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BRUSQUE

| QUINTA-FEIRA, 1º DE DEZEMBRO DE 2011

CADERNO ESPECIAL

Dois jeitos de ser Noel Faça sua própria guirlanda Seja você também um Papai Noel Não pode ser vendido separadamente.


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EDITORIAL

Já é Natal? Já é Natal há algum tempo. Nas vitrines cheias de vermelho, verde, dourados e apelos; nas luzes piscantes que se acendem tardias com o horário de verão; nos velhinhos vestidos de cetim encarnado e barbas brancas que começam a aparecer por todos os lugares. Mas aí, dentro do seu peito (ou da sua cabeça), já é Natal? Quando a infância passa e leva junto a crença pura nas coisas do mundo, como perceber o que não se vê e apenas se deixar sentir? Esse é um caderno feito de sentimentos. De histórias de gente que se movimenta para dar sentido real para aquela expressão cristã ‘fazer comunidade’. Como a de seu Manico, que há 24 anos não deixa passar um Natal sem mover a família e a rua inteira para que cada vizinho receba uma lembrancinha doce. Relatos de quem é grato, como Genésio: que junto com um grupo de motoqueiros radicais agradece de um jeito simples às pessoas que encontram pelos lugares em que passam. Também é um caderno feito de pequenas belezas. Do cuidado com os detalhes que

fazem toda a diferença, ensinados por Loise, a advogada que se descobriu artista. Porque uma guirlanda na porta não é só um enfeite, é um carinho de quem recebe. E não quisemos deixar passar a chance de fazer com que você lembrasse do outro, que é igual e ao mesmo tempo diferente. E o outro ser humano nem sempre precisa só de coisas que se pode tocar. Às vezes ele só precisa de um toque, um carinho, um abraço. Neste pequeno guia, é também uma forma de reconhecer o trabalho de quem ajuda a qualquer tempo. Esse é um caderno feito de pedacinhos de histórias. Histórias que podem ser parecidas com a sua história. Cada linha foi pensada para fazer você sentir e quem sabe lembrar, que o Natal é mais do que presente embrulhado em papel brilhante e colorido. Natal é o tempo de lembrar da história de amor mais contada nos últimos 2011 anos. A história de um certo Deus que mandou um filho para cá, para dar esperança de tempos melhores para todos os outros filhos. E Natal é isso, a lembrança de um presente de amor.

EXPEDIENTE Projeto Gráfico e Diagramação Paulo Morelli | P1 Design

Editora-Chefe Letícia Schlindwein

Redação Sarita Gianesini

Comercial comercial@municipiodiaadia.com.br

Jornal Município Dia a Dia Rua Felipe Schmidt, 31 - sl. 01 Centro - Brusque - SC Fone: (47) 3351-1980 www.municipiodiaadia.com.br


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PERSONAGENS

Jeitos de ser Noel Duas histórias que contam como homens comuns fazem um pouco da função de bom velhinho quando chega o Natal Ainda que a barba que lhe cobre o rosto seja branca, ele não é Papai Noel. Mas ali pela rua Nova Trento, contam que todo mundo espera o Natal que ele faz. - Não tenho jeito assim para Papai Noel. Eu organizo, organizo tudo. Mas o Papai Noel, deixo para eles. Gosto muito, acho bonito. Na rua que liga Azambuja a Águas Claras, todo mundo o conhece Joaquim Costa como Manico. O apelido ele ganhou quando ainda era criança, no mesmo lugar onde mora há 56 anos. Já a história do Natal diferente na rua, ele conta que começou em 1987, com uma caixinha de balas que saía para distribuir rua afora junto com o amigo Tinho Gripa. Depois, o Papai Noel passava de Buggy. Então, surgiram os concursos: ganhava brinde quem enfeitasse a casa do jeito mais bonito. Vieram então os concursos para premiar as crianças mais estudiosas da rua. Quem apresentasse o boletim com as notas mais altas, ganhava brindes: bicicletas, aparelhos de som. Só que desse jeito, foi ficando muito caro manter o Natal financiado por rifas na própria comunidade. - Passamos para a bala, chocolate, pipoca, essas coisas assim. Em todas as casas da rua deixamos uma lembrancinha.

