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ANO 2 MAIO /JUNHO 2009 - Nº 6

Subsídio Religioso • Jornal O TRANSCENDENTE • Serv. Missão Jovem, 1079 • Florianópolis • SC • 88020-001 • Fone: (48) 3222-9572

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mpliando a capacidade investigativa e compartilhando experiências, tornando-as objeto de estudo, contribuímos com a nossa formação dentro do ambiente de trabalho. Ao transformarmos a prática em material de estudo e ingrediente fundamental para o nosso crescimento, vislumbramos o quanto podemos oferecer aos nossos alunos em favor do seu pleno desenvolvimento. (Arte-educadora Mônica de Menezes Couto) Foi-se o tempo em que o professor sabia tudo e que trazia a aula pronta para ser dada aos alunos. Foi-se o tempo em que o professor era o agente ativo e o aluno o agente passivo no processo de ensino-aprendizagem. Foi-se o tempo em que o professor detinha-se a avaliar os trabalhos dos seus alunos apenas pela apresentação e conteúdo desenvolvido. Hoje sabemos que as produções dos alunos vão muito além de meras aparências. Elas são cheias de significados. Revelam vocações, talentos, anseios, traduzem apelos, modos de ser e exprimem sonhos de futuro. Com o avanço do mundo das tecnologias, dos saberes múltiplos e das inúmeras concepções pedagógicas como orientadoras para o melhor processo de ensino-aprendizagem, não é mais possível aceitar um professor de ER que não esteja inserido no contexto da atualidade. Através de depoimentos de diversos profissionais do ER de várias partes do Brasil, é possível perceber o quanto esta disciplina já avançou em termos de reconhecimento pelas atuais propostas curriculares, como também é fácil perceber o quanto ela ainda precisa avançar em termos de prática pedagógica e concepção educativa.

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Para começar, a educação é um vasto campo de possibilidades para a edificação do ser humano integral. Se o agir do professor se limitar ao simples repasse das lições propostas pelo livro didático, com certeza não acontecerá um aprendizado que visa o pleno desenvolvimento do educando. Palavras como: motivação, investigação, interpretação, argumentação e transformação fazem parte da dialética de construção de novos saberes, afinal, nem tudo que é “posto” pode ser entendido como produto final para a construção do conhecimento. É preciso, muitas vezes, quebrar paradigmas, romper com idéias cristalizadas, reler teorias e reconstruir novas formas de pensar e agir.

Vejamos um bonito exemplo: Sofia, aluna da 6ª série, trouxe para a sala de aula um lindo texto que falava da bondade de Deus para com suas criaturas – o texto afirmava que todas as pessoas foram criadas para serem felizes. Durante vários dias a professora estava percebendo que Roberto, aluno da mesma turma, estava angustiado durante a exposição das aulas. Nas atividades que requeriam desenhos, Roberto pintava de preto suas imagens. Por estar enfrentando muitos conflitos dentro de sua casa com a separação dos seus pais, Roberto não conseguia entender aquelas palavras como sendo orientações para a sua experiência pessoal de vida. Roberto estava revoltado com as coisas que estavam acontecendo em sua casa e achava que Deus não estava sendo justo com ele. A professora, então, propôs uma conversação sobre o tema “relacionamentos”, entre toda a turma, com o objetivo de buscar, entre os próprios educandos,

