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omemoramos recentemente, os 80 anos de fundação da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais – Fiemg, um sonho transformado em realidade por três industriais visionårios, movidos pela fÊ em Minas e no empreendedorismo – AmÊrico RenÊ Giannetti, Alvimar Carneiro de Rezende e Euvaldo Lodi. Na liderança de sete sindicatos patronais e apenas 25 empresas, estes pioneiros foram tambÊm os autores de um manifesto que sempre lembramos com muito orgulho. Nele, definiram a missão da entidade que acabavam de criar: promover o desenvolvimento da indústria mineira, atuando na defesa de seus interesses e tambÊm na defesa dos interesses de Minas Gerais e do País. CONTINUA NA Pà GINA ....................................

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ARCELORMITTAL AlÊm das parcerias que jå mantêm na årea de Esportes, ArcelorMittal e o Minas Tênis Clube acabam de assinar um acordo na årea de Cultura. O Diversão em Cena ArcelorMittal, projeto que hå três anos traz a Belo Horizonte uma programação de espetåculos teatrais infantis educativos, terå como palco em 2013 o novo Teatro Bradesco, localizado no Centro Cultural do Minas Tênis Clube / Unidade I. Considerado um dos principais projetos do gênero infantil no Brasil, o Diversão em Cena ArcelorMittal Ê viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e investimento da Arcelor Mittal Brasil. LEIA NA Pà GINA ...................

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EDIFĂ?CIO SEDE DO SINDICATO DOS JORNALISTAS Perspectiva: Gustavo Penna Arquiteto & Associados

80 ANOS DA FIEMG

        

 

   

             ANO XI - NÂş 107 - FEVEREIRO DE 2013

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ampla residĂŞncia do nÂş 400 da Av. Ă lvares Cabral, desenvolvida em um sĂł pavimento, foi projetada em 1949 pelo Arquiteto Luis Pinto Coelho que ali apropriou-se de vĂĄrios elementos de estilo “MissĂľesâ€?. Sua construção, que data de 1950, serviu de moradia para a famĂ­lia Bernardo Monteiro. Em 1965, foi desapropriada pelo Estado por ordem do entĂŁo Governador JosĂŠ de MagalhĂŁes Pinto, para servir de sede do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais, função que abriga atĂŠ hoje.

Concurso Em 1981, o sindicato instituiu o Concurso de Arquitetura / Aires da Matta Machado, para escolha do Anteprojeto do Edifício Sede da Casa do Jornalista, na intenção de ampliar os seus espaços e assegurar uma maior presença da categoria na vida política e cultural da cidade. O projeto vencedor, do Arquiteto Gustavo Penna, mereceu elogios de intelectuais e artistas mineiros e do poeta Carlos Drummond de Andrade.

Edifício sede da casa dos jornalistas estå parado hå mais de três dÊcadas A diretoria do SJPMG estå propondo a abertura de licitação para que empresas apresentem proposta para construção da nova sede do Sindicato, em regime de permuta. A entidade entraria com o terreno e o projeto, e a construtora com o capital. A discussão começou em janeiro, com convocação de Assembleia Geral Extraordinåria.

ARQUITETO CRITICA INTERVENÇÕES EM PROJETOS ARQUITETÔNICOS

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LEIA NA PĂ GINA .......................................................................................................................................................

CONHEÇA A MINAS RIO ENGENHARIA

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LEIA NA PĂ GINA .......................................................................................................................................................


 

  EDITORIAL:

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ARQUITETO CRITICA INTERVENÇÕES EM PROJETOS ARQUITETÔNICOS

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em sempre o que consta em um projeto original ĂŠ executado minuciosamente. E esta afirmação ĂŠ uma reclamação constante dos profissionais da ĂĄrea de arquitetura. É o que nos diz Francisco Moreira de Andrade Filho, arquiteto e urbanista formado pela Escola de Arquitetura da UFMG. Segundo o arquiteto Francisco, muitos projetos sofrem alteraçþes e interferĂŞncias sem o consentimento e anĂĄlise do arquiteto responsĂĄvel, e o que ĂŠ pior, feitas por pessoas leigas no assunto, sem nenhum critĂŠrio tĂŠcnico. "Essas modificaçþes descaracterizam a concepção da ideia. HĂĄ uma pedra da originalidade que acaba descaracterizando o projeto original", comenta. Foto: PPGC