Preparativos Hoje em dia, o Papai Noel da rua Nova Trento funciona mais ou menos assim: antes que dezembro chegue, toda a família de seu Manico, vizinhos e amigos, se movimenta em busca de donativos e de vender as rifas. Doações em mãos, um pequeno batalhão de doze pessoas organiza tudo o que foi arrecadado: esposa, filhos, sobrinhos, todo mundo ajuda. Brinquedos usados são separados, assim como roupas para quem precisa. Com o dinheiro, as guloseimas são compradas e separadas em centenas de pacotinhos. Uma semana antes do Natal, é acontece o primeiro festejo, numa tenda montada em frente da casa de seu Manico. Este ano, o dia é 17 de dezembro e a programação começa com missa, às 17 horas; café às 19 horas e baile, às 22 horas. No encontro de Natal da rua Nova Trento, ninguém paga nada para entrar. O café colonial, é feito com os pratos que cada morador pode, levar. - Esse do dia 17 não se cobra nada de ninguém. A gente faz uma rifinha, aí um traz um bolo, outro traz outra coisa, cada um faz um pouquinho e pronto. E desse jeito simples, seu Manico, que é funcionário da Secretaria de Obras, promove algo que é raro de se ver nos dias de hoje: a comunidade. O encontro feito de gente de verdade, que ao invés de se isolar resolveu se unir para comemorar a vida.

uma equipe de papais noéis. A filha de seu Manico; ‘as lindinhas’, Juliana, Mariana e Tatiana e, o Papai Noel oficial da carreata é seu Vavá, quando o grupo parte em carreata com ônibus, caminhão, carro de som e etc., da rua Nova Trento para outros bairros, ele é quem joga as balas para a criançada. E tudo vai sendo registrado em foto e vídeo, por Djonata, 23 anos, filho mais novo. A esposa de seu Manico, dona Rita Maria, também participa, assim como nora, genro e os netos. - Então nosso Papai Noel é assim: não tem idade, todo mundo recebe alguma coisa. E mais do que receber um presentinho para brincar ou para adoçar, o presente maior que cada morador da rua recebe é algo que o dinheiro não pode comprar: a lembrança. Todos são lembrados, ninguém fica para trás no dia 24 de dezembro: desde o início da manhã, o grupo de seu Manico só para o trabalho quando todos já receberam um pouquinho de carinho. E até passar por todos os lugares onde é preciso, já é quase Natal, 25 de dezembro. Só que não é só no Natal que a rua Nova Trento faz comunidade. É no que precisar: teve mutirão para fazer calçadas, para erguer a creche. O mesmo grupo organiza o Coelhinho da Páscoa e a Caminhada da Fé, até o Santuário de Santa Paulina. Seu Manico, nem pensa em parar com o Papai Noel da rua Nova Trento. Os filhos, Charlene e Djonata, também não, querem levar adiante o Natal que já virou tradição. O motivo para ir adiante é nobre, mas simples, como seu Manico explica: - É tão gostoso ver o sorriso de uma criança, de um idoso. É tão lindo. Há 24 anos, seu Manico movimenta o povo da rua Nova Trento para fazer o Natal por ali e espalhar alegria até outros bairros

Entrega especial Esperado mesmo na rua Nova Trento é o dia 24 de dezembro. É o dia especial para as crianças. Não só para as crianças em idade, para as crianças em espírito. O grupo organizado por seu Manico passa em todas as casas da rua Nova Trento. - É de casa em casa, a pé. Se a gente chega a alguma casa que está fechada, a gente deixa o pacotinho na porta, pendurado na janela. – conta a filha mais velha, Charlene, 29 anos. Para dar conta de tantas casas para passar, há

A família inteira ajuda a separar e a distribuir os brindes no Natal: seu Manico ao lado da esposa, com as sobrinhas, filhos, netos, genro, nora e seu Vavá, Papai Noel oficial do dia 24 de dezembro


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Noel nas trilhas... Genésio Decker, 37 anos, é técnico de CAD (faz desenhos e negativos) em uma das grandes têxteis que balançaram com a crise do algodão. Mas não é por causa deste trabalho que ele aparece aqui. Ele anda de moto pelas trilhas há mais de uma década. Há quase dois, entrou para um clube de trilheiros, o Papa Trilha, do bairro Poço Fundo. No ano passado, Genésio participou pela primeira vez de uma ação diferente promovida pelos trilheiros: - Quando entrei no grupo já faziam isso, arrecadamos brindes e montamos cestas, para donos de terras por onde a gente a passa, comunidades mais carentes que a gente vê, onde vemos que existe dificuldade. Como brinquedos fazem volume demais, os motoqueiros levam presentes de açúcar: doces de natal e chocolates. A preparação para conseguir os brindes começa umas duas semanas antes do Natal. Quando faltam donativos, a caixinha do clube entra em ação para inteirar as doações. Ano passado, foram mais de cinquenta kits. A entrega é feita em dia de trilha tranquila: manhã de domingo. Cada trilheiro com sua mochila carregada de kits. Quem tem quadriciclo, consegue carregar mais kits. Genésio conta que mais do que um tempo para presentear, o Natal é tempo de parar. - Durante o ano passamos por aquela casa, mas não paramos para conversar com aquela família. E na época de Natal que a gente faz essa entrega, perguntamos se podemos ajudar em alguma coisa. É legal que vamos conhecendo pessoas, os problemas dos outros e o teu modo de viver e de ver a vida se tornam diferentes por perceber que reclamamos demais e temos tudo. Moto é coisa de família. A esposa, Ana, já participou do passeio de casais promovido pelo clube. O filho, Gabriel, de 12 anos, já dá suas voltinhas. A filha, Ana Clara 4 anos, até brinca de bonecas, mas sai por aí imitando acelerador de moto.

