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Cristovam Buarque Senador

Cristovam Ricardo Cavalcanti Buarque nasceu em fevereiro de 1944 em Recife (PE). É casado com Gladys Buarque e tem duas filhas. É filho de um casal de classe média baixa - os pais trabalhavam em uma tecelagem e o adolescente adolescen Cristovam ajudava a vender panos e a fazer a contabilidade comercial dos negócios. Quando estudante, trabalhava ministrando aulas particulares de física e matemática, especialidade que o fez optar pelo curso de Engenharia Mecânica, aproveitando o clima desenvolvimentista do país nos anos 50 e 60. Cristovam foi a primeira pessoa de sua família a ingressar em uma universidade. Na Escola de Engenharia do Recife, seu espelho era Celso Furtado, o criador da Sudene, intelectual que propunha unir o crescimento econômico e a inclusão social por meio da ação do Estado. Em um período de revolta contra a ditadura militar, o estudante Cristovam optou pela militância na Ação Popular (AP), de origem católica, fundada por gente como o sociólogo Herbet de Souza, o Betinho. Betin Isso o fez se aproximar de Dom Hélder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife e uma das principais lideranças da esquerda na época. Com o acirramento da tensão política pós-AI AI 5, Dom Hélder ajudou Cristovam a obter uma bolsa de estudo para cursar o Doutorado ado em Economia na tradicional Sorbonne, em Paris. Em Paris, sobreviveu com a mulher, Gladys, graças a uma bolsa de estudante de solteiro, o que o obrigou a trabalhar enquanto estudava. Ali fez amizade com Josué de Castro, geógrafo brasileiro de reconhecimento reconhecimento internacional. Sua tese de doutorado foi sobre a Sudene. De 1970, quando foi para Paris, a 1979, quando voltou ao Brasil, Cristovam concluiu o doutorado na Sorbonne e trabalhou seis anos no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), onde chefiou chefiou equipes de elaboração de projetos financiados pela instituição em toda a América Latina. No BID, consolidou a certeza de que o liberalismo econômico não é suficiente para enfrentar a pobreza e incluir os necessitados e que o Estado tem que investir em áreas-chave ár chave para que isso aconteça. Em 1979, voltou ao Brasil para dar aulas no Departamento de Economia da Universidade de Brasília, a convite de Edmar Bacha, o economista que criou a expressão Belíndia para designar o contraste econômico e social existente existent no país, em que convivem riqueza igual à da Bélgica com uma miséria indiana. Na UnB, onde a democracia foi retomada antes que o mesmo fenômeno ocorresse no resto do país, Cristovam acabou protagonizando evento histórico ao ser o primeiro reitor eleito da instituição. Isso em plenos estertores do regime militar.


Sua administração à frente da universidade fez com que a UnB se tornasse uma referência nas discussões acadêmicas e políticas nacionais e mundiais dos anos 80. Construiu o equivalente a 40% de tudo o que tinha sido feito antes. Abriu o campus para a sociedade e pela primeira vez deu voz a movimentos sociais que depois viriam a se consolidar no cenário nacional - como os seringueiros liderados por Chico Mendes na Amazônia. Também foi na UnB que ele estabeleceu as linhas gerais de seu pensamento sobre o desenvolvimento econômico e inclusão social, presentes nos 20 livros que escreveu e que podem ser resumidos em algumas expressões. Uma delas, a apartação - como classifica o verdadeiro apartheid social existente no país, com pobres condenados a ser pobres por falta de estudo e oportunidades. Outra, a igualdade de oportunidades que só é possível com investimentos maciços em educação. Outro o de choque de ética no capitalismo - que inclui o componente ética no sistema econômico como essencial para a redução das desigualdades. Foi na UnB, em 1986, que Cristovam projetou as linhas gerais da Bolsa-Escola, programa que ganhou o mundo e consiste em fazer o Estado pagar às famílias pobres para manterem seus filhos nas escolas, uma evolução de projetos de renda mínima, vinculados à assistência social, defendidos pela esquerda. Cristovam ocupou a reitoria da UnB de 1985 a 1989. Saiu de lá diretamente para o governo do Distrito Federal, onde implantou a Bolsa-Escola e dezenas de outros programas sociais que fugiam à lógica da esquerda corporativista e da direita assistencialista. Na economia, propôs parcerias com a iniciativa privada em áreas fundamentais para o desenvolvimento regional. Assim como a Bolsa-Escola, diversos outros programas implantados por ele cobravam uma contrapartida dos beneficiados. Fez questão de não dar nada de graça e de não usar o Estado para o atendimento apenas de parcelas bem-organizadas da sociedade. Também não fez promessas que não podia cumprir. Administrou com respeito à responsabilidade fiscal, de olho no bem comum e com prioridade às necessidades mais imediatas da população menos privilegiada (principalmente educação e saúde) e à inclusão social. Seu governo (1995-1998) foi bem avaliado por 80% da população. Além da BolsaEscola, Cristovam propiciou outra revolução no Distrito Federal ao promover campanha educativa e repressiva que reduziu em 40% as mortes no trânsito e fez com que o Distrito Federal passasse a ser - e é até hoje - a única unidade da federação em que os motoristas param na faixa para a passagem de pedestres.