EntĂŁo.... s tragĂŠdias continuam, lamentavelmente cada vez mais absurdas e inacreditĂĄveis. NĂŁo sei se podemos chamar de tragĂŠdias, catĂĄstrofes ou o fim dos tempos como preveem os esotĂŠricos. Acredito sim no somatĂłrio de erros como negligĂŞncia, descaso, descuidos, imprudĂŞncia, excessos de todas as ordens, fiscalização, etc... enfim bom senso. Quando se trata de eventos de entretenimento, aĂ­ que a coisa fica preta, parece que o mundo vai acabar e que todos tem que aproveitar os segundos ao mĂĄximo. O episĂłdio de Santa Maria desenha todo o perfil desse conjunto de erros, nĂŁo estamos falando sĂł dos ĂłrgĂŁos do governo, fiscalizaçþes, mas tambĂŠm dos organizadores, dos artistas protagonistas e do pĂşblico ou plateia... enfim bom senso. Agora, recentemente a inauguração do estĂĄdio MagalhĂŁes Pinto, o nosso “MineirĂŁoâ€? que vai sediar alguns jogos da Copa do Mundo, a sorte ĂŠ que, graças a Deus, nĂŁo passou de desconforto e falta de ajustes, mas sem vĂ­timas. Vamos torcer para que as autoridades lembrem de tragĂŠdias como essas que vem acontecendo, nos estĂĄdios, nas estradas, nas casas de shows, etc... para que aconteça a tĂŁo esperada segurança. A Folha da Engenharia nĂŁo podia se calar diante de tĂŁo elevados fatos e torce para que tudo acabe bem. PPGC

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Foto: PPGC

    

AgĂŞncia da Minas Caixa em Montes Claros - MG

AgĂŞncia da Minas Caixa Carlos Chagas - MG

Formado em 1970, Francisco Moreira, natural de Perdþes (MG), tece as críticas com a autoridade de quem possui grande experiência na elaboração de projetos de prÊdios públicos (ver fotos). Participou de vårios concursos arquitetônicos como os da Sede da Cobal, em Brasilia, e SBPC, em São Paulo, alÊm de trabalhar no Plano Nacional de Educação, Carpe, Premem, Minas Caixa. "O arquiteto quando vê a obra finalizada se assusta com as mudanças desproporcionais feitas em seu projeto original", lamenta Francisco.

EXPEDIENTE: Editor: Petrônio Perdigão Godoy Castro Secretårio: Wanderson Rafael Araujo Moura Colaboradores: Jornalista JosÊ Godoy Castro, Dênis Kleber Gomide Leite, JosÊ Carlos Laender e Oscar Ferreira, Henrique Campos Vivåcqua e Revista Arquitetura e Engenharia. Fotos: Folha da Engenharia, Pedro Moura, anunciantes e agências. Redação e Administração: Rua Penafiel, 360 - Anchieta - CEP: 30310-420 - Belo Horizonte/MG - Telefax: (31) 3221 1553 - Cel.: (31) 8400 8100 - CPNJ: 09.353.211/0001-82 E-mail: folhadaengenharia@ig.com.br Diagramação e Editoração: Jota Peg Comunicação Total E-mail: jotapegcomunica@gmail.com Impressão: Fumarc Tiragem: 4000 exemplares A Folha da Engenharia não se responsabiliza pelo material publicitårio e/ou conteúdo dos artigos veiculados nesta edição. Os artigos e matÊrias publicados não refletem necessariamente a opinião dos editores.

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CONHEÇA A MINAS RIO ENGENHARIA

Foto: PPGC

implantação de empreendimentos, de propriedade de diferentes clientes, em especial nas åreas dos setores de mineração, industrial, construção civil e pesada, transporte de pessoas e material. Conta tambÊm com o know-how da Grafite Projetos. Incorporada ao Grupo Minas Rio, a Grafite possui vasta experiência com projetos arquitetônicos, desde obras industriais atÊ prediais e residenciais. Recentemente a Minas Rio Engenharia fez uma parceria com a Mascarenhas Barbosa Roscoe. Hoje a empresa jå conta

Os sĂłcios da Minas Rio Engenharia: Guilherme Prado de Resende, Hanna Elias Aziz Raad, Frederico Motta MagalhĂŁes e Daniel Resende Neves.

