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Ourofino

Notícias Ano V Janeiro/Fevereiro n˚ 26

NOVO COMPLEXO

Conheça a Fazenda Experimental Ourofino, trabalho que reúne capacitação gratuita e desenvolvimento de pesquisas


Editorial

ATUAR COM OS OLHOS VOLTADOS PARA O FUTURO

Com essa premissa, a Ourofino Agronegócio se tornou a maior indústria veterinária brasileira. Agindo à frente do seu tempo, indo muito além da fabricação de soluções veterinárias e agrícolas, a empresa investe em pessoas e reconhece seu papel na cadeia produtiva de alimentos e tudo o que ela envolve. Com o início das atividades da Fazenda Experimental Ourofino, nossa empresa se torna a primeira do setor a possuir seus próprios centros de pesquisas veterinária e agrícola, juntos a um complexo de formação gratuita

de mão de obra para práticas de reprodução bovina. A Ourofino também possui unidades em Cravinhos (SP), onde está instalada a Ourofino Saúde Animal, e em Uberaba (MG), que abriga a Ourofino Agrociência, focada na produção de defensivos agrícolas. Instalada em Guatapará (SP), a Fazenda Experimental Ourofino trabalha na qualificação de pessoas para atuar no campo em todo o território nacional e na busca de agilidade na produção de novas soluções para o agronegócio mundial, com importante ganho de tempo

em pesquisas e segurança em processos de pesquisa e desenvolvimento certificados pelos órgãos regulatórios. Iniciativa 100% nacional, a Fazenda é uma porta de entrada para parcerias com grandes companhias e instituições dedicadas ao setor. Nesta edição do nosso jornal feito para você, parceiro, temos a honra de apresentar este grande projeto da Ourofino e as propostas de trabalho e oportunidades de negócios oferecidas pelas quatro principais frentes de atuação da Fazenda: o Centro de Treinamento e Capa-

citação Ourofino, o Centro de Pesquisa Veterinária, o Centro de Pesquisa Agrícola e o Melhoramento Genético de Nelore. Com este novo trabalho, iniciamos o ano novo junto a você, aos nossos mais de 10 mil clientes e aos nossos mais de 1.300 colaboradores que fazem da Ourofino a Melhor Indústria Farmacêutica para Trabalhar no Brasil, eleita em 2013 no Guia Você S/A. Um excelente 2014 para você e sua família. Dolivar Coraucci Neto CEO do Grupo Ourofino Ourofino Notícias é uma publicação de distribuição gratuita e editada pela Ourofino Agronegócio – Rodovia Anhanguera (SP 330), km 298 – Cravinhos/SP, CEP 14140-000, telefone (16) 35182000. Site: www.ourofino.com. Conselho editorial: Amilton Silva, Antonio Claret Bueno, Fábio Viotto, José Ricardo Garla de Maio, Jurandir Paccini Neto, Luís Eduardo Grégio, Marcus Rezende, Silvia Tarumoto e Verônica Martins. Jornalista responsável: Roberta Guiraldelli (MTB 47.978/ SP). Conteúdo editorial: Mariana Anselmo e Matheus Farizatto. Reportagem: Gustavo Batista, Mariana Anselmo e Tássia Beig. Diagramação: Lívia Bianco. Projeto Gráfico: Departamento de Criação. Fotos: Departamentos de Comunicação e Criação Ourofino.

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Reconhecimento

A Melhor Farmacêutica para Trabalhar Guia Você S/A elege Ourofino Agronegócio como a melhor na categoria

Sede da Ourofino, em Cravinhos (SP), estampa o orgulho destas conquistas

A Ourofino Agronegócio foi eleita a melhor empresa do setor farmacêutico para trabalhar no Brasil pela edição 2013 do guia “As Melhores Empresas para Você Trabalhar”, da revista Você S/A. Em pesquisa realizada pela publicação com os mais de 1.200 colaboradores da Ourofino, 92,7% declararam que se identificam com a companhia e mais de 80% afirmaram que estão satisfei-

tos e motivados, destacando a qualidade no ambiente de trabalho. “É o engajamento dos colaboradores do nosso Grupo que nos coloca numa posição de destaque. Quando trabalhamos em uma organização em que é medido o índice de felicidade, ele mede o nível de engajamento que as pessoas têm em uma causa. Essa causa é a empresa que representamos”, comenta

o CEO do Grupo Ourofino, Dolivar Coraucci. Este ano, a Ourofino também ficou entre as 20 melhores empresas para trabalhar no ranking da revista Época, concorrendo com as maiores de diversos segmentos no Brasil. A companhia figurou na categoria “Grandes Empresas” (com mais de 1.000 funcionários) e entre as “empresas que mais cresceram” em quantidade de va-

gas abertas na comparação ao total de funcionários em 2012, com índice de 23,3% em contratações. “As grandes conquistas nos inspiram a desenvolver mais ações que levem aos nossos colaboradores tudo o que eles precisam. Uma pessoa motivada pensa no futuro e tem prazer em vir trabalhar”, ressalta a diretora corporativa de Recursos Humanos, Carla Marçal.