Fora do governo, a partir de 1999, criou a organização não-governamental Missão Criança, que manteve viva a Bolsa-Escola em um momento em que o governo federal ainda não havia implantado programa semelhante. Graças à Missão Criança e à pregação incansável de Cristovam, a Bolsa-Escola foi adotada em países da América Latina e da África. Graças a ele, também, uma proposta ousada começou a ser encarada seriamente nos fóruns econômicos mundiais: a da troca de parte da dívida externa dos países do Terceiro Mundo por investimentos em educação. Em busca de apoios para isso, Cristovam cruzou o mundo todo, de Wall Street ao Vaticano. Graças a isso, o governo argentino obteve da Espanha o perdão de parte de sua dívida em troca de investimentos em educação.


Em 2003, foi nomeado ministro da Educação do governo Lula. Sua atuação foi inspirada no amigo Darcy Ribeiro e em Leonel Brizola. Por causa de Brizola, em 1989, recusou-se a ser vice de Lula nas primeiras eleições depois da ditadura militar. Como ministro, alfabetizou mais de 3 milhões de pessoas em um ano - a primeira meta de sua administração, interrompida intempestivamente. No Senado Federal, é chamado por seu pares como SENADOR DA EDUCAÇÃO, tendo em vista sua defesa intransigente da educação como o caminho para o desenvolvimento e a justiça social. No Senado, Cristovam já presidiu a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa e Comissão de Educação, Cultura e Esportes.


Rodrigo Rollemberg Senador

Filho de Teresa Sobral Rollemberg e do saudoso ex-ministro ex e ex-deputado deputado federal Armando Leite Rollemberg, Rodrigo Rollemberg tem 52 anos. É casado com Márcia e pai de três filhos: Gabriela, Ícaro e Pedro Ivo. De uma família de 14 irmãos, chegou a Brasília em 1960. Foi deputado distrital, secretário de Turismo, candidato candida a governador, secretário de Inclusão Social do Ministério de Ciência e Tecnologia no governo Lula e deputado federal. Está no 1º mandato no Senado Federal, eleito com 738 mil e 575 votos. É filiado ao PSB desde 1985. Rodrigo Rollemberg exerceu dois mandatos mandatos de deputado distrital: de 1995 a 1996 e de 1999 a 2002. No primeiro mandato, aprovou leis importantes como a Lei do Corujão, Lei do Projeto Orla, Lei do Lixo, Lei que facilita o funcionamento de agroindústrias, Lei da Mineração e Lei em defesa do consumidor. con No segundo mandato, combateu com rigor a grilagem de terras públicas e a ocupação desordenada do solo. Liderou a implantação do Comitê de Bacia do Lago Paranoá e foi o autor do projeto que originou a Lei das Águas do Distrito Federal. Na Secretaria de C&T para Inclusão Social do MCT, Rollemberg empreendeu diversas iniciativas, que geraram vários projetos e programas. Semana Nacional de Ciência e Tecnologia

A Semana Nacional de Ciência e Tecnologia foi criada pela Secretaria de C&T para Inclusão Social (Secis) em 2004. Ela é realizada no mês de outubro em parceria com governos e instituições. Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) O objetivo é estimular o ensino de matemática, identificar pedagogias de sucesso e valorizar ar novos talentos. Na I Olimpíada, mais de 10 milhões de estudantes de 30 mil escolas participaram da competição.