Arte: Arquivo Minas Rio Engenharia

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Minas Rio Engenharia fundada em 2011 pelos engenheiros e empresĂĄrios Guilherme Prado de Resende, Daniel Resende Neves, Hanna Elias Aziz Raad e o Engenheiro Frederico Motta MagalhĂŁes. A empresa se preocupa em desenvolver um trabalho priorizado nas necessidades dos clientes. A Minas Rio Engenharia - MRE, oferece a solidez proporcionada pelo Grupo Minas Rio. Desde seu inĂ­cio trabalhado em vĂĄrios projetos de vulto, bem como em atividades de gerenciamento para

com cerca de 50 funcionårios diretos. Entregou para a Anglo Americana um projeto para a construção de 400 unidades de alojamento em Conceição do Mato Dentro - MG. A Minas Rio Engenharia conta com profissionais de diversas åreas como arquitetos, engenheiros civis, elÊtricos, ambientais e mecânicos. Essa equipe altamente capacitada e experiente possui um objetivo em comum: superar as suas expectativas. Com dinamismo, pontualidade, comprometimento, responsabilidade e Êtica, a MRE garante a qualidade måxima

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em seu trabalho e o bem-estar de todos os envolvidos. A MRE busca aplicar os princípios da sustentabilidade a todos os projetos que desenvolve. Suas obras levam em consideração os impactos econômicos e ambientais a curto, mÊdio e longo prazo. Dessa forma, não apenas o seu empreendimento Ê beneficiado, como tambÊm a sociedade e o meio ambiente

Belo Horizonte estå vivendo a maior transformação da sua história. E Ê a sua participação que estå fazendo toda a diferença. Os recursos do IPTU são investidos em obras e programas sociais que trazem benefícios para todos. É você e a Prefeitura trabalhando juntos por mais desenvolvimento e qualidade de vida.

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ARCELORMITTAL E MINAS TĂŠNIS CLUBE FECHAM MAIS UMA PARCERIA

lÊm das parcerias que jå mantêm na årea de Esportes, ArcelorMittal e o Minas Tênis Clube acabam de assinar um acordo na årea de Cultura. O Diversão em Cena ArcelorMittal, projeto que hå três anos traz a Belo Horizonte uma programação de espetåculos teatrais infantis educativos, terå como palco em 2013 o novo Teatro Bradesco, localizado no Centro Cultural do Minas Tênis Clube/Unidade I. Considerado um dos principais projetos do gênero infantil no Brasil, o Diversão em Cena ArcelorMittal Ê viabilizado por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura e investimento da ArcelorMittal Brasil. "É uma maratona cultural que, de abril a novembro, oferece programação diversificada e educativa com mais de 40 peças infantis - gratuitas ou a preços populares. Em 2013, acontecerå sempre aos domingos, às 16h, no Teatro Bradesco", informa Marcelo Santos, gerente de Arte e Cultura da Fundação Arcelor Mittal Brasil. "O Diversão em Cena Arcelor Mittal tem como objetivo contribuir para a formação de plateias com espetåculos de qualidade, oferecendo às crianças a oportunidade do contato com atividades regulares que estimulam o håbito de assistir peças

teatrais que vão alÊm da diversão e tragam mensagens importantes para a formação de sua cidadania, seu desenvolvimento, criatividade e interesse pela cultura", completa. Nos últimos três anos o Diversão em Cena ArcelorMittal ofereceu programação de qualidade para um público de quase 70 mil pessoas em Belo Horizonte. Em 2012, o público total do Diversão em Cena ArcelorMittal foi de quase 19 mil pessoas. O projeto existe ainda em Piracicaba (SP) e Juiz de Fora (MG). "Pedro e o Lobo", do Grupo Giramundo, serå o primeiro espetåculo da programação 2013 do Diversão em Cena ArcelorMittal. Outras parcerias entre a Arcelor Mittal e Minas Tênis Clube:

Esporte Cidadão Desenvolvido pela ArcelorMittal Brasil em parceria com o Minas Tênis Clube desde 2011, o Esporte Cidadão oferece aulas de diferentes modalidades esportivas para crianças e adolescentes da comunidade próxima à usina de João Monlevade (MG). O projeto segue o modelo da "Escola de Esportes" do Minas, visando à formação e à inclusão por meio

do esporte, alÊm de contribuir para a melhoria do desempenho escolar e do desenvolvimento das habilidades dos alunos. Cerca de 100 alunos da comunidade são atendidos, participando dos treinos nas modalidades vôlei e futsal por meio de metodologia própria do clube, reconhecido nacionalmente pela formação de atletas de alto nível. É um programa de inclusão social, em que os adolescentes têm a oportunidade de preencher seu tempo livre com atividades esportivas que promovem disciplina, integração, esforço pessoal e melhora no desempenho escolar.

