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PADDOCK ONLINE BRASIL, 18 DE AGOSTO DE 2008, SEGUNDA-FEIRA - ANO I - EDIÇÃO 03 - www.paddockonline.com.br

Classificados: O número de anúncios está crescendo. Aqui você acha!

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Você é viciado? Até onde o Automobilismo Virtual interfere na sua vida “real”? Qual o limite aceitável para a prática do AV? P.8 Confira essa e muitas outras respostas nessa série de duas reportagens sobre o Automobilismo Virtual no mundo real. P.3

mais

Ligas: Confira tudo o que aconteceu nessa semana


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Editorial Olá caro leitor, está gostando das edições do Paddock Online? Esperamos que sim. Os números mostram que, pelo menos, baixando estão (risos). Até hoje foram mais de 550 downloads das edições do Paddon, com mais de 1.750 visitas no site. Como alguns já sabem, nessa semana aconteceu um fato muito triste com o Jornal. Alguma pessoa de má índole entrou na parte administrativa do site do Paddon e alterou a senha. Como essa pessoa não mexeu em nada e nem enviou nenhum email para os leitores cadastrados (até agora não recebemos nenhuma informação a respeito), acreditamos que a única intenção dessa pessoa era fazer com que não pudéssemos mais mexer no site. Por sorte o Paddock Online tem amigos muito habilidosos que contribuíram para que a gente conseguisse recuperar a senha em pouco tempo. Não vamos dizer quem nos ajudou para preservar essa pessoa, mas que ela saiba que seremos eternamente gratos por esse ato. Mas vamos falar de coisas boas, como essa edição. A reportagem dessa edição foi dividida em duas devido ao grande leque de informações que podemos extrair do assunto: Automobilismo Virtual no mundo real. Vamos trazer, numa série de duas reportagens, os benefícios e malefícios (sim, eles existem) da prática dos simuladores de corrida. A primeira parte fala dos benefícios que o AV trás para o mundo real. Veja também como foi a semana dentro das pistas nas diversas ligas brasileiras. E é claro, confira mais uma alfinetada de Ana Luiza. Divirta-se A redação

EDIÇÃO 03

EXPEDIENTE SUPERINTENDÊNCIA DE IMPRENSA E EDITORA

Criado em vinte e oito de outubro de 2007 SITE www.paddockonline.com.br CONTATO redacao@paddockonline.com.br CLASSIFICADOS classificados@paddockonline.com.br EDITOR - CHEFE João Carlos Nóbrega Teixeira REPORTERES João Carlos Nóbrega Teixeira e Thiago Alves COLUNISTAS Luis Carlos Mathias e Ana Luiza Quirino


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REPORTAGEM

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O Automobilismo Virtual no mundo Real Por João Carlos Nóbrega

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viciado que escreveu essa carta chama-se Sergio Luiz, piloto virtual conhecido no mundo das corridas online com o apelido de Fraja. O vício dele atinge muito mais gente do que se possa imaginar. O problema maior é essas pessoas assumirem o vício. Claro que em proporções bem menores (será?) do que essa divertida carta escrita pelo Sergio em um grato momento de inspiração. Mas esse texto nos faz ter dois questionamentos rapidamente: até onde o Automobilismo Virtual influencia a vida real de um piloto virtual?; e o Automobilismo Virtual pode mesmo viciar? Essas questões começam a ser respondidas quando passamos a notar algumas reações e sensações que um piloto virtual pode vivenciar no seu dia-a-dia. Você piloto virtual, por exemplo, quando está dirigindo seu carro na rua alguma vez quando fez uma curva mais rápida e teve, por um momento, a lembrança de alguma corrida online? Ou em uma ultrapassagem na estrada já teve a sensação de que ganhou uma posição? E quantas vezes você não já abriu para fazer uma curva na tangência certa? Isso e muitas outras sensações podem acontecer com muito mais freqüência do que se pode imaginar basta prestarmos mais atenção. Claro que isso não é uma doença e nem vício, é até natural se pensarmos que os pilotos virtuais dedicam algum tempo dos seus dias fazendo exatamente isso: curvas rápidas e fechadas, vácuo, ultrapassagens, tangência, estratégias, etc. Só que tudo isso em um simulador e se levarmos em consideração o objetivo de um simulador (reproduzir fenômenos e sensações que na realidade não estão ocorrendo) veremos que é normal a mente

Carta de um viciado

de um piloto virtual trazer a tona essas sensações ao dirigir um carro real. Vale salientar que não estamos aqui falando de disputas nas ruas, os famosos “rachas” (pegas, dependendo da sua localidade). O Paddock Online é totalmente contra esse tipo de prática que, infelizmen-

te, está se tornando tão comum entre os jovens. Mas até onde o Automobilismo Virtual pode influenciar a forma de dirigir um carro real pelas ruas da cidade? Como o AV pode melhorar essa condução? Muitos acham que com as corridas em simuladores seus reflexos ficaram