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Nova Unidade

Ourofino apresenta sua Fazenda Experimental Em estrutura própria, empresa reúne centros de capacitação profissional gratuito, de pesquisas veterinária e agrícola e criação de gado nelore de elite

Recepção e sede administrativa da Fazenda Experimental Ourofino, em Guatapará (SP)

Consagrada como a maior empresa brasileira de saúde animal e há três anos no mercado de defensivos para agricultura, a Ourofino Agronegócio dá um novo passo para o desenvolvimento do setor junto aos produtores rurais com a apresentação da Fazenda Experimental Ourofino. Localizada em Guatapará (SP), a 50 km da sede da Ourofino (Cravinhos), a área de 500 hectares possui completa estrutura para o

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estudo de novos produtos, desenvolvimento de projetos e parcerias, formação de pro-

fissionais, pesquisas e criação de gado nelore de elite. O complexo é divido em quatro

A Fazenda na internet Confira muitas outras informações, fotos e vídeos com os detalhes de cada atividade do local, em Fazendaexperimentalof.com.br

núcleos: Centro de Treinamento e Capacitação, Centro de Pesquisa Veterinária, Centro de Pesquisa Agrícola e Melhoramento Genético de Nelore. Todo esse trabalho é realizado por mais de 50 profissionais, entre eles, mestres e doutores em áreas relacionadas à saúde animal e à agricultura. A Ourofino trabalha para atender a necessidade de gerar o conhecimento que contribui para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.


“A tarefa é exercitada diariamente pelas equipes que atuam nas áreas administrativas e, também, por quem está no campo, em contato direto com os nossos mais de 10 mil clientes. Mas, para chegar à ponta desta cadeia, muitos processos são realizados antes disso e é lá, na nossa Fazenda Experimental, onde tudo começa”, comenta o sócio-fundador da empresa, Norival Bonamichi. Com este trabalho, a Ourofino também ganha agilidade nos processos de comprovação a campo, antes realizados exclusivamente por terceiros. Capacitação gratuita de mão de obra Investir nas pessoas que lidam com o agronegócio em todo o Brasil é um dos principais compromissos da Ourofino. Por isso, além dos treinamentos promovidos pelos técnicos da empresa nas propriedades brasileiras, a empresa investiu em uma escola própria para capacitação gratuita de mão de obra, com sede na Fazenda Experimental. O objetivo é oferecer formação profissio-

nal em cursos que promovam o desenvolvimento da pecuária e o uso de reprodução bovina. “A inseminação artificial é importante para a produtividade nas propriedades, mas se os profissionais não souberem realizá-la, os resultados saem abaixo do esperado e os produtores desperdiçam seu investimento. A técnica também é importante para o melhoramento genético dos rebanhos”, explica José Ricardo Maio, diretor da Linha de Reprodução Ourofino. Anualmente, serão mais de 500 pessoas treinadas no local em que também ficam hospedadas durante o período de sete dias do curso aplicado com toda a estrutura necessária para as aulas teóricas e práticas. Um dos diferenciais da capacitação oferecida na Fazenda Experimental é o credenciamento pela Asbia (Associação Brasileira de In-

Da teoria à prática, cursos gratuitos oferecem certificados

Alunos ficam hospedados em alojamento na Fazenda durante o curso

seminação Artificial) com o durante a aplicação da técnifornecimento de certificado ca e a importância da seleção de formação técnica. “Fiquei de animais”, comenta Isaias admirado pelo Pereira, inse“Anualmente, atendimento, minador em pela atenção serão mais de 500 uma fazenda que a empresa pessoas treinadas de Martinópotem com a genlis, cidade na no local em que te. Já fiz outros região de Presitambém ficam cursos de redente Prudente hospedadas” ciclagem, mas (SP). gostei muito Para a prádaqui (da Ourofino). O curso tica dos treinamentos, a Fareforça a higiene necessária zenda Experimental recebeu uma estrutura moderna com salas de aula, completa área de manejo, farmácia veterinária, laboratórios, alojamento e refeitório. O local é totalmente disponibilizado aos participantes para proporcionar a eles maior comodidade e aproveitamento. No auditório da sede administrativa do local, ocorrem as aulas teóricas. O espaço possui estrutura completa audiovisual, ar-condicionado, mesas e cadeiras para o conforto dos alunos. Durante a formação, os participantes passam a seOUROFINO NOTÍCIAS nº 26 Jan/Fev 2014