Cidadãos do Amanhã O programa Cidadãos do Amanhã mobiliza empregados, familiares, clientes e fornecedores a destinarem parcela do Imposto de Renda para os Fundos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e/ou para projetos aprovados na Lei do Esporte. A iniciativa Ê realizada na empresa desde 1999 e tem amparo em legislação vigente, que permite a dedução integral do valor destinado. Em 2012, a ArcelorMittal inaugurou a parceria com o Minas nesse projeto e vai destinar R$ 245 mil ao "Projeto de Formação e Desenvol-

vimento de Atletas por meio da Integração das Ciências do Esporte".

Novos Atletas Trata-se de uma iniciativa do Minas para promover o treinamento, aprimoramento e desenvolvimento tĂŠcnico e humano de atletas a partir de 6 anos de idade. Mais de mil talentos, de todo o paĂ­s, sĂŁo beneficiados, tendo suas habilidades esportivas trabalhadas de forma multidisciplinar, buscando proporcionar uma evolução tĂŠcnica que torne viĂĄvel a formação de competidores de alto nĂ­vel. Foto: Ilustrativa

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CUSTO DA CONSTRUĂ‡ĂƒO INICIOU O ANO EM ALTA EM BH

Tabela: Sinduscon MG

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Custo UnitĂĄrio BĂĄsico de Construção (CUB/m² - projeto-padrĂŁo R8N) registrou alta de 1,56% em janeiro em relação ao mĂŞs anterior. Esta variação ĂŠ justificada pelo incremento de 2,65% no custo com a mĂŁo de obra e pelo aumento de 0,44% no custo com materiais de construção. Apesar da alta, o coordenador sindical do Sindicato da IndĂşstria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG), economista Daniel Furletti, nĂŁo acredita que esta ĂŠ uma tendĂŞncia para os prĂłximos meses. Segundo ele, particularmente em relação Ă  mĂŁo de obra, o aumento ocorreu em função da Convenção Coletiva de Trabalho, que foi assinada em 15 de janeiro, quando se concluĂ­ram as negociaçþes trabalhistas. JĂĄ o incremento no custo com material surpreendeu, alcançando variação de 0,44%, a maior desde setembro de 2012, quando atingiu 0,58%. “Acreditamos que o custo com materiais de construção em 2013 deverĂĄ se manter dentro do contexto monetĂĄrio do PaĂ­s, assim como aconteceu no ano passado, quando ele aumentou 4,05%. Acreditamos que essa ĂŠ a tendĂŞncia. NĂŁo esperamos sobressaltosâ€?, afirma Furletti. Os outros dois componentes do referido indicador de custos da construção (despesas administrativas e aluguel de equipamentos) nĂŁo apresentaram variaçþes no primeiro mĂŞs do ano. Com este resultado, o custo do metro quadrado de construção em Belo Horizonte, para o projetopadrĂŁo R8-N (residĂŞncia multifamiliar, padrĂŁo normal, com garagem, pilotis, oito pavimentos-tipo e 03 quartos) que em dezembro de 2012 era R$1.024,10, passou para R$1.040,09 em janeiro. O CUB/m² ĂŠ um importante indicador de custos do setor e acompanha a evolução dos preços de materiais de construção, mĂŁo de obra, despesas administrativas e aluguel de equipamentos. É calculado e divulgado mensalmente pelo Sinduscon-MG, de acordo com a Lei 4.591/64 e com a Norma TĂŠcnica NBR 12721:2006 da Associação Brasileira de Normas TĂŠcnicas (ABNT). Materiais - Da cesta de insumos