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mais apurados. Outros acham que o seu senso de distancia e espaço melhorou depois do AV. Antes de lermos os depoimentos de alguns pilotos vamos saber o que o nosso viciado tem a dizer sobre isso. Paddon - Você ainda está doente? Sergio - Sim ainda estou. Não consigo me livrar dessa doença. Já fiz de tudo, mas não passa. Paddon - Desde quando você está com esses sintomas? Sergio - Desde os 14 anos, quando ganhei meu primeiro simulador de corridas do meu pai. Claro que os sintomas ainda eram poucos e não dei muita bola para eles. Meu primeiro simulador foi o Indy 500 que cabia num disquete 1,44 e rodava num computador 286. Paddon - Era um vírus pequeno então? Sergio - Sim, era um vírus pequeno que ainda não tinha sido descoberto pelos médicos. Paddon - E tem cura? Sergio - Depois que eu vi que também tinham muitas pessoas com esse vírus, tentei procurar alguma cura na internet e falar com alguns médicos amigos meu, mas ate agora o único remédio que me deixa um pouco mais calmo sem os sintomas, é pelo menos participar uma vez por semana de alguma corrida virtual. Preciso participar de campeonatos, cada vez mais e mais, só assim meu comportamento fica normal. Paddon - Falando sério agora. Como surgiu a idéia de fazer esse texto? Sergio - Eu li algo a respeito na internet sobre mundo real com mundo virtual, que algumas pessoas esta-

vam extrapolando e confundindo os dois mundos. Pessoas que jogam jogos de tiros e ficam agressivas, que o nosso governo proibiu o jogo “Carmageddon” aqui no Brasil por achar que alguns iriam sair atropelando os outros na rua, dai surgiu a idéia de eu fazer essa brincadeira. (risos) Paddon - E você acha que o AV possa influenciar mesmo na forma de se dirigir um carro real nas ruas? Sergio - Sim acho sim, porque já evitei duas batidas com meu carro pelo simples reflexo que o jogo me fez ter, de tirar o pé do freio quando ele estava escorregando para a bunda do carro da frente e conseguir consertar a trajetória do carro escapando da batida. Tipo eu freei o carro e ele travou as rodas e estava indo pra cima do carro da frente, na hora eu tirei o pé do freio e consegui desviar. Isso duas vezes graças ao reflexo que o jogo me deu. Ah tava chovendo nas duas vezes.

“Essas pessoas que fazem rachas nas ruas são totalmente irresponsáveis e colocam vidas em perigo.” Sergio Luiz Paddon - Muito se fala que os jogos de videogame como Need For Speed são uma má influência para os jovens, você acha que os simuladores acabam levando essa "fama" também? Sergio - Acho que não. Não existe nenhum jogo que transforma alguém em uma pessoa má ou boa. Eu penso que se alguma pessoa faz coisas ruins é porque ela já tem algum problema, se alguém sair atirando nas pessoas dentro do cinema, como

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aconteceu aqui em São Paulo no shopping Morumbi, é porque o cara é doente e não porque o jogo que ele jogava (DOOM) o fez ficar doente. Paddon - E sobre os rachas (pegas), o que você tem a falar para os "pilotos" que fazem isso, e até usam esses aprimoramentos dos simuladores? Sergio - acho isso um perigo. Essas pessoas que fazem rachas na rua são totalmente irresponsáveis e colocam vidas em perigo. Hoje já existem aqui em São Paulo, como nas grandes cidades, rachas organizados em autódromos de corrida, como no Autódromo de Interlagos. Para essas pessoas eu digo que vão para os Autódromos de corrida e realizem seus sonhos de tirar rachas. Lá vocês farão em segurança total e sem colocar vidas em jogo. Para quem não tem condições de ter um carro de verdade para isso, eu os convido para correr conosco nas ligas de Automobilismo Virtual, garanto a vocês que é adrenalina pura também. Paddon - Alguma mensagem para os leitores do Paddock Online? Sergio - Quero agradecer a vocês do Paddock por estarem realizando esse trabalho fantástico de divulgação sobre do Automobilismo Virtual. Um esporte que está crescendo cada vez mais no Brasil e no mundo. Gostaria de aproveitar e pedir a vocês leitores, que nunca correram que comprem um volante legal e venha, participar conosco desse mundo maravilhoso que é o das corridas virtuais. Paddon - Obrigado Sergio e que você não se cure dessa doença nem tão cedo (risos). Sergio – (risos) Obrigado a vocês. Vamos conhecer as opiniões


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de alguns pilotos virtuais em relação à essa influência dos simuladores na sua forma de conduzir seu carro real nas ruas das cidades. Pietro Todesco, 19 anos: “Você aprende como reage o seu carro em uma aceleração, aprende a reconhecer se ele é capaz de agir da maneira que você pretende em, por exemplo, uma ultrapassagem perigosa. Começa a aprender que nem sempre afundar o pé no freio é a melhor solução (caso você não tenha a tecnologia ABS). Com o jogo você percebe que ao travar as rodas, além de virar passageiro corre o risco de estourar um pneu, algo que, na vida real é a mesma coisa. Antes de jogar rFactor eu não tinha a noção de que ao cantar pneu, na verdade estava perdendo tempo e desperdiçando pista, no real, isso também é verdade. Muitas pessoas ao perceber que o carro vai rodar, jogam o volante para o lado contrário, mas esquecem que devem voltar com o volante em linha reta antes do carro responder a sua ação, caso contrário, você só irá jogar ele para o outro lado e piorar o que já estava ruim. Ou seja, o jogo lhe dá noções de como utilizar um carro, lhe passa informações que o manual não faz.” Brunno Zotto, 25 anos: “Ah, com certeza. Tempo de reação, frenagem, noção de espaço, reações do carro. Por exemplo, com o GTR o motorista acaba aprendendo que tem um tempo de reação limite, que você não consegue agir instantaneamente em alguma situação. Já a frenagem, em situações limites, o carro reage muito parecido com o simulador. Se você cravar o pé no freio ele vai travar perdendo a eficiência e aumentando a distância até parar. Você acaba aprendendo também que se mudar de direção durante uma curva, ou frear bruscamente durante a curva, o carro vai perder o controle e muito mais”.