Apoio a grupos de produção Milhares de mulheres organizadas em núcleos de produção de costura, bordados e artesanatos em todo o Distrito Federal são beneficiadas pelos convênios firmados com a Secretaria de C&T para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia (Secis/MCT). Outros grupos de produção espalhados pelo Brasil também recebem o apoio da Secis.

Incubadora Social e Solidária

Um convênio firmado entre a Secretaria de C&T para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia (Secis/MCT) possibilitou a implantação de Incubadora Social e Solidária na Universidade de Brasília (UnB). Os grupos, formados por artesãs, bordadeiras e costureiras, recebem informações para o funcionamento da nova empresa, consultorias, cursos de capacitação e treinamento gerencial. Centro Vocacional Tecnológico – CVT

O CVT é uma unidade de ensino profissionalizante voltada para a difusão de conhecimentos práticos na área de serviços técnicos. Sua estrutura de ensino está orientada para a capacitação tecnológica da população levando-se em conta a vocação de cada região. Experimentoteca Desde 1997, a Universidade de Brasília (UnB) disponibiliza equipamentos para que estudantes de todo o Distrito Federal possam conhecer de perto como funciona os fenômenos físicos na Experimentoteca do Instituto de Física. Rede de Tecnologias Sociais (RTS) A RTS reúne centenas de instituições públicas e privadas no sentido de trabalharem, em conjunto, tecnologias voltadas para a inclusão social. O foco é tentar unir todos os parceiros que já desenvolvem um trabalho semelhante para reaplicar as tecnologias difundidas em larga escala. Extensão Tecnológica

Aproximar a comunidade científica da população. Esse foi o desafio da Secretaria de C&T para Inclusão Social do Ministério da Ciência e Tecnologia (Secis/MCT) quando, em 2003, lançou o programa de Extensão Tecnológica. O objetivo é desenvolver ações conjuntas entre profissionais da área acadêmica com a sociedade.


Carlos Eduardo De Souza Braga Senador

Carlos Eduardo de Souza Braga nasceu na cidade de Belém, no Estado do Pará, em 6 de dezembro de 1960. É casado com Sandra Backsmann Braga e pai de três trê filhas, Brenda, Bruna e Bianca. É empresário e engenheiro formado pela Universidade Federal do Amazonas, no curso de Engenharia Elétrica. Iniciou sua carreira política aos 21 anos, como vereador de Manaus. Uma atuação combativa na Câmara dos Vereadores acabou por valer ao jovem político uma expressiva votação para deputado estadual, em 1986. Na Assembléia Legislativa do Estado foi um dos mais atuantes deputados, sendo líder do Governo e relator da Constituição do Amazonas. Em 1990, Eduardo Braga foi eleito deputado federal, obtendo a maior votação do seu partido. Foi eleito vice-prefeito vice de Manaus em 1992 e assumiu a Prefeitura Municipal em março de 1994. Com um trabalho inovador, Eduardo Braga realizou obras nas áreas de infra-estrutura, infra estrutura, saúde, educação ção e habitação que transformaram a capital amazonense. Em 1996 Braga deixou a Prefeitura de Manaus com 98% de aprovação da população, o maior índice da história da cidade e do País. Depois, dedicou-se dedicou se à administração de suas empresas, uma rede de concessionárias concessionárias Renault em quatro Estados da Região Norte do Brasil. Em 2002 foi eleito com maioria absoluta no primeiro turno das eleições para o Governo do Estado do Amazonas. É o criador de programas revolucionários para a população do Amazonas, com destaque ue para o Zona Franca Verde, que tem levado desenvolvimento ao interior do Estado, e o Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus, o Prosamim, responsável pela maior transformação urbanística da capital nos últimos 50 anos. Em 2006 foi reeleito no primeiro turno com 50,63% dos votos válidos. É o autor da primeira Lei de Mudanças Climáticas e Conservação Ambiental do Brasil, que consolida o compromisso do Estado com os seus povos, a floresta, a evolução tecnológica e o bem estar bem-estar do planeta. É coordenador oordenador nacional do PMDB Sócio Ambiental. O programa é um núcleo do maior partido brasileiro que vai dispensar atenção especial aos assuntos relacionados ao meio ambiente aliado ao desenvolvimento social no País. É o criador do Programa Bolsa Floresta, Floresta, recompensa financeira paga pelo Governo do Amazonas aos moradores de Unidades de Conservação Estaduais (UCE), considerados verdadeiros guardiões das florestas.