que compĂľem o cĂĄlculo do CUB/m², observou-se que em janeiro 12 itens registraram elevaçþes em seus preços, 11 ficaram iguais e trĂŞs registram quedas. As maiores altas foram observadas nos seguintes materiais: disjuntor tripolar 70 A (+5,32%), fio de cobre antichama (+5,00%), janela de correr (+3,66%) e registro de pressĂŁo cromado ½â€? (+3,06%). “SĂŁo aumentos expressivos, especialmente considerando a inflação do mĂŞs de janeiro medida pelo IPCA/IBGE, que foi 0,86%â€?, destaca o coordenador do Sinduscon-MG. Acumulado nos Ăşltimos 12 meses (fevereiro/12-janeiro/13) - Nos Ăşltimos doze meses encerrados em janeiro, o CUB/m² (projeto-padrĂŁo R8-N) registrou alta de 6,49%. Este resultado, que foi superior Ă  inflação de preços medida pelo IPCA/IBGE (alta de 6,15% no mesmo perĂ­odo) refletiu os seguintes aumentos: 3,90% dos materiais e 9,22% da mĂŁo de obra. Furletti enfatiza que neste perĂ­odo a maior pressĂŁo para o alta do custo da construção foi observada pelo item mĂŁo de obra. “Deve-se lembrar que, neste perĂ­odo, o referido indicador refletiu o aumento estabelecido pela Convenção Coletiva de Trabalhoâ€?. De acordo com o coordenador do

Sinduscon-MG, o efeito dos maiores aumentos da mĂŁo de obra em relação aos materiais tem sido uma mudança importante na composição de custos setoriais. “Enquanto em janeiro de 2010 a mĂŁo de obra representava 47,72% do custo da construção, em janeiro deste ano passou para 52,05%. Ou seja, agora ela representa a maior parcela do Ă­ndiceâ€?, ressalta. Apesar da maior estabilidade no custo dos materiais de construção, alguns

itens se destacaram pela variação em seus preços nos Ăşltimos 12 meses (fevereiro / 12 - janeiro/13): emulsĂŁo asfĂĄltica (+24,34%), disjuntor tripolar 70 A (+19,75%), janela de correr (+18,87%) e vidro liso transparente 4 mm (+11,36%). “SĂŁo aumentos expressivos e fora do contexto monetĂĄrio e macroeconĂ´mico do PaĂ­s, principalmente se considerarmos que o IPCA/IBGE, neste perĂ­odo foi de 6,15%â€?, analisa Furletti.

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PRESERVAĂ‡ĂƒO DA Ă GUA: UM DESAFIO PARA A SOCIEDADE 2013 foi instituĂ­do pela ONU como o ano dedicado Ă  cooperação pela ĂĄgua. Governos, empresas e sociedade devem se empenhar em desenvolver projetos que prezem a redução do desperdĂ­cio, o manejo racional da ĂĄgua e a ampliação da prĂĄtica do reĂşso Por Giovani Toledo*

Foto: Ilustrativa

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inda Ê longo o caminho para que as sociedades ajam em favor da preservação dos recursos hídricos nos níveis ideais ao atendimento das necessidades humanas futuras. Sabe-se que Ê um processo em que o passo essencial para a melhoria das questþes relativas à ågua Ê a conscientização. Sejam crianças, jovens ou adultos, Ê fundamental que as pessoas, em qualquer posição, se deem conta de seu papel nestas questþes. É a partir deste reconhecimento que serå possível a realização de açþes conjuntas em diversos aspectos, como propþe a Organização das Naçþes Unidas (ONU), que definiu o ano de 2013 como o "Ano Internacional para a Cooperação pela à gua", demonstrando a grande preocupação da entidade quanto à questão hídrica. Entende-se por cooperação pela ågua açþes de aspectos culturais, educacionais, científicos, religiosos, Êticos, sociais, políticos, jurídicos, institucionais e econômicos, em abordagens complementares para que os resultados sejam mais abrangentes. De um entendimento geral da sociedade quanto aos fatores envolvidos dependerå a superação dos desafios que se desenham atualmente: poluição, desperdício, falta de tratamento de esgoto, uso racional dos recursos hídricos, criação de políticas eficientes de captação, dis-

tribuição, armazenamento e abastecimento de ågua. Não Ê fåcil, isto Ê sabido. PorÊm, esta iniciativa tem por objetivo formar um consenso sobre as respostas adequadas a estas questþes. No âmbito público, faz-se necessårio que exista um compromisso com as políticas de saneamento, que promovam o uso dos investimentos nos serviços de ågua e esgotamento. Vale lembrar que, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgado em 2011, mais de 70% dos municípios brasileiros não contam com projetos estruturados nestas åreas. A universalização destes serviços Ê um grande desafio no País, mas tambÊm Ê urgente. É preciso que se realizem esforços

