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índice Diretoria Executiva

Ano VI - nº 57

Presidente Dr. Cyrilo Luciano Gomes Junior 1º Vice Presidente Silvio Trajano Contart 2º Vice Presidente Daniel Credidio Brandão Barbosa de Oliveira Secretário Geral Everaldo S. Rodrigues da Silva Secretário Adjunto Cesar Augusto Campez Neto Diretor Financeiro Julio Cesar Risso Diretor Financeiro Adjunto José Cesar Ricci Diretor Jurídico Fabio Mesquita Ribeiro Diretor Jurídico Adjunto Luis Antonio Panone Diretor Patrimônio Nelson Jacintho Diretor Institucional Eduardo Antonio da Silva

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Conselho Fiscal

Presidente Cyrilo e os desafios para 2014

Março 2014

Fiscal Presidente Afonso Reis Duarte Fiscal Relator Aguinaldo Alves Biffi Fiscal Membro Edilberto Janes Suplente Luiz Camperoni Neto Suplente Raul Marmiroli Suplente Roberto Abdul Nour Conselho Deliberativo

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2008-2014, os seis anos da Revista Movimento Vivace

Presidente Dr. Dirceu José Vieira Chrysostomo Vice-Presidente Idelson Costa Cordeiro Secretario Luiz Henrique Pacini Costa Conselheiros

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VIDA DE MÚSICO “Conheça sua Orquestra”

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NAS SÉRIES “Concertos Internacionais” e “Juventude Tem Concerto”, a 7ª Sinfonia de Beethoven, árias de óperas famosas e canções de musicais.

EXPEDIENTE Publicação mensal da Associação Musical de Ribeirão Preto | Rua São Sebastião, 1002 Centro | Tel.: (16) 3610.8932 | www.sinfonicaderibeirao.com.br Jornalista Responsável: Moranga Brasil Comunicação. Maria Daniela Marques – MTb-56220 e Fernanda Aleixo MTb- 27734r | Revisão: Cristiane Framartino Bezerra Fotos: Produção OSRP e Ibraim Leão | Projeto Gráfico: Heitor Teixeira Fotolito e Impressão: São Francisco Gráfica e Editora LTDA. Tiragem: 2000 exemplares Participaram especialmente na elaboração desta edição Mariangela Quartim e Gisele Haddad Contatos Orquestra: Mariangela Quartim (gerente) gerencia@osrp.org.br Julia Quartim (produção) producao1@osrp.org.br | José Antônio (administrativo) administrativo@osrp.org.br | Secretaria (sócios) socios@osrp.org.br | Snizhana Drahan (coral) coral@osrp.org.br Leandro (arq. musical) arquivomusical@osrp.org.br | José Maria (inspetoria) inspetoria@osrp.org.br | Rosana (financeiro) financeiro1@osrp.org.br | Gisele Haddad (arq. histórico) arquivohistorico@osrp.org.br

Abranche Fuad Abdo, Dinah Pousa Goudinho Mihaleff Eduardo José da Fonseca Costa Elias Gomes Goveia Elvira Maria Cicci Jay Martins Mil-Homens Junior João Luiz Sverzut José Donizete Pires Cardoso Lais Maria Faccio Marcos Cesário Frateschi Margaret Lucca Cabarite Maurilio Biagi Filho Raul Franco Gonzalez Sebastião de Almeida Prado Neto Sergio Roxo da Fonseca Sylvester Milan A. Janowski Tereza Cristina Modé Angelotti Tiago Wadhy Rebehy Vladimir Antônio Toniolli Suplentes Adriana Silva, Demétrio Luiz Pedro Bom José Antonio Parpinelli P. da Costa José Mario Tamanini Maria Carolina Jurca Freitas Neusa Celesta Vieira Bighetti Sander Luiz Uzuele Sebastião Edson Savegnago Valdo Barreto

Os artigos assinados não representam obrigatoriamente a opinião do veículo

sinfonica.deribeirao

#!/OSRP

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editorial

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Sonhos antigos,

mas sempre atuais Por Cyrilo Luciano Gomes Junior

É

uma senhora experiente, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, que vivenciou a história de quase todo o Século XX e deseja avançar, vigorosa, para o futuro. Presenciou a ebulição da Belle Époque; a quebra de 1929; a Revolução Constitucionalista e a 2ª Guerra Mundial; as alterações políticas do país em duas ditaduras e, em experiências democráticas; o milagre econômico e as crises financeiras; os movimentos sociais e culturais e a globalização. A cada novo momento, a cada novo desafio, a paixão pela beleza e o desejo de difundí-la mais se acentuam. Em tempos como os de hoje, em que nos vemos compelidos a rejeitar o antigo e buscar o inédito, como que padecendo de uma síndrome de obsolescência, a arte nos recorda que a beleza é atemporal, transcende o conceito de modernidade. Quanto à música, com maior razão, é forçoso reconhecer que as conquistas da modernidade nos permitem desfrutá-la com maior frequência e intensidade. Estamos ligados à música quase todo o tempo: no rádio, na televisão, nos aparelhos portáteis. Em nosso trabalho, no trânsito, nos momentos de lazer e até durante a ginástica, estamos expostos às mais variadas formas de expressão musical. É a arte onipresente, que nos acompanha diuturnamente, embalando o nosso espírito. Melhor, porém, quando ouvimos a boa música, elaborada para ser a expressão do melhor do autor, com o melhor do intérprete, para o nosso melhor encantamento. A Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto chega a 2014 com sua energia renovada, mas com o espírito de sempre!

Dr. Cyrilo Luciano Gomes Junior Presidente da Associação Musical de Ribeirão Preto


arquivo histórico

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2008-2014

Os 6 anos da Revista Movimento Vivace Por Gisele Laura Haddad

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m março de 2008, a Associação Musical de Ribeirão Preto deu os primeiros passos em direção a um marketing mais forte e efetivo em relação ao seu trabalho, com o lançamento do primeiro número da Revista Movimento Vivace, veículo de divulgação oficial da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Já naquela época, quando o projeto foi concebido, a ideia era não apenas prestar contas dos trabalhos realizados pela Associação, mas introduzir na sociedade ribeirão-pretana a cultura da música erudita, torná-la próxima e acessível à população, tão carente de informações relacionadas ao tema. A revista traz reportagens, artigos, entrevistas e resgata aspectos históricos da OSRP. Os programas dos concertos deixaram de ser impressos de modo avulso e passaram a integrar a revista, também com o objetivo de fornecer elementos para que as pessoas pudessem não somente apreciar, mas compreender mais profundamente o universo erudito e a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. Como se fazia com o programa avulso, distribuído ao público no foyer do Theatro Pedro II, antes do Concerto Internacional, o mesmo acontece com a revista, como se fosse um programa sofisticado, com uma gama variada de informações, cobertura dos eventos relacionados à Orquestra no mês anterior e a programação do mês corrente. A jornalista Carla Martins Mimessi, assinou a Movimento Vivace do primeiro ao quarto exemplar, em 2008, sendo que o terceiro, do mês de maio, foi destinado às comemorações dos 70