uma resposta que pudesse acalentar a ansiedade de Roberto. Com a utilização desta ferramenta pedagógica, muitos outros testemunhos de problemas familiares surgiram na turma e Roberto observou que não estava sozinho nessa situação. Roberto percebeu que as controvérsias podem acontecer e que elas fazem parte do dia a dia de todas as famílias. Ao final da conversa, a professora sugeriu que cada aluno expusesse uma idéia para ajudar Roberto a compreender a dificuldade pela qual ele estava passando. O resultado foi muito positivo, pois, além de construírem um conhecimento a respeito das variações nos relacionamentos humanos, os alunos vivenciaram um momento de sincera solidariedade para com o colega. Os alunos puderam concluir que problemas sempre existem na vida das pessoas de todas as culturas, de todas as etnias e de todas as religiões, mas que existem também alternativas de compreensão e entendimento para o restabelecimento das relações através das virtudes do diálogo, da tolerância e do respeito. E mais, os alunos concluíram que Deus criou, sim, suas criaturas para serem felizes mas, que as pessoas, por muitos motivos ou razões, muitas vezes se desviam das propostas de entendimento e de paz.

Caro (a) professor (a): Seja observador e investigativo. Procure ver além das aparências dos seus alunos, ou melhor, faça uma “leitura especial” das suas aparências. A habilidade de estar com todos os sentidos bem atentos, com certeza, o impelirá a uma atitude investigativa, inteligente e promotora de um ensino-aprendizagem impregnados de intencionalidade realmente educativa.

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PLANO DE ATIVIDADE I

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preconceito étnico-racial ainda é uma realidade muito presente em nosso meio. Ele é fruto de uma cultura equivocada vivenciada ao longo da nossa história que avaliava as pessoas pela cor da pele, pelo poder aquisitivo, pelo nível social e até mesmo pela sua denominação religiosa. Isto nos leva a deduzir que na criança o preconceito é reflexo do que ela

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vivencia em seu meio familiar e comunitário. Diante disso é preciso um olhar atento e vigilante por parte dos educadores para não deixar surgir nas crianças o sentido da desigualdade. A escola é o lugar por excelência para um aprendizado que preconize a igualdade das pessoas. Elaborar projetos e atividades que levem à compreensão da diversidade, da convivência respeitosa e da riqueza cultural e religiosa dos povos é, sem dúvidas, um importante instrumento na construção de uma geração sem preconceitos e livre da discriminação.

UM POUCO DA ÁFRICA NO BRASIL

Queridos amiguinhos: Quando chegaram ao Brasil, nossos irmãos negros trouxeram muitas riquezas culturais. Eles cantavam um canto diferente, dançavam de modo diferente, faziam comidas diferentes e até rezavam de modo diferente. Vamos conhecer melhor estas riquezas:

A riqueza da Religiosidade Africana:

Vários santos da religião católica passaram a fazer parte da religiosidade do povo que veio da África. Eles colocaram nos santos os nomes dos seus “orixás”, que significa “divindades”. São Jorge recebeu o nome de Ogum, que quer dizer “guerreiro”.

Atividades: 1. Veja a imagem de São Jorge - Ogum e escreva ao lado dela o que mais lhe chamou a atenção:

2. Maria, mãe de Jesus, recebeu o nome de Iemanjá, pelo povo africano. Iemanjá é apresentada com roupa um pouco diferente de Maria. Para os africanos ela é conhecida como “Rainha das Águas” – mares e rios.

Desenhe, ao lado de Iemanjá, a imagem que você conhece da mãe de Jesus que, para os católicos, é também conhecida como “Nossa Senhora”. Competências e habilidades: Reconhecer a diversidade religiosa como um patrimônio cultural e desenvolver a virtude da convivência e da solidariedade com amiguinhos de outras etnias.

A maravilha das Músicas e das Danças de Origem Africana: As danças africanas foram introduzidas no Brasil - colônia pelos escravos que trouxeram com eles sua música, sua dança, seus instrumentos e um universo cultural muito bonito.

Atividades:

As crianças trarão de casa objetos com os quais possam fazer batucadas: latinha, pauzinho, casca de coco, garrafinha de plástico com pedrinhas (chocalho), berimbau, entre outros. 1. Cantando em ritmo de batucada, complete as frases/cantos a seguir: • Batuque na cozinha a Sinhá num qué, por causa do batuque eu quebrei meu.......... • Morena de Angola que traz o chocalho amarrado na canela, será que ela mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ... • Lata d’água na cabeça lá vai Maria , lá vai ............ Sobe o morro e não se cansa, pela mão uma criança, lá vai .... • Samba-lelê tá doente, tá com a cabeça quebrada. Samba-lelê precisava, é de uma boa ...........