Tanto nas pistas reais quanto nas virtuais o piloto tem que andar na linha Alicio Del Nero, 24 anos: “Acho que não. São muitas diferenças entre as duas situações: uso da embreagem, Câmbio Borboleta vs Câmbio na Mão, uso muito mais intenso do retrovisor (no carro de rua), campo de visão bastante limitado (no AV), enfim, Pra dirigir na rua eu acho que não mudou nem influenciou nada, porque o tempo de reação na rua é muito maior e eu passo longe dos limites de aderência do carro quando to dirigindo na rua. Mas pra pilotar Kart (amador), eu já senti claramente que um influencia o outro em vários aspectos, como na capacidade de concentração, noções de traçado (muitas vezes você corre num traçado novo e tem que aprendê-lo em 10 minutos de qualify), reflexos, noção do que fazer e não fazer numa disputa de posição.” Felipe Pasquali, 28 anos “O AV pode auxiliar se a pessoa que pratica empregar o conhecimento adquirido nos simuladores de forma correta. No meu caso eu fico mais "experto", é mais fácil de evitar acidentes. No geral o cara consegue prever muitas situações de risco e já sabe como evitar. Outra coisa que o cara adquire é o reflexo, que fica mais apurado. Claro que existe o

pessoal que pratica do modo mais errado possível, pensando que está pilotando no seu computador numa corrida de destruição.” Eraldo Silva, 21 anos: “Eu acho que influencia de certa forma sim. Claro que você tem que saber discernir o real do virtual, mas acho que os dois se complementam. Na forma de dirigir não mudou muita coisa pra mim. Afinal de contas eu dirijo desde os 13 anos então acho que no meu caso eu uso muito mais influencia do real no virtual.” Com esses depoimentos podemos perceber que a prática das corridas virtuais pode sim influenciar na condução de um carro real nas ruas. Claro que uns são mais influenciáveis que outros e que até mesmo muitos nunca perceberam essas influências. O Automobilismo Virtual já foi motivo para algumas pessoas deixarem de praticar “rachas” nas ruas, como afirmou esse piloto que não quis se identificar: “vi que a adrenalina que eu buscava nos rachas foi aos poucos substituída pela adrenalina das corridas virtuais. Fora que o ganho é bem maior, pois não tenho prejuízos materiais e nem corro risco de vida no AV”.


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E quando essa prática se torna algo vicioso o que fazer? É normal alguém dedicar cinco horas por dia ao AV? E ficar até 10 horas correndo nos simuladores? “Todo vício é prejudicial” já diziam os antigos sábios. Mas isso é assunto para outra reportagem do Paddock Online. Enquanto isso vamos rezar a oração do piloto virtual: “Carro nosso que estás na pista. Santificado seja o teu motor, venha a nós uma largada excelente assim no seco como no molhado Seja bem feita a tua conexão assim no terra como em outro provedor. A ultrapassagem nossa de cada dia nos dái hoje, perdoai-nos com as nossas barbeiragens, assim como nós perdoamos a quem nos dá fechadas. E não nos deixeis cair a conexão, mas livra-nos do lag, Amém.” Por Sergio Luiz

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Ana Luiza Quirino Recordando o BRNews: Não sei quando nasceu essa idéia de que mulher não sabe dirigir, só sei de uma coisa: até as mulheres já acreditam nessa idéia, putzzzzzz... eu sou mulher, e falo com conhecimento de causa, na hora que tem uma barbeiragem muito monstra na minha frente eu já digo sem pensar: vamos minha senhora... e pumba: tá lá a mulé! No entanto pasmem... estudos científicos demonstram que as mulheres só podem ser culpadas de imperícia na direção se estiverem dirigindo sozinhas e, nessa condição, cometam as barbeiragens. Fora esta única situação, existe um ambiente veicular propício às imperícias ao volante, no entanto por fatores externos. Após ver tantos casos eu pude observar um fator até então escondido: os co-pilotos. É isso mesmo, existem fatores, muitos fatores, que podem levar uma mulher a fazer uma barbeiragem no trânsito, vejamos: 1 - um homem no assento do lado 2 - um homem no banco de trás 3 - um homem no carro do lado Em resumo: homens por perto! E se você está pensando que é porque eles tiram a nossa atenção perturbando nossos sentidos com sua imponente presença... ha ha ha (risada irônica) estão redondamente enganados, o que eles tiram é a nossa paciência e isso é que vou provar por a+b agora. Homem no assento do lado: Ele simplesmente não cala a boca, o coitado acha que por estar neste assento é o co-piloto e fica gritando as ordens para a piloto (nós): olha o