Gisele Laura Haddad Doutoranda em Musicologia pela ECA/ USP - São Paulo e Mestre em Musicologia Histórica pelo IAUNESP - São Paulo.

anos da Associação, ocasião em que a Orquestra executou seu concerto oficial de número 1000. A jornalista Nívea Noriega assumiu a revista entre agosto de 2008 e julho de 2009 e Ferraz Júnior entre agosto de 2009 e dezembro de 2010, quando passou às mãos das jornalistas Blanche Amâncio e Daniela Antunes, responsáveis pela mídia até abril de 2013. A partir de então, quando a AMRP comemorou seus 75 anos em maio de 2013, a revista voltou às mãos de Carla Mimessi, que iniciou o novo projeto gráfico e editorial, permanecendo até a edição de outubro de 2013. Em novembro e dezembro de 2013 a Revista Movimento Vivace foi escrita por Mariângela Quartim e Gisele Laura Haddad, com supervisão e assinatura do jornalista Ferraz Júnior. Em 2014, a Revista Movimento Vivace continua com a mesma finalidade: divulgar e prestar contas do trabalho desenvolvido pela Associação Musical, conversar com o público e fortalecer a interface entre entidade e comunidade, aproximando as pessoas do dia a dia da entidade, da Orquestra e daqueles que a compõem; da arte e do pensamento de compositores e de solistas e, sobretudo, mostrar os projetos em andamento, a formação de público, de músicos, de cantores líricos, a profissionalização e a inserção social por meio da música. Informações extraídas do livro Jubileu de Brilhante, Os 75 anos da Associação Musical de Ribeirão Preto de Gisele Laura Haddad e Ferraz Jr., publicado em 2013, pela Editora Coruja.


capa

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Presidente Cyrilo

e os desafios para 2014 Por Mariângela Quartim

Cyrilo Gomes, presidente da AMRP, Juliana Malandrino Luciano Gomes, Cecilia Cezaretti Credidio e Daniel Credidio, vice presidente da AMRP

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Daniel Credidio, Mariangela Quartim, Cyrilo Gomes e maestro Reginaldo Nascimento.

omo e quando o senhor se aproximou da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto? Sempre estive ligado à música, desde a juventude, tendo participado de diversos grupos de música coral, como o Coral do Estado de São Paulo, o Coral Pró Música Sacra de São Paulo, Madrigal Arsis, bem como corais das Igrejas Presbiterianas do Brás, do Calvário (Campo Belo) e da Vila Mariana, na Capital. Além disso, concluí o curso de Piano, em nível secundário, no Conservatório Musical Ernesto Nazareth, em São Paulo, em 1983, e tive aulas particulares de Canto, com vários professores. Com minha vinda a Ribeirão Preto, passei a frequentar, vez por outra, os concertos da Orquestra Sinfônica, quando me encantei com esse trabalho. Em 2011, com a montagem da ópera La Bohème, de Puccini, integrei-me ao Coral da Escola de Canto Coral da Orquestra Sinfônica e passei a participar de suas atividades regulares, primeiro como coralista e, depois, como solista. Nesse contexto é que se deu minha aproximação com a Orquestra.

José César Ricci, diretor financeiro adjunto da AMRP, e Vera Lúcia Zapolla Ricci

Silvio Trajano Contart, vice presidente da AMRP, e Fanny Takano Contart


O que representa a Associação Musical de Ribeirão Preto no panorama cultural da cidade? Acredito que Ribeirão Preto é uma grande difusora da arte, em todas as suas dimensões. Temos aqui grandes escritores, poetas, artistas plásticos e pintores, músicos de diversos gêneros, do erudito ao popular. A Associação Musical de Ribeirão Preto é mais uma difusora da arte, atenta à proposta de compartilhar com a comunidade a boa música, não apenas a música dita erudita, mas também, a música popular, com a qualidade da interpretação orquestral. Assim, a Associação Musical se insere entre as entidades que têm, em si, a vocação artística que é típica da cidade. Tanto, que se mantém vigorosa, a despeito das muitas dificuldades, há muitas décadas. Qual a importância dos projetos socioculturais mantidos pela Associação? No presente momento histórico, somente é possível conceber a existência de uma entidade cultural se ela tiver presente, como paradigma, a consciência de sua responsabilidade social. E não apenas porque

Vera Cristina Risso, Júlio Cesar Risso, diretor financeiro, Alberto Dabori e Regina Dabori

Nelson Jacintho, diretor de património, e Dumara Jacintho

o custeio da Associação é, em grande parte, provindo de políticas públicas de renúncia fiscal, mas, também, porque seus gestores e agentes, em geral, têm a perfeita noção da importância de sua parcela de contribuição na difusão da cultura, por meio da arte. Por isso é que, entre os vários projetos desenvolvidos pela Associação Musical, devem ter maior relevo aqueles que proporcionam às populações mais carentes, sobretudo aos jovens, o contato gratuito com a música, quer pela audição, quer pelo ensino regular. Ganham importância, nesse sentido, o “Juventude Tem Concerto”, o “Tocando a Vida” e a “Ciranda Sinfônica”, por seu peculiar alcance social. A Associação Musical depende, para manter seus projetos, de associados e patrocinadores. Em sua opinião, como deve ser a relação entre a Diretoria da Associação e eles? A Diretoria da Associação é um trabalho voluntário, mas altamente gratificante; que demanda esforço, mas colhe experiências notáveis. Tenho certeza de que a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto é motivo de orgulho e deleite para todos os associados e patrocinadores. Mas, para que esse entusiasmo se perpetue, passando às gerações vindouras, é necessário construir uma relação de transparência, que permita aos financiadores, em termos gerais, uma ampla visão dos empreendimentos, quanto aos destinos dos recursos hauridos. Trata-se de investimento em cultura, todos sabem que não se mede com cifras ou balancetes, mas é preciso confiar na idônea gestão da Associação. Nessa gestão, eu e a Diretoria vamos nos esforçar por propiciar aos associados e patrocinadores a confiança e a segurança que eles desejam e que, por vezes, pode ter sido abalada. Quais mudanças podem ser esperadas em sua gestão? Em termos artísticos, pretendo preservar a extraordinária qualidade da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, embora, talvez, com algumas outras iniciativas de austeridade. Quero ampliar as perspectivas de contato com a Orquestra, por meio do site na Internet, para que sua arte seja cada vez mais conhecida e apreciada. Tenho como objetivo, no campo social, criar mais um ou dois núcleos do “Tocando a Vida” em Ribeirão Preto, em regiões da cidade ainda não abrangidas pelos já existentes. Na parte administrativa, há proposta de modernizar e dinamizar a Associação, com melhorias na Secretaria e na Administração, para mais eficiente atendimento aos associados, reformas nos setores Financeiro e de Produção, para melhor eficiência. Estamos contando com o auxílio de parceiros renomados, que estão incumbidos de uma avaliação minuciosa da Associação, em todas as áreas de atuação, para a implantação dessas melhorias o mais rapidamente possível. Espero, ainda, conseguir ampliar o número de associados e de patronos, recuperar aqueles que, por várias razões, se afastaram, para que a Associação possa ter, em prazo razoável, melhor equilíbrio financeiro. Confio que, em breve, alguns desses objetivos serão realizados.