2. Vamos fazer um festivo “Samba de Roda”: • Todos em roda, batendo palmas e marcando ritmo com os pés ... 1, 2, 3. • O (a) professor (a) vai ao meio e canta uma frase para ser repetida pelos alunos, seguindo o ritmo 1, 2, 3. • Pode-se entoar um canto que já existe ou imprimir um ritmo de capoeira ou de samba. Todos repetem a frase cantando vibrantemente. • Em seguida uma criança vai ao meio e também faz o seu canto, com a frase que desejar. Todos repetem a cantoria. • A brincadeira termina quando todos passarem pelo meio da roda. Competências e habilidades: Reconhecer ritmos da origem africana como parte da cultura do nosso país e adquirir princípios de cadência rítmica.

As delícias da Culinária Africana

Atividades:

1. O povo africano contribuiu muito para a elaboração das comidas brasileiras. Veja abaixo os alimentos de origem africana e circule os que você mais gosta.

2. A feijoada é um delicioso prato brasileiro de origem africana. Quando os patrões, donos das fazendas, matavam um porco, os escravos aproveitavam as partes do porco que eram jogadas fora e colocavam no seu cozido de feijão. Humm!!! Que delícia, surgiu assim a feijoada brasileira! • Se cada ingrediente da feijoada fosse um valor, com quais valores você faria uma deliciosa feijoada para distribuir para as crianças pobres do Brasil? Escreva os ingredientes abaixo do caldeirão. Competências e habilidades: Conhecer a história da feijoada brasileira como contribuição do povo africano e saber fazer analogia de temas para a realização do aprendizado.

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PLANO DE ATIVIDADE II

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lá, Professor (a): As religiões são repletas de comemorações e celebrações. No Brasil, pela vasta pluralidade cultural religiosa, há muito que se comemorar. Através da predominante colonização européia em nosso país, herdamos a riqueza das manifestações de fé e de religiosidade cristãs traduzidas nos cultos, nos ritos e, de modo especial, na religião católica, nas procissões e na devoção aos santos. Com a vinda dos negros escravos, no período colonial, as tradições religiosas cristãs foram adotadas pelos africanos para novos matizes. Com sua expressiva religiosidade, relacionaram seus orixás – divindades africanas, aos santos da igreja católica. Na verdade

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o que aconteceu com a religiosidade dos africanos, em terras brasileiras, foi um sincretismo religioso, ou seja, um misto de uma devoção com a outra, por pura proteção. Os negros eram impedidos pelos seus senhores de manifestarem culto às suas divindades de origem. Hoje, as expressões religiosas africanas ganharam respeito, credibilidade e passaram a fazer parte da cultura brasileira. Por esta razão temos muito a conhecer, a aprender e muito a comemorar. Relembrando: No Brasil o sincretismo serviu como poderosa arma para os negros manterem suas tradições. Sem isso, provavelmente, não teriam podido manter os traços religiosos que ainda hoje se conservam.

S ão C osme

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S ão D amião Atividade:

Segundo relatos católicos, Cosme e Damião eram dois irmãos médicos, muito caridosos, que realizavam muitas curas especialmente entre as crianças. Também são conhecidos como “santos pobres”, pois não aceitavam pagamento em troca de seus serviços de saúde com o objetivo de converter os pagãos para a fé cristã. No Candomblé, Cosme e Damião são representados como “ibejis”- divindade que rege a alegria, a inocência e a ingenuidade da criança. Por essa razão, nessa festa são distribuídos doces para as crianças. Na Igreja Católica, os santos Cosme e Damião são comemorados no dia 27 de setembro, com celebração de missas em várias igrejas do país.