80 ANOS DA FIEMG

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o longo de sua história, a Fiemg participou ativamente de campanhas memoråveis que resultaram na criação da Mannesmann, da Usiminas, da Refinaria Gabriel Passos e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Nos anos 70, participamos fortemente de programas e projetos que resultaram no boom de industrialização do estado, registrando, entre tantas outras, uma data muito especial: 14 de março de 1973. Naquele dia, em nossa antiga sede da Avenida Carandaí, o governador Rondon Pacheco, o presidente mundial da FIAT, Gianni Agnelli, o ministro da Indústria e ComÊrcio, Marcos Vinicius Pratini de Morais, e o presidente da Fiemg, Fåbio de Araújo Motta, assinaram o Protocolo de Intençþes para implantação da Fiat Automóveis em Minas. A Fiemg cresceu junto com a economia mineira e Ê, tambÊm, a origem de entidades de reconhecida importância para Minas Gerais – o SENAI, o SESI, o IEL, o CIEMG e o Instituto

Estrada Real. Este conjunto de instituiçþes constitui o Sistema Fiemg e oferece à indústria e à comunidade mineira serviços e produtos essenciais e estratÊgicos, especialmente na årea da educação. São instituiçþes que, ao longo de sua história, desenvolveram a capacidade de se reinventar para se manterem contemporâneas do presente e capazes de cumprir seus objetivos. Nossa missão, neste começo de sÊculo 21, Ê dar continuidade à obra dos pioneiros fundadores da Fiemg e de todos que nos antecederam. Nossa disposição Ê ajudar a construir uma indústria diversificada e cada vez mais agregadora de valor. Hoje, jå transformamos parte do minÊrio que produzimos em aço e, com este aço, fabricamos 15% dos carros brasileiros, alÊm de caminhþes, autopeças e veículos ferroviårios. Minas Ê tambÊm responsåvel por 15% da produção nacional de måquinas e equipamentos destinados à mineração e metalurgia e temos condiçþes para avançar ainda mais. Temos empresas públicas fortes e competentes – entre elas CEMIG, COPASA e CODEMIG –, que podem e devem funcionar como âncoras do desenvolvimento do estado, contribuindo na captação de empresas e investidores internacionais e com tecnologia, bem como para criar ambiente propício à criação de empresas locais que agreguem valor e tecnologia à

no sentido de prover as pessoas de serviços båsicos. Paralelamente, as indústrias devem intensificar o desenvolvimento de tecnologias e produtos que favoreçam a proteção dos recursos hídricos e a reutilização de ågua oriunda de tratamento de efluentes em fins não potåveis, uma pråtica ainda em ascensão a ser difundida tanto por concessionårias quanto indústrias. Açþes em favor da preservação dos recursos hídricos são fundamentais para um país como o Brasil, que detÊm cerca de 12% de toda a ågua doce do mundo. Ainda assim, o manejo inadequado da ågua pode comprometer o abastecimento nas geraçþes futuras. Isto inclui o elevado desperdício de ågua verificado nos encanamentos, nas irrigaçþes e no abastecimento

falho. Segundo a Agência Nacional de à guas, o desperdício deste recurso chega a 40% no País. É um índice muito alto. Neste contexto, este ano, se bem aproveitado, poderå ser muito útil para o levantamento de possibilidades e para a adoção de medidas efetivas para a ampliação dos serviços de saneamento båsico e para a utilização racional de um bem finito, indispensåvel à vida humana. A hora Ê agora! * Giovani Toledo Ê Gestor da Unidade de Negócios Mizumo – referência nacional em sistemas prÊ-fabricados para tratamento de esgoto sanitårio.