palavra do artista

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N

Uma breve

história do Jazz II

a transformação da métrica e no deslocamento dos tempos fortes e fracos, o Jazz determinou suas características subjetivas. Valorizou a sincopa e flexibilizou as células rítmicas para desenvolver seu caráter sonoro. No processo composicional, as variações de estilos combinadas formataram a diversidade do Jazz. Os gêneros musicais não se materializaram em apenas uma maneira de execução. Entre o final do século XIX e aproximadamente a metade do século XX, que o gênero transformou- se nos inúmeros modelos que diversificaram os estilos jazzísticos. Além da mistura de raças, as raízes folclóricas, a diversificação dos grupos de câmara, a construção dos estilos e outras propriedades que edificaram o gênero, destacam- se principalmente o estilo Swingue (forma de execução associada com a inflexão rítmica das notas) e o improviso (a habilidade espontânea executada por padrões característicos do Jazz: escala modal de blues, o cromatismo, coloraturas (ornamentações), e a inflexão rítmica, etc.). A interação dos costumes entre raças nos Estados Unidos determinou o rompimento de muitos padrões culturais, o país tornou- se cosmopolita, principalmente no final do século XIX, absorvendo arquétipos variados, onde a combinação de preceitos tornou-se inevitável. Quando foi permitido o uso de instrumentos musicais da cultura europeia pelo negro, após a guerra civil americana (1861-1865), o mesmo utilizou principalmente os instrumentos de sopro e percussão. A partir daí, iniciase uma transformação, uma música de tópica marcial estática e quantizada para uma música maleável e flexível. Sendo assim, a medida alterada, levemente destituída dos pontos mais precisos, tornou-se um desequilíbrio na lógica perfeita da mensuração. As articulações das fórmulas rítmicas apresentaram outro caráter: a plasticidade das notas que se incorporava à frase musical corrompia a precisão surgindo assim uma linguagem cheia de curvaturas. Além da desarticulação das células e fórmulas rítmicas o deslocamento do tempo

Por Luiz Fernando Teixeira Júnior Revisão Carolina Raany Candido da Silva

forte foi modificando a acentuação métrica habitual da música europeia. Com a influência vocal africana, a linguagem fonética determinou a semântica musical instituindo o senso rítmico da palavra na articulação das frases musicais. Mais tarde, essa influência seria um ponto crucial na execução instrumental. As diversas estruturas musicais foram destituídas da concepção europeia de execução instrumental, a mensuração das notas adotou uma nova direção, motivada pelo deslocamento natural das raízes africanas observadas pela prática do canto na acentuação silábica. O processo das frases musicais baseava- se principalmente na imitação das formas vocais. O negro escravo nos Estados Unidos foi privado de grande parte de suas manifestações artísticas, conservando basicamente a articulação vocal e a dança como expressão gestual da cultura africana. O estabelecimento da linguagem estética no Jazz institui-se principalmente pela combinação das propriedades musicais. Mas, na mensuração flexiva das fórmulas rítmicas e no deslocamento métrico o Jazz pontuou as características mais relevantes na construção da sua retórica musical. As décadas do século XX presenciaram o surgimento e transformações dos gêneros do Jazz. Embora divididas por decênios não se determinem datas onde começa ou finaliza cada vertente do Jazz, mesmo que um modelo musical surgisse outro permanecia. Da mesma forma, gêneros mais antigos passaram por movimentos revivalistas e padrões musicais surgiram a partir de outros. Por exemplo: o Hard Bop dos anos 1950 agregou os elementos do Blues em uma linguagem com contraste musical mais simples. O Cool Jazz da década de 1950 foi a primeira escola de transformação estilística moderna influenciada pelo Bebop (década de 1940). Divisão das formas musicais Jazz no século XX: New Orleans, Dixieland e Chicago- entre 1900 a 1920; Swing- entre 1930; Bebop- entre 1940; Cool, Hard Bop, West Coast, Progressive e o Third Stream- entre 1950; Free Jazz- entre 1960. Características que identificam a estética musical em cada gênero é a identidade incomum entre os modelos musicais e estruturas distintas entre elas, além de uma arte em constante transformação, com inúmeras estruturas diversificadas e pontos comuns para formatação de outros princípios musicais, desde um estilo de dança até a música de estereótipos virtuosísticos de experimentalismo atonal e música para diversos ambientes. Bibliografia - BURNS, Ken. Documentário sobre a História do Jazz, 2001. - CALADO, Carlos. O Jazz como espetáculo. Série debates, música. São Paulo: Editora Perspectiva 25 anos, 1990.


Conheça sua

vida de músico

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orquestra

“A música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima da sua condição.” Aristóteles

Giliard Tavares Reis Nome artístico: Giliard Reis Instrumento: Violino Estado Civil: Solteiro Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Gosto de animais, sempre estar aprendendo coisas novas e gosto muito de baladas.” Giliard por Giliard: “Perfeccionista”

Paola Redivo Nome artístico: Paola Redivo Instrumento: Violino Estado Civil: Casada Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta?” Além da música gosto de viajar, sair com amigos, receber amigos em casa, cozinhar, escrever no blog que mantenho com minha irmã (com assuntos variados e dicas para a casa)”. Paola por Paola: “ Sou alegre, comunicativa, um pouco estourada de vez em quando e falo alto!”

Jonas Mafra Gonçalves Nome artístico: Jonas Mafra Instrumento: Violino Estado Civil: Casado Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Viajar e jogar video game” Jonas por Jonas: “Deus nos deu a vida, temos nela uma missão que nem sempre é fácil de ser cumprida, mas com fé ELE nos ajuda. A perseverança e a paciência dão resultados!”


Hugo Novais Querino Nome artístico: Hugo Querino Instrumento: Violino Estado Civil: Casado Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “ Estar com a família” Hugo por Hugo: “Gosto de conviver com as pessoas mais simples, e amo estar com a família.”