carro! (há 500 metros), liga a seta! (daqui há 3 esquinas), freia ! (pra não bater na mulher que vai atravessando 1km na frente)... e todas essas instruções são dadas em um volume ensurdecedor, isto tudo sem contar com as ironias: Tá fabricando é? (quando você fecha a porta do carro), Pára de pensar e presta atenção no trânsito (só porque você está calada), Pára de falar e presta atenção no trânsito (se você está falando)... por aí vai. Homem no banco de trás: A mesma coisa do homem no banco da frente, só que com menos intensidade... até porque você está de costas e desvia o espelho retrovisor para não ficar vendo as expressões de reprovação cada vez que você coloca primeira pra sair. Homem no carro do lado: Como se isso não bastasse existem ainda os Schumachers de meia-tijela que acham que nasceram com o gen da direção, que estão em Interlagos... e ficam fazendo m... no meio da rua... aí não tem quem agüente. Desta forma podemos concluir que: A - existem mulheres que dirigem mal pra caramba, mas elas não são maioria e B - a culpa das barbeiragens que a maioria esmagadora das mulheres produzem no trânsito são culpa, exclusivamente, dos homens. Portanto um alerta às seguradoras: quando forem confeccionar os questionários de seguro de veículos, lembrem de efetivar a seguinte alteração: Sexo do Condutor: ( ) masculino ( ) feminino, caso a opção assinalada seja feminino favor explicitar quantos homens acima de 18 anos costumam ser conduzidos quando a senhora está ao volante. E tenho dito !

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DIVERSÃO

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AGENDA SEMANAL Confira agora a agenda das ligas parceiras do Jornal Paddock Online no período de 18 à 24 de agosto:

23/08/08 - Watkins Glen (Nascar) 24/08/08 - Gp da Itália (Extreme)

19/08/08 - Curitiba (SuperClio PRO) 20/08/08 - Curitiba (SuperClio Light) 21/08/08 - Curitiba (StockCar Light)

19/08/08 - Donington (Júnior)

18/08/08 - Ochersleben (Pro) 20/08/08 - Clermont County (light) 21/08/08 - Zandvoort (Master ) 21/08/08 - Curitiba (nGT) 24/08/08 - Auto Club (COT) As ligas LFSBR, Speed Zone e SimRace Brasil não terão eventos de categorias nesse período

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GERAL

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Show de Hugo Luis e Márcio Campos na abertura da GTR 2008 Quem acompanhou a primeira etapa da categoria GTR 2008, realizada nessa quinta-feira, dia 14 de agosto no circuito de Westhill, pôde presenciar uma exibição de gala por parte da grande maioria dos pilotos. Em uma disputa limpa tanto na primeira quanto na segunda bateria, Hugo Luis e Márcio Campos deram uma aula de como se deve pilotar e disputar posições durante uma corrida. A disputa foi tão equilibrada que cada um ganhou a bateria com o outro em segundo e lideram empatados na tabela de classificação de piloto. 28 carros alinharam no grid A primeira fila da classificação não poderia ser outra. Hugo Luis, da equipe Steadfast Virtual Racers, fez a pole position e Márcio Campos, da MotorTech, largou em segundo. Abrindo a segunda fila apareceu o piloto da Light Speed Racing, Mogar Filho, e ao seu lado Juliano Teichmann (RS Team) em quarto. Luis Gustavo Paim, da Steadfast Virtual Racers, fez o quinto tempo e Thiago Cardoso (Green Racing) fechou os seis primeiros do grid de largada. Na largada Luis conseguiu manter a ponta, mas Campos foi a caça e conseguiu assumir a liderança logo na segunda volta. Ai começou uma grande batalha, onde, faltando apenas três voltas para terminar a bateria Campos erra e espalha na curva dando de bandeja a vitória para Luis. Durante boa parte da bateria os primeiros colocados travaram disputas em duplas: Campos e Luis, Filho e Paim e Cardoso e Alexandre Reis, da Steadfast Virtual Racers, que largou em oitavo e fez uma boa corrida chegando em quar-

Foto: João Carlos Nóbrega

Hugo Luis (esquerda) e Márcio Campos (direita) uma vitória para cada lado to na primeira bateria. Quem se deu pior nessa disputa foi Filho que andou boa parte da prova em terceiro, mas errou ao tentar chegar em Paim quando este o ultrapassou, terminando em sexto e Paim em terceiro. Cardoso fichou as 22 voltas em quinto. Na segunda bateria, com inversão de grid dos oito primeiros, as emoções foram ainda maiores. Depois de mais 22 voltas os seis primeiros não mudaram muito da primeira bateria para a segunda. Luis e Campos trocaram de posições, Paim repetiu o terceiro lugar e dessa vez Filho não errou chegando em quarto, seguido de perto por Cardoso em quinto. A única mudança entre os pilotos foi a chagada de Marcel Fachini (Fachini Racing Team) que largou na pole na segunda bateria e terminou em sexto com Reis em sétimo. Na classificação do campeonato tudo empatado entre Campos e Luis. O campeonato começou agora então ainda teremos muitas dispu-

tas emocionantes como essa. E a próxima já será no dia 28 de agosto, no circuito de Fern Bay. Os cinco melhores de cada bateria: Primeira Bateria: 1º Hugo Luis (Steadfast Virtual Racers) 2º Márcio Campos (MotorTech) 3º Luis Gustavo Paim (Steadfast Virtual Racers) 4º Alexandre Reis (Steadfast Virtual Racers) 5º Thiago Cardoso (Green Racing) Segunda Bateria: 1º Márcio Campos (MotorTech) 2º Hugo Luis (Steadfast Virtual Racers) 3º Luis Gustavo Paim (Steadfast Virtual Racers) 4º Mogar Filho (Light Speed Racing) 5º Thiago Cardoso (Green Racing) Resultado Oficial até o fechamento da edição