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Estrutura completa acomoda animais do Centro de Pesquisas

mana na Fazenda Experi- bovinos, ovinos e suínos. A mental Ourofino hospeda- estrutura física com instados em um alojamento com lações modernas foi desen11 quartos duplos, sendo volvida para aplicação da todos suítes com ar-condi- pesquisa com essas espécies, cionado e serviço de rouparia considerando o bem-estar completo. Para o descanso, a animal e a segurança dos área também possui sala de colaboradores no manejo”, explica Sandra Barioni, ditelevisão e copa. Em outubro deste ano, retora de PDI (Pesquisa, Desenvolvimento a Ourofino e Inovação), iniciou uma “Centro traz garantia responsável parceria com na qualidade pelo Centro a Coordenadas pesquisas de Pesquisa doria de AssisVeterinária. O tência Técnica desenvolvidas e Integral (Cati), maior controle nos trabalho realiórgão ligado à processos em menor zado no Centro traz como Secretaria de tempo” benefícios a Agricultura do garantia na Governo do Estado de São Paulo para a qualidade das pesquisas decapacitação de todos os 37 senvolvidas, o maior controle nos processos, em menor técnicos da instituição. tempo e com menor custo. A estrutura também traz O Centro de mais controle das atividades Pesquisa Veterinária executadas; oportunidade e Os estudos do Centro de segurança para realizar um Pesquisa Veterinária são con- estudo seguindo as diretrizes duzidos com animais de pro- oficiais do Mapa, as Boas Prádução, envolvendo bovinos ticas Clínicas e de Bem-Estar de corte, confinados e de lei- Animal; confidencialidade e sigilo das informações, resulte, além de ovinos e suínos. Em 2014, o Centro Ou- tados e projetos inovadores; rofino deve realizar mais de possibilidade de contratação 70 estudos para o desenvol- de pesquisadores diversos vimento e registro de novos de acordo com a especialiprodutos de uso veterinário. dade do estudo em questão; Até dezembro de 2013, fo- flexibilidade na aquisição de ram realizados mais de 60 estudos, traComitê de Ética balhando com uma equipe técnica qualifiO Comitê de Ética no cada para a execução Uso de Animais da Ourofino de acompanhamen(CEUA-OF), composto por oito tos clínicos no desenprofissionais que atuam com volvimento do animal, pesquisas e dois especialistas externos, trabalha exclusivasempre amparado mente para analisar os propelo seu órgão regujetos de estudos e garantir o lador. bem-estar dos animais utiliza“Os estudos comdos nas pesquisas do Centro preendem os queside Veterinária e nos cursos do tos de eficácia, seCentro de Treinamento progurança, atuação no movidos pela empresa. campo e desempenho zootécnico em

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animais que estejam nos padrões determinados, em um menor período de tempo; e a geração de conhecimento, aprendizado e sinergia com demais projetos. O Centro de Pesquisa Veterinária possui uma área de 120 hectares. A condução do trabalho é feita por dez profissionais qualificados, além do auxílio de estagiários de Medicina Veterinária. Todos atuam com a missão de desenvolver estudos clínicos com confiabilidade, qualidade, ética e que estejam de acordo com as normas e legislações nacional e internacionalmente reconhecidas,

preservando o bem-estar dos animais. “Nosso diferencial está na qualidade dos estudos clínicos já que detemos o domínio, controle e rastreabilidade de todas as etapas que envolvem as pesquisas com os animais. Contamos também com apoio e parceria de pesquisadores renomados que participam e atestam nossos estudos. Desta forma, temos a confiabilidade dos dados gerados e o alinhamento com as melhores práticas para a condução dos estudos”, destaca Vanessa Rizzi, supervisora

técnica do Centro de Pesquisa Veterinária. Pesquisas para a agricultura Com 10 hectares e previsão de ampliação, a estrutura do Centro de Pesquisas Agrícola foi desenvolvida para suprir as necessidades do trabalho de estudo de fórmulas e conta com laboratório para avaliação de resultados, escritório, sala para manipulação dos defensivos agrícolas e para calibração dos equipamentos de pulverização, sala para armazenamento dos produtos comer-

ciais e em testes e seis casas de vegetação. É essa estrutura completa e própria que torna o Centro Ourofino um trabalho de referência no Brasil. O objetivo é desenvolver novos produtos, novo posicionamento para os produtos já registrados e novas opções de manejo para as culturas brasileiras. A proposta é levar a solução ao agricultor para que ele tenha opções de produtos para todos os estágios da cultura, aumentando assim sua produtividade, com segurança ao aplicador e ao meio ambiente. “Uma de nossas missões