Michelle Silva Picasso Nome artístico: Michelle Picasso Instrumento: Viola Estado Civil: Solteira Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Viajar e conhecer novas culturas. Estar reunida com a família e amigos.” Michelle por Michelle: “Uma pessoa reservada e que ama desfrutar as coisas simples da vida”

Adriel Vieira Damasceno Nome artístico: Adriel Damasceno Instrumento: Viola Clássica Estado Civil: Solteiro Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Sou fã da natureza, amo cuidar de plantas, em especial de Orquídeas, tenho um orquidário e depois de cumprir minha obrigação, de estudo diário, com a viola, é lá que passo o restante do dia.” Adriel por Adriel: “O verdadeiro vencedor é aquele que mesmo nos momentos de dificuldades jamais desiste de seus objetivos e enfrenta a vida de cabeça erguida, sabendo que mais a frente A GRANDE VITÓRIA CHEGARÁ.”


vida de músico

14 Thieres Luiz Brandini Nome artístico: Thieres Brandini Instrumento: Violoncelo Estado Civil: Solteiro Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Animais, estar com a família, filmes, livros, parques de diversão, sapateado, tomar café e viajar.” Thieres por Thieres: “Sou bem-humorado, tento ser muito dedicado em tudo o que faço, busco a cada dia me tornar uma pessoa melhor e faço tudo o que posso para que as pessoas a minha volta estejam bem.”

Walter de Fátima Ferreira Nome artístico: Waltinho. Instrumento: Contrabaixo Estado Civil: Casado Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Fotografia, esportes, fazer caminhada no parque, andar de bicicleta, enfim, conhecer lugares que transmitam boas energias e paz.” Walter por Walter: “Sonhador, ainda acredita na dignidade do ser humano. Acredita que a música nos proporciona esperança, quem vivencia a música viaja no tempo e não perde a visão do horizonte.”

Riane Benedini Cury Nome artístico: Riane Benedini Instrumento: Flauta Estado Civil: Solteira Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Bater papo com amigos, sair com o namorado, viajar e colecionar flautas”. Riane por Riane: “ Uma pessoa feliz”


Mariya Mihaylova Krastanova Nome artístico: Mariya Krastanova Instrumento: Violino ou Chave Inglesa Estado Civil: Solteira Nacionalidade: Búlgara, com orgulho e muita saudade. Além da música, do que gosta? “ Gosto principalmente de estar com meus amigos”. Mariya por Mariya: “Baixinha, preguiçosa, leal, dedicada, comilona, impaciente, persistente, justa, teimosa e búlgara.”

José Maria Lopes Nome artístico: Zé Maria Instrumento: Trombone Estado Civil: Casado Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “Gosto de jogar xadrez” José Maria por José Maria: “Teimoso”

Kleber Felipe Tertuliano Nome artístico: Kleber Tertuliano Instrumento: Percussão Estado Civil: Solteiro Nacionalidade: Brasileira Além da música, do que gosta? “De uma boa cerveja, Lp’s e viajar” Kleber por Kleber: “A Vida Tem Quatro Sentidos: Amar, Sofrer, Lutar e Vencer... Por isso ame muito, sofra pouco, lute bastante e vença sempre.”


ProGrAMAÇÃo

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REGINALDO NASCIMENTO

regente

Iniciou seus estudos musicais na Congregação Cristã no Brasil. Posteriormente, foi aluno da Universidade Livre de Música em São Paulo e por 8 anos aluno de Cláudio Cruz. Atuou como solista e camerista em diversas orquestras, incluindo a OSRP e em festivais no Brasil. Em 2011, participou do 3rd conductors masterclass em Radom, na Polônia, liderado pelo maestro Jonathan Brett e em 2012 conquistou o 2° lugar no 2nd conductors masterclass and competition na Hungria, o que lhe rendeu um concerto à frente da MÁV Symphony Orchestra. Ainda no mesmo ano, foi laureado com a medalha “Ordem do Mérito Carlos Gomes”, concedida pela Sociedade Brasileira de Arte, Cultura e Ensino. Em 2011, foi maestro assistente do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Foi diretor artístico do projeto “Beethoven para pensar”, regendo a Nona Sinfonia de Beethoven. A concepção previa a utilização de elementos como dança e cena e foi apresentada a mais 5.000 pessoas. Participou como regente da gravação de um cd com obras do compositor e professor Olivier Toni, tendo Cláudio Cruz também como Regente e Solista. Tem atuado como Regente convidado da Orquestra Jovem do Estado, em concertos realizados na Sala São Paulo e regeu a Orquestra Filarmônica de Murmansk – Rússia, em fevereiro de 2014. Atualmente é Diretor Artístico e Maestro titular da Camerata Jovem Beethoven, em São José do Rio Preto. É formado em Licenciatura em música pela Universidade de São Paulo.

JEAN WILLIAM

solista

Formado em música pelo Departamento de Música da USP campus Ribeirão Preto, ainda estudante, participou dos mais importantes festivais do Brasil, dentre eles, o Festival Internacional de Campos do Jordão. Apoiado pela Fundação Bachiana e pelo SESI CULTURA, apresentou-se como Solista em importantes palcos como a Sala São Paulo, Teatro Municipal do Rio de Janeiro e Avery Fisher Hall no Lincoln Center de Nova york, recebendo elogiosa crítica por sua interpretação de canções de Heitor Villa Lobos. Como bolsista do projeto VOCALIA viveu e freqüentou aulas em Milão com grandes nomes do cenário lírico como Davide Rocca, Luciana Serra, Umberto Finazzi, entre outros. Jean William vem se destacando no cenário artístico e apresentando-se a frente de importantes orquestras e grupos, dentro e fora do Brasil, em países como Emirados Árabes, EUA, Itália, Portugal, Suíça,Argentina e Paraguai, tendo estreado inclusive uma Ópera Moderna pelo Teatro Comunale de Vicenza (ITA), recebendo calorosa recepção do programa Ridotto Del Ópera da Rádio Suíça italiana. Já cantou sob a batuta de maestros como Carlos Spierer, Claudio Cruz, Olivier Toni, Diogo Pacheco, Martinho Lutero Gallati, Rubens Ricciardi, João Carlos Martins,Guido Rimonda, Claudio Cohen e Reginaldo Nascimento e apresentou-se com distintos grupos e artistas como Nelson Ayres, Adriana Clis, André Mehmari, Davide Rocca, Monica Salmaso, Fafá de Belém e em inovativas parcerias com artistas como o cantor Daniel e a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó. Seu repertório abrange a música sacra, operística, sinfônica e de câmara , além de estar lançando nesse ano seu primeiro álbum intitulado “Dois Atos”, onde promove um encontro da música brasileira popular e da ópera italiana. Em julho de 2013, Jean William apresentou-se na primeira visita do Papa Francisco ao Brasil, sendo visto por mais de 30 países e por um público estimado em média por 50 milhões de pessoas pelo Brasil e ao redor do mundo. Em dezembro do mesmo ano apresentou-se no Metropolitan Museum de Nova york, a frente da St Lukes Orchestra, interpretando árias de J.S.Bach para o seleto público novaiorquino e foi novamente elogioado. Em janeiro voltou a Milão onde recebeu junto com mais outros sete artistas extrangeiros uma homenagem da Fundação Artística Pirelli, através do projeto “Talent at work”, por suas histórias de sucesso, empreendedorismo e liderança juvenil na profissão das artes. Entre outros compromissos o artista atenderá este ano o Festival internacional de Ópera de Belém e temporadas de música internacionais na Itália e Suíça, além de uma turnê nacional que divulgará o lançamento de seu disco .