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Paulo Roberto Absoluto Após largar na segunda posição de um grid de 15 carros, o piloto Paulo Roberto assumiu a liderança da prova na segunda volta e venceu a corrida. Samuel Chiesa, pole position, chegou em segundo depois de duas belas disputas. Primeiro contra Eric Baravelli e, depois da parada dos boxes, com Raphael Nunes que largou em último chegando em terceiro. A segunda etapa do campeonato da categoria PRO foi realizada no circuito de Brno, na segundafeira dia 11 de agosto. Na classificação quem foi mais rápido foi o piloto da equipe OP racing - Toucinho, Samue Chiesa, com Paulo Roberto (Scuderia Internazionale) largando ao seu lado fechando a primeira fila. Eric Baravelli, da OP Racing – Orelha, fez o terceiro tempo e Adriano Max, da equipe Viracopos Racing Gold largou em quarto. Abrindo a terceira fila apareceu o piloto da OP Racing - Torresmo, Gustavo Benigno e fechando os seis primeiros do grid de largada Artur Espontone, da equipe OP Racing - Orelha. Chiesa conseguiu manter a liderança na largada, mas ele não conseguiu obter um bom ritmo de corrida e a sua liderança durou apenas uma volta, Paulo Renato conseguiu ultrapassá-lo e abrir distância. Duas voltas depois foi a vez de Baravelli passar Chiesa ficando em segundo, mas logo depois Chiesa assumiria novamente a posição por causa de uma parada prematura que Baravelli teve que fazer por um erro de cálculo na estratégia dos pits. Enquanto isso, largando na última colocação, Raphael Nunes vinha galgando posições e já era o quinto na corrida, logo atrás de Gus-

Foto: Raphael Nunes

O piloto Paulo Roberto venceu a etapa praticamente de ponta-a-ponta tavo Benigno que, duas voltas depois, faria a sua parada. Melhor para Nunes que inda conseguiu assumir a segunda posição devido a um erro de Chiesa que teve que dar mais uma volta economizando combustível por errar a entrada dos boxes. Faltando menos de quatro voltas para terminar a corrida Nunes se atrapalhou com um retardatário e Chiesa assumiu a segunda colocação permanecendo nela até o final da corrida com Paulo Roberto vencendo a prova sem maiores dificuldades. Como Baravelli parou mais cedo seus pneus acabaram mais cedo também e ele pouco pôde fazer além de conseguir levar seu carro para a quarta posição final com Benigno terminando em quinto e Espontone em sexto. Paulo Roberto venceu pela primeira vez na categoria e de quebra conquistou a liderança do campeonato de pilotos com 47 pontos. Samuel Chiesa empata em pontos com seu xará Samuel Viana e está em segundo. Logo atrás aparece Gustavo Benigno com 40 pontos. O campeonato este em seu começo ainda e muita coisa pode acontecer. A próxima etapa será no circuito alemão de Oschersleben no dia 18 desse mês. Confira as 10 primeiras posições da corrida:

1º Paulo Roberto (Scuderia Internazionale) 2º Samuel Chiesa (OP Racing – Toucinho) 3º Raphael Nunes (Scuderia Internazionale) 4º Eric Baravelli (OP Racing – Orelha) 5º Gustavo Benigno (OP Racing – Torresmo) 6º Artur Espontone (OP Racing – Orelha) 7º Samuel Viana (HP Racing) 8º Adriano Max (Viracopos Racing) 9º Wagner Silva (Fast Power Racing) 10º Eduardo Nogueira (OP Racing – Carre) Resultado Oficial até o fechamento da edição


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Benigno vence na VPG Mais uma vez poucos carros participaram da segunda etapa da categoria Master, realizada no dia 14 de agosto, no circuito de Brno. Etapa que teve como vitorioso Gustavo Benigno, da OP Racing - Torresmo, que venceu a sua segunda prova seguida e lidera o campeonato.

A etapa de Bristol terminou em bandeira amarela com Ludvig em primeiro

Mais uma vez Ludvig! Depois de vencer em Indianápolis e Pocono agora foi a vez de Junae Ludvig vencer no oval curto de Bristol pela sétima etapa da categoria COT da liga Driving Force. A etapa foi realizada dia 17 de agosto e contou com a presença de 22 carros no grid. Ludvig, piloto da equipe Brazil Motorsports, fez a pole positioncom o tempo de 15.883 segundos. Carlos Feruti, da Ghost Racing, fez o segundo tempo. Na segunda fila largou o piloto Cláudio Augusto (HP Racing) e ao seu lado o líder do campeonato, Carlos Dytz, da equipe Jaguar Racing. Em quinto apareceu o piloto Carlos Callegari, da BMW Power Team e em sexto largou o piloto Emerson Bracisievicz, da Força Liver Motorsports. As corridas no circuito de Bristol sempre são conturbadas e nessa não poderia ser diferente. 16 bandeiras amarelas, num total de 76 voltas, foram acionadas durante toda a prova. Ludvig liderou a maioria das voltas e teve trabalho apenas na metade da prova quando Henrique Pires (Jaguar) assumiu a ponta ficando 41 voltas na liderança e os

