue with the urban design, architecture, performance, happenings, photography, and especially with the exciting relationship between what actually is still in a certain physical space and what is recomposed formally in another, but it has never regain its original concept. In this relationship between reality and virtuality, the work – or rather, the process – turns out to be the record of a script with certain cinematographic characteristics. Inserting this informal speech incorporates precise notions of belonging of the public space understood as common good, and the setting for the action of contemporary art, which no longer understands the institutional limits and marketing typically offered to it. A consistent and bold experience as Túlio Pinto’s Displacement Project causes necessary strangeness and questions the boundaries between art and life. Marcus de Lontra Costa Rio de Janeiro. April 2012

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TULIO PINTO Túlio Pinto (Brasília,1974) é formado em artes visuais com habilitação em escultura pela UFRGS (2009). Vive e trabalha em Porto Alegre onde é cofundador e integrante do Atelier Subterrânea. Dentre as suas exposições destacam-se Transposição - Galeria Augusto Meyer - Casa de Cultura Mário Quintana, Porto Alegre, 2012; Velame - Galeria Aberta - Jardim Botânico de Brasília, DF, 2012; Nova Escultura Brasileira – Caixa Cultural Rio de Janeiro, 2011; Diagonal – Marp, Museu de Arte de Ribeirão Preto, 2011; Rastros de Aserrín – Centro Cultural Parque de España, Rosario, Argentina, 2011; Do Atelier ao Cubo Branco – Margs, Museu de Arte do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2011; Horizonte Vazado: artistas iberoamericanos en el filo – Instituto Cervantes, São Paulo, 2011; Projeto Tripé: Paralelo 30 – Sesc Pompéia, São Paulo, 2010; Horizonte de Eventos – Fundação Ecarta, Porto Alegre, 2010; Céus Artificiais – Galeria Lunara – Usina do Gasômetro, Porto Alegre, 2010; Duas Grandezas – Galeria Iberê Camargo, Usina do Gasômetro, Porto Alegre, 2009; Entre Séculos – Museu Nacional de Brasília, Brasília – DF - 2009, entre outras. Premiações: prêmio no Salão de Arte do Mato Grosso do Sul – 2011; prêmio Energisa de Artes Visuais 2011 – 2012, João Pessoa, PB; prêmio aquisição Leonello Berti 35° sarp – Ribeirão Preto, SP, 2010; IV prêmio Açorianos de Artes Plásticas – Destaque em Escultura 2009 – Porto Alegre, RS. Acervos públicos: Marco - Museu de Arte Contemporânea de Campo Grande; Museu Nacional de Brasília Brasília – DF; Museu de Arte de Ribeirão Preto - Ribeirão Preto – SP e Pinacoteca Municipal Aldo Locatelli - Porto Alegre – RS. Em 2011 recebeu destaque na revista digital da Fundação Iberê Camargo - Bolsa Iberê Camargo 2010, assim como teve projeto selecionado para a Residência Artística FAAP – Edifício Lutetia, São Paulo, SP.

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AGRADECIMENTOS

EQUIPE

José Eurico de Andrede Neves Pinto, Lucia Magali Mangeon dos Santos Pinto, Vinícius Pinto, Helena De Nadal, Diego Amaral, Marcus de Lontra Costa, Anderson Astor, Adauany Zimovski, Leonardo Brawl, Bruno Borne, Leonardo Brito, Maria Baró, Marta Ramos Yzquierdo, Adriano Casanova, Claudia Kusiak, Letícia Arais Lopes, Prefeito José Fortunati, Sergius Gonzaga, Vera Pellin, Briane Bicca, Luiz Merino, Anete Abarno Peres, Ana Luiza Oliveira, Alice Cardoso, Daniel Chiapinotto, Daniel Crawshaw Pellin, Miguel Sanches, Henry Saltz, RafelFerretti, Giovani Borba e ao pessoal da Clarita - Delícias e Pães do Mundo.

Projeto gráfico: Bruno Borne Fotografias: Anderson Astor p.1-20; Guilherme Dable p.8 Webdesign: Adauany Zimovski Mídias sociais: Leonardo Brawl Direção e edição de vídeo: Rafael Ferretti Câmera: Henry Saltz, Rafael Ferretti, Giovani Borba Segurança: Leonardo Brito, Maicon Diovane, André Rodrigues, Douglas de Moura Colman Montagem: Genaro Pereira Lopes, Antonio Zanoni Engenharia: Claudia Kusiak Revisão de Português: Lucia Magali Mangeon dos Santos Pinto Versão em Inglês: Daniel Crawshaw Pellin © 2012 do organizador, dos autores e da editora Panorama Crítico

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Pinto, Túlio. Transposição:30°01’52.56’’S-51°14’04.03’’O / organizador Túlio Pinto; texto Marcus Lontra Costa; tradução Daniel Crawshawpellin.- Porto Alegre : Panorama Crítico, 2012. 20 p. : il. ISBN 978-85-63870-05-6 1.Artes 2.Artes Plásticas I. Costa, Marcus Lontra. II.Título CDU 7 73

Bibliotecário Responsável: Ana Maria Froner Bicca, CRB-10/1310


Profile for Editora Panorama Crítico

Transposição 30º01’52.56”S – 51º14’04.03”O  

O projeto Transposição do artista Túlio Pinto, estabelece um diálogo entre dois espaços públicos da cidade de Porto Alegre através do atrave...

Transposição 30º01’52.56”S – 51º14’04.03”O  

O projeto Transposição do artista Túlio Pinto, estabelece um diálogo entre dois espaços públicos da cidade de Porto Alegre através do atrave...

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