MINIsTérIo Da culTura E assocIação MusIcal DE rIBEIrão PrETo aPrEsENTaM:

“coNcErTos INTErNacIoNaIs” orquestra sinfônica de ribeirão Preto Dia: 8 de Março de 2014 local: Theatro Pedro II horário: 20h regente: Reginaldo Nascimento solista: Jean Willian release: Concerto de Abertura da Temporada de 2014 da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, com a regência do Maestro Reginaldo Nascimento. No programa musical a execução de uma das obras mais famosas do repertório sinfônico, a “7ª Sinfonia de Beethoven”, com a participação especial do jovem tenor Jean Willian, que cantará árias de óperas famosas e canções de musicais. Programa L. Van Beethoven (1770-1827) - Sinfonia nº 7 em lá maior (op.92) 1.Poco sostenuto-Vivace 2.Allegreto 3.Presto 4.Allegro con brio Intervalo G.Puccini (1858-1924)- Che Gelida manina da ópera La Bohéme A.Katelbey (1875-1959)- Em um mercado persa G.Verdi (1831-1901) Dei miei bullenti spiriti da ópera La Traviata G.Puccini (1858-1924) Nessum Dorma da ópera Turandot E.Elgar (1857-1934) Variações Enigmas (IXNimrod) Claude Michel Schonberg (1944*)- I Dreamed a dream Arthur Freed (1894-1973)e Nacio Brown (1896-1964) Singing in the rain reAliZAÇÃo:


notas de concerto

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O

Beethoven sinfonia n. 7 Por Reginaldo Nascimento

opus 92 estreou em Viena, em 1813. Richard Wagner a chamou de “a apoteose da dança”, e não é para menos. Sua forte característica é o ritmo intenso e constante durante toda a obra. Inicia-se com uma introdução lenta e a mais longa de todas as sinfonias dele. Três acordes se estabelecem como pilares e são entrecortados com pequenos solos melódicos das madeiras e trompa, culminando num acorde de subdominante menor, para logo começar uma seção de escalas ascendentes nos violinos. Logo se ouve um fortíssimo, onde o material melódico do início volta entre os primeiros e segundos violinos, contrapondo-se com as escalas ascendentes. Essa introdução dá lugar a um Vivace fortemente ritmado, que começa com madeiras agudas e graves, até se estabelecer uma melodia alegre e intensa na flauta, com pequenos comentários das cordas. Após uma fermata, toda a orquestra elabora a intensidade dos motivos rítmicos e melódicos já introduzidos. O segundo movimento começa com um acorde de Lá menor. Um ritmo constante é introduzido pelas cordas graves. Logo, uma melodia pungente é anunciada por violas e cellos, passando depois para segundos e primeiros violinos. Um fortíssimo coloca sopros e tímpanos, executando o ritmo inexorável, enquanto os primeiros violinos mantêm a melodia principal. A modulação para Lá maior traz uma nova melodia tocada pela clarineta e fagote. Novamente o Lá menor traz de volta o material inicial, que culmina numa pequena fuga. O movimento termina com a aridez dos pizzicatos, enquanto os sopros se alternam em melodias isoladas. O terceiro movimento, Presto, é, na verdade, o típico Scherzo. O primeiro tema é anunciado e se desenvolve até o trio, onde Beethoven se utiliza de uma melodia de um hino austríaco. O quarto movimento não só mantém a intensidade da obra, como a leva além. A forte marcação dos tímpanos em todo o movimento influencia toda a orquestra. Os violinos iniciam uma seção rápida e virtuosística até a fanfarra das trompas. Modulações entre tonalidades maiores e menores se alternam, mas o material marcadamente rítmico sobrevive até a coda final, que levará a um fortissíssimo, que terminará a obra. Che gélida manina La Bohéme é uma das mais populares e belas óperas de Puccini. É baseada na obra de Henri Murger, Scènes de la vie de bohème. Conta a história de artistas e pessoas comuns que, no final do século XIX, num ano às vésperas do Natal, vivem suas vidas intensamente, porém, num estado de pobreza considerável. Os conflitos entre as personagens se dão como era de se esperar, já que sobrevivem dia a dia. Rodolfo, o poeta, nessa aclamada ária diz: “E como vivo? Vivo!” Isso dá o tom da vida boêmia que todos eles cultivam. Mimi, uma florista, um dia bate à porta de Rodolfo e pede fogo para reacender sua vela que se apagou. Ele a convida para entrar e logo ela se sente mal. Ao se sentar , deixa cair sua chave. Após se recuperar anuncia que vai embora e percebe que perdeu a chave. As velas se apagam e na penumbra, ambos empreendem uma busca pelo objeto perdido. Suas mãos se encontram e Rodolfo inicia cantando Che gélida manina, “que mãozinha gelada”.

Ketelbey – Num mercado persa O compositor inglês Albert William Ketelbey escreveu In a persian market e a publicou em 1920. Ficou