Por Olavo Machado JĂşnior (foto) Presidente da Federação das IndĂşstrias do Estado de Minas Gerais indĂşstria mineira. Se jĂĄ temos a melhor energia do Brasil, com a CEMIG, queremos ter tambĂŠm as melhores empresas fornecedoras de equipamentos elĂŠtricos do Brasil. Se temos ĂĄgua de qualidade, com a COPASA, tambĂŠm queremos ter os melhores fabricantes de equipamentos mecânicos e hidrĂĄulicos. Se temos a Ăşnica fĂĄbrica de helicĂłpteros da AmĂŠrica latina, tambĂŠm podemos desenvolver as melhores indĂşstrias de eletrĂ´nica e mecatrĂ´nica, o que, na verdade, jĂĄ fazemos no Sul do estado – em ItajubĂĄ, Santa Rita do SapucaĂ­, Extrema, Varginha e Pouso Alegre. Com os pioneiros fundadores da Fiemg, aprendemos que podemos sempre ir muito mais longe, aproveitando as riquezas e oportunidades que Minas Gerais nos proporciona. Elas estĂŁo presentes no niĂłbio e nas “terras rarasâ€? de AraxĂĄ, no lĂ­tio e grafite do Jequitinhonha, alĂŠm do mĂĄrmore, do granito e da agregação de valor Ă s nossas pedras preciosas do Mucuri e Governador Valadares. TambĂŠm estĂŁo presentes na indĂşstria do Triângulo Mineiro, no centro-oeste, na Zona da Mata, no Sul do estado, no Vale do Aço, onde empresas locais trabalham para a cadeia de petrĂłleo e gĂĄs. O mesmo ocorre no leste mineiro, no Norte de Minas e na regiĂŁo central do estado, que em breve estarĂĄ produzindo

chips e microcircuitos. Nossa força Ê a nossa união. Hoje, as entidades mineiras representativas do setor produtivo trabalham em conjunto – FecomÊrcio, Faemg, Federação dos Transportes, Federação das Cooperativas, Federaminas, AC-Minas, Câmara dos Dirigentes Lojistas, FCDL, CREA, OAB, Sociedade Mineira dos Engenheiros, FIEMG e muitas outras, na capital e no interior. Trabalhamos juntos, apoiando e valorizando nossas lideranças políticas e construindo a Agenda de Convergência para o Desenvolvimento de Minas. A liderança do governador Anastasia nos une e, em Brasília, temos o ministro Fernando Pimentel e, na presidência da Confederação Nacional das Indústrias temos o mineiro Robson Andrade, nosso ex-presidente. Ao celebrar os 80 anos da Fiemg, temos consciência de nossa responsabilidade. A estrutura de que dispomos hoje, forjada no embrião lançado em 12 de fevereiro de 1933, estå e estarå sempre a serviço de Minas e dos mineiros. Com os mesmos objetivos que nortearam a fundação de nossa entidade, trabalhamos para construir a Minas de hoje e do amanhã. Nosso foco continua o mesmo, centrado no fortalecimento da indústria mineira e no desenvolvimento de Minas Gerais e do Brasil


 

 

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NOTAS Começam obras do QG da Copa em Belo Horizonte

Construção moldado in loco permite redução de custos e rapidez de execução nas obras Modelo construtivo se popularizou na construção civil brasileira após

Perspectiva: Ilustrativa

Começaram no início do mês, no Bairro Gameleira, na Região Oeste de Belo Horizonte, as obras de construção do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), jå conhecido como quartel-general da Copa do Mundo de 2014. O espaço vai reunir as polícias Civil, Militar, Federal e Rodoviåria Federal, alÊm do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Infraero, BHTrans, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Guarda Municipal, Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Agência Nacional de Telecomunicaçþes (Anatel) e órgãos municipais. A participação do ExÊrcito ainda estå em negociação. O objetivo do centro Ê aperfeiçoar o combate à violência e trabalhar em conjunto com todos os centros de operaçþes e inteligência do país, compartilhando dados, imagens e informaçþes. AlÊm de Belo Horizonte, o Rio de Janeiro terå uma estrutura semelhante para a competição internacional. De acordo com a Seds, as entidades militares de Minas são capazes de lidar de maneira ordinåria com grandes eventos, mas não como um megaevento como a Copa do Mundo, que traz riscos para qualquer localidade.