Caminho certo Presidente do Papa Trilha pela primeira vez, Genésio faz questão de detalhar que andar de moto em trilha é coisa séria: tem roteiro determinado, comunicado à Polícia Militar e à Guarda Municipal de Trânsito a cada dia de trilha. Cada clube de trilheiros tem uma cor de colete e se comunicam, para nunca se encontrarem de supetão no mesmo caminho. - Nessas últimas enxurradas estivemos ajudando, a gratificação para nós é ver o pessoal agradecer e ver que o trilheiro não é só aquele cara que faz bagunça. A imagem que muitos brusquenses têm, é de que um trilheiro é um arruaceiro.

O que não é realidade, pelo menos não no Papa Trilha. A cada final de semana, chegam a andar cem quilômetros, em trilhas por Brusque, Canelinha, Nova Trento, Guabiruba. Explica que o clube existe há cerca de sete anos e que já virou costume entregar os brindes nas trilhas quando chega essa época do ano. - Não tem nem como explicar o que é ver aquela criança recebendo aquilo ali do trilheiro. Porque toda criança gosta de moto e vendo a felicidade deles assim, não tem preço. Às vezes sentimos falta de não poder ajudar mais, e bem gratificante.

Papai Noel das trilhas: este deve ser o segundo Natal de Genésio distribuindo brindes junto com os colegas trilheiros pelos lugares em que se aventuram

“Não tem nem como explicar o que é ver aquela criança recebendo aquilo ali do trilheiro. Porque toda criança gosta de moto e vendo a felicidade deles assim, não tem preço.” Com os colegas do Papa Trilha em uma prova interna que ocorre duas vezes por ano em uma pista de Guabiruba


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AJUDE!

Seja você o Papai Noel Todo tempo é de fazer o bem e de tentar ajudar o próximo. Mas na época do Natal, não se sabe bem o porquê, mas os sentimentos ficam mais mexidos e a bondade sai do coração para virar ação: em donativos e em alegrias proporcionadas a quem não as tem durante o ‘tempo comum’ do ano. Fizemos uma relação com algumas instituições de Brusque que aceitam doações (para elas próprias ou para distribuir), onde ficam e como podem ser ajudadas. Confira e, se seu coração mandar, contribua! Secretaria de Assistência Social e Habitação Endereço: Praça das Bandeiras, 77 – Centro. Telefone: (47) 3251 1833 Recebe: brinquedos (para crianças e para adultos, como jogos de tabuleiros); alimentos não perecíveis; roupas

Ação Social – Paróquia São Luís Gonzaga Endereço: Rua Padre Gatone, 75 – Centro Telefone: (47) 3355 5556 Recebe: brinquedos e roupas

Ação Social – Paróquia Santa Terezinha Endereço: Rua Santos Dumont, 1488 – Santa Terezinha Telefone: (47) 3350 0301 Recebe: brinquedos e roupas, na Casa Paroquial ou às quintas-feiras, das 14 às 17 horas, na Ação Social Obs.: No dia 14 de dezembro, a partir das 19 horas, realiza o Natal Solidário

Ação Social – Paróquia São Judas Tadeu Endereço: Rua Santa Cruz, 177 – Águas Claras Telefone: (47) 3351 0765 Recebe: alimentos não perecíveis, brinquedos e roupas

Ação Social – Paróquia Santa Catarina Endereço: Rua Santa Cruz, 177 – Águas Claras Telefone: (47) 3351 0765 Recebe: alimentos não perecíveis, brinquedos e roupas

Lar Menino Deus Endereço: Rua João XXIII, 380 – Águas Claras Telefone: (47) 3355 0727 Recebe: material de higiene e limpeza, material pedagógico (jogos) e roupas de baixo (tamanho adulto)