mundialmente famosa por sua versão pop interpretada pela cantora Della Reese, “Take my heart”. A obra foi definida pelo autor como um Intermezzo e segue o seguinte programa: “Cameleiros se aproximam gradualmente do mercado; gritos de mendigos por ‘Back-shees’, são ouvidos entre o alvoroço.” É sem dúvida a mais popular de suas composições. Verdi – De’ miei bullenti spiriti A ópera La Traviata de Verdi é baseada na peça teatral A dama das Camélias de Alexandre Dumas Filho e conta a história da paixão de uma cortesã parisiense, chamada Violetta Valéry e Alfredo Germont, um burguês originário de Provença. Eles passam um tempo juntos na casa de campo de Violetta e lá recebem a visita de Giorgio, pai de Alfredo, que lhe implora que a deixe pelo fato de que essa relação compromete o casamento de sua irmã, já que o noivo desta considera uma união escandalosa. Violetta sacrifica seu amor em nome da família. Volta a Paris e contrai turbeculose. Em estado terminal, recebe uma carta de Giorgio, que demonstra remorso por ter causado a separação dos amantes. E mesmo o retorno de Alfredo não é suficiente para que ela se recupere da enfermidade que a leva a morte. A ária De’ miei bullenti spiriti abre o segundo ato, quando Violetta e Alfredo estão juntos na casa de campo. Ela abandonou sua vida de cortesã. Alfredo canta a felicidade de estar vivendo com ela. Puccini – Nessum Dorma Turandot é a última das óperas escritas por Puccini, a qual deixou inacabada, morrendo antes de concluí-la. Foi completada por Franco Alfano e estreou no teatro Alla Scala de Milão, em 25 de Abril de 1926, sob a regência de Arturo Toscanini. Conta a história da Princesa Turandot e do Príncipe Caláf. Turandot, traumatizada pelo estupro de uma ancestral, resolve abdicar do amor dos homens. Pressionada pelas obrigações dinásticas, resolve impor aos pretendentes à sua mão, três enigmas. Aqueles que não conseguirem resolvê-los serão decapitados. Caláf é bem-sucedido no desafio, o que contraria Turandot. Ele então propõe que, se ela descobrir seu nome até o dia seguinte, ela pode matá-lo. Turandot ordena “que ninguém durma” até descobrir o segredo. Elgar – Variações Enigma, Nimrod As Variações sobre um tema original para orquestra op. 36 “Enigma”, foram escritas por Elgar em 1899. Após uma maratona de trabalho, Elgar volta pra casa e começa a improvisar uma melodia que agrada muito a sua esposa. Ela pede que ele toque novamente e ele o faz, improvisando variações sobre o tema. Mais tarde, Elgar escreve uma obra para orquestra e dedica cada variação a um familiar ou amigo. Nimrod é a variação n. 9 e faz alusão ao caçador bíblico e é dedicado ao seu amigo o gerente de sua editora musical Arthur Jaeger, cujo sobrenome quer dizer “caçador” em alemão. Claude Michel Schonberg - I Dreamed a dream O aclamado musical Les Miserables, baseado na obra de Victor Hugo, um dos mais importantes poetas franceses de todos os tempos. O famoso musical consagrou essa canção e conta a história de diversas pessoas que lutam por sua redenção e pela revolução no início do século XIX na França, entre elas Fantine, que luta para ter um trabalho digno e sustentar sua filha, que vive sob a tutela de um casal. A ela pertence a interpretação dessa canção, no primeiro ato. Arthur Freed e Nacio Herb Brown – Singin’ in the rain É um das 25 maiores musicais americanos de todos os tempos. Estrelada por Gene Kelly, traz, sem dúvida alguma, uma das mais consagradas canções. A cena traz Kelly cantando e dançando na chuva e é uma das mais icônicas cenas do cinema. A canção ocupa a terceira colocação na Lista “100 Anos... 100 Canções”, divulgada pelo American Film Institute em 2004. Também foi utilizada por Stanley Kubrik em seu filme “Laranja mecânica” em outro contexto.


juventude tem concerto

Ministério da Cultura e Associação Musical de Ribeirão Preto apresentam:

Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto Dia: 9 de março de 2014 Local: Theatro Pedro II Horário: 10h30 Regente: Reginaldo Nascimento Solista: Jean Willian Release: Concerto de caráter didático, onde músicos, maestro e solista interagem com o público de forma direta, conversando sobre as obras e seus compositores. Sob a regência do Maestro Reginaldo Nascimento, será executada uma das obras mais famosas do repertório sinfônico, a “7ª Sinfonia de Beethoven”, com a participação especial do jovem tenor Jean Willian, que cantará árias de óperas famosas e canções de musicais.

Programa: L. Van Beethoven (1770-1827) - Sinfônia nº 7 em lá maior (op.92) A.Katelbey (1875-1959)- Em um mercado persa Claude Michel Schonberg (1944*)- I Dreamed a dream Arthur Freed (1894-1973)e Nacio Brown (1896-1964) Singing in the rain


Ficha Técnica Presidente Cyrilo Luciano Gomes Junior 1º vice-presidente Silvio Trajano Contart 2º vice-presidente Daniel Credidio Brandão Barbosa de Oliveira Gerente Mariangela Quartim Maestro adjunto

Reginaldo Nascimento Violino I Denis Usov (spalla) Petar Vassileiv Krastanov Giliard Tavares Reis Paola Redivo Anderson Oliveira Mariya Mihaylova Krastanova Eduardo Felipe Correa de Oliveira Luciano Borges Nascimento Arthur Lauton Carvalho de Sousa Anderson Castaldi Violino II Marcio Gomes dos Santos Jr (chefe de naipe) Ilia Gueoguiev Iliev Jonas Mafra Gonçalves Hugo Novaes Querino Fernando Chagas Corrêa José Roberto Ramella Ivan Benedito Rodrigues (trainee) Thayara Nathalia Siqueira (estagiaria) Viola Willian Rodrigues da Silva (chefe de naipe) Guilherme de Carvalho Pereira Daniel Fernandes Mendes Junior Rossini Rocha da Silva Adriel Vieira Damasceno (trainee) Michele Silva Piçaço (trainee) Violoncelo Jonathas da Silva (chefe de naipe) Silvana Rangel Teixeira Svetla Nikolava Ilieva Thieres Luiz Brandini Ladson Bruno Mendes Mônica Silva Picaço (trainee) Maurelio Morais Peotta (estagiario) Contrabaixo Marcio Pinheiro Maia (chefe de naipe) Vinicius Porfírio Ferreira Walter de Fátima Ferreira Lincoln Reuel Mendes Flauta Sergio Francisco Cerri (chefe de naipe) Lucas Martinelli de Lira Riane Benedini Cury Clarineta Krista Helfenberger Munhoz (chefe de naipe) Bogdan Dragan Fagote Lamartine Silva Tavares (chefe de naipe) Denise Guedes de Oliveira Carneiro Trompa Edgar Fernandes Ribeiro (chefe de naipe) Carlos Oliveira Portela (trainee) Moises Henrique da Silva Alves (trainee)

Trompete André de Souza Pinto (chefe de naipe) Natanael Tomas da Silva Trombone Ricardo Pacheco (chefe de naipe) José Maria Lopes Trombone Baixo Paulo Roberto Pereira Junior Tuba Adilson Trindade de Avila Tímpanos Luiz Fernando Teixeira Junior (chefe de naipe) Percussão Kleber Felipe Tertuliano (trainee) Walison Lenon de Oliveira Souza (trainee) Carolina Raany Candido da Silva (estagiária) Equipe Produção e Administrativo Gerente Mariangela Quartim de Moraes Assistente Administrativo José Antônio Francisco Assistente Financeiro Francisco Evangelista Assistente Financeiro Rosana Cristina Araujo Assistente de Produção Julia Quartim Inspetor José Maria Lopes Arquivista Musical Leandro Pardinho Santos Auxiliar de Montador Elvis Nogueira Mota da Silva Auxiliar de Montador Thaniz Gabriell de Moraes Lopes Arquivista Histórico Gisele Laura Haddad