É o criador da Fundação Amazonas Sustentável, principal esteio de sustentação da política de combate às mudanças climáticas implementada pelo Governo do Amazonas. No Senado, defende o desenvolvimento sustentável, a integração regional, a Reforma Político-eleitoral, entre outros temas de relevância para o Amazonas e o Brasil. O senador é presidente da Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação, Inovação e Informática (CCT) do Senado e membro titular das Comissões de Assuntos Econômicos (CAE), Infra- Estrutura e Meio Ambiente. É ainda suplente nas de Constituição e Justiça (CCJ), Assuntos Sociais e Mista de Orçamento. Juntamente com três ex-presidentes da República e alguns ex-governadores, Eduardo Braga compõe também a Comissão Especial da Reforma Política, colegiado temporário destinado a apresentar projetos de lei modificando os atuais sistemas políticos e eleitorais do País. Como presidente da CCT, o senador pretende aproximar à comunidade científica da população, trazendo para o Senado temas que afetem as pessoas diretamente como a busca pela cura de doenças negligenciadas e soluções científicas para reduzir os impactos de grandes desastres naturais.


Gim Argello Senador

\ Jorge Afonso Argello, 48 anos, suplente de Joaquim Roriz, tornou-se tornou se senador com a renúncia do titular em 2007. Tem mandato até janeiro de de 2015. Nascido em São Vicente (SP), formado em Direito, casado e pai de dois filhos, já era empresário bem sucedido na cidade de Taguatinga quando iniciou a carreira política no final dos anos 80, em Brasília, no então PFL (hoje DEM). Eleito deputado distrital rital em 1998, reelegeu-se reelegeu se em 2002, pelo PMDB. Foi presidente da Câmara Legislativa do DF de 2001 a 2002. Em 2005, ano em que foi secretário do Trabalho no Governo do Distrito Federal, filiou-se filiou se ao PTB, partido do qual é vicevice presidente nacional e líder no Senado. Apresentou projetos para criar zonas de processamento de exportação (ZPEs) em Brasília e em Cristalina (GO). Propôs a permissão de porte de armas por agentes de trânsito e a obrigatoriedade para estabelecimentos de ensino manterem programas de prevenção prevenção e combate ao bullying.


Delcídio Do Amaral Ama Senador

Delcidio Amaral chega ao Senado da República como um fenômeno político raro, talvez inédito. Nascido em Corumbá em 8 de fevereiro de 1955, estudou na cidade, depois no Colégio São Luís, em São Paulo, onde cursou até o segundo grau. Optando por um ramo técnico, fez o curso de engenheiro eletricista e diplomou-se diplomou em 1978. A partir daí inicia sua carreira profissional no setor elétrico, elétrico, especializando-se especializando em questões de energia, sempre como engenheiro em empresas e usinas que o levariam a conhecer o Brasil e o mundo. Recém formado, esteve na Usina de Paulo Afonso, na Bahia, um marco na história da construção do Brasil moderno. Aos 28 anos assume o cargo de engenheiro encarregado da supervisão da construção e montagem da Usina de Tucuruí, no Pará. Delcídio costuma dizer que o engenheiro, numa obra como essa, tem de ser um pouco de tudo: prefeito, médico, assistente social, até consultor sentimental para os operários que deixam sua terra natal para trabalhar na grande barragem. Delcidio conheceu de perto a realidade sofrida daquela gente.