Lar Sagrada Família Endereço: Rua São Pedro, 1450 – Alsácia Telefone: (47) 3396 0230, à tarde Recebe: material de higiene e limpeza, alimentos não perecíveis, brinquedos, material pedagógico e roupas

APAE - Brusque (Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais) Endereço: Rua Augusto Bauer, 350 – Jardim Maluche Telefone: (47) 3351 2472 Recebe: brinquedos e material pedagógico

Cagerê (Casa Geriátrica de Repouso) Endereço: Rua Professor Francisco Bodenmuller, 100 – Centro Telefone: (47) 3351 5568 Recebe: roupas, toalhas, itens de higiene pessoal, fraldas geriátricas, forros de cama. Aberto para visitas de segunda à sextafeira, das 9 às 11 horas e das 14 às 17 horas. Aos sábados e domingos, também fica aberta, com horários mais flexíveis.

Asilo Nossa Senhora do Caravaggio Endereço: Rua Azambuja, 1089 – Azambuja Telefone: (47) 3351 0066 Recebe: itens de higiene pessoal, toalhas, chinelos, camisolas, roupas. As visitas ao Asilo e cafés, devem ser agendados com antecedência.


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Enfeite sua porta

DECORAÇÃO

Fazendo sua própria guirlanda: fácil e barato! Quando as guirlandas começam a aparecer nas portas, é sinal de que o natal vem chegando. Mais do que enfeitar as portas, as guirlandas simbolizam ciclos de vida, indicam de recomeço e dizem a quem atravessa aquela porta tem um certo capricho, um cuidado de receber bem e passar um pouquinho de alegria logo na chegada.

Loise Gevaerd Schmitz, 31 anos, é advogada por formação, mas desde 2002 tem sido puxada pelo artesanato. Desde então, faz cursos na área, vai aprimorando a habilidade, até que em 2008, as pessoas começaram a pedir que ela fizesse peças para vender. “Mas não sabia colocar preço, fazia e depois tinha vergonha de cobrar”, conta. O gosto pelo artesanato é tamanho, que a levou para a sala de

Quem não recorda da guirlanda que todos Natais enfeitava a porta da casa da avó? Estes enfeites também carregam lembranças e sentimentos. Então, porque não aproveitar o Natal para colocar um bocadinho do que você guarda de bom logo na entrada, na forma de guirlanda? É fácil, a professora de artes Loise Gevaerd Schmitz, 31 anos, ensina como.

aula: para ensinar e aprender. Está acabando de cursar Artes, porque já é professora da disciplina em um colégio. “Sou apaixonada pelo artesanato em geral. Eu adoro tudo que tem arte, amo isso. E quando faço, faço do meu jeitinho, cada detalhe. O que vejo de diferente, vou investindo”, explica. E assim, Loise segue fazendo com cuidado tudo que gosta: advogando, fazendo arte e doces, para deixar a vida mais bonita.

Materiais necessários • 1 aro (verde ou seco) • 1 plaquinha de madeira para escrever • 2 metros de fita • 3 ramos decorativos • 1 Papai p Noel de tecido

• Sementes ou pedaços de canela em pau • Cola quente • Barbante • Tesoura

PASSO A PASSO

1. Comece colando a placa no aro com cola quente. A plaquinha, com o Feliz Natal é encontrada natural. “É só passar a tinta e escrever. Para quem não tem muita habilidade com pincel, já existe canetas próprias para isso”, explica Loise.

2. Amarre os ramos ao aro com barbante e, para dar segurança também prenda com cola quente.

3. Faça um laço duplo com a fita, para fixar o nó, você pode prender com o barbante.

4. Prenda o primeiro laço logo abaixo do primeiro ramo e vá prendendo a fita com barbantes.

5. Faça outro laço duplo na outra ponta da fita. Cole e amarre o outro ramo no aro. Só então repita a operação sobre o ramo.

6. Finalize colando o Papai Noel de tecido e as sementes ou os pedaços de canela nos nós dos laços. Agora, basta conferir se tudo está bem preso, esperar a cola secar e pendurar a guirlanda nova na porta!

DICAS DA LOISE

• Antes de colar e amarrar os elementos ao aro, experimente a disposição deles de formas diferentes para saber qual lhe agrada mais. • O aro verde é comprado pronto. “Se a pessoa não tiver o aro verde, pode comprar o aro simples, que é de cipó e passar o festão verde ao redor. O festão pode ser encontrado em qualquer loja de R$1,99”. NO BOLSO

• A guirlanda que a Loise ensinou a fazer custou cerca de R$25. Segundo a professora, é possível montar enfeites gastando até menos do que isso.


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Caderno de Natal 2011 #1 - Município Dia a Dia