dois travaram uma bela disputa. Ludvig levou a melhor passando Pires e vencendo a corrida, que terminou, claro, em bandeira amarela. Pires teve problemas até o término da prova terminando em oitavo. A equipe HP Racing colocou dois pilotos entre os três primeiros, Cláudio Augusto e André Souza, em segundo e terceiro respectivamente. A próxima etapa é no circuito da Califórnia, no dia 24 de agosto. Carlos Dytz lidera o campeonato seguido de perto por Artur Lamesa em segundo e Claudio Augusto em terceiro. Os 10 primeiros na corrida foram: 1º Junae Ludvig (Brazil Motorsports) 2º Cláudio Augusto (HP Racing) 3º André Souza (HP Racing) 4º Jerry Santi (BMW Power Team) 5º Felipe Garcia (Ghost Racing) 6º Emerson Bracisievicz (Força Liver Motorsports) 7º Márcio Gatuno (SportVirtua) 8º Henrique Pires (HP Racing) 9º Carlos Dytz (Jaguar Racing) 10º Artur Lamesa (Jaguar Racing) Resultado Oficial até o fechamento da edição

Benigno fez a pole, mas não largou bem e foi ultrapassado por Sergio Refkalefsky (Viracopos Racing), que largou em quinto para liderar da prova, mas a liderança durou apenas sete voltas por causa de uma quebra de motor, que alias foi uma constante durante toda a etapa com nada menos do que quatro abandonos pelo mesmo motivo. No final Benigno venceu a corrida, com Marcelo Innarelli (Virtual Racers Brasil) em segundo e Adriano Max (Viracopos Racing) em terceiro. A próxima etapa será no dia 28, no circuito de Zandvoort.


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primeiros apareceram Mike dos Santos (Ghost Racer SE) em quinto vindo da 12ª posição do grid de largada, e em sexto David Cavassana, da Ka®eka´s Virtual Racing, que largou em 11º. Foto: Ernesto Brock

Iuri Morschbarcher vence a 1ª bateria

Iuri e Eraldo vencem as baterias da Light em Birmingham Só deu família Morschbarcher na primeira bateria da terceira etapa da Stock Car Light da liga gRacers, realizada nessa última terça-feira, dia 12 de agosto, no circuito inglês de Birmingham. Iuri desbancou o irmão mais velho e venceu a bateria com Iorton chegando em segundo. Mesma posição alcançada por ele na segunda bateria, mas com Eraldo Silva chegando em primeiro. Na classificação Iuri Morschbarcher fez o melhor tempo e largou na pole position seguido do seu irmão Iorton Morschbarcher em segundo e em terceiro Paulo Roberto, os três da equipe da Morschbarcher Competiçoes. Fechando a segunda fila largou o piloto Vander Eduardo, da Ka®eka´s Virtual Racing. Ernesto Brock, da Skyline, fez o quinto tempo com Samuel Viana (HP Racing) em sexto. Desde o início da prova os irmãos Morschbarcher sobraram na pista, sempre com Iuri à frente de Iorton. E foi assim até o final da primeira bateria. Atrás de Iorton apareceu, mais de 30 segundos depois, Ernesto Brock em terceiro. Fabio Tessarolo, da equipe SUL-BRASIL, que tinha largado em oitavo, fez uma grande corrida e fechou depois de 29 voltas na quarta posição sendo elogiado por muitos pilotos. Fechando os seis

A segunda bateria estava se encaminhando para ser parecida com a primeira bateria, só que Iorton na frente do Iuri, mas Eraldo Silva (Ghost Racer), com uma estratégia bastante ousada de não parar nos boxes, chegou em primeiro mesmo com a pressão total de Iorton que chegou em segundo e Iuri em terceiro. Tessarolo repete a boa atuação da primeira bateria e chega novamente em quarto, trazendo Vander Eduardo em quinto e Brock em sexto. O campeonato vai chegando em sua metade e, com os dois segundos lugares nessa etapa, Iorton Morschbarcher dispara na liderança do campeonato deixando seu irmão Iuri Morschbarcher em segundo com 21 pontos de diferença. Gabriel Bechtold, da equipe SUL-BRASIL aparece em terceiro muito distante dos dois primeiros e faltando apenas mais três etapas dificilmente o título de campeão sai das mãos da equipe Morschbarcher Competições. A próxima etapa é no circuito de Old Ring, no dia 26 de agosto. Alguém vai parar os irmãos Morschbarcher? No final do campeonato saberemos a resposta. E assim terminou as duas baterias da etapa de Birmingham: Primeira Bateria: 1º Iuri Morschbarcher (Morschbarcher Competições) 2º Iorton Morschbarcher (Morschbarcher Competições) 3º Ernesto Brock (Skyline) 4º Fabio Tessarolo (SUL-BRASIL) 5º Mike dos Santos (Ghost Racer SE)