Depois epois de viver dois anos na Europa, trabalhando na Shell, volta ao Brasil e retoma uma carreira de e sucessos. Diretor da Eletrosul em 1991, passa a ser o responsável pelo planejamento energético da região sul do Brasil. Em março de 1994, vai ocupar a Secretaria Executiva do Ministério das Minas e Energia, cargo onde permanece até setembro daquele ano. No final do governo Itamar Franco, torna-se se ministro de Minas e Energia, de setembro de 1994 a janeiro de 1995. O conhecimento da realidade brasileira, somado à intensa experiência administrativa, serve para provocar a vontade de fazer política que vivia adormecida em Delcídio Amaral. Ele não queria apenas executar. Desejava formular políticas. Essa necessidade se amplia quando é convidado para a Diretoria de Gás e Energia da Petrobrás e é obrigado a lutar corpo a corpo com a crise de energia de 2000/2001. 2000/2001 Já decidido a mergulhar na atividade política, ele esteve na linha de frente do combate ao “apagão”.


Suas origens pantaneiras (sua mãe é fazendeira no Jacadigo), as ligações com Mato Grosso do Sul – e com o governador Zeca do PT, o levam a deixar a Petrobrás e aceitar o convite de José Orcírio para ocupar o cargo de Secretário de Estado de InfraEstrutura e Habitação. Fez então sua inscrição no PT. Zeca apresentou seu nome à convenção como candidato ao Senado. Delcídio ganhou a convenção. Já não podia ser considerado um “tecnocrata metido a político”. A convenção do PT, democraticamente, o indicara para disputar um lugar de senador. Seu adversário seria o experimentado político, ex-governador, ex-senador Pedro Pedrossian. Numa campanha memorável, Delcídio e o PT levaram seu candidato, um nome até então praticamente desconhecido do grande público, a uma vitória também memorável. Contados os votos, Delcídio do Amaral Gómez, então com 47 anos, casado, duas filhas, que começara com esquálidos 2 % nas pesquisas, conseguia uma vaga para o Senado Federal batendo o veterano Pedrossian por uma diferença de 73.417 votos.

Breve currículo:

Engenheiro Eletrecista nas seguintes empresas: General Electric do Brasil S/A – 1976/1977 Themag Engenharia Ltda – 1978/1982 Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A – Eletronorte – 1983/1990 Billiton Metais S/A (Grupo Shell) – 1990/1991 Centrais Elétricas do Sul do Brasil S/A – Eletrosul – 1991/1994 Secretário Executivo do Ministério de Minas e Energia (MME) – março a setembro de 1994. Ministro de Estado, Ministério de Minas e Energia (MME) – set/1994 a jan/1995. Presidente do Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) – 1994. Diretor de Finanças das Centrais Elétricas do Sul do Brasil S/A – Eletrosul – 1995 Presidente do Conselho de Administração da Empresa Energética de Mato Grosso do Sul – Enersul –– 1997. Diretor de Gás e Energia da Petrobrás, Petróleo Brasileiro S/A – 1999.


Secretário de Estado da Secretaria de Infra-Estrutura e Habitação do Estado de Mato Grosso do Sul – 2001. Presidente do Conselho de Administração da Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul – Sanesul – 2001. Presidente do Conselho de Administração da Companhia de Gás de Mato Grosso do Sul – MS-Gás – 2001. Senador eleito pelo PT – 2002. Eleito, por unanimidade, em 14/02/2005, Líder do PT no Senado Federal. Candidato ao cargo de governador do Estado do Mato Grosso do Sul nas eleições de 2006, obtendo 450.747 votos, equivalente a aproximadamente 39% dos votos válidos. Eleito, em setembro de 2006, um dos 15 melhores senadores do país, recebendo o Prêmio Congresso em Foco 2006, votado por jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. Eleito, novamente, em setembro de 2007, um dos 15 melhores senadores do país, recebendo o Prêmio Congresso em Foco 2007, votado por 188 jornalistas que cobrem o Congresso Nacional. Em 23/04/2008, escolhido para o cargo de Relator Geral da Comissão Mista do Orçamento de 2009.