O CICC de Minas Gerais serå construído na Avenida Amazonas, número 6.455 e vai aperfeiçoar o combate à violência e trabalhar em conjunto com todos os centros de operaçþes e inteligência do Brasil, compartilhando dados, imagens e informaçþes, para que a Copa do Mundo transcorra em paz e seja um evento bem sucedido.

a elaboração da Norma TĂŠcnica 16055:2012 Rapidez de execução, diminuição de custos, redução de acidentes de trabalho, aumento de qualidade e produtividade, com alto Ă­ndice de valor agregado. Essas e outras vantagens do sistema de paredes de concreto moldadas in loco vĂŞm chamando atenção dos empresĂĄrios de construção civil. Segundo Guilherme Lima Lage, gerente tĂŠcnico operacional da Arrimo Construçþes, o sistema com paredes de concreto moldadas in loco permite executar com agilidade e economia obras de grande escala como condomĂ­nios, vilas, etc. “As paredes e demais elementos (fundaçþes, lajes, escadas, etc.) de casas ou edifĂ­cios sĂŁo moldados no prĂłprio canteiro, com a utilização de fĂ´rmas adaptadas para cada projetoâ€?, explica. A execução das paredes de concreto pode variar de acordo com os processos construtivos adotados por diferentes construtoras. O material das fĂ´rmas e seu fechamento, assim como o tipo de concreto utilizado, sĂŁo alguns itens que podem mudar de empresa para empresa. “A Arrimo, vem estudando este mĂŠtodo hĂĄ alguns anos atravĂŠs de normas estrangeiras. No entanto, esbarrava na falta de norma tĂŠcnica brasileira que ĂŠ necessĂĄria para os ĂłrgĂŁos fomentadores, como a Caixa econĂ´mica Federal e mais recentemente o Banco do Brasilâ€?, ressalta Guilherme. Um dos benefĂ­cios que o gerente tĂŠcnico destaca nessa construção ĂŠ a redução de custos que ela promove. “O sistema traz significativa agilidade para a obra. Comparandose com outros sistemas construtivos a obra pode ser feita na metade do tempo. Com isso, custos diretos e indiretos da obra diminuem brutalmente. Para se ter uma idĂŠia uma casa em paredes de concreto fica pronta em quatorze dias.â€? Em maio de 2012 foi publicada a norma tĂŠcnica da ABNT 16055:2012, que populariza esse modelo construtivo. Antes da norma, empresas que empregavam esse mĂŠtodo de construção precisavam se submeter Ă s diretrizes

do Sistema Nacional de Aprovaçþes TÊcnicas (Sinat) para obter o Documento de Avaliação TÊcnica (DAtec). Para o próximo ano, a Arrimo jå tem 784 unidades para construir com o uso desse sistema, dentre as quais 384 estão em João Monlevade e 400 em Varginha.

Administração para Engenheiros: Curso da Fundação Vanzolini tem inscriçþes abertas Apresentar conhecimentos, habilidades e tĂŠcnicas necessĂĄrias para o entendimento da gestĂŁo corporativa integrada, orientar engenheiros em como participar de todo o processo administrativo e capacitĂĄ-los nas tĂŠcnicas atuais da gestĂŁo de pessoal. Esses sĂŁo os objetivos do curso de capacitação em Administração para Engenheiros, com inscriçþes abertas atĂŠ cinco de março de 2013, no site da Fundação Vanzolini. Voltado para profissionais de formação tecnolĂłgica que almejam atividades de gestĂŁo, coordenação, supervisĂŁo ou controle de processos administrativos e equipes, o curso tem 160 horas de duração e as aulas serĂŁo ministradas no Centro de Treinamento da Fundação Vanzolini - unidade Paulista, com inĂ­cio previsto para 12 de março. As disciplinas do programa sĂŁo: Planejamento EstratĂŠgico, Marketing, Economia e Finanças, Direito Empresarial, Contabilidade e Impostos, GestĂŁo EstratĂŠgica das Operaçþes e TCC (trabalho de conclusĂŁo de curso). SOBRE A FUNDAĂ‡ĂƒO VANZOLINI Criada em 1967 e gerida pelos professores do Departamento de Engenharia da Produção da Escola PolitĂŠcnica da Universidade de SĂŁo Paulo (Poli/USP), a Fundação Vanzolini tem por objetivo desenvolver e difundir atividades de carĂĄter inovador nas ĂĄreas de engenharia da produção, administração industrial e gestĂŁo de operaçþes. As principais atividades estĂŁo concentradas nos segmentos de educação continuada, certificação, gestĂŁo de tecnologias aplicadas Ă  educação, consultoria e cursos in company. Instituição sem fins lucrativos, prioriza projetos por critĂŠrios de relevância econĂ´mica e social, pautando a atuação segundo atributos da excelĂŞncia acadĂŞmica, profissional e ĂŠtica.

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Folha da Engenharia - Edição 107