• Recortar tiras de papel e escrever as seguintes palavras: gêmeos, meninas, santos, maldosos, pobres, religiosos, dançarinos, amigos, médicos, dentistas, ibejis, candomblé, cristãos, budistas, judeus, crianças, idosos, justiça, injustiça, 27 de setembro, 12 de outubro, 25 de dezembro, protetores, igreja católica, Cosme e Damião, João e José, Tiago e Pedro, doces, salgados. • Cada aluno (a) pegará uma tira e, seguindo a ordenação do

professor (a), e, em plenário, fará relação do que está escrito e o tema que está sendo trabalhado – a palavra escrita tem a ver com Cosme e Damião? Justifique sua resposta.

• Ao final a turma poderá elaborar cartazes com desenhos relativos a essa bonita festa e seus valores.

A s C ongadas O congado, também chamado de congo ou congada, é uma dança que representa a coroação do “Rei do Congo”, país africano de onde vieram muitos negros para serem escravos no Brasil. Ela é uma mistura de costumes católicos com ritmos africanos em movimentos variados, acompanhado de um cortejo compassado, cavalgadas, levantamento de mastros e música. As alegorias utilizadas são ornadas com muitas cores. O ponto alto da Congada é a coroação do Rei do Congo e os instrumentos musicais tradicionalmente utilizados nessa festa são: a cuíca, a caixa, o pandeiro e o reco-reco. As congadas, com seu sincretismo, são festejadas em várias regiões do Brasil, geralmente no mês de outubro, por ocasião da festa de Nossa Senhora do Rosário e de outros santos.

Atividade 1: Ritmo e forma

Pesquise sobre os instrumentos tradicionais das Congadas: cuíca, caixa, pandeiro e reco-reco. • Reunir a turma e, com materiais simples, encontrados em casa, e com a orientação do (a) professor (a) de artes, confeccionar esses instrumentos de percussão com materiais de sucata e criar um evento na escola onde o ritmo das congadas poderá ser apresentado.

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Atividade 2: Jogando com Cores

• Lembrando as cores das congadas, vamos utilizar fitas ou tiras de papel de vários tons. Cada educando receberá uma fita (poderão receber cores repetidas).

• A partir do aprofundamento do texto o (a) professor (a), elaborará várias perguntas sobre o tema e escolherá uma “cor” para respondê-la. Esta atividade poderá ser adequada para dois grupos, em forma de jogo. O grupo que acertar mais respostas ganhará o jogo.

• Ao final do jogo, as fitas ou tiras coloridas poderão ser fixadas em um mural na sala de aula ou varais, marcando, deste modo, a construção de mais um conhecimento. • O(a) professor(a) poderá enriquecer a aula levando cds com ritmos de congada e figuras que demonstrem esta bonita festa de origem africana que transformou-se em cultura brasileira.

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PLANO DE ATIVIDADE III

TEMA : Afro-descendência.

EIXO ORGANIZADOR: Ethos. CONTEÚDOS: A contribuição da cultura africana para a formação da cultura brasileira. TRANSVERSALIDADE: Ética e Pluralidade Cultural. INTERDISCIPLINARIEDADE: Ensino Religioso, Educação Artística, Língua Portuguesa, História, Geografia, Educação Física.