Do laboratório ao campo, Centro Agrícola testa novas soluções para agricultura

é garantir o posicionamen- ra que reconhece a aptidão to certo do defensivo agrí- da Ourofino para a emissão cola. Isso quer dizer, para de laudos de praticabilidao alvo (praga que comba- de agronômica e laudos de te) certo e para a cultura fitotoxidade (fenômeno ascerta. É importante para o sociado a alterações obseragronegócio, pois propor- vadas no desenvolvimento ciona eficiência no plantio, das plantas). São feitos estuno manejo da cultura e o dos de eficácia para herbiciaumento na produtivida- das, inseticidas, fungicidas de do agricultor”, detalha e adjuvantes para a emissão Edson Donizete de Mattos, destes laudos oficiais, com a gerente de Pesquisa Agrícola finalidade de obter o registro para comerciada Ourofino. lização. O Centro de “Com o Pesquisa Agrí“Conseguimos Centro consecola tem cadiminuir em até guimos dimipacidade para 12 meses o tempo nuir em até 12 realizar aproentre estudos e meses o tempo ximadamente elaboração do entre estudos e 250 estudos por ano. Nele, dossiê do produto” elaboração do dossiê do pronovas fórmulas duto formulapassarão por do. Em 2014, pesquisas dentro da Fazenda Experimental. com a implantação da BPL Os testes são feitos na área (Boas Práticas de Laboratópreparada especialmente rio), faremos também os estudos de resíduos e este tempara a prática. “Ganhamos muito com a po passará para 18 meses de maior agilidade dos proces- agilidade”, afirma a gerensos nos ensaios de eficácia, te de registro da Ourofino, antes realizados em tercei- Thais Clemente. ros. O tempo de protocolar e Genética de elite registrar o produto também diminuiu muito”, conta MaA participação direta da tos. As atividades do Centro Ourofino no mercado de meAgrícola são credenciadas lhoramento genético animal pela Ministério da Agricultu- teve início em 2005 com a

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aquisição de animais gene- lhor para o avanço genético ticamente superiores, dispo- da raça”, comenta o diretor níveis nos melhores criató- de Genética da Ourofino, rios da raça nelore do Brasil. Gustavo Ribeiro. “Com a seleção Ourofino já Estes animais e tudo o consolidada, que envolve a “Os animais a empresa é atividade estão referência na concentrados comercializados produção de são certificados e na estação de animais melhoos clientes recebem Melhoramenradores, particito Genético uma cartilha com pando de várias de Nelore, na as práticas de exposições e Fazenda Expeleilões, obten- manejo da Fazenda rimental Oudo resultados rofino, onde Experimental” expressivos e atuam 20 prooferecendo o que há de me- fissionais capacitados em di-


ferentes áreas, entre médicos veterinários, serviços técnicos e administrativos, cocheiros, tratoristas, aprendizes, estagiários, entre outros. “Todos os profissionais são capacitados para dar o suporte necessário ao animal para que ele consiga mostrar todo o seu valor genético”, completa Ingo Mello, gerente técnico na estação de Melhoramento. Na Fazenda, uma estrutura foi planejada estrategicamente almejando o maior

Local também reúne os campeões nelores de elite da Ourofino

desempenho animal, como a temperatura adequada do ambiente e o atendimento de perto para todos eles. Para atender às exigências e às regulamentações do

melhoramento genético da raça nelore, a Ourofino segue as normas e condutas técnicas da ABCZ (Associação Brasileira dos Criadores de Zebu). Todos os animais

comercializados são certificados (Certificado Sanitário, Reprodutivo e Nutricional) e os clientes recebem uma cartilha com as práticas de manejo utilizadas na Fazenda Experimental.


Equinos

Cuidado com as “feridas de verão” Controlar o índice de verminoses é fundamental para o bem-estar dos animais e para garantir a rentabilidade dos criadores

Você já ouviu falar na habronemose cutânea? Este nome complicado caracteriza a conhecida ferida de verão que atinge equinos, principalmente, nesta época do ano, quando a incidência de moscas é maior. A doença pode ser encontrada em todas as regiões do Brasil e acontece quando os insetos depositam larvas do nematódeo adulto Habronema spp e de Drashia megastoma na pele do animal. No ciclo da habronemose, o animal infestado libera as larvas no ambiente, junto com as fezes. As moscas agem como transportadoras dessas larvas até os equinos.

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A importância da vermifugação Além de causar a ferida de verão, o parasita também é um dos causadores das verminoses. Quando infestados, os animais podem apresentar sinais como pelo opaco e arrepiado, perda de peso, cólicas e diarreia. Em potros, a alta infestação parasitária pode causar menor taxa de crescimento e predispor a infecções secundárias, pela queda na imunidade destes animais. Uma importante ferramenta para identificar as parasitoses é a realização do exame OPG, a contagem de ovos por grama de fezes.