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Segunda Bateria: 1º Eraldo Silva (Ghost Racer) 2º Iorton Morschbarcher (Morschbarcher Competições) 3º Iuri Morschbarcher (Morschbarcher Competições) 4º Fabio Tessarolo (SUL-BRASIL) 5º Vander Eduardo (Ka®eka´s Virtual Racing) Resultado Oficial até o fechamento da edição Foto: Ernesto Brock

Eraldo Silva ganha na 2ª bateria sem pit


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Todesco vence e dispara na liderança do campeonato A terceira etapa da categoria Championship da liga Brasil SimDrivers aconteceu no circuito de Paul Ricard, na segunda-feira, dia 11 de agosto e contou com a presença de apenas 14 pilotos no grid. O piloto da equipe Brasil SimDrivers, Pietro Todesco venceu a primeira bateria de ponta-a-ponta e chegou em terceiro na segunda bateria, depois de largar em último devido a regra do campeonato de inversão total do grid na segunda bateria. O piloto da Escuderia SUL-BRASIL, Juliano Cunha, não teve uma boa primeira bateria, chegando apenas na décima colocação, mas se redimiu na segunda bateria vencendo a prova com mais de três segundos de diferença para Marcelo Innarelli da Virtual Racers Brasil. A classificação do grid de largada para a primeira bateria contou com a pole position de Pietro Todesco em apenas uma volta rápida, mostrando que estava com um bom acerto para o seu Alfa Romeo. Na segunda posição largou o Volvo de Marco José, da MM Racing. O terceiro tempo foi feito pelo piloto da Skyline, Romar Arns, mas Arns teve problemas com seu Lacceti logo após a classificação e nem alinhou no grid para a largada. Em quarto apareceu Marcos Silveira (MM Racing) pilotando o Ford Focus e em quinto veio o Seat de Luis André, da Ramos Race Team, mostrando o equilíbrio dos modelos dos carros da categoria. Fechando os seis primeiros largou o piloto da MM Racing, Julio Kronbauer, que pilota um Lacceti. Diferentemente da categoria Júnior, a Championship teve uma prova bastante disputada e sem

Foto: Luis Almeida

Pietro Todesco (esquerda) vence a 1ª bateria e Juliano Cunha (direita) a segunda

muitos acidentes. Pietro Todesco manteve a ponta da prova do início ao fim vencendo de forma convincente a primeira bateria. Rafael Elyeder (Escuderia SUL-BRASIL), que largou na nona colocação, fez uma grande corrida e apesar de alguns erros ao longo da primeira bateria conseguiu um excelente segundo lugar. Marcio José, que largou em segundo, fez um bom início de corrida, mas na sexta volta errou sozinho e acertou o muro caindo várias posições. Ele ainda conseguiu se recuperar chegando na sétima colocação no final da bateria.

gundo no início da bateria, mas perdeu rendimento e posições terminando na quinta posição. A quarta etapa do campeonato será no circuito de Donington, no dia 25 de agosto. Promessa de muita disputa limpa, onde Pietro Todesco tentará manter a liderança. Não é uma tarefa fácil, apesar da boa vantagem de 33 pontos que ele tem para o segundo colocado Edson Luiz. Confira as cinco primeiras posições de cada bateria: Primeira Bateria:

Outro que fez uma excelente corrida foi Edson Luis (Virtual Racers Brasil) que largou na 12ª posição e chegou em terceiro. Muito próximo ao Edson Luis chegou Luis Almeida, da equipe Brasil SimDrivers Team, em quarto trazendo colado Marcelo Innarelli que terminou em quinto depois de largar na sétima posição.

1º Pietro Todesco (BrSD Team) 2º Rafael Elyeder (SUL-BRASIL) 3º Edson Luis (Virtual Racers Brasil) 4º Luis Almeida (Brasil SimDrivers Team) 5º Marcelo Innarelli (Virtual Racers Brasil) Segunda Bateria:

Na segunda bateria a história não foi diferente, no final muitos pilotos elogiaram o fair play durante a prova. Cunha largou em quinto devido à regra de inversão de grid e logo na primeira volta já estava na liderança da prova onde permaneceu até o final. Com Innarelli em segundo e Todesco em terceiro em uma grande prova largando em último. Outra bela corrida fez Luis Almeida que novamente terminou em quarto seguido de perto por Marcos Silveira, que chegou a andar em se-

1º Juliano Cunha (SUL-BRASIL) 2º Marcelo Innarelli (Virtual Racers Brasil) 3º Pietro Todesco (BrSD Team) 4º Luis Almeida (BrSD Team) 5º Marcos Silveira (MM Racing) Resultado Oficial até o fechamento da edição