No Ritmo da Capoeira

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apoeira é um diálogo de corpos, eu venço quando o meu parceiro não tem mais respostas para as minhas perguntas” – diz o mestre em Capoeira. O jogo da Capoeira na forma amistosa, ou seja, na roda, é verdadeiramente um diálogo de corpos. Dois capoeiristas partem do “pé” do Berimbau e iniciam um lento balé de perguntas e respostas corporais, até que um terceiro “compre o jogo” e assim desenvolve-se, sucessivamente, até que todos entrem na roda. Uma boa roda de Capoeira acontece quando todos os envolvidos, ainda que poucos estiverem participando com vontade, dando corpo ao acompanhamento musical e aumentando assim a motivação daqueles que jogam. A Capoeira foi trazida ao Brasil pelos escravos como uma luta em forma de dança, que tornou realidade um sonho da liberdade dos negros. Ela é uma luta de defesa e de ataque em que os praticantes usam os pés e a cabeça,

sendo as mãos os membros de menor uso, mas não de menos importância. Nas lutas tradicionais, travadas pelos europeus, somente as mãos eram usadas. Podemos concluir que a estratégia de lutar com os pés, praticada pelos escravos, era de suma importância na luta com os europeus, que terminavam derrotados por falta dessa habilidade. Na verdade, os brancos não tinham a menor chance nesta modalidade de luta com os negros. O exercício dessa luta entre os negros sofreu pressão da Polícia e da Milícia Republicana. Os negros então buscaram uma solução para disfarçar a Capoeira, agregando mímicas e danças acompanhadas de músicas. Quando o feitor passava pelos negros “Brincando de Angola”, batia palmas e achava bonita “a brincadeira”, sem perceber que eles estavam praticando a proibida Capoeira. Em forma de divertimento e esporte, a Capoeira é praticada até os dias de hoje como forma de atividade cultural educativa.

Construindo o Conhecimento Atividade 1: Capoeira

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Após ler o texto acima e comentar sobre ele, responda: Das frases a seguir, descreva o que você entendeu sobre elas: Capoeira é um diálogo de corpos; Capoeira é um balé de perguntas e respostas corporais; Capoeira é divertimento e esporte; Capoeira: Brincando de Angola; Capoeira: Luta em forma de dança; Capoeira: Realidade de um sonho de liberdade dos negros.

Atividade 2: Umbanda e Candomblé Umbanda e Candomblé são religiões trazidas da África. Ao chegarem ao Brasil, elas sofreram algumas modificações. Em grupo, estudem os conteúdos apresentados pelo jornal sobre o tema e respondam: • Quais modificações essas religiões sofreram ao chegarem ao Brasil e quais foram as razões para as referidas adaptações. Pesquise também no site: www.otranscendente.com.br e na primeira edição de 2009 do jornal OT.

Atividade 3: COMPONDO POESIA Em grupo, com as palavras: Malagueta, canjica, caruru, feijoada, mandioca, coco, café – que são alimentos da cozinha afro-brasileira, criar uma poesia e, em ritmo de capoeira, apresentar a produção para a turma. Este evento será um momento de muita riqueza cultural e construção do conhecimento.

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Atividade 4: Projeto - Religiosidade Ritmos e Sabores afro-brasileiros

cultura vinda da África, somada aos costumes do Brasil com os povos indígenas e sob a influência dos povos europeus, fez surgir, a partir do período colonial, a riquíssima cultura brasileira. Além da forte religiosidade, o povo africano trouxe ainda ritmos e sabores diferentes para a nossa terra. Em grupo, pesquisem sobre os temas: “religiosidade, ritmos e sabores” e elaborem um bonito trabalho para ser apresentado, na modalidade de exposição em sala de aula ou na escola:

• Convidem representantes das religiões

de matriz africana para prestarem palestras para a turma. Combinem previamente quais perguntas serão feitas ao palestrante.

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Apresentação de músicas e ritmos com instrumentos como: pandeiro, caixa, reco-reco, atabaques, berimbau, chocalho, pandeiro, entre outros.

• Exposição e degustação de alimentos da cozinha africana como: canjica, pamonha, feijoada, vatapá, caruru, entre outros. Não se esqueçam de envolver toda a comunidade escolar neste projeto! Complemente suas aulas com o livro: Educando para a vida: • África – problemas e esperanças – página 77.

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O Transcendente - Encarte Pedagógico 6  

Edição Maio/Junho 2009