De acordo com a médica veterinária e coordenadora regional da Linha Equinos da Ourofino, Alice Teixeira Gonczarowska, o exame auxilia no controle parasitário e na determinação da frequência adequada de vermifugação em cada propriedade. “É importante colher amostras que representem pelo menos 10% de todo o rebanho e que os animais testados sejam de diferentes idades e vivam em diferentes locais da propriedade. Já o tratamento deve ser realizado em todos os animais”, explica Alice. A indicação é que os animais adultos sejam vermifugados a cada 90 dias, e os potros a cada 60, em média. Essa frequência pode variar em função do manejo, ambiente, trânsito de animais, entre outros fatores. A falta de cuidado é prejuízo certo. Waldir Beraldi, gerente geral do Haras Sacramento, em Avaré (SP), já fez as contas. “Se não ocorrer a vermifugação, nosso prejuízo pode ser enorme. O

animal perde peso e pode até morrer. Às vezes a preocupação com a nutrição, com a pastagem e com as vacinas é alta, mas as pessoas não se importam com um cuidado básico como combater as verminoses”, avalia. O haras abriga 120 equinos e o cuidado com a sanidade é alto. São 25 receptoras, oito são Quarto de Milha PO. “Trabalhamos com animais de qualidade e não investir na saúde deles pode colocar em risco o nascimento de novos potros, aumentando o índice de abortos”, diz Beraldi. Outra recomendação é alternar o princípio ativo dos vermífugos. “Rotacionar as bases utilizadas aumenta a eficácia e reduz as possibilidades de resistência dos vermes ao medicamento”. Os produtos MoxiDuo, Iver Gel Composto, Iver Pasta e Aba Gel Composto podem ser alternados, completando o ciclo de vermifugação nas propriedades”, indica Alice.

As lesões cutâneas são geralmente encontradas em locais que apresentam maior ocorrência de traumas, como nas partes inferiores dos membros, canto medial do olho e uretra. “A ferida caracteriza-se por grânulos ulcerativos com múltiplos focos de necrose coagulativa. Elas causam coceira e podem levar ao autotraumatismo”, conta a especialista em Equinos da Ourofino, Raquel Albernaz. Em outros casos, as moscas depositam a larva infectante ao redor da boca do equino, que engole o parasita. No estômago do animal, a larva infectante amadurece e novamente chega ao estágio adulto.


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Você sabia

l Muitas pessoas acham que éguas prenhas não podem ser vermifugadas. Alice explica que, na verdade, a vermifugação é muito importante para a saúde do potro. A égua deve ser vermifugada normalmente durante a gestação e 30 dias antes do parto. l Os potros também devem ser vermifugados, com uma frequência superior à de animais adultos, pela maior susceptibilidade desta categoria às infestações parasitárias. É importante sempre adequar a dose correta para o peso de cada animal.   l Outro mito é que potros não podem ser vermifugados com o produto Aba Gel Composto, pela presença do princípio ativo abamectina. “A confusão é feita pois esta molécula causa toxicidade em bezerros, já que os mesmos nascem com a barreira hematoencefálica aberta. Já na espécie equina, isso não acontece, pois a membrana se apresenta fechada nos potros e, por isso, o princípio ativo não atinge o sistema nervoso do animal’, explica a diretora da Linha Equinos, Silvia Tarumoto.

Pet

Cães e gatos sem carrapatos e pulgas Ourofino lança o NEOPet para o cuidado dos animais de estimação “Amigos se divertem juntos, viajam juntos, compartilham momentos juntos”. É para cuidar dessa relação entre os bichos de estimação e seus donos que a Ourofino Saúde Animal apresenta ao mercado uma nova opção contra carrapatos e pulgas: o NEOPet. O novo produto é indicado para combater e controlar infestações causadas pelos ectoparasitas Rhipicephalus sanguineus (carrapato) em cães e Ctenocephalides felis felis (pulga) em cães e gatos. O NEOPet leva ao consumidor mais tranquilidade na rela-

ção cada vez mais próxima com seu animal, livrando-a das pragas do ambiente, que podem atrapalhar essa amizade. “Nada pode atrapalhar essa relação. O NEOPet oferece a segurança para uma convivência mais próxima entre o pet e seu dono, como uma nova opção do fipronil no mercado”, comenta Christiane Milan, supervisora de Marketing da Linha Pet Ourofino. O lançamento tem apresentações que variam de acordo com o peso do animal e é aplicado exclusivamente na pele (via tópica).

Altas temperaturas Carrapatos sobrevivem bem em variadas condições climáticas, inclusive nas temperaturas mais baixas. Porém, umidade e temperaturas altas favorecem sua reprodução e seu ciclo de vida, que nessas condições tende a ser mais curto. Segundo a médica veterinária Andrea Savioli, as in-

festações ocorrem pela exposição do animal a ambientes contaminados e se estendem na ausência dos tratamentos carrapaticidas, que devem ser feitos tanto no animal quanto no local em que ele vive. “As formas imaturas dos carrapatos ficam por vários dias em abrigos no ambiente para complementar seu estágio de desenvolvimento”, completa Andrea.