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NA REAL

EDIÇÃO 03

SRO fala da categoria após um ano de história No dia 12 de agosto de 2007 o Telefônica Speedy GT3 Brasil encerrava a primeira rodada dupla de sua história no Brasil, com a disputa das duas provas em um domingo. De lá para cá, o grid aumentou, o calendário cresceu, e o público presente nos autódromos também é maior. O crescimento e o potencial da GT3 levou os organizadores a fazer um balanço positivo dos primeiros doze meses da categoria de supercarros no Brasil. “Foi uma surpresa a rapidez com que o campeonato se consolidou no Brasil, tornando-se quase imediatamente um dos principais torneios de nível nacional do País. Em todos os lugares onde competimos a GT3 vem agradando ao público”, diz Walter Derani, sócio da SRO Latin America ao lado do também brasileiro Antonio Hermann, do francês Stephane Ratel e da Reunion Sports, maior especialista em marketing esportivo do automobilismo brasileiro. “Ao mesmo tempo, sabemos que temos muito a fazer, mas isso faz parte do nosso zelo pela competição. Queremos que o Telefônica Speedy GT3 Brasil se torne cada vez melhor, e esse é um compromisso de todos que participam da categoria”, continua Walter. Além do crescimento neste primeiro ano, com a entrada de cinco modelos diferentes de supercarros, Derani e Antonio Hermann destacaram o fato de a GT3 mesclar pilotos em diferentes estágios de carreira como um dos segredos de seu sucesso imediato: “Na pista, independentemente de serem ícones do esporte como Emerson Fittipaldi ou Ingo Hoffmann, ou mesmo competidores ainda muito jovens, todos os pilotos fazem o seu melhor

Empresa organizadora destaca a categoria como uma das principais do País em termos de busca de desempenho. Temos um torneio muito profissional”, definiu Antonio Hermann. “E isso é muito importante. Existe sempre muito respeito nas disputas dentro da pista, e desde o início a categoria vem desenvolvendo um clima de amizade entre os participantes”, acrescentou. Sob o ponto de vista promocional, o Telefônica Speedy GT3 Brasil também vem se consolidando. Os dois últimos eventos registraram 15 mil (Brasília) e 14 mil (Interlagos) pessoas presentes nos dois dias de disputa. Outro indicador do crescimento é o considerável aumento no número de patrocinadores. Criar um evento que seja, ao mesmo tempo, interessante para o público e, também, para os patrocinadores, é desde o início deste ano trabalho da Reunion Sports, a mais nova sócia da SRO Latin America, já que adquiriu parte da empresa no início de 2008. “Primeiramente nós, da Reunion Sports, estamos muito felizes por fazer parte do projeto GT3. Já nesses primeiros seis meses de trabalho realizados em conjunto com nossa agência, conseguimos identificar o potencial que a categoria pos-

sui, seja pelo nível de competitividade, seja pela qualidade dos carros, a reação do público e da imprensa, e as oportunidades de trabalho para as empresas que são nossas parceiras. Nós estamos apenas no começo do projeto, e sei que ainda temos muitas realizações importantes a fazer no futuro”, declarou Geraldo Rodrigues, presidente da Reunion. Segundo Rodrigues, aumentar a quantidade de provas no calendário é uma das principais metas para o ano que vem: “A GT3 começou em 2007 com cinco eventos, número que foi ampliado para oito este ano. Para 2009 o objetivo é termos dez eventos, ampliando também a quantidade de praças-sede destes encontros, o que significa ter maior presença em nível nacional. É um crescimento importante, e todos na categoria estão muito satisfeitos com as metas que estamos alcançando a cada nova etapa”, explicou Geraldo Rodrigues. A atual temporada do Telefônica Speedy GT3 Brasil já contou com corridas realizadas em Curitiba, São Paulo e Brasília. A próxima rodada dupla do calendário será nos dias 6 e 7 de setembro, no Rio de Janeiro. Fonte: site oficial


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Fórmula Truck não apóia categorias clandestinas Em função do uso indevido do nome Fórmula Truck e de promoções que sugerem um evento ligado a organização da única categoria de caminhões homologada pela CBA – Confederação Brasileira de Automobilismo -, a presidente da King Truck Shows e Eventos, Neusa Félix, dona dos direitos do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, esclarece que não apóia e nem tem qualquer ligação com as categorias clandestinas que porventura se fizerem passar pela verdadeira Fórmula Truck brasileira. Homologada no final de 1995, a categoria criada pelo caminhoneiro e piloto Aurélio Batista Félix, falecido em março último, passou pelo menos seis anos trabalhando em vários itens de segurança antes de

Neusa Félix faz um comunicado aos amantes do automobilismo serem analisados pelo CTDN – Conselho Técnico Desportivo Nacional e aprovados a partir de vários testes práticos. O trabalho de prevenção de acidentes com veículos de competição que ultrapassam os quatro mil quilos exigiu uma série de pesquisas e testes durante todos esses anos, e De acordo com o público que respondeu à enquete “Qual deve ser a prioridade das equipes na Corrida do Um Milhão?” no site oficial da categoria, 78% arriscariam tudo para ganhar o prêmio, enquanto os outros 22% se preocupariam em apenas terminar a prova e pontuar no campeonato. A 7ª etapa da Copa Nextel Stock Car será realizada no dia 31 de agosto, no autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro e dará à equipe vencedora 1 milhão de dólares.

Fãs acreditam que pilotos devem arriscar tudo Arriscar tudo para ganhar o maior prêmio em uma corrida de automobilismo no Brasil, ou ser mais cauteloso e somente se preocupar em pontuar e chegar ao final da prova?

Para conquistar o prêmio inédito, o que será mais importante: a performance do piloto ou a estratégia da equipe durante a prova? Entre no site oficial da StockCar Brasil e responda à nova enquete. Fonte: site oficial

a construção de acessórios que dificilmente podem ser copiados de uma hora para outra, sugere o risco de falhas que podem causar sérios acidentes e conseqüências graves aos competidores e público presente no autódromo. Fonte: site oficial

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