Paulo Paim Senador

Nasceu em Caxias do Sul (RS) em 1950. Começou a trabalhar aos oito anos de idade, amassando barro em uma fábrica de vasos. Aos 11 anos Trabalhou na feira livre, em Porto Alegre. Aos 12 Conquistou uma vaga no SENAI. A partir daí nasceu sua paixão pelo ensino técnico profissionalizante. sionalizante. Ao deixar o SENAI foi trabalhar como operário metalúrgico profissional. Foi líder sindical. Na década de 80 foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas, da Central Estadual de Trabalhadores, Secretário Geral e Vice-Presidente Vice da CUT T Nacional. Liderou a caminhada de Canoas a Porto Alegre em que eram exigidos emprego, liberdade, igualdade, justiça e o fim da ditadura. Passou por experiências marcantes como a representação do Congresso Nacional na África do Sul, exigindo a libertação de e Nelson Mandela; esteve em missão de paz na Nicarágua em plena guerra. Esteve ainda no Uruguai exigindo a liberdade de Universindo Diaz e Lilan Celiberti, que foram seqüestrados pela repressão no Brasil. A luta da Assembléia Nacional Constituinte foi um dos dos marcos de sua história. Foi reeleito deputado federal por quatro mandatos. Em 2003 assumiu a vaga de senador. Atuou como vice-presidente presidente da Casa por dois anos e no biênio 2007/2008 assumiu a Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).


Figura até hoje na lista do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), como o único parlamentar na Câmara e no Senado a receber o prêmio os “Cem Cabeças do Congresso” em todos os anos. No Senado, Paim abriu as portas para a participação popular. Realizou centenas de debates e audiências públicas para tratar de temas de interesse da população e do Estado. Em seus primeiros oito anos de Senado apresentou mais de 1000 propostas. É autor de diversas Leis, entre elas o Estatuto do Idoso (10.741/03) e Estatuto da Igualdade Racial; é autor também do Estatuto da Pessoa com Deficiência, do Estatuto do Motorista Profissional, da redução da jornada de trabalho sem redução de salários, do Fundep (Fundo do Ensino Profissionalizante), do fim do voto secreto nas votações do Congresso Nacional, do Fundo de Financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas, fim da violência contra professores e paz nas escolas, do fundo do Pré-Sal que estabelece que recursos sejam destinados para a previdência, da recuperação do valor do salário mínimo, da recuperação nos proventos de aposentados e pensionistas e do fim do fator previdenciário. Dedica-se com afinco pelas questões do Estado como no empréstimo de 1 bilhão e 200mil dólares para o Estado como para todos os municípios; de forma exclusiva destinou recursos de suas emendas individuais para os 496 municípios do estado; entre as questões que tratou, lutou com afinco contra o dunping do calçado chinês, além de atuar com firmeza para coibir a entrada das máquinas pesadas da China nas obras do PAC. Para dar seguimento as suas propostas o Senador Paulo Paim lançou-se candidato ao Senado novamente em 2010 e no dia 1º de fevereiro de 2011 foi empossado Senador da República, pela segunda vez. Deu prosseguimento as suas idéias voltando com toda a força em sua luta contra o fator previdenciário e em favor de um reajuste digno para aposentados e pensionistas. Não demorou muito foi convidado a assumir, pela segunda vez, a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, em 02 de março de 2011. Em 29 de março de 2011 assume também a Presidência da SubComissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social.