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Bovinos

Fórmula inédita contra os carrapatos Colosso FC30 tem efeito knock down nos parasitas externos Os carrapatos são grandes inimigos dos pecuaristas. A ação desses parasitas traz prejuízos ao animal e ao bolso do criador. Segundo dados da Embrapa, os carrapatos podem gerar perda de US$ 3,951 bilhões ao ano aos criadores brasileiros. “O mercado oferece diferentes opções para combater as infestações nos animais, mas, assim como acontece com os medicamentos humanos, os parasitas estão criando resistência às fórmulas já existentes”, explica o professor Alvimar José da Costa, do Centro de Pesquisas em Sanidade Animal da Unesp de Jaboticabal. Pensando no problema enfrentado pelos produtores, a Ourofino Saúde Animal oferece o Colosso FC30. Com fórmula inédita, o produto associa os ativos Fenthion, Cipermetrina e 30% de Clorpirifós no combate aos parasitas externos mais resistentes aos tratamentos convencionais. “Quando o tratamento não é capaz de matar os carrapatos, eles podem descer dos bovinos e fecham seu ciclo no campo, reproduzindo-se e colocando até 5 mil ovos que darão origem a novos carrapatos. Alguns produtos derrubam-os e não os matam. Desta forma, o ciclo não é interrompido. O grande diferencial do Colosso FC30 é que ele provoca o knock down, ou seja, os carrapatos caem mortos do animal após a aplicação, independente da etapa de vida deles”, explica o diretor técnico da Ourofino, Marcus Rezende. O diretor de laticínios da Cooperativa de Santa Rita do Sapucaí (MG),

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Macho neandro 13º a 20º dia

Metaninfa 9º a 16º dia

Fêmea neógina 13º a 20º dia

Ninfa 5º a 13º dia

Fêmea ingurgitada cai no solo e leva de 2 a 90 dias para iniciar oviposição

Metalarva 4º ao 7º dia

Partenógina 16º a 34º dia

Teleógina 18º a 35º dia

Quenógina oviposição: 15 dias Ovipõe 2000 a 4000 ovos.

Neolarva 1º ao 3º dia

Larva infestante de 60 a 200 dias até subir no animal

Ovos (incubação) Eclosão: 7 a 13 dias

Ciclo biológico do Carrapato (Rhipicephalus [Boophilus] microplus)

José Roberto Vilela, revela que o produto é o que o pecuarista esperava. “É o que precisávamos para o nosso gado. Um produto que mata o carrapato e não permite que ele se desenvolva no campo”.     Mais vantagens   O Colosso FC30 combate também bernes e moscas-dos-chifres. Esses parasitas, segundo Rezende, prejudicam o desenvolvimento dos animais que perdem peso, ficam sujeitos a contrair mais doenças e provocam perdas na qualidade do couro, reduzindo a rentabilidade ao produtor. Outra vantagem é não promover alterações clínicas, dermatológicas ou bioquímicas nos bovinos, o que o

torna seguro acima dos índices recomendados pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O período de carência gerado pelo uso do Colosso FC30 é outro diferencial. O leite pode ser consumido após três dias e a carne após 14 dias. “A carência é baixa e o controle que ele promove é alto, resultado de moléculas boas, de um produto moderno”, avalia Gilberto Borgio, proprietário da revenda Boa Safra, de Ji-Paraná (RO). Sebastião Garcia Neto, pecuarista da Senepol 3G, atesta a qualidade do produto. “O Colosso FC30 é muito eficiente. Os carrapatos não são apenas uma questão de controle sanitário, diminuin-

do o desenvolvimento dos animais. Eles prejudicam a aparência deles e quando falamos em um criatório que é referência em animais limpos, não podemos ter esses parasitas”, avalia. O produto é comercializado em embalagens de 25 ml, 250 ml e 1 litro. Cada 25 ml devem ser diluídos em 20 litros de água, usados em bombas costais para a aplicação por meio de pulverização. Mais informações disponíveis no site Colossofc30.com.br.


