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PORTFÓLIO DE PAISAGISMO OZIEL R O CH A K AR N O PP


“Só se ama aquilo que se conhece a fundo” Leonardo da Vinci


APRESENTAÇÃO Já percebeu como as plantas são magníficas? Já reparou como nos sentimos bem ao vivenciar um belo jardim, ao apreciar um bom fruto ou observar uma bela flor? O Paisagismo é a arte, ciência e técnica que estuda, projeta e executa os mais variados jardins. Constituindo uma área que trabalha com elementos naturais, num diálogo equilibrado com o meio ambiente, a busca pela sustentabilidade é uma constante. Sendo também uma área que busca a beleza formal, alia características e conceitos botânicos aos estéticos. Pode também ser visto como meio de educação ambiental, com destaque ao meio urbano, explorando a diversidade da flora.


PROJETOS DE JARDINS ‘


Vivenciar o paisagismo é uma experiência ambiental e estética: cada jardim apresenta peculiaridades que o torna um espaço único. Para os locais e as situações apresentadas a seguir, as propostas elaboradas demonstram diferentes soluções que foram encontradas para a necessidade ou intenção. Expressam também técnicas de projeto variadas, mas acima de tudo, a beleza, o aroma, as formas ou mesmo o caráter utilitário delas: as diferentes espécies vegetais. “Deixe o belo vir à tona! Deixe o belo florescer!”


CASA VERBENA EM GUAÍBA A Casa Verbena, localizada no município de Guaíba, volta-se ao campo. O nome desta moradia refere-se à uma planta campestre nativa. A residência foi planejada a partir de uma modulação de 6x6 metros. Sua configuração Binuclear, divide-se em dois blocos de 3 módulos cada, unidos por uma circulação: um social e de serviço e outro íntimo. No primeiro, localizam-se o estar, o jantar, cozinha e lavanderia. No segundo, estão os dormitórios do casal, dos filhos e de hóspedes. Há ainda 1 módulo de 6x6 metros em que se encontra o abrigo para dois veículos e 1 módulo de área de lazer, onde estão uma pérgola e churrasqueira. Quanto à estrutura, a casa segue o formato Dom-ino, idealizado pelo arquiteto Le Corbusier, a qual possibilita configurações mais livres, com paredes de alvenaria apenas preenchendo os espaços entre as colunas estruturais.

Modulação inicial 6x6 Metros

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


1

Elevação Oeste

Elevação Sul

Corte

CONDIÇÃO: ACADÊMICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFRGS (2018)


O Paisagismo da Residência privilegiou espécies nativas da flora do Rio Grande do Sul, por tratar-se de uma casa de campo no munícipio de Guaíba. Na escolha das espécies ornamentais manteve-se a unidade formal por meio da cor da floração. O jardim da residência foi configurado a partir de maciços vegetais que destacam cada espécie vegetal. HORTA Seis canteiros com espécies diversas e de fácil manutenção, visando o uso para plantas condimentares, alimentícias e medicinais. TETO VERDE Alicerçada nos princípios da Arquitetura Moderna, a residência contempla um terraço-jardim, beneficiando o conforto térmico e o ecossistema local, ao ampliar a área com vegetação.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


1 Capim dos pampas Cortaderia selloana Família Poaceae Nativo Herbácea

Pitangueira Eugenia uniflora Família Myrtaceae Nativa Árvore frutífera

Ipê amarelo Handroanthus sp Família Bignoniaceae Nativo Árvore ornamental

Cerejeira Eugenia involucrata Família Myrtaceae Nativo Árvore frutífera

Alecrim Rosmarinus officinalis Família Lamiaceae Exótica Arbustiva

Lavanda Lavandula officinalis Família Lamiaceae Exótica Arbustiva

CONDIÇÃO: ACADÊMICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFRGS (2018)


JARDIM DOS ENCANTOS Proposta de espécies para compor uma horta. Como módulo de configuração utilizou-se pallets de madeira, os quais foram utilizados como painéis e bancos. Projeto elaborado com outros colegas da graduação.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


2 BABOSA Aloe vera

CARQUEJA Baccharis trimera

ALECRIM Rosmarinus officinalis

ORA-PRO-NOBIS Pereskia aculeata

LAVANDA Lavandula officinalis Exótica Arbustiva

AZALEIA Rhododendron simsii

CONDIÇÃO: ACADÊMICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFRGS (2017)


PARQUES EM ÁGUAS CLARAS Concurso para a seleção de proposta para os parques Central e Sul de Águas Claras, no Distrito Federal. Contribuiu-se com pesquisa e determinação de espécies adequadas para cada espaço. Para isso foram consultados manuais técnicos e didáticos, bem como imagens da região disponibilizadas.