Patronos e Patrocinadores Ambient Arteris S/A Associação Com. e Ind. de Ribeirão Preto Astec - Contabilidade Augusto Martinez Perez Banco Ribeirão Preto S/A Caldema Equipamentos Ind. Ltda Central Energética Moreno de Açucar e Álcool Ltda Cia. Bebidas Ipiranga Colégio Brasil Construtora Said Dr. Raul Gonzalez Estacionamento Stopark Espaço Uomo Fundação Waldemar Barnsley Pessoa Grupo WTB Hospital São Francisco Sociedade Ltda Hotel Nacional Inn Interunion Itograss Agrícola Alta Mogiana Ltda Jornal A Cidade Matrix Print Maurílio Biagi Filho e Vera Lúcia de Amorim Biagi Maubisa Mesquita Ribeiro Advogados Molyplast Com. Imp. e Exp. Ltda Price Auditoria RibeirãoShopping Riberball Mercantil Ind. Ltda RTE - Rodonaves Transp. e Enc. Ltda Santa Helena Indústria de Alimentos S/A São Francisco Gráfica e Editora Ltda Sasazaki Indústria e Comércio Ltda Savegnago Supermercado Ltda Stream Palace Hotel UNISEB COC Usina Alta Mogiana S/A - Açúcar e Álcool Usina Batatais S/A - Açúcar e Álcool Usina Santo Antonio Usina São Francisco Vila do Ipê Empreendimentos Ltda


notAs sociAis

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Concertos

internacionais

Dentro da série “Concertos Internacionais”, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto, sob a regência de Reginaldo Nascimento, apresentou no dia 21 de dezembro de 2013, às 21 horas, no Theatro Pedro II, o tradicional Concerto de Natal intitulado “Um Natal Russo”. Na abertura, foram executadas as “Danças Polovitsianas da ópera O Príncipe Igor”, do compositor A. Borodin, seguida pela Abertura 1812 de P.I. Tchaikovsky. Após o intervalo houve, no palco principal, a apresentação da Cia. de Dança Alexandre Snoop e Marisol Gallo e Elydio Antonelli, enquanto a orquestra, no fosso, tocava as danças da consagrada “Suíte Quebra Nozes”, também de P.I. Tchaikovsky.

Valéria Valerte e Wilson Araújo

Paulo Quartim, Letícia Adriazola, Dr. Décio Agostinho Gonzalez e Dulce Neves

Deise B. Falcão, Mariza Landgraf e Maria Inês Landgraf

Reginaldo Nascimento e os Artistas convidados

Snoop em atuação com sua Cia de Dança

Octávio Verri Filho, Terezinha Verri, Dumara Jacintho e Doutor Nelson Jacintho


Cia de Dança Alexandre Snoop

Elydio Antonelli, Maestro Reginaldo Nascimento e Marisol Gallo

A alegria de uma bela apresentação!

Marcos Gomes Guimarães apresentando o Theatro Pedro II

Aquecimento dos bailarinos

Regina Falcone e Leila Eliana Paschoalin

Primeira parte do concerto da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto

Durante o intervalo, músicos autografam. Na foto, a violinista Mariya Krastanova


notas sociais

Juventude

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tem concerto

Orquestra toca no fosso do Theatro Pedro II

Plateia lotada acompanha a apresentação

Atuação dos dançarinos da Cia de Dança Alexandre Snoop e de Elydio Antonelli e Marisol Gallo

O projeto Juventude Tem Concerto acontece uma vez por mês, no palco do Theatro Pedro II, sempre aos domingos, às 10h30, com entrada franca. Os concertos são adaptados ao público jovem, com o objetivo de despertar o gosto pela música erudita através da aproximação da plateia com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. No dia 22 de dezembro de 2013, a Orquestra apresentou-se, sob a regência do Maestro Reginaldo Nascimento junto à Cia de Dança Alexandre Snoop e com a participação especial dos bailarinos Marisol Gallo e Elydio Antonelli, da acróbata Mariana Escher, bailarinas da ONG FINAC Finoca Almeida Cunha sob direção de Renata Celidonio, além dos Metais da Banda Sinfônica Municipal de Bauru, sob a coordenação de André de Souza Pinto.

bailarinas da ONG FINAC - Finoca Almeida Cunha, direção Renata Celidônio

Gabriela dos Santos Soares, Gabriel da Silva Barco, Giovana Santos Soares e Gláucia dos Santos Soares

Yedda Ginatto Suzigan


Gisele Fabris Moreira, Roberto Borges de Lazari e Martina Borges de apenas 1 ano

Marilda Azevedo Prado, Gabriela Souza de 9 anos, Márcia Azevedo Prado Souza, Fernanda Souza de 8 anos e Giulio Roberto Azevedo Prado

A percussionista da orquestra Carolina Raany, Maestro Reginaldo Nascimento e Alexandre Snoop conversam com a plateia

Entre a primeira e a segunda partes da apresentação, a plateia teve a oportunidade de interagir com Carolina Raany Candido da Silva, que toca instrumentos de percussão na Orquestra, com os bailarinos e o maestro.

Dança e música emocionam a plateia

Plateia jovem e participante


notas sociais

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Abertura da Temporada 2014 do Theatro Pedro II

Maestro Cláudio Cruz e o pianista Pablo Rossi

Orquestra e solistas

Isabela Mestriner Machado e Bia Mestriner

A

Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto abriu a temporada oficial do Pedro II no último dia 15 de fevereiro, com o espetáculo Gershwin Night. O maestro Cláudio Cruz regeu o concerto, que contou com a participação da soprano lírico Eliseth Gomes, o tenor Geilson Santos, o barítono Sebastião Teixeira e também com o pianista Pablo Rossi. No programa, as composições Rhapsody in Blue, Um Americano em Paris e a Suíte da ópera “Porgy and Bess”. O espetáculo foi uma produção da Fundação Dom Pedro II.