Eduardo Amorim Senador Eduardo Alves do Amorim (Itabaiana - SE, 17/05/1963), médico de formação, diplomado pela Universidade Federal de Sergipe - UFS em 1989, concluiu a residência de Anestesiologia em 1992, na cidade de Campinas - SP. Algologista ologista (clinico em dor) pelo Hospital Clínica de Barcelona - Espanha. Aprimorou seus conhecimentos em outros países europeus através de bem sucedidos estágios. Formou-se Formou se agora em 2010 na Universidade Tiradentes, tornando-se tornando Bacharel em Direito. Deputado Federal por Sergipe (2006 - 2010). Esse sergipano é o quinto filho do casal formado por Elieser Antônio da Cunha, in memoriam, agricultor e comerciante, e Celina Alves do Amorim, do lar. Neto da histórica e polêmica Maria Carreira, herdando da avó materna o tino político. A sua Terra natal, Itabaiana, tem quase 90.000 habitantes, é considerada a capital do Agreste sergipano, de onde tem boas lembranças da sua infância, e muito orgulho dos seus conterrâneos que levam a batuta de povo trabalhador. Consta que qu iniciou a vida escolar nos Colégios Elieser Porto e Murilo Braga, posteriormente foi para Aracaju - capital do Estado, concluir seus estudos passando pela antiga Escola Técnica, onde fez o curso de Telecomunicações. Os bons fluidos da política vêm desde Itabaiana, aonde conseguiu o apoio dos dois maiores adversários políticos na sua brilhante campanha, diminuindo a rivalidade existente há anos dos grupos, convergindo forças para atingir a liderança na acirrada eleição, e assim, mostrando seu potencial de articulação política. É um dos políticos mais influentes de Sergipe, foi eleito como Deputado Federal em 2006, exímio parlamentar pertencente ao Partido Social Cristão (PSC), o qual é Presidente, subiu ao pódio nas Eleições 2010 para o Senado também por Sergipe, com louvor, uma votação bastante expressiva, marcando para sempre a história política do pequeno mas significante Estado.


Homem simples, de caráter irretocável, é casado com a Procuradora do Trabalho Vilma Amorim, têm 2 filhos. Teve atuação destacada como Presidente da Sociedade Sergipana de Anestesiologia, e da Cooperativa dos Anestesiologistas, exerceu o papel de Secretário de Estado da Saúde e coordenou o Centro de Oncologia do principal hospital público de Sergipe, hoje, HUSE. À frente da Saúde do seu Estado, também, se destacou por imprimir maior dinamismo à administração da saúde pública, com o que ganhou cada vez mais prestígio. Seu poder ultrapassou as fronteiras de Sergipe, Estado de seu nascimento, que exerceu diversos cargos, e por onde se elegeu para o Congresso Nacional. Na Câmara dos Deputados foi relator de algumas matérias importantes como à aprovação do Projeto de Lei que cria um cadastro nacional de pessoas desaparecidas. O texto aprovado é o substitutivo apresentado por ele, ao Projeto de Lei 2648/07. A Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Defendeu a implantação do Hospital do Câncer de Sergipe, que irá proporcionar atendimento especializado aos pacientes oncológicos, priorizando, mais uma vez, a Saúde do seu Estado. Destaque ainda como um dos poucos parlamentares que levou Emendas para quase todos os 75 municípios sergipanos. E sempre advogou pela transparência da atividade parlamentar. Ele contribuiu ativamente na formação do grupo político do Estado, principalmente do PSC, hoje uma forte liderança no cenário político sergipano, tendo parceiros respeitados e de renome na Assembléia Legislativa. Tornou-se aliado do governador petista Marcelo Déda, o 1. qual foi reeleito para o seu segundo mandato, após ter sido Prefeito de Aracaju. Representou Sergipe no Parlamento Brasileiro, mesmo considerado novo no seu ofício político, com merecida votação, eleito pela Assembléia Popular, onde saiu vitorioso das duas únicas eleições disputadas, primeiro para Deputado Federal, e atualmente Senador da República por Sergipe. Entretanto, já deixa um legado importante para os brasileiros, principalmente sergipanos, e segue para o Senado Federal com uma pretensão firme e decidida, sempre em prol do bem comum.


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