Uma dificuldade visualizada nessa participação foi trabalhar com uma vegetação diferente do que conhecia. Trata-se de um espaço de grandes dimensões, em meio urbano, mas localizado dentro do Bioma Cerrado. Tal ponto foi superado por meio de ampla pesquisa acerca de vegetação apropriada, que difere um pouco da que ocorre no sul do Brasil, já que foi solicitado o uso de nativas. A partir do “Levantamento de espécies tombadas e protegidos no Parque Sul e Parque Central de Águas Claras” disponibilizado, verificou-se alguns fatores que influenciaram a proposta. A existência de espécies com restrição ao corte, que inclui as espécies tombadas Handroanthus impetiginosus e Tabebuia rose.

Também foi realizada a disposição da vegetação nos locais adequados em desenho CAD, elaborado anteriormente pelo escritório, visando a correta implantação posterior bem como visuais desejadas.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


3 BURITI Mauritia flexuosa porte grande, folhagem perene h 20 - 30 m, ø copa 1 - 5 m flores amarelas, dezembro – abril

CALIANDRA-DO-CERRADO Calliandra dysantha porte grande, folhagem perene h 1,5 - 4 m Flores vermelhas, março - outubro

IPÊ-AMARELO-DO CERRADO Handroanthus ochraceus porte médio, folhagem decídua h 6 - 14 m, ø copa 4 - 12 m flores amarelas, julho - setembro

CEREJA-DO-CERRADO Eugenia calycina porte pequeno, folhagem perene h 1,5 - 3 m, ø copa 2 - 5 m frutos de novembro - janeiro

IPÊ-BRANCO-DO-CERRADO Tabebuia roseoalba porte grande, folhagem decídua h 7 - 16 m, , ø copa 5 - 10 m flores brancas, agosto - setembro

ESTRELA-DO-CERRADO Randia formosa porte médio, folhagem perene h 1,5 – 3 m flores amarelas, setembro - março

MULUNGU Erythrina mulungu porte grande, folhagem decídua h 10 - 14 m, ø copa 7 - 11 m flores vermelhas, julho - setembro

JATOBÁ Hymenaea stigonocarpa porte médio, folhagem decídua h 6 - 9 m, ø copa 4 - 7 m flores amarelas, dezembro - fevereiro

SEMPRE-VIVA Paepalanthus sp porte médio, folhagem perene h1-2m flores brancas, maio - julho

PEQUI Caryocar brasiliense porte médio, semicaducifólia h 6 - 10 m, ø copa 4 - 8 m frutos de outubro - março

Pesquisa bibliográfica, Projetos paisagísticos referenciais

Pesquisa de disponibilidade das espécies em viveiros regionais

Síntese: número de espécies e determinação das espécies

Desenhos elaborados em conjunto pelos colaboradores do escritório. Contribui-se com a disposição adequada das espécies vegetais.

CONDIÇÃO: COLABORADOR EM ARQUITETURA PELA RUA (ATUAL SAUERMARTINS ARQUITETOS), PORTO ALEGRE – RS (2017)


PRAÇA VERGÍLIO ZAMPIERI Proposta para o espaço destinado para a Praça Vergílio Zampieri, em Santa Maria, RS. O projeto foi elaborado a partir de dois conceitos:

A praça está localizada no emblemático Bairro Camobi, de Santa Maria. Os “morros” da cidade conferem identidade ao local, elevando o olhar do observador, gerando também uma sensação de grandeza, de amplidão.

A praça localiza-se ainda em frente à Escola Margarida Lopes. O sol representa a propagação do conhecimento. O traçado da praça ressaltou a representação do nascer do sol, assim como de novas ideias, de oportunidades, de renascimento.

Projeto elaborado em dupla com outro colega do técnico. PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


4 Memorial botânico

CONDIÇÃO: ALUNO DO TÉCNICO EM PAISAGISMO DO POLITÉCNICO – UFSM (2014)


HORTA MANDALA Participação em projeto de horta mandala com traçado em formato de flor. A partir de um croqui manual recebido, trabalhou-se o projeto por meio de software de desenho 3D. Foram escolhidas diversas espécies de vegetação, para ampliar a biodiversidade do local e favorecer o caráter didático dessa horta. Esse recurso possibilita ao frequentador conhecer e cultivar plantas variadas, entre alimentícias, aromáticas e condimentares. No processo desse projeto uma dificuldade superada foi desenhar a espiral de suculentas localizada ao centro da mandala, devido à seu traçado helicoidal. A mesma foi elaborada em dois softwares diferentes: desenho em CAD e modelagem 3D.

Tal projeto foi executado por terceiros no Colégio Politécnico e segue ganhando destaque, devido ao empenho dos participantes e mantenedores.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


5 1 SUCULENTAS Crassuláceas diversas

9 CALÊNDULA Calendula officinalis

2 CAPUCHINHA Tropaeolum majus

10 MANJERICÃO Ocimum basilicum

3 MORANGO Fragaria vesca

11 DENTE DE LEÃO Taraxacum officinale

4 HORTELÃ Mentha spicata

12 BETERRABA Beta vulgaris

5 ESPINAFRE Spinacia oleracea

13 TAGETES Tagetes erecta

6 ALECRIM Rosmarinus officinalis

14 COUVE Brassica oleraceae

7 CARQUEJA Baccharis trimera

15 POEJO Mentha pulegium

8 BABOSA Aloe vera

16 CAVALINHA Equisetum giganteum

7 8

16 6

9

2 15

1 5 10

3 14 4

11 13 12

CONDIÇÃO: ALUNO DO TÉCNICO EM PAISAGISMO DO POLITÉCNICO – UFSM (2014)


TELHADO VERDE D. & C. Telhado verde elaborado numa residência para reduzir a temperatura de uma sala embaixo. Segundo Backes na obra Paisagismo para Celebrar a Vida (2012), um dos benefícios de um telhado vivo é a redução da temperatura da edificação, pois a vegetação e o substrato ajudam a reduzir a temperatura e a evitar o resfriamento excessivo. Portanto esse jardim tem caráter mais funcional, de conforto térmico, do que contemplativo. No processo desse projeto, inicialmente elaborou-se uma lista das espécies existentes no viveiro da empresa que são indicadas para telhado verde. Após, um croqui recebido foi desenhado em CAD, dispondo as espécies em planta baixa. Nesse jardim foi utilizado um traçado curvilíneo para separar espécies diferentes. Foram encontradas duas dificuldades: projetar com rapidez e qualidade e adequar o projeto à escala correta. O teto verde foi executado juntamente com estudantes do Curso Técnico em Paisagismo da Escola Bom Pastor, como ação didática. Inicialmente descarregaram-se os insumos. O substrato foi disposto sobre a laje impermeabilizada e finalmente as mudas retiradas das caixas para o plantio seguindo o desenho proposto.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


6 Lavanda

Russélia branca Sedum amarelo Carpobrotus

Bulbine

Ventos predominantes de Inverno

Russélia vermelha Crassula azul

Boldo CONDIÇÃO: ESTAGIÁRIO EM TONI BACKES PAISAGISMO E ARQUITETURA, NOVA PETRÓPOLIS – RS (2014)


ARBORIZAÇÃO URBANA Diversos fatores foram considerados neste projeto de arborização. Elegeu-se duas espécies de árvores conforme a orientação solar. Levando em conta que a fachada oeste das edificações recebe maior insolação, foi escolhida para este lado uma espécie de porte médio, o pau ferro (Caesalpinia ferrea), afim de gerar sombra nas calçadas e fachadas de edificações. Para a fachada leste, por receber maior insolação pela manhã, foi determinada uma espécie de pequeno porte para possibilitar insolação nas fachadas das edificações, a cássia imperial (Cassia fistula).

Foram observados também a distância ideal entre as árvores, conforme suas dimensões de copa adulta e a distância em relação ao meio fio, para evitar quebras com raízes. Evitou-se a disposição e árvores próximas às esquinas para não interferir na visibilidade de motoristas. Também evitou-se conflito da vegetação com postes de luz e demais elementos construídos, como calçadas.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


7

CÁSSIA IMPERIAL Cassia fistula Árvore de Pequeno Porte Pau ferro

PAU FERRO Caesalpinia ferrea Árvore de Médio Porte

Cássia Imperial

CONDIÇÃO: TRABALHO AUTÔNOMO


JARDIM RESIDENCIAL O.P. Jardim residencial com características minimalistas. A maior parte dos elementos construídos (casa, calçadas, piscina) são anteriores à implantação, mas foram elaborados decks e painéis verticais de madeira por outra empresa. A cliente solicitou que o deck de madeira tivesse dimensões mínimas para duas cadeiras de praia que possuía. Uma dificuldade encontrada neste projeto foram algumas dimensões não notadas em primeira visita ao local. Isso demandou novas vistorias para aferir estas medidas. Introduziu-se inicialmente a vegetação de porte mais alto ao lado dos muros – os fórmios – e depois os liriopes. Utilizou-se ainda plantas em vaso na frente dos painéis.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


8

PAINEL DE MADEIRA

CACHEPÔ PAREDE VERDE

CONDIÇÃO: ESTAGIÁRIO DA METRO ARQUITETURA E PLOTAGEM, SANTA MARIA – RS (2013)


JARDIM RESIDENCIAL B. V. Alterações em um jardim residencial. À pedido, foi utilizado o conceito Clean, por meio da simplificação de formas. A composição foi elaborada com um traçado mais livre ao longo do jardim, porém com disposição equilibrada da vegetação configurando simetria no acesso à residência. Neste jardim também foram reutilizados alguns buxos (Buxus sempervirens) já existentes no local. Também foram acrescentadas outras espécies, como cipreste ao lado de um dos muros de divisa. Um empecilho para elaboração do projeto foi a correta relação entre os ângulos da casa, dos caminhos e do terreno. Tal ponto foi superado aferindo-se mais detalhes da residência. Foi proposto também o uso de vasos de cerâmica em frente à duas colunas da entrada da residência. Este tipo de vaso impede o apodrecimento radicular, devido à sua porosidade.

Uma dificuldade encontrada na execução desse projeto foi o acúmulo de água na parte posterior do jardim, próximo à escadaria de acesso da residência. Tal ponto foi solucionado com a elaboração de drenos, utilizando pedras.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


9

Celósia Celosia argentea

ANTES

Buxinho Buxus sempervirens Família Buxaceae

Grama-esmeralda Zoysia japônica Família Poaceae

DEPOIS

Moreia Dietes bicolor Família Iridaceae

Cipreste Cupressus sp CONDIÇÃO: ESTAGIÁRIO DA METRO ARQUITETURA E PLOTAGEM, SANTA MARIA – RS (2013)


JARDIM RESIDENCIAL D.D. Jardim residencial com características minimalistas, de fácil e pouca manutenção. Utilizaram-se espécies que não necessitam de renovação frequente e que são pouco exigentes em cuidados. Para quatro nichos na frente de um dos muros de divisa, foram propostos quatro mudas de fórmios (Phormium tenax) com grama preta (Ophiopogon japonicus) ao redor, visando manter a unidade no jardim, por meio da repetição desta planta. A planta fórmio é cultivada a pleno sol e é resistente ao frio. Foi elaborado também um maciço em formato curvilíneo com liriope, visando reduzir a monotonia do espaço retangular e gerar sensação de naturalidade na composição. Separou-se a vegetação de pedras de arenito com limitador de grama. Em frente, dois exemplares de cróton e finalizando, pedras em dois espaços.

PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


10

LIRIOPE Liriope spicata Família Asparagaceae Herbácea Exótico Forma ascendente

CRÓTON Codiaeum variegatum Família Euphorbiaceae Arbusto Exótico Forma irregular

CONDIÇÃO: ESTAGIÁRIO DA METRO ARQUITETURA E PLOTAGEM, SANTA MARIA – RS (2013)


JARDIM DE EMPRESA RURAL Para o acesso principal de uma empresa rural foi proposto um jardim de traçado curvilíneo com elementos dispostos ao longo de um eixo curvo formando um equilíbrio assimétrico. No revestimento do solo foram utilizados pedriscos e pedras grandes dispostas de modo aleatório, para assemelhar-se à uma paisagem natural. A grama do entorno seria mantida com poda, cortada a fim de destacar as bromélias e pedras. Para o acesso a essa empresa, foi proposto uma calçada de blocos de concreto na cor cinza, que destaca o jardim do entorno.

Traçado curvilíneo

Equilíbrio assimétrico entre as áreas e número de bromélias PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO


11

GRAMA-COMUM Paspalum notatum Família Poaceae Herbácea Forma prostrada

BROMÉLIA-IMPERIAL Alcantarea imperialis Família Bromeliaceae Herbácea Forma ascendente

CONDIÇÃO: TRABALHO AUTÔNOMO, SANTA MARIA – RS (2013)


JARDIM INSTITUCIONAL Utilizando a vegetação para formar um traçado curvilíneo, essa proposta inclui dois nichos com pedras e pedriscos. Em cada um desses há bromélias e suculentas. Ao fundo, próximo ao muro, há alguns fórmios que fazem a transição entre as alturas e preenchem o fundo dessa composição.

1

1 FÓRMIO Phormium tenax Família Hemerocallidaceae Herbácea Forma Ascedente

2

Projeto elaborado com outros colegas do técnico. PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO

2 AGAVE DRAGÃO Agave attenuata Família Agavaceae Herbácea de caule lenhoso Forma Ascendente


12

Contraste entre tons diferentes de verde

Traçado curvilíneo

CONDIÇÃO: ALUNO DO TÉCNICO EM PAISAGISMO DO POLITÉCNICO – UFSM (2013)


‘ ANÁLIS E E CO NSULTORIA


Contribuir com informações botânicas, de projeto ou técnicas de jardinagem é constante no trabalho de quem projeta jardins. Assim, dúvidas podem ser reduzidas e novos questionamentos podem surgir. A curiosidade, portanto, é recorrente tanto por quem planeja ou por quem contempla um jardim.


PALÁCIO DA JUSTIÇA Em saída de campo para o Palácio da Justiça, identificaram-se plantas utilizadas na decoração interna e terraço. Observa-se que há um padrão nos vasos utilizados no interior do edifício.


Lírio-da-paz

Palmeira-ráfia

Aspargo

Dracena

Jerivá

Antúrio


DIRETÓRIO ACADÊMICO


LAJE JARDIM DA BC UFSM Participação em Projeto de Requalificação Paisagística da Biblioteca Central da UFSM. Contribui-se com levantamento botânico e paisagístico existente no local e entorno, por meio da verificação da vegetação existente.

Foram identificados as espécies da tabela abaixo:

Planta

Espécie

Coqueiro-jerivá

Syagrus romanzoffiana

12

Pitangueira

Eugenia uniflora

4

Jacarandá-mimoso

Jacaranda mimosifolia

4

Tipuana

Tipuana tipu

2

Orelha-de-negro

Enterolobium contortisiliquum

2

Ipê-roxo

Handroanthus sp

2

Canafístula

Peltophorum dubium

1

Orquídeas

Dendrobium sp

-

Bromélias

Tillandsia recurvata

-

Erva-de-sivina

Microgramma sp

-

Gramíneas diversas PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO

-

-


Cores usadas neste projeto: Por meio da floração das plantas

Por último foi realizado um detalhamento da vegetação, com características de cada espécie.

Por meio das folhagens:

A seguir, contribui-se com a determinação da vegetação adequada para os espaços.

1 – Contraste na forma: as plantas possuem forma ascendente ou irregular 2 – Unidade na cor: as plantas compõe harmonia monocromática de verde 3 – Unidade na forma: as folhas das plantas possuem forma linear 4 – Unidade na cor: a planta possui floração de cor amarela, compõe harmonia monocromática de amarelo 5 – Unidade na textura: a maioria das plantas possui textura lisa

CONDIÇÃO: BOLSISTA DO TÉCNICO EM PAISAGISMO DO POLITÉCNICO – UFSM (2014)


‘ DES ENHO E REPRES ENTAÇ ÃO


Expressar uma ideia, representar formas da vegetação ou as belezas da paisagem. O desenho contribui para a arte dos jardins, pois traduz no papel um sentimento ou tÊcnica.


Avenida Independência

PLANTA BAIXA

PRAÇA DOM SEBASTIÃO

Proposta para a Praça Dom Sebastião, localizada em Porto Alegre. A partir de um grelha em diagonal foi proposta a inclusão de algumas espécies.

Desenhado elaborado em grupo, com colegas de curso PROJETO

PARTICIPAÇÃO

IMPLANTAÇÃO

Rua José Otão


Hibiscos para barreira sonora e efeito visual, pela cor da floração

Árvores sobre os decks para gerar sombra

Parede verde no monumento já existe na praça

Uso de piso-grama para conectar os espaços propostos ILUMINAÇÃO CONDIÇÃO: ACADÊMICO DO CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO DA UFRGS


EDUC. AMBIENTAL E JARDINAGEM

PLANTA BAIXA

Proposta de espaço para educação ambiental e jardinagem.


JARDINS

Foi utilizado um traçado orgânico para a vegetação herbácea e algumas árvores foram planejadas com disposição que se assemelha à natural.

JARDIM INTERNO DE UMA ESCOLA

Proposta elaborada em grupo, para a disciplina de Estudo da Vegetação. O espaço contempla árvores, calçadas, três canteiros centrais com bancos e um pequeno café.


Pode-se perceber alguns pontos de simetria ao longo dos caminhos, mas também de assimetria. Isso pode ser positivo para elaborar um jardim que busque a unidade e evite a monotonia. As espécies vegetais diferentes conferem movimento e os elementos construídos decks de madeira e calçadas de cor cinza - conferem rusticidade e neutralidade nos tons. Há também um clímax ou elemento dominante, que neste jardim é uma pequena fonte com plantas aquáticas entre bancos de madeira.

JARDIM RESIDENCIAL

Este jardim foi pensado a partir de uma grelha compositiva e o traçado resultante é bem retilíneo. As plantas foram dispostas seguindo essa grelha e a proporção com o espaço. Entre os degraus e o acesso ao deck utilizaram-se bromélias e a repetição dessa espécie confere unidade à composição. Também foram utilizados contrastes de cores e formas, o que evita a monotonia do jardim.


PERSPECTIVAS


Jardim em estilo francês, com uso de parterres, broderies e fonte de água ao centro

JARDIM DE COTTAGE JARDIM JAPONÊS

JARDIM MINIMALISTA JARDIM FRANCÊS

Jardim com uso de poucas espécies, destacando a arquitetura por meio do gramado mantido com poda

Jardim com uso de muitas espécies, valorizando as cores e texturas e dialogando ambiente com arquitetura

Jardim em estilo japonês, com espécies e simbologia característicos, como ponte e torii de acesso


ESPÉCIES VEGETAIS


ÁRVORES


PALMEIRAS


ÁRVORES


REPRESENTAÇÃO DE VEGETAÇÕES


REVESTIMETNOS


DECK


CURVAS DE NÍVEL

MAQUETES

JARDIM MINIMALISTA

FÓRMIO BUXO

GRAMA-COMUM


Maquete elaborada para a Competência de Jardins Temáticos do Curso Técnico em Paisagismo, apresentada na II Mostra de Paisagismo: dos jardins egípcios aos jardins ingleses.

O trabalho é uma releitura dos jardins do Keukenhof, na Holanda. Tal espaço foi anteriormente estudado em aula. Utilizou-se nesse trabalho grupos de tulipas que são características dos jardins do país europeu.

GRAMA

TULIPAS


PESQ UISA E ENSINO

‘


PÁGINA PESSOAL A página surgiu a partir de algumas ideias: - O PAISAGISMO é arte e técnica que se dedica ao estudo, planejamento e implantação dos mais diferentes jardins. Dialoga com a jardinagem, em sua manutenção dos espaços vegetados. - Vivemos um tempo de grandes desafios. A falta de sustentabilidade em muitas ações da humanidade gera desequilíbrios ecológicos de proporções nunca antes vistas. - Por se tratar de uma área diretamente envolvida com o meio ambiente, pode ser uma ferramenta para integrar as pessoas ao convívio com as plantas e tornar a vida menos artificial num momento em que grande parcela da população vive em cidades. Também por isso, precisa-se divulgar os conhecimentos sobre vegetação e jardins, para que mais pessoas tenham ou mantenham o interesse pelo cultivo e apreciação de hortas, pomares, jardins ecológicos, parques e praças, urbanismo sustentável, bem como das plantas em geral. - Por ser multidisciplinar, o PAISAGISMO pode apontar fontes de renda e geração de emprego, por meio da manutenção de jardins, da produção de plantas ornamentais, decoração, floricultura, do planejamento das áreas, das soluções projetuais, com efeito inclusive no turismo, economia e outras áreas da sociedade. - Enquanto campo de estudo, ainda existe muito a ser pesquisado e divulgado no Brasil, pois há apenas uma graduação, alguns cursos técnicos e especializações nessa vasta área dedicada aos jardins, além de algumas disciplinas em alguns cursos de graduação. A literatura da área também ainda é um tanto restrita em comparação ao exterior. - Num país de dimensões continentais, com biomas e ecossistemas dos mais variados, há uma riquíssima diversidade de espécies, muitas ainda pouco ou não utilizadas em meio urbano, por diversas razões. Por isso precisa-se incentivar o uso da vegetação nativa de cada região, destacar sua importância, sua beleza. O PAISAGISMO É APAIXONANTE, pois reúne conhecimentos variados para pensar, planejar, elaborar e manter os mais belos jardins!


CONDIÇÃO: TRABALHO AUTÔNOMO


WORKSHOP DE PAISAGISMO

VACARIA, RS Palestrado no Estúdio Alquimia das Artes, espaço mantido pela artista e arte-educadora Angélica Paim de Souza, na cidade de Vacaria – RS. O evento realizou-se em duas etapas:

Manhã: Parte Teórica, apresentada por meio de slides em telão, com os temas: - Introdução ao Paisagismo - Representação e Expressão Gráfica - História do Paisagismo - Paisagismo no Brasil e em Vacaria Tarde Parte Prática, utilizando vasos de plantas e ferramentas de jardinagem, comentou-se vários pontos: - Noções gerais sobre plantas para jardim - Plantas nativas e exóticas - Plantas para jardins

Parte teórica

Foram fornecidos material didático com os tópicos abordados e certificado aos participantes.


Parte prática PALESTRANTE EM ALQUIMIA DAS ARTES, VACARIA – RS (2014)


APRESENTAÇÃO DE TRABALHO PANAMBI, RS O levantamento sobre plantas nativas com potencial ornamental nos Campos de Cima da Serra, visando composições de paisagismo foi uma ação de pesquisa e registro fotográfico. Tal trabalho foi apresentado no III Congresso Internacional de Educação Ambiental – UFSM Polo Presencial em Panambi, RS. A utilização de plantas exóticas nos jardins é prática comum no paisagismo brasileiro e há diversos fatores que explicam tal situação. Por quê? Há necessidade de conhecer e divulgar as espécies vegetais nativas. Como? Foi realizado um levantamento fotográfico e pesquisa bibliográfica, bem como a elaboração de um material para servir de divulgação.


PAVÔNIA Pavonia sp Família Malvaceae Ambiente: campestre Uso indicado: jardins Registro: Vacaria, RS 29/12/2013

PAVÔNIA AMARELA Pavonia sepium Família Malvaceae Ambiente: campestre Uso indicado: jardins Registro: Cambará do Sul, RS 04/02/2014

ÍRIS-AMARELA Cypella aquatyllis Família Iridaceae Ambiente: aquático Uso indicado: jardins Registro: Vacaria, RS 19/12/2013

PAVÔNIA AMARELA Ludwigia sp Família Malvaceae Ambiente: beira de mata Uso indicado: jardins Registro: Cambará do Sul, RS 04/02/2014

MAL-ME-QUER-AMARELO Aspilia montevidensis Família Asteraceae Ambiente: campestre Uso indicado: jardins Registro: Vacaria, RS 14/02/2014

BRINCO-DE-PRINCESA Fucshia regia Família Asteraceae Ambiente: beira de mata Uso indicado: jardins Registro: Cambará do Sul, RS 04/02/2014

CONDIÇÃO: ALUNO DO CURSO TÉCNICO EM MEIO AMBIENTE DO COLÉGIO POLITÉCNICO – UFSM (2014)


ESTÁGIO DO CURSO TÉCNICO

PROJETO, EXECUÇÃO E MANUTENÇÃO DE PAISAGISMO PARA RESIDÊNCIAS UNIFAMILIARES

O Estágio Supervisionado, como requisito parcial para a formação no curso Técnico em Paisagismo do Colégio Politécnico da UFSM, foi desenvolvido nas empresas Floricultura A Flora / Sul Jardins e Metro Arquitetura e Plotagem, no município de Santa Maria - RS, e também na empresa Toni Backes Paisagismo & Arquitetura, no município de Nova Petrópolis - RS. O objetivo foi projetar e executar paisagismo para residências unifamiliares, embora outras ações foram realizadas também durante o estágio. Para realizar a etapa dos projetos foram utilizados softwares, como AutoCAD e SketchUP. Para a execução dos espaços foram utilizadas ferramentas adequadas para a execução dos serviços. Concluiu-se que para ser um Técnico em Paisagismo necessita-se de conhecimento específico do paisagismo, e de outras áreas envolvidas e muita dedicação. Também são necessárias ferramentas e técnicas adequadas à implantação dos jardins e persistência.


CONDIÇÃO: ALUNO DO CURSO TÉCNICO EM PAISAGISMO DO COLÉGIO POLITÉCNICO – UFSM (2014)


PESQUISAS EM ANDAMENTO

Jardins ecológicos

Estão em andamento diversas pesquisas, sobre plantas ornamentais, jardins, teoria e história do paisagismo e outras áreas. Pretende-se elaborar apresentações, materiais didáticos ou palestras para conversar sobre esses assuntos. Com o tempo, deseja-se escrever materiais didáticos e/ou livro sobre os diversos assuntos para conhecimento geral e/ou técnico, despertar a curiosidade pelas plantas ou divulgar trabalhos.


ARTE E JARDINS Obras de arte, especialmente pinturas, sobre plantas e jardins JARDINS ECOLÓGICOS Problematização, conceitos, ideias, técnicas, possibilidades CURSOS DE PAISAGISMO DO BRASIL Levantamento e comparação dos cursos técnicos, da graduação em composição paisagística e dos cursos livres oferecidos no país. Objetivo: didático, comparação, divulgação TETOS E TELHADOS VERDES Histórico, técnicas, aplicações PLANTAS DA BÍBLIA Pesquisa com caráter botânico, geográfico, histórico e sociológico sobre as plantas e jardins bíblicos. Percebe-se que as plantas citadas na Bíblia tem caráter fundamental na mensagem dos textos. Além disso, observa-se que as diversas traduções apresentam divergências quanto às plantas citadas. LEVANTAMENTO DE MÚSICAS SOBRE PLANTAS E JARDINS “Bela flor”, “Bromélias”, “Flor de Lis”, “Flor de açucena”, “Flores no meu jardim”, “Jardins da Babilônia”, “Linda Rosa”, entre outras

PAISAGISMO EM ANIMES Como são representados os jardins em uma seleção de animações japonesas, quais plantas são utilizadas. PAISAGISMO EM FILMES Há poucos filmes específicos sobre paisagismo. Na lista entram alguns clássicos como O Jardim Secreto e O Jardineiro Fiel. Todavia, filmes os mais diversos mostram ou fazem referência à jardins ou plantas. Em fase inicial: PLANTAS E JARDINS SAGRADOS O lótus entre os orientais, o Baobá entre os africanos, o Cempasúchil entre os mexicanos. Algumas plantas são consideradas sagradas em diferentes culturas. PARQUES DE DIVERSÃO Analisar a configuração e vegetação dos parques de diversão PAISAGISMO NA ÁFRICA Totalmente diverso da Europa, Ásia ou América, pretende-se elucidar como são os jardins ou a relação com a paisagem no continente e desconsiderar a influência do Egito antigo ou árabe.


‘ IM PLANTAÇ ÃO E M ANUTENÇ ÃO


Ao paisagista é essencial conhecer técnicas de jardinagem. Para bem projetar, assim como executar planos com eficiência, necessita entender o comportamento da vegetação, o tempo de crescimento, a maneira como se desenvolve. À todos que contemplam e mantem um belo jardim, mostra-se imprescindível saber esperar: as plantas levam tempo para crescer e florescer.


FOTO GRAFIA

‘


Fotografar paisagens e jardins também é um recurso ímpar ao paisagismo. Registrar uma iluminação, uma floração traduzidos num momento – talvez único – reflete um instante, um sentimento. Mostrase também como recurso para estudar e apreciar o clima, flora, relações ecológicos e o relevo de um local. Também pode-se utilizar como referencial em propostas paisagísticas, afinal alguns jardins ingleses, por exemplo, foram inspirados nos jardins orientais: os jardineiros e paisagistas fizeram releituras daqueles espaços.


PAISAGENS SÍTIO SALVADOR LABERTY RS

SÍTIO SALVADOR LABERTY RS


PARQUE MOINHOS DE VENTO Porto Alegre, RS


PAISAGENS PARQUE DAS CACHOEIRAS Vacaria, RS

SALTO DO GUASSUPI São Martinho da Serra, RS


PARQUE ALDEIA DO IMIGRANTE Nova Petrรณpolis, RS


PAISAGENS PARQUE DO IBIRAPUERA São Paulo, SP

AVENIDA JOÃO PESSOA Porto Alegre, RS


PARQUE DAS CACHOEIRAS Vacaria, RS


PAISAGENS PRAÇA PROVÍNCIA DE SHIGA Porto Alegre, RS

ILHA DA PINTADA Porto Alegre, RS


INSTITUTO LING Porto Alegre, RS

PARQUE DA REDENÇÃO Porto Alegre, RS


PORTFÓLIO DE PAISAGISMO OZIEL KARNOPP  

PAISAGISMO | Projetos. Consultoria. Pesquisa e Ensino. Fotografia.

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