André Luiz da Silva e esposa

Isabela, Regina e Mário Acrani

Vera Oliveira, Vera Lúcia Perri e Lúcia Helena Oliveira

O presidente da Associação Musical de Ribeirão Preto, Dr. Cyrilo Gomes, o tenor Geilson Santos, a presidente da Fundação Dom Pedro II, Dulce Neves, a soprano Eliseth Gomes e o barítono Sebastião Teixeira

Cecília e Ricardo Moreira

Dewis e Aluízio Nogueira e Deise Massi


Opereta popular de Natal

N

Encenação da Opereta

o dia 15 de dezembro de 2013, no Theatro Pedro II, aconteceu a estreia mundial da Opereta Popular de Natal - para Coro Infanto-Juvenil e Orquestra Sinfônica, do compositor Lucas Galon. A Opereta foi realizada como parte das comemorações pelos cinco anos da parceria com a Instituição Savegnago, em um dos núcleos do Projeto “Tocando a Vida”. Realizada sob medida para as crianças do projeto social, a opereta em 1 ato, trouxe a releitura da história do nascimento de Jesus de Nazaré, desde a profetização de seu nascimento, até as mais célebres cenas da saga de José e Maria. O Projeto Tocando a Vida foi desenvolvido pela Associação Musical de Ribeirão Preto, em parceria com a iniciativa privada. É credenciado a receber recursos por meio de projetos de Lei Rouanet e tem por objetivo descobrir e formar jovens talentos para a música erudita.

Carmen Iazetta, Cassia Sarti, Marta Trovão da Instituição Aparecido Savegnago

Chalim e Shirley Savegnago, Dulce Neves, Reginaldo Nascimento e Lucas Galon

A iniciativa é inovadora na cidade, mas tem história na experiência da AMRP, com a Instituição Aparecido Savegnago, de Sertãozinho-SP. Implantado em 2008, o projeto demonstra importantes resultados, como a formação da Orquestra e Coro Juvenil da Instituição Aparecido Savegnago. Em Ribeirão Preto, a iniciativa pioneira envolve a Associação de Moradores do Jardim João Rossi, a Prefeitura de Ribeirão Preto, por meio das Secretarias da Cultura e Educação, o RibeirãoShopping e a Associação Musical de Ribeirão Preto. Para o evento, a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto foi regida pelo maestro Reginaldo Nascimento e a direção e concepção cênica da obra foi de Thaís Foresto, com libreto de Luiz Frazon. No elenco, alunos do Projeto Tocando a Vida do Núcleo Instituição Aparecido Savegnago, Núcleo Ipiranga – EMEFEM Alfeu Luiz Gasparini e Núcleo João Rossi – EMEF Elisa Duboc Garcia, com participação especial dos alunos do polo de Cravinhos do Projeto Guri. A preparação do Coro foi feita por Juliana Damaris, estando também envolvidos na produção os professores Guilherme de Carvalho, Sara Cesca, Lincoln Mendes, Mariana Galon e Luiz Fernando Teixeira.


notas sociais

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Ciranda

Sinfônica

Fila para adquirir ingressos para o concerto da OSRP.

Prefeito Municipal de Varginha, Dr. Antônio Silva, Prof. Francisco Graça de Moura - Superintendente da Fundação Cultural, Pastor Lucas Apolinari e músicos da OSRP

Varginha - MG

No dia 16 de dezembro de 2013, a cidade de Varginha - MG, recebeu o Concerto de Gala de Natal com a Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. O evento aconteceu no Theatro Municipal Capitólio. Sob a batuta do Maestro Reginaldo Nascimento, a Orquestra interpretou um programa que incluiu clássicos de Beethoven e Tchaikovsky, dos brasileiros Jobim, Vinícius e Zequinha de Abreu e o tradicional cancioneiro natalino. O concerto teve a realização da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e da Fundação Cultural de Varginha, com o patrocínio da ARTERIS, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura e contou com o apoio da EPTV Sul de Minas, da VIACABO, da Prefeitura Municipal de Varginha e com a produção local da Coordenadoria de Eventos Artísticos da Fundação Cultural.

Teatro ao ar livre formado por aqueles que não conseguiram ingressos.

Maestro e Prudutor Cultural Rosildo Beltrão, Mariangela Quartim, Maestro Reginaldo, Prefeito Municipal de Varginha, Dr. Antônio Silva, Prof. Francisco Graça de Moura - Superintendente da Fundação Cultural e Rafael Gomes - Produtor da EPTV Sul de Minas


Jaú

A Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto realizou concerto gratuito em Jaú no dia 12 de dezembro de 2013, na Praça Siqueira Campos, em frente da Igreja Matriz Nossa Senhora do Patrocínio. A apresentação fez parte das comemorações natalinas da cidade, viabilizada pela Lei Rouanet de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Prefeitura e da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo local. O programa de músicas foi conduzido pelo Maestro Reginaldo Nascimento com a apresentação que proporcionou ao público, ouvir obras eruditas de Beethoven e Tchaikovsky e canções da música popular brasileira como Garota de Ipanema, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, e Tico-Tico no Fubá, de Zequinha de Abreu. O clima de Natal foi lembrado por meio das tradicionais O Natal Existe, Noite Feliz e Jingle Bells. A Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto é patrocinada, desde 2005, pela companhia do setor de concessões de rodovias ARTERIS, viabilizando espetáculos em cidades do interior de São Paulo e Minas Gerais.


agenda

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Agenda

2014

Mês de março Projeto “ CANTO EM QUALQUER CANTO” – Música Sacra. Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto e Coro Lírico da OSRP Regência: Reginaldo Nascimento Maestrina do Coro: Snizhana Drahan Data: dia 30, domingo. Horário: 20 horas Local: Catedral Metropolitana de Ribeirão Preto

Mês de abril SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” “Juliana é extremamente rápida com os dedos. Além disso, é uma ótima intérprete: sabe reproduzir a graciosidade de Villa-Lobos e o peso de Bach.” João Carlos Martins, maestro e pianista. Regente: Reginaldo Nascimento Solista: Juliana D’Agostini.

SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 08, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de julho: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 12, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 13, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de agosto: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 16, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 17, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de setembro: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 06, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 07, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de outubro: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 18, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Data: dia 19, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Regente: Reginaldo Nascimento Solista: Juliana D’Agostini. Data: dia 20, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de maio: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 03, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 04, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de junho SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 7, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 19, domingo.

Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de novembro: SÉRIE “ CONCERTOS INTERNACIONAIS” Data: dia 01, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP SÉRIE “ JUVENTUDE TEM CONCERTO” Data: dia 02, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP

Mês de dezembro CONCERTO DE NATAL Data: dia 20, sábado. Horário: 20 horas Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP Data: dia 21, domingo. Horário: 10h30 Local: Theatro Pedro II/Ribeirão Preto-SP Observação: Constam aqui apenas as datas das Séries “Concertos Internacionais” e “Juventude Tem Concerto”. Os demais Concertos serão oportunamente anunciados. Datas sujeitas, eventualmente, à alteração.


anúncio Gráfica São Francisco

realização

apoio

Secretaria Municipal da Cultura


Revista Vivace - nº 57 - março 2014