Agrociência

Ourofino na luta contra Helicoverpa Empresa lança site “Operação Helicoverpa Aqui Não” para auxiliar o agricultor no combate à lagarta

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A lagarta Helicoverpa armigera tem se mostrado a verdadeira inimiga

dos produtores de soja, milho, algodão e outras culturas no Brasil para a próxima safra. De olho nos desafios do agronegócio e na busca constante por oferecer soluções ao agricultor, a Ourofino Agrociência lança o site “Operação Helicoverpa Aqui Não” (www.ohan.com.br). No portal informativo, o produtor tem acesso ao

conteúdo exclusivo sobre a lagarta que, segundo a Embrapa, têm surpreendido produtores e pesquisadores por seu poder de destruição das lavouras. “O objetivo é alertar e interagir com os agricultores. A página apresenta dados consolidados sobre o desenvolvimento da praga, um mapeamento dos locais onde ela foi iden-

tificada no Brasil, artigos técnicos de especialistas no assunto e um fórum em que o produtor pode interagir com os técnicos da Ourofino”, apresenta o gerente de marketing da Ourofino Agrociência, Everton Molina Campos. Acesse a página e cadastre-se para saber mais sobre a Helicoverpa. A batalha já começou!

O líquido que protege o canavial Inseticida DiamanteBR combate as cigarrinhas e traz o melhor diferencial para o campo: sua aplicação Na hora da aplicação, além da qualidade do produto, a facilidade também conquista o agricultor. É esse processo que diferencia o inseticida DiamanteBR dos demais encontrados no mercado. “Por ele ser líquido e de fácil homogeneização da calda, o produto não decanta no tanque, consequentemente, dosar a quantidade para a aplicação se torna mais fácil”, garante Antonio Nucci, engenheiro agrônomo e gerente técnico da Ourofino Agrociência. O DiamanteBR, à base de imidaclopride, comba-

te as cigarrinhas-das-raízes (Mahanarva fimbriolata), uma das piores pragas que afetam a cana-de-açúcar. Sua ação atinge o sistema nervoso dos insetos, causando a morte. As cigarrinhas são mais frequentes após a colheita da cana crua e trazem prejuízos para os produtores. Esses insetos extraem grandes quantidades de água e de nutriente das raízes, prejudicando o crescimento da cana. “Ao sugarem a seiva das raízes, injetam saliva no local onde são armazenadas a água e as substâncias que se transformarão em nutrientes

para a planta. A saliva liberada é tóxica para a cultura, causando necrose nos tecidos. O canavial fica completamente seco, com aspecto queimado”, explica Nucci. O problema com a praga começa na época úmida e a aplicação do DiamanteBR deve ser feita quando a cana ainda está baixa (com três a quatro meses do plantio). Segundo Nucci, outro ponto importante para o produtor é o direcionamento do jato na plantação. “Recomendamos aplicar 30% no caule da planta e os outros 70% direcionado ao solo próximo ao caule – local onde se

concentra a maior parte das raízes e consequentemente mais praga. Esse direcionamento é muito importante no processo”, indica. Ricardo Desordi, gerente comercial da Ourofino Agrociência, reafirma o diferencial do produto e garante sua disponibilidade para os produtores. “Hoje são poucas as opções de produto para o manejo de cigarrinha e o DiamanteBR é destaque como um dos principais produtos para o controle. Nosso produto está disponível nos principais estados produtores de cana no Brasil, com exceção do Paraná”, detalha Desordi. OUROFINO NOTÍCIAS nº 26 Jan/Fev 2014

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Suínos

Incentivo ao mercado suinícola Amilton Silva, diretor da Ourofino, fala sobre a parceria com a ABCS

A parceria entre a Ourofino e a ABCS (Associação Brasileira dos Criadores de Suínos) tem como objetivo estimular e desmitificar o consumo da carne suína entre os brasileiros. Dados da associação revelam que quanto maior o índice de desenvolvimento humano dos países, maior é o consumo médio da proteína. Na União Europeia, a média de consumo anual é de 45 quilos por pessoa. No Brasil, o potencial de crescimento é grande, mas ainda não passa dos 15 quilos consumidos por pessoa. Em entrevista, o diretor da Linha Aves e Suínos da Ourofino, Amilton Silva

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(foto), fala sobre a importância desta integração para o mercado de suinocultura. A Ourofino é parceira da ABCS. Como funcionam esta relação e os trabalhos realizados, e por que é importante esta parceria para o mercado?   Amilton – A parceria se dá pela união de objetivos: defender toda a cadeia de produção de carne suína, desde o apoio aos produtores de suínos até a conscientização das pessoas sobre os inúmeros benefícios que esta proteína animal oferece. A ABCS criou o Programa Na-

cional de Desenvolvimento da Suinocultura (PNDS) que visa aumentar o consumo da carne suína pelos brasileiros, desenvolvendo inúmeras ações e parcerias. Uma dessas ações foi a Semana Nacional da Carne Suína, comemorada em outubro de 2013, e a Ourofino entende que os benefícios são para toda a cadeia suinícola brasileira, pois somos uma empresa provedora de soluções em saúde animal e investimos em qualidade, produção e consumo em todos os sentidos. Como os produtores brasileiros devem se programar para atender mercados internacionais?          Amilton – O Brasil é o terceiro maior produtor mundial e o quarto maior exportador de carne suína. Para ganharmos novos mercados, precisamos aumentar a nossa transparência nas medidas sanitárias e fitossanitárias. O país precisa melhorar as rodovias que acabam encarecendo o custo de produção por aumentar os custos do milho e da soja (base da alimentação suína), dificultando o escoamento da produção, aumentando o tempo de viagem e diminuindo a qualidade do produto. Os custos portuários no Brasil são praticamente 70% mais caros que os custos dos portos na Europa. Assim, o produtor fica menos competitivo e com mais dificuldades de acesso aos principais mercados mundiais. Aqui, sabe-se produzir com qualidade, mas

é preciso apoio governamental muito forte para desoneração de folha de pagamento, tributações, acordos coletivos sobre os preços das principais commodities para que não encareçam ainda mais o custo de produção e deixem a suinocultura mais competitiva. Quais os serviços que a Ourofino oferece aos produtores para contribuir para o mercado de produção suína?   Amilton – A Ourofino oferece ao mercado da suinocultura o PO$ (Programa Ourofino de Suinocultura). Trata-se de uma ferramenta que disponibilizamos para o produtor planejar as melhores soluções para os problemas sanitários que enfrenta com as patologias entéricas, respiratórias, nervosas e reprodutivas. Este programa oferece condições para que os suinocultores possam tomar decisões estratégicas, maximizando a rentabilidade e o investimento feito. Recentemente, criamos o programa Ourofino Sinergia que disponibiliza a eles todo o conhecimento dos consultores da empresa para que os nossos clientes sintam-se satisfeitos não só com a renomada qualidade dos nossos produtos, mas com a nossa preocupação no desenvolvimento de parcerias em longo prazo. Isso faz com que a sinergia possa aproximar as pessoas, melhorar os processos e trazer benefícios econômicos para todas as partes.


Atacado

LEITE DE QUALIDADE Mastifin trata a mastite das vacas e mantém rebanho saudável

Mastifin é líder de mercado no tratamento à mastite

A mastite clínica é visual e fácil de ser detectada durante a ordenha das vacas. Para identificar o problema, basta observar o inchaço, a temperatura e a vermelhidão do úbere, além de realizar o tradicional teste da caneca de fundo escuro. Estudos indicam que quase 40% dos problemas leiteiros estão ligados à mastite e que três em cada 10 vacas apresentam a inflamação. Uma das principais causas da mastite é o ambiente. Com o início das chuvas, a preocupação aumenta. “A época das águas traz de volta o barro, que junto com as fezes faz proliferar os micro-organismos e isso em contato com o teto contribui para a infecção dos animais”, afirma o médico veterinário e supervisor técnico da Ourofino, Gustavo Paranhos. A saúde do rebanho significa mais lucro para a cadeia leiteira. O pecuarista tem mais leite e melhor preço. Já a indústria tem mais rendimento e tempo de prateleira e o consumidor ganha mais qualidade. A Ourofino Saúde Animal é preocupada com a eficiência no dia a dia dos produtores e oferece, desde os primeiros anos de mercado, o Mastifin para o tratamento das mastites. “Sua formulação é composta por um antibiótico para matar as bactérias e um mucolítico para ajudar na retirada das secreções. Com essa combinação, a cura é ágil e a vaca volta rapidamente para a produção”, explica Paranhos.

Quem usa Os bons resultados do Mastifin conquistaram os pecuaristas de leite. Desde 2008, foram comercializadas mais de 7 milhões de bisnagas do produto, o que o tornou líder de mercado. Hernane de Paula Elias é um dos clientes do antimastítico. Ele trabalha com o produto desde sua formação em medicina veterinária há 15 anos. Atuando na Cooperjac, na cidade de Jacui (MG), o profissional indica o antimastítico para os mais de 300 produtores da cooperativa. “O custo-benefício do Mastifin é excelente. O uso é importante para evitar a queda de produção e não ter danos nas glândulas mamárias, já que isso provoca a desvalorização e até o descarte da vaca”, comenta Elias. A valorização do preço do leite fez muitos produtores se preocuparem mais com a prevenção de doenças. O atacadista BCR Comércio e Indústria, do interior de Minas Gerais, atua em todo o Brasil e registrou aumento de 50% nas vendas do antimastítico Mastifin no primeiro semestre de 2013. “Quando o mercado do leite está positivo, todos investem na prevenção de problemas leiteiros como a mastite. Esse é um produto com ótimo custo-benefício para este tratamento”, afirma o gerente de suprimentos da empresa BCR, Antônio Mauro Abreu Ferreira. OUROFINO NOTÍCIAS nº 26 Jan/